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Libertários e conservadores: uni-vos contra o verdadeiro inimigo

Embora haja algumas divergências pontuais, libertários e conservadores possuem, em termos gerais, o mesmo objetivo: reduzir o tamanho do estado e sua interferência na economia e na sociedade.  Conservadores e libertários moderados defendem um governo estritamente limitado à defesa dos direitos de propriedade.  Libertários mais radicais querem ir além e abolir todo o governo. 

Caso houvesse uma coalizão entre libertários e conservadores, haveria inevitáveis diferenças de opinião em relação aos meios e aos fins.  No entanto, todas estas diferenças podem ser reduzidas à seguinte questão: quanto do governo atual você estaria disposto a abolir?  Até que ponto você reverteria e encolheria o governo? 

Há outras diferenças mais filosóficas.  Alguns conservadores se consideram hobbesianos (tradicionalistas).  Alguns libertários se consideram lockeanos (defensores dos direitos naturais).  E ambos têm um quê de burkeanos (utilitaristas).  Há também divergências quanto ao arcabouço político: devemos ser monarquistas, federalistas ou radicais descentralizadores?

Não obstante essas indefinições, o fato é que, uma vez definido que o objetivo principal é encolher o estado, divergências pontuais sobre o que fazer após isso podem ser perfeitamente deixadas para depois.  Uma coalizão entre libertários e conservadores é essencial para a derrubada do principal inimigo da atualidade.  Qual é este inimigo que libertários e conservadores têm em comum?

Trata-se justamente daquele arranjo que ascendeu vigorosamente com a derrocada do comunismo, e que representa uma ameaça tanto às liberdades individuais e econômicas quanto à família e à tradição: a social-democracia. 

Não apenas a social-democracia, em todos os seus formatos e disfarces, é onipresente e já demonstrou ser mais longeva que o seu parente mais violento, o comunismo, como também os social-democratas — agora que Stalin e seus herdeiros estão fora do caminho — são implacáveis em sua avidez para a conquista do poder total.  Por serem defendidos pela "Mídia Respeitável" e por adornarem seus reais objetivos de poder absoluto em uma linguagem polida e politicamente correta, os social-democratas são inimigos traiçoeiros e lisos.  Exatamente por isso eles têm de ser combatidos vigorosamente — e o maior objetivo de uma coalizão entre conservadores e libertários é colocar um freio nesta gente.

Mas apenas apontar o dedo para a social-democracia não basta.  Uma coisa é reconhecer o arranjo inimigo; outra coisa, tão essencial quanto, é reconhecer os integrantes deste arranjo.

E esta é uma questão que não pode de modo algum ser deixada para depois.  Ao contrário, aliás: ela deve ser abordada antes de qualquer plano de ação.  Os marxistas, que sempre dedicaram uma enorme quantidade de tempo pensando em uma estratégia para seu movimento, sempre se fizeram a seguinte pergunta: quem é o agente da mudança social?  O marxismo clássico encontrou uma resposta fácil: o proletariado.  Porém, com o passar do tempo — e com a recusa do proletariado em ser este agente da mudança —, as coisas foram se tornando menos definidas, e o agente da mudança social passou por sucessivas alterações: camponeses, mulheres oprimidas, minorias, e todos os tipos de grupos vitimológicos (negros, feministas, gays, deficientes, índios, cegos, surdos, mudos etc) que aceitassem este papel.

Para nós, libertários e conservadores, a questão relevante está do outro lado da moeda: quem são os vilões que dão sustento à social-democracia?  Quem são os agentes das mudanças sociais negativas?  Mais ainda: quais grupos da sociedade representam as maiores ameaças para a liberdade?  Basicamente, sempre foram apresentadas duas respostas: (1) as massas que vivem do assistencialismo e que, por isso, são apologistas do estado; e (2) as elites que controlam o poder.

Ainda em minha juventude, concluí que o maior perigo sempre foi a elite dominante, e pelos seguintes motivos.

Em primeiro lugar, mesmo que as massas dependentes do estado assistencialista tenham o potencial para se rebelar de forma violenta e passar a agir como se seu sustento fosse um direito inalienável ("direito", no caso, nada mais é do que um dever impingido aos pagadores de impostos), o fato é que tais massas simplesmente não têm tempo para se dedicar à política e às peripécias e trapaças do jogo político.  O cidadão pertencente a este grupo passa a maior parte do seu tempo cuidando de seus afazeres rotineiros, interagindo com seus amigos e se divertindo com a família.  Apenas muito esporadicamente ele irá se interessar por política ou se engajar politicamente em uma causa.

As únicas pessoas que têm tempo para se dedicar à política são os profissionais: burocratas, políticos e grupos de interesse (como lobistas e grandes empresários) que dependem diretamente das regras estipuladas por políticos e burocratas.  Dado que tais pessoas ganham muito dinheiro com o jogo político — como, por exemplo, quando conseguem subsídios e protecionismos —, elas são intensamente interessadas no assunto, e dedicam vinte e quatro horas de seus dias pensando em novas maneiras de espoliar a população em benefício próprio.  Sendo assim, estes grupos de interesse sempre representarão um perigo muito maior para a nossa liberdade e propriedade do que as massas desinteressadas.

Esta foi a constatação básica dos seguidores da Escolha Pública.  Os únicos outros grupos interessados em política em tempo integral são aqueles que se interessam em estudar o assunto, ideólogos como nós, um segmento nada volumoso da população.  Portanto, o problema está tanto na elite que controla o aparato estatal quanto na elite cuja riqueza depende diretamente das políticas implantadas por este aparato estatal. 

Um segundo ponto crucial é que a social-democracia, com seu estado fiscalmente voraz e obeso, divide a sociedade em dois grupos: a elite dominante, que necessariamente é a minoria da população, e que é sustentada pelo segundo grupo — nós, o resto da população.  Neste quesito, sempre recomendo um dos mais brilhantes ensaios já escritos sobre filosofia política: Disquisition on Government, de John C. Calhoun.  Segundo Calhoun:

[O] inevitável resultado desta iníqua ação fiscal do governo será a divisão da sociedade em duas grandes classes: uma formada por aqueles que, na realidade, pagam os impostos — e, obviamente, arcam exclusivamente com o fardo de sustentar o governo —, e a outra formada por aqueles que recebem sua renda por meio do confisco da renda alheia, e que são, com efeito, sustentados pelo governo.  Em poucas palavras, o resultado será a divisão da sociedade em pagadores de impostos e consumidores de impostos.

Porém, o efeito disso será que ambas as classes terão relações antagonistas no que diz respeito à ação fiscal do governo e a todas as políticas por ele criadas.  Pois quanto maiores forem os impostos e os gastos governamentais, maiores serão os ganhos de um e maiores serão as perdas de outro, e vice versa.  E, por conseguinte, quanto mais o governo se empenhar em uma política de aumentar impostos e gastos, mais ele será apoiado por um grupo e resistido pelo outro.

O efeito, portanto, de qualquer aumento de impostos será o de enriquecer e fortalecer um grupo [os consumidores líquidos de impostos] e empobrecer e enfraquecer o outro [os pagadores líquidos de impostos].

Logo, quanto mais inchado se torna o governo, maior e mais intenso passa a ser o conflito entre essas duas classes sociais.

No entanto, dado que uma elite minoritária é capaz de governar, tributar e explorar a maioria do público sem sofrer retaliações, isso nos leva ao principal problema da teoria política: o mistério da obediência civil.  Afinal, por que a maioria do público aceita se submeter a estes fracassados, sem oferecer resistência?  Esta indagação foi respondida por três grandes teóricos políticos: Étienne de la Boétie, teórico libertário francês de meados do século XVI; David Hume e Ludwig von Mises.  Eles demonstraram que, exatamente pelo fato de a elite dominante estar em minoria, a coerção por si só não pode funcionar no longo prazo.  Até mesmo na mais despótica das ditaduras, o governo irá se manter apenas se contar com o apoio da maioria da população.  No longo prazo, o que é preponderante são as ideias, e não a força — e qualquer governo tem de ter legitimidade na mente do público.

Esta verdade foi perfeitamente demonstrada durante o colapso da União Soviética.  Quando os tanques foram enviados para capturar Boris Yeltsin, eles foram persuadidos a apontar suas armas para o outro lado e a defender Yeltsin e o Parlamento russo.  Em linhas gerais, estava claro que o governo soviético havia perdido toda a legitimidade e apoio entre a população.  Para um libertário, foi particularmente fantástico assistir à morte de um estado, particularmente um estado monstruoso como a União Soviética.  Até o final, Gorbachev continuou emitindo decretos, como sempre fez, mas a diferença é que ninguém mais prestava atenção e nem dava a mínima.  O antes todo poderoso Supremo Soviético (a legislatura da URSS) continuava se reunindo frequentemente, mas ninguém se dava ao trabalho de comparecer.  Glorioso!

Mas ainda não resolvemos o mistério da obediência civil.  Se a elite dominante está tributando, espoliando e explorando o público, por que o povo não se rebela?  Por que ele tolera tudo isso?  Por que ele simplesmente não retira seu consentimento?

Resposta: não se deve jamais ignorar o papel crucial dos intelectuais, a classe que molda as opiniões da sociedade.  Se as massas soubessem como o estado realmente opera, elas imediatamente retirariam seu consentimento.  Elas rapidamente perceberiam que o rei está nu, e que elas estão sendo espoliadas.  É para evitar essa "tragédia" que os intelectuais entram em cena.

A elite dominante, seja ela os monarcas de antigamente, os comunistas de pouco tempo atrás ou os social-democratas da atualidade, necessita desesperadamente de exércitos de intelectuais que teçam apologias para o poder estatal.  O estado governa por determinação divina; o estado assegura o bem comum e o bem-estar geral; o estado nos protege dos bandidos que estão sempre à espreita; o estado garante o pleno emprego; o estado ativa o multiplicador keynesiano; o estado garante a justiça social.  Como demonstrou Karl Wittfogel em sua grande obra, Oriental Despotism, nos impérios asiáticos, os intelectuais lograram êxito com a teoria de que o imperador ou o faraó era uma entidade divina.  Se o soberano é Deus, poucos se atreverão a desobedecer ou a questionar suas ordens.

Podemos ver como os regentes do estado se beneficiam dessa sua aliança com os intelectuais; mas o que os intelectuais ganham com esse arranjo?  Intelectuais são pessoas que acreditam que, em um livre mercado, auferem uma renda muito aquém de sua sabedoria.  Para se aproveitar disso, o estado, para favorecer estes egos tipicamente hiperinflados, está disposto a oferecer aos intelectuais um nicho seguro e permanente no seio do aparato estatal; e, consequentemente, um rendimento certo e um arsenal de prestígios.  O estado está disposto a pagar a esta gente tanto para tecerem apologias ao poder estatal quanto para preencher a miríade de postos de trabalho nas universidades, na burocracia e no aparato regulatório do estado.  Com efeito, o estado democrático moderno criou uma maciça superabundância de intelectuais.

Em séculos passados, as igrejas formavam a classe exclusiva de formadores de opinião da sociedade.  Daí a importância para o estado e seus burocratas de formar uma aliança entre o estado e a igreja, e daí a importância para libertários da separação entre estado e igreja, o que na prática significa não permitir que o estado conceda a um grupo o monopólio da tarefa de moldar as opiniões da sociedade.  No século XX, obviamente, a igreja foi substituída, e o papel de moldar opiniões — ou, naquela adorável frase, de "fabricar o consentimento" — foi entregue a um enxame de intelectuais, acadêmicos, cientistas sociais, tecnocratas, cientistas políticos, assistentes sociais, jornalistas e a toda a mídia em geral. 

Portanto, para resumir o problema: na social-democracia, as elites dominantes — políticos, burocratas e grandes empresários — se uniram aos intelectuais e à mídia, e, com o apoio e o trabalho destes, conseguiram iludir e confundir as massas, doutrinando-as com uma "falsa consciência", como diriam os marxistas, fazendo-as aceitar passiva e alegremente seu domínio.  Aquilo que em arranjos mais honestos seria visto como espoliação e exploração, na social-democracia é visto como "bem comum", "desenvolvimentismo" e "justiça social".

Sendo assim, o que nós, da oposição libertária e conservadora, podemos fazer a respeito? 

Uma estratégia endêmica aos libertários e aos liberais clássicos é aquela que pode ser chamada de modelo hayekiano, em homenagem a F.A. Hayek.  Eu chamo de "educacionismo".  Ideias, segundo este modelo, são cruciais; e ideias perpassam toda uma hierarquia, começando com os filósofos do alto escalão, de onde descem para os filósofos menos proeminentes, depois para os acadêmicos, e finalmente chegam aos jornalistas e políticos, de onde então atingem as massas.  Por essa estratégia, o que deve ser feito é converter os filósofos do alto escalão para as ideias corretas.  Ato contínuo, eles irão converter os outros filósofos menos proeminentes, e daí por diante, em uma espécie de "efeito-goteira", até que as massas inevitavelmente serão convertidas e a liberdade será finalmente alcançada.

O problema com essa estratégia do gotejamento é que ela é muito suave e refinada, dependente de mediações e persuasões serenas nos austeros corredores da intelectualidade.  Essa estratégia combina bem com a personalidade de Hayek, que nunca foi exatamente um combatente intelectual agressivo.

É claro que ideias e persuasão são importantes, mas há várias falhas cruciais nesta estratégia hayekiana.  Em primeiro lugar, obviamente, essa estratégia irá, na melhor das hipóteses, levar várias centenas de anos para surgir algum efeito, e muitos de nós estamos um tanto impacientes para isso.  Mas o tempo não é de modo algum o único problema.  Várias pessoas já observaram os misteriosos bloqueios neste gotejamento feitos pela mídia.  Por exemplo, vários cientistas sérios têm uma visão bem distinta a respeito das questões ambientalistas que hoje estão em voga; no entanto, são sempre os mesmos histéricos de esquerda que são exclusivamente citados nas reportagens da mídia.  O mesmo ocorre às enfadonhas abordagens sobre racismo, homofobia e "direitos das minorias".  Sendo assim, por que esperar que uma mídia que invariavelmente distorce as coisas para o lado politicamente correto irá repentinamente vir para o lado da razão?  Já está cristalino que a mídia, principalmente a 'mídia respeitável e influenciável', possui e sempre terá uma forte inclinação progressista.

De modo geral, o modelo hayekiano do gotejamento ignora um ponto crucial: o fato de que — e eu espero não estar retirando seu prazer de viver — intelectuais, acadêmicos e a mídia não são exatamente motivados pela verdade.  É verdade que as classes intelectuais podem fazer parte da solução, mas elas também são uma grande parte do problema.  Como vimos, os intelectuais fazem parte da classe dominante, e seus interesses econômicos, bem como seus interesses em termos de prestígio, poder e admiração dependem inteiramente da continuidade do atual sistema social-democrata.

Outra estratégia é aquela comumente perseguida por vários institutos conservadores e liberais: a persuasão silenciosa feita diretamente nos corredores do poder, sem passar pela comunidade acadêmica.  Tal estratégia é chamada de estratégia fabiana, e os institutos saem divulgando relatórios pedindo uma redução de 5 pontos percentuais na alíquota de importação e de 2 pontos percentuais na alíquota do imposto de renda, além de uma pequena redução das regulamentações e da burocracia.  Os defensores dessa estratégia apontam para o sucesso da sociedade fabiana, a qual, por meio de suas detalhadas pesquisas empíricas, suavemente submeteu o estado britânico a um gradual crescimento do poder socialista.

O defeito desta estratégia, no entanto, está no fato de que aquilo que funciona para aumentar o poder estatal não funciona para fazer o inverso.  Afinal, os fabianos estavam estimulando as elites dominantes a aumentar seu poder, que era exatamente o que elas queriam.  Por outro lado, tentar encolher o estado vai fortemente contra sua natureza, e o resultado mais provável é que o estado acabe cooptando e 'fabianizando' os institutos que tentem reduzir seu poder.  Esse tipo de estratégia pode, é claro, ser pessoalmente muito agradável para os membros desses institutos, e pode acabar garantindo alguns contratos lucrativos ou até mesmo alguns confortáveis empregos na máquina pública para essas pessoas.  E esse é exatamente o problema.

Portanto, além de se esforçar para converter os intelectuais para a nossa causa, a ação mais adequada a ser empreendida por uma coalizão entre conservadores e libertários tem necessariamente de ser uma estratégia baseada na confrontação, na coragem e na ousadia.  Uma estratégia que gere dinamismo e entusiasmo; uma estratégia que agite as massas, que as desperte de sua letargia e que exponha as elites arrogantes que estão nos subjugando, nos controlando, nos tributando e nos espoliando.

Logo, a estratégia adequada tem de se basear naquilo que chamo de "populismo liberal": um movimento intelectual empolgante, dinâmico, tenaz, obstinado e confrontador; um movimento que continuamente desafie e chame para o debate público os principais quadros da social-democracia, para expô-los pelo que realmente são; um movimento que desperte e inspire não apenas as massas exploradas, mas também todos os poucos quadros intelectuais da direita.  Nesta era em que as elites intelectuais são todas social-democratas e hostis a uma genuína direita, é necessário um movimento carismático e dinâmico, cujos membros tenham a habilidade de contornar a mídia e saibam se comunicar diretamente com as massas exploradas que dão sustentação ao regime.

Conclusão

Em todas as questões cruciais, os social-democratas se opõem à liberdade e à tradição, posicionando-se sempre a favor do estado interventor, regulador e controlador.  No longo prazo, social-democratas são mais perigosos do que comunistas, e não apenas porque eles são mais resistentes e protegidos, mas também porque seu programa e seu apelo retórico são muito mais insidiosos, dado que eles sabem combinar o charme das ideias socialistas com as atraentes "virtudes" da democracia, tudo cuidadosamente envolto em uma linguagem politicamente correta que promete liberdade de expressão e proteção aos credenciados membros de todos os tipos de grupos vitimológicos, aquela gente que se diz perseguida e que vive lutando por "direitos iguais" — sendo que o 'iguais' significa na verdade 'superiores'. 

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Por muito tempo, os social-democratas obstinadamente se recusaram a aceitar a lição libertária de que liberdades civis e econômicas são indissociáveis; porém, agora, mais maduros e experientes, eles polidamente fingem defender a existência de algum tipo de "mercado", desde que este seja devidamente tributado, regulado e restringido por um maciço estado interventor e assistencialista.  Em suma, há pouca distinção entre os atuais social-democratas e os antigos "socialistas de mercado" da década de 1930, que alegavam ter solucionado aquele defeito fatal do socialismo apontado por Ludwig von Mises: a impossibilidade do cálculo econômico sob o socialismo, que impedia que os planejadores socialistas calculassem preços e custos, impossibilitando-os de planejar uma economia moderna e funcional.

