clube   |   doar   |   idiomas
Idealismo e poder geraram tirania

O segundo milênio terminou com um século abominável.  Os três homens mais frequentemente citados como "Pessoa do Século" — Franklin Roosevelt, Winston Churchill e Albert Einstein — foram defensores, aliados e admiradores de um dos homens mais sanguinários do milênio: Joseph Stalin.  É como se os três homens mais ilustres da Idade Média tivessem sido amigos de Genghis Khan.  

Até mesmo a frase "Pessoa do Século" é uma relíquia do arcaico pensamento feminista do século XX.  O mais influente indivíduo de qualquer século provavelmente será um homem, porém já no final do século XX era uma quebra de etiqueta — um código de maneiras ideológico — reconhecer tal fato. 

O século XX foi marcado pela presunçosa crença de sua superioridade sobre todas as épocas anteriores.  Decidiu-se que os tradicionais costumes e padrões de ética da humanidade deveriam ser alterados — como se isso sequer fosse possível.  Consequentemente, o estado passou a ser o instrumento para a "construção de uma nova sociedade" por meio da força, da propaganda e da dependência econômica.  Tirania se tornou "libertação"; degeneração se tornou "progresso"; assistencialismo se tornou "riqueza"; imoralidade se tornou "governança".

Os "direitos civis", cujo significado é o aumento do poder do estado em ditar normas de associação entre indivíduos, não produziram nem liberdade nem igualdade racial, mas apenas mais tirania e ressentimento.  Longe de gerar uma sociedade "sem preconceitos", o que temos hoje é uma sociedade obcecada com raças e preferências sexuais, uma sociedade obcecada com "subclasses", direitos e privilégios.

O estado assistencialista, que prometeu tirar as pessoas da pobreza, logrou apenas habituá-las à pobreza, ao mesmo tempo em que eleva o fardo sobre a população geral.  "Ações afirmativas" mostraram apenas que, quando você promete justiça para todos, tudo o que consegue é fazer com que todos se sintam discriminados.  Diferenças raciais, sejam elas inerentes ou culturais, comprovaram-se teimosamente irremovíveis.  No entanto, a ideologia progressista nos ensinou que os resultados dessas diferenças decorrem apenas do "racismo" e devem ser remediados dando-se ao estado ainda mais poder para regular as relações voluntárias entre indivíduos e a propriedade privada.

A nova missão do estado é cortar todas aquelas raízes do passado que podem fazer com que seus súditos resistam a ser assimilados a essa Nova Sociedade.  Aqueles que resistem e conseguem manter suas raízes são acusados de reacionários, racistas, supersticiosos, anti-patriotas e odientos.  O estado clama ser "científico".  Ele age em nome do "oprimido", "do povo", "do proletariado", "das massas", "das minorias", "das mulheres" e até mesmo dos depravados (que são meras "vítimas" do código moral tradicional).

Pecados antigos como fornicação, sodomia e aborto se tornaram novos "direitos".  Ao mesmo tempo, direitos tradicionais como propriedade privada e liberdade de associação e de contrato foram severamente restringidos.  Por meio do estado, com seu ilimitado poder de tributação, algumas pessoas passaram a poder viver à custa da energia produtiva dos outros.  Isso passou a ser chamado de "justiça social".  O estado se tornou obcecado em preservar o meio ambiente ao mesmo tempo em que segue destruindo o ambiente cultural, moral e espiritual herdado da cultura ocidental.

Artistas, intelectuais e filósofos se tornaram entusiastas da Nova Sociedade, hostis à "burguesia" e à "classe média" — como são desdenhosamente chamados os remanescentes da sociedade tradicional.  Obscenidade e obscuridade, desarmonia e feiura se tornaram a característica distintiva da arte.  A arte popular, ainda pautada pelo mercado, descobriu que a obscenidade é mais lucrativa que a obscuridade — mas raramente desafia as premissas da Nova Sociedade.

A educação, controlada pelo estado, se tornou um mero instrumento de propaganda — chamado de "conscientização do cidadão" —, concebido para tornar as crianças meras unidades obedientes à Nova Sociedade.  A ideia da "evolução" foi adaptada para ensinar às crianças que a Nova Sociedade era o inevitável destino da história humana.  O "intelectual" das massas (o oposto do erudito tradicional e independente) se tornou um novo tipo social, dedicado a difundir as fantasias da Nova Sociedade, as quais são chamadas de "ideais".

A natureza intrinsecamente violenta do governo

De todos os dizeres apócrifos atribuídos aos Pais Fundadores dos EUA, meu favorito é um atribuído a George Washington: "O governo não é razão.  O governo não é persuasão.  O governo é força bruta."  Se ele nunca disse isso, deveria ter dito.

Qualquer um que acredite em uma ordem moral deveria ponderar essas quinze palavras.  O governo de fato é força bruta, uma força que reivindica justificação, e seu exercício ao menos requer alguma séria racionalidade.

Essa é uma verdade da qual as pessoas se esqueceram totalmente.  Frequentemente travo discussões com um velho amigo meu — que, embora progressista, é um homem muito decente e modesto demais para impor suas vontades sobre qualquer ser humano —, que implicitamente assume que o governo tem a autoridade de decretar legislações de "direitos civis" e restringir a liberdade de associação e os direitos de propriedade.

Esse meu amigo não é nenhum bobo.  Ele é inteligente e eloquente, e eu sempre aprendo algo com ele nessas nossas intermináveis discussões.  Porém, um pensamento — uma verdade autoevidente que eu esperava ocorrer a qualquer pessoa racional — aparentemente nunca passou pela sua cabeça: o governo é força bruta.  Assim como muitas pessoas, ele assume, sem qualquer reflexão, que se alguma suposta condição social parece ser desejável, então o governo deveria tentar promovê-la.  Ele admite algumas dificuldades práticas nesse processo, mas, para ele, o governo incorpora todas as aspirações e desejos que as pessoas sensatas têm em comum e que somente pessoas insensatas poderiam rejeitar.

É por isso que estremeço ao ouvir a palavra "idealista".  Ideais são fantasias, a maioria das quais jamais pode ser estabelecida.  Se o governo tentar materializá-las, poderá fazê-lo apenas aplicando a força e restringindo a liberdade.  E muitas pessoas veem esse empreendimento como algo nobre, mesmo que ele fracasse; o custo da liberdade raramente entra em seus cálculos.

Na famosa observação do filósofo inglês Michael Oakeshott, para algumas pessoas o governo é "um vasto reservatório de poder" que as inspira a sonhar com os usos que podem ser feitos dele, normalmente a serviço daquilo que elas consideram ser propósitos benignos, para o bem da "humanidade".  Entretanto, tais pessoas tipicamente esquivam-se do elemento 'poder', o qual, afinal, não é apenas uma mera propriedade do governo, mas sim a sua genuína essência.  A acepção que elas têm do poder, assim como a do meu amigo, é bastante mística, como se os reais feitos do governo não fossem nada mais do que a manifestação de um (na frase dele) "consenso emergente".  Porém, se os objetivos desejados fossem uma questão de consenso, então por que eles deveriam ser implementados à força, por decreto, ou mesmo pela guerra?

Não são somente os progressistas que pensam assim.  Alguns conservadores também, como quando eles alardeiam que o governo deve fazer cumprir aquilo que eles chamam de "valores".  Eu geralmente prefiro "valores" conservadores a "ideais" progressistas, uma vez que eles estão mais próximos daquilo em que realmente creio: as comprovadas normas da natureza humana.  Uma sociedade com direitos de propriedade, por exemplo, é normal; nós sabemos que ela pode existir.  Uma sociedade na qual a riqueza é igualmente distribuída pelo estado é meramente uma fantasia; ela nunca poderá existir, e a tentativa de criá-la vai acarretar violência sem propósito.

Como disse o poeta católico francês Charles Peguy no início do século XX: "Jamais saberemos quantos atos de covardia foram motivados pelo simples medo de parecer não suficientemente progressista."

Meu amigo odeia violência.  Mas ele é incapaz de perceber — e não há nada que eu diga que o faça perceber — que, quando ele clama por algo do governo, ele está na verdade clamando pela força, que nada mais é que a violência ou a ameaça de violência.  Seus ideais dependem de um mal e da obediência baseada no temor degradante desse mal.  Idealismo?  Eu chamaria isso de escravidão.

"Eu tenho um sonho", proclamou Martin Luther King Jr., cujo "sonho" foi inspirado em sua leitura de Marx e de outros profetas progressistas.  Assim como inúmeros visionários, King ficou alheio à advertência de Oakeshott: "A combinação entre poder e sonho gera tirania." 

Essa frase pode servir de epitáfio para o nosso atual século, em que a liberdade deixou de ser um direito nato e passou a significar "qualquer coisa que você porventura ainda tenha permissão para fazer".

