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Dia da liberdade de impostos - 5ª edição

O Brasil é um dos países em que mais se cobram impostos no mundo. Neste ano, os brasileiros terão de trabalhar mais de 150 dias apenas para pagar os tributos cobrados pelo governo.  Para lembrar a data e chamar a atenção da opinião pública para a questão, será realizado pela quinta vez em São Paulo, o Dia da Liberdade de Impostos, em que a população poderá adquirir gasolina sem o preço dos tributos.  Além de São Paulo, o evento também será realizado no Rio de Janeiro e demais cidades ainda a confirmar.

O objetivo é conscientizar a população quanto à abusiva carga tributária do país. Muitos consumidores nem mesmo sabem, mas pagam cerca de 40% de imposto em cada produto comprado.  Para a gasolina, os tributos chegam a 53%. Trabalhamos praticamente cinco meses do ano apenas para bancar o governo.  Somos súditos, não cidadãos!

Em nome da "justiça social", Brasília e as demais esferas de governo arrecadam quase metade do que é produzido de riqueza no país.  Em troca, produzem muitas leis estúpidas e um mar de corrupção.  A renda per capita da capital é a maior do país, de longe. Como agravante, somos chamados pelo eufemismo de "contribuinte", como se estivéssemos fazendo uma doação voluntária (com o perdão do pleonasmo) para bancar a farra dos parasitas consumidores dos nossos impostos.  Esse ato imoral de nos tirar quase a metade do que ganhamos sob a mira de uma arma precisa ficar mais transparente.

O156262_10150823599711356_321475614_n.jpgs péssimos serviços prestados tornam a situação ainda mais calamitosa.  Mas é importante destacar que esse não é o cerne da questão, ao contrário do que muitos pensam.  Mesmo que o senhor de engenho ofereça alguns confortos razoáveis para seus escravos, isto não altera a natureza imoral da escravidão.  E quando somos forçados a transferir a metade do que ganhamos para governantes, isso não pode ter outro nome senão escravidão, ainda que velada.  Infelizmente, muitos não se dão conta disso, e nem sequer sabem o quanto entregam para o governo.  Eis o porquê de a iniciativa do "dia da liberdade de impostos" merecer todo apoio possível.  Chega de imposto!

Nesta data simbólica, a venda de gasolina será subsidiada nas cidades supracitadas.  A gasolina sairá pela metade do preço cobrado normalmente, que é quanto a gasolina custaria caso não incidissem sobre ela tributos como a CIDE, PIS, Cofins e ICMS.

Em São Paulo, o Dia da Liberdade de Impostos em São Paulo está sendo organizado pelo Instituto Mises Brasil e pelo Movimento Endireita Brasil.  Nesta sexta-feira, dia 24, a partir das 09:00h, a venda de gasolina subsidiada (R$ 1,267) ocorrerá no Centro Automotivo Portal das Perdizes (bandeira Ipiranga), que fica na Avenida Sumaré, esquina com a rua Dr. Franco da Rocha.  As vendas serão limitadas a 30 litros de gasolina por veículo.  Após encerrada a cota de 5.000 litros, a ação terminará. Será aceito somente pagamento em dinheiro.

O preço da gasolina vendida no Dia da Liberdade de Impostos (R$ 1,2677) foi calculado com base no valor dos impostos que somam 53,03% (de acordo com o IBPT — Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).  O preço real da gasolina para o consumidor é de R$ 2,699.  A diferença de valor será paga pelas instituições responsáveis pelo evento.

Veja o vídeo da edição de 2011, com depoimentos dos cidadãos e várias outras informações:



O Dia da Liberdade de Impostos foi realizado pela primeira vez em 2003, em Porto Alegre.  Desde então, diversas cidades no Rio Grande do Sul aderiram ao movimento. Em 2009, pela primeira vez o evento foi realizado simultaneamente em quatro capitais. Diversos outros países também realizam o evento, que é chamado de "Free Tax Day".

Ao longo do dia, à medida que as informações forem sendo confirmadas, atualizaremos aqui as outras cidades participantes do evento.

________________________________________

Abaixo, a programação nas respectivas cidades:

 

São Paulo

Avenida Sumaré, travessa da Rua Dr. Franco Rocha, 664, Sumaré

Posto Ipiranga, Centro Automotivo Portal das Perdizes.

Horário: Abastecimento a partir das 9h, por ordem de chegada.

Pagamento: Apenas dinheiro.

Observação: Para dar oportunidade para mais pessoas, cada veículo poderá colocar no máximo 30 litros.


Ainda em São Paulo, o Partido Libertários fará uma manifestação em frente ao Impostômetro, do meio-dia às 14h.  Quem for da região, sinta-se convidado.

 

Rio de Janeiro

Posto Santa Cecília, Rua Álvaro Ramos, 8, Botafogo, a partir das 8h.

