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A importância de zombar do regime

Nota do IMB

Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério.  Thomas Hobbes dizia que era algo muito perigoso o fato de as pessoas rirem do governo, pois nada é mais eficaz do que o escárnio para desmoralizar os agentes do estado.

Na busca pela liberdade, o conhecimento econômico é de extrema importância, principalmente porque ele ajuda a fazer as pessoas decentes entenderem não apenas que o estado é desnecessário, como também — e ainda mais importante — é uma instituição ilegítima. 

Mas o conhecimento econômico, por si só, não basta.  É necessário algo mais para abolir a legitimidade do estado.  E é por isso que é importante ridicularizar o estado.  É crucial desmascarar as autoridades políticas e mostrar os verdadeiros bufões que eles são.  Só assim, por meio do escárnio, os cidadãos os levarão menos a sério.

Infelizmente, poucas pessoas dão o devido valor à zombaria.  Mas ela foi e continua sendo crucial para a desmoralização de vários regimes tirânicos ao redor do mundo.  Não fossem as piadas, as pessoas comuns não estariam realmente a par das humilhações e penúrias vivenciadas nos regimes socialistas e comunistas.  Pense nas atuais escassezes de papel higiênico na Venezuela e de absorventes na Argentina, e todas as piadas que isso gera.

Por isso é de suma importância seguir sempre a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo possível.  Ridicularize e escarneça os burocratas e as autoridades políticas.  Sempre.  Jamais os leve a sério.

O artigo a seguir, de estilo leve e humorístico, é uma homenagem a algumas grandes piadas anti-soviéticas que ajudaram a desmoralizar, perante o mundo, os burocratas que o comandavam, e também os ideólogos que os alimentavam.

_____________________

A União Soviética produziu o mais eficaz e bem-sucedida máquina de propaganda da história da humanidade.  O nome dessa máquina era Mikhail Suslov.

Talvez sua maior obra tenha sido aquela tática que foi rotulada de "A Manobra Suslov": sempre que você estiver na iminência de ser acusado de algo — seja um simples ataque ideológico ou mesmo uma acusação de atrocidade —, imediatamente acuse seu opositor de ser exatamente ele o autor da atrocidade ou do fracasso ideológico.

Um dos mais divertidos exemplos da Manobra Suslov ocorreu imediatamente após a invasão russa do Afeganistão, em 1979.  Após os protestos mundiais, os soviéticos emitiram um comunicado condenando a intervenção do Ocidente nos assuntos internos do Afeganistão.

Suslov dominava com tamanha perfeição a arte da propaganda, que os políticos ocidentais pareciam totalmente amadores quando incorriam em qualquer confronto ideológico com ele.  O mais eficaz e desmoralizante contra-ataque a Suslov não foi feito por nenhum político ou ideólogo profissional, mas sim pelo cidadão comum, que criou piadas populares a respeito do comunismo.

Essas piadas transmitiam muito mais sabedoria e compreensão a respeito da real situação soviética do que todos os discursos feitos por todos os políticos, economistas e cientistas políticos ocidentais juntos.  Os ecos do confronto ideológico entre o grande mestre, Suslov, e os amadores anônimos que criaram as piadas anti-soviéticas podem ser ouvidos até hoje.

Considere, por exemplo, a maneira como são tratadas as pessoas de classe média que têm uma postura anti-estado.  No mais brando dos cenários, elas são acusadas de "ingratidão", pois atacam o mesmo governo que lhes propicia vários "benefícios", como estradas, saúde pública, universidades públicas, programas culturais "gratuitos" e previdência social. 

O que é interessante é que o termo ingrato — mais especificamente "infelizes ingratos" — soa muito familiar para qualquer um que tenha vivido sob o comunismo: esse era exatamente o termo que Suslov utilizava para descrever qualquer cidadão soviético que ousava expressar qualquer oposição ao regime soviético.  Como podiam ser tão atrevidos?  Afinal, eles tinham educação gratuita, saúde gratuita, e moradia subsidiada.  Como podiam eles reclamar de um governo que cuidava deles de maneira tão abnegada?  Só para constar, na URSS, havia algo pelo qual os indivíduos tinham de pagar: eles recebiam a conta da munição utilizada na execução de seus familiares.  Mas isso, obviamente, não era mencionado por Suslov, embora fosse uma prática corriqueira.

