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Sim, os recentes aumentos salariais dos americanos foram por causa dos cortes de impostos
Mas isso não irá durar caso os gastos do governo não sejam reduzidos

Desde que o governo Trump anunciou a redução da alíquota máxima do imposto de renda de pessoa jurídica, de 35% para 21% [no Brasil, a alíquota máxima chega a 34%], os assalariados americanos passaram a receber ótimas notícias.  

Empresas como Wal-Mart, Apple, Bank of America e várias outras anunciaram amplas bonificações e substantivos aumentos salariais. Para muitas pessoas, os cortes de impostos parecem ter sido um claro exemplo de sucesso.

Entretanto, alguns comentaristas, mesmo libertários, como a doutora Veronique de Rugy, da Reason Magazine, estão dizendo que não é bem assim.

A doutora de Rugy alega que tais anúncios salariais não estão alinhados à teoria econômica. Segundo ela, leva algum tempo para que os salários sejam afetados por cortes de impostos. A fatia da receita que agora não mais será tributada tem de ser acumulada e investida em novos equipamentos e maquinários (bens de capital), os quais irão aumentar a produtividade do trabalhador e, consequentemente, seus salários.

De maneira bem direta, a doutora de Rugy está dizendo que os cortes de impostos (anunciados em dezembro de 2017) ainda não estão em vigor há tempo suficiente para serem apontados como diretamente responsáveis por estes anúncios de bonificações e aumentos salariais. Mais ainda: segundo ela, tais anúncios não passam de uma manobra de relações públicas.

No entanto, a realidade é que esses aumentos e bonificações estão perfeitamente em linha com aquilo que prevê a teoria econômica.

Como os salários são determinados

Os salários são equivalentes ao aumento esperado na receita que o trabalho de um indivíduo gera para a empresa. Ou, de maneira equivalente, o volume de receita a ser perdido caso esta mão-de-obra fique desempregada.

Por exemplo, imagine que um restaurante empregue 5 cozinheiros capazes de servir a um número C de clientes por dia, o que garante ao restaurante uma receita R.

E então um cozinheiro ganha na loteria, se aposenta, e vai morar nas Bahamas. Agora, o restaurante é capaz de atender a apenas C-L clientes, e consequentemente passa a ganhar apenas X de receita.

Claramente, o proprietário do restaurante estará disposto a pagar apenas a diferença entre R e X — um valor que será chamado S — para empregar um quinto cozinheiro. S é aquilo que os economistas chamam de 'receita marginal do produto'. E, graças à concorrência no mercado de trabalho, os salários tendem a este valor em um livre mercado, menos um desconto devido à preferência temporal.

Para ver como a tributação afeta os salários, imagine que, a cada vez que o dono do restaurante vai ao banco depositar seus ganhos, um ladrão armado rouba 35% da receita líquida da empresa. Desconsiderando momentaneamente o que o ladrão fará com o esbulho — se irá construir estradas ou financiar grupos de teatro —, o fato é que, no momento em que ocorre o assalto, o restaurante passa a ganhar menos dinheiro do que ganhava até então. Esse roubo imediatamente torna a empresa menos eficiente.

Pior: aquele dinheiro que poderia ser reinvestido no empreendimento — contratar mais trabalhadores, comprar mais máquinas e equipamentos, ou conceder aumentos salariais — se torna imediatamente menor.

Colocando de outra maneira: a receita que o restaurante pode manter para si próprio caiu, o que significa que a receita por empregado caiu. Isso, inevitavelmente, empurra os salários para baixo — mesmo considerando que, como vimos acima, em um livre mercado, a empresa estaria disposta a pagar mais para cada empregado.

Após algum tempo, um novo e mais "benevolente" ladrão substitui o ladrão anterior, e decide roubar apenas 21% da receita líquida do restaurante. Assim, parte do custo do crime foi reduzida, e isso terá o mesmo efeito que uma redução de qualquer outro custo. Embora os salários não irão retornar aos valores que estavam em vigor antes de os roubos terem começado, eles irão subir, pois o trabalho de cada empregado se tornou mais produtivo tão logo houve uma redução no roubo (a receita líquida gerada por cada empregado agora é maior).

Mais ainda: com a redução do roubo, as expectativas da empresa quanto às receitas futuras também irão aumentar, potencialmente levando a maiores salários.

Na estória acima, se você substituir a palavra 'roubo' por 'imposto', e 'restaurante' por 'empresas em geral', você perceberá claramente que o amento anunciado nos salários está totalmente em linha com uma análise econômica padrão. E com um adendo: se uma empresa não elevar os salários em resposta a este corte de impostos, suas concorrentes o farão e, com isso, cooptarão os melhores funcionários das empresas que não concederam o aumento salarial.

De resto, embora seja verdade que uma redução no imposto de renda de pessoa jurídica permitirá mais investimentos em bens de capital — o que também permitirá aumentos salariais no futuro, devido à maior produtividade dos trabalhadores —, tal fenômeno é distinto daquele que está ocorrendo já agora. Reduzir o fardo do governo sobre o setor privado possui benefícios tanto imediatos quanto de longo prazo para trabalhadores e capitalistas, e a reforma tributária do governo Trump é uma evidência disso.

