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Últimos comentários


Qual é a teoria liberal para a causa de desigualdade da América Latina?


Abraços.


Eu ia responder ao Entropia Verde, mas quando vi a tijolada de realidade que foi sua excelente resposta, professor, acredito que não necessito mais.

É cada coitado que despenca aqui.


Um dos melhores artigos dos últimos dias. Resumiu muito bem porque o verdadeiro capitalismo traz prosperidade no médio a longo prazo.


"E se Maria morrer antes de aproveitar seu dinheiro poupado ?"

Aí ela legará todo o seu esforço e sacrifício para seus descendentes, por meio da herança. Aliás, um dos motivos de esses pulhas de esquerda (como keynesianos) quererem confiscar a herança é justamente obrigar todo mundo a consumir o máximo agora ("pois ativa a economia!") e poupar o mínimo possível. Keynesianismo é intrinsecamente anti-família, como era o próprio Keynes.

"João viveu o agora, aproveitou o presente, pq o futuro é uma promessa."

Mas e quando o futuro chegar?

"Poupar para deixar o dinheiro no banco...mas o banco vai consumir meu dinheiro, certo ?"

Em troca de juros futuros. Ao comprar um CDB, uma LCI, uma LCA, uma LC, ou mesmo debêntures de empresas, você, no futuro, receberá de volta principal e juros. Eu mesmo tenho mais de 70% do meu patrimônio financeiro aplicado em papeis, rendendo taxas altas de juros. Eu poupo, me abstenho do consumismo e financio os consumistas e os investidores, os quais, em troca, se tornam meus devedores.

Dívidas são alavancas de riqueza quando você é o credor e não quando é o devedor. Você enriquece quando as pessoas devem para você e não quando você deve para as pessoas. Banqueiros enriquecem emprestando o seu dinheiro para os outros. São os outros que precisam trabalhar mais para pagar os juros que você recebe quando faz um investimento financeiro (emprestando dinheiro para os bancos ou para o governo).

"então eu poupo, mas alguém consome. Isso é o capetalismo."

Obrigado por comprovar que os anti-capitalistas são os verdadeiros materialistas. Para tais pessoas, não poder consumir tudo o que quer e ter de poupar para ter algum futuro é "coisa do capeta".

"Empreendedores estão a todo momento buscando formas de fazer VOCÊ(consumidor) NÃO POUPAR o seu dinheiro..."

Gozado, eu nunca sofri disso e nunca caí na tentação consumista. Sou diferente?

Aliás, perceba a sua contradição: na frase imediatamente anterior, você disse que o "capetalismo" significa poupar para os outros consumirem. Agora você diz que capitalismo é os outros forçarem você a consumir e a não poupar.

Ué, são duas coisas completamente excludentes e paradoxais. Favor ter um mínimo de coerência.


Bom artigo, estou querendo cursar economia, entender a realidade da profissão é bom.



A história é um pouco forçada, João pode ser um bon vivant, mas também não ser acomodado, pode ser um bom funcionário e crescer na carreira, pode até mesmo um dia pegar uma herança ou vender um carro e com mais um financiamento montar uma empresa. Já Maria parece ser uma pão dura que terá medo de gasta o dinheiro que acumulou na vida inteira, fora que provavelmente morrera fustrada, enquanto joão não.


Consumo é inevitável. Nunca há consumo zero. Consequentemente, nunca há problema de demanda. Por definição.

Demandar é algo que ocorre naturalmente; demandar é intrínseco ao ser humano. A partir do momento em que você sai da cama até o momento em que você vai dormir você está demandando coisas. Demandar coisas é o impulso mais natural do ser humano. É impossível viver sem demandar. Por isso, a ideia de que é necessário "estimular a demanda" é completamente ilógica. A demanda é algo que ocorre naturalmente pelo simples fato de sermos humanos.

Portanto, o problema não é e nem nunca foi "estimular a demanda". O grande problema sempre foi criar a oferta. De nada adianta haver demanda se não houver oferta.

É exatamente a oferta o que sacia a demanda.

O que permite a oferta? A produção. E o que permite a produção? O investimento. E o que permite o investimento? A poupança. Fim.

Uma sociedade consumista consome todos os recursos (matéria-prima e insumos) disponíveis, impossibilitando que os mesmos sejam utilizados em investimentos de longo prazo, que são os que realmente elevam o padrão de vida da população.

Tendo entendido isso, você finalmente perceberá que "investir e criar um sistema de produção em massa" só é possível em sociedades poupadoras. Por definição. Lá no Sudão do Sul, todo mundo consome imediatamente tudo o que produz. Lá ninguém poupa. Tudo é imediatamente consumido. Como seria possível criar ali "um sistema de produção em massa"?

"O certo não seria um equilibrio entre consumo e poupança?"

Óbvio, até porque é impossível não consumir. Você gasta eletricidade, você consome alimentos, você consome combustível, você utiliza roupas, você gasta borracha, você compra mantimentos para a casa etc. Como não haver consumo?

Outra coisa: sempre há aquelas pessoas que pouparam muito no passado e que hoje podem se dar ao luxo de gastar mais. Esse é um processo contínuo. Consequentemente, sempre há no presente gastos de pessoas que pouparam no passado.

Logo, o consumo nunca cairá. Por definição.



