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É economicamente impossível que democracia e estado inchado coexistam eternamente

Ao escrever seu tratado Socialism, em 1922, Ludwig von Mises expressou apoio à democracia, mas recorrendo a uma visão muito limitada.

Especificamente, ele sugeriu que o único propósito da democracia é "conseguir a paz e evitar revoluções violentas".  Ou seja, a democracia seria meramente um meio para se alcançar um fim, e seu valor está em fornecer uma maneira de retirar determinadas pessoas do aparato estatal sem a necessidade de recorrer a instrumentos militares: "A essência da democracia é ... que legisladores e governantes ... possam ser pacificamente substituídos caso ocorra algum conflito".

Mises era ele próprio um democrata resignado, no sentido de que, como muitos outros liberais de seu tempo, ele via algum valor no uso de instituições democráticas, as quais poderiam fornecer um meio para se abordar conflitos políticos que poderiam afetar a vida econômica de uma sociedade.  

Para Mises, a prevenção de situações como guerras, distúrbios, revoluções e outras insurgências violentas eram essenciais para fazer com que o mercado — isto é, a livre interação entre pessoas que empreendem, investem, produzem e consomem, praticando trocas voluntárias — continuasse funcionando normalmente:

O liberalismo, ao reconhecer que a realização dos objetivos econômicos do homem pressupõe a paz, e buscando, portanto, eliminar todas as causas de conflitos na política doméstica ou externa, deseja a democracia.

Mises, no entanto, não era um crente ingênuo na democracia.  Em nenhum trecho de toda a sua obra ele assume que a democracia é uma condição suficiente para a paz, ou que a democracia pode superar os problemas criados em um sistema político por uma ideologia danosa.

Com efeito, Mises sempre se mostrou ciente do papel central da ideologia em determinar quão laissez-faire (ou não) um estado pode ser.  Mises entendia perfeitamente que, se uma parcela considerável da população quiser um estado totalitário, então nenhuma quantidade de democracia — ou ausência dela — irá impedir isso.

Afinal, escreveu Mises, "a democracia tenta ... garantir [que haja] um acordo entre a vontade do estado — expressa por meio dos órgãos do estado — e a vontade da maioria".

Mas o que ocorrerá se a vontade da maioria estiver mais propensa ao czarismo, por exemplo? "Bem", responderia Mises, "então czarismo é provavelmente o que as pessoas teriam":

O conservador russo está indubitavelmente certo quando observa que o czarismo russo e a polícia do czar eram aprovados pela grande massa do povo russo, de modo que até mesmo uma forma de estado democrático não poderia ter dado à Rússia um sistema de governo diferente.

Mises entendia que, para manter um sistema político de laissez-faire econômico — seja democrático ou autocrático —, uma parcela considerável da população deveria realmente querer um sistema laissez-faire, ou pelo menos algo semelhante a ele.

Uma maneira fácil de convencer os eleitores a abandonar o laissez-faire

Porém, mesmo se uma população possui inclinações pró-laissez-faire, há maneiras de os estados enfraquecerem essas crenças e se aproveitarem de vícios humanos, como a ganância, a preguiça e o medo, para aumentar o tamanho e poder do estado.

Em seu livro Burocracia, de 1944, Mises descreveu o problema que surge quando uma fatia considerável da população recebe a seu sustento do estado:

O funcionário público não é apenas um empregado do governo. Ele é, em um arranjo democrático, um eleitor e, ao mesmo tempo — por fazer parte da estrutura governamental —, o seu próprio empregador.

Ele se encontra em uma posição peculiar: ele é, concomitantemente, empregador e empregado. E o seu interesse pecuniário como empregado tenderá a suplantar sua função como empregador, já que ele recebe dos fundos públicos muito mais do que contribui.

Essa relação ambígua se torna ainda mais crítica à medida que o número de pessoas na folha de pagamento do governo aumenta.  O funcionário público, na condição de eleitor, tenderá a apoiar políticos que prometam aumentos ao funcionalismo em detrimento daqueles que defendem um orçamento equilibrado.  Na condição de eleitor, o burocrata está mais ansioso com seus próprios aumentos salariais do que com um orçamento equilibrado e austero.  A principal preocupação do burocrata será a de inflar o valor da folha de pagamento.

E esse problema não se restringe aos funcionários públicos. Mises escreveu:

Nos anos que imediatamente antecederam a queda de seus regimes democráticos, a estrutura política da Alemanha e da França foi majoritariamente influenciada pelo fato de que, para uma fatia considerável do eleitorado, o estado era a sua fonte de renda.  Não apenas havia toda uma horda de funcionários públicos e de pessoas empregadas nos setores da economia que haviam sido estatizados (ferrovias, correios, telégrafos e telefônicas), como também havia os desempregados que recebiam seguro-desemprego e outras pessoas que recebiam benefícios sociais.  Para completar, havia agricultores e grupos empresariais que, direta ou indiretamente, recebiam subsídios do governo.

Nenhum arranjo democrático pode existir se uma grande parcela dos eleitores está na folha de pagamento do governo [funcionários públicos e pessoas que recebem políticas assistenciais] ou recebe privilégios do governo [empresários beneficiados por subsídios ou cartelizados por agências governamentais ou protegidos por tarifas de importação].

Se os políticos passam a agir não como empregados dos pagadores de impostos mas sim como porta-vozes daqueles que recebem salários, subsídios e assistencialismos pagos com o dinheiro de impostos, então o arranjo democrático acabou.

Este é um dos paradoxos inerentes ao arranjo democrático.  À medida que as pessoas que trabalham, produzem e pagam impostos forem se convencendo de que a atual tendência de mais interferência estatal, mais cargos públicos, mais ministérios, mais secretarias, mais repartições, mais funcionários públicos, mais subsídios e mais assistencialismo é inevitável, toda a noção de que o governo é feito por todos e para todos irá se esfacelar.  A ideia que irá prevalecer é a de que o governo existe para o benefício de alguns e para a espoliação de outros.

Obviamente, em tal situação, nenhum político eleito que deseja ser reeleito irá se opor a uma expansão nos programas assistencialistas, a aumentos ao funcionalismo público, a mais gastos com programas de saúde, com subsídios e com outros tipos de gastos.

Dentro de um sistema político assim, qualquer apoio latente que possa haver ao laissez-faire será gradualmente preterido pela percepção de que votar em troca de mais benefícios governamentais é — aparentemente — muito mais lucrativa do que votar pelo laissez-faire.

O sufrágio limitado proposto por John Stuart Mill

Mises não foi o primeiro democrata a reconhecer o problema de se expandir o voto para aqueles que recebem mais do estado do que pagam a ele.

John Stuart Mill, que sempre foi considerado um democrata radical devido ao seu apoio ao sufrágio quase universal (incluindo mulheres), ainda assim se opunha ao sufrágio para aqueles que recebiam privilégios do governo.  Em seu livro de 1861, Considerations on Representative Government (Considerações Sobre o Governo Representativo), Mill escreveu:

Considero fundamental que o recebimento de assistência [Mill se referia ao sistema de auxílio aos pobres implantado pelo governo Inglaterra. As Poor Laws foram precursoras do estado de bem-estar social] deve implicar uma desqualificação peremptória para o direito ao voto.

