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Trump vs. Hillary - qual o seu planejador central favorito?

Ela foi de branco.  Ele foi de azul.  Ela fala sobre comunidade.  Ele fala sobre si próprio.  Ela é fria e, em alguns momentos, aprazível.  Ele é malvadão e, algumas vezes, muito engraçado.  Ele diz coisas "másculas".  Ela fala sobre direitos das mulheres.

E raras vezes na política americana dois candidatos se odiaram com tanta intensidade.  Ele diz que ela é uma criminosa.  Ela diz que ele é um psicopata.  Com isso, os vindouros debates entre os dois serão uma mina de ouro global para as transmissoras, podendo se igualar às Olimpíadas.

Sem dúvidas, haverá grandes doses de entretenimento.  Mas dificilmente haverá algum esclarecimento.  No final, já sabemos a conclusão.  A maior virtude dela é que ela não é ele.  E a melhor qualidade dele é que ele não é ela.

Fora isso, no que diz respeito às políticas de ambos, ou mesmo ao que ambos defendem, a diferença entre os dois é quase imperceptível.  Ambos vêem o estado como a solução para todos os problemas da terra e ambos vêem a presidência como a chave para conceder ainda mais poderes ao estado.  O fabianismo é apenas um gradiente das cores do fascismo.  E o oposto também é verdade.

Nem mesmo em assuntos específicos eles discordam entre si.  Ambos juraram preservar e fortalecer o estado doméstico.  Quanto à política externa, ambos juraram fazer com que os EUA voltem a dominar o mundo: ele, por meio do nacionalismo; ela, trabalhando em conjunto com aliados europeus.

Houve uma época em que os Republicanos ao menos fingiam defender alguma forma de liberalismo de mercado, por mais fraca que fosse essa defesa.  Eles ao menos celebravam a livre iniciativa, falavam de liberdade e defendiam o livre comércio em geral.

Hoje, no entanto, o novo líder do Partido Republicano mudou isso.  Tão logo assegurou sua nomeação, Trump já concedeu várias entrevistas dizendo que pode aumentar impostos, aumentar o salário mínimo e imprimir dinheiro o suficiente para pagar os encargos da dívida pública em dólares baratos.

"Sob meu plano, os impostos irão diminuir.  Porém, antes de isso ser negociado, eles irão subir", disse Trump.  "Em minha opinião, os impostos para os ricos subirão um pouco".  (Após uma enxurrada de protestos, ele alegou que estava dizendo que os impostos subiriam após os cortes que ele faria).

Quanto ao salário mínimo, ele age exatamente como Obama, totalmente desinteressado nas forças de mercado, como se os salários que as pessoas ganham pudessem ser determinados de maneira puramente arbitrária por políticos.  Disse ele: "Eu acho que as pessoas devem ganhar mais... Não sei como você consegue viver com US$ 7,25 a hora". 

Agindo assim, Trump se mostra totalmente ignorante em relação a como um valor mínimo estipulado pelo governo afeta exatamente os trabalhadores menos qualificados e menos produtivos, mantendo-os fora do mercado de trabalho.

Quanto à dívida nacional, ele diz que ela não pode ser paga e não pode ser caloteada.  Logo, só há uma solução: "imprimir dinheiro".

E o que dizer quanto ao protecionismo?  Trump prometeu uma tarifa de importação de 45% sobre todos os produtos chineses, e ameaçou retaliar economicamente a Ford caso esta abra mais fábricas no México.

Quanta mudança.  Essa torrente de idéias políticas impressionou até mesmo o site esquerdista Vox, que publicou um artigo sobre "as ideias econômicas de esquerda que Trump está adotando".

Sim, já ouvimos isso antes

Enquanto isso, Hillary empurrou o Partido Democrata para a mesma plataforma dos Republicanos sob George W. Bush.  Os Democratas nem mais sequer fingem ser contra guerras, contra um estado intrusivo na vida privada dos indivíduos, e contra desperdícios.  

Houve vários momentos estranhos na convenção Democrata que indicou Hillary Clinton para concorrer à presidência pelo Partido, mas houve um que se destacou.  Ela disse: "Se você acha que deveríamos dizer 'não' para acordos comerciais injustos... que deveríamos confrontar a China... que deveríamos proteger nossos trabalhadores das montadoras, das siderúrgicas e das demais empresas americanas... junte-se a nós."

E ela prosseguiu dizendo: "E vocês não ouviram nada disso na convenção de Donald Trump."

Só que, na verdade, ouvimos exatamente os mesmos pontos de Trump, que disse na convenção Republicana: "Nossos horríveis acordos comerciais com a China e com vários outros países serão totalmente renegociados.  Isso inclui renegociar o NAFTA e conseguir um acordo muito melhor para a América — e simplesmente sairemos da reunião se não conseguirmos o acordo que queremos."

Mas há mais.

Ela disse: "Se investirmos em infraestrutura agora, não apenas iremos criar empregos hoje, como tambem estabeleceremos os fundamentos para os empregos do futuro".

Ele disse: "Vamos construir as ruas, as autoestradas, as pontes, os túneis, os aeroportos, e as ferrovias do amanhã.  Isso, por sua vez, irá criar milhões de empregos".

Ela disse: "Se você acredita que o salário mínimo deve ser o suficiente para sustentar uma família e que ninguém trabalhando em horário integral deve criar seus filhos na pobreza — junte-se a nós".

Exatamente no mesmo dia, Trump concedeu uma entrevista à Fox News na qual reagiu energicamente à sugestão de que não aumentaria o salário mínimo.  "Você tem de ajudar as pessoas, e eu sei que não é muito republicano dizer isso, mas você tem de ajudar as pessoas.... Eu diria que [um salário mínimo de] US$ 10 a hora é um salário ideal; mas sabendo que alguém como eu trará de volta aos EUA vários empregos, as pessoas não permanecerão nessa categoria de US$ 10 a hora por muito tempo".

Quanto à licença maternidade paga, Hillary sempre defendeu a medida, gostosamente alheia ao fato de que tal política foi originalmente criada como uma medida eugênica para diminuir — e, por fim, eliminar — a participação das mulheres na força de trabalho, o que seria um choque para as feministas. 

Mas será que Trump também é a favor?  De acordo com sua filha Ivanka, a resposta é sim: "Sendo eu mãe de três crianças pequenas, sei bem como é difícil trabalhar e ao mesmo tempo criar uma família, e também sei que sou mais afortunada que a maioria das pessoas.  As famílias americanas precisam de um alívio.  Políticas que permitam que mulheres com crianças prosperem não deveriam ser novidades.  Elas deveriam ser a norma".

Indiferentes

Tentar separar minuciosamente as diferenças políticas de ambos é uma completa perda de tempo, pois nenhum deles mantém alguma posição baseada em princípio.  Ambos adotam um decrépito pragmatismo estatizante com a presunção de que, se há algo de errado com o mundo, o governo pode consertar.  O nome de quem comandará o conserto pode variar, mas a fonte do conserto sempre será a mesma.

Ao menos já está ficando aparente, e com cada vez mais intensidade, que a diferença entre ela e ele se resume a apenas uma briga entre duas facções dentro de um mesmo e único partido.  Antigamente, já era comum — especialmente entre os libertários — dizer que não havia diferença nenhuma entre republicanos e democratas.  No entanto, ainda assim sabíamos que havia uma hipérbole nessa afirmação.  Ao menos retoricamente, um dos lados fazia gestos de boa vontade em prol do liberalismo clássico.

Agora, isso se evaporou completamente.  E a mudança não foi só do lado dos Republicanos.  Hillary não disse uma única palavra em prol das liberdades civis.  Trump também não.

