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A política, os políticos e as massas submissas a eles

A cada dois anos escolhemos aqueles políticos locais e nacionais que imaginamos serem capazes de melhorar nossas vidas.  Os problemas que queremos que eles resolvam são exatamente os mesmos que eles previamente criaram na ânsia de tentar administrar e cuidar de nossas vidas.

A maneira como eles se elegem é única: prometendo confiscar e redistribuir a riqueza de terceiros — exatamente a riqueza que produz a prosperidade — em troca de votos.

Justamente por se basear maciçamente na mentira e por se sustentar na espoliação da renda dos mais produtivos, a qualidade da política está sempre em constante declínio.  As únicas melhorias ocorrem nos procedimentos que envolvem más ações: mentir, corromper, iludir, manipular, trapacear, roubar e até matar. 

Na política, ocorre uma forma bastante atípica de competição: uma disputa para ver como um pode superar o outro em termos de ideias ruins e de comportamento estupidificante.  Em vez de aprimorar o desempenho e estimular uma constante melhoria, a competição política parece gerar o resultado oposto: os partidos recorrem ao mais sórdido denominador comum entre eles, e parecem dispostos a reproduzir as piores peculiaridades de cada oponente.  Em vez de excelência, ficamos com mediocridade — e com um agravante: a tendência é sempre declinante.

Para aumentar a injúria, os preços dos serviços políticos estão constantemente aumentando, seja nos impostos que pagamos ou nas propinas dadas em troca de privilégios.  Não há obsolescência, planejada ou espontânea.  Como Hayek famosamente argumentou, na política, os piores sempre chegam ao topo.  E, o que é pior, não há prestação de contas e nem imputabilidade: quanto mais alto o cargo, maior a transgressão criminosa da qual o sujeito pode se safar.

A política estimula a submissão

Políticos detêm poder sobre uma instituição da qual eles não são os proprietários, mas que irão gerenciar por quatro anos, tempo durante o qual a quadrilha encastelada no poder irá implantar medidas econômicas destrutivas que irão beneficiar apenas a si própria e a seus auxiliares (públicos e privados) nesse esquema de extorsão.  

Políticos não arriscam virtualmente nada que seja deles nesse jogo.  A pior consequência que podem vir a encarar é não serem reeleitos daqui a quatro anos, sendo que sairão de seus mandatos espantosamente enriquecidos pelo dinheiro doado por grupos de interesse e por empresários ligados ao regime, os quais eles financiaram durante o mandato com o dinheiro que você pagou de impostos.

Praticamente todas as pessoas com as quais conversamos hoje em dia admitem um sério desgosto com as opções eleitorais.  Entretanto, ainda assim a maioria das pessoas irá optar nas urnas pelo "menor dos males" — seja lá o que isso signifique, e provavelmente não há como saber antecipadamente —, já sabendo que nenhuma opção real e viável irá surgir.  

O que nos leva ao pior problema da política: ela estimula a obediência e a submissão das massas.  Enquanto os políticos do partido azul fingem culpar os políticos do partido vermelho, e os políticos vermelhos fingem rivalidade com os políticos azuis, as massas se comportam bovinamente como líderes de torcida, prendendo a respiração a cada embate público entre esses dois times, e sempre se mantendo submissas a ambos. 

Afinal, se seu time vencer as próximas eleições, aí sim as coisas poderão finalmente melhorar!

Não apenas a política exaure a energia mental e emocional de nossas vidas, como ela também torna as pessoas bem mais propensas à submissão e a seguir ordens de maneira automática. "Não gosto do partido A que está no poder; queria muito que o partido B estivesse no controle, aí sim eu estaria satisfeito". 

Isso sim é realmente perigoso.

Não importa quem esteja no poder, o governo sempre vencerá

Quando as pessoas pensam no governo, elas normalmente imaginam um grupo de 600 pessoas na capital federal tomando algumas decisões racionais.  A verdade, no entanto, é que o governo é composto por milhões de empregados, sendo a esmagadora maioria impossível de ser demitida.  Para piorar tudo, oceanos de dinheiro passam pelas mãos dessas pessoas diariamente.  Esse arranjo é totalmente propício ao abuso de poder, e sempre será.  Trata-se de um problema estrutural, o qual não pode ser resolvido apenas "votando nas pessoas certas".

Foi Jeffrey Tucker quem melhor resumiu a situação:

Não é a classe política quem comanda as coisas.  [...] Políticos vêm e vão.  A classe política é apenas o verniz do estado; é apenas a sua face pública.  Ela não é o estado propriamente dito.  Quem de fato comanda o estado, quem estipula as leis e as impinge, é a permanente estrutura burocrática que comanda o estado, estrutura esta formada por pessoas imunes a eleições.  São estes, os burocratas e os reguladores, que compõem o verdadeiro aparato controlador do governo.

Ou seja, a estrutura do governo é, por natureza, corrupta e abusiva, e continuará assim até que a própria estrutura seja mudada.  Meras eleições, mesmo que "as pessoas certas sejam eleitas", não irão alterar essa estrutura.  

A política está sempre se esforçando para nos fazer crer que as coisas irão melhorar... tão logo derrotemos o partido inimigo, é claro.  Só que, independentemente de nossas esperanças, sempre vamos acabar lidando com algo chamado "governança efetiva".  Em outras palavras, nada irá mudar, ainda que as faces que aparecem na televisão sejam trocadas de quatro em quatro anos.