A humanidade ainda vai levar tempo para se recuperar dos tempos atuais.



autor

Joseph Sobran
(1946-2010) era um jornalista conservador que se converteu ao anarcocapitalismo em sua última década de existência.  Foi um dos mais importantes e prolíficos escritores americanos.  Veja seu website


  • Marcelo Pereira  05/10/2013 12:11
    Muito bom o texto. Realmente essa Era em que vivemos vai ficar para história. Um momento único de escravidão generalizada. Sociedade completamente corrompida moralmente, mas principalmente eticamente. Passamos a viver literalmente numa Matrix, onde os limites da nossa realidade são impostos por um comando central. Gostaria muito de viver o bastante para conseguir vislumbrar pessoalmente uma sociedade livre das mazelas atuais. Infelizmente, esse cenário parece distante.
  • Eduardo  05/10/2013 12:13
    Ué, vocês como libertários, tem problemas em relação alguém ficar com alguém do mesmo sexo, mesmo ela não fazendo nada de mal para ninguém?
    King no seu discurso "eu tenho um sonho", sonhou com uma sociedade em que não houvesse preconceitos, qual o problema nisso?
    Pensando por esse lado, os Aliados não deveriam ter feito nada com os ideais nazistas enraizados na sociedade alemã pós-guerra, deveriam simplesmente deixar eles com aquele pensamento, certo?
  • anônimo  05/10/2013 14:47
    É realmente difícil para um coletivista aceitar que os indivíduos pensam de maneira diferente. Enquanto estes não se livrarem das amarras do pensamento dualista/classista nunca vão progredir intelectualmente. Estes tremem de medo ao pensar em coisas como liberdade e responsabilidade individual. Acham que eles - e só eles - são responsáveis e aptos a tomar decisões, inclusive que deveriam estar no comando da vida de todos os outros, pois tomariam decisões melhores por estes. Infelizmente este é o tipo de pessoa que tende a ocupar cargos na política, e ironicamente é desses que o artigo acima fala. Até parece que o Eduardo veio comentar para ilustrar o artigo.
  • Rhyan  05/10/2013 15:33
    Eduardo, você misturou tudo.

    Libertários acham que cada um deve buscar sua felicidade, se não agredir ninguém é válido. O casamento deveria ser desestatizado.

    King pode ter feito um belo discurso mas ele era esquerdista, e dizem algumas fontes, um verdadeiro pilantra que falsificou sua tese de mestrado e gostava de prostitutas.

    Há um artigo sobre isso aqui neste site, procure.
  • anônimo  05/10/2013 18:12
    "King pode ter feito um belo discurso mas ele era esquerdista, e dizem algumas fontes, um verdadeiro pilantra que falsificou sua tese de mestrado e gostava de prostitutas."

    Admita Rhyan. A fonte de onde você extraiu esta mentira são os nazistas do Stormfront, né? Eu me lembro de ter lido algo do tipo lá....
  • anônimo  06/10/2013 11:15
    'Admita Rhyan. A fonte de onde você extraiu esta mentira são os nazistas do Stormfront, né? Eu me lembro de ter lido algo do tipo lá....'

    Traduzindo, se Hitler falar que força = massa * aceleração, então essa fórmula está errada.
    BTW, já que você gosta tanto disso, ta aqui pra você mais um site pra você chamar de nazista: a wikipedia
    en.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King,_Jr._authorship_issues

    'According to civil rights historian Ralph E. Luker, who worked on the King Papers Project directing the research on King's early life, King's paper The Chief Characteristics and Doctrines of Mahayana Buddhism[6] was taken almost entirely from secondary sources.[7] He writes:
    Moreover, the farther King went in his academic career, the more deeply ingrained the patterns of borrowing language without clear attribution became. Thus, the plagiarism in his dissertation seemed to be, by then, the product of his long-established practice.[7]'
  • anônimo  06/10/2013 16:32
    Admita você que o que você quer é falar que libertários são racistas.
  • anônimo  05/10/2013 16:16
    O problema é você não conseguir entender a diferença entre tolerar e incentivar.
    Um libertário não tem que incentivar nada que ele não concorde, mas ele não vai se intrometer na vida das pessoas que fazem aquilo.
  • Pedro.  05/10/2013 12:55
    Não há idealismo onde a razão é negada.

    Quem tem ideais sinceros esta sempre aberto para reflexões e para os fatos incontestáveis. Afirmar idealismo é apenas uma farsa para camuflar as piores intenções. Imagine-se idealistas românticos que em nome do repúdio à ganância, à riqueza e à "exploração" trucidam milhões de inocentes indefesos e na sequência se premiam com vida de nababos tirânicos. Tornando-se ricaços em delicioso desfrute de privilégios a si concedidos ao custo da humilhação, da EXPLORAÇÃO através da ESCRAVIDÃO de populações inteiras, para usufruirem de todo o luxo e pompa sem a necessidade de dar em troca uma contrapartida. ...Não há idealismo nestes pulhas! ...apenas a mania do Poder, a ambição doentia pelo Poder.

    Bandidos, facinoras, também são grandes defensores dos direitos humanos.
    Bandidos presos e seus familiares são grandes "idealistas" ao defenderem os próprios direitos humanos (aos quais por justiça não teem direito), mas não defendem direitos humanos alheios.

    Familiares, amigos e cumplices de bandidos, de facinoras, exibem grande pujança moral ao exigirem justiça para punir policiais que maltram bandidos, denunciam seu desejo de justiça com grande empáfia. Contudo, apenas querem um juridiscismo (não justiça) em beneficio da própria vingança contra os algozes de seus parceiros facinoras. Não exercitam tal clamor moral, pretensamente ético, com seus facinoras parceiros. Isso demonstra que tal clamor "idealista" é apenas uma estratégia de auto preservação, sem qualquer compromisso com qualquer ideal que não o proprio beneficio acima de todas as coisas.

    É nauseqante ver facinoras e seus parentes e amigos clamando por direitos humanos em próprio beneficio após ali estarem por terem praticados as piores violações aos direitos humanos de INOCENTES que nenhum mal fizeram a quem, quer que seja.

    ...Esses bandidos são mesmo uns idealistas???

    Francamente, é ridículo alguém, mesmo que vagamente, admitir que existam facinoras idealistas românticos. Não existem, são apenas covardes que camuflam-se preventivamente contra possiveis reações em caso de estarem inferiorizados. Tal "idealismo" jamais foi sincero, pois que sempre APENAS UMA ESTRATÉGIA DE COVARDES.

    Não há idealismo em quem defende atrocidades e imbecilidades facilmente verificaveis através de reflexões um tanto simples até. Facinoras que FINGEM uma burrice desumana estão apenas pondo em pratica uma estratégia para camuflares suas verdadeiras intenções perversas. Podem até tentar enganarem-se a si próprios, mas sinceramente nem isso conseguem. Não há como ser idealista defendendo um EMBUSTE PERVERSO, INJUSTO e COVARDE. Não há idealismo em quem ATACA INOCENTES INDEFESOS!

    Abs.
  • anônimo  05/10/2013 14:04
    Esse artigo é a resposta perfeita para aquela pergunta: 'pode um conservador ser libertário?'
  • Ricardo  05/10/2013 14:32
    Eduardo, de que diabos você está falando?
  • Bruno Faria  05/10/2013 15:42
    Olá, cá estou mais uma vez.

    Então, analisando os recentes artigos, e, principalmente, várias criticas perante a situação estatal e sua legislação, ainda me carece uma dúvida: existe um projeto do IMB, ou pode existir, para a criação de um partido para buscar ênfase no mercado?

    Pois, veja bem, o fato de propor seus resultados e sua defesa veemente que propicia preponderância sobre demais linhas de pensamento acadêmico e pragmático, não pode ser o cerne da questão para melhora desse ou de outros países?

    Tal elucidação vem devido, recentemente, ter um diálogo com um liberal sobre o surgimento de dois partidos extremistas que se dizem de Direita: ARENA e Libertários. Ainda que com possibilidades remotas, estão tentando.

    Portanto, nesse aspecto, minha pergunta aos membros ou moderadores se evidencia: pensaram em uma possibilidade de partido? Já existe? Tentaram e não deu certo? Ou é algo que não atrai o projeto de vocês?

    De qualquer forma, agradeço mais uma vez e parabenizo pelo site. Em breve assino o periódico.
    Abraço.
  • anônimo  05/10/2013 17:22
    Colocar o ARENA na mesma categoria do Libertários é duro viu...

    Sobre o IMB e política, retirei o seguinte do "sobre nós" do site:

    (...)O IMB acredita que nossa visão de uma sociedade livre deve ser alcançada pelo respeito à propriedade privada, às trocas voluntárias entre indivíduos, e à ordem natural dos mercados, sem interferência governamental. (...)
  • Bruno Faria  05/10/2013 20:57
    É, em certo aspecto, devido a Direita ter suas próprias divisões no meu ponto de vista. Claro, para quem considera tais modelações. Pois tal definição, em certo ponto, são os próprios partidos que se definem assim. Agora se isso pode ser relevante...