Cortar impostos é ótimo, mas cortar gastos é essencial

No entanto, mais medidas serão necessários para que os benefícios desta reforma tributária sejam permanentes. Enquanto os cortes de impostos levarem a um aumento dos déficits orçamentários, os gastos do governo terão também de ser reduzidos. Caso contrário, no longo prazo, estes benefícios presentes serão revertidos.

Déficits orçamentários maiores significam que o governo irá se endividar ainda mais, e a consequência é que ele tomará mais crédito junto ao setor privado. E dado que o governo está tomando mais crédito, sobrará menos crédito disponível para financiar empreendimentos produtivos, o que afetará os salários futuros. Mais: também no futuro, para fazer frente a todo este aumento da dívida, impostos terão de ser aumentados novamente, o que também afetará os salários.

Retornando ao nosso exemplo, imagine que o ladrão não queira reduzir seus gastos mesmo estando agora roubando menos. Nesse caso, ele pode tentar convencer os financistas da comunidade a lhe emprestar dinheiro. E os financistas ficarão contentes em fazer isso, pois o ladrão pode claramente comprovar que possui uma ampla e extremamente confiável fonte de renda. Neste caso, o ladrão seria capaz de manter seus atuais níveis de gastos, mas à custa do crescimento do resto da economia. Cedo ou tarde, no entanto, a dívida do ladrão terá de ser quitada, e para que ele possa bancá-la sem reduzir seus gastos, sua única opção será voltar a roubar uma maior quantidade de dinheiro do restaurante.

Outra alternativa, embora menos provável, seria o ladrão simplesmente recorrer à falsificação de dinheiro (também chamada de inflação monetária). Nesse caso, os efeitos tangíveis serão similares aos do roubo explícito. Os preços dos bens e serviços irão aumentar de uma maneira tal que irá anular os aumentos salariais nominais. Pior: com a falsificação de dinheiro, riqueza real será transferida para o ladrão e para aqueles que primeiro receberem esse dinheiro recém-criado e puderem usá-lo para adquirir bens e serviços a preços que ainda não foram alterados.

Conclusão

A lição é clara. Se o Congresso americano e o governo Trump quiserem ver o bem-estar do povo americano aumentar de maneira permanente, os cortes de impostos deveriam ser seguidos de um corte de gastos.

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autor

Nathan Keeble
foi aluno da Mises University e ajudou a fundar a Campanha para Abolir o Confisco de Propriedade Privada pelo governo, no Tennessee.

  • Felipe Lange  14/02/2018 15:13
    Agora falta ele fazer mais cortes de impostos e um intenso corte de gastos (na verdade ele só quer aumentar), pelo menos os americanos irão sofrer menos com a recessão (ou depressão) que está por vir. Agora se realmente essa crise estourar na mão dele vai ocorrer o que o Leandro já disse tempos atrás:


    "Leandro 11/11/2016 22:02
    Por enquanto, fico com a análise do Rallo, que -- a meu ver, corretamente -- se pautou apenas por aquilo que ele efetivamente apresentou como plano de governo, e não naquilo que ele disse em comícios para agradar sua base.

    Compreendo que alguns leitores queiram uma análise mais especulativa, levando em conta coisas que ele disse em comícios e debates. Mas isso não seria acurado.

    De resto, tendo a concordar com o Gary North, que disse o seguinte: uma recessão profunda estourará sob o governo de Trump (conseqüência das políticas keynesianas atuais). Consequentemente, o partido que estiver no poder será responsabilizado, apeado do poder e dizimado nas eleições. Em 2020, um socialista ao estilo Bernie Sanders ou Elizabeth Warren chegará à presidência.

    Por isso, e exclusivamente por isso, eu não sou entusiasta da presidência de Trump. Estou olhando para o longo prazo. Se a recessão estourasse sob Hillary, os democratas seriam varridos do mapa, e um genuíno libertário teria grandes chances em 2020. Sob Trump, a recessão levará socialistas ao poder.

    É isso o que boa parte da direita não conseguiu entender. A vitória de Trump foi uma vitória de Pirro.

    Mas espero -- e quero -- muito estar errado. Seria a primeira vez na vida em que terei prazer em estar errado."
  • Kira  14/02/2018 16:22
    Eu já não me considero mais humano. Ou pelo menos que minha inteligência não pertença a espécie humana de alguma forma. Digo isto não como uma galhorfa de quem quer se achar o tal superior, tanto é, que minha inteligência tem falhado em um aspecto curioso do comportamento humano: Como diabos as pessoas são incapazes de entender que colapsos financeiros não são construídos com poucos meses de governo (exceto por intervenção direta) e como as pessoas são simplesmente desmemoriadas ao ponto de não entender que os colapsos que estão por vir serão consequência de uma dívida e intervenções inúmeras ao longo de vários governos? e pior, como são incapazes de entender que se são menos roubadas com impostos, isso evidentemente melhora a vida delas? O final provável já sabemos, ele não vai reduzir a dívida, haverá colapso, o governo vai imprimir dinheiro, vai gerar um outro ciclo de inflação, prejudicar novamente o mercado, vão culpar o Trump e pasmem, vão culpar com certeza a redução dos impostos!