A política se baseia na superstição

Arraigada na prática da política está uma superstição, qual seja: se protestarmos o bastante, e da maneira correta, vamos conseguir o que queremos, e sem corrermos nenhum risco.

Em outras palavras, queremos acreditar que a política nos fornece uma solução fácil, e que nossas reclamações têm poderes mágicos.

Ora, se queremos que as coisas sejam diferentes, então temos de agir para torná-las diferentes.  Só que a política aniquila essa possibilidade ao tornar as pessoas mais passivas e ao fazê-las acreditar que meras manifestações verbais têm poderes mágicos, e que a passividade é uma virtude.

Ou seja: há milhões de pessoas decentes e capazes que podem perfeitamente resolver seus próprios problemas, sem ter de recorrer a políticos; no entanto, essas mesmas pessoas foram condicionadas a jamais agir por conta própria e a sempre acreditar que podem conseguir o que querem — sem correr nenhum risco — apenas se manifestando e utilizando as palavras corretas.

A política, portanto, criou uma mentira atraente e irresistível demais para ser ignorada: mude o mundo: sem dor, sem esforço, sem riscos.

Não apenas essa promessa é uma fragorosa superstição, como ela também desestimula as pessoas a realmente se esforçarem para mudar o mundo à sua volta.  Por que gastar sangue, suor e lágrimas se você pode apenas reclamar e obter os mesmos — ou até melhores — resultados?

"Temos de votar nos bons!"

Após toda a experiência democrática, o eleitorado já deveria reconhecer que, na melhor das hipóteses, elegerão incompetentes (e isso é tudo pelo que podemos torcer); na pior, escroques. 

No entanto, por piores que sejam os resultados, e por piores que sejam as consequências destes resultados, aquele ingênuo e constante mantra pró-democracia seguirá impávido: "É só elegermos as pessoas certas".

O único problema é que as "pessoas certas" não estão (e nunca estarão) concorrendo a cargos públicos.  Em vez disso, continuaremos tendo de aturar "o político comum que não apenas é um imbecil", como escreveu H.L. Mencken, "mas que também é dissimulado, sinistro, depravado, patife e desonesto".

Mencken foi certeiro ao dizer que, para ser eleito e continuar sendo eleito para qualquer cargo público, é necessária a total suspensão de toda e qualquer ética ou bom senso que uma pessoa eventualmente possua. 

Mesmo aqueles que começaram sua carreira política com a melhor das intenções, e que possuem capacidades mensuráveis que o tornariam bem-sucedido em qualquer campo, rapidamente percebem que as habilidades necessárias para ser bem sucedido na política não são exatamente aquelas requeridas fora da política.

A política é pré-histórica

O sistema de homens governando homens data do ano 6.400 a.C.  Já o tipo de governança que mais se assemelha à nossa começou por volta de 5.000 a.C.  Assembléias bicamerais (como Senado e Câmara dos Deputados) já existiam em 2.500 a.C.

Ou seja, são coisas que já existiam naquele período de tempo que convencionalmente rotulamos de "pré-história".

Logo, eis a pergunta: por acaso há algo mais que já existia antes das pirâmides do Egito e que ainda governa nossas vidas hoje?

O homem não mais tem de lavrar a terra manualmente.  Ele não mais tem de utilizar rochas para fazer fogo.  Ele não mais tem de andar de carroças.  Ele não mais depende da tração animal.  Já aprendemos a escrever, a inventar, a navegar, a percorrer em poucas horas enormes distâncias no globo, a dirigir, a voar, a chegar à lua etc.

E, ainda assim, essa relíquia do nosso passado mais primitivo ainda permanece.  Se há uma área da vida em que os humanos fracassaram e em nada evoluíram, essa área é a política.

Déspotas disfarçados

Nenhum governo, em nenhum lugar, pode ser creditado pela existência da liberdade.  Como disse Mises, um governo liberal é uma contradicto in adjecto: duas ideias que não podem se combinar, um oximoro, uma frase impensável. 

Há uma tendência inerente a todo poder governamental em não reconhecer nenhuma restrição às suas operações e a ampliar a esfera de seu domínio o máximo possível.  Controlar tudo, não deixar nenhum espaço para que nada aconteça livremente fora da interferência das autoridades — esse é o objetivo que todo governante secretamente se esforça em alcançar.

Mises está chamando a atenção para algo de que as pessoas raramente são dão conta.  Todos os governos, em todos os lugares, querem ser totalitários.  Só não conseguem atingir tal meta devido à própria incapacidade do estado em fazer as coisas corretamente, ou mesmo por causa da relutância das pessoas em aceitar tal descalabro.  

Para entender melhor esse fenômeno, pense em uma organização criminosa.  Ela sem dúvida gostaria de usufruir o livre direito de saquear, extorquir, matar e acumular poder.  Por outro lado, ela também sabe que está se arriscando mais a cada crime cometido.  Se suas atividades enfurecerem muitos, ela corre o risco de perder o poder que já possui.  O mesmo ocorre com os governos: eles desejam o poder total, mas muitas vezes se limitam a ficar apenas com aquilo que lhes permita escapar livremente.

Como vivemos em tempos de declínio cultural e moral acelerado, parece ser indelével o fato de que as pessoas estão mais propensas a tolerar déspotas.  A maioria hoje só reconheceria um tirano na presidência caso ele tivesse um bigode da mesma largura das fossas nasais.

