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Janet Yellen é ainda pior do que Bernanke

A notícia de que Janet Yellen foi indicada para se tornar a próxima presidente do Banco Central americano foi recebida com grande júbilo pelos mercados financeiros e pela imprensa especializada.  Wall Street entendeu a indicação de Yellen como um claro sinal de que a atual política de afrouxamento monetário irá continuar ainda por um bom tempo.  Como resultado, o índice Dow Jones subiu durante todos os dias após a nomeação. 

Compare isso com toda a preocupação palpável quando o nome de Larry Summers ainda estava sendo cotado.  Comentaristas de todo o mundo se preocupavam com a hipótese de que Summers seria excessivamente cauteloso, excessivamente linha-dura em relação à inflação, e excessivamente ligado aos interesses dos grandes bancos.  A realidade, no entanto, é que não haveria absolutamente nenhuma diferença entre a política monetária de Yellen e a de Summers. 

O fato é que, não importa quem esteja no topo, a condução da política monetária será a mesma: criação de dinheiro em larga escala para socorrer os grandes bancos.  Pode até ser que, sob Yellen, ocorram algumas diferenças na abordagem de detalhes específicos, mas qualquer alteração na política monetária será apenas em estilo, e não em substância.

Yellen, assim como Bernanke, Summers e todos os outros que estão dentro da órbita do Fed, acreditam na economia keynesiana.  Para economistas da linhagem de Yellen, a solução para a recessão é estimular o consumo dos indivíduos por meio da criação de dinheiro.  As seguidas declarações de Yellen comprovam que ela, em termos de política monetária, é uma moderada — ou, no jargão político, uma "pomba".  Ela é bem mais moderada do que Bernanke.  Wall Street não precisa se preocupar com a hipótese de o Fed reduzir seu maciço programa de afrouxamento quantitativo — Quantitative Easing, QE — sob o reinado de Yellen.  O atual QE 3 continuará sob sua liderança.  No mínimo, a expansão anual de um trilhão de dólares irá é aumentar.

O que é óbvio para a maioria das pessoas que não fazem parte do sistema é que as políticas monetárias expansionistas do Fed foram a causa da atual crise financeira.  Assim como a Grande Depressão, a estagflação da década de 1970, e todas as outras recessões do século passado, a atual crise financeira foi causada pela expansão do crédito possibilitada pela criação de dinheiro feita pelo Federal Reserve, medida essa que gera expansões econômicas artificiais seguidas de fortes recessões.

Em vez de permitir que os investimentos ruins e o endividamento excessivo causados por esta criação de dinheiro sejam liquidados, o Fed tenta continuamente reestimulá-los.  Ele injeta cada vez mais dinheiro no sistema bancário, estimulando ainda mais endividamentos e investimentos insustentáveis.  Yellen manterá essa postura, e pode acabar se revelando um Bernanke com esteróides.

Para Yellen, os ciclos econômicos são eventos aleatórios e imprevisíveis, que ocorrem simplesmente porque a economia é assim.  A possibilidade de que o próprio Banco Central seja o responsável pelos ciclos econômicos jamais foi por ela vocalizada.  Tampouco tal pensamento já cruzou as mentes das centenas de economistas empregados pelo Fed.  Sob Yellen, eles continuarão pensando da mesma maneira que vêm pensando há décadas, interpretando dados econômicos e desempenhos de mercado através da mesma distorcida lente keynesiana, e advogando as mesmas políticas insensatas.

Um mês atrás, a mídia especializada falava apenas em um assunto: a redução dos estímulos monetários do Fed.  Todos davam como certo que o Fed iria começar a reduzir a expansão da base monetária, atualmente em US$1 trilhão por ano.  Como essa mudança de postura não se concretizou — o que pegou os comentaristas da mídia completamente desprevenidos —, ninguém mais voltou a tocar no assunto.  O foco agora está na elevação do teto da dívida.

E os keynesianos que dominam a mídia estão agora prevendo uma redução no crescimento econômico americano por causa da temporária redução nos gastos federais, em decorrência do provisório "fechamento" do governo americano.  Esta redução no crescimento econômico certamente irá justificar a posição de Yellen: mais afrouxamento quantitativo (QE).

