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Agora os ambientalistas ativistas querem impor uma sobretaxa à nossa comida

Em uma era mais civilizada — ou seja, durante os anos 1840, quando as tarifas protecionistas sobre os cereais estrangeiros foram abolidas —, uma redução no preço dos alimentos do povo era visto como algo benéfico.  Hoje, a coisa se inverteu: aumentar os preços dos alimentos em nome da "sustentabilidade climática" é, como diriam os franceses, de rigueur — obrigatório em termos de boa consciência.

Segundo reportagem do jornal britânico The Independent:

A Dinamarca está considerando propostas para introduzir uma taxa sobre a carne vermelha, após um instituto do governo chegar à conclusão de que "a mudança climática é um problema ético".

O Conselho Dinamarquês de Ética recomendou a imposição de uma taxa inicial sobre a carne, almejando ampliar a regulamentação sobre todas as carnes vermelhas no futuro.  O instituto disse que, no longo prazo, o tributo deve ser aplicado a todos os alimentos em alíquotas variadas, dependendo do seu impacto climático. [Ênfase minha]

O Conselho votou a favor dessas medidas por maioria avassaladora, e a proposta será agora levada ao governo, que deverá considerá-la.

É de se imaginar o que exatamente eles querem dizer com "um problema ético"; no entanto, pelo contexto, ficou bastante claro que a frase é apenas um eufemismo para "um problema que nós, da elite, decidimos que deve ter prioridade em relação a todos os outros problemas".

Ademais, se tais regulamentações forem realmente implantadas, será necessária a criação de uma enorme burocracia estatal incumbida de decidir quais alimentos possuem um aceitável nível de "impacto climático" e quais violam esse novo postulado ético.  Funcionários públicos serão muito bem pagos para escrever relatórios estipulando em quanto o preço do alimento X deve ser sobretaxado para refletir sua falta de sustentabilidade climática.  Haverá categorizações, rankings, relatórios técnicos, comissões e muitas campanhas publicitárias — tudo em nome da imposição de uma "dieta ética".

Em épocas ou locais mais sensatos, esse tipo de micro-gerenciamento estatal da dieta dos seres humanos seria visto como algo absurdo.  No entanto, nesta nossa era de incessante expansão do poder estatal em nome da proteção do status quo climático, isso é visto como algo bem avant-garde.

Defensores de novos tributos fingem que os custos não importam

E quais serão os custos para o cidadão comum?  Considerando-se a importância comunal e ritual da alimentação na cultura humana, certamente não será zero.  Tampouco podem as valorações subjetivas feitas por bilhões de seres humanos ser simplesmente descartadas.  Muitas pessoas preferem obter sua nutrição por meio da carne.  Outras preferem se nutrir de outras fontes.  Vários povos fazem celebrações religiosas e culturais em torno de determinados tipos de alimentos.

Se as novas taxas sobre os alimentos forem implantadas, esses aspectos cotidianos da vida — atividades que estão no cerne da cultura e da vida humana — serão ainda mais limitados e restringidos, fazendo com que os membros mais empobrecidos da sociedade sejam os que mais sofram.

"Ora, mas é só carne vermelha!", diriam os moderados.  Não.  A sobretaxa sobre alimentos é apenas uma fração de um esforço global e coordenado das elites políticas para enrijecer ainda mais o controle sobre o cidadão comum, o qual está sendo doutrinado a crer que os prazeres mais básicos da vida agora são uma forma de eco-terrorismo.  Dizer que "é apenas carne vermelha" é algo que soa terrivelmente semelhante a "é apenas um pequeno aumento de impostos", como se essa proposta não configurasse também um grande aumento do fardo tributário.

Ademais, os planejadores da tributação dos alimentos já deixaram claro que nada está a salvo de suas garras.  Eles abertamente admitem que todos os alimentos serão categorizados e classificados em rankings, assim como todos os aspectos da vida humana, como viagens, recreação e condições de vida.

Você gosta de viajar para o litoral nos fins de semana e feriados?  Sinto muito, isso requer o uso de combustíveis fosseis. Quer ter uma casa própria? Que pena, você só poderá construir se utilizar amenidades "energeticamente eficientes", dispensnado ar-condicionado e utilizando vasos sanitários de baixa vazão de água.  Quer comer um peru de Natal?  Que azar, a emissão de CO2 durante sua criação é muito alta.

É claro que tais leis serão aplicadas apenas ao populacho.  Os bilionários e os políticos ambientalistas continuarão viajando normalmente em seus jatinhos particulares (como Leonardo DiCaprio e Al Gore, que rodam o mundo em seus jatinhos poluentes para fazer discursos contra o aquecimento global) e fazendo suas faustosas refeições.  Enfrentar o "problema ético" é algo que será relegado apenas ao restante da humanidade.

Observe que os custos e os eventuais malefícios das sobretaxas sobre alimentos e sobre emissões de carbono nunca são analisados em relação às supostas vantagens dessas taxas.  Os proponentes nunca reconhecem que há custos em suas propostas.  Eles vêem apenas benefícios. 