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Veja todos os nossos artigos sobre democracia:

http://www.mises.org.br/Subject.aspx?id=11

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Lew Rockwell, chairman e CEO do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State

Paul Rosenberg é o presidente da Cryptohippie USA, uma empresa pioneira em fornecer tecnologias que protegem a privacidade na internet.  Ele é o editor FreemansPerspective.com, um site dedicado à liberdade econômica, à independência pessoal e à privacidade individual.

Douglas French é o diretor do Ludwig von Mises Institute do Canadá. Já foi o presidente do Mises Institute americano, editor sênior do Laissez Faire Club, e autor do livro Early Speculative Bubbles & Increases in the Money Supply.  Doutorou-se em economia na Universidade de Las Vegas sob a orientação de Murray Rothbard e tendo Hans-Hermann Hoppe em sua banca de avaliação.



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Diversos Autores

  • Deleting the State  04/12/2015 13:28
    "Como disse Mises, um governo liberal é uma contradicto in adjecto: duas ideias que não podem se combinar, um oximoro, uma frase impensável".


    Logo, faltou a Mises chegar à conclusão lógica desse argumento, algo que foi feito por Rothbard e Hoppe: o anarcocapitalismo.
  • Caio  07/12/2015 05:37
    "Logo, faltou a Mises chegar à conclusão lógica desse argumento, algo que foi feito por Rothbard e Hoppe: o anarcocapitalismo."
    Ou talvez Mises tivesse algo a acrescentar que mudasse a conclusão. Apesar de eu ser anarquista, tenhamos cuidado com frases fora de contexto. É bom ver o conjunto da obra antes de tirarmos certas conclusões a partir da fala dos autores.
  • Deleting the State  07/12/2015 14:41
    É bom ver o conjunto da obra antes de tirarmos certas conclusões a partir da fala dos autores.

    Eu conheço a obra de Mises na sua integralidade, amigo.

    Logo, não há nada "fora de contexto" aí, mormente pq a "conclusão" decorre da fala de dois autores que estão entre os maiores conhecedores da obra de Mises: Rothbard e Hoppe.
  • Tiago silva  04/12/2015 15:01
    Excelente artigo, nos faz pensar muito nas possibilidades que ocorreriam numa sociedade sem estado. Já me contentava com um estado mínimo, mas sabemos que isso é impossível. O agigantamento do estado sempre acontecerá, a mercê de lobbys e outras influências políticas.

    Em relação ao seu comentário, deleting the state, eu acredito que se Mises vivesse mais tempo ele reconheceria a inutilidade do minarquismo.
  • Maria José  04/12/2015 15:01
    "Para ser eleito e continuar sendo eleito para qualquer cargo público, é necessária a total suspensão de toda e qualquer ética ou bom senso que uma pessoa eventualmente possua."

    E infelizmente é justamente na mentira deslavada que os menos avisados acreditam. A criatura tem a coragem de encarar a eleição como um jogo. "vou votar no fulano(a), para não perder o meu voto, estão dizendo que esse(a) vai ganhar..."
  • Taxidermista  04/12/2015 16:03
    Em complementação ao artigo, aos eventuais interessados:

    Palestra do filósofo Michael Huemer, autor de "The Problem of Political Authority" (www.palgrave.com/page/detail/the-problem-of-political-authority-michael-huemer/?K=9781137281647), intitulada "The Irrationality of Politics":

    https://www.youtube.com/watch?v=4JYL5VUe5NQ


    E um artigo do mesmo autor ("Why People are Irrational about Politics"):

    rintintin.colorado.edu/~vancecd/phil3600/Huemer1.pdf

  • Taxidermista  04/12/2015 16:26
    A respeito, vale lembrar esse artigo do Thomas Sowell:


    "Políticos mentem porque a população se sente melhor assim":

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2129


    E também esse do Kel Kelly:


    "Políticos podem melhorar nossas vidas?":

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=794
  • Aprendiz  08/12/2015 12:36
    Obrigado Taxidermista, sempre dando essas contribuições essenciais.
  • Taxidermista  08/12/2015 13:30
    Grato, caro Aprendiz.

    Abraço fraterno.
  • Aprendiz  08/12/2015 13:45
    Infelizmente não sou otimista em relação a população mudar sua forma de ser, mas se há um "pingo" de esperança, este é o embate que cada dia mais cresce no pais. Como já vi em algum comentário por aqui "o povo brasileiro é libertário mas não sabe disso"; troco essa frase por "o incentivo estatal à dependência faz o povo perder seu instinto libertário".
  • Vinicius  04/12/2015 17:13
    Políticos atendem uma demanda legítima da população em ouvir mentiras.
  • tobias  04/12/2015 18:53
    Então como modificar a atual realidade intervencionista? Pelo voto não há opções decentes e se vc 'desobecer' o governo será preso, roubado, agredido.
  • saibot  04/12/2015 23:48
    As duas únicas soluções que funcionam para acabar (ou reduzir) o Estado é:
    1- Guerra Armada
    2- Guerra Política
    Qualquer outra prática para acabar ou reduzir o Estado não funciona nem em uma democracia e nem em um totalitarismo (como se ambos não fossem a mesma coisa no final das contas).
  • Heitor  05/12/2015 04:51
    Também possui uma terceira opção de que haja alguma influência externa.

    A URSS estava falida, mas poderia tranquilamente ter continuado a existir, igual ainda existe China, Cuba e Coreia do Norte, se não fossem as pressões internas e externas ("Mr. Gorbachev, Tear Down This Wall!").