Bom dia Konkin,
O que Samuel quis dizer sobre o termo contribuição é apenas uma classificação jurídica no direito tributário.
Basicamente, há uma classificação para os tributos em três partes, em que: 1. Imposto é uma espécie de tributo não vinculada, em que o ente arrecada e não existe uma contrapartida específica (faz o que quer com ele); 2. Contribuição é uma espécie de tributo vinculada, com um fim específico; e 3. Taxa é uma espécie de tributo que tem como origem uma situação específica e divisível, como uma prestação de serviço.
Concordo que o termo contribuição no sentido real é bem diferente do direito tributário, mas a intenção é essa mesmo: afirmar inconscientemente pro pagador de imposto que ele tem a opção de não pagar, ou ainda que tem uma finalidade muito boa. Assim, a maioria paga e se conforma.


Questão Filosófica:

E se Maria morrer antes de aproveitar seu dinheiro poupado ?
João viveu o agora, aproveitou o presente, pq o futuro é uma promessa.



Questão de Economia:

Poupar para deixar o dinheiro no banco...mas o banco vai consumir meu dinheiro, certo ?
então eu poupo, mas alguém consome. Isso é o capetalismo.
Empreendedores estão a todo momento buscando formas de fazer VOCÊ(consumidor) NÃO POUPAR o seu dinheiro...


Enfim...eu entendo a importância da poupança, mas o Deus Chronos é implacável





Sendo escrito agora. Tudo dando certo, sai ainda hoje à tarde no blog.


Ué, mas se as pessoas não consumirem, para que investir e criar um sistema de produção em massa? O certo não seria um equilibrio entre consumo e poupança?


A pesquisa é interessante mesmo. Segue o link caso alguém tenha interesse:
PERCEPÇÕES E VALORES POLÍTICOS NAS PERIFERIAS DE SÃO PAULO

No final tem um resumão com as conclusões.




É interessante ver que o Estado tentar coibir esses produtos quase sempre não funciona, mas, as pessoas fazendo campanhas de conscientização e a crítica social é tem obtido mais sucesso.

Vide: Natura e os casos de trabalho infantil no Amazonas. Depois de uma "caralhada" de marketing negativo ela viu que seria melhor "reduzir sua margem de lucro" ao não empregar mais crianças do que ver sua marca cair com a crítica negativa.

Logo: para combater esses males, nada melhor do que mais livre mercado!






Essa aqui saiu hoje: "" brasil.estadao.com.br/noticias/geral,uber-faz-campanha-contra-projeto-que-pode-ser-votado-na-camara-dos-deputados,70001725464
Nada como políticos - especialmente do PT que aparelhou o Estado nos últimos anos - para destruir boas idéias. E sempre em nome da dignidade humana: "líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), afirmou que o objetivo (do PL) não é proibir o uso dos aplicativos, mas sim regularizar a situação para "dar o mínimo de dignidade" aos motoristas." E o que o tal deputado pretende regulamentar? "Segundo ele, o projeto que deverá ser levado a plenário vai propor que a regulamentação seja feita pelas prefeituras. Ele, no entanto, defende que alguns pontos devem estar no texto, para servir como diretriz para os municípios. Um desses pontos é que a prefeitura deve limitar o número de motoristas cadastrado pela plataforma. A quantidade seria definida com base no tamanho da população de cada cidade. "
Ou seja... é mais um carterização daqueles que conseguirem - sabe-se lá como - uma licença estatal para operarem. E a criação de algum sindicato deve vir logo atrás, juntamente com a criação e ou aumento de impostos nas tarifas do Uber para o Estado cuidar das tais licenças.


Nesse sentido, em uma livre concorrência, os empregados estarão suscetíveis à uma redução de custos almejada pelo empreendedor com o intuito de maximizar seus lucros

Não funciona bem assim. Seguindo essa linha de raciocinio, todos os funcionários estariam sujeitos a uma tendência que seus salários fossem em direção ao mínimo, mas veja que existem muitos (bons) profissionais no setor privado que ganham muito mais que um mínimo, pois seu serviço é disputado por empresas, de tal modo que ele pode escolher onde trabalhar.

Esse pensamento que empresário quer maximizar lucro é falso e quem pensa assim nunca empreendeu na vida. O objetivo do empresário é, primariamente, manter a existência do negócio, desde que tal negócio seja lucrativo ao longo do tempo (caso contrário ele vende e/ou fecha as portas). Uma empresa é uma marca pública que está continuamente sujeita a todo tipo de problema. Entenda que:

1) Se o empresário precisar demitir para manter a empresa em pé, ele vai demitir.

De forma inversa:

2) Se o empresário encontra um bom funcionário e este é dificil de encontrar, ele terá que pagar a mais para manter este em sua empresa. Não existe nada pior que funcionários ruins e/ou insatisfeitos oferecendo serviços ruins para o público e afastando a clientela. Isso também acaba influenciando na lucratividade do negócio (que irá declinar).


Um empresário pensando apenas na maximização do lucro irá quebrar logo, pois seus serviços ruins serão desbancados pela concorrência. Você, como consumidor, irá continuar comprando de um lugar que te oferece um serviço porco ou simplesmente vai pra outro lugar?

