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Agora o governo quer proibir o brasileiro de trabalhar mais

Eis uma notícia, de 14 de janeiro, que não está recebendo a devida atenção:

Está pronta para entrar na pauta de votação da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) a PEC 89/2015, que reduz de 44 horas para 40 horas a jornada semanal de trabalho no país. A proposta, de autoria do senador Paulo Rocha (PT-PA), tem parecer favorável do senador Walter Pinheiro (PT-BA). Se aprovada na comissão, segue para análise em Plenário.

Segundo o autor da proposta, jornadas mais reduzidas permitem a melhora nos índices de saúde e de segurança no trabalho, trazem benefícios para toda a família do trabalhador, servem para promover a igualdade entre os sexos, aumentam a produtividade nas empresas e dão ao trabalhador opções de lazer e de aperfeiçoamento. Além disso, argumenta Paulo Rocha, a redução da jornada permitiria a repartição melhor do mercado de trabalho, reduzindo o desemprego e melhorando a distribuição da renda.

Esse projeto já foi testado em alguns países mundo afora, sempre com resultados muito diferentes do esperado.

Há dezesseis anos, a França aprovou dispositivo legal que reduziu a jornada semanal de trabalho de 40 para 35 horas. Conhecida como "Lei de Aubry" — numa referência direta à ex-ministra socialista do trabalho Martine Aubry —, a estrovenga foi saudada como um marco histórico na caminhada daquele país rumo ao pleno emprego — uma das maiores e mais veneradas utopias socialistas.

Após todos esses anos, no entanto, a taxa de desemprego por lá não só não caiu como apresentou um discreto aumento. Como era de se esperar, pesquisas recentes mostram que mais de 60% dos franceses são hoje favoráveis à revogação da tal lei.

Nunca é demais rememorar uma das mais importantes lições do grande Frédéric Bastiat

Na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Dentre esses, só o primeiro é imediato. Manifesta-se simultaneamente com a sua causa. É visível. Os outros só aparecem depois e não são visíveis. Podemos nos dar por felizes se conseguirmos prevê-los. (…) Entre um bom e um mau economista existe uma diferença: um se detém no efeito que se vê; o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que se devem prever.

É famosa também a história segundo a qual Milton Friedman, em viagem à China comunista, deparou-se com um grupo de centenas de homens que construíam uma pequena barragem de terra, munidos exclusivamente de pás e enxadas. Ele comentou então com o oficial chinês que o acompanhava que apenas um operário, de posse de uma máquina escavadeira, poderia executar toda aquela empreitada num tempo bem mais curto.

A resposta do astuto oficial — mal escondendo um sorriso sarcástico no canto dos lábios — foi: "sim, mas imagine todo o desemprego que isso acarretaria". Estupefato com a resposta, o grande economista de Chicago pensou: "se são empregos que desejam, melhor seria que lhes tirassem as pás e dessem-lhes colheres".

O raciocínio do chinês é o mesmo que infesta a mente de muitos dos nossos socialistas, para quem o trabalho é um fim em si mesmo e não um meio para a obtenção do verdadeiro fim, que é o aumento do bem-estar geral, obtido por meio do gradativo aumento do poder de compra de cada indivíduo (produtividade).

Ao se reduzir em 10% a jornada máxima, pretende-se, por meio de um decreto estatal, colocar 11 homens para fazer o trabalho que hoje é feito por 10. Seria uma tentativa, dentre outras, de reduzir o desemprego. O argumento é o de que, se cada empregado tiver de trabalhar menos, os patrões serão obrigados a contratar mais apenas para manter toda a produção.

Abordemos, então, esse assunto de maneira franca e direta: leis impondo uma redução na jornada semanal de trabalho irão prejudicar exatamente aqueles trabalhadores que elas supostamente deveriam proteger.

Esse tipo de regulação, na realidade, prejudica a capacidade dos trabalhadores de ganhar um salário decente.

O argumento dos defensores dessa medida é o seguinte: se um patrão puder obrigar João a trabalhar 44 horas, ele fará isso; por outro lado, se ele for proibido disso, de modo que João só possa trabalhar no máximo 40 horas semanais, então o patrão será obrigado a contratar mais uma pessoa para ajudar João.

Só que tal raciocínio está errado por três motivos. 

Em primeiro lugar, o trabalhador contratado para ajudar João não será tão eficiente quanto João (afinal, se ele fosse, então, por uma questão de lógica, o patrão já o teria contratado de qualquer maneira).  Sendo assim, transferir parte do trabalho de João para esse recém-contratado fará com que a empresa seja menos eficiente.  Isso pode significar preços mais altos, menor produção, menos capacidade de investimento e expansão, ou todos os três.

Em segundo lugar, essa medida serve apenas para ajudar os desempregados à custa dos empregados.  Se João quisesse ou necessitasse de trabalhar mais horas, azar o dele.  Ele acabou de sofrer um corte salarial de 9% para que o outro pudesse ser contratado.

Em terceiro, e o mais importante de todos, trabalhadores são pagos de acordo com o que produzem, de modo que, se não estão trabalhando e produzindo o suficiente, não há como eles ganharem o suficiente.  Empresas não são instituições de caridade; se um empregado produz 100, não há como ele ganhar mais do que 100.  Logo, se o tempo de produção diminui, então o salário também tem de diminuir.  Sendo assim, leis que impõem uma jornada máxima reduzem a capacidade dos trabalhadores de aumentar seus salários, o que poderia ocorrer caso eles trabalhassem mais e produzissem mais.

Isso é algo que os próprios sindicatos já haviam reconhecido no século XIX.  Terence Powderly, líder do sindicato americano Knights of Labor (o maior e mais importante do país na década de 1880), afirmou que os trabalhadores não queriam jornadas menores se isso implicasse uma redução salarial.  Mas foi exatamente isso o que as greves e as leis trabalhistas criaram.

Por fim, desnecessário dizer que, se o governo impuser uma redução da jornada e, ao mesmo tempo, proibir reduções salariais, o resultado será o desemprego (vide a França) e a estagnação. Com menos produção e mais custos, não haverá muito dinheiro para as empresas fazerem novos investimentos e se expandirem.

