clube   |   doar   |   idiomas
Com uma pequena ajuda de nossos amigos

Trinta anos atrás, a Escola Austríaca de Economia, e mais precisamente a tradição misesiana, estava em completo declínio.  O número de misesianos era tão pequeno que todos eles se conheciam pessoalmente e não seriam capazes de lotar uma van.

Margit von Mises, a viúva de Ludwig, se esforçava sozinha para manter suas obras em circulação, tentando evitar que o legado de seu marido caísse no mais completo esquecimento.  

Foi diante deste cenário que Lew Rockwell contemplou a criação do Mises Institute, com o intuito de promover a Escola Austríaca em geral, e a vida e a obra de Ludwig von Mises em particular.  A primeira pessoa com quem Lew entrou em contato foi Margit, que aprovou a ideia e concordou em participar, mas com uma condição: que Lew prometesse que dedicaria sua vida a este objetivo. Promessa feita, Margit se tornou a primeira presidente do Instituto. Logo depois, Lew procurou Murray Rothbard, que recebeu a notícia da criação da instituição com enorme júbilo e literalmente irrompeu em aplausos e gargalhadas de satisfação.  Rothbard imediatamente se tornou o vice-presidente acadêmico da instituição.

Pouco tempo depois, Ron Paul se juntou à ideia e se tornou um conselheiro, tendo papel fundamental nas primeiras arrecadações de doações.  F. A. Hayek, Henry Hazlitt e Hans Sennholz apoiaram fervorosamente a criação do Instituto.  

Lew Rockwell cumpriu à risca a promessa feita a Margit e continua até hoje à frente do Mises Institute.  De lá para cá, graças aos seus doadores e acadêmicos, o cenário mudou muito.  O Mises Institute disponibiliza gratuitamente para o mundo inteiro, através de seu website, milhares — literalmente — de artigos, vídeos e monografias acadêmicas, além de todas as obras tanto de Mises quanto dos outros decanos da Escola Austríaca, que é a escola de pensamento econômico que mais cresce no mundo.  O site do Mises Institute é hoje a mais completa e acessível fonte de conhecimento econômico disponível no sistema solar.

Durante seus 30 anos de existência, o Mises Institute promoveu cursos, seminários e palestras que formaram acadêmicos como Tom Woods, Peter Klein e Robert Murphy, e todos os anos, jovens cada vez mais brilhantes são ali educados.

Aqui no Brasil, a história não se difere muito da ocorrida nos EUA.  A Escola Austríaca sempre foi um elemento desconhecido no meio acadêmico; apenas um pequeno círculo de pessoas conhecia a EA, e tudo por causa do abnegado trabalho do Instituto Liberal, que, apesar de não ser um centro de Escola Austríaca, traduziu algumas obras de autores austríacos como Mises e Hayek ainda nos anos 1980.

No entanto, embora esse grupo já fosse diminuto, aconteceu com ele aquilo que parecia impossível: ele se reduziu ainda mais quando ocorreu no país aquilo que a esquerda gostosamente rotula de "onda neoliberal", que se iniciou com as "privatizações" de Collor e FHC.  Os institutos liberais perderam força, público e as pessoas se dispersaram.  Alguns dizem que houve um certo relaxamento, pois muitos desses empreendedores das ideias liberais pensaram, à época, que suas teorias já haviam ganhado a necessária aceitação.  Os relatos do professor Ubiratan Iorio são elucidativos sobre esse período.

De lá para cá, a perda de espaço das ideias pró-liberdade foi fragorosa.  O que se viu foi uma fulminante e irrefreável ascensão das ideias intervencionistas e estatizantes, das ideias contrárias à liberdade individual e empreendedorial.  Tais ideias são hoje aceitas, quase que sem nenhuma resistência, por praticamente todos os veículos midiáticos.

Porém, as ideias — principalmente as corretas — têm um poder que não deve jamais ser subestimado, por mais que a situação pareça perdida.  Ainda mais poderosas são aquelas ideias que não apenas revelam verdades científicas, como também, e simultaneamente, defendem a liberdade.  No começo da era virtual, os fóruns de debate e redes sociais serviram para mostrar que essas ideias não haviam desaparecido; que alguns — poucos, é verdade — ainda as carregavam, de forma fragmentada e isolados; e que, mesmo sob essas condições adversas, eram capazes de enfrentar, de forma racional, elegante e praxeológica, batalhões de furiosos intervencionistas e apologistas da supremacia estatal sobre o indivíduo.

Estes oponentes, perdidos e desesperados, se perguntavam: "Quem são esses?  Como eles conseguem debater de forma lógica e clara?  De onde vêm esses argumentos 'nunca antes vistos e ouvidos na história deste país'?"

O "segredo" desses poucos era um só: Ludwig von Mises.  A internet havia quebrado o monopólio da informação dos órgãos de imprensa, quase sempre aliados aos governos (pois sempre dependeram amplamente de anúncios feitos em suas páginas por empresas estatais).  As ideias em prol da liberdade haviam sido desacorrentadas.  Todo o arcabouço teórico que estava escondido pela academia — também essa inteiramente pró-estado — começou a aparecer, e a situação agora estava fora de controle.  Quem eram esses "revolucionários"?  Pessoas com algum conhecimento em inglês e que, de forma dedicada, se entregavam às leituras dos artigos do Mises Institute americano, que foi a pedra angular dessa revolução intelectual.  Os que aqui debatiam nada mais eram que leitores vorazes das publicações daquele.