No arsenal coletivista que dominou o cenário mundial do século XX, havia vários programas estatistas concorrentes: dentre eles, o comunismo, o fascismo, o nazismo e a social-democracia.  Os nazistas e os fascistas estão mortos e enterrados; o comunismo ainda existe apenas em alguns países sem nenhuma importância.  Restou somente a mais insidiosa forma de estatismo: a social-democracia.  Em meio a uma cultura capturada por ideias progressistas e programas sociais esquerdistas, somente uma coalizão entre conservadores e libertários pode frustrar os planos dos social-democratas de alcançarem uma completa e irreversível tomada do poder.



autor

Murray N. Rothbard
(1926-1995) foi um decano da Escola Austríaca e o fundador do moderno libertarianismo. Também foi o vice-presidente acadêmico do Ludwig von Mises Institute e do Center for Libertarian Studies.


  • Vitor Sousa  26/04/2013 12:43
    Quase impossivel não fazer um paralelo com o Brasil.

    Na parte em que ele fala dos intelectuais que precisam do aparato estatal para divulgar suas idéias, lembrei no mesmo momento uma das demandas da última greve das universidades: professores ganhando R$ 17.000/mês.

  • Marc...  26/04/2013 13:53
    Os gastos crescentes com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e o uso cada vez mais comum de serviços terceirizados de assessoria de imprensa nos órgãos públicos criaram nos últimos anos uma máquina estatal de informações que emprega mais de 3.600 profissionais e cujos gastos anuais giram em torno de R$ 900 milhões.

    www.implicante.org/noticias/governo-gasta-r-900-milhoes-por-ano-com-maquina-estatal-de-noticias/
  • Blue Eyes, Na Resistencia  09/05/2013 09:20
    O SOCIALISMO DURA ATÉ ACABAR O DINHEIRO DOS OUTROS.
  • Willian  26/04/2013 12:46
    Finalmente, finalmente!

    Já disse isso aqui antes e vou repetir: os libertários precisam aprender que é a tradição e os valores morais que mantem o liberalismo econômico, enquanto que os conservadores precisam entender que o estado é o pior inimigo da tradição e dos valores morais( sem essa de estado-mìnimo, pois a natureza do estado é sempre aumentar de tamanho). Não sou ideólogo, nem acho que tenha capacidade para isso, mas o dia que algum intelectual conseguir não só juntar, mas mesclar libertarianismo e conservadorismo, aí então teremos a ideologia perfeita para enfrentarmos as ideologias esquerdistas de todas as matizes.
  • anônimo  26/04/2013 14:15
    Bem vindo ao "right-libertarianism". No "left-libertarianism" estão os ateus, abortistas, etc... Entre os "left" dá pra colocar o Molyneux e a McElroy, por exemplo. Entre os "right", tem o Ron Paul, Lew Rockwell, Tom Woods, entre outros.

    Ps. Não, não fui eu quem inventou esta denominação.
  • Anônimo  26/04/2013 14:28
    Sugiro que paremos com as nomenclaturas entre libertários e você retire o termo "ateu" da definição de Left-Libertarian pois há ateus anti-abortistas também.

    É incrível como há um paradigma que crê que os únicos argumentos anti-abortos apelam ao místico. É possível negar o aborto racionalmente ou irracionalmente também através da emoção ou direito natural, apesar de tais instrumentos iniciarem debates entre os próprios libertários que envolvem questões físicas e metafísicas, como as definições de vida e invasão de propriedade.

    Se alguns filósofos escolásticos trouxeram margem à formação do pensamento libertário, excelente. Esforço semelhante foi feito pelos taoistas no cenário asiático. Porém não há nenhuma vinculação de qualquer agregado libertário à religiosidade, somente alguns de seus membros que são motivados por ela a aderirem a um algum dos agregados mencionados e umas idéias libertárias foram coincidentemente elaboradas por estudiosos religiosos, assim como a maioria da filosofia medieval.
  • anônimo  26/04/2013 15:45
    Apenas relatei algo que acontece. Se você quer lutar contra a nomenclatura, registre-se no forum mises.org americano e vá a luta.
  • anônimo  26/04/2013 18:07
    Molineux é um sem noção total.A família é a instituição natural, existia antes do capitalismo, do feudalismo, do cristianismo, antes de tudo.
    Claro que sem esse estado esquerdista tudo ia correr como sempre foi e gente desajustada como ele, fruto do feminismo e de mães solteiras, iam ser bem menos.
  • Rafael Reis  28/04/2013 12:39
    Terminologia furada, os auto-denominados "left-libertarians" são socialistas e não os ateus.

    Melhor largar mão dessa, aliás, pois o característico do libertarianismo é uma coisa só: o respeito aos direitos do indivíduo, às suas liberdades. Se você é ateu, religioso, ou o quer que seja, isso não tem relação alguma com essa questão. E é justamente porque separamos suas preferências e práticas pessoais dos seus direitos que somos libertários.

    Abraços.
  • Blue Eyes, Na Resistência  09/05/2013 09:13
    Crianças, deixem de discussão inutil... enqnto vcs discutem "aborto" os inimigos estão discutindo como nos calar e impedir qualquer atentado ao deus estado leviatã... vamos contribuir ao inves de dividir... não sabemos com quem lidamos em espaços como este... vejam o caso do sãoPaulo... quem nos garante que não seja um agente trolliano?... bem pode ser uma feminista que assina como cristão... percebam a sutileza do escarnio e a ingenuidade com que vcs discutem com o mesmo... parem com isso... nesse momento é necessario que nos abstenhamos de gastos energeticos desnecessarios e nos concentremos em como gerar massa critica para uma real mudança ou pelo menos perceptiva nos canais produtores de ideias reinantes... ou seja, mais suor e menos confraria... alguma ideia?... o nosso futuro agradece...
  • saoPaulo  09/05/2013 13:22
    Em primeiro lugar, não fui eu quem trouxe o assunto aborto à tona neste artigo. Em segundo lugar, eu fui o primeiro a abandonar esta discussão inútil que apenas foge ao obejivo do texto. Em terceiro lugar, não é problema meu se algumas pessoas aqui fazem um escarcéu ao menor sinal de opiniões divergentes, e exigem 100% de concordância (nos assuntos mais irrelevantes) para qualquer tipo de apoio. Como já escrevi antes, não concordo com Ron Paul a respeito do aborto, mas o apoiaria de bom grado pois este assunto é IRRELEVANTE em comparação a assuntos mais urgentes como diminuição do tamanho do estado. E não, não acho que ele seja um "fanático religioso ignorante", muito pelo contrário.

    Por último, tem que ter muita paciência com essas pessoas que enxergam comunista até na própria sombra, viu. Eu digo que é uma opinião idiota dizer que mulheres que usam anticoncepcionais e camisinhas são putas, e pronto! Sou feminista! Não meu caro, eu sou um agente da KGB mesmo. Meu escritório é ao lado do escritório do Ron Paul. Sacou agora por que o apóio?

    Seria bom se comentários idiotas ficassem restritos apenas a personagens como o Um Filósofo. Pelo menos ele é mais refinado em seus erros.

    PS: assim como nem todo Paulo é apóstolo, nem todo São Paulo é santo. Minha assinatura se refere à cidade, que é quase minha homônima. Religião não é a única coisa existente no mundo...
  • Weber  28/12/2014 01:03
    O Hermann-Hoppe se encaixaria também no right-libertarian?
  • Nyappy!  26/04/2013 15:10
    Sigo o Libertarianismo e digo que não me interessa a preservação "da tradição e os valores morais", cada um que preserve isso individualmente se interessar a eles-- o estado não tem nenhuma função nisso.
  • Rodrigo Otávio Moraes  09/05/2013 23:14
    Impossível essa união.
    'Conservadores' brasileiros são tão intervencionistas quanto os esquerdistas de plantão. Mesmo em questões econômicas. O que viola de maneira gritante os ideais libertários.

    Agora, pode-se observar bem isso, pela quantidade de argumentos 'conservadores' que levam em conta não o indivíduo, mas sim a sociedade ou quando muito a família. O que eh ainda, um coletivo.
  • SW  26/04/2013 15:26
    Finalmente eu acho alguém que entenda que o balanceamento entre as duas ideologias é o melhor.
  • anônimo  26/04/2013 17:56
    Depende de como se define 'tradição e valores morais'. Os abortistas falam que o direito de matar o próprio filho é uma questão de 'valores morais' e ninguém tem nada com isso. Nada mais conveniente pra agenda imunda deles.
  • saoPaulo  26/04/2013 21:33
    As 'tradição e valores morais' daqueles gays enrustidos que são contra a adoção de crianças por casais homossexuais, exclusivamente por serem homossexuais.

    As 'tradição e valores morais' de pessoas que acham que deixar um casal escolher se quer interromper a gestação de um feto anencéfalo é uma "agenda imunda" e o mesmo que "matar o próprio filho".

    Pra mim, o libertarianismo é o melhor dos dois mundos: liberdade individual e econômica. Quero distância de esquerdistas querendo controlar o meu bolso e direitistas querendo controlar o meu corpo.

    Devemos exaltar os pontos positivos e condenar os negativos de ambas ideologias, e não "vender nossa alma ao diabo" por alianças passageiras. Esquerda e direita acertam em alguns pontos: até um relógio parado marca a hora certa pelo menos duas vezes por dia. O importante não é de que lado algo é dito, mas sim o que é dito.
  • Sérgio  26/04/2013 23:04
    Aborto é um assassinato covarde. É um crime contra a vida. Voces são antilibertários, pois um libertário genuino defende os direito naturais como a vida. Aborto é um crime covarde contra a vida de um embrião e um feto indefeso.
  • David  28/04/2013 01:19
    Já que o assunto é união de libertários e conservadores, e aborto é um tema polêmico, vou dar o meu pitaco de uma tentativa de conciliação temporária entre os grupos, pelo menos até que o socialismo seja contido.

    Como há milhares e milhares de famílias que desejam ter filhos e não conseguem, sugiro que se crie uma agência (não-governamental e nem financiada pelo governo) que faça uma intermediação entre estas famílias e as mulheres que porventura queiram abortar. A intermediação seria de tal modo que as famílias dariam todo o suporte financeiro para que a mãe não abortasse e, após o nascimento, a criança seria entregue à família que deu esse suporte. Vejam que não faço distinção entre casais heterossexuais ou homossexuais, ou seja, os conservadores teriam que fazer uma concessão e aceitar que casais homossexuais adotassem essas crianças. Ao mesmo tempo, já que o desejo inicial da mãe era abortar, pode-se dizer que os libertários também estariam fazendo uma concessão, pois está ocorrendo uma interferência na vontade da mãe sobre seu próprio corpo.

    Acho que não faltariam famílias que aceitassem esse tipo de acordo. Ao mesmo tempo, também acho que muitas mulheres que porventura já tivessem decidido pelo aborto concordariam em dar à luz e entregar a criança.

    Não sei quais os entraves jurídicos que impediriam esse tipo de acordo. O que acham? Isso é uma grande bobagem ou seria possível uma iniciativa dessas?
  • Rovison  28/04/2013 15:56
    Acho uma ótima ideia.
  • saoPaulo  29/04/2013 06:43
    Sérgio, concordo plenamente. Muito obrigado por ter aberto meus olhos com seus argumentos eloquentes e esclarecedores. Como eu podia estar tão cego para achar que tomar uma pílula do dia seguinte e arrancar a cabeça de um recém nascido eram coisas bem diferentes? Realmente, eu era um idiota!

    Obrigado por me mostrar o que era tão óbvio, mas me escapava à visão: Rothbard era antilibertário! Nunca me atentei a este detalhe de que o "patrono do libertarianismo moderno" era, na verdade, o completo oposto daquilo que ele pregava. Seria como alguém dizer que Cristo não era cristão, um absurdo à primeira vista. Ainda bem que temos pessoas iluminadas, como você.

    De hoje em diante, não perderei mais meu tempo lendo algo de alguém tão incoerente quanto este sujeitinho chamado Rothbard. Aliás, o que você está fazendo aqui mesmo?

    Obrigado ao time Sérgio, anônimo e Olavinho! Viu, já estou me sentindo íntimo! Já também me sinto uma pessoa melhor, apto a discutir com os senhores qual o melhor tipo de liberdade ordenada. Deixo, aqui, de ler o IMB para me dedicar integralmente ao MSM.

    "Sinceramente", Paulo.
  • Neto  28/04/2013 13:53
    'daqueles gays enrustidos que são contra a adoção de crianças por casais homossexuais, exclusivamente por serem homossexuais.'

    Sérgio, você é muito ingênuo. Aliais quando o assunto não é economia, vários libertários são. Esse negócio de gay enrustido não tem base teórica nenhuma, não tem evidência nenhuma, é só uma conversa bonitinha que é conveniente pro movimento gls, e que vem sendo repetida à exaustão pela mesma mídia que promove o marxismo cultural, cotas, welfare state, etc.
  • saoPaulo  28/04/2013 15:54
    Não foi o Sérgio quem escreveu isso, fui eu. E, obviamente, não acredito que sejam gays enrustidos. Escrevi aquilo só pra encher o saco de quem é a favor da proibição da adoção de crianças pos casais homossexuais. Lembrando que homossexual não é sinônimo de pedófilo.
  • Julio dos Santos  26/04/2013 13:01
    Bravo, artigo inspirador e motivador!
  • Juliano  26/04/2013 14:03
    Ótimo artigo!
  • Roberto  26/04/2013 14:08
    O artigo retrata perfeitamente o que acontece no Brasil, onde o assistencialismo do governo às massas, lhe garante índices notáveis de aprovação, segundo as pesquisas periódicas de opinião.Não se vislumbram movimentos no sentido de diminuir o tamanho do Estado, pelo contrário, no meu Estado, o Rio Grande do Sul em que pese o estado lamentável das finanças públicas, o governo do PT criou mais uma estatal para gerir os pedágios, criando vários cargos a serem ocupados pelos amigos do "rei".
    Haja impostos.
  • Rafael Franca  26/04/2013 14:13
    Um dos melhores artigos que já li no Mises!
  • Getulio Malveira  26/04/2013 14:45
    Excelente, artigo!

    Quanto às estratégias (hayekiana, fabiana e populista) não acho que sejam excludentes, mas que se complementam em certo sentido. Mais importante que a estratégia de atuação, creio, são os princípios que a guiam. Pois daí, poderemos ter uma diversidade de discursos e de formas de discurso que atingem segmentos diversos da sociedade (intelectuais, trabalhadores, empresários, políticos profissionais, etc). E se observarmos o desenvolvimento do socialismo no século XX e sua sobrevivência ao colapso do comunismo, é justamente uma diversidade guiada por um mesmo princípio que observaremos.

    Seria tolice, contudo, dizer que Liberais e Conservadores são guiados pelo mesmo princípio. Acho que Rothbard toca no ponto essencial: essa divergência somente seria prioritária se apenas as filosofias conservadora e libertária estivesse em discussão, mas diante da hegemonia do socialismo temos mais o que fazer do que concorrer pelo mesmo, e raríssimo, público.

    Parabéns ao IMB por esse chamado à concórdia!
  • Nyappy!  26/04/2013 15:06
    Artigo irrelevante para o cenário atual nesse país, o conservadorismo aqui é estatista e autoritário (Bolsonaro e viúvas da ditadura em geral), não lembra nada o conservadorismo americano que é o que Rothbard, obviamente, está se referindo.
  • Dom Tomasino  26/04/2013 15:56
    Você está totalmente por fora. Ou já dói manipulado, o que dá no mesmo. Conservadores deste naipe que você citou de fato existem, mas estão longe de serem maioria no país. Você está ignorantemente descartando todo o pessoal do movimento monarquista, do movimento federalista, do Endireita Brasil (cujo líder, Ricardo Salles, o Liber recentemente atacou em um assesso de ignorância) e vários outros espalhados por aí. Mesmo os entusiastas de Bolsonaro você tem de provar por que eles não podem ser aliados desta causa.

    Deixe de arrogância e de autossuficiência. O conservadorismo é um pouquinho maior do que cabe na sua cabecinha, esta sim irrelevante.
  • Fernando Chiocca  26/04/2013 16:08

    Concordo com o Dom Tomasino, existe no Brasil uma considerável ala conservadora anti-estatista, que defende um governo extremamente limitado.

    Este ataque do LIBER ao Ricardo Salles foi bizarro mesmo, vindo de uma ala esquerdista igualitarista dentro dos libertários que o atual presidente Carlo Rocha deixou dominar o incipiente partido e dizer o que quiser.

    O Salles é algo bem próximo da Old Right americana, que além de ter participado das conferências de Escola Austríaca promovidas pelo Mises Brasil, defende abertamente o livre mercado e coisas como a total privatização da Saúde e da Educação, coisas impensáveiss para os sociais-democratas estatistas, como os que formam aquela piada chamada Partido Novo.

    Já os (neo)conservadores estatias, viúvas do comunismo, estes realmente não tem como se aliar aos libertários.

  • Rodrigo Viana  07/05/2013 07:41
    A "Old Right" americana não defendia apenas um mercado mais livre mas também era ferrenhamente apoiadora da política externa não-intervencionista, tanto na 1a Guerra quanto na 2a Guerra. Trazendo essa alusão pra nossa realidade, eu pergunto: Ricardo Salles defenderia a não-intervenção interna dos militares, uma ação contrária ao discurso dos conservadores de apoio ao Golpe de 64, de cunho de poder centralizador? Salles estaria ao lado dos liberais do Partido Libertador, que na época, defenderam a posição não-intervencionista? Penso que não...
  • Bruno D  26/04/2013 17:02
    @NyapY!

    Um país desse em que temos que contribuir através de impostos para uma secretaria municipal (acho que já tem até em outras esferas) da diversidade sexual, um páis que até recentemente teve a sua mídia toda voltada para a ridicularização de uma pessoa como o deputado Bolsonaro e endeusamento do Jean Willyes não tem sentindo nenhum em falar que o conservadorismo tem algum nível de atuação de modo representativo. Não acredito. Pode vir da base principalmente familiar mas pela elite que determina o que será divulgado na mídia, não.

    E ridiculariazar o Bolsonaro é geralmente discurso da esquerda-gransciana, viúvas da ditadura então nem se fala.

    Se o país fosse de base libertária como os EUA por exemplo eu queria ver a reação tomada contra toda uma base guerrilheira e terrorista, financiada externamente, mobilizando a população para implementação de um totalitarismo comunista aqui no brasil nessa época.

    Seria muito mais eficiente do que uma reação organica vindo de um país com base libertária?

    Seria.

    Porém, com o que nos tinhamos na época (um estado muito menor e com nível intervencionista muito menor), foi até uma atitude louvável, e numa época em que não existia ministro da defesa, as decisões foram tomadas de dentro das FA através de generais se falando por telefone. Hoje a transição para o comunismo está sendo feito de modo muito mais confortável pelos seus agentes, através de gabinetes em brasília.


  • Rodrigo Viana  07/05/2013 22:41
    Não há nada de louvável em defender uma ação que deu de mão beijada todo o poder, centralizado, para um grupo com ideias nitidamente autoritárias. Isso vai totalmente contra todo o princípio liberal. O apoio ao golpe, independente das circunstâncias, é incompatível com o Libertarianismo.

    "Ridicularizar" Bolsonaro (falar a verdade?) não é só discurso da esquerda mas de libertários em geral também. A diferença é que esquerdistas não sabem bem o que critica, diferente dos libertários. E viúvas da ditadura não representam o movimento libertário.
  • Sérgio  07/05/2013 23:36
    "O apoio ao golpe, independente das circunstâncias, é incompatível com o Libertarianismo."