Conclusão

Nos países ricos, em que os trabalhadores possuem uma grande quantidade de maquinários e bens de capital tecnológicos à sua disposição, tais trabalhadores tendem a ser mais produtivos.  Sendo assim, eles podem se dar ao luxo de trabalhar menos horas.  Já nos países ainda em desenvolvimento, que não usufruem de bens de capital abundante e de qualidade para seus trabalhadores — o que faz com que eles sejam menos produtivos —, não há alternativa senão trabalhar mais para produzir o mesmo tanto que um trabalhador de um país desenvolvido. (Mais detalhes sobre isso neste artigo).

Essa tabela (fonte), que mostra a quantidade anual de horas trabalhadas por país, diz tudo:

workinghourstable.jpg

De resto, se o objetivo é criar empregos, há melhores alternativas do que jogos de soma negativa que punem tanto trabalhadores quanto empresários.

Apenas para ficar claro: uma jornada semanal de 30 horas em países ricos e de 35 horas em países em desenvolvimento não é impossível e nem mesmo é indesejável.  Mas se o objetivo é ajudar os trabalhadores, a melhor alternativa é deixar que cada um decida o melhor para si, e não políticos.

___________________________________

Julian Adorney é diretor de marketing da Peacekeeper, um aplicativo de smartphone que oferece uma alternativa para serviços de emergência.  É também historiador econômico, tendo como base a economia austríaca.  Já publicou nos sites do Ludwig von Mises Institute do EUA, Townhall, e The Hill.

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor doInstituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O GloboZero Hora e Gazeta do Povo.



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Diversos Autores

  • anônimo  25/01/2016 13:50
    A lei de inicio aumentará os custos das horas extras para as empresas. Já no segundo momento haverá uma redução do salário fixo do trabalhador, de modo a compensar o aumento dos custos.

    Brasil rumo ao socialismo!
  • Jose Anibal. Araraquara SP.  26/01/2016 03:37
    Amigos... este é o maior engôdo que os Sindicatos impõem aos seus associados...

    Redução de jornada não reduz desemprego e nem aumenta contratações...
    Aumenta somente o número de horas extras de quem já está empregado...

    A solução e exatamente o inverso...
    Eu conheço bem isto, pois já estive dos dois lados da mesa... do empregado e do empregador...

    A jornada semanal deveria passar para 60 horas semanais... de 0700h as 1800h, 6 dias na semana, com 1 hora de intervalo de almoço... com aumento proporcional de salários...

    Isto aumentaria a produtividade de todas as industrias, comercios e serviços, atendendo à demanda... ]
    Logo todos teriam de aumentar as contratações...

    Não sei como os trabalhadores ainda não exigiram isto...
  • Felix  26/01/2016 13:10
    O que aumenta a produtividade é investimento em bens de capital
  • Jose Anibal. Araraquara SP.  26/01/2016 13:41
    Ei Felix, estamos focando força de trabalho, não os meios de produção...
    A sua assertiva é correta... mas sem a força de trabalho nada se consegue...
    Eu constatei que a redução de jornada só beneficia quem está empregado, pois as horas a mais trabalhadas para se manter a produçao, acaba custando mais caro e beneficiando os que estão empregados.
    Não abre mais postos de trabalhos..
  • opinador  26/01/2016 15:23
    Mas quem disse que se deve focar na força de trabalho ?

    Empregos são consequência de uma boa economia e não a causa.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1900

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2097

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1649
  • Andre  26/01/2016 15:57
    "A jornada semanal deveria passar para 60 horas semanais... de 0700h as 1800h, 6 dias na semana, com 1 hora de intervalo de almoço... com aumento proporcional de salários...".

    E como os países desenvolvidos conseguem produzir MUITO MAIS sem essa jornada?
  • anônimo  26/01/2016 17:38
    Meu amigo, trabalho excessivo e braçal é para máquinas e terceiro mundo.

    Países ricos requerem trabalho mais qualitativo, então a jornada de trabalho é irrelevante.
  • anônimo  25/02/2016 09:39
    Concordo plenamente. A jornada de trabalho é irrelevante e no meu setor, contabilidade, gostaria de algum indício de eficiência que comprove que o trabalhador consiga a mesma eficiência na 9a hora de trabalho e 10a hora no ambiente.

    Isso exausta o trabalhador, impede uma atividade de lazer além do custo salarial.
    Aumentaria o custo com horas extras? Em assessoria contábil poderíamos ter 50 horas semanais de jornada e mesmo assim seriam necessários nem sempre por ineficiência do trabalhador mas por ineficiência e desorganização das empresas clientes que atrasam documentação, documentos incompletos além de gastarmos horas para tentar maquinar as despesas pessoais pagas com dinheiro da empresa.
  • Airton Cláudio  27/01/2016 11:28
    É interessante notar que as empresas, para não ter que gastar mais do que se gasta, não adotam a hora extra e sim o banco de horas. Ou seja, além do trabalhador realizar o seu trabalho com menos horas e ganhando menos, o patrão ainda terá que dar dias de descanso para o funcionário por conta do banco de horas.
  • jose wandasson  27/01/2016 14:23
    Vamos dizer que uma empresa tenha um faturamente de 200 reais e tenha 50 funcionários, que recebem 1 real cada, esqueçamos o outros custos. Terá um faturamento de 150 reais, dos quais 50 reais vai pro dono. A mudança de 44 pra 40 horas, implicará num custo a mais de 12 reais, logo o faturamente será de 138 reais.
    A empresa não pode absorver esses 12 reais a mais? o dono nao pode receber 12 reais a menos e ficar com 38? porque que sempre o custo é jogado nas costas do funcionário e por fim do consumidor? porque nunca cedem? por menor que seja?
    Houve um aumento de imposto de 0,35% em 2015, mas até esse 0,35% tem que ir pro consumidor o empreendedor nao pode deixar de embolsar 0,35% uma vez?

    Por essas coisas que o capitalismo é sempre visto como um leão, porque é sempre radical, extremista.
  • Uélerrsson  27/01/2016 15:16
    "Por essas coisas que o capitalismo é sempre visto como um leão, porque é sempre radical, extremista."

