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Os melhores artigos de 2017
Prometemos que seu tempo não será desperdiçado caso os leia

É óbvio que fazer uma lista intitulada "os melhores artigos" envolve uma enorme carga de subjetividade, algo que é pessoal e intransferível. O que é considerado 'ótimo' para um indivíduo pode ser tido como 'péssimo' para outro.

Por isso, a lista que vai abaixo utilizou como critério um quesito que, em teoria, não tem como dar errado: a quantidade e a qualidade das informações contidas.

Os artigos foram selecionados não por sua popularidade ou por seu tema, mas sim pela sua capacidade de apresentar informações importantes e originais. São artigos de pouca carga opinativa e de grande exposição de teorias e fatos. Dependendo do interesse do leitor, as informações são essenciais.

Prometemos não desperdiçar o seu tempo caso decida ler qualquer um destes artigos. As informações que você obterá não serão triviais.

Os 25 artigos estão em ordem cronológica de publicação.

1. Para que servem os direitos sociais? - ou: 100 anos de Constituições que prometem mundos sem fundos

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A empiria comprova a teoria: quanto mais direitos as Constituições prometem, mais pobre é o país.


2. Em qualquer discussão sobre desigualdade, estas são as quatro perguntas que têm de ser feitas

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Sem essas quatro questões, qualquer discussão se torna puramente emotiva, ideológica e estéril.


3. A diferença básica entre globalismo e globalização econômica: um é o oposto do outro

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Globalização é livre comércio; globalismo é controle político. Quem defende o primeiro tem inevitavelmente de ser contra o segundo.


4. Seis mitos econômicos que se recusam a morrer - e que seguem destruindo a sua riqueza

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Todos eles seguem firmes no imaginário dos economistas que comandam o país.


5. O que realmente faz com que os preços subam continuamente? Eis a explicação para o Brasil

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Por que algo que custava R$ 7.000 em 1994 custa hoje R$ 35.000?

O que causa o contínuo aumento de preços no Brasil não é "dominância fiscal" e nem "quebras de safra". Os "acidentes climáticos" não explicam o acentuado aumento do preço do seu barbeiro ou da sua manicure. Médicos, dentistas, diaristas, encanadores e companhias aéreas não reajustaram seus preços em função do custo do feijão ou do tomate. O preço da sua roupa não quadruplicou por causa de aumentos na "expectativa de inflação dos agentes".

Este artigo explica por que os preços sobem a cada ano. E mostra por que neste ano de 2017 eles foram mais comportados.


6. Por que uma sociedade poupadora enriquece e uma sociedade consumista empobrece

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Ao contrário do que dizem os intervencionistas, o caminho para a riqueza é a poupança, não o consumo


7. Dois desafios para os social-democratas defensores do intervencionismo estatal e de um estado grande

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Eis o desafio: 1) Citar uma nação que tenha se tornado rica enquanto praticava políticas estatizantes. 2) Citar uma nação com um governo grande e intervencionista que esteja superando economicamente uma nação similar com um governo pequeno e um livre mercado.

Eis a constatação: primeiro os países ricos enriqueceram; depois, só depois, adotaram um estado de bem-estar social.


8. Um breve histórico da Venezuela: da quarta população mais rica do mundo à atual mendicância

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É impossível entender o atual colapso da Venezuela sem entender seu passado. Estudantes e intelectuais, em conluio com militares simpáticos à causa, foram continuamente enraizando o socialismo nas práticas da elite política do país.


9. Odebrechts, Eikes e Joesleys: como surgem os bilionários no Brasil?

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Com a ajuda do governo e de políticos influentes, recebendo muito dinheiro de impostos.


10. Como o governo brasileiro transformou uma recessão em uma profunda depressão

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Para compreender tudo o que aconteceu no Brasil desde 2014 e entender por que os governos estaduais estão em situação pré-falimentar.


11. Por que políticas de estímulos e intervenções governamentais geram recessões

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Em um artigo curto, a mais completa exposição teórica sobre o assunto. Um artigo para ler e reler sempre.