Tornou-se popular a seguinte piada anti-soviética sobre os "infelizes ingratos". 

Um homem havia solicitado um visto para poder sair da União Soviética.  Como seu pedido estava demorando muito para sair — vários anos, na verdade —, ele já havia praticamente desistido.  E então, em uma madrugada, aproximadamente às 3:30 da manhã, ele ouviu várias batidas fortes na sua porta.  Ele se levantou da cama, foi cambaleando de sono até a porta e perguntou, "Quem é?"

Uma voz respondeu: "É o carteiro".  O homem imediatamente abriu a porta, cheio de esperança de que seu visto havia sido concedido.  Qual não foi o seu susto ao ver vários homens uniformizados adentrarem violentamente sua casa.  Eles logo lhe disseram que eram do KGB e que queriam ter uma palavrinha com ele.

O tema do interrogatório subsequente foi o de como ele era um infeliz ingrato: "A pátria mãe socialista deu a você um lugar para morar, cuidou de você, deu-lhe educação gratuita, saúde gratuita, e lhe foi tão boa.  Como você pode ser tão ingrato?"

O homem hesitou por um momento, e então disse: "Bom... Eu estava querendo me mudar para um país onde a entrega de correspondências ocorresse ao final das manhãs, ou então à tarde."

Sim, é verdade que essa piada não está entre as três melhores sobre o comunismo, pois as três melhores abordam exatamente os três principais pesadelos da vida sob o comunismo: era um sistema economicamente ineficiente, era cruel (e totalmente entediante) e era letal.

A piada sobre a ineficiência econômica é mais bem conhecida entre os americanos, pois representa a perspectiva americana em relação à União Soviética.  A história se passa na Moscou de 1987.  Uma mulher pede que o marido vá a uma quitanda estatal para ver se ele consegue algum pão.  O homem chega lá e se depara com uma longa fila; ele entra no final dela e começa a esperar pacientemente.

Para quebrar o tédio, ele puxa conversa com o homem imediatamente à sua frente.  "A fila está grande hoje, hein?".  "Sim", respondeu o outro.  "Mas podia ser pior: ouvi dizer que nos EUA o governo nem pão dá!".  "Ah, sim...".  E continuou a esperar.

As horas foram se passando e a fila permanecia completamente imóvel.  Isso o deixou perplexo.  Sim, ele estava acostumado a longas e demoradas filas, mas elas ao menos se moviam.  Após várias horas de espera, completamente imóvel, ele ficou exasperado, irritado e começou a gritar em alto e bom som para expressar seu descontentamento com o sistema soviético.

À medida que ele foi chamando a atenção de todos, três homens grandalhões trajando casacos cinzas se aproximaram dele e silenciosamente pediram que ele saísse da fila e os acompanhasse.  Eles falaram que eram do KGB e que queriam ter uma palavrinha com ele.  Após levarem o cidadão para um cômodo isolado, eles lhe disseram que sua manifestação anti-governo, feita de maneira estrepitosa e em público, era totalmente inaceitável. 

E então disseram: "Escute aqui, camarada, se isso ocorresse há uns cinco anos você seria imediatamente fuzilado ali mesmo.  Agora, porém, como estamos em glasnost e perestroika, temos de fazer as coisas de maneira diferente.  Mas você realmente deveria reconsiderar sua postura.  Por que você não vai para a sua casa e pensa com mais cuidado sobre isso?  Vá correndo e nunca mais faça isso de novo."

O homem, então, vai correndo para sua casa.  Ao entrar no apartamento, sua mulher já vai logo dizendo: "Finalmente voltou, hein? Conseguiu o pão?"  E o homem responde: "Mulher, esqueça o pão!  Esse país está totalmente quebrado.  Não, não há mais pão nenhum.  Mas isso é o de menos.  A coisa está tão feia, que eles nem sequer têm munição!"

Embora o sistema soviético fosse cruel e enfadonho, os longos discursos proferidos pelos membros do alto escalão do Politburo tinham lá seu aspecto divertido porque eram completamente insanos.  A dúvida que assombrava a população era o que a mataria primeiro: a crueldade do regime ou a imbecilidade dos discursos.  Havia uma piada sobre isso.

