Espírito Santo do Pinhal - 02/02/2017 10:00
Mais informações em breve!


São Paulo - 17/11/2016 19:00
O Instituto Mises Brasil receberá em São Paulo, para uma noite de gala, o autor norte-americano Jeffrey Tucker. O evento contará com o lançamento da Edição VI da Revista Acadêmica Mises.

Livraria Cultura - Shopping Iguatemi - 30/09/2016 18:30
O Instituto Mises Brasil convida a todos para o lançamento da V Edição de sua revista acadêmica. 

O lançamento ocorrerá na sala Eva Herz, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo - SP.

Acesse o site www.revistamises.org.br

Insper - 26/09/2016 18:00

Data: 26/09/2016
Horário: 18hs
Local: Sala Jorge Paulo Lemann - Insper (Rua Quatá, 300, primeiro andar)


Insper - 19/09/2016 18:00
Como parte da atividade complementar sobre Escola Austríaca, o IMB apresenta aos alunos do Insper uma palestra sobre Políticas Públicas e Antitruste.


Insper - 12/09/2016 18:00

Como parte da atividade complementar sobre Escola Austríaca, o IMB apresenta aos alunos do Insper a Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos. 

USP Ribeirão Preto - 31/08/2016 16:00

Debate com Helio Beltrão, promovido pelo Clube de Mercado Financeiro da USP Ribeirão Preto. 

PUC São Paulo - 29/08/2016 20:00
O Centro Acadêmico Leão XIII, entidade representativa dos estudantes da FEA-PUC/SP convida a todos para um Debate Econômico: Uma ponte para o futuro? Perspectivas do cenário brasileiro. Que será realizado no dia 29 de agosto de 2016 às 20h na Sala 100A, Localicazado no "Prédio Novo" da PUC-SP. Os palestrantes serão: Hélio Beltrão (IMB) e Carlos Eduardo de Carvalho (FEA-PUC/SP), além de outro convidado. ???

O intuito desse evento é debater o Plano de governo Temer. Foram chamados os melhores economistas pra isso.

O evento é gratuito.


Mackenzie São Paulo - 04/08/2016 09:00

O Instituto Mises Brasil, em parceria com o Mackenzie, tem o prazer de anunciar a segunda turma do Curso de Extensão em Ação Empresarial e Investimentos sob a Escola Austríaca, desta vez em versão ?#?intensiva?. Dias 04, 05 e 06 de Agosto, em São Paulo - SP.

Os seis módulos do curso ocorrerão em três dias seguidos, com aulas pelas manhãs e tardes.

As aulas incluem os seguintes módulos:
- Introdução à Escola Austríaca
- Abordagem Metodológica à Escola Austríaca
- Ação Empresarial na Perspectiva Austríaca
- Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos
- Classes de Ativos e Análise de Risco Retorno
- Interpretação do Comportamento de Ativos sob a Perspectiva da Escola Austríaca

Vagas limitadas. Inscrições em: http://up.mackenzie.br/extensao/cursos-de-extensao-2016/gestao-e-negocios/financas/acao-empresarial-e-investimento-na-perspectiva-da-escola-austriaca-de-economia-04-a-0608/

Inscreva-se já, e não perca a chance de participar do curso!


Posto Petrobras, Rua Gumercindo Saraiva, 121, esquina com Av. Europa (Itaim Bibi) - 01/06/2016 09:00

O Brasil é um dos países em que mais cobra impostos no mundo. Neste ano de 2016, os brasileiros terão de trabalhar 153 dias apenas para pagar os tributos cobrados pelo governo.  


Para lembrar a data e chamar a atenção da opinião pública para a questão, será realizado pela oitava vez em São Paulo o Dia da Liberdade de Impostos, em que a população poderá adquirir gasolina sem o preço dos tributos.  

O Dia da Liberdade de Impostos foi realizado pela primeira vez em 2003, em Porto Alegre.  Desde então, diversas cidades no Rio Grande do Sul aderiram ao movimento. Em 2009, pela primeira vez o evento foi realizado simultaneamente em quatro capitais. Diversos outros países também realizam o evento, que é chamado de "Free Tax Day".