    E o que vc sugere que fosse feito na época? Que deixasse os comunas dar o golpe? Aliás, na verdade, o tão falado "golpe" de 1964, foi na verdade um CONTRAGOLPE.

    Recomendo este artigo do Rodrigo Constantino (que não é nenhum "olavista neocon", como vocês dizem, pelo contrário, é um liberal) sobre o contragolpe de 1964:

    rodrigoconstantino.blogspot.com.br/2009/03/o-contexto-em-1964.html
  • Rodrigo Viana  09/05/2013 07:04
    Sérgio, você sabe que o termo "contra-golpe", usado pelas "viúvas", não passa de falácia, certo? Não houve golpe comunista algum pra dizer que o golpe dado por militares fora um suposto contra-golpe. Por favor, vamos ser honestos aqui.

    Eu poderia sugerir uma série de coisas mas prefiro me atentar aos fatos primeiros, ignorados pela direita. Jango não era comunista, mas apenas um típico populista latino. Normal seu envolvimento com a esquerda. Lembremos que até Vargas andou ao lado de comunistas e mesmo assim o país continuou sendo o que era. Jânio Quadros chegou até a congratular Che Guevara e mesmo assim não viramos satélites soviéticos.

    A ideia do golpe só poderia vir de um lunático como Carlos Lacerda. Um autoritário que, por muito pouco, não derrubou o governo legítimo de Kubitschek. Tudo por simples questão de sede pelo poder.

    O governo de Jango já estava pra ser finalizado porque haveria novas eleições. E mesmo se houvesse uma "tomada comunista", ainda assim existia toda uma instituição democrática pra barrar tal coisa. Acreditar que o estado, em poder de Jango, não faria nada contra o terrorismo praticado pela esquerda é de uma ingenuidade tremenda. Acha mesmo que os detentores do poder dariam de mão beijada o controle do país? Na boa...

    E mesmo que houvesse um cenário catastrófico, em que a ordem estivesse realmente a ser desfigurada, há os ensinamentos liberais de como se deve cuidar disso. E a primeira coisa é a luta pela secessão. Assim o poder não seria centralizado por um grupo "iluminado" por supostos "salvadores da pátria" e as instituições políticas continuariam. A revolução americana, por exemplo, não foi baseada em dar todo o poder a um grupelho, tomando como base a tomada de Londres, mas uma separação radical do poder central. É o tipo de ação que estaria condizente com o Libertarianismo.

    Uma dica? Ou a direita se atente a fatos históricos e esqueçam conselhos de futurólogos e astrólogos ou então serão eternos sacos de pancada da esquerda.
  • Leonardo Couto  09/05/2013 12:29

    Rodrigo Viana, uma dúvida: Você se considera esquerdista?

    Caso contrário, sugiro que você tome cuidado para seus comentários não terem o teor errático da faceta estatista que chamam de esquerda. Não estou me referindo ao assunto do golpe militar, mas aos seus termos de maniqueísmo direita/esquerda, que não é adotado pelos seguidores da Escola Austríaca por serem meras variações de um mesmo ideal estatista.

    Não sei, posso ter me enganado, me desculpe se esse foi o caso.
  • Veron  27/04/2015 07:06
    Rodrigo Viana, é, realmente não tinha nenhum perigo de golpe comunista igual houve em Cuba. As instituições democráticas brasileiras que nunca falham iriam barrar uma revolução armada ajudada por Cuba tomar o poder do governo brasileiro igual conseguiu barrar os militares de tomarem o poder.

    Bombas explodidas e atentados contra civis antes de 1963 eram apenas protestos pacíficos da esquerda brasileira. Perseguida injustamente, igual todos os comunistas e esquerdistas do mundo inteiro.

    Se um esquerdista populista possui simpatia por Che Guevara e pela Revolução Cubana, esse socialismo populista realmente não possui o mínimo de perigo disso evoluir para uma estatização completa da economia igual ocorreu em Cuba.

    Abra a sua cabeça, cara. Não precisa "ser de direita" para enxergar que o contexto de Guerra Fria não é mesmo que hoje. Eu sou libertário e já admiti que o Regime Militar foi útil para alguma coisa por causa do contexto de Guerra Fria, só foi extremamente burro de abrir primeiro o Brasil politicamente antes de abrir o Brasil economicamente.
  • Hubert  27/04/2013 02:25
    "Assesso de ignorância", Dom Tomasino? Pelo visto quem teve esse "assesso" foi você...
  • anônimo  08/05/2013 01:30
    (...)E o que vc sugere que fosse feito na época?(...)

    Que se privatizasse tudo e o governo fosse abolido. Ou ao menos liberalizar a economia como fez Pinochet.
  • Eduardo  26/04/2013 15:08
    Eu concordo com o artigo, ao defender a união dos que querem reduzir o estado. Pensando de modo abstrato, em termos de medidas na direção liberal, há uma longa estrada a caminhar, até que as diferenças de opinião sejam de fatos relevantes, obrigando o racha dos defensores da liberdade. Assim, seria possível focar primeiro nos muitos problemas a resolver, onde todos concordam.

    Porém, em casos concretos, não sei se seria efetivo. Imaginem uma discussão sobre o que fazer com a educação pública. Imaginem também que esse grupo unido tivesse a maioria necessária. Ele, inevitavelmente, se dividiria. Uns diriam que não é função do estado provê-la, outros diriam que se deveria usar vouchers, outros, talvez, iriam querer implantar algum tipo de competição entre escolas públicas, onde os alunos migrariam levando mais recursos para as melhores. A controvérsia acabaria por impedir que qualquer medida fosse tomada.

    Eu vejo a união mais efetiva como meio de barrar o avanço das medidas de esquerda. Diante de novas propostas estatizantes ou de restrição a direitos, seria óbvia a união pela rejeição. Mas para reformas, isso já não sei...

    Entretanto, discordo do autor, pois acho que os institutos tem seu valor. Eles ajudam a criar os quadros da direita, que ele vê como fundamentais no processo. Eu conheci a causa da liberdade pelo Cato Institute. Encaminhei alguns de seus estudos que tiveram impactos em outras pessoas. Além disso, sei que eles têm diversas aparições na grande mídia americana, que dificilmente o Mises terá. Assim, ajudam a pender a balança para o nosso lado.
  • Rodrigo Viana  26/04/2013 15:08
    TEXTO IMPECÁVEL porém uma coisa: a análise dessa suposta união diz respeito ao cenário político americano e não brasileiro. Conservadores brasileiros são estatistas e não apreciam muito a ideia da liberdade. Rothbard, se estivesse no Brasil, largaria de mão uma ideia de tal união.
    Na verdade conservadores até gostam da ideia de, por exemplo, ter saúde e educação pública. A direita brasileira não esta tao longe dos social-democratas assim.

    Eu também achava que poderia haver uma união entre conservas e libertas. Mera ilusão. Percebi que estou no Brasil e que nossas diferenças culturais, em comparação com os americanos, são enormes. Em ultima instancia, conservadores brasileiros são lacerdistas e preferem um golpe centralizador do que uma secessão liberal. Só isso diz claramente que a natureza desse grupo e' diferente da dos americanos.

    Só pra terminar: conservadores falam de boca cheia que "o período em que o Brasil mais cresceu foi nos governos militares", renegando totalmente o cenário dos anos 80 provocado justamente por causa de tais "grandiosidade". Pra eles "economia é apenas fazer umas continhas e cortar gastos". Aí fica difícil.
  • Anonimo  26/04/2013 20:14
    Que conservadores? Que direita? Essa que está aliada ao petismo?
    Ter receio dos esquerdopatas nos associarem a essas figuras deploráveis é fazer o jogo da esquerda; é a esquerda que carrega consigo esse peso. O grande medo deles é que a direita conservadora (e liberal) se assuma como tal. Não é à toa que vivem de criar "fantasmas" que não existem (é para que não venham a existir). Enquanto a gente fica decidindo o nosso rótulo, a social democracia avança, impondo sua agenda cultural e econômica. E nós nem uma porcaria de um partido conseguimos formar.

    O brasileiro ainda é um povo conservador, portanto se quisermos diminuir o poder do estado, temos que nos assumir como conservadores, mesmo que não o sejamos. É a nossa única chance, porque por meio do discurso puramente econômico não vamos a lugar algum. As massas nunca serão convencidas de que abolir o SUS, extinguir a ANATEL ou vender a PETROBRÁS trará benefícios a todos.
  • Rodrigo Viana  27/04/2013 06:54
    Não, estou falando de viúvas da ditadura e olavetes. Os últimos conseguem ser menos piores que os primeiros porque abraçam timidamente a ideia de um mercado um pouquinho mais livre.
  • Bruno D  27/04/2013 21:56
    Pragmaticamente,

    Votar em quem nas próximas eleições?

    O partido Liber? Quando vi uma carta de repudio sobre o deo. Feliciano, meio que torci o nariz. Bom, explico, não sou a favor do dep. Feliciano, mas ele advoga valores importantes a um projeto menos fascista ou comunista no brasil, isso convenhamos é óbvio: contra a ditadura gayzista no brasil já é um bom começo.

    Ainda, uma questão menos pragmática:

    Instaurar um governo que quer acabar com o governo não parece ser um tanto quanto contraditório, retrocedendo a filosofias relativistas que afirmam que a verdade é que não existe verdade?

    Diferente de um governo que quer reduzir sua atuação ao máximo que vejo ser o mais correto.
  • Arthur Rizzi Ribeiro  26/04/2013 15:17
    Agora já podem acordar, ok?
  • Fernando Chiocca  26/04/2013 15:53
    Um grande problema é que parte dos conservadores brasileiros estão sob influência do neo-conservadorismo americano, que é um movimento criado por ex-comunistas de carteirinha, pro-estado, pro-guerra, pro-democracia, consequentemente, anti-liberdade.

    E outro é a completa ignorância destes sobre toda a história e filosofia libertária. E pior do que a ignorância, é basear opiniões nela, e aceitar um espantalho como sendo o libertarianismo, ao invés de ir estudar e saber do que se trata.

    Com a obtusidade destes (neo) conservadores brasileiros, que chegaram ao cúmulo de apoiar um escroque como o warmonger Rick Santorum na última corrida presidencial americana, mesmo com um libertário e Old Right como o Ron Paul na corrida, fica bem difícil essa união.
  • Nyappy!  26/04/2013 16:05
    O Professor Oak disse que o Ron Paul é um agente da KGB!

    E os Oakianos seguem quase bovinamente tudo o que ele diz, é uma pena.
  • anônimo  26/04/2013 18:01
    A bem da verdade ele só apoiou o Santorum no começo.Depois mudou de idéia quando conheceu os podres do sujeito.
  • Fernando Chiocca  26/04/2013 19:17
  • anônimo  26/04/2013 20:39
    Isso aí não muda nada.Antes da eleição teve um True Outspeak que ele disse com todas as letras que não apoiava mais o RS, depois que um leitor mandou um link com um troço lá que ele não concordava.Mas no começo ele apoiava sim.
  • saoPaulo  26/04/2013 22:18
    Kkkkkkkkkkkkkk, esse ex-astrólogo realmente é maluco! Não nego que ele seja muito inteligente, mas que é maluco, isso é! Ron Paul agente da KGB!!!!!!! Coca-cola usando fetos abortados como matéria prima!!!!!!!

    www.youtube.com/watch?v=VC1h6jlw1LI

    "A economia liberal pra eles [liberais e libertários, sobretudo brasileiros] é um fetiche, é uma espécie de religião. Eles só vêm isso. Então, como é que se pode discutir seriamente com uma pessoa assim? Eu acho que quem pensa assim é uma pessoa intelectualmente lesada. Que se apega a palavras, a fórmulas. Fórumalas por trás das quais, não são capazes de assinalar um fato, uma realidade concreta. Os caras perderam o senso de realidade há muito tempo e se apegam àquelas palavras."

    Este é o tipo de direitista que não está contente com o estado atual das coisas somente porque não é sua ditadura predileta que está no poder. Esquerdista de sinal trocado.
  • Sérgio  26/04/2013 23:00
    Párem com essa briga idiota!
  • Sérgio  26/04/2013 23:10
    Pelo menos o ex-astrólogo não defende o assassinato de embriões e fetos indefesos.

    Cai fora, cara. Você nem libertário é. Você é só mais um idiota útil que sofreu lavagem cerebral do politicamente correto. Outro dia, este pseudo-libertário que escreve com o fake de saoPaulo violou o PNA, ameaçando um cara de agressão só porque ele não concordava com essa baboseira politicamnete correta. Rothbard se revira no túmulo "libertários" assim.
  • saoPaulo  27/04/2013 00:00
    Santo Deus, quanta afetação! Desculpe ter falado mal do seu ídolo... Pode parar de chorar, vou parar (sem acento) com essa briga idiota.

    Sério que o nome saoPaulo é fake?!?!?! Muito perspicaz da sua parte! Devo ser um agente da KGB usando a tática gramsciniana para implantar uma ditadura do politicamente correto, gayzista e abortista no Brasil!

    Eu ia escrever um comentário sobre essa babaquice de dizer que quem defende que deixar um casal escolher se quer interromper a gestação de um feto anencéfalo "é um crime covarde contra a vida de um embrião e um feto indefeso" e algo "antilibertário"... Mas Vossa Senhoria certamente não conhece o posicionamento de Rothbard sobre o assunto... "Rothbard se revira no túmulo".

    Eu ia comentar a acusação MENTIROSA de que eu "ameacei um cara de agressão só porque ele não concordava com essa baboseira politicamnete correta". Mas o que eu disse foi simplesmente que se ele chamasse minha namorada de puta na minha frente, ele levaria um soco na cara. Então quer dizer que Vossa Senhoria não faria nada em tal situação?!?! Realmente, um conservador de primeira! (A primeira imagem que me vem à mente é um cara xingando a mulher do Clint Eastwood de puta, e ele saindo com o rabo entre as pernas pensando "não posso violar o PNA, não posso violar o PNA.") Sérgio, "você é só mais um idiota útil que sofreu lavagem cerebral do politicamente correto."

    Paro por aqui. Pode espernear o quanto quiser, me chamar de bobo e dizer que tenho cara de mamão. E se for atribuir mais alguma mentira a meu respeito, favor colocar as fontes, para que pessoas alfabetizadas possam tirar suas próprias conclusões. A partir de agora, o Senhor será sumariamente ignorado enquanto não aprender a conversar como um adulto.
  • anônimo  01/05/2013 09:57
    saoPaulo disse:
    'Mas o que eu disse foi simplesmente que se ele chamasse minha namorada de puta na minha frente, ele levaria um soco na cara'

    E um retardado desses ainda se diz libertário! Chamar ela de puta não é agressão nenhuma seu jumento! Se tua namorada se comporta como puta eu chamo ela de puta sim, e se tu quiser me dar um soco na cara por causa disso, quem vai estar iniciando a agressão é tu, seu analfabeto funcional.
    O cara se diz defensor de uma filosofia e não consegue entender o básico dela...patético.
  • saoPaulo  04/05/2013 09:43
    Ui! Que afetada ela! Reforço o que eu disse anteriormente e ainda digo mais: se usasse este tom comigo pessoalmente, há uma possibilidade não nula de que também levaria um soco na fuça. Como já disse, não tenho sangue de barata pra aguentar desaforo de imbecis.

    E ainda não responderam a minha pergunta: o que fariam se um estranho chamasse sua mulher de puta na sua frente? Se não consegue ao menos entender um possível ato de agressão em tal circunstância, somente posso concluir que ou não dá a mínima importância à honra da sua família, ou é um adolescentezinho de merda que nunca chegou perto de uma mulher na vida.

    Sugiro um experimento: vá a uma farmácia e espere aparecer um casal comprando anticoncepcionais ou camisinhas, que são seus critérios para identificar putas. Ao saírem do caixa, imediatamente aponte o dedo na cara dela e a chame de puta, na frente do namorado/esposo. Depois, repita a cada um deles que "se tua namorada se comporta como puta eu chamo ela de puta sim"! Faça uma estatística de quantos frouxos como você existem para cada agressor...

    Vou ser obrigado a repetir meu posicionamente já que este serzinho, que sequer tem coragem de assinar o próprio nome, parece não ter lido no artigo em questão.
    _______________________________________

    De forma alguma acho que "o principio da não agressão do libertarismo só vale enquanto não falem algo que me irrite". Tal princípio diz que não se deve iniciar agressão contra alguém, desde que esse alguém não tenha iniciado agressão contra outra pessoa antes. Obviamente, eu estaria errado ao iniciar a agressão e, sabendo disso, teria que aceitar a consequente agressão contra mim, na forma da pena correspondente definida pela lei adotada.

    Além disso, nunca vi algum libertário afirmando que a adoção do princípio de não iniciação de agressão eliminaria o surgimento de todos os conflitos da humanidade. Até porque, ter sangue de barata não é uma característica comum a todos os homens.
    _______________________________________

    Aparentemente, apenas polianas seguidoras do ex-astrólogo acreditam que teríamos um paraíso em Terra ao adotarmos o princípio de não agressão.

    Eu cometo uma agressão física e pronto! Não sou mais libertário! O que vem depois? O sujeito comete um pecado e pronto! Não é mais cristão? Brilhante raciocínio, considerando suas capacidades cognitivas.
  • Renato Souza  22/01/2015 23:13
    Inexiste um conservadorismo brasileiro no mesmo sentido que nos EUA. A velha direita americana era essencialmente miniarquista e anti-intervencionista. Infelizmente, muitos conservadores americanos, nas últimas décadas, perderam suas referencias históricas.

    Mas esse conservadorismo miniarquista jamais existiu no Brasil. Eu, como conservador miniarquista, sinto-me muito isolado. A maiooria das pessoas são conservadoras, mas quase ninguém é miniarquista.

    A boa notícia, é que, apesar de pequenos em números, os conservadores miniarquistas estão aumentando. E, por mais que falem contra ele, Olavo de Carvalho teve uma participação não desprezível nisso. Como muitos conservadores, eu conheci a EA por indicação dele.

    Quanto aos militares de 64, digo o seguinte: Ninguém pode defender o que não conhece. A imensa maioria deles era influenciado pelo positivismo, e provavelmente nenhum sequer conhecia a EA. Ora, como conservadores, reagiram aos comunistas, mas reagiram dentro daquilo que conheciam. Vistas do ponto de vista do positivismo, suas escolhas pareciam corretas. Eram totalmente ignorantes sobre economia, achavam que o estado é que fazia o pais se desenvolver. Achavam que o estado é que conservava a moralidade das pessoas, achavam que o estado era o principal ator da vida em sociedade. Tudo isso estava em perfeito acordo com a doutrina positivista que esposavam. Enquanto as pessoas forem ignorantes a respeito do verdadeiro estudo da economia e da ação humana, tomarão decisões estúpidas. Nada corrige isso, a não ser o conhecimento.