Consequentemente, inspirados pelo poder das ideias, alguns deles deduziram que, se as ideias têm consequências, então, o que tinha de ser feito seria espalhar as ideias de uma forma clara para um número cada vez maior de pessoas.  Nada mais lógico do que colocar este tesouro civilizacional (como chamamos a Escola Austríaca) à disposição dos brasileiros, em nossa língua mãe.

Disso surgiu, em março de 2008, o IMB — Instituto Mises Brasil.  Nossas atividades nada mais são do que espalhar as ideias pró-liberdade, pró-livre iniciativa e pró-indivíduo: artigos diários, vídeos, entrevistas, animações, tradução e publicação de livros, conferências, debates, toda sorte de atividade que envolva o ambiente intelectual.  É nossa crença que qualquer mudança positiva nos campos políticos, culturais, educacionais será efêmera se não estiver devidamente fundamentada em ideias sólidas.  Toda e qualquer mudança positiva tem de ser precedida por uma batalha no campo das ideias.  Sem a difusão de ideias racionais, o ser humano sempre acaba se deixando levar pela emoção.  E emoção e economia são duas coisas que, sempre que foram misturadas, geraram tragédias e carnificinas.  

Para ajudar na difusão destas ideias sólidas e racionais, sempre contamos com um herói oculto, anônimo, um herói que entende perfeitamente o que estamos fazendo e que permite que nossos talentos neste verdadeiro campo de batalha (a guerras entre ideias) tenham vazão.  Este herói é o doador.

O Mises Brasil é uma instituição sem fins lucrativos mantida inteiramente por meio de doações de voluntários que, assim como Mises, acreditam que ideias são mais poderosas que exércitos e que somente ideias podem iluminar a escuridão e mudar o mundo.

É para nós um motivo de imensurável alegria receber depoimentos de leitores que nos relatam, com toda a sinceridade, como sua visão de mundo mudou completamente após ter conhecido o site.  Há pessoas recém-chegadas que nos escrevem apenas para dizer que nosso site não apenas é leitura diária obrigatória, como também é o objeto de estudo que toma mais de 3 horas de sua rotina diária, tamanha é a voracidade com que nossos mais de 1.600 artigos são lidos por elas com o objetivo de "tirar o atraso" gerado por anos de doutrinação estatizante.  E há aqueles que relatam como se tornaram pessoas melhores simplesmente pelo fato de terem tido contato com ideias que pregam a não-iniciação de agressão contra inocentes e que explicam por que devemos respeitar aqueles indivíduos que trabalham de maneira extenuante apenas para nos ofertar bens e serviços.  Para nós, este reconhecimento é inestimável.

O keynesianismo dominante está ruindo à medida que as crises ao redor do mundo vão se intensificando, o crescimento econômico vai se esvaindo e as respostas fornecidas pela corrente dominante são sempre mais do mesmo.  Eles estão perdidos.  Todos os seus planos para prevenir crises acabam gerando crises e todas as suas receitas para contornar os efeitos das crises acabam intensificando ainda mais estes efeitos, e causam crises ainda piores no futuro.  Este paradigma tem de ser substituído e, se o Instituto Mises obtiver sucesso, a insanidade econômica será substituída pela sólida ciência econômica, e a ignara ideia estatista de se resolver tudo na base do intervencionismo, da imposição de ordens, e da agressão — atitudes estas que só geram mais e piores problemas — será substituída pela alternativa pacífica e voluntária da paz nas relações interpessoais.

Com o corporativismo-socialismo em marcha em todo o mundo, e com especial intensidade no Brasil, é de extrema importância mantermos um canal pró-liberdade destemido, inflexível, inovador e eficaz.  É por isso que, em 2013, o IMB dará um salto e passará a batalhar em novos fronts.  Nossa revista acadêmica, que tem o objetivo não apenas de penetrar o inexpugnável mundo dos intelectuais universitários, mas também de se tornar uma voz influente neste meio, já está em fase final de preparação.  Palestras on-line começarão já semana que vem, e o tema inicial não poderia ser mais propício: Como Paradigmas São Quebrados.

E paradigmas podem e realmente são quebrados.  Mas, para tanto, é necessário que as ideias ganhem momentum, e com quanto mais pessoas o Mises Brasil puder contar, maiores as chances de sucesso. Por isso não apenas pedimos aos nossos leitores que se associem ao instituto — o que dá direito a vantagens exclusivas —, mas que também nos ajudem com o prosseguimento de nossas atividades.  

Pelo preço equivalente a 1 grama de ouro você recebe uma carteirinha de associado do Mises Brasil. Clique aqui e associe-se.  Caso queira apenas fazer doações, com a regularidade que quiserem, este é o canal.

Nenhum indivíduo poderá estar seguro se a sociedade em que vive estiver se encaminhando para a destruição.  Portanto, cada indivíduo, para seu próprio bem, deve se lançar vigorosamente nesta batalha intelectual.  Ninguém pode se dar ao luxo de ficar indiferente e impávido; os interesses de todos dependem do resultado.  Queira ou não, cada homem fará parte dessa grande batalha histórica, essa batalha decisiva em que fomos jogados pelos atuais eventos.