  • Alexandre  14/02/2018 17:42
    Se o colapso tão esperado tivesse que vir sob estas circunstâncias ele já deveria ter vindo quando a administração B.H.O II dobrou o déficit (há a discussão sobre as condições econômicas anteriores, mas o fato é este).

    O vigor econômico que apenas a promessa da queda do IR e posteriormente a sua concretização está causando na economia americana certamente retardará o natural arrefecimento que acontece ciclicamente. A postergação do seu inicio pode-se esperar sobretudo quando a administração Trump tenta, ao menos, reduzir sim os gastos.money.cnn.com/2018/02/12/technology/future/nasa-budget-commercial-space/index.html
  • Kira  14/02/2018 18:45
    Mais do que óbvio que isso empurra com a barriga. Infelizmente governos escondem e maqueiam informações precisas, tornando impossível saber quando, além de imprevisibilidades e externalidades naturais, mas não se trata aqui de querer saber o dia e hora exatos, e sim os anos e meses que tentem a iniciar colapsos maiores. Infelizmente como já disse governos empurram com a barriga e omitem informações detalhadas. Pela discrepância de suas políticas, só podemos deduzir o óbvio, as dívidas existem, são impagáveis a curto e médio prazo, só é possível postergar, e torcer para externalidades mercado dentro e mercado fora, não surpreender a todos antes do esperado.
  • Demolidor  14/02/2018 22:25
    Minha leitura bate com a tua. Mesmo que os gastos aumentem, a tendência mais provável seria a batata estourar no colo da próxima administração.

    Quanto ao efeito imediato da desoneração, olha a empiria demonstrando de novo que a esquerda está errada. Os agentes mais agressivos tendem a tomar decisões imediatamente após qualquer mudança. Se haverá a formação de uma tendência de alta ou se este foi um episódio passageiro, depende quase que exclusivamente das decisões do governo.

    Esses efeitos imediatos ocorreram na Alemanha pós-guerra, na China de Deng Xiaoping e agora nos EUA. Ou seja, acontecem tanto em economias devastadas quanto naquelas já prósperas.
  • anônimo  14/02/2018 18:45
    Que recessão cara? não haverá recessão nenhuma, assim como não houve a hiperinflação que alguns liberais previam no governo Obama.
  • Kira  14/02/2018 21:44
    A crise de 2008 foi o que então?
  • Kira  14/02/2018 21:52
    Houve subsídios, recuperação de corporativistas com dinheiro público, subsídio no mercado imobiliário, ouve inflação e o dólar caiu consideravelmente. O que é hiperinflação para você? hoje a maioria dos governos inlfacionam mercado, forçando bancos a liberarem créditos a júros muito baixos ou negativos, criando um boom de demanda e retração com povo endividado, júros elevadíssimos para compensar a mentira propagada pelo governo, perda de valor da moeda, retração, desemprego e efeito cascata, afetando indiretamente fornecedores e outros mercados. Os Júros do FED estão aumentando, sinalizando o mesmo padrão de retração comum a esses subsídeos que geram inflação. Há duas semanas o mercado global sinalizou quedas expressivas, da onde o governo vai tirar dinheiro para pagar dívidas? impostos? imprimir mais dinheiro? você já viu o tamanho da dívida dos governos, especialmente dos EUA? da onde vão tirar dinheiro para pagar se a política agora é reduzir impostos? vão imprimir dinheiro evidentemente, inflacionando aos poucos, empurrando a dívida. Até onde vão maquear isso?
  • Felipe Lange  14/02/2018 22:39
    Hiperinflação? Quem previu hiperinflação? No Mises Brasil nunca li um artigo sobre.
  • Fernandes   15/02/2018 15:30
    Há um grande risco de os EUA passarem por uma recessão no governo Trump. Mas acho bastante improvável que um ou outro partido seja dizimado numa eleição. Os conservadores e a direita em geral não vão deixar de votar nos republicanos mesmo que haja uma recessão. Os progressistas, socialistas e etc não deixarão de apoiar os democratas mesmo que a economia cresça.
    Há uma boa parte do eleitorado que não tem identificação partidária que migra de um lado para o outro, mas não seria o suficiente pra dizimar um ou outro partido.
    Uma outra questão é quando a recessão ocorrerá. A China, está sim uma grande bolha, continua respondendo aos estímulos monetários e crediticios e continua crescendo, mesmo que não seja sustentável a longo prazo. A Europa tá crescendo, vários países asiáticos e latinos crescendo. Pode ser que leve anos pra que economia americana entre em recessão. Quanto mais tempo levar maior será o tombo. Mas não dá pra afirmar que isso ocorrerá sob o governo Trump.
    Se por um lado Trump está dando um grande tiro no pé ao cortar impostos e aumentar gastos, não podemos esquecer que ele está promovendo uma grande desregulação da economia.
    Uma economia mais livre, menos regulada, pode minimizar os efeitos dos déficits fiscais.
  • Fernandes  15/02/2018 16:04
    www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/trump-ja-esta-frente-de-reagan-em-corte-de-regulacao-algo-que-cnn-nao-vai-mostrar/

