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A Argentina é inviável

Durante a segunda metade do período kirchnerista, as contas do governo argentino ficaram no vermelho.  O déficit orçamentário foi crescendo aceleradamente até chegar ao insustentável valor de 7% do PIB em 2015.

Tendo decretado moratória no início da década de 2000 (e reincidido em 2014), o governo não conseguia se financiar facilmente via empréstimos no mercado financeiro.  Consequentemente, teve de recorrer à inflação monetária — isto é, colocar o Banco Central para imprimir dinheiro — para financiar seus déficits. 

A criação de dinheiro — principalmente a partir de 2009 — ocorreu a uma velocidade espantosa.

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Como consequência, os preços se descontrolaram, com a carestia chegando a alcançar os níveis mais altos do ranking mundial.  No entanto, dado que, em 2012, o governo decretou que era crime divulgar as taxas reais de inflação, ninguém realmente sabia qual era a verdadeira taxa de inflação de preços no país.

Para culminar, o governo Kirchner fechou a economia ao comércio internacional e adotou um discurso mais alinhado ao governo venezuelano do que ao dos países desenvolvidos.

Os resultados foram lamentáveis: 2,3 milhões pessoas caíram na pobreza durante o último mandato de Cristina Fernández de Kirchner, com a pobreza geral alcançando quase 30% da população.  Já segundo a Unicef, havia quatro milhões de crianças na pobreza, sendo que 1,1 milhão estava na pobreza extrema.

Segundo um recente estudo feito conjuntamente pela Universidade de Buenos Aires com a Universidade de Harvard, nós argentinos estávamos mais pobres em 2014 do que éramos em 1998, graças à desvalorização do peso e a um crescimento econômico muito inferior às estatísticas oficiais divulgadas pelo governo.

O congelamento

Uma das grandes causas do desarranjo atual foi a política de congelamento dos preços dos setores de energia, de transporte e de água — que são popularmente chamadas de "tarifas de serviços públicos".

O sistema de tarifas congeladas predominou durante os últimos 14 anos e, como não poderia deixar de ser, exigiu que o governo transferisse uma enorme quantidade de recursos para as empresas produtoras para cobrir a diferença entre receitas (congeladas) e custos (em acelerado crescimento por causa da inflação monetária).

Em 2015, somente em subsídios com energia, foram gastos 170,3 bilhões de pesos, um aumento de 4.123% em relação ao ano de 2006.  Em termos do PIB, os subsídios à energia, à água e ao transporte chegaram a 5% em 2014.

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Isso gerou um ciclo vicioso.  Quanto mais o governo imprimia dinheiro, mais os custos operacionais das empresas aumentavam.  E como os preços estavam congelados, suas receitas não subiam.  Consequentemente, mais subsídios o governo tinha de dar às empresas.  Só que os subsídios aumentavam os déficits orçamentários do governo, os quais eram então financiados com mais impressão de dinheiro. 

Essa ciranda resultou em uma das maiores carestias do planeta.

E, como sempre ocorre com os controles de preços, o congelamento tarifário gerou um enorme incremento do consumo (aumentou a demanda), o qual não foi acompanhado por um aumento da produção (pois as receitas estavam congeladas).  Como consequência, a oferta desses serviços se deteriorou, não conseguindo suprir a demanda. 

Em um recente informe publicado pelo atual governo, foi relatado que, de 2003 a 2015, o consumo de gás natural aumentou 41%, o de energia elétrica, 58%, e o de gasolina, 153%.  No entanto, com preços congelados, a oferta não acompanhou a demanda.  Consequentemente, perdeu-se um estoque de reservas equivalente a quase dois anos de produção de petróleo e a mais de nove anos de produção de gás. 

Isso gerou uma deterioração dos serviços: os cortes na oferta de gás para as indústrias, que apresentaram uma taxa de 3% em julho de 2003, subiram para 17% em julho de 2015.

Na região metropolitana de Buenos Aires, as residências ficaram, em média, 32,5 horas sem luz apenas em 2015.  Em 2003, a média de horas de apagão era de 8,3.  Ou seja, os blecautes quadruplicaram em 12 anos.

Por fim, também segundo os dados oficiais, de 2001 a 2012, o congelamento das tarifas fez com que o gasto total com eletricidade caísse 80% em termos reais (quando se considera toda a inflação de preços).  Ou seja, na prática, o kirchnerismo praticamente obrigou as empresas a distribuir luz de brinde para os usuários.

O atual governo, acertadamente, decidiu abolir essa política de controle de preços, a qual estava afetando severamente os investimentos nesses setores.  Além da abolição do congelamento, foi anunciada também a intenção de se acabar com os subsídios.