Realização: Instituto Millenium



Manaus


24 de maio 

• Venda de 300 pneus aro 14 sem impostos, de R$200 por R$150, e 500 revisões completas de carro sem a cobrança de tributos, de R$200 por R$100 – a partir das 9 horas, no Espantalho Pneus (Av Djalma Batista, em frente ao Jornal Diário do Amazonas);25 de maio
• Comercialização de 10 mil litros de combustível, de R$ 2,98 por R$ 1,99, no Posto de Gasolina ATEM (Av. das Torres);
• Agendamento de 50 limpezas de bicos e borboletas, de R$ 170,00 por R$ 120,00; atendimento durante a manhã de 15 trocas de óleo e filtros, com desconto de 20% sobre serviços peças e produtos; e cinco limpezas de ar, de R$ 114,75 por R$ 90, no Centro Automotivo Porto Seguro (Av. Mário Ypiranga, 1906);

25 a 27 de maio

• Venda de 150 impressoras HP Multifuncional Deskjet All-In-One 2050 J510A Preto, de R$199 por R$ 131; e 40 Coby Kyros Tablet's 4GB/WI-FI Preto, de R$324 por R$ 197, na Amazon Print (Manauara Shopping)


Salvador


25 de maio
• Venda de 3 mil litros de combustível sem impostos no Posto Gameleira, da rede de postos Petrobahia (BR 324, s/n, km 9,5, Campinas de Pirajá, Salvador), com desconto correspondente aos tributos incidentes, das 8h às 10h (ou até encerrar os três mil litros);
• Venda de 50 Matrículas no plano quadrimensal, com desconto correspondente aos tributos incidentes, na Academia Alpha Fitness, em quatro unidades em Salvador (Vilas, Costas Azul, Barra e Vila Laura). Os valores terão redução de 30% no preço normal, apenas durante todo o dia, no horário das academias (de 7h às 14h);
• Venda de alfajores de 50 gramas da Abuela Goye (unidades Salvador Shopping), com desconto correspondente aos tributos incidentes, durante todo o dia;
• Venda do combo Wooper Jr, do Burger King (unidades Salvador Shopping - Avenida Tancredo Neves, 3133; Salvador Norte Shopping - Rodovia BA-526, 305, São Cristóvão; Shopping Paralela - Av. Luiz Viana, 8544, Paralela; Shopping Barra - Av. Centenário, 2992, Chame Chame; Avenida ACM – Estacionamento do Hiper BomPreço), com desconto correspondente aos tributos incidentes;
• Venda de robatas dos restaurantes Mariposa (unidades Boulevard 161 e Jardim Apipema), das 17h às 20h, com desconto correspondente aos tributos incidentes.


Fortaleza

25 de maio 
• Venda de 5 mil litros de combustível sem impostos em postos de Fortaleza (CE);
• Happy hour em bar sem a cobrança de tributos, com parceria da Abrasel.


Campo Grande

25 de maio
• Venda de 30 mil litros de combustível sem tributos, em parceria com a CDL Jovem, em quatro postos de Campo Grande: Posto Mediterrâneo (Rua 14 de Julho, 3334, em frente a Feira Central), Posto VIP (Rua Candido Mariano, 187, esquina com Rua Almirante Barroso), Posto Metrópole (Rua 26 de Agosto, 499, esquina com rua Calógeras) e Posto Modelo (Av. Costa e Silva, 811, próximo ao terminal Morenão). Serão distribuídas senhas, 900 para carros e 380 para motos, a serem entregues no a partir das 07h30. O pagamento será feito em dinheiro e cada veículo poderá abastecer uma única vez até o valor de R$ 40 para carro e R$ 10 para motos.

Pará (Diversas cidades)

22 a 24 de maio

• Estande dentro da Feira da Indústria do Pará, no Centro de Convenções de Belém, informando e esclarecendo sobre o Dia de Respeito ao Contribuinte e da Liberdade de Impostos;
25 de maio
• Ação em parceria com a Abrasel no restaurante Izumo (Travessa 14 de Abril, 1949, entre Conselheiro Furtado e Munducurus), para almoço sem imposto;
• Ciclo de palestras para universitários sobre a carga tributária brasileira, em Castanhal;
• Ação de panfletagem e conscientização sobre a carga tributária brasileira, em Santarém e Marabá.

Paraná (Diversas cidades)

25 de maio
• Manifestação pública, em Curitiba, a favor da simplificação tributária, em frente ao prédio da Associação Comercial do Paraná (calçadão da Rua XV de novembro), a partir das 10h30, em parceria com FIEP e 39 instituições;
• Manifestação pública, a partir das 10h30, em diversas cidades do Estado:
- Bandeirantes (Local: Cruzamento da Avenida Comendador Luiz Meneghel com a Avenida Bandeirantes);
- Cornélio Procópio (Local: Calçadão Municipal de Cornélio Procópio);
- Ponta Grossa (Local: Praça Barão do Rio Branco – mais conhecida como Praça do Ponto Azul);
- Londrina (Local: Calçadão Central – Av. Paraná,em frente ao Banco do Brasil); 
- Pato Branco (Local: Praça Getúlio Vargas);
- Francisco Beltrão (Local: Praça Central, em frente à igreja Matriz do Centro);
- Rio Negro (Local: Praça João Pessoa, no centro da cidade, ao lado da Rua Getúlio Vargas);
- Guarapuava (Local: Rua XV de Novembro, 7647, Centro, em frente ao Clube Guaíra);
- União da Vitória (Local: Praça Alvir Riesemberg, em frente à Câmara de Vereadores);
- Maringá (Local: Avenida Constâncio Pereira Dias, 1000, no Parque Industrial Cocamar);
- Campo Mourão (Local: Praça Central da Matriz);
- Paranaguá (Local: Feirinha, atrás da Catedral);
- Chopinzinho (Local: Passeata pelo Centro da cidade); 
- Irati (Local: Rua Munhoz da Rocha, ao lado do Banco do Brasil);
- Cianorte (Local: Praça Pública central de Cianorte);
• 17 restaurantes em Curitiba fazendo Happy Hour imposto zero;
• Minas Flor Cosméticos irá oferecer seus produtos sem imposto.