    Na Índia ocorreu algo semelhante.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  04/12/2015 19:19
    Simplificação do estado brasileiro já: mantenham saúde, segurança pública, estradas, direitos trabalhistas e INSS. O resto, PRIVATIZAR!
  • Fagner  04/12/2015 20:30
    Você pede por "privatização" mas pede para manter saúde pública, segurança pública, estradas públicas, legislação trabalhista e previdência social?

    É isso mesmo, irmão?
  • anônimo  05/12/2015 01:49
    Já é impossível defender a privatização aqui no Brasil, quem dirá fazê-la. Eu chuto que uns 70% da população chamariam ele de louco por defender que o Estado tem que tomar conta ''só'' da saúde, segurança pública, estradas, direitos trabalhistas e INSS.

    Aqui é lugar de Estatal, funcionário público e demonização da figura do empresário. Clamar por privatização é ser burguês, fascista, coxinha, reaça, elitista, neoliberal, nazista e outros adjetivos imbecis que a esquerda nos atribui.

    Infelizmente temos que passar por um processo de ''venezualização'' para aprendermos.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  04/12/2015 19:20
    O estado deve pagar os atrasados: quero meu bilhão hoje.
  •   04/12/2015 19:31
    TEXTO ÓTIMO.
  • Lucas Machado  04/12/2015 20:47
    Então o Novo seria só mais um entre os azuis, os vermelhos e todos os outros?
  • carlos  04/12/2015 22:24
    Todo e qualquer partido político tem como objetivo a conquista do aparato coercitivo estatal para fazer o que diabos achar que deve fazer. Sendo assim o "Novo" é tão velho quanto quaisquer outros: para fazer qualquer mudança usará de decretos, portarias, medidas provisórias, leis, etc. Como não há, no Direito (que é muito torto) nacional a percepção de que uma norma jurídica possa existir sem violência para torná-la "concreta", tudo o que falam é apenas mais um blá, blá blá.

    Um hipotético partido "libertário", por exemplo seria, no melhor dos mundos, um partido minarquista: ele não pode existir em um contexto sem Estado, sem coerção.

    Então, como já dito, o Novo é, ao fim e ao cabo, tão velho quanto todos os outros partidos.
  • Paraninfo  04/12/2015 22:24
    Eu concordo com tudo que foi escrito no artigo.

    Porém, vai adiantar alguma coisa se eu não votar e não entender a política ?

    Se nós não fizermos nada, seremos massacrados pelo governo ?

    Ocupar o espaço dos esquerdopatas não vale à pena ?

    Entrar no debate político para contradizer esses esquerdistas canalhas não vale à pena ?

    Temos que esperar o governo bater na nossa porta e nos prender por estarmos trabalhando sem pagar impostos ?

    Não estou certo de que negar a política seja a melhor alternativa. Não usar os serviçoa do governo já é uma boa atitude, mas negar a política não parece coerente.

    Seremos massacrados pelo governo !
  • Davi Junior  05/12/2015 05:56
    Eu concordo. Qual meio se não através das vias políticas para extinguir/diminuir o estado? Eliminar completamente o estado da noite para o dia está muito longe da realidade. Já a ideia de diminuir progressivamente o tamanho do Estado é uma coisa muito mais próxima de ser realizada. Tudo bem que o Estado por natureza sempre vai querer crescer e controlar tudo, mas se há meios que possam ajudar a conter esse crescimento e apetite por controle, por que não utilizá-los? Veja o NOVO, com uma agenda que de certa forma visa diminuir o escopo do Estado, não está caminhando nessa direção de utilizar as vias democráticas para impedir o crescimento do estado? Caso não, qual seria a solução, o que poderiamos fazer para pelo menos diminuir o peso do estado?
  • Aprendiz  08/12/2015 15:08
    Infelizmente, o NOVO é mais do mesmo como vemos nesse artigo: O velho partido novo.


    A história é a seguinte: estamos em um ambiente de difícil probabilidade para que uma sociedade libertária exista. Primeiramente, temos dificuldade de assimilar nossa liberdade e, ao mesmo tempo, a todo momento, o estado está dizendo-nos "vocês dependem de mim". O caminho seria diminuir o estado gradativamente, até um ponto de colapso, onde o estado procuraria desculpas para crescer novamente. É nesse ponto que a ação política do estado se oporia a isso e garantiria o fim do estado (essa é a oportunidade). É algo difícil, mas já temos como vislumbrar essa situação vendo aqui: Nova Zelândia.

    Bom, suponhamos que estamos neste processo. A problemática é o posicionamento da ONU e seu países-membros, que sempre estão de olho para manter a "democracia" e a "paz" entre os povos. Esse é mais um grande problema. Sei que não há justificativa para tal, mas no arranjo que estamos, um estado libertário seria o inimigo de todos os outros países do mundo.

    Se puderem complementar meu pensamento eu agradeço, é por essa linha de pensamento que vou (embora aqui esteja demonstrada de modo raso)

    O pior do estado ainda está por vir!
  • Aprendiz  08/12/2015 15:21
    Desculpe-me, corrigindo: E aqui temos a oportunidade: nesse ponto a ação política da sociedade se oporia ao estado e garantiria o seu fim (hipoteticamente).
  • DeusOdeia  05/12/2015 03:14
    Quais são as formas de conduzir uma nação ?

    1 - Democracia

    2 - Totalitarismo

    3 - ........

    4 - ........