Alias, uma observação interessante, sabe onde empresários que maximizam lucros conseguem sobreviver? Onde há protecionismo estatal, pois podem oferecer serviços horriveis sem que outros concorrentes melhores venham a aparecer e desbanca-los. A população acaba ficando sem escolha. Quais são setores protegidos no Brasil? Automotivo, internet, aéreo, tv a cabo, telefonia, combustiveis, etc). Me diga um desses que oferece um serviço barato e de qualidade aqui no Brasil.


Por favor, escrevam sobre a pesquisa da Perseu abramo (ligado ao PT) chamada PERCEPÇÕES E VALORES POLÍTICOS NAS PERIFERIAS DE SÃO PAULO. Foi feita com pessoas que ganham até 5 mínimos.

O resultado é surpreendente!!!

O povão é aparentemente liberal. Acham que o inimigo verdadeiro é o Estado, não os ricos, patrões ou empresários. Valorizam muito o mérito, o esforço individual. Valorizam também muito a família e a religião. Rejeitam conceitos como luta de classes, visões maniqueístas etc.

Vamos divulgar essa pesquisa.

Fiquei muito feliz com isso. Acho que podemos ter esperança no Brasil.



Eu aponto. E com facilidade.

"Não há distinção entre produtores e consumidores"

Há, sim. E enorme. Produtores criam bens e serviços. Consumidores apenas consomem. Produtores também são consumidores. Mas consumidores não são produtores.

"haja vista que os produtores também adquirem bens variados, enquadrando-os como consumidores"

Correto.

"e os consumidores geram bens, quando ofertam seu poder de criar valor, colocando-os como empregados."

Completamente errado. Consumidores não geram bens nenhum. Consumidores consomem bens.

E consumidores não criam valor. Quem cria valor são produtores e empreendedores. Consumidores apenas irão consumir esse valor criado caso julguem que de fato algum valor foi criado.

Se você corta meu cabelo e eu considero que isso foi algo valoroso, eu lhe pago. Você produziu o serviço. Eu o consumi voluntariamente. Eu não criei
nada. Foi você quem criou valor para mim (cortou meu cabelo como eu queria). Eu apenas consumi.

"Nesse sentido, em uma livre concorrência, os empregados estarão suscetíveis à uma redução de custos almejada pelo empreendedor com o intuito de maximizar seus lucros"

Se o empreendedor quer criar valor para os consumidores, então o mínimo de que ele precisa é ter uma mão de obra capacitada, bem treinada e motivada. Caso contrário, ele não produzirá nada de qualidade e, consequentemente, não conseguirá fatias de mercado. Ao contrário, aliás: produzindo porcarias que ninguém quer, ele rapidamente irá à falência.

Ou seja, você inverteu completamente a realidade. E eu sei do que estou falando porque sou empreendedor e sei o quão importante é ter uma mão de obra boa é motivada, sem a qual é impossível produzir bons serviços e, consequentemente, se manter no mercado.

Há ocasiões em que, quando abre uma vaga, você precisa contratar e demitir uns dois ou três funcionários até encontrar um que seja bom. E, quando encontra, tem que tratar bem para não perder. E pagar muito bem. Funcionário bom escolhe onde quer trabalhar e quanto quer ganhar, e empresário inteligente paga com gosto.

Já funcionário ruim tem que aceitar o que aparece. Esse, de fato, dificilmente vai progredir. Aliás, tem gente por aí que nem sei como consegue emprego.

"de modo que seu consumo irá arrefecer continuamente."

O do incompetente que nada sabe fazer na vida vai mesmo. Já o do competente, que é disputado a tapa por empresas, só vai aumentar.

Qual exatamente é o seu problema com este arranjo que premia mais fartamente os melhores?

"Portanto, num livre mercado, a concorrência acarretará numa instabilidade nova, os salários serão menores e, por conseguinte, o consumo e os incentivos para as inovações se apequenarão."

Para os incompetentes que absolutamente nada sabem fazer, sim. Para os competentes é justamente o contrário.

Artigos:

A "necessidade do trabalhador" e a "ganância do empregador" são irrelevantes em determinar salários

Algumas observações fundamentais sobre a natureza benevolente do capitalismo

Por que lixeiros e professores ganham menos que artistas e jogadores de futebol

A teoria do valor-trabalho ainda assombra a humanidade e segue causando estragos


"É por isso que a inveja é um pecado horrendo, e os críticos do capitalismo são conduzidos por ela. "


AVAREZA também é pecado viu...


Falar que os empreendedores servem aos anseios das vontades propositadas do consumidor, gerando concorrência e, por conseguinte, preços menores e inovação é uma explanação extremamente palatável. Porém, não busca-se melhor analisar tais definições, implicando em lacunas conceituais e objeções.

Não há distinção entre produtores e consumidores, haja vista que os produtores também adquirem bens variados, enquadrando-os como consumidores, e os consumidores geram bens, quando ofertam seu poder de criar valor, colocando-os como empregados. Nesse sentido, em uma livre concorrência, os empregados estarão suscetíveis à uma redução de custos almejada pelo empreendedor com o intuito de maximizar seus lucros, de modo que seu consumo irá arrefecer continuamente. Portanto, num livre mercado, a concorrência acarretará numa instabilidade nova, os salários serão menores e, por conseguinte, o consumo e os incentivos para as inovações se apequenarão.