Trump faz sucesso entre seus entusiastas porque se promove como alguém contrário ao establishment.  Mas se você acredita que ser anti-establishment é o mesmo que ser anti-governo, você está terrivelmente enganado.  Para Trump, anti-establishment significa — e sempre significou — apenas que as pessoas erradas estão no comando do governo.  Portanto, Trump é apenas um populista no sentido clássico termo.

Ele desdenha o politicamente correto (esta, sim, uma novidade muito bem-vinda na política), posicionou-se corretamente contra o desarmamento e diz coisas sensatas contra a ideia de aquecimento global causado pelo homem.  Ele também diz se opor à esquerda, algo que faz com que um observador ingênuo possa interpretar como sendo uma oposição aos poderes do governo — o que, como demonstrado acima, não é o caso de Trump. 

O despotismo pode vir em vários sabores e embalagens.  Pode vir da direita e pode vir da esquerda.  Opor-se a um e defender o outro não é o mesmo que defender a liberdade.

O fato é que a perna direita e a perna esquerda do estatismo dançam em um balé demoníaco.  Um lado ganha o controle e estimula o ressentimento do outro lado.  Este outro lado reage, reassume o controle após algum tempo e incita uma guerra contra seus inimigos políticos.  A população fica dividida.  Tudo se torna uma briga por poder, mas cada lado tem interesse em adquirir cada vez mais poderes. 

Por isso, as coisas tornam-se mais claras quando você começa a pensar em esquerda e direita como facções dentro de um mesmo partido único.  Ambos podem dizer coisas sensatas a respeito de algumas coisas, mas nenhum defende a liberdade como solução para os problemas econômicos e sociais.

Com esse cenário, é fácil perder as esperanças.  Mas, não obstante tudo o que Trump ou Hillary dizem, os libertários jamais podem esmorecer em sua batalha, pois sabemos que a liberdade continua sendo a única esperança e a única solução para o mundo.   A liberdade não é de direita ou de esquerda, não é vermelha, azul, marrom ou verde.  Ela tem luz própria, uma luz brilhante que permanece acesa não importa quão espessa seja a névoa criada pela política. 

E isso nunca foi tão evidente quanto nos dias atuais.



autor

Jeffrey Tucker
é Diretor-Editorial do American Institute for Economic Research. Ele também gerencia a Vellum Capital, é Pesquisador Sênior do Austrian Economic Center in Viena, Áustria.  Associado benemérito do Instituto Mises Brasil, fundador e Diretor de Liberdade do Liberty.me, consultor de companhias blockchain, ex-editor editorial da Foundation for Economic Education e Laissez Faire books, fundador do CryptoCurrency Conference e autor de diversos artigos e oito livros, publicados em 5 idiomas. Palestrante renomado sobre economia, tecnologia, filosofia social e cultura.  

  • Filósofo da USP  01/08/2016 14:44
    Entre os dois em tela prefiro o Vladimir Putin(grande homem e eterno líder da KGB).

    Porque vocês neoliberais ficam discutindo política americana?
    Os yankees imperialistas perdem espaço a cada ano... nós Defensores do Povo e da Igualdade vamos destruir o Tio Sam.

    Veja a prosperidade e a felicidade do Povo Venezuelano, Cubano, Russo todos em sintonia trabalhando por um mundo melhor.

    O Brasil também está(estava) na linha certa, o PT colocou esse país nos trilhos e agora os Golpistas atacam os pobres.

    Viva a URSAL!
    Estamos no controle, estamos no Poder.
    Pelo bem de todos.
  • Maverique  01/08/2016 15:17
    aeueUEuhEHuhEuhEuhEuhEuhauhae...
    Sempre que leio esses comentários do "Filósofo da USP" eu dou risada. Realmente é muito criativo esse tipo de deboche.

    Sobre eleições americanas, vamos ver o que nos aguarda os próximos capítulos desta novela. O interessante que lembra muito a briga eleitoral de Dilma e Aécio. Ambos se "carneando" em campanhas eleitorais. Infringindo medo em seus eleitores na tentativa de ganhar mais votos. Aparentemente Dilma se saiu melhor em aterrorizar os brasileiros.
  • Rafa  01/08/2016 16:53
    kkkk!Pelo bem de todos! Pelo bem maior!
  • FODA-SE o estado  02/08/2016 01:46
    Conheçam esse site, conteúdo de qualidade.
    foda-seoestado.com/
  • Atento  02/08/2016 01:51
    A esmagadora maioria dos artigos de lá é formada por artigos que eles copiaram do IMB.
  • Genuino  02/08/2016 20:33
    O que tem a ver Cuba com imperialismo norte-americano??
    Quer dizer que pra ser contra a escravidão eu tenho que ser a favor do tribalismo???


    É esse tipo de neoescravo que quer que esse país seja pra sempre uma república das bananas.
  • anônimo  02/08/2016 21:15
    Que é isso, rapaz? Essa é a elite intelectual olavética.
  • Mais Mises...  01/08/2016 15:01
    Há muitas e muitas eleições norte-americanas que não se vê distinção de fato nas ideias. Uma retórica aqui, outra ali, um populismo aqui, outro acolá, mas na prática, como disse bem o texto, o agente (o salvador da pátria, pra ser mais exato) é o estado e seus iluminados ocupantes do poder.
    Uma lástima!
  • Max Stirner   01/08/2016 15:01
    Muito bom o texto...depois de muito tempo esse site publicou um artigo decente. (Dificilmente você verá algo tão sóbrio analisando os dois candidatos)...


    ...mas o final ainda soa romântico demais, essa "liberdade" que os libertários do IMB buscam é utópica.

  • Viking  01/08/2016 15:30
    Vi uma pesquisa no Facebook que o Gary Johnson estava ganhando em 10 estados.
    podem fazer um artigo sobre ele?
    Abraço!
  • Realista   01/08/2016 15:48
    Ganhando em 10 estados?! Não tem a menor chance.

    Talvez a pesquisa tenha dito algo no sentido de "ganhando votos" ou "ganhando tração" em 10 estados. Isso é bastante possível.

    Agora, estar na liderança em algum estado é totalmente improvável. Em 10, então, chance zero.
  • PESCADOR  01/08/2016 16:44
    Gary Johnson lidera em 01 estado, no Novo México. Ele já foi governador lá.
    Pesquisas recentes dizem que ele tem 11% dos votos NACIONAIS. Mas a maior parte dos votos por estado é pequena, sem possibilidade de liderar nos outros 49.
  • Ali Baba  02/08/2016 03:56
    O jogo do Gary Johnson sempre foi chegar a 15% nas pesquisas e cavar um espaço no debate presidencial. É a primeira vez q isso aconteceria. Ia ser muito bonito um libertário finalmente conseguir uma audiência mundial... Daí a ganhar a eleição, são outros 500...
  • Thiago Iatarola  02/08/2016 03:24
    Nem Trump, nem Hillary! Pelo o pouco que sei de política americana, o meu voto iria com certeza para Gary Johnson. Vcs poderiam fazer um artigo sobre ele?
  • Lopes  02/08/2016 07:14
    Gary Johnson continua defendendo fronteiras livres. Confira seu site de campanha. Mas se isso acontecer, não terá chance alguma de os EUA serem mais livres. Os imigrantes de terceiro mundo que estão entrando não dão a mínima para conservadorismo, liberdade econômica e filosofia política. Eles (compreensivelmente) votam em quem oferece mais benefícios e vão dirigir de novo as eleições em favor dos políticos "generosos". E isso é permanente.