    Além do mais, quando me referi ao IMB seria de verificar o motivo, como partido, em buscar esses anseios de propriedade inviolável, trocas voluntárias, ordem natural dos mercados sem interferência governamental.

    Pois, pense comigo, como algum liberal, dentro da sua linha de raciocínio, pode conseguir algo esperando pela vontade de outros? É assim, "só querer"?

    Ainda assim, tais dúvidas foram somente a título de curiosidade. Mais partidos, sempre pode ser melhor...
  • anônimo  05/10/2013 21:41
    Bruno, creio que a grande maioria dos libertários tem aversão a política. Talvez você esteja pensando que a política deveria ser o objetivo final de qualquer pessoa que deseja fazer o mundo ser um lugar melhor, no entanto, acredito, e creio que muitos outros também, que esta visão é errada. Existem meios melhores de mudar o mundo do que pela política. Pela política, você sempre vai precisar usar a força bruta contra alguém, violando o PNA. Melhor é educar as pessoas para fazê-las perceber que não precisam do governo para viver, e que podem, na verdade, viver muito melhor sem ele.

    O meio político exige que a pessoa tenha baixos padrões morais. Um libertário que se aventurasse neste meio teria que ter muito estômago para aguentar ficar por lá. Você já leu os artigos que explicam por quê os piores chegam ao poder? Pode te ajudar a entender por quê os libertários não querem, em geral, se meter na política.
  • Cauê  05/10/2013 22:32
    Sim, eles acreditam que vão fazer as pessoas mudarem de ideia (natureza ?), por persuasão.

    Não todos são loucos, mas esses já se tornam "direita" (seja lá o que isso quer dizer) bem no momento em que desistem dessa utopia.


    E isso é porque o mundo está completamente de ponta cabeça.
    A esquerda deveria ser formada pelos liberais e a direita pelos conservadores. E alguns no meio termo.

    O que temos agora são bandidos na esquerda, hipócritas na direita, e uns gato pingado conservadores e liberais de fato. Isso quando é um país decente.

    E eu acredito que além do estado, a caridade (de fato) são formas de impostos obrigatórios para a manutenção das liberdades. Queiramos ou não.
  • anônimo  05/10/2013 23:20
    Estado e liberdade são coisas inconciliáveis. Se você é obrigado a algo ( estado )você não é livre. Já caridade deixa de ser caridade quando se torna obrigatória. A não ser que sejamos relativistas quanto ao sentido das palavras. Daí pode tudo.
  • Cauê  06/10/2013 05:20
    Por isso escrevi caridade(de fato) o.O
    Acho que ficou meio confuso. Quero dizer caridade genuína.

    O que eu estou dizendo é que a caridade é uma forma de imposto para a manutenção da liberdade.
    A questão é como fazer isso de forma voluntária e produtiva em grande escala.

    Caridade num sentido amplo. Pode ser um emprego (mesmo que desnecessário), por exemplo.

    Questão do estado nem vou discutir. Não sou anarquista e não gostaria de entrar no mérito.
  • Pedro.  07/10/2013 10:30
    Anônimo, o Cauê é um Caô. Ele faz aqui o mesmo papel do Tipico Filosofo, só que pelo avesso. É claro que sendo um pivete militante não tem a inteligência do tipico filosofo e não consegue fazer direito seu teatro e deixa escapar, acreditando que engana, seu viés de ovelha do rebanho onde as autoridades são os pastores ou os vaqueiros. ...hehehe!

    Há sujeitos que tem neles a índole da submissão, gostam de ser mandados e mesmos submetidos à vontade alheia de quem eles creem superiores. São pessoas que ao verem um político, autoridade ou celebridade sentes repuxos em seus corpos, assanham-se e se emocionam com a proximidade de tais "sumidades". Entram em extase e querem tocar nas autoridades ou celebridades que julgam serem individuos superiores e merecedores de culto.

    É a velha MORAL do ESCRAVO que exercitam. Sentem-se bem em cultuar "superiores", emocionam-se se uma autoridade ou celebridade lhes acena a mão e se os cumprimenta entram em extase; são o tipo de pessoas que querem autografos de artistas, querem cuprimentar autoridades e são mesmo capazes de fazer qualquer coisa por seus ídolos e líderes.
    Esse tipo de gente não difere de animais domésticos: ELES QUEREM TER DONOS BONZINHOS, QUE CUIDEM DELES e em troca lhes são fiéis e lhes abanam o rabo em busca de receberem festinhas e afagos.

    Pode prestar atenção, esse tipo é maioria larga da população. Assanham-se com acenos de celebridades e autoridades que consideram "seres superiores" a conceder-lhes atenção, ou "festinhas". Entram em êxtase ao receberem essa "atenção" dos "seres superiores" e por isso encantam-se com tapinhas nas costas, acenos e cuprimentos e se conseguem um autografo mostram para os amigos como um troféu que representa a atenção que receberam de seus ídolos e lideres.

    Aristoteles ja conhecia a moral do escravo que no fundo é na verdade a índole do animal doméstico ...ELES QUEREM TER DONOS! ...DONOS QUE CUIDEM DELES E EM TROCA ABANAM O RABO PRA ELES E A ELES SE SUBMETEM E DEFENDEM até com apropria vida em muitos casos. Um aceno do político, da autoridade ou da celebridade é como um afago, uma "festinha" que o "superior" lhes concede.
  • Pedro  06/10/2013 02:43
    Não seriam os libertários idealistas?
  • Thiago  06/10/2013 05:42
    Idealistas que não querem controlar nada e nem ninguém. Não querem regular a economia, não querem mandar na vida dos outros e não querem mudar o mundo. Ou seja, idealistas totalmente avessos ao poder.
  • Jonas  06/10/2013 13:27
    Ué. Não querem mudar o mundo? Está certo disso?

    Não querem mandar na vida dos outros? Ora, se as pessoas QUEREM ser carneiros dentro de um sistema e os libertários preferem que elas sejam "livres", isso não é uma forma de querer mandar na vida delas?
  • Thiago  06/10/2013 15:53
    Libertários são índiferentes quanto a você querer ser uma ovelha. Você é livre para isso. O que os libertários querem é que eles próprios não sejam tratados como bois. Libertários querem apenas a liberdade de se separarem do sistema e viverem livres. Só isso. Somos indiferentes a otários que querem ser escravizados. Que desfrutem o açoite como quiserem. Apenas não façam isso com a gente.

    O fato de você não entender esse básico mostra que você não tem nenhuma intimidade com a essência da filosofia libertária. Sendo assim, o mais prudente seria se abster de emitir declarações arrogantes.
  • Jonas  06/10/2013 16:37
    Se você puder ler o que escrevi com a fleuma e racionalidade comuns aos bons libertários, verá que a primeira declaração que estou emitindo é esta; até então, me limitara a emitir questionamentos, o que achei que fosse um indicador suficientemente claro de minha "não intimidade" com a filosofia em questão.

    Eu sou livre para ser uma ovelha no atual sistema? Tanto quanto sou livre para ser um humano? Esse é seu conceito de liberdade?

    Como seria esse sistema em que alguns podem se separar do mesmo e serem livres? As pessoas usariam roupas diferentes, uniformes, ou algo do tipo para os diferenciar das "ovelhas"? Você realmente acha isso minimamente viável? Não sou capaz de imaginar - talvez seja arrogante demais para isso - um arranjo em que algo parecido com isso possa ser implementado. Você pode? Se não puder, então o que você quer é SIM mudar o sistema. Reconheça isso ou prove o contrário.

    Se são idealistas - como você já assumiu - e querem mudar o sistema... oras...


  • Thiago  06/10/2013 22:29
    "Eu sou livre para ser uma ovelha no atual sistema? Tanto quanto sou livre para ser um humano? Esse é seu conceito de liberdade?"

    Definitivamente, não é o meu conceito. Meu conceito de liberdade é aquele correto: ninguém deve iniciar violência ou ameaçar violência contra inocentes. É assim que eu vivo minha vida, é assim que eu lido com terceiros. Mas o que eu posso fazer se há idiotas que querem ser escravizados? O máximo que posso fazer é tentar alertá-los. Só isso. Ao contrário de outros, jamais quis poder algum sobre ninguém. Porém, se faço isso, se fico no meu canto e me limito apenas a explicar as coisas, logo chega um camarada como você e diz que eu é que sou o idealista perigoso. Portanto, que se danem.

    "Como seria esse sistema em que alguns podem se separar do mesmo e serem livres? As pessoas usariam roupas diferentes, uniformes, ou algo do tipo para os diferenciar das "ovelhas"? Você realmente acha isso minimamente viável?"

    Centenas de artigo sobre isso nesse site. Procure. Informe-se.

    "Não sou capaz de imaginar - talvez seja arrogante demais para isso - um arranjo em que algo parecido com isso possa ser implementado. Você pode?"

