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sexta-feira, 29 44aio 2015
Podcast 171 – Stefano Justo

logo_baixa.jpgPODCAST 171 – STEFANO JUSTO

 

Neste fim de semana, o Estudantes pela Liberdade (EPL) do Rio de Janeiro realiza sua conferência em Niterói com palestras de nomes conhecidos pela defesa das liberdades no país. Na próxima semana em Vitória (ES) haverá outro evento estadual como parte da extensa programação do EPL que abrangerá todas as regiões brasileiras e que inclui o Liberdade na Estrada em parceria com o OrdemLivre. E em outubro será realizada a conferência nacional.

 

Para saber sobre os trabalhos e iniciativas do EPL, o Podcast do Instituto Mises Brasil entrevistou Stefano Justo, coordenador nacional de eventos e conselheiro executivo da instituição. Ele explicou como funciona o trabalho da executiva nacional e a relação com os núcleos estaduais quando os eventos são definidos, e falou sobre as mudanças na organização e os projetos que serão realizados ao longo do ano.

 

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A música da vinheta de abertura é o Cânone do compositor alemão Johann Pachelbel executada pelo guitarrista Lai Youttitham.

 

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  • Núbia  16/09/2009 10:28
    Não vamos nos esquecer que trocaram o cigarro na mão por uma caneta, no cartaz do filme Coco Chanel
  • Fábio Ostermann  30/09/2009 16:52
    Parabéns pelo post, excelente!!\n\nCabe ainda ressaltar que a completa proibição do uso e comercialização de tais substâncias causa sério dano ao processo de inovação da indústria farmacêutica. Quantos tratamentos (especialmente atenuantes de efeitos colaterais) não deixaram e continuam a deixar de ser desenvolvidos por medo de cair na malha fina do FDA ou do Min. da Saúde?
  • Helio  01/10/2009 10:44
    Sugiro aos interessados neste tema ver a excelente história sobre como tudo isso mudou e ficou como é hoje - www.adrugwarcarol.com
  • Roberto Chiocca  01/10/2009 14:36
    Leitura obrigatória para todos os interessados no tema é só uma:"Economics of Prohibition"de Mark Thornton-----http://mises.org/books/prohibition.pdf
  • Martha  12/04/2010 10:56
    Muito boas as propagandas informativas da época, onde ainda não era um comércio de capitalismo selvagem.
  • Anonimo  19/02/2015 20:23
    Capitalismo selvagem ou intervencionismo selvagem?
  • Lontra  19/02/2015 23:02
    Como a troca voluntária entre legítimos proprietários visando vantagens mútuas pode ser selvagem? Capitalismo é o oposto de selvageria. Capitalismo selvagem é um oxímoro.
  • Marco Antônio  31/05/2011 22:49
    Mas claro, é porque esses remédios dessa época foram todos testados nos melhores laboratórios do mundo, e ficaram comprovados que eles realmente curavam, e não faziam mal nenhum =D

    assim como naquela época as pessoas usavam raio-x para fazer a barba. A pessoa recebia várias rajadas de raio-x na cara e os pelos caiam. Se em 5 anos a pessoa estava com cancer, aí é outro detalhe. O que importa é que o pessoal daquela época tinha a mais alta tecnologia e comprovaram que esses remédios e o raio-x não afetam a saúde =D

    Esses remédios foram proibidos justamente por fazerem mal. Ou você teria coragem de dar heroína para o seu filho hoje em dia?
  • Felix  01/06/2011 00:14
    Como você acha que se desenvolve o pensamento científico?
    é subindo no ombro das descobertas anteriores.. ou vetando qualquer iniciativa antes mesmo de saber se faz mal?
    hoje usamos aparelhos celulares que futuramente podem ser considerados cancerígenos.
    vamos proibir celulares então?
  • Marco Antonio  01/06/2011 01:58
    Já é comprovado que as drogas fazem mal. Não foi feita nenhuma proibição na base da suposição...
    E no momento que provarem que celulares fazem mal e que viciam, esses devem ser proibidos, ou no mínimo limitados...

    E não sei se você entendeu minha crítica, mas vou tentar explicar melhor aqui: esse texto em favor das drogas mostra como argumento o fato de existirem remédios antigamente que tinham as drogas como base. Só que esse não é um argumento válido, pois na época não se sabia dos malefícios das drogas, e achava-se que esses remédios realmente curavam...