    istoe.com.br/trump-assina-decreto-para-reduzir-regulacao-no-pais/

    Qual serão as consequências disso a longo prazo.
  • Alfredo Nascimento  14/02/2018 16:39
    Sou dono de um pequeno negócio e posso garantir que o grande fator por trás de minhas decisões salariais são os impostos. Tendo de pagar INSGG, FGTS, impostos do sistema S, e mais todo o IRPJ, simplesmente não há nenhum espaço para dar aumentos salariais, e muito menos para contratar mais pessoas. Eu mesmo gostaria de contratar mais um auxiliar, mas o custo disso é proibitivo (equivalente a quase 100% do salário).
  • Inácio Bretas  14/02/2018 17:02
    Creio que uma boa reforma trabalhista seria ter dois sistemas paralelos, um continuaria com a CLT, para aquelas pessoas que acham que são mentecaptas e precisam do estado babá para administrar as finanças e proteger o trabalhador, já que sempre vê o empresario como um explorador.

    Outro seria um contrato livre, firmado por ambas as partes, ao qual o único papel do estado seria garantir o cumprimento do contrato mas não interferiria nele.

    Assim, a pessoa teria a liberdade de escolher qual contrato julgue melhor CLT ou livre.

    Outro ponto positivo disso seria que a empresa teria que pagar mais no contrato livre, pois se pagar de igual para menos as pessoas acabariam escolhendo a CLT, o que ferraria ainda mais o empregador (e o empregado).
  • Halo  14/02/2018 17:23
    A empresa não pagaria mais no sistema livre.

  • Cielo  14/02/2018 17:34
    Pagaria. E por definição. Hoje, ela paga $200, sendo que, dos $ 200, pelo menos $ 100 vão para o governo (impostos e encargos sociais e trabalhistas).

    Ou seja, o custo mínimo para a empresa é $ 200, mas o trabalhador só recebe $ 100.

    Sem os encargos sociais e trabalhistas, ela continuaria pagando $ 200 (afinal, esse é o valor mínimo que ela já paga hoje), só que esses $ 200 agora iriam integralmente para o trabalhador (hoje, apenas $ 100 vão para o trabalhador).

    Isso, por definição, é um aumento salarial. E observe que o gasto da empresa não aumentou absolutamente nada.

    E, se por acaso essa empresa passasse a pagar apenas $100, eu mesmo pagaria $200 e ficaria com os melhores trabalhadores para mim. Lógica básica.


    P.S.1: isso, como mostra o exemplo americano, não é nem sequer teoria, mas sim empiria pura.

    P.S.2: a paixão do brasileiro pelo estado é patológica -- esta entidade imaculada e que só faz bem para os trabalhadores -- é patológica.
  • Monad  14/02/2018 20:40
    Se as empresas não aumentarem salários, vão reduzir os preços dos produtos naturalmente diante da competição. Desse modo o poder de compra sobe, que é a mesma coisa que um aumento salarial causa.
  • Dallan  15/02/2018 18:15
    Sim, acho que o primeiro impacto seria mais na redução dos preços do que em aumentos. Quando os empresários começassem a perceber que o acúmulo de capital foi suficiente para conseguir elevar os salários e conquistar o melhores empregados, o montante seria dividido entre reduções de preços e aumentos de salários, o que elevaria o poder compra dos empregados em geral.
  • Vendedor   14/02/2018 18:49
    Pela abolição da CLT junto com todos encargos trabalhistas e pela criação do CT (Contrato de Trabalho).
  • Trader  14/02/2018 16:41
    Se eu fosse dono de uma grande empresa e o meu custo com funcionários caísse devido a um redução de impostos ou de "direitos trabalhistas", com a grana excedente eu imediatamente tentaria contratar os melhores funcionários dos concorrentes para aumentar minha produção e enfraquecer o concorrente.

    Provavelmente alguns desses funcionários receberiam contra-propostas e recusariam minha oferta. Acabariam com aumento salarial dentro da mesma empresa. Outros viriam trabalhar comigo e também receberiam salários maiores.

