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sexta-feira, 24 jul 2015
Podcast 179 - Rodrigo Saraiva Marinho e Ubiratan Jorge Iório

logo_baixa.jpgPODCAST 179 – RODRIGO SARAIVA MARINHO e UBIRATAN JORGE IORIO

 

Nas últimas semanas, o serviço UBER ganhou o noticiário nacional por causa da reação, inclusive violenta, de taxistas e do sindicato da categoria, que reclamam da concorrência.


A ótica do intervencionismo aliada à falta de informação produziu neste e em outros casos a situação esdrúxula que é uma classe profissional lutar para impor obstáculos aos concorrentes em vez de lutar para reduzir ou eliminar as dificuldades criadas por governos e sindicalistas.

 

Para abordar a atuação do UBER e os desdobramentos da discussão sob a perspectiva da Escola Austríaca, o Podcast do IMB conversou com o professor Ubiratan Jorge Iorio, autor do recém-lançado livro “Dos Proto-Austríacos a Menger”, e com o advogado e professor Rodrigo Saraiva Marinho, autor do também recém-lançado “A Desconsideração da Personalidade Jurídica na Justiça do Trabalho – uma nova abordagem”.

 

***

 

A música da vinheta de abertura é o Cânone do compositor alemão Johann Pachelbel executada pelo guitarrista Lai Youttitham.

 

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  • ROLP  21/09/2009 09:17
    Muito bom artigo! Nunca vi em lugar algum um diagnóstico como esse, claro, simples e verdadeiro. Acho que é o único lugar onde posso achar algo confiável, pois nos jornais a gente só vê o mesmo discurso e a mesma ladainha de sempre. Sugiro mais artigos nesse estilo, desmascarando os argumentos oficias que são, via de regra, falsos. Vocês estão de parabéns!
  • Juliano Torres  21/09/2009 09:48
    Análise Perfeita! Esses relatórios serão mensais?
  • Rafael Hotz  21/09/2009 12:00
    boa análise... vocês poderiam ter mencionado as constantes compras de dólar pelo BACEN, com o intuito de reduzir as importações (e os investimentos, mesmo que não seja essa a intenção) e inflar o PIB...
  • Equipe IMB  21/09/2009 13:05
    Prezados, agradecemos em demasia os elogios. Juliano, a ideia é fazer um boletim quadrimestral, que é pra dar tempo de coletar todos os dados principais. Rafael, é um bom ponto, mas seria para nós um tanto temerário dizer que o intuito do BACEN é reduzir as importações. Além de não termos provas de tal, trata-se de uma acusação que pode ser desmentida pelo próprio (que pode dizer que está apenas interessado em aumentar as reservas) e nos deixar em posição difícil. Temos de ter muito cuidado ao fazer declarações que, ao final, podem ser vistas como mera teoria conspiratória. Porém, sim, é bem possível que você esteja certo - embora seja difícil provar de modo incontestável.
  • Filipe Celeti  21/09/2009 19:11
    Tem um erro. Abaixo no primeiro gráfico podemos ler:\n\n"Detalhe adicional: observe que essas variáveis sempre iniciam um ano em um nível pelo menos 10% maior que o mesmo mês do ano anterior. Nesse ano de 2009, elas começaram exatamente no mesmo nível de janeiro de 2008."\n\nO ano de 2009 não começou exatamente como 2008. O ano de 2008 é que começou exatamente como 2007.\n\nEstou louco, ou a informação está realmente errada?
  • Leandro  21/09/2009 19:36
    Celeti, veja bem: o gráfico mostra a variação em relação ao mesmo mês do ano anterior. Logo, observe que tanto o M1 quanto a Base Monetária começam janeiro de 2009 no marco 0% do eixo Y, certo? Isso significa que a variação delas em relação a janeiro de 2008 foi de zero. Por isso se diz que ambas começaram o ano no mesmo nível em que estavam em janeiro de 2008. É como se você tivesse 100 reais em janeiro de 2008 e 100 reais em janeiro de 2009; sua variação foi de 0%. Já janeiro de 2008, por exemplo, começou em um nível 20% maior que janeiro de 2007. Nesse caso, é como se você tivesse 100 reais em janeiro de 2007 e 120 reais em janeiro de 2008. De início parece estranho, mas depois fica fácil. Abração!
  • Rhyan  21/09/2009 22:12
    M1 é 5 em Jan/09, não? Não é mais interessante ver o crescimento comparado com o mês anterior?
  • Leandro  21/09/2009 22:53
    M1, em janeiro/09, está em um nível 5% maior do que estava em janeiro/08. O crescimento em relação ao mês do ano anterior é melhor por dois motivos: de mês para mês existem diferenças sazonais, difíceis de serem consideradas (por exemplo, de novembro para dezembro a diferença é sempre grande, por causa da maior demanda de dezembro em decorrência das festas de fim de ano), ao passo que quando se analisa em termos anuais é possível ver com mais clareza as tendências de mudança - coisa que de mês para mês é muito variável.
  • Rhyan  21/09/2009 23:48
    Certo, Leandro, entendi! É que você comentou que "Logo, observe que tanto o M1 quanto a Base Monetária começam janeiro de 2009 no marco 0% do eixo Y, certo?" Mas M1 é 5% e não zero.
  • Leandro  21/09/2009 23:59
    Ah, sim, isso é verdade. Foi mal. A BM é que é 0%; o M1 é 5%.
  • amauri martins filho  22/09/2009 08:01
    Bom dia. Já li Polica Fiscal e Regime fiscal, existe diferença? Qual?
  • Leandro  23/09/2009 13:29
    Prezado Amauri, "política fiscal", bem diretamente, significa aumentar ou diminuir impostos e/ou aumentar ou diminuir gastos do governo. Já "regime fiscal" é um termo muito vago e amplo, mais comumente destinado ao modo como as empresas estão operando. É um termo que pode também ser aplicado ao governo, conquanto raro.
  • Luciano  23/10/2010 21:07
    Hoje é 23/10/2010, onde estão os novos boletins ? Analisem o último ano da economia brasileira e o momento atual.