Consequentemente, houve um reajuste tarifário que doeu no bolso dos argentinos.

E aí os problemas se agravaram.

Temos de mudar, mas ninguém quer

Era evidente que a economia argentina tinha de mudar todo o seu modelo.  Mais ainda: se não mudarmos, corremos o risco de nos tornarmos um país inviável.

Só que parece que ninguém quer mudar.  Vejamos.

Para começar, o próprio governo atual anunciou que, para evitar custos sociais e políticos, as mudanças deveriam ocorrer de maneira gradual.  Por exemplo, para combater o déficit orçamentário do governo, que é a causa principal da inflação, os gastos do governo têm de ser reduzidos.  Mas o atual governo anunciou que pretende reduzir os gastos em apenas 2 pontos percentuais em relação ao PIB.  Mas isso não é nada, uma vez que, durante o kirchnerismo, os gastos do governo cresceram nada menos que 20 pontos percentuais em relação ao PIB.

Quanto mais gradual for essa mudança de postura em relação aos gastos, mais tempo levará para se resolver os problemas.

Só que, para piorar, mesmo perante esse anúncio de gradualismo, a reação contrária foi veemente.  Vejamos.

Perante o anúncio de que haveria uma gradual redução dos subsídios energéticos, o que impactou as tarifas que se pagam pelos serviços de luz e gás, o governo federal não apenas encontrou resistência dos governadores das províncias, como também o judiciário mandou conter os ajustes.

Recentemente, os governadores das províncias se reuniram com os ministros do Interior e da Energia e decidiram que os ajustes não poderiam ultrapassar 400% para o consumo residencial e 500% para o consumo comercial.  Parece muito, mas isso nem sequer repõe as perdas inflacionárias.

Como se não bastasse, vários dirigentes empresariais vieram a público criticar a medida como sendo "brutal", sendo que, nos países vizinhos, os empresários operam com normalidade pagando tarifas que chegam a ser de 2,6 vezes mais onerosas, como é o caso do Chile.  Na Espanha, o custo energético é 4,5 vezes maior que na Argentina.

O que realmente chama a atenção é: onde estavam os governadores das províncias e os membros do judiciário que não protestaram quando o kirchnerismo levava adiante a política de destruição do poder de compra da nossa moeda?

Esse realinhamento tarifário não é uma obra do acaso; ele é consequência direta das políticas inflacionárias do governo anterior e do congelamento de preços.  Foi a inflação — ou seja, o aumento de preços gerado pelo aumento excessivo da oferta monetária, que triplicou em pouco mais de 3 anos (aumento esse feito pelo governo Kirchner para cobrir os déficits orçamentários do governo) — em conjunto com o congelamento de preços o que desarranjou toda a economia, levando à necessidade de um realinhamento do câmbio e das tarifas dos serviços públicos.

Onde estava o judiciário à época?

Outra reforma necessária é a redução da burocracia estatal, começando pela demissão de 200.000 funcionários públicos indicados por critérios políticos pelo governo anterior e que simplesmente nem sequer aparecem para trabalhar

(Há 4 milhões de funcionários públicos na Argentina). 

Mas, mesmo perante o simples anúncio dessa intenção, as manifestações contrárias foram estrondosas. Consequentemente, o ministro da modernização avisou que o total de servidores fantasmas que serão demitidos será de apenas 10.900.  Ou seja, menos de 0,3% do total de funcionários públicos e apenas 5,5% dos funcionários fantasmas.

Adicionalmente, o líder sindical Hugo Moyano [o principal sindicalista da Argentina] ameaça fazer uma greve geral caso todos os trabalhadores, sem distinções, não recebam um aumento salarial de 42%, e os empresários estão fazendo terrorismo, auxiliados por alguns veículos da mídia, contra uma suposta onda de importações que poderia "invadir" o país caso o governo avance em seus planos de uma maior abertura comercial.

Para completar, a Aerolíneas Argentinas, estatizada pelos Kirchners, dá um prejuízo ao Tesouro de 2 milhões de dólares por dia.  Os grupos de interesse e os sindicatos não querem nem ouvir falar em privatização, o que significa que esse prejuízo é coberto com emissão monetária.

O governo, aparentemente, já tomou nota dessas reclamações e, para ficar politicamente de bem com todos, anunciou aumentos para os aposentados, para os salários dos professores, e aceitou frear o ajuste tanto das tarifas quanto da reforma do setor público.

Muito além da análise política de cada decisão, o inegável é que todas essas políticas levarão a um maior déficit fiscal do governo, bem acima do originalmente planejado.  Sendo assim, não há perspectivas de uma queda acentuada da carestia.

Ou seja, estamos reeditando os mesmos problemas que nos trouxeram à nossa atual situação.