Na década de 1970, houve um encontro especial entre quatro líderes do mundo: o secretário-geral Leonid Brezhnev, o presidente francês Valéry Giscard d'Estaing, o presidente americano Jimmy Carter, e a Rainha Elizabeth, da Inglaterra.  Eles almoçaram juntos e, após o almoço, sentaram-se para um chá.

Constrangedoramente, durante o chá, a Rainha flatulou de maneira relativamente estrondosa — e, como todos nós sabemos, a Rainha não flatula estrondosamente.

Imediatamente, o presidente Giscard d'Estaining elegantemente se levantou, assumiu a culpa e pediu desculpas em profusão pelo lamentável incidente, e explicou que ele havia comido muita sopa de cebola durante o almoço, e que isso afetava sua digestão.

O chá prosseguiu.

No entanto, apenas alguns minutos depois, a rainha disparou um novo foguete.

O presidente Jimmy Carter instantaneamente se levantou e se desculpou com grande sinceridade, explicando que ele sempre carregava consigo alguns amendoins, e que ele provavelmente não deveria tê-los comido.

Mas de nada adiantou.  Três minutos depois, a rainha expeliu uma nova rajada. 

Dessa vez, ao ver que ninguém mais estava disposto a assumir a culpa, Brezhnev lentamente se levantou, olhou ao seu redor, levou a mão ao bolso do casaco, retirou um papel no qual estavam escritas algumas considerações, e as leu de maneira lenta e deliberada: "A responsabilidade por esse terceiro e consecutivo desarranjo intestinal de Elizabeth Windsor, conhecida por alguns como a Rainha da Inglaterra, é graciosamente assumida pelas massas operárias e trabalhadoras das cidades e vilarejos da União Soviética".

E o que dizer, por fim, de todos os cadáveres?  Sim, havia uma piada sobre os homicídios.  Ela envolvia o grande líder da revolução, a lenda, o gigante, o homem mais importante que já viveu: Vladimir Ilyich Lênin.

Antes de se tornar o grande líder do mundo, Lênin passou uma temporada na Polônia, em uma pequena cidade nas montanhas ao sul do país chamada Poronin.  Enquanto estava em Poronin, Lênin alugou um quarto no andar superior de uma casa que pertencia a um comerciante local. 

Um belo dia, Lênin acordou e abriu a janela.  O sol estava brilhando, os pássaros cantavam alegremente, e o ar estava agradavelmente fresco.  Lênin sentiu a grande exuberância da vida e finalmente percebeu que seu grande plano para a humanidade tinha um belo futuro.

Após a contemplação, ele começou a fazer suas higienes matutinas e, mais uma vez, sentiu-se limpo e revigorado.  Começou a se barbear enquanto olhava pela janela, admirando a magnificência daquele mundo que ele estava prestes a salvar, e pôs-se a pensar sobre novas ideias revolucionárias. 

Ele, no entanto, tinha de ser cuidadoso, pois essa ainda era uma época anterior aos barbeadores elétricos, e ele estava usando uma navalha tradicional e muito afiada.

Enquanto se barbeava cuidadosamente, um garoto de cinco anos, filho do dono da casa, repentinamente entrou em seu quarto, fazendo algazarra, correndo, gritando e fingindo ser um cowboy, atirando com o dedo indicador de sua mão.  Lênin ficou estarrecido e irado, mas o garoto simplesmente continuou correndo dentro do seu quarto.

Lênin, então, colocou a navalha cuidadosamente sobre a pia e, com grande ira, gritou: "Pare com isso, seu menino maldito e idiota!  Saia do meu quarto imediatamente, e cale a boca, senão vou lhe dar um chute no traseiro com tanta força, que você jamais irá conseguir andar novamente!"

O garoto ficou paralisado de medo, começou a chorar e saiu correndo.  E todo o mundo ficou paralisado por um minuto, em choque e descrença.

