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Últimos comentários



"Nessa construção, não há incerteza; toda a incerteza é por suposição removida da ação humana. Todo mundo sabe precisamente os termos, o momento e o local de cada ação futura, e, assim sendo, todas as trocas podem ser pré-organizadas e ocorrerem na forma de trocas diretas."

Este ponto seria aplicado apenas para países com economias estáveis, certo? Corrija-me se eu estiver errado. Mas no caso do Brasil, não temos uma poupança genuína por conta do forte aumento da base monetária que acaba prejudicando a poupança, e não por causa de "falta de incerteza" como Mises se referia. Seria isso?


E aqueles papos keynesianos/neoclássicos de "salários são rígidos", o que tem aí de verdadeiro? Imagino que a rigidez de certos preços seja causada pela interferência do governo que impede o ajustamento natural dos preços.


No ritmo em que andam as coisas, daqui a 2 ou 3 anos as pessoas vão inverter a pergunta. E acredite, fará muito mais sentido invertida.


Nessas horas a gente tem que agradecer por ter estadistas ignaros, que nunca ouviram falar em Bitcoin.


Nem tudo está perdido, meu rapaz. Compre DIVI, a melhor criptomoeda já concebida:

https://www.diviproject.org/

Eu já me garanti. Comprei 1852 unidades.


(não recebi nada para fazer propaganda)

Pessoal, é óbvio que devemos usar apenas criptomoedas privadas. Por isso, minha dica para escapar das garras do estado é: COMPREM DIVI!

Tem tudo para ser a melhor criptomoeda já lançada. Falo sério. Os projetistas cuidaram de tudo para que essa seja a moeda mais fácil de usar do mundo. Contrataram um especialista em webdesign para fazer uma plataforma agradável e intuitiva. Em relação às transações, em vez daqueles códigos alfanuméricos imemorizáveis, elas serão afeitas pelos simples nomes de usuários.

E eles também desestimulam o trading. As pessoas que tiverem moedas acumuladas serão as primeiras a receber as novas moedas emitidas.

Eu, pessoalmente, achei o projeto muito foda. Era o que precisávamos para nos livrarmos das garras do estado:

https://www.diviproject.org/


É um fato histórico tão distante dos tempos atuais que fica difícil saber, o que O Sr Lincoln disse ou não disse de fato.
O que parece certo é que a emancipação dos afrodescendentes da época poder ter criado um enorme problema social pois os mesmos eram "propriedades".



Desconheço uma empresa que recupere apenas em 1 ano o investimento, ainda mais somas de grande valor como 10 bilhões. Na atual situação brasileira é pior ainda devido a tantos impostos, encargos, obrigações e regulações, mas mesmo num livre mercado creio que uma empresa não conseguiria repôr o investimento tão rápido, até por que o produto/serviço pode demorar a conquistar mercado e a receita gere o excedente suficiente para recuperar o investimento. Neste meio tempo um novo concorrente pode surgir tornando sua "TV 50 K" ultrapassada e os clientes passem a preferir o novo concorrente. E aí? Seus 10 bilhões vão para o espaço antes do previsto, e nem precisou de governo para isso.


Impossível! não tem como regulamentar criptomoedas, são totalmente decentralizadas. No máximo poderiam proibir ou tentar fazer desaparecer da busca os sites que fazem transações. Mas isto seria totalmente fascista!

O medo deles é que as criptomoedas podem acabar com os planos das grandes corporações de esquerda, uma vez que torna impossível o crescimento da social-democracia, que só pode existir se as pessoas não souberem que os impostos estão sendo cobrados delas.

Uma moeda decentralizada torna impossível cobra impostos indiretos e suas carteiras são totalmente virtuais, impedindo o poder de captação dos bancos. O estado fica sujeito apenas a imposto sobre a renda, e se os impostos sobre a renda tornarem muito altos, a população percebe que esta sendo explorada.

CRIPTOMOEDAS SÃO O FUTURO.


Só para adicionar aqui à conversa: o bitcoin já é um sistema P2P. O ponto fraco são as exchanges centralizadas, que podem associar sua conta, com informações pessoais, a seus endereços bitcoin.

Quanto a rastrear transações por IP, não é tão simples, mas é possível:

https://bitcoin.stackexchange.com/questions/193/how-do-i-see-the-ip-address-of-a-bitcoin-transaction

Minha opinião pessoal: assim como a internet, vai ser muito difícil o governo coibir o uso de criptomoedas. Tendem a criar dificuldades, mas sempre há alguma maneira técnica de superar restrições de uso/tráfego. Ambos, internet e criptomoedas, foram criados para não sofrer bloqueios nem parar de funcionar, mesmo em ataques nucleares, invasão por país inimigo, etc.

Para parar efetivamente as criptomoedas, só desplugando a internet mesmo. Aqui no Brasil, nem bloqueio de Whatsapp, algo muito mais simples, funcionou.

Quanto às criptos estatais, concordo que essas são sim uma ameaça e um modo possível de controlar toda a sociedade. Mas a vinda delas era previsível e, imagino, até boa para as criptos já existentes, por tornar o conceito conhecido do grande público e permitir comparações entre elas.


Claro que tem, meu caro. É relativamente simples rastrear os IP's de origem das transações, e daí é só pedir educadamente aos provedores para identificarem os usuários.


Cliquei na palavra errada do corretor ortográfico hehe.

Quis dizer "tecnologicamente falando", não "falhando".


Não adianta nada esse raciocínio de comprar BitCoin para vender no futuro. A ideia central não é essa. Muita gente tem uma fortuna em BTC e não consegue converter em Real pq a RFB vai chegar dando tiro na cara do maluco.
BTC é uma proteção contra o Estado, e não um "investimento". Não vejo vantagem em sair do Real que é vigiado, controlado e inflacionado pelo Estado, entrar no BTC que é livre, desregulado, e deflacionário, e depois voltar pro Real... não faz sentido. É como sair da caverna (fria, escura e úmida), entrar na praia (quente e ensolarada), e depois voltar pra caverna. Coisa de maluco.


Fiscalizar as cripto privadas? Não tem como. Exatamente por isso os governos irão tentar substituí-las pelas cripto estatais.

Agora, o estado pode sim regular e fazer um crackdown nas exchanges. Aí ferra. Ao regular, ele coleta impostos. Ao abolir, ele impede transações entre moeda fiduciária e moedas cripto.


Não sei o que os militares estão esperando para intervir.

Legislativo corrupto, Judiciário corrupto.


Como o estado fiscalizaria o uso de criptomoedas privadas? Não tem muito o que o estado possa fazer aqui, o mais simples é apenas proibir as criptos privadas.

Mas hoje ainda estamos baseados em blockchain, mas e quando surgirem as criptomoedas efetivamente P2P? Seria o verdadeiro dinheiro digital. Isso seria virtualmente impossível de ser fiscalizado e/ou rastreado.



Leandro, grato pela presteza e abrangência da resposta. Enviei-lhe o endereço para que acesse, leia e reflita.


Leandro, corrigindo: o artigo é recente (12 dias), é que estava lendo outro artigo seu, de 2008.


Eu concordo. A maravilha do Bitcoin é a inovação que trouxe, com o protocolo decentralizado, à prova de bloqueios e controles, e o blockchain.

