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Governo brasileiro proíbe a premiação pelo mérito

Enrico de Paoli é um jovem e talentoso brasileiro que acabou de ser agraciado com o prêmio Grammy americano, concedido aos melhores do mundo na arte de gravação musical.

Se para nós brasileiros isso é motivo de orgulho, para o governo é apenas mais uma oportunidade de punir o mérito individual e confiscar a riqueza alheia para distribuí-la entres seus burocratas e toda a sua base de apoio.

Veja a foto abaixo e observe bem o que está em destaque:


É isso mesmo.  O troféu recebido por Enrico só pode entrar no Brasil mediante o pagamento de um pedágio (que aqui adquire o eufemismo de Imposto de Importação e ICMS) para o governo.  Os parasitas simplesmente atribuíram um valor qualquer para o prêmio e, em cima deste valor, acrescentaram o imposto de importação e o ICMS, o qual incide em cascata.  Note que o valor pago em tributos equivale a nada menos que 88,6% do "valor imaginário" do prêmio.

Neste monumento à estupidez, é difícil escolher o que é pior:

1) O governo rotular de "importação" o simples ato de entrar no país com um prêmio recebido no exterior;

2) O governo estipular arbitrariamente um valor monetário para este prêmio e daí sair acrescentando impostos sobre este valor.

3) O governo proibir um indivíduo de possuir o seu troféu — só pode mantê-lo consigo caso pague o pedágio; se não pagar, o troféu é confiscado pela Receita Federal.

Que direito esta gente parasitária julga ter para decidir se um indivíduo pode manter consigo um objeto inanimado conquistado por mérito?  Será que nem mesmo o reconhecimento internacional o brasileiro pode usufruir sem ser tungado por impostos (quase 90%) pelo governo?

Estatistas podem retrucar dizendo "Ah, mas o valor foi tão pequeno... Estão chorando à toa".  Novamente, recai-se no relativismo moral de considerar que o que importa não é o ato em si, mas apenas o valor do roubo.

Tal raciocínio, aliás, nos leva a um caminho surpreendente.  Por exemplo, e se o prêmio fosse algo de valor monetário monumental, o qual o premiado tivesse a intenção de doar a instituições de caridade?  Qual seria o incentivo para ele "importar" esse prêmio para o Brasil e pagar 90% do seu valor para o governo?  Ele estaria, na prática, pagando ao governo para fazer uma caridade.  Consequentemente, é razoável imaginar que tal prática não ocorreria, dado o custo de impostos com o qual o benfeitor teria de arcar. 

Ademais, não faz nenhum sentido limitarmos esta revolta unicamente a este caso.  Remédios, por exemplo, são muito mais importantes do que um Grammy (que nos desculpe o Enrico).  Por que ninguém se exaspera com o fato de alguns remédios essenciais terem sua importação banida pela ANVISA (como aconteceu com nosso leitor Luis Almeida, que teve sua propriedade roubada na Alfândega), ao passo que sobre outros igualmente essenciais recaem impostos de importação insanos?  Da mesma maneira, por que um sujeito não pode trazer equipamentos eletrônicos sem ter de prestar uma "contribuição compulsória" para os burocratas?  Por que não se pode trazer um uísque sem ser financeiramente punido por isso?

A realidade é que este caso é apenas mais um rotineiro exemplo prático da aplicação de apenas dois impostos dentre todos os 86 que existem no Brasil.  Tais impostos são tão "justos e defensáveis" quanto qualquer outro.  Não faz sentido algum argumentar que um indivíduo possa trazer sem impostos remédios do exterior para sua mãe doente, mas, em seguida, argumentar ser justo que pague tributos sobre produtos eletrônicos trazidos para seu filho.  Da mesma maneira, não faz sentido se exasperar quando um indivíduo talentoso pague tributos sobre a estátua de um gramofone, mas julgar lícito e correto que ele pague impostos sobre uma garrafa de uísque. (Utilizar argumentos protecionistas da época do mercantilismo para justificar impostos sobre importação não faz sentido econômico nem moral).

Aprofundando: não faz sentido nenhum se exasperar com qualquer tipo de imposto sobre importações (mesmo com essa ridícula "importação" de troféus), mas defender impostos sobre qualquer outro bem adquirido dentro do Brasil.  Tributar troféus é tão moralmente defensável quanto tributar comida, habitação, saúde, roupas, automóveis, materiais escolares. 

Enrico foi apenas mais uma vítima dos burocratas das alfândegas brasileiras que abordam milhares de pessoas todos os dias nos aeroportos, portos e postos de fronteiras do território brasileiro, invadindo nossas privacidades, nos obrigando a mostrar o que carregamos em nossas bagagens, e extorquindo nosso dinheiro mediante ameaça de confiscarem nossas propriedades — às vezes, além de confiscarem nossa propriedade, chegam a confiscar até mesmo a nossa própria pessoa, sequestrando-nos e colocando-nos em prisões. 

No vídeo abaixo podemos ver o modus operandi destes agentes aduaneiros.  Eles encontram algo na bagagem de um senhor, mas não sabem o que é.  O agente acessa a internet e acha um produto similar.  Ato contínuo, conclui que o senhor não declarou o valor correto, e unilateralmente decide estipular um valor que este senhor deve pegar caso queira continuar com sua mercadoria.

Nada diferente do caso do valor exigido de Enrico para que ele pudesse continuar com sua estatueta de um gramofone dourado.  O governo foi apenas coerente: extorque a tudo e a todos.

Portanto, analisando aqueles 3 itens acima, após essas considerações, concluímos que: 

1) Para o governo, trazer um troféu recebido do exterior é uma "importação" como outra qualquer, pois se trata de um bem pessoal atravessando as fronteiras do país.  Logo, para os burocratas, é correto tributar também esta importação.

2) Os valores de todos os impostos são estipulados arbitrariamente e unilateralmente pelo governo — e não tem como ser diferente, pois todo e qualquer valor que seja estipulado pelo governo será inevitavelmente arbitrário, já que o real valor de algo só pode ser conhecido mediante uma troca voluntária no mercado.

3) Consentir com a existência de qualquer imposto é consentir com a ideia de que o governo é o dono não somente de todos os bens como também dos frutos do trabalho de todas as pessoas que estejam sob seus domínios.

No final, não faz sentido algum defender a tributação de absolutamente nada.  Por que você tem de transferir parte de sua propriedade para burocratas?  Se você defende impostos, não reclame quando algum parente morrer porque não conseguiu um remédio bom a preço baixo ou porque não conseguiu tratamento de qualidade a preços acessíveis.  É indefensável pedir impostos apenas sobre os bens que "os outros" consomem.



autor

Equipe IMB

  • Filipe F.  02/02/2012 05:07
    Bando de vagabundo!\r
    \r
    Dá nojo dessa gente. Enquanto a maioria dos mortais passa o dia suando para conseguir algo de valor, essa "raça" passa o dia sentado sugando a sangue dos outros!!\r
    \r
    Abraços e muito bom colocar (também) artigos do dia-a-dia (alias, poderia ter um tópico só para casos que acontecem no dia-a-dia dos leitores. Garanto sucesso de postagens).\r
    \r
    Abraços.\r
    \r
  • José Fernando  05/02/2012 04:23
    É impressionante a ignorância dos comentários. O brasileiro chama os auditores da receita que defendem nossas fronteiras de burocratas e dão a entender que o imposto não deve ser pago. Meus amigos a lei é para todos. Seja um bem importado ou uma estatueta esta na liquens imposto deve ser pago por TODOS. Os mesmos que reclamam dos privilégios de certas pessoas acham que o fulano não deve pagar imposto...é um contra senso. Areceita federal esta fazendo o trabalho dela, arrecadando conforme a lei e ficam os panacas chamando os caras de burocratas. O grande problema do nosso Brasil não É a corrupção e sim a ignorância política dessa elite que não sabe o quebras.
  • Paulo Sergio  05/02/2012 09:50
    'O brasileiro chama os auditores da receita que defendem nossas fronteiras de burocratas'
    Quem trabalha com burocracia é o que?
    Defendendo de quê, exatamente? Qual é o grande perigo que o prêmio do cara tinha junto?
    Conversa fiada, arrume uma desculpa melhor pra sustentar seus parasitas

    'e dão a entender que o imposto não deve ser pago. '
    Não, na verdade essa é uma questão moral.

    'Areceita federal esta fazendo o trabalho dela, arrecadando conforme a lei '
    Um ladrão tb faz o trabalho dele roubando de quem trabalha

    'O grande problema do nosso Brasil não É a corrupção e sim a ignorância política dessa elite que não sabe o quebras.'
    Eu tb não sei que diabo é quebras, mas não se preocupe, vou embora dessa p assim que puder, se virem aí com a falta de mão de obra qualificada.
  • void  05/02/2012 14:29
    "O brasileiro chama os auditores da receita que defendem nossas fronteiras de burocratas..."

    E o que eles seriam, então? Pobres camponeses? Empreendedores? Comerciantes? Bonzos?

    "e dão a entender que o imposto não deve ser pago."

    Que acusação terrível, ninguém aqui quer isso. Not.

    "Meus amigos a lei é para todos."

    A lei sim, não a legislação. Se não sabe a diferença, volte para o seu covil.

    "Seja um bem importado ou uma estatueta esta na liquens imposto deve ser pago por TODOS."

    Só porque você e os seus querem, parasita.

    "Os mesmos que reclamam dos privilégios de certas pessoas acham que o fulano não deve pagar imposto..."

    Será que é porque os privilégios são precedidos de mais impostos?

    "é um contra senso."

    Não, não é. Você que é burro.