Como era possível que esse grande e visionário líder da humanidade tenha agido de forma tão atípica, tão fora de sua característica tradicional?  Gritar com uma criança e perder seu temperamento desta maneira?  Por quê?  Não havia necessidade disso.  Ele poderia ter resolvido o problema ali mesmo, sem estardalhaço, sem gritaria e sem demonstrar suas emoções.  Afinal, ele tinha uma navalha bem afiada em suas mãos.



autor

Krzysztof Ostaszewski
é nativo de Lodz, Polônia.  É professor de matemática e diretor e do departamento de ciências atuarias na Universidade de Illinois.


  • Gredson  09/03/2015 14:50
    Tem umas piadas muito boas também sobre a Venezuela.

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    Dois homens estão há horas na fila do supermercado. De repente, um deles se irrita e sai da fila. "Cansei", diz. "Cansei disso tudo. Estou indo dar um tiro em Nicolás Maduro." O homem vai embora, mas volta uma hora depois. "E aí, deu um tiro nele?", pergunta o amigo. "Não. A fila para matar o Maduro está maior que esta".
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    Um garoto venezuelano chega da escola faminto e pergunta para a mãe:
    - Mãe, o que tem pra comer?
    - Nada, filho.
    O menino olha para o papagaio e pergunta:
    - Então por que não comemos o louro com arroz?
    - Porque não tem arroz, diz a mãe.
    - E o louro ao forno?
    - Não tem gás.
    - E o louro no forno elétrico?
    - Não tem energia elétrica.
    - E o louro frito?
    - Não tem azeite.
    O papagaio enche o peito e canta contente:
    - Viva Chávez!
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    veja.abril.com.br/blog/cacador-de-mitos/2015/03/05/tres-piadas-que-resumem-a-venezuela-atual/
  • Matias  09/03/2015 17:24
    "Socialista de iphone" no face tem várias ótimas tb hahahha
  • Henrique  09/03/2015 16:23
    Ao apontar os erros da extinta União Soviética, não devemos cair na armadilha de idolatrar um outro sistema que ameaça inclusive a vida na Terra, por meio do ecocídio e biocídio.

    Abraços
  • Meirelles  09/03/2015 16:33
    Não se preocupe. O modelo chinês -- nada mais do que o velho mercantilismo -- não apenas não é idolatrado aqui, como também é duramente criticado.
  • Pobre Paulista  09/03/2015 16:37
    Por vezes me sinto obrigado a apoiar o esquerdocídio, apesar de ser seguidor do PNA. Abraços.
  • Nilo BP  10/03/2015 04:06
    E um subconjunto que vale mencionar, o melancídio.
  • Jonnys  07/08/2015 11:53
    Leiam também o livro "Hammer e Tickle" do historiador e jornalista Ben Lewis.
  • João Marcos Theodoro  09/03/2015 16:46
    Existem várias piadas sobre o regime soviético, mas não conheço quase nenhuma contra o estado. Temos de fazer mais, recrutar humoristas!
  • anônimo  29/06/2015 22:00
    Vejam no Facebook as páginas Globalist of America, Department of Home and Safetyness e a brasileira Partido Globalista do Brasil que são especialistas em piadas sobre estatismo.
  • anônimo  09/03/2015 16:54
    acho que o título mais adequado seria ''a importancia de zombar O regime'', em vez de ''DO regime''. ficou um pouco confuso
  • Pasquale  09/03/2015 17:32
    Prezado anônimo, zombar é verbo transitivo indireto.

    www.dicio.com.br/zombar/.
  • Pedro Ivo  10/03/2015 13:33
    Não vê que ele zombou "A norma culta" e não " DA gramática"?
  • Bobo da Corte  09/03/2015 17:48
    Embora o sistema soviético fosse cruel e enfadonho, os longos discursos proferidos pelos membros do alto escalão do Politburo tinham lá seu aspecto divertido porque eram completamente insanos. A dúvida que assombrava a população era o que a mataria primeiro: a crueldade do regime ou a imbecilidade dos discursos.