    Com a equipe aumentada e com boas habilidades, a empresa cresceria, abriria vagas para contratações e/ou promoções e geraria mais emprego e renda.
  • Fabrício  14/02/2018 16:46
    Isso é algo tão básico que beira o inacreditável que pessoas ainda se impressionem com isso. Aliás, vou resumir isto em um exemplo: eu e minha esposa trabalhamos, mas não temos "empregada doméstica". Nós nos revezamos pra dar conta de tudo, afinal, os encargos e responsabilidades trabalhistas nos impedem de pagar essa pessoa. E aí, quem perde ? Nós todos. Eu e minha mulher que temos que trabalhar mais (fazendo dupla jornada) e a possível funcionária doméstica que não terá o emprego e, consequentemente, terá renda zero.
  • Breno  14/02/2018 16:59
    Os ditos "benefícios" são aplaudidos pelo trabalhador porque ele tem a ilusão de que representam um acréscimo em seu rendimento ao final do mês. Ele não percebe que o valor de seu salário é determinado, em qualquer instância, pelo mercado de trabalho. O patrão concorda em desembolsar X pelo seu empregado, mas se esse X vai direto para o bolso do empregado ou se será descontado Y para o bolso do governo, para o patrão tudo dá no mesmo. Foi o que aconteceu quando o 13o salário foi tornado obrigatório no início dos anos 60: o valor do salário em carteira diminuiu para acomodar 13 salários por ano, ao invés de 12. O mesmo aconteceu agora com o FGTS das domésticas.

    Enfim, é isso, sem tirar nem por: encargo trabalhista nada mais são do que dinheiro que sai do bolso do patrão e entra no bolso do governo sem fazer escala no bolso do trabalhador. Ou quando chega no bolso do trabalhador, é dali a muitos anos e devidamente depenado após longa escala em bancos estatais. Mas a ilusão é o que interessa: o empregado vê o governo como o paladino que vai defendê-lo da sanha do patrão ganancioso. Muitos dos países mais pobres do mundo têm amplos benefícios trabalhistas.
  • Vitor  14/02/2018 17:04
    Aqui, nos Estados Unidos, não há nada disso. O trabalhador recebe o salário-hora contratado. Não há o equivalente a FGTS, fim de semana remunerado, aviso-prévio, décimo terceiro, férias remuneradas et al. O impacto tributário na folha de pagamento é de 10 a 12% (IR, Medicare e Social Security).

    Quando se entra de férias, não se recebe salário, mas o salário que se recebe dá para custear as férias, que normalmente são curtas. E quem vive melhor? O trabalhador daqui ou o do Brasil?

    A nossa faxineira chega de carro bom, tem apartamento próprio todo aparelhado e plano de saúde. Gostaria muito que alguns teóricos que advogam tantos impactos na folha de pagamento no Brasil passassem um período por aqui para ver como o "inferno capitalista" funciona. Aqui não se vai aos Shopping Centers (Malls) somente para passear, mas para comprar. O povo todo compra, e muito.
  • Lee Bertharian  14/02/2018 16:43
    O Leandro poderia aproveitar o gancho e comparar com nossa situação atual, em que as "reduções" de preços da Petrobrás não são repassados ao consumidor. Minha teoria - em concordância com o artigo - é que nosso empreendedor é menos otimista (e mais escaldado) que o americano; sabe que o governo perdulário em breve aumentará outras alíquotas ou criará novas para, no final das contas, majorar a carga tributária. E se o coitado repassar algum benefício ao empregado será duplamente penalizado, pois a indústria das ações trabalhistas estará faminta para garantir o "direito adquirido".
    Enquanto isso, assistimos horrorizados as matérias da grande mídia sugerir sub-repticiamente que precisamos de mais regulação para nos proteger dos donos de postos malvados...
  • Leandro  14/02/2018 16:53
    Redução? Qual redução? "De julho de 2017 até agora (janeiro de 2018), a alta acumulada nas refinarias da Petrobras foi de 24,80 % na gasolina e de 27,40% no diesel, sem contar aumentos de impostos." (Fonte).

    Não só não houve nenhuma redução, como, na verdade, houve um brutal aumento dos preços na refinarias. Logo, seria absolutamente irreal esperar qualquer redução dos preços nas bombas.

    Eis o fato incontornável:

    1) Ou uma estatal é espoliada por políticos, e acaba tendo de subir os preços pra refazer seu caixa;

    2) Ou ela é bem gerida (na medida do possível), o que significa que ela tem constantemente de subir seus preços para honrar sua folha de pagamento, dado que a empresa é loteada por apadrinhados políticos e aparelhada por apaniguados.

    Não tem segredo. E nem solução.
  • cmr  14/02/2018 18:19
    Que eu saiba; o Trump está aumentando os gastos, principalmente os gastos militares.