Piauí (Teresina)

24 de maio
• Bate papo com professores e alunos para conscientização sobre a carga tributária, na Faculdade Piauiense, em Teresina.


Recife

25 de maio
• Manifesto público com içamento em guindaste de 12 metros de altura do Impostômetro Móvel, em ato simbólico. No mesmo ato, 800 pessoas serão acorrentadas ao Impostômetro, na Avenida dos Guararapes, 23, em frente à Faculdade Joaquim Nabuco;
• Venda de 30 mil litros de combustível nos postos.


Natal

25 de maio
• Ações em parceria com a CDL Jovem em 14 restaurantes da cidade para venda de pratos sem impostos. Restaurantes participantes: Barramares (Av. Cotovelo, s/n, Praia de Cotovelo, Parnamirim); Bud Bar (Rua Dr. Manoel Augusto Bezerra de Araujo, 143, Ponta Negra); Camarões Potiguar (Midway Mall, Av. Bernardo Vieira, 3775, Tirol); Cascudo Bistrô (Rua Seridó, 740); Chinatown (Av. Senador Salgado Filho, 2234, Natalshopping, Candelaria); Com Xin China (Av. Engenheiro Roberto Freire, 2963, Lj 1-2, Shopping CCAB Sul, Capim Macio); Dom Miguel (Rua Ângelo Varela, 1032, Tirol); Dom Vinicius (Rua Ângelo Varela, 1042, Tirol); Galo do Alto (Rua Dr. Manoel Augusto Bezerra de Araújo, 142, Alto de Ponta Negra); Only Pizza (Av. Praia de Ponta Negra, 5896, Ponta Negra); Sobradinho Creperia e Café (Rua Mipibú, 684, Petrópolis); Tábua de Carne – Ponta Negra (Rua Engenheiro Roberto Freire, 3241, Ponta Negra); Tábua de Carne - Via Costeira (Av. Senador Dinarte Mariz, 229, Parque das Dunas, Via Costeira); Talher Restaurante (Av. Afonso Pena, 892, Tirol).

Boa Vista

20 de maio
• Participação na Tenda do Contribuinte, ação realizada em parceria com Receita Federal e Secretaria da Fazenda Estadual e Municipal, passando informações aos contribuintes durante todo o dia;
• Impostômetro posicionado em frente ao prédio da Receita Federal como forma de alertar o contribuinte o quanto ele paga de imposto;
25 de maio
• Venda de mil pães de queijo e 100 cafés expressos sem impostos, na Casa do Pão de Queijo (Av. Cap. Júlio Bezerra, 1253 - Centro, Boa Vista), a partir das 08 horas;
• Venda de 20 caixas de cerveja Brahma Extra sem imposto, na Água Doce Cachaçaria (Av. Ville Roy, 7497 - São Vicente, Boa Vista), a partir das 19 horas;
• Venda de 3 mil litros de gasolina (20 litros por carro), a partir das 10 horas, no Posto Abel Galinha (Av. Villy Roy, 2009 Boa Vista).

 

Santa Catarina (Diversas cidades)
25 de maio
• Ações de divulgação e conscientização sobre a elevada carga tributária em Rio do Sul, Videira, Joinville, Corupá, Jaraguá do Sul, Balneário Camboriú e Tubarão;
• Venda de combustível sem impostos em Joinville, em parceria com a CDL Jovem da região. O evento será realizado no Posto de Combustível Angeloni, próximo ao cemitério Municipal. O valor estimado do combustível é de R$ 1,69;
• Venda de alguns medicamentos sem impostos em Balneário Camboriú, na farmácia em frente Atlântico Shopping (na Avenida Brasil). Também será realizado enterro simbólico do imposto;
• Venda de medicamentos sem impostos e enterro simbólico do imposto em Tubarão.

Sergipe (Aracaju)
25 de maio 
• Comercialização de 3 mil litros de combustível em dois postos em Aracaju.

Tocantins (Palmas)
25 de maio
• Ação em restaurantes em Parceria com Abrasel local, na cidade de Palmas:
- Venda da Feijoada Mumbuca, do Mumbuca Bar e Restaurante (Quadra 402, Avenida LO 9  Plano Diretor Sul, Palmas) sem imposto, de R$33 por R$23, das 12 às 16 horas;
- Venda de almoço e jantar sem imposto no Street Grill (104 Sul Rua SE 9, 0 cj 02 lt 2 - Plano Diretor Sul, Palmas). Almoço das 12 às 15h30, com Feijoada de R$35 por R$23,80; e Jantar, das 18h30 às 00h, com Espaguete à Carbonara, de R$28 por R$19.



autor

Equipe IMB

  • Glaucio  23/05/2013 13:30
    Bom dia,
    acho que existe um erro de interpretação com relação a conta. Se a gasolina sem imposto custa 1,267 e colocando imposto passa a custar 2,697, então o correto não seria dizer que este acréscimo em imposto foi de 113% ?
  • Leandro  23/05/2013 13:45
    Prezado Gláucio, entendemos seu raciocínio, mas infelizmente as coisas não são tão claras assim.