Os democratas no Senado irão aprovar sua nomeação.  Provavelmente alguns republicanos farão algumas perguntas mais duras, mas isso não dará em nada.  Sua nomeação está garantida.  Yellen sempre foi a preferida dos investidores financeiros.  Eles querem continuidade, e continuidade significa US$1 trilhão por ano em dinheiro digital criado do nada para subsidiar o governo federal.

Chegará o dia em que uma redução desta expansão será necessária para reverter os efeitos de uma inevitável inflação de preços.  Mas este dia não está no horizonte imediato.  A economia americana está estagnada.  O desemprego está alto.  O Fed está dando suporte a um colossal déficit orçamentário do governo federal.  Ele está comprando títulos da dívida do Tesouro a taxas de juros quase nulas, que é exatamente o que o governo quer.

O fato de que o anúncio oficial da indicação de Yellen foi recebido com regozijo por Wall Street indica o grau de dependência dos grandes bancos em relação ao QE 3.  Os subsídios irão continuar para que os indicadores do mercado financeiro não caiam.  Todos estão viciados no subsídio trilionário do Fed.

Isso mostra o quão doloroso para os investidores será qualquer retorno a uma política monetária estável.  É por isso que toda e qualquer conversa sobre a retirada dos estímulos monetários foi abandonada.  A ideia de uma redução nos estímulos, em conjunto com uma não-elevação do teto da dívida, apavora os keynesianos, que querem mais gastos, mais endividamento e mais inflação monetária.  O viciado quer a sua dose.  Yellen será a rainha dos traficantes.

No entanto, o QE não pode durar para sempre.  Ele terá de acabar algum dia.  E, quando isso ocorrer, a economia americana terá de lidar com os prospectos de uma elevação nas taxas de juros, um endividamento insustentável e uma montanha de recursos investidos erroneamente.  Não bastasse tudo isso, haverá um Fed com vários trilhões de dólares em títulos inúteis em sua carteira.

O futuro da economia americana com Yellen no comando do Fed é sinistro, e isso é apenas mais um motivo para se acabar com todo este sistema de planejamento econômico centralizado por meio de uma abolição total do Fed.  Embora retirar o esparadrapo seja uma medida dolorosa no curto prazo, todos estarão em melhor situação no longo prazo.  Em todo caso, grande parte desta dor será absorvida por políticos, pelos grandes bancos e por todos os grupos de interesse que se beneficiam do atual arranjo.  A abolição deste atual sistema corporativista e a adoção de uma moeda sólida em conjunto com um livre mercado é a única maneira de retornarmos à prosperidade econômica e termos uma vibrante classe média.



autor

Ron Paul
é médico e ex-congressista republicano do Texas. Foi candidato à presidente dos Estados Unidos em 1988 pelo partido libertário e candidato à nomeação para as eleições presidenciais de 2008 e 2012 pelo partido republicano.

É autor de diversos livros sobre a Escola Austríaca de economia e a filosofia política libertária como Mises e a Escola Austríaca: uma visão pessoal, Definindo a liberdade, O Fim do Fed – por que acabar com o Banco Central (2009), The Case for Gold (1982), The Revolution: A Manifesto (2008), Pillars of Prosperity (2008) e A Foreign Policy of Freedom (2007).

O doutor Paul foi um dos fundadores do Ludwig von Mises Institute, em 1982, e no ano de 2013 fundou o Ron Paul Institute for Peace and Prosperity e o The Ron Paul Channel.


  • Vitor Sousa  14/10/2013 13:56
    Em termos de investimentos... o que comprar em um cenário como esse?

    Ouro?

    Títulos do governo brasileiro?

