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A relação entre expansão artificial do crédito e degradação ambiental

Teóricos que defendem soluções de livre mercado para o ambiente já demonstraram que a melhor maneira de se preservar a natureza é estendendo a criatividade empreendedorial e os princípios do livre mercado para todos os recursos naturais, o que requer a completa privatização destes e uma correta definição e defesa dos direitos de propriedade que pertencem a eles.  Sem estes direitos, todos eles baseados na propriedade privada, o cálculo econômico se torna impossível, a correta alocação de recursos escassos para as aplicações mais demandadas é impedida e todos os tipos de comportamentos irresponsáveis são encorajados, o que leva ao consumo e à destruição injustificados de vários recursos naturais.

Não obstante, estes teóricos conservacionistas pró-livre mercado até hoje seguem ignorando uma outra grande causa do uso ineficiente e improdutivo dos recursos naturais: a expansão artificial do crédito que os bancos centrais orquestram e ciclicamente injetam nos sistemas econômicos por meio dos sistemas bancários, os quais, por operarem com o privilégio de utilizar reservas fracionárias, intensificam e ampliam ainda mais esta expansão artificial do crédito.

Toda expansão creditícia artificial desencadeia, em sua fase inicial, uma bolha especulativa que pode ser caracterizada por uma "exuberância irracional".  Esta fase da expansão creditícia provoca uma série de desequilíbrios e descoordenações na economia real, fazendo com que vários projetos e empreendimentos de longo prazo que antes da expansão do crédito se mostravam desvantajosos se tornem agora, por causa da queda dos juros, aparentemente (muito) lucrativos. 

E um dos resultados mais ignorados deste fenômeno é a desnecessária pressão que ele gera sobre todos os recursos naturais.  Árvores que até então não deveriam ser derrubadas se tornam extremamente desejadas por madeireiras, cuja matéria-prima está agora sendo demandada por vários setores imobiliários.  Por causa do boom na construção civil, a produção de cimento aumenta exponencialmente, o que por sua vez exige um aumento na produção de alumina, de sílica, de óxido de ferro e de magnésio, os quais são queimados juntos em um forno e pulverizados, transformando-se em seguida em concreto.  Para aumentar a extração de minerais, várias montanhas e vales são explorados e perfurados mais atabalhoadamente, sempre com urgência para se suprir a crescente (e artificial) demanda.  O aumento artificial da renda, gerado pelo crédito fácil, estimula uma maior demanda por uma gastronomia mais requintada, o que estimula a pesca predatória e uma maior quantidade de abate de animais.  A criação de gado, uma atividade que os ambientalistas dizem ser extremamente poluidora, se expande.  A atmosfera é poluída.  Os rios são contaminados.  Além dos minerais, aumenta-se também a prospecção de petróleo e gás com o intuito de se completar projetos excessivamente ambiciosos para os quais simplesmente não haverá demanda assim que eles ficarem prontos, dado que os consumidores estarão mais endividados e sua renda não terá aumentado com se previa inicialmente.

No final deste ciclo, quando a expansão creditícia — que não pode se perpetuar para sempre — for interrompida, o mercado inevitavelmente irá impor o desejo dos consumidores e todos estes empreendimentos que até então pareciam lucrativos revelar-se-ão um grande desperdício.  Vários bens de capital produzidos durante o período da euforia se tornam ociosos, revelando que sua produção foi um erro e um esbanjamento desnecessário (o que os fez ser distribuídos incorretamente no tempo e no espaço) porque os empreendedores se deixaram enganar pela abundância do crédito, pela facilidade de seus termos e pelos juros baixos estipulados pelas autoridades monetárias.

O resultado de tudo isso é que o ambiente é danificado desnecessariamente, uma vez que, no final, o padrão de vida dos consumidores não aumentou em nada.  Pelo contrário, aliás: os consumidores estão agora relativamente mais pobres em decorrência de todos estes investimentos errôneos e insustentáveis que foram empreendidos em decorrência da expansão artificial do crédito, investimentos estes que imobilizaram capital e recursos escassos para seus projetos, recursos estes que agora não mais estão disponíveis para serem utilizados em outros setores da economia.  No geral, a economia está agora com menos capital e menos recursos escassos disponíveis.  Na Espanha, por exemplo, há hoje um milhão de casas vazias, sem compradores.  Capitais e recursos escassos foram desperdiçados na construção destes imóveis, capitais e recursos que poderiam estar hoje sendo aplicados em outros setores da economia espanhola.