12. Os gastos do governo são o grande inimigo do crescimento econômico

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Em um perfeito complemento ao artigo acima, três razões por que os gastos do governo emperram a economia.


13. A Lei de Say é irrefutável e, sozinha, destrói todo o arcabouço keynesiano

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Sem nenhum exagero, a melhor explicação concisa sobre o tema. Se você realmente entender os conceitos, verá que toda a teoria keynesiana não se sustenta em termos lógicos.


14. A ideia de que, no capitalismo, os trabalhadores são "explorados" atenta contra a lógica

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Não faz sentido exigir que o trabalhador receba o "valor integral" de sua produção. Quem acredita na mais-valia não entende nem o simples conceito de tempo.


15. É impossível negar que a Venezuela é uma calamidade gerada pelo socialismo

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Como e por que a economia da Venezuela se desintegrou ao ponto de faltar papel higiênico, remédios e alimentos, e de fazer a população emagrecer quase 10 kg por ano.


16. Dica aos empreendedores: o preço já está dado. Agora, escolham seus custos

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Uma constatação essencial para a qual poucos empreendedores novatos dão atenção: eles não têm nenhum poder de estabelecer preços.


17. Como o capitalismo e a globalização reduziram os preços e trouxeram progresso para todos

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Nos países mais abertos ao comércio, os preços de todos os bens de consumo estão em queda livre. Nos mais fechados, isso é menos perceptível. No entanto, em todos, a tecnologia cada vez mais acessível permite maior igualdade de condições.


18. Como as regulações estatais prejudicam os pequenos, protegem os grandes, e afetam os consumidores

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Os decretos, as regulações, a burocracia e até mesmo as inspeções sanitárias do governo servem para proteger os empresários já estabelecidos, blindando-os contra a entrada de novos concorrentes e, consequentemente, afetando a liberdade de escolha dos consumidores.


19. A ideia de que os gastos dos consumidores geram empregos atenta contra a lógica

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Um mito extremamente comum tanto entre leigos quanto entre economistas, que invertem causa e consequência. No mundo real, consumidores gastam após os empregos já terem sido gerados, não podendo, portanto, terem sido eles os criadores desses empregos.


20. Alemanha: um êxito econômico contra o keynesianismo

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Sendo o país europeu que mais conteve suas despesas, que mais reduziu seus déficits, que mais fez cortes em seu estado de bem-estar social e que mais flexibilizou seu mercado de trabalho, é o país que mais cresce e mais enriquece sua população.


21. Como a intervenção estatal no mercado imobiliário aumentou o déficit habitacional

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Entenda por que os preços dos imóveis comuns subiram, e como o 'Minha Casa Minha Vida' piorou a situação. Dica: tudo passa pelos bancos estatais.


22. Os déficits e a dívida do governo são uma questão moral - eles afetam diretamente a próxima geração

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Além de todos os efeitos econômicos deletérios, os déficits são imorais, pois empurram a fatura para quem não tem nada a ver com o descalabro. Filhos e netos arcarão com a farra da geração atual.


23. Quer reduzir a pobreza de maneira definitiva? De início, eis as 12 políticas que têm de ser abolidas

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Enquanto estas políticas continuarem existindo, impossível a pobreza cair de modo contínuo e sustentado.


24. No Brasil, empreender e gerar empregos legalmente é tarefa para heróis. Ou para masoquistas

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Veja todos os obstáculos criados pelo governo para aqueles que apenas querem criar bens e serviços aos consumidores. Ao final, os bem-sucedidos serão chamados de exploradores e serão perseguidos pelos justiceiros sociais.


25. O capitalismo de estado, ou "rent seeking", é o comportamento que explica a economia do Brasil

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Até mesmo no ato de recapear ruas e tapar buracos ocorrem corporativismo e favorecimentos.

 

Bônus

Se você é contra a economia de mercado, você nunca viveu fora dela

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Você não apenas seria incapaz de gerenciar um simples supermercado em uma economia estatizada, como também nem mesmo conseguiria produzir maçãs.