  • Pedro Ivo  15/10/2013 17:34
    bitcoin e ouro em moedas
  • Luiz Eduardo  14/10/2013 14:03
    Não tem como ela ser uma boa presidente. A essência do banco central é ruim e assim será.
  • Pedro.  14/10/2013 14:09
    Acredito que o mercado futuro de derivativos ajuda muito ao governo. O dinheiro falso fica girando em um ambiente fechado onde dinheiro falso compra produção falasa. Ou seja, papel comprando papel. Porém imagino que isso deverá existir de forma crescente para sustentar as coisas no patamar do aceitável politicamente.
    ...No fundo é exatamente como uma corrente, onde os ganhos são expectativas e quem sair ganhando quebra a corrente.
    Não dá para todos ficarem indefinidamente trocando papéis valorizados por expectativa. Uma hora esse dinheiro irá sair desse cassino para a produção e aí sim, a inflação vai explodir.
    ...acredito eu que é a "produção" de derivativos que tem afastado o excesso de dinheiro do consumo. Um bando de instituições e especuladores ficam trocando dinnheiro sucessivamente uns colocando-o nos bolsos dos outros numa mesma "sala". Quando alguém quiser realizar seus lucros e dirigir esse dinheiro a produção e consumo ...pow!!
    Acho que esse mercado de produtos ficticios ajuda o dinheiro falso a não gerar consequencias imediatas, até pq tb arrecada-se em "ganhos giratórios" não sacados. Posso estar completamente errado por meu fraco conhecimento do assunto. Mas um produto falso comprado com dinheiro falso anulam-se...
  • Típico Filósofo  14/10/2013 14:43
    O sr. Ron Paul, data venia, mostrou-se machista, misógino e preconceituoso ao criticar a senhora Yellen. Ao invés de comemorar o fim do monopólio patriarcal do FED, optou por abordar tópicos econômicos pois esses lhe ofereceriam instrumentos com o qual poderia não só denegrir a intervenção estatal na economia como também manifestar seus interesses ocultos em perpetuar a ditadura dos homens sobre as mulheres.

    Estou abismado.
  • Emerson Luis, um Psicologo  14/10/2013 17:53
    Concordo plenamente, senhor Típico Filósofo.

    O que importa aquilo que a pessoa tem dentro da cabeça (no caso, o keynesianismo)? O importante é o que a pessoa tem entre as pernas (no caso, uma vagina). Por isso eu confraternizo com as feministas que comemoram essa grande vitória da oprimida classe das Mulheres sobre o Patriarcado.

    Além disso, os tópicos econômicos citados no artigo estão majoritariamente respondidos pelo simples fato da maioria dos especialistas preferir o keynesianismo. Será que todo mundo está errado e só o senhor Ron Paul está certo???

    Vale lembrar que a maioria dos capitalistas que exploram o povo proletário são homens. E essa história de que a produtividade e a poupança são mais importantes do que o consumo são ideias tipicamente masculinas.

    Nada pode deter a Grande Marcha da História rumo ao Socialismo Global!

    * * *
  • anônimo  17/10/2013 22:27
    Vc disse a maioria,ok.

    Mas isso não impede que mesmo em muito menor número a "mulherada" também não aprontem das suas > Dilma Roussef,Angela Merkel,Christine Lagarde!

    Ainda acha que preciso citar mais nomes femininos?

  • anônimo  17/10/2013 22:20
    Não tem nada haver o fato de ser uma mulher!
    Estude profundamente o que está a ocorrer na economia GLOBAL,filho de Deus.
    Não misture as coisas.

    Não esqueça seu comentário e a partir de agora para daqui 12 meses veja se Sr. Paul não está coberto de razão!Tenho certeza que ficará abismado de novo,mas desta vez não será com o Sr. Paul!
  • Paulo  14/10/2013 14:56
    Mas os bancos centrais não servem para redistribuir a riqueza, tipo uma bolsa família às avessas? O FED não está cumprindo direitinho essa missão?
  • astromar  14/10/2013 16:13
    ron paul é o típico reaça da direita fascista.odeia a yellen apenas por ser mulher!
  • Tiago Kenupp  14/10/2013 19:52
    Ótima argumentação, rebatou todos argumentos do Ron Paul
  • Rafael Franca  14/10/2013 19:53
    mais um fake, ou será que esse acredita na besteira que falou?
  • anônimo  14/10/2013 21:51
    Ou será umA fake? Esse negócio de 'odeia mulher' é típico de feminazi.
  • Charlton H. Hauer  14/10/2013 18:52
    Qual será o futuro da humanidade? Com o avanço implacável do feminismo e, conseqüentemente, do poder do Estado, não temos boas perspectivas, a não ser que uma força dinâmica externa impeça o pior.

    Muitos ainda não perceberam que, enquanto está sendo concedida uma autonomia e uma liberdade TOTAL, IRRESTRITA para a metade da população (a qual vem conquistando direitos de fazer o que quer, sem qualquer tipo de freio ou punição), a outra metade vê sua autonomia e sua liberdade sendo atacadas diariamente, sem compaixão.

    Sugiro a TODOS os liberais/libertários lerem o artigo abaixo sobre a Teoria do Ginocentrismo (desenvolvida pelo americano Adam Kostakis).