    Ou seja, você utiliza a sua ignorância como prova da impossibilidade de algo. Uma maravilha. Sou completamente ignorante em química. Imagine se eu saísse por aí dizendo que "Se eu desconheço uma reação química, ela é impossível!" Não seria lindo? Curiosamente, pelo seu ponto de vista, isso não seria nada arrogante.
  • Jonas  06/10/2013 23:50
    Já li a maioria dos artigos deste site. Nenhum dos que eu li indica um modo de tornar possível a liberdade sem mudança no sistema. Talvez você possa me indicar algum. Aliás, a maioria dos que li trata justamente de quão errado é o atual sistema. Nenhum diz que você é livre por ficar no seu canto; no atual sistema, você continuaria um escravo, mas um escravo no canto.

    Você me tomou por um provocador e se tornou quase agressivo. O fato de eu gostar das idéias aqui disseminadas não deve me impedir de questionar algum ponto ou outro, seja por incompreensão minha, por vontade de clarificar algum ponto ou por alguma aparente incongruência nas idéias expostas.

    Não disse que você é idealista e por isso perigoso.

    Minha questão principal, ainda não respondida, foi:

    * O texto pode se aplicar aos libertários? *

  • Mauro  07/10/2013 11:32
    "Minha questão principal, ainda não respondida, foi:

    * O texto pode se aplicar aos libertários? *"


    Pelo que acompanhei, esta foi exatamente a primeira coisa respondida pelo Thiago. Veja lá em cima. Segundo ele, o artigo, por definição, não pode se aplicar aos libertários simplesmente porque eles são idealistas que não querem controlar nada e nem ninguém. Não querem regular a economia, não querem mandar na vida dos outros e não querem mudar o mundo. Ou seja, idealistas totalmente avessos ao poder.

    Sugiro que, se quiser debater, ao menos tenha o mínimo de atenção ao que já foi escrito ao longo da troca de ideias. Caso contrário, fica patente que você quer apenas tumultuar, dando razão ao Thiago.
  • Paulo  07/10/2013 14:04
    Me parece que a contestação do Jonas é justamente essa: o fato de o Thiago ter dito que não quer controlar ninguém é incompatível com o desejo de se ter uma sociedade livre, pois essa liberdade só possível com a mudança do sistema, e esta mudança implica no controle, de algum modo, das vidas alheias (afinal, a mudança contempla a vida de todos). Achei a questão pertinente e ainda em aberto.
  • Mauro  07/10/2013 14:11
    "pois essa liberdade só possível com a mudança do sistema, e esta mudança implica no controle, de algum modo, das vidas alheias (afinal, a mudança contempla a vida de todos)"

    Isso é totalmente paradoxal, para não dizer que é completamente sem sentido. Por que a difusão de ideias pró-liberdade e anti-coerção implicam um controle das vidas alheias? Desde quando dizer que é errado agredir e ameaçar inocentes representa uma coerção sobre vida alheia? Só se for uma coerção sobre a vida de psicopatas e sociopatas. Mas isso -- coerção sobre psicopatas e sociopatas -- é algo totalmente desejável.
  • Pedro.  07/10/2013 19:47
    É mais ou menos assim os questionamentos à liberdade:

    Um sujeito defende a careca. Defende a ausencia de cabelo (coerção) e aí os intiligentis questionam:

    -mas se voce é a favor da careca, voce defende um tipo de cabelo. É preciso ter cabelo para ser careca! ...;hehehe!

    Não é por acaso que no brasil a interpretação de texto esta abaixo de muitos paises africanos. A estupidez é matéria nas escolas controladas pelo MEC.

    ...Volto ao exemplo que basta 2 neurõnios para entender:

    A Igreja católica obrigava todos a serem cristãos católicos. Assim, a moral religiosa era lei. Os ateus não poderiam assim declararem-se e violar as regras morais da Igreja era crime.

    Então alguém defendeu que ninguém fosse obrigado a ir ao culto ou dar contribuiç?es a igreja e tão pouco ser penalisado por não seguir a moral religiosa.

    ENTÃO OS INTILIGENTES ESQUERDISTAS DIRIAM:

    Como??? ...dizer que ninguém fosse obrigado a obedecer ás deliberações da cúpula católica é impossivel!!! ...defender a liberdade religiosa implica em impor outra religião para mudar a atual.

    É exatam,ente isso que estão achando uma contestação, não conseguem conceber a idéia de liberdade, as mentes estão deterioradas. O exemplo de uma religião é idêntico, não é preciso impor outra religião para se livrar de uma.

    Atualmente existem vrentes de variadas crenças bem como ateus, SEM QUE UNS IMPONHAM SUA CRENÇA OU DESCRENÇA A OUTROS.

    - Esses esquerdistas possuem a mente deteriorada pela ideologia, não conseguem sequer compreender o que seja liberdade, para eles é algo impossivel pois que só entendem o mundo sob a ótica de UNS MANDANDO e OUTROS OBEDECENDO.
    Para eles o mundo é uma fazenda onde uns são pecuaristas e vaqueiros e o resto é gado.

    ESSE É O RESULTADO DA CENTRALIZAÇÃO ESCOLAR NUM MEC a serviço da hierarquia estatal, forçando a difuisão ideológica como requisito para a existencia da escola do governo ou privada.
  • Jonas  08/10/2013 02:02
    Pedro, você, que é tão esperto e inteligente e não estudou em escola do MEC, só pode ser mal intencionado intelectualmente. Digo isso não para ofender, como você em seus posts, mas porque é a única opção que resta. A outra opção seria uma limitação na sua capacidade de entendimento, o que você garante que não é o caso.

    Explico:

    Você dá o exemplo das igrejas e dos carecas para ilustrar seu conceito de liberdade.

    "O exemplo de uma religião é idêntico, não é preciso impor outra religião para se livrar de uma."

    OK, concordo que o texto principal não necessariamente se aplica aos ateus.

    Mas, insisto, isso ainda não prova que o texto não se aplique aos libertários. Não me xingue ainda, pois vou apontar, agora, exatamente onde reside a diferença entre seu exemplo ateu/igreja e o "case" libertário/estado. Não sei quantos neurônios serão necessários para o perfeito entendimento, mas vai ficar bem fácil agora, com a ajuda de seu exemplo.

    1. Ateu/igreja: a liberdade religiosa do ateu não tem influência nenhuma na vida do crente. O crente é auto-suficiente; ele não retira a fé dos ateus para construir sua própria fé.

    2. Libertário/estado: Nesse ponto, talvez a diferença já tenha ficado clara. Sua liberdade, Pedro, implica em prejuízo aos outros participantes do sistema. O estado precisa do seu sangue, do seu suor. VOCÊ carrega o piano. Se você sair, o piano fica mais pesado. *Sua liberdade implica em mudança no sistema.*

    Perceba que não faço aqui nenhum juízo de valor; para isso, temos, como você disse, centenas de excelentes artigos no site.

    Acredito que a Teoria esteja em franco desenvolvimento e que também é possível colaborar com o desenvolvimento da mesma apontando-se eventuais fraquezas, o que pode tranquilamente ser refutado, desde que com mais argumentos consistentes e menos emoção.
  • Pedro.  08/10/2013 13:01
    Jonas, voce só vem reforçar aquilo que eu disse.
    Veja só oq escrevestes:

    "2. Libertário/estado: Nesse ponto, talvez a diferença já tenha ficado clara. Sua liberdade, Pedro, implica em prejuízo aos outros participantes do sistema. O estado precisa do seu sangue, do seu suor. VOCÊ carrega o piano. Se você sair, o piano fica mais pesado. *Sua liberdade implica em mudança no sistema.*"

    Caramba!!! ...a minha liberdade implica em prejuizo aos outros???

    Vou ter que explicar a voce que PREJUÍZO é aquilo que perdemos e não aquilo que não ganhamos.

    Fico envergonhado de ter que informar isso.

    Fora isso voce afirmou que a liberdade seria impossivel porque se teria que IMPOR outro sistema e que tal seria contrario a liberdade então defendida. ISTO FOI OQ DISSESTES.

    Não é preciso suprimeir a liberdade para impor a liberdade. Simplesmente vc não é capaz de entender o que seja liberdade. Para voce é como imaginar o fim do universo.

    O sistema vigente é ESCRAVIZADOR. Cessada a imposição, a coerção, o inicio da agressão contra inocentes todos serão liveres até para se submeterem a vontade de seus líderes, mentores, tutores ou senhores.

    Ou seja, não venha com disfarces, a questão é que vc afirmou que teria que haver imposição de liberdade como um novo sistema. Seja honesto.

    Exatamente aí é que eu coloquei o exemplo, mostrando que não há necessidade de IMPOR COISA ALGUMA para que haja liberdade. LIBERDADE É AUSÊNCIA DE COERÇÃO, não se pode obrigar alguém a ser livre ou ele não o será.