Seu padrão de vida hoje é muito maior do que o de um magnata americano há 100 anos

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Faça o teste e comprove.

 


autor

Equipe IMB

  • Marcelo  22/12/2017 14:59
    Obrigado pela lista. Dará uma boa leitura, tem alguns artigos ali que ainda não li. Mesmo assim eu acrescentaria este artigo sobre os presídios:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2601

    e esse da Deirdre McCloskey:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2602


    e esse do Leandro mesmo sendo de 2016 deveria figurar em qualquer lista de qualquer ano:
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2532
  • Luiz Novi  22/12/2017 15:39
    Fantástico, destes eu li aproximadamente 90%.
    A pós graduação em Escola Austríaca é um curso que deve obrigatoriamente passar por todos os estados para romper com a doutrinação estatal nas faculdades de economia.

    Que todos os estudantes de economia do país sintam-se livres para conhecer o verdadeiro conceito de liberdade.

    Grande abraço.
  • PESCADOR  22/12/2017 15:01
    Eu já tinha lido todos, mas vou aproveitar e reler alguns.
    Obrigado.
  • Bernardo  22/12/2017 15:14
    Acho que esse aqui é crucial porque ele traz argumentos que, se bem utilizados, permitem que você vença qualquer debate contra críticos do capitalismo. A função do capitalismo não é nem beneficiar empresários e nem ajudar trabalhadores. Seu único objetivo é beneficiar os consumidores.

    É claro que, sendo consumidores, os trabalhadores e os empresários se beneficiam diretamente do capitalismo. Mas ele não existe para agradar a estes. Sua função é simplesmente atender ao consumidor.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2664
  • mozart nino  22/12/2017 15:28
    Parabéns pela coletânea! Muitos outros artigos poderiam estar aí indicados, tal a qualidade, oportunidade e pertinência de quase tudo aqui publicado. A maioria desses irei reler, os demais lerei agora. Importante é que o Mises continue sua missão de divulgar fundamentos e práticas que comprovadamente dão certo na estrategia e gestão sociopolítica e socioeconômica de sociedades comprometidas com a liberdade de ação de seus cidadãos.
  • Pedro_N  22/12/2017 15:49
    Excelente lista!

    Em tempo: teremos o "A economia brasileira - um resumo de final de ano" para este ano?
  • Leandro  22/12/2017 18:52
    Estava programado, mas faltou-me o tempo. Com alguma sorte, sai em janeiro. Abraços!
  • FL  22/12/2017 17:09
    Como leitor diário do site, foi bom rever alguns destes artigos aqui.

    Sugestão para 2018: mais artigos do Leandro Roque!

    Grande abraço a todos
  • Leandro  22/12/2017 18:52
    Obrigado pela lembrança elogiosa, meu caro! Grande abraço e um Feliz Natal.
  • Leo Ferreira Isidoro  22/12/2017 17:28
    Parabéns, eu li alguns estes artigos e realmente são fantásticos!
  • Charles A.  22/12/2017 17:48
    Concordo com todos mas teve dois artigos sobre educação infantil que me marcaram bastante e mudaram meu jeito de ver as coisas. Acho que merecem sempre ser ressaltados:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2704

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2767
  • Régis  22/12/2017 18:11
    Concordo com esses dois e eles figurariam em qualquer lista minha. Mas como são artigos mais opinativos e subjetivos, é compreensível que não tenham sido incluídos, já que a ideia era colocar artigos de "pouca carga opinativa e de grande exposição de teorias e fatos".
  • Julio Cesar   22/12/2017 17:51
    Esses dois sobre direitos, deveres e privilégios:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2773