Os custos para a humanidade em termos de encarecimento dos alimentos, dos transportes e dos imóveis são muito reais, mas não podem ser especificamente calculados, pois cada indivíduo deste planeta atribui um valor subjetivo específico a viagens, alimentos e toda a infinita lista de amenidades existentes. Sendo assim, há infinitas maneiras de os indivíduos valorarem essas amenidades.  Consequentemente, os verdadeiros custos não podem ser mensurados. 

Este, obviamente, é sempre o problema central de todas as políticas públicas e de todo e qualquer tipo de planejamento estatal.  Não há maneira de prever como incontáveis e singulares seres humanos, cada um com suas específicas maneiras de avaliar e valorar cada amenidade, serão impactados por uma nova lei ou regulamentação.  Como Friedrich Hayek explicou em seu livro A Arrogância Fatal, o principal problema de um planejamento estatal reside no fato de que "aquilo que não pode ser conhecido não pode ser planejado".

Pior ainda é o fato de que, ao se considerar os efeitos de leis relacionadas ao "controle do clima", sempre há uma inflexível recusa em levar em consideração qualquer aspecto econômico dessas leis.  Isso é patente nas próprias palavras dos ativistas, quando eles enfatizam que o aquecimento global deve ser tratado apenas como um "problema ético".  Essa expressão é utilizada como uma espécie de talismã, o qual libera os ativistas da chateação de ter de levar em conta os tediosos alertas de economistas que reconhecem a existência de coisas enfadonhas como custo de oportunidade e escassez. 

As consequências dessa atitude sempre se revelam abaixo do ideal, sendo que foi isso o que levou Hayek a dizer que: "Portanto, é uma traição — que deve preocupar a todos — teorizar a respeito da "sociedade justa'' sem qualquer preocupação com as consequências econômicas da implantação dessas convicções."

Os supostos benefícios das regulamentações também não podem ser calculados

Também não prenda a respiração esperando qualquer tipo de análise de custo-benefício. 

O debate sobre o aquecimento global nunca avançou para além da exigência de que todos se ajoelhassem perante a última medida proposta anti-aquecimento global.  Ou se faz genuflexão ou se tem um armagedom.

Para o lobby do aquecimento global, todo o necessário para fazer com que tudo fique bem é entregar o controle da economia mundial para os planejadores centrais dos governos. Para tais pessoas, basta o governo acionar suas engrenagens e elas automaticamente farão tudo com assombrosa precisão para preservar o status quo climatológico.  Dentre suas propostas, as duas que mais chamam a atenção são o encarecimento da energia e a redução da atividade econômica.

Os custos de tal empreendimento — sejam eles mensurados em dinheiro, vidas humanas ou conforto humano — seriam irrelevantes, pois, segundo eles próprios, a única alternativa é a total destruição do planeta Terra.

Essa postura de "faça o que eu digo ou você vai morrer" é obviamente o sonho de todo e qualquer propagandista.  Só que, no mundo real, onde cabeças mais racionais tendem (ocasionalmente) a prevalecer, os custos de qualquer ação governamental devem ser comparados aos custos das alternativas.  Mais ainda: o ônus da prova recai sobre aqueles que querem a intervenção estatal, já que seus planos dependem do uso da violência do estado para impingir o cumprimento das ordens propostas.

Mas, pelo bem debate, vamos assumir, hipoteticamente, que realmente estejam ocorrendo mudanças climáticas globais e que o nível dos oceanos esteja subindo. Isso ainda deixa várias questões que devem ser prontamente respondidas pelos entusiastas do aquecimento global:

1) Qual é o custo do seu plano para as várias populações do planeta, em termos de vidas humanas e de padrão de vida?

2) Os custos do seu plano são maiores ou menores do que os custos de outras soluções, como a realocação gradual de populações que vivem em áreas costeiras?

3) Você seria capaz de demonstrar que o seu plano tem uma alta probabilidade de dar certo? Se a resposta for negativa, por que deveríamos implantar o seu plano em vez de usar os mesmos recursos em outras soluções mais práticas e em necessidades mais imediatas, como água potável, alimentos, e necessidades básicas?

Com grande frequência, a resposta a perguntas como essas consistem de bravatas e diatribes que nos exortam a agir agora.  Mas essa postura é similar à de uma pessoa que, vendo que o inverno está se aproximando, exige que todos construam imediatamente abrigos e sigam estritamente suas ordens. "Vocês não estão vendo que está ficando frio?" diz ele. "Se vocês não construírem os abrigos como estou mandando, todos nós iremos congelar."  E quando alguém questiona se esse seu plano de construir abrigos é realmente a melhor maneira de agir, ou ao menos sugere que há outros tipos de abrigo com um melhor custo-benefício, ou, ainda, que é melhor permitir que cada um seja livre para construir seu próprio abrigo, ele se enraivece e dispara que "vocês egoístas ignorantes não se importam se todos nós morrermos!"

A suposição fundamental é que cada regulação proposta pelos ativistas das mudanças climáticas é absolutamente essencial, de modo que, qualquer oposição aos seus planos trará a total destruição da raça humana.