    Daí que liberdade não é uma presença, é uma ausência. Como a careca é ausência de cabelo e não a presença de um outro tipo de cabelo.

    Da mesma forma eu mostrei que se antes a igreja tinha a pretensão de obrigar todos a serem cristãos católicos, perseguindo os divergentes, não foi necessário IMPOR OUTRA RELIGIÃO OU ATEÍSMO para superar o sistema vigente. Simplesmente bastou CESSAR A COERÇÃO e TODOS CONVIVEM LIVREMENTE CADA UM COM SUA CRENÇA OU DESCRENÇA.

    A questão é que voce colocou que se teria que IMPOR A LIBERDADE para mudar o sistema. Não tem que IMPOR COISA ALGUMA, basta que, ao contrário, se SUPRIMA a COERÇÃO CONTRA INOCENTES. Basta que NÃO SE INICIE A AAGRESSÃO.

    Eu é que falo, seja honesto.
    Não se tem que impor liberdade, mas apenas se suprimeir a agressão contra inocentes.
    Não disfarce aquilo que afirmaste:
    Que seria preciso impor a liberdade ...não precisa impor nada! quem quiser ser servil, que o seja.
  • Pedro.  08/10/2013 13:27
    Um texto longo pode ser dificil de ser entendido. Como dizem em politica, o povo só entende telegramas. ...hehehe!
    ...Nietzsche também percebeu que aforismos são mais fáceis de entender, são "telegramas"

    Prejuizo é o que perdemos do que é nosso direito.
    Aquilo que não roubamos dos outros não é um prejuizo, tão pouco a retomada do roubado o é.
    Fosse assim e um ladrão levaria prejuizo toda vez que não obtivesse exito.

    A escravidão dos negros foi abolida e nem mesmo foi preciso mudar o sistema. Apenas o governo não mais apoiou que os senhores impusessem sua vontade aos negros. Embora os senhores de escravos vissem a liberdade deles como um prejuízo, tal qual vc vê.

    A questão é que voce disse que a liberdade implicaria em IMPOSIÇÃO e que a minha liberdade implicaria em mandar na vida dos outros. ...não foi que o sistema teria que mudar

    FOI ISSO QUE DISSESTES, SEJA HONESTO! .

    EU estou temostrando que:

    A MINHA LIBERDADE NÃO INTERFERE NA VIDA DE NINGUÉM, MAS SIM FAZ COM QUE OUTROS NÃO INTERFIRAM NA MINHA VIDA.

    Voce não capaz de entender isso por conta dos condicionamentos.
    OU seja, para não se ter cabelos nao é preciso arrancar os cabelos alheios.

    Defender a careca não implica em obrigar ninguém a ser careca, mas somente em não ser obrigado a ter cabelos.

    Alguém livre não interfere na vida alheia, MAS SIM O ALHEIO DEIXA DE INTERFERIR NA VIDA DE ALGUÉM.

    Vc não entende isso. Para voce o fim da escravidão dos negros tirou a liberdade dos senhores de engenho de escraviza-los. Para voce a liberdade dos negros violou a liberdade dos senhores.
    ...ISSO É UM ABSURDO!!! ...Coisa de maluco.

    Mas pra voce a liberdade é positiva. É livre ação.
    Não é! ...LIBERDADE É AUSENCIA DE COERÇÃO!

    Escuridão é ausência de luz e não a presença de uma luz preta.
    Careca é ausência de cabelos e não um outro tipo de cabelo.
    Vazio é ausência de tudo e não a presença do nada.

    Sua afirmação era de que para haver liberdade tinha-se que interferir na vida alheia, mandar na vida alheia. Não que tinha que mudar o sistema.

    SEJA HONESTO, pelo menos, já que inteligência não é coisa voluntaria, honestidade sim.

  • Pedro  07/10/2013 14:19
    Minha pergunta inicial sobre o idealismo foi respondida, mas esse questionamento que surgiu parece que pegou o pessoal no contrapé.

    Ou ninguém entendeu a essência da questão ou os textos publicados aqui são sagrados e não podem ser contestados, por isso a forte reação.

    É curioso ver alguém que não entendeu a questão insinuar que o colega é burro.
  • Pedro.  07/10/2013 13:11
    GRANDE THIAGO!!!!

    Foste brilhante no úrtimú!!!

    "Ou seja, você utiliza a sua ignorância como prova da impossibilidade de algo. Uma maravilha. Sou completamente ignorante em química. Imagine se eu saísse por aí dizendo que "Se eu desconheço uma reação química, ela é impossível!" Não seria lindo? Curiosamente, pelo seu ponto de vista, isso não seria nada arrogante."

    CLAP! CLAP! CLAP! ...CLAP! CLAP! CLAP!!!!!

    ...de pé e dando vivas!!!

    A inteligência é algo cuja visão engrandece o homem. Ver a inteligência em ação é a mais saudável recompensa para quem é capaz de reconhece-la.
    Foste brilhante na resposta, Thiago.

    Parabéns mais uma vez.
  • Pedro.  07/10/2013 13:05
    Vc é mesmo um sujeito interessante ...hehehe!

    No atual sistema vc não é livre para nada, vc é gado e o estado é a administração da fazenda.
    Os donos da fazenda bem como seus funcionários tratam do gado, mas o fim deste tratamento é a ordenha e o abatedouro.

    Não ha essa estória de roupas ou diferença qualquer. Simplesmente os governantes, a hierarquia estatal não pode impor sua vontade a ninguém, tão pouco explorar a população que não deseja sustentar o luxo da hierarquia estatal.

    Veja so um exemplo que acho que até vc vai entender:

    Um pastor ou um padre nada podem contra um ateu. Ateus e crentes não usam roupas diferentes.

    Quando a hierarquia católica se impunha a todos, os ateus não podiam assim declararem-se ou seriam torturados. Antes mesmo da famosa INQUISIÇÃO ateus e hereges eram perseguidos, a inquisição apenas legalizou e regulamentou a perseguição e matança para que em lugar algum houvesse tolerancia.

    Atualmente não há imposição religiosa. Quem quer dar dinheiro a charlatões pode faze-lo.
    Quem quiser obedecer recomendações de pastores e clérigos em geral, assim o faz.

    VIU SÒ???? ...sua asneira sobre roupas diferentes e divisões forçadas é de uma "inteligencia" atroz. Demonstra que vc não tem condição de entender o que é a liberdade e vc tem todo direito de desejar ter um dono a deliberar sobre sua vida. Aliás demonstra pre3cisar de um.

    Abs.
  • anônimo  07/10/2013 19:25
    'Atualmente não há imposição religiosa. Quem quer dar dinheiro a charlatões pode faze-lo.'
    E aí, já comprou o último livro (e portanto deu dinheiro) do seu charlatão intelectual preferido, Richard Dawkins?
  • Patrick de L. Lopes  06/10/2013 17:32
    Se você almeja um mundo onde eu sou seu carneiro, não sou eu o sonhador a justificar a violência.
  • Pedro.  07/10/2013 12:54
    Rapaz, vc é mesmo um sujeito inteleigente heim!

    Veja só, um libertário que deseja que todos sejam livres e por tal deseja que não exista um grupo governante ARBITRANDO SOBRE A VIDA DE TODOS ...DE TODOS... Não esta querendo mandar na vida de ninguém.

    Ou seja, quem quiser ser uma ovelha, que arranje seu pastor, se quer ser gado bovino que arranje seu vaqueiro.

    Ninguém pode ser livre contra a propria vontade, é um oximoro impossível cognitivamente, nem metaforicamente tal é possivel, aliás em nenhuma figura de linguagem.

    Desejar ser livre é desejar não estar sujeito a vontade de ninguém pára manter a própria integridade fisica ou de suas legitimas propriedades (o corpo é a propriedade inerente ao individuo).

    Ou seja, se a mera vontade das autoridades não pode ser imposta a TODOS, ainda assim quem desejar ter sua vida controlada e obedecer a um líder mentor e dono, poderá faze-lo.

    A DEFESA DA LIBERDADE APENAS PROIBE QUE A VONTADE DE UNS SE IMPONHA A DAQUELES QUE QUEREM SER LIVRES PARA CUIDADEREM DA PRÓPRIA VIDA!

    Somente da PRÓPRIA VIDA!
    ...um libertário não pode obrigar ninguém a cuidar da propria vida.
    Se o boi, ovelha ou cão de apárência humana quiser ter um dono a arbitrar-lhe como viver, inclusive "escravizando-o"(se deseja viver sob a vontade alheia, não será escravo, mas apenas um animal domestico), um libertário nada tem contra. Que seja um "escravo" voluntário, é problema do animal doméstico.

    UM LIBERTÁRIO APENAS DEFENDE QUE QUEM NÃO DESEJA VIVER SOB O ARBITRIO ALHEIO NÃO PODE SER FORÇADO A TAL (através de artificios escravizantes como a ameaça a legitima propriedade do individuo, onde o corpo é a propriedade inerente ao individuo).

