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Notas sobre a III Conferência de Escola Austríaca

"Épico!", disse um participante ao final do evento.  "Inesquecível!", acrescentou outro.  "Quando você chora na palestra do Tucker e não é chamada de maluca, você sabe que está entre irmãos", confessou uma participante.  "Emocionante mesmo", concluiu mais um.  "Surreal", finalizou outro.

Como havíamos prometido, a III Conferência de Escola Austríaca foi a melhor e mais completa dentre todas já realizadas até então.  Se nas duas primeiras edições fomos agraciados com a presença de 200 participantes, os nada menos que 306 presentes nesta última edição — em pleno Dia das Mães — são para nós motivo de imenso regozijo, pois são reflexo do sucesso e da popularidade que estamos alcançando.

Novamente, e embora já tenha se tornado um clichê repetir este mantra, vale a pena enfatizar a recorrência daquele fenômeno que mais nos alegra e motiva a continuar nosso trabalho: a enorme participação do público jovem, em sua maioria universitários e até mesmo colegiais.  Se antes esta era uma seara completamente dominada pelo marxismo e pelo keynesianismo, cujos proponentes sempre davam como favas contadas a adesão e o apoio dos jovens às suas ideias homicidas e tresloucadas, respectivamente, hoje a realidade já vai sendo nitidamente alterada.  O idealismo juvenil, para não dizer pueril, de um mundo igualitário, sem classes e sem propriedade — o qual, se realmente existisse, se degeneraria na mais ampla carnificina — já vem sendo substituído pela defesa racional, e até mesmo apaixonada, da divisão do trabalho e da propriedade privada, ambas absolutamente necessárias para a preservação da essência da civilização.

A seguir, um brevíssimo resumo de cada palestra — não queremos estragar a surpresa para quando os vídeos forem disponibilizados.

1º dia

Logo na abertura da Conferência, o enciclopédico Fábio Barbieri — o homem que, por minuto, dispara mais informações do que uma Mini-Uzi dispara balas— explicou a maneira cíclica como se dá o intervencionismo nas economias.  Períodos profundamente intervencionistas sempre são necessariamente seguidos de períodos um pouco mais liberalizantes.  Se não fosse assim, todas as economias já teriam entrado em total colapso.  Houve até um gráfico senóide explicando este fenômeno.

O palestrante seguinte foi Philipp Bagus, que, com sua precisão germânica e didatismo escolástico, explicou tudo sobre o euro e a União Europeia, desde suas origens fundadas em ideais liberais clássicos até sua degeneração, bem ao gosto francês, em um esquema socializante e centralizador, no qual todos os países membros se tornam submissos a uma burocracia totalitária encastelada em Bruxelas e reféns de uma moeda integralmente gerenciada por burocratas em Frankfurt.  Bagus, adicionalmente, traçou três possíveis cenários para o futuro do euro.

Depois foi a vez do sempre carismático Ubiratan Jorge Iorio, que possui o dom ímpar de mesclar efeitos sonoros e informações sólidas em suas palestras.  Desta vez, Iorio traçou um paralelo entre os pensamentos austríaco, chicaguista e keynesiano, diferenciando a maneira como as três escolas enxergam a estrutura da economia e o conceito de tempo — e, principalmente, como a moeda afeta estas variáveis.  Além de ilustrar os principais erros de Chicago, Iorio explicou por que nada se salva na teoria keynesiana.

Após uma pausa para o almoço, foi a vez do sempre impecável Jeffrey Tucker fazer sua apaixonada e inflexível defesa da era digital, concentrando-se no complexo tema da propriedade intelectual.  Tucker é hoje, sem rivais, o mais apaixonado e eloquente defensor das liberdades individuais e da livre e irrestrita interação voluntária entre as pessoas.  Cada uma de suas sílabas exsudam um entusiasmo inigualável pelo livre mercado, pela liberdade e pelo progresso gerado pela era da livre difusão de informações.  Justamente por conta de seu fervoroso entusiasmo pela liberdade e pelo progresso possibilitados pela era digital, Tucker considera que o conceito estatal de propriedade sobre bens não-escassos — como as ideias — representa hoje uma das mais sérias ameaças para a liberdade e para o progresso de todas as nações.  Uma palestra imperdível capaz de suscitar vigorosos debates, de ambos os lados da questão.

Em seguida, foi a vez do extremamente simpático português José Manuel Moreira apresentar sua versão sobre liberalismo, socialismo e conservadorismo.  Saindo do lugar-comum que sempre permeia este tipo de debate, Moreira — que, ao contrário de toda a intelectualidade politicamente correta, não trata a Idade Média com chavões — fez uma distinção extremamente original entre a 'nobreza de espada' e a 'nobreza de peruca postiça (ou de salão)'. Para muitos libertários, especialmente da corrente ateu-ativista, é praticamente um susto descobrir que o estado moderno, totalitário e interventor é uma invenção pós-Idade Média.  Palestra para se ver com gosto e sem perder o interesse.

Para finalizar o primeiro dia, ninguém mais adequado do que o sempre polêmico, porém extremamente afável, Walter Block.  Uma usina ambulante de ideias originais e, sobretudo, provocantes, Block discorreu com desenvoltura sobre assuntos diversos e extremamente polêmicos, como feminismo, discriminação racial e étnica, sindicalismo e até mesmo aborto, sempre explicando quais seriam as soluções libertárias — isto é, que respeitem o teorema da não-iniciação de agressão contra inocentes — para todos os possíveis problemas suscitadas nestas áreas.  Em todos os seus exemplos práticos, Block mostra de maneira conclusiva que a liberdade, o respeito à propriedade privada e um mercado livre e irrestrito sempre atuarão em benefício justamente daqueles grupos que alegam ser os mais desfavorecidos, e que por isso continuamente clamam por privilégios estatais.  A reivindicação de privilégios possui suas origens no sistema interventor, e é justamente a abolição de todos os tipos de intervencionismo que irá possibilitar a tão almejada harmonia entre todos os "grupos" de indivíduos.  É o estatatismo quem coletivamente classifica os indivíduos de acordo com aparências e preferências, ao passo que a liberdade e o livre mercado os une.  O livre mercado pune os preconceituosos e recompensa aqueles de mentalidade aberta.

2º dia

O professor Antony Mueller abriu o segundo e última dia da Conferência sem meios-tons: o mundo atual vive sob um capitalismo de estado, o qual é o único e exclusivo responsável por todas as calamidades que estamos atualmente vivenciando.  Enquanto o capitalismo de estado for mantido, as crises serão sistêmicas.  Ou abolimos de vez o corporativismo (também conhecido como 'fascismo'), sistema este no qual o estado escolhe ganhadores e perdedores (sabe soletrar BNDES?), ou o mundo continuará se desintegrando — e, obviamente, o capitalismo e o livre mercado, cada vez mais ausentes, continuarão sendo os culpados de sempre.  Impossível combater uma crise gerada pelo conluio entre estado, bancos e grandes empresas promovendo uma intensificação neste conluio entre estados, bancos e grandes empresas.  Ou adotamos o capitalismo genuíno ou as forças totalitárias e populistas sairão vencedoras.