    A Conseqüência Final do Feminismo:

    sexoprivilegiado.blogspot.com.br/2013/10/a-consequencia-final-do-feminismo-parte-i.html

    Abraços a todos.
  • anônimo  29/10/2013 04:46
    Mais uma consequência: a feminização de meninos pelas escolas

    It is time to get women out of the schooling of boys. It is way past time. Women in our feminized classrooms are consigning generations of our sons to years of misery and diminished futures. The evidence is everywhere. Few dare notice it.

    The feminization is real. More than seventy-five percent of teachers are women; in New York state, over ninety percent of elementary school teachers are women; in the US, over seventy percent of psychologists are women, with (sez me) the rest being doubtful. This is feminization with fangs.

    I have just read Back to Normal: Why Ordinary Childhood Behavior Is Mistaken for ADHD, Bipolar Disorder, and Autism Spectrum Disorder, by a psychologist, Enrico Gnaulati, who works with children alleged to have psychological problems in school, usually meaning boys. I decline to recommend it because of its psychobabble, its tendency to discover the obvious at great length, and its Genderallly Correct pronouns, which will grate on the literate. (I mean constructions resembling "If a student comes in, tell him or her that he or she should put his or her books in his or her locker") However, a serious interest in the subject justifies slogging through the prose. (The statistics above are from the book.)

    The relevent content is that women are making school hell for boys, that they have turned normal boyish behavior, such as enjoyment of rough-housing, into psychiatric "personality disorders." They are doping boys up, forcing them into behavior utterly alien to them, and sending them to psychiatrists if they don´t conform to standards of behavior suited to girls. The result is that boy children hate school and do poorly (despite, as Gnaulati, says, having higher IQs). This is no secret for anyone paying attention, but Gnaulati makes it explicit.

    As a galling example he cites one Robert, an adolescent responding badly to classes and therefore suspected by his teacher of having a "personality disorder." From the book:

    "She required all forty students in the class to design Valentine's Day cards for each other. She was emphatic about wanting them personalized. Names had to be spelled correctly and compliments written up genuinely."

    Valentines? This was eight-grade English. Students, who by then once knew grammar cold, should be reading literature or learning to write coherently. In my eighth-grade class, we read Julius Caesar: "I want the men around me to be fat, healthy-looking men who sleep at night." Valentines? Compliments?

    This, the author assures the reader, did not take place in an asylum for the mildly retarded, but in one of the ten best high-schools in California. What must the rest be like?

    Of course Robert was having trouble putting up with the girly drivel, this feminized ooze, devoid of academic content. "Oooooh! Let´s have a warm, emotional bonding experience."

    This is why women should not be allowed within fifty feet of a school where boys are taught. A boy, especially a bright one, will want to drop out of school through the nearest window, run screaming to a recruiting office for the French Foreign Legion, anything to get away from inane, vapid, and insubstantial feel-good compulsory niceness inflicted by some low-wattage ed-school grad.

    Get these ditz-rabbits away from our sons. Let us have separate schools for the sexes, with each being taught by teachers of the same sex. I do not presume to tell women what they should teach girls—astrophysics, valentine design with sincere compliments, whatever they like. Just stay away from the boys.

    The thrust of current social propaganda is that the sexes are identical in all important respects. They are not. The differences are great. It is time we stopped pretending otherwise.

    First: By their nature, females are far more interested in social relationships than in academic substance. If you are a man, ask yourself how often you have serious intellectual discussions of politics, science, history, or society with women as compared to men. Seldom. Degrees and exceptions, yes. Stiil, seldom.

    Second: Women are totalitarian. Men are happy to let boys be boys and girls be girls. Women want all children to be girls. In school this means emphasizing diligence—neat homework done on time, no matter how silly or academically vacuous—over performance, meaning material learned. Women favor docility, orderliness, cooperation in groups, not making waves, niceness and comity. For boys this is asphyxiating.

    If women wanted to start a bar for women only, men would not care. If men want a private club in which to enjoy male company, women go explode in fury. Totalitarian.

    In common with the keepers of the Russian gulag, women are more than willing to drug little boys into submission. There is a Stalinist mercilessness in this, a complete lack of understanding of, or interest in, what boys are. ("Ve haff vays of making you….")