Nosso país já provou a receita fracassada do intervencionismo populista.  Nos últimos 14 anos, o déficit fiscal financiado com emissão de dinheiro e com endividamento do governo em nada melhorou a qualidade de vida dos argentinos.  Não obstante, sempre que se anuncia a intenção de uma mudança de rumo, ainda que de maneira bem gradual e tênue, a resistência se mostra feroz.

A continuar assim, a Argentina será, sem dúvida, um país inviável.


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autor

Iván Carrino
é analista econômico da Fundación Libertad y Progreso na Argentina e possui mestrado em Economia Austriaca pela Universidad Rey Juan Carlos, de Madri.


  • Livre Mercado  30/06/2016 14:53
    Prato cheio para esquerdista torcendo para o fracasso de Macri na Argentina.
  • Andre Cavalcante  30/06/2016 15:46
    Acho que é só uma questão de tempo para ele fracassar também.

    Será preciso alguém meio maluco que feche o congresso, faça as reformas profundas nas instituições, faça a abertura da economia e depois, como fatalmente vai acontecer, vai ser destronado (por causa do sofrimento do povo - é a justificativa padrão). Só que se o governo da Argentina (ou do Brasil) já fizer o dever de casa antes da queda, talvez o país tenha algum futuro.

  • Livre Mercado  30/06/2016 14:59
    Juntar política e economia dá nisso aí, destruir a segunda é fácil, mas reconstruí-la... Não alimentei grande otimismo com o governo de Macri na Argentina, mas esperava algum bom senso e não esse inútil ajuste gradualista, me causa espanto tamanha ignorância econômica em tempos de tamanha obviedade diante do exemplo brasileiro.
    Ajuste bom mesmo foi o Fujishock de 1990 no Peru, o instituto poderia fazer um artigo sobre esse evento, um raro exemplo de bom senso econômico neste continente.
  • Henrique Zucatelli  30/06/2016 16:18
    Sim, mas temos de entender as diferenças culturais entre os dois povos.

    O Fujishock, assim como todas as reformas liberais- até a eleição de PPK passam pelo povo. E falo por experiência própria: peruanos adoram trabalhar. Seja como empregado, agente de trading ou como empreendedor eles dão duro em tudo que fazem. Logo, foram ELES que pediram pelas reformas.

    Já o argentino padrão criou as mesmas bases morais socialistas que o venezuelano: precisamos de um Estado enorme, muitos direitos positivos e impostos para os ricos. Lamentável.

    Por isso advogo pela tese do povo guiando o destino de um país: a Suíça tem o Estado mais servil do mundo. Lá qualquer lei pode ser referendada com 50.000 assinaturas, independente da vontade de seus políticos. Por que então não fazem leis socialistas? Porque eles tem uma virtude pouco apreciada por socialistas: vergonha na cara.

    Se o argentino não quer reformas, é porque ele não quer trabalhar. Não é questão de ignorância. Não estamos avisando crianças que esse ano não vai ter presente no natal. São adultos plenos, conscientes do que estão fazendo... quase duas décadas de caos. É o mesmo caso da Venezuela.

    Eles não querem ruptura, não querem liberdade. Querem um messias que arrume grana para eles, e se for de empresário/capitalista/imperialista melhor ainda.
  • Roberto  30/06/2016 16:29
    "Por isso advogo pela tese do povo guiando o destino de um país"

    Beleza. Mas e se o povo tiver essa mentalidade atrasada? Como fazer?
  • Henrique Zucatelli  30/06/2016 16:53
    Na prática você tem algumas opções, caso more em um país de idiotas como o Brasil:

    1- Se aproveitar de suas leis esdrúxulas para lucrar e continuar nele ou;

    2- Migrar para um país com mentalidade libertária como a Suíça, Cingapura, Hong Kong etc.

    Eu (por enquanto) estou na primeira opção. No produtivo me aproveito das barreiras protecionistas e no financeiro eu sou short seller, operando no day trade. Mas meu desejo mesmo é cair fora daqui alguns anos.



  • Teco Teco  30/06/2016 17:18
    O sempre presente e respeitoso Henrique Zucatelli oscila em suas colocações, sempre cheias de incoerências e meias-verdades.

    Que papinho mais furado é esse de: "povo guiando o destino de um país".
    Deixe de ser tosco, ninguém precisa ou deve ser guiado, CADA UM DEVE GUIAR SUA PRÓPRIA VIDA.

    Vem você com essas entidades abstratas: "povo", "destino", "país".
    Pelo amor...

    O IMB antes um lugar de ANCAP/Libertários...hoje imundado de "falsos".
    Triste, muitos que conheço até pararam de ler e comentar por aqui...