    Sabe o que é mais estupefaciente? O passe livre que você dá ao estado, que é o verdadeiro "radical e extremista" da história. O estado abocanha 40% da renda do trabalhador e da receita do empresário, e você nem sequer o menciona nessa sua historinha (irreal, ilógica e desprovida de exemplos práticos). É como se tal entidade espoliadora nem sequer existisse, e toda a incapacidade de aumento salarial se devesse exclusivamente do "coração mau" do empresário.

    No dia em que você realmente empreender, finalmente perceberá que os custos de um empregado para um patrão são dobro do salário que ele realmente ganha. Um trabalhador que recebe R$ 1.500 custa mais de R$ 3.000 para o patrão, por causa dos encargos sociais e trabalhistas.

    No Brasil, as empresas têm de lidar não apenas com os encargos sociais e trabalhistas que incidem sobre a folha de pagamento, como também com toda a carga tributária que incide sobre a receita e sobre o lucro das empresas, o que impede aumentos salariais, contratações a salários atraentes e, principalmente, a acumulação de capital.

    Por exemplo, vejamos os impostos incidentes sobre as empresas. No Brasil, a alíquota máxima do IRPJ é de 15%. Porém, aqui as coisas são mais avançadas. Não bastasse o IRPJ, há uma sobretaxa de 10% sobre o lucro que ultrapassa determinado valor, há também a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido), cuja alíquota pode chegar a 32%, o PIS, cuja alíquota chega a 1,65% e a COFINS, cuja alíquota chega a 7,6%. PIS e COFINS incidem sobre a receita bruta. Há também o ICMS, que varia de estado para estado, mas cuja média é de 20%, e o ISS municipal. Não tente fazer a conta, pois você irá se apavorar.

    É impossível haver uma grande acumulação de capital desta forma. Lucro que poderia ser reinvestido na compra de bens de capital modernos, que aumentariam a produtividade dos trabalhadores — e, consequentemente, seus salários — é confiscado pelo governo e desperdiçado no sustento da burocracia e no salário de seus parasitas. A atividade governamental é destruidora de capital. Ela impede o enriquecimento de empresas e trabalhadores.

    Adicionalmente, dentre os encargos sociais, temos o INSS, o FGTS normal, o FGTS/Rescisão, o PIS/PASEP, o salário-educação e o Sistema S. Dentre os encargos trabalhistas temos 13º salário, adicional de remuneração, adicional de férias, ausência remunerada, férias, licenças, repouso remunerado e feriado, rescisão contratual, vale transporte, indenização por tempo de serviço e outros benefícios.

    No entanto, você jura que lidar com tudo isso é uma moleza, e que nada disso afeta salários. Vá empreender, então -- já que, para pagar melhores salários, basta querer...
  • jose wandasson  27/01/2016 16:46
    oh Uélerrsson, eu conheço muito bem o sistema tributário esplendoroso brasileiro, mas você é extremista também cara, calma, não precisa se exaltar.
    Se seguir o seu raciocínio, dá no mesmo, pois eu já tinha levado em conta tudo isso, eu tratei do lucro líquido, por exemplo uma franquia de macdonalds em um ponto no RJ, aonde o lucro líquido passa de 80k por mês. Ou seja mudar a carga horária de um funcionario escravo do macdonalds de 44 pra 40 horas, vai fazer que baixe o salário de alguém que já ganha quase nada, sendo que o dono já tem 80k por mês, não pode a partir da redução de jornada ganhar 67k, foi esse o meu ponto. Porque eles querem manter o lucro deles a todo custo.
  • Rodrigo Amado  27/01/2016 17:57
    "Porque eles querem manter o lucro deles a todo custo.".

    E você está perdendo uma ótima oportunidade de levá-los à falência pela maldade deles e ainda ficar rico no processo!
  • Nilton  27/01/2016 20:06
    Rodrigo Amado, me tira uma duvida para o jose wandasson, o ideal seria o Jorge Paulo Lemann com todos seu bilhões ganhar no maximo 80k por mês, desconsiderando todo o risco do negocio?????
  • Bartolomeu Tibúrcio  27/01/2016 18:07
    "Ou seja mudar a carga horária de um funcionario escravo do macdonalds de 44 pra 40 horas"

    Funcionário do McDonalds é "escravo"?? Ele é obrigado a trabalhar para o McDonalds? Pelo visto vc nunca parou para pensar quem espolia quem, né meu caro.


    "querem manter o lucro deles a todo custo"

    Com todo esse doentio sistema tributário (que vc diz que conhece) e toda essa absurda legislação trabalhista, vc chama de "extremista" o empreendedor que "quer manter seu lucro"?

    Bem certinho mesmo né: vai ver que o "moderado" é quem espolia dinheiro do empreendedor à base de coerção, sem produzir riqueza alguma, e faz isso pq o capitalista é o "malvadão" não é mesmo?

    Vc foi abduzido, meu caro.
  • anônimo  27/01/2016 18:09
    Ser adulto significa resistir ao impulso estatizante:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1988
  • Rodrigo Amado  27/01/2016 18:48
    "Porque eles querem manter o lucro deles a todo custo.".

    As empresas oferecem produtos que você comprar SE QUISER.
    E você trabalha para elas SE QUISER.

    Já os impostos do governo, você paga ou vai preso, e se resistir a prisão pode ser morto durante a luta com a polícia.

    E você vem dizer que as empresas é que querem manter o lucro às "TODO CUSTO".

    Estatista.
  • Rodrigo Amado  27/01/2016 15:39
    "Por essas coisas que o capitalismo é sempre visto como um leão, porque é sempre radical, extremista.".

    Ninguém é obrigado a comprar produtos caros.
    Ninguém é obrigado a trabalhar para empresas que pagam mal.

    Se você acha que os empresários são gananciosos e estão tendo lucros
    estupefacientes porque você não abre uma empresa para ficar rico e de quebrar levar
    essa gente gananciosa à bancaroota?

    É só você cobrar menos pelos seus produtos que você irá aniquilar a concorrência na guerra de preços!
    E de quebra você pode pagar mais aos seus funcionários para aniquilar a concorrência também na obtenção dos funcionários mais qualificados.