    Fale pra mim, por favor "
  • EuAmo  05/12/2015 03:45
    3 - República Constitucional

    4 - Monarquia

    5 - Ordem Natural
  • DeusOdeia  05/12/2015 21:22
    "3 - República Constitucional" isso não é democracia ?

    "4 - Monarquia" ditadura só as ordens do rei são impostas, por tanto totalitarismo.

    "5 - Ordem Natural" = " Franz Oppenheimer, Alexander Ruestow e Albert Jay Nock, e alega que os estados surgiram como resultado da conquista militar de um grupo sobre outro. Esta é a teoria da origem exógena do estado."

    Enfim não é a melhor maneira de conduzir uma nação e sua população e economia, mas como não temos uma maquina que da para voltar ao passado, as coisas já estão estabelecidas. Não é certo invadir ou país, se ao menos esse país esteja com governo centralizado - no caso do Brasil - se Dilma cair entra Temer, se Temer cair, entra Renan Calheiros, se Renan Calheiros cair entra Eduardo Cunha, enfim não há o que fazer. Mas de fato quando ditadores como Saddam Hussein e Kim Jong-Il estiver cometendo atrocidades dentro de seus próprio país, contra sua própria população, o que podemos fazer ? Orar Para Jesus ? Esperar que deus mande uma cólera super devastadora ou um novo diluvio ou o mundo irá acabar em chamas ?
  • EuAmo  06/12/2015 11:34
    "República Constitucional" isso não é democracia ?"

    Não. Nada a ver com democracia. Os Founding Fathers citavam república constitucional e jamais mencionaram o termo democracia. Aliás, eles tinham desprezo pela democracia.

    "Monarquia" ditadura só as ordens do rei são impostas, por tanto totalitarismo."

    Achei que você queria debate, mas quer apenas repetir clichês e frases feitas. Isso que você descreveu não tem nada a ver com monarquia. Liechtenstein é uma monarquia em que o chefe de governo jamais é substituído. Você está dizendo que ali vigora uma ditadura e um totalitarismo?

    Você deve ser o típico caipira que, justamente por nada saber sobre o mundo, jura que ele é igual à roça em que você vive.

    "Ordem Natural" = " Franz Oppenheimer, Alexander Ruestow e Albert Jay Nock, e alega que os estados surgiram como resultado da conquista militar de um grupo sobre outro. Esta é a teoria da origem exógena do estado."

    Absolutamente nada a ver essa sua definição de ordem natural. Falei de laranjas e você respondeu falando sobre amendoins, jurando que falava sobre laranjas.

    "quando ditadores como Saddam Hussein e Kim Jong-Il estiver cometendo atrocidades dentro de seus próprio país, contra sua própria população, o que podemos fazer ? Orar Para Jesus ? Esperar que deus mande uma cólera super devastadora ou um novo diluvio ou o mundo irá acabar em chamas ?"

    Você tem toda a liberdade de formar um exército privado, com mercenários altamente bem pagos, e ir lá dar cabo do malvado. Com as redes sociais, então, buscar doações voluntárias para tal empreitada é uma barbada.

    Nada contra.

    Apenas se certifique de que, após matar o malvado, aquele grupo ainda pior que se opunha a ele não tomará o poder.
  • DeusOdeia  06/12/2015 15:25
    "Não. Nada a ver com democracia. Os Founding Fathers citavam república constitucional e jamais mencionaram o termo democracia. Aliás, eles tinham desprezo pela democracia."

    Enfim, pesquisei aqui os pais fundadores da América, tinha desprezo pela democracia, que pena que hoje os EUA é o exemplo de democracia, que permite que pessoas como David Friedman, e Murray Rothbard, exponham sua ideias totalmente ante liberdade de voto.
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    "Achei que você queria debate, mas quer apenas repetir clichês e frases feitas. Isso que você descreveu não tem nada a ver com monarquia. Liechtenstein é uma monarquia em que o chefe de governo jamais é substituído. Você está dizendo que ali vigora uma ditadura e um totalitarismo?"

    Definição de monarquia constitucional; "Uma monarquia constitucional ou monarquia parlamentarista, que se opõe à monarquia tradicional e à monarquia absolutista, é um sistema político em monarquia que reconhece um rei eleito ou hereditário como chefe do Estado, mas em que há uma constituição (série de leis fundamentais) que limita os poderes do mesmo monarca."

    Os poderes do monarca são limitados e óbvio, tem participações de outras pessoas, isso não é uma ditadura, mas anarco-capitalismo não funcionaria em um país de 200 milhões de habitantes no caso como o Brasil, e sim em uma tribo de índios de 100 pessoas no máximo.

    No caso aqui do Brasil quem seria o monarca, Hermans Hoppe ?

    Já falou que eu repito clichês e frases falsas, enfim , começou a me ofender, parece um canhotinho.
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    "Você deve ser o típico caipira que, justamente por nada saber sobre o mundo, jura que ele é igual à roça em que você vive."

    Cara, eu vivo em Campinas, até tem vaca aqui no meu bairro, e boi também, mas não é tão distante da civilização

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    "Absolutamente nada a ver essa sua definição de ordem natural. Falei de laranjas e você respondeu falando sobre amendoins, jurando que falava sobre laranjas."

    enfim, não refutou nada e ainda falou de laranjas, adoro laranjas, sempre tomo suco, e também gosto de amendoins, tem gorduras boas.