É assim que a expansão do crédito, além de afetar toda a economia, ainda degrada desnecessariamente o ambiente.

Esta extremamente sucinta análise nos leva a uma óbvia conclusão: amantes da natureza, além de defender a privatização de todos os recursos naturais, deveriam também defender um sistema monetário de livre mercado, o qual não comporta um banco central manipulando e expandindo a oferta monetária e o crédito para atender aos desejos de curto prazo dos políticos.  Em suma, um sistema monetário baseado em um padrão-ouro puro.  Este seria o único arranjo capaz de erradicar as recorrentes expansões econômicas artificiais e insustentáveis e suas subsequentes crises financeiras e recessões, ciclo este que tanto mal faz ao ambiente, à humanidade e a todo o processo de cooperação social.

 


autor

Jesús Huerta de Soto
, professor de economia da Universidade Rey Juan Carlos, em Madri, é o principal economista austríaco da Espanha. Autor, tradutor, editor e professor, ele também é um dos mais ativos embaixadores do capitalismo libertário ao redor do mundo. Ele é o autor de A Escola Austríaca: Mercado e Criatividade Empresarial, Socialismo, cálculo econômico e função empresarial e da monumental obra Moeda, Crédito Bancário e Ciclos Econômicos.


  • Getulio Malveira  05/07/2012 06:10
    Acho que esse artigo veio mesmo a calhar. É difícil pensar que as atuais preocupações ambientais vão desaparecer. Ao invés de vociferar contra os ambientalistas, talvez fosse realmente melhor tentar estabelecer um diálogo razoável sobre as verdadeiras causas da degradação ambiental. A hipótese apresentada pelo prof. Soto me parece muito plausível.
  • Andre Cavalcante  05/07/2012 07:46
    Caraca, tô gostando muito dos artigos recentes do de Soto.

    Só complementaria a questão ambiental no seguinte: quando do fim do ciclo, as madeireiras e mineradoras etc. irão abandonar a área explorada, por não ter mais capital para cuidar dela, o que é garantia absoluta de degradação ambiental. Até que se inicia um novo ciclo, caso este que, dado a urgência, força a busca de novas áreas, e o ciclo de degradação também reinicia. Por outro lado, em uma economia baseada em poupança real, a exploração de uma área é feita já com vistas a prazos mais longos e o custo ambiental (o de recuperação das áreas) já estará embutido no preço dos produtos explorados, de tal forma que uma única área pode ser reaproveitada inúmeras vezes.

    Abraços.

  • Fernando Chiocca  05/07/2012 08:29
    É impressão minha ou além de associar a expansão artificial com o ambientalismo, este foi o mais brilhante resumo da teoria dos ciclos econômicos?

  • Tiago RC  06/07/2012 01:34
    Nhé, o Leandro já escreveu artigos melhores que esse, no que diz respeito a explicar os ciclos econômicos. Tipo esse por exemplo.

    Acho um pouco complicada a argumentação usada nesse artigo. É como se ele estivesse criticando um rápido crescimento econômico. Claro que um crescimento artificial, motivado por inflação, é ruim, pois sabemos que haverá desperdícios. Mas um rápido crescimento econômico pode muito bem ser fruto de alguma invenção tecnológica revolucionária, por exemplo. Alguma grande descoberta/invenção, ou mesmo um grande avanço da liberdade em países com grandes populações, podem gerar booms econômicos legítimos até mais intensos do que aqueles artificialmente provocados pela inflação. Ex: mesmo que os aristocratas da época pré-Revolução Industrial já estivessem "armados" com o papel moeda de expansão ilimitada, eu duvido que eles conseguiriam causar uma expansão econômica mais intensa do que aquela causada pela própria revolução industrial.