    A mesma coisa digo a respeito de muitos conservadores brasileiros atuais. São ignorantes a respeito das doutrinas de Mises. O que julgam saber sobre economia, política, sociedade, "aprenderam" de fontes podres, como marxistas, keynesianos, frankfurtianos, positivistas. Não é de se esperar que tanta ignorância possa gerar ideias sensatas. Os conservadores brasileiros (assim como todos os outros brasileiros) precisam ser educados a respeito da EA.
  • Eduardo Bellani  26/04/2013 16:17
    Conservadorismo é tão bom quanto aquilo que se busca conservar.

    Nos EUA, o paleo conservadorismo é bacana por quê o país tem tradições liberais antigas que vieram com a revolução americana.

    Pelo que observo no Brasil, os conservadores aqui estão mais preocupados em proibir os filhos dos outros de tomar uma cerveja e fumar maconha do que em lutar pela liberdade individual.

    Fica aqui meu desejo pra que os conservadores do Brasil usem o exemplo dos paleo e sigam a teologia cristã que eles dizem seguir, observando que Deus deu o livre arbítrio as pessoas, e não ao estado. Algo que Deus deu, apenas Deus pode legitimamente tirar.




  • Dom Tomasino  26/04/2013 16:24
    Isso é outro espantalho. Quem quer controlar o que os outros bebem são os progressistas, e não os conservadores. Foram os progressistas que praticamente proibiram o cigarro e são os progressistas que baixaram a Lei Seca aqui no Brasil.

    Vejo que tem gente aqui que não tem a mínima noção de quem realmente é o inimigo.
  • Eduardo Bellani  26/04/2013 19:56
    Veja a seção de comentários desse artigo

    procure por Sérgio. Depois venha me dizer quem é o cego.
  • Fabio MS  26/04/2013 20:34
    Ah, claro claro.
    Foram os conservadores, como o Sergio, que dominam as cadeiras do Congresso Nacional e a "grande imprensa" desde tempos imemoriáveis, os maiores entusiastas da proibição ao cigarro e da lei seca.
  • anônimo  26/04/2013 20:35
    entre esses comentários:

    'Se queres que alguém adote um comportamento moral, tudo que pode fazer é tentar persuadí-lo. '

    Então um pai tem que 'persuadir' o filho pra ele não beber? Sério?
  • Fernando Chiocca  26/04/2013 20:38
    Mas Eduardo, veja também na mesma sessão o comentário do Klauber, esse sim um verdadeiro conservador.

    Tem de tudo.
  • anônimo  26/04/2013 20:51
    E esses caras são algum tipo de porta voz dos conservadores? Falam por todo mundo?
    Esse é o mesmo erro que generalizar e falar que todos os libertários concordam com o Rothbard naquela pérola dele de falar que o feto é um invasor no corpo da mãe.
  • Eduardo Bellani  26/04/2013 22:25
    Concordo que tem de tudo, e respeito muito quem tem a fibra moral de
    defender seus valores sem ceder a ânsia de forçar os outros a fazer o
    mesmo. Tal tranquilidade com seus valores é o verdadeiro sinal de
    crença nos mesmos.

    Entretanto, por respeito as minhas convicções, sou forçado a apontar e
    demonstrar meu mais profundo escárnio para psicopatas histéricos do
    tipo 'chicken hawk'. São em geral boçais que, bastando um general com
    botas lustradas tomar as rédeas do poder, se derretem feito meninas
    adolescentes.

  • Fernando Chiocca  26/04/2013 23:11
    Concordo.. Esse Sérgio é um típico filhote de Stalin, viúva do comunismo, autoritário até a raiz, e morre de ódio pela liberdade. Mas ele não é representante do conservadorismo... é só mais um representante do socialismo.
  • Sérgio  26/04/2013 23:40
    Então vocês devem achar muito bonito mesmo uma criança de 5 ou 10 anos ir pra um bar bebendo?

    Eu não sou autoritário. As pessoas tem que aprender a assumir responsabilidades. A responsabilidade indivudual é um dos pilares do libertarianismo. Um pais que incentiva ou mesmo permite que uma CRIANÇA beba, fuma e faça outros absurdos, é um irresponsável.

    Ademais, como deixei bem claro naquele post, sou contra o tal do Estatuto de Juventude, pois é um absurdo que um adulto com 29 anos ainda desfrute dos direitos e regalias de crianças e adolescentes. Ja não basta o ECA e vão expandir anda mais o welfare state? Já não basta já termos crianças mimadas, ainda querem criar geração de adultos mimados...
  • anônimo  26/04/2013 23:51
    Eu não odeio a liberdade Fernando. Pelo contrário, eu defendo a liberdade. Mas como diz o Kirk, a liberdade ordenada.
  • Anarcofobico  27/04/2013 18:30
    Exato! Por precisamos de pessoas muito mais capazaes do que todas as demais para ordenar como deve ser a nossa liberdade, neh? Interferir em crenças, regular setores, roubar dinheiro de impostos (coisa de direita e esquerda), etc! Liberdade ordenada é o que pregam os maravilhosos marxistas!
  • Típico Filósofo  27/04/2013 20:54
    Anarcofóbico, complementá-lo-ei em sua tese sobre liberdade "ordenada" juntamente à dos conservadores mais reacionários como os senhores acima de ti.

    É imprescindível estabelecer um limite para o qual a liberdade é possível. Tal intersecção é a inexistência da propriedade privada dos meios de produção. Enquanto esses estiverem nas mãos dos capitalistas, eles tomarão a sociedade e a edificarão à sua imagem. Desfazer-se-ão as igualdades socioeconômicas, de oportunidades, resultados e autoridade. É imprescindível que para que coexistam liberdade e igualdade ordenadas, o proletariado esteja no comando.

    Posicionemos 4 condições para que exista a liberdade ordenada:

    1) Completa igualdade de oportunidades. Ou seja, deve-se eliminar a desigualdade educacional, idiossincrática, sexual, estética, preferencial, ideológica, resultativa, alimentícia, humorista, etc.

    2) Proteção da família e sua limitação. A instituição familiar por séculos serviu como alicerce da fundação do indivíduo, porém, devido aos novos métodos científicos de criação das crianças e à ameaça do trabalho globalizado, é necessário admitir que criar o futuro é um compromisso essencial em demasia para que seja delegado apenas à família.
    Formas de proteger a família: Controlando o tamanho do refrigerante nos cinemas, o consumismo, o alcoolismo entre jovens através de violentas punições, etc. Além de uma educação pública de qualidade para tornar a juventude fiel à revolução.

    3) Educação cívica e moral. Estudantes devem estar conscientes das atitudes imorais da humanidade, como, por exemplo, a discriminação de alguns indivíduos por um agindo baseado em sua valoração subjetiva. É uma brutalidade.
    Já a virtude cívica consiste no estatuto da consciência de classe. Assunto que já discuti no passado e está exaustivamente descrito em inúmeros tópicos do IMB.

    4) Tomada dos meios de produção pelo proletariado. Motivos explicados acima.
    _____________________________________________________________________________________
    É vital que exista liberdade "ordenada" e igualdade. Entretanto, diferentemente dos conservadores, que defendem uma justiça derivada dos valores antigos e contra-revolucionários, o "liberdade" socialista deve operar através de caráter científico e visando construir uma sociedade baseada no bem comum.

    Os conservadores brasileiros são adversários gentis. Pois assim como nós, recusam-se a vender os valores da sociedade à mídia golpista e as riquezas da nação ao capital internacional.

    @Sérgio, apesar de nossas discordâncias, compartilho de uns valores de sua luta.
  • Sérgio  27/04/2013 23:04
    Errado, Filósofo. Nós não compartilhamos a mesma idéia, e não compartilhamos com os mesmos valores. Eu não acho que o Estado deve substituir a família. O Estado quer destruir as famílias exatamente pra isso. Por isso que eu defendo que os pais devem as assumir as responsabilidades...
  • Um Filósofo  28/04/2013 00:32
    A esquerda deseja defender a família contra o capitalismo, Sérgio. Não deseja substituí-la. A instituição familiar não pode ser simplesmente substituída por um planejamento científico para criar o futuro pois o desenvolvimento inicial dos homens depende dessa. Decidir impedir que uma rede de fast-food venda refrigerantes gigantescos às crianças não é invasão da família, é uma atitude de guarda contra a terrível ameaça que o refrigerante representa à saúde infantil mundial.

    Entretanto, veja o que o capitalismo globalizado está a fazer com a instituição: Os pais, abandonando seus filhos devido ao aumento da mais-valia consequente da competição predatória internacional, agora simplesmente compensam sua ausência através da adoção de um modo de vista consumista para com os filhos, trocando o afeto pelo bem material. Essas crianças tornar-se-ão, mais tarde, jovens consumidores de álcool e alienados para a adoção de um modo de vida consumista e irresponsável. São fatos inegáveis, a abertura econômica brasileira durante o período Collor é culpada pela explosão da gravidez indesejada e pelo alcoolismo entre jovens no período 1990~2013.

    Apesar de conservador, é imprescindível que reconheça como os indivíduos são incapazes de coordenar sua própria vida devido à doutrinação simbólica do capitalismo. Assim como você defende que o estado intervenha em prol dos costumes que consideras essenciais para a existência da nossa sociedade, eu o faço também, apesar de priorizar valores diferentes. Você pode argumentar que eu viso a "destruição da família" devido aos ideais progressistas carregados desde Marx, entretanto, lembrá-lo-ei que a instituição familiar tomou muitos formatos desde o início da civilização. Viso apenas um que operará em prol do bem comum ao longo prazo.

    Espero que tenha esclarecido eventuais enganos e feito explícito a semelhança de nossas intenções. Apesar de paralelas, seguem ambas na mesma direção e com as mesmas intenções.
    Recomendo que conheça Eric Fromm, um autor que discute sobre o dano que o capitalismo outorgara à qualidade de vida dos indivíduos, incluindo a família. Estará surpreso com o quão "defensor da família" a esquerda é capaz de ser, apesar de enxergá-la de forma diferenciada dos conservadores.

    Será de grande alegria vê-lo algum dia em um fórum da igualdade trocando idéias a respeito da construção de homens melhores, apesar de ainda portando o ideário reacionário.
  • jaspion  26/04/2013 18:22
    Libertários e direitistas do Brasil inteiro, uni-vos!
  • Ze  26/04/2013 18:26
    Falo por mim (claro): como conservador, não gosto de mudanças radicais. Se somos todos assim, deveríamos nos unir com o intuito de diminuir o estado cada vez mais, aos poucos. Caso conseguíssemos avançar nesse sentido, em algum momento haveria um conflito: uns achariam que já está bom e outros que precisa encolher mais. Nesse momento inevitavelmente teríamos um atrito. Mas que seja só nesse momento. Não agora, por favor...

    Meu exemplo vai até parecer brincadeira, mas não é: façamos como o Foro de SP, que tem esquerdistas de todos os "calibres": paremos de brigar entre nós para chegarmos ao menos num ponto que seja melhor do que há hoje. Foi o que eles fizeram, e funcionou muito bem.

    No momento em que houver motivo pra conflito - e *só* nesse momento - , ok, vamos nos xingar, estapear, e tudo o mais. Mas antes de conseguir alguma coisa, nunca! Isso é burrice!
  • R. Domini  26/04/2013 19:02
    Roberto Campos, liberal tradicional, defendia saúde, educação e seguranças públicas, além do banco central. Mas é preferível um liberal deste naipe do que 1000 Guido Mantegas.
  • Cleiton  26/04/2013 20:05
    Até que enfim um artigo nessa linha. Enquanto libertários e conservadores ficam brigando a esquerda cada vez mais aumenta seu poder e destrói a liberdade que os libertários tanto querem e a tradição que os conservadores tanto valorizam.
  • edison  26/04/2013 20:16
    O Brasil está caminhando rapidamente para o totalitarismo político de esquerda, na prática, enquanto libertários e conservadores discutem teorias. Os ataques à autonomia do STF através do Congresso são constantes. O sistema de indicação de juízes para o STF através de partidos políticos é uma piada. Parece que o país-zumbi já aceitou seu destino, e o silêncio da OAB é ensurdecedor.
  • Leonardo Faccioni  26/04/2013 21:26
    Modo geral, as sociedades são intrinsecamente conservadoras quando deixadas à própria espontaneidade, posto que pretendem perpetuar-se no tempo. O Estado - ou as elites diminutas que periodicamente venham a controlá-lo - é o mais eficiente veículo de corrupção de uma sociedade, pois é o único ente capaz de impor revoluções morais de forma direta e centralizada.

    Veja-se a tão polêmica questão do chamado "casamento gay", que, de tempos para cá, tornou-se cavalo de batalha de toda a esquerda ocidental: fosse a instituição do casamento deixada a cargo das organizações sociais de livre-adesão, como o era até pouco mais de cem anos atrás - quando o casamento era fundamentalmente reconhecido um sacramento religioso ministrado pela Igreja -, indivíduos que pretendessem tratar por casamento sua relação com parceiros do mesmo sexo, com múltiplos parceiros ou com travesseiros e personagens de jogos de video-game poderiam fazê-lo sem qualquer empecilho; no mesmo diapasão, não poderiam forçar qualquer outro indivíduo (ou "a sociedade") a reconhecer tão situação como idêntica ao sacramento religioso tradicional. Se a questão fosse a distribuição de bens e obrigações jurídicas, um simples contrato civil cumpriria seu intuito. Resolvida a diatribe intestina. Encerrada a guerra civil entre os grupos de pressão. Parlamentos e cortes judiciárias estariam livres para questões mais relevantes, e o bolso do contribuinte veria reduzido o assalto.

    Impende, pois, reduzir o Estado. Restaurar a sociedade. Deixar os indivíduos agirem livremente. Gregos e troianos restarão satisfeitos se confiarem na essência do humano e abrirem mão da tenebrosa concentração de poder que caracterizou a decadência da modernidade.
  • oneide teixeira  08/05/2013 19:08
    Casamento é alvo dos marxistas por ser uma instituição de preservação cultural e por meio da herança perpetuador da propriedade privada.

    Sendo a propriedade privada alvo principal dos marxista qualquer coisa ligada há ela deve ser destruida.
  • saoPaulo  08/05/2013 20:37
    Concordo com o Leonardo Faccioni.

    O problema é que o Estado sequestrou o conceito de casamento. Casamento não é mais algo religioso, sagrado, mas sim burocrático. E em tal circunstância, sob um Estado laico, não há justificativas para se tratar o casamento gay (ou mesmo poligâmico?) como ilegítimo, proibindo-o. O monopólio estatal sobre o casamento apenas estimula uma luta inútil, porém justa, entre (principalmente, mas não somente) extremistas religiosos e prós-casamento-gay, uma vez que aqueles confundem as definições religiosa e legal do termo.

    Quando Henrique VIII quis se divorciar, simplesmente fundou sua própria igreja e pronto. Ninguém é obrigado a adotar a definição de casamento do catolicismo, e não vejo porque alguém deveria ser obrigado a adotar a definição do governo. A igreja católica provavelmente ainda considerava o rei casado com sua primeira esposa, também não é obrigada a aceitar a definição de casamento dele. Ao meu ver, as pessoas deveriam ser livres para discriminar umas às outras, desde que não iniciem agressão.

    Apesar de tudo isso, ainda tendo a identificar a configuração tradicional de família como "superior" e "mais desejável", além de mais barata... Mas não considero que tal superioridade justifique as atuais proibições.

    PS: Por favor, sem relinchos sobre tática gramsciniana, idiotice útil, destruição da sociedade, marxismo, esquerdismo, casamento com animais, etc. Mantenhamos um diálogo civilizado.
  • Camarada Friedman  26/04/2013 21:46
    Acho estranho a felicidade dos camaradas. Não existe NENHUM paralelo entre a direita americana e a brasileira.

    A direita americana tem a constituição americana. E a gente ? Tem o que ? Leiam a constituição do Brasil aquilo é um PEIDO!

    Sendo realista e por mais louco que isso possa parecer, a única solução é fomentar e apoiar todo tipo de movimentos separatistas dentro do "nosso" território. Por mais infantis que esses movimentos tendem a ser, a maioria deles se baseia em pragmatismo econômico, tosco, porém já é alguma coisa.

    A América não tem jeito mais, ACABOU. E o Brasil acabou quando essa maldita república nasceu... se for pra viajar na maionese(Bolsonaro ? Nacionalista...) então temos que ir fundo e não vender o ideal por nada.
    O povo brasileiro(o povão), é extremamente conservador. O problema é a nossa classe média que odeia a classe média...

    Daqui a pouco aparece o Rodrigo Constantino xingando a gente pq não votamos no PSDB hahaha...
    Qualquer movimento político pequeno tem o luxo de ser radical... deixar de ser radical por causa de Olavo e Bolsonaro não é muito inteligente.

    Hoppe não é maluco, Hoppe é Hope. Separatismo é a saída. Temos movimentos no Sul, SP, Nordeste. Essa gente precisa aprender economia e libertarianismo. Isso é mil vezes mais realista do que esperar que uma legenda libertária consiga alguma coisa nessa porcaria de país.
  • Marcos Santana  10/05/2013 21:50
    O que o Olavo de Carvalho e o Bolsonaro têm em comum? O primeiro é um escritor conservador-tradicionalista - embora seja muito liberal no essencial - com textos geniais e o segundo é um nacionalista meio grotesco, mas muito corajoso que se vira como pode.

    Comparar os dois é uma besteira sem tamanho.
  • Renan Santos  10/05/2013 21:56
    Se fizessem um levantamento do número de brasileiros entrevistados no podcast do Instituto Mises Brasil que são ou foram alunos do Olavo de Carvalho, aposto que teríamos uma grande surpresa. Chuto que pelo menos dois terços deles foram influenciados de alguma forma pelo Professor, comçando pelo entrevistador, que, se não me engano, se baseou em estudos do Olavo para desenvolver sua dissertação de mestrado que em breve será publicada pela É Realizações.

    Eu sou olavete confesso. Discordo dele em inúmeros pontos. Mas negar o velho é permitir que a esquerda obtenha sucesso no linchamento público que perpetrou contra ele.
  • anônimo  26/04/2013 22:20
    Bom texto. Conservador e libertário tem que parar com essas briguinhas e unir suas forças contra os verdadeiros inimigos.

    Apenas acrescento que o comunismo não é um inimigo sem importância. O comunismo se esconde atrás da social democracia, através do gramscismo (ou marxismo cultural, como queiram...)
  • Arthur Rizzi Ribeiro  26/04/2013 22:58
    Parem de militar pelo ateísmo e eu me uno a vocês, deixemos os debates apologéticos para quando a democracia estiver assegurada.
  • saoPaulo  27/04/2013 00:16
    Hã?!?! Onde é que o IMB faz militância pelo ateísmo?! E mesmo que fizesse, e daí? Ron Paul é contra o aborto, mas mesmo assim deixaria minha descrença quanto à democracia de lado e votaria nele com gosto! Não se apegue a detalhes insignificantes, apóie os libertários naquilo que concorda e deixe sempre claro os pontos com que discorda, simples assim...
  • Sérgio  27/04/2013 04:57
    O IMB não faz militância pro ateismo. Sugiro que leia antes de falar besteira:

    Religião e libertarianismo

    Liberalismo e cristianismo

    O papel crucial da religião no desenvolvimento da ciência econômica

    Leia mais artigos sobre Religião

    Onde há militância pro ateismo no IMB? A não ser que você fale de pseudo-libertários como este "saoPaulo"...
  • anônimo  27/04/2013 12:12
    Esse saoPaulo quer ser livre pra matar um ser que tem coração batendo, sistema nervoso, cérebro, sente dor e sonha, e um lixo desses é aceito entre vocês libertários.
    Não é assim que vocês vão conseguir o apoio dos conservadores.
  • saoPaulo  27/04/2013 15:11
    anônimo, interessante seu ponto de vista. Acredito que, por coerência com o que escreveu, seja vegetariano e aceite aborto até a terceira semana de gestação, quando o coração ainda nem está formado. Também, como eu, deve ser a favor do aborto de anencéfalos, já que estes não possuem cérebro, não sentem dor nem sonham.