    As pessoas trabalham apenas com o preço cheio da gasolina, e é em cima dele que temos de calcular quais são os impostos embutidos.

    Explicando de outra forma, não há nenhuma lista dizendo exatamente qual o valor nominal de cada imposto que vai sendo adicionado sobre o "preço puro" da gasolina, o preço sem imposto; não se sabe ao certo qual é o preço puro da gasolina, o preço sem imposto, em cima do qual os impostos vão sendo adicionados.

    Sendo assim, convencionou-se dizer que, dos R$2,699, R$1,432 são de impostos -- logo, 53%.

    Não sei se ficou claro, mas é assim que funciona.

    Grande abraço!
  • Glaucio  23/05/2013 15:35
    Leandro, podemos dizer que o meu pensamento está correto e as outras pessoas é e estão erradas na fórmula de calcular?
    Obrigado pela ajuda que presta a todos.
  • Renato Souza  23/05/2013 21:19
    Glauco

    O parágrafo em questão é o seguinte:

    "O objetivo é conscientizar a população quanto à abusiva carga tributária do país. Muitos consumidores nem mesmo sabem, mas pagam cerca de 40% de imposto em cada produto comprado. Para a gasolina, os tributos chegam a 53%. Trabalhamos praticamente cinco meses do ano apenas para bancar o governo. Somos súditos, não cidadãos!"

    Realmente, não é claro o significado dele. Significa que 40% do preço pago pelas produtos, em média são imposto? ou que os impostos acrescentam 40% em média sobre os preços do produto?

    Vejamos o exemplo específico da gasolina. O artigo afirma que "os tributos chegam a 53%". A ilustração mostra que o preço sem impostos seria de R$1,267 e que o preço com impostos é de R$2,699. Portanto, cada litro de gasoliga recolhe R$1,432 em impostos (estimados). Ora isso realmente é um acréscimo de R$113,02, o que mostra que você está certo. Mas R$1,432 (valor dos impostos) realmente é 53,06% R$2,699 (preço total), o que mostra que o artigo não está errado, apenas o significado daquele parágrafo é diferente do que você entendeu. Reescrevendo-o de forma mais clara, ficaria:

    "O objetivo é conscientizar a população quanto à abusiva carga tributária do país. Muitos consumidores nem mesmo sabem, mas CERCA DE 40% DO QUE PAGAM EM CADA PRODUTO COMPRADO SÃO IMPOSTOS. Para a gasolina, os tributos chegam a 53% DO VALOR PAGO. Trabalhamos praticamente cinco meses do ano apenas para bancar o governo. Somos súditos, não cidadãos!"

    Reescrito dessa forma, o significado fica evidente. Portanto, nem você nem o artigo estão errados, apenas estão falando de duas coisas diferentes.
  • Cesar Massimo  24/05/2013 09:01
    Glaucio
    Estou convicto de que a melhor forma de calcular o percentual de impostos sobre o preço dos produtos é como você demonstra.
    Nas explicações que procuro dar, nas discussões de que participo, sempre desenvolvo este raciocínio para deixar evidente o abuso.
    Comparativo "aproximado"
    Estados Unidos 7%
    Europa IVA 22%
    América do Sul 22%
    Brasil 100%
    Quem sabe os % exatos?

    Já para conscientizar a população tem que ser conforme proposto. O cidadão mediano acredita que paga uns 10% de imposto e a maioria sequer sabe o que significa percentagem.
  • Pedro Griese  23/05/2013 14:11
    O Leandro explicou bem.
    Se convencionou o famoso calculo do importo "por dentro", que os contadores tanto falam.O pior é que isso dificulta para o cidadão comum entender o quanto eles pagam de imposto!

    Parabéns pela iniciativa IMB.
    Libertas quae será tamen! Todos os dias!

  • Emerson Luis  23/05/2013 14:35
    Falando em "justiça social", viram a mulher reclamando do baixo valor do Bolsa Família?



    * * *

  • Andre Cavalcante  23/05/2013 15:17
    Normal.

    Como tudo o que o governo faz é bem ruim, até a esmola é uma miséria.

    Orçamento do bolsa família para 2013: R$ 23 bi.
    Orçamento para pagamento dos juros da dívida: R$ 155,9 bi.

    Em outras palavras, apenas para continuar devendo, o governo gasta 7x mais que gasta em caridade. É o cúmulo da falta de escrúpulos
  • Emerson Luis  23/05/2013 17:16
    A mulher está reclamando que recebe o Bolsa Família há oito anos (!) e que o valor não dá nem para comprar uma calça de R$300,00 (griffe) para a filha de 16 anos dela. Quem recebe o BF não o encara como uma ajuda temporária para mudar sua situação através do trabalho, mas sim como direito perpétuo.

    Basta ver o tumulto por causa do boato de que o BF ia acabar.

    * * *
  • Típico Petista  23/05/2013 18:04
    Inaceitável. Vocês não querem ver o pobre andando de roupa de grife?

    Isso é terrorismo.

    Sei que vocês fascistas e alienados de classe média pela mídia golpista burguesa querendo depreciar o governo petista inventando caso de corrupção não estão interessados no que o PT fez pelos pobres, mas fica a mensagem.

    Continuem votando no PSDB.
  • Emerson Luís  23/05/2013 22:07
    Claro que queremos ver os pobres vestindo roupas de grife. Mas compradas com o próprio dinheiro e não com recursos extraídos de quem produz. E a única forma disse ocorrer é eles deixando de serem pobres através de um sistema econômico sensato.