    "Areceita federal esta fazendo o trabalho dela"

    Charles Manson, John Wayne Gacy, o Bandido da Luz Vermelha, as FARC e a Al Qaeda também estavam só fazendo seu trabalho.

    "e ficam os panacas chamando os caras de burocratas"

    Mimimi... vai chorar?

    "O grande problema do nosso Brasil não É a corrupção"

    Não, corrupção é só um pequeno problema que decorre do problema maior: o Estado.

    "e sim a ignorância política dessa elite que não sabe o quebras."

    Digo o mesmo.
  • Filipe F.  06/02/2012 04:36
    Perfeito, Void! kkkk
  • Hay  06/02/2012 04:47
    e ficam os panacas chamando os caras de burocratas.

    O dicionário é seu amiguinho de todas as horas!

    Do Michaelis:
    burocrata: s m+f (fr bureaucrate) 1 Empregado público, especialmente o das secretarias de Estado. 2 Aquele que tem influência nas repartições públicas, de cujo pessoal faz parte

    burocracia: sf (fr bureaucratie) 1 A classe dos funcionários públicos, principalmente dos das secretarias de Estado. 2 Influência e predominância dos funcionários públicos, especialmente dos das secretarias de Estado, no governo do país. 3 Administração dos negócios públicos por hierarquia de funcionários. 4 Qualquer sistema de administração, em que os assuntos são tratados por escrito e dependem da assinatura de vários funcionários. 5 pej Administração com excesso de formalidades.


  • mcmoraes  02/02/2012 05:11
    Que lástima! E ainda tem gente que não entende quando eu digo que todo funça é vagabundo.
  • Rodrigo  02/02/2012 06:30
    Trabalho num hospital público. Sou cirurgião geral. Sou funcionário público.

    Acabei meu plantão meia noite. Atendi 6 emergências em quase 36 horas (é mais do que a lei permite, mas é preciso ser feito, ou não terá atendimento), a maioria referente a acidentes de moto, e um baleado.

    Dessa vez, ninguém morreu na minha mesa de cirurgia.

    Voltei pra casa para dormir um pouco, e por volta das 14h preciso voltar ao hospital para monitorar os pacientes na UTI. Aí eu acordo pra realizar minhas tarefas de rotina (dentre elas, ler o artigo do dia do IMB) e me deparo com este absurdo.

    Bom, aparentemente eu sou um vagabundo.

    Na minha profissão tem algo chamado ética, que felizmente a maioria dos profissionais da área ainda segue no Brasil (e no funcionalismo público mais do que em qualquer outro lugar). E isso vale sobretudo para os que entraram onde eu estou hoje (que é bem difícil de entrar), e não estão ali por falta de opção, mas por sentirem-se na obrigação de devolver pra sociedade aquilo que foi investido por tanto tempo na nossa formação.

    Então, antes de você falar essas besteiras, pense bem sobre quem você está falando. Funcionário público não é só fiscal de aduana e político, tem também professor, médico, policial, bombeiro, e mais um monte de outro que eu simplesmente não tenho cabeça pra lembrar agora.

    Se você quiser falar de um sistema que cria um corpo administrativo estatal ineficiente e construir sua crítica em cima disso, sem problemas. Agora dizer que "TODO funça é vagabundo" é o suprassumo da estupidez, pra ser brando nas palavras.
  • mcmoraes  02/02/2012 06:56
    Funça Rodrigo, e se o funça do vídeo agisse num total de 80h/semanais, com o mínimo descanso? Isso faria dele um trabalhador de verdade? E se ele usasse a propriedade confiscada das vítimas para fazer coisas belas, como salvar vidas, alimentar as criancinhas pobres ou até mesmo salvar o mundo? Isso faria dele um trabalhador de verdade? Obviamente a resposta para essas perguntas é não, pelos motivos que eu detalhei no link que eu passei no meu comentário anterior. Se a minha afirmação constitui prova suprassuma de estupidez, então deve ser facílimo mostrar onde está a falha na minha argumentação. E não se preocupe em ser brando nas palavras, afinal de contas, eu estou duvidando da sua condição de trabalhador; e isso é coisa muito séria, não é mesmo? Fico no aguardo.
  • Roberto  02/02/2012 07:26
    O problema do servidor publico é que são muitos, trabalham muito, recebem pouco mais saem caro, saem caro pq são muito. Só para você existir, existem órgãos de fiscalização(que não fiscalizam, e esse fiscalizam tem interesse por trás) com inúmeros burocratas, multiplique isso por cada medico publico, eleve por cada profissão publica existente, e terá como resultado uma enxurrada de imposto, para pagar burocratas(vagabundos) que não estarão no seu lado para ajudar na cirurgia mas estão na folha de pagamento; e quando ocorrer um "acidente de trabalho", eles aparecerão.

    É mais pratico o governo pagar a cirurgia de quem não pode no hospital privado. Os hospitais públicos estão falidos. Curioso é que estou vendo agora no jornal sobre os hospitais públicos, a mulher ficou mais 6 meses no SUS para retirar um tumor benignos do seios, quando ela foi retirar descobriram outros tumores, agora malignos. O Senhor, sendo um cirurgião, poderia me explicar pq marcaram outra cirurgia? E não tiraram os tumores?
  • Lucas  02/02/2012 08:40
    Poxa, você não entendeu nada.
  • Paulo Sergio  02/02/2012 10:40
    'Na minha profissão tem algo chamado ética'

    Sua ética é o seguinte: vc e seus amigos apontam uma arma pra minha cabeça e me obrigam a pagar por um serviço porco, e se eu quiser ficar com meu dinheiro e escolher meu próprio médico sou um capitalista neoliberal safado
  • Fabio MS  02/02/2012 07:30
    Eu sou essa "gente" que não entende o seu "todo funça é vagabundo". \r
    Por mais que você já tenha explicitado seu "inquestionável" ponto de vista, não consigo concordar com essa generalização.\r
    Abraço.
  • anônimo  02/02/2012 07:48
    Tem servidor público que faz coisa importante, oras.\r
    \r
    Médicos, policiais, juízes, legisladores etc.\r
    \r
    Todos eles fazem coisas que, na minha opinião, são extremamente necessárias para a vida em sociedade.\r
    \r
    O problema é que, como servidores públicos, a existência de seus ganhos depende da extração forçada de riqueza alheia.\r
    \r
    Será que todos eles se dariam tão bem na vida se tivesse que oferecer seus serviços voluntariamente aos particulares?\r
    \r
    Mãããs, como nem todo servidor público tomou a pílula vermelha ainda, então não dá pra dizer que são vagabundos. Tem muita gente mergulhada no mundo estatista e que acredita sinceramente estar fazendo seu trabalho honestamente.\r
    \r
    Agora, que ser servidor público é uma baba, isso é...
  • barreto  02/02/2012 18:23
    "força alheia?"
    Quer dizer que quem trabalha 40 horas por semana salvando vidas, como os bombeiros ,está tirando äs forças alheias'??? Por acaso vc já leu Marx??? Sabe o que é mais-valia??
    Pois saiba que o que vc come tem o trabalho de centenas de pessoas, que o que vc bebe de mais uma centena. O carro de vc direge é produto de muitas mentes e braços, muitas vezes mal remunerados.
    Vc estaria disposto a salvar vidas sacrificando a sua? Se, sim, vc deveria ser um bombeiro voluntário, o quem sabe se tivesse estudado 6 anos de faculdade + alguns anos de residência vc poderia trabalhar de graça em um hospital público para não viver da "força alheia".
  • Luis Almeida  02/02/2012 19:30
    Prezado Barreto, o leitor anônimo em momento algum disse "força alheia". Ele disse "extração forçada de riqueza alheia". É bem diferente. Uma coisa é você viver da força alheia (escravidão); outra é você viver do confisco de parte da riqueza alheia (parasitismo).
  • Matheus Polli  02/02/2012 19:34
    Que burro, dá zero pra ele - citou Marx no site do Mises!

    Vai estudar, funça!
  • anônimo  02/02/2012 22:27
    Não. O que é mais-valia? É algum novo iogurte?
  • mcmoraes  02/02/2012 08:03
    Fábio MS, meu ponto de vista não é inquestionável. Ele é apenas lógico. Você não pode aceitar as minhas premissas sem chegar às mesmas conclusões a que eu cheguei. Caso contrário cairá em contradição. Para questionar o meu ponto de vista, basta fazer o que você faz: não aceite ao menos uma das minhas premissas. Você, ao contrário de mim, acredita que o uso que se dá à propriedade confiscada legitima o confisco e redime o ladrão a ponto de ser possível considerá-lo um trabalhador. Em outras palavras, você acha que os fins justificam os meios, ou que um bem pode nascer de um mal planejado.
  • Fabio MS  02/02/2012 13:03
    mcmoraes,\r
    \r
    Não aceito suas premissas, pois parto da seguinte lógica: o estado existe, e vai continuar existindo, quer você queira, quer você não queira, por um tempo desconhecido (muito tempo, eu acho). Sendo assim, um funcionário público que, no mínimo, seja contrário e lute para acabar com o agigantamento do estado, ajuda a promover a causa da liberdade. Se ajuda a promover essa causa, não é vagabundo. Grosso modo, melhor um funça liberal clássico ou, se é que isso é possível, libertário, que um funça marxista.\r
    Abstraio a questão da origem da remuneração (por coerção) do funça, pois creio que, nesse caso específico, lutar contra o estado (a favor da liberdade) é mais relevante do que qualquer outra coisa, dado que o roubo vai acontecer de uma forma ou de outra (com o funça esquerodpata ou sem ele). Se um funça age para diminuir/eliminar o roubo, ele não é vagabundo.\r
    \r
    Assim, Ron Paul quer ser funcionário público, mas, ao mesmo tempo, luta em favor da causa libertária. Ele ainda não é funça, mas, se chegar a ser (com remuneração funça, assessoria funça, etc. funça), não há a manor chance de ser considerado, por mim, vagabundo (pelo menos enquanto se mantiver fiel às ideias que ele está defendendo).\r
    \r
    \r
    acredita que o uso que se dá à propriedade confiscada legitima o confisco e redime o ladrão a ponto de ser possível considerá-lo um trabalhador.\r
    \r
    \r
    Veja bem, não acredito em nada disso. Não atribua a mim o que eu não disse.\r
    Ainda, onde (fora da sua cabeça), faça-me o favor de indicar, eu disse que "os fins justificam os meios ou que um bem pode nascer de um mal planejado"?\r
    Não é pelo fato de discordar do seu ponto de vista que eu me torno um imbecil imoral. \r
    Estou tentado a acreditar que você tirou conclusões precipitadas a meu respeito pelo simples fato de eu não concordar com você.\r
    Abraço.
  • Fabio MS  02/02/2012 13:51
    Só uma correção: esqueci que o Ron Paul já é funça (congressista) há anos.
  • mcmoraes  02/02/2012 14:06
    @Fabio MS: "...faça-me o favor de indicar, eu disse que "os fins justificam os meios ou que um bem pode nascer de um mal planejado"? ...