Sob circunstâncias normais, qualquer pessoa racional imediatamente veria esse modus operandi intelectual como sendo idêntico ao comportamento de perigosos religiosos fanáticos.  Porém, para os atuais defensores do planejamento estatal do clima global nenhuma discordância deve ser tolerada, e qualquer consideração racional sobre custos e benefícios reais deve ser minimizada e militantemente ignorada.

Da várias maneiras, essa recusa anti-intelectual de discutir o lado negativo de uma política pública advém do fato de que vários defensores da sobretaxa dos alimentos são incapazes de realmente demonstrar quaisquer benefícios mensuráveis.  Isso porque a maioria dos "benefícios" não passa de especulação baseada em modelos computacionais.

Ao contrário da ciência comum, essa ramificação política da ciência climática não envolve nenhuma genuína observação; ela se baseia meramente em modelos hipotéticos.  Ademais, mesmo se os modeladores fossem capazes de prever, com grande acurácia, os exatos efeitos do aquecimento global no futuro distante, eles teriam de ilustrar os benefícios específicos de uma sobretaxa sobre os alimentos, ou sobre as viagens aéreas, ou sobre a regulação de itens domésticos.  Como tal precisão não existe, nenhum "benefício" pode ser demonstrado.  E aí voltamos novamente ao problema do cálculo demonstrado por Hayek.

Com efeito, todo esse esforço se baseia na crença mística de que políticos podem aprovar leis e que os objetivos almejados serão magicamente alcançados graças ao poder do pensamento positivo.  Já a realidade bem mais provável — a de que os planejadores estatais estão, na prática, tateando no escuro à procura de uma solução — deve ser resolutamente negada.

Consequentemente, qualquer resistência à imposição de uma sobretaxa sobre os alimentos será respondida com a reação usual: "Aceite nossas idéias ou morram no inevitável apocalipse climático".

É uma postura interessante, mas não pode ser aceita em uma discussão política racional.



autor

Ryan McMaken
é o editor do Mises Institute americano.


  • Henrique Zucatelli  29/04/2016 15:17
    Óbvio que não é exatamente a pauta do artigo, mas vamos lá:

    Quanto ao consumo de carne, sinceramente eu sou contra, pois julgo que o pacto de não agressão vale tanto para nós como para qualquer animal. Logo, na minha ética, só é viável matar um animal se ele estiver me agredindo, como pragas, animais selvagens etc.

    Porém só poderei ver meu sonho realizado pelas ideias e o convencimento que animais merecem tanta liberdade como nós.Pela imposição é impossível, pois como vou mudar uma cultura de 7 bilhões de pessoas que comem todos os tipos de carnes todos os dias? Impostos só criam mais problemas, sendo que aqueles que recolhem os impostos se acabam nas churrascarias.
  • Fábio Moraes  29/04/2016 15:32
    "Quanto ao consumo de carne, sinceramente eu sou contra, pois julgo que o pacto de não agressão vale tanto para nós como para qualquer animal. Logo, na minha ética, só é viável matar um animal se ele estiver me agredindo, como pragas, animais selvagens etc."

    Caramba, meu, você realmente pensa assim?

    Ok, mas você inevitavelmente cai em contradição. Se você come qualquer tipo de planta ou vegetal, você causou dor, sofrimento e morte a este ser vivo.

    Se você bebe leite de vaca, você está se beneficiando de uma propriedade dela sem o consentimento dela (até onde sei, nenhuma vaca concordou em ser ordenhada e ter seu produto comercializado sem receber nenhuma fatia dos lucros).

    Aliás, se você flatula, você não apenas agride minhas sensíveis narinas, como ainda me obriga a aspirar todo o seu metano, sulfeto de hidrogênio, enxofre e mercaptanos. Não consenti com isso. logo, mantenha seu reto estritamente fechado.

    Sobre os "direitos dos animais":

    www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=25
  • Andre  29/04/2016 16:17
    PNA abole a cadeia alimentar?
  • cmr  29/04/2016 17:18
    Abole sim.

    A verdade é que os animais estão aí nesse mundo para nos servir.
    Todos tem o direito de serem vegetarianos, veganos, (não me pergunte a diferença) ou coisa que o valha.
    O problema está na militância, que é algo ditatorial.
    Não existe militância pacífica, militância deriva de militar, que é coisa de guerra.
    Todo militante quer combater e impor suas idéias e valores e não debater.
  • opinador  29/04/2016 17:53
    Eu acho que não infringe a PNA se for para alimentação, vestuario, transporte,etc.

    Pois apesar do PNA ser feito para definir a etica na relação humana, os animais são fundamentais para a nossa qualidade de vida. E por uma questão de bom senso devem ser amparados tb.

    Porém eu acho que um animal por ser um recurso escasso não poderia ser maltratado por um questão de desperdicio mesmo.

    Pq ? O homem poder matar uma animal para sua sobrevivencia, mas não pode "desperdiçaar" uma vida animal pelo seu bel prazer.

    Então eu acho que maltratar um animal é infringir a PNA.

    Agora matar um animal para sua alimentação ou domestica-lo para seu uso não infringe.

    Agora como seria esse controle, não vem ao caso comentar, mas deveria existir.

    Sei lá. Por exemplo. Dentro de uma propriedade privada todos os animais são de responsabilidade do dono.