    E não importa que você vai lucrar um pouco menos, como você irá aniquilar toda a concorrência com seus preços menores e salários maiores você irá dominar o mercado e mesmo tendo pouco lucro por unidade de produto/serviço comercializado você ainda assim será rico, pois será o líder do mercado!!!

    E aí, vai começar abrindo uma empresa em que setor?
  • Flávio  08/02/2016 11:19
    Rodrigo Amado,

    "Ninguém é obrigado a comprar produtos caros".
    Com o aumento exorbitantes dos tributos de exportação feito pelo governo dificultando a concorrência e deixando o mercado na mãos dos grandes empresários brasileiros se precisar você é obrigado sim a pagar caro...
    "Ninguém é obrigado a trabalhar para empresas que pagam mal".
    Realmente você não conhece a classe menos favorecida brasileira, um pai faz qualquer coisa pra alimentar sua família, se não existe oferta de empregos melhores ele (o pai ou a mãe), é obrigado sim a trabalhar para empresas que pagam mal pra alimentar sua família...

    obs: é claro que existe outros inúmeros fatores que leva à essa situação, mas fica ai o comentário...
  • Rodrigo Amado  08/02/2016 14:30
    "Com o aumento exorbitantes dos tributos de exportação feito pelo governo dificultando a concorrência e deixando o mercado na mãos dos grandes empresários brasileiros se precisar você é obrigado sim a pagar caro... "

    Então o governo elimina TODAS as suas opções restringindo seu poder de escolha e sua raiva é direcionada apenas aos empresários?

    "Realmente você não conhece a classe menos favorecida brasileira, um pai faz qualquer coisa pra alimentar sua família, se não existe oferta de empregos melhores ele (o pai ou a mãe), é obrigado sim a trabalhar para empresas que pagam mal pra alimentar sua família..."

    Mais uma vez, o governo dificulta enormemente a abertura de empresas, e cobra impostos brutais, dificultando que as pessoas consigam empregos bons e sua sede de justiça recai apenas sobre os empresários?

    "obs: é claro que existe outros inúmeros fatores que leva à essa situação, mas fica ai o comentário... "

    Não existem não, o fator principal é o governo.
    Mas como 99% da população cai na falácia da autoridade e tendo ouvido as autoridades (seu professores) durante anos a fio dizerem que os empresários são culpados por tudo é compreensível que você só veja os empresários como malvadões enquanto o governo te impede, por exemplo, de fica com o seu próprio dinheiro cobrando altíssimos impostos em qualquer produto que você adquire com os empresários.
  • anônimo  27/01/2016 15:58
    São os Renans e as Dilmas da vida que são os bonzinhos, não é mesmo?
  • rlpda  25/01/2016 13:51
    "Jênios" ! Por que não reduzir para 22 horas logo? Seria o fim do desemprego! E não esqueçam do salário mínimo de dez mil!
  • Viking  25/01/2016 14:37
    não dá ideia....
  • jfontes  25/01/2016 15:16
    É isso ai. Rui Costa Pimenta presidente PCO na cabeça kkkkk.
  • Capital imoral  25/01/2016 14:00
    Porque vocês não se colocam no lugar do trabalhador?

    Esta conversa não é sobre a quantidade de dinheiro e valores econômicos. Está uma conversa sobre qualidade de vida para os mais pobres. Na realidade é horrível trabalhar, ninguém gosta de trabalhar, ninguém gosta de passar estresse, de sentir dores musculares, de aguentar ofensas diárias.

    Porque não dar esse presente para os seres humanos? Porque a vida tem que ser dura e dolorida? Não existe mérito nisso, não existe beleza nisso. Por mais que capitalistas dizem que isso é belo, não é, para dizer a verdade é horrível. O trabalho torna a vida um pesadelo.

    Todo homem deveria ter conforto, e passar mais tempo estudando em conforto e silencio, que na correria do trabalho. Lógico este estilo de vida, só acontece para a elite, para os pobres resta o mérito capitalista: trabalhe duro, destrua sua saúde e tempo, e ache isso bonito.
  • Critico  25/01/2016 16:20
    Ninguém aponta uma arma para tua cabeça e te obriga a trabalhar (exceto na Coréia do Norte).

    Se você acha tão sofrível trabalhar, fique a vontade para se excluir do mercado de trabalho e tentar viver de caridade alheia. Boa sorte para encontrar pessoas que estejam dispostas à financiar essa vida idílica de "conforto e silêncio". Ou talvez você fique mais feliz vivendo apenas com os frutos de seu próprio esforço, sem depender de terceiros (assista o programa "Largados e Pelados" e você logo terá uma boa ideia de como seria sua vida sem a opressão capitalista imposta pelo convívio em sociedade.

    Viver em sociedade obrigatoriamente implica criar relações com terceiros. Relações afetivas, amorosas e comerciais. O "conforto e silêncio" que você deseja só pode ser alcançado por meio do fruto de trabalho alheio e não é justo que as pessoas que se dedicaram a criar os itens e serviços que você considera desejável não sejam recompensados por seu trabalho. Se você quer apenas usufruir os benefícios sem colaborar para a sociedade (seja por meio de trabalho ou de alocação mais eficiente do capital) então você deseja na verdade um privilégio para si em detrimento de todos os demais.


    Ps: Espero que tenha sido apenas uma ironia. Caso contrário, resta o lamento.

  • anônimo  25/01/2016 16:24
    E você é Deus para saber o que é melhor para cada trabalhador?
  • João Paulo Lima  25/01/2016 16:31
    Uau! Quase chorei aqui com o Capital Imoral. Pela lógica dele é mais fácil um ladrão estar certo em roubar porque trabalhar é ruim do que haver liberdade entre chefes e funcionários de uma empresa para negociar entre si as condições salariais. Um abraço a todos. E viva o livre mercado.
  • Estado assistencialista  25/01/2016 16:46
    Mandou bem, Capital Imoral... Mas para nós ficarmos sem trabalhar, alguém precisa trabalhar em nosso lugar. Temos que inventar um arranjo de governo para enganar o povo para eles trabalharem para nós...
  • anônimo  25/01/2016 16:52
    Esse arranjo já foi inventado, já existe, e está em pleno funcionamento
  • anônimo  25/01/2016 16:51
    Ué, pare de trabalhar então (caso vc trabalhe).
  • Felipe R  25/01/2016 16:59
    Mermão. NO PAIN, NO GAIN. Na minha terra, quem não gosta de trabalhar é conhecido como VAGABUNDO. O rico, pra enriquecer, tem que trabalhar muito. Mas MUITO MESMO. A dureza é ele ver depois toda sua fortuna suada sendo esbanjada pelos primos (termo usado por Mises), nada mais que um bando de acomodados sanguessugas (filhinhos de papai, bajuladores etc.). De qualquer forma, a regra de enriquecimento serve para os pobres também.