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    "Você tem toda a liberdade de formar um exército privado, com mercenários altamente bem pagos, e ir lá dar cabo do malvado. Com as redes sociais, então, buscar doações voluntárias para tal empreitada é uma barbada."

    Como funcionaria esse exército privado ? Estava conversando com Helio Beltrão sobre isso, ele disse que monopólio é ruim, mas não teria dois exércitos em uma país,eu respondi, mas o monopólio não é ruim ?

    Quando deixamos de fazer algo pelo nosso próximo - mesmo que ele não tenha a mesma ideologia ou religião que nos-, obviamente isso não é bom, não podemos cruzar o braço e deixar o mal se expandir.
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    Isso não é dicotomia ! existe apenas duas maneiras de guiar uma nação. Uma com a democracia - conscientizando a massa - e outra por uma revolução uma forma violenta de oprimir quem não concorda com você A grande parte das pessoas são leigas, mas nem por isso são más, se a democracia é falha, por que ela funciona,o ser humano não é perfeito. Mas, a tirania é a pior maneira de conduzir uma nação. Disse Kant: "um ditador pode ser temido pelo seu povo, mas, não amado"

    Ancaps dizem defender os direitos individuais mais querem acabar com a democracia onde nosso direito individual é mais valorizado

    Como Dostoiévski disse, eu seu livros "Os Demônios"

    Cheguei a liberdade ilimitada...
    Alcancei o despotismo ilimitado...

    Abraço...

  • Anonimo  06/12/2015 18:51
    Se um grupo pior que ele puder tomar o poder, ótimo, essa é a desculpa que o cara queria pra dominar a terra dos outros pra sempre.
  • DeusOdeia  07/12/2015 02:09
    "Se um grupo pior que ele puder tomar o poder, ótimo, essa é a desculpa que o cara queria pra dominar a terra dos outros pra sempre."

    Eu disse isso ?

    Temos uma falácia do espantalho aqui ?

    "Uma nação não precisa ser 'conduzida'.Pessoas não são gado.
    Você já começa com a premissa errada,todas duas."

    Ok, as pessoas não são gado, mas e aí como governaremos uma nação sem governo ?

    Não adianta colar livrinhos aqui, "viu, viu lê no livro do Rothbard" argumenta amigo. Se o ser humano é mal e corrupto, e usa todos os meios para alcançar seu fim, isso não é culpa da democracia, e sim da ação humana, que nunca será perfeito !

    Dizem que não são armas que matam pessoas, mas, com,o eu posso te dizer, não é o governo que mata pessoas e sim seus governantes com políticas desastradas, abraço, querido anônimo !
  • Anonimo  05/12/2015 10:25
    Uma nação não precisa ser 'conduzida'.Pessoas não são gado.
    Você já começa com a premissa errada,todas duas.
  • Emerson Luis  05/12/2015 11:10

    De fato, não basta trocar os governantes.

    Porém, neste momento o Brasil está sendo governado por um projeto criminoso de poder que quer instituir uma ditadura comunista no país, demagogos que querem dominar inteiramente a vida e o pensamento de todos para tentar modificar a própria infraestrutura da realidade, mesmo que nesta tentativa tenham de causar incalculáveis quantias de sofrimento e de mortes.

    Isso é bem diferente de corruptos e ineptos "normais", pragmáticos e não ideológicos, que querem apenas enriquecer para benefício próprio e que para isso permitem ao hospedeiro manter-se vivo e relativamente livre - não por bondade, mas para "não secar a fonte".

    Depois que a ameaça for erradicada, então o próximo estágio será a mudança estrutural do sistema, simplificando e diminuindo o Estado o máximo possível. Então, com o Estado minimizado, os malefícios dos corruptos e ineptos "normais" serão limitados.

    * * *
  • Zé Ninguém  05/12/2015 12:39
    Pior do que tudo isso que foi escrito, é o mito do governo grátis.

    Não existe nada de graça ! Alguém precisa trabalhar para fornecer algum serviço. A pior atitude do governo é o assistêncialismo e a gratuidade. Até piscina grátis nós temos que pagar.

    O assistêncialismo virou uma barganha de votos e chantagem contra as pessoas.

    Os políticos querem apenas sobreviver. Nessa semana, um senador queria mudar a lei de responsabilidade fiscal.

    Essa gente esquerdista nunca respeitou a economia. Quebrar o tesouro e as empresas não vai resolver o problema dos pobres.




  • Corsario90  05/12/2015 12:50
    Como disse Hoppe, a melhor maneira não é a democracia! O governante democrático possui a preferência temporal elevadíssima, pois passará 4 anos no governo e tentará sugar tudo da sociedade! O político que está de fora, combate que está no poder apenas para aproveitar a sua vez! Na Monarquia havia oposição e todos os direitos e liberdades individuais surgiram fruto da luta contra o abuso do rei! Era uma oposição legítima! Agora acabou! Querem apenas uma boquinha no governo!! Enquanto este arranjo democrático nao for abolido, não haverá solução!! Apenas quando a população tiver consciente da ilusão democrática teremos a verdadeira solução. Só que num país grande como o nosso, com níveis de consciência política muito baixos, pode esquecer!! A secessao em países menores será, para mim, única solução viável, mas vai demorar.....e muito!!
  • Adelson   05/12/2015 13:41
    Como afirma o artigo, "Ainda assim, essa relíquia do nosso passado mais primitivo ainda permanece. Se há uma área da vida em que os humanos fracassaram e em nada evoluíram, essa área é a política."
    Donde se pode concluir que não há ainda outra alternativa para influenciar os destinos de uma sociedade que não seja a ação política de seus cidadãos, principalmente os mais esclarecidos como os leitores deste site.
  • Dissidente Brasileiro  05/12/2015 21:16
    Então o autor afirma enfaticamente que a política é primitiva, fracassada e involuída, daí você com sua lógica brazilêra conclui "que não há ainda outra alternativa para influenciar os destinos de uma sociedade que não seja a ação política de seus cidadãos".