    Fabio MS, quando começamos essa discussão, você disse:

    "...No entanto, eu acredito que se você trabalha para o estado e não age, no exercício de sua função, com o propósito de aumentar a força do leviatã, mas de diminuí-la, seu comportamento não é imoral, nem você é um vagabundo..."

    Ou seja, dependendo do propósito do funça (i.e. seus fins), suas atividades (i.e. seus meios) podem ser consideradas corretas.

    Não dá para simplesmente abstrair a questão da origem da remuneração, como você faz. Tanto um funça liberal clássico quanto um funça marxista obtêm suas remuneração do confisco de terceiros. Obviamente a comportamento desses funças será diferente, mas nada muda o fato de que teve uma ou mais vítimas que foram subtraídas à força para que os funças possam agir, o que faz com que seja no mínimo forçar a barra chamar de trabalho a ação do funça.

    Para finalizar, eu o chamei você apenas de imoral, mas nunca de imbecil.
  • anônimo  02/02/2012 14:16
    Bom, então todo mundo que usa estrada, água, energia elétrica e aviões é imoral.
  • Fabio MS  03/02/2012 12:33
    @mcmoraes\r
    \r
    Veja, para mim, simplesmente é impossível, seja lá o que você diga, colocar, por exemplo, o Ron Paul e o Obama, ambos funças do mais alto escalão, no mesmo barco. Um deles um defensor da agenda libertária; o outro defensor da agenda socialista. É isso que você faz quando diz que todo funça é vagabundo. É uma generalização que não leva em conta as nuances de cada situação.\r
    Quando você diz que eu acredito que de um mal planejado pode nascer um bem, sim, você está me chamando de imbecil.\r
    Por quê? Porque você me equipara a toda a corja "socialista-marxista-leninista-maoista-esquerdista-revolucionária".\r
    Se você não tirasse conclusões precipitadas acerca de meus valores morais por apenas uma ideia minha (a de que todo funça não é vagabundo), jamais teria dito isso.\r
    Repito: pelo simples fato de eu discordar de você nessa questão, você acha que meu norte moral pode ser resumido como "os fins justificam os meios".\r
    A realidade é outra: eu acho que o mal pode ser combatido por dentro. E, aqueles que conseguem, cada um à sua maneira, combater o mal por dentro, estão longe de serem vagabundos. Nisso, creio firmemente, não há imoralidade.\r
    Abraço.
  • mcmoraes  03/02/2012 15:52
    Fabio MS, nunca foi minha intenção ofendê-lo. Se acabei fazendo isso, foi sem querer e lhe peço que me perdoe. Assim como o Sauer e o Chiocca, acho que deve haver uma palavra melhor do que aquela que eu empreguei com auxílio do dicionário, mesmo apesar de eu saber que com a palavra que eu usei o meu raciocínio está correto e permanece perfeitamente defensável. Termino essa discussão por aqui. Procurarei não mais me manifestar sobre esse assunto aqui no IMB. Espero que possamos discutir normalmente sobre quaisquer outros assuntos em outros artigos.
  • anônimo  05/02/2012 15:45
    Fabio e mcmorais,\r
    \r
    enquanto a gente fica brigando entre a gente, um xingando o outro, perdemos o tempo necessário à harmonização das forças. Pensemos nisso. Temos que ser mais pragmáticos, como Ron Paul está sendo. Se não tivermos essa clareza vamos ver a socialistaiada nos fazer comer poeira.
  • Paulo Sergio  06/02/2012 01:46
    Se for pra ser pragmático ninguém devia nem se incomodar de vir pra esse site e ler coisas que já sabe.E daí que essas coisas são imorais? Ninguém liga.Não só funça quase não trabalha como A MAIORIA ABSOLUTA do povo brasileiro acha isso lindo e quer ser um também, não tem como parar isso, também não tem como impedir a massa de miseráveis analfabetos de votar no PT pra sempre.
  • mcmoraes  06/02/2012 05:45
    Anônimo, o pragmatismo não funciona.

    "... gradualismo ou concessão teórica irá gerar apenas a perpetuação da falsidade, do mal e das mentiras do estatismo. Somente o purismo teórico, com seu radicalismo e sua intransigência, pode e irá resultar primeiro em reformas práticas e graduais, depois no aprimoramento, até finalmente chegar a uma possível vitória final. Deste modo, sendo um intelectual anti-intelectual no sentido rothbardiano, um indivíduo não deve se limitar apenas a criticar diversas tolices do governo, ainda que ele possa ter de começar por elas; ele deve sempre partir deste ponto e ministrar um ataque fundamental à instituição do estado, mostrando-o como uma afronta ética e moral. O mesmo deve ser feito com seus representantes, que devem ser expostos como fraudes morais e econômicas, bem como mentirosos e impostores — devemos sempre apontar que os reis estão nus... - HHH
  • Fred  02/02/2012 07:57
    O empregado público pode ser um bom trabalhador moralmente, ser esforçado e honesto. Mas nunca vai conseguir a eficiência necessária. Trabalho em um bando público, e apesar de aqui ter algumas pessoas realmente interessadas em trabalhar, elas não recebem o apoio necessário,não há incentivo, treinamento correto, meritocracia, seleção correta de cada funcionário para a função correta, real cobrança de metas,vantagem pra aqueles que cumprirem as metas( se existirem),exigência direta de qualidade e quantidade de serviço, fiscalização quanto à honestidade dos empregados, punição dos maus empregados, burocracia excessiva, entre outros problemas. Num ambiente assim, aquele trabalhador que quer fazer o serviço render,prestar um bom serviço, acaba se cansando e passa agir como qualquer outro burocrata, realizando um serviço do tipo "cara crachá, cara crachá". Enfim, o problema não está no trabalhador público e sim no serviço publico. Acho que serviços públicos, como saúde e educação, poderiam funcionar nos sistemas de vouchers. Pelo menos é isso que pode fazer agora para diminuir o estado gigante que temos hoje.
  • Catarinense  02/02/2012 09:54
    Vouchers, Fred? Você já pensou nas implicações práticas de tal sistema? Só iria agigantar o tamanho do estado. Imagine a quantidade de cadastros e controles para fazer tal sistema funcionar! E, me diga, você acha que alguém que aceita dinheiro roubado como pagamento pelo seu trabalho pode ser chamado de honesto?
  • Gustavo Sauer.  03/02/2012 08:15
    Defina o termo vagabundo. Por vagabundo, entendo alguém que anda pela vida sem muito interesse em produzir algo, vivendo de esmolas etc.

    Um policial que vive perseguindo bandido na rua é vagabundo? O professor Ubiratan Iorio é outro vagabundo do funcionalismo? O termo não parece ser o mais adequado. Algumas atividades, como educação e segurança, foram completamente tomadas pelo governo, sendo que é muito difícil um profissional conseguir um emprego fora do funcionalismo público.

    Podemos dizer que o funcionalismo público, por não ser voluntário, é incapaz de provar sua utilidade. Mas partir desse fato e dizer que todo funcionário público é vagabundo... acho que outro termo seria mais adequado.

  • mcmoraes  03/02/2012 09:17
    Gustavo Sauer, na verdade, o significado é o do dicionário. Dê uma olhada no primeiro link que eu passei no início dessa discussão para a justificativa detalhada. O termo apropriado seria "receptador de roubo" ou apenas "ladrão" mesmo, mas acho que esses termos seriam ainda mais difíceis de serem aceitos pelo pessoal que acha normal e aceitável viver com os frutos do trabalho alheio. Se você encontrar um termo melhor do que "vagabundo", me avise, por favor.
  • Gustavo Sauer.  03/02/2012 09:48
    Do dicionário não é.

    www.dicionarioweb.com.br/vagabundo.html

    vagabundo (va-ga-bun-do)

    adj.
    Que vagueia; errante; nômade: ciganos vagabundos.
    Que não trabalha ou não gosta de trabalhar; vadio: aluno vagabundo.
    Bras. Reles, ordinário, inferior, de má qualidade:

    Qual dessas definições devemos colocar o policial que é alvejado trocando tiro com um assaltante enquanto protegia a sua propriedade?