Em seguida, novamente Walter Block, desta vez comentando sobre externalidades, monopólios, bens públicos e falhas de mercado — as quais, por definição, não existem.  Block tem o dom de mesclar em suas apresentações argumentos passionais e explicações profundamente racionais.  Mesmo o mais cético ou o mais crítico dos ouvintes não consegue ficar indiferente à sua lógica percuciente, a qual suscita profundos questionamentos — algo que poderá ser ainda mais perceptível quando pudermos disponibilizar o vídeo de sua impecável palestra na USP sobre ambientalismo, a qual talvez tenha sido a melhor de suas três.

Após o almoço, o presidente do IMB, Helio Beltrão, centrou a sua artilharia na cada vez mais importante questão do Banco Central, seu monopólio da moeda e sua cartelização do sistema financeiro e bancário, o qual opera sob privilégios que nenhum outro setor da economia desfruta.  A existência do Banco Central, seu monopólio da moeda e o fato de ela ser de curso forçado — o que significa que todos os cidadãos são obrigados a aceitá-la — gera riscos morais que incentivam os bancos a operar temerariamente com o dinheiro alheio, pois eles sabem que, caso algo dê errado, o Banco Central entrará em cena para socorrê-los, pois o sistema bancário é um setor considerado "grande demais para quebrar".  Bancos Centrais que detêm o monopólio da moeda e governos que impõe o curso forçado da moeda geram a tempestade perfeita para a libertinagem bancária: os bancos adquirem a liberdade de fazer o que quiserem sem ter de arcar com a responsabilidade de seus atos.  Para alterar este cenário inerentemente estável e propenso a crises cíclicas, não é necessário nem pedir a abolição do Banco Central: basta liberar a concorrência entre moedas, abolindo a lei do curso forçado, e abolir os seguros federais sobre depósitos, colocando nos bancos a total responsabilidade pelo dinheiro de seus correntistas.

Em seguida, novamente Jeffrey Tucker, desta vez pontificando sobre como a era digital, a tecnologia, e especialmente a internet estão ajudando a combater a tirania governamental, a intensificar a interação entre as pessoas, a formar redes de resistência ao status quo e, acima de tudo, a promover a liberdade.  Embora todo o discurso tenha sido tuckerianamente apaixonado e apaixonante, os 15 minutos finais certamente entraram para os anais de nossas Conferências.  Mesclando razão e emoção, Tucker falou sobre como devemos agir para resistir às crescentes investidas do estado sobre nossas liberdades civis e econômicas e como podemos utilizar a tecnologia — em especial o comércio e a interação que ela permite — a nosso favor para vencer a tirania. 

Para Tucker, mais importante do que odiar e denegrir o estado é desenvolver um genuíno amor pela liberdade, o que implica um amor por aquela sua feição mais espetacular e mais humanitariamente benevolente: o comércio.  Onde há liberdade, há comércio.  É o comércio, estimulado e intensificado pela era digital, o que torna o mundo mais ordeiro, mais racional e mais livre.  É ele quem alimenta o mundo, sustenta e constrói civilizações, e desperta o que há de melhor no espírito humano.  É ele quem nos mantém conectados a todas as pessoas ao redor do mundo.  E é o comércio quem destrói todas as barreiras que o estado erige entre as pessoas.  O comércio ignora fronteiras políticas, estimula a interação entre pessoas que o estado gostaria de ver segregadas e coloca o serviço à humanidade acima de qualquer prioridade cívica imposta pelo estado.  Sem a liberdade, e sem o comércio que a sustenta, a sociedade morreria em questão de semanas.  O estado, por si só, não sustenta absolutamente nada.  

Ao final do seu discurso, Tucker foi ovacionado por uma plateia de pé, durante quase um minuto.

Para finalizar um fim de semana memorável, ninguém mais adequado do que a estrela Peter Schiff, o guru austríaco que previu a crise americana.  Schiff, em seu estilo verboso, porém eloquente, apresentou um panorama completo sobre a economia americana desde meados da década de 1990, explicando como Alan Greenspan gerou a bolha de ações do final do século XX, cujo estouro levou a uma nova rodada de inflação monetária, a qual gerou a bolha imobiliária, cujo estouro levou à atual rodada de inflação monetária, agora capitaneada por Ben Bernanke, que está formando a "mãe de todas as bolhas" nos títulos do governo americano.  Durante mais de uma hora e meia, a plateia manteve-se à beira de seus assentos, atenta a tudo o que Schiff detalhava e prognosticava para a economia americana e mundial.  Noventa minutos de detalhadas e profundas informações.

Conclusão

Houve palestras para todos os gostos.  Quem se apega mais a discursos emotivos e motivacionais vibrou com as duas palestras do Tucker, mestre do gênero.  Quem gosta de teoria libertária e sua aplicação prática a mercados foi ao deleite com as duas palestras do Block.  Quem gosta de teoria monetária foi saciado pelas palestras de Iorio e Beltrão.  Quem gosta de análises sobre os cenários atuais não desgrudou os olhos e os ouvidos de Bagus, Mueller e Schiff.  E quem gosta de teoria pura não ficou nada desapontado com Barbieri e Moreira.

Algumas pessoas sempre perguntam, muitas vezes em tom crítico e irônico, qual o objetivo de se fazer conferências que se limitam a, para utilizar uma expressão cara aos americanos, "pregar para os já convertidos".  A crítica é válida e merece algumas ponderações, as quais foram brilhantemente apresentadas por Tom Woods:

1) Nenhum clérigo, quando vai fazer sua homilia, diz aos seus congregados: "Vou fazer um discurso, portanto podem sair da igreja agora para ir fumar um cigarrinho lá fora".  Os congregados necessitam constante e continuamente de ouvir pregações sobre aquilo em que acreditam, pelos motivos que serão explicados abaixo.

2) Dado que ninguém sabe tudo sobre tudo, os congregados — ou convertidos — sempre poderão ter seus níveis de conhecimento elevados pelas palestras.  Ao contrário dos clérigos, os convertidos não dedicam 24 horas de seus dias para o estudo de suas crenças.  Quanto mais ele ouvirem as pregações, por assim dizer, mais eficazes eles serão em defender seu ponto de vista em debates contra os 'não-devotos'.

3) Fazer eventos como esse ajuda a elevar a coragem e o ânimo das pessoas.  Estes eventos mostram a elas que, embora possam estar em minoria, elas estão longe de estar sozinhas na batalha.  Várias outras pessoas pensam como elas.

4) Estes eventos permitem que pessoas de mesma orientação e com as mesmas ideias se conheçam e passem a coordenar seus esforços, tornado-as promotoras mais efetivas de suas ideias.

5) Assim como algumas pessoas ocasionalmente levam amigos para suas igrejas (se é que podemos continuar utilizando a analogia dos congregados), várias pessoas também levam amigos e conhecidos a estes eventos voltados para ativistas libertários.  Tais eventos podem abrir a mente destes amigos.