Alguém me aponte o erro


Bom artigo, estou querendo cursar economia, entender a realidade da profissão é bom.



Meus amigos, muito bom como sempre. Peço encarecidamente que falem sobre o imposto sindical. Virou mainstream: economia.estadao.com.br/noticias/geral,presidente-do-tst-apoia-fim-de-imposto-sindical,70001724109

É agora ou nunca.


Já faz muito tempo, mas acho que vale a resposta:


"1) Eu perguntei a capacidade do Brasil de se tornar uma das maiores economias, aumentar a produção, melhorar a qualidade de vida nós já sabemos que é a consequência desse plano de governo feito neste artigo, caso algum governo siga esse plano de governo é certo de haver melhoria de qualidade de vida e o aumenta da produção.
Agora em relação a criação de riqueza, quanto essa riqueza poderia chegar?"

Você próprio respondeu, ao se tornar livre se torna atrativa para o capital estrangeiro e o aumento de produção. Riqueza é exatamente isso. Quando ela chega? Quando se libertar a economia das amarras do estado centralizado agigantado que é o nosso atual.


"2) Quando perguntei sobre essa situação, eu sabia que iriam responder dessa forma. Governos estaduais não podem se proteger de um ataque internacional e a forças desses estados nem se comparam com outros países."

Ooops. No estado do Amazonas, jaz a força proteção da Amazônia que conta com vários caças supersônicos. O Rio de Janeiro conta com vários navios e mesmo submarinos. Já São Paulo, nem se fala. Essas estruturas são federais, é correto, mas porque elas não poderiam ser deixadas para os seus respectivos estados? E, o que impediria um estado, como o de São Paulo de construir uma base militar realmente imponente? Ou, o que impediria um estado do nordeste, por exemplo, contratar um exército profissional? Lembre que eles teriam dinheiro pra isso.

"A questão teria que ser nacional e eu perguntei como poderia haver essa defesa. Suiça tem forças armadas para protegerem seus cidadãos e não houve invasões a Suiça ATÉ AGORA."

Não, a questão da segurança não tem que ser nacional. E o fato de a Suiça não ser invadida não tem nada a ver com o seu exército, mas com sua população e, principalmente, o fato de que seus vizinhos não tem nenhum interesse nisso. Onde é que os políticos e burocratas da UE iriam depositar o fruto dos seus roubos?


Caro Jorge:

O fato de você não entender argumentos lógicos básicos não te credencia a desrespeitar os demais. Sua ação imoral não passa de uma violência totalmente injustificada.

E não posso deixar de assinalar como você, além de mal-educado, é ilógico, irracional!
Mas, mais por uma questão de pena, vou tentar explicar com frutas para que você tenha alguma chance de entender:

Sua contra-argumentação tenta usar a imoralidade dos impostos para combater apenas uma das ações remanescentes do estado. Será que você não percebe que a sua objeção absoluta aos impostos se aplicaria igualmente a todas as outras ações remanescentes do estado? Não consegue enxergar que, seguindo a sua linha de "imposto é imoral, e, portanto, não pode existir", todo o estado ficaria proibido de existir?
É tão óbvio! Essa linha de raciocínio só seria aceitável caso você viesse pregar a anarquia, se viesse combater o estado como um todo.
Para desqualificar uma ação do estado à sua escolha, mantendo possíveis as demais, por favor, pare de zurrar asneiras, e busque outros argumentos. Esse, com certeza, não se aplica.

E nunca mais desrespeite as pessoas. Esse tipo de atitude ignóbil, é negativo tanto do ponto de vista moral quanto do utilitário. É o tipo de comportamento que leva neófitos a abandonarem o site. Que impede as pessoas de comentarem, com medo de tomar um coice de um asno qualquer.

[]s


Meus caros, recomendo esta leitura:

"A incoerência de esperar que o governo decrete o livre mercado"

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2634


[Corrigindo local da pergunta] Por que a inflação monetária pode simular o ouro (ou ser lastreada nele) mas a regra do Friedman de k-percent é ruim para os austrians? Pelo que vi esse k-percent varia entre 2-4%, 3-5%, 2-5%, dependendo da fonte, seria esse o problema?


Vou me meter na conversa, porque eu estava acompanhando a discussão.

"Se deu a lhe entender, me desculpe, porém, onde eu disse isso?"

Engenheiro, o Repensando escreveu acima:

"Opa, mas é claro que é benéfico um ladrão passar a me assaltar menos! Você discorda?!"

E você respondeu:

"Discordo, [frases verdadeiras mas que nada contribuem para a pergunta original, que era saber se é ou não benéfico]".

Como você discordou da frase do Repensando, a lógica mostra que você está necessariamente dizendo que é ruim um ladrão passar a te assaltar menos.

Como a história do ladrão era uma analogia com taxação do governo, então você estaria dizendo que é ruim o governo taxar menos.


Esse é mais um mito econômico (moeda desvalorizada ajuda exportação e moeda valorizada afeta) que a realidade explodiu.

Ver o mito #5 deste artigo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2642



Por que a inflação monetária pode simular o ouro (ou ser lastreada nele) mas a regra do Friedman de k-percent é ruim para os austrians? Pelo que vi esse k-percent varia entre 2-4%, 3-5%, 2-5%, dependendo da fonte, seria esse o problema?