    É por isso que eu gosto da Bíblia. Nela está claro que um dos requisitos para uma sociedade ir ao abismo é aceitar que a PREGUIÇA seja venerada, igual nessa porcaria desse post do "Capital Imoral".
  • Henrique Zucatelli  25/01/2016 18:10
    Como assim trabalhar é horrível? Só se você for um completo preguiçoso, medíocre e folgado!

    Eu amo trabalhar, criar, dar duro, e ver meus negócios prosperarem, e como muitos comecei do zero, sem nada, somente com meus braços e minhas ideias. Resolver problemas, questões, situações muitas vezes críticas é normal, faz parte, afinal a vida é um risco.

    Você deveria pedir perdão a Deus por utilizar tão pouco os talentos que Ele te deu, isso se você não for ateu, pois é o mais normal se tratando de socialistas.
  • carvalho  25/01/2016 17:15
    Capital imoral porque vc nao arranja uns escravos para trabalhar para vc? .Finalmente era isso que vc queria .Nao s
    eu vagabundo?
  • Andre  25/01/2016 18:58
    ou vc é fake e faz esses comentários para instigar discussões ou é realmente um quadrúpede (nesse caso peço perdão a todos quadrúpedes).
  • Juan Domingues  25/01/2016 20:29
    "Por que não se colocam no lugar do trabalhador"... ver a questão sobre a perspectiva do empregador, do trabalhador ou de um terceiro pouco importa, o que importa são os fatos.
    O problema de vocês coletivistas é que vocês passam tempo demais procurando um mundo que não existe e tempo "de menos" tentando entender o mundo que existe.
  • Luiz Silva  26/01/2016 10:42
    Vejam o exemplo acima, por isso a briga contra os esquerdistas deve ser no campo cultural, na linguagem, nas técnicas de persuasão, onde ele são efetivos.
  • anônimo  26/01/2016 20:26
    Tem cada um que cai de paraquedas aqui...
  • Batista  25/01/2016 14:38
    E como funciona a carga horária trabalhista nos campos de trabalho forçado de países aliados, admirados pelo governo brasileiro? Será que está reduzindo também!?
  • Max Rockatansky  25/01/2016 14:42
    Isso, vão diminuindo horas de trabalho e aumentando salário (ou proibindo sua redução) no canetaço...

    Essa gente só pode ser de má-fé, pq achar que as leis econômicas podem ser suplantadas no canetaço é, no mínimo, "cegueira deliberada".
  • Free  25/01/2016 15:00
    Resumo da ópera: esquerdistas e sindicalistas (e "defensores" de trabalhadores em geral) querem que o trabalhador deixe de ser trabalhador e seja sustentado por alguém.
  • Didi  25/01/2016 15:08
    Esse lance de redução de jornada de 44 para 40 horas semanais é uma tremenda insanidade. Agregue-se a isso a elevada carga na cadeia produtiva, o excesso de burocracia e a péssima infraestrutura, além da baixa produtividade.

    Como competir com os chineses?

    A jornada de trabalho é puxada – 11 horas por dia e seis dias por semana. Salários industriais nas cidades que variaram entre o equivalente a US$ 1.06 e US$ 0.45 por hora.

    Confira: www.josepastore.com.br/artigos/rt/rt_238.htm
  • mauricio barbosa  25/01/2016 16:33
    Didi o problema não é só concorrer com chineses,pois se fosse esse o caso bastaria elevar as alíquotas de importação de produtos chineses,portanto a questão é a elevação de custos que tal medida gera além da queda na produtividade o que só irá gerar mais desemprego já que a clt e demais leis(Salada de insanidades em muitos casos) não permitem redução de salários,esse é o pais do futuro?
    Esse capital imoral é um piadista sem graça e só o toleramos por sermos amantes da liberdade,somente por isso ele tem transito livre entre-nó,pois seus comentários só servem para poluir a pagina do farol da liberdade, que é o IMB.
  • Batista  25/01/2016 18:21
    Maurício,

    O Capital Imoral, bem como outros Típicos universitários/filósofos/economistas/uspianos, são personagens irônicos.

    Sabe o motivo pelo qual as importações da China ocorrem facilmente? Vá a qualquer mercado central, shopping popular (vulgos camelódromos) e observe bem nos donos das barracas. A invasão chinesa tomou conta e eles fazem de tudo para vender suas coisas aqui. Sabe a Galeria Pagé, em São Paulo?
  • mauricio barbosa  25/01/2016 22:35
    Batista os chineses são bem vindos viva o livre-comércio a questão é o governo editar medidas demagógicas é que afundam o país e o Didi parece não enxergar isso~portanto a concorrência chinesa é bem vinda sempre.
  • Didi  26/01/2016 10:31
    Maurício, por acaso você é exportador? Se for entenderá o imbróglio.
  • mauricio barbosa  26/01/2016 15:31
    Corroborando com o que Batista disse,Didi não sou exportador e nem defendo reserva de mercado para nossa industria que vive reclamando das importações chinesas ao invès de condenar as medidas demagógicas do governo que só engana incautos e o partido de plantão quer angariar votos para se perpetuar no poder ou seja o custo brasil precisa ser combatido com medidas certas ou seja o governo tem de parar de atrapalhar o setor produtivo pois só assim ele conseguirá ficar competitivo quanto aos chineses eles serão sempre bem vindos,protecionismo já era.
  • Batista  26/01/2016 11:25
    Sim, a concorrência é benéfica.