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2799
  • Vinicius Costa  22/12/2017 17:54
    Não sei se seria exatamente um artigo, mas a coletânea dos vídeos da Conferência de maio também valem MUITO a pena:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2707
  • Felipe Lange  22/12/2017 22:50
    Por mim o Leandro ficava em primeiro lugar com todos os seus artigos escritos neste ano.
  • marcela  22/12/2017 23:32
    Nenhum artigo sobre bitcoins!? Mas foram escritos tantos esse ano!Deve ser porque o autor da lista está a mais de 5 horas como eu esperando a transação de bitcoin ser confirmada.Mas não percamos a esperança,a idéia em si é um divisor de águas e logo aparecerá uma criptomoeda realmente eficaz.
  • Vinicius Gabriel Tanaka de Holanda Cavalcanti  22/12/2017 23:46
    Cumpri uma meta de 2017 que era ler todos os artigos desse ano hehe. Se os brasileiros lessem os artigos do instituto mises, estaríamos no caminho para o país top 1 em riqueza no mundo.
  • Juliano   23/12/2017 18:52
    Esse aqui tinha que estar na lista:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2617
  • Felipe Lange  24/12/2017 15:42
    Verdade.
  • Caio  24/12/2017 03:13
    Nenhum texto sobre ética. Triste.
  • Fábio  24/12/2017 12:13
    Vários:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2611
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2644
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1983
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2731
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1372
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1446
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2816
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2818
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1899
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1822
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2561
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2701

    Mas, pelo visto, você pulou essa parte:

    "Os artigos foram selecionados não por sua popularidade ou por seu tema, mas sim pela sua capacidade de apresentar informações importantes e originais. São artigos de pouca carga opinativa e de grande exposição de teorias e fatos. Dependendo do interesse do leitor, as informações são essenciais."
  • anônimo  06/01/2018 13:57
    As crianças aprendem ética sozinhas desde cedo.

    Eu tenho dois sobrinhos. Quando o mais velho pegava alguma coisa ou agredia o mais novo, o menor atacava com mordidas, socos e com tudo que via pela frente. Aí o mais velho aprendeu a respeitá-lo.

    A lei da força sempre prevaleceu na natureza.
  • Vitor Nogueira   24/12/2017 08:44
    Sou jovem de idade e comecei faz pouco tempo a ler a escola austríaca, comecei a ler o IMB em julho e um dos artigos que li esse ano, gostei muito, indiquei essa leitura a meus amigos e eles gostaram também, e levo para a vida o aprendizado, é o artigo do Flávio Augusto: "Dica aos jovens: sejam ambiciosos e parem de perder tempo com o sistema educacional convencional"
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2790

    Eu gosto muito também de outro artigo do Flávio Augusto: "Sim, a escola está destruindo gerações e causando estragos profundos"
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2786

    São um dos melhores artigos para mim, mas não descarto a qualidade de outros artigos do IMB pois já li muitos, a maioria com certeza não foi tempo desperdiçado, e acho muito bom os artigos desse top-25, apesar de ter uns que ainda não li.

    Eu acompanho pelo site mises.org e pelo Facebook.
    Continuem publicando mais artigos ;D
  • Felipe Lange  24/12/2017 15:38
    Leandro, você gostaria de participar de uma entrevista comigo ao vivo no meu canal do YouTube?
  • Alcione Domingues  25/12/2017 03:33
    Parabéns pela seleção de leituras extremamente elucidativas.
  • Andre Cavalcante  25/12/2017 13:04
    Olá

    Gostei muito da lista.
  • Ronaldo da Silva Alves  25/12/2017 17:09
    Deste de 2016 comecei diariamente a ler artigos nos site. Aproveito este momento para desejar muita luz, paz e saúde para toda esta competente equipe do site e todos os leitores. Você Leandro é o RESPONSÁVEL pelo novo prisma de analisar o mundo depois de anos de doutrinação econômica. Indico sempre este site para todos os colegas inteligentes que cultivam o saudável hábito da leitura. Falar que os artigos do Leandro são bons é chover no molhado. São EXCELENTES. Em 2018 o Brasil corre o risco de aptar pelo atraso e o populismo nas urnas. Que Deus tenha piedade de nós.
  • Quarentão  26/12/2017 13:54
    Os artigos são um show de horror, mas felizmente mostram a verdade e trazem as raízes dos problemas.