Aquele que não pode se sustentar por seu próprio trabalho não deve ter o privilégio de ajudar a si mesmo com o dinheiro dos outros.

Ao tornar-se dependente dos demais membros da comunidade para sua subsistência, ele abdica da sua pretensão de ter direitos iguais aos deles em outros aspectos, como o direito ao voto. Aqueles a quem ele deve a continuidade de sua própria existência podem legitimamente reivindicar serem os detentores exclusivos dessas preocupações comuns, para as quais ele nada contribui — ou contribui com menos do que leva..

Como condição para o direito ao voto, um prazo deve ser fixado — digamos, cinco anos anteriores ao registro —, durante o qual o nome do requerente não tenha constado nas listas de beneficiários de assistência.

Mill tentou resolver esse problema defendendo que todos os eleitores fossem formados exclusivamente por pagadores líquidos de impostos — ou seja, só pode ser eleitor que paga mais impostos do que recebe em subsídios:

É também importante que o legislativo que vota os tributos, nacionais ou locais, seja eleito exclusivamente por aqueles que pagam ou pagarão o tributo criado.  Aqueles que não pagam impostos, e que por meio de seus votos têm acesso ao dinheiro das outras pessoas, têm todos os motivos para ser generosos consigo mesmos, esbanjadores e economicamente irracionais.

Qualquer poder de voto possuído por aqueles que não pagam impostos é uma violação do princípio fundamental de um governo livre; uma abolição de toda e qualquer capacidade de controle sobre o tamanho do governo.

Equivale a permitir que essas pessoas coloquem suas mãos nos bolsos das outras pessoas para qualquer fim que elas julgarem adequado rotular de "interesse público"...

A representação deveria se dar de acordo com a tributação.  Isso é o que está de acordo com a teoria das instituições britânicas.

À exceção disso, Mill não queria nenhuma restrição permanente ao direito de votar, e desejava que qualquer um excluído do sufrágio em decorrência de eventuais dificuldades econômicas vigentes pudesse votar futuramente.  Ou seja, quaisquer limitações ao sufrágio deveriam ser abolidas, de modo a "deixar o sufrágio acessível a todos os que estão na condição normal de um ser humano".

A democracia gera crenças perigosas

O fator-chave por trás disso é a ideologia.  Uma população que vê o crescimento generalizado de empregos públicos, dos subsídios e de programas assistenciais como ilegítimo não irá tolerar tal situação.  A esse respeito, se o propósito da democracia é — como Mises afirmou — criar harmonia entre a vontade do estado e a vontade da população, então as social-democracias ocidentais estão funcionando exatamente como projetado e como esperado.

Ao contrário do que alguns libertários parecem acreditar, os indivíduos das democracias ocidentais, em sua maioria, não são libertários "que ainda não se deram conta disso".  Com efeito, a grande maioria das populações das democracias ocidentais está ideologicamente muito tranquila e conformada em ter estados intervencionistas agigantados, os quais empregam um grande número de pessoas e gastam imensas quantidades de dinheiro de impostos com benefícios sociais, programas e empreendimentos estatais, subsídios a empresas privadas, criação de mais cargos públicos e aumentos para o funcionalismo.

Seus padrões de voto e suas preferências declaradas e demonstradas por meio de seus votos deixam isso claro. Como esperado, os estados democráticos refletem as ideologias de seus cidadãos.

Sem uma mudança nessa realidade ideológica, nenhuma mudança significativa deve ser esperada.

Não obstante, estender o direito ao voto para aqueles que recebem mais subsídios do estado do que pagam em impostos irá acelerar o processo de empobrecimento e de instabilidade econômica.

A primeira medida para reverter esse problema ideológico está em adotar o laissez-faire como ideologia política dominante.  Isso demanda debate de idéias e mudanças profundas na mentalidade da população.  O segundo passo é retornar à visão de Mises de que a democracia é meramente um mecanismo empregado para se alcançar determinados fins.  A democracia não é, de acordo com Mises, uma extensão dos direitos naturais, ou a representação da soberania pessoal, ou a manifestação de uma mística 'vontade pública'.

Além disso, argumentou Mises, essas idéias levam a crenças perigosas, como a de que a democracia concede ao estado poderes ilimitados, ou a de que não há diferença entre a vontade do estado e a vontade do povo.

Tão logo essas noções preocupantes de democracia passam a ser aceitas, a encrenca se torna praticamente irreversível. Mises conclui:

Graves estragos foram infligidos ao conceito de democracia por aqueles que, exagerando a noção de soberania, concebeu a democracia como uma expressão ilimitada da vontade geral. Não há realmente nenhuma diferença essencial entre o poder ilimitado do estado democrático e o poder ilimitado da autocrata. A ideia defendida por demagogos e seus apoiadores, de que o estado pode fazer tudo o que desejar e nada deve se opor à vontade do povo soberano, tem gerado consequências mais nefastas até mesmo, talvez, do que a sede de poder de principezinhos degenerados.

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Diversos Autores

  • anônimo  29/08/2016 14:53
    Excelente, 2 medidas que poderiam "arrumar" a democracia:

    Primeiro, excluir quem não paga impostos (universitários, vagabundos, funças e etc...)

    Segundo, limitar a democracia apenas ao municipio, eu não quero que um eleitor do maranhão tenha influência na minha vida.
  • André  29/08/2016 16:32
    Apoio à restrição de voto de quem recebe favores do estado, e não só os diretamente envolvidos, mas os indiretamente de primeiro grau também, família de beneficiários de programas sociais, família de funças, concurseiros e família de universitários de públicas também, fazer parte do estado no mínimo tem que ser um fardo e não esta vida boa que os mamadores da teta pública levam.

    O porém disto tudo é que o reconhecimento por parte de outras nações é apenas dado se atender a alguns requisitos, o mais emblemático para não dizer problemático deles, o sufrágio universal, e o Brasil é uma boa nação para começar a quebrar este hábito, o país está falido, cheio de parasitas pendurados no estado que rouba quem produz, com um povo que resume seus sonhos à ser aprovado num concurso e na função apodrecer.
  • Eduardo Molina  29/08/2016 15:10
    Sou a favor de uma república parlamentarista unicameral, e aí, em vez de diminuir o número de parlamentares, dobrar ou até triplicar.

    Motivo: quando existe poucas pessoas com poder, o poder fica concentrado; aí comprar essas pessoas se torna um bom negócio pra quem quer que seja que tenha dinheiro pra pagar. Já quando existem muitas pessoas, o poder fica diluído, de modo que comprar todas essas pessoas não mais é um bom negócio. Fica muito caro.

    Por exemplo o mensalão (compra de votos dos deputados) não existiria.