    Esqueça essas balelas, foco: Liberdade e Propriedade Privada.
  • Henrique Zucatelli  30/06/2016 20:11
    Teco Teco, acho que eu estou pagando o preço de algo que eu não fiz.

    Antes de me criticar ou apontar seu dedo me chamando de "falso libertário", tente me entender: como ser livre em uma sociedade que busca o totalitarismo em suas várias formas: socialismo, behaviorismo, fabianismo etc?

    A minha indagação é a mesma de Rothbard: se o povo é a maioria, por que o Estado faz o que quer? Legitimidade assegurada. Por isso afirmo que o povo guia o destino do país. E por isso afirmo também que qualquer democracia depende do papel cultural, onde você encontra uma Suíça com um Estado servil e uma Venezuela com um Estado totalitário.

    Concordo plenamente que transito entre o Monocracismo e Anarquismo de Livre Mercado. Mas te garanto que não é falta de caráter, mas reflexão filosófica. E também não sou nada inovador nesse ponto. Sabe quantas vertentes de pensamento derivam do ideal libertário Aristotélico? 30. Trinta escolas de pensamento libertário, que vão do Anarco capitalismo até o Comunismo libertário.

    A máxima ANCAP é ignorar tudo que está além da propriedade privada. Porém essa métrica é o mais tolo dos enganos que um libertário pode cometer: ele esquece que o ser humano tem uma tendência a dominar o outro, e que o outro nem sempre acha o domínio algo ruim, principalmente se o prejudicado for alguém que ele não goste. Tudo isso se traduz no coletivo: seja uma democracia, seja uma monarquia parlamentar, seja o tipo de Estado que for.

    E é justamente pela complexidade e pela escolha coletiva que o pensamento ANCAP se torna praticável somente limitado aos seus praticantes. Mesmo que vários libertários comprem uma determinada porção de terra suficiente para ali se conclamarem uma nação privada (eu mesmo sugeri isso há dois anos), nada impede que seus filhos mudem de ideia e transformem sua propriedade em república. Não foi isso que aconteceu com a maioria das monarquias?

    Em suma, o que os ANCAPs não aceitam é que existem pessoas que conscientemente não querem liberdade, seja em algum aspecto (drogas, prostituição, armas) ou em vários (comportamento, trabalho e religião), e a intensidade disso varia de cultura para cultura. As que são mais honestas e afeitas ao trabalho normalmente tendem a ser menos intrusivas. Aquelas mais arraigadas ao paternalismo são consequentemente mais afeitas ao populismo.

    O libertário que percebe isso naturalmente estuda outras formas de viver em qualquer ambiente ou migrar se ali não for conveniente a sua vontade. Esse é o foco.
  • Anderson d'Almeida  30/06/2016 23:42
    Concordo com Zucatelli. Esta abstração, povo, é no mínimo um reflexo.

  • Teco Teco  01/07/2016 12:32
    Escusas pelas ásperas palavras.

    Sua profundidade de pensamento vai além e chega longe.

    Mea culpa e confesso que as vezes me sinto em uma "bolha", por acreditar que os demais deveriam simplesmente encarar a LIBERDADE da forma que enxergo dentro uma perspectiva ANCAP(Liberdade, Propriedade Privada, e todos os outros principíos que destes derivam), quando na verdade as coisas estão para muito além disso, vide os "aspectos culturais" que são de difícil superação.

    Esclarecedor nessa segunda exposição, quando coloca aspectos bem mais amplos e com foco de debate diversificado.
    Meus singelos cumprimentos.

    A questão a saber: como incutir ideias de Liberdade em "povos", que claramente as rejeitam sob todas as formas?

    Sucesso!
    Teco Teco

  • Livre Mercado  30/06/2016 16:38
    Realmente faz sentido tudo que falou dos peruanos, aquele Fujishock foi radical demais, até o ministro da economia da época pediu a ajuda de Deus em cadeia nacional, e apesar de toda o peso do ajuste, a população aceitou e anos mais tarde referendou a atual constituição liberal que rege o Peru.
    Fiquei até emocionado com seu primeiro parágrafo relatando os peruanos, estou muito interessado nesse país, pode compartilhar um pouco mais de seus conhecimentos sobre aquele país?

  • Henrique Zucatelli  30/06/2016 20:20
    Sim, eles realmente são um povo único. Simples, bem humorados em tudo que fazem, e muito, muito trabalhadores.

    Se quiser conhecer melhor o Peru (e até fazer negócios), deixe seu email que vou passar seu contato para um amigo peruano que vive entre Cusco e São Paulo assim que ele voltar de viagem.