Ludwig von Mises



autor

Equipe IMB

  • anônimo  29/03/2013 12:11
    Eu devo muito ao instituto mises, é muito bom saber os podres do governo.MAS eu não vou contribuir com um instituto que defende uma anarquia que sinceramente, nunca fez sentido pra mim. Não faz sentido o cara só ser julgado pelo juiz que ele escolhe, se for pra ser assim nenhum rico vai preso nunca.
  • Mauro  29/03/2013 13:18
    Juiz que ele escolhe?! Não entendeu nada. Ademais, conte-me mais sobre a quantidade de ricos atrás das grades hoje no Brasil -- políticos, em especial.
  • Helio  29/03/2013 13:50
    Realmente não entendeu nada. O fim do monopólio da resolução de conflitos pelos burocratas não significa que cada qual escolha seu "juiz". Ao contrário haverá muito mais segurança de que os dirimidores dos conflitos serão mais independentes e equidistantes entre as partes. Hoje é o contrário.
  • Ali Baba  29/03/2013 14:38
    @anonimo,

    O IMB não prega o anarquismo. Existem proeminentes membros do IMB que são anarcocapitalistas, mas também existem libertários que são minarquistas e alguns poucos que aceitam um estado ainda maior (mesmo assim menor que o atual). O próprio Mises era minarquista.

    Os libertários defendem que é imoral a expropriação por qualquer agente. O estado, enquanto entidade, poderia continuar existindo, desde que não reclamasse para si o monopólio dos seus serviços e fosse mantido por contribuições voluntárias e/ou pelo pagamento direto pelos seus serviços. Se somente essa transformação fosse realizada, libertários de qualquer linhagem estariam satisfeitos.

    Se você acha que pagar os altos impostos que pagamos, receber em troca o serviço de péssima qualidade que o estado provê e ainda por cima não ter alternativa a eles é uma coisa boa, seu lugar não é aqui no IMB. Não é uma questão de defender o anarcocapitalismo (embora muitos membros do IMB e libertários acreditem que, implementado o simples plano que delineei acima, o anarcocapitalismo é inevitável), é uma questão de defender o poder da livre iniciativa e do indivíduo.

    Se você gosta da ideia de não pagar impostos e somente pagar pelo que utiliza dos serviços atualmente providos pelo estado, e de que esse não detenha o monopólio dos mesmos, e mesmo assim não está convencido que o anarcocapitalismo nessas condições é inevitável, na minha humilde opinião, suas ideias e seus pensamentos são de extrema importância e deveriam ser desfraldados e debatidos aqui. Eu próprio anseio por debates assim.
  • anônimo  29/03/2013 16:23
    Juiz que ele escolhe sim, na hora que ele escolhe uma justiça privada está escolhendo aqueles juízes.
    Um rico mau intencionado não vai escolher nunca uma justiça privada que não pode subornar.

    E sim, eu sei que no arranjo atual isso já acontece, mas não é porque uma opção não resolve um problema que eu vou defender outra opção que também não resolve.
  • Luís  30/03/2013 08:06
    Existe uma sessão sobre anarcocapitalismo, e artigos sobre o tema são recorrentes. Onde esta os artigos defendendo o minarquismo?

    O que existe são pessoas ligadas ao instituto que não são anarquistas, mas que compartilham muitos outros pontos em comum. Agora dizer que o instituto não defende o anarquismo me parece estranho.
  • Ali Baba  30/03/2013 12:04
    @Luís,

    Eu não disse que o instituto não defende o anarquismo (a propósito, vamos parar de chamar anarcocapitalismo de anarquismo... anarquismo strictu sensu é uma doutrina coletivista que inclusive defende a ausência de propriedade privada). Eu disse que o instituto não prega o anarcocapitalismo. Os Institutos Mises (e o IMB) pregam a Escola Austríaca de Economia, baseada no liberalismo clássico e nos ensinamentos de Mises, Rothbard et al. O anarcocapitalismo é uma possibilidade de sociedade baseada na Escola Austríaca; como tal, o IMB obviamente o defende.

    Agora, o instituto é maior que as pessoas. Pelo que acompanhamos, o IMB tem alguns poucos membros dedicados que escrevem e traduzem textos. Se esses membros forem mais simpáticos ao anarcocapitalismo, é apenas lógico que teremos mais textos sobre o anarcocapitalismo. Se você é mais simpático ao minarquismo, por que não escreve (ou traduz) algum texto e o envia para o IMB? Tenho certeza que será publicado e pode inclusive inaugurar uma nova seção no site.
  • Thales  30/03/2013 12:13
    Há sim um texto desse tipo:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=667
  • TL  30/03/2013 13:07
    Olá Luis!

    O instituto não publica apenas artigos sobre o anarco-capitalismo. Destaco alguns exemplos.

    No dia 27 de fevereiro de 2013 foi publicado um artigo do Lew Rockwell que defendia o Federalismo como meio de descentralizar o poder e fomentar as liberdades individuais. Bem nos moldes do Liberalismo Clássico.

    Inclusive, existe uma entrevista com Hans-Hermann Hoppe [penúltima pergunta], onde ele explicitamente defende a ideia de cidades livres. Nessas cidades, a segurança e justiça seriam monopólios.

    Ainda, nos últimos dias, o IMB publicou 1, 2, 3 e 4 artigos sobre que a questão do sistema bancário cipriota [que funciona igual ao sistema bancário brasileiro. Entretanto, o Brasil tem soberania sobre a decisão de resgatar ou não os bancos em processo de falência]. O sistema bancário cipriota é assunto do momento e muito mais importante do que a discussão anarco-capitalismo versus minarquismo, pois o modelo vigente do sistema bancário é uns dos principais instrumentos de sustentação do welfare state. Sem esse poder, sustentar um estado gigante é mais difícil.
  • Lopes  29/03/2013 12:42
    Planejo comprar a associação. O conteúdo oferecido pelo IMB é tão amplo que pagaria por ele.
    Espero que o futuro reserve uma visão mais libertária do mundo.
  • anônimo  29/03/2013 12:57
    'O conteúdo oferecido pelo IMB é tão amplo que pagaria por ele.'