    O que vcs acham da ideia? Algum argumento construtivo a favor ou contra?
  • Ailton  29/08/2016 15:15
    A ideia de diluir o poder sugere que o mesmo seja diluído entre todo o "povo", de nada adiantaria essa diluir o poder entre burocratas em Brasilia.
  • Lange  29/08/2016 15:16
    Essa estratégia é interessante e, na verdade, bem antiga. Libertários americanos do século XVIII já a defendiam, só que por uma razão mais prosaica: quanto mais políticos, menores as chances de haver um acordo majoritário que leve à implantação de políticas que restrinjam a liberdade.

    Quanto mais políticos, menores as chances de haver consenso e concordância. Logo, menores as chances de se implantar políticas anti-liberais.

    É claro que tal arranjo só é positivo quando se parte de um cenário em que a liberdade econômica já está estabelecida. Aí, com tantos políticos sem se entenderem e sem chegarem a acordos, nenhuma nova política é implantada e, consequentemente, fica quase impossível haver retrocessos.

    Já num caso igual ao brasileiro, por exemplo, tal arranjo não seria muito eficaz. Ele poderia até evitar pioras, mas também não conseguiria nenhuma melhora. Não haveria, por exemplo, consenso para redução de impostos, abolição de ministérios e cortes de gastos.
  • Joao  29/08/2016 15:24
    Pacto federativo precisa mudar. Tirar o poder das mãos de Brasília. Deixar em estados e municípios. Depois disto diminuir número de políticos além de salários e benefícios, evitando virar profissão.
  • Marcos  29/08/2016 15:55
    Sim, o pacto federativo precisa mudar.

    Essa talvez seja a maior mudança estrutural de que precisamos:

    1) Tirar, totalmente, a União do campo das ditas "políticas públicas" de transformação social (educação, saúde, assistência social, trabalho etc). Quem quiser que faça "justiça social" com os recursos de sua jurisdição;

    2) Reverter as prerrogativas de tributação. Levar a competência tributária, majoritariamente, para os municípios (da noite para o dia, muitos se descobririam ricos e outros pobres, em nexo mais claro com a geração de valor de cada povo/município desse país);

    A coisa tem que ser bottom-up. Não pode um topocrata em BSB, que não presta contas, tomar decisões que influenciam e expropriam a vida de tanta gente.
  • Marcio  29/08/2016 15:36
    Agora que o dinheiro acabou talvez tenhamos alguma chance.

    Mas essas mudanças historicamente não vêm do povo e sim da elite. E o problema é que temos uma elite que quer evitar a livre concorrência do mercado e se abrigar no conforto dos subsídios e do protecionismo.
  • Filósofo da USP  29/08/2016 15:42
    A social-democracia é uma dádiva divina.

    O Estado é o grande pai, sempre disposto a lutar, a ajudar e auxiliar todos, para que dessa forma possamos construir uma sociedade harmônica e igualitária.

    O voto direito supremo e inviolável do cidadão, que pode através dele, eleger os mais aptos na condução da "res pública".

    Aqui nesse espaço subversivo, vejo patetas falando de uma suposta Liberdade, fora do controle Estatal. Risível esse posicionamento.

    E digo mais, findado o golpe: verão suas casas serem invadidas por "yankees" que falam uma língua estranha, eles farão de vocês escravos em suas industrias de superflúos...

    Sou de Esquerda, sou Social, sou pelo Povo, sou por Todos...esqueça essas balelas de "liberdade" e "livre mercado", venha conosco pelo bem da humanidade.

  • Joao  29/08/2016 15:54
    hahahaha belo discurso
  • Paulo Azevedo  29/08/2016 18:43
    Ainda bem que você é um fake e fala só zuando filósofo da USP ;)
  • Mario Pinto  30/08/2016 01:09
    KKKKKKKKK!!! Muito cômico o seu comentário!!
  • Yankee  30/08/2016 13:59
    kkkkk cômico
  • anônimo  29/08/2016 16:07
    O IMB apoia ou não o golpe fascista do PMDB contra a democracia?
  • Michel Miguel Elias Lulia  29/08/2016 17:10
    Infelizmente não é golpe. Como pode ser golpe retirar alguém que teve 54 milhões de votos (de ignaros) e substituir por outro alguém que também teve os mesmos 54 milhões de votos de ignaros?

    Substituir presidente pelo vice significa apenas a manutenção da chapa. Cada um dos 54 milhões de votos continua no poder. Mudou apenas o rosto de quem está no poder. Mas os votos são os mesmos.

    Democracia a pleno vapor.
  • Ted  29/08/2016 17:12
    O site não é lugar para esse tipo de conversa partidária ralé.

    Procure outro lugar.
  • Mais Mises...  30/08/2016 15:05
    Prezado, seu lugar é nesse site: www.cartacapital.com.br ou nesse 'blog': www.brasil247.com.br
  • Humberto  29/08/2016 16:22
    Mulheres são as principais eleitoras dos partidos de esquerda nos países ocidentais.
  • anônimo  29/08/2016 18:27
    Isso é verdade, mulheres, homossexuais e gente com cara de mendigo são o perfil típico que vejo nas rede sociais defendendo a esquerda.
  • Douglas  29/08/2016 19:57
    É porque elas são mais guiadas pelas emoções do que os homens.
  • anônimo  30/08/2016 10:04
    Mulheres são fáceis de serem manipuladas, faça um draminha, invente uma choradeira qualquer, um apelo emocional qualquer e pronto.Vc vende até a conversa do estupro onde não precisa nem encostar na 'vítima'
    https://www.lewrockwell.com/2016/08/gavin-mcinnes/feminist-witch-hunts/
  • saoPaulo  30/08/2016 12:59
    Did Women's Suffrage Change the Size and Scope of Government?



    No começo, eu achava isto apenas misoginia...
  • Aluno Austríaco  29/08/2016 16:42
    O mais bizzaro é o governo pagar bolsas para as pessoas terem filhos. Nesse caso, os filhos servirão para pagar as aposemtadorias.

    Isso é o keynesianismo máximo, que é produzir vidas humanas para pagar tributos e taxas ao governo.
  • Servidor Federal  29/08/2016 17:44
    Continuo sem compreender como um estado inchado deixa de ser plenamente democrático sendo esta uma demanda legítima da população, ávida por serviços públicos de ponta com seus impostos e repudia adquiri-los de maneira particular.
    Me incomoda muito a dificuldade de os liberais entenderem que a emanação do poder popular se voltar para um estado gigante e provedor ser tão legítima quanto a emanação de vocês por liberdade do estado, acontece que todos estão do planeta terra, e terão que convencer boa parte do eleitorado a aceitar as idéias liberais por um longo tempo, já que o povo costuma enjoar rápido de suas próprias idéias políticas.
  • Profissional Liberal  29/08/2016 19:36
    "Continuo sem compreender como um estado inchado deixa de ser plenamente democrático sendo esta uma demanda legítima da população,"

    Não só o artigo em momento algum fala o contrário disso, como ainda, muito pelo contrário, afirma que é justamente isso o que ocorre.