6) Similarmente, todo e qualquer evento libertário pode hoje ser postado no YouTube, o que ajudará (a) a informar outros libertários ativistas, tornando-os ainda mais efetivos e eficazes na defesa de suas ideias, e (b) a alcançar pessoas que ainda estão em cima do muro e que podem acabar sendo convertidas para nosso ponto de vista.

Dentro deste espírito, vale mencionar o depoimento de Fernando Ulrich, membro do IMB:

Pelo menos umas cinco pessoas diferentes vieram me procurar para saber, com detalhes, como fazer mestrado com Jésus Huerta de Soto ou até mesmo quais outras opções eles teriam. 

Uma pessoa que me chamou a atenção foi o Maximiliano Kruel, formado em Administração na PUC com mestrado em Finanças na UFRGS, que descobriu o IMB há três meses, pelo Google e por acaso.  Ele está querendo fazer a tese de doutorado sobre algo relacionado à Escola Austríaca e foi falar com um professor da UFRGS, que desestimulou o Maximiliano por completo. "Você pode escolher entre a estrada que não tem ninguém ou a estrada onde está todo mundo...", disse o professor ao Maximiliano, que já estava deprimido por não saber o que fazer.

Até que ele decidiu se inscrever na Conferência e, após seu fim, disse ter sido a melhor coisa que ele já havia feito.  Foi aquela sensação de saber, primeiro, que não estava só no mundo e, segundo, que a Escola Austríaca está certa e que os iluminados na "outra estrada" estão completa e irremediavelmente perdidos. Maximiliano disse que o IMB mudou a vida dele.  E isso porque ele só leu os artigos.  Vai começar a ler o primeiro livro agora.

A história de Maximiliano certamente é semelhante à de vários outros de nossos leitores.  Há cada vez mais gente querendo se aprofundar na Escola Austríaca, fazendo mestrados e doutorados, e há cada vez mais desencantados com a economia convencional.  O IMB e a Conferência de Escola Austríaca funcionam como um grande estímulo a esse pessoal.  E é isso o que nos motiva.

Gostaríamos de agradecer, de novo, às mais de 300 pessoas que compareceram ao evento, em pleno Dia das Mães.  Foi realmente contagiante vivenciar aquela inigualável energia e sinergia demonstrada por todos durante o evento.  Aos outros que não puderam ir, também estendemos nossos cordiais agradecimentos.  São vocês que fazem o sucesso desse site, em contínuo crescimento — certamente em decorrência da propaganda boca a boca, a mais eficaz que existe.  E esperamos ver um número ainda maior de pessoas na Conferência do ano que vem (que talvez conte com a presença de Ron Paul).

Obrigado por tudo.

 


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Block, Bagus, Tucker e Cristiano Chiocca na entrada do L'Hotel, em São Paulo

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Bagus e Tucker, com Fernando Ulrich, desbravando o centro histórico de São Paulo

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Tucker se depara com o Impostômetro

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Mas recobra os sentidos ao encontrar uma franquia daquela rede que tanto admira

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Cristiano apresenta a Bovespa

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Tucker leva a anarquia para a Bovespa, cujo índice, desde então, não parou de cair

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Philipp Bagus e seu tradutor, em momento de profunda intimidade


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Tucker se esbanja no mercado central


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Fábio Barbieri abriu o evento, finalmente introduzindo seriedade à coisa

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Philipp Bagus volta ao estilo germânico


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Plateia de um lado...

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...plateia do outro

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Além de todo o conteúdo intelectual, outros conteúdos

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Apenas uma pequena fatia das garotas austro-libertárias presentes. Sim, elas existem e só fazem crescer

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Maria Beltrão, anfitriã e musa dos libertários


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Ubiratan Iorio em situação invejável (mas sempre pensando no Fluminense)

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Walter Block ilustra o que o livre mercado faz com as civilizações


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Banco Central?! Monopólio da moeda?! Oi?!

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Bagus e seu recém-traduzido "A Tragédia do Euro"

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Que foi o best seller da Conferência








































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Paralelamente, vários outros livros voavam das prateleiras

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Coffee break

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Tucker, discretamente, ensina regras de etiqueta à mesa


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Um aristocrata


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Rodeado de tietes

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E mais tietes

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Mas o tietado também tieta a anfitriã


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Moreira tenta manter a soberania portuguesa


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Os alemães Antony Mueller e Philipp Bagus tentam entender um intruso


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Peter Schiff concede entrevista ao Valor Econômico


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Sob a supervisão de Helio Beltrão


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E tira foto com Victoria Muylaert Hess, presente em 100% de nossos eventos — o que já lhe credencia para um cartão de milhagem


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Além de saber prognosticar colapsos, Schiff mostra que tem ótimo gosto para mulheres

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"Elogiando" Ben Bernanke


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E Alan Greenspan

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E Obama

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E sendo questionado por Block

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André Cardoso, de 18 anos, também é presença assídua em nossas Conferências


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Bruno Garschagen é quase uma cópia de Jeffrey Tucker


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E exatamente o oposto de Fabio Barbieri

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Victoria tem lugar cativo junto aos palestrantes

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Tucker dá dicas ao best seller Leandro Narloch, sob a atenta supervisão de Roberto Chiocca

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E Narloch ainda tem de aturar o implicante Flavio Morgenstern

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Marco Antonio Costa precisa urgentemente de umas aulas de indumentária com Tucker...

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...cuja finesse e elegância deslumbram as libertárias


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Observe a incandescência nos olhos ao falar sobre a liberdade

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E a postura impecável durante a palestra

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Os responsáveis por levar a Escola Austríaca para Brasília, certamente o local mais inóspito do país


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Roberto Chiocca paga um almoço para Peter Schiff

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E, junto com Bruno e Fernando Chiocca, entrevista Tucker

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A dinastia Chiocca, com Antonio, o patriarca

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Fernando Chiocca tenta se conter ao lado de Block

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Ao passo que Evelyn Lima consegue realizar um de seus sonhos

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E Patrick Coelho faz novas amizades à altura

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Agradecemos a todos, já ansiosos para o evento do ano que vem




autor

Equipe IMB

  • Cristiano  23/05/2012 05:51
    Se o Ron Paul vier a conferência do IMB como presidente dos Estados Unidos será emblemático!
  • LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA  23/05/2012 07:46
    Infelizmente o Ron Paul já desistiu da disputa.
  • Lucas Amaro  23/05/2012 08:15
    Até onde sei, Ron Paul não desistiu, está apenas focando na convenção, tentando juntar delegados mesmo, sem as campanhas.
  • Rhyan  23/05/2012 09:14
    Livio, se você tem Facebook, procure a página Brasileiros por Ron Paul. Lá ficam desmentidas as bobagens da mídia mainstream (americana e brasileira).
  • Luciana Toledo  23/05/2012 11:51
    Se o Ron Paul vier arrisco dizer que vamos lotar o Anhembi!
  • Helio Beltrao  23/05/2012 06:06
    Quer apostar que os estatistas mainstream que lerem este texto não vão entender bulhufas da analogia de "pregar para os já convertidos" e vão argumentar (de novo!) que a EA (ou o IMB, ou o Leandro) são membros de seita que ficam pregando sua doutrina fechada?
  • Cedric  23/05/2012 07:40
    Pior! Vão dizer que libertários são um bando de fanáticos religiosos irracionais vivendo em um mundo de faz de conta. Hahahaha
  • Francisco Seixas  24/05/2012 12:31
    Prezados Hélio e Cedric.