    Um professor de ensino fundamental que conheço pagou uma pesada multa porque preencheu errado o imposto de renda. E tudo para financiar acomodados.

    Até quando os brasileiros vão aceitar governantes que fazem caridade com o chapéu dos outros contra a vontade destes e de formas que mantêm as pessoas na pobreza?

    PS- Entendi que foi uma ironia do comentarista anterior (pelo menos espero que seja).

    * * *
  • Emerson Luis  27/05/2013 10:20
    Raquel Sherazade faz seu comentário sobre o bolsa família

    O boato foi mesmo maldoso. Provocou tumulto, confusão, quebra-quebra...

    Deixou aflitas milhões de famílias que dependem dessa ajuda do Governo.

    Mas, que o imbróglio sirva, ao menos, de alerta.

    E se a bolsa, de fato, acabasse?

    E se o poço, simplesmente, secasse?

    O que seria desses milhões sem educação, sem emprego, sem profissionalização, totalmente dependentes do poder público?

    O Governo diz que milhões saíram da pobreza extrema, mas que paradoxo! Esses mesmos milhões ainda dependem de ajudas sociais para sobreviver.

    Não há fórmula mágica pra vencer a miséria. Não se sai da pobreza sem trabalho, sem salário, sem ganhar, com o suor do rosto, o pão de cada dia.

    Assistência tem que ser provisória, senão vira dependência, senão gera parasitismo...

    Quem vive do bolsa-família precisa subir a um outro patamar, ganhar profissionalização, conquistar seu emprego, cuidar da própria vida.




    * * *
  • Occam's Razor  27/05/2013 13:39
    Quem vive do bolsa-família precisa subir a um outro patamar, ganhar profissionalização, conquistar seu emprego, cuidar da própria vida.

    Enquanto não pararem se seguir aumentando o salário mínimo (eliminando-o, de preferência), isso é impossível. Obviamente sabem muito bem disso
  • Me  23/05/2013 14:54
    Brasil tem muito a aprender com Gandhi.
  • Anarco-Individualista  30/05/2013 01:59
    Gandhi era um pacifista bundão.
  • Nabucodonosor  06/06/2013 19:03
    Tive que soltar uma gargalhada no escritório, desculpe me rsrsrsrsrs
  • Um Filósofo  23/05/2013 15:15
    Absurdo. Manifestação do pensamento classista pequeno-burguês cobiçoso de sua fortuna auferida através da exploração da mais-valia. Ignora completamente a representatividade democrática do povo por parte do estado e o quão imprescindível é sua ação para a formação de uma sociedade sadia, como um sistema de inclusão social às minorias, educação pública de qualidade, renda humanamente digna à classe trabalhadora e a construção de obras públicas imprescindíveis; projetos que jamais seriam realizados pelos próprios agentes beneficiados ou pela população voluntariamente devido à ascensão individualista da identidade de casta.

    É de crivo inaceitável um manifesto que clama pelo acúmulo de capital por parte da burguesia e o enfraquecimento do poder estatal, deixando-o à mercê da ganância da elite. É devido à existência do estado democrático que pagadores de impostos são chamados de contribuintes: seus fundos são apenas alocados em setores onde há compromisso patriótico de existirem em detrimento de algum "shopping center" onde poderiam elevar sue já inaceitável padrão de vida à situação nacional, como o Bolsa Família, a exploração das nossas riquezas naturais e o investimento na cultura independente assistente do estado e sem capacidade de persuadir a classe média através da propaganda agressiva.

    Enquanto os guerreiros da burguesia manifestam-se através de sua fortuna e seduzem como miragens perversas os trabalhadores através da promoção independente de seus esforços e da elevação de seu padrão de vida sobre o "confisco estatal", os verdadeiros guerreiros do povo lutam diariamente nas universidades, repartições públicas e no estado pelo direito da classe trabalhadora, dos indígenas e de outros grupos vitimados pela burguesia de tomar de volta toda a riqueza espiritual, cultural e financeira da classe média alienada que lhes é legítimo direito.

    #MaisImpostosJá - Pela realização do que a sociedade precisa.
    #MovimentoZebra - Financiamento público dos artistas da periferia e universidade JÁ.
    #ObamaEstáCerto - www.youtube.com/watch?v=lO26UKaRwBY
    #FrançaBrasil - 75% de imposto de renda sobre a burguesia(Classes B e A)
    #PetróleoNosso - Abaixo à exploração privada das nossas riquezas. Viva à Petrobrás do povo!
  • Pobre paulista  23/05/2013 15:39
    Fala muito esse filósofo :)

    Proponho também uma cota de 3% para drogados no serviço público. Ao menos eles fariam exatamente o que se espera de um funcionário público, sem surpresas.

    Agora falando sério,

    A idéia é sonegar esses impostos ou embolsar o prejuízo em nome da causa?
  • Herberth Amaral  23/05/2013 16:03
    Conforme o texto: "*A diferença de valor será paga pelas instituições responsáveis pelo evento.*"
  • Rafael Franca  23/05/2013 20:30
    Parte dele já foi pago quando o dono do posto comprou a gasolina, e o resto vai ser recolhido em função do livro caixa. Todo dia 10 vem aquela porrada do ICMS, que não dá pra fugir. O que as entidades que apoiam fazem é bancar para o dono esse valor, para ele ofertar a gasolina sem impostos!