    Em uma sociedade em que o estado tornou ilegal a atividade de polícia privada, é óbvio que as pessoas com vocação pra área vão ter que servir o estado.
  • mcmoraes  03/02/2012 10:02
    Ora, Gustavo. Como já deve ter ficado claro na minha argumentação, eu não estou preocupado com o que o funça faz. Se ele faz X ou Y não me importa. Meu ponto é que não se pode chamar de trabalho uma ação que se baseie no roubo. Ou seja, o que quer que constitua a ação X ou Y dos funças não pode ser chamado de trabalho. E de acordo com a definição do dicionário, que você me fez o favor de postar, me diga você, quem não trabalha é o quê, mesmo?
  • Fernando Chiocca  03/02/2012 10:13
    É verdade, o termo "vagabundo" pode possuir diferentes significados. Se se referir a quem não faz nada da vida, fica descabido o adjetivo.

    Por outro lado, a própria polícia costuma chamar ladrão de vagabundo. E ladrão não é um cara que não faz nada... ladrão é o cara que vive do roubo.

    Funcionário público pode não roubar pessoalmente, mas todos vivem do produto do roubo.

    Mas acho que a associação de "funcionário público" e "vagabundo" não vem daí, e sim do fato de que a grande maioria deles (se não todos) trabalham muito menos do que os trabalhadores da iniciativa privada.

    Enfim, pode não ser uma categorização perfeita, aplicável a todos os casos, mas não é de toda ruim não.

    Qual dessas definições devemos colocar o policial que é alvejado trocando tiro com um assaltante enquanto protegia a sua propriedade?

    Um vagabundo heroi? Ou até um heroi ladrão? Não são adjetivos excludentes:
    A ética da polícia

    Em uma sociedade em que o estado tornou ilegal a atividade de polícia privada, é óbvio que as pessoas com vocação pra área vão ter que servir o estado.

    Ele pode ser um segurança privado, atividade que não é ilegal.
  • Hay  03/02/2012 10:42
    Essa também é uma atividade fortemente regulamentada pelo estado. Você precisa fazer um curso em uma escola homologada pelo estado. O curso será homologado pelo estado. O estado controla, inclusive, as armas que você utilizar, e até mesmo a quantidade de munição utilizada durante o curso. O estado pode simplesmente rejeitar seu curso e até mesmo sua aprovação, alegando algum entrave burocrático qualquer. Só depois de finalizados os cursos e os procedimentos burocráticos, você receberá uma autorização para atuar como segurança. E também há varios limites na sua atuação. Se você, durante uma ronda, se deparar com um assaltante e o acertar com um tiro, pode se complicar bastante por causa disso. Se você quiser pegar uma bala de um revólver e levá-la do lugar X para o lugar Y, não pode fazê-lo livremente: precisa de uma autorização especial da polícia federal para isso.
  • Clayton our  22/02/2012 06:42
    Propriedade, roubo, receptação, todos estes sao conceitos legais estatais! Nao existe propridedade ou roubo sem o estado, aquele que cumpre uma função estatal, assim como aquele que desfruta da propriedade com a tutela do estado, assim como aquele que Nao trabalha e Nao produz nada apenas recebe o juros de suas aplicações ( maior despesa do estado atual e maior pressão sobre os imposto nos dias atuais) Nao pode ser considerados vagabundos, porque estão nos seus papeis atuais designados pelo estado atual!
    Qual eh a definição da pessoa que produz? Que vive por seus próprios meios? O que faz mcmoraes para termos um exemplo concreto?
    Esta atividade só pode sr baseada no mundo natural sem estado! Se falar que tem uma propriedade, que tem um investimentos no banco a juros pagos pelas tetas governamentais isso já o qualifica como vagabundo, porque a propriedade e os juros sao garantidos pelas tetas estatais! Eu imagino que seja plantação, educação privada, outras tarefas naturalmente que Nao dependam de conceitos estatais? Qual eh mate nossa curiosidade? Porque tenho a tendência de achar que que critica e taxa os outros de vagabundo eh sempre alguém que tem dinheiro a juros no banco (sustentado pelo estado maior despesa estatal atual) ou alguém que tem muitas propriedade ( que também eh assegurada pelo estado), mas que quer viver igual a um selvagem vilipendiando os seres mais fracos e irritado com as compensacoes que o mesmo estado institui a favor de outros considerados hipossufi ientes (idosos, crianças, pessoas com a capacidade produtiva deficiente, doentes temporários ou permanentes...) em prol de quem o estado deve agir, mas que estão em segundo plano frente aos bancos empreiteiras e obras de toda espécie ( em especial aquelas que os privados Nao tem competência ou culhao para assumir e financiar desistindo dos rendimentos vagabundantes da Selic do nosso Bc)!
    Queria só saber para desmanchar a tese de que os vaga mor sao os que mais reclamam dos demais vaga!
    Embora eu ache que ausência de estado seja uma proposta dos idiotas dos comunistas e já esta provado que Nao funciona! Os acentuadamente liberais (defensores do mundo selvagem - o qual também eh incompatível com a noção de propriedade) me lembram muito da utopia tola dos comunistas! Eh isso quero aprender...
  • joelrgp  02/02/2012 05:45
    Esta ação que é praticada pelo ESTADO se analisada racionalmente não passa de um ROUBO como outro qualquer, com a diferença entre o agente que pratica a ação, este "legalizado".infelizmente grande parte dos individuos continuam a consentir com toda essa espoliação.aceitam o estado como uma condição natural a sua existência.
  • Hay  02/02/2012 06:19
    O vídeo é incrível. O agente simplesmente faz uma pesquisa na Internet, acha um produto que se parece com o original e pronto, não aceita argumentos. Esse é o Brasil com seu povo estatista, tarado por leis e regulamentos. A solução, para alguns, é... criar mais uns regulamentos para regulamentar a atividade de quem já está regulamentando alguma coisa.
  • Felipe Andre  02/02/2012 06:23
    Tá baratinho um Grammy hein, só 35 pilas. Acho que vou encomendar uns três.
  • Roberto  02/02/2012 06:42
    Essa é a taxa para entrar no brasil, pelo menos entrar "legalmente". Se levar encontra que Grammy não se compra, se merece; você vai comprar uma falsificação e pode ir para cadeia, claro que depois de pagar 35 pilas.
  • Felipe Andre  03/02/2012 03:37
    24.media.tumblr.com/tumblr_lyhikgdraJ1qf88j7o2_500.png
  • Daniel Marchi  02/02/2012 06:42
    O imposto de renda segue exatamente o mesmo princípio: punir o sucesso.
  • Vinicius Aguilar  02/02/2012 06:44
    Tenho uma duvida, voo nacional não passa pela alfandega, correto?\r
    \r
    Por exemplo, eu vou para o Rio Grande do Sul, passo no Uruguai com varias mercadorias, vou até Porto Alegre de carro e pego um avião para Curitiba...\r
    Nessa situação eu correria o risco de ter a mercadoria confiscada?\r
    \r
    Abraço
  • Hay  02/02/2012 06:53
    Você correria esse risco, sim, porque você precisa passar pela Alfândega na fronteira e há outros postos de fiscalização no caminho.
  • Tiago  02/02/2012 07:49
    Deve depender do posto de fronteira, não?

    Eu já estive naquela ponte que separa Ciudad del Este e Foz do Iguaçu, e francamente, é muita gente indo e vindo. Não consigo imaginar que eles possam fazer uma fiscalização rigorosa ali...
  • Hay  02/02/2012 07:58
    No aeroporto de Foz há mais fiscalização. E na estrada há a aduana de Medianeira. Então, não tem jeito, o risco sempre existe.
  • Daniel  02/02/2012 14:28
    Existe risco, mas qualquer equipamento já aberto ou fora da caixa não pode ser confiscado. Os fiscais que já estão em território nacional só podem pedir nota fiscal de equipamentos novos e lacrados na caixa original. Faz total sentido, já que ninguém e obrigado a andar com a nota do seu notebook ou celular na carteira.
  • Hay  03/02/2012 10:12
    Aliás, segue uma dica para evitar problemas, porque alguns agentes podem, sim, suspeitar de um aparelho, dizendo que ele é novo e você precisa apresentar a nota (!!). Se você não se importar demais com isso, coloque alguns adesivos no aparelho! Assim, ficará a impressão de que ele não é mais novo.
  • Eduardo  02/02/2012 07:36
    Parabéns pela matéria! É muito gratificante saber que o pessoal aqui é pró ativo e sempre está postando notícias frescas.
  • Leandro  02/02/2012 07:51
    Um leitor enfezado manda-nos uma mensagem bem malcriado reclamando que o título está distorcido. Será mesmo? Se o Enrico se recusar a pagar os impostos sobre seu Grammy, ele simplesmente não poderá trazê-lo para o Brasil. Se ele quiser o Grammy, terá de pagar uma propina para o governo. Ou seja: ele pode até ter o seu Grammy, mas para isso terá de fazer o caixinha do governo. O Grammy, portanto, é do governo; porém, mediante uma propinazinha, o governo concede ao Enrico o "privilégio" de ter o seu prêmio.

    Se esse leitor não enxerga essa distorção, então não há mais solução para o caso dele.
  • Nasrudin  02/02/2012 08:22
    PRÊMIO RECEBIDO EM COMPETIÇÕES ESPORTIVAS

    179 — Os valores das gratificações, prêmios, participações etc., pagos a atleta profissional, em decorrência dos resultados obtidos em competições esportivas, são tributáveis?

    Sim. Os valores pagos pelo empregador a título de luvas, prêmios, bichos, direito de arena, publicidade em camisas etc., em retribuição pelo contrato de serviços profissionais, por vitórias, empates, títulos e troféus conquistados, possuem caráter remuneratório e, como tal, são considerados rendimentos do trabalho assalariado e devem compor, juntamente com os salários pagos ou creditados em cada mês, a base de cálculo para apurar a renda mensal sujeita à incidência na fonte e na declaração de ajuste.