    Pois é, lendo esse texto, não como não lembrar dessas pérolas:







    É, depois dessa, fica a dica:



    Sem querer esgotar o assunto, afinal, esse pessoal fala besteira no atacado o tempo todo, tem mais esse bônus.
  • Matheus  09/03/2015 18:47
    E tem mais (agora do poste): spotniks.com/25-maiores-perolas-de-dilma-rousseff/
  • K.  09/03/2015 19:55
    Aproveitando o ensejo, na década de 90 rolava uma piada que ficou bastante conhecida entre cubanos:
    Na iminência da visita do papa a Cuba, Fidel Castro o esperava ansiosamente para um caloroso diálogo. Ao ficar frente a frente com o barbudo, o papa dizia estar entristecido com a penúria vivida pelo povo cubano e que vinha até ali na tentativa de buscar concessões que abrandassem a situação:
    - Meu filho, o que você pode fazer para saciar a fome dessa gente? Indagou o papa.
    - Bem, posso lhes dar um frango por ano. Retrucou o benfazejo comandante.
    Ainda descontente, o papa insistiu:
    - Vamos lá, meu filho, essas pessoas estão morrendo de fome, você pode fazer mais que isso!
    - Tudo bem, estou disposto a lhes dar um frango por mês, é isso e ponto! Respondeu Fidel já irritado.
    No entanto, vendo a gradativa contumácia do líder cubano, o papa decidiu agir diferente e lhe propôs de forma amistosa:
    - Olhe Fidel, vou lhe contar um segredo que jamais revelei a alguém, mas em troca peço que você ajude a essa gente com tudo o que puder.
    Curioso, Fidel aceitou a proposta e se pôs de ouvidos à revelação papal.
    - Meu filho, deus não existe! Disse o papa.
    Perplexo com a assertiva, Fidel pareceu se indignar:
    - Mas papa, como você pode me dizer isso!? Não posso acreditar no que está me dizendo! Mas tudo bem, como combinado promessa é dívida, dou a essa gente dois frangos por semana, aos domingos.
    Contente e entusiasmado pelo avanço que havia conseguido na ilha, o papa até mesmo pôs seu serviço eucarístico à tona, perguntando ao "líder máximo" se ele tinha alguma confissão a fazer.
    - Sim, tenho uma. Disse Fidel. - Sabe essa estória que você contou de deus não existir?
    - Sim, disse o papa, na verdade todos nós do meio eclesiástico sabemos que ele não existe, prossiga...
    - Pois é, o que tenho a lhe confessar é que aqui os frangos também não existem.

    (Com algumas adaptações do livro "A Ilha do Doutor Castro" em que, apesar da contínua tensão ditatorial, o povo encontrava tempo para ridicularizar e dar risadas do "imponente" regime cubano, em especial das peripécias do serelepe Fidel Castro.)
  • Y.  09/03/2015 20:46
    Medicina nos Países

    O médico alemão diz:
    - Na Alemanha, desenvolvemos uma nova técnica de transplante de dedo. Em 4 semanas o paciente está procurando emprego.
    O médico espanhol afirma:
    - A medicina espanhola é tão avançada que conseguimos fazer um transplante de cérebro. Em 6 semanas o paciente está procurando emprego.
    O médico russo diz:
    - Fazemos um transplante de coração. Em 1 semana o camarada pode procurar emprego.
    O médico grego diz:
    - Temos um trabalho de recuperação de bêbados. Em 15 dias o indivíduo pode procurar emprego.
    O médico norte americano disse:
    - Nos Estados Unidos, implantamos um chip no cérebro do indivíduo analfabeto e em uma semana ele estará alfabetizado e apto a procurar emprego.
    O médico brasileiro diz orgulhoso:
    - Isso não é nada! No Brasil, nós pegamos um cara sem dedo, sem cérebro, sem coração, chegado a uma pinga e analfabeto, colocamos ele na presidência da república e agora o país inteiro está procurando emprego.
  • Lucas  09/03/2015 22:24
    Um jornalista Americano e um burocrata Soviético se sentam em uma das poucas cafeterias que existem em Moscou para bater um papo. O jornalista, de passagem pela URSS, e encarregado de fazer uma reportagem sobre o país pergunta ao burocrata soviético:

    - Pude notar neste meses de estadia aqui na URSS que o povo não tem liberdade de se expressar, principalmente seu descontentamento com o governo.