Mas tecnologicamente falhando, sofre de vícios típicos de uma tecnologia pioneira:

- o período de geração de blocos para validação de transações (10 minutos) foi adequado para os primórdios, quando não havia mineradores suficientes para dar segurança à rede. Hoje é um problema para ser adotado em larga escala como meio de pagamento, mesmo com Segwit (e, futuramente, Lightning);

- a maneira como os dados são salvos no blockchain, sem criptografia à la Monero para esconder o valor de cada transação, é uma ameaça à privacidade. E não digo só de governos espionando mas, efetivamente, qualquer um interessado em bisbilhotar sua vida;

- a própria existência de apenas 21 milhões de unidades, que acaba gerando um valor de face extremamente alto e servindo como ferramenta de marketing, gera números cheios de zeros depois da vírgula que são um incômodo para usuários iniciantes (embora classificações como milibitcoin e microbitcoin sejam uma boa solução para isso).


Além disso, o próprio processo de mineração é algo que não é realmente mais tão eficiente, pois expõe o bitcoin a controles externos, inclusive de governos (que já estão investindo em mineração) e deixar que gente que não tem realmente toda a pele no jogo influencie a rede. Basta ver o tamanho das empresas de mineração e seu baixo número. É tudo pessoal que pode, no limite, vender suas posições long de bitcoin, pré-vender seu hardware e fazer um short na moeda, levando, praticamente, somente lucro na operação. Sem contar as críticas, justas até, de que gasta energia demais.


No entanto, tecnologia para resolver esses problemas já existem:

- como você mencionou, o trio Dash, Zcash e Monero é realmente privado e praticamente irrastreável. Essas são realmente moedas privadas.

- e há a alternativa de realizar a forja (ao contrário da mineração) através de Proof-of-Stake (PoS), onde valida mais transação e gera mais blocos aqueles usuários que efetivamente detiverem um maior número de moedas em mãos (algo que já funciona bem em Waves e NEO, e para onde o Ethereum caminha). PoS possibilita que recursos que estão sendo usados para construir e comprar máquinas poderosas sejam efetivamente gastos em moedas, sem riscos de ataques de 51%, controles externos e com segurança garantida por consenso, e com a vantagem de remunerar, como se fosse uma aplicação de CDB, a posse de moedas de quem deixa seu computador ligado fazendo a forja.


Menciono também o IOTA, uma criptomoeda que permite transações grátis, através de tangles, em que cada usuário precisa validar as transações de outros para poder realizar as suas próprias. Também me parece uma boa alternativa ao PoS.


Felipe concordo em partes na questão das pessoas comuns, mas hoje o mercado de bitcoin esta avaliada em 100 Bilhões de dólares, todas essas pessoas não trocariam suas moedas para uma Criptomoeda estatal, hoje percebemos que mais pessoas se educam pela internet, vou dar um exemplo, minha mãe não sabe nada de economia ou politica, e ela sabe que tudo que está relacionado ai governo não trás nada de bom, defende as privatizações para combater a corrupção, exemplo do uber grande maioria da população é contra a regulamentação, claro q as pessoas ainda não conhecem bitcoin, mas isso vai mudar, eu realmente acredito que o bitcoin possa ser a revolução contra o estado.



1) Primeiro o governo lança sua própria cripto.

2) Aí as pessoas comuns passam a usar a cripto estatal, pois "é mais segura" porque conta com "a proteção do governo".

3) Por causa desta "maior segurança" trazida pela cripto estatal, o governo passa a regular as exchanges privadas (e os novos usuários não só defenderão esta medida, como ainda implorarão por ela; vide os otários que hoje defendem a regulação do Uber e do Cabify. O governo sempre surfa na ignorância alheia).

4) Com as exchanges todas reguladas pelo governo, não será mais nenhum problema qual moeda você usa. As exchanges já estarão coletando impostos para o governo, que é exatamente o que ele quer. Pouco importa se você usa bitcoin ou a cripto estatal.

5) No final, apenas alguns poucos indivíduos, aqueles anarcos que vivem realmente na franja do sistema, migrarão para moedas realmente obscuras e não reguladas. Mas esses não incomodam o governo, pois a receitas tributárias que geram são quase nulas.


"Não posso concordar com a tese central do artigo, o qual credita a crise financeira de 2008 como resultante de uma disposição legal, que flexibilizou as regras de concessão de crédito imobiliário "Credit Score","

Essa está longe de ser a "tese central" do artigo. Com efeito, esta foi uma das causas, mas não foi a principal. A "tese central", isso sim, foi a política monetária do Fed, sobre a qual seu colega nada falou.

A flexibilização das regras de concessão simplesmente agravou o problema, o qual foi causado primordialmente pela política monetária do Fed.

"muito menos que as Securitizadoras Fannie Mae e Freddie Mac ficaram com um passivo superior a US$ 5 trilhões."

Isso não é questão de "opinião". É um fato. A função de Fannie e Freddie era dar liquidez aos empréstimos imobiliários concedidos pelos bancos comerciais. Os bancos faziam os empréstimos, Fannie e Freddie compravam esses empréstimos e então repassavam aos bancos de investimentos.

Seu colega afirmar que "não pode concordar" com isso faz tanto sentido quanto eu dizer que não posso concordar que a Dilma tenha sido eleita.

Quanto a esse valor de US$ 5 trilhões, em momento algum eles aparecem no artigo.

"Na minha avaliação a crise resultou da demanda absurda e gigantesca pelos títulos emitidos pelas Securitizadoras "Backed Mortgage Securities – MBS", com rates superiores aos dos Títulos Públicos do Tesouro Americano"

E quem é que criou essa demanda senão a política monetária do Fed?!

Com os juros baixos e com liquidez sobrando (consequência das políticas monetárias), todo mundo correu justamente para o mercado imobiliário, pois ele trazia retornos muito maiores que os títulos públicos e com a mesma segurança (o mercado imobiliário, como mostrado no artigo, era garantida pelo governo e tinha a chancela da Alan Greenspan, que dizia que ele era "rock solid").

Esse seu colega viu um assassinato sendo cometido, mas não soube reconhecer o assassino.

"(principalmente Bancos Europeus e Asiáticos ávidos por esses papéis)"

Se isso fosse verdade -- que bancos europeus e asiáticos foram os principais compradores --, então a economia americana teria passado incólume, com a encrenca toda ficando com os bancos europeus e asiáticos.

"associado às práticas inescrupulosas de diversas instituições financeiras de grande porte, que diante dessa demanda explosiva indicando ganhos crescentes e permanentes, passaram a conceder crédito imobiliário sem qualquer critério de análise de risco de crédito"

Ué, ele começou dizendo que não podia concordar com o fato de que o padrões de risco foram reduzidos; agora, afirma que foi exatamente essa redução que causou os problemas?!

Outra coisa: quem é que permite que instituições financeiras atendam às "demandas explosivas" por crédito? Exato, o Banco Central. O Federal Reserve.

Assim, voltamos à tese central do artigo.

"sabendo de antemão que qualquer crédito gerado seria adquirido pelas irmãs F.Mae e F.Mac com emissão dos MBS"

Ué, mas antes ele havia dito que Fannie e Freddie nada tinham a ver com a situação. Agora, reconhece que elas tiveram um papel central?