    (Instrução Normativa SRF nº 15, de 6 de fevereiro de 2001, art. 2º; Lei nº 6.354, de 2 de setembro de 1976)
  • Charles  02/02/2012 08:50
    "Os valores pagos pelo empregador "...

    Estou me perguntando que concedeu o premio... o empregador ou a entidade ao qual ele está "vinculado"?

    O governo distorce... não adianta... há muitas "cuecas" por aí ainda a encher...
  • Hay  02/02/2012 08:52
    Aposto que muita gente vai usar isso aí para dizer "Viram como está certo? Está na lei!"
  • André Ramos  02/02/2012 10:01
    Eu ia falar justamente desses prêmios de atletas...\r
    Imagina o quanto de imposto o Guga pagou pelas suas fantásticas vitórias em Roland Garros!
  • Charles  02/02/2012 08:37
    É impressionante como as coisas funcionam aqui no Brasil...

    Se o premio tivesse sindo enviado pelos correios ele não teria pago nada - de acordo com o regime de importação, remessas via correio, de pessoa física para pessoa física, no valor declarado até US$ 50.00 (cinquenta dólares americanos) está isento do II.

    Esse é o nosso Brasil...
  • anônimo  02/02/2012 08:40
    É impressionante como vocês tem o dom de expor a realidade de uma forma muito acessível.
  • ze  02/02/2012 08:47
    Queria saber quanto foi o imposto cobrado pelas últimas Copas do Mundo. Será que foi cobrado?
  • Thyago  02/02/2012 09:41
    Ótimo texto, triste realidade.
  • Conde de Samanducaia  02/02/2012 10:00
    convenhamos, um artista não pode ser diferente de um trabalhador que vai a miami fazer compras. Ora ora.. vão dizer, mas são coisas muito diferentes, digo, um objeto de arte ou que a represente como mérito, e uma mera câmera fotográfica e tal, por exemplo.\r
    mas a que classe devemos então colocar os artistas? pertencem eles a uma classe superior? bom, para efeito de obrigações e deveres, são iguais a todos.\r
    Ainda mais em um mundo com tantos "artistas". Já foi dito acima, estão fazendo tempestade.\r
    Se fosse na minha alfândega, faria o mesmo. E não tem o que discutir rapaz, fazer o quê num povo que vota na corja do PT. A maioria desses artistas adoram uma coisa meio esquerdista... multicultural... descontrucionista.. e por aí vai. Então continuem votando neste governo maledidto que está criando aos poucos um socialismo neste país.\r
    Voltando ao caso do rapaz, é ridículo sua postura, então ele acha que porque faz algum tipo de arte ele deva ter favorecimentos? devia é se sentir grato, pois é milhares de pessoas que trabalham duro... dormem mal... comem mal... não têm tempo pra arte nem nada. São estes trabalhadores que cortam a cana que movimentam seu carro pró-ambiente... ou colhem o café onde vc toma numa daquelas poltronas da starbucks... falando de coisas que eles sequer fazem idéia lá nos cantões do sul de minas.\r
  • Anonimo  02/02/2012 12:28
    Cara, isso só pode ser uma piada. Neguinho perde um tempo desgraçado falando tanta besteira. É prova de que não leu bem o artigo e não conhece as ideias básicas libertárias. Indico um pouco mais de leitura e uma aula de interpretação de textos.
  • Catarinense  02/02/2012 10:08
    (...)então ele acha que porque faz algum tipo de arte ele deva ter favorecimentos?(...)
    Putz, se for falar em não entender o ponto do texto, você foi campeão, Conde.
  • anônimo  02/02/2012 10:19
    Que legal, não se pode vencer no Brasil. Isso explica porque o Barrichello nem perde tempo tentando ser um vencedor. Cara esperto.
  • Paulo Sergio  02/02/2012 10:53
    www.youtube.com/watch?v=1BzSSfJ7Gpw
  • Leandro  02/02/2012 11:05
    Paulo Sergio, esse vídeo é bom, mas nesta época a Fórmula 1 já havia se afrescalhado.

    Corrida de macho mesmo é essa aqui. Câmbio manual, pedal de embreagem e tudo no braço:

    www.youtube.com/watch?v=kre35Pct0yA


  • Erick Skrabe  02/02/2012 13:49
    Nós temos a Meritocracia (Premiacao pela competencia) e a Mediocracia (Premiacao da mediocridade).

    Metade do Brasil está com uma perna do primeiro lado e metade com uma perna do segundo lado.
  • Conde de Samanducaia  03/02/2012 03:26
    besteira... no Brasil não existe meritocracia.\r
    Ops. Existe sim.. deve ser algo equivalente a 0,001%.. por aí.. ou nem isso.\r
    As pessoas adoram jogar pau no mercado, mas desconhece o universo das organizações privadas. A maioria das empresas são ineficientes.
  • Augusto  05/02/2012 10:06
    hein?\r
    \r
    Eh claro que existem instituicoes privadas. E por isso deixam de existir e sao substituidas por outras melhores. No entanto - e esse eh o detalhe essencial - esse processo de substituicao se da de forma pacifica, sem que as pessoas precisem fazer qualquer coisa a mais que deixar de comprar os produtos ou servicos oferecidos por aquelas instituicoes.
  • Pércio Lopes Neto  02/02/2012 13:22
    Mais um absurdo do sistema econômico vigente no mundo.

    olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/google-e-multado-em-us-660-mil-por-oferecer-google-maps-gratuitamente
    Google é multado em US$ 660 mil por oferecer Google Maps gratuitamente
    Empresa francesa entrou com ação judicial alegando que Google se beneficia da sua "posição dominante no mercado" ao oferecer mapas de graça

    Talvez eu esteja enviando pela segunda vez o mesmo comentário, mas é que o navegador avisou sobre um erro e não sei se foi enviado.
  • Tiago RC  03/02/2012 05:41
    Eu vi essa história do Google. É um absurdo que eu não consigo nem descrever. Ser multado por oferecer um serviço gratuito, "abusando de posição dominante". É o cúmulo. Impossível deixar mais claro a quem realmente interessam essas leis antitruste.
  • Guilherme  02/02/2012 19:20
    Parabéns pelo texto,

    Mais um artigo muito bom. Sobre aquele papo de funça vagabundo...

    Já li aqui que uma das funções do Estado (ou a única justificável) é garantir a propriedade privada. Concordo, mas para o desempenho desta função ele não deve ter um efetivo? Logo ele precisaria de funcionário público, logo de imposto para mantê-lo?

    Há alguma falha nessa lógica?
  • void  03/02/2012 16:02
    Guilherme, falha nenhuma. É por isso que o estado mínimo é injustificável. E isso é a causa da discórdia entre minarquistas e anarcocapitalistas.
  • Rene  03/02/2012 03:55
    Lógico que não concordo com a tributação sobre o troféu, mas também não vejo absolutamente nenhuma surpresa nisso. A tributação sobre o lucro da empresa, e o imposto de renda sobre pessoa física, não são também uma forma de tributar o mérito pessoal? Os próprios encargos trabalhistas não são também uma maneira de coibir a premiação por mérito, visto que o valor gasto como o funcionário é praticamente o dobro do que este recebe em dinheiro vivo da empresa? Ou mesmo que eu vá para o exterior e compre um iphone 4s pela metade do valor que eu compraria no Brasil, este iphone também não é uma espécie de premiação por mérito, visto que, mesmo com toda a carga tributária, com os altos preços de um setor aéreo altamentente regulamentado e sucateado, e a inflação que come o poder de compra do meu salário, eu consegui juntar dinheiro suficiente para um empreendimento destes? Perguntas retóricas.
  • Gustavo Sauer.  03/02/2012 09:23
    É revoltante ver esse video da reportagem da discovery. Funcionários do governo cometendo um verdadeiro roubo institucionalizado. "pague 12 mil dólares ou não devolvo seu celular". A última delegada dando lição de moral porque aquelas pessoas cometeram o grave crime de tentar viajar pra outro país. Não é a toa que ninguém levou a sério aquela gigante baboseira que ela falou.
    É trágico ver o estado moral que se encontra a humanidade.
  • Roberto  03/02/2012 17:40
    Nessa historia de servidor publico ético, lembrei me daqui do Rio de Janeiro. está uma onda de paralisia de servidores públicos, em destaque os bombeiros e policiais. Querem aumento porem os militares vivem em hierarquia, se aumentar os salários dos "pracinha" terão que aumentar o salário de todos os superiores, o que é inviável. Fantástico é quando os funcionários pagos para proteger a propriedade se pintam de marxista. Curioso é que esse ato entre militares é crime, além de poder ser demitido correm risco de serem processados e presos ou multado como a Maquina Burocrática gosta. Mas o Alto Comando(de burocratas mandões) está apoiando a "'insurgência", seria um tentativa de aumentar o gordo salário? Não duvido nada.

    O grande problema dos PMs são os traficantes, alegam os "sindicatos militares". Traficantes são na verdade comerciantes perseguidos pelo governo e as máfias. O Governo cobra impostos para proteger a propriedade mas opta pelo contrário, depredar e matá os proprietários. Outros são as máfias, grupos ilícitos, são os reais criminosos, tomam propriedade dos comerciantes para um Estado Paralelo(intimamente ligada as FARCs) tributam os comerciantes para força-los a trabalhar mais, regulam o que devem vender e por quanto vendem - Seriam economistas formados pela Escola keynesiana? - Não tenho medo de dizer que os grandes problemas dos PMs é o estado, oficial ou paralelo.