    1. Existe uma grande diferença entre ser a favor da legalização do aborto e ser a favor do aborto. Eu nunca disse que "quero ser livre para matar" ninguém! Pessoalmente, jamais pediria que minha namorada fizesse isso (tirando casos extremos como anencefalia, claro). Não atribua a mim coisas que eu nunca disse!

    2. Que negócio é esse que libertários têm que ser obrigatoriamente contra o aborto? Então Rothbard não era libertário? É isso mesmo?

    3. Sim, sou libertário e também sou a favor da legalização do aborto! O que é apenas a minha posição. O fato do IMB deixar que eu poste comentários aqui não faz com que esta se torne automaticamente a posição do site. O fato de meus comentários serem "aceitos entre os libertários" deixa evidente a estima do instituto por algo chamado liberdade, inclusive liberdade de expressão. Conhece este conceito?

    4. Se você não tem maturidade mental pra conseguir separar conceitos e apoiar libertários naquilo que concorda (como livre mercado, considerando que o apóie), ao mesmo tempo que condena pontos em específico (como a legalização do aborto, neste caso), então realmente, nenhum apoio seu é pretendido. Aliás, então quer dizer que você só apóia quem concorda 100% com você? Deixe de ser criança.

    Maldita hora que eu fui responder à provocação do anônimo lá em cima. O título do artigo é: "Libertários e conservadores: uni-vos contra o verdadeiro inimigo". Eu digo que sou libertário e a favor do aborto e já começam os afetadinhos: "você é um lixo!" "Aliança entre libertários e conservadores é impossível!" Que tal esquecermos isto? Pronto! Fui convertido! Não estou nem aí mais se uma mãe vai carregar um filho na barriga por 9 mesese e dar à luz a um cadáver anencéfalo. Pronto, a partir de agora, neste artigo, sou contra o aborto em qualquer situação. Podem voltar a falar sobre o tema do artigo novamente. Não responderei mais nenhuma provocação referente ao tema aborto.
  • anônimo  27/04/2013 15:28
    saoPaulo, aprenda a ler em vez de dar piti
    Se eu deixei claro estar falando de seres 'com coração, com sistema nervoso, COM CÉREBRO'
    E aí você vem falar de anencéfalos? Sério?

    'Eu nunca disse que "quero ser livre para matar" ninguém! '
    Nenhum abortista diz. E isso não muda nada.
  • saoPaulo  27/04/2013 16:07
    Então quer dizer que você é a favor do aborto de fetos sem cérebro?! Seu lixo abortista! Eu, como um libertário de verdade contra o aborto, é que não quero aliança nenhuma com um anti-conservador como você! Aliás, não quero aliança com ninguém, já que todos têm opiniões aquivocadas a respeito da melhor maneira de anãs tibetanas cegas confeccionarem tapetes persas. Assim não dá! Não dá pra concordar com vocês enquanto vocês não concordarem 100% comigo! Inclusive, tem-se que mudar de opinião de maneira sincronizada a fim de manter-se qualquer aliança.
  • anônimo  28/04/2013 09:26
    'Que negócio é esse que libertários têm que ser obrigatoriamente contra o aborto? Então Rothbard não era libertário?'

    É, quanto a isso ele estava errado.É uma iniciação de agressão sim.E é uma coisa tão baixa, tão repugnante, não é qualquer agressão é agressão covarde contra seu próprio filho...e que não tem chance nenhuma de defesa.
    Se vocês se contradizem com os próprios princípios que defendem, não é problema meu.
  • Pro saoPaulo, Libertarianismo é isso:  28/04/2013 06:01
    Pro idiota saoPaulo, libertarianismo é isso:


    Horror absoluto: o genocídio silencioso

    Escrito por Heitor De Paola | 26 Abril 2013
    Artigos - Aborto



    Crianças decapitadas, corpos cortados e acondicionados em jarras, algumas nascidas vivas de uma tentativa de aborto. Campos de concentração nazistas? Gulags? Coréia do Norte? Não, não estou falando de horrores do passado nem de países totalitários. Falo do que vem ocorrendo no país mais desenvolvido do planeta, os Estados Unidos da América (2) e suas 'Casas da Morte', clínicas abortistas perfeitamente legais. Você nunca ouviu falar sobre isto? Não é sua culpa. A mídia está evitando falar destes horrores desde o início do julgamento por assassinato do abortista Dr. (?) Kermit Gosnell, da clínica Women's Medical Society de Philadelphia, Pennsylvania.

    Já fiz posts em meu blog citando um estudo da revista Journal of Medical Ethics e a posição da organização abortista Planned Parenthood. O assassinato de bebês já fora do útero é defendido com o argumento de que 'se a mãe queria abortar e o aborto falhou e o bebê nasceu vivo, é seu direito decidir, junto com seu médico e o plano de saúde, se o bebê deve sobreviver ou ser sacrificado'.

    É exatamente atrás deste eufemismo de 'direito da mulher' que se esconde o maior, mais cruel, sórdido e covarde genocídio da história humana: o genocídio oculto dos abortos. Leio no Mídia sem Máscara que só na China, entre 1971 e 2010, 336 milhões de crianças foram abortadas, 196 milhões de esterilizações foram realizadas e inseridos 403 milhões de dispositivos intra-uterinos. Claro, com a outra deslavada desculpa malthusiana de controle populacional.

    Leia mais em www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/14079-horror-absoluto-o-genocidio-silencioso.html
  • Marcus Benites  27/04/2013 14:05
    Não cabe a você, Sérgio, definir quem é libertário ou não. Fulano pode, sim, ser ateu e libertário. Pode, até, ser ateu e reconhecer a importância da religião. Estamos, essencialmente, falando de liberdade, não? É essa a essência libertária, não o cristianismo (embora possam andar juntos e busquem, em muitos aspectos, o mesmo fim).
  • anônimo  27/04/2013 14:51
    O Sérgio nunca falou que é impossível ser ateu e libertário, o que ele disse foi:
    'O IMB não faz militância pro ateismo.'
    E não faz mesmo.
    E quem foi que disse que não cabe a ele chamar um cara que quer matar inocentes de pseudo libertário? Cabe a ele sim, e a mim, e a qualquer um com um pingo de sensatez.
  • Marcus Benites  27/04/2013 23:36
    Chame quem você quiser do que você quiser. Daí a você ter razão e poder falar em nome do libertarianismo vai uma distância grande, ainda mais sem assinar os próprios comentários - é um direito seu, mas, convenhamos, não dá pra assumir posturas tão fortes e querer que elas valham como verdades absolutas para os demais anonimamente...
  • Sérgio  27/04/2013 16:48
    Não estou definindo quem é libertário ou não. Ocorre que é incompatível com o libertarianismo defender crimes covardes contra a vida, como ocorre no aborto.
    E eu não disse que um libertário não pode ser ateu, eu disse que o IMB não faz militância ateista. E realmente não faz.
  • Marcus Benites  27/04/2013 23:30
    Você chamou Fulano de "pseudo-libertário". Isso é, sim, dizer que ele não é libertário. Mas na essência das coisas que ele disse ele não foi contra o libertarianismo... Então por que ele não seria libertário? Por não gostar de conservadorismo? Essa não é uma condição...
  • Sérgio  28/04/2013 01:45
    Mas ele é um pseudo-libertário mesmo. Não tem nenenhuma noção sobre direito natural.
  • Marcus Benites  28/04/2013 11:40
    A questão do aborto é um pouco mais complexa que isso... Eu também acho uma abominação o aborto (e não é essa a questão, a minha opinião ou a sua), mas mesmo Rothbard, como foi citado, seria favorável à liberdade da prática... E não vejo como Marcus Benites, Sérgio ou "anônimo" possam ter autoridade pra chamá-lo de pseudo-libertário... Era esse o meu ponto.
  • Sérgio  28/04/2013 20:38
    Complexo? Você que sofre de algum tipo de complexo psicológico...

    A vida começa na concepção. O que há de complexo nisso? A questão sobre a origem da vida já foi resolvida no século XIX com os estudos sobre embriologia e célula. Qualquer ginecologista, embriólogo ou obstetra sério sabe disso.

    Esse idiota desse saoPaulo diz: "Ron Paul é contra o aborto, mas mesmo assim deixaria minha descrença quanto à democracia de lado e votaria nele com gosto!" Ron Paul é contra o aborto não porque ele é um "fanático religioso ignorante", mas porque ele como obstetra e ginecologista, e portanto como especialista no assunto, sabe que aborto é um crime covarde contra a vida.

    A verdade é essa. O resto é falácia de abortista.
  • Hueber  30/04/2013 02:44
    Por favor Sérgio, que tal linkar artigos científicos que comprovem que a vida começa na concepção? E que tal nos mostrar artigos mostrando que essa questão já foi resolvida no século XIX? Que tal evidências, ou uma argumentação decente, em vez dessa sua choradeira e desses seus ataques pessoais?
  • Conservador Reacionario  30/04/2013 12:45
    Mas começa na concepção. Quem nega isso é um frouxo que não quer saber de assumir suas responsabilidades; é moleque que se sabe incapaz de criar filhos. Sabem fazer mas não sabe assumir. Nunca virarão homens de verdade.

    Acusem o Sérgio pelo frouxo que ele é (quer que políticos o protejam, pois não é homem para se proteger por conta própria), e não pelo único lado viril que ele possui (ser contra o aborto).
  • Sérgio  30/04/2013 21:06
    Simples. A discussão sobre o momento da origem da vida humana foi resolvida com a descrição feita em 1827 por Karl Ernst von Baer. Devido ao aumento da sensibilidade do microscópio permitindo visualizar o óvulo e o espermatozóide, constatou-se que a nossa origem está na concepção. Nas suas obras Ueber Entwicklungsgeschiechteb der Tiere e Beabachtung and Reflexion descreveu os estágios correspondentes do desenvolvimento do embrião. Por isto é chamado de "Pai da Embriologia Moderna".

    Em 1839, Schleiden e Schwann, ao formularem a Teoria Celular, foram responsáveis por grandes avanços da Embriologia. Conforme tal conceito, o corpo é composto por células, o que leva à compreensão de que o embrião se forma a partir de uma ÚNICA célula, o zigoto, que por muitas divisões celulares forma os tecidos e órgãos de todo ser vivo, em particular o humano.

    Em meados do século XIX os médicos estavam já completamente convencidos da existência desse processo e iniciaram então uma campanha para proibir o aborto. A frase que todos pensam ter sido inventada pelo Vaticano "a vida humana começa no momento da concepção", data, de facto, dessa campanha iniciada pelos cientistas no século XIX. Um outro mote dessa campanha era precisamente "adopção em vez de aborto". Na seqüência de todos estes sucessos, o parlamento inglês baniu o aborto, em 1869, aprovando o Offences Against the Person Act. Foi o primeiro país a fazê-lo. Por seu lado a American Medical Association, em dois relatórios (1857 e 1870), estabeleceu sem margem para dúvidas que o aborto era inaceitável. No mesmo ano o Papa Pio IX aceitou estes fatos científicos, passando a Igreja Católica a se posicionar contra o aborto, em defesa do ser humano desde sua concepção. No relatório de 1871 pode-se ler o seguinte:"A única doutrina que parece estar de acordo com a razão e a fisiologia é aquela que coloca o inicio da vida no momento da concepção. (...) O Aborto é uma destruição massiva de crianças por nascer".

    Não se trata, portanto, de um dogma religioso, mas da aceitação de um FATO CIENTIFICAMENTE COMPROVADO.
  • anônimo  01/05/2013 00:45
    Exatamente. Um óvulo, por si só, não é nada, vai ser sempre um óvulo. O mesmo para o espermatozóide. Já o óvulo fecundado irá se desenvolver num ser humano. Vale dizer que o óvulo fecundado já é um ser humano nos estágios iniciais de sua vida e de seu desenvolvimento. O mesmo vale para uma criança, que ainda não é um ser humano completamente desenvolvido. E, senhores, o que é a destruição intencional de um ser humano senão assassinato?

    Neste aspecto, a vida de um embrião em qualquer estágio de desenvolvimento é semelhante a vida de uma criança. Ambos são membros da espécie humana em diferentes estágios de seu desenvolvimento. E chegamos nesta conclusão sem nenhum apelo religioso, somente o uso da lógica.
  • Corretissimo  26/04/2013 23:43
    Queria lhe pedir uma coisa. Um artigo sobre o que vou escrever

    Dizem por ai que uma andorinha não faz verão. Eu descordo.

    Veja-se Sansão. 1 homem libertou o estado de Israel. Vejam também. 300 homens que enfrentaram um exercíto de 1 milhão.

    Pois não é impossível irmãos. Nada é impossível para quem crê. Imprescindívelmente Naquele ... que nos criou. Pois somente Ele pode contra nós, o resto, ele vai à nossa frente.

    Abraço à todos daqui, e do povo do Mídia Sem Mascará. Editores e Leitores.
  • PESCADOR  27/04/2013 05:17
    Artigo ruim. Um dos piores já publicados pelo IMB. Conservadores não são defensores da liberdade. Não dá para fazer aliança com cidadãos que são inimigos da liberdade, tanto quanto os esquerdistas. O fato de alguns conservadores defenderem uma estado menos, não é motivo para os libertários - verdadeiros defensores da liberdade - olharem de forma positiva para esse grupo. Digo isso me baseando nos conservadores americanos, nem vale a pena comentar sobre os lamentáveis e patéticos conservadores brasileiros. As olavetes são ridículas e nem percebem. Aquele site deles, o midiasemmascara, costuma publicar artigos do IMB e os leitores de lá invadem aqui para vomitar suas idéias cretinas de como a sociedade deveria ser do ponto de vista moral. Liberdade de consumir e vender drogas, liberdade de transar com pessoas do mesmo sexo, liberdade de se prostituir voluntariamente, etc., são tratados pelo conservadores como proibíveis pelo estado. Não dá para fazer aliança com esses caras, são antilibertários demais. Concordam em APENAS ALGUMAS coisas em matéria de economia, mas não é o suficiente. Libertários de verdade defendem a liberdade em sua plenitude e não se aliam com conservadores ou progressistas, pois esses dois últimos não defendem a liberdade. Nós, libertários, defendemos.
  • Sérgio  28/04/2013 21:34
    Prezado Pescador.

    Este texto foi publicado exatamente para acabar com essa briga infantil entre libertário e conservadores e nos focar em combater o verdadeiro o inimigo: que á a social-democracia, o gramscismo e o politicamnete correto. Tem muitos pontos do libertarianismo que eu concordo. O problema é que alguns "libertários" politicamente corretos deturparam alguns conceitos do libertarianismo.

    Agora, vejamos alguns pontos onde você culpa os conservadores pelos crimes que na verdade é a esquerda que comete....

    "Liberdade de consumir e vender drogas"

    A ironia disso tudo é que justamente no governo do PT, aumentou a restrição até a medicamentos antibióticos.

    Quem quiser consumir drogas, que o faça, nenhum conservador é contra isso. Um conservador é contra o Estado ter que custear o tratamento dos drogados e o ônus social gerado pelas drogas.

    liberdade de transar com pessoas do mesmo sexo

    Cada um faz o que quiser com o seu corpo. Se quiser transar com pessoas do mesmo sexo, que transe. Se quiser namorar, que namore. Apenas não venham interferir na liberdade religiosa, querendo proibir os padres e os pastores de falar o que está na Bíblia e difundir os valores cristãos. Também não venha querer que os pagadores de impostos sustentem paradas gays, paguem cirurgias pros gays se castrarem....

    liberdade de se prostituir voluntariamente

    Não são os conservadores que proibem a prostituição, são as feminazis que proíbem a prostituição e criminalizam o cliente (basta ver o que ocorre em países como a Suécia). Sugiro que leia sobre a posição de Santo Agostinho e São Tomás sobre o assunto. Do ponto de vista moral, a prostituição é reprovável, mas se a mulher quiser fazer, que o faça.
  • SURFISTA  30/04/2013 19:27
    PESCADOR:

    "Liberdade de consumir e vender drogas, liberdade de transar com pessoas do mesmo sexo, liberdade de se prostituir voluntariamente, etc."

    Então quer dizer que ser conservador é estar contra todas estas atrocidades?

    Vai falar também que você odeia conservadores pq são contra a pedofilia e o infanticídio né?

    Olha onde o ser humano está chegando ... quanta imundícia. Ser desprovido de razão.

    Olha o futuro que estes caras querem pra humanidade. Preciso falar algo?

    Ainda faz cara de coitado. Gente com mentalidade maléfica, psicopata estilo esta, não é mais incomum.

    Mero ideólogo, socialista, comunista. Um ser desprovido de razão. Lamentável.

    Ainda dizem que são gente boa. Pouco à pouco essas mariposas demonstram quem realmente são.

    Vamos falar de ciência? A Natura fez o homem e a mulher. Só. Vai se tratar.

    Nem todos os homosexuais são assim. Só para vocês saberem. São poucos os que defendem o que é verdadeiro, e não o fantasionismo.
  • Jonas  27/04/2013 20:54
    Como é divertido ver um punhado de conservadores e um punhado de libertários se debatendo entre si!
  • Marcus Benites  27/04/2013 23:22
    Achei que gente como você se divertia vendo os outros morrerem, tendo sua liberdade tolhida ou vivendo na miséria... Os padrões de divertimento da esquerda andam baixando de nível, não são mais aqueles do século XX.
  • Camarada Friedman  28/04/2013 04:22
    Jonas, vai la na cadeia defensor "di menor" queimador de dentista, vai.
  • Marcus Benites  28/04/2013 11:46
    É fácil identificar um esquerdista no site... O cara em uma única frase consegue escrever a pérola "conservadores e libertários se debatendo entre si" (não, "se debatendo" cada qual no seu canto, individualmente e em convulsões!)... Imaginem só uma dissertação de mestrado em Ciências Sociais dessa gente, escrita em algo próximo ao português...
  • Bruno D  27/04/2013 22:45
    No caso do partido Liber, digo, colocá-lo em atuação, pois ele ainda não está formado oficialmente como partido politico elegível.
  • Mr.Garone  27/04/2013 23:47
    Conservadores não estão aptos nem a somar 2 + 2. Se todo ateu é comunista, então por que a maioria dos liberais no mundo inteiro são ateus!
  • Gilda  28/04/2013 01:08
    Seria tão bom se "Ele", o todo poderoso, ensinasse português...