    O discurso liberal é facilmente absorvido para quem tem mais de 35 anos. O keynesianismo é coisa de moleque.

    As décadas de 80 e 90 foram o ápice do keynesianismo de quadrilha, mas terminou quando o dinheiro acabou e começou a hiperinflação, quebrando até os bancos públicos estaduais.

    O problema já começava na responsabilidade fiscal, onde os governantes torravam tudo sem o mínimo respeito. Aí, as obras eram paralisadas e ficava uma montanha de prédios inacabados, funças sem receber salário, greves, etc.

    Quem viveu a hiperinflação entende facilmente o valor e importância da moeda. Dia 5 o supermercado ficava lotado, porque todo mundo precisava comprar todos os mantimentos, senão o dinheiro perdia valor em poucos dias. Dólar era coisa de rico.

    A polícia era extremamente corrupta no país. Os policiais era subornados com cafezinhos. Isso mudou com o uso de radares, câmeras, celulares, etc; e até mesmo com o salário pago em dia.

    Quem teve serviços prestados por estatais lembra como era precário. Tinha apagões e queda de energia frequentes. Um telefone era declarado com patrimônio.

    Com certeza, o maior erro foi não terem privatizado tudo nos anos 90. Quanto menos poder nas mãos do estado, menos corrupção iria ocorrer. Isso fica muito claro para quem viveu nas décadas de 80 e 90. Não é um exemplo de outro país. Isso ocorreu aqui no Brasil.


    Por mais que os partidos de esquerda façam propaganda da liberdade, quando cometem seus crimes, erros e enganações, precisa ficar claro que a solução é muito menos estado e mais dinheiro nas mãos do cidadão.

  • Tubarão  26/12/2017 19:05
    Leandro, além de front running (essa menos grave, justifica-se pra aumentar a aderência) e de painting the tape, a quais outras manipulações o mercado de criptomoedas está vulnerável?
  • Paulo Henrique  27/12/2017 18:36
    veja.abril.com.br/mundo/dolar-deve-ter-alta-com-repatriacao-de-capitais-aos-eua-diz-wsj/#

    Será a redução fiscal do trump um fake ''tira de um lado e poe do outro''?

    Eu li em um desses artigos que a china ganha enviando remessas com a valorização do Renminbi .. Essa vantagem pode estar em vias de acabar com esse imposto novo.. Fico pensando qual será o impacto para a china e os eua..
  • Felipe Lange  27/12/2017 19:48
    Sim, de nada adianta abaixar impostos se ele não cortar os gastos estatais e fazer a lição de casa em equilibrar as contas do estado, atacando os déficits. Para mim ele continua mais um estatista. A dívida do governo americano já passa de 20 trilhões de dólares e isso não vai durar para sempre.

    E tem a questão ainda que a crise financeira pode estourar na mão dele, porque o Federal Reserve não parou de manipular as taxas de juros e de realizar demais intervenções estatais na economia. O quanto antes ele fizesse o ajuste, menos doloroso seria o momento de recessão. Se eles decidissem hoje aumentar a taxa de juros para 5% ao ano, a recessão já iria ocorrer porque o fim de um ciclo econômico sempre ocorre quando há o aumento da taxa de juros acompanhado de contração na expansão monetária.

    Todos esses dados de crescimento de PIB e de emprego são basicamente manipulados e baseados em um crescimento insustentável e o cômico é a neoconzada caindo nisso igual patinho. Não vejo se o Bolsonaro seria diferente se fosse eleito aqui em 2018, até porque ele é mais um que defende a comunista constituição de 1988, assim como provavelmente todos os seus apoiadores.

    Quando estourar essa bomba (que só os austríacos são capazes de prever, os pseudoeconomistas pelo contrário são meros bobos da corte), vou falar para todos: Eu avisei. E é aí que o bitcoin dispara de preço mesmo.