    Talvez a solução não seja aumentar o salário a estimular o bom trabalho e diminuir a corrupção dentro da corporação, mas sim, parar de regular os comerciantes, e combater quem regula, tanto o governo e as máfia. As máfia que pões fuzil na mão de crianças e o estado que pões "soldados bem treinados" para matar as crianças, conhecidas no linguajar popular como "semente do mal".
  • oneide teixeira  03/02/2012 17:56
    O texto ficou em destaque no site do Nassif uns 100 comentários , www.advivo.com.br/blog/luisnassif/alfandega-brasileira-taxa-entrada-de-trofeu#more
  • mcmoraes  04/02/2012 13:33
    Obrigado, Oneide, pelo link. A discussão no fórum de lá me fez lembrar de como era a realidade antes do IMB. Parece que já faz tanto tempo que o mundo mudou para melhor, mas, pensando bem, a mudança ocorreu há pouquíssimo tempo.
  • Lucas Amaro  05/02/2012 09:27
    José Fernando, pagar imposto em algo gratuito?

    Então, o que você sugere? Que foi feito o certo (criando um valor para algo gratuito apenas para cobrar impostos)? Ou então, verificar para descobrir quando foi gasto para criar o prêmio e cobrar impostos em cima desse valor, mesmo ele sendo entregue de forma gratuita para o músico brasileiro?

    Então, se a lei manda, é porque DE FATO é correto? Fale isso para alguém que vive numa ditadura a lá Coreia do Norte, Cuba, Venezuela ou em algum país atrasado africano.

    A Receita Federal está fazendo o trabalho dela, arrecadando conforme a lei?

    Ok, em países em que a censura rola solta, as agências competentes para isso também estão fazendo o seu trabalho, censurando conforme a lei.
    Já ouviu falar em mortes em campos de concentração? Quem realizou as mortes estava fazendo o seu trabalho, torturando conforme manda o figurino.

    Quanto ao papo de elite, bem, não é aqui que você encontra pessoas defendendo que os mais pobres devem pagar mais caro por causa de burocracia, impostos e inflação. Muito pelo contrário, o livre-mercado pode ajudar a melhorar a vida dos mais necessitados (assim como da sociedade como um todo). Mas ele é impedido de fazer isso.

    Aliás, você encontra uns perdidos comentando a favor de mais regulamentações, mais impostos (mais ainda), quanto a esses falta um pouco de leitura.
  • Rafael  06/02/2012 05:34
    O troféu foi importado pelo correio, por isso o imposto de importação de 60%.

    Se fosse trazido como bagagem pelo ganhador, não haveria imposto, ele levaria para casa contente e feliz.

    Tendo sido trazido pelo correio, como podemos saber sequer que é a verdadeira ou uma réplica?

    De qualquer forma, trazido pelo correio é, sim, uma importação como qualquer outra. Ou então podemos começar a argumentar que qualquer coisa pode ter sido um prêmio, ou a disfarçar qualquer compra de prêmio. E o valor cobrado foi, sim, bem baixo.
  • Luis Almeida  06/02/2012 06:06
    Este Rafael representa exatamente o tipo de gente com exatamente o tipo de mentalidade que o artigo previu que apareceria em defesa do roubo institucionalizado.

    Por estes trópicos, apologistas do governo -- a instituição que mais rouba e avilta o cidadão honesto e correto -- se proliferam mais que vírus da gripe no inverno. Se o roubo for via correios e com um valor baratinho, então pode.

    Triste.
  • mcmoraes  06/02/2012 07:02
    @Rafael: "...Tendo sido trazido pelo correio, como podemos saber sequer que é a verdadeira ou uma réplica?..."

    Que tal cuidar da sua própria vida, Rafael? Você não tem nada a ver com o que os outros enviam pelo correio.
  • Alex  09/02/2012 09:28
    Me desculpe, mas tem um ponto bastante curioso neste artigo. Trata-se de produto de origem estrangeira personalíssimo, não haverá revenda, é pessoal e intransferível. E como já é bastante cediço, dado a tal condição (uso pessoal), estão isentos de tributos. Aliás, compras até U$$ 500,00 dólares, igualmente. Onde está o erro?
  • Fernando Chiocca  09/02/2012 10:06
    Quem falou que não haverá revenda? Ele pode colocar no Mercado Livre ou pode vender pra um museu, etc...

    Do mesmo jeito, eu posso mandar fazer uma Ferrari personalíssima para mim, prometer que nunca vou vender, e os bandidos da alfandêga vão extorquir milhões de mim se eu quiser ter o carro aqui. (ou ele poderia ser me dado de presente, que nada mudaria)

    Agora, também não entendi a tributação por ser valor inferior a 50 reais, que é o valor que eu achava que estava isento de impostos em compras pelo correio.
  • Alex  09/02/2012 10:55
    Com razão, não existe garantia de que não haverá a revenda, mas essa não parece ser a idéia primária de quem traz um bem como um trófeu de honras ao mérito por dado resultado. Pois se formos pensar que é possível vendermos tudo ou quase tudo, até mesmo uma prótese colocada no fêmur deverá ser tributada. E essa não é a referência, ao contrário, os bens de uso pessoal não são tributados, relógio no pulso, pertences eletrônicos fora de caixa e com aparente uso, entre tantos outros, dependendo muito da avaliação do agente fiscal, que se diga, poderá ser questionada judicialmente. E não podemos partir de uma exceção, ou de um caso isolado, para formarmos a regra. Os bens de uso pessoal não são tributados, mas são bens de valor diminuto. Daí a pretender trazer uma Ferrari, são alguns milhares de quinhentos a mais.
  • Alexandre M. R. Filho  09/02/2012 11:15
    Alex, essa é sua opinião pessoal ou vc está so descrevendo o mundo dos fatos?\r
    \r
    Se é sua opinião pessoal, qual o fundamento moral para se tributar um bem que poderá gerar renda e não se tributar outro bem que não gerará renda?\r
    \r
    E como prever o futuro, para saber qual bem servirá como gerador de renda e qual não servirá??
  • Alex  09/02/2012 11:30
    Desculpe Alexandre, não se trata de fundamento moral, mas legal. A lei determina que os bens de uso pessoal não sejam tributados. E é a mesma lei que confere ao agente fiscal o "poder discricionário" para formar seu convencimento sobre dada situação. Veja, a decisão do fiscal é questionável em âmbito judicial. O poder discricionário é o poder de que é dotado o agente público para decidir entre uma e outra coisa quando a lei não lhe dê clareza suficiente. O poder discricionário é comumente designado por oportunidade e conveniência (quando oportuno e conviniente, opto por tal coisa). Mas tal poder não se baseia na mera vontade do agente, pois ele sempre será discricionário vinculado, vinculado às leis, aos princípios, enfim, ao ordenamento. Ou seja, o fato demonstrado, pode ter ocorrido, mas por erro do agente, a questão seria, portanto, discutí-la por via judicial. Isso é lei, não é fundamento moral.
  • Guiga  09/02/2012 12:35
    Olá, boa tarde a todos,
    Adorei as piadas, tem umas de muito mau gosto, no meu ponto de vista, mas algumas merecem até premio. Premio esse que será tributado de uma maneira ou de outra (importado ou nacional) por se trata de MERCADORIA (vcs estão esquecendo que quem faz o troféu comercializa, vende para quem vai premiar o outro).
    Gostaria só de dizer que nos casos acima não houve, e nem pode haver, nenhuma interferência na propriedade do bem. O tributo nâo tem carater punitivo, a punição (monetária) se aplica por meio de multa. Caso o dono do bem não regularizar a importação do objeto, este será considerado abandonado. O abandono sim é a recusa ao bem e ai se perde a propriedade.
    Na verdade existe muita coisa para se falar sobre esse tema "Tributos", não é a toa que os advogados tributaristas são os mais requisitados ultimamente. Mas acho importante que vcs saibam que se entrarem no país com 1 garrafa de uisque não serão abordados por ninguém da receita, a não ser que a garrafa tenha mais do que 12 litros de bebida. No Brasil, assim como em qualquer outro país, existem regras e limites de importação, ou vcs acham que a laranja que chega nos EUA entra lá com o preço que a gente paga na feira?
    Quanto aos "funça" o que tenho a dizer é que acho muito difícil acreditar que os mais de 1 milhão de funcionários públicos federias (estou citando só os federais pq é o dado que eu tenho) estão jogando truco neste momento ou até mesmo lendo esse site. Acho que tem gente aproveitadora como em todo lugar. Quem nunca Trabalhou com alguém que não fazia nada, só puxava o saco do chefe ou tinha as costas quentes e não é mandado embora. A questão é vc quando essa pessoa estava do seu lado vc falou alguma coisa pro seu chefe ou vc achou melhor fazer a política de boa vizinhança e segurar seu emprego? Quando a questão é o funcionalismo público é bem fácil cair no senso comum e desatualizado, digasse de passagem, de dizer que são todos vagabundos. Desafio qualquer um de vcs a entrar em qualquer carreira pública. A dedicação necessária para passar em um concurso é muito além do que qualquer um de vcs teve para passar na faculdade. E não se esqueçam eles estão trabalhando para vcs, estão trabalhando em função da coletividade.
    Imaginem só, os produtos que vem da China não se incidissem impostos? Sabe quantos pessoas iriam trabalhar na Zona Franca de Manaus montando TV, por exemplo?
    A resposta é zero, porque o produto chinês chegaria aqui custando a metade do preço do nacional, e muitos vão dizer que é por causa do imposto que é cobrado para se produzir aqui. Mentira, usei a Zona Franca de Manaus de propósito, pois existe isenção de impostos. No Brasil a Legislação trabalista é uma das mais protecionistas do mundo. É por isso que os produtos são tão caros aqui, o empregador não quer arcar com nada dos custos de quem trabalha para ele, do mesmo jeito que alguns de vcs não estão querendo arcar com os custos de quem trabalha para vcs (os "funças").
    Quando vcs for mal tratado em algum orgão público reclame e exija o tratamento adequado, pois ao contrário do que o senso comum pensa existe várias punições contra os servidores públicos que não cumprem com sua função, inclusive a demissão.
    Imoral é disseminar uma informação tão cheia preconceitos e valores pessoais retorcidos, sem relação com a realidade dos fatos ao invés de formar uma opinião justa e fundada em necessidade coletivas. O premio não deve ser discutido aqui como uma questão moral, bem porque o troféu é "só" o símbolo. O premiado não deixou de ser o melhor pq a receita tributou a entrada do símbolo no país. Ele continua sendo o melhor e merece todos os aplausos.
    PARABENS ENRICO de PAOLI
  • Fernando Chiocca  09/02/2012 13:06
    Gostaria só de dizer que nos casos acima não houve, e nem pode haver, nenhuma interferência na propriedade do bem. O tributo nâo tem carater punitivo, a punição (monetária) se aplica por meio de multa. Caso o dono do bem não regularizar a importação do objeto, este será considerado abandonado. O abandono sim é a recusa ao bem e ai se perde a propriedade.