    Guerra a vista...
  • Pensador Consciente  14/02/2018 18:48
    Enquanto existir estado só poderemos ser livres investindo em paraísos fiscais,pois os controladores do leviatã não tem interesse em destruir a industria financeira destas ilhas do inconfessável(Vide panamá-papers onde aparece até o nome do tzar oligarca,Putin).Viva o livre-mercado e o estado que se exploda junto com os parasitas de plantão.
  • Jailma Viana  20/06/2018 17:25
    Caro pensador consciente,
    "Enquanto existir estado só poderemos ser livres investindo em paraísos fiscais". Investir, pode ser. Mas ser livres? Veja o meu caso: não tenho dinheiro, mas quis me livrar da canga do Estado brasileiro. Sem dinheiro, o "paraíso fiscal" ( é o que dizem) mais próximo é o Uruguay. Fui para lá. Quando cheguei no Aeroporto de Carrasco (Montevidéu), o carregador de malas era um funcionário público. Não sei quanto este Estado (paraíso fiscal) extorque do seu povo para assalariar carregador de malas. Alguém me ajude a entender! Por favor!
    Abraços
  • Free Thinker  20/06/2018 22:51
    Apenas bitcoin salva.
  • Bruno  14/02/2018 21:53
    Bolha imobiliaria no canada?

    Artigo sobre? Noticias? Causas?

    Gostaria de estudar mais essa atual bolha, se alguém tem conhecimento sobre isso, ficarei grato em me informar

    Vocês acreditam que a TESLA é uma bolha?
  • Pobre Paulista  15/02/2018 01:15
    Pessoalmente, apesar de não simpatizar muito com o Sr. Musk, acho exagero dizer que a Tesla é uma bolha. Trata-se de um empreendedor tomando riscos com seu próprio capital criando empreendimentos que podem dar certo ou não.

    É verdade que ele anda muito alinhado com o pensamento do establishment atual e tira muita vantagem disso, basicamente tentando manipular a opinião pública, mas ainda assim, é alguém que age majoritariamente como um empreendedor.

    Seria uma bolha se tivesse dinheiro público entrando a torto e a direito nas empresas dele. Não sei se é o caso, mas ainda que seja, acho que é algo muito longe do que tivemos no mercado imobiliário por aqui.
  • Patriota Libertário  15/02/2018 00:04
    Os idiotas úteis de plantão e a esquerdalha canalha gosta de culpar os EUA por todas as lástimas do mundo,enfim haja paciência com argumentos e vitimismos de sempre e a mania de culpar terceiros pelos seus fracassos,estes esquerdalhas são cansativos e arrogantes.
  • ANTONIO  15/02/2018 12:10
    a esquerda é tão yanke que usa a teoria do homer simpsom A CULPA É MINHA E EU A PONHO EM QUEM EU QUISER. e o principal, SÃO CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO; MAS TERCEIRIZAM SEU PENSAMENTO E A CULPA DAS SUAS IDIOTICES.
  • Gustavo  15/02/2018 01:33
    Como vocês avaliam a situação econômica para o Brasil pós 2018? Qual a melhor opção? Dá pra confiar em Bolsonaro?

    E a CLT é absurda, não bastasse a Lei rídicula a Justicinha Trabalhista está contaminada ideologicamente, os juizes fazem o que querem (inclusive legislar); o que torna um grande problema para o empreendedor e para criação de riqueza e de empregos.
  • 21  15/02/2018 11:13
    Gostei de alguns candidatos do Partido Novo, é provável que o Bolsonaro coloque uma equipe econômica com pensamento liberal, mas é o Bolsonaro. Como eu não gosto de esquerdistas e conservadores, votarei em candidatos liberais ou em branco.
  • Paulo Henrique  15/02/2018 22:53

    Sim, da para confiar no Bolsonaro, não espere um austríaco na fazenda, nem na presidência, porem, Paulo Guedes é um ótimo nome, e será muito bom se ele permanecer fiel as suas idéias (o que eu acredito que ocorra , Bolsonaro não é um político comum, quer goste dele ou não, é alguém que claramente não vai dar com o pé nas suas propostas e cometer estelionato eleitoral)

    Defende abertamente desburocratização, corte de impostos, privatização, redução de ministérios e gastos gerais do governo, além da segurança jurídica e publica. Tem ainda um pequeno viés nióbio, mas não vejo ele criando uma niobiobras , no máximo vai incentivar pesquisas no setor com alguma medida governamental.

    Entendo que ele não passa segurançam principalmente por dizer que vai indicar ''quem entende''.. Seja lá o que for ''entender'' na mente dele. Só que esse medo acabou com o Guedes.
    E também não da para ser muito exigente no Brasil, Anos atrás o Brasil estava com o ilustre Guido Mantega, agora temos um candidato que defende abertamente pautas liberais em certas áreas da economia.
    E se ele perder não temos nenhum nome melhor com chances de vitória. É começar a melhorar , ou quebrar de uma vez. O Brasil não aguenta mais um governo de esquerda.