    ABS

  • Herberth Amaral  23/05/2013 15:45
    Cara, já pensou em largar filosofia e fazer standup commedy? Você tem muito talento pra isso!
  • Pupilo  23/05/2013 16:47
    O evento não está ocorrendo em Belo Horizonte?
  • Malthus  23/05/2013 18:31
    Parece que em BH já foi hoje...
  • Martius  23/05/2013 19:10
    Exatamente, aqui em Belo Horizonte está acontecendo também, conforme notícia abaixo:

    www.em.com.br/app/noticia/economia/2013/05/23/internas_economia,392628/motoristas-fazem-fila-por-gasolina-sem-impostos-em-bh.shtml


    Se repararem a foto, há também um Corolla parcialmente coberto por um banner com um protesto contra altos impostos.
  • Pupilo  24/05/2013 14:31
    Não entendi porque o Mises não divulgou no artigo acima. Não são os mesmo realizadores?
  • Leandro  24/05/2013 14:46
    O IMB é responsável única e exclusivamente pelo evento de São Paulo. Nada temos a ver com nenhum outro evento. Sequer fomos informados sobre estes outros eventos. Apenas agora este artigo pôde ser atualizado com todos os eventos que estão ocorrendo no Brasil.
  • Pensador de esquerda  23/05/2013 17:20
    Assim como Hume fez um apelo à razão, eu aqui faço um apelo aos vossos corações: sem os imprescindíveis impostos, o que seria de nossas crianças sem escolas públicas, dos doentes sem hospitais gratuitos, e mesmo da classe média sem as estradas rodovias?

    Neste site, só o Típico Filósofo parece ter juízo na cabeça.
  • IRCR  23/05/2013 18:54
    Não acredito que seja apenas isso se levarmos em consideração os impostos que são embutidos dentro da cadeia produtiva. Não é justamente a Escola Austriaca que pensa na estrutura de produção com vários estágios hehe.

    De acordo com o relatorio de 2013 da Doing Business são quase 70% de impostos
    "This variable is a combination of profit tax (% of profits), labor tax and contribution (% of profits), and other taxes"
    www.doingbusiness.org/~/media/GIAWB/Doing%20Business/Documents/Annual-Reports/English/DB13-full-report.pdf
  • Claudio Bernabucci  23/05/2013 19:45
    Os queixosos contribuintes brasileiros, apoiados pela "grande" imprensa, deveriam mirar-se no exemplo da França, da Alemanha, da Suécia... Até dos EUA

    Alguns ingratos brasileiros consideram impiedosamente que a chamada "grande" imprensa e a tevê nacional são afetadas pela ausência de pluralismo e por atitudes de descriminação racial. Em particular, os três principais jornais do País expressariam exclusivamente "um pensamento de direita", ou seja, conservador ou reacionário.

    Eu não posso deixar de compartilhar as perplexidades de tais minorias inquietas. De fato, encontro dificuldade em adquirir informação imparcial sobre a realidade nacional através das principais mídias, as quais tendem à exaltação de notícias que interessam aos próprios donos e chegam ao obscurantismo de censurar as que são incômodas à categoria. Mas, ao contrário dos detratores indômitos, devo confessar sincero reconhecimento ao maior jornal do Rio de Janeiro, por ser fonte inesgotável de inspiração para as minhas colunas quinzenais.

    Em temporada de declaração de renda, por exemplo, ouvir em bares e botequins conversas estapafúrdias sobre a insuportável carga do Fisco, é quase normal no mundo inteiro. Em geral, para os alterados fregueses, sejam alemães ou argentinos, o Fisco pior é sempre o próprio. Mas no Brasil constatamos maior originalidade: é possível ler comentários similares na "grande" imprensa. É o que me aconteceu dias atrás ao folhear O Globo: uma ampla crônica escrita por badalada comentarista foi dedicada a descrever o "desgosto" por ter de declarar o Imposto de Renda, descrito, com riqueza de detalhes, como "pior que um assalto". Depois de minuciosos paralelos com bandidagem comum e agudas descrições psicossomáticas da "violência que praticamos contra nós mesmos" ao preencher o IR, chega-se às inevitáveis queixas sobre os péssimos serviços e as roubalheiras públicas (neste aspeto, concordamos, é óbvio). As conclusões da crônica, não particularmente originais, são que no Brasil se pagam "impostos suecos por serviços dignos do Afeganistão". Com toda franqueza, fosse eu afegão, ficaria ofendido, mas, como observador internacional, limito-me a algumas observações críticas sobre o que li.

    Difundir na opinião pública ideias e sentimentos tão radicalmente hostis ao difícil dever cívico de pagar impostos é fato muito grave em si, em qualquer parte do mundo, e prescinde de qualquer atenuante: estimula egoísmo e incivilidade. Tal atitude é, sobretudo, lastimável da parte de quem pertence à classe privilegiada brasileira, ou seja, aquela que paga menos impostos do que os outros.

    A carga tributária, ou seja, a relação porcentual entre o somatório de todos os impostos e a riqueza produzida por um país, é no Brasil muito menor que em outras economias de destaque. Em 2012, foi de 36%, mas na Europa tal relação transita hoje tranquilamente acima de 40%, tocando 45% na França e 46% na Alemanha, até chegar a 55% no caso da Suécia, citada pelo O Globo na ridícula comparação com o Brasil. Na potência econômica onde aparentemente se pagam menos impostos, os EUA, com carga tributária de 28%, é preciso aperfeiçoar a análise para evidenciar outro dado importante: a contribuição fiscal per capita. Assim, se constatará que cada cidadão americano paga, em média, 13.550 dólares de impostos ao ano, quando o brasileiro se limita a 4.000.