    Com certeza teria formas muita mais eficientes até para a preservação.

    Igual e um outro artigo comentaram: vc não ve extinção de cachorro ou de galinha, mas ve de golfinho ou tigre. Pois esses animais não podem ser propriedade de ninguém.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=89






  • Antonimo  29/04/2016 17:50
    Você não teria que apenas "convencer" 7 bilhões de pessoas.

    Você teria que convencer todos os animais também.

    Já pensou em bater um papinho com um leão para convencê-lo a não matar um antílope para saciar a fome, tentando convencer o rei da selva de que com isso ele estaria "violando o PNA"?

    Ou seja, aquilo que vc gostaria que o homem não fizesse aos animais os animais fazem não só aos outros animais mas também aos homens (qualquer um que se jogar num rio cheio de jacarés esfomeados verá a pelota que eles dão para princípio da não-agressão...).


    Em suma, meu caro: PNA só se aplica nas relações entre seres humanos.
  • Henrique Zucatelli  29/04/2016 19:25
    Juro que não falei para criar polêmica (risos), e respeito profundamente que enxergam os animais apenas como meios de conforto para o ser humano, assim como o amigo me sugeriu que eu discutisse com um leão sobre isso.

    Eu sei que o ser humano é um animal, as vezes racional, mas é. Não obstante, seja por experiência, por ética ou moral pessoal eu vejo os animais domésticos, de criação ou selvagens como iguais a nós.

    E sabem porque eu não tenho o mesmo julgamento com os vegetais?

    1- A maioria das espécies dá frutos, grãos etc., e fica viva para a próxima colheita e;
    2- Os vegetais não possuem o mesmo tipo de consciência que nós. Nem sistema nervoso possuem. Não sentem dor, frio, calor, tristeza ou alegria.

    Repito: respeito profundamente aqueles que não valorizam os sentimentos ou as sensações de um animal, assim como respeito todas as espécies carnívoras. E no primeiro parágrafo excluí todas as feras selvagens do PNA, assim como excluo os seres humanos violentos, pois são milhares de vezes mais mortais que qualquer leão.

    Não faço militância, campanha ou qualquer tipo de pedido de coação da vontade alheia. Pelo contrário, a humanidade terá milênios para entender como as outras espécies são maravilhosas de se conviver, como aprenderam com os cães e gatos.

    Mas eu simplesmente acredito em um futuro onde o homem vai saber conviver com recursos escassos e não utilizar mais os animais como alimento, pelo simples fato de que eles também são seres vivos, e se não nos agredir, não temos porque agredi-los.

    Hoje, 80% do milho e da soja plantados são utilizados para ração animal, logo, não há escassez de grãos ou de proteína para a população.

    É simplesmente uma questão de cultura.

    Saudações,
  • Halysson  29/04/2016 20:51
    Grãos não são proteína. A Dieta Vegana não provê de forma segura tudo que é necessário a desenvolvimento e sobrevivência do Homem. É necessária complementação vitamínica quando se abole o consumo de proteína animal.

    Isso por si só já bota em cheque a tese de que é viável que todo o planeta possa abolir seu consumo.
  • Emerson  30/04/2016 01:53
    Cogumelos além de deliciosos são uma excelente fonte de aminoácidos excenciais e vitaminas, inclusive B12, embora no Brasil não tem consumo difundido. Agora não sei se dizer se vegano come fungos uma vez que não são animais nem vegetais.
  • cmr  02/05/2016 13:40
    "Cogumelos além de deliciosos..." kkkkkkkkkkk

    Como uma coisa que não tem gosto de nada pode ser delicioso ?.
  • Tarantino  01/05/2016 01:48
    Henrique, creio que os seres humanos possuem capacidades desconhecidas de adaptação às mais variadas condições de vida, alimentação inclusa. Esquimós se alimentam quase que exclusivamente de carne e não padecem de males que poderiam advir do consumo excessivo desta.
    Talvez lhe interesse:
    www.christianrosenkreuz.org/mh_podsec_port.pdf
  • Bruno  01/05/2016 17:56
    Vc então só come frutas?

    Não sei, há de se ter um limite nessas considerações. E quanto a gafanhotos que comem suas frutas?
  • Bode  29/04/2016 23:00
    Recomendo a todo vegetariano ler Gênesis 9. Verifiquem tambem o metabolismo da vitamina B12 e os níveis de homocisteína de vegetarianos estritos. A palavra de Deus é definitiva. Vegetarianismo estrito mata.
  • Tarantino  01/05/2016 01:34
    Sou vegetariano há mais de dez anos e minha saúde é excelente.
  • anônimo  01/05/2016 12:56
    Vc faz alguma contagem de neurônios mortos por falta de vitamina B12?
  • Tarantino  01/05/2016 21:16
    Não, mas os exames de rotina estão todos excelentes.
    Durmo todos os dias à meia noite, acordo às 5:30, trabalho cerca de 10 horas por dia (não, não fico sentado em um escritório, passo 90% do tempo em pé ou em movimento), caminho cerca de 5 km. por dia com uma mochila de cerca de 5 kg de peso, em um bairro como a Pompéia/ Perdizes em SP.
    Acho que os neurônios mortos não estão fazendo falta...o Sr. De Rose que o diga.
    Economicamente é bom não comer carne, é um dos itens mais caros na alimentação.
  • anônimo  02/05/2016 00:30
    E a título de informação, existem suplementos de B12. Economicamente talvez isso equilibre a balança. Mas é muita falta de informação dizer que vegetarianismo estrito mata.
  • anônimo  02/05/2016 09:47
    E esses suplementos são feitos exclusivamente de plantas?
    Se são, pra quê vc precisa tomar os suplementos e não as plantas direto?
  • Slywitch  02/05/2016 15:10
    A B12 é sintetizada por bactérias nos intestinos dos animais. E isso pode ser feito em laboratório. Lógico que muitos suplementos, ou alimentos enriquecidos com B12, podem extrair essa vitamina de fontes animais. Mas tem, por exemplo, B12 vegan que é sintetizada em laboratório.