    Ah, então você defende a PI.
    Não é engraçado? O mesmo pessoal que diz que ninguém tem que pagar pelo conhecimento querer pedir doações exatamente por isso
  • Thames  29/03/2013 18:05
    "O mesmo pessoal que diz que ninguém tem que pagar pelo conhecimento"?!

    Quem aqui já disse que não tem de pagar pelo conhecimento?! Por acaso aqui se defende que um professor tem de trabalhar de graça? Que um palestrante não pode cobrar por suas palestras? Que livros têm de ser roubados das livrarias?

    E desde quando pedir doações significa cobrar por algo? Ah, meu, vá procurar uma distração, vai. Os espantalhos que os detratores inventam mostram bem seu nível de preparo e desespero.
  • Lopes  29/03/2013 18:24
    Anônimo, eu aprecio o IMB o suficiente para afirmar que o pagaria caso preciso fosse. O IMB disponibiliza gratuitamente 99% de seu conteúdo, sua biblioteca está disponível no site e compram os livros apenas aqueles que apreciam a literatura encapada ou que desejam auxiliar financeiramente o grupo.

    O serviço gratuito é excelente desde que seja voluntário. O IMB o faz. Entretanto, lembrá-lo-ei que nós, usuários, não somos apenas receptores dos esforços de seus pensadores; o instituto não possui fins monetários, mas sim informativos. Sua meta é divulgar ao máximo a análise austríaca de economia, praxeologia e ética; nós, usuários, beneficiamo-nos juntamente com o instituto, pois ambos temos necessidades atendidas.

    Não entenda a doação OPCIONAL dos membros como um mero ato de "bondade" ou remuneração por serviços dantes prestados. Quando compro produtos do IMB, faço minha compra na certeza de que o dinheiro será utilizado para manter e aumentar a atual divulgação, tornando-nos ainda mais relevantes no cenário intelectual brasileiro.

    Agora, a respeito da PI, não compreendi em nada seu comentário; recomendo que retorne à nossa sessão de "Propriedade Intelectual" e comece do 0. Um IMB hipotético teria a completa liberdade de tornar seu conteúdo pago, porém não nos impediria de divulgá-lo gratuitamente indiretamente ou diretamente.

  • anônimo  29/03/2013 23:33
    'Quem aqui já disse que não tem de pagar pelo conhecimento?!'

    Nos comentários de um artigo sobre PI eu falei que se fosse assim(um mundo sem PI) então não haveria nenhum motivo moral pra alguém fazer doações pro pessoal do linux por ex, e me responderam que era isso mesmo.Não há motivo nenhum.

  • mauricio barbosa  30/03/2013 18:43
    Anõnimo(critíco da nossa filosofia de não existir propriedade intelectual)ao invés de criticar procurando falhas no pensamento anarcocapitalista.Procure fazer critícas construtivas porque se for para procurar falhas o estado está cheio de mau exemplo e outra coisa se para alguns anarcocapitalismo significa plutocracia, estatismo é uma plutocracia pior e eu preferiria uma plutocracia melhorada que é o anarcocapitalismo e só mais uma coisa se os ricos são tão nocivos porque todo mundo (inclusive eu)sonha em um dia ficar rico.
  • Fellipe  30/03/2013 20:47
    Parece q vc nao entende qual é a ótica libertaria sobre a PI ou só quer trollar. Fico com a segunda opção. Vá estudar o que entendemos sobre a PI antes de vir aqui falar asneira.

    PI nao existe para nos libertários. E isso é bem diferente de nao remunerar alguém sobre seu trabalho.

    E sobre a comunidade Linux, ela realiza um trabalho voluntário, você paga se achar que deve. É a mesma lógica da contribuição para o IMB, que já aviso que vou pagar pois quero que o trabalho continue por muitos e muitos anos.
  • anônimo  30/03/2013 09:03
    'E desde quando pedir doações significa cobrar por algo?Ah, meu, vá procurar uma distração, vai. Os espantalhos que os detratores inventam '

    Não significa, nem eu disse que significava.E é muito engraçado você vir falar de espantalhos quando vem me condenar por uma coisa que eu nunca disse.Ato falho?
    Eu sou contra a PI do jeito que é hoje, mas o que falei no outro artigo, e que você não entendeu, é que é um conceito que alguma coisa certa deve ter, pois se ninguém tem que remunerar ninguém, nem que seja voluntariamente, pelo esforço mental então não existe motivo nenhum pras pessoas no mundo inteiro estarem dando dinheiro pro pessoal do linux. E mesmo assim elas doam. E o mesmo pra vários outros exemplos, inclusive o conteúdo gratuito aqui do IMB.

  • Hueber  31/03/2013 06:38
    Ninguém tem obrigação nenhuma de doar. Vc contribui se quiser. Ponto. Não se faça de besta.
  • anônimo  31/03/2013 10:24
    Hueber, não se faça você de analfabeto funcional. Onde foi que eu disse que a doação é obrigatória? O exemplo que eu dei, você não sabe o que é Linux não? Não sabe que ele vive de doações [/b]voluntárias?[b].
    afff
  • Eduardo Bellani  29/03/2013 13:17
    Uma observação técnica. Pelo que pude perceber, a página de cadastro do instituto mises não possui proteção ssl. Isso significa que a senha viajaria em aberto até o servidor de vocês. Sugiro que deem uma olhada nisso, pois expões os consumidores a um risco desnecessário.
  • Cat  29/03/2013 14:33
    Opa, já comprei. Amanhã faço o pagamento. IMB, que tal lançar umas moedas de prata, ouro e cobre comemorativas, assim como o LvMI faz?
  • Murilo  29/03/2013 15:17
    Excelente idéia! Se isso for possível o IMB conseguiria, além de obter renda necessária à sua manutenção através do lucro sobre as moedas ou barras, presentear os apoiadores com um investimento seguro.