Porque existe um delay entre liberdade econômica e qualidade de vida, não é algo instantâneo. E os índices de IDH são bastante questionáveis na sua metodologia. Bem, os de liberdade econômica também, mas nem se compara com as insanidades do IDH.


Mas mesmo a redundância ajuda a fixar conceitos, pela repetição, dado que conceitos básicos de economia são algo que deveria ter sido ensinado no ensino médio.


Henrique,

Juros é o preço do dinheiro PARA SER EMPRESTADO, eu ti combrar X juros é nada mais e nada menos que o preço que eu lhe cobro pra emprestar esse dinheiro. Por um lado, o cambio afeta ai. Se o dinheiro vale mais, provavelmente eu irei ti cobrar mais juros pra ti emprestar, afinal, você cobraria mais juros emprestando Dolar ou Real?

Já o poder de compra, é a quantidade de bens e serviços que você consegue obter com a moeda.
O exemplo do ovo ai é claro, nas transações, veja se você consegue ''levar mais com menos.'' No exemplo ai, aquela moeda que conseguir levar mais ovos com menos dinheiro, é a que tem o maior poder de compra sob as outras.

Um ovo, um real.
Um ovo, 50 centavos de Dólar.

O Dólar tem mais poder. Com Ambos em mesma ''quantidade'', o Dolar consegue levar dois ovos enquanto o real consegue levar um só.

Abraços


Davi, eu entendo que é assim:

Se a moeda brasileira se desvalorizar por si só, como consequência do aumento da oferta monetária, ira causar uma inflação de preços geral, todos os produtos fabricados aqui, com ou sem matéria prima importada, irá inevitavelmente aumentar. Alem disso, quando se aumenta a oferta monetária, você desvaloriza a moeda e assim ela ira ficar mais fraca em relação as outras, e ai você pagar mais caro pra importar.

Agora, quando as outras moedas se valorizam e o real não se valoriza(nem se desvaloriza), o que vai acontecer é que os produtos importados ficarão mais caros. Se o dolar ficar muito forte e o real se manter como está, os produtos importados dos EUA ficarão mais caros, mas não haverá inflação de preços doméstica. O Pastel que você come na esquina, vai manter o preço. O mesmo vale pro seu almoço de domingo.

Agora se a moeda se desvalorizar, porque o BC aumentou a base monetária, ai alem de você importar mais caro(porque a moeda vai se desvalorizar pelo aumento da base), você ainda vai sofrer uma inflação aqui dentro, o pastel e o seu almoço ficarão mais caro, assim como o seu carro importado.

Não se esqueça que, quem produz aqui, importa muita coisa. Matéria prima principalmente, logo o custo de produção vai aumentar e isso geraria inflação.

Se as moedas estrangeiras se valorizarem e o real se desvalorizar, ai você tem um desastre, essa combinação vai inflacionar astronomicamente.


Alguém me corrija se eu estiver errado,

Abraços


Me apresente o significado de zona de livre comércio por favor!

E de modo algum sou 8 ou 80, meu caro, simplesmente, como deixei bem claro acima, qualquer redução seria bem vinda, e por favor em discussões, debata as idéias, não ataque a pessoa, colocando palavras na boca da mesma.


"Ah, entendi. Então é 8 ou 80? Ou o governo abole todos os impostos e tarifas, ou ele mantém tudo exatamente como está. "
Onde eu disse isso?

"Confundiu tudo. Isso aí é União Aduaneira, por meio da qual se implanta uma Tarifa Externa Comum (tarifas aplicadas aos produtos de fora da União Aduaneira). A União Europeia funciona assim. O Mercosul também"
Onde eu falei de tarifa externa comum? os países do acordo não tem tarifas, logo, o restante permanece, como no exemplo.

"Qualquer redução seria um intolerável sinal explícito de que ainda está havendo roubo; logo, é inaceitável. Consequentemente, o bravo prefere deixar tudo como está em vez de ter alguma redução -- afinal, aceitar uma redução seria um sinal de concessão ao estado. "
Se deu a lhe entender, me desculpe, porém, onde eu disse isso?

www.mises.org.br/Article.aspx?id=106

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2198

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2203


Superavit comercial bateu um recorde, o melhor desde março de 1989. O que isso quer dizer?

Nada né, isso se deve ao fato do real estar desvalorizado? Porque em 2015 e começo de 2016, com o Dolar a R$4,00 isso não aconteceu?

Veja, o fato de nos estarmos exportando mais, não quer dizer necessariamente que estaremos importando mais correto?

O Chile exporta vinho, em troca, o Chile importa carros e uma variedade de bens e serviço. Por isso ele mais importa do que exporta.

Acontece que importar no Brasil é extremamente difícil e nem sempre da Lucro, portanto nos podemos estar quebrando recordes de exportação ano após ano, isso não quer dizer que estaremos importando mais no futuro.
Correto? Aonde errei?



www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1872231-superavit-comercial-bate-recorde-em-marco-e-soma-us-71-bilhoes.shtml


Abraços


"O objetivo do capitalismo é melhorar a vida do consumidor, e não do empregado ou do empregador"

Mas o empregado e o empregador também são consumidores...