    Acho que a argumentação ambiental deve ser feita deixando claro que um livre mercado fará com os recursos naturais aquilo que é mais desejado pela humanidade. E como uma parcela significativa da humanidade quer "natureza", natureza eles terão.
  • Renato  05/07/2012 08:58
    Considero falha a argumentação deste artigo.\r
    \r
    É verdade que sistemas de livre mercado (ou mercado passavelmente livre) são melhores que os sistemas socialistas e fascistas, tanto para o bem estar das pessoas como para o meio-ambiente. Mas não exatamente pelos motivos dados no artigo.\r
    \r
    O autor parte de uma constatação correta: Parte dos recursos utilizados, em razão das bolhas artificiais, foram desperdiçados, ou usados naquilo que não era o que as pessoas mais queriam. Realmente este fato em si pode levar a supor que um sistema mais livre usará menos recursos naturais.\r
    \r
    Entretanto, uma economia mais livre crescerá mais, e ísto a levará a usar mais recursos naturais. Possivelmente esse crescimento "extra" consome mais recursos do que o economizado pela maior racionalidade do sistema de livre mercado.\r
    \r
    O motivo principal da melhor conservação do ambiente num regime de livre mercado é outro. Os sistemas socialistas ou fascistas (semi-socialistas) pressupõem um controle muito maior do estado sobre os meios de comunicação e educação. Se ao partido no poder (ou a elite esquerdista-globalista que o contrala) parecer útil ocultar os problemas ambientais (ou exagerar alguns deles, ou apontar falsos problemas e esconder os verdadeiros) esse partido terá poder para tanto. Logo, o público não saberá dos principais problemas ambientais, ou se souber, não terá meios fora do controle do partido para forçar a que se tomem providências.\r
    \r
    Veja-se o exemplo dos sistemas socialistas da cortina de ferro, que faliram, ou a atual China fascista (e anteriormente socialista). Embora a irracionalidade na alocação dos recursos tenha seu papel, a principal causa da degradação ambiental foi do poder irrestrito dos partidos no poder. Ninguém cobra (ou cobrava) respeito pelo meio-ambiente, porque ninguém tem poder para tanto. Ou nem informação.
  • Leandro  05/07/2012 09:13
    Prezado Renato, existe uma diferença entre uma economia crescer mais no livre mercado e uma economia crescer súbita e aceleradamente em decorrência de uma expansão artificial do crédito. Esta última ocorre de maneira atabalhoada, gerando um sentimento de "urgência" em todos os empreendimentos, ao passo que uma economia que cresce harmoniosamente, com poupança, não sofre destes males. Mesmo porque não haveria estes surtos temporários de crescimento seguidos de estagnação e recessão.

    Entendi seu argumento, mas ele contém esta falha.

    Grande abraço!
  • Renato  09/07/2012 03:16
    Você tem razão.

    Abraços
  • Eduardo  05/07/2012 14:33
    Uma economia livre usaria mais recursos, mas os usaria de forma racional em respeito a escassez relativa desses recursos, tendo propriedade privada e um sistema de preços livres.
    Assim, todos os excessos dessa economia teriam que passar por cima de preços mais altos decorrentes da maior escassez de bens.

    Penso que mesmo se uma economia consumir "mais do que deveria", opções como a reciclagem de bens escassos que não eram lucrativas passariam a ser interessantes, o que diminuiria o impacto ambiental da extração.
  • Fernando  05/07/2012 17:05
    "Jornal Nacional: MP move ação contra INCRA por estimular os assentados a desmatar floresta amazônica para aprovação de novos assentamentos... 30% da area de floresta amazônica desmatada no ultimo ano foi decorrente de novos assentamentos..."

    É... Confesso que dei uma alta gargalhada quando ouvi.