    Eu compraria com toda certeza!

    Em tempo: reconheço perfeitamente que o conhecimento que o IMB nos disponibiliza é a mais segura e valiosa retribuição que poderíamos esperar por qualquer apoio financeiro que os leitores pudessem fornecer ao instituto, mas o metal precioso traria um atrativo adicional.
  • Bruno D  29/03/2013 22:04
    Boa!
  • Gabriel Miranda  29/03/2013 15:16
    Já dei vários relatos aqui de como o IMB foi e é importante na minha formação intelectual. Não vou me repetir. O que eu "lamento" é que os benefícios oferecidos para os associados não alcancem, de maneira plena, aqueles que estão longe dos centros onde o instituto costuma realizar suas atividades:

    "Quem se associar receberá uma carteirinha e ainda terá descontos de 10% nos eventos, cursos e na compra de livros (comercializados nos eventos*)."

    A maneira que eu encontrei para financiar as ideias em que acredito vai ser comprar os livros disponíveis na loja virtual do site. Comecei com "Ação Humana", do Mises, e com o tempo vou comprando outras obras.

    Vida longa ao IMB! Abraços!
  • Marcio  29/03/2013 16:18
    Que este site prossiga com sua incansável luta.

    Tenho a absoluta certeza que a maioria dos leitores daqui após conhecerem as idéias apresentadas neste espaço, devem ter se tornado pessoas melhores, no sentido de que hoje entendem como as coisas não aparecem por mera mágica ou porque o governo quer.

    Conhecer esse lugar foi como sair de uma Matrix.
  • Sergio   29/03/2013 18:09
    Senhores do IMB ,
    muito boa tarde,

    Eu sou o que vocês consideram um estatista. Trabalhei a vida toda para órgãos públicos,e ainda continuo trabalhando ,porque a Previdência Pública não garante uma dignidade mínima para o aposentado(estamos no Brasil 3º Mundo ,não na Suíça) e a Previdência Privada não "pegou" por aqui.Não estou reclamando ,pois se pudesse escolher meu local de nascimento ,não seria na Terra dos Mensaleiros e seu Líder ,o Cefalópode Apedeuta .Mas estou aqui , e por aqui devo lutar para mudar o que pode ser mudado .Apesar de estatista,muitas vezes me pergunto :qual o tamanho que isto deve ter? ou não deve ter? Tenho dúvidas ,lendo os excelentes artigos e livros do Instituto , se o libertarianismo não será outra opinião extrema como o estatismo. Afinal, dizia Lenin,o proletariado não se tornará santo assim que chegar ao poder,e muito menos os libertários.Onde posso ter uma leitura que mostra a estranha relação entre o Estado e monopólios ? É por isto que tenho um enorme respeito e admiração pelo trabalho feito pelo Instituto.NINGUÉM,na nossa mídia comprada por anúncios e barganhas comerciais, fará o grande serviço que vocês fazem .Desejo longa vida ,saúde ,e prosperidade para
    o Instituto Mises do Brasil.
  • Ali Baba  30/03/2013 10:37
    @Leandro,

    Quanto a ANATEL, nada de novo. Mais um caso de "Regulatory Capture":

    "Regulatory capture occurs when a regulatory agency, created to act in the public interest, instead advances the commercial or special concerns of interest groups that dominate the industry or sector it is charged with regulating."

    E esse não é nem um caso isolado. Você consegue pensar em alguma "agência" brasileira que não esteja capturada? O pior é que as pessoas acham, que isso é fruto do capitalismo (afinal foram as empresas que "capturaram" a agência). Isso é fruto do estado! Um estado que além de reclamar para si o monopólio de serviços essenciais, também reclama para si a outorga de serviços para apadrinhados por meio dessas chamadas "agências".

    Digam o que quiserem os estadistas, mas isso *sempre* acontece quando existem agências reguladoras. Você consegue enxergar isso acontecendo em uma sociedade ancap ou minarquista?
  • Henrique  29/03/2013 21:49
    "Afinal, dizia Lenin,o proletariado não se tornará santo assim que chegar ao poder,e muito menos os libertários."

    A diferença é que o único poder que um libertário almeja é o poder sobre a própria vida e propriedade.

  • Sérgio  29/03/2013 22:18
    Pra não deixar confusão, este Sérgio aí ñ sou eu. Defendo os valores e a honra.
  • Daniel Costa  29/03/2013 18:33
    Sou um desses apaixonado pelo site. Não tenho palavras para descrever o bem que estes grandes homens estão fazendo a nós e nossos filhos. Só de posso dizer agora obrigado.
  • Um Filósofo  29/03/2013 19:12
    O IMB serve a mim como uma evidência polilogística da luta de classes. Através de um estudo aprofundado dos ensinamentos aqui difundidos, pude concluir que por trás de sua defesa da vida, liberdade e propriedade jaz uma irreconciliável lógica a favor do domínio da elite capitalista sobre o povo explorado, alienado e impotente.