    Se você é um libertário almejando um mundo com menos coerção, sinto muito; o Partido Libertário não é a melhor solução atualmente. Não enquanto ele não reconhecer que imigração + assistencialismo não é livre-associação de indivíduos vindouros, mas sim coerção contra a população existente e seus descendentes em prol do ganho dos políticos pseudo-samaritanos.

    O que resta é torcer para que o Partido Democrata mais pragmático de Bill Clinton ainda seja o Partido Democrata de Hillary. Ou apoiar Donald Trump e torcer que ele não seja nada como os Bush.

    O que está em risco na Europa e nos EUA atualmente é a própria possibilidade de um futuro mais voluntarista. A grande infelicidade é que nas demografias do ocidente, há pouquíssimos grupos que ainda têm alguma consideração pela liberdade.
  • Questionador   02/08/2016 19:09
    Eu posso ter entendido, erroneamente, que defender fronteiras livres é comum a quem tem como princípio a liberdade.

    Se eu defender o fechamento das fronteiras devido ao estado assistencialista eu não caio no mesmo argumento dos protecionistas?
    Eles dizem que abrir a economia com nosso custo tributário é assassinar a indústria nacional.

    Me parece um argumento de fazer mais intervencionismo para corrigir um intervencionismo anterior.

    Porque uma coisa seria diferente da outra? Gostaria de entender.
  • Pobre Paulista  02/08/2016 19:52
    O problema é que intervenção estatal gera mais intervenção estatal.

    Saúde grátis, por exemplo, é uma estrovenga oriunda da intervenção estatal.

    Isso por si só irá atrair imigrantes, legais ou ilegais. Por causa disso, é necessário uma nova intervenção: Fechar as fronteiras.

    Mas não só isso: Também gera outras intervenções, como controle de alimentos, remédios, e etc, para que a "saúde" da população melhore e alivie a conta da saúde grátis.

    E cada uma dessas intervenções irá gerar uma nova intervenção, e assim por diante.

    Por isso não adianta simplesmente "liberar as fronteiras", se a causa da imigração não for efetivamente a "busca por oportunidades de trabalho" (o que é positivo para a economia) e sim "busca por saúde e educação gratuitas" (o que é péssimo tanto para a economia quanto para o americano médio pagador de imposto). O que tem que haver é uma completa e irrestrita desestatização da economia.

    Por isso o discurso pragmático do colega acima: Dado que dificilmente os benefícios sociais serão extinguidos, faz sentido impedir que os imigrantes venham apenas para consumi-los.

    Ninguém está dizendo que essa é uma medida boa ou desejável. Apenas que é uma medida que faz sentido frente à essa realidade.
  • Questionador  02/08/2016 21:07
    Então não se cai no mesmo problema, caro Pobre paulista, do protecionismo?

    Os defensores do protecionismo argumentam:

    Os produtos são caros no Brasil devido ao custo tributário e trabalhista artificial, desta forma, se abrirmos o mercado iremos destruir a indústria nacional.

    Para poder se abrir o mercado temos que primeiro resolver o problema tributário e trabalhista.

    Não concordas?
  • Pobre Paulista  02/08/2016 22:06
    "Para poder se abrir o mercado temos que primeiro resolver o problema tributário e trabalhista."

    Sem sombra de dúvidas, pois sem isso poucos empreendedores irão se arriscar a produzir por aqui. Ainda mais com taxas de juros a 14% (taí mais uma intervenção estatal). Solução para este caso: Liberar o mercado de trabalho E as taxas de juros. No entanto, ainda é melhor poucos empreendedores vindo do que nenhum vindo. Então, ainda esta medida não seja eficiente se tomada sozinha, ainda assim deveria ser tomada, pois irá incorrer em um aumento de produção, o que é o contrário do caso das fronteiras, que, se tomada sozinha, irá aumentar o consumo, mas sem o correspondente aumento de produção.

    Nenhuma questão pode ser tratada pontualmente de maneira satisfatória, sempre acabaremos esbarrando no estado em algum ponto.
  • anônimo  02/08/2016 21:24
    Num mundo livre haveria alguma migração, mas não da forma como é hoje, alimentada pelo parasitismo estatal.
  • Guilherme  01/08/2016 16:00
    Tudo jogo de cartas marcadas. Se alguém acredita que existe algum sinal de decência e honestidade em eleições "democráticas" é só olhar o caso emblemático da atual eleição americana e o que a mídia do establishment fez com o Ron Paul.
  • Americano  01/08/2016 16:00
    O partido democrata americano está muito ligado ao comunismo.

    Esses democratas são enganadores de minorias, enganadores de pobres, enganadores de deficientes, etc.

    Assistindo um documentário sobre os democratas, parecia um partido de país de terceiro mundo. É muito porcaria e lixo na cabeça...
  • anônimo  01/08/2016 16:14
    Vc não leu nada?
    Os republicanos são exatamente a mesma porcaria.
  • anônimo  01/08/2016 16:04
    A terra da liberdade hoje tem um povo politicamente correto, feminista, gayzista, infantilizado, hiper sensível a qualquer choradeira que as vítimas profissionais são capazes de inventar.
    Todo mundo aí se merece.
  • Americano  01/08/2016 16:19
    Não concordo !

    Isso é o que aparece na mídia. A imprensa esquerdista só serve para emburrecimento das pessoas.

    Os americanos ainda tem liberdade. Todo mundo que vai para os Estados Unidos, sabe que vai precisar trabalhar muito.


  • anônimo  01/08/2016 16:42
    Então o IMB é mídia esquerdista agora?
    Conte-nos mais
  • Renan Merlin  01/08/2016 18:52
    Mas o Politicamente Correto chegou a um nivel que o Presidente da Play Boy afirma que a revista se sente culpada pelo machismo. Ou seja esta quase no mesmo nivel.
  • anônimo  01/08/2016 21:06
    Politicamente correto nem sempre é ruim. Há uma diferença enorme entre o politicamente correto imposto pelo governo e aquele imposto pela sociedade.

    O segundo caso é bom, pois impõe uma intolerância ao desrespeito sem uso de coerção. Há pressão das pessoas, mas tudo é voluntário.

    Um exemplo, uma gringa tinha feito uma piada com HIV e africanos no Twitter antes de embarcar, e com isso, além de um monte de críticas, ela foi demitida. Repare que não houve nenhuma intromissão do governo, foi um politicamente correto imposto pela sociedade, sem nenhuma coerção.
  • anônimo  02/08/2016 09:44
    Não existe politicamente correto bom.Politicamente correto voluntário é uma armadilha pra fazer gente burra, ou ingênua, dar corda pra um monte de problemas que só vão poder ser 'solucionados' pelas patas do estado.
    Por isso que Hoppe diz que os left libs são o VIAGRA do poder do estado, e não o estado.
    A única forma de libertarianismo 100% coerente é o libertarianismo de direita.
    rothbardbrasil.com/libertarianismo-direita-esquerda-conservadorismo-e-progressismo/
  • X  05/08/2016 12:30
    "A única forma de libertarianismo 100% coerente é o libertarianismo de direita"

    Besteira. Quem conhece a obra de Rothbard (https://mises.org/library/new-liberty-libertarian-manifesto) nunca diz algo assim; Rothbard diz e defende, com todas as letras, justamente isso: libertarianismo não é "de esquerda" nem "de direita".

    Libertarianismo coerente é aquele sem adjetivo (www.mises.org.br/Article.aspx?id=1864).