    Se eu estiver errado favor me corrigirem (o Leandro pode confirmar se estou errado ou não).
  • L Fernando  28/12/2017 14:22
    Quando se trata de falar em política o pessoal aqui deixa muito a desejar
    Não precisa votar no Bolsonaro, pode votar no PT, PSDB
    Analisam um candidato apenas pelo lado econômico esquecendo toda a parte pragmática que o partido tem por detrás do candidato
    Toda e doutrinação cultural é tão importante como a política econômica que pode ser implantada
  • Rodrigo Peres  27/12/2017 22:10
    Há alguma lista com os melhores artigos de 2016, 15 e etc?
  • Carlos Eduardo  28/12/2017 01:40
    Acho que não. Esse foi o primeiro do tipo que eu vi. Mas bem que poderia, hein? Há verdadeiras preciosidades que precisam ser resgatadas.
  • Mídia Insana  29/12/2017 15:23
    (Pergunta não-relacionada) Overbooking (vender mais entradas do que há assentos) é fraude? E reservas fracionárias em bancos?

    Com o recente debate sobre Net Neutrality nos EUA e o fato de que as companhias de banda-larga "vendem mais internet do que são capazes de suportar pois sabem que nem todo mundo acessará ao mesmo tempo"; queria saber o que pensam os e hierofantes da nossa pequena seção de comentários.

    Overbooking é ético?
  • anônimo  03/01/2018 22:41
    O trânsito sobrecarregado nas cidades e estradas não é "vender" rua sem capacidade de tráfego ?

    Antes de reclamar da internet, reclame do trânsito de carros que é muito pior.
  • SRV  04/01/2018 13:17
    Minha humilde visão:

    Overbook é ético. A questão é que, em um mercado com livre concorrência, se o overbooking for algo que incomode aos consumidores, eles migrarão para empresas que ofereçam serviços aéreos sem overbooking. O mercado decide o que é mais importante, e faz a escolha com o bolso.

    Reserva fracionária não é ético. O risco de alavancagem dos bancos fica coberto pelo Banco Central de seu respectivo país, o "emprestador de última instância", que vai garantir a solvência usando dinheiro de impostos. Distribuição de renda às avessas.

    Net Neutrality não é ético. Quem deve decidir sobre o uso da infraestrutura é o dono dela. A guerra ocorre porque empresas que se beneficiam da neutralidade, como Netflix, que são queridinhas do público, fazem marketing pesado. Mas se pensarmos bem, já vivemos em contexto de não-neutralidade em outros aspectos. Caminhões pagam mais pedágio em estradas privadas, e nem por isso nos incomodamos, ao contrário. Todos acham normal pois é senso comum que caminhões geram mais desgaste ao asfalto do que motos (que em algumas estradas em SP, por exemplo, nem pagam pedágio). A velocidade permitida aos veículos leves é maior que aos pesados, inclusive em vias públicas. A existência de corredores expressos para ônibus em certos trechos urbanos é não-neutralidade, e a população acha ok.
  • Pobre Paulista  04/01/2018 13:28
    A pergunta é interessante. São temas parecidos.

    Mas no fundo, com liberdade econômica, não importa se teve overbooking ou não; se você comprou um assento e não pôde embarcar, milhares de concorrentes irão te colocar em seus voos e ainda usar esse fato para trucidar moralmente a empresa que te deixou na mão. Idem para o provedor de internet: Se vc comprou 20MB e não recebe, bastaria migrar para outro.

    Mas infelizmente não temos esse cenário, note que todos os fenômenos semelhantes que vc citou ocorrem somente em mercados altamente regulamentados, sem liberdade de entrada.
  • Emerson Luis  02/01/2018 10:05

    Toda lista "os mais" dá margem para discordância, mas é interessante.

    * * *
  • anônimo  04/01/2018 12:15
    O IMB não pretense criar uma medalha ou um troféu para premiar os defensores da liberdade ?
  • Sindicato dos Leitores  05/01/2018 00:15
    Vocês não têm previsão de quando serão publicados artigos novos?