    Diz-se que há no mundo diversas lógicas irreconciliáveis que separam-se em função da classe de seu criador. Tal descrição é exata quanto ao IMB. Não representando o povo, clamam que cabe apenas a cada indivíduo ou a alguém autorizado por ele as decisões sobre sua vida. Uma retórica ingênua quando comparada aos avançados estudos humanos da Escola de Frankfurt, que já denunciaram os efeitos letais de decidir sobre a mente dos indivíduos. A alienação e a violência, por adição, são os motivos pelos quais o povo não toma suas decisões; na realidade, apenas segue aquilo que a ele fora antes instruído. Por não enxergar tais óbvia variáveis, os neoliberais bem feitores não enxergam positivamente a intervenção do estado em função do bem comum. Cabe aos defensores do povo tomar as rédeas da vida de cada indivíduo por seu próprio bem. Entretanto, infelizmente, no passado, tal papel fora influenciado por uma burguesia; o que corrompe o estado moderno.

    Sonho com o dia em que o IMB verá as incoerências do livre-mercado e do individualismo. Assim, abraçando a justiça social, a defesa das minorias e a intervenção governamental para deter a anarquia dos mercados, os malefícios da família e a ganância dos capitalistas.

    Continuem fortes, amigos. Bem-vindos ao território hostil onde há décadas meus professores e eu construímos um império da luta pela justiça e igualdade: As universidades brasileiras.
  • Andre  29/03/2013 19:39
    Outro dia mesmo estava pensando nisso que foi dito, que graças à internet a esquerda não tem mais como controlar todas as informações que chegam às pessoas.

    Como as emissoras de TV e outras mídias mainstream antigas são fortemente reguladas acabaram virando antro de esquerdistas.
    Com a internet eles não podem mais controlar o que o povo têm acesso como antes.
    Viva à internet!
  • Marcio  29/03/2013 20:41
    O máximo que conseguem fazer é uma espécie de patrulhamento ideológico. O que mais tem hoje em dia é esquerdista invadindo páginas de pensamentos contrários para fazer ironia ou destilar toda a verborréia ideológica.

    Tem uns que são mais ousados e ainda fazem questão de mostrar quem são. Teve um petista comentando no artigo dos 13 passos para ser como a Dilma. Isso foi possível pois ele postou o perfil do Facebook no nome que usou pra comentar aqui.

    Nossos passos estão sendo vigiados...
  • anônimo  29/03/2013 23:29
    É mas nem precisa.A internet do povão é o face e ficar fuçando a vida dos outros.
  • Daniel Marchi  29/03/2013 20:20
    Saudações do associado 0031.
  • Bruno  29/03/2013 21:49
    Quem realmente admira Ludwig Von Mises não o confunde com nenhum anarquista. Mises sabia que é necessário haver um governo. Não associe o nome de Mises a algumas ideias absurdas de abolir o governo. Isso é coisa de anarcocapitalista. Nós, seguidores de Mises somos LIBERAIS, segundo a tradição clássica.
  • Eduardo de Carvalho  30/03/2013 01:49
    Eu também achei esse site excelente, já li mais de 50 artigos concerteza e muitos até imprimi. Agora estou lendo Ação Humana, já li um livro sobre educação obrigatória, que inclusive comprei pelo site, apesar de ter via e-book.
    Também li trechos de outros livros que estão aí pelo site na parte de e-books e confesso que não é fácil defender tais ideias trabalhando numa escola pública junto com meus colegas que são a favor da estatização permanente e em sua maioria adoram os jargões marxistas. Vez, em quando costumo corrigí-los sobre qual linha marxista que ele defende, desde a de Gramsci, Lenin, Trotsky, enfim. Ajudo-os para depois refutá-los e eles ficam no fundo bem f.
    Fazer o que?
    A prática diária e o desperdício de material, energia e caos que instala-se nas escolas públicas, só conseguem ser camufladas por eles, com muita utopia e o dia em que a classe enfim, acordar!
    Mas eles mesmos, estão percebendo os acordos que existem entre sindicato e governo, além de muitos incompetentes que pouco fazem no serviço público em geral.
    Enfim, cada um vive o sonho que escolheu pra si não?
  • Mercado de Milhas  30/03/2013 01:51
    O IMB tem muito conteúdo de primeira. Tirando algumas bobagens como a defesa de anarquia, há muita coisa boa. Os artigos sobre a economia brasileira, como funcionam os bancos e etc são muito esclarecedores. Parabéns aos verdadeiros guerreiros que mantém o site online.

    Eu sou um servidor público que continua estudando pra concurso, apesar da descrença total no estado. Então, tenho vivido meio que no oposto do que acredito.

    Ao mesmo tempo em que torço para que o Brasil dê uma guinada pra "direita", que um partido como o Liber vire realidade, enxugando o estado e desregulamentando geral, sigo lendo livros para passar num concurso público, visando trabalhar menos e ganhar mais. hehe

    Então, vou decidir ainda se vou contribuir.. é difícil "trabalhar" contra o próprio patrimônio. :-D

    Aproveito para refazer uma crítica constante que faço aqui. Para agregar mais pessoas a causa da liberdade, temos que nos unir em idéias comuns. Não fica tentando transformar raivosamente as pessoas em anarquistas.