    Direitismo, ao fim e ao cabo, é estatismo, assim como esquerdismo. Só muda a retórica. O artigo supra, aliás, mostra um exemplo disso.
  • anônimo  06/08/2016 10:54
    'Besteira. Quem conhece a obra de Rothbard (https://mises.org/library/new-liberty-libertarian-manifesto) nunca diz algo assim; Rothbard diz e defende, com todas as letras, justamente isso: libertarianismo não é "de esquerda" nem "de direita". '

    Daí concluímos então que Hoppe não conhece Rothbard.
    https://www.youtube.com/watch?v=EO68Kvb9fD4
    Quando Rothbard diz que o libertarianismo não é de esquerda nem de direita está se referindo ao joguinho político partidário feito pra engabelar lemmings.Ele não estava dizendo que um libertário não pode ter seus valores morais ou que esses valores não podem ser 'de direita', isso seria um absurdo total visto que o próprio Rothbard no fim da vida compartilhava desses mesmos valores.

    'Libertarianismo coerente é aquele sem adjetivo (www.mises.org.br/Article.aspx?id=1864).'

    Nope. A única coisa que esse artigo define é o que é libertarianismo puro, independente dele ser ou não coerente com a conversa barata de esquerda que os left libs compram, e independente dessa conversa barata (que os left libs ingenuamente alimentam) servir para dar mais poder pro estado.
    Pegue o feminismo por ex, left libs são as criaturas que irão concordar com a choradeira do feminismo militante.Feministas sempre vão choramingar e culpar a sociedade patriarcal tradicional pela opressão de não haver 50% de mulheres em todas as profissões.Mesmo naquelas que exigem força bruta.Não existe nada no mercado que vai servir pra 'corrigir' isso, pq isso é uma condição que tem raízes na natureza, definida por milhares de anos de evolução.Logo, qual a única entidade que pode 'resolver' o problema?O estado.
    Eis aí, libertários burros no fim das contas pedindo por mais estado.
    Eis aí libertários burros sendo incoerente com o próprio libertarianismo.

    Direitismo, ao fim e ao cabo, é estatismo, assim como esquerdismo. Só muda a retórica. O artigo supra, aliás, mostra um exemplo disso.

    Libertarianismo de direita não é direitismo, libertário de direita é aquele compartilha OS VALORES tradicionais, não o sujeito que quer impôr algo pros outros.O artigo não diz nada sobre isso.

  • anônimo  06/08/2016 16:30
    https://www.lewrockwell.com/2014/09/hans-hermann-hoppe/smack-down/
  • Gunnar  05/08/2016 12:11
    anônimo 01/08/2016 21:06:13

    Você está confundindo 'politicamente correto' com 'educacão e bom-senso', ou seja, com o que é simplesmente 'correto'. Uma represália social contra alguém que faz um comentário de mau-gosto não tem nada a ver com politicamente correto, é apenas a re-afirmacão dos princípios de que a maior parte dos indivíduos naquela comunidade compartilha.

    O politicamente correto é justamente a subversão desses princípios morais. O adjunto 'politicamente' significa a relatiizacão do adjetivo 'correto', ou seja, submetendo o 'correto' ao 'político'. Em outras palavras, trata-se de uma busca por aquilo que favorece a agenda política em questão, e não os princípios éticos e morais em si.

    1. A agenda política em questão nada mais é do que essa recentemente exposta aqui mesmo no IMB (www.mises.org.br/Article.aspx?id=2478).

    2. A principal característica do politicamente correto é o duplipensar, ou, em outras palavras, o velho "dois pesos e duas medidas".

    A verdade, os fatos, os princípios morais não interessam. Interessa é se vai ajudar a avancar a agenda ou não.

    Para ficar em apenas em um exemplo: é politicamente correto meter o pau em cristãos, das formas mais baixas e vis imagináveis, culpá-los por todos os males do mundo, comparar padres e pastores a estelionatários chantagistas, estupradores pedófilos, assassinos misóginos, etc, associar os princípios cristãos de família com o machismo e os casos reais de violência contra a mulher, etc, mesmo não havendo provas materiais para embasar tais vínculos. Ao mesmo tempo, é completamente proibido fazer a mesma coisa com o Islamismo, por exemplo. Ao contrário, a simples exposicão de fatos do mundo islãmico (como a castracão de meninas, apedrejamento de adúlteras e perseguicão e genocídio de cristãos) já constitui um grave ato de 'islamofobia'. Resumindo: mentir sobre o cristianismo para pintá-lo como um mal gigantesco = politicamente correto. Falar a verdade sobre o islamismo e expôr o sofrimento das minorias sob seu jugo = politicamente incorreto - tão politicamente incorreto, aliás, que uma preocupacão legítima aos olhos dos mesmos caras que metem o pau nos cristãos é justamente a suposta "islamofobia".

  • anônimo  06/08/2016 11:08
    'Um exemplo, uma gringa tinha feito uma piada com HIV e africanos no Twitter antes de embarcar, e com isso, além de um monte de críticas, ela foi demitida. Repare que não houve nenhuma intromissão do governo, foi um politicamente correto imposto pela sociedade, sem nenhuma coerção.'

    Não tem interferência do governo somente se vc focar nesse fato em particular e omitir o contexto em que ele ocorre.Afro coitadismo é uma velha bandeira da esquerda que no fim das contas vai servir pra fazer as massas aceitarem passivamente políticas de cotas, movimentos racistas como o black lives matter, etc.
  • Paulo Henrique  01/08/2016 16:07
    Acredito que os eua está condenado, o seu futuro pode ser uma dissolução do governo central, uma falência completa, e isso pode realimentar um espirito de ''secessão'' nos estados. A simples menção de aplicar um controle de armas gerou essa ameaça de separação de alguns. Que dirá uma quebra, que será consequência natural de não reverterem essa tendência - E imprimir dólar não é a saída, a não ser que você queira uma hiperinflação e terminar por destruir a economia
  • CIRO GOMES 2018  01/08/2016 16:09
    Me falem onde é que o Neo Liberalismo deu certo? FHC QUEBROU O BRASIL, MENEM QUEBROU A ARGENTINA, INGLATERRA DE TATCHER PRECISOU A GUERRA DAS MALVINAS PRA GANHAR POPULARIDADE E O UNICO LUGAR QUE IMPLANTOU FIELMENTE ESSE MUNDO DE FADAS FOI A SOMALIA E NÃO VEJO NINGUEM QUERENDO MORAR POR LÁ.
    HONG KONG e CINGAPURA tem 80% de suas moradias construidas pelo estado.
  • Cajado  02/08/2016 11:14
    Corrige aí, não existe neo liberalismo, o termo correto é neo estatismo
  • Matheus Penha  02/08/2016 11:25
    Neo Liberalismo deu certo? FHC QUEBROU O BRASIL,

    "FHC"
    "quebrou o Brasil"
    "neoliberalismo"

    ....


    That's all folks!
  • Henrique Zucatelli  01/08/2016 16:54
    Por mais fatídico que seja o destino, é o que as pessoas querem. Por quê elas querem? Porque acreditam em uma pseudo ciência chamada keynesianismo, que se traduz firmemente na retórica populista.

    Se você fosse pobre, improdutivo, preguiçoso e rancoroso, crescendo com seus pais e vizinhos te falando que a culpa de você ser um nada é do homem branco capitalista, você pensaria diferente? Quem não gosta de trabalhar quer o máximo de coisas grátis, e se ao mesmo tempo ferrar com a vida de alguém rico, melhor ainda.

    A sociedade progressista ocidental é uma versão light do filme Idiocracia - a apoteose de uma sociedade medíocre.