    E o burocrata responde:

    - Ora bolas, esta redondamente enganado, qualquer cidadão pode protestar aqui na URSS. Eu mesmo fiz isso alguns dias atrás, e bem na porta do Kremlin, com centenas de pessoas vendo e ouvindo inclusive os guardas do exercito vermelho.

    O jornalista embasbacado com a declaração, custando a acreditar, lhe endagou:

    - E não fizeram nada? Não lhe aconteceu nada? Como você fez isso?

    E o burocrata prontamente lhe explicou:

    - Pois muito bem. Peguei um caixote deste de madeira, me dirigi até a praça vermelha num horário de grande movimento, subi no caixote ás vistas de todos e me pus a protestar

    - "Fora Reagan!"."Fora Reagan!"."Fora Reagan!"
  • Denise  09/03/2015 23:18
    Dedicado ao país do petrolão:

    3 cientista famosos resolveram testar seus conhecimentos e fizeram uma viagem de avião com objetivo de saber qual país estavam sobrevoando colocando apenas 1 dedo pra fora.

    O primeiro cientista americano diz: ''estamos na França'', como sabe? Perguntaram os outros 2:
    ''posso sentir cheiro dos melhores perfumes''.

    O segundo cientista inglês diz: ''estamos na Itália, como sabe? Perguntaram os outros 2: ''posso sentir o gosto dos melhores vinhos italianos''.

    O terceiro cientista brasileiro diz: ''estamos no Brasil, como sabe? Perguntaram os outros 2: ''roubaram meu relógio''!
  • Vinicius  10/03/2015 00:28
    AS DUAS VACAS SOCIALISMO


    Socialismo: Você tem duas vacas, O Governo Toma e dá para o seu vizinho

    Comunismo: Você tem duas vacas, O Governo Toma As Duas, e dá a você um pouco de leite.

    Fascismo: Você tem duas vacas, O Governo Toma. . . E Vende a você o leite.

    Nazismo: Você tem duas vacas, O Governo Mata Você e toma as duas vacas.

    Burocracia: Você tem duas vacas, O Governo Toma As Duas, mata uma e joga o leite da outra fora.

    Democracia: Você tem duas vacas, Vende As Duas Para O Governo, muda para a cidade e consegue um emprego público.

    Anarquismo: Você tem duas vacas, mata as duas e faz um churrasco.

    Capitalismo: Você tem duas vacas, vende uma, compra um touro e O Governo Toma Os Bezerros como imposto de renda na fonte.

    Brasileirismo: Você tem duas vacas, O Governo lhe dará uma Multa para que os parentes dos deputados e senadores passem férias em Miami, enquanto você come feijão 30% mais caro!
  • Vinicius  10/03/2015 00:56
    Site portuga come excelentes anedotas socialistas.
    jleal.tripod.com/sub3/frio3.htm#
  • Eduardo R., Rio  10/03/2015 01:13
    "Viva a avacalhação", por Hélio Schwartsman.
  • Silvio  10/03/2015 01:27
    Por falar em piadas, não podemos deixar de citar o Reagan, que sempre vinha com anedotas sobre o comunismo:



  • Sivad  10/03/2015 13:10
    Caros amigos do Mises Brasil,

    Inicialmente gostaria de agradecê-los pela iniciativa de criar o sítio para a defesa de ideais libertários. Os argumentos aqui apresentados me fizeram rever antigas concepções pessoais de Governo e do quão maléfico o mesmo pode ser para uma sociedade. Como somos mordidos pela doutrina socialista ainda nos primórdios de nossa juventude através da educação Brasileira.

    creio porém que estas informações não alcançam uma grande parte do povo, e em minha opinião os artigos aqui descritos poderiam ter uma linguagem mais simples (com muitos exemplos), direta e tratar de problemas cotidianos de nosso país. Talvez, deste modo, mesmo um pessoa de pouca escolaridade pudesse compreender melhor as idéias libertárias.

    Sempre que posso indico ou forneço links de consulta ao vosso sitio, através de e-mails, watts up etc.
    Além disso estou me sentindo mais preparado para argumentar com socialistas e defensores do governo.