"ou seja, o risco de crédito é transferido do banco originador do crédito para os investidores (bancos de investimentos, fundos, fundações, seguradoras e aí por diante)."

Exatamente como o artigo explicou em detalhes.

"A intervenção do Governo Americano e dos demais Países atingidos foi no sentido de salvar os principais bancos de investimentos, de sorte a evitar uma crise sistêmica que poria em risco todo o sistema financeiro desses países."

Essa foi a desculpa utilizada pelos governos para dar dinheiro aos bancos e foi inteiramente abordada no artigo. Novidade nenhuma. (Para ver uma outra versão contada por um insider explicando que tudo isso foi apenas uma desculpa para manter os lucros dos bancos, os bônus dos executivos e seus golden parachutes -- que foi o que de fato ocorreu -- ver aqui.)

"Não podemos esquecer que o sistema funcionou perfeitamente durante mais de 70 anos"

Em nenhum momento dos 70 anos anteriores o juros reais haviam sido negativos, como ocorreu de 2001 a 2004. Em nenhum momento dos 70 anos anteriores havia ocorrido essa combinação explosiva entre juros reais negativos, incentivos governamentais à compra de imóveis, agências paraestatais fomentando o mercado imobiliário e leis governamentais obrigando bancos a conceder empréstimos imobiliários para qualquer pessoa.

Seu conhecido está mal informado tanto em termos de história quanto em termos de teoria econômica e monetária.

"e hoje, com a superação da crise de 2008, o mercado americano voltou a liderar os investimentos em títulos MBS, assim, o modelo de securitização de recebíveis oriundos de crédito imobiliário, desde que a originação dos créditos não seja fraudulenta, é perfeito e une o mercado financeiro ou de capitais, como suporte para o desenvolvimento do mercado imobiliário."

Guarde essa frase. No futuro, quando houver outro problema idêntico, ele vai renegá-la e inventar novas desculpas e novos culpados.


Aliás, não deixa de ser curioso que seu colega tenha começado o comentário negando uma coisa e tenha terminado defendendo exatamente o que ele tinha negado.

Saudações, meu caro.


Mas porque as pessoas usariam as criptos estatais ao invés das decentralizadas, bitcoin nao precisa de intermediário para existir e estar em circulação, a única forma de acabar com a bitcoin seria desligar a internet inteira.


Já estou imaginando as regulações pesadas que irão acontecer nas criptomoedas nos proximos anos com entrada de novas criptomoedas estatais, chega a me dar medo



Um pouco off-topic mas, na opinião dos amigos, ainda vale a pena investir em bitcoins? E qual são as melhores apostas dentre as novas criptomoedas?



Meu caro Leandro, como sempre, clareza e objetividade!

Enviei seu artigo para um colega (que não identificarei) que teve a gentileza de opor os argumentos a seguir. Sei que o artigo é antigo, mas a causa é nobre, pois se trata de, quem sabe, oferecer a esse colega pensamento diferente do dele.
Eis o comentário:

Caro Zanforlin,

Não posso concordar com a tese central do artigo do Mises, o qual credita a crise financeira de 2008 como resultante de uma disposição legal, que flexibilizou as regras de concessão de crédito imobiliário "Credit Score", com o objetivo de fomentar o mercado imobiliário de forma irresponsável e conceder-se financiamento para qualquer um "no Income, no job", muito menos que as Securitizadoras Fannie Mae e Freddie Mac ficaram com um passivo superior a US$ 5 trilhões. Na minha avaliação a crise resultou da demanda absurda e gigantesca pelos títulos emitidos pelas Securitizadoras "Backed Mortgage Securities – MBS", com rates superiores aos dos Títulos Públicos do Tesouro Americano, (principalmente Bancos Europeus e Asiáticos ávidos por esses papéis), associado às práticas inescrupulosas de diversas instituições financeiras de grande porte, que diante dessa demanda explosiva indicando ganhos crescentes e permanentes, passaram a conceder crédito imobiliário sem qualquer critério de análise de risco de crédito (para isso, em uma economia de mercado, não precisavam de qualquer lei que flexibilizasse as condições de concessão de crédito), sabendo de antemão que qualquer crédito gerado seria adquirido pelas irmãs F.Mae e F.Mac com emissão dos MBS, ou seja, o risco de crédito é transferido do banco originador do crédito para os investidores (bancos de investimentos, fundos, fundações, seguradoras e aí por diante). A intervenção do Governo Americano e dos demais Países atingidos foi no sentido de salvar os principais bancos de investimentos, de sorte a evitar uma crise sistêmica que poria em risco todo o sistema financeiro desses países. Diante das incertezas sobre a real qualidade dos títulos "MBS" o mercado parou de investir nesses papéis, resultando na quase falência dessas Securitizadoras. Não podemos esquecer que o sistema funcionou perfeitamente durante mais de 70 anos e hoje, com a superação da crise de 2008, o mercado americano voltou a liderar os investimentos em títulos MBS, assim, o modelo de securitização de recebíveis oriundos de crédito imobiliário, desde que a originação dos créditos não seja fraudulenta, é perfeito e une o mercado financeiro ou de capitais, como suporte para o desenvolvimento do mercado imobiliário.



É só eu, ou mais alguém viu uma possibilidade imensa de um Estado com criptomoedas se tornar um Totalitarismo facilmente?

Nesses trechos:

"Em uma sociedade em que uma moeda digital (criptomoeda) emitida por um Banco Central seja plenamente adotada, o dinheiro físico estará efetivamente abolido E O GOVERNO PODERÁ MONITORAR TODA E QUALQUER TRANSAÇÃO FINANCEIRA DE CADA UM DOS CIDADÃOES, podendo inclusive invalidar aquelas que ele considerar ilegais. "

Pra pegar malfeitores (e depende do que o Estado considera mal feitores) pode ser bom, mas para cidadãos pacíficos que trabalham honestamente, poderão sofrer um "Plano Collor" a todo o instante. Ou inclusive facilitaria pra um Socialismo dar certo, corrigindo aquele problema técnico da impossibilidade do tal "cálculo econômico"?

Sei não gente. Fiquei com muito medo disso daí se concretizar. Medo de verdade. Consigo ver a escravidão voltando...


Não. Isso é em dólar. Neste exato momento, 1 BTC está valendo R$ 21.820 (vinte e um mil reais).

Imagina quem comprou quando custava centavos?


No final, a sacada do Satoshi servirá pra aumentar o controle do governo. É irônico. Vai acabar o último resquício de liberdade monetária. Agora seremos rastreados. Não comprem presentes pras amantes.


Se você pensar bem, uma tecnologia como a do bitcoin, usado por um governo, é PIOR que o papel-moeda. Ela tem um registro de TODAS as transações no blockchain, ou seja, você pode literalmente saber a quantidade exata de transações econômicas no país e seus respectivos valores.

É uma ferramenta para impedir sonegação caso você compulsoriamente faça o comércio usa-la.

A guerra da nossa época é das tecnologias que afetam o poder do estado vs as que aumentam. E o resultado final não é o meio termo ao que parece



Se o Bitcoin valesse zero dólares, as pessoas continuariam comprando Bitcoins ?