    É por isso que cada vez mais o produtivo vai para o leste e o desemprego fica no oeste.
  • Xauxau  01/08/2016 17:27
    God save the Queen.
  • Poor man  01/08/2016 17:48
    O fato é que a perna direita e a perna esquerda do estatismo dançam em um balé demoníaco. Um lado ganha o controle e estimula o ressentimento do outro lado. Este outro lado reage, reassume o controle após algum tempo e incita uma guerra contra seus inimigos políticos. A população fica dividida. Tudo se torna uma briga por poder, mas cada lado tem interesse em adquirir cada vez mais poderes.

    ---------------
    Acredito que deve haver uma explicação teológica interessante, para este fato.
  • Lopes  01/08/2016 17:52
    Temo que desapontarei nossa comunidade aqui, mas ficarei ao lado de Trump.

    Alegrar-me-ei em esclarecer:

    Cons

    - O histórico fiscal dos republicanos é desprezível e nada condiz com a plataforma de estado mínimo. George W. Bush promete que não aumentará o gasto do governo e em menos de dois anos está torrando 800 bilhões em guerras. Por outro lado, Bill Clinton pôde cortar gastos sociais pragmaticamente na década de 90 enormemente sem sofrer retaliação alguma porque a mídia americana pertence ao Partido Democrata. Minha defesa de Trump é que ele não é um republicano, mas um candidato forte usando o Partido como plataforma. Ele não tem envolvimento algum com os Bush, Ted Cruz, Gingrich, McCain e a elite tradicional Neo-Con do partido.

    - Ele quer uma tarifa absurda contra produtos chineses para trazer trabalhos de manufatura de volta aos EUA. Seu lance inicial é uma tarifa de 40%. O lance final provavelmente ficaria em 9% a 15%. Ele é um protecionista. Ele não entende que é justamente a classe média e os mais pobres que se beneficiam dos produtos chineses baratos. O dinheiro que eles economizam com produtos chineses os permite gastar mais com outros serviços, poupar mais e viver melhor. Serão os americanos quem mais sofrerão com esta tarifa e minha esperança. Não conheço a indústria americana mas espero que ela não use insumos chineses. Se sim, terão seus custos aumentados.

    Pros

    - Imigrantes tendem a consumir 75% mais benefícios sociais que a população americana. Eles vêm aos EUA para isso. Ao falar de imigrantes aqui, refiro-me especialmente aos de terceiro mundo nos EUA. São a maior fatia.

    - Imigrantes votam Democratas quase unanimemente e por isso os democratas os trazem com anelo. São gado eleitoral que vota por mais estado e sabota as eleições em prol dos democratas.

    - Defender a livre-imigração quando os imigrantes podem ir até um outro país, tomar benefícios sociais de um sistema no qual nunca investiram e assim aumentar o estado às custas da população NÃO é uma atitude libertária. Por mais que eu simpatize com o Gary Johnson, ele está redondamente enganado em defender fronteiras livres. Ao hospedar os imigrantes, Gary acidentalmente defende o aumento de gastos do governo e o endividamento da já condenada população americana. Tirar os imigrantes acabará com a coerção? Não, somente o fim do estado acabaria. A verdade é que dado os padrões de voto da população imigrante nos EUA, uma política de fronteiras livres significaria que NUNCA um político libertário / republicano tomaria a presidência novamente. Eles simplesmente não votam estado mínimo. Vêm de países estatistas e votam para expandir o estado em troca de benefícios sociais. Caso a população americana continue mudando (são mais férteis e mais jovens), é um caminho sem volta.

    A única chance de uma redução no estado americano viria de um novo pragmático Bill Clinton saindo de um Partido Democrata cada vez mais ideológico.

    Sugiro assistir ao seguinte vídeo para entender o fenômeno Trump e porque ele é:


    - Imigrantes não só aumentam o gasto estatal. A adição de imigrantes a uma vizinhança corrói a confiança (leia 'Confiança' de Francis Fukuyama), algo essencial para o mercado e para todas as escolhas da população. Crime tende a crescer, gastos com segurança aumentam, crianças não podem mais brincar nas ruas; e além disso, os imigrantes que vêm para trabalhar competem justamente com a comunidade negra dos EUA, que já pena em ilegitimidade, desemprego e violência.

    - Para justificar a tarifa dos produtos chineses, o argumento que vejo dos defensores não-protecionistas do Trump é que ela traria empregos de volta e reduziria o fardo do governo em pagar benefícios sociais. É um argumento impossível de ser feito sem uma máquina do tempo mas é o que ouço.

    - Finalmente, o programa de imposto de renda é o melhor.

    Fontes:
    cis.org/Welfare-Use-Immigrant-Native-Households (Consumo de Welfare por imigrantes. Leitura importantíssima antes de você tomar partido)
    www.pewresearch.org/fact-tank/2013/07/22/are-unauthorized-immigrants-overwhelmingly-democrats/ (Imigrantes ilegais têm apreço por democratas)
    hotair.com/archives/2014/04/15/study-yes-more-immigration-means-more-democratic-votes/ (Imigrantes em geral têm apreço por democratas)
    https://www.washingtonpost.com/news/the-fix/wp/2013/03/18/the-republican-problem-with-hispanic-voters-in-7-charts/ (Hispânicos simplesmente não votam por nenhuma plataforma conservadora)
    https://www.donaldjtrump.com/positions/tax-reform (É de longe o melhor programa de impostos)
    www.cato.org/blog/immigration-crime-what-research-says (Imigrantes e violência)
  • Renan Merlin  01/08/2016 18:44
    Eu acho uma puta hipocrisia pessoas criticar o Trump por causa desse muro separando Mexico e EUA que ele pretende concluir.

    1º)Pra começar quem iniciou esse muro foi nada mais nada menos que o Democrata ex-marido da Hillary Bill Clinton em 1994 em uma epóca que ameaça terrorista era um temos infinitamente menor.

    2º)Muitos democratas brasileiro é isso mesmo globo news, folha de são paulo, carta capital moram em condominios fechados com muros eletrificados mas gostam de usar frases bonitinhas que servem apenas pra postar no face.

    3º)O Muro é pra impedir a entrada de imigrantes ilegais, criticar alguém por querer combater uma atividade ilegal agora é errado? Que inversão e valores e essa? Querem migrar pros EUA faça pela porta da frente.

  • Lopes  01/08/2016 20:19
    De fato.

    Eu apoiei o Gary Johnson há quatro anos mas não dá. A imigração moderna tem pouquíssimo a ver com a livre associação de indivíduos. Muito pelo contrário. Caso um imigrante vá à Europa ou aos EUA, os locais são forçados a sustentá-lo através de programas sociais. Ele se torna gado eleitoral gratuito e como provado pelos hispânicos, podem sabotar eleições em favor dos políticos que os trouxeram. Os imigrantes tradicionalmente iam a um país e voltavam caso não conseguissem entrar na economia. Foi assim com muitos irlandeses nos EUA, prussianos no Brasil, etc.

    O que me frustra com o Trump é o protecionismo. Quem viveu no regime Mantega sabe do mal que faz um aumento da tarifas.
  • Paulo Henrique  01/08/2016 21:47
    Você se perguntou por que os imigrantes passaram a defender democratas? Historicamente os republicanos nunca apoiaram hispânicos, apesar dos EUA ser fundado sobre a imigração. Criou-se uma imagem de que republicano não gosta de imigrante, e isso, por culpa dos próprios republicanos e por propaganda pesada dos democratas(que também sempre foram anti-imigração latina no passado)

    Basicamente, se a postura republicana mudasse, se a retórica se alterasse, conseguiria muito mais corações de fora para os republicanos. Sem essa mudança de postura, imigrantes sempre votarão em democratas, que já tem na sua agenda econômica um atrativo para essas pessoas - políticas assistencialistas.