    Rapaz, vc com esse questionamento deve ser o o mais inteligente do pré escolar.
  • Anonimo  06/10/2013 12:56
    O "racismo" deve ser remediado dando-se ao estado ainda mais poder para regular as relações voluntárias entre indivíduos e a propriedade privada"

    Querem regular também o matrimônio entre os cidadãos, impor cotas para empregos e ensino. Imposição racial, criaram a "Raça Brasileira" superior as demais. Mas a lei já existe e ninguém é denunciado.

    Nas Empresas, verificamos que em sua maioria os funcionários são Afrodescendentes ou Nordestinos, Paulista e Branco sempre foram excluidos e minoria.

    A migração no Brsil retalha a Imigração com colônia de Migrantes de outros estados dentro de São Paulo, um clima de confronto, provocações e violências.

  • Sérgio  06/10/2013 21:56
    Muito bom este texto. Denuncia o politicamente dos dias de hoje.

    Uma coisa que tem que ser deixado bem claro é que se dependesse do livre mercado, a discriminação racista no Sul dos Estados Unidos teria pelo menos uns 10 anos antes da aprovação da Civil Rights Act 1964. Provavelmente teria acabado durante este boicote. O estado, com suas leis de controle de preço, que manteve o racismo:

    Rosa Parks nasceu em 4 de fevereiro de 1913, em Tuskgee, Alabama. Ela era costureira e trabalhava como secretária para a seção local da NAACP e estava grávida quando foi ao ponto de ônibus. Logo após a sua prisão, em 1 de dezembro de 1955, Rosa havia completado um curso de "Relações Raciais" na Highlander Folk School no Tennessee, no qual a desobediência civil não violenta foi discutida como tática.

    Na quinta-feira, 1 de dezembro de 1955, Rosa Parks estava sentada na fileira mais à frente destinada às pessoas negras. Quando um homem branco entrou no veículo, o motorista James F. Blake, disse a todos na fileira na qual ela estava que se movessem para trás para criar uma nova fileira para os brancos. Ao mesmo tempo em que todos os outros negros na fila cumpriram o determinado, Rosa recusou-se e foi presa por desobedecer à ordem do motorista, pois embora a legislação municipal não determinasse explicitamente a segregação, dava poderes discricionários ao motorista para determinar os lugares dentro do veículo.


    Boicote

    Na noite da prisão de Rosa Parks, Jo Ann Robinson, líder do "Women's Political Council", imprimiu e fez circular um panfleto em meio à comunidade negra de Montgomery, no qual dizia:

    "Outra mulher foi presa e jogada na cadeia porque se recusou a levantar-se de seu lugar no ônibus para que um branco se sentasse. É a segunda vez desde o caso de Claudette Colvin que uma mulher negra foi presa pela mesma razão. Isto não deve continuar. Os negros também têm direitos e se os negros não andarem de ônibus, eles não poderão operar. Três quartos dos usuários são negros e ainda que sejamos presos ou tenhamos de ficar de pé com bancos vazios. Se nada fizermos para parar com essas prisões, elas continuarão. Da próxima vez poderá ser você, ou sua filha, ou sua mãe. O caso dessa mulher será julgado na segunda-feira. Nós estamos, desta forma, pedindo a cada negro para não entrar nos ônibus na segunda em protesto pela prisão e pelo julgamento. Não andem nos ônibus para trabalhar, para ir à cidade, para ir à escola ou para qualquer coisa na segunda-feira. Vocês podem se dar ao luxo de não ir à escola por um dia se não tiverem outros meios de ir que não por ônibus. Você também pode deixar de ir à cidade por um dia. Se você trabalha, pegue um táxi ou caminhe. Mas por favor, crianças e adultos, não andem de ônibus na segunda. Não andem em nenhum ônibus na segunda."

    Na manhã seguinte, em uma reunião liderada pelo chefe da MIA, King, um boicote ao transporte público da cidade foi proposto para exigir uma linha divisória nas seções segregadas dos ônibus. Uma linha assim significaria que, se a parte destinada aos brancos fosse toda ocupada, os brancos teriam de ficar de pé e os negros não seriam forçados a ceder seus lugares aos brancos.

    Esta exigência foi um compromisso entre os líderes do boicote, que acreditavam que a cidade de Montgomery estaria mais propensa a aceitar tal medida em vez de uma proposta demandando a integração total nos ônibus. A esse respeito, a liderança da MIA seguiu o padrão de boicotes anteriores no Sul dos EUA durante a década de 1950. Um exemplo foi o boicote vitorioso alguns anos antes nas estações de serviço no Mississípi, que se recusavam a providenciar toaletes aos negros. O MIA exigiu a presença de uma linha divisória fixa, suplementada por uma outra exigência: a de que todos os passageiros de ônibus fossem tratados com urbanidade pelos motoristas. A proposta foi aprovada e o boicote foi marcado para começar na segunda-feira seguinte. Para dar publicidade ao boicote, ele foi noticiado em todas as igrejas negras de Montgomery no domingo.

    No sábado, 3 de dezembro, era evidente que a comunidade negra apoiaria o boicote e poucos negros andaram de ônibus naquele dia. Na noite daquele dia houve uma grande reunião para determinar a possibilidade de continuidade do protesto, o que motivou uma resposta entusiástica do público presente. O boicote mostrou-se bastante efetivo, a ponto de o sistema municipal de transporte ficar seriamente comprometido financeiramente. Martin Luther King mais tarde escrever: "[um] milagre aconteceu". Em vez de andar de ônibus, os participantes do boicote organizaram um sistema de carona solidária, com donos de carros oferecendo seus veículos e/ou a si próprios para levar as pessoas a vários destinos. Quando a cidade pressionou as empresas de seguros locais a não mais fornecerem apólices para os carros presentes nos mutirões de carona solidária, os líderes do boicote recorreram ao Lloyd's of London.

    Os taxistas negros cobravam US$0,10 pela viagem, tarifa idêntica à do ônibus, em apoio ao boicote. Quando os administradores da cidade souberam do fato, em 8 de dezembro, determinaram que qualquer taxista que cobrasse menos de US$0,45 fosse multado. Além de se valerem de carros particulares, algumas pessoas utilizaram bicicletas, caminharam, ou mesmo montarias em mulas ou viagens em carroças. Algumas pessoas também pediram carona. Durante os horários de pico, as calçadas frequentemente ficavam lotadas. Como os ônibus andavam com poucos passageiros, quando não andavam vazios, os responsáveis pelo transporte pediram à municipalidade a interrupção do serviço para as comunidades negras. Em todo o país, as igrejas dos negros levantavam dinheiro para apoiar o boicote e enviaram sapatos novos ou com pouco uso para repor os calçados dos cidadãos negros de Montgomery, muitos dos quais preferiam o pedestrianismo a se submeter às leis de Jim Crow.

    Em resposta ao boicote, os brancos opositores hipertrofiaram o White Citizens' Council (Conselho dos Homens Brancos): a quantidade de membros dobrou ao longo do boicote. Os conselhos às vezes se valeram da violência - as casas de Martin Luther King Jr. e Ralph Abernathy foram atingidas por coquetéis Molotov, assim como também o foram quatro igrejas batistas. Participantes do boicote foram agredidos com frequência.

    Sob a validade de um regulamento de 1921, 156 manifestantes foram presos por "frustrar" o serviço dos ônibus, inclusive King. Foi-lhe oferecida a escolha entre uma multa de US$500,00 ou passar 386 dias na cadeia. Ele acabou passando duas semanas na prisão. A medida foi frustrada pela atenção nacional direcionada ao protesto. King comentou a sua prisão, dizendo: "Estou orgulhoso de meu crime. O crime de juntar meu povo em um protesto não violento contra a injustiça".
  • Pedro.  07/10/2013 11:06
    Aquilo que no artigo é afirmado como ação do Estado não é um mero acaso. Trata-se de uma estratégia muito bem planejada de semear a CIZÂNIA dentre a população. Assim, com todos se odiando todos sonham em ter o Estado a seu lado para atacar seus "inimigos".

    Essa é uma velha estratégia: INVENTAR INIMIGOS PARA ALICIAR AMIGOS.

    No fim, com a população dividida em diversas "raças", "classes", categorias profissionais, crenças ideológicas, sexos e ETC.., O RESULTADO É QUE NO FIM TODOS ESTÃO CONTRA TODOS EM UM OU MAIS DOS GRUPAMENTOS ESTABELECIDOS PELA PROPAGANDA.

    Só assim o ESTADO SE MANTÉM. É semeado o ódio, o racor, o ressentimento, a cobiça, a inveja e etc., para através disto trazer para seu lado os descontentes com seus "inimigos".
    Por outro lado há também O ADESTRAMENTO tal qual como se faz nas forças arm,adas, ONDE A OBEDIÊNCIA cega e A ANUENCIA COM A AUTORIDADE SUPERIOR SUPERA A DIGNIDDADE É FUNDAMENTAL.