O objetivo é conscientizar a população quanto à abusiva carga tributária do país. Muitos consumidores nem mesmo sabem, mas pagam mais de 40% de impostos em cada produto comprado.  Para a gasolina, os tributos chegam a 56%. Trabalhamos praticamente cinco meses do ano apenas para bancar o governo.  

Nesta data simbólica, a venda de gasolina será subsidiada. Para isso, o Instituto Mises Brasil (IMB), o Instituto de Formação de Líderes (IFL) e o Movimento Endireita Brasil (MEB) organizam a venda de 5 mil litros de gasolina comum isentos do preço dos tributos.  

Nesta quarta-feira, dia 01 de junho, a partir das 09:00h, o litro de gasolina, que normalmente é vendido a R$ 3,799, será comercializado por R$ 1,67. A gasolina sairá pela metade do preço cobrado normalmente, que é quanto a gasolina custaria caso não incidissem sobre ela tributos como a CIDE, PIS, Cofins e ICMS.

O evento ocorrerá em local distinto dos anos anteriores, na Rua Gumercindo Saraiva, 121, na esquina com a Av. Europa no Itaim Bibi (posto bandeira Petrobras). As vendas serão limitadas a R$50,00 por veículo.

A diferença de valor será paga pelas instituições responsáveis pelo evento.

Após encerrada a cota de 5.000 mil litros, a ação terminará. Será aceito somente dinheiro no pagamento. 


Serviço:

Dia da Liberdade de Impostos

Data e horário: 01/06, das 09hrs às 13hrs (ou final dos 5 mil litros)

Local: Posto Petrobras, Rua Gumercindo Saraiva, 121, esquina com Av. Europa (Itaim Bibi)


Associação Comercial do Rio de Janeiro - 28/02/2016 14:30


Walter Block no Rio de Janeiro! Não perca a oportunidade de ver o autor de Defendendo o Indefensável na cidade maravilhosa! Ingressos em http://www.eventick.com.br/walter-block-no-rio-de-janeiro

São Paulo - SP - 27/02/2016 17:30

Lectio Magistralis!

O Instituto Mises Brasil, em parceria com a UniÍtalo, tem a honra de convidar todo o público brasileiro a participar gratuitamente da aula magna (lectio magistralis) que inaugurará o curso de Pós-Graduação em Escola Austríaca.


São Paulo - SP - 24/02/2016 20:22

O Mises Brasil Summer School pretende superar o paradigma dos eventos e cursos libertários no Brasil. Ao levar estudantes cuidadosamente selecionados para quatro dias em contato direto e constante com experts austríacos, esperamos possibilitar enorme crescimento pessoal e acadêmico aos participantes, além de proveitosa troca de experiências.

Instituto Mises Brasil - 26/01/2016 13:00



PUC-PR - Rua Imaculada Conceição, 1155 - Rebouças, Curitiba - PR, Brasil Curitiba, Paraná - 02/12/2015 19:00

São Paulo - SP - 28/11/2015 10:00

O Movimento Brasil Livre em seu impeto por mudar o país e construir uma nação mais livre, vem anunciar o I Congresso Nacional do Movimento Brasil Livre, que ocorrerá nos dias 28 e 29 de Novembro na cidade de São Paulo.

Universidade Presbiteriana Mackenzie - Rua da Consolação, 930, 01302-000 São Paulo, Brazil - 24/11/2015 16:00
Alex Cafuen, Ph.D.

Alex Chafuen é presidente da Atlas Network, um dos mais prestigiados think tanks americanos, e trabalha em Washington D.C., no coração da política americana, sobretudo no que concerne a assuntos econômicos. A Atlas atua como suporte de diversos outros think tanks de alta influência nos EUA e no mundo e defende o livre mercado, a propriedade privada, a baixa tributação, a desregulamentação da economia e a liberdade de ação dos empresários.