    Teria sido de bom tom terem avisado: "A Equipe IMB está de férias! Voltaremos em fevereiro, depois do Carnaval."
  • Sindicato dos Libertários   05/01/2018 11:57
    Tudo dando certo, na próxima segunda. Foi a primeira pausa em 10 anos.
  • Conservador  05/01/2018 12:04
  • Felipe Lange S. B. S.  05/01/2018 21:28
    Leandro, haverá mais artigos sobre a economia estadunidense? Sabe-se que a bolha americana uma hora vai explodir, então, apesar de eu ter lido vários artigos sobre a situação, gostaria de saber quais estão demonstrando a trajetória dos desastres feitos desde a crise de 2008 até hoje, porque aqui no site (vou fazer uma crítica de novo) falta uma melhor organização dos artigos por assunto, como era até o começo de 2016.
  • Intrometido  07/01/2018 15:50
    O Brasil vai quebrar antes. Para nós, a crise mundial será em dobro.

    A dívida bruta subiu 400 bilhões em um ano e meio, chegando a 4,5 trilhões.

    E ainda tem gente elogiando o Meirelles. O Meirelles é o ministro que não ministra.

    O povo nem sabe onde o dinheiro está sendo gasto, ou onde pode ter corte.

    A própria reforma da previdência é uma gambiarra. A primeira coisa seria desregulamentar o trabalho, para exigir apenas o pagamento da previdência. Isso colocaria milhares de trabalhadores na formalidade, sem ter que pagar aposentadoria para quem nunca contribuiu. Extinguir seria melhor, mas acho impossível nesse momento.

    Os caras estão gastando dinheiro com carnaval, usando empréstimos bancários. Nós estamos caminhando para o suicídio econômico.

    Às vezes, eu tenho que concordar com os ancaps, que é melhor quebrar tudo. Se não arrumam por bem, vão ter que arrumar por mal. O problema é que os corruptos roubam até quando o país está quebrado.

  • Felipe Lange  07/01/2018 23:43
    Também acho que o Brasil está indo para o buraco, a não ser que eles façam um ajuste brutal. Quero ver quem vai ter coragem de fazer isso.
  • anônimo  08/01/2018 01:46
    O Brasil já está, de certa forma, quebrado. E mesmo assim o status quo não mudou.
    Existe uma alternância entre desenvolvimentistas, pós-keynesianos, social-democratas e neo-keynesianos desde o início do Estado Novo e nada do sistema econômico mudar.

    Para arrumar o país, o sistema econômico precisa ser alterado, seja de forma radical ou de forma "democrática". E no Brasil isso não é possível. Não é possível por causa de seu sistema político. A democracia brasileira foi construída pensando na manutenção do nepotismo coronelista.
    Isso é bom e ruim. É bom porque muito dificilmente chegaremos na situação da Venezuela e Argentina. E ruim porque nunca seremos um país próspero. O Brasil será eternamente medíocre.
  • Felipe Lange  08/01/2018 11:38
    Por que muito dificilmente chegará na situação de Argentina ou Venezuela?
  • Without Rules  08/01/2018 10:34
    Pessoal,

    De acordo com a teoria austríaca, a Inflação é resultado da impressão e injeção do papel moeda no mercado.
    Mas, se o M1 segue crescendo como antes, o que mantem a inflação baixa?

    Abraço!
  • Leandro  08/01/2018 11:29
    Mais especificamente, de qual exemplo prático você está falando?

    No Brasil, o M1 está hoje no mesmo nível em que estava em 2014.

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/brazil-money-supply-m1.png?s=brazilmonsupm1&v=201712161012v&d1=20080101&d2=20181231

    Adicionalmente, não é apenas o M1 que você tem de olhar. Tão ou mais importante quanto é a expansão do crédito, que está caindo no Brasil.

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/brazil-loans-to-private-sector.png?s=brazilloatoprisec&v=201712231023v&d1=20080101&d2=20181231


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