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sexta-feira, 1 jul 2016
Podcast 225 - Bráulio Porto

selo01.jpgPODCAST 225 – BRÁULIO PORTO

 

A doutrinação ideológica e política na escolas tornou-se um tema recorrente de debate entre aqueles que prezam pelas liberdades. Com a internet e com o trabalho desenvolvido pelo Escola sem Partido, os casos flagrantes envolvendo militantes disfarçados de professores têm sido expostos e discutidos. Aqui você pode ouvir uma entrevista com Miguel Nagib, presidente da entidade.

 

E também há o grave problema do assédio ideológico e da perseguição política promovidos dentro dos departamentos de universidades brasileiras contra professores que ousam lutar e manifestar-se contra a doutrinação nas universidades. Um caso exemplar e recente é o do Bráulio Porto, doutor em sociologia e professor da Faculdade de Educação da UnB.

 

Por ter proferido uma palestra na Câmara Federal sobre a base curricular da área de Ciências Humanas proposta pelo MEC e por haver concedido uma entrevista para o programa Fantástico (TV Globo) sobre o problema da doutrinação nas escolas, Bráulio foi alvo de uma nota pública divulgada pelo Departamento de Sociologia da UnB onde fez o doutorado e de uma moção de repúdio ao Escola sem Partido, associação na qual é vice-presidente.

 

Nesta entrevista ao Podcast do Instituto Mises Brasil, o professor explicou a razão pela qual tem sido vítima desses ataques diretor e indiretos, o que representam esse tipo de reações por parte de professores de esquerda, por que isso tem acontecido com frequência e como os socialistas conseguiram ocupar espaços e dominar os departamentos dos cursos de ciências sociais e humanas.

 

***

 

A música da vinheta de abertura é o tema da série Sherlock (BBC) executada pelo guitarrista ? Eric Calderone.

 

***

 

Todos os Podcasts podem ser baixados e ouvidos pelo site, pela iTunes Store e pelo YouTube.

 

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  • Daniel Carlos  26/10/2009 12:45
    Vale ressaltar tambem que tal arranjo dificulta o surgimento de novas empresas que poderiam concorrer com as já estabelecidas, aumentando a liberdade do consumidor. Esse arranjo é portanto contrário à liberdade, tanto de empreender como de consumir.
  • Leandro  26/10/2009 14:34
    Muito bem lembrado e colocado, Daniel!
  • Maurício  08/08/2010 16:05
    Último dado sobre os empréstimos do BNDES publicado pela Folha de S. Paulo.

    FINANCIAMENTOS DO BNDES CONCENTRAM CRÉDITO EM 12 EMPRESAS

    "Levantamento feito pela Folha com base nas operações divulgadas pelo banco revela que a Petrobras, a Eletrobras e dez grupos privados ficaram com 57% dos R$ 168 bilhões destinados a transações contratadas de 2008 até junho deste ano"

    Eis a lista dos amigos do rei:

    Grupo Valor em R$

    PETROBRAS(29 bilhões), ELETROBRAS(8,7 bilhões), GDF-SUEZ(8 bihões), VALE(7,7 bilhões), OI(7,7 bilhões), VOTORANTIM(5,3 bilhões), JBS(4,7 bilhões), ODEBRECHT(4,3 bilhões), EBX(3,9 bilhões), BERTIN(3,2 bilhões), ALL(3.15 bilhões), ALCOA(2,8 bilhões)

    Para quem quiser a lista completa é só clicar aqui

  • EU  08/12/2010 13:17
    Esse é um site de humor ?
  • Leandro  08/12/2010 14:01
    Depende de que lado se está.

    Nababos que vão à forra com o dinheiro alheio sempre acham graça ao verem o fardo que impõem às pessoas que são obrigadas trabalhar para sustentá-los.

    E há também os tolos de cara alegre, aqueles que costumam fazer piadinhas sem terem a mínima ideia do que se passa no ambiente em que vivem.