De alguma forma as pessoas estão aceitando transacionar bitcoins mas sempre atrelado ao valor de dinheiro criado pelos governos. Qual é o valor real do Bitcoin ?
Esse lance de criptomoeda não ta acabando com o real valor do dinheiro ?

O dinheiro de cada país(dólar,rublo,iene) reflete as características daquele país, inclusive diz muito sobre a economia do mesmo. Como que isso funciona com o Bitcoin se ele não puder ser atrelado a uma moeda do governo ? Como que uma moeda "universal" se comportaria se não houvesse como referência a moeda local ?



Obs: Esse cenário que o artigo descreveu é terrível, os governos vão ter mais controle do que antes.


Pois é....meu amigo disse que está quase 6mil reais 1 Bitcoin ....é isso mesmo? Eu não acreditei...impossivel....achei que era tipo dólar 1 :3 ou no máximo 1:5.


O problema é a Lei de Gresham, o governo pode fixar o cambio entre as moedas e forçar a sua moeda podre tirar a bitcoin de circulação...


Assim que os governos criarem a ilusão de segurança e suas moedas digitais ganharem aceitação pública, eles irão proibir as moedas digitais privadas. E tudo para nos "proteger" de fraudes e atividades ilegais.


O que irá acontecer com as exchanges de Bitcoin já deixou de ser relevantes para a estratégia libertária oucripto-anarquista. O Bitcoin, infelizmente, já se tornou visível demais, rastreável demais, "limpinho" demais para ser usado como uma ferramenta séria para promover o agorismo e solapar os governos. Já era. Se duvidar, deve ter vários políticos usando bitcoin já.

Por isso, novas moedas construídos com protocolos específicos e anônimos, como Zcash, dash, Monero etc. serão as novas moedas do mercado negro. E qualquer pessoa minimamente interessada em resguardar sua privacidade e sua segurança financeira migrará para elas.

É triste que tenhamos perdido o bitcoin para bancos/reguladores/governos, mas era quase que inevitável. A privacidade financeira nunca foi o real objetivo do(s) criador(es) original(is). O objetivo era apenas provar que um sistema monetário descentralizado era possível.


Meu medo é começarem as perseguições ao bitcoin. Atacando quem recebe a moeda e dificultando a vida do cidadão.


Para quem usa bitcoin como investimento especulativo (como eu), isso é bom. Se os otários recém-chegados ao bitcoin acreditarem que a regulação vai aumentar a confiança, então a demanda por BTC vai bombar ainda mais. E o preço vai aos cornos da lua (como, aliás, já está).

Aí, quem já está lá e souber o momento certo de sair vai ficar com a vida ganha. (Só este ano, aliás, o preço já subiu quase 7x).


Isso tudo já era esperado, e vou fazer uma previsão: ambos os tipos de moedas, privadas e estatais, irão coexistir.

E tem mais, todas as moedas serão perfeitamente conversíveis, e o governo taxará duramente essas operações.
A única forma de escapar dessa taxação é usar somente moedas privadas, pois converter uma moeda privada numa estatal, ou o contrário, custará caro... pode esperar uma CPMF moderna daquelas indecentes.

Tudo isso é só o começo de uma "guerra", o grande Leviatã tentará outros meios de nos assaltar.
Ninguém mora em cripto casas, come cripto comidas, veste cripto roupas, anda em cripto carros, etc...
Tudo isso está e ainda estará ao alcance da taxação...


Quando a Lagarde teceu elogios ao Bitcoin pensei "É uma cilada, Bino!"

Até o grande Jeffrey Tucker caiu na emboscada.

https://fee.org/articles/imf-head-predicts-the-end-of-banking-and-the-triumph-of-cryptocurrency/

Aguardemos.



Ótimo podcast. Gostaria de ler o artigo do Yago, mas não consegui encontrar no site nem na internet. Vocês podem postar ou mandar o link, por favor?


Sim, posso responder.

1. Ele começa bem, para disfarçar. Argumento do cavalo paraguaio. Começa bonito para dar a impressão de que vai falar algo relevante.

2. Sim a ideologia é influenciada pelo lugar em que se nasce, mas isso não é um determinante. O que não falta por aí é pobre de direita e rico de esquerda. Aliás, como diz o Pondé, "pobre só pode ser de direita, porque não tem tempo de ficar pensando nas injustiças do mundo, tem que acordar para trabalhar."

3. Aí a coisa começa a degringolar. Dizer que aumento de salário diminui o lucro é só uma frase feita para ganhar os ouvidos dos assalariados. A história prova o contrário. Henry Ford aumentou seus lucros depois que DOBROU o salário de seus operários. E olha que estamos falando de um canalha que apoiou o fascismo.

4. Mais clichezões de fácil aceitação, como "neoliberal" (ah, se ele soubesse que "neoliberal" é na verdade um liberal que flerta com a "justiça social", como Milton Friedman, [link]www.mises.org.br/Article.aspx?id=2542[\link]). E essa afirmação de que ser contra o nu artístico é ser homofóbico é tão ridícula que sequer oferece possibilidade de refutação. Para algo ser refutado, tem que ter o mínimo de sentido.

5. "A ideologia é o discurso do poder especialmente do poder dominante". Concordo. E quem está no poder são POLÍTICOS, não empresários. Logo, o discurso dominante é o discurso a favor do estado, o mesmo que Leonardo Boff apoia. Ele também usa uma tática típica da esquerda, que é atribuir ao capitalismo problemas que só existem por causa do estado, como o "desvio de dinhero público para empresas". Sem o estado, não haveria dinheiro algum para ser desviado.

Ele também fala dos outros que escondem o interesse de seus discursos, mas não tem a hombridade de falar o nome da REDE GLOBO à qual ofende, e fica dando indiretinhas como "ah, eles dizem que Agro é pop."

6. "Há também a ideologia dos sem-poder, dos sem terra e sem teto e outros que para se sustentaram, elaboram discursos de resistência e de esperança". Antes fossem só discursos. Os danos das ações dos sem-terra são bem palpáveis: plantações destruídas, propriedades roubadas, pessoas espancadas. Defender os sem-terra é defender LADRÕES e VÂNDALOS. Esse último parágrafo explicita a canalhice desse autor.

Pronto, está respondido. Pode mandar pro Leonardo Boff se você puder.






Concordo com o autor. Sou professor de história e de teologia. Já tenho um bom tempo de caminhada no ensino escolar. Posso atestar que a escola não surgiu para desenvolvimento da inovação, criatividade e o empreendedorismo. Ela serve para doutrinação, coerção e controle social. Por isso, os bons resultados dos colégios militares. Eles sintetizam bem a função da escola. E por isso também que a escola pública é ruim. Como o esquerdismo e as novas propostas pedagógicas quebraram a espinha dorsal da disciplina e da coerção, a escola ruiu.

Acredito que este sistema escolar deveria ser optativo. Quem quiser deveria ser encaminhado para ele. Tem gente que se satisfaz com ele... Prefere o lugar comum, vive sem ambição e não quer a inovação. O problema é tentar enquadrar todos no sistema.

E, como os leitores habituais deste espaço virtual sabem, o estado prefere e premia este sistema. E pune quem não aceita a escolarização obrigatória. E no Brasil, pior do que não oferecer educação, é oferecer o tipo de ensino que temos.