    Tenho essa mesma impressão. Que os detratores transfigurem a ideia para a de uma seita de fanáticos.

    Indo além, aproveito para manifestar minha intensa preocupação com um provável endurecimento por parte do Governo, culminando com uma forte guinada (além do que já temos) para a esquerda aqui no Brasil, quando a crise finalmente mostrar sua verdadeira carranca.
  • Cedric  23/05/2012 07:41
    Muito boa as fotos, adorei assistir as palestras no livestream mas perdi algumas. Estou no aguardo pelos vídeos. Se Ron Paul participar ano que vem farei de tudo para ir, sem dúvidas.
  • LUIZ OLIVEIRA  23/05/2012 11:36
    Hélio e equipe IMB, permitam-me a ousadia que cometerei aqui. Lendo o relato do Maximiliano Kruel, que foi desestimulado pelo Prof. Marcelo Portugal de fazer doutorado com foco na Economia Austríaca, gostaria de fazer uma sugestão: por que o IMB não promove debates entre economistas "austríacos" brasileiros, como os Prof. Iorio e Barbieri de um lado; e do outro com economistas de outras correntes, como a neoclássica, a keynesiana, pós-keynesiana, etc. Seria um modo interessante de atrair atenção de jovens para a Economia Austríaca, principalmente aqueles que são desestimulados, em seus cursos de economia, por professores adeptos de outras escolas.
    O prof Marcelo Portugal poderia ser um dos primeiros convidados para um desses debates.

    Grato pela atenção .
  • oneide teixeira  23/05/2012 06:42
    Meu perfil não é o "comum" da área sou da classe C digamos.

    Quem entende a escassez vai entender e concordar em 100% com a escola austríaca.
  • Fabio  23/05/2012 06:51
    Esse Tucker é o cara mais fashion do evento, disparado! Esse ano está sendo osso, impossível pra eu ter ido. Só se eu pedisse uma ajuda governamental (AHahAHAHA). Ano que vem marco presença, e espero ter algo para acrescentar, fazer contatos, e tirar uma foto com o Tucker. Parabéns ao pessoal do IMB, parece ter sido O Evento. Estou no aguardo, ansioso, dos vídeos.
  • Eric Duarte  23/05/2012 07:03
    Foi realmente épico!
  • Jose Luis Tapia  23/05/2012 07:08
    Se ve muy carismatico a J. Tucker y los otros invitados son de lujo. Han hecho una buena tarea Mises Brasil. Obrigado!
  • Henrique  23/05/2012 07:18
    Parabéns mais uma vez pra equipe do IMB, também me emociono ao pensar que o mundo ainda tem esperança, ano que vem não perco por nada!

    A palestra do Block de domingo foi antes da programação oficial e acabei perdendo, quando vão disponibilizar os vídeos?

    Grande abraço.

  • Leonel  23/05/2012 07:28
    Muito bom!\r
    \r
    Uma sugestão para as próximas edições: em vez de abrir espaço para perguntas ao final de cada apresentação, reservar 1 hora ao final de cada manhã e tarde para que todos os palestrantes respondam a perguntas em formato de mesa redonda.\r
    \r
    Já vi este formato em algumas conferências e acho que funciona muito bem. Além do mais, seria impagável assistir uma resposta do Block seguida de comentários pertinentes do Tucker e Iorio.\r
    \r
    Parabéns e um abraço!
  • Helio  23/05/2012 12:16
    Boa ideia.
  • Eduardo  23/05/2012 07:31
    Triste eu nao poder ter ido nessa conferencia.
    Voces pretendem disponibilizar as palestras no youtube?
  • Peterson Mota  23/05/2012 07:37
    Fantástico. Aqui se respira ar puro. Mal posso esperar pelos vídeos.

    Parabéns à todos do IMB!
  • Gabriel Miranda  23/05/2012 07:59
    Como primeira participção minha no site, começo agradecendo à equipe do Instituto Mises Brasil por disponibilizar tamanho conteúdo informativo sobre economia, liberdade e cidadania. Vocês estão de parabéns!

    Descobri o IMB há alguns meses e, desde então, venho lendo, todos os dias, os artigos publicados por aqui. Já li dezenas e dezenas de artigos, provavelmente já passei da minha primeira centena recorrendo aos arquivos do site. Em breve, leio tudo que já foi publicado, hehe.

    Aqui, encontrei o aporte teórico para ideias sobre as quais eu já tinha me dado conta como certas, mas não sabia a melhor forma de defendê-las com propriedade. Já baixei vários livros e ensaios disponibilizados para download e tenho orgulho de ser frequentador assíduo do site.

    A busca por um Brasil livre da opressão estatal é tarefa árdua. Como estudo em uma universidade pública, sei que é um empreendimento hercúleo convencer certos indívudos das virtudes de um país longe das garras burocráticas e do pensamento marxista-keynesiano reinante, que, sob o pretexto de libertar os cidadãos, aprisiona-os.

    Espero, um dia, participar de alguma conferência realizada pelo IMB.

    Valeu, galera! Bons trabalhos!
  • João Ribeiro  23/05/2012 09:06
    Parabéns a toda a equipa IMB!

    Um ótimo trabalho.

    Pela distância não foi possível a minha presença.

    Disponibilizem logo os vídeos da conferência no youtube para despertar o mundo.

    É o momento da escola austríaca e se a estrada está deserta vamos então a toda velocidade enquanto os outros ficam parados no marasmo!

    Saudações!
  • Getulio Jucá  23/05/2012 10:40
    Prezados Srs. boa tarde,
    Não conhecia o IMB, jamais tive a minima ideia de que existisse!
    Através do G+ (rede social) que participo, cheguei a conhecer o João Albano Buonomo, que sempre que possivel nos esclarece assuntos ligados à economia, postando diria até "excelentes artigos".
    Cada dia que passa, lendo os artigos postados pelo mesmo, fico entendendo melhor o que achava que já sabia! Pura imaginação minha.
    Parabéns a todos por este brilhante trabalho.
    Olhei todas as fotos, gostei bastante!
    Agradeço particularmente ao João Albano por ter me proporcionado conhecer um outro lado de um assunto que gosto e que mexe com todos nós que queremos o melhor para o nosso país.
    Respeitosamente.
    Getulio Jucá
    Recife-Pe.
  • Gustavo Sauer  23/05/2012 11:09
    Eu, morando dentro da floresta amazônica, me contentei em acompanhar pela internet. Apesar de nao ter tido a alegria de conhece-los pessoalmente, o prazer de escutar as palestras ao vivo foi incomensurável. Muito obrigado a todos que ajudam a tocar esse barco da liberdade e moralidade.
  • Alexandre  23/05/2012 11:11
    Sou leitor assíduo do blog. Infelizmente não pude presenciar as conferencia.