    Abs,
  • Guilherme  30/06/2016 15:05
    Qualquer semelhança com o que vem acontecendo no brasil, não é mera coincidência...
  • Pessimista  30/06/2016 15:38
    Isso é a democracia, ou você se sujeita aos grupos de interesses ou você será derrubado por eles.

    Quem espera algo da democracia tem que quebrar a cara mesmo.
  • mauricio barbosa  30/06/2016 16:42
    Só uma mudança cultural para varrer a praga estatista e socialista\comunista da América Latina e do Brasil em particular,
    eu fico indignado com essa ignorância das pessoas e da safadeza dos sindicalista,dos políticos demagogos e dos socialistas\comunistas em especial.Haja paciência.
  • saoPaulo  01/07/2016 11:31
    E como se pode mudar a mentalidade de uma população doutrinada desde criança por escolas estatais?
    O primeiro passo seria acabar com educação estatal compulsória, mas tente dizer isto para qualquer pessoa fora do círculo liberal/libertário, e veja elas fazendo cara de nojinho...
  • Andre Cavalcante  30/06/2016 15:43
    Dúvida:

    É possível uma hiperinflação na Argentina? Digo isso porque não sei se eles tem por lá lei de responsabilidade fiscal que, bem ou mal, impede que o Banco Central financie diretamente o Tesouro.

    Abraços

  • Gabriel  30/06/2016 15:49
    Pelo visto aquela esperança que havia acabado de diminuir ainda mais. Agora imagine uma venezuela da vida, como vai fazer para crescer mesmo se livrando do Maduro? Porque a tropa de socialistas bandidos vai continuar lá fazendo de tudo para barrar qualquer coisa.

    Mas pelo menos o Brasil parece estar dando sinais de que não pretende chegar nesse modelo. Mas tudo vai depender desse governo temer e do que ganhar as eleições de 2018.
  • Pessimista  30/06/2016 16:12
    Acho a situação da Venezuela mais favorável para uma mudança do que da Argentina ou do Brasil. Afinal, é muito mais fácil reconstruir algo quando já está tudo destruído.
  • FL  30/06/2016 17:17
    Caro Pessimista, se entendi seu comentário, é preciso chegar bem fundo no fundo do poço, com fezes cobrindo a cabeça, para a população perceber o tamanho da encrenca em que se enfiou.

    Descer até metade do poço, sentir o início de um odor desagradável e voltar a subir nunca vai existir, pois no momento em que a primeira câimbra aparecer pelo esforço da escalada, a ideia vai ser:

    "Pra que subir? Vamos continuar descendo, o cheiro não era tão ruim assim e não sofríamos com essas terríveis câimbras. E mais, de quem foi a ideia de tentar subir? Vamos fazer de tudo para que essa ideia nunca mais volte!".
  • Bruno  30/06/2016 17:45
    Prezado FL,

    Vc discorda que o 7x1 ou outros acontecimentos DOLOROSOS pós Copa do Mundo não estejam ensinando as pessoas sobre o que é certo e sobre o que é errado neste país? Na sua opinião, as ideias deste instituto não estão alcançando muito mais pessoas hoje do que na loucura pré-2014?

    Infelizmente a dor no bolso parece fazer maravilhas ao raciocínio lógico dos menos letraddos
  • FL  01/07/2016 10:52
    Bruno, concordo totalmente com você.
    Foi só um exercício mesmo, e ajuda a entender (e concordar com) o nome do Pessimista.
  • Realista  01/07/2016 14:27
    Na verdade, as pessoas continuam indo pro fundo apenas por não perceberem que é de lá que está vindo o mau cheiro...
    Hoje em dia 99% das pessoas têm a mentalidade social democrata, incluindo as pessoas mais instruídas. Mas elas não são culpadas por esse defeito intelectual. Foram doutrinadas nos últimos 40 anos para pensarem assim. Construíram todo o seu ideário político e econômico em cima de bases falsas.
    Agora é muito difícil mudar isso. Qualquer tentativa de questionar a social democracia equivale a destruir os alicerces de um prédio. O cérebro das pessoas reage com mecanismos psicológicos de proteção. Por isso, negação e violência são o padrão contra ideias libertárias. Quase ninguém é capaz de ligar os pontos, e associar o caos atual à falta de liberdade...
  • Thiago Miranda   30/06/2016 16:19
    Pode tranquilamente substituir Argentina por Brasil e o relato será o mesmo.
  • Carlos Quintella  30/06/2016 16:23
    Nós e eles somos inviáveis. O Temer já comprometeu 150bi dos 170bi de prejuízos previstos esse ano.
  • Sociólogo da USP  30/06/2016 16:23
    "Ou seja, na prática, o kirchnerismo praticamente obrigou as empresas a distribuir luz de brinde para os usuários."