Existe espaço para o ensino não-convencional, mas o preço pago é alto. Em Brasilia, e acho que em outras capitais deve ter algo semelhante, existem escolas que não seguem os ditames do méqui. Colégios que adotam currículos internacionais, como o Liceu Francês e o Colégio Americano Internacional. Os pais sabem que seus filhos não poderão estudar em faculdades no Brasil,mas investem neste tipo de ensino. Por isso, a clientela desse tipo de educação é formada por estrangeiros residentes no Brasil ou de pessoas que já moraram no exterior. Mesmo padecendo do pecado de representarem um sistema escolar, são muito melhores do que o nosso.

A permissão da educação domiciliar seria um sofro de ar fresco para muitos. Teríamos espaço para a inovação e para a criatividade. Uma sociedade livre da educação escolar compulsória seria muito mais próspera.

Este sistema que temos atualmente não vai melhorar. Não é mais dinheiro ou melhores professores. Ele sempre vai resultar em fracasso, ou melhor, seu sucesso é o nosso fracasso.




Rapaz, a Dilma merece uma estátua. Fez sozinha o que todos da "direita" vinham tentando fazer por 13 anos: acabar com o PT.


"a intelectualidade que não pensa e a intelligentsia que rumina"

É isso ae, tem que ofender esse povo mesmo. Fornique-se o politicamente correto. Boa, Garschagen.


Você trocou as bolas. Nas operações de compra de títulos pelo BC, os juros diminuem, pois o BC cria dinheiro para dar aos bancos.

Já nas operações de venda de títulos pelo BC, os juros aumentam, pois o BC recolhe dinheiro dos bancos.

Dito isso, há uma provisão específica na Lei de Responsabilidade Fiscal (Portaria nº 241, de 4 de junho de 2009) que diz que, sempre que o BC estiver com poucos títulos públicos em sua carteira (menos de R$ 20 bilhões), comprometendo assim sua capacidade de fazer política monetária, o Tesouro pode criar esses títulos e repassá-los ao BC sem nenhuma contrapartida financeira.


Leandro

Nas operações de compra de títulos, o BC pode criar dinheiro do nada para pagar os títulos e assim aumentar até infinito a taxa de juros, pois não tem limitações financeiras.

Porém, na venda de títulos, o BC só pode vender os títulos q possui em sua carteira. E essa quantidade é limitada e não infinita.

Isso não é um limitador para que o BC diminua os juros ? Isso já aconteceu ? Como o BC resolve isso?

Att, Alerj


Um bom livro para complementar o artigo é "La Trahison des Clercs" do Julien Benda. Em português, "A Traição dos intelectuais". Vale a pena.


Parabéns pelo artigo, espero que possam desmascarar mais figuras nefastas como o Mandela que a mídia vermelha adora enfeitar.
Não há como refutar este artigo diante de tão farto material comprobatório:
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Livros

KLEIN, N. Democracy born in chains: South Africa constricted freedom. In ____. The Shock Doctrine: The Rise of Disaster Capitalism. New York: Henry Holt and Company, 2008. p.194-217. cap 10.

HUT, W. H. The economics of the colour bar. London: Merritt & Hatcher Ltd., 1964. 190p.

LOBAIDO, A. C. The Third Boer War. Bloomington: AuthorHouse, 2001. 724p.

ROTHBARD, M. N. The Crusade Against South Africa. In _____. Making Economic Sense. 2. ed. Auburn: Ludwig von Mises Institute, 2006. p.383-385. cap 94.

ELLIS, S. External Mission: the ANC in Exile, 1960-1990. Cape Town: Jonathan Ball Publishers Ltd, 2012. 384p.

LUGAN, B. Histoire de l'Afrique du Sud. Paris: Ellipses Marketing, 2010. 552p.

MANDELA, N. Um longo caminho para a liberdade. Lisboa: Editorial Planeta, 2012. 600p.

NARLOCH, L. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013. 352p.

WILLIAMS, W. E. South Africa's War Against Capitalism. Westport: Praeger Publishers, 1989. 172p.

Websites

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Que o trabalho é um produto, ou mercadoria, não é nenhuma teoria, mas pura lógica. Uma lógica que o Subversivo do Século XXI já tinha deduzido em apenas uma frase: "O PATRÃO É APENAS UM CONSUMIDOR DO TRABALHO DO TRABALHADOR". (veja a frase completa no site do subversivo)

https://subversivoxxi.blogspot.com.br/2017/06/o-patrao-e-apenas-um-consumidor-do.html


O artigo é bom, mas não foi escrito por um especialista em marxismo.

O artigo parou exatamente na realidade, onde os ditadores socialistas nunca largam o osso.

Os socialistas acabam gostando do dinheiro e do poder, e nunca entram no comunismo.

No final das contas, os socialistas só querem que os capitalistas comam as sobras dos pratos deles.

A liberdade nunca vem pelo socialismo, porque os "camaradas" só querem mandar, doutrinar, expropriar, etc. A maioria dos socialistas só quer mandar nas pessoas e a "liberdade" do comunismo nunca chega.



Conhecido como "el puerco" por causa de sua imundice, esse psicopata genocida escreveu em seu diário que sentia prazer no cheiro de sangue.
Fuzilava e matava a sangue frio todos que discordavam de suas ideologias fascistas. Mandou fuzilar mais de 400 cubanos na prisão conhecida como "La Cabaña".
Frases desse demônio:
"Não posso ser amigo de quem não compartilha das mesmas ideias que eu".
"Adoro o ódio eficaz que faz do homem uma violenta, seletiva e fria máquina de matar".
"Para mandar alguém para o pelotão de fuzilamento, as provas judiciais são desnecessárias. Esses procedimentos legais são um arcaico detalhe burguês".
"A manifestação mais positiva e forte de uma manifestação é um tiro bem dado em quem merece na hora certa".
"Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue"
"Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar"

O prazer que Che Guevara tinha em matar cubanos só era possível porque esses cubanos estavam completamente indefesos no momento. Amarrados e vendados, de preferência. E dessa forma eles eram alinhados de frente para o pelotão de fuzilamento e executados. Porém, quando o cenário se alterou e as armas de fogo estavam em posse de outros, o argentino tremeu de medo.

Compare a morte de Tony Chao Flores — "Atire bem aqui! Como um homem!" — com a captura de Guevara: "Não atirem! Sou Che! Valho mais para vocês vivo do que morto!"

Quem merece um filme é o Tony e não esse covarde comunista do Che Guevara.


Depois da falência da Venezuela, da Argentina e do Brasil, os modelos que os esquerdistas ocidentais louvaram por mais de 10 anos como os sistemas ideiais, os esquerdistas estão completamente desmoralizados.

Eu me lembro bem que que aconteceu algo parecido na década de 90 depois do fim da URSS (uma das razões por Lula não ser eleito foi essa). Logo logo a esquerda latino-americana irá se modificar novamente e enganar mais um vez o povão.


Fingir que leva à sério, e responder sempre o que eles querem ouvir é a melhor resposta.

Acho até engraçado a cara que eles fazem de felicidade achando que estamos todos seguindo a mesma linha de raciocínio.