    Você tá querendo fazer alguma piada?
    Um sujeito que não é o destinatário e nem o carteiro intercepta uma encomenda e exige (com uma arma na mão) do destinatário, o proprietário da encomenda, um pagamento em dinheiro, como condição dele receber sua propriedade, e você diz que não houve nenhuma interferência na propriedade do bem???

    "acho muito difícil acreditar que os mais de 1 milhão de funcionários públicos federias (estou citando só os federais pq é o dado que eu tenho) estão jogando truco neste momento ou até mesmo lendo esse site."

    Mas o problema é justamente esse. Deveriam estar à toa e não estão. Se estivessem, o país estaria mais rico.

    Desafio qualquer um de vcs a entrar em qualquer carreira pública. A dedicação necessária para passar em um concurso é muito além do que qualquer um de vcs teve para passar na faculdade.

    Lógico. Nada mais natural do que um cargo público em que se tenha estabilidade, não se exija quase nada e ganhe uma fortuna seja concorrido e difiícil de se obter.

    "E não se esqueçam eles estão trabalhando para vcs, estão trabalhando em função da coletividade."

    Da coletividade deles, sem dúvidas. Se de fato trabalhassem para mim, então eu deveria poder demiti-los.

    Imaginem só, os produtos que vem da China não se incidissem impostos? Sabe quantos pessoas iriam trabalhar na Zona Franca de Manaus montando TV, por exemplo?

    Pô cara, no artigo tem um alerta para não dizerem a estupidez que você acabou de dizer!!
    (Utilizar argumentos protecionistas da época do mercantilismo para justificar impostos sobre importação não faz sentido econômico nem moral).
  • Guiga  02/03/2012 19:00
    Olá Fernando Chiocca,
    Fico até curioso de conhecer uma "pessoa" como vc. É lógico que vc não consegue entender qualquer umas das coisas que eu disse.
    Minha humilde opnião é que um Estado sem lei é um Estado fadado a baderna e a desigualdade. Não estou dizendo que não existe baderna e desigualdade no Brasil, mas sem as leis imagina como seria?
    Se no Brasil os brasileiros cumprissem nossas determinações legais esse tipo de discussão teria outro nível, mas o que percebo é que quem mais tem condições de entender e cumprir as leis é quem mais luta contra elas.
    Não adianta dizer que as leis são ruins, pq o que vejo é que nem conhecer as leis as pessoas conhecem. Pergunto a vcs quem ja leu a Constituição do nosso país?
    Se nesse país se cumprisse as leis nós saberiamos quais servem e quais devem ser mudadas. Mas é mais fácil se omitir e criticar do que fazer sua parte. Na verdade quem não faz sua parte não tem nem o direito de reclamar. Se é que vcs acreditam em direito tb, pq estou achando que vcs não acreditam em nada.
    Sou otimista, acredito num Brasil melhor, e com pessoas mais bem informados e educadas.
    Só pra complementar Fernando o protecionismo pode ser da época do mercantilismo mesmo, mas, além de não ser crime, surgiu exatamente para proteger. Se vc não acredita que se proteger é importante realmente não entendo como vc pode defender as empresas privadas que são a maior instituição protecionista da mundo.
    Acho que tem espaço tanto p/ o privada quanto p/ o público, o que precisa e de informação real e útil. Conhecer nossas leis e saber por exemplo que o "funça" pode ser demitido por vc sim, e não acreditar em bobagem do tipo - "empresa privada não tem corrupção e as coisas funcionam" - só como exemplo as crises financeiras que afetam um monte de gente e recorrem aos Estados para se salvarem, entre outros. Esse tipo de informação não costuma ser divulgada por haver conflito de interesses, mas essas informações estão aqui mesmo na internet, não fui eu que inventei.
    Pq não divulgar nesse site, qual foi a importancia dos bancos na crise de 2008, esse é um dado importante para entender como uma crise financeira acontece e poder se previnir para que não aconteça de novo. E muitas outras informações.
    De minha parte é isso.
    Felicidades a todos.

  • mcmoraes  18/02/2012 03:11
    Gigua: "...Desafio qualquer um de vcs a entrar em qualquer carreira pública. A dedicação necessária para passar em um concurso é muito além do que qualquer um de vcs teve para passar na faculdade. E não se esqueçam eles estão trabalhando para vcs, estão trabalhando em função da coletividade...

    E eu desafio qualquer funça a abandonar a carreira pública. A dedicação necessária para obter o mesmo salário é muito além do que qualquer um de vcs teve para passar no concurso. E não se esqueçam de que vocês vão ter que trabalhar para vocês mesmos, então não poderão usar a coletividade como desculpa para tomar o que é dos outros à força.

  • Andre  18/02/2012 11:44
    Geralmente quem procura carreiras públicas quer fugir de ambientes onde adulação, boa aparência e política são mais importante que competência profissional.\r
    \r
    Obviamente o serviço público não é uma ilha de excelência e tem uma infinidade de incompetentes e vagabundos. Mas os salários da iniciativa privada são infinitamente melhores para pessoas com qualificação menor.\r
    \r
    Qualquer "traderzinho" de segunda categoria ganha muito mais que um Analista do Banco Central.
  • mcmoraes  18/02/2012 14:20
    André, sua opinião difere do que andam falando por aí.

  • Paulo Sergio  18/02/2012 03:52
    'do mesmo jeito que alguns de vcs não estão querendo arcar com os custos de quem trabalha para vcs (os "funças"). '

    Eu não quero mesmo não, e daí? Qual o problema?
    Deixa eu ver se entendi, o cara 'trabalha' pra mim, EU NÃO QUERO O TRABALHO DELE, e não posso mandar ele embora? Esse é o paraíso dos vagabundos!!!
  • Guiga  02/03/2012 19:12
    Oh Moraes que deve ter mais de 500 anos deve ser vc. Se atualiza, volta pro mundo real!!!!
  • Luis  18/02/2012 18:53
    Imaginem só, os produtos que vem da China não se incidissem impostos? Sabe quantos pessoas iriam trabalhar na Zona Franca de Manaus montando TV, por exemplo?

    Passaram-se 500 anos e os caras ainda usam os mesmos argumentos. Que falta de noção. Só me pergunto, na cabeça desses caras será que eles não pensam nem só por um segundo em como iriamos pagar todas essas importações? Segundo eles se acabar as tarifas toda a produção brasileira vai acabar, será substituída por produção chinesa. Mas como vamos pagar por essa produção? Os chineses vão trabalhar de graça? Se sim então beleza, seria um sonho.

    Quando a questão é o funcionalismo público é bem fácil cair no senso comum e desatualizado, digasse de passagem, de dizer que são todos vagabundos. Desafio qualquer um de vcs a entrar em qualquer carreira pública. A dedicação necessária para passar em um concurso é muito além do que qualquer um de vcs teve para passar na faculdade. E não se esqueçam eles estão trabalhando para vcs, estão trabalhando em função da coletividade.

    Olha meu amigo, eu sou funcionário público, estou no momento aprovado em mais dois concursos que me pagarão melhor e irei trocar pra eles quando for chamado. Porque eu sou funcionário público? Bem, recebo umas 3 vezes mais do que se trabalhasse para a iniciativa privada, e não me esforço nem metade. Sem contar a estabilidade. A prova mais cabal que funcionário público ganha mais e trabalha menos é que eles continuam no funcionalismo. Pergunta se alguém quer ir para a iniciativa privada. Ninguém é louco. Conheço gente que não conseguiria receber nem 1000 reais se trabalhasse de verdade, mas esta no estado ganhando bem mais de 5 mil. E não, não trabalhamos para a coletividade, trabalhamos para receber o salário no fim do mês, não há nada de heroico nisso. Antes que alguém venha me condenar por continuar no funcionalismo, respondo que não tenho nenhum tino para mártir. Se quiserem me odiar me odeiem.
  • Andre  18/02/2012 19:57
    "A prova mais cabal que funcionário público ganha mais e trabalha menos é que eles continuam no funcionalismo. Pergunta se alguém quer ir para a iniciativa privada. Ninguém é louco."\r
    \r
    Isso é bastante relativo. Eu ganharia 3, 4x mais na iniciativa privada que ganho no serviço público, mas trabalharia o dobro. Muita gente dá valor a isso. Não consigo enxergar como saudável precisar trabalhar 15, 16 horas por dia mesmo que eu fique rico por conta disso.\r
    \r
    E como já colocado, muita gente não se adequa a certos ambientes onde adulação e boa aparência são mais importante que competência profissional, o que, diga-se de passagem, é regra no Brasil, e não exceção.
  • Luís  18/02/2012 23:23
    Isso é bastante relativo. Eu ganharia 3, 4x mais na iniciativa privada que ganho no serviço público, mas trabalharia o dobro. Muita gente dá valor a isso. Não consigo enxergar como saudável precisar trabalhar 15, 16 horas por dia mesmo que eu fique rico por conta disso.