  • Johnny Jonathan  05/07/2012 18:31
    HSUAHSUAHSAUSHAUHSAUSHUASH
    E eu agora, já que não vi o JN.
  • BrasilRJ  05/07/2012 22:27


    Acredito que uma boa argumentação austríaca possa convencer pessoas intelectualmente honestas que a atual Religião Verde não passa de Milenismo disfarçado. Mas não nutram muitas esperanças: quase todo "ambientalista" é mau caráter, desonesto, invejoso e socialista disfarçado de ecologicamente responsável.
  • Eliel  06/07/2012 03:20
    O artigo está correto.
    Acrescentaria que a divergencia entre tecnologia e moral de nossa era é resultante da expansão crediticia.
    Explico: a bomba atomica não surgiu apenas por estudos na area, mas tornou-se possivel graças á expansão creditícia para alocar os fabulosos recursos necessarios á sua realização pelo famoso Projeto Mahatan. Fabulosa alocação de bens de capital para produzir um unico bem de capital que pode destruir outros bens de capital.
    Dizem que os militares estão de 30 a 50 anos à frente da sociedade civil em termos tecnológicos ( pelo menos os americanos, europeus, chineses e russos ). Não será a expanção creditícia que financia todo esse "avanço" e gera os enormes défices nas contas do estado?
    Não sei se fui claro em minha exposição. Para reforça-la imaginei o seguinte: um pai ao invés de preparar seu filho de forma gradual para a vida ensinando-lhe a boa e velha Economia Austríaca ensina-lhe, ou melhor, dá-lhe possibilidades de crédito fácil para ele gastar muito. Desde cedo o menino tem tudo e chega a adquirir armas. Eis o perigo! Ele ainda não tem maturidade para usar armas ( armas de fogo ). Não se trata de negar a liberdade para essa criança rica e armada. Mas de negar a liberdade total em fase imprópria.
  • Tiago  06/07/2012 05:52
    Um parênteses sobre a bomba atômica já que vc tocou no assunto... frequentemente as pessoas citam essa tecnologia como algo que só serve para o mal. Será mesmo? Parafraseando Bastiat, isso é o que se vê, mas e o que não se vê? Por exemplo: Índia e Paquistão viviam em guerra, até ambos os estados construírem suas bombas atômicas. Outro exemplo é a própria guerra fria. Será que ela teria continuado fria por muito tempo se ambos os governos não tivessem poder suficiente para se auto-destruírem rapidamente? Enfim... nenhum estado detentor de armas nucleares jamais foi atacado militarmente. Podemos fazer uma analogia com indivíduos armados: o risco de ameaçar um é grande, mesmo para um bandido também armado.

    Resumindo, sem dúvida que bombas atômicas são uma cria do estado, mas acho que até mesmo essa tecnologia tão assustadora e potencialmente tão destruidora tem seus lados positivos, e que possivelmente superam os aspectos negativos.
  • Andre Cavalcante  06/07/2012 07:11
    Há outro ponto de vista que deve ser analisado.

    Um dos motivos de se ter uma arma é a possibilidade de uso. Como indivíduo compro uma arma não somente para persuasão, mas pela real possibilidade de me defender de um atacante.

    Da mesma forma, governos desenvolvem uma arma nuclear com a real possibilidade de uso. Contudo não há alvo militar grande o suficiente para "justificar" o uso de armas nucleares, logo a população civil vai ser impactada diretamente, daí dizer-se que armas nucleares são devastadoras...

    Paquistão ou Índia ainda não se aniquilaram mutuamente porque nenhum presidente/1o ministro doido o suficiente foi empossado. EUA e URSS não se aniquilaram mutuamente, mas aniquilaram meio mundo no que ficou conhecido como guerra terceirizada (literalmente no 3o mundo).

    E não é verdade que países que possuem armas nucleares não são atacados: e o que dizer do EUA e do 11/09?

    Abraços
  • BrasilRJ  06/07/2012 08:40
    No que se chama guerra convencional, não foram não; A não ser que ataques terroristas como 11/09 sejam considerados guerra convencional, então todos já foram atacados, afinal de contas, India sempre é alvo de atentados islâmicos, Rússia luta desesperadamente contra terroristas separatistas.

