segunda-feira, 12 dez 2016
Podcast 248 – Como livrar o Brasil do estatismo (Roberto Motta)
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Engenheiro e mestre em Administração de Empresas, Roberto Motta lançou recentemente “Ou ficar a pátria livre”. O livro mostra as consequências negativas da mentalidade estatista e do intervencionismo estatal no Brasil com base numa interessante comparação com os EUA, onde ele morou durante anos. 

 

Neste Podcast do Instituto Mises Brasil, Roberto conta por qual razão decidiu escrever um livro com essa abordagem e como fez para comparar países com culturas políticas e econômicas tão distintas para transmitir a sua mensagem.

 

No livro, ele apresenta sua visão sobre as principais diferenças entre brasileiros e americanos que explicam a prosperidade econômica lá e a baixa prosperidade aqui. Uma das suas chaves de interpretação pode ser resumida com a frase de Mises: somente ideias podem iluminar a escuridão.

 

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A música da vinheta de abertura é a “Abertura Solene 1812”, do compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovsky, executada pelo guitarrista Eric Calderone.

 

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  • Nelson Martinez Cebrian  11/03/2017 17:24
    Inicialmente, julguei ótima a entrevista por ambos participantes. Perguntas pertinentes e respostas ponderadas e embasadas.
    Mas, pelo fato de estar enquadrado na 3ª idade, me permite saber, através de livros, filmes, etc., que essa verdade sobre os países de primeiro mundo, talvez seja uma verdade do nosso mundo contemporâneo, mas não é uma verdade de cada um de seus passados. Todos tem um passado que não é a realidade de hoje.
    Comparativamente, somos um país "novo", onde, apesar da população ser o resultado de uma miscigenação de povos do primeiro mundo com nossos primeiros habitantes, infelizmente, em nossa maioria da população, são desinformados e fruto de uma necessidade de adaptar-se à nossa péssima educação (não na totalidade, é claro), para poder sobreviver na forma como se desenrola a vida neste nosso país (trabalho, transporte, burocracia, leis para tudo mas não para todos, corrupção, etc.).
    Me esforço, na minha conduta diária de ser um cidadão de primeiro mundo, mas isso me traz sempre algum aborrecimento e desesperança pelo que está no "meu caminho".
    Trabalhei num banco genuinamente brasileiro, que foi comprado por um banco estrangeiro de primeiro mundo.
    Tudo e todos que me eram superiores aqui chegaram "vendendo" uma imagem de superioridade, honestidade e decência, inclusive o que chamavam de "compliance".
    Com o tempo, verifiquei que eram, em sua maioria, farsantes.
    Estavam aqui unicamente para dar resultado, seja a que custo fosse.
    O que eles supostamente praticavam em seus países, aqui não o faziam. Pergunto: por que?
    Se esses países, que no passado cometeram barbáries (ainda cometem, mas em menor escala) e hoje são "educados", esquecendo ou não conhecendo seu passado, quando no Brasil começaremos a ter mais pessoas, organizações e governos, mais educados e honestos?
    Realmente, como disse o entrevistado, talvez a "Lava jato" seja o início, caso venha a sobreviver.
    O tempo sempre foi e continuará a ser o senhor da razão!


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