    Enfim, vou pensar se vou contribuir com meu "suado" dinheirim... hehe

    Vida longa ao IMB!
  • Anarcofobico  30/03/2013 03:48
    Vc funcionário público exerce papel primordial ao interesse público, mas deveria se envergonhar de afirmar que isso é sinônimo de pouco trabalho e muita renda! Todos nós sabemos que o funcionário publico brasileiro trabalha incansavelmente para construir um Brasil melhor, muitos varando a noite e trabalhando em feriados! E ganham modestamente, o suficiente para servirem de exemplo aos demais! Mas tome cuidado, pq os liberais não querem ver sua alegria, nem a alegria do pobre brasileiro! Hj mesmo fui abordado por um homem que dizia que os empresarios mandam em tudo, tive que concordar com ele, os empresarios estão nadando no lucro brasil e muitos servidores passando necessidade!
  • Rodrigo D.  30/03/2013 04:44
    Cara. Nada mata mais a alma do que viver não seguindo o que se acredita.

    Não faz isso. Olha, sei que aparentemente os ganhos no serviço público são altissimos. Mas se vc não acredita nisso, e sabe que não funciona, acabará se afogando naquela burocracia burra, ficando amargo e deprimido.

    Pega essa energia que você dedica aos concursos, procura algo que vc goste, e pense em como fazer dinheiro com isso. Dinheiro suado, fruto do seu trabalho e da sua mente. Mesmo que não ganhe tanto, o prazer de saber que cada centavo daquele é seu, merecido e conquistado, paga a diferença.

    Falo isso por experiência propria. Quando abandonei o serviço público para montar a minha prieira empresa, todo mundo me chamou de doido. Gastei dois anos para ganhar igual ganhava no serviço público, hoje ganho bem mais que o teto do funcionalismo. Mas não é o dinheiro que importa, é a satisfação, o orgulho. Pensa nisso.

    Abraços,
  • anônimo  30/03/2013 09:07
    Passar num concurso é muito mais fácil que montar uma empresa.O cara não arrisca nada,não perde nada se der errado, não precisa encontrar um nicho de mercado, não precisa saber liderar...e pra passar basta ter o QI de um papagaio.
  • Anarcofobico  30/03/2013 11:39
    Então preste um concurso de alto nível, senhor anonimo, quero ver se o senhor passa! Isso aí é frase de quem prestou concurso e não passou! Diga, senhor anonimo, o senhor já prestou concurso??
  • outro anonimo  31/03/2013 19:17
    Duh, tente montar então uma empresa de alto nível, anarcofóbico. A dificuldade de passar num concurso público não chega nem perto na de se tornar um empreendedor de sucesso, ainda mais num país estatólatra como este. Qualquer empreendedor está anos-luz de qualquer concurseirozinho. Aliás, sempre digo, prestar concurso é assinar um atestado de covardia e de fracasso.
  • Funcionário desesperado  30/03/2013 11:54
    Rodrigo, gostaria que fosse fácil assim! Eu sou funcionário público e me tornei libertário após concurso público. Fico pensando em ir para a área privada, estou bolando estratégias, mas sei que será mto difícil ganhar o que ganho hj, por isso tenho que me organizar primeiro. Tenho que pensar na minha família também, que depende de planos de saúde, pagamento de escola, etc. Então, não é simples assim, o pedido de exoneração exige uma disposição heróica.

    Sei que mtos funcionários públicos são libertários e é esse sistema em que estamos envolvidos. Aliás, é necessário haver funcionários públicos libertários, pois eles estão próximos dos governos e de pessoas que influenciam o ensino e outras coisas. Por isso, creio que os libertários devem ser um pouco mais tolerantes com eles, que podem servir de ótima ferramenta enquanto estiverem lá. Que não sejam julgados por escolherem algo enquanto estavam doutrinados.
  • Mercado de Milhas  31/03/2013 01:45
    Caro Rodrigo, obrigado pelas palavras! Espero conseguir o que você conseguiu. Como o "Funcionário desesperado", eu também me tornei liberal pós serviço público. Ler o livro "Riqueza das Nações" do Adam Smith abriu minha mente. Tudo que eu já desconfiava, mas não entendia direito, fez sentido. Me tornei um liberal convicto. Após anos no serviço público então, a certeza é absoluta. Isso inclusive me atrapalha nos estudos, pois vira e mexe me pergunto.. "O que é que eu estou fazendo com a minha vida?". Mas como já sou papai, tenho contas pra pagar, aluguel, fica meio complicado arriscar. Mas sinto que devo.. falta é coragem mesmo.

    Anarcofobico, você sabe muito bem que o que diz não é verdade..
    O funcionário público é um ser humano como outro qualquer, com seus interesses privados. Todos que estão no serviço público querem ganhar mais e trabalhar menos, como todo mundo. Todos gostariam de passar no concurso onde paga-se mais e trabalha-se menos. Todos gostariam de passar no Senado. Essa é a triste verdade.
    Somos um exército de pessoas capazes produzindo quase nada.. E tanta coisa ainda precisa ser feita no Brasil.. só de infra precisamos de rodovias, portos, aeroportos, trens, metrôs... e o estado contratando mais e mais burocratas para mais e mais ministérios idiotas.. já são 39.

    Sei que muitos "libertários" são só ricaços querendo aumentar os juros pra viver de renda. Muitos também não tem nenhuma sensibilidade com os mais desafortunados. Sou um liberal que acredita inclusive na teoria do valor trabalho, embora saiba de suas limitações. Mas a teoria do valor subjetivo é tão ampla que não explica nada. Apoio a propriedade privada dos meios de produção, não porque acho que seja justa, mas sim porque é muito mais produtiva (e menos injusta) que a propriedade pública. Pra mim, os ganhos (poder de compra) deveriam guardar exata relação ao mérito, ou seja, ao verdadeiro significado da palavra trabalho.