    E ainda se espantam com o aumento de casos de microencefalia... em um lugar onde a maioria da população tem o cérebro deformado, vocês queriam o quê? Vamos jogar a culpa no mosquito da dengue, oras!
  • Partidário da Causa Operária  05/12/2015 16:52
    Segura essa religiosos do Mises! Hahaha!
  • Ludovico  05/12/2015 17:22
    Rui Costa é sempre garantia de diversão e humor involuntário. Comparar Mises a um nazista -- sendo que Mises abandonou seu país natal por causa dos nazistas e perdeu tudo no processo -- foi sensacional.
  • Sociólogo da USP  05/12/2015 21:54
    Ad hominem, ad hominem, ad hominem, ad hominem, primitivo, troglodita, mimimi religião, ad hominem, ad hominem e pra finalizar uma comparação sem noção e completamente deselegante.

    Ao invés de tentar refutar a impossibilidade do calculo econômico no socialismo, ele vai lá e fala de vibrador.

    Até eu de zoeira sou capaz de argumentar melhor que esse cidadão aí.
  • Zé Ninguém  05/12/2015 21:57
    Esses defensores do proletariado são profissionais da enganação, da morte e da incotação ao ódio. Todos esses líderes socialistas são canalhas !

    Se fossemos comparar as ideologias sociais com religiões, podemos dizer que a religião libertária é cheia de milagres, resultados práticos e uma melhoria significativa na vida de milhões de pessoas. Enquanto a religião socialista causou mortes e tragédias, muito maiores do que o estado islâmico. O socialismo é o estado islâmico na política.

    Você vai negar que um lixeiro americano ganha mais do que um médico cubano ? Um médico cubano ganha 60 dólares por mês, enquanto um lixeiro americano ganha 60 dólares por dia.

    A doutrinação socialista e a religião da inveja, são responsáveis por 100 milhões de mortes no mundo por fuzilamento, fome, tortura e penas de morte, etc.

    Tenho pena desse proletariado que é enganado, para depois morrer de fome ou ser escravo do governo.
  • ezequiel alves  05/12/2015 20:53
    Na politica brasileira é assim, todos querem prender políticos ladrão mas todos querem incentivar e preservar o roubo dos políticos fazem.
  • Aristóteles Duarte Ribeiro  06/12/2015 01:01
    Existem sim políticos menos ruins que outros.

    Se analisarmos os dados do PIB e IDH, por exemplo, veremos que no governo de alguns políticos as estatísticas melhoram muito mais que no governo de outros.

    Além do mais, quem gosta de um Estado menos intervencionista, achará o político liberal pelo menos menos ruim que o político que defende o socialismo. Quem prefere um estado socialista, achará o contrário.

    Eu, por exemplo, acho menos ruim o PSDB que é menos intervencionista que o PT( acho que quase todos concordam com isso). Da mesma forma que o PL é menos intervencionista que os dois.
  • Anonimo  06/12/2015 11:09
    Que legal, vamos olhar pra privada e discutir qual cocô fede menos em vez de dar descarga.
  • Alguem  06/12/2015 19:54
    Puxa, que incrível! É só dar a descarga então? Vai lá espertão, some com todos os políticos do mundo de um vez se é tão fácil!
  • Anonimo  06/12/2015 22:10
    Impressionante, o brasileiro típico além de incapaz de entender o que lê, ou seja um analfabeto funcional, ainda INVENTA coisa que nunca foram ditas.
    Não falei nada sobre ser fácil ou difícil, basta saber ler pra ver que a única coisa que eu disse é que a primeira opção não serve pra nada.

  • DeusOdeia  06/12/2015 19:29
    Esqueci de comentar.

    " Liechtenstein é uma monarquia em que o chefe de governo jamais é substituído. Você está dizendo que ali vigora uma ditadura e um totalitarismo?"

    Com certeza ele deve ter apoio da maioria, se não, teria caído....
  • Vander  07/12/2015 00:33
    Política, como forma de [almejar o] governo, sempre foi a maior fábrica de venda de promessas e entrega de miséria que esse planeta já conheceu desde que o homo sapiens se conhece por homo sapiens.

    Não é de admirar-se do porquê o livre-mercado é sempre a primeira e maior vítima dessas criaturas: pois o que seria deles se não existisse a miséria? O que seria do maior álibi deles: o de vender promessas e entregar mais miséria?
  • O MESMO de SEMPRE  07/12/2015 10:27

    A idéia de democracia foi concebida exatamente para mitigar reações à tirania. A democracia é um JOGO e como num jogo, todos almejam ganhar. Isso faz com que se aceite as regras na ESPERANÇA de em alguma hora ganhar.

    Ocorre que nesse JOGO democrático quem SEMPRE GANHA É A BANCA!!!

    Os apostadores são apenas tolos que sonham em ganhar e é exatamente isso que os mantém SUBMISSOS. Um jogador sonha ganhar e exatamente este SONHO faz com que defemnda e participe do JOGO.
    Na tal democracia o JOGO É OBRIGATÓRIO: jogadores que sonham ganhar obrigam a que TODOS participem do JOGO.