    Defendo o desempoderamento do Estado.
    Estado não tem que ter empresa nem interferir na escolha de cada um.
  • Sérgio  28/04/2013 01:41
    "A esquerda deseja defender a família contra o capitalismo, Sérgio. Não deseja substituí-la."

    A idéia do marxismo cultural é sim destruir o capitalismo através da destruição da família. Pra isso existe o feminazismo, o gayzismo e o politicamente correto.
    E você só mais um agente da Escola de Frankfurt, uma organizações globalista que visa destruição a família e substituí-la pelo Estado.

    A instituição familiar não pode ser simplesmente substituída por um planejamento científico para criar o futuro pois o desenvolvimento inicial dos homens depende dessa. Decidir impedir que uma rede de fast-food venda refrigerantes gigantescos às crianças não é invasão da família, é uma atitude de guarda contra a terrível ameaça que o refrigerante representa à saúde infantil mundial.

    Se você acha que fast-food faz mal pro teu filho, é só não comprar fast food pro teu filho. O governo não tem que proibir fast-food.

    Entretanto, veja o que o capitalismo globalizado está a fazer com a instituição: Os pais, abandonando seus filhos devido ao aumento da mais-valia

    Parei por aqui. Quando o cara vem com essa baboseira de mais valia, já se sabe que um marxista imbecil. A verdade é que não existe mais valia. Essa é a mais velha mentira marxista. Ocorre que uma pessoa trabalha, poupa e com esta poupança, fruto de anos de trabalho, abre um negócio, e emprega trabalhadores. Sem o capital do capitalista, o trabalhador não é nada.
  • Nilo BP  28/04/2013 05:22
    Tentar convencer as massas de que o governo está aí pra ferrar elas? Passo a tocha pra alguém com mais estômago. Já fartei e cansei de ser tratado como biruta, palhaço, retardado, etc.

    Acho que sou um desses intelectuais com o ego hiperinflado, sem capacidade de lidar com o mundo real. Porque o mundo real vive me dando um cac*te. Hora de achar uma teta estatal...
  • Julio Heitor  28/04/2013 17:25
    Me chamou a atenção particularmente a parte em que foi mencionado que a Igreja era a entidade intelectual o qual todo governo necessita.

    Sou católico e sempre ouvi, em época de eleições, que a igreja não apoia nenhum partido político.

    Isso me lembrou o fato de que as instituições religiosas recebem isenção fiscal do governo.

    Será que existe essa relação entre isenção fiscal e neutralidade da igreja católica durante as eleições?

    Não seria a isenção fiscal uma forma de fazer com que a igreja não inicie um processo de catequisação pró-liberdade (ou anti-governo)?
  • josé  29/04/2013 03:09
    Excelente artigo!

    É óbvio que entre libertários e conservadores existem enormes divergências. Porém, é possível um "programa mínimo" que favoreça o diálogo entre essas duas posições, mesmo no Brasil, onde uns e outros são ainda residuais, no que se refere ao debate público. Sendo assim, gostaria de dizer que o fio condutor desse diálogo não pode ser somente o encolhimento do Estado. Uma questão fundamental para os conservadores é a defesa da vida, desde a concepção. Como existem muitos libertários - religiosos ou não - que defendem essa questão, seria interessante que ela fosse agregada como elemento estruturante nesse "programa". Por fim, não há como viabilizar uma discussão pública dessa magnitude sem organização partidária. Aqui, voltamos à questão prática: como interferir no debate público e mudar a legislação (sim, ninguém aqui prega luta armada)sem um organismo partidário?

    Estou torcendo para que certas lideranças desses grupos se articulem para iniciar um processo de construção partidária. Fora disso, ficaremos batendo papo inteligente - o que é ótimo - mas seremos sempre objeto da fúria coletivista.

    Um grande abraço e parabéns ao IMB, que tem um papel fundamental nesse processo.

    Rodorval Ramalho.
  • anônimo  29/04/2013 22:16
    Libertários são como anarquistas. A única diferença encontra-se na propriedade privada, os anarquistas são contra e os libertários são a favor.

    Então o libertarianismo é um anarquismo com propriedade privada. Então, não é de se duvidar que tá cheio de libertário defendendo o aborto, a maconha e tudo o mais que não presta. Aonde estão as leis? Se elas existirem, então o Estado iria ficar mais forte; se elas não existirem então haveria o caos. Não é de se duvidar que os libertários sejam fantoches da esquerda, a meta deles é impossível, o homem é um ser social, ou seja, precisa viver em comunidade, e onde há comunidade, haverá regras, e onde há regras, há Estado.

    A função do Estado não é 'garantir a propriedade privada', a função do Estado é garantir o bem à todos os cidadãos, pois as pessoas se reunem justamente para o seu bem mútuo. A propriedade privada é um dos meios que o Estado utiliza para garantir o bem do povo, mas não é o único, devem existir as leis para garantir o bom convívio, devem existir os soldados para garantir a segurança da nação, e todas as áreas que auxiliam o bem geral são passivas do Estado interfirir, pois esse é o seu objetivo. As escolas e os hospitais públicos existem justamente para garantir o bem geral do povo, elas são justas pois garantem o bem para todos os cidadãos.

    Um conservador não quer reduzir o tamanho do Estado justamente por reduzir, ele quer reduzir o tamanho do Estado quando esse Estado faz coisas que não é pra ele fazer, como é o caso de cobrar altos impostos e ao mesmo tempo dar bolsa família. O Estado não pode beneficiar uma classe em detrimento da outra, é impossível fazer o bem através do mal; um Estado que faz o mal está agindo de forma contrária à sua essência, ao motivo dele existir.

    Conservadores e libertários não são amigos, e nunca serão, pois, enquanto um é movido pela verdade e pela razão das coisas existirem, a outra é movida pela vontade masturbatória de enfraquecer por enfraquecer.
  • Conservador Reacionário  30/04/2013 01:33
    Mais um desinformado que caiu no conto da esquerda de que libertários defendem a ausência de leis e ordens. Há vários artigos neste site que explicitam que os libertários são tão ou mais rigorosos que os conservadores quanto à necessidade de lei e ordem, mas ainda assim há os desavisados que não lêem nada e que preferem acreditar no bicho-papão que eles próprios criaram -- ou, pior ainda, que a esquerda criou. Ver um pseudo-conservador como este anônimo acreditando em propaganda esquerdista dá um bom tom da miséria intelectual do país.

    Só um detalhe. Após fazer uma defesa da saúde e da educação pública -- o que significa que se trata de um "conservador" de geléia, um frouxo que teme não conseguir se sustentar por conta própria e ter de recorrer a políticos para que estes provenham o seu sustento e bem-estar -- anônimo solta duas perolas. Primeiro ele diz que:

    "Um conservador não quer reduzir o tamanho do Estado justamente por reduzir, ele quer reduzir o tamanho do Estado quando esse Estado faz coisas que não é pra ele fazer, como é o caso de cobrar altos impostos e ao mesmo tempo dar bolsa família."

    Ou seja, 30% do PIB em impostos e vários funças mamando tá beleza. Agora, 36% e bolsa-família, ah aí o anônimo não aguenta mais. Nota-se que este frouxo não tem problema nenhum com a existência de um ente parasitário dando ordens em sua vida. O que ele realmente não quer é que este ente seja controlado por pessoas que ele não aprova.

    E prossegue:

    "O Estado não pode beneficiar uma classe em detrimento da outra, é impossível fazer o bem através do mal; um Estado que faz o mal está agindo de forma contrária à sua essência, ao motivo dele existir."

    O frouxo não percebe a contradição. A partir do momento em que existe um ente com o monopólio da violência e da tributação, os parasitas que estão dentro deste ente inevitavelmente serão a classe beneficiada à custa de todo o resto; haverá uma entidade que faz o mal à custa do bem; uma entidade que privilegia seus membros à custa do espoliados. E ele ainda crê que é possível um estado existir sem que haja privilégios. Ou seja, este utópico crê no círculo quadrado.

    Com homens de geléia e pseudo-conservadores frouxos assim, seres lamentáveis que querem resolver problemas intrínsecos à convivência humana correndo para a barra das saias de políticos, não é de se estranhar a acentuada delicadeza da população brasileira.

    É por isso que eu gosto do IMB. Aqui é um site de macho. Aqui é um site que mostra como é que homens de verdade podem resolver problemas sem ter de entregar suas armas e o monopólio da violência para terceiros. Homem que é contra isso não passa de um frouxo que envergonha sua espécie -- como o anônimo acima, que compreensivelmente nem quis se identificar.
  • anônimo  30/04/2013 14:50
    Site de macho, nada a ver, tem um monte de libertário gay.Como o Molineux.
    www.youtube.com/watch?v=yQa_NAwDQ9Y&feature=youtu.be
  • Conservador Reacionário  30/04/2013 15:06
    Você tem sérios problemas com o inglês. Não entendeu nada do vídeo. Aliás, entendeu exatamente o oposto. É só dar uma lida nos comentários. As bibas estão iradíssimas chamando o Molyneux de homofóbico.

    Aprume-se e eduque-se.
  • anônimo  06/05/2013 10:46
    E você também tem dificuldade de compreender o que escuta.
    Eu não estava falando que ele NÃO critica a comunidade gay. Estava falando que ele é gay assumido. Pela sua cabeça limitada talvez seja impossível as duas coisas ao mesmo tempo, já quem tem mais de dois dígitos de QI sabe que não é.
  • Administrador  06/05/2013 11:01
    Molyneux, de quem eu não sou fã, é casado e tem uma filha. Este tipo de calúnia não será tolerado aqui e você está avisado (seu IP está marcado).
  • Conservador de verdade  05/05/2013 05:52
    Este conservador reacionário nem sabe o que é ser conservador...

    O Estado não é parasita nenhum, todas as sociedades civilizadas possuem um governo, que pode ser monopolizador ou não.

    E que diferença faz quem assina uma lei? Uma lei é boa se ela beneficiar a todos e manter o Estado em pé, e é má se ela beneficiar uma parcela de população em detrimento da outra parcela ou em detrimento da própria sobrevivência do Estado, ignorar esse quesito é o que caracteriza um governo que apóia o 'Estado de bem-estar social' extremado.

    O Estado de bem-estar social extremado é uma furada, só aumenta os impostos e leva o Estado à falência. Por isso eu falei que "o conservador quer reduzir o tamanho do Estado quando esse Estado faz coisas que não é pra ele fazer". E isso foi dito justamente para colocar um limite nas áreas em que a interferência do Estado será boa ou má, benéfica ou maléfica. O Estado só pode interferir para fazer o bem ao povo e a si mesmo, o welfare state extremado não entende isso, pois preza pelos benefícios ao povo a qualquer custo, daí aparece o sistema de aposentadoria super saturado, o desemprego e a falta de desenvolvimento oriundos da menor competitividade, e principalmente as dívidas e o custo para o Estado manter todas regalias ao povo.

    Leia Aristóteles:

    "Para Aristóteles o Estado é encarado como um instituição natural, necessária, decorrente da própria natureza humana. É resultante dos movimentos naturais de coordenação e harmonia. Sua finalidade primeira seria a segurança da vida social, a regulamentação da convivência entre os homens, e em seguida, a promoção do bem estar coletivo.

    Afirma Aristótels que o Estado deve bastar-se a si mesmo, isto é, deve ser auto-suficiente. Observe-se que nessa idéia de autarquia encontram muitos autores a gênese da soberania nacional e ensinou que, nas manifestações populares, a expressão qualitativa deve ser levada em conta juntamente com a expressão quantitativa."


    www.coladaweb.com/direito/teorias-sobre-a-formacao-do-estado

    As pessoas se unem para viver bem.

    "E ele ainda crê que é possível um estado existir sem que haja privilégios."

    Não só é possível como já existiu Estado sem que haja privilégios (basta ver na França governado pelo São Luís). Hoje temos os gays que podem ser considerados como privilegiados, mas isso já é outra coisa relativamente nova na história da política.
  • anônimo  05/05/2013 16:09
    (...)As pessoas se unem para viver bem.(...)

    Posso então reunir minha família e a família de alguns amigos e criar nosso próprio estado, livre de influências externas? Se não, explique.
  • Cristiano  30/04/2013 03:42
    "unica" diferença.
  • Mauricio Mendes Correa  30/04/2013 17:22
    O brasileiro é conservador apenas na esfera cultural! Em economia, o brasileiro é muito esquerdista. Adoramos o "Pai" Estado! Teríamos que modificar a cultura nacional nesse aspecto. Modelos estrangeiros não devem e não podem ser aplicados ao Brasil. Temos que descobrir um "modelo brasileiro"!
  • Nilo BP  30/04/2013 19:17
    Temos é que esperar até o brasileiro ser surrado quase até a morte pela sua fé torta no Estado; aí talvez ele esteja com a mente aberta suficiente pra ouvir umas verdades desagradáveis, mesmo que seja por virtude de uma rachadura no crânio.
  • SURFISTA  30/04/2013 19:39
    Todos os impérios cairam:

    Romano, Egípcio, Babilônico, etc etc etc. Cairam para o bem da humanidade.

    Mas o melhor estar por vir. Querem um império tirânico mundial (Nova Ordem Mundial).

    Taí uma das coisas mais importantes que vou lutar e pagar para ver. A queda do império mundial. A mais tenho certeza que vou fazer parte para a derrubada deste império.

    Tenho certeza que este império entrara em colapso e tropeçara na sua própria perna.

    E eu ... estarei assistindo isto de uma montanha comendo um sanduíche.

  • anônimo  01/05/2013 00:38
    Faço minhas as suas palavras, colega!
  • Ateu?  30/04/2013 19:41
    Ateistas falando em liberdade, vivendo e aceitando o que o mundo dá ... Sendo mais escravos que qualquer denominação ...
  • Julio  02/05/2013 17:10
    Um dos piores artigos do Mises. O autor mais parece um fã de Karl Marx e do Manifesto Comunista. Mais uma prova que até mesmo entre os liberais o excesso e o radicalismo podem estar presentes para desvirtuar bons princípios e distorcer boas maneiras de se enxergar a realidade.
  • Ricardo Rocha  02/05/2013 19:04
    Perfeitos e irretocáveis seus argumentos, Julio. Uma porretada bem dada, cheia de substância e tutano. Irretorquível. Aprendi muito com sua linha de raciocínio clara, didática e autoexplicativa. "Psionante"...
  • Ezequiel Augusto  03/05/2013 20:41
    Resposta aos comentários sobre o aborto:

    Parece que vocês nunca aprenderam história; são Tomás e santo Agostinho (dois campeões da Igreja) eram favoráveis ao aborto. Segundo o aquinata, só haveria aborto pecaminoso quando o feto tivesse alma humana o que só aconteceria depois de o feto ter uma forma humana reconhecível. Para o Doutor Angélico, como vocês católicos chamam, a chegada da alma ao corpo só ocorre no 40º dia de gravidez para os homens, e para as mulheres no 60º dia. A posição de Aquino sobre o assunto foi aceita pela igreja no Concílio de Viena, em 1312. Foi apenas no século XIX, mais precisamente em 1869, que o papa Pio IX (depois de acordo com o imperador francês Napoleão III) declarou que o aborto constitui um pecado em qualquer situação e em qualquer momento que se realize. Além disso, onde vocês pensam que quem faz o aborto deve estar. Na cadeia não vai ser, porque, se já existem mais de um milhão de mulheres abortando no Brasil, então o aborto já está legalizado há muito tempo, como em todos os países do Ocidente. O que vocês vão falar. Que esses países foram dominados por satanás e o apocalipse está começando? de todo modo, sou contra o aborto, por, além de já existirem métodos anticoncepcionais práticos (como a pílula do dia seguinte), o processo é um pouco dramático. Mas sou a favor da descriminalização do aborto, porque se uma mulher se descuida, não vejo porque ela seria obrigada a cuidar de um filho que ela nem sequer quis e, na maioria das vezes, não tem condições de criar. Mas, também de todo o modo, se alguém quer que o filho nasça, que crie o santo pirralho. Além disso, se vocês católicos e ateus crentes (ou outras religiões) querem que o aborto seja proibido, então que proíbam entre seus crentes, e não entre um estado laico (isso é coisa de muçulmano).

    PS: Façam o possível para responder o meu comentário, mas, por favor, tenham respeito com quem vos fala (correção: vos escreve) e tragam argumentos convincentes.
  • oneide teixeira  08/05/2013 19:35
    O que determina as leis são os costumes e a cultura de uma sociedade.
    Impor uma lei sobre uma sociedade baseado apenas na discussão acadêmica e uma forma de violência.

    Sobre aborto faço uma metáfora, se na eminencia de explodir um prédio você fica em duvida se existe alguém dentro do prédio você não aperta o botão de detonação.

    Os problemas psicológicos que aborto provoca na mulher são enormes na verdade nunca esquecem.
  • Fabio MS  08/05/2013 21:06
    Não vou entrar na discussão. Só me esclareça o seguinte:

    Você afirmou que "...já existem mais de um milhão de mulheres abortando no Brasil".

    De onde você retirou esse dado? Esse "mais de um milhão de mulheres abortando" representa o número de abortos voluntários e involuntários?

    Abraço.
  • saoPaulo  04/05/2013 00:36
    Nossa! Olhem só que incrível: um artigo no IMB com mais de 200 comentários só sobre aborto! Seria um ótimo lugar pra continuar a discussão, não? =D

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=241
  • Odiosvaldo da Silva  04/05/2013 04:37
    Este é o artigo mais genial que li nos últimos anos. Inspirador e motivante!

    Parabéns
  • Douglas Becker  09/05/2013 02:24
    Não ia rolar um bate-papo entre o Olavo de Carvalho e o Fernando Chiocca? Me lembro de terem combinado isso em um artigo de 2011.
  • Um Curioso  09/05/2013 13:07
    Interessante. Troque-se alguns termos e esse texto do Rothbard se converte num texto de extrema-esquerda. É por isso que a extrema-direita (e os "austríacos" inseridos nisso) e a extrema-esquerda são tão parecidos: maniqueístas: a luta do bem contra o mal, de como são perseguidos, de como sempre tem uma classe que representa o Mal e como eles são os representantes do Bem, e de que toda ação só pode ser tomada através da força (enfim, seus "populismos").

    A centro-direita e a centro-esquerda são dois segmentos que visam, ao menos, dialogar e construir uma sociedade democrática. Reconhecem que as pessoas não são "bem" ou "mal" absolutos, e que há diferença entre as pessoas e os comportamentos que elas adotam, e justamente por isso sabem da possibilidade do esclarecimento e do avanço gradual da sociedade, buscando respeitar o espaço e o tempo do indivíduo. Obviamente isso não ocorre com perfeição (malgrado a sede de perfeição das extrema-esquerda e extrema-direita, dum Paraíso na Terra nem para agora e nem para amanhã, e sim para ontem, tamanha sua fúria e, portanto, urgência), mas os homens só agem com o que têm a mão e de acordo com os limites oferecidos pelo seu contexto histórico.
  • Um Respondão  09/05/2013 13:22
    Permita-me uma pequena correção no que você disse:

    A centro-direita e a centro-esquerda são dois segmentos que, por meio de seu conluio, conseguem ampliar continuamente seus poderes sobre a sociedade, sempre em benefício próprio e de seus grupos de interesse.