    Mas queria fazer uma ressalva: a comparação com uma igreja é muito perigosa. Penso eu.
    Igrejas se estruturam em dogmas e na fé. É exatamente o oposto da escola Austríaca, que se baseia em evidências.

    Para religiosos, se as evidências contradizem a fé, azar das evidências.

    A pior coisa que pode acontecer é pensarem que a Escola Austríaca é coisa de dogmáticos ou de um clube fechado.

    Eu sei que a intenção não foi essa, obviamente.
  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  23/05/2012 14:12
    Igrejas se estruturam [apenas] em dogmas e na fé

    Se por "Igreja" você entende a doutrina de cada Igreja, discordo - ao menos uma (a doutrina católica) se baseia também em evidências (a própria Filosofia, que antecede a Teologia).
    Aliás, a primeira recomendação que fazem quando você procura estudar a doutrina católica é a leitura de um monte de livros de Filosofia. Vá a qualquer site de apologética pra constatar isto!
  • Alexandre  23/05/2012 14:25
    A igreja tem suas verdades e busca na filosofia, ou em qualquer outro lugar, evidências pra justificar essas verdades.
    No entanto verdades são construidas depois de avaliar as evidências e não antes.
  • Luis Almeida  23/05/2012 14:40
    Discordo, Alexandre. Há várias propostas e teorias apriorísticas, as quais eu posso afirmar com 100% de certeza serem corretas mesmo ser possuir qualquer evidência anterior delas.

    Por exemplo:

    1) Sempre que uma troca não é voluntária e ocorre através da coerção, uma parte espera se beneficiar à custa da outra.

    2) Sempre que duas pessoas "A" e "B" se envolvem em uma troca voluntária, ambas esperam se beneficiar em decorrência dela.

    3) Se você elevar o salário mínimo para R$10.000 reais e realmente impingir esta lei, o desemprego vai aumentar.

    4) Sempre que a oferta de um bem aumenta em uma unidade, e desde que cada unidade seja considerada idêntica em utilidade, o valor agregado a esta unidade deve diminuir.

    5) Se a quantidade de moeda for aumentada, mas demanda por moeda não for alterada, o poder de compra da moeda irá diminuir.

    6) Entre dois produtores, se "A" é mais eficiente do que "B" na produção de dois tipos de bens, eles ainda assim podem participar de uma divisão de trabalho mutuamente benéfica. Isto porque a produtividade física geral é maior se "A" se especializa na produção de um bem que ele possa produzir mais eficientemente em vez de "A" e "B" produzirem ambos os bens autônoma e separadamente.

    Para comprovar o teorema de Pitágoras, você não precisa fazer a medição dos lados e dos ângulos de triângulos. O mesmo é válido para várias leis econômicas.
  • Alexandre  23/05/2012 15:08
    Então você está querendo me dizer que os dogmas religiosos são na verdade axiomas?

    Continuo precisando que me provem que a alma já se faz presente no momento da fecundação. Aliás continuo precisando que me provem que alma existe.
  • Catarinense  23/05/2012 16:22
    Você "precisa"? Quem você é, um rei, por acaso? Vai estudar, rapaz!
  • Alexandre Straub  24/05/2012 08:25


    "Você "precisa"? Quem você é, um rei, por acaso? Vai estudar, rapaz!"

    Catarinense

    Pra mim é assim: sem evidência, sem crença. Não precisa se irritar por causa disso. Ou será que só os reis é que precisam de provas?
    Já estudo bastante, obrigado pela sugestão.

    É bem desanimador um Argumentum ad hominem.
  • Catarinense  24/05/2012 14:03
    Sua atitude foi um tanto prepotente, como se a condição de ateu lhe colocasse em condições de exigir que os outros lhe mostrem provas de sua crença. Ad hominen? Apenas lhe coloquei em seu devido lugar, ou seja, longe da condição de demandar que outros aqui lhe sirvam. Honestamente, não dou a mínima para o que você acredita ou deixa de acreditar, ou se você precisa de prova com documento registrado em cartório em 3 vias autenticado e assinado pelo Papa. \r
    \r
    Mas você já estuda bastante, de acordo com o que você disse. O que pode me dizer sobre o período relatado no livro dos Juízes, na Bíblia, onde o povo de Israel era "governado" por juízes, e não por um rei ou outro tipo de governo central? Dá pra traçar um paralelo com o anarcocapitalismo?
  • EUDES  24/05/2012 12:51
    Há grupos religiosos, altamente fundamentalistas, que não acreditam em alma.
  • Paulo Sergio  25/05/2012 06:29
    Vc não precisa de nada, vc só escolheu uma filosofia que diz que vc precisa
    E a prova de que os ateus são contraditórios é que até essa filosofia se baseia em idéias básicas aceitas intuitivamente, sem evidência nenhuma.

    Vc quer prova de que a alma existe? Se vc imaginar uma maçã encima do teu monitor, essa maçã existe? Se não existe como vc ta vendo ela? No mundo material não existe maçã nenhuma, só conexões químicas entre neurônios.


  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  23/05/2012 14:44
    Nenhuma verdade é construída, mas constatada - da mesma maneira como faz a Escola Austríaca!
  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  23/05/2012 14:41
    Se os amigos do IMB permitirem (na verdade, considerando a intensidade deste debate, acho até necessário), aqui vão duas páginas nas quais você pode encontras bastantes respostas para suas dúvidas sobre Filosofia (incluindo, naturalmente, Deus) e doutrina católica:
    www.montfort.org.br
    www.veritatis.com.br

    Boas leituras!
  • Leandro  23/05/2012 11:17
    A comparação não foi com uma igreja; porém, dada a expressão original em inglês ("preaching to the choir"), que de fato tem a intenção de se referir a igrejas e religiosos, ela se torna inevitável.
    Grande abraço!
  • EUDES  24/05/2012 14:21
    Engraçado esse pessoal. Não se pode usar uma comparação que envolve algo religioso. Se fôssemos seguir o raciocínio deles, um protestante não poderia usar esse dizer : "quer ensinar padre rezar?!"
  • Getulio Juca  23/05/2012 11:52
    Na minha modéstia opinião, salvo melhor juizo, concordo plenamente com a colocação do Sr.Alexandre. E ele fecha afirmando e muito bem: "Para religiosos, se as evidências contradizem a fé, azar das evidências. A pior coisa que pode acontecer é pensarem que a Escola Austríaca é coisa de dogmáticos ou de um clube fechado. Eu sei que a intenção não foi essa, obviamente."
    Aqui muito bem contemporizado.
  • Leandro  23/05/2012 12:21
    Isso é pura baboseira antirreligiosa, postura esta que talvez seja hoje a principal chaga do movimento libertário (embora restrito a apenas uma franja, ainda bem). Todos os palestrantes do evento, indiscutíveis campeões da liberdade, são homens profundamente religiosos (exceto Schiff e Block, que no entanto é um grande defensor da religião). O mesmo é válido para todos os palestrantes das duas Conferências anteriores (Rockwell, Woods, Murphy, Hülsmann, Salerno, Hoppe, Klein etc.)