    Me dá a mãozinha aqui e vem comigo. Vamos ler juntos esse trecho do artigo:

    "[..]se o propósito da democracia é — como Mises afirmou — criar harmonia entre a vontade do estado e a vontade da população, então as social-democracias ocidentais estão funcionando exatamente como projetado e como esperado.

    Ao contrário do que alguns libertários parecem acreditar, os indivíduos das democracias ocidentais, em sua maioria, não são libertários "que ainda não se deram conta disso". Com efeito, a grande maioria das populações das democracias ocidentais está ideologicamente muito tranquila e conformada em ter estados intervencionistas agigantados, os quais empregam um grande número de pessoas e gastam imensas quantidades de dinheiro de impostos com benefícios sociais, programas e empreendimentos estatais, subsídios a empresas privadas, criação de mais cargos públicos e aumentos para o funcionalismo.

    Seus padrões de voto e suas preferências declaradas e demonstradas por meio de seus votos deixam isso claro. Como esperado, os estados democráticos refletem as ideologias de seus cidadãos.

    Sem uma mudança nessa realidade ideológica, nenhuma mudança significativa deve ser esperada."

    Olha só! Que coisa, não?

    "Me incomoda muito a dificuldade de os liberais entenderem que a emanação do poder popular se voltar para um estado gigante e provedor ser tão legítima quanto a emanação de vocês por liberdade do estado,"

    Se você acha que ambas as posições são igualmente legitimas, então você demonstra ter um sério problema de falta de ética e de moralidade.

    A pessoa que quer estado gigante está querendo, na prática, que o estado roube a propriedade (renda) de terceiros e a redistribua da maneira que essa pessoa achar mais conveniente. Ou seja, tal pessoa é, na mais branda das hipóteses, apologista do roubo. Normalmente, como é o seu caso, ela é a principal beneficiária deste roubo.

    Isso é totalmente anti-ético e imoral.

    Já aquelas pessoas que não querem estado estão simplesmente dizendo que querem ser deixadas em paz, que não querem roubar ninguém e nem ser roubadas, que não querem viver à custa de ninguém e nem que ninguém viva às custas delas, e que não querem que ninguém tenha privilégios em detrimento da propriedade alheia (nem elas próprias).

    Em suma, são pessoas totalmente contra o roubo, a extorsão e a coerção de inocentes.

    Esse é o arranjo mais ético e moral que tem.

    E o fato de você nem sequer conseguir diferenciar um do outro, dizendo que ambos são igualmente legítimos, mostra bem a sua ética e a sua moral.
  • Servido Federal  29/08/2016 19:55
    E você também não lá ética em alta conta também, já que escondeu convenientemente parte de meu comentário:

    "acontece que todos estão do planeta terra, e terão que convencer boa parte do eleitorado a aceitar as idéias liberais por um longo tempo, já que o povo costuma enjoar rápido de suas próprias idéias políticas."

    O estado não vai sumir ou mesmo melhorar de maneira prática e indolor, já que pelo menos 50% do eleitorado brasileiro querem nas entrelinhas, um estado inchado, provedor e até mesmo espoliador, e não faltarão atores para ofertar tal estado.

    Basta convencer dezenas de milhões de que o arranjo liberal é o melhor para todos estes milhões, assumir o estado, desmontá-lo e pronto, vai atender a todos democraticamente, moralmente, eticamente e na prática, o que você não quer confessar é que o ideal liberal é totalmente sem sal e intragável para a alma humana saborear.
  • Anderson  30/08/2016 12:43
    Depois de ler seu comentário me entristeci ao perceber o quanto a maio ria está longe da ética e da liberdade. Talvez seja melhor fazer como você e desistir de sonhar e só aproveitar a vida nas tetas do estado, com todo respeito à sua opção.
  • Simon jester  30/08/2016 12:54
    É impressionante como essa aberração, auto-entitulada de servidor federal, acredita que o processo «democrático», vulgo "decisão da maioria", forneça legitimidade moral a um arranjo em que alguns (membros do estado) espoliem os demais.
  • Profissional Liberal  29/08/2016 21:57
    Eu "escondi" seu comentário?! Deixe de ser vitimista, cidadão. Eu sou um mero comentarista aqui, assim como você. Que poder tenho eu para "esconder" o seu comentário, que está ali visível para todos?

    Em todo caso, obrigado por passar recibo. Ao não contestar nada, absolutamente nada do que escrevi, e ao se refugiar nessa hilária acusação de que "escondi" algo que você escreveu, você demonstra não ter como rebater minha afirmações de cunho ético e moral, preferindo se refugiar em algo que eu supostamente ignorei (sendo que, como mostrei, o artigo aborda em detalhes esse seu trecho).

    Mas, justiça seja feita, realmente nem seria possível você rebater as alegações de cunho ético e moral. Né?
  • Servidor Federal  29/08/2016 23:00
    Tudo foi devidamente respondido, mas se assim como o caminhão de liberais que aqui se encontram prefere não responder como pretendem concretizar o projeto liberal, achando que alguém dentro do estado se importa com ética e moralidade, seja prático ó liberal, temos criminosos condenados pela própria justiça estatal governando o país, qual a chance de eu defender a moralidade disso aqui?
    Essa aqui e o que? Sua utopia de vida para ter coragem de levantar todas as manhãs e ir trabalhar e jamais atingir?
    Se o Monte de liberais deseja atingir seu projeto, vão ter q convencer uns 50 milhões de brasileiros a votarem por isso.
  • Aluno Austriaco  29/08/2016 23:31
    Falácia !

    As pessoas querem estado, porque o estado é um expropriador. Você apoiaria um bandido que te rouba para doar suas coisas ? um ladrão pode Expropriar as coisas dos outros para doar ?

    O estado é escravagista, cobra imposto compulsório, cobra serviços de quem não usa, expropria a propriedade privada fruto do trabalho das pessoas, etc.

    Se o estado fosse legítimo, as leis seriam iguais para todas as pessoas, os serviços públicos seriam opcionais e facultativos, as pessoas poderiam ter a liberdade de escolha, etc.

    A grande maioria das pessoas não são contra um estado mínimo. O problema é achar que para resolver os problemas de fome, doenças, violência e miséria, deve haver um estado controlador de tudo e de todos.

    Ninguém quer e pode ter liberdade para matar, roubar e enganar. A liberdade é o direito de não ser assaltado.
  • anonimo  29/08/2016 18:40
    Acho que vou infartar, meu sobrinho está em Brasília protestando a favor da Dilma.
  • Pobre coitado sofrendo de desgosto  29/08/2016 20:11
    Só isso?

    Meu pai é candidato a vereador pelo PT.

    Sabe aquele herói da infância? Virou o Darth Vader.