    Lembrando que nós humanos também somos animais, e já li uma vez que nós não produzimos B12, em partes, por causa da nossa higienização, de geralmente tomarmos água potável de comermos alimentos muitas vezes cozidos ou sanitizados. Faz sentido.

    Saiam da Meatrix! (Brincadeira, mas eu sempre quis dizer isso.)
  • Fabiana Bueno  29/04/2016 15:22
    A questão é que o ambientalismo, ou comumente chamado de "comunismo verde", criou essa falácia de "aquecimento global/mudança climática". Não existe de forma alguma mudança climática que não esteja mensurada nos relatórios e acompanhamento dos "verdadeiros" cientistas.

    Quando lemos os livros dos mais renomados cientistas especializados sabemos da enorme trama econômica por detrás desse enorme golpe contra a própria humanidade. Golpe este mantido sob terrorismo (eco-terrorismo)! O sol é o regente único do clima, a Terra possui seus ciclos naturais como o lunar com 18,66 anos, o principal gás do chamado efeito estufa é o vapor d'água, a ideia antropogênica da mudança climática é tão absurda como acreditar no antropocentrismo medieval. O gás metano é produzido em cupinzeiros, na decomposição das folhas e em pântanos sendo algo natural no ciclo da própria natureza assim como o CO2.

    Atualmente, todos que sabem da verdade e não se curvam diante dos relatórios mentirosos e infundados embasados somente em propaganda terrorista inibindo. Inclusive, o desenvolvimento dos países africanos e as nações em desenvolvimento estão sendo considerados hereges.
  • Halysson  29/04/2016 20:53
    Lindo. Só Faltou você dizer que a Terra é plana e o Sol gira em torno dela.
  • Sandro Lima  02/05/2016 18:10
    Concordo com você.
    Para mim também é pura balela.

    Tanto é que o protocolo de Kyoto, China e EUA, até onde li a respeito, não seguem mas neem!!!
    Deixam pros bobões seguirem! na cabeça deles, um não pode parar se o outro também não parar...


    Mas a comunidade científica inteira prega que "sim", quem vai contra, é automaticamente excluído do meio.
    Vai demorar algumas décadas até a galera que pensa o contrário tomar forma...
    até lá muita coisa ainda vai acontecer e muitas economias vão quebrar porque não conseguirão se "reinventarem" ecologicamente.

    O que sou contra, é o desperdício, mas isso vai de cada um...












  • Hamilton Marinzeck  29/04/2016 15:29
    O que vai ter de dinamarquês indo para Alemanha e França comer carne vermelha...
  • cmr  29/04/2016 17:47
    Os nórdicos deveriam, em protesto, migrar massivamente para outros países na UE.
    Deixem o norte da Europa para os maometanos, africanos, feminazis, politicamente corretos, gays, esquerdistas, multiculturalistas, etc...
  • Denise Zerbeto  29/04/2016 15:29
    O que acho curioso são estes "estudos" que aparecem como salvaguarda para decisões que afetam milhares de pessoas. Não como carne por questões de saúde, mas não seria ingênua a ponto de achar tal medida positiva. A questão do aquecimento global ao que tudo indica, está sendo conduzida com seriedade duvidosa, como tantos outros assuntos importantes para o planeta e a humanidade.
  • Andrei Soares  29/04/2016 15:30
    Véi, na moral eu queria que pelo menos uma vez, só uma vez, o governo decidisse que não iria fazer mais merda. Iria ser um baita alívio.
  • Paulo Santos  29/04/2016 16:55
    É, parece que o peido das vacas é o grande mal da humanidade. Até quando teremos de aguentar esses melancias.
  • cmr  29/04/2016 17:10
    "A suposição fundamental é que cada regulação proposta pelos ativistas das mudanças climáticas é absolutamente essencial, de modo que, qualquer oposição aos seus planos trará a total destruição da raça humana."