    Esses são os dois tipos de pessoa que fariam a pergunta acima.
  • Fernando Chiocca  08/12/2010 14:28
    de humor negro.
  • Maurício  08/12/2010 15:11
    Hehehehehe\r
    \r
    Vc é impagável, Leandro\r
    \r
    Abraço
  • Bruno  08/12/2010 15:03
    Alguém pode me explicar por que os bancos privados não podem oferecer crédito.

    Melhor explicando. Por que os bancos privados não podem entrar na concorrência com o BNDES?
  • Leandro  08/12/2010 15:08
    Porque é impossível concorrer com um banco público que opera subsidiado pelo Tesouro -- isto é, por nós.

    Todos os detalhes das práticas do BNDES foram dados aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=837
  • Rafael França  03/04/2012 12:24
    Bruno, o BNDES mama do FGTS, que paga de juros algo em torno de 5 a 10 % ano (de memória digo isso, pode estar errado) e empresta para os amigos do regime.
  • Leandro  03/04/2012 12:30
    O FGTS? 5 a 10%? Nunca. O FGTS confisca dinheiro que poderia ser incorporado aos salários dos trabalhadores e rende apenas 3% ao ano mais TR (que, com a queda da SELIC, tem sido próxima a zero). Ou seja, há uma perda real para o trabalhadores, pois só a inflação de preços ano passado foi o dobro do FGTS. Este programa só sobrevive por causa da ignorância das massas.
  • Marcos  08/12/2010 15:38
    O BNDES já socorreu a Globo com empréstimos quando ela estava em crise, se não me engano em 2002.

    Temos que ver também o grau de associação "extra-oficial" com o governo. Se essas empresas que não possuem ligações diretas realmente são independentes ou tem contatos ou lobby dentro do governo. Se financiam campanhas eleitorais com o propósito de angariar favores. Enfim, temos que averiguar se todas essas e outras práticas anti-capitalistas são corriqueiras.

    Infelizmente se fizermos essa pesquisa eu vou ficar surpreso de alguma escapar...
  • Getulio Malveira  08/12/2010 19:35
    Muito bem, Leandro. Parece-me que, conforme teus últimos textos, principalmente teu diagnóstico do atual cenário econômico brasileiro, o mecanismo "heterodoxo" de financiamento do atual governo parece ser a chave para compreender a verdadeira natureza da intervenção atual do Estado na economia que, como bem explicita o epígrafe: corporativismo ou fascismo. A idéia é perfeitamente legítima dado a aparente incoerência do discurso político em favor das classes menos favorecidas e a atuação concreta do atual Estado que agrava o problema da distribuição de renda (aliás, criado e recriado pelo próprio Estado em outras grandes épocas de intervencionismo).\r
    \r
    Somente ao se tomar por princípio geral a hipótese de uma aliança entre Estado e Corporações, parece-me ser possível esclarecer o intrigante enigma da "consciência social" dos magnatas brasileiros que disputaram nos últimos meses qual seria mais generoso com a campanha da Srª Dilma Roussef. Pena que os brasileiros em geral conhecem pouco de história para saber que "não há nada de novo no front", que também esse novo "Milagre econômico" pouco tem de milagroso ou de novo: poupança forçada, obras faraônicas, endividamento público, industrialização forçada, subsídio a setores favorecidos. \r
    \r
    Mas por óbvio que a situação me parece bem pior agora. Não porque haja algo de novo no fascismo, mas pelo consenso que se formou em torno dele (o legado de Keynes) e, principalmente, porque o fator tempo corre pelo agravamento das distorções: quanto mais tempo ele dura (e ele já vem sendo ensaiado no Brasil a um bom tempo), pior há de ser seu resultado. \r
    \r
    Meus aplausos a você, Leandro, por insistir nesse ponto fundamental que reclama precipuamente nossa atenção.\r
    \r
    Abraços
  • Mercado de Milhas  26/11/2012 13:31
    Esse artigo está merecendo uma atualização. O BNDES cresceu muito. Leandro??? rsrs..
  • Viggo  17/11/2014 14:47
    Olá Leandro, a citação do Mussolini é de qual obra?


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