Data: 24/11
Horário: 16h:00
Local: Auditório do Centro Histórico da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Inscrições gratuitas em: www.bit.ly/chafuen


R. Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista, São Paulo - SP, Brasil - 17/08/2015 19:30
O Première Mises Brasil 2015 marcará a apresentação do futuro do Instituto Mises Brasil, e da apresentação de uma grande novidade austríaca. 


Nova School of Business and Economics, Lisboa - 27/06/2015 14:00
No dia 27 de Junho, o Instituto Mises Brasil irá visitar o Instituto Mises Portugal para um evento de integração inédito. 


Livraria Cultura, shopping Fashion Mall,Estrada da Gávea, 899, Piso 2, Loja 201, São Conrado - Rio de Janeiro - RJ - 21/03/2015 16:30

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Neste sábado, 21/03/2015, às 16h30, na Livraria Cultura do Fashion Mall, no Rio de Janeiro, haverá lançamento do livro "Os Fundamentos contra o antitruste", de André Luiz Santa Cruz Ramos, com apoio do Instituto Mises Brasil e realização da Editora GEN.

Endereço: Estrada da Gávea, 899, Piso 2, Loja 201, São Conrado - Rio de Janeiro - RJ (Shopping Fashion Mall)

Apoio:

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"No Brasil não é apenas isso, é incentivo aos sub-empregos, exploração da mão de obra se um funcionário produtivo não aceitar tal salário, os patrões os trocaram por um que produza menos e então aceite aquele valor."

Se um funcionário produtivo não aceitar tal salário, então quem perde é o patrão, que ficou sem este funcionário produtivo.

Num país como o Brasil, cuja produtividade de um brasileiro equivale a um quarto da produtividade de um americano, um empregador que abrir mão de um funcionário produtivo por um improdutivo estará sendo inacreditavelmente burro.

É realmente necessário ser um completo ignorante em economia para falar algo assim.

Agora, o que você realmente está querendo dizer, mas não está com coragem de vocalizar abertamente, é que funcionários ruins, encostados e preguiçosos -- mas que ganham bem por causa de alguma imposição sindical -- serão prontamente trocados por funcionários realmente bons, produtivos e trabalhadores.

Aí, sim. É exatamente por isso que a terceirização apavora sindicatos e barnabés. Gente que sempre ganhou bem e que nunca trabalhou direito agora terá de se aprumar. Caso contrário, vai perder o emprego para outro com mais gana.

"É difícil discutir terceirização com impostos trabalhistas, e consumo em níveis tão altos."

Consumo em níveis tão altos?! Essa é nova. De onde você está teclando?

"É claro que é uma vitória liberal, e dos empreendedores, mas num país como é o Br n parece algo tão benéfico, Bom se tivéssemos o mesmo poder de compra de Canadá, Austrália, ai poderíamos comemorar bem mais. Mas como não somos, quem mais sai ganhando com isso são os empreendedores."

Em primeiro lugar, sugiro você a se educar minimamente. Se você não consegue nem se expressar direito -- sua escrita e sua capacidade de comunicação são precárias e toscas --, dificilmente conseguirá algum emprego que pague bem. No máximo, você pode aspirar a fazer recauchutagem de pneus ou coisas do tipo.

Outra coisa: como exatamente seria uma "vitória dos empreendedores" ter empregados ruins (como você próprio disse) e população sem poder de compra (por causa dos altos impostos e dos altos preços)?

Quanto mais a pessoa é incapaz de ligar causa e consequência, mais ela comenta em público.
Copio o que escrevi ainda ontem: se há custos trabalhistas artificialmente altos e estes puderem ser reduzidos, então eles serão reduzidos.

Se uma empresa opera com custos trabalhistas artificialmente altos -- por imposição do governo -- e estes custos podem ser reduzidos -- porque há outros trabalhadores dispostos a fazer mais por menos --, então eles serão reduzidos.