    Pensa no desgosto que eu estou da vida!
  • Anderson  30/08/2016 12:49
    Bom pra sobreviver hoje em dia tem que ser puxa saco do estado né. Veja as grandes empresas do país fazendo lobby. Ser vereador pelo PT ainda não é o pior crime que se pode cometer, então não seja tão duro com seu pai. Rsrsrs...
  • Renan Merlin  29/08/2016 19:27
    Gostaria de tirar uma duvida. Existe algum país que propõe abandonar o sistema de previdência publica que é e sempre foi um golpe de piramide? Tipo os paises não poderia gradativamente abandonar dando um prazo de algumas decadas? Exemplo poderiam fazer o seguinte. Quem nascer a partir de 2017 teria que aderir ao sistema privado?
  • Giambi  29/08/2016 19:43
    Nenhum. Todos os governos reconhecem que essa é a grande bomba e todos dizem que estão "muito preocupados" com isso. Mas ninguém realmente adota nenhuma medida concreta, pois, além do tal do "direito adquirido", vivemos em uma democracia, o que significa que qualquer político que mexer nesse vespeiro, mesmo que fazendo a coisa absolutamente certa, estará morto eleitoralmente.

    Em termos concretos de Brasil, para a Previdência não há solução, pois se trata de uma questão demográfica e atuarial. Trata-se da única área da economia que nem sequer permite espaço para visões ideológicas distintas. O problema é demográfico e contábil. E só.

    Quando a Previdência foi criada, havia 15 trabalhadores trabalhando e pagando INSS para sustentar um aposentado. Daqui a duas décadas será 1,5 trabalhador trabalhando e pagando INSS para sustentar um aposentado.

    Ou seja, a conta não fecha e não tem solução. E não há ideologia ou manobra econômica que corrija isso. Logo, se não tem solução, solucionado já está. Sugiro que você já esteja se planejando.
  • Anderson  30/08/2016 12:54
    Não dá pra privatizar e pronto?
  • Rhyan  30/08/2016 13:41
    Que eu saiba, o Chile privatizou a sua previdência, mas não conheço detalhes.
  • Marcos  30/08/2016 13:49
    Comentado neste artigo:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1924
  • Marcello  29/08/2016 19:46
    Aproveitando essa deixa para avisar que quem é funça estadual do Rio de Janeiro começará a passar aperto a partir do final do ano:

    Governo do Rio de Janeiro decretará falência até o fim do ano, diz jornal
  • Gilson Moura  29/08/2016 22:45
    br.blastingnews.com/politica/2016/08/governo-do-rio-de-janeiro-decretara-falencia-e-deve-demitir-ate-servidores-estaveis-001086359.html

    Poderiam fazer uma matéria sobre o RJ e seu estado de calamidade pública.
  • Luiz Fernando  29/08/2016 23:00
    De certa forma já foi feita. Toda a mecânica que levou a essa situação foi explicada em detalhes neste artigo:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466
  • Gilson Moura  30/08/2016 01:34
    OK. Vou ler essa matéria.
    exame.abril.com.br/mercados/noticias/precos-do-petroleo-recuam-por-excedente-e-dolar-fortalecido

    Esse artigo está correto?
    Um dólar mais forte torna commodities negociadas na moeda menos acessíveis para detentores de outras moedas?
  • Leandro  30/08/2016 03:51
    Não só a reportagem está correta, como foi uma grata surpresa ver a mídia agora reconhecendo isso.

    O IMB, até então, era o único veiculo em língua portuguesa a insistir nessa tecla: o que determina o preço de commodities é a força do dólar.

    Como já explicado várias vezes por este site, todas as commodities (de minério de ferro a petróleo, passando pelo ouro) são precificadas em dólar. Se o dólar está fraco, as commodities encarecem (em dólar). Vide os preços recordes (em dólar) do petróleo, do minério e do ouro em 2008 e 2011. Se o dólar está forte, as commodities barateiam (em dólar). Vide os preços baixos atuais (em dólar) do petróleo, do minério e do ouro.

    A relação entre valor do dólar e valor das commodities é direta. Sendo assim, o boom das commodities está intimamente ligado ao dólar fraco. E o arrefecimento das commodities está intimamente ligado ao dólar forte.

    O boom das commodities (principalmente minério, petróleo e ouro) na década de 2000 foi "auxiliado" pelo enfraquecimento do dólar. E o atual "arrefecimento" das commodities iniciado em meados de 2014 também está ligado ao fortalecimento do dólar. O gráfico do dólar em relação ao ouro, mostrado neste artigo, ilustra perfeitamente esse fenômeno.

    Aliás, o famoso "choque do petróleo" na década de 1970 estava diretamente ligado à inflação do dólar naquela época. Você deve se lembrar que a década de 1970, que foi quando o Nixon aboliu os últimos resquícios do padrão-ouro, foi uma década de alta inflação nos EUA. O dólar foi desacoplado do ouro e, como consequência, se desvalorizou abruptamente. Como era de se esperar, o preço do petróleo em dólar disparou. E tão logo Paul Volcker assumiu o Fed e deu uma pancada nos juros, o dólar se fortaleceu e o petróleo barateou. E continuou barateando na década de 1990, quando o dólar seguiu forte.

    Aí, vieram os anos 2000, a guerra no Iraque e a bolha imobiliária americana, e o dólar foi pro saco (O que beneficiou enormemente Lula). Em 2008 e 2011, o barril encostou em US$ 150. E então, do nada, o dólar voltou a se fortalecer a partir de 2012. O preço do barril foi desabando. E do minério de ferro também. E de todas as commodities (quando precificadas em dólar).

    Vale lembrar que o barril de petróleo despencou de US$ 140 para US$ 35. Tamanha queda não se deve apenas a aumento de oferta. O aumento teria de ter sido explosivo para gerar tamanha queda. Foi o dólar.
  • Anderson  30/08/2016 13:19
    Isso foi por causa dos juros né? a queda dos preços de commodities não foi nem uma das principais causas da crise atual como o governo quer mostrar né? Em que medida exportações podem interferir ou melhorar a economia de um país já que beneficiar o mercado interno é mais importante do que garantir receitas maiores para alguns exportadores?
  • Leandro  30/08/2016 15:11
    "Em que medida exportações podem interferir ou melhorar a economia de um país já que beneficiar o mercado interno é mais importante do que garantir receitas maiores para alguns exportadores?"

    Se as exportações forem de produtos que possuem uma longa e complexa cadeia produtiva -- como, por exemplo, automóveis --, então um aumento das exportações estimula todos esses setores.

    Siderúrgicas, mineradoras, extrativismo da borracha, produtores de plásticos, todos os setores que fabricam peças de reposição, e todo o setor de eletrônica (por causa da eletrônica embarcada nos automóveis) se beneficiam com uma expansão das exportações de automóveis, desde que o mercado interno não seja afetado.

    Desnecessário dizer que, quando há uma forte desvalorização da moeda, isso não apenas encarece os custos de produção das montadoras (pois vários de seus insumos são importados), como também gera uma tremenda carestia no mercado interno (pois a moeda agora está mais fraca), o que afeta diretamente todo o consumo (pois agora tudo está mais caro), consequentemente prejudicando diretamente a receita dessas montadoras.

    Ou seja, desvalorização cambial afeta negativamente a produção das indústrias. Dizer que desvalorizar o real estimula exportações é algo que não apenas está teoricamente errado, como a própria empiria comprova isso.