    Correção, espécie humana. Dentro da espécie humana temos incontáveis raças, os esquerdistas é que gostam dessa fajutice de raça humana, como se só houvesse uma única raça na espécie humana, ignorando toda a diversidade racial que existe.
  • Renato  29/04/2016 17:32
    Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política...e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos "fantasmas". O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email NOVO é galenoeu@gmail.com
  • Renan  29/04/2016 18:39
    Afinal o aquecimento global, tem ou não ação do homem?
  • Santos  29/04/2016 19:18
    Todas as seguintes observações e pesquisas:

    Lei dos gases, monitoramento solar, monitoramento oceânico em termos de salinidade e temperatura, monitoramento de vulcões (jogando, em algumas horas, cargas de CO2 na atmosfera incrivelmente maiores do que o homem consegue jogar em anos), monitoramento de geleiras (Groenlândia não é geleira) e glaciares, dentre outras pesquisas e observações, a curto e longo prazo,

    comprovam tudo ao contrário do que "dizem" os aquecimentistas e o IPCC (que é da ONU e consequentemente é governamental). Tudo isso dai mais uma outra gama de realidades e pesquisas que refutam o aquecimento global, derretimento de calotas polares, buraco na camada de ozônio e por ai vai...

    O clima muda, sempre mudou e sempre irá mudar. A questão é: qual a influência do homem no processo? A resposta é: não se sabe.

    A segunda questão é, se houver, qual é o grau de influência, também não se sabe.

    A terceira questão, os modelos são capazes de prever o comportamento do clima no futuro? Não, os modelos não conseguem nem retrospectivamente acertar o comportamento do clima no passado, quem dirá no futuro.

    Quarta questão, os dados mostram aquecimento? Não, dados de satélite não mostram nos últimos 18 anos aquecimento. Alguns trabalham com amostras de estações em terra, que por se localizarem perto de centros urbanos com o aumento da urbanização sofreram o efeito das "ilhas de calor", não refletindo a temperatura global.

    Quinta, há conflito de interesses nas pesquisas? Sim, os governos financiam pesadamente grupos devotos a provar a tese do aquecimento, e portanto justificar que o governo tome controle da economia. Além do mais, recentemente o governo americano ameaçou começar a processar quem negue a tese do aquecimento.

    Última questão, há um componente religioso na crença do aquecimento? Sim, a própria terminologia utilizada demonstra isso: "deniers", "non-believers", céticos, etc.
  • Dalton C. Rocha  29/04/2016 19:20
    Sal, carne vermelha, manteiga, chocolates, doces, açúcar, refrigerantes, sucos em caixinha, geleias, pimenta, manteiga, ovos, etc. não fazem mal a ninguém. Pães, massas e pizzas só fazem mal aos celíacos e intermediários, que sofrem com o glúten e, são menos de 3% da população. Sorvetes só fazem mal, aos que tem intolerância à lactose, que são menos de 4% da população adulta e menos de 1% das crianças.
    Há médicos que os condenam ou proíbem estes alimentos, pelo simples fato deles darem prazer. Estes médicos não tem nenhuma cura, para oferecer aos tolos, que são seus pacientes mas, se dissessem isto, ficariam sem pacientes e consequentemente, sem dinheiro. Sem terem nada de cura a oferecer aos seus pacientes, estes médicos ganham os tubos dos trouxas, pelo simples fato de pregarem contra tudo o que seja gostoso. Pelo simples fato de um alimento ser gostoso, ele se torna condenável. É uma falsa moral e, também uma falsa medicina, que no entanto é rentável aos médicos picaretas e, aos laboratórios. Quem tiver boa memória, vai ver que sempre aparece algum demônio alimentício: ovos, café, manteiga, chocolates, doces, açúcar, refrigerantes, sucos em caixinha, geleias, pimenta, manteiga, carne vermelha, etc.
    A causa maior de entupimento de artérias do coração são bactérias dos gêneros Clamydia e Mycoplasma. Além delas existem os vírus CMV, herpes, etc. Doença de Chagas, que tem mais de 6 milhões de casos, no Brasil e ataca o coração dos infectados. Temos de lembrar também dos males congênitos. O estresse auxilia a evolução de todas as doenças infeciosas, inclusive daquelas causadas pelos germes, que atacam o coração.
    A pressão alta, não é a causa dos problemas, mas a consequência deles. A maior causa de pressão alta é, a apneia obstrutiva do sono. Meu pai, que nasceu em 1931, tomava uma penca de remédios, para baixar a pressão arterial e, não adiantava nada. Tratou um pouco da apneia do sono e, a pressão arterial dele caiu rapidinho.
  • a  29/04/2016 20:31
    Os animais não possuem direito e estão aqui para nos servir.
  • Isis Monteiro  29/04/2016 22:06
    Este tipo de pensamento é um dos mais retrógrados que conheço.
  • Renato Souza  30/04/2016 13:58
    Se os animais tem direitos naturais, isso deveria ser visto na natureza. Animais se agridem e se matam o tempo todo. Eles não percebem os outros seres como merecedores de qualquer direito.
    Só o homem percebe a existência de direitos. Nos revoltamos contra coisas que sentimos como injustas. É também o homem que sente como injusto o sofrimento desnecessário dos animais.
    Mas perceba, se o sofrimento desnecessário de um animal é percebido como algo mal (por nós, seres humanos) consideramos a morte deles como algo natural e comum, e se ocorrer para nosso benefício, tanto melhor.
    Vou dar um exemplo, para não ficar falando no vácuo: Na Flórida, há uma população de Aligatores que habitam os pântanos e rios. Nascem sempre grandes ninhadas de aligatores, dos quais boa parte é devorada por predadores nos primeiros dias ou semanas. Mas um número razoável chega a crescer o suficiente para competir com os adultos que já habitam a região. Sem a intervenção humana, o que acontecia? Jovens aligatores, em busca de rucursos e espaço para sobrevicência, saiam da região dos pântanos. Alguns retornavam, mas a maioria morria pelas condições inadequadas.