Ah, agora melhorou. Mas, ué, quem foi que disse que juros afetam o poder de compra do dinheiro? Certamente não este site. O que afeta, em última instância, é a oferta monetária. Câmbio afeta -- e muito -- no curto e médio prazo. No longo, a oferta monetária sobrepuja tudo.



É por isso que quanto mais "direitos" são conferidos aos consumidores (que implica imposição de obrigações aos fornecedores/produtores) menos soberanos ficam os consumidores.

O establishment jurídico, econômico, político e midiático não compreende isso (ou se nega ou não quer compreender): quanto mais "direitos" aos consumidores, mais se pune os fornecedores/produtores; quanto mais se pune os fornecedores/consumidores, mais se pune os consumidores.

O mesmo se dá quanto à relação entre empregado e empregador: quanto mais "direitos" são conferidos aos empregados, mais se pune empregadores (impondo obrigações); quanto mais se pune os empregadores, mais se pune empregados.

Isso é o que dá se negar a compreender que quando a relação de troca é voluntária não há soma zero (ambos saem ganhando); quando há coerção (institucionalizada) na relação, aí sim é que há soma zero (um ganha e outro perde: quem ganha é o burocrata estatal).


Fabiana Guida ,

A inexistência plena de propriedade privada proporciona muitas dessas atrocidades. Depredação do meio ambiente existe pois não existe o "proprietário do rio" ou o "proprietário da floresta". Tal qual tudo aquilo que é estatal, sobra descaso. Caso o rio tivesse um dono privado, ele teria interesse em preservar seu rio, cobraria na justiça danos causados por terceiros e teria cuidado com sua propriedade para que seu uso fosse contínuo e permanente, e não apenas temporário e destrutivo.

O madeireiro ilegal na Amazônia quer extrair madeira o mais rápido possível pois está invadindo territórios que não lhe pertencem. E como não é o dono, ele não se preocupa com o estrago ou o custo de reposição da floresta. Já um dono iria preservar e extrair de modo sustentável pois depende que a produção de sua propriedade seja permanente.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1912

Trecho retirado do link acima:

"O mesmo princípio é válido para todos os outros recursos. Se não houver propriedade sobre um bem, certamente haverá abusos e malversações. Porém, se colocado sob propriedade privada, haverá exatamente a quantia necessária: a oferta suprirá a demanda."


"Não distorça minhas palavras, crescimento econômico, primeiramente é ótimo para o indivíduo...."

E tarifas de importação menores? E maior liberdade de consumo?

"Tratados não são medidas recessivas?"

São? Reduzir tarifas de importação é medida recessiva?

"zonas de livre comércio, o governo faz um tratado entre 3 países, os produtos dos 3 serão mais baratos que de outros países externos ao tratado, isso é benéfico ao consumidor?"

Confundiu tudo. Isso aí é União Aduaneira, por meio da qual se implanta uma Tarifa Externa Comum (tarifas aplicadas aos produtos de fora da União Aduaneira). A União Europeia funciona assim. O Mercosul também.

Já acordos de livre comércio não necessariamente envolvem União Aduaneira e Tarifa Externa Comum. O Reino Unido, ao sair da UE, fica livre da Tarifa Externa Comum e pode negociar vários acordos comerciais com os países da Europa.

"Desenhando, um pendrive chinês tem um preço de R$5,00 no Brasil, um Alemão tem um preço de R$10,00 todavia, o Brasil tem um tratado com a Alemanha, tão logo o i.i da Alemanha será 0% e o da China 70%, na canetada mesmo. Final da estória, pen- drive alemão R$10,00 chinês R$16,66 - certo?"

Isso aí, de novo, é União Aduaneira com adoção de Tarifa Externa Comum, e não acordo de Livre Comércio. Acordo de Livre Comércio não exige TEC. EUA, México e Canadá estão no Nafta, mas não têm TEC.

"Discordo, o ladrão não tem direito a me roubar... ou eu tenho que ter direito a me defender."

Ah, entendi. Então é 8 ou 80? Ou o governo abole todos os impostos e tarifas, ou ele mantém tudo exatamente como está. Qualquer redução seria um intolerável sinal explícito de que ainda está havendo roubo; logo, é inaceitável. Consequentemente, o bravo prefere deixar tudo como está em vez de ter alguma redução -- afinal, aceitar uma redução seria um sinal de concessão ao estado.

Muito bem. Assim vamos longe.

"De modo algum, se extinguisse seria lindo."

Mas, em não havendo extinção, você prefere uma alíquota de 27,5% ou uma de 22%?


Parece tão óbvio que a impressão é que seria impossível escolher opções diferentes.
É -Anti-ético e moralmente repreensível- em todos, não tem como ser diferente, por mais que os fins sejam "bonzinhos", os meios foram agressões que prejudicaram a fonte, nada justifica as ações!



Tudo bem, tanto faz o nome correto de cada coisa. Se juros é custo ou preço, não altera a lógica do meu raciocínio. Posso escrever a idéia usando os termos que preferem: o que afeta o preço do dinheiro é o câmbio e, não, o juros.


"Beleza. Então, por favor, me diga como seria possível preços aumentarem continuamente durante décadas caso a quantidade de dinheiro na economia fosse fixa?"

Em nenhum momento foi dito que a quantidade de dinheiro é fixa na economia, o que é dito no livro é que essa variação de dinheiro existe e que ela causa a inflação, e não que ela é a inflação.