    Essa foi a fórmula escolhida pela HIERARQUIA ESTATAL para evitar as revoluções e os confrontos.

    Coréia do Norte e Cuba existem apenas como símbolos do ideal de Estado totalitário e SOMENTE EXISTEM PORQUE outros Estados OS FINANCIAM para que não sucumbam sob si mesmos. A URSS e China eram muito pesados para o restante do mundo financia-los juntamente com vários outros. Quando REAGAN e TATCHER encolheram a ajuda aos "comunistas"...

    (países socialistas, já que a fantasia safada do "comunismo" só se daria após a abundância absoluta e sem existência do Estado. Segundo o dialético embusteiro que por ultimo o ofereceu como outra "Utopia comunista" à do fervoroso cristão Tomas More)

    Ideologias são AMONTOADOS de idéias que se ALEGAM capazes de conduzir a um OBJETIVO SUPREMO ou FIM REDENTOR.
    Assim, se justificam nos ALARDEADOS pretensos FINS e3 POR TAL se DISPENSAM ATÈ DA COERÊNCIA e reivindicam a prática como prova da sua verdade, sem sujeitar-se ao debate racional.

    IDEOLOGIAS são diametralmente OPOSTAS a TEORIAS e FILOSOFIAS, pois que estas se fundamentam em PRINCÍPIOS AXIOMÁTICOS e CONHECIMENTOS que dão origem a novos conhecimentos. Enquanto as IDEOLOGIAS se fundamentam em PROMESSAS de FINS REDENTORES de todas as ARBITRARIEDADES em seu nome alardeadas.

    IDEOLOGIAS são construções com objetivo de conquistar "corações" ao manipular anseios, ambições, frustrações, ressentimentos e recalques bem como sonhos mágicos com o OBJETIVO de AGRUPAR ou AQUADRILHAR MASSAS e ELEVAR LIDERANÇAS ao COMANDO. ...visam o PODER.
  • anônimo  08/12/2015 13:12
    Se o cara não serve pra nada, e não tem vergonha de fazer o que a muitas pessoas negam a praticar, a política é o lugar ideal para esse tipo de gente.

    [...] "Já aprendemos a escrever, a inventar, a navegar, a percorrer em poucas horas enormes distâncias no globo, a dirigir, a voar, a chegar à lua etc." [...]

    Será que o homem realmente foi à lua?
  • Hay  08/12/2015 13:58
    Não, cara, por favor, não seja o tipo de cara que posta esse tipo de coisa. Eu nem vou postar links que refutam essas baboseiras, é só pesquisar no Google "fake moon landing hoax". O link da National Geographic é bom, e há outros.
  • Batista  08/12/2015 15:20
    Esse lance da lua é cabuloso. A maioria das pessoas acredita na viagem à lua. Prefiro ficar na minoria.
  • Aprendiz  08/12/2015 13:38
    É isso mesmo que acontece, "o mesmo de sempre". Atualmente o que os movimentos sociais e políticos procuram fazer é amontoar as pessoas em diversos grupos, sendo que é melhor esses fazerem parte de mais de um grupo. A realidade é que estão nos empurrando e nos submetendo à coletividade. Essa é a ideologia dominante que está por trás da política e dos movimentos sociais, pois é mais fácil dominar dessa maneira - "se é bom para o coletivo, é bom para mim".

    Por isso que volta e meia venho falando do estado mundial. Não há dificuldade de se lançar pautas. Os grandes movimentos políticos mundiais estão aí para nos mostrar isso. O EI invade a Síria, tem um governo conturbado e rebeldes querendo derrubá-los. Vêm outros países pra resolver esse problema, o que faz a população correr para Europa e agora estamos vendo o caos que está; essa é a nova pauta mundial.
    Ao mesmo tempo, outros países também passam por situações semelhantes, mas não tem atenção de ninguém (não estou defendendo a ação dos governos).

    PS: perdoem-me por não ter desenvolvido minha ideia de "estado mundial" - está parecendo um conspiracionismo.

    O pior do estado ainda está por vir!
  • Daniel Costa  13/12/2015 13:26
    "As pessoas certas nunca estão concorrendo a cargos públicos"
    Não acho que isto seja verdadeiro, pois o simples fato de um aguerrido político liberal e conservador ocupar vaga legislativa, por exemplo como Bolsonaro, já neutraliza que outro progressista o ocupasse e causasse muitos sofrimentos futuros se implementassem uma ideologia de gênero por exemplo. Não dar espaço é melhor que conceder espaço como admite alguns minimalistas.
  • Slaine  13/12/2015 14:32
    O único jeito de não dar espaço é acabar com o estado, o único jeito de impedir a ideologia de gênero é matar a única instituição que pode impôr a ideologia de gênero.Bolsonaro é um falso salvador.
  • Daniel Costa  29/12/2015 17:59
    E como se poderá acabar com o estado, escrevendo e postando? Se Bolsonaro chegasse à presidência, o estrago não seria menor não estaríamos ganhando tempo?
  • Anonimo.  29/12/2015 18:44
    Escrevendo e postando, não só aqui, pode ajudar a tirar mais pessoas da Matrix
    Sim poderíamos ganhar tempo com um Bolsonaro da vida, mas ele parece ser tão sem noção que é mais provável que ele diminua o estado por um lado e aumente por outro.


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