    Essa é a parte que cabia alguma correção. Todo o resto que você disse é completo non sense, não cabendo sequer uma tentativa de correção. Por exemplo, gostaria de saber por que seguidores da Escola Austríaca -- que nada mais é do que uma ciência livre de juízo de valor, que nada mais faz do que explicar as consequências de determinados atos -- são de "extrema-direita"?

    Posições no espectro político cabem a filosofias, e não a ciências livres de juízo de valor. Quis falar bonito mas já saiu defecando logo no primeiro parágrafo. Ficou pra próxima.
  • Um Curioso  09/05/2013 14:32
    Justamente pela EA não ser simplesmente "uma ciência de juízo de valor". É um movimento ideológico visando ações políticas e econômicas e que convoca pessoas a agirem de acordo com o entendimento de seus líderes, e o máximo de discernimento crítico é seus seguidores adotarem uma apologética que não extrapole o horizonte dogmático da qual necessitam para manter sua fé: dogmática critica, e portanto discussões sobre como implantarem o que entendem como "paraíso" ou mesmo sobre como seria o "paraíso", e não razão crítica.

    O sr. não quis me compreender. Simplesmente já foi falando e impondo e adotando a lógica do pombo enxadrista. Isso sim é defecar.
  • Nilo BP  11/05/2013 15:13
    Sim, esse aspecto "bem vs. mal" hiperbólico do Rothbard e seguidores é meio irritante, e isso vindo de alguém que concorda com a filosofia dele.

    O Lew Rockwell e cia. que me desculpem, mas não tenho estômago pra retórica de comício. Fingir que a manada é formada de pobres coitados explorados por aquele mítico grupo conspiratório, "a Zelite", é ridículo. Nem minha vovozinha é inocente... muito menos o Zé da esquina que reclama do governo mas aceitaria alegremente fazer parte dele.
  • Ezequiel Augusto  10/05/2013 14:39
    Respondendo ao oneide teixeira:

    Essa metáfora da explosão do prédio você devia falar a um terrorista. Além disso, se por costumes e cultura você estiver falando da chamada "tradição judaico-cristã", pra mim você chegará ao cúmulo da discussão.

    Respondendo ao Fabio MS:

    Numa reportagem da revista Veja, datada de 28 de janeiro de 2009, especialistas estimaram que o número de abortos, no Brasil, chegue a um milhão. Além disso, o cenário teria sido bem pior na década de 80, quando os abortos clandestinos podem ter chegado a 4 milhões por ano. A redução desse número se deveria ao aperfeiçoamento dos métodos anticoncepcionais e à disseminação no país de políticas de planejamento familiar.

    Agora, os números desse ano e se os abortos foram voluntários ou involuntários eu não sei, mas estou aberto à novas colocações (desde que sejam confiáveis).
  • Fabio MS  10/05/2013 16:06
    veja.abril.com.br/280109/p_068.shtml
    "Sem muita precisão, os especialistas acreditam que chegue a 1 milhão o número de abortos realizados anualmente no Brasil de modo clandestino."

    Essa é a fonte? Os especialistas "acreditam"?

    Eu desconfiava dos números e continuo desconfiado.
    De qualquer modo, não encontrei o que eu queria: um estudo confiável a respeito do assunto. A reportagem é pura propaganda pró-aborto. Os próprios números oficiais do governo são inconfiáveis (para variar).

    Uma observação. É engraçada essa situação: se eu disser a você que acredito em Deus, serei tachado de idiota e irracional. Mas se os especialistas acreditam que há 1 milhão de abortos clandestinos, são gênios racionais, cientistas rigorosos.

    Abraço.
  • Ezequiel Augusto  10/05/2013 23:41
    Respondendo ao Fabio MS

    Se você não acredita nos números, não é problema meu. Não vou ficar influenciando alguém a confiar numa coisa. Além disso, pouco me importa se você acredita em Deus (seja ele qual for). Além disso, se os especialistas estão errados, então por que você não apresenta o verdadeiro número de abortos praticados aqui no Brasil? Se você não acredita nos números, então reclame com a Veja, com quem faz as estatísticas, ou até com o Janer Cristaldo (que, importante frisar, foi do blog dele que tirei essa pesquisa). Eu só coloquei isso há alguns dias para entrar na discussão sobre o aborto (propagada por comentários que prefiro não comentar). Se alguns de vocês estão insatisfeitos com o que eu escrevo, então por que não pedem para o site excluir tudo o que eu escrevi?

    Abraço.

    PS: Até agora não vi ninguém fazendo objeções ao que eu escrevi sobre a proibição moral do aborto ter sido apenas no século XIX.
  • Fabio MS  11/05/2013 22:35
    Respondendo ao Ezequiel Augusto.

    "Além disso, pouco me importa se você acredita em Deus (seja ele qual for). Além disso, se os especialistas estão errados, então por que você não apresenta o verdadeiro número de abortos praticados aqui no Brasil?"

    1. Eu acredito em Deus, mas no meu comentário não falei que acreditava. Só fiz uma observação acerca de uma situação curiosa.
    2. Tem certeza que você leu o que eu escrevi? Vou resumir: não existem estatísticas confiáveis sobre aborto no Brasil. Só isso. Sequer discuti o seu "irrefutável" comentário anterior.
    3. Primeiro, a sua fonte dos números era a Veja. Agora é o Janer Cristaldo. Assim fica difícil. Defina-se. Pensando bem, tanto faz. Não vai fazer diferença, já que o artigo do Janer Cristaldo se baseou na mesma reportagem daquela revista.

    "PS: Até agora não vi ninguém fazendo objeções ao que eu escrevi sobre a proibição moral do aborto ter sido apenas no século XIX."

    Pô, legal cara. Parabéns. Você é demais. Não pretendia falar nada a respeito, mas já que você fez menção, seria uma pena se... www.presbiteros.com.br/site/e-verdade-que-a-igreja-catolica-nem-sempre-condenou-o-aborto/
    e, em especial,este trecho do link www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20090711_aborto-procurato_po.html : "A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral: «Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (Didaké 2, 2; cf. Epistola Pseudo Barnabae 19. 5; Epistola a Diogneto 5, 6: Tertuliano, Apologeticum, 9, 8)"

    Pronto, alguém fez uma objeção ao "estudo" que você retirou da superinteressante.

    A propósito, fala sério, você gosta mesmo é de encarar o que as revistas escrevem como verdades inabaláveis, não? Primeiro apresenta um número altamente duvidoso, baseado no "achismo", tirado de uma reportagem da Veja. Depois, porque você leu uma reportagem na superinteressante, acha que a posição atual da ICAR em relação ao aborto começou, assim, num estalar de dedos, no século XIX.

    Grande abraço.
  • Ezequiel Augusto  12/05/2013 02:08
    Na realidade, eu li muito bem o que você escreveu e já digo mais:

    Nos primórdios da Igreja existia uma forte tradição em favor do livre arbítrio e outra conservadora que era contra, todavia, nenhuma delas podia ser considerada totalmente oficial.
    Uma doutrina cristã desenvolvida nos primórdios da Igreja, é a teoria da "hominalização tardia", ou seja, o momento em que a alma anima o corpo. Emprestada dos gregos, esta teoria afirma que a alma humana só animava o feto por volta do terceiro mês de gravidez, antes disso, qualquer forma de vida existente não era considerada humana.
    Esta ideia afirmava que o embrião era habitado primeiramente por uma alma vegetal, depois animal, e só quando estava suficientemente formado é que a alma humana habitava o corpo (ver, Pe São Tomás de Aquino, summa Theologiae).
    Segundo Christine Gudorf (Body, Sex and Pleasure: Reconstructing Christian Sexual Ethics - Pilgrim Press, 1995) a perspectiva pastoral considera que "o momento em que a alma animava o corpo ocorria somente quando a mãe podia sentir o primeiro movimento do feto, normalmente durante o quinto mês. Antes disso, o feto não era considerado uma pessoa humana. Esta é a razão porque a Igreja Católica Romana não batizava fetos de abortos espontâneos ou crianças que morrem ao nascer.
    Teólogos católicos latino-americanos concluíram que "Ao que tudo indica, os textos dos primórdios da Igreja que condenam o aborto se referem a prática realizada quando o feto já estava completamente formado" (Problemática religiosa de la mujer que aborta, Universidade Externado de Colômbia, 1994).
    A ideia de "etapa hominal" persistiu ao longo da tradição católica. Um forte exemplo é de São Tomás de Aquino, o mais célebre teólogo da idade média, também defendia esse ponto de vista.
    O Padre Karl Rahner, a quem consideram ser o primeiro teólogo católico do século XX, também defendia e acreditava na ideia de "hominalização tardia", descrevendo isso em seu livro Dokumente der Paulusgesellschaft, de 1962.
    No século XV, o santo arcebispo de Florença, Antoninus, dedicou-se ao estudo do aborto. Segundo ele, o aborto realizado no início da gravidez para salvar a vida da mãe não era pecado. Na época, isso era comum, ao ponto de, o Vaticano não fazer nenhuma crítica ou censura. Mais tarde, Antoninus foi canonizado.

    Se quer saber mais sobre isso, recomendo ler (com muita atenção) o texto "Aborto: pró-vida ou pró-escolha?" do site O Canto da Filosofia.

    PS 1: Espero encerrar de vez essa discussão pois, além de não saber o limite de comentários deste site, nós dois temos coisas mais importantes para fazer além disso.

    PS 2: Se você quer que o aborto seja proibido, então faça isso com seus crentes. Não pretenda que toda a sociedade participe disso.


  • Sérgio  17/05/2013 03:15
    Não tem cabimento isso. Os caras querem colocar nas palavras dos santos e doutores da Igreja Católica que eles defendiam o aborto. Tem que ser muito relativista para defender este crime covarde contra a vida de um embrião indefeso. Aborto é um dos crimes mais covardes que existe.
  • teólogo  17/05/2013 03:50
    Leia isso a Quaestio de abortu, documento do Vaticano de 1974:

    6. A tradição da Igreja sempre considerou a vida humana como algo que deve ser protegido e favorecido, desde o seu início, do mesmo modo que durante as diversas fases do seu desenvolvimento. Opondo-se aos costumes greco-romanos, a Igreja dos primeiros séculos insistiu na distância que, quanto a este ponto, separa deles os costumes cristãos. No livro chamado Didaché diz-se claramente: « Tu não matarás, mediante o aborto, o fruto do seio; e não farás perecer a criança já nascida » [6] . . Atenágoras frisa bem que os cristãos têm na conta de homicidas as mulheres que utilizam medicamentos para abortar.; ele condena igualmente os assassinos de crianças, incluindo no número destas as que vivem ainda no seio materno, « onde elas já são objecto da solicitude da Providência divina » [7] . Tertuliano não usou, talvez, sempre a mesma linguagem; contudo, não deixa também de afirmar, com clareza, o princípio essencial: « É um homicídio antecipado impedir alguém de nascer; pouco importa que se arranque a alma já nascida, ou que se faça desaparecer aquela que está ainda para nascer. É já um homem aquele que o virá a ser » [8] .

    7. E no decorrer da história, os Padres da Igreja, bem como os seus Pastores e os seus Doutores, ensinaram a mesma doutrina, sem que as diferentes opiniões acerca do momento da infusão da alma espiritual tenham introduzido uma dúvida sobre a ilegitimidade do aborto. É certo que, na altura da Idade Média em que era opinião geral não estar a alma espiritual presente no corpo senão passadas as primeiras semanas, se fazia uma distinção quanto à espécie do pecado e à gravidade das sanções penais. Excelentes autores houve que admitiram, para esse primeiro período, soluções casuísticas mais suaves do que aquelas que eles davam para o concernente aos períodos seguintes da gravidez. Mas, jamais se negou, mesmo então, que o aborto provocado, mesmo nos primeiros dias da concepção fosse objectivamente falta grave. Uma tal condenação foi de facto unânime. De entre os muitos documentos, bastará recordar apenas alguns. Assim: o primeiro Concílio de Mogúncia, em 847, confirma as penas estabelecidas por Concílios precedentes contra o aborto; e determina que seja imposta a penitência mais rigorosa às mulheres « que matarem as suas crianças ou que provocarem a eliminação do fruto concebido no próprio seio » [9] . O Decreto de Graciano refere estas palavras do Papa Estêvão V: « É homicida aquele que fizer perecer, mediante o aborto, o que tinha sido concebido »[10]. Santo Tomás, Doutor comum da Igreja, ensina que o aborto é um pecado grave contrário à lei natural [11] . Nos tempos da Renascença, o Papa Sisto V condena o aborto com a maior severidade [12] . Um século mais tarde, Inocêncio XI reprova as proposições de alguns canonistas « laxistas », que pretendiam desculpar o aborto provocado antes do momento em que certos autores fixavam dar-se a animação espiritual do novo ser [13] Nos nossos dias, os últimos Pontífices Romanos proclamaram, com a maior clareza, a mesma doutrina. Assim: Pio XI respondeu explicitamente às mais graves objecções;[14] Pio XII excluiu claramente todo e qualquer aborto directo, ou seja, aquele que é intentado como um fim ou como um meio para o fim;[15] João XXIII recordou o ensinamento dos Padres sobre o carácter sagrado da vida, « a qual, desde o seu início, exige a acção de Deus criador » [16] . E bem recentemente, ainda, o II Concílio do Vaticano, presidido pelo Santo Padre Paulo VI, condenou muito severamente o aborto: « A vida deve ser defendida com extremos cuidados, desde a concepção: o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis » [17] . O mesmo Santo Padre Paulo VI, ao falar, por diversas vezes, deste assunto, não teve receio de declarar que a doutrina da Igreja « não mudou; e mais, que ela é imutável »[18] .

    [6] Didachè apostolorum, V, 2; ed. FUNK, Patres Apostolici, 1, 17; A Epístola de Barnabé, XIX, 5, utiliza as mesmas expressões (ed. FUNK, I. c., I, 91-93).

    [7] ATENÁGORAS, Apologia em favor dos cristãos, 35. Em. P.G. 6, 970; e em S.Ch. (= Sources Chrétiennes), 3, pp. 166-167. Tenha-se também presente a Epístola a Diogneto, V, 6 (FUNK, o. c., I, 399; S.Ch. 33, 63), na qual se diz dos cristãos: «Eles procriam filhos, mas não eliminam nunca os fetos ».

    [8] TERTULLIANO, Apologeticum, IX, 8: P.L. I, 371-372; em Corp. Christ. I, p. 103, 1. 31-36.

    [9] Cânon 21 (MANSI, 14, p. 909). Cfr. o Concílio de Elvira, cânon 63 (MANSI, 2, p. 16) e o Concílio de Ancira, cânon 21 (ibid., p. 519). Poder-se-á ver também o decreto de Gregório III, respeitante à penitência a impor àqueles que porventura se tornaram culpados deste crime (MANSI, 12, 292, c. 17).

    [10] GRACIANO, Concordantia discordantium canonum, C, 2, q. 5, c. 20. Durante a Idade Média recorria-se frequentemente à autoridade de Santo Agostinho, o qual escreveu a este propósito, na sua obra De nuptiis et concupiscentiis, c. 15: « Por vezes esta crueldade libidinosa, ou esta libidinagem cruel vão até ao ponto de arranjarem venenos que tornam as pessoas estéreis. E se o resultado desejado não é alcançado desse modo, a mãe extingue a vida e expele o feto que estava nas suas entranhas; de tal maneira que o filho morre antes de ter vivido; de sorte que, se o filho já vivia no seio materno, ele é matado antes de nascer (P.L. 44, 423-424: CSEL 42, 230. Cfr. o Decreto de Graciano, o. c., C. 32, q. 2, c. 7).

    [11] Comentário sobre as Sentenças, livro IV, dist. 31, na exposição do texto.

    [12] Constitutio Effraenatum, de 1588 (Bullarium Romanum, V, 1, pp. 25-27; Fontes Iuris Canonici, I, n. 165, pp. 308-311).

    [13] DENZ-SCHÖN., 1184. Cfr. também a Constituição Apostolicae Sedis de Pio IX (Acta Pii IX, V, pp. 55-72; em A.S.S. 5 [1869], pp. 287-312; e em Fontes Iuris Canonici, III, n. 552, pp. 24-31).

    [14] Encíclica Casti connubii: A.A.S. 22 (1930), pp. 562-565; DENZ-SCHÖN., 3719-21 (2242-2244).

    [15] As declarações de Pio XII são explícitas, precisas e numerosas; essas declarações exigiriam, por si sós, um estudo aturado. Citamos apenas — porque aí se formula o princípio em toda a sua universalidade — o Discurso dirigido à União Italiana Médico-Biológica « São Lucas », em 12 de Novembro de 1944: « Até ao momento em que um homem não se tornar culpado, a sua vida é intocável; e por isso é ilícito todo e qualquer acto que tenda directamente para destruí-la, quer essa destruição seja intentada como fim, ou somente como meio para o fim, quer se trate de uma vida no seu estado embrionário ou já no seu desenvolvimento pleno ou, ainda, prestes a chegar ao seu termo » (Discorsi e radiomessaggi, VI, p. 191).

    [16] Encíclica Mater et Magistra: A.A.S. 53 (1961), p. 447.

    [17] Const. Gaudium et spes, n. 51; cfr. também n. 27 (A.A.S. 58 [1966], p. 1072; e cfr. 1047).

    [18] Alocução Salutiamo con paterna effusione, de 9 de Dezembro de 1972: A.A.S. 64 (1972), p. 777. Dentre os testemunhos desta doutrina imutável, recorde-se a declaração do Santo Ofício, que condena o aborto directo (A.S.S. 17 [1884], p. 556; 22 [1888-1890], p. 748; DENZ-SCHÖN. 3258, [1890]).
  • Olavette  17/05/2013 00:10
    Desculpe, mas nós conservadores temos consciencia de nossos valores. Voces, ja desrraigados de religiao e privados de valores morais, nao tem comohaver nem dialogo.

    Nós não vamos nos unir com quem defende aborto.

    Essa é uma guerra de VALORES e vocês estão mais perto deles do que nós.

    Olavette.
  • Epaminondas  17/05/2013 00:22
    Errou feio o alvo. Aqui se é favorável à religião e contrário ao aborto:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=241

    www.mises.org.br/Subject.aspx?id=14
  • Eduardo Bellani  17/05/2013 00:57
    contrário ao aborto

    Fale por si. Minha posição não é essa. Estou mais próximo de um eviccionismo do que uma proibição. Mas como todo o resto, estou aberto a discutir essa questão e mudar de idéia se eu estiver errado.
  • anônimo  17/05/2013 02:26
    Eviccionistas não querem arcar com as consequências de suas ações. Mas não estou a fim de discutir isto novamente.
  • anônimo  17/05/2013 22:20
    Eviccionismo é apenas uma expressão politicamente correta para o aborto. E é um conceito auto-contraditório.

    Segundo Walter Block:

    "O que é eviccionismo? É a teoria de que uma mulher grávida tem o direito de expulsar de seu corpo o feto indesejado, mas não de matá-lo. Em contraste, a posição pró-vida afirma que ela não pode fazer nem um, nem o outro."