Eles acreditam piamente (cegamente assim por dizer) que o povo não sabe que está sendo doutrinado.




o anarcocapitalismo ja é uma religião, mas é ainda mais absurda. promete algo irreal que nunca existirá. discutir esse tema com seriedade é como discutir Harry Potter com seriedade.


Viram a última daquele lunático Leonardo Boff? Poderiam responder?
Ganhei esse texto na aula de Análise do Discurso para analisar e fingir que levo a sério para o assunto da disciplina, tirado de blog ainda por cima.
https://leonardoboff.wordpress.com/2017/10/24/a-ideologia-e-como-a-sombra-sempre-nos-acompanha/
É incrível o cinismo desse cara em denunciar as ideologias nefastas e ocultas dos outros que discordam dele, mas não enxerga a própria canalhice ideológica partidarista da elite política.
Também tive que corrigir muitos erros gráficos:

"A ideologia é como a sombra: sempre nos acompanha"

"O tema da ideologia está em pauta: ideologia de gênero, política, econômica, religiosa etc.
Tentemos tirar a limpo esta questão.

1.Todos têm uma determinada ideologia. Quer dizer, cada um se faz uma ideia (daí ideologia) da vida e do mundo. Tanto o pipoqueiro da esquina, quanto a atendente do telefone ou o professor universitário. Esta é inevitável, porque somos seres pensantes com ideias. Querer uma escola sem ideologia é não entender nada de ideologia.

2.Cada grupo social ou classe projeta uma ideologia, uma visão geral das coisas. A razão é que a cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Se alguém tens os pés na favela, tem uma certa ideia de mundo e de sociedade. Se alguém tem os pés num apartamento de luxo junto à praia, tem outra ideia do mundo e da sociedade. Conclusão: não só o indivíduo, mas também cada grupo social ou classe, inevitavelmente elaboram sua visão da vida e do mundo a partir de seu lugar social.

3.Cada ideologia pessoal ou social, bem como todo saber, tem por detrás interesses, nem sempre explicitados. O interesse do operário é aumentar o seu salário. O do padrão, o de aumentar o seu lucro. O interesse de um morador da favela é sair daquela situação e ter sua casa decente. O interesse do morador de um apartamento de classe media é poder manter esse status social, sem ser ameaçado pela ascensão de gente do andar de baixo. Os interesses não convergem porque se aumenta o salário, diminui o lucro e vive versa. Aqui se instaura um conflito.

4. O interesse escondido atrás do discurso ideológico deve ser qualificado: ele pode ser legítimo e importa explicitá-lo. Por exemplo: tenho interesse que esse grupo de famílias crie uma pequena cooperativa de produtos orgânicos, de hortaliças, tomates, milho etc. Esse interesse é legítimo e pode ser dito publicamente. O interesse pode ser ilegítimo e é mantido oculto para não prejudicar quem o propõe. Exemplo: há grupos que combatem o nu artístico para, na verdade, encobrirem a homofobia, a supremacia da raça branca e a perseguição aos grupos LGBT. Ou um político de um partido neoliberal cujo projeto é diminuir salários, reduzir as aposentadorias e privatizar bens públicos apresenta-se como alguém que vai lutar pelos direitos dos trabalhadores, dos aposentados e defender a riqueza do Brasil. Ele ideologicamente oculta os reais interesses partidários para não perder votos. Essa ocultação é a ideologia como falsidade e ele, um hipócrita.

5.A ideologia é o discurso do poder especialmente do poder dominante. O poder é dominante porque ele domina várias áreas sociais. As elites brasileira têm tanto poder a ponto de comprarem as demais elites. Pelo fato de serem dominantes, impõem sua ideia sobre a crise brasileira, culpando o Estado como ineficiente e perdulário, os líderes como corruptos e a política como o mundo do sujo. Por outro lado, exaltam as virtudes do mercado, as vantagens das privatizações e a necessidade de reduzir as reservas florestais da Amazônia para permitir o avanço do agro-negócio. Aqui se oculta conscientemente a corrupção do mercado onde atuam as grandes empresas que subtraem milhões dos impostos devidos, mantém caixa dois, promovem juros altos que favorecem o sistema especulativo financeiro que drena dinheiro público, tirado do povo, para os bolsos de minorias, que, no caso brasileiro, são seis bilionários, possuindo igual riqueza que 100 milhões de brasileiros pobres. Essas elites ocultam as agressões ecológicas, a desnacionalização da indústria e fazem propaganda do Agro porque é pop. Praticam deslavada ideologia como enganação. Há redes de televisão que são máquinas produtoras de ideologia de ocultação, negando ao povo, dados sobre a gravidade da situação atual, gerando espectadores alienados, pois creem em tais versões irreais. Para encobrir sua dominação, apoiam projetos que beneficiam crianças ou secundam grandes eventos artísticos para parecerem benfeitores públicos. Por detrás ocultam falcatruas e apoiam abertamente determinados candidatos, satanizando a imagem do principal opositor.

6.Há também a ideologia dos sem-poder, dos sem terra e sem teto e outros que para se sustentaram, elaboram discursos de resistência e de esperança. Mas essa ideologia é benéfica pois os ajuda a viver e a lutar.

A ideologia é como uma sombra: sempre nos acompanha. Para superar as ilegítimas, faz-mister desmascará-la e trazer à luz os interesses escusos. E quando falamos a partir de um determinado lugar social, convém explicitar no discuro nossa ideologia. Conscientizada, a ideologia se legitima e democraticamente pode ser discutida ou aceita."



Leonardo Boff é articulista do JB online, terminou um livro sobre:Concluir a refundação ou prolongar a dependência do Brasil? Reflexões sobre a crise brasileira, a sair.



Errata:


1 - Eles estão criando vários, pois sabem que Ibope, DataFolha, Instituto de Pesquisas e afins, pois sabem que estes já estão queimados.


2 - Apesar desses intuitos de pesquisas servirem apenas e somente para manipular a massa (e justificar o "resultado" que virá das urnas eletrônicas -fraude) , eles já sabem que não nos convencem mais.

3 - Reparem se os comentários fossem usado para tal pesquisa. Melhor, reparem este comentário:

Perdão pelos erros de Português. Muito sono. Mas não poderia deixar de participar.


Em primeiro momento foi assim (os idiotas úteis):

1 - Os anti-humano usaram estratégias desconhecidas.

2 - Até então, o povo nem sabia o que estava acontecendo.

3 - Houve de início o sucesso da doutrinação, porém, questionamentos ficaram no ar.

4 - Se deram conta que estavam defendendo algo que não fazia sentido.

5 - Começaram a perceber que os que doutrinavam, defendiam coisas obscenas, sem nexo, amoral, e mentirosas.


Segunda parte (o povo):


6 - Os que eram alvos dessa militância não sabiam combater esta doutrinação, pois não entendiam nem o que ocorria por de trás de tudo isso.

7 - Então começou a ficar chato a mesma falácia e mentiras.

8 - Daí se percebe que usam de várias ferramentas, e a principal é a desinformação.

9 - A mesmice é enojante.

Parte final:

10 - Alguns do lado militante começam a perceber que estão sendo feitos de idiotas

11 - O povo, começa então a aprender a se defender dos ataques feitos por massividade e exaustividade.

12 - A tática caí em desgraça, pois táticas usadas demasiadamente, perdem seu efeito.