    No exército a idéia é habituar um recruta ou o hierarquicamente inferior à submissão absoluta (afinal, ele terá que dar a própria vida pppor uma ordem):
    ISSO SE CONSEGUE HABITUANDO O INDIVIDUO A ACEITAR CADA VEZ MAIORES HUMILHAÇÕES POR PARTE DE SEUS SUPERIORES. É um CONDICIONAMENTO ou ADESTRAMENTO MILITAR. É assim mesmo que chamam: adestramento militar. É de fato um adestramento.

    Repare-se que na história o que se vê é o grupo que se põe no Poder sempre IMPÕE CONTRARIEDADES CADA VEZ MAIORES AOS INDIVÍDUOS A ELES SUBMETIDOS.
    Assim, quanto mais é contrariado e não reage, mais os indivíduos vão se havituando a submissão, à obediência. Não é por acaso que, por exemplo as religiões impunham contrariedades aos fiéis: a proibição ao sexo como prazer, o vestuário, proibição ao alcool, à musica, até o sorriso chegou a ser proibido e nesta sequencia funesta impunha-se o culto com ostentação de subserviência como ficar de joelhos, ficar com o trazeirom para cima, gritar louvores, curvar-se ante as autoridades em demonstração de inferioridade e ETC..

    Trata-se de CONDICIONAMENTO DE POPULAÇÕES que cada vez vão aceitando contrariedades paulatinamente maiores.
    Lembro de uma estratégia de Ernesto Geisel muito comentada por meu pai:
    Ele queria aumentar o preço da gasolina, mas um aumento de $1,00 seria inaceitável e resultaria em grande revolta. Assim, ele propôs um "emprestimo compulsório" sobre a gasolina de $2,00 e houve gritaria. Então magnânimamente ele aumentou somente $1,00 e todos ficaram felizes.

    Essa é a estratégia do "BODE NA SALA". Geisel tb impôs um "emprestimo compulsório" para que brasileiros pudessem viajar para o exterior, era um bom dinheiro (em dolares) ...e como era "só um emprestimo" a população aceitou, sobretudo pq a grande maioria não era tocada por tal lei e os poucos que poderiam viajar não tiveram apoio.

    NÃO HÁ COINCIDÊNCIA NESTAS CANALHICES E PAULATINAS IMPOSIÇÕES QUE VÃO MINANDO GRADATIVAMENTE O SENDO DE DIGNIDADE DOS INDIVIDUOS.

    Trata-se de uma estratégia para adestramento, para habituar a população a aceitar CADA VEZ MAIORES CONTRARIEDADES QUE VIOLAM A DIGNIDADE HUMANA.

    Vejam a proibição ao fumo. AOS POUCOS ELA FOI SE AMPLIANDO, até que atualmente é proibido fumar até sob marquizes, sendo q a propaganda tb foi proibida. (eu nao fumo)

    O teor de alcool para se dirigir, idem. Eles vão impondo restrições indignificantes paulatinamente e os animais vão aceitando as contrariedades a sua dignidade cada veaz maiores.

    Ora, multar e prender alguém que esta dirigindo perfeitamente, que bebeu uma latinha de cerveja ou comeu um bobom de licor sob o argumento de que PODERÁ CAUSAR UM ACIDENTE, é absurdo. é O PRÉ CRIME.

    contudo, FACINORAS QUE TEM POR PROFISSÃO ASSALTAR E MATAR INOCENTES INDEFESOS, após dois anos presos, e há casos com um ano, ganham liberdade4 para visitarem familiares em datas comemorativas ...E ELES JAMAIS VOLTAM PARA A CADEIA E NESTES PERIODOS ELES COMETEM CRIMES E MATAM INOCENTES.

    Aí, neste caso a lei não se importa com precauções e LIBERA FACÍNORAS CUJA A ATIVIDADE ESCOLHIDA É A PRATICA DE CRIMES CONTRA O PATRIMONIO E A VIDA ALHEIA.

    ...São reduições absurdas de pena, regalias, e SAIDAS PEM DATAS COMEMORATIVAS.

    Nas estatisticas esses que recebem estas regalias VOLTAM A COMETER OS MESMOS CRIMES DE MATAR, SEQUESTRAR E ROUBAR ...mas a lei dos legisladores tão preocupados com bombons de licor e latinhas de cerveja, NÃO SE IMPORTAM COM OS FACÍNORAS QUE ELES LIBERTAM PARA COMETEREM ASSASSINATOS, ESTUPROS, SEQUESTROS, ROUBOS e furtos.

    EIS AÍ O ESTADO!!!!
  • Pedro.  07/10/2013 11:16
    O Poder é uma ambição.

    Como alguém mede o seu Poder sobre outros?

    Impondo a estes outros contrariedades! ...George Orwell sabia disso e não é tão dificil perceber. Vide todos aqueles que se fazem autoridades sobre massas ou rebanhos humanos, tendem a ESTABELECER CONTRARIEDADES ARBITRÁRIAS. qUEREM SABER ATÉ ONDE CONSEGUEM SUBMETER SEU RE3BANHO. Daí proibições imbecis apenas para contrariar os submissos.

    A história do Poder é uma história de PROIBIÇÕES ao BEM VIVER. Lógico, se indivíduos aceitam submeterem-se indignamente às proibições arbitrárias de líderes ideológicos (Estado sustenta-se numa ideologia: os fins justificam os meios. Ideologias partem de preconizados fins e teorias partes de principios axiomáticos), isso indica que as lideranças possuem dominio sobre estes individuos e atraves destes podem mesmo submeter os rebeldes.

    NUMA ILHA EM QUE EXISTA MILHARES DE CÃES E CENTENAS DE HOMENS, ira governar, execer o poder, AQUELES QUE SE DEDICVAREM A ADESTRAR A CACHORRADA.
    Aqueles que se dedicarem a trabalhar e produzir serão ESCRAVIZADOS por aqueles que adestraram os cães.
  • Leonardo Couto  08/10/2013 14:36

    Olá Jonas, você está confundindo as coisas.

    O texto critica o uso da força física (poder) para impingir seus ideais a terceiros. Critica-se também a blindagem à razão feita por ideais utopicos.

    Poderia-se dizer que libertários têm um "ideal" apenas neste sentido: Aquilo a que se aspira. Ponto. No caso é a não-coerção; logicamente tal ideal não representa uma violação da liberdade de outros, como os ideais coercitivos. Pelo contrário.

    Para evitar confusões que os discrepantes sentidos que a palavra "ideal" pode trazer, prefiro dizer que libertários têm o princípio da não-coerção.

    ___________________________________________________________________________________

    Se alguém ainda deseja pertencer em determinado arranjo pacífico, é claro que é livre para isso. Mais: Uma tentativa de retirá-lo de um arranjo voluntário seria uma coerção.

    Mas perceba: O problema de você dizer que quer permanecer neste arranjo é o simples fato de este obriga a adesão. Na verdade, seria correto você dizer que é livre permanecer em um versão voluntária do arranjo atual.

    ___________________________________________________________________________________

    Parece-me que o sentido da palavra "ideal" no texto foi: Que só existe na imaginação; fantástico, quimérico: mundo utópico.

    Na verdade foi em grande parte uma confusão semântica - creia-me, muitas confusões são causadas por isso.

    Não sei se respondi suas dúvidas corretamente, Jonas. Se não, favor pergunte.

    Um abraço.
  • Daniel J.  08/10/2013 14:57
    Fui no link de A. Einstein na MR, e fiquei, claro, alem de surpreso pela segunda mente mais brilhante de todos os tempos ser pro-socialista (a primeira foi Newton, muito mais inteligente , articulado, e sabio em muito mais campos do conhecimento que Eisntein), tb me surpreendeu a quantidade de lixo propagado naquele site, e em como TODOS ELES são facilmente desmentidos por uma penca de artigos aqui do site.
    Parabens pela qualidade das ideias aqui expostas, e fica meu pesar em saber que tem tanta boabagem sendo propagada pelo mundo, que não resistem a 5 minutos de Escola Austriaca, mas infelizmente "vendem" seu peixe muito melhor sob as propagandas de objetivos intangiveis como " justica social" e "igualdade".
  • Emerson Luis, um Psicologo  08/10/2013 17:05
    O fato de Einstein ter sido um gênio em física não o tornou um ser dotado de conhecimento sobre-humano e infalível sobre todos os assuntos. Na época dele o socialismo podia parecer viável para um leigo em Economia e ser a opção mais humanitária. Mesmo hoje, com tanta informação disponível, muitos leigos são iludidos.

    * * *
  • Sérgio  08/10/2013 22:35
    Duvido muito que o Einstein era um socialista. Mais uma mentira.... Um socialista jamais diria estas frases:

    "O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário."