    As armas nucleares reduziram significativamente a possibilidade de guerra convencional entre dois estados portadores desses artefatos.
  • Eliel  06/07/2012 16:30
    ".. frequentemente as pessoas citam essa tecnologia como algo que só serve para o mal."
    Caro Tiago, concordo contigo, mas não fui isso que quiz dizer. Falha minha de expressão.
    Permita-me colocar assim:

    O progresso moral acompanha sempre o progresso intelectual?

    Decorre deste, mas nem sempre o segue imediatamente.

    a) - Como pode o progresso intelectual engendrar o progresso moral?

    Fazendo compreensíveis o bem e o mal. O homem, desde então, pode escolher. O
    desenvolvimento do livre-arbítrio acompanha o da inteligência e aumenta a
    responsabilidade dos atos.

    b) - Como é, nesse caso, que, muitas vezes, sucede serem os povos mais instruídos
    os mais pervertidos também?

    O progresso completo constitui o objetivo. Os povos, porém, como os indivíduos,
    só passo a passo o atingem. Enquanto não se lhes haja desenvolvido o senso moral, pode mesmo acontecer que se sirvam da inteligência para a prática do mal. O moral e a
    inteligência são duas forças que só com o tempo chegam a equilibrar-se.

    E do artigo:

    " É assim que a expansão do crédito, além de afetar toda a economia, ainda degrada desnecessariamente o ambiente."

    Não só o ambiente, ok?

    Obs.: As perguntas e respostas acima não são de minha autoria e sim de pesquisas próprias.

  • Gil  18/01/2013 23:36
    Parabéns Professor Huerta. Se o Aécio Neves ler este artigo não vai mais querer ser Presidente em 2014 (deixa prá 2018).Que a bomba estoure no colo da Dilma ou do lulla, com pré-sal e tudo.Com bolsa familia, JBS, Eike, e o resto.
  • Gil  19/01/2013 00:34
    Parabéns Tiago 5:52, se Paquistão e India não tivessem as mesmas armas,haveria guerra; se EUA e Russia não tivessem as mesmas armas, haveria guerra. Acrescento: se os brasileiros de BEM tivessem as mesmas armas que os BANDIDOS, haveria menos bandidos.
  • Gil  19/01/2013 01:23
    Por ouvir só os ambientalistas o Brasil vai pagar MUITO CARO. Em 2009 o Professor Luiz Carlos Molion(ainda escrevo Professor com letra maiúscula), alertava que a terra estava enrando em periodo de RESFRIAMENTO, não de aquecimento. IMB tem um artigo a este respeito.Alertava Molion que resfriamento/aquecimento são ciclos verificados a mais ou menos a cada 30 anos(lembrem-se de julho de 1975 que disimou o café no Paraná). Pior. Quando resfria, aumenta o gelo nos polos. Menos evaporação. Menos chuva. Menos produtividade agrícola. Mais fome. Menos água nos reservatórios das hidrelétricas. Menos energia elétrica por água. Mais por Termo(gás,petróleo). O que o Professor Molion quer dizer, é que não é "opinião" dele, mas estudos internacionais de 150 anos. Cadê o Al Gore? Professor Molion é nascido nos banhados do Tietê, formado na USP, e leciona em Alagoas. Nunca tive a oportunidade de perguntar a ele se por livre vontade, ou foi "convidado" para a Federal de Alagoas.Desperdicio de inteligência.Será que a GERENTONA nunca ouviu falar deste SENHOR? Esta Senhora que em 2003/04 montou o projeto de energia do Brasil. Os ciclos econômicos é o homem quem faz(crescimento/depressão). Os ciclos aquecimento/resfriamento é a própria lei que o ETERNO fez para o universo. Tudo está registrado.Não creio que o Brasil não tenha registros destes dados. Mas, como disse o LOBÃO MAU, todos os institutos de meteorologia trabalham para o governo(mas não precisavam sonegar informações aos brasileiros). Vamos ser iluminados por Térmicas por alguns anos. Ou por lampiões e velas.
  • Amarilio Adolfo da Silva de Souza  21/03/2015 15:46
    A Humanidade deve dar uma chance a si mesma e abandonar a crença de que governos poderão salvá-la de qualquer coisa.


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