    Mas como ela vai "expulsar" de seu corpo o "feto indesejado" sem matá-lo?
  • Eduardo Bellani  18/05/2013 02:11
    Walter Block politicamente correto? Valeu pela risada.
  • anônimo  18/05/2013 08:45
    Sim, politicamente correto.O fato dele ser contra o senso comum nos outros assuntos não faz diferença.A não ser que você ainda tenha mentalidade binária de adolescente e ainda pensa que tudo no mundo tem que ser 100% certo ou errado, bem ou mal, etc, o tempo todo.

    Aborto é um nome feio e sujo dado pelo pessoal cruel pró vida,nada mais politicamente correto que arrumar um rótulo enfeitadinho e bonitinho mas que na prática significa a mesma coisa.
  • Eduardo Bellani  18/05/2013 19:26
    Não acho que o professor Block tenha o interesse de ser politicamente correto. Na minha opinião ele só acha que o eviccionismo é o caminho mais justo, dentro da ética deontolótica. Eu certamente acho isso, apesar de achar a ética deontológica é um subconjunto da ética eudaimônica exposta pelo professor Delong.

    Abraços.
  • anônimo  19/05/2013 02:22
    Continua sem responder, Eduardo. Mas vamo lá: como "expulsar" o feto indesejado sem matá-lo? Caso não veja diferença ou não consiga responder, verá que o tal "eviccionismo" é apenas um rótulo politicamnete correta criada pelo Walter Block para o aborto.
  • Marcos  17/05/2013 01:09
    Libertários moderados e conservadores possuem grandes pontos de convergência. Algumas vezes ambos chegam a ser complementares. No entanto, percebo que existem radicais que ingenuamente seguem todos os preceitos básicos dos esquerdistas, divergindo apenas na defesa do "livre mercado". Não sabem que sem tradições duradouras, religião e estrutura familiar sólida a liberdade jamais poderá subsistir. Obviamente serão engolidos, pois as bandeiras que defendem são todas favoráveis aos objetivos esquerdistas.

    Por outro lado, vejo alguns conservadores (creio que por falta de conhecimento) elegendo o estado como guardião da moral e da família. Não entendem que estas instituições limitam o estado e se este tiver o controle as irá desvirtuar. Portanto, creio que tanto os libertários que adora chamar os outros de "olavetes" e os conservadores que vivem bradando contra a "ganância do mercado" devem formar nichos separados, enquanto a grande maioria tenta se entender.


    Mas mesmo esses radicais podem ser bem úteis, pois além de fazerem muito barulho dão a reforçam a impressão do povão de que o "mainstream" é razoável e moderado. Nada mal em um país em que qualquer um que se diga direitista é imediatamente taxado de radical ou fundamentalista.
  • Renato Souza  19/05/2013 03:23
    Não sou liberal, mas conservador.

    Vejo que há certa ignorância econômica entre muitos conservadores. Se muitos conservadores lessem Adam Smith e Mises, deixariam de comer nas mãos dos marxistas no que toca à economia.

    E há uma imensa base na tradição judaico-cristã para defender o mercado e opor-se à propriedade estatal dos meios de produção e à engenharia social. O texto de Samuel contra a implantação da mornarquia é valiosíssimo, talvez seja o texto mais antigo da história a apontar como a centralização do poder conduz à servidão. Deve-se chamar a atenção dos conservadores para os seguintes fatos:

    1. O Israel antigo, primeira referência civilizacional da cultura juaico-cristã, tinha um governo limitado. Mais do que isso, era limitado por ordem divina. A instituição da monarquia (centralização) foi denunciado pelo próprio Deus como uma traição a Ele.
    2. A Lei Mosaica previa um amplo sistema nacional de cuidado pelos pobres sem nenhuma interferência de governo algum. Nunca vi um padre, rabino ou pastor enfatizar esse ponto importantíssimo.
    3. A Babel, primeira referência bíblica a um sistema centralizado, é apontada no Bíblia como símbolo máximo da maldade humana.
    4. A tradição econômica católica descobriu o que são preços, e porque eles são essenciais. Eu mesmo, antes de conhecer este site, desconhecia este fato.
    5. A tradição cristã anglo-saxã redescobriu que o poder dos governos deveria ser limitado.

    Resumo: Há amplo campo a ser explorado, inteirando os conservadores sobre o alinhamento da tradição judaico-cristã com o mercado (conforme a definição de Mises, isto é, tudo o que acontece nas relações voluntárias entre as pessoas) e sobre o conteúdo dos economistas clássicos e austríacos.

    Finalmente, devo notar que o próprio Deus parece preferir o mercado (relações voluntárias) ao governo. Embora ele seja por direito de criação, Senhor de tudo e de todos, prefere aconselhar a ordenar, prefere ensinar a obrigar, prefere ser amigo e pai a ser senhor e dono, prefere dar o exemplo a ameaçar, prefere a reconciliação ao julgamento. A prória Lei de Moisés, como a chamamos, em hebraico se chama Torah, que significa ensino.
  • Siles  17/05/2013 01:37
    Fernando Chiocca 02/08/2010 18:34:26

    "Creio sem qualquer sombra de dúvida que um feto é uma vida humana merecedora de proteção legal, e que o direito à vida é a base de qualquer sociedade moral".

    Este é um grande erro e inconsitência dos que são contra o aborto.

    Eles teriam punir alguém que crava uma faca no peito de um recém nascido ou envenena e mata um homem inocente da mesma maneira que puniriam uma mulher que tome a pílula do dia seguinte.

    Considerar que células se dividindo, que uma mórula, que um embrião, é a mesma coisa que um indivíduo vivo e independente, não faz o menor sentido e pode levar a posturas absurdas. Só porque um espermatozóide entrou num óvulo, isso não quer dizer que o resultado imediato é um ser humano. Pode vir a ser um ser humano, mas não o é ainda, e pode nunca vir a ser pelas mais diversas razões.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=241
  • anônimo  17/05/2013 19:59
    Siles, a citação:

    "Creio sem qualquer sombra de dúvida que um feto é uma vida humana merecedora de proteção legal, e que o direito à vida é a base de qualquer sociedade moral".

    Não é de Fernando Chiocca. É de Ron Paul.
  • Marcos  19/05/2013 14:14
    Então eu te pergunto: qual é a diferença entre matar um feto de 9 meses ás vésperas de nascer e um bebê prematuro de 7 meses? O primeiro estaria até mais bem desenvolvido que o segundo. Não tem o menor sentido. Não é a toa que já tem gente defendendo o aborto "retroativo" para recém-nascidos, e com razão, pois pela lógica não faz a menor diferença mesmo. Não se pode pegar uma situação limítrofe (os primeiros dias da gravidez) a fim de criar regras para situações em que não há a menor dúvida sobre a gravidez e o correto desenvolvimento do feto.

    A discussão dobre a pílula do dia seguinte não se confunde com a defesa do aborto. Não há defesa possível para as leis que permitem os procedimentos de aborto defendidos pelas esquerdas.


    De qualquer modo, não vejo essa questão como um choque entre libertários e conservadores. Os primeiros não possuem posicionamento homogêneo e os segundos são contrários ao aborto. O verdadeiro choque está na liberalização das drogas e do rufianismo.
  • thiago mota  23/10/2013 01:35
    eu diria que o risco de ir pra uma Gulag e PS4 de 4000 reais é uma cura pra qualquer choque...
  • anônimo  17/05/2013 13:54
  • Eduardo R., Rio  18/05/2013 23:30
    Texto de Adolfo Sachsida: Será que os liberais se odeiam?
  • Roberto Chiocca  19/05/2013 01:38
    Minha resposta a ele que ficou sem resposta:
    " O problema todo é o termo "liberal", para alguns até a Dilma se enquadra nele. Mas no final do texto você define o que é para você ser um "liberal": "a causa liberal: liberdade individual, propriedade privada, e sistema de preços via mercado."
    Então, podemos dizer que não há "racha" no meio liberal, e sim pessoas se dizendo liberais que não são e liberais mostrando isso e fazendo exatamente aquilo que você pede para que liberais façam: "combater os inimigos da sociedade aberta."
    Não me espantarei nem um pouco quando formos criticados por não subirmos no palanque do Aécio."
  • anonimo  10/07/2013 15:42
    Prezados

    "... E espero nao esta retirando seu prazer de viver..." belo artigo e li os comentarios e infelizmente venho concluir que tem algo de errado com a cabeca das pessoas... Percebo que sao todos instruidos, mas tem algo errado, muito errado, a frase de alerta do autor diz tudo, eh um resumo de que provavelmente nos cabe quando nos tornamos percebedores de como realmente funciona o sistema, quando jovem lia historia do Egito antigo, Roma e outras civilizacoes e nao entendia como um minoria dominava uma maioria... E vejo que passados seculos as coisas funcionam exatamente do mesmo jeito, guardada as proporcoes e os novos instrumentos... depois dessa entendo como por que se quer controlar a internet.
  • thiago mota  23/10/2013 01:23
    mas isso é óbvio!!

    vamos aos pontos discordantes:
    1)Aborto: em sociedades em que o aborto e casamento gay já foram legalizados ou são proibidos - tanto faz!
    Conservadores - se já é legal, o fato de alguns libertários defenderem o aborto não vai mudar o número de embriões/fetos que são abortados anualmente - isso é parte da grade social-democrata de um modo geral. E libertários - numa sociedade em que o aborto é proibido - os conservadores não iam fazer nada além de não mexer nisso - se vcs não se importam com fetos/embriões, então continuem não se importando mas defendendo o livre-mercado - dpois do livre-mercado, vcs podem romper e discutir essa parte!

    2) Casamento gay: - Se já for legal - sinto muito caros conservadores, mas não tem volta. Os gays já tão casados e voltar atrás é simplesmente antipragmático. Ngm no partido conservador Canadense sequer cogita isso. Enquanto que na Austrália a esquerda nem cita o assunto com medo de perder votos. E libertários - o que caralhos um casamento significa? Se é pela renda do viúvo-viúva então tira essa cobra amarela que tu não é libertário, tu é muleque! Pensão de viuvo-viuva é uma das maiores vagabundagens sustentadas pelos impostos. Quem quiser que arranje um plano privado pra isso (olha nosso livre-mercado agindo).

    3) Drogas - esse é um ponto mais conturbado. Mas vamos ao óbvio - convencer a população a médio prazo, não rola. Apenas não rola. Então fica o padrão Não às drogas! Mas com o trato de tentar estabilizar o orçamento de combate (pra não fazer um desastroso "guerra às drogas"

    Isso mostra um fator: o Direito Natural tem uma tênue linha com o Direito Consuetudinário. Ou seja: a menos que um burocrata tenha imposto a lei sobre aborto ou casamento gay, ambas são consequências naturais dos costumes na sociedade - e isso é uma questão que pode ser discutida culturalmente DEPOIS que os sociais-democratas-demônios-keynesianos estiverem liquidados e vistos como teoria do passado.

    Ah, claro que no Brasil estamos fudidos...temos que apelar pro mais animalesco instinto de direita que resta na população - nisso os libertários teriam que ceder - só com discurso anti-aborto, porrada-em-bandido, anti-droga e quase religioso-deiteaquiqueeuvoulheusar!-machista é que conseguiríamos ALGUMA chance de diminuir o estado. O melhor que os libertários poderiam fazer no Brasil é pescar jovens estudantes de mente aberta ainda em processo de esquerdopatização por parte dos professores gramscianos e fazê-los militantes fervorosos do Livre-mercado.

    Eu sei que libertários tem mto mais medo de um ditador maluco do que umas proibiçõezinhas mas com mercado melhor. Então dá pra adiar o casamento gay, puxar seu beck escondido e usar a pílula né - sem fecundação sem aborto. É melhor do que um Stalin...
  • anônimo  23/10/2013 06:22
    Aborto não é sobre fetos ou embriões.Sinto muito, mas quem acha que é, como diz o Olavo, é um ignorante que não entende nada de comunismo.
    Há mais de dez anos o Olavo falou que ia chegar o dia que a esquerda/feministas/abortistas iam falar que não estão nem aí se o feto já é um bebê ou não, eles vão matar de qualquer forma. E pra variar ele estava certo, esse dia já chegou.
  • Emerson Luis, um Psicologo  22/12/2013 17:21

    Nos países desenvolvidos, os sociais-democratas podem ser o inimigo comum dos liberais e dos conservadores.

    Mas no Brasil praticamente não existem conservadores ou direita e existem movimentos esquerdistas piores (como o PT), aqui a socialdemocracia é um mal menor.

    * * *
  • Luciano Libertario  02/05/2014 15:20
    Afff, que besteira, os sociais-democratas defendem muito mais as liberdades individuais e até mesmo de mercado que muitos direitistas conservadores, o ícone da direita brasileira Jair Bolsonaro falou que gostaria de fuzilar o social-democrata FHC por privatizar a Vale..e aí?
  • anônimo  28/12/2014 16:24
    Como assim e aí?? Você acha que está falando com olavetes?
    Bolsonaro é um idiota, de libertário não tem nada, muito menos de conservador porque o 'conservadorismo' dele só chega até a ditadura dos militares
  • edinanci   15/08/2014 04:11
    As bolsas que o PT implementou e já são 20 milhões distribuídas, melhora a vida de quem não quer produzir, mas atrapalha muito a vida dos brasileiros produtivos, pois não sobra dinheiro para os investimentos para infraestrutura que beneficiariam todos.
  • Marcelo de Jesus Delfino  16/02/2015 15:04
    Liberais e conservadores de todas as tendências são como os esquerdistas do passado: só se unem no cemitério, na cadeia ou no exílio.
  • Marcel  23/02/2015 12:47
    Um conservador não é um libertário. Um conservador valoriza a liberdade (liberdade individual); um libertário presta culto a ela como se fosse uma divindade. O único valor político que o libertário reconhece é a liberdade. O libertário é o utopista da direita. A utopia da esquerda é um governo que inclui tudo. A utopia do libertário é um governo que não existe - ou quase isso. A esquerda crê que as pessoas são anjos corrompidos pelo capitalismo. O libertário crê que as pessoas são anjos corrompidos pelo Estado. O conservador crê que os seres humanos são imperfeitos - daí, são corruptíveis. (Don Feder)
  • gabriel  23/02/2015 15:42
    Onde estão esses libertarios?
    Ate onde pude ver eles nao acreditam que o homem é um anjo corrompido pelo estado, só acredita que o estado é menos eficiente para resolver os problemas.
    A unica diferença real que vejo entre libertarios e conservadores é que estes ultimos defendem o monopolio da lei e segurança e os libertarios defendem o fim de todos os monopolios.
  • Proust  23/02/2015 18:39
    Tô pra ver falácia mais clichê que "libertários acreditam que pessoas são anjos corrompidos pelo estado".

    Se os conservadores gostam tanto de alardear que pessoas são imperfeitas e corruptíveis, como se fossem os únicos a ter notado isso, por que diabos eles querem escolher algumas dentre estas e dar poder a elas?

    Pior ainda: por que eles querem submeter essas pessoas a quem eles deram poder a uma gincana ridícula, onde eles podem acabar disputando a vaga com psicopatas versados em canto de sereia, e que quem ganha é geralmente quem promete os maiores absurdos?
  • Silvio  23/02/2015 19:47
    Exatamente. Se as pessoas são imperfeita e, portanto, corruptíveis, não convém dar muito poder a quem quer que seja, pois o poder é um convite praticamente irrecusável à corrupção. Como diria Lorde Acton, "o poder tende a corromper e o poder absoluto corrompe absolutamente".

    Se os conservadores realmente crêem "que os seres humanos são imperfeitos - daí, são corruptíveis" e logo em seguida advogam a concentração de poder nas mãos de um homem ou um grupo de homens, a conclusão inescapável é a de que os conservadores são uns grandessíssimos imbecis.
  • Andre  24/10/2016 12:17
    Também percebi isso. O conservador confessou ser imbecil com todas as letras e que tem menos neurônios que esquerdistas médios.

    Ignorante: pessoa que faz algo errado, é instruída adequadamente, entende tudo e passa a fazer certo (eleitor médio brasileiro se inclui aqui)

    Idiota: pessoa que faz algo errado, é instruída adequadamente, não entende nada e continua a fazer errado (os esquerdistas médios se incluem aqui)

    Imbecil: pessoa faz algo errado, é instruída adequadamente, entende tudo, mas mesmo assim continua fazendo errado deliberadamente (os conservadores se incluem aqui).
  • Edujatahy  03/09/2015 15:22
    Sempre revigorante reler texto de Rothbard.

    Conservadores e libertários: uni-vos!
  • danir  08/09/2015 02:39
    Fica demonstrado que a social democracia é uma forma sofisticada de socialismo. Algo como um comunismo em cima do muro. A única maneira de superar esta trama, é aumentar as liberdades individuais permitindo que cada indivíduo assuma a responsabilidade por seus atos sem a presença de um tutor; que invariavelmente aplica suas próprias vontades sobre os tutelados. Em 89 na Alemanha, em uma autobhan, vi em um trecho em obras umas placas de limite de velocidade, só que estavam pintadas em cinza e branco ao invés de vermelho e branco. Porguntei porque, e a resposta foi que aquela placa mostrava a velocidade sugerida como ideal para aquele trecho. Era lícito passar por ali em velocidade maior, mas a hipotese de um acidente com velocidade superior àquela sugestão, significaria uma agravante em um tribunal, a responsabilidade era do condutor. Com o passar do tempo percebi algumas coisas importantes: 1- Os veículos passavam pelo trecho em velocidade compativel, mesmo quando um pouco maiores do que a sugerida. 2- Quando se dá a possibilidade de escolha, o cidadão assume uma posição mais consciente. 3- Este fenômeno observado pode acontecer em qualquer lugar do mundo em que o cidadão seja tratado como alguem que sabe pensar e tomar decisões. 4- Já conversei com muitas pessoas que disseram abertamente que ultrapassam limites porque se sentem tratadas como idiotas, que não sabem tomar decisões. 5- Eu mesmo já me senti rebelde e transgredi, por me sentir tolhido em minha autonomia de decisão. Hoje em dia tento seguir os limites ´para não ter que pagar multas e ter meu direito de dirigir negado, mas continuo pensando que em muitos locais limites são impostos para gerar recursos e me acostumarem a obedecer sem reclamar. O mesmo acontece quando vou votar, (por vontade própria) e me vem o pensamento que adolescentes e analfabetos altamente influenciáveis podem mudar o meu destino e o de minha família. Uma máquina insidiosa e cruel de triturar o cidadão sob a égide de regras baseadas em "fatos científicos " ou "imperativos morais" definidos pelo grande irmão. Precisamos lutar incansavelmente pela nossa liberdade e assumir a responsabilidade por isto. Não somos autômatos.

  • Thomas  23/10/2016 22:06
    Quando ouvir "sociais-democratas", me lembrei do MBL, não sei porque. Creio que nunca esses dois grupos tiveram tão separados. O problema é que os Libertários querem uma utopia, um estado quase inexistente, mas não com o decorrer do tempo, mas rapidamente. Enfim, antes eu achava que os dois grupos poderia se unir, mas hoje, tenho a certeza que não, tendem a se separar ainda mais.


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