    Aliás, atualmente, os principais nomes do libertarianismo (começando por Ron Paul) são pessoas religiosas, além de serem também pessoas puramente lógicas e racionais, assim como os escolásticos -- ao contrário de vários ateus ativistas, que acreditam em Marx.

    Por isso, acho que os ateus ativistas -- que adoram falar em razão e racionalidade -- deveriam, antes de tudo, expurgar os marxistas de seu movimento, que hoje gozam de plena maioria (algo facilmente comprovado nas redes sociais). Pudera: o ateísmo ativista é um movimento de raiz puramente marxista. Depois, só depois, esses ativistas adquiririam alguma moral para sair distribuindo lições, conselhos e rasas perorações sobre "evidências (quais?) contradizerem a fé" e besteiróis afins. Arrumem a casa primeiro e aniquilem a crença atual em sua deidade coletivista; e então, só então, convidem as visitas para um diálogo.

    Abraços!
  • LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA  23/05/2012 13:32
    Brilhante e irretocável Leandro! Parabéns pelo seu comentário. Quando leio esses ataques à fé, de ateus ativistas, como algo inconciliável e refratário à ciência, eu fico me perguntando se essas pessoas supõem que gênios como Newton, Descartes, Pascal, Euler, Leibiniz eram ateus também. Tais gênios e tantos outros fizeram de sua fé um motor para as suas descobertas científicas.

    Mas hoje em dia, parece ser muito chique o sujeito dizer que é ateu e amigo da ciência. Essa é a contribuição de neoateus como Richard Dawkin e Christopher Hitchens ao confuso e caótico relativismo pós-moderno.

    Há um livro altamente recomendável que todo neoateu deveria ler: Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental, de autoria do grande "austríaco" Thomas Woods Jr. Ali o autor faz uma demolição completa do mito que a esquerda em geral gosta de atribuir à Idade Média como a Idade das Trevas. Não por acaso, foi nesse período onde surgiu nada menos que a universidade. E foi justamente um frade franciscano, chamado Pierre Jean Olivi (1248-1298) o primeiro autor a defender a teoria do valor subjetivo. Olivi afirmou, baseado em suas próprias análises e inspirado na leitura de A Cidade de Deus, de Agostinho, que o valor dos bens resultava não do trabalho incorporado nestes ou dos seus custos de produção, mas da avaliação que consumidores faziam dos mesmos, considerando estes bens úteis ou desejáveis, na interação entre compradores e vendedores no mercado.

    Nascia ali, a partir de um religioso vivendo na idade média, as primeiras sementes do que viria a se constituir séculos mais tarde como Escola Austríaca de economia.





  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  23/05/2012 13:36
    (...) postura esta que talvez seja hoje a principal chaga do movimento libertário

    Os libertários devem se decidir logo: ou o movimento se limita à fração atéia da sociedade (imensos... ~1% da população), dada a antipropaganda promovida pelos libertários ateus militantes, ou o movimento se abre aos religiosos (o que dá ~99% da população).
    Qual é a melhor opção? Algum libertário ateu militante gostaria de responder...?
  • Paulo Sergio  23/05/2012 13:59
    Porque é mesmo que uma coisa exclui a outra?
  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  24/05/2012 16:14
    Porque a militância atéia acaba associada à Escola Austríaca. E isto, infelizmente, espanta muitos "novatos" da EA que gostam de tudo, menos ateísmo. E estes, por sua vez, são muito numerosos...
  • Eduardo  23/05/2012 14:11
    Leandro, não pense nos ateus como um grupo homogêneo, como os religiosos. Ateismo é apenas ausência de crença em qualquer divindade, e apenas isso.

    Generalizações como: "O ateísmo ativista é um movimento de raiz puramente marxista." não são precisos. Posso dizer que a grande maioria das crianças de até uns 4 anos sejam ateias, pois ainda não absorveram alguma religião. E isso não tem nada ver com marxismo...

    Crença ou não, em qualquer divindade, não define ideologia.

    Palavras de um ateu libertário
  • Leandro  23/05/2012 14:21
    Prezado Eduardo, existe uma diferença enorme, abissal, entre 'ateu' e 'ateu ativista', e eu fiz questão de enfatizá-la ao longo de toda a postagem, sempre incluindo o adjetivo 'ativista' após o substantivo 'ateu' -- ao ponto de chegar a ser repetitivo.

    Os ateus que você citou são ateus normais, não são ativistas (ou crianças de 4 anos são ativistas?).

    Estando neste ramo (postagem diária em internet) há quase 5 anos, eu já adquiri, na marra, a experiência necessária para evitar cair neste tipo de cilada semântica.

    Obrigado e grande abraço!
  • Eduardo  23/05/2012 14:40
    Entendo a definião que vc expõs, Leandro. Ateus ativistas não diferem em nada dos religiosos que querem impor sua crença. Ambos são autoritários. É o mesmo problema de semântica que acontece com o Anarquismo/Anarcocapitalismo. Quem não conhece bem o assunto, terá grandes chances de fazer confusão.



    "Qual é a melhor opção? Algum libertário ateu militante gostaria de responder...?"

    A melhor opção é não misturar crença religiosa com escola econômica. São coisas bem distintas, que não faz sentido qualquer associação.
  • EUDES  23/05/2012 15:36
    "Ateus ativistas não diferem em nada dos religiosos que querem impor sua crença." Acerca das religiões, você é TOTALMENTE ANALFABETO, e mesmo assim quer criticá-las.
  • Eduardo  23/05/2012 16:49
    Caro Eudes.

    Leia atentamente à frase. Quem está posando de analfabeto é vc mesmo.

    E outra. Cada um acredita no amigo imaginário que quiser. Não me oponho à isso.
  • EUDES  24/05/2012 12:22
    Não disse nada e continua demonstrando que é ANALFABETO EM QUESTÕES RELIGIOSAS. Se quer continuar a conversa, poderia me dizer qual grupo religioso quer impor sua crença?
  • Daniel F.  23/05/2012 16:17
    A estupidez de alguns ateístas ativistas só não é maior que a de certos religiosos ativistas que querem - na marra e usando o estado - equiparar teorias esdrúxulas com poder explicativo nulo (sim, estou falando de coisas estapafúrdias como "criacionismo da terra jovem") com modelos científicos repletos de evidências em seu favor.

    É importante fazer uma vírgula aqui, Leandro. Talvez consideraste como "ativista" apenas aqueles que desejam combater ativamente toda e qualquer religião ou crença pessoal/espiritual/religiosa - inclusive com possíveis perseguições como nos países comunistas. Estes, de fato, são estúpidos. Porém há dezenas de ateístas libertários (geralmente céticos e obviamente não-marxistas) que podem ser considerados "ativistas" não por combaterem o direito de livre-crença e livre-associação religiosa, e sim por simplesmente tentarem defender a ciência contra intrusões religiosas/místicas/espirituais sem sentido.
  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  23/05/2012 14:35
    não pense nos ateus como um grupo homogêneo, como os religiosos

    Se você acha que "os religiosos" é um grupo homogêneo, amigo, te garanto que você não sabe nada de qualquer doutrina...

