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segunda-feira, 13 fev 2017
Podcast 254 - Desarmamento e violência no Espírito Santo (Bene Barbosa)
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Os dias de terror e de violência no Espírito Santo na semana passada, como consequência da paralisação dos policiais militares, mostraram o quão grave e dramática é a situação de uma sociedade desarmada e indefesa diante da criminalidade.

 

Se o estado é o detentor do monopólio legítimo da força, e dificulta o acesso legal às armas, quando falha na sua atribuição legal de garantir a segurança o resultado foi o que vimos: bandidos de carreira e criminosos de ocasião se unem para fazer a festa porque desconfiam que não haverá reação (no Espírito Santo até teve, mas numa escala mínima).

 

Já abordamos por duas vezes ( e ) aqui no Podcast a importância de se ter o direito de comprar e portar armas de fogo. O que aconteceu no Espírito Santo nos permite voltar ao debate. 


Para isso, entrevistamos novamente o especialista em segurança pública Bene Barbosa que nos falou sobre as lições desse episódio e nos atualizou acerca do PL que vai alterar as regras estabelecidas em 2003 pelo Estatuto do Desarmamento (aqui você pode acompanhar quem está a favor, contra e indeciso). Presidente do Movimento Viva Brasil, Bene é "o cara" quando o assunto é a liberdade do indivíduo para ter armas de fogo.

 

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A música da vinheta de abertura é a “Abertura Solene 1812”, do compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovsky, executada pelo guitarrista Eric Calderone.

 

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Leia também:


As lições do Espírito Santo - uma população sabidamente desarmada é um deleite para a bandidagem





  • Khayo  13/02/2017 14:54
    É sempre um prazer ouvir o Bene falar sobre o direito de possuir uma arma
  • Hudson  13/02/2017 15:27
    Fim do desarmamento é apenas uma pauta. Não adianta nada isso se junto a esta pauta não houver a demanda por uma pauta de derrubar a proteção estatal às empresas nacionais de fabricação de armas e não se trouxer ao ordenamento jurídico brasileiro um conceito correto de legítima defesa. Se apenas revogar o estatuto, qualquer pessoa que se defender será presa, como acontece hoje, e tratada como um assassino. Temos que agir nas três pautas em conjunto.
  • Vitor S Paraguassú  13/02/2017 15:30
    Comprar armas apenas com registro fixo e poder portar ou não, inclusive importadas, para o cidadãos de bem e fim!!!!! Chega de o Estado impor aos cidadãos o que deve ou não deve fazer!!!!! Basta desse Estado intervencionista que emburrecem os alunos etc...!!!!!!
  • ricardo  15/02/2017 13:31
    Acho q o brasileiro eh meio b mole mesmo.
    Nao sei se b mole ou covarde.

    Chamar um coitado vestido com uma farda pegar bandido pode
    mas pegar numa arma e se defender n pode.

    Ahhhh
  • anônimo  19/02/2017 14:26
    Quando o Bene Barbosa vai falar sobre o controle de coletes à prova de balas ?

    Ninguém questionou o governo sobre o controle dos coletes à prova de balas.

    Se o objetivo é morrer menos gente, por que a venda de coletes precisa ser autorizada pela governo ?

    Por que um cidadão comum não pode comprar um colete ? Nem o colete foi liberado pelo governo.
  • anônimo  19/02/2017 19:58
    Esse vídeo mostra o poder de fogo da Suíça.

    São 500 mil fuzis nas mãos da população.

    Um dos países mais seguros do mundo não precisa de milhares de militares.

    O preço da segurança é de um fuzil por residência.



  • ELIZABETE SIMÕES  22/03/2017 16:52
    Me assusta um pouco esse tema. Estados Unidos por razões culturais e históricas tem seu livre porte de armas. Tanto que é considerada "a Nação mais preparada a enfrentar com seu armamento particular uma invasão externa por terra".
    A população do Brasil não tem maturidade. O Brasil precisaria ser redescoberto novamente. Imagina a carnificina que aconteceria em brasília diante do estado de revolta que a população se encontra hoje! Porém, não seria nada mal uma limpezinha básica começando por lá... ha ha ha.
    Penso que combate e soluções deveriam acontecer nas investigações: Por que essa quantidade de armas nas mãos de delinquentes? Como elas chegam as comunidades? Quem compra? Quem vende? As fronteiras? etc...
    Entretanto, confesso que me sentindo ameaçada não hesitaria em dar uns pipocos num bandido que atrevesse entrar na minha casa.
    Tema complexo viu!
  • Sergio  03/04/2017 16:20
    ". Imagina a carnificina que aconteceria em brasília diante do estado de revolta que a população se encontra hoje!" se a população estivesse mais preparada (armada), 'b'rasilia pensaria muito antes de aprontar o que vem aprontando (justamente pra evitar uma bala vindo de algum revoltado).


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