"Se alguém comprovar, por meio da lógica, que é possível preços subirem 500% em 20 anos com a oferta monetária fixa, então eu aceito a ideia de que aumento da oferta monetária seria apenas "uma das causas" da inflação de preços. No aguardo."

Não sei se é possível haver esse aumento nos preços sem que haja aumento na oferta monetária, mas ninguém está realmente discutindo isso. O que é discutido é que a aumenta na oferta de dinheiro não é a única forma de gerar aumento nos preços, aumento este (de preços) que de acordo com os livros é a inflação.

A questão de terminologia é que nos livros:

Inflação = Aumento de preços
Inflação monetária = aumento da oferta de dinheiro (que causa a inflação)

"Por outro lado, se você entende que inflação é aumento da oferta monetária, e que isso gera aumento de preços, então, por definição, se você quiser combater a carestia, você terá de atacar a oferta monetária. "

Sendo a definida inflação monetária o modelo mais comum, grave e que mais se dissemina devido à política fiscal do governo, atacá-la é de fato a melhor forma de atacar a inflação de forma geral.


Quero deixar claro que não tenho realmente uma opinião formada sobre o assunto e nem sou defensor de um ou outro ponto, estou questionando dessa forma pois entrei em uma discussão com um amigo que estuda economia, e de fato, os pontos colocados por ele nesse sentido fizeram algum sentido.


"Crescimento econômico também é, por definição, ótimo para o estado. Com mais pessoas investindo, empregando e consumindo, a arrecadação do governo aumenta, o que permite maiores salários para funças, burocratas e políticos, bem como mais contratação de funças, burocratas e apadrinhados de políticos. "

Não distorça minhas palavras, crescimento econômico, primeiramente é ótimo para o indivíduo....

"Logo, por sua lógica, você deve ser contra o crescimento econômico, e deve defender políticas recessivas. "

Tratados não são medidas recessivas?


"Sua frase foi totalmente desprovida de sentido. "

zonas de livre comércio, o governo faz um tratado entre 3 países, os produtos dos 3 serão mais baratos que de outros países externos ao tratado, isso é benéfico ao consumidor? Desenhando, um pendrive chinês tem um preço de R$5,00 no Brasil, um Alemão tem um preço de R$10,00
todavia, o Brasil tem um tratado com a Alemanha, tão logo o i.i da Alemanha será 0% e o da China 70%, na canetada mesmo.
Final da estória, pen- drive alemão R$10,00 chinês R$16,66 - certo?


"O que você está dizendo é que o governo afrouxar o roubo é benéfico..."

Opa, mas é claro que é benéfico um ladrão passar a me assaltar menos! Você discorda?!

Discordo, o ladrão não tem direito a me roubar... ou eu tenho que ter direito a me defender.

Se o governo brasileiro anunciar redução nas alíquotas do Imposto de Renda você vai se posicionar contra, dizendo que essa redução do roubo é maléfica?! Se ele anunciar redução do IOF ou dos impostos de importação, você vai criticar dizendo que tal afrouxamento do confisco do seu dinheiro é ruim?!

De modo algum, se extinguisse seria lindo.





Calma, muita calma nessa hora, o sonho dos metacapitalistas é um bom, e eterno, monopólio, claro, com pouco de salsa, e muito fatiado; monopólio algumas vezes negociado, outras vezes nem tanto. Serafins e Querubins estão em outra clave.


Sim. Por isso que empreender "não é para os fracos". Empreendedor de sucesso é aquele que sabe antecipar corretamente quais serão as demandas futuras dos consumidores. Aqueles que não souberem fazer isso, irão à falência.

Não é para qualquer um.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2624
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2653


Me surgiu uma dúvida, se as pessoas se tornassem menos orientadas para o futuro no meio da construção do shopping, isto também não inviabilizaria este empreendimento?

Detalhando: as pessoas tornam-se mais orientadas para futuro, o que faz com que a taxa de juros diminua, indicando a viabilidade de se construir um shopping. Suponha que a construção do shopping leve 6 meses e, logo nos primeiros três meses de construção as pessoas tornam-se mais consumistas. Isso não aumentaria a taxa de juros no meio da construção do shopping inviabilizando este empreendimento?


Gostaria de saber como se faz para implantar o livre mercado de fato


"priorizar produtos sem trabalho escravo"

Gostaria de saber uma única empresa que ainda utiliza trabalho escravo. E digo escravo de acordo com seu conceito, pessoas que são propriedades de alguém (estão sujeitas a vontade da empresa e não possuem o livre arbitrio para sair de lá).


México? Já respondido duas vezes -- por mim mesmo -- aqui nesta mesma seção de comentários.

Aperte CTRL + F e escreva México.


Não. Não existe nem "preço de equilíbrio" e nem "mercado em equilíbrio". A economia é dinâmica e está sempre sofrendo alterações. As preferências dos consumidores não são estáticas; elas estão continuamente mudando.

Artigo inteiro sobre isso:

O mercado é um processo dinâmico, e não apresenta "equilíbrio"


Falam o mesmo sobre o México, outro mito que surgiu da esquerda.


Concluindo: nesse ritmo o governo/estado acaba se tornando um outro país, uma outra realidade, com outras regras, o qual escraviza, e é sustentado por, o país "original".