    Na minha crítica estou utilizando sarcasmo em relação ao texto, que mostra "olha como era na época dos nossos avôs", como se isso fosse bom, quando na verdade é ruim. Imagine você ter nas farmácias remédios a base de heroína para curar tosse? Você daria isso ao seu filho?
  • Leandro  01/06/2011 04:40
    Prezado Marco Antonio, por favor, não faça colocações levianas como essa. Este não é um "texto em favor das drogas". Você confunde conceitos aqui. O que esse texto está dizendo é:

    Todas as drogas já foram lícitas em uma época e, ao contrário das previsões catastróficas que fazem hoje, a humanidade não acabou e tampouco foram observados surtos de dependência. Mais ainda (esse um conceito caro aos conservadores): a humanidade daquela época não era mais imoral que a atual. Ao contrário até: as famílias eram mais coesas e a igreja, mais presente na vida das pessoas.

    Você infelizmente ainda não entendeu o conceito de liberdade, livre-arbítrio e livre escolha, o que lhe leva a fazer pregações autoritárias. Caso você tivesse o controle do mundo, proibiria até celulares. Você é a favor que se proíbam cigarros também? Acha que tal proibição baniria de vez o produto ou geraria um extremamente lucrativo mercado negro, a ser comandado exclusivamente por aqueles grupos que fossem mais fortemente armados e violentos? Por que você acha que o governo deve assumir o papel de babá das pessoas? Você confiaria a tutela dos seus filhos a Sarney e Renan Calheiros? Acha que ambos seriam melhores pais do que você?

    Pois essa é a conclusão inevitável de sua postura proibicionista.

    Por gentileza, tenha a bondade de ler esses dois textos a seguir:
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=181
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=836

    Após a leitura, caso continue defendendo que o autoritarismo ainda é a melhor solução, por favor volte para papearmos mais.

    Abraços!
  • Cerqueira  01/06/2011 10:45
    Leandro, o que ele fala é que uma coisa é a pessoa se envenenar sabendo o que está fazendo, outra diferente é usar uma solução que só muito tempo depois se descobre que ela faz mal.
    Esse é o ponto onde a lógica do artigo é furada, você poderia ter agumentado algo sobre certificações privadas mas a sua pressa em ver tudo como um motivo pra culpar o governo não te permitiu ver isso.
  • Leandro  01/06/2011 11:14
    Ou foi uma contradição sua, caro Cerqueira, ou foi puro problema de interpretação de texto.

    O Marco Antonio está defendendo -- e é um direito dele -- que as drogas continuem proibidas por fazerem mal. Em momento algum ele está dizendo -- e é isso que você infere -- que, a partir do momento que já se sabe que as drogas fazem, então já se pode liberá-las.
    Ele não utiliza essa sua regra de que "uma coisa é a pessoa se envenenar sabendo o que está fazendo, outra diferente é usar uma solução que só muito tempo depois se descobre que ela faz mal." Não, ele quer que continue proibido. Direito dele, é claro, só não é certo você querer desvirtuar palavras claras para querer atacar meu juízo.

    Outra coisa: onde "tive pressa em ver tudo como um motivo pra culpar o governo"? Estou apenas citando um fato: as drogas já foram legais e o mundo passou longe da acabar. Se você não se sente bem com esse fato, isso não é problema meu.

    Quer me criticar? À vontade. Mas utilize fatos sólidos, e não invenções e ataques rasos.

    Abraços.
  • Fernando Chiocca  01/06/2011 11:48
    Drogas não fazem mal, fazem bem.

    Drogaria é um local onde as pessoas vão para se alivviar de males.

    E mesmo as chamadas drogas recreativas fazem, comprovadamente, bem, na opinião dos próprios usuários. Caso eles não considerassem um bem, simplesmente escolheriam não usar.

    O ser humano age apenas para sair de uma situação menos satisfatória para uma mais satisfatória. Ele deve enxergar algum benefício, a priori, para agir de certa maneira. E um benefício é considerado um bem, não um mal.
    Isso é uma lei praxeológica.
    A posteriori ele pode encontrar um malefício, mas isso somente ele pode analisar. Mas se alguém impede um homem de agir da maneira que a priori ele ve benefício estará, com certeza, causando diretamente um mal a ele. Logo, o que é realmente comprovado é que proibições fazem mal.
  • Emerson Luis, um Psicologo  02/04/2014 19:55

    É impressionante como as crenças e valores mudam e como somos manipulados. Só existe virtude quando podemos escolher agir de forma sábia e correta.

    * * *
  • Hugo  21/01/2015 00:12
    Boa noite Leandro!

    Há algum outro artigo sobre drogas que mostra como a intromissão estatal começou no mercado dessas substâncias?
  • Emanuel  01/11/2015 19:27
    Mesmo sendo "politicamente correto" não há como negar que, estas drogas, se usadas para recreação são prejudiciais, visto que a quantidade absorvida é muito maior do que o aceitado pelo nosso organismo... Tire a lente política por hora, e veremos que qualquer droga usada para se "chapar", é de uma idiotice tremenda...
  • Respondedor  09/01/2017 05:32
    E?

    A pessoa que usou, só usou porque quis, se fez mal é problema dela.


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