    Engraçado como o texto trata isso como se fosse um absurdo, como se não fosse papel do Estado(isto é, incumbido na lógica neoliberal adotado pelo mundo) fiscalizar e conter os delírios da iniciativa privada. O burguês que passa incólume na crise, não pode sequer um momento reduzir sua estratosférica margem de lucro para aliviar o bolso do mais pobre? Não há mais o saudoso sentimento de esforço em nome da pátria, não há mais empatia pelo mais abastado, não há mais a noção de que não se trata mais de dinheiro, enquanto um ser humano morre de fome. Onde esse mundo capitalista vai parar?!

    O desejo lascivo pelo lucro ainda vai destruir o homem...
  • Matheus Penha  30/06/2016 16:47

    Você quer que o "burguês reduza sua estratosférica margem de lucro para aliviar o bolso do mais pobre"?

    Simples: Zere a intervenção estatal, abra a concorrência e deixe o mercado trabalhar sem regulação.

    A falta do desejo pelo Lucro está destruindo a Argentina e não o contrário. Sociólogo, se você realmente tem algum interesse na Sociedade e não apenas em si mesmo, porquê não avalia um pouco os resultados empíricos das suas teses cor-de-rosa?
  • Luiz Novi  30/06/2016 18:25
    Subsidiar as empresas de energia, energia indexada a inflação, preço congelado, mais impressão de moeda para pagar o custo, que somos nós quem pagamos. Um ciclo vicioso que sinceramente ainda não entendo que existem pessoas que acreditam que congelando os preços o governo está ajudando o pobre.
  • Maverique  30/06/2016 17:02
    Aauhuauhauhuhauha...
    Troféu joinha! Pera dá um segundo caso da esquerda roubar o primeiro.

  • Gabriel  30/06/2016 17:09
    Toda essa retórica socialista e "intelectual" possui um pequeno problema (e que acaba sendo a sua destruição), quando elas são confrontadas com a realidade não se sustentam. Isso porque os subsídios concedidos pelo Governo Argentino são pagos de 3 maneiras: (i) Inflação via monetização para pagar a dívida; (ii) aumento de impostos para a população e; (iii) precarização dos serviços por falta de investimentos (ninguém investe em algo que não dá lucro). Isso sem contar que os recursos que foram para esses subsídios poderiam estar sendo melhor aproveitados em outras áreas como saúde e educação.

    É só sairmos do mundo da fantasia e olharmos a realidade que ninguém ira precisar de um mestrado, doutorado ou PhD para perceber que todas essas medidas estatizantes e populistas geram apenas a destruição de riqueza e, consequentemente, o empobrecimento de toda a população.
  • anônimo  30/06/2016 17:31
    Não sei como os caras ainda não entendem o tom irônico desse Sociologo da USP e do Capital Imoral...rs
  • George Vitor  30/06/2016 19:01
    Deixa de falar besteira. É claro que os ricos ganham nas crises socialistas, porque os socialistas são os ricos, os burocratas que criam as regulamentações e as leis que protegem a si próprios e a seus partidários, enquanto destroem aquilo quew outros, inclusive a classe operária construiu com trabalho.

    Pessoas se iludem achando que socialistas não gostam de lucro, abominam dinheiro e são amigos do papai noel, mas num sistema socialista, são os socialistas, e só eles, que são ricos.

    Puro absolutismo.

    Vocês não cansam de ver socialistas falarem baboseira, meu povo? Eu to que não aguento mais...
  • fox  30/06/2016 23:38
    LOL Muito engraçado! Pior que há muita gente "inteligente" que pensa assim!
  • Rafa  30/06/2016 16:37
    E Michel Temer está cedendo às pressões igualzinho a Macri. Ele pelo menos tem a desculpa de ser interino, de precisar agradar seus aliados para se manter no cargo. Mas não sei se, após o impeachment, ele terá forças para promover as reformas que realmente importam para a economia brasileira.
  • Renato  30/06/2016 17:30
    Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política...e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos "fantasmas". O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email é galenoeu@gmail.com
  • Pepe legal  30/06/2016 17:34
    Como um país pode se comprometer a não acabar com 100% de funcionários fantasmas? Tá certo esse trecho mesmo? Me parece surreal
  • Domingo  30/06/2016 17:58
    Jornal La Nación:

    "Según estimaciones hay 210 mil ñoquis en el Estado que le insumirían 20.160 millones anuales en concepto de salarios, sin contar aguinaldo y vacaciones"

    www.lanacion.com.ar/1856411-noquis-en-el-estado-hay-4-millones-de-empleados-publicos-de-los-cuales-entre-el-5-y-7-serian-fantasma