13 - Agora a massa mal-intencionada, começa à ter um seu contra ponto, uma resistência. E ela cresce a cada dia.

14 - A verdade vem à tona cada dia que passa, bastando olhar o que falam, com o que fazem, e o que é realmente verdade ou não.


Resumindo, por overdose, o povo não só ficou imune, como passou a ser o antídoto para o mal que adentrou em nosso país.

E realmente os ditadorezinhos estão perdidos, não sabem o que fazer. O que restou foi convencerem para si que são maioria, e usar todas as ferramentas já corrompidas (Como Ibope, DataFolha, Data 360, e muitas outras. Eles estão criando vários, pois sabem que Ibope, DataFolha, Instituto de Pesquisas e afins, só fazem pesquisas forjadas).

Basta ver em comentários, pesquisas e nas ruas. O que eles tentam nos empurrar com seus números, está fora da realidade que vivemos. Apesar de o intuito ser manipular a massa (ou justificar o resultado virá das urnas eletrônicas -fraude) , não está convencendo.


P.S.: Em muitas pesquisas independentes, Bolsonaro ganha de Lula, e sempre com uma margem de 70% para cima. Diferente dessas pesquisas encomendadas "que foram feitas em 1 milhão de municípios, com 2002 pessoas" - é para rir).


Veja um exemplo: Lula tem 35%, Bolsonaro, 13%, e Marina, 8%, aponta pesquisa Ibope para eleição presidencial de 2018


https://g1.globo.com/politica/noticia/lula-tem-35-bolsonaro-13-e-marina-8-aponta-pesquisa-ibope-para-eleicao-presidencial-de-2018.ghtml

Mesmo sabendo que Lula tem uma rejeição de 70%, mentem, porque eles controlam a máquina e suas instituições. Isto Agora reparem se os comentários fossem usado para tal pesquisa. Melhor, reparem este comentário:

Jobs
HÁ 9 HORAS
B0LSONAR02018 clica no verde: 2486
Lu la clica no vermelho: 611

Agora tirem suas conclusões. Para vocês verem. Estas pesquisas apenas funcionam como anestésicos, para que aceitemos calados o resultado de uma eleição fraudada.

Nada mais além disso.

Democracia? Não. Isso é Socialismo (à caminho de uma ruptura para a instalação do Bolivarianismo).



Discordo que a separação cria um estado mais simples, uma separação feita pela Catalunha, por exemplo, não pode ser feita a toque de caixa (o movimento é antigo, mas a formalização como vemos é atual) é extremamente perigosa. A Espanha tem uma dívida pública enorme, diversas leis federais, as relações com o resto da Espanha e com a União Europeia. É um processo muito mais complicado do que era antigamente, o sistema se tornou muito mais sofisticado e complexo, desamarrar todos os pontos que ligam a Catalunha da Espanha leva tempo e esforço. Pense nos inúmeros pontos a serem pensados, O que será feito em relação com a União Europeia e outros milhares. Eu devo reforçar que estamos falando de uma nação razoavelmente desenvolvida e rica, não é o caso do Brasil ou do Sudão do Sul, que ficou independente à pouco tempo. Se o seu objetivo é um mercado mais livre e simples e não um anarcocapitalismo, esse não é o caminho. A União Europeia tem uma série de entraves legais por causa das várias legislações que ela deve atender. Vários estados brasileiros independentes teriam o mesmo problema de comércio entre eles


A Venezuela viveu poucos ou nem um momento de estabilidade econômica, não sei como seria esse país se o estado não fosse socialista, mas não vejo, caso fosse qualquer um dos governos anteriores, uma situação melhor. Estamos falando de uma completa especulação histórica e que deve ser evitada.


Correto. Nunca houve esse risco de hiperinflação.

Como várias vezes já explicado por esse instituto, no atual sistema monetário e bancário, tanto Fed quanto o Banco Central brasileiro e o Banco Central Europeu não injetam dinheiro diretamente na economia; eles injetam dinheiro apenas nos bancos, e os bancos é que decidem se irão despejar este dinheiro na economia (por meio da criação de crédito.

Se os bancos não quiserem despejar este dinheiro na economia americana, não haverá nenhum risco de hiperinflação.

Portanto, para haver hiperinflação, os bancos teriam de emprestar trilhões de dólares (reais, euros) para empresas e pessoas em um curto espaço de tempo. Isso significa que essas pessoas e empresas teriam de estar dispostas a se endividar em trilhões de dólares em um curto espaço de tempo, algo totalmente impensável e impossível, principalmente em um cenário recessivo.

E, dado que hiperinflação não é do interesse dos bancos (seus empréstimos seriam quitados com um dinheiro sem nenhum poder de compra, o que destruiria o valor de seus ativos e, consequentemente, seu patrimônio líquido), e dado que são os bancos que hoje controlam o dinheiro que eles jogam na economia, não houve por que se preocupar com esta probabilidade. Ela só existirá nos EUA se o Fed perder sua independência, for nacionalizado e passar a seguir ordens do Congresso.

Até hoje, todas as hiperinflações só ocorreram em arranjos nos quais os BCs eram liberados para imprimir dinheiro para financiar diretamente o Tesouro.


P.S.: não despejar o dinheiro na economia era uma das razões (sem sentido do Fed). Outra, ainda mais premente, era simplesmente recapitalizar os bancos. Como estavam com seus balancetes dizimados após os calotes que receberam, o Fed decidiu dar essa força adicional pagando juros sobre todo e qualquer dinheiro que os bancos voluntariamente deixassem parado ali.


Concordo contigo, Gilberto. Foi preciso todo esse "trabalho" para fazer todos acordarem. Não deixa de ter esse papel positivo.


Esse sempre foi o jogo político da esquerda. Como nunca houve direita, a esquerda criava seus próprios inimigos e os retratava de maneira bem caricata para forçar o povo a escolher um dos lados (a bondosa esquerda versus a malvada direita). Com o fiel da balança violentamente girado para a esquerda, era impossível qualquer discurso medianamente de direita. Quem fizesse isso era imediatamente tachado de reacionário e expulso do debate.

Hoje, ao menos temporariamente, isso acabou. E a esquerda está encolhida e assustada. O que não podemos é esmorecer. É exatamente quando o inimigo está abatido que você tem de cair com ainda mais força em cima dele.



Leandro, eu já vi aqui no site que a razão do FED pagar juros sobre as reservas em excesso era pra evitar que os bancos americanos jogassem a montanha de dinheiro dos QE´s na economia. Porém o mesmo não ocorreu na Europa, e, mesmo assim, os bancos europeus não saíram jogando dinheiro a rodo na economia. Então pode-se, a partir disso, concluir que não era necessário o FED pagar juros aos bancos americanos?


Sempre foi fantasiosa essa ideia de que havia esquerda e direita no Brasil. Era tudo esquerda, pois só ela tinha espaço para se pronunciar na mídia. Na prática, só ela tinha direito de existir. Agora, pela primeira vez, estão surgindo movimentos genuinamente liberais e conservadores com voz ativo e espaço no debate público.



Que visão!
Imagina a quantidade de riqueza que iria gerar um país que produzisse drogas legalmente, vulgo sem perseguição nem impostos.