    Inclusive, quase tudo que compramos hoje no Brasil provavelmente vem de algum país asiático ou é fabricado com peças vindas de lá.
  • Didi  26/01/2016 10:26
    That's ok friend!
  • Henrique Zucatelli  25/01/2016 15:37
    Esse pleite é antigo por parte dos sindicatos. Se eles conseguirem, tanto os CLT como Servidores parasitas vão ter redução da jornada, porém o que eles não atentam é que por mais socialista um país tente ser, a matemática básica se encarrega do trabalho de lograr muita inflação e sofrimento para o povo.

    Por mim que decretem redução para 10 horas. Só me incentivam a pensar mais e automatizar mais, até chegar onde eu quero: um funcionário para cada setor e só. Estou quase lá, graças a Deus.
  • Duvivier  25/01/2016 15:51
    Se eles realmente acham que isso acabará com o desemprego, rebaixe logo para 25 horas e um salário mínimo de 2 mil reais.

    Será o fim do desemprego e da exploração dos proletários.
  • opinador  26/01/2016 15:27
    Na verdade será o contrário.

    O aumento do desemprego.

    O que aumenta salário não é a lei:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1241
  • Alexander  25/01/2016 15:54
    Pense por um momento no lado do empresario,será que investiria num pais que alem da elevadíssima carga tributaria e inflação , também tem que aguentar uma horaria menor? ou será que vou continuar com uma empresa num país com estas características? Se a resposta for não , sera que não estamos simplesmente bloqueando a criação de renda, valor , e empregos com estas politicas?
  • Andre  25/01/2016 16:06
    Se querem pleno emprego é só abolirem a lei do salário minimo e todas as outras leis trabalhistas. Simples e fácil.

    Mas vai perguntar à um transeunte qualquer na rua se ele gostaria que todas as leis trabalhistas fossem abolidas... Eu não pergunto porque tenho medo da pessoa querer me matar.
  • Típico Universitário  25/01/2016 16:10
    Tudo errado. Você trabalha porque o patrão tem os bens de capital. A natureza deixou as máquinas, os prédios, as plantações, as minas, os carros e tudo como herança mas o homem branco, cis-heterossexual e de meia-idade monopolizou todos os meios de produção. Como resultado você tem de ser explorado por ele.

    Não vim ameaçar ninguém mas só há dois trabalhos que mudam o mundo na conjuntura verdadeira: o homicídio e a lei.

    Um dia o PT ainda banirá o trabalho integralmente e levará os donos dos meios de produção à falência. Aí sim estaremos livres.
  • Sociólogo da USP  25/01/2016 16:55
    Perfeito.
  • Economista da UNICAMP  25/01/2016 16:55
    BRILHANTE!
  • Andre  25/01/2016 19:04
    Cara, vc é um gênio!!!!!!!!
  • Dissidente Brasileiro  25/01/2016 20:03
    PQP, quanta m*rda para uma pessoa só. Já passou no SUS para pegar a receita do Gardenal com o médico? Não?! Ah já sei, ele não veio clinicar hoje... pois é, saúde pública é assim mesmo, experimente pagar um hospital particular para ter atendimento decente, mas só poderá fazer isso quando deixar de ser vagabundo escrevedor de bobagens e arranjar um emprego com bom salário.

    Mas para isso precisa ser qualificado, e aí tem que estudar, coisa que você não deve gostar de fazer... pensando bem, você está ferrado de qualquer jeito, vá lá escrever asneiras no site do PT, da Carta Capital, do UOL, talvez alguém fique com pena e lhe arranje uma vaguinha como MAV, pois é o máximo que um cretino como você conseguirá na vida.
  • Irônico  27/01/2016 13:21
    Soberbo!
  • Típico sindicalista  25/01/2016 17:59
    Vamos lutar com todas as forças da categoria para que a redução da jornada de trabalho sem redução de salário, uma pauta antiga, seja aprovada.
    É mais tempo pro trabalhado ter lazer e poder consumir, ajudando a economia.
  • joao carlos  25/01/2016 19:33
    Achei que o texto nao toca no problema real: Eh um absurdo o estado querer estipular uma jornada menor na marra mas tao absurdo quanto eh estabelecer que a jornada deva ser de 44h. Os trabalhadores deveriam ser livres para fazer um contrato de quantas horas semanais desejassem.
    O fato de se reduzir a jornada pode elevar a produtividade de boa parte dos individuos, beneficiando assim toda a sociedade. Da mesma forma, certamente existem individuos que prefeririam trabalhar 50 horas por semana...

  • Ramalho  25/01/2016 19:51
    Então você terminou a leitura antes do final. Está escrito lá, no último parágrafo:

    "Apenas para ficar claro: uma jornada semanal de 30 horas em países ricos e de 35 horas em países em desenvolvimento não é impossível e nem mesmo é indesejável. Mas se o objetivo é ajudar os trabalhadores, a melhor alternativa é deixar que cada um decida o melhor para si, e não políticos."
  • Dede  25/01/2016 20:03
    Se o problema é criar empregos, poderia reduzir a carga horária para 22 h/s, assim dobraria o n° de empregos gerados. E o governo poderia reduzir o salário sem aceitar a redução de vencimentos. Assim todos trabalhariam menos e receberiam nominalmente mais e para melhorar o governo deveria criar uma lei obrigando a empresa a dividir os lucros com os empregados e também a compartilhar a gestão. Na hora de tomar decisões, o voto do trabalhador braçal deveria valer o mesmo que o de um gerente especializado. O reajuste anual deveria ser sempre acima da inflação, para garantir o continuo aumento da renda do trabalho.
    Isso tudo é claro, mantendo a alta carga tributária atual, a instabilidade jurídica e institucional, o discursos anti empreendedorismo, contra a propriedade e a riqueza legitimamente adquirida,a destruição do mérito, etc, etc, etc.
    Se é pra essa porra deste país afundar, vamos afundá-lo de vez.
  • José Carlos Barreto da Cruz  25/01/2016 20:18
    Logo,logo ele vai falar que a desonestidade não afeta você, que não acaba com a confiança, que não contagiosa e que pode ser comparada com um vírus, que quanto mais contato você tem com uma pessoa desonesta, maior é o risco de ser "Infectada" com a desonestidade, e que a Mentira, Calúnia, Fraude e Roubo não formas de desonestida.
  • Fernando  25/01/2016 21:32
    Eu defendo o fim da carga horária de trabalho.