    Cabe aos republicanos mostrar como essas políticas não os tornam mais ricos, porem, com o nível de conhecimento de economia dos Republicanos, não da para esperar essa ação, ainda mais de um candidato que se assemelha em muitos pontos aos próprios democratas.

    Só resta a ele impedir a imigração, ao invés de conquistar seus corações
  • Lopes  01/08/2016 22:47
    Não é tão fácil, Paulo Henrique. Os hispânicos são presos à esquerda pela imagem e pelo bolso.

    A imagem de racista e retrógrado do Partido Republicano é uma operação de toda mídia americana (insisto: 93% dos jornalistas votaram Obama nas últimas eleições). Procure qualquer comediante de stand up. É sempre o mesmo refrão: republicanos são burros, intolerantes e ignorantes. Os republicanos não podem competir aqui no curto e médio prazo porque a esquerda está entrincheirada em toda a academia ocidental.

    E em seguida, há o bolso. Como esclarecido em abundância pelos dados de consumo de welfare, os hispânicos estão seguindo o dinheiro. Desde que JFK mudou o eixo de imigração dos EUA de EUA-Europa para EUA-Terceiro Mundo e o Lyndon B. Johnson implementou o bem-estar social, imigração virou um esquema de compra de votos dos hispânicos. Porto Rico (onde mais da metade do povo vive de welfare) é basicamente um campo de batalha entre políticos tentando comprar votos. Os republicanos não podem competir aqui porque o lema dos seus políticos é responsabilidade pessoal e conservadorismo fiscal. Eles não podem tentar comprar uma demografia com dinheiro público sem desapontar os pagantes de impostos.

    Eu entendo sua noção e você não é o único que acredita que é possível amigar os hispânicos. Sua sugestão foi tentada pelo Gang of Eight Act do Marco Rubio. Mas se tivesse sido aceito, os EUA nunca mais teriam um presidente republicano.
  • Pinguin Vesgo  03/08/2016 15:07
    Sempre surge esse argumento completamente inútil de que "...os EUA foram fundados por imigrantes." Primeiramente, se formos longe o suficiente na história, perceberemos que todos os países do mundo fora da África foram, tecnicamente, "fundados por imigrantes", visto que o Homo sapiens moderno surgiu na África. Isso é um argumento a favor da imigração? Não, pois após imigrarem, naturalmente (em função de clima e outros agentes de seleção), esses grupos adquiriram características particulares em termos de cultura, língua, dieta e por ai vai. Cabe aos primeiros apropriadores da terra delimitar suas fronteiras, e é completamente decisão deles aceitar ou não mais indivíduos após a instalação inicial. Em segundo lugar, não se pode deixar de lado o aspecto qualitativo dos imigrantes e o consumo de recursos por parte dos mesmos. Os EUA particularmente foram formados do zero, de baixo para cima, sem nenhum auxílio estatal visto que nem mesmo governo centralizado havia no começo. Então o imigrante Europeu que ia para lá no começo do país ia, literalmente, em uma aventura. Já hoje em dia o imigrante Latino que chega nos EUA se depara com uma infra-estrutura fantástica e programas assistencialistas como escola gratuita, vale refeição e por ai vai (e tudo isso sai do dinheiro roubado do contribuinte americano). Se o imigrante chega com um filho pequeno ou mais em idade escolar e não tenha uma habilidade muito valorizada pelo mercado, é mais provável que ele gaste mais recursos do que gere dentro do país. Então não é razoável comparar as motivações e os incentivos dos imigrantes do início do país com as de hoje.
  • Left-Libertarian   02/08/2016 23:45
    Na verdade os EUA e o partido republicano sempre foram protecionistas: www.huffingtonpost.com/ian-fletcher/america-was-founded-as-a_b_713521.html

    Trump só está revivendo o velho fascismo norte-americano.
  • anônimo  03/08/2016 02:28
    Ambos os partidos são protecionistas, mas os democratas são e sempre foram muito mais protecionistas.

    djournal.com/opinion/democrats-always-bow-to-protectionism/

    www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/07/05/AR2007070501798.html

    lawandlibertyblog.com/nyujll/2016/3/14/the-rise-of-american-protectionism
  • Diego  01/08/2016 18:12
    Infelizmente a direita só consegue ter espaço depois que o estrago causado pela esquerda já foi feito e a conta chega, vide a virada na Europa, depois do estrago dos muçulmanos, e aqui no Brasil, tendo que bater no fundo do poço pra se livrar do pt. Como os EUA ainda não atingiram esse patamar, naturalmente o Trump tem que dar uma aliviada e fazer uma média, pq se entrasse de cabeça batendo forte na esquerda, adotando um discurso realmente republicano, ele ia se estrepar. Ainda não há condição pra que um cara com um tom mais pesado igual ao Ted tenha condição real de vencer.
    É impossível que um candidato vença defendendo uma agenda liberal/conservadora, simplesmente pq a lavagem da esquerda já foi extremamente bem feita na cabeça das pessoas, hoje a esquerda domina TODOS os setores de formação da opinião pública, mídia, educação, publicidade, ongs, filmes, músicas, artistas, essas redes sociais que são um instrumento global de propaganda de esquerda, além é claro do financiamento de campanhas. Se a pessoa não tiver iniciativa por conta própria pra conhecer o outro lado, acabou, vai morrer alienada naquilo.
  • faustoar1974  03/08/2016 18:34
    Alguém já disse que o "fim do Ocidente" se aproxima ? Afinal, quem pagará a conta do "estado-de-bem-estar-para-todos", cada vez mais popular na Europa (ocidental) e EUA ? Quem combaterá a influência cada vez maior do Islã nesses mesmos lugares ? Quem será párea para China e Rússia daqui 10-20-30 anos ? Republicanos ou Democratas no poder na América, não fará muita diferença. Temos sim, que nos prepararmos para o "apocalipse". As liberdades, prosperidade, paz e etc, tão caras à cultura judaico-cristã estão com os dias contados. Quem viver - verá.
  • Americano  01/08/2016 19:58
    O Trump é um molenga.

    Se fosse eu, mandaria abrir um canal marítimo na fronteira do México.

    Eu faria um Canal da Mancha americano.

    Welcome to America's Island !

    Seria uma AMEXIT !
  • anônimo  02/08/2016 09:51
    Não misture alhos com bugalho, fi
    Combater o welfare state e os ilegais que vão pra lá por causa disso não tem nada a ver com esse protecionismo fanático que vc acha bonito.
  • Erick  01/08/2016 20:03
    Ainda assim, acho que Trump será menos nocivo aos EUA que Hillary
  • Kek  02/08/2016 13:26
    Com certeza, mas o problema é que o Trump pode manchar o nome do partido republicano que é mais pró-mercado.
  • Andre Canine  01/08/2016 20:36
    Economicamente são iguais, mas conforme dito no artigo, a posição do trump a respeito de políticas de desarmamento e contra lobby politicamente correto já é algo que lhe dá vantagem em relação a hilary clinton. Então a decisão sobre em qual votar parece bem fácil para os libertarios americanos.
  • Ricardo Bordin  01/08/2016 21:41
    Os Americanos deveriam é prestar atenção no que o estatismo fez com a América Latina:

    https://bordinburke.wordpress.com/2016/06/09/o-preco-de-nao-olhar-para-baixo/
  • Taxidermista  01/08/2016 22:27
    Eles podem verificar o que o estatismo está fazendo com os Estados Unidos mesmo:

    store.mises.org/How-Capitalism-Saved-America-P260.aspx

    tomwoods.com/books/rollback/
  • Marcos  02/08/2016 15:03
    Caros colegas, dado que os comentários atentaram mais para os aspectos imigratórios, coloco aqui alguns questionamentos a respeito.