    Third: Women prefer security to freedom, males freedom to security. In politics, this has ominous implications for civil liberties. In the schools this means that wrestling and dodge ball are violence, that tag might lead to a fall and scraped knees, that a little boy who draws a soldier with a rifle is a dangerous psychopath in the making. This is hysteria.

    (Stray thought: If I wanted to create a murderous psycho, I would Ritalinate him into a little speed freak, repress his every instinct, and humiliate him by having the police drag him away. It would work like a charm. In his trial, his defense would be justifiable sociopathy.)

    Fourth: "Therapy." This disguised witchcraft is very much a subset of the female fascination with emotional relations. It allows them to talk endlessly about their feelings. Men would rather be crucified. Thus everything becomes a "disorder." Among these absurdities are things ilke Intermittent Explosive Disorder (appropriately, IED), and Temper Irregulation Disorder. These disorders have only been discovered since women took over the schools.

    The list could go on. Boys, like men, are competitive, physically and intellectually, delighted to play hours of intensely competitive pick-up basketball. Women in the schools prefer a cooperative group game led by a caring adult. What a horror.

    Even the ways in which men get along with each other differ sharply from the female approach. (Thus the desire for venues for men only.) For example, when I once broke a leg in a sky-diving accident, the women in the news room were sympathetic and concerned. At a Special Forces party I attended, there was laughter and sarcasm. "Goddam dumbass Marine can´t even do a PLF right. (parachute landing fall). Hey, let´s break his other leg." Translated from the male, this meant (a) that they accepted me as one of them, and (b) that to them a broken leg was not a tragedy but an inconvenience. Which it is.

    Fifth: In the United States, women simply dislike men. Saying this causes eruptions of denials. If you believe these, I´d like you to meet my friend Daisy Lou the Tooth Fairy. Check the ranting of feminists, the endless portrayal on television of men as fools and swine, the punitive political correctness and the silly anti-rape fantasies on campus.

    In the schools this hostility takes the form of the passive aggression behind the predatory niceness. "We´re boring him to death, keeping him miseable, and sending him for psychiatric reprogramming because we care so much about him." Uh, yeah.

    Outside of the US, fewer women buy this. My stepdaughter Natalia, Mexican, is working on a degree in clinical psychology, and sees students—read "boys"—sent to her by teachers to determine whether they have ADHD. "They don´t have ADHS," she says. "They´re bored."

    Finally: Women display a pedestrian practicality alien to males. If a woman needs to use a computer, she will learn to do it, and do it well. She won´t learn assembly-language programming for the pure joy of it. She can drive a car perfectly well, but has no notion of what a cam lobe is or the difference between disk and drum brakes. This is why men invent things, and women seldom do.

    Boys schools, male teachers.

    www.lewrockwell.com/2013/10/fred-reed/the-wussification-of-boys/
  • Lívio Luiz Soares de Oliveira  14/10/2013 19:20
    "A ideia de uma redução nos estímulos, em conjunto com uma não-elevação do teto da dívida, apavora os keynesianos, que querem mais gastos, mais endividamento e mais inflação monetária. O viciado quer a sua dose. Yellen será a rainha dos traficantes."

    Querer inflação monetária sem dar a mínima para a consequente inflação de preços é como toxicodependente querer usufruir do prazer e da euforia do uso da droga sem querer saber das consequências da toxicodependência. Fatalmente, uma overdose monetária acabará destruindo a economia, por meio de uma hiperinflação, ou de uma inflação crônica e persistente, assim como uma overdose matará o dependente químico.
  • Dalton C. Rocha  14/10/2013 21:06
    No decálogo de Lenin ( www.recantodasletras.com.br/artigos/1979919 ) tem estes mandamentos: "3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
    4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
    5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
    6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
    7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
    8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
    9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa."
  • Atila Arruda  14/10/2013 21:17
    Quantos trilhões serão necessários para que os bancos transfiram seus ativos podres para o Fed? Acho que a conta reserva trilionária desses bancos no FED vai criar vida própria e sair do controle de seus mestres, Como evitar a Hiperinflação se o governo não vai conseguir pagar os juros digamos de 4% ao Ano sobre essas reservas.
  • Jalapão  15/10/2013 02:48
    Que venha mais dólares. Estamos precisando. Se fecharem a torneira, vamos pras cucuias. Então, dona Janet Yellen, manda ver na impressora. O Brasil agradece.
  • Tiago RC  15/10/2013 08:02
    Comentário muito não relacionado ao artigo, mas vocês têm visto essas declarações cada vez mais diretas dos governantes chineses sobre a necessidade de se abandonar o dólar?