    Abs!




  • anônimo  30/03/2013 16:19
    Devo dar meus parabéns ao pessoal do site!

    vocês e ajudaram muito a mudar minha visão sobre política e ler artigos de Mises, Rothbard e demais outros autores libertários me enche de esperança que ao menos um dia, nem que seja daqui a 200 anos, as pessoas irão começar a ter esse pensamento libertário e se desviar desses pensamentos políticos loucos de esquerda e extrema direita...

    leio no mínimo uns dois artigos por semana (por causa do tempo corrido), nas minhas férias lia quase que todo dia...

    espero que logo em seguida eu possa me associar ao Mises, planejo isso realmente.

    e que o site e as pessoas que cuidam dele continue assim, desafiando os paradigmas estatais e da economia atual.

    vocês são uma fonte de conhecimento riquíssima e podem ter certeza de que o pensamento libertário no Brasil está se expandindo em uma velocidade bem maior do que nos anos 90 e 2000 graças a vocês! minha esposa está cursando a faculdade de administração, e nas aulas de economia dela o professor inclusive já fez um trabalho sobre um artigo de Mises, esse aqui: www.mises.org.br/Article.aspx?id=1056

    além disso, é só uma questão de tempo para que ao menos as pessoas que cursam economia e administração darem boas vindas as idéias libertárias! eu vejo hoje que muitos dos que cursam economia também já aderem as idéias daescola austríaca, antes completamente esquecida e ignorada...

    parabéns pelo site e continuem por favor com esse trabalho incrível de fazer abrir as mentes dos brasileiros para a economia e os malefícios do estado...

  • ANDRE LUIS  30/03/2013 18:40
    Gostaria de adquirir minha filiação, porém de forma anônima (sem fornecer CPF). Seria possível? Grato.
  • Fernando Chiocca  01/04/2013 16:10
    André, é possível fazer o pagamento da associação através de depósito bancário.
    Envie um e-mail para fernando@mises.org.br
  • Advogado dissidente  01/04/2013 04:59
    A disseminação da Escola Austríaca é urgente. Fiquei atordoado quando o meu orientador de mestrado supôs que Mises e Hayek eram coniventes e apoiadores do nazismo. Mesmo tentando argumentar, me vi na necessidade de retirar todas as minhas referências à escola austríaca, para não ter problemas com a banca. Ele ainda me orientou a manter latente minha predileção pela EA, por acreditar que não conseguirei lecionar em nenhuma universidade, já que não há nenhuma universidade liberal.
    O instituto é culpado por insculpir em mim uma noção de moralidade e respeito à propriedade alheia que me fez repensar toda a minha formação jurídica. Parabéns a todos que mantêm o site e propagam seus ideiais.
  • anônimo  03/04/2013 22:01
    Poxa, bastava lembrar ao seu orientador que Mises... era judeu.
  • O Observador  04/04/2013 03:01
    Seu post demonstra bem o estado da "academia" no Brasil. Argumentum ad ignorantiam corre solto. E assim se dizem "esclarecidos". A soberba e ignorância desse pessoal, somada à tendência nacional de olhar para o próprio umbigo, é a semente de todos os males.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1530 neles! (O maior perigo para a humanidade: nossa recorrente paixão pelo autoritarismo).
  • Advogado dissidente  04/04/2013 12:58
    O pior é ouvir que o livre mercado é uma "crença religiosa", somente fé, sem evidências.
  • Blah  17/04/2013 13:42
    O pior é ouvir que o livre mercado é uma "crença religiosa", somente fé, sem evidências.

    O pior, mesmo, é ouvir isso de pessoas que falam que Hayek e Mises apoiavam o nazismo, sem fornecerem nenhuma evidência. Ignorando o fato de Mises ter sido judeu, de ambos terem escrito a respeito das características socialistas tanto do nazismo quanto do fascismo, etc. O ambiente acadêmico é um esgoto a céu aberto, e as pessoas saem dele igualmente incapazes de raciocionar de forma lógica e coerente.
  • Bruno D  27/04/2013 22:51
    Esses orientadores de mestrado...

    Bem, faça uma aula provando o contrário, mude de orientação esse dai não vai te levar a nada, pare de ser respeitoso com vigaristas, expulse-o o do cúbiculo à chutes no traseiro.
  • Fabiano  03/04/2013 21:30
    Mais um associado! Longa vida ao IMB!
  • Fellipe  17/04/2013 00:46
    Chegou a carteirinha!
  • Ricardo De Lucia Leite  27/04/2013 20:55
    Opa, associado eu, não poderia deixar de ser!

    Há dois anos decidi empreender e por virtudes da Internet, acabei no mesmo período encontrado o IMB. Que união perfeita para que tudo fizesse sentido.

    Os riscos, as incertezas e os desafios, fazem parte da vida e o empreendedorismo é a ação que mais sentido me faz como Ser Humano. Empreendedorismo e socialismo não combinam, são como água e óleo.

    Defender a economia de mercado, a propriedade privada, e a paz nas relações interpessoais é a ação mais racional e óbvia para um empreendedor.

    Que os libertários empreendam cada vez mais para que um dia encontremos a solução para o nosso maior problema: a morte!

    Liberos esse immortalem...
  • anônimo  28/04/2013 02:06
    Também já me associei. Depois que comecei a ler os artigos aqui e a literatura associada, resolvi largar meu emprego e iniciar minha própria empresa.


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.