Se a empresa não fizer isso, então ela estará -- por definição -- operando de forma ineficiente. Ele não durará muito. Com efeito, essa empresa só irá durar se operar com uma reserva de mercado garantida pelo governo. Aí sim. Excetuando-se isso, ela estará queimando capital e comprometendo sua capacidade de investimento e expansão no futuro. Será rapidamente abarcada pela concorrência.

No mais, é interessante notar que as pessoas querem livre concorrência para tudo e todos, menos para elas próprias. Todos nós queremos competição entre empresas para que haja produtos melhores e preços menores, mas não queremos competição para o nosso emprego. Quando a concorrência chega até nós, queremos que políticos criem leis que garantam nossa estabilidade. Agora, querem até proibir empresas de contratar outras pessoas que não nós mesmos. Há totalitarismo maior do que esse?

Vale ressaltar o óbvio: essa lei da terceirização nada mais é do que uma permissão para que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?
Ué, mas acabou de ser demonstrado que, para trabalhadores pouco qualificados (que hoje têm o salário zero do desemprego) haverá mais oportunidades de emprego.

Segundo um estudo da FGV sobre o custo do trabalho no Brasil, "o custo do trabalhador, em média, pode chegar a 2,83 vezes — ou 183% — o salário que ele recebe da empresa, no caso de vínculo de 12 meses de duração de um contrato CLT".

Isso quer dizer que, em vínculos empregatícios de 12 meses, se o trabalhador recebe o salário mínimo -- que é de R$ 937 --, seu empregador está desembolsando, na verdade, R$ 2.651 apenas para poder manter esse funcionário.

E isso significa, por definição, que, para compensar sua contratação, o trabalhador precisa de uma produtividade de, no mínimo, R$ 2.651 para poder trabalhar legalmente.

No Brasil, portanto, o valor mínimo que você tem de produzir para valer a pena ser contratado é R$ 2.651 por mês. Este é o valor do salário mínimo mais todos os encargos sociais e trabalhistas.

Quem produz menos que isso não será contratado. Graças à CLT.

Com tantos custos gerados pela CLT, com uma economia há três anos em recessão e com 13 milhões de desempregados, haver empregos abundantes e permanentes para todos é impossível. Pior: para quem está atualmente desempregado, uma recolocação no mercado de trabalho pode ser insuportavelmente demorada. E traumatizante.

Consequentemente, a permissão da terceirização de atividades surge como uma possibilidade para as empresas e os negócios que, ainda receosos, têm medo de contratar alguém sob o regime da CLT, mas suspeitam que já poderiam recolocar novos empregados no mercado. Assim, esses agentes podem contratar uma empresa que terceiriza o trabalho e, caso o negócio não esteja progredindo como esperavam, basta romper o contrato.

E o trabalhador, por sua vez, continuará empregado, pois terá vínculo empregatício com a empresa que terceiriza, e pode, por conseguinte, ser prontamente realocado em uma nova empresa contratante.

Qual o argumento contra isso?


Agora, se um sujeito tinha um emprego e foi substituído por outro trabalhador, então a conclusão óbvia é que este outro trabalhador é mais produtivo que o primeiro. Questão simples, básica e puramente econômica.

Qual o argumento contra isso?

Como lidar? Estudando mais, pois tudo o que você falou não só é errado, como a realidade é exatamente oposta.

"ausência de regulação favorece a formação de cartéis"

Errado. Quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado, garantindo grandes concentrações financeiras, é e sempre foi exatamente o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam.

Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, TV a cabo, internet, postos de gasolina etc.).

Artigos para você sair entender isso:

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

O estado agigantado gerou o estado oculto, que é quem realmente governa o país

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

E você ainda acredita que é o estado quem vai impedir a concentração do mercado, aquela concentração que ele próprio cria e protege?

"Existem monopólios e oligopólios naturais, que surgem independentemente das barreiras impostas por estados sobre mercados."

Errado de novo. Não há e nem nunca houve monopólios no livre mercado. Empiria pura. Pode conferir aqui:

Monopólio e livre mercado - uma antítese

O mito do monopólio natural