    E como já colocado, muita gente não se adequa a certos ambientes onde adulação e boa aparência são mais importante que competência profissional, o que, diga-se de passagem, é regra no Brasil, e não exceção.


    André, você mesmo admite que recebe mais na iniciativa pública só não percebe isso. Você está dizendo que o valor pago pela sua hora trabalhada depois das primeiras 8 horas não compensa. Você não aceita trabalhar mais de 8 horas por dia, esse é o seu preço. Dentre as opções disponíveis para você, trabalhando 8 horas, o funcionalismo público é o melhor, caso contrário você teria abandonado ele.

    O que é competência profissional? Para mim o mais competente é o que patrão prefere. Se ele quer uma pessoa para adulá-lo, qual o problema? Quanto a aparência, ela pode ser mais importante do que muito estudo. Beleza é muito importante na hora de lidar com muitos tipos de clientes, se você é feio ou não gosta de se arrumar você é um incompetente para muitos serviços. Assim como para trabalhar como segurança é necessário ser forte, para lidar com o público é necessário ser minimamente bonito e simpático e para ser um secretário você deve ser minimamente bajulador. Não há nada de errado com isso, são competências profissionais diferentes.
  • Erick Skrabe  19/02/2012 06:37
    As pessoas respondem e incentivos.

    Hj claramente os incentivos são maiores no funcionalismo público. Se formos a uma universidade veremos que todo mundo quer prestar concurso.

    Aqui ñ é o lugar para julgar quem segue este caminho. Mas é o lugar para chegar a triste conclusão de que isso ñ é sustentável: ñ é possível haver uma sociedade onde todo mundo trabalhe para o governo.
  • Andre  17/02/2012 19:56
    Absurdo também o que acontece no final do vídeo. Alguns rapazes tentaram entrar nos EUA e foram proibidos. Que mundo é esse onde as pessoas não ter liberdade para ir e vir e simplesmente não podem entrar em determinado território?\r
    \r
    Os funcionários públicos da imigração americana são uns vagabundos.
  • void  18/02/2012 15:04
    Sim, são mesmo.
  • Paulo Sergio  19/02/2012 09:31
    'Que mundo é esse onde as pessoas não TER liberdade para ir e vir'

    Isso aí são outros 500.Se fosse um mundo privado essa 'liberdade de ir e vir' tb não existiria.A casa é minha e entra quem eu quiser.
  • ROGER  25/02/2012 18:02
    COMO VOU CONSEGUIR SER EDUCADO, EQUILIBRADO, SENSATO COM ESSE BANDO DE URUBU EM BRASILIA, QUE A UNICA COISA QUE SABEM FAZER É ARRANCAR O COURO DO BRASILEIRO.

    ATE QUANDO O BRASIL VAI SER DOS ESTRANGEIROS E NAO DOS BRASILEIROS, ATE QUANDO UM PAIS COMO O NOSSO EM QUE O PIB É DE 95% PRODUÇAO E VAI FICAR SE VENDENDO A ESSE POLITICOS QUE NAO VALEM O QUE COMEM, OS NOSSOS CIENTISTAS PRECISAM IR EMBORA POR QUE ESSE ANIMAIS AQUI NAO INVESTEM EM NOSSA MAO DE OBRA E INTELIGENCIA QUE O BRASILEIRO TEM E MUITO.

    JA NEM VOTANDO TO MAIS E ESSE ANO MUITA GENTE INTELIGENTE TB VAI DEIXAR DE VOTAR UMA HORA ALGO VAI MUDAR ISSO SO NAO SEI SE SERA PRA MELHOR EU DEZISTI. FUIIIIIIIIIIIII
  • Guiga  02/03/2012 19:31
    Na boa eu tenho mais o que fazer do que ficar me preocupando com marmanjo que não consegue arcar com as próprias obrigações. Faça a sua parte em vez de ficar chorando.
    Cade a representação de vcs no Congresso Nacional, não vejo ninguém que represente vcs lá. Então nem votar vcs sabem!!!!
    Quanto ao sr. Luís, toma vergonha e vai trabalhar. Pq vc é um dos que faz a fama ruim dos "funça". Se vc não trabalha p/ coletividade não coloque todo mundo no seu saco. Vc não vai ser mártir, vc énão tem idoneidade moral p/ estar onde esta. Se vc não fosse covarde vc se identificaria, mas vc sabe que não vai fazer isso pq as suas declarações poderiam te tirar do seu emprego e te impedir de assumir outros cargos públicos. Tomara que na sua repartição alguém se indigne com sues comentários e o denuncie.
    Se os honestos se acovardarem, os sujos tomam conta.
  • Pipe  05/03/2012 04:51
    Guiga, você nos brinda com humor involuntário e, ao mesmo tempo, nos dá exemplos quase perfeitos do "pensamento" do brasileiro, especialmente do que se imagina como sendo "estudado":

    Minha humilde opnião é que um Estado sem lei é um Estado fadado a baderna e a desigualdade.

    Sua ignorância fica óbvia aqui. Você pode dizer "ah, o libertarianismo é uma utopia, uma viagem na maionese, uma pira, etc etc". Tudo isso ao menos faz algum sentido. O que não faz sentido é você confundir anarquia com anormia.

    Se no Brasil os brasileiros cumprissem nossas determinações legais esse tipo de discussão teria outro nível, mas o que percebo é que quem mais tem condições de entender e cumprir as leis é quem mais luta contra elas.

    O brasileiro assume uma lógica circular curiosa: algo é bom porque está na lei, e está na lei porque é bom. Lembre-se que um guarda em um campo de concentração na Alemanha nazista também só estava seguindo "determinações legais"

    Na verdade quem não faz sua parte não tem nem o direito de reclamar. Se é que vcs acreditam em direito tb, pq estou achando que vcs não acreditam em nada.

    Que tal você deixar de ser o típico brasileiro mentalmente preguiçoso, fazer um pouco de esforço e ler os textos deste site? Caramba, há artigos inteiros a respeito de leis em sociedades libertárias.

    Só pra complementar Fernando o protecionismo pode ser da época do mercantilismo mesmo, mas, além de não ser crime, surgiu exatamente para proteger.

    1) "além de não ser crime": novamente a lógica circular, não é crime, logo, tudo bem! Por que está tudo bem? Ora, porque não é crime!
    2) Proteger quem?

    Se vc não acredita que se proteger é importante realmente não entendo como vc pode defender as empresas privadas que são a maior instituição protecionista da mundo.

    Você, implicitamente, admite que o protecionismo serve para proteger algumas empresas privadas bem conectadas no governo. Por algum motivo que eu não entendo, você tira do estado a responsabilidade por isso, como se fosse sempre culpa da "instituição" chamada "empresas privadas".

    Conhecer nossas leis e saber por exemplo que o "funça" pode ser demitido por vc sim, e não acreditar em bobagem do tipo - "empresa privada não tem corrupção e as coisas funcionam" - só como exemplo as crises financeiras que afetam um monte de gente e recorrem aos Estados para se salvarem, entre outros.

    Funças podem ser demitidos, em casos muito extremos. Eles nunca são demitidos por incompetência. Faça-me o favor de não ter a cara de pau de falar que isso acontece.

    Pq não divulgar nesse site, qual foi a importancia dos bancos na crise de 2008, esse é um dado importante para entender como uma crise financeira acontece e poder se previnir para que não aconteça de novo. E muitas outras informações.

    Ah, o ignorante militante... Já houve dezenas de artigos a respeito disso. Basta que você tenha um pingo de vontade de ler. Exemplo: A enrascada criada pelo Fed para si próprio.

  • Jonas  05/03/2012 16:06
    O energúmeno podia ter pago esses trocados e ter ficado quieto com sua estatueta, mas quer usar o fato das autoridades administrativas exigirem o cumprimento da Lei para ter mais promoção! \r
    \r
    TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, até este músico obscuro! (provavelmente homossexual)
  • Leandro  05/03/2012 16:56
    Obrigado por nos dar uma demonstração explícita e cabal do tipo de gente que defende o roubo e a extorsão legalizada, prezado Jonas. Quiséssemos nós criar um espantalho daquele típico esquerdista -- o sujeito invejoso e raivoso do sucesso alheio --, dificilmente teríamos uma imaginação tão fértil a ponto de superar esta sua gratuita exibição de ódio genuíno. Agradecemos por ter se oferecido voluntariamente para ser nosso macaquinho de circo.

    Abraços!
  • Ewerton Alipio  05/03/2012 23:31
    Puxa, Leandro, um simpático macaquinho de circo?!!! Seu comentário a respeito do camarada acima foi muito elegante. E, de fato, é bem caudalosa a imaginação desse bacana...
  • Eduardo Rodrigues, Rio  09/08/2012 19:38
    Por medalhas, Phelps vai ter de pagar R$ 58 mil à receita americana
    www.estadao.com.br/noticias/esportes,por-medalhas-phelps-vai-ter-de-pagar-r-58-mil-a-receita-americana,910059,0.htm


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