    A governabilidade dele pode ser ruim, mas tem várias medidas que ele pode fazer por decretos, principalmente na área de burocracia ;
  • Verdadeiro  16/02/2018 00:55
    Confiar num parasita que vê problemas em importar bananas do equador? Que tem fetiches por minérios? Que gosta de protecionismo? Há quem confie em parasitas, mesmo nos mais descarados.
  • Andre  15/02/2018 15:53
    "E dado que o governo está tomando mais crédito, sobrará menos crédito disponível para financiar empreendimentos produtivos, o que afetará os salários futuros. "

    Não necessariamente. Empresas que necessitam de crédito podem recorrer aos bancos comerciais (que criam dinheiro do nada para conceder empréstimos) ou podem emitir títulos (Corporate Bonds) a juros mais altos que os títulos do governo.
  • Pensador Consciente  16/02/2018 09:46
    Acontece que os títulos do governo são referência para todas as operações do Mercado Financeiro,recorrer aos Bancos Comerciais os juros do crédito Livre são mais altos do que os juros do crédito direcionado,onde as propinas ditam as regras em boa parte dos casos e Corporate Bonds os juros são mais altos devido a taxa de risco ser maior,enfim caro André você está equivocado e releia o artigo e só relembrando a grande bolsa de valores de Nova York teve uma queda espetacular de 6% semanas atrás só por causa da expectativa de alta dos juros dos títulos do Tesouro norte-americano.
  • Juliana  15/02/2018 21:22
    Existe algum mensurador do crescimento da média salarial nos Estados Unidos, para mostrar mais significativamente esse tipo de relação (diminuição de impostos e aumento imediato de salários)?

    Outra coisa. Inversamente (não excludente) ao que a Escola Austríaca diz, toda essa onda de aumento salarial não poderia também levar a um aumento da confiança, de empréstimos, de expansão monetária, etc.? O que consequentemente levaria a um aumento das receitas das empresas e dos governos.
  • Ronaldo  15/02/2018 23:41
    Acho difícil, uma vez que só houve uma redução do IRPJ na história (em 1987). Na época, o salário aumentou bem, mas também a inflação era maior, o que significa que uma fatia também era reposição.

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/united-states-wage-growth@2x.png?s=unitedstawaggro&v=201801241711v&d1=19840215&d2=19890215

    Quanto à segunda parte, bom ponto e concordo com ele.
  • Juliana  16/02/2018 15:03
    Ótima descoberta, Ronaldo. Eu desconfiava que esse aumento de salário pudesse ser contrapartida de algum lobby, o que no caso não é ruim, e não uma consequência naturalmente esperada da diminuição dos impostos.

    E aproveitando a oportunidade, acrescento que para que esses 'aumentos voluntários dos salários' gerem confiança no futuro da economia ao ponto de levar ao aumento de empréstimos pelos bancos, a inflação também tem que estar baixa. Em 1981, o governo Reagan fez também uma redução de impostos, mas como a taxa de juros estava lá em cima, não tinha como os bancos ampliarem o crédito.

    Mas só para esclarecer, eu penso ser uma ilusão alguém diminuir impostos, visando aumentar a arrecadação.

  • Luis  15/02/2018 22:31
    Alguém pode me mandar foto ou link da tabela de gastos do EUA
  • KARL MARX  16/02/2018 08:50
    Olá camaradas !

    Não estamos gostando nada desse tal de Trump, quem ele pensa que é ?

    Vamos dar um jeito de aumentar a desinformação para destruir a reputação desse capitalista burguês. Iremos intensificar as fake news e triplicar as mentiras que imbecilizam a grande massa da população mundial, já adestrada pelos nossos camaradas aí na Terra.

    O Satã está muito nervososo e tem pedido pressa na remoção desse patriotinha mequetrefe que surgiu no nosso maior inimigo, os EUA.

    Assim não dá ! Assim não pode !

    Saudações vermelhas !
    KARL MARX
  • Alexandre  16/02/2018 13:25
    Ei, Marx, o que aconteceu com os seus colaboradores nos EUA que, apesar de tudo, falharam em barra o Trump?

    Aliás, a história do suposto conluio com os russos foi tramada mesmo para parecer conluio com a campanha de Trump, notadamente inexperiente com as artimanhas políticas, e assim terem os democratas o que acusar?
  • Martha  16/02/2018 09:41
    OFF-TOPIC:

    Ideia legislativa para privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, o monstrengo que detém o monopólio de serviços postais em Banânia. E faz o trabalho da estatal típica - atrapalhar a vida do cidadão produtivo.
    Quem nunca teve problemas com os Correios é porque nunca usou os "serviços".

    Não coloco fichas no Senado Federal - um antro de parasitóides, mas afinal de contas é só um clique. Se fizer o assunto pelo menos ser levantado novamente, já é lucro.

    Apóiem e divulguem.

    www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=97198&voto=favor

  • Bruno  17/02/2018 01:00
    Ron Paul disse que todo esse crescimento é pura ilusão, é possível ver a bolha mas não da pra saber quando estoura

    Vocês concordam? E teria como o TRUMP amenizar o crash ou pelo menos retardar?

    Eu acredito que sim pra todas as minhas perguntas, gostaria de ouvir mais gente aqui.

    Abraços
  • ANTONIO HENRIQUES  19/02/2018 11:06
    Quanto ao colapso que estaria por vir, não creio que partirá dos EUA mas sim da China.