    Posso dizer que a grande maioria das crianças de até uns 4 anos sejam ateias, pois ainda não absorveram alguma religião

    Muito pelo contrário, é raríssimo encontrar uma criança ateia stricto sensu (i.e., que nega o Ato Puro), até mesmo entre filhos de ateus!
  • Eduardo  23/05/2012 14:49
    Gustavo, ateu é simplesmente não acreditar em qualquer 'deus', apenas isso. Ponto final. Não importa o motivo, se é por ainda não ter absorvido isso pela sociedade ainda, no caso das crianças ou pela recusa de acreditar em algo sem ter provas.

    Religiosos são um grupo homogêneo no seguinte aspecto: de aceitar dogmas por fé, acreditar por acreditar.
  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  23/05/2012 15:17
    se é por ainda não ter absorvido isso pela sociedade ainda no caso das crianças

    Crianças - assim como adultos - podem crer também com base no conhecimento sobrenatural (este, o mais comum) e numa exposição didática (compreensível, considerando a pequena idade) das Cinco Vias de Santo Tomás (bit.ly/Mpnyqi).

    ou pela recusa de acreditar em algo sem ter provas

    Falta de provas de quê?

    Religiosos são um grupo homogêneo no seguinte aspecto: de aceitar dogmas por fé, acreditar por acreditar.

    Há religiosos* que acreditam por acreditar, mas são muito mais numerosos os que acreditam pelo conhecimento sobrenatural e pelas Cinco Vias.
    Gostaria de dizer também que, tendo em consideração a doutrina católica, dogma não é algo simplesmente "jogado" - é precedido pela Teologia e esta, por sua vez, pela Filosofia. Aliás, toda a base doutrinária do dogma é exaustivamente explorada no ato de proclamação do mesmo.

    *É irracionalíssimo aglomerar sempre "os religiosos" como vocês ateus fazem, tendo em vista a imensa diversidade de doutrinas. Inclusive, se a pessoa que faz isto se considera "racional", "pensadora", "evoluída" etc., é um atestado de hipocrisia... só não vê quem não quer.
  • Catarinense  23/05/2012 15:24
    (...)Religiosos são um grupo homogêneo no seguinte aspecto: de aceitar dogmas por fé, acreditar por acreditar.(...)\r
    \r
    Análise um tanto fraca, não é? Você realmente tem coragem de afirmar isto com convicção?
  • Eduardo  23/05/2012 16:38
    Catarinese, se achou fraco não terá dificuldade em refutá-la.


  • Catarinense  24/05/2012 05:12
    Comece lendo Tomas de Aquino.
  • Catarinense  23/05/2012 14:42
    Eduardo, por acaso os religiosos são um grupo homogêneo?
  • Eduardo  23/05/2012 15:02
    Catarinese,

    Homogêneo na raiz, heterogêneo em seus detalhes.
  • Alexandre  23/05/2012 15:01
    Marxistas são ateus mesmo? Ou será que apenas colocaram Deus abaixo do partido na hierarquia?

    Partidos políticos no Brasil há tempos não tem ideologias, são todos muito parecidos. Se assemelham muito a times de futebol onde o que importa é vencer pra governar. Não existe mais uma distinção entre esquerda e direita. Ou seja, não faz diferença se filiar ao partido A ou partido B. Pessoas se aproximam de partidos com se aproximam de clubes. Isso se chama sectarismo.

    Como a Escola Austríaca se propõem a mudar paradigmas e não a vencer campeonatos, penso ser importante, por uma questão de marketing, não ser comparada a uma seita ou a um partido e sim se colocar como uma teoria econômica baseada em fartas evidências históricas. Que é o que ela é.

    Infelizmente o nome "socialismo" tem conotação positiva na população. Por outro lado "liberalismo" virou quase um palavrão.
    Idéias libertárias estão associadas a "elite", "capitalismo selvagem", "bancos", "exploração", etc. Um monte de besteiras criadas pela propaganda esquerdista.
    Penso que mudar essa percepção da população é tarefa árdua.
    A primeira coisa é se desvencilhar da imagem de uma elite num clube fechado.

    É assim que eu sinto, toda vez que tento argumentar em redes sociais.
  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  23/05/2012 16:22
    Marxistas são ateus mesmo? Ou será que apenas colocaram Deus abaixo do partido na hierarquia?

    Lamento dizer-lhe, mas marxistas são ateus, sim. Aliás, bem mais ateus que muitos ditos "ateus" por aí...
  • Alexandre Straub  24/05/2012 08:17
    No Brasil comunistas certamente não são ateus. Haja vista Heloisa Helena e sua turma. Todos são comunistas de Deus.

    Mas eu acho que misturar economia com religião não é uma boa coisa.

    Penso que uma boa política econômica deve ser aplicada independente das crenças religiosas.
  • Leandro  24/05/2012 08:30
    Conheço pessoalmente os fundadores do PSOL (ou Piçol, como seria mais apropriado). Todos ateus.
  • Alexandre Straub  24/05/2012 10:07
    "Conheço pessoalmente os fundadores do PSOL (ou Piçol, como seria mais apropriado). Todos ateus."

    Acredito em você. Porém é a própria Heloisa Helena que vive falando de Deus.
    O segundo vídeo que procurei dela achei um comentário:
    "...Ao Pai Celestial toda honra e toda glória...'

    www.youtube.com/watch?v=WsriuOzI9fw
  • Rodrigo Mak  24/05/2012 10:30
    Além de ateus, são mentirosos.
  • Catarinense  24/05/2012 11:15
    Como se políticos não falassem qualquer coisa pra ganhar votos...
  • Alan Denadary  24/05/2012 12:12
    A própria Dilma inventou um catolicismo de última hora e até visitou algumas missas na época de camnpanha. Disse também ser contra o aborto. Tudo para angariar votos.
  • EUDES  24/05/2012 12:41
    Interessante a atitude de certos libertários. Apesar de seu analfabetismo em questões religiosas, vivem metendo o pau nas religiões, acreditam em contos da carochinha e demonstram desconhecer bastante o movimento ateísta!
  • Jonas Fagá Jr  23/05/2012 12:07
    Intruso? hahaha

    Piadas a parte, dizer que todos estão de parabéns é chover no molhado.

    O trabalho do IMB é fundamental para que possamos sonhar em construir um futuro diferente para todos. Tarefa épica e monumental.

    Aproveitem e não percam a entrevista do "intruso" no podcast do IMB, na próxima sexta-feira. Bagus e Muller já tiveram tudo em primeira mão :D

    AVANTE Austríacos!!!
  • Carlos Eduardo  23/05/2012 12:16
    Postem logo os videos hehehe, já estou ansioso, não demorem!
  • Fernando Chiocca  23/05/2012 12:37
    Este depoimento do Ulrich foi mesmo um indicativo de mudanças.

    Na PUC de SP também os professores de economia orientaram os alunos a não irem na Conferência.