    "Sou leitor frequente deste blog. Aprendo muito e vejo o Liberalismo simplesmente como a coisa que faz sentido para permitir o desenrolar de uma vida em sociedade.
    No entanto, em face, até, das leituras, de vez em quando me surgem dúvidas, e, aqui, coloco mais uma:

    Uma sociedade convencida da funcionalidade do liberalismo clássico e que se rege por ele, provavelmente, terá um estado pequeno, no menor nível possível.
    No entanto, uma vez que existem outras nações no mundo, essa condição de estado pequeno não colocaria essa sociedade/nação em condição de fragilidade no plano internacional?

    Por exemplo: se, por hipótese, nós (Brasil) fôssemos uma sociedade liberal clássica e, de repente, uma outra nação, por um motivo qualquer resolvesse se apropriar de parte do nosso território.
    Nesse caso, como nós, com um estado mínimo, faríamos frente a uma situação destas?
    Neste sentido, eu tendo a pensar que mesmo a configuração de um estado pequeno não pode prescindir, não somente, de forças armadas, mas de forças armadas super bem preparadas, até porque, se fôssemos liberais, provavelmente seríamos muito prósperos e isso poderia despertar o interesse de muitas nações em se apropriarem de nosso crescimento.

    Resumidamente, a pergunta seria: como seria possível viabilizar uma sociedade liberal, cercada de sociedades estatistas/esquerdistas?

    A mesma questão eu também dirigiria à problemática dos fluxos migratórios?
    Um imigrante que quisesse vir morar em uma sociedade liberal? Como seria isso?
    A teoria pregaria à abertura das fronteiras? Isso, em um fluxo migratório mais denso não comprometeria o rumo dos fundamentos liberais dessa sociedade, dado o efeito da miscigenação com outras culturas e valores relativos à propriedade, à liberdade e à paz?
    Mas isso contrária à ideia de liberdade para as pessoas? No caso, de liberdade para com o direito de se estabelecer onde bem quisesse, desde que respeitada a propriedade?
    Ou seja: será que um sociedade liberal teria que ser fechada para, justamente, preservar os seus valores que a levaram a ser próspera?

    Já agradeço os possíveis comentários e indicações de leitura."
  • Jon  02/08/2016 17:30
    Realmente o primeiro texto idiota que vejo no IMB. Trump não é o ideal, com certeza, mas o que os candidatos que se dizem defensores do conservadorismo fizeram? Sequer capacidade de ganhar uma nomeação, de conquistar inteligentemente as pessoas! O triste é ver o texto passando a ideia e igualando os dois, o que é mentira. Com Trump há chances reais de manter a suprema corte americana conservadora. Há tranquilidade de manter viva a segunda emenda. Há a certeza de se lutar contra o islam. Já isso torna Trump muita melhor opção do que a Hillary!
  • BonJovi  02/08/2016 17:55
    "Trump não é o ideal, com certeza, mas o que os candidatos que se dizem defensores do conservadorismo fizeram?"

    E quem aqui quer "candidatos que se dizem defensores do conservadorismo"?

    "Sequer capacidade de ganhar uma nomeação, de conquistar inteligentemente as pessoas!"

    E o que o IMB tem a ver com isso?!

    "O triste é ver o texto passando a ideia e igualando os dois, o que é mentira."

    O texto cita fatos e apresenta argumentos, sustentados em fontes. Já você recorre apenas a xingamentos, a afetações emotivas e a efusões de indignação. Por que os dois são diferentes se ambos fazem exatamente o mesmo discurso?

    Aprenda a argumentar. Ou, utilizando um linguajar trumpiano, vire homem e deixe de ser frouxo.

    "Com Trump há chances reais de manter a suprema corte americana conservadora. Há tranquilidade de manter viva a segunda emenda. Há a certeza de se lutar contra o islam."

    Por que Trump manteria a suprema corte conservadora? Olhe o histórico de vida do cidadão. Não há nenhuma atitude em sua vida que seja conservadora. O sujeito é pró-aborto, já se casou várias vezes, e defende socializada. Há várias entrevistas dele no YouTube falando abertamente sobre isso.

    Aprenda a escolher seus heróis.

    Quanto a "combater o islã", não se preocupe. Tá cheio de neoconservador americano tentando angariar votos pra Hillary utilizando o argumento -- verídico -- de que ela é um falcão em política externa. E é mesmo. Verifique o histórico dela. Não há uma intervenção americana em terras islâmicas que ela não tenha aprovado e votado a favor.

    " Já isso torna Trump muita melhor opção do que a Hillary!"

    Isso o quê? Acabei de mostrar que ambos são iguais.

    "Realmente o primeiro texto idiota que vejo no IMB"

    Já o seu é o primeiro comentário idiota vindo de um não-esquerdista na história deste site. Muitas congratulações pelo feito.

    P.S.: ah, sim. Ron Paul comenta sobre os dois.
  • DeusOdeia  02/08/2016 17:37
    Adoro quando os libertários colocam a culpa no caráter humano para atacar a democracia.
  • Gramunhão  02/08/2016 17:56
    Sim, pois o correto seria falar, sei lá, que a culpa é das estrelas, ou de forças extraterrenas, ou de Lúcifer, ou do alinhamento de Saturno com Plutão.

    Onde já se viu dizer que o caráter humano influi nas decisões que as pessoas tomam sob um arranjo democrático, porca miséria?

    Esses libertários precisam aprender com DeusOdeia, que tem as corretas explicações esotéricas para tudo. Ah, sim, mas é claro: a democracia não funciona porque DeusOdeia! Como não havia sacado isso antes?
  • anônimo  02/08/2016 21:23
    Existe uma correlação engraçada entre ateísmo e certa quantidade de lixo esquerdista que esse pessoal gosta.
    Explicar melhor essa correlação é uma tarefa pro futuro.
  • DeusOdeia  03/08/2016 05:55
    A culpa é da democracia, das estrelas, ou do caráter dos humanos ?

    Da mesma for que influi na decisão dos governantes através do governo, influi de um empresário através de sua empresa, de um empregado através da sua escolha de trabalhar para quem quiser e do consumidor de comprar um produto.

    Lógico que o caráter das pessoas são conduzidas com o auto desejo, e infelizmente os governantes tomam essa "condução" através do dinheiro das próprias pessoas, para fingir que irão faz isso para o bem das próprias, quem aqui não leu Miltão ?

    Adoraria ver um sistema Ancap, como decisões do empresariado na vida das pessoas. Agora use a democracia para acabar com ela.