    Já o ministro da modernização, que é o encarregado de fazer o saneamento, nomeou a mulher para um cargo público:

    argentinatoday.org/2016/02/26/andres-ibarra-que-combate-a-los-noquis-nombro-a-su-mujer-directora-de-canal-7/


    E avisou que demitiu só 10 mil funças:

    www.diarioelzondasj.com.ar/politica/mas-de-10-mil-contratos-no-fueron-renovados-de-la-administracion-publica


    Entendeu agora o desespero do articulista?
  • Domingo  30/06/2016 18:10
    Ué, no Brasil, principalmente na esfera estadual, nas assembléias legislativas, o que mais tem é funcionário fantasma (os ñoquis argentinos). Ou vão me dizer que já se esqueceram desse vídeo?



    Eu mesmo conheço uma pessoa que ganha a vida assim. Está há mais de 35 anos fantasma na assembléia legislativa. Não acontece nada.

    Os sindicatos dos funças simplesmente não permitem demissões. E nenhum governo tem coragem de mexer com eles.

    Vejo que a Argentina é idêntica ao Brasil.
  • Inconformado  01/07/2016 14:29
    Porque você não denuncia essa pessoa, que não passa de um parasita em dose dupla?
  • Anderson d'Almeida  01/07/2016 01:28
    Meu Deus! Parece piada...

    E a repórter é das boas, foi atrás e tudo mais!
  • Joao Ernesto  01/07/2016 02:38
    É triste ver que um dos países mais ricos do mundo em meados do século passado, encontra-se quase arruinado por conta do populismo irresponsável de esquerda. Mas nem tudo esta perdido. A imprensa não tem sofrido os constrangimentos e a censura do período Kirchner, e certamente o povo argentino vai saber fazer escolhas no momento apropriado, por acaso ja fizeram ao elegerem Macri..
  • edu  01/07/2016 02:39
    Antes de sinalizar qualquer medida para liberalizar a economia, um governante precisa enfraquecer os grupos de pressão que só existem graças a privilégios ou financiamento dados pelo governo. Esses grupos são os mais ativos defensores do intervencionismo e do governo grande, portanto, sempre farão oposição aos liberais.

    Alguns exemplos para o caso do Brasil:

    Sindicatos: acabar com a contribuição/impostos obrigatórios e a unicidade territorial.
    ONGs: acabar com os repasses de recursos públicos.
    Servidores públicos: aprovar uma lei proibindo greves.
    Artistas: revogar leis de incentivo à cultura.

    Desse modo só iriam restar as organizações que realmente prestam serviços de interesse de seus membros, o que reduziria bastante seu uso político.

  • saoPaulo  01/07/2016 11:39
    Idéia interessante. Resta saber por que um político faria isto...
  • anônimo  01/07/2016 16:44
    Não e nunca dá certo agradar gregos e troianos.

    Por isso a secessão/autonomia até o nível individual de preferência é a única saída.

    Pessoas afins irão se agrupar com ideas afins.

    E territórios pequenos tem dificuldade em sustentar o socialismo por muito tempo.
  • Lucas Santos  01/07/2016 02:49
    Desculpem-me mas onde está o artigo original deste autor antes de ser traduzido
  • Pipo  01/07/2016 10:51
    economiaparatodos.net/macri-tiene-que-ajustar-su-rumbo-roberto-cachanosky/
    Outro artigo interessante para ler.
  • João Paulo  01/07/2016 14:46
    Maurício Macri agindo como qualquer outro político. Vai tentar agradar a certos grupos para ganhar uma próxima eleição.
  • Adriano  01/07/2016 15:01
    É bem compreensível o desespero do autor do artigo. Consertar a Argentina é um trabalho árduo e que levará algumas gerações - se tiverem sorte. É frustrante. Se me permite um conselho, mude de país.
  • Douglas  01/07/2016 16:49
    Se a Argentina é inviável, imagine a Venezuela.

    Parabéns à gloriosa democracia.
  • De barco para Miami  01/07/2016 20:53
    É tudo a mesma porcaria.

    Essa América Latrina é inviável.