    Brothers the battle is raging. Choose your side.
  • Catarinense  23/05/2012 13:35
    A justificativa destes professores deve ter sido interessante...
  • Felipe Rosa  23/05/2012 13:35
    Foi inspirador como diria um amigo. Valeu a pena viajar de Santa Maria junto com o Domingos Crosseti Branda e o Frederico Cosentino encarando o péssimo serviço rodoviário cartelizado pelo estado (mais os vôos) para acompanhar os mestres que lá estavam.

    Quanto a conversa de que é "pregar para os já convertidos" isso não passa de balela. No meu caso leio o site e consequentemente a EA desde 2009 e sempre a algo de novo para absorver, sempre!!! É incrivel!!

    O crescimento da Conferência é notório e salta aos olhos, não podemos parar e o IMB cumpre um papel de destaque nesse sentido. Tivemos também a oportunidade de conversar com o Maximilliano e a incentiva-lo a tocar seu doutorado indicando-o alguns professores da própria UFRGS que podem auxilia-lo nessa batalha que é escrever trabalhos acadêmicos de vertente "austríaca". Só essas coisas já tornam a Conferência de EA um evento para renovar as energias e encarar o resto do ano e suas imbecilidades mainstream!!

    Até o próximo ano...e parabéns mesmo a toda equipe do IMB!!!

  • Arnaldo  23/05/2012 14:14
    O IMB cada vez melhor e maior! Sucesso!
    Achei falta do grande Leandro nas fotos.
  • Leandro  23/05/2012 14:24
    Caríssimo Arnaldo, eu apareci em três fotos. Mas só me reconhece quem me conhece. Como tem de ser. Grande abraço!
  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  23/05/2012 14:52
    Mais mineiro, impossível!
    Hehe
  • Eduardo W  23/05/2012 16:52
    É entusiasmante ouvir esses relatos e ver essas fotos! Tendo boa parte das minhas raízes libertárias em artigos aqui do Instituto Mises Brasil, parabenizo infinitamente todos os que se dedicam aqui a passar essa mensagem de forma muito eficiente.
    O crescimento do site e a realização de eventos desse tipo são um enorme sucesso, e novamente sou grato por todo esse esforço que também mudou minha vida e meu modo de pensar.
    Ano que vem estou lá!
  • Angelo  23/05/2012 17:39
    Mais uma vez as legendas das fotos estavam terrivelmente engraçadas!
  • Angelo Noel  07/06/2012 14:25
    Também curti. Muito criativas.

    Essa Conferência foi melhor que show de rock.
  • joao  23/05/2012 19:55
    Raio. Minha faculdade entrou em greve e não pude ir. (sou um subversivo...)
    Os professores da PUC e Mack devem orientar o alunos não irem para os mesmos não terem que restruturar a grade dos cursos ou terem que assumir publicamente que faltaram ou não tiveram essas aulas!
  • Maximiliano Kruel  23/05/2012 20:37
    Obrigado por esta conferência, mudou minha maneira de pensar e descobri a luz para meus pensamentos.\r
    \r
    Quando descobri a Escola Austríaca, visitando o site do Mises Brasil, em março deste ano, por acaso, comecei a ler os artigos e foi como se tivesse achado um tesouro escondido, cada linha que lia, havia as respostas para tudo o que concebia porém nunca tinha encontrado retorno anteriormente nos livros e artigos do mainstream. \r
    \r
    Anteriormente era assim "O governo, o mercado, a ação humana, lastro, fundamento de longo prazo, economia x política, parece que não fecha as informações, mas que diabo está acontecendo e ninguém fala nada disto, será que estou ficando doido...."\r
    \r
    A partir de agora, estou devorando um livro atrás do outro, e já sei qual será o meu tema de doutorado. Porque não descobri a Escola antes...\r
    \r
    Já me considero um Austríaco de carteirinha.\r
    \r
    Abraço a todos.
  • Getulio Malveira  25/05/2012 08:46
    O Maximiliano levanta uma questão importante na minha opinião. Creio que entre os leitores do IMB existem muitos como ele e como eu que pensam em trabalhar algum tema relacionado à E.A em um doutorado (ou em um mestrado). No meu caso, que sou da área de Filosofia, seria excelente poder realizar um trabalho sobre os fundamentos filosóficos da E.A, ao estilo do David Gordon. Embora o IMB não seja um site acadêmico talvez fosse interessante abir um espaço nesse sentido: fornecendo notícias sobre a presença da E.A na academia e talvez facilitando o contato entre os acadêmicos. \r
    \r
    abraço a todos e parabens pelo evento
  • Gustavo Sauer  23/05/2012 20:43
    Alguem poderia disponibilizar a entrevista de peter schiff pro jornal valor economico?
  • Alfeu Rabelo Neto  24/05/2012 05:29
    www.valor.com.br/financas/2662872/para-guru-dolar-nao-escapara-de-um-colapso
  • Miguel  23/05/2012 21:34
    O site está de parabéns mesmo. Repararam que os comentários do tipo "desobri este site há pouco tempo e não consigo parar de ler" vêm aumentando exponencialmente nos últimos tempos? Em praticamente todos os artigos novos tem um comentário parecido! Parabéns mesmo. Se eu, que só sento na frente do computador e leio os artigos, já fico orgulhoso do sucesso do IMB, imagino o que vocês devam sentir, vocês que fazem este site realmente acontecer. Trabalho bem feito é isso aí! Parabéns mais uma vez!
  • mcmoraes  24/05/2012 04:58
    "Se eu, que só sento na frente do computador e leio os artigos, já fico orgulhoso do sucesso do IMB, imagino o que vocês devam sentir, vocês que fazem este site realmente acontecer." [2]
  • Andre Cavalcante  24/05/2012 15:40
    "Se eu, que só sento na frente do computador e leio os artigos, já fico orgulhoso do sucesso do IMB, imagino o que vocês devam sentir, vocês que fazem este site realmente acontecer."

    +1 :D
  • Gustavo Boscolo Nogueira da Gama  24/05/2012 17:38
    Tendo em vista a influência do Brasil no mundo subdesenvolvido, pensem em quantos Institutos Mises nós veremos surgir nos próximos anos...
  • Cristiano  23/05/2012 22:59
    Equipe do IMB,
    Eu estava procurando no site um artigo sobre a perspectiva austríaca no tocante a reciclagem e não encontrei nenhum artigo.
    Faço uma sugestão: Traduzam algum artigo sobre esse tema, por favor.
    Eu encontrei esse artigo no Mises Institute:
    mises.org/daily/5374/What-the-Turks-Can-Teach-Us-about-Recycling
    Não precisa postar o meu comentário.
    Abraço.
  • Cedric  24/05/2012 18:44
    A religião está para o desenvolvimento científico e intelectual tal como o estado está para o desenvolvimento econômico e social.
  • EUDES  28/05/2012 11:47
    Até parece que todos os cientistas são ateus e evolucionistas!
  • Leopoldo Castilho  25/05/2012 08:23
    Fantástico!

    Com certeza estarei na IV CEA!

    Parabéns ao Mises e ao Helio!

    Abraços!
  • Minerius  19/09/2017 22:16
    Que saudades de quando os Chiocca ainda estavam neste Instituto...


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