Bruno Garschagen sempre genial e preciso como uma navalha. A esquerda só aceita pluralidade quando ela é apenas uma variação da própria esquerda(PT-PSOL-PcDoB-PSTU). Essa é a pluralidade deles.

Estão agora, inconformados com a perda do monopólio das ideias, com a perda do palco que julgavam ser apenas deles. E isso é lindo.



Como a família pode ajudar na prevenção do uso de drogas?
blog.viversemdroga.com.br/como-a-familia-pode-ajudar-na-prevencao-do-uso-de-drogas/



Está falando de qual país? No Brasil assalariado entrega mais de 70% de seu ordenado para o governo, 50% na forma de encargos e deveres trabalhistas que o empregador não pode lhe pagar e impostos de renda e esquema de pirâmide social, e o que sobra é taxado na média de 40% na forma de impostos sobre o consumo.


Eis outro teste que não falha: sempre que a esquerda (de todas a gradações) denuncia uma "polarização" e um "radicalismo de direita" é porque eles estão sentindo que não mais conseguem fazer doutrinação sem resistência. Isso vai desde o aluno que questiona o professor de história até a reação em massa de evangélicos contra kit gay e ideologia de gênero.


Quer escravidão maior do que trabalhar feito louco e ser obrigado a pagar quase 1/3 pro governo?


Não fossem o petismo e seus delirantes defensores, principalmente os intelectuais e os jornalistas engajados, jamais esse fenômeno de despertar teria ocorrido. Ao usarem a tática de desqualificar as vozes dissonantes, ajudaram a despertar do sono, milhões de brasileiros que até então não estavam nem aí para política e para ideologias totalitárias.


Excelente! Síntese perfeita do despertar de uma geração que não aceita mais de boca calada essa ideologia fracassada.


Ideias tão brilhantes como as da Escola Austríaca de economia, infelizmente, muitas vezes não se difundem e ganham apoiadores por conta desse fenômeno chamado "liberotários", não estão nem aí para o livre mercado, para que o povo passe absorver melhor as ideias liberais, nada disso, se preocupam apenas com seu próprio umbigo, pagar de erudito na internet, odiar todos os funcionários públicos e leigos em economia. Felizmente pessoas como eu e você caro Paulo, sabemos que esse grupo de pessoas não representam em nada o pensamento austríaco, temos que ignorar tais indivíduos e mostrar para as pessoas (funças ou não) as vantagens de ter uma economia livre, através de um debate saudável. Ao outro rapaz só lamento pela sua perspectiva um tanto quanto esquerdista de alcançar o seu ideal através do ódio e como fica implícito em seus comentários, a destruição de toda uma classe, é de pessoas como você Igor que o liberalismo não precisa!


Acho que você não soube diferenciar quem respondeu quem.. Mas isso talvez seja culpa da falta de um bom sistema de comentários por aqui, que há tempos alguns já pediram. Existe o Disqus por exemplo. Seria extraordinário num site de altíssimo nível como esse.



Já dizia Alexandre, um dos maiores generais de todos os tempos:

"Nunca exija de seus comandados algo que você mesmo não faria".

Você estaria disposto a empunhar uma arma e ir de peito aberto em direção aos fuzis estatais? Eu, sinceramente, não. Eu faço aquilo que qualquer um pode fazer: evitar enviar recursos ao governo por meio da compra de moedas digitais e divulgar a ideologia liberal.



Por quê o produto importado sem similar nacional deve ser taxado na mesma proporção dos outros?



É um bom ponto e eu concordo com você. O Salerno utilizou o termo "inflação" como uma abreviação para "aumento de preços", algo que, de fato, pode ser classificado como um "pecado brando". Rothbard, ao final de sua vida, também já estava fazendo o mesmo.

Este instituto, por sua vez, sempre utilizou os termos "inflação de preços" ou "carestia" para denotar aumento de preços. E "inflação monetária" para denotar aumento da quantidade de dinheiro na economia.

Dito isso, vale enfatizar novamente e esclarecer alguns pontos.

1) Inflação significa "aumento da oferta monetária na economia". Ponto.

2) Aumento generalizado de preços é uma "conseqüência" da inflação monetária. Não é possível haver aumento generalizado de preços se a oferta monetária for constante. Outro ponto.

3) Entretanto, há sim casos de aumentos pontuais de preços de determinados produtos específicos, aumentos esses que não necessariamente estão ligados ao aumento da oferta monetária. Por exemplo, uma quebra de safra que gere um forte aumento nos preços do tomate não é uma carestia causada pela inflação monetária, mas é sim uma carestia. Neste caso, o aumento do preço do tomate tem uma conseqüência importante e positiva, que é exatamente a mencionada no artigo.

Se o problema está apenas no uso do termo "inflação" como sinônimo de "aumento de preços", então sim, concordo com sua crítica. E este artigo em questão (do início de 2009) seria um ponto fora da curva.



Sério que vocês não perceberam que esse texto é uma piada? Olha o título de usuário do desinfeliz. "Típico Filósofo da Unicamp".


São lei sobre leis e que não servem pra nada.
Resultado, ninguém realmente cumpre nada de nada.
Caso fique realmente "irrespirável" o ambiente, então, das duas uma: ou o empreendedor vai embora (ou acaba o que dá na mesma), ou então o "fiscal" fica só recebendo um propina pra liberar o cara (e isso sai mais barato que pagar os impostos e estar tudo "certinho").
No Brasil, o mais provável é o segundo cenário, que já acontece rotineiramente.
E isso, ao contrário que possa parecer, é bom. Porque mais e mais as pessoas vão se dar conta que não precisam realmente de "governo" e que "governo"= "roubo".
Por incrível que pareça, quanto mais fiscais aceitarem "um por fora" melhor será o ambiente de negócios...
Então, no próximo concurso, se vc for uma pessoa de bem, não pense em ser funcionário público, principalmente se for atuar como fiscal fazendário. Deixa esses cargos pra pessoas desonestas que vão aceitar numa boa um agrado pra te deixar, aí sim, as pessoas de bem trabalhar.


Nessas horas dá saudade do Pablo Escobar. Já pensou, ele invadindo a Venezuela com seus capangas para sentar o chumbo nos guardas estatais venezuelanos, e depois transformar a Venezuela num próspero produtor de cocaína enquanto compra o apoio da população com suas caridades costumeiras?

Seria lindo.


O texto gera duas dúvidas:
1. Quem faria os sorteios?
2. Qualquer pessoa poderia ser sorteada, mesmo sem capacitação?

Como eu penso:
1. Deveria ser feito por um software com código aberto e totalmente auditável.
2. Poderia participar do sorteio pessoas com formação adequada para cada cargo ou até mesmo testadas através de provas (concurso).


Também já tive várias empresas.
A conclusão é que tem que ser louco para investir no Brasil.
Impostos, Sindicatos, Justiça do trabalho, inadimplencia etc.

O pior é que quando o faturamento cresce os impostos também aumentam, a única vantagem é que no Brasil existe muita gente sem noção que paga o olho da cara por meus serviços, na realidade é porque a concorrencia faz um serviço tão porco e depois sobra para mim consertar.

O Brasil é o país mais empreendedor do mundo porém nem metade dos negócios sobrevivem ao primeiro ano e 90% morre em menos de 5 anos.