    A questão das horas-extras gerou milhares de processos trabalhistas. O funcionário fica guardando documentos para depois cobrar a empresa. Parece que eles preferem cobrar na justiça do que cobrar da empresa.

    A questão é simples. Se alguém está insatisfeito com um emprego, ele pode procurar outro melhor.

    Ninguém está preso ou amarrado em seu emprego.

    O EUA é um dos países mais desregulamentados e possui os melhores salários. Só não vê quem não quer. Os americanos possuem uma justiça que faz valer os contratos de trabalho. Não é um país tupiniquim, que só serve para destruir as empresas.


    Se alguém que acabar com o desemprego, é só acabar com os caminhões e fazer as pessoas carregarem carga nas costas.


  • Gustavo  26/01/2016 00:22
    manda os links falando sobre essa desregulamentação ameriacna
  • Vinicius  26/01/2016 11:38
    www.heritage.org/index/visualize?countries=unitedstates&type=10

    www.heritage.org/index/country/unitedstates#regulatory-efficiency
  • Fernando  27/01/2016 02:28
    A Dinamarca é um dos países com menos legislação trabalhista. Os americanos estão à esquerda da Dinamarca na questão trabalhista.

    Se alguém acha que proteção ao trabalhador vai melhorar alguma coisa, é só ver os trabalhadores anarquistas dinamarqueses produzindo muita riqueza.

  • Renan Merlin  25/01/2016 22:51
    Sempre aparece os "gênios" com ideias mirabolantes de econômia como aumentar salario minimo pra 3 mil reais e etc
  • Rhyan  25/01/2016 23:51
    1 hora por semana estaria ótimo, com um salário mínimo de R$3.500. Receita do sucesso!
  • Pierre Jabouille  26/01/2016 00:04
    Pô, mas vocês são prescientes mesmo, hein?

    "França irá redefinir semana de 35 horas de trabalho, diz premiê"

    br.reuters.com/article/worldNews/idBRKCN0V32CH
  • Mauricio.  26/01/2016 00:09
    A França já chegou a conclusão que é furara e está voltando atrás: www.oantagonista.com/posts/adieu-35-horas.
  • Dalton C. Rocha  26/01/2016 00:16
    O artigo tem uma falha fundamental. Não fala que redução de jornada, por meio da constituição não é novidade no Brasil.
    A Constituição de 1967, que foi feita durante o Regime Militar e que precedeu a atual prostituição ou Constituição de 1988, fixava o máximo de 48 horas semanais de horas de trabalho. Lembro bem, que a redução de horas a se trabalhar foi imposto, exatamente pelas mesmas razões atuais: alto desemprego, crise econômica, desespero e demagogia.
    Nosso políticos nunca esquecem e, também nunca aprendem.
  • Gustavo  26/01/2016 00:39
    Acredito que dentro de algumas décadas teremos pessoas trabalhando dia e noite 24h por dia (se revezando obviamente), sendo assim mais empregos serão gerados. Esse horário comercial atual será algo ultrapassado.
  • Ismael  26/01/2016 01:42
    Isto pode ter desenvolvimentos interessantes - a redução de jornada. Se aprovada, provavelmente teremos uma fuga deliberada para a autonomia, ou que seja o "trabalho informal"...e sem muitas carteiras assinadas pelo país afora, os tentáculos do estado perdem muito sua força de intervir na economia.
    Resta saber se a aptidão profissional do brasileiro e os recursos disponíveis ainda no país, promoveriam um considerável aumento do padrão de vida para aqueles que descobrirem na informalidade o espaço para trabalhar muitas e muitas horas com resultado proporcional. E de quebra teremos um estado sendo visto como cada vez menos útil pra vida.
    O que quero dizer é que quanto mais impecilhos o estado cria, mais fina vai se tornando a cortina que separa a ilusão da propaganda socialista, da visão clara da realidade que nós (os libertários) compartilhamos acompanhando o IMB e que tanto nos indignamos pela situação do brasileiro que sofre na pobreza e pede mais estado.
    Temos visto na Tv recém, a ladainha dos burocratas em estipular novas regras para taxistas....é óbvio escancarado que isto é o estado desesperado esperneando se frente a liberdade do aplicativo Uber. Óbvio também que falta nos muito em desenvolvimento profissional e contamos com uma mistura cultural de diferentes disposições frente ao trabalho...mas falta apenas alguns singelos golpes nos subsídios estatais (como foi noticiado dias atrás que bolsa-família segue sem reajuste) para que o socialismo descortine-se à tantos brasileiros que ainda desconhecem a liberdade.
    Acredito que o brasileiro ao tomar consciência de um país que tem tanto a desenvolver, queira sim trabalhar deliberadamente por horas e horas semanais...e que bom que o estado insiste em atrapalhar porque estes dois caminhos não seguem juntos.
  • Andre  26/01/2016 15:51
    "Isto pode ter desenvolvimentos interessantes..."

    Sim, se você ignorar todas as consequências negativas provenientes do uso da coerção.

    Ignorando as consequência negativas da coerção até mesmo proibir a importação de computadores tem desenvolvimentos interessantes. Não é a toa que existem muitas pessoas com saudades de quando tal importação era proibida.
  • Wesley  26/01/2016 23:45
    Uma dúvida: Ao invés de aumentar a taxa de juros ainda mais para conter a inflação, não seria uma alternativa liberar as importações e entrada de produtos estrangeiros? Por se a quantidade de dinheiro é maior que a quantidade de bens, liberar importações iria aumentar a abundancia de bens e diminuir os preços, certo? Seria uma alternativa ou ainda seria insuficiente? É claro que fazer isso vai contra os interesses dos barões da CNI que possuem um enorme poder de barganha e nao deixaria isso ocorrer.
  • Nao gosto de inflacao  27/01/2016 03:24
    Concordo!!
    Concordo com a redução da jornada de trabalho,....