    E para todos os países.
  • Anderson  31/08/2016 00:34
    Eu concordo que é melhor beneficiar o mercado interno do que forçar exportações artificialmente mas se um país não desvaloriza sua moeda enquanto os outros fazem isso, o próprio câmbio seria proibitivo demais para exportação de produtos de valor agregado ou haveria como superar isto?
  • Leandro  31/08/2016 01:51
    Se um país não desvaloriza sua moeda enquanto os outros o fazem, então duas coisas acontecerão:

    1) A moeda desse país será a mais estável do mundo e o poder de compra da população será crescente. Não apenas a inflação de preços será baixíssima, como os preços do importados serão cada vez menores.

    Em um cenário assim -- moeda estável e população com poder de compra crescente --, o mercado interno se torna extremamente robusto. Todos os produtores -- nacionais e estrangeiros -- estarão ávidos para produzir e vender para essa população. O que nos leva ao segundo ponto.

    2) Com moeda estável e população com poder de compra crescente, todos os tipos de investimentos estrangeiros produtivos migrarão para o país.

    Investidores estrangeiros querem produzir onde a população tem poder de compra. E com uma moeda forte é isso o que eles têm: uma população com poder de compra crescente. Tanto a indústria nacional quanto as estrangeiras estarão mirando essa população. Vender para gente com poder de compra crescente é lucro garantido.

    Algumas empresas poderão abrir suas fábricas aqui (vai depender da política tributária, trabalhista e regulatória do governo); outras produzirão lá fora para vender aqui. A qualidade de vida -- por causa da maior oferta de bens e serviços baratos e de qualidade -- será crescente. Mas quem produzir aqui terá um ganho extra.

    3) Com a moeda em constante valorização, quem produzir aqui e remeter os lucros para o exterior ganhará duplamente: alem dos lucros, ganhará também com a apreciação da moeda nacional (a qual poderá comprar muito mais dólares quando a empresa estrangeira for remeter dólares para sua matriz).

    Moeda forte, portanto, é chamariz para o estabelecimento de indústrias estrangeiras

    Vele lembrar que a China, o grande ímã de indústrias estrangeiras, opera com um câmbio semi-fixo desde 1995: ora o renminbi se valoriza em relação ao dólar, ora se mantém fixo. Veja o gráfico.

    Foi só em 2014 que eles deram um cavalo-de-pau na política cambial e, pela primeira vez desde 1995, desvalorizaram o renminbi em relação ao dólar. Não coincidentemente, a economia desacelerou fortemente desde então.

    Por isso o IMB insiste tanto nessa questão da moeda. Moeda forte é a chave de tudo. Não existe economia forte com moeda fraca, em contínua desvalorização em relação às outras.
  • Paul  29/08/2016 23:57
    "...Ludwig von Mises expressou apoio à democracia..."

    Sr. Mises, lamento informar, mas o senhor é um democrata e portanto será fisicamente removido da ordem social libertária...por assim dizer.
  • Mario Pinto  30/08/2016 01:20
    Excelente artigo!! Mas como tudo, tem muitos que mamam nas tetas do Estado e reforçam o engodo para população. O que tem me preocupado muito é realmente como reverter esse quadro, dado que o Estado oferece um céu, mas entrega o inferno (previdência, saúde, educação, segurança). No liberalismo não tem céu...só suor, sem ajuda, sem papai!! Dentro da teoria acho que essa uma grande questão prática.
  • Ricardo Bordin  30/08/2016 02:21
    Novos Lulas e Dilmas ainda aparecerão em nosso horizonte, por certo. E caberá ao povo discernir quem são tais pulhas, para não cair no golpe socialista de novo:

    https://bordinburke.wordpress.com/2016/08/30/petralhas-inglorios-ou-voce-vai-tirar-este-uniforme-depois-da-guerra/
  • Jonathan Franco Silveira  30/08/2016 04:20
    O problema é que falta ao povo uma ideologia mais pro-mercado.O brasileiro é um ser que ama ter "direitos"trabalhistas,por exemplo,eles não intendem que tudo o que é estatizado,é automaticamente burocrático e sem motivação a melhorar,pois estas "empresas",de uma maneira ou de outra,acabam sendo salvas,pois são"patrimônio público".Acho que a solução passa,em termos mais libertários"infiltrados"em ramos da educação principalmente,pois só assim às crianças aprenderam,desde cedo,a não serem eternos "bebês"dependentes de cargos públicos e bolsas família da vida.
  • saoPaulo  30/08/2016 13:06
    Na época de Mises, já não existia educação estatal compulsória?
    Ele não ligou lé com cré e previu a merda que isto ia dar?
    Porra Mises!
  • Democracia Limitada  30/08/2016 15:50
    Mises é economista. Portanto tende a usar argumentos utilitários. A limitação do estado e da democracia é mais facilmente entendida com argumentos morais - que são naturalmente superiores aos utilitários. Vamos lá:
    1) Temos direitos naturais (jusnaturalismo) à vida (ou corpo), liberdade e propriedade.
    2) A democracia a princípio não pode violar os direitos naturais de nenhum indivíduo. Ou seja: ela já é naturalmente limitada pelos direitos naturais. O estado idem.
    3) Se o fruto do meu trabalho (uso do meu corpo) é minha propriedade, então não podem, a princípio, existir impostos. Então não pode existir estado. Chegamos ao anarco-capitalismo.
    4) Mas, alto lá! Há exceções em que se admitem violar os direitos naturais. Exemplos:
    a - punição por crimes. Aceitam-se privação de liberdade, e confisco de propriedade para reparação de danos e multas. Em alguns lugares aceita-se inclusive pena de morte. A democracia vai definir as penas.
    b - conflito de direitos. Minha liberdade acaba onde começa a do próximo. A liberdade do meu vizinho de dar uma festa conflita com o meu direito a dormir. A democracia via definir algumas regras de convívio.
    c - coisas extremamente essenciais de ordem prática, que não podem ser supridas pelo livre mercado. Os ancaps afirmam que isto não existe. Entretanto, o conceito econômico do efeito carona, por exemplo rebate essa afirmação. A iluminação pública, o asfalto das ruas são essenciais na civilização atual, e é difícil imaginá-los sendo executados sem a obrigação de que todos coercitivamente paguem. Na mesma linha temos: praças, justiça, polícia e exército. E olhem que parte desses serviços ainda são privados. Afinal, eu uso clubes em vez de praças, tenho segurança privada no condomínio e shopping, faço acordos extra judiciais com advogados, pago o asfalto do meu condomínio, etc... Mas notem que nos casos de condomínios e clubes usamos a democracia para definir os gastos coletivos . Enfim: ainda não consigo imaginar tudo privado. Ainda considero o ancap uma utopia. Prefiro me ater à minarquia, e definir exatamente o que isso significa.
    5) Para tirarmos dinheiro à força de todos na forma de impostos, são necessários 2 requisitos:
    - que seja para uma finalidade extremamente essencial, sem a qual seria impossível imaginar a vida e civilização.
    - que essa necessidade não possa ser provida livremente pelo mercado.
    E, caso o item em questão passe nos 2 critérios acima, temos ainda:
    - Se vamos tirar dinheiro à força de todos para um certo fim, somos obrigados a escolher a alternativa mais barata.
    - Como somos todos iguais, não pode haver alíquotas diferentes para ninguém, nem para atividade nenhuma.
    6) Por conseqüência, nem a democracia nem o governo podem sequer cogitar a possibilidade de me tirar dinheiro à força (na forma de impostos), para os seguintes casos:
    a - Copa do Mundo
    b - Olimpíada
    c - Festas
    d - Empresas de qualquer tipo (incluindo BB, Caixa, Petrobrás)
    e - Museus
    f - Estradas
    g - Aeroportos
    h - Ferrovias
    i - Metrôs
    j - etc...
    7) Aceito discutir democraticamente impostos para apenas:
    a - ruas
    b - praças
    c - iluminação pública
    d - polícia
    e - exército
    f - justiça
    g - reservas e parques
    h - voucher para atendimento médico aos pobres
    i - voucher para educação dos pobres
    j - suporte à alimentação, moradia, roupa na forma de um bolsa família (ou similar)
    Notem que o fato de aceitar discutir não quer dizer que aceito necessariamente que seja feito com impostos. É que todo o resto é tão absurdo que a democracia não permite nem o início do debate. Só o fato de se querer discutir democraticamente impostos para copa do mundo já constitui um roubo injustificado!
    Já discutir impostos para os temas acima é roubo também, mas pode haver uma justificativa razoável para isso. Seriam justificativas aceitáveis:
    - é extremamente necessário
    - não pode ser provido pelo livre mercado (efeito carona, por exemplo).