    É notório, enfim, que a taxação progressiva e direta constitui elemento de equidade democrática e redistribuição de renda. O Brasil, ao contrário, é um dos países com os impostos mais regressivos do mundo, ou seja, onde os pobres, através dos prevalentes impostos indiretos (no consumo e produção), pagam muito mais do que os ricos. Qualquer jornalista de média cultura deveria conhecer essa realidade e o fato de ignorá-la explica-se só com grande ignorância ou profundo preconceito. No caso dos donos do poder, não: trata-se de pura má-fé.

    O Estado brasileiro é patentemente refém desses patrões, que, controlando o Parlamento, impedem qualquer reforma fiscal mais equilibrada e democratizante. Como se sabe, o destinatário dos impostos é o Estado e não o governo vigente, como a comentarista carioca afirma levianamente. Parafraseando-a, vem espontâneo o comentário de que certos brasileiros pretenderiam serviços públicos franceses pagando impostos de república bananeira.

    Então, fique claro: os verdadeiros assaltantes do bem-estar social são os ricos, em prejuízo dos pobres.
  • Equipe IMB  23/05/2013 20:13
    O comentário acima, que nos foi gentilmente agraciado por um colunista da Carta Capital (confiram o link), foi publicado apenas para mostrar como está cada vez mais difícil para o Típico Filósofo fazer chacota desta gente caricata, que aparenta se locomover com os quatro membros no chão.

    A linha entre a caricatura e a realidade está cada vez mais tênue.
  • Rothbard  23/05/2013 20:37
    It is no crime to be ignorant of economics, which is, after all, a specialized discipline and one that most people consider to be a 'dismal science.' But it is totally irresponsible to have a loud and vociferous opinion on economic subjects while remaining in this state of ignorance.
  • Lopes  23/05/2013 21:05
    Receio que meu querido contemporâneo - e nosso "filósofo predileto"; encontra-se em terrível desvantagem quando comparados aos sábios integrantes da inteligência revolucionária nacional. O cidadão acima não apenas perdeu-se no objetivo principal de seu texto, que era expressar sua indignação e crença firme na legitimidade dos impostos, como também não pôde evitar um escape emergencial ao oscilar entre os estudos das maiores e menores escravocracias, raramente retornando ao cerne da questão que trata-se do quão ética é a própria.

    O autor não pôde evitar de, em sua exaltação hemorrágica, de anunciar a experiência americana como ápice de sua indignação para com a angústia brasileira frente ao IR, realizando aquilo que questionara parágrafos antes a respeito da grande mídia(A seleção de tópicos preferíveis), ignorando o caso fiscal dos EUA como uma evidência quase laboratorial do aumento da arrecadação por parte da Receita no longo prazo após uma redução de impostos no curto prazo.

    Se o autor está ciente(O que duvido muito) de que o resultado direto do capital "não confiscado" ao resto da economia é o investimento seja ele através de aplicações em poupança(Que aumentam a oferta de crédito na economia a ser utilizado por outros investidores), consumo ou em casos incomuns, um encaixe(Prevenção para gastos futuros); ao expressar sua preferível alocação de recursos nas mãos do estado, ele demonstra um gesto comum de nosso amigo filósofo: Considerar o gasto pessoal do indivíduo com seu próprio trabalho inferior moralmente e socialmente ao feito pelo estado utilizado o dinheiro removido desse. Entretanto, tal conclusão minha seria "wishful thinking", dado o óbvio desconhecimento do autor sobre imprescindíveis fundamentos econômicos.

    Enfim, tal artigo serve de demonstração empírica de que a sátira do filósofo é mais real que aparenta. Suas críticas ao individualismo, ao homem comum e ao direito natural manifestam-se em sua forma ainda mais explícita e desavergonhada nos meios onde são considerados princípios morais amplamente aceitos: No meio intelectual nacional.
    Lembrar-vos-ei de que estamos a enfrentar um arcabouço centenário de falácias, um amontoado coletivista de respostas fáceis já encrustadas na mentalidade "racional" da população e a sempre evidente síndrome de salvadores que domina as universidades brasileiras.

    O filósofo é apenas uma máscara auto-crítica cujo nome no site poderia ser substituído por qualquer candidato a messias deste povo escolhido tão odiado por aqueles que almejam o posto de seus heróis. A esperança de um povo brasileiro livre(Traduzido como "individualista", "egoísta", "nazista" e "pedante" aos adeptos dos filósofos) é, enfim, compartilhada por poucos pensadores.

    Frente a tais semi-deuses, filhos do "bem comum e da onisciência entre os homens", resta-nos a humildade para debatê-los.
  • anonimo  23/05/2013 23:23
    Nossa, quando estava lendo o comentário achei que fosse alguém tirando "sarro", mas não... Acho que cai naquele caso: "não sei se choro ou dou risada..."
    No momento estou chorando....
  • Fellipe  24/05/2013 17:40
    Considerando que foi o colunista mesmo quem postou o comentário, é uma ótima notícia! Estamos incomodando esses socialistas!
  • Juliano  23/05/2013 20:54
    A parte "ingratos brasileiro" é de matar!