    Parabéns pelo artigo
  • Leandro  25/10/2010 18:29
    Caro Luciano, este artigo, de 31 de maio de 2010, explica tudo que vem acontecendo até agora na economia brasileira:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=696
  • Pedro Ivo  18/08/2012 17:28
    Preços de Belo Horizonte habitação caem pelo segundo mês consecutivo

    POSTADO EM 13 DE AGOSTO DE 2012 · 21 COMENTÁRIOS

    A bolha imobiliária de Belo Horizonte (quinta maior cidade do Brasil) foi oficialmente estourou. Após o boom observado nos últimos anos, o preço médio dos imóveis na cidade caiu pelo segundo mês consecutivo, segundo o índice de FIPE. A queda de preço para o mês de julho foi de 1,2%. Em junho, ele já havia caído 0,4%.

    veja aqui
  • Adam  17/01/2013 16:23
    Leandro, qual (ou quais) as melhores refutações do site para o programa "Minha casa, Minha vida"?
  • Leandro  17/01/2013 17:16
    Vários. Deixando de lado as questões morais, falarei apenas das econômicas:

    1) Trata-se de um enorme benefício para as construtoras amigas do rei, que passam a ter ganhos garantidos e financiamento barato. E tudo à custa da população.

    2) Tal programa gera um grande desvio de recursos para construção civil, que começa a ficar sobredimensionada.

    3) Os preços dos insumos, dos materiais de construção e da mão-de-obra se tornam artificialmente elevados.

    4) Isso faz com que as construtoras pequenas e familiares, sem poder político e sem financiamento, sejam expulsas do mercado.

    5) Quando os subsídios forem interrompidos, toda esse inchaço do setor (bolha) será rompido. E é aí que ficará evidente que vários recursos escassos foram mal empregados, e que uma grande quantidade de capital foi desperdiçada.

    6) No final, com as pequenas empresas já deslocadas do mercado, cria-se uma concentração de apenas grandes empresas, todas elas protegidas pelo governo. O setor se torna mais ineficiente e mais caro. Todo mundo perde.
  • anônimo  17/01/2013 22:39
    E se os subsidios não acabarem, o que vai ser preciso pra bolha estourar?
  • Leandro  17/01/2013 23:42
    Antes, é preciso entender que qualquer bolha só pode ser mantida e perpetuada se a quantidade de dinheiro direcionado àquele setor estiver aumentando a taxas crescentes. Sendo assim, se a quantidade de financiamento (ou subsídio) simplesmente se estagnar ou passar a crescer a taxas mais baixas, isso já fará a bolha estourar.

    Logo, está aí a resposta à sua pergunta: os subsídios não precisam acabar; basta que eles passem a crescer a taxas menores.

    Por fim, vale observar que a causa da bolha imobiliária brasileira não é o "Minha Casa, Minha Vida", mas sim a oferta de crédito direcionada diretamente ao setor imobiliário.

    Informações completas neste artigo.
  • Emerson Luis, um Psicologo  26/03/2014 13:35

    "Para entender o atual momento da economia brasileira é preciso, acima de tudo, saber separar o que o governo diz daquilo que ele realmente faz. É preciso fazer uma distinção entre o que é prática real e o que é mera retórica eleitoreiro-populista."

    Esse parágrafo é atemporal!

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