    China's State Press Calls for 'Building a de-Americanized World'

    The goal, he wrote, is to "create an international reserve currency that is disconnected from individual nations and is able to remain stable in the long run."

    i.imgur.com/tCp90.gif
  • Occam's Razor  15/10/2013 12:05
    E por qual razão os chineses não simplesmente param de comprar títulos do governo americano? Não basta isso para inviabilizar os enormes déficits que são usados em gastos militares, e que garantem a demanda por dólares?
  • Andre Cavalcante  15/10/2013 13:46
    Os passos são os seguintes:

    Os chineses precisam de dólares para comprar matérias-primas para suas indústrias.

    Depois de produzirem bens de consumo, que são vendidos no exterior, eles ganham os dólares que precisam para a compra de matérias-primas e o ciclo parece que se fecha, exceto que, como os bens de consumo geram mais dólares que os gastos com a matéria-prima, sobram dólares internamente na china.

    Então, o yuan tende a valorizar. Ato contínuo, o governo intervem, porque tem um pensamento keynesiano, e compra os dólares em excesso e coloca yuans em circulação.

    Mas o governo não pode ficar criando reservas trilhonárias de dólares somente. Então compra títulos do governo americano e o dólares voltam aos EUA, financiando o gasto do governo americano.

    De quebra os americanos pegam parte destes dólares e compram produtos chineses, aí sim, fechando o ciclo.

  • Jason  15/10/2013 15:17
    E se ao invés de comprar títulos do governo americano os chineses aumentassem a compra de ativos de outros países(empresas e ouro)?
  • Occam's Razor  16/10/2013 23:35
    Correto. O problema é que o governo americano usa esses recursos adicionais para ajudar a financiar sua máquina de guerra, que é usada para intimidar qualquer país que seja grande exportador de petróleo e que tente vendê-lo em outra moeda que não o dólar. Isso força todos os países importadores a manterem dólares em reserva.

    Sendo assim, o discurso de fazer a transição para outra moeda de troca internacional parece soar como meras palavras ao vento. Existe alguma maneira de simultaneamente financiar essa máquina de guerra e abandonar o dólar?
  • Daniel  15/10/2013 13:41
    uma pergunta sem relação com o texto

    um amigo postou no facebook a seguinte citação:

    "Mises era conselheiro político do chanceler Dolfuss, que também era fascista, apesar de não curtir o Hitler. Não por acaso a situação econômica na Áustria, que já tava crítica com a Grande Depressão, ter piorado ainda mais, já que boa parte das ações que hoje os libertários propõem, como o corte de benefícios sociais, foi tomada naquela época. Ou seja: o próprio Mises foi um dos caras que contribuiu indiretamente com a ascensão do nazismo no país, levando justamente a anexação pela Alemanha em 38" - Ivan Cello Melo

    como não sei muito da historia gostaria de saber o que disso tem de plausivel e o que não.

    Obrigado
  • Leandro  15/10/2013 14:15
    Calúnia totalmente sem noção.

    Pra começar, Mises não tinha nenhum cargo efetivo no governo de Dollfuss. Ele apenas dava palpites sobre política monetária.

    Ademais, em março de 1934, Mises mudou-se para Genebra. E em julho de 1934, Dollfuss foi assassinado após ter ficado apenas 1 ano no poder (com a nova constituição) e ter adotado políticas abertamente corporativistas. Ou seja, neste curto período de tempo, qual foi a influência de Mises? Ele por acaso convenceu o governo a adotar políticas corporativistas?

    Outra coisa: a anexação da Áustria pela Alemanha ocorreu em 1938. Dollfuss foi assassinado em julho de 1934. Mises mudou-se para Genebra em março de 1934. Qual a ligação?

    Desta vez, a calúnia passou. Não haverá próxima.
  • Caio  17/10/2013 13:17
    Sem contar que Mises era judeu, qual interesse ele poderia ter na ascensão nazista?
  • davilson sabino  15/10/2013 15:22
    Quando este esquema todo estourar, vai ser o armagedon financeiro.E é o tipo de armadilha da qual ninguem tem como escapar.Vai sobrar pra todo mundo.
  • Eduardo  16/10/2013 20:33
    Pedro Ivo, onde posso comprar ouro em moedas?


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