    Ou as pessoas fazem porquê querem ou elas são obrigadas a fazer, não a dicotomia.
  • rafael barros  02/08/2016 18:18
    tudo verdade, sempre achei o trump o pior candidato republicano, porem pensando politicamente acho q por ele ter esse pensamento estatizante, carisma e coragem para peitar a esquerda seria o melhor caminho da vitoria republicana, o afegao medio trabalhador burro de carga quase n se informa corretamente e continua amando o estado
  • Pinguin Vesgo  03/08/2016 14:52
    Vejam o que Jeffrey Tucker descobriu: políticos são estatistas e acham que podem mudar o mundo pela política !!!! Merece o Prêmio Nobel da obviedade com louvor.
    Agora em termos de comparação em si, parece ignorar aspectos fundamentais ou os diminui para tentar provar seu ponto (que os dois candidatos são iguais). O fato de Trump não ser um político óbvio e de não fazer parte do núcleo fisiológico do seu partido é a diferença essencial entre ele e Hillary. Os próprios libertários, por entenderem de economia, vivem dizendo por ai (com razão) que "as pessoas respondem a incentivos". Como então comparar uma candidata que recebe milhões das mesmas forças de mercado metacapitalistas que praticam o manjado capitalismo de compadrio há décadas com um sujeito que financia sua campanha em grande parte do próprio bolso e de doadores individuais? Considerando que pessoas respondem a incentivos, o incentivo de Hillary Clinton está muito claro.
    Fazer uma análise do discurso e ignorar esses estímulos poderosíssimos por trás dos candidatos torna a análise meramente semântica.
    Mas mesmo na semântica poderia ser melhor. Quanto ao salário mínimo, há uma distorção evidente. Dizer que "Não entendo como alguém consegue viver com 7 dólares por hora" NÃO é sinônimo de dizer que "Eu, se for presidente, vou pegar a caneta e fazer uma lei ordenando que o salário mínimo seja de 15 dólares por hora". É típico dos mal intencionados ou dos analfabetos funcionais lerem uma coisa e interpretarem outra de acordo com suas convicções já estabelecidas. Como Jeffrey Tucker não faz parte do segundo grupo, temo que faça parte do primeiro. Trump ainda acrescenta: os Estados que (se julgarem conveniente) decidam por leis de salário mínimo. O governo federal pouco tem que se meter nisso. Essa posição, apesar de evidentemente não ser a ideal do ponto de vista econômico, deveria ser aplaudida, não criticada, visto que, do lado democrata, os candidatos defendem claramente a interferência do governo federal para aumentar o salário mínimo.
    Outra coisa é dizer que "ambos querem fazer os EUA dominar o mundo" sem diferenciar um aspecto fundamental: o mecanismo. Trump propõe um país forte economicamente (ai o questionamento de como atingir isso é válido, ele é um idiota em economia por enquanto) e com defesa militar, mas não necessariamente intervindo ativamente em outros países. Já Hillary é globalista: propõe interferência direta econômica e militar quando convier e está disposta a fortalecer instituições como a ONU, as quais Trump não está nem ai. Nesse sentido, não é incorreto dizer que enquanto Hillary é a favor de um planejamento central global, Trump pelo menos se limita a fazer um planejamento central local, sendo a influência global apenas indireta. É comparar bananas com maçãs.
    De todo modo, limitando-se ao sentido econômico, os dois são temerários no discurso (mas entre discurso eleitoral e prática há sempre um abismo é bom lembrar). Mas não, não são iguais e diferem em aspectos essenciais (alianças que controlam o sistema financeiro do crony capitalism e apego ou rejeição a elites globais). E infelizmente Realpolitik é exatamente isso: a eterna busca do menos pior, a escolha entre levar um tiro na cabeça ou no tórax. O sujeito vai sair ferido do mesmo jeito no final. Mas em um ferimento ele tem alguma chance de se sair um pouco melhor (ou menos pior) do que com o outro, ainda que exista um enorme dano em qualquer um dos casos.
  • Coringa Estrábico  03/08/2016 15:27
    Ah, entendi. Trump é muito superior a Hillary porque não é um político profissional, ao contrário dela.

    Pouco importa que ambos tenham, explicitamente, a mesma plataforma econômica e pensem identicamente em termos econômicos. O que realmente vale é que ele é de fora e ela é de dentro. Só isso já basta para ter um entusiasmo incontido por ele. Só isso já basta para provar de maneira incontestável que "o cara é do bem".

    Realmente, é bem brasileiro isso.


    Quanto à posição de Trump em relação ao salário mínimo, parece que o mal intencionado (e caluniador) é você: o sujeito já se manifestou vocalmente a favor do aumento do salário mínimo federal.

    Trump: "At the same time, people have to be taken care of. But what I'm really going to do on the minimum wage -- but it has to go up.. .. So I would like to raise it to at least $10.""

    A journalist then followed up, "You said we need to raise it to $10. … Are you talking about the federal minimum wage?" Trump confirmed, "Federal."

    www.politifact.com/truth-o-meter/statements/2016/jul/28/donald-trump/donald-trump-gets-full-flop-stance-minimum-wage/

    E tem mais aqui:

    "Donald Trump said Tuesday he would support raising the federal minimum wage to $10 an hour, a departure from his previous assertion that wages are "too high.""

    edition.cnn.com/2016/07/27/politics/donald-trump-minimum-wage/


    E ainda mais aqui:

    Donald Trump expressed openness to raising the federal minimum wage during an interview on Wednesday.

    "I'm looking at that, I'm very different from most Republicans," the presumptive GOP presidential nominee told CNN Wednesday about the prospect of increasing wages.

    thehill.com/policy/finance/278778-trump-expresses-openness-to-raising-minimum-wage


    Sugiro se informar melhor dos fatos antes de sair ofendendo.

    Quer defender Trump e dizer que o sujeito é supimpa? Fique à vontade. Mas faça isso sem inventar coisas. Tenha a hombridade de aceitá-lo como ele é, e não como você imagina que ele seja.
  • Pinguin Vesgo  03/08/2016 16:02
    "Ah, entendi. Trump é muito superior a Hillary porque não é um político profissional, ao contrário dela."

    Exatamente. Os estímulos de Trump são outros. Pode-se alegar que a presidência seja para ele, antes de tudo, uma questão pessoal, fruto de seu narcisismo. Ele não tem motivações e interesses tão óbvios quanto Hillary Clinton.

    E cuidado com o analfabetismo funcional que citei: Não disse em momento algum que "o cara é do bem", só apontei que, ao contrário do que o Jeffrey Tucker afirma, eles não são iguais.

    Com relação ao salário mínimo, eu usei a referência do próprio artigo. Se for ficar Googleando por ai você vai achar um monte de coisa, que também via de regra cai na mesma linha do "leio uma coisa, entendo outra porque quero". Por exemplo: "I would like to" não é sinônimo de "I will". Qualquer professor de inglês do ensino fundamental deveria ensinar isso após o verbo "to be". Mas pelo visto isso não tem acontecido.

    "Pouco importa que ambos tenham, explicitamente, a mesma plataforma econômica e pensem identicamente em termos econômicos."

    Sim. Políticos interferem em aspectos muito além da economia de um país infelizmente.
  • Leandro Menezes  06/08/2016 11:39
    O Trump vai ganhar. Quem quiser, pode apostar.
  • Emerson Luís  14/09/2016 23:23

    "Fora isso, no que diz respeito às políticas de ambos, ou mesmo ao que ambos defendem, a diferença entre os dois é quase imperceptível."

    Gosto dos artigos do JT, mas desta vez não posso concordar completamente com ele.

    Trump não é o ideal para os libercons, mas, havendo apenas essas duas alternativas, ele é melhor do que a Clinton.

    * * *

  • Bode  18/09/2016 15:12
    Em artigo publicado no City Journal, intitulado "If you build it...", Edward Glaeser desmistifica o investimento estatal em infraestrutura como promotor do crescimento econômico, ao apresentar o caso do Japão, no qual o governo investiu a incrível soma de US$ 6,3 trilões em infraestrutura, alçando o país a 7ª posição de melhor infraestrutura no mundo, mas não logrou o almejado crescimento econômico. O artigo é leitura obrigatória aos desnvolvimentistas.


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