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segunda-feira, 15 set 2014
A Crise de 2008 - Helio Beltrão, Paul Singer, e Carlos Eduardo Carvalho
  • Felipe Ribeiro  27/09/2014 21:22
    Ouvi falácias e contradições demais do governista e dos educadores, e o Hélio poderia ter usado argumentos melhores quando foi confrontado, alguns dos quais ele mesmo já expôs em vários artigos por aqui. Houve bastante exposição ideológica também. Senti falta da conversa mais técnica e racional. De qualquer forma, é bom que os alunos saibam que existem esses diferentes pontos de vista, e pesquisem a respeito. Sou engenheiro de formação, mas sempre gostei de economia, e a escola austríaca é a que apresenta de forma mais clara e lógica os mecanismos da economia, ao menos pra mim. Perdi a conta de quantas vezes discuti com colegas em fórum de carros, que xingam o brasileiro médio por comprar os carros vendidos aqui com essa qualidade deplorável e preços elevados, tentando mostrar a eles que "deplorável" e "abusivo" são características que aquele grupo de foristas (inclusive eu) vê, diferente da grande maioria das pessoas, as quais aceitam o que é ofertado. Quando entrei em contato com essa escola e vi que ela aponta justamente como base da economia a vontade do consumidor e a busca da satisfação dela pelo produtor, não deu outra: tive que buscar o aprofundamento no assunto. Também Estou lendo o livro sobre o Bitcoin, mencionado durante a palestra, há algum tempo, e ele realmente é leitura recomendada.

    Por enquanto fica a mensagem provocativa.

    Gosto muito deste portal. Parabéns aos envolvidos!
  • Herivelto Santos Almeida  22/05/2016 01:08
    A explicação nega a principal hipótese desta escola:A racionalidade dos agentes econômicos. Vai demorar um pouco mas, a crise de 2008 que está até hoje mostrou que o Estado no final é quem salva até o mercado financeiro. Adeus chicago boys e Austríacos..... A macroeconomia perence a Keynes, novos Keynesianos e neoclassicos liberais. O pensamento conservador e a política da austeridade está acabando com a Europa. Só a china cresce no mundo e lá o Governo interfere na economia.
  • Marcos  22/05/2016 01:43
    Parabéns pela coragem de defender abertamente que o estado salve seus amigos no mercado financeiro. São pouquíssimos os keynesianos que admitem isso.

    Por isso, vale esclarecer, apenas para não confundir: o estado não salva o mercado financeiro; o estado salva seus amigos no mercado financeiro.

    O estado, só para começar, garante a todos os players que estará à disposição para ajudar caso as apostas deem errado. "Ei, façam seus investimentos como quiserem. Se algo der errado, não se preocupem, estou aqui para salvar vocês!"

    E você, pelo visto, defende entusiasmadamente esse conluio entre estado e mercado financeiro, em que o estado utiliza dinheiro do povo para salvar seus favoritos. Parabéns pela franqueza.

    Parabenizo-lhe também pela franqueza de reconhecer abertamente que o keynesianismo é uma política que serve apenas aos interesses dos grandes, que estão umbilicalmente ligados ao estado. Este site está há 6 anos falando isso; agora o pessoal aqui poderá simplesmente utilizar sua confissão como a comprovação de tudo.

    Ah, sim, quer entender as causas da crise? Tem a coragem intelectual para isso? Vejamos então:

    Como ocorreu a crise financeira americana

    Alguns detalhes pouco conhecidos da crise financeira de 2008

    Sobre a preferência geral pelo keynesianismo:

    Quanto mais o keynesianismo fracassa, mais ele é ressuscitado sob novas promessas de prosperidade

    E, finalmente, sobre as consequências práticas do keynesianismo no Brasil:

    O legado humanitário de Dilma - seu governo foi um destruidor de mitos que atormentam a humanidade

    Abraços e, de novo, parabéns pela honestidade de reconhecer que o keynesianismo é apenas uma política voltada para garantir os lucros certos dos grandes.


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