    Cordialmente,
  • O Marujo  10/03/2015 14:37
    Como leitor assíduo do site, concordo que os artigos não têm a divulgação que merecem, mas a esmagadora maioria deles tem uma linguagem muito simples, acessível a qualquer pessoa alfabetizada que mereça esse rótulo. Mais simples do que a linguagem dos artigos só se começarem a explicar os assuntos através de teatro de marionetes.

    Talvez você precise não de uma linguagem mais simples, mas sim de uma exposição mais ilustrada. Não sei se conhece, mas sugiro visitar esse canal do Youtube: www.youtube.com/user/libertarianismoplus

  • Matias  10/03/2015 16:47
    Observo que existem vários canais do youtube que fazem esse trabalho de divulgar as causas em linguagem simples, inclusive o próprio canal do mises que possui algumas animações traduzidas. Outro exemplo é o Portal Libertarianismo que faz/traduz mensagens simples e curtas. A pessoa que se interessar pelo assunto e pesquisar no google, inevitavelmente vai cair aqui no site do IMB e encontrar ampla bibliografia para se aprofundar.
    Tem uma página no face também, "Mises para Crianças", que faz alguns posts simplificados sobre o assunto. Acho que falta compartilhar mesmo, pois material tem de sobra, pra todos os gostos.
  • Guilherme Sandoval  10/03/2015 16:54
    Pô, não conheço nenhum site de economia que tenha linguagem mais acessível do que o IMB.

    Sobre os problemas cotidianos do país, está tudo aqui:

    www.mises.org.br/Subject.aspx?id=18
  • Amarilio Adolfo da Silva de Souza  12/03/2015 21:22
    Todos os estadistas são tolos.
  • Nill  17/03/2015 18:26
    Programa satiriza escândalo da Petrobras e Dilma Rousseff

    https://www.youtube.com/watch?v=3uxtctclq7w





    DESCULPAS POR TER VOTADO NO PT
    https://www.youtube.com/watch?v=vUUfrahkPVw


    Reação quando você diz que votou na Dilma
    https://www.youtube.com/watch?v=riOQ1l9AYJg
  • Emerson Luis  24/03/2015 19:27

    "Ridendo Castigat Mores"

    "O homem é o único animal que ri e é rindo que ele mostra o animal que realmente é"
    Millôr Fernandes

    * * *
  • Thiago  19/10/2015 18:07
    Lembrei desse artigo ao ler esta notícia:

    Livro traz pesquisa abrangente sobre o poder das piadas sobre o comunismo

    cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,livro-traz-pesquisa-abrangente-sobre-o-poder-das-piadas-sobre-o-comunismo,1501890

    No regime stalinista, as prisões dos piadistas provavelmente começaram em quantidade significativa a partir de 1933, quando "contar e disseminar anekdot" foi descrita pela primeira vez como atividade antissoviética nas atas do plenário do Comitê Central do Partido e depois consolidada no código penal. Foi a partir daí que nasceu uma cultura humorística, caracterizada pela disseminação de piadas anônimas, um trabalho satírico coletivo. É em culturas auditivas que as piadas prosperam, já que as palavras são escolhidas apenas na medida em que podem provocar impacto imediato.

    [...]

    A planificação foi importante na construção do comunismo, mas o Estado nunca poderia planejar como as pessoas ririam, nem do que ririam. Mesmo assim, tentou. Um humor oficial foi incentivado e Stalin chegou mesmo a intervir diretamente, sobretudo na produção de sátiras e cartuns de conteúdo crítico genérico, dirigidas principalmente ao capitalismo ocidental e, após a guerra, ao imperialismo norte-americano.

    [...]

    Um gerente de fábrica soviética mostra a empresários americanos a linha de produção: "Este é o nosso produto de maior sucesso. No primeiro ano, fizemos 500 unidades, no segundo 5.000 e, no terceiro, 500 mil". "Uau", diz um dos visitantes americanos. "O que vocês fabricam?" O gerente lhe entrega uma chapa de metal, que o visitante vira e vê escrito: "Com Defeito".

    Um cosmonauta soviético vai para a Lua e deixa um bilhete para a mãe na mesa da cozinha: "Mãe, fui para a Lua, volto em uma semana". Quando volta, a casa está vazia e há um bilhete da mãe sobre a mesa: "Fui comprar queijo. Não sei quando volto".


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