  • anônimo  30/08/2016 16:41
    Quando você diz que há exceções para usarmos a violência e coletarmos impostos, você já cria a margem para que o estado expanda.

    Você pode dizer que apenas os serviços públicos de X e Y seriam essenciais para o funcionamento da sociedade. Só que logo alguém vai dizer que saúde pública também é essencial, outro vai dizer que um banco central também e por ai vai.

    No final o argumento ético e moral contra o estado foi abaixo e só lhe resta usar argumentos utilitaristas.

    Todo minarquista é obrigatoriamente um utilitarista. Um miniarquista que use argumentos ético sempre entrará em contradição.

  • Democracia Limitada  31/08/2016 00:15
    Olá Anônimo. Obrigado pelo seu comentário.

    Note que não basta algo ser essencial para que possa ser provido pelo estado. Se isso fosse verdade, o estado deveria prover comida, e eu defenderia a criação da Alimentobrás...
    Para algo poder ser provido pelo governo e custeado por impostos (violência), é necessário que esse algo seja essencial e que não possa ser provido livremente pelo mercado.

    Exemplo: existem hospitais e médicos particulares, bem como planos de saúde. Assim, o estado não pode fornecer saúde. Não há nenhum motivo para o estado me tirar o fruto do meu trabalho à força na forma de impostos para pagar pela saúde de todos, se o livre mercado pode prover esse serviço sem violência. Só na minha rua há 2 escolas particulares. Se há escolas particulares, o estado não pode se meter em educação.
    Ou seja: se existe pelo menos uma solução sem violência, ela deve ser adotada.
    Se há um bem essencial que, excepcionalmente, não pode ser provido sem impostos (violência), nesse caso específico devemos adotar a solução mais econômica (impostos menores = violência menor).

    Então veja que a definição a que quero chegar é a do papel máximo do estado, ou seja, o máximo de atividades do estado que podem ser discutidas. Educação e saúde universais, por uma questão de lógica moral, não fazem parte desse rol. Copa do mundo e Olimpíada então nem se fala!
    Aliás, gostaria de contribuições dos demais para encontrarem mais algum item, que possa ser adicionado à alínea 7 do meu comentário. Eu não consigo pensar em mais nada que passe simultaneamente nos 2 critérios. Alguém pode me ajudar por favor?

    Note que os itens da alínea 7 definem na realidade o papel máximo que podemos discutir para o estado. Seria o "Estado Máximo". Acima disso é impossível discutir, por uma questão de lógica. A discussão só pode acontecer daí para baixo. E ela pode chegar até ao anarco capitalismo, mas eu ainda não estou seguro de que isso funcione em 100% dos casos. Por isso, ainda sou minarquista.

    Você tem razão quando identifica uma pequena contaminação utilitária no argumento que é quase que totalmente moral.
    Ela não ocorre nas punições por violências (violência = violação dos direitos naturais), nem nos conflitos de direitos. Estes 2 casos existem por conseqüência pura da lógica moral. A democracia só vai ser usada num segundo momento, para decidir qual direito prevalece nos conflitos, e qual a punição por violações...
    Já no caso de bens e serviços essenciais, identificar o que é essencial à civilização, acaba carregando um pouco de subjetividade utilitária. O efeito carona é na maioria dos casos uma situação claramente identificável. E para ver se um serviço pode ser oferecido de forma privada, é só olhar em volta. Isso exclui a imensa maioria das discussões.

    O fato é que todos os estados do mundo estão muito acima do Estado Máximo. Perdem-se bilhões de horas de pessoas discutindo propostas (leia-se: intromissões injustificadas na vida alheia ) sobre coisas que logicamente não podem ser decididas democraticamente, pois estão na esfera dos direitos fundamentais, e não se encaixam em nenhuma das exceções lógicas acima...

    Assim, 99% das coisas que o estado faz, não podem sequer ser cogitadas, e é fácil demonstrar.
    Acho que os libertários, sejam ancaps ou minarquistas, deveriam focar nisto.
    Do meu ponto de vista, há duas zonas: uma acima do Estado Máximo (zona negra, onde estão todos os estados do mundo), e outra entre o Estado Máximo e o Ancap (zona degradê cinza).
    Vamos reduzir o estado para o máximo que se pode discutir (Estado Máximo = início do degradê cinza). Depois vemos se conseguimos reduzir mais ainda, e até mesmo chegar a estado zero (Ancap = branco).
  • tupi anti abelhinhas  31/08/2016 12:31
    Mas um governo não pode deixar de ser humano e uma pessoa que precisa de ajuda não deve ser deixada de lado, nem fora das eleiçoes, ao invés do sistema tratar como coitadinha essas pessoas que não tiveram a sorte ou o empenho, como muitos aqui apontam, mas não conhecem de perto a realidade nos sertões brasileiros, porque o governo não faz a sua parte de ajudar mas exigir um empenho do cidadão e também não estende seu governo ate esses cantos distantes, como nosso sertão ou qualquer lugar perdido nesse Brasil. Já viram como esta as ruas das metrópoles cobertas de gente mendigando sem teto? Gente que veem de longe para parasitar nas metrópoles, destruindo todo espaço publico. Sinal que alguma coisa esta errada, paremos para ouvi-los ao invés de julga-los e dar graças a Deus que nascemos em melhor situação. Até quando o brasileiro vai ser tao individualista? Outra coisa, aqui não é Alemanha, Inglaterra, França, aqui tem terras para todos, tem agua que se bem conduzida da pra levar para o nordeste, o problema é que fica essa briga toda de classes e povos. O ser humano também tem o direito de escolher não ser estudioso, de se identificar com as coisas mais simples e pode sim ter sua vidinha de subsistência em seu cantinho desde que o governo faça sua parte de garantir o mínimo e neste país parece que isso é crime.
  • Tulio  31/08/2016 13:44
    "Mas um governo não pode deixar de ser humano e uma pessoa que precisa de ajuda não deve ser deixada de lado"

    O problema é que quem gera a pobreza é o governo.

    Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

    Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

    Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

    Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

    Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

    Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

    Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2383

    "ao invés do sistema tratar como coitadinha essas pessoas que não tiveram a sorte ou o empenho, como muitos aqui apontam"

    Quem são os "muitos aqui"? Gentileza apontar algum artigo que diga isso.

    "mas não conhecem de perto a realidade nos sertões brasileiros, porque o governo não faz a sua parte de ajudar"

    Não é nem que o governo não ajuda. Ele realmente apenas atrapalha, como demonstrado acima.

    "mas exigir um empenho do cidadão e também não estende seu governo ate esses cantos distantes, como nosso sertão ou qualquer lugar perdido nesse Brasil."

    Meu caro, a última coisa que este site afirma é que o governo "não se estende até esses cantos distantes". Muito pelo contrário: a reclamação é exatamente que o governo se estende a todos os cantos imagináveis.

    Afinal, quem é que implanta aquelas políticas listadas ali em cima, as quais afetam absolutamente toda a população?

    "Já viram como esta as ruas das metrópoles cobertas de gente mendigando sem teto?"

    Quem gerou esta pobreza? Vide lista de perguntas acima.

    "paremos para ouvi-los ao invés de julga-los"

    De novo: aponte algum artigo que "julga" essas pessoas.

    Ah, e fique com isso também:

    A maneira como ajudamos as pessoas não ajuda as pessoas
  • saoPaulo  02/09/2016 10:26
    Mas um governo não pode deixar de ser humano e uma pessoa que precisa de ajuda não deve ser deixada de lado
    Governo humano? O mesmo governo que cobra impostos sobre comida, para que presidentes possam se hospedar em hotéis de luxo? O mesmo governo que cobra impostos sobre saúde e edução sobre pessoas para as quais R$100,00 por mês faz uma tremenda diferença? Que hilário!
    É incrível! O governo rouba R$10,00 do Zé das Cabras, lhe devolve R$3,00 (quando devolve), e você ainda vem falar de governo humano? Ajudaria muito se o Zé das Cabras fosse deixado em paz, em primeiro lugar. Se você defende que o rico seja roubado para se ajudar o pobre, o mínimo que você deve defender é que o pobre não seja também roubado. Qualquer outra posição é hipocrisia.

    Até quando o brasileiro vai ser tao individualista?
    Brasileiro um povo individualista? O povo cujo objetivo de vida é entrar no funcionalismo público? O povo que demanda tudo do estado? Faz-me rir.

    O ser humano também tem o direito de escolher não ser estudioso, de se identificar com as coisas mais simples e pode sim ter sua vidinha de subsistência em seu cantinho
    Estou completamente de acordo. Este filme, baseado em fatos reais, mostra exatamente isto: um jovem cansado da vida em sociedade que resolve ir viver uma vida bucólica em uma reserva florestal no Alasca.

    [https://www.youtube.com/watch?v=g7ArZ7VD-QQ]Into The Wild - Trailer[/link]

    Chegando na reserva, os bichinhos da floresta o saudaram alegremente. Diariamente lhe cantavam musiquinhas e dançavam para entretê-lo. Alguns chegavam até a sacrificar-se para que ele tivesse o que comer. Afinal, eles sabiam que uma pessoa que precisa de ajuda não deve ser deixada de lado...
    Não é maravilhoso como a natureza é bondosa e perfeita!

    Desnecessário dizer que a parte depois do link é invenção... O sujeito se ferra bonito...

    Tupi, a natureza é uma sacana que quer te matar a todo momento, de qualquer forma. Quem acha bonitinho ter sua vidinha de subsistência em seu cantinho são pessoas que usufruem de benesses providas pelo capitalismo, que vão se aventurar com GPS, fogareiro, celular por satélite, saco de dormir térmico, etc. Quem realmente vive na natureza, isto é, na pobreza, quer mais é sair da situação de penúria e usufruir do melhor que a vida moderna pode fornecer.

    desde que o governo faça sua parte de garantir o mínimo e neste país parece que isso é crime.
    Ual, então o sujeito quer porque quer viver no meio do deserto, o governo dificulta isto ao máximo, e eu é que tenho que pagar a conta. Ora, vá pro inferno!
  • Fernando (não HC)  31/08/2016 12:54
    Leandro, o que aconteceu no inicio do plano real ?

    O FHC achou que estava na Suécia, o dólar valia 0,8 real, a inflação estava baixa, os bancos estavam sendo saneados, a bolsa tinha uma inundação de dinheiro, as privatizações criaram ofertas de infraestrutura, etc.

    Não é possível que uma crise no México tenha sabotado a moeda forte.

    Por mais que seja difícil competir com importados, tinha sinais extremamente positivos em alguns pontos.

    Com a estagnação econômica, também por conta dos 30% na selic, faltou recursos para o governo e eles tiveram que afrouxar a moeda ?

    Parece que eles tomaram a medida mais fácil, que era afrouxar a política fiscal e monetária.
  • Leandro  31/08/2016 13:31
    Explicado em detalhes aqui:

    Uma breve história do Plano Real, aos seus 18 anos


    Leia também a seção "Taxa de câmbio atrelada" deste outro artigo:

    Os três tipos de regimes cambiais existentes - e qual seria o mais adequado para o Brasil
  • Rogerio Faria  04/09/2016 20:36
    O pensador Von Misses falhou apenas em considerar o assistencialismo e a máquina pública inchada como as únicas causas que colocam em risco a democracia e o "Estado enxuto".
    Faz sentido, pois viveu em um País de cultura teotônica onde uma democracia forte precisava de Forças Armadas forte (bem ao estilo prussiano). Militares bem armadas e treinados e com altos salários (soldos).
    Quando se fala em controle de gastos estatais sem mencionar os militares e o clero não há entendimento, apenas um meio entendimento.
  • Magno  05/09/2016 12:26
    "Quando se fala em controle de gastos estatais sem mencionar os militares e o clero não há entendimento, apenas um meio entendimento."

    Espere aí, você está dizendo que este site, que é anarcocapitalista, se opõe a cortes de gastos para militares e clero?

    Meu caro, você realmente ainda não entendeu nada.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1221

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1795
  • Rogerio Faria  05/09/2016 14:22
    Magno, grato pelos esclarecimentos.
  • Spin  05/09/2016 13:58
    E não é "Misses", é Mises.

    Isso aqui não é concurso de beleza.


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