    "Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos."

    "A coisa mais dura de entender no mundo é o Imposto de Renda"
  • K  09/10/2013 13:26
    Dá uma olhada nesse texto do grande "capitalista" Albert Einstein:

    www.resistir.info/mreview/porque_o_socialismo.html

    www.monthlyreview.org/2009/05/01/why-socialism (original em inglês)

    Pequena amostra do que você encontrará:

    "A anarquia econômica da sociedade capitalista como existe atualmente é, na minha opinião, a verdadeira origem do mal."

    "Estou convencido que só há uma forma de eliminar estes sérios males, nomeadamente através da constituição de uma economia socialista (...)"
  • Pedro.  12/10/2013 15:29
    O socialismo, utópico ou marxista ("científico") é uma asneiraq safada. Além de TECNICAMENTE um FRACASSO, ele é ETICAMENTE UMA CANALHICE.

    Exatamente por esse fato as idéias coletivistas, socialistas, marxistas, utópicas e etc., não conseguem aliciar pela razão. Uma análise critica destes embustes facilmente conclui que trata-se de IDEOLOGIA MAL INTENCIONADA.
    IDEOLOGIA: defende os meios pretendidos pelos fins alegados.
    Uma IDEOLOGIA propagandeia um OBJETIVO SUPREMO REDENTOR que, então, pretende justificador de todos os meios em seu nome preconiozados.
    Uma TEORIA parte de PRINCÍPIOS AXIOMATICOS e progride sem finalidade outra que não o CONHECIMENTO.

    Todos os sistemas políticos até então implantados, assim se fizeram com o suporte de IDEOLOGIAS com promessas mirabolantes que elevaram e elevam seus "sacerdotes" e agregados ao exercicio do Poder sobre rebanhos humanos.

    Um aproveitador pode desejar um estádio pago com o esforço de quem não gosta de futebol. Este pode ser um desejo pelo Estado a somar-se ao CULTO a que populações são adestradas a prestar à "entidade suprema" que representa indivíduos desejosos de representação da qual possa orgulhar-se postiçamente, por tabelinha.

    Ou seja, embora nunca se fale claramente (os adversários dos socialismos são péssimos com o marketing linguistico) as idéias coletivistas, socialistas, marxistas ou ideológicas em geral, somente conseguem aliciar simpatizantes INSUFLANDO EMOÇÕES, jamais qq idéia coletivista apresentou raciocínios coerentes como meio para convencer simpatizantes. Sempre, em todos os tempos as ideologias induziram ao MEDO, INVEJA, COBIÇA, CIUME, FRUSTRAÇÃO, ÓDIO, DESPEITO e DESEJO POR GLÓRIAS POSTIÇAS através de pretensas representações superiores ao indivíduo, sobretudo primitivo. Todas as ideoplogias se valem de SUPERSTIÇÕES e PRECONCEITOS propagandeados.

    Assim, como ideologias são puro marketing, PRECISAM DE ÍDOLOS e SÍMBOLOS, para serem cultuados e tomados como REPRESENTAÇÃO coletiva.

    Ora, os SOCIALISMOS teem por OBJETIVO DEFENDER O PODER TOTALITÁRIO DE UM GRUPO SOBRE MANADAS HUMANAS, rebanhos. Assim, é lógico que TODOS AQUELES QUE ALMEJAM BENEFICIAREM-SE OU JÁ SÃO BENEFICIARIOS DO PODER TEEM INTERESSE NA DIFUSÃO DOS SOCIALISMOS ou coletivismos em geral.

    É lógico que se o "NEGÓCIO" de alguns é PODER estatal, certamente que pretendem aliciar simpatizantes, militantes e combatentes. Como racionalmente os coletivismos ou ideologias em geral são um fracasso técnico, só LHES RESTA O MARKETING, A SEDUÇÃO ATRAVÉS DA MANIPULAÇÃO DAS EMOÇÕES.

    Exatamente por isso as ideologias precisam de ÍDOLOS e SÍMBOLOS para concretizarem pretensas REPRESENTAÇÕES para o REBANHO.
    Evidente que todo o Poder dos governos, que compram artistas e jornalistas - formadores de opinião em geral (Nietzsche percebeu isso e apontou) - com sinecuras, verbas e cargos (e ONGs agora) facilmente conseguem promover ÍDOLOS para representação das massas ansiosas por representação superior a suas frustrantes personalidades individuais.

    Exatamente por isso o poder econômico e difusor do Estado e interessados voltou-se para a PROMOÇÃO de representantes brilhantes para a ideologia. Assim, QUALQUER INDIVÍDUO QUE SE DESEJASSE UMA CELEBRIDADE e alguns privilégios tinha que se apresentar como SOCIALISTA ou seria lançado no esquecimento pela propaganda patrocinada pelo Poder estatal e seus interessados.

    Artistas, poetas inúteis, sujadores de telas, arquitetos, escritores mediocres e etc. foram transformados em "gênios" pela propaganda massificante, onde os formadores de opinião e pretensos símbolos representativos passavam a ATRIBUIR GENIALIDADE AOS REPRESENTANTES DA IDEOLOGIA e na sequencia do rebanho aliciado, que assim ENVAIDECIA-SE com seus "representantes" ideológicos.

    Bertrand Russel foi um que variava segundo a vontade de ser tomado como celebridade e incensado pels comunicadores.

    Mesmo os PROFESSORES foram CORROMPIDOS e ALICIADOS através de GALANTEIOS e insuflação ao descontentamento.
    O marketing socialista facilmente percebeu que PROFESSORES SÃO ÓTIMOS DOUTRINADORES, tendo sob seu poder CRIANÇAS que neles CONFIAM como "donos da verdade".
    A propaganda socialista coloca o PROFESSOR como o mais importante dos profissionais, atribui-lhes méritos formidáveis e insufla-lhes a revolta ao dizerem que "no sistema capitalista os professores não são reconhecidos em seu mérito" e recebem remuneração muitissimo abaixo daquela que merecem e que num sistema socialista não estariam tão inferiorizados economicamente, fazendop intuir que sob o socialismo seriam reconhecidos e bem recompensados. Isso encanta professores recalcados, sobretudo aqueles que exclusivamente se dedicam ao ensino sem aventurarem-se a mostrar sua competencia em outras atividades.

    Com isso facilmente corrompem e seduzem professores com galanteios e juras de recompensas.
    Professores então recalcados e revoltados contra o sistema "capitalista" que não os reconhece, se apaixonam loucamente pelo socialismo que os enaltece.
    ...claro que implantado o socialismo os profes recebem o mesmo que as donzelas seduzidas por galanteios de antigamente. ...hehehe!

  • Pedro.  09/10/2013 14:49
    Se Einstein não fizesse elogios ao socialismo ele não teria ficado tão famoso, seria um ilustre desconhecido.
    Aliás há que o acuse de plagio. Um fisico brasileiro muito conceituado faz a acusação e apresenta provas. Se não me engano Einstein apropriou-se da teoria do francês que a originou, negando qualquer credito ao fisico.

    No mais, Chaplin e tantos "genios" das artes, jamais teriam ficado tão ricos e famosos, incensados, caso não se delarassem socialistas ou marxistas.

    O fatom é que O PODER ESTATAL É DO INTERESSES DE MUITOS QUE ATRAVÉS DELE SE LOCUPLETAM EM SEGURANÇA. É a defesa do Poder que faz propaganda do socialismo.

    NIETZSCHE denunciou a natureza canalha, pérfida, do socialismo. E previu exatamente seu fracasso moral e econômico. Afirmando que este apenas sobreviveria por periodos atraves da tirania e do terror.

    NIETZSCHE previu com brilhantismo. E Nietzsche também afirmou a impossibilidade do fantasioso comunismo através de raciocinios simples. Afinal, uma asneira para ser desmoralizada não carece de raciocinios complexos. Bastam aluns argumentos axiomáticos e todo besteirol socialista utópico ou marxista, sobretudo o estúpido "comunismo" para um futuro incerto somente após haver plena abundancia de oferta de todos os bens ...Um asneira desta não precisa de teorias complexas para por esta ideologia imbecil no esgoto.

    Abs.
  • fabiana  09/10/2013 03:15
    logo de cara, o artigo já foi ''machista'':

    ''O mais influente indivíduo de qualquer século provavelmente será um homem''

    tirando este trecho, o artigo é excelente!
  • Anônimo  09/10/2013 13:54
    Ah, Fabiana. É um derivado de julgamento de fato, não machista. Homens são maioria nos meios acadêmicos e em quase todos os grupos de pesquisa, é muito provável que o vencedor do Nobel sempre será um homem por enquanto.
  • anônimo  09/10/2013 16:56
    Homens ERAM maioria nos meios acadêmicos.Hoje em dia graças ao pensamento politicamente correto as universidades gringas fazem o possível pra deixar os homens de fora e difundir a 'igualdade'.


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.