    Só faltou dizer que eu preciso agradecer à Dilma todos os dias por elas não pegar mais do meu dinheiro. Afinal, na França eles pegam mais.
  • Marc...  23/05/2013 22:53
    Para todos que quiserem participar do protesto do Partido Libertários, acompanhem o evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/350304911758422

    Convocamos a todos aqueles que estão fartos desse esbulho chamado imposto!

    Organizado pelo diretório Paulista do Libertários o evento visa chamar a atenção para a alta carga tributária. O dia simboliza o dia em que paramos de trabalhar para o estado e começamos a trabalhar para nós mesmos. Ou seja, aproximadamente 40% do ano você foi escravo do estado.

    Estaremos presentes com faixas, cartazes e panfletos, e também aproveitaremos para colher assinaturas de apoio à fundação do LIBER, o único partido do Brasil verdadeiramente contra os impostos!
  • Joeber B. S. de Souza  24/05/2013 03:05
    Excelente iniciativa do IMB.
    Abs.
  • John John the Ponpon  24/05/2013 11:27
    Aqui em Brasília o posto Jarjour praticou também a iniciativa. A fila de carros esperando ficou enorme.

    Excelente ideia para conscientizar o povo.
  • Anonimo  24/05/2013 22:46
    Não seria utópico a realização dos pressupostos da EA hoje. Fico pensando que o emprego apenas parcial das idéias pode levar a um mundo pior do que o que temos com o Wellfare State. Basta verificar que os empresários gostam do Estado quando este os subvenciona e é muito mais fácil acabar com a subvenção aos pobres do que a subvenção aos grandes conglomerados (via BSDEs e afins)
  • Mauro  25/05/2013 02:35
    Nonsense total este seu raciocínio, Anônimo. Se a EA é contra todos os tipos de subsídio, não faz sentido dizer que a manutenção dos subsídios corporativos levaria a uma situação pior do que a atual e que isso seria culpa da EA. Isso não é o que defende a EA, ora. Logo, seus efeitos nefastos não podem ser tributados a ela.

    É como dizer que o modelo cubano é ruim por causa do capitalismo.
  • joao  29/05/2013 01:30
    "O Brasil é um dos países em que mais se cobram impostos no mundo. Neste ano, os brasileiros terão de trabalhar mais de 150 dias apenas para pagar os tributos cobrados pelo governo."

    Considerando o ano com 252 dias úteis com salário bruto distribuído uniformemente entre todos eles, ao trabalhar 150 dias teríamos uma carga tributária de quase 60%.

    Eu sei que nossos impostos são altos, mas duvido que chegue nisso.

    Caso a observação proceda, favor arrumar.
  • Aurelio A.  30/05/2013 14:29
    Reinhart-Rogoff style.
  • joao  30/05/2013 23:12
    Reinhart e Rogoff agiram de má fé para constatar o que não se constata por análise quantitativa.

    No caso do artigo que acabamos de ler, até que evidências factuais provem o contrário, prefiro o benefício da dúvida.
  • Ricardo  30/05/2013 23:18
    João, pela sua lógica, absolutamente ninguém trabalha aos sábados e domingos. Nem na França isso se aplica.
  • Leandro  30/05/2013 23:28
    Vou ainda além do que disse o Ricardo. Para que a "lógica" do João fizesse algum sentido, absolutamente nenhum tipo de transação econômica poderia ocorrer nos fins de semana. Além de ninguém poder almoçar em um restaurante a quilo (ao pagar o almoço, você está pagando impostos), ninguém poderia nem acender a luz de sua residência, ver televisão e navegar na internet, pois estas atividades consomem luz e, consequentemente, pagam os impostos embutidos na conta de luz. Após a meia-noite de sexta para sábado, a população teria de entrar em hibernação e acordar apenas na madrugada de segunda-feira.
  • joao  31/05/2013 16:22
    "Neste ano, os brasileiros terão de trabalhar mais de 150 dias apenas para pagar os tributos cobrados pelo governo."

    Pensei que estávamos falando dos dias de trabalho de facto do brasileiro médio, e não da atividade econômica como um todo (afinal, é isto que se lê no texto). Também achei que a infinita maioria das pessoas seguisse a mesma rotina que eu, trabalhando de segunda a sexta, recorrendo aos finais de semana apenas em situações extremas.

    E, mesmo assim, teria considerado que a atividade econômica ficasse severamente comprometida aos sábados e domingos, tanto que seria impossível não considerá-la desprezível perto do agregado.

    Mas devo estar errado, ou estou aquém do esforço da maioria, que por esta lógica que vocês explicaram trabalha no esquema 7/7.

    Desculpem, meu erro.
  • Anonimo  21/09/2013 02:27
    No Brasil temos 3 escolhas para remunerar os sócios de uma empresa: Lucro Real,Juros sobre Capital Próprio e Pró-Labore.

    A melhor alternativa para remunerar o sócio PF é através do JCP - Juros Capital Próprio, porém se o JCP for pago a PJ resultará na cobrança do PIS/COFINS 9,25% - Algumas Empresas depositam numa Holding do Exterior para um futuro repasse ao Brasil.

    Ilhas Cayman Os investimentos brasileiros nas Ilhas Cayman entre 1986 e 1996 totalizaram US$1,9 bilhão.


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