    Mas o ser humano habita a região. Qual a opção governamental (não sei se é o governo estadual ou os governos dos condados afetados)? Simples; Seus biólogos calculam o número de aligatores que seriam 'expulsos' do pântano por excesso de população, e o governo vende um número limitado de etiquetas para caçadores, de forma que:
    A. Evita-se que haja um grande número de Aligatores perambulando fora de seu meio, o que poderia causar acidentes.
    B. A população de aligatores não diminui pela caça.
    C. Famílias podem obter recursos escassos: carne e couro de aligatores.

    Como algo assim pode ser imoral? É evidente que age bem o governo e agem bem os caçadores.
  • Isis Monteiro  30/04/2016 15:54
    Caro Renato, é clarissímo que os animais têm direitos. O seu texto nos coloca no estágio das cavernas. É questão de tempo para a humanidade reconhecer que o que foi feito com os animais até hoje é um verdadeiro desvario.
  • Alexandra Moraes  29/04/2016 20:39
    É inegável que a produção de carne vermelha dispende na sua produção muita água e emite na atmosfera quantidade enorme de CO2. Diante da questão de "sustentabilidade climática" é preciso fazer alguma coisa rápida. O planeta dá sinais que está se exaurindo e que corremos um sério risco no futuro. Penso que está solução deva ser ainda muito debatida para que se meça o real custo-benefício de uma questão tão sensível.
  • Arthur  30/04/2016 00:36
    Se realmente houvesse um aquecimento global a caminho, seria bom para todos nós! menos gente morreria! o frio mata maís do que o calor.

    Um rigoroso estudo publicado na revista Lancet, que analisou a mortalidade relacionada com a temperatura em torno do globo. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 74 milhões de mortes em 384 locais em 13 áreas: países frios como o Canadá e a Suécia, países de clima temperado, como a Espanha, a Coreia do Sul e a Austrália, e países mais tropicais e subtropicais como o Brasil e a Tailândia.

    Os pesquisadores descobriram (e publicaram na Lancet) que cerca de 0,5% – meio por cento – de todas as mortes estão associadas com o calor, não só por problemas agudos como a insolação, mas também o aumento da mortalidade por eventos cardíacos e a desidratação. Porém, mais de 7% das mortes estão relacionadas com o frio – contando com a hipotermia, bem como com o aumento da pressão arterial e os riscos de ataques cardíacos, que ocorrem quando o corpo restringe o fluxo de sangue, em resposta a temperaturas frias. Nos EUA, cerca de 9.000 pessoas morrem de calor a cada ano, mas 144.000 morrem de frio.

    Aquecimento global é novo mantra do socialismo! bilhões de impostos estão sendo criados para atender esse conceito sem pé nem cabeça.
  • Bode  30/04/2016 16:56
    O Al Gore depois de perder a campanha para a presidência dos EEUU em 2000 abraçou a causa do aquecimento global antropogênico, afinal tinha de recuperar a grana perdida. Deve ter ganhado muito dinheiro vendendo créditos de carbono, entre outras picaretagens. Os aquecimentistas são os mesmos que pretendem acabar com a humanidade, restringindo a disponibilidade de energia fóssil e alimentos, o que prejudica principalmente paises pobres, exportadores de commodities. Eles declararam guerra ao petróleo, a carne, e alimentos produzidos em larga escala, sempre com argumentos pseudocientíficos e falaciosos. Se Al Gore vivesse entre os anos 950 e 1250 diria que as fogueiras e os fogões à lenha estariam causando aquecimento global, verificado naquele período.
  • robson santos  30/04/2016 02:55
    pessoal, o que acham do documentário COWSPIRACY ?
    Nele os argumentos apresentados: o imenso consumo de água que é gasto para o gado, a produção de rações, a destruição de áreas verdes para o pasto, o quanto o assunto é estranhamente ignorado pelas ONGS que continuam preferindo atacar o aquecimento global pelas "fontes clássicas", e também sobre os dados que eram apresentados pela ONU, sobre o potencial que cada gás ( metano e CO2 ) influi no aquecimento global etc.
  • Adelson  30/04/2016 15:20
    Trabalho com ensino e pesquisa em uma área correlata a esta questão ambiental. Constato que este discurso de mudanças climáticas é um poderoso lobby que sustenta várias instituições e grupos de pesquisa ao redor do mundo.
    Eu daria um crédito maior a estes esforços de redução de emissão de gases de efeito estufa, se estas conferências internacionais ocorressem apenas em ambiente virtual. Com estes extensos deslocamentos de grandes delegações ao redor do mundo, para imensas reuniões de centenas de pessoas em ambientes climatizados, qualquer discurso de redução de gases de efeito estufa é no mínimo hipócrita. Quando se gastou nesta última reunião de abril de 2016 na ONU, quando dezenas de chefes de Estado viajaram a Nova York apenas para assinar um pedaço de papel? Apenas a comitiva brasileira tinha 52 pessoas!
    Enquanto estes chefes de Estado consumirem toneladas de CO2 em suas viagens pelo mundo, vou comendo meu bife avermelhado com muito prazer e a consciência tranquila.
  • Constatação  30/04/2016 18:01
    E, de qualquer forma, se todo mundo pagar a sobretaxa, poderá comer carne à vontade. E assim estará resolvido o problema do "aquecimento" (misericórdia).
  • Felipe Lange S. B. S.  30/04/2016 22:52
    O marxismo hoje está antiquado, defasado.