    "Dir-se-á talvez: Seis horas de trabalho por dia não são suficientes para as necessidades do consumo público, e a Utopia deve ser um país muito miserável.
    Mas não é este realmente o caso. Ao contrário, as seis horas de trabalho produzem abundantemente para todas as necessidades e comodidades da vida, e ainda um supérfluo bem superior às exigências do consumo.
    Compreendereis facilmente se refletirdes no grande número de pessoas ociosas existentes nas outras nações. Antes de tudo, são essas quase todas as mulheres, que em si já constituem a metade da população, e a maioria dos homens, ali onde as mulheres trabalham. Em seguida, esta imensa multidão
    de padres e religiosos vagabundos. Somai ainda todos esses ricos proprietários vulgarmente chamados nobres e senhores; acrescentai também as nuvens de lacaios e outro tanto de malandros de libré; e o dilúvio de mendigos robustos e válidos que escondem sua preguiça sob o disfarce de enfermidades. E achareis, em resumo, que o número dos que, por seu trabalho, proveêm ao gênero humano de todas as
    necessidades é BEM MENOR DO QUE IMAGINAIS.
    Considerai também como são poucos aqueles que a trabalhar estão empregados em coisas
    VERDADEIRAMENTE necessárias. Porque, neste século de dinheiro, onde o dinheiro é o deus e a medida universal, grande é o número das ARTES FRIVOLAS e vãs que se exercem unicamente a serviço do luxo e do desregramento. Mas se a massa atual dos trabalhadores estivesse repartida pelas diversas profissões úteis,
    de maneira a produzir mesmo com abundância tudo o que exige o consumo, o preço da mão de obra baixaria a um ponto que o operário não poderia mais viver de seu salário.
    Suponde, pois, que se faça trabalhar utilmente aqueles que não produzem senão objetos de luxo e os que nada produzem, embora comam o trabalho e o quinhão de dois bons operários; então, concebereis, sem dificuldade, que disporão de mais tempo do que necessitam para prover às necessidades e mesmo aos prazeres da vida, quero dizer, os que se fundam na natureza e na verdade.
    Ora, o que afirmo aqui, na Utopia está provado pelos fatos. Em toda a extensão de uma cidade utopiana, inclusive seu território, não mais de quinhentos indivíduos, compreendidos os homens e mulheres na idade e força de trabalhar, existem isentos por lei. Neste número estão os sifograntes; mas mesmo esses magistrados trabalham como os outros cidadãos a fim de ESTIMULA-LOS PELO EXEMPLO. Este privilégio se estende também aos jovens que o povo destina às ciências e às artes, por recomendação dos padres e conforme os sufrágios secretos dos sifograntes. Se um desses eleitos ilude a esperança pública, é transferido para a classe dos operários. Se, ao contrário, e o caso é freqüente, um operário consegue
    adquirir uma instrução suficiente consagrando suas horas de lazer aos estudos intelectuais, fica isento do trabalho mecânico e sobe à classe dos letrados.
    É entre os letrados que se escolhem os embaixadores, os padres, os traníboras e o príncipe, chamado antigamente barzame e hoje ádemo. O resto da população continuamente ativa não exerce senão profissões úteis e produz, em pouco tempo, uma massa considerável de trabalhos perfeitamente executados."
    Thomas Morus, A Utopia

    O assunto e: os vagabundos (num sentido amplo, bem amplo), vão querer trabalhar???

  • Rod   27/01/2016 11:12
    É um erro acharmos que o PT faz isso apenas por "incompetência".. O plano deles é acabar com a nossa economia, e o mais rápido possível.
    Uma pena ver o meu país caminhando para o abismo :(
  • Andre  27/01/2016 12:39
    Excelente artigo linkado!

    E no final diz o seguinte:

    "Consequently, we can see how Brazil's current crisis is nothing but an outcome of government's meddling with the market."

    E eu digo que a crise vai piorar, pois o governo pretende agir para resolver a crise.
    E como aprendemos com a crise de 1921 nos EUA a melhor solução para uma crise é o governo nada fazer, ou se quiser realmente ajudar, reduzir as intervenções em curso.
  • Batista  01/02/2016 17:10
    Vejam o exemplo americano...

    "Em quatro dias úteis é possível obter todas licenças para se abrir um negócio por lá, por 12% do valor que seria gasto no Brasil..."

    "Não há Ministério do Trabalho ou CLT. O contrato é registrado com auxílio de advogados e pago por horas trabalhadas. Pode ser rompido a qualquer momento, sem problemas (por ambos os lados)".
  • João Souto  07/02/2016 01:23
    Com o advento das tecnologias e a globalização estamos cada vez mais on-line. Não é incomum se trabalhar pelo celular a qualquer momento e a qualquer hora do dia. Não vejo como, neste cenário que vivemos, a redução da jornada surtir algum efeito se o que acontece é o envolvimento com o trabalho mais horas por dia do que a própria jornada estabelecida em lei. Vão reduzir salários, apenas deram um jeito de fazer as pessoas pensarem que é benéfico.
  • Emerson Luis  08/02/2016 10:43

    O problema não é a redução da jornada em si, mas o fato dela ser imposta pelo governo. Quando há liberdade econômica, o enriquecimento geral da sociedade e o avanço da tecnologia e da empregabilidade permitem que as pessoas elaborem seus próprios arranjos, reduzindo ou não suas cargas horárias.

    * * *
  • naná   29/04/2017 00:32
    Eu derrubo este argumento estaparfúdio pedindo pra pessoa calcular hora homem. Geralmente se sentem ofendidos e abandonam a discussão. Outro argumento que faço é o seguinte. Eu tenho dois funcionários, o A e o B e ambos trabalham 6h por dia. O funcionário A produz mais do que o B, portanto, com base na lei é mais vantajoso eu comprar a hora extra dele do que manter dois funcionários, um que produz mais podendo ser recompensado por isso e um B que não faz muita diferença no final do dia. Vai sair mais barato pra mim que manterei um salário + recompensa e o funcionário A vai ganhar mais dinheiro. Quem vai perder é o B que ficará desempregado por produzir de forma mediana. O problema de socialista é que eles trabalham com o cenário da fantasia e a gente com a realidade.


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