    A China construiu ao longo de duas décadas cidades fantasmas inteiras (com linhas de metrô, inclusive, fora equipamentos hospitalares, bombeiros, polícia, tudo o que há numa grande cidade, mas sem população) na vã expectativa de uma massiva migração da qualidade de vida da população que ainda vive de forma campesina.

    Esta conta chegará, além disso há uma bolha no mercado acionário que poderia dizimar dezenas de grandes empresas, as ações estão sendo negociadas a inacreditáveis 600 vezes o lucro líquido, enquanto que num mercado saudável este número gira em torno de 15 a 20 vezes.

    Outro grande problema chinês é a confiabilidade de um governo comunista, que manipula o que for necessário para esconder seus reais problemas, vi isto acontecer na década de 80 na URSS, e o mais inacreditável é ver gente graúda se pautando em mídia oficial estatal daquele lugar para basear suas teses.

    Hoje existem cerca de US$ 3 a 5 trilhões em títulos do governo dos EUA nas mãos dos chineses, bastaria então um leve resgate de 30% deles por parte do governo chinês e os EUA estariam de joelhos. Acredito que o governo Trump esteja empenhado em dar um gás imenso à economia local, o que provocaria uma inflação e esta puxaria os juros de forma que seja atrativos a investidores da dívida e daí então usar estes títulos para substituir o máximo possível que estão em poder dos chineses e assim tirar a arma apontada para a cabeça americana.

    Se isto é o que vai acontecer ou se dará certo, não sei, apenas relato o que vejo. Mas que tem algo grande para 2020 vindo aí não tenho dúvidas.
  • Kelvin  26/02/2018 02:33
    "Acredito que o governo Trump esteja empenhado em dar um gás imenso à economia local, o que provocaria uma inflação e esta puxaria os juros de forma que seja atrativos a investidores da dívida e daí então usar estes títulos para substituir o máximo possível que estão em poder dos chineses e assim tirar a arma apontada para a cabeça americana."

    Tocou em um assunto pertinente. O problema nessa teoria é que os EUA teriam que se endividar ainda mais para substituir o máximo possível dos títulos em posse dos chineses, indo pela linha de raciocínio, Trump quer gastar mais diminuindo impostos, a consequência desse arranjo será emissão de mais títulos para financiar o governo com déficit, o inevitável efeito será uma inflação com uma subida dos juros escaladamente. E tem mais, será que a economia dos EUA aguenta uma possível desvalorização cambial provocada pela inflação o que afetaria o saldo em conta corrente do país, aliás esse saldo poderá ser o capital necessário para substituir os títulos chineses, enquanto o Trump quer reduzir o comércio com a China. Eu até entendo o receio do Trump sobre os títulos em posse dos chineses, basta como você disse os chineses irem ao mercado e vender 30% desses para o dólar desabar, e o apetite feroz dos chineses por ouro sem levantar muita bandeira sugere que eventualmente no futuro os chineses usarão o ouro para lastrear sua base monetária já que o ouro cotado em dólar se desvalorizará, e o lastro aumentará em moeda chinesa tornando assim a moeda chinesa mais "confiável" a medida que o dólar evapora, porém acho que o Trump está se arriscando demais endividando o país para chegar a um nível em que não dependa mais da China. Eu sinceramente não sei como Trump deveria agir, só sei que dessa forma é bastante perigosa, está envolvido nessa parada o dólar que é a base o alicerce da economia norte-americana.
  • Emerson Luis  05/03/2018 10:55

    O Estado obriga os empregadores a pagar menos do que se disporiam e a propaganda ideológica convence a maioria das pessoas de que os salários são baixos por causa da ganância e mesquinharia dos empregadores - e que os salários só não são ainda mais baixos por causa do controle do governo.

    * * *
  • Jailma Viana  20/06/2018 17:58
    Caro Emerson,
    "...a propaganda ideológica convence..... da ganância dos empregadores".
    O Estado e os socialistas nem precisam desta propaganda.
    O empregado recebe o salário merreca do " f da p do patrão" pelo qual ele rala o mês todo. Simples assim.
    E recebe do governo de graça: saúde na UPA, educação em colégio público, e talvez uma aposentadoria. Se ele quiser qualidade vai cair não mão de "médicos exploradores da miséria alheia, colégios particulares que cobram um absurdo e planos de aposentadoria privados escorchantes".
    O senso comum dos povo é que faz a propaganda. Sinto discordar. Nem sei porque lutamos tão ferrenhamente contra o Estado. Creio que gostamos de perder, apanhar e somos súditos do "venerável Marquês".
  • Anonimo  29/07/2018 01:01
    Eu apoio o liberalismo mas alguma pessoa que manja mais de economia que eu pode me ajudar a como refutar esse video aqui:www.youtube.com/watch?v=wlZRMhc_Tvo&t=38s e esse aqui:www.youtube.com/watch?v=U-aOmwtYpEw

    Eu não estou sendo sarcastico, eu realmente apoio o liberalismo


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