    As ideologias deste século, provindas do milênio anterior, são o desenvolvimento sustentável (até porque quem destruiu o Lago Baikal foi o capitalista), o aquecimento global, as mudanças climáticas e o ecologicamente correto. Para agradar corporações, lobbistas, eleitores em potencial e grupos sociais, essa ideologia oculta tenta nos convencer de que o homem tem que respeitar o meio ambiente, e que então precisamos de um comitê de burocratas e políticos para resolver esse problema criado artificialmente. Que a mera emissão de gases é capaz de alterar toda uma complexa cadeia que é o clima de uma região.

    O socialismo marxista já era. O keynesianismo também. Hoje temos o ambientalismo como bandeira para tentarem nos fazer acreditar que devemos legitimar o estado e seus burocratas.

  • Ed  01/05/2016 04:51
    Onde está Ragnar Danneskjold?
  • Fernando  01/05/2016 23:29
    Com esse dólar, toda a carne do país será exportada. Será uma devastação ambiental e proteíca.
  • Isis Monteiro  02/05/2016 16:28
    É inegável que a produção de carne vermelha dispende na sua produção muita água e emite na atmosfera quantidade enorme de CO2. Diante da questão de "sustentabilidade climática" é preciso fazer alguma coisa rápida. O planeta dá sinais que está se exaurindo e que corremos um sério risco no futuro. Penso que está solução deva ser ainda muito debatida para que se meça o real custo-benefício de uma questão tão sensível.
  • Emerson Luis  04/05/2016 14:07

    Incrível a sanha desse pessoal em criar e aumentar impostos, é a solução mágica para todos os problemas (reais e imaginários). Ainda bem que ainda não pensaram em taxar o oxigênio - melhor não dar ideia...

    E os "progressistas" ainda posam de defensores do ser humano, segundo eles liberais só pensam no lucro e conservadores são fundamentalistas. Quem nos salvará dos nossos salvadores?

    Falando em comer carne:

    Venezuelanos comem gatos, cachorros e pombos para sobreviver

    * * *
  • Daniel  06/05/2016 00:51
    Isso é comunismo verde, acho interessante que alguns liberais não prestam atenção no fato de tudo isso ter começado com a escola de frankfurt. Ficam abismados só no aspecto do aumento do estado, da burocracia, etc. Quando é algo mais profundo que está ligado ao estrangulamento do capitalismo. Vários documentários importantes na internet falam a respeito disso.
  • Rennan Alves  06/05/2016 12:33
    Acho ainda mais interessante algumas pessoas acharem que esse pensamento começou na Escola de Frankfurt, quando suas origens são ainda mais antigas que uma escola fundada por neomarxistas.

    Muito antes desta existir, havia Jonh Muir e seus colegas ambientalistas que, segundo ele, "a Natureza nunca perde sua grandeza e nunca se deprava, e o homem é sempre e em todo lugar uma influência maligna e destruidora".

    Se continuar a voltar no tempo, provavelmente chegará a Rousseau e suas exaltações ao homem primitivo e o quanto este era livre quando estava com a natureza.
  • Soares  23/05/2016 11:00
    O que a Escola de Frankfurt começou não foi essa mentalidade totalitária do ambientalismo e sim as estratégias de se chegar nos mesmos objetivos que existiam bem antes dela.
  • Gabriel  14/11/2019 22:01
    Olha que amor aos pobres:

    "Que comam carne em casa com seu dinheiro", diz promotora que instituiu cardápio vegano em escolas


    A ''doutora'', que é promotora e não entende nada do que é necessário para alimentação de crianças em fase de desenvolvimento, quer dieta vegana em escolas do sertão nordestino! Repito, pois é isso mesmo que você leu, no sertão nordestino!

    Melhor são os argumentos maravilhosos que ela utiliza na matéria... O que eu mais gostei foi esse:

    "Não há na nossa legislação nenhuma norma que obrigue que a fonte seja de origem animal (...) os únicos itens obrigatórios são frutas e hortaliças. Não existe obrigatoriedade, não fala que é obrigatório usar ovo, leite, queijo, não existe"

    Logo, tudo aquilo que não está na legislação pode ser alterado. Dane-se toda a literatura que diz que crianças em fase de desenvolvimento precisam de nutrientes encontrados só em alimentos de origem animal. O importante mesmo é deixar crianças do sertão nordestino subnutridas para salvar o planeta do "aquecimento global".



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