    Dívida pública da Argentina: 48% do PIB
    Dívida pública do Brasil: 66% do PIB
    (1 x 0)

    Juros da Argentina: 30,75%
    Juros do Brasil: 14,25%
    (1 x 1)

    Crescimento do PIB da Argentina: 0,4%
    Crescimento do PIB do Brasil: -5,4%
    (2 x 1)

    Inflação da Argentina: 40,5%
    Inflação do Brasil: 9,2%
    (2 x 2)

    Desemprego da Argentina: 5,9%
    Desemprego do Brasil: 11,2%
    (3 x 2)

    Orçamento do governo da Argentina: -5,4%
    Orçamento do governo do Brasil: -10,3%
    (4 x 2)

    Dólar da Argentina: 15,03
    Dólar do Brasil: 3,23
    (4 x 3)

    Placar = 4 Argentina x 3 Brasil
  • Consciente  01/07/2016 21:04
    Cuidado com o discurso libertário. Geralmente os donos da palavra são os que se tornaram ricos às custas do estado e do povo, lançando depois o discurso da preservação da propriedade privada e do liberalismo para preservar seu poder ilegalmente adquirido.
  • Guilherme  01/07/2016 21:37
    Gozado, eu conheço exatamente o contrário: gente que enriqueceu no mercado e agora defende a restrição do mercado e as intervenções estatais exatamente para manter seus lucros. Essas são os famosos metacapitalistas: gente que, após ter enriquecido, pede que o estado feche o mercado e restrinja a concorrência. Todos os grandes empresários brasileiros são assim. George Soros é assim.

    E você? Qual libertário que você conhece que segue essas características que você citou?
  • Hugo  02/07/2016 00:17
    Na verdade, os dois estão com razão, mas teremos que desconsiderar os preconceitos presentes em ambos os discursos.

    Consciente está errado ao rotular as conquistas liberais de ilegais. Guilherme está errado em rotular todos os grandes empresários brasileiros de protecionistas.

    É fato que há vários empresários que usam de meios antiéticos para otimizar os lucros, como o trabalho escravo ou exploração predatória de recursos naturais, por exemplo. Mas há muitos outros que negociam de forma justa e respeitam a necessidade de seus funcionários e clientes. Pessoalmente, acredito que o sistema de livre concorrência do Capitalismo uma coisa extremamente positiva e capaz até de melhorar a vida de todos. No entanto, penso também que um mundo anárquico também não daria certo, pois nem todos os fatores da qualidade de vida do ser humano são lucrativos do ponto de vista do capital. Acredito na possibilidade de um Estado mínimo, que zele pela manutenção dessa livre concorrência e também em fornecer para os cidadãos condições de verdadeira Igualdade, pois, aí sim, a Meritocracia poderia realmente acontecer.
  • Mais Mises...  04/07/2016 13:16
    Discurso direeeeeeeeeeeto do DCE hein!
  • Korn  02/07/2016 16:41
    Caramba, a situação argentina é muito pior que a brasileira!!! Nós ao menos não chegamos no descalabro inflacionário, e chegaríamos se Dilma não caísse. Fica a lição: inflação depois que chega num nível tal, é muito difícil baixa la. Nós pelo menos ainda podemos fazer a inflação voltar a ficar comportada, e ao que tudo indica, faremos com Temer. E acredito que vamos continuar assim, quero dizer, creio que o risco de descontrole inflacionário foi afastado daqui pra frente, incluindo o pós Temer, e mesmo se o PT voltar, porque se esta desgraça retornar, será com Lula, obviamente, e este ainda tem algum zelo por preços comportados, nossa sorte. Dito isso, se eu estiver certo, o Brasil não vai rumar para o caos, embora a situação não será das melhores.
  • Mais Mises...  04/07/2016 13:26
    Entendo que o Temer não possui legitimidade perante os grupos fortes do Brasil (mídia, artistas e sindicatos). Na verdade, até no meio político ele, que é bem conciliador, não desfruta de tanto prestígio assim.

    Diante dessa situação, e da sua interinidade, não é fácil propor mudanças de fato... Ele começou bem demais na primeira semana, mas ao final de um mês, já havia perdido o pouco que consideramos positivo. Aumentos ao funcionalismo público, voltou atrás em algumas decisões (como a do fim do MinC) e as denúncias semanais envolvendo seus ministros (dos quais apenas 3 ou 4 julgo como razoáveis, todos os demais são politiqueiros e sofríveis!).

    Some-se a isso tudo uma sociedade polarizada e dividida em supostos grupos minoritários salpicado com ideologias progressistas que querem enfiar guela abaixo dos demais... Nosso Brasil está estagnado e não consigo ver uma luz no fim do túnel. A do Temer, que era uma lanterninha, já está com a pilha fraca e se esvaindo!
  • Matheus Lago  06/07/2016 04:03
    OLAVO TEM RAZÃO!!!!! KKKKKKKK
  • anônimo  10/07/2016 07:40
    Assim é muito fácil
    www.modoespartano.com.br/2016/05/olavo-o-analista-de-schrodinger.html
  • João Henrique  07/07/2016 13:54
    Parabéns pelo artigo. Muito informativo, objetivo e claro.
  • Emerson Luis  09/07/2016 13:26

    Déjà vu

    * * *


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