"e ótimas para o estado"

Crescimento econômico também é, por definição, ótimo para o estado. Com mais pessoas investindo, empregando e consumindo, a arrecadação do governo aumenta, o que permite maiores salários para funças, burocratas e políticos, bem como mais contratação de funças, burocratas e apadrinhados de políticos.

Aliás, maior arrecadação -- gerada por maior crescimento econômico -- gera aumento dos gastos do estado e aumento do próprio estado.

Logo, por sua lógica, você deve ser contra o crescimento econômico, e deve defender políticas recessivas.

"Tarifas do governo..... reduzem a tarifa do país X penalizando os consumidores ao ter os preços do país Y elevado, quem ganha com isso?"

Não entendi absolutamente nada desta sua lógica. As tarifas de importação efetivamente caem, e os produtos importados efetivamente chegam mais baratos aos consumidores. Ponto. Foi exatamente isto o que fez o Nafta: barateou os produtos mexicanos para os americanos. O idiota do Trump só sabe falar nisso, dizendo que os americanos estão "perdendo a guerra contra o México" porque agora podem comprar mais barato dos mexicanos.

Sua frase foi totalmente desprovida de sentido.

"O que você está dizendo é que o governo afrouxar o roubo é benéfico..."

Opa, mas é claro que é benéfico um ladrão passar a me assaltar menos! Você discorda?!

Se o governo brasileiro anunciar redução nas alíquotas do Imposto de Renda você vai se posicionar contra, dizendo que essa redução do roubo é maléfica?! Se ele anunciar redução do IOF ou dos impostos de importação, você vai criticar dizendo que tal afrouxamento do confisco do seu dinheiro é ruim?!

Tem certeza de que você está no site certo?


Todos somos consumidores, inclusive o dono da Amazon.

Enquanto isso, tenho de ouvir de professor de geografia de cursinho que o capitalismo deixa os ricos mais ricos e pobres mais pobres (isso até hoje não entendi)... Realmente, o MEC odeia o mercado, apesar de depender exclusivamente dele...


Análise de nível de imposto sobre PIB quer dizer muito pouco. Você tem que analisar o índice de liberdade economica (IEF) junto disso e o ranqueamento do PIB. Atualizei a lista para você:

1º) Austrália
- Carga tributária sobre o PIB: 25,9%
- IDH: 0,929
- Irbes: 164,18
-IEF: 5º
-PIB: 13º

2º) Estados Unidos
- Carga tributária sobre o PIB: 24,80%
- IDH: 0,910
- Irbes: 163,83
-IEF: 11º
-PIB: 1º

3º) Coréia do Sul
- Carga tributária sobre o PIB: 25,1%
- IDH: 0,897
- Irbes: 162,38
-IEF: 29º
-PIB: 11º

4º) Japão
- Carga tributária sobre o PIB: 26,9%
- IDH: 0,901
- Irbes: 160,65
-IEF: 20º
-PIB: 3º

5º) Irlanda
- Carga tributária sobre o PIB: 28%
- IDH: 0,908
- Irbes: 159,98
-IEF: 9º
-PIB: 44º

6º) Suíça
- Carga tributária sobre o PIB: 29,8%
- IDH: 0,903
- Irbes: 157,49
-IEF: 4º
-PIB: 19º

7º) Canadá
- Carga tributária sobre o PIB: 31%
- IDH: 0,908
- Irbes: 156,53
- IEF: 6º
- PIB: 10º

8º) Nova Zelândia
- Carga tributária sobre o PIB: 31,3%
- IDH: 0,908
- Irbes: 156,19
-IEF: 3º
-PIB: 53º

9º) Grécia
- Carga tributária sobre o PIB: 30%
- IDH: 0,861
- Irbes: 153,69
- IEF: 130º
- PIB: 45º

10º) Eslováquia
- Carga tributária sobre o PIB: 28,4%
- IDH: 0,834
- Irbes: 153,23
-IEF: 50º
-PIB: 64º

30º) Brasil
- Carga tributária sobre o PIB: 35,13%
- IDH: 0,718
- Irbes: 135,83
-IEF: 118º
-PIB: 9º

Veja que interessante: os top 10 são países ricos com elevadíssimos indices de liberdade economica, com a Grécia sendo o único ponto fora da curva (o que é bem questionável, pois só ouço falar que as coisas não andam muito bem por lá já faz um tempo) e a Eslováquia como um meio termo. O cerne da teoria libertária é a liberdade economica para os agentes poderem negociar. Já o pobre do Brasil é um país rico, mas bem reprimido economicamente, veja que ele vai parar em 30º, de acordo com a sua lista.

Agora vejamos os top 10 menos livres economicamente:
1. Korea do norte
2. Cuba
3. Venezuela
4. Zimbaue
5. Eritréia
6. Guinea equatorial
7. Turcomenistão
8. Irã
9. República democrática do congo
10. Argentina

Vixe....



Oi, mais uma dúvida ^^ .
Preços de equilíbrio ou tendências a preço de equilíbrio existem?
Se sim como demonstrar [provar] que existem?
Se não como provar que não existem?
E se possível a visão austríaca sobre o assunto. Grato!!



Você se refere a esta notícia aqui?

www.valor.com.br/politica/4025386/em-vigor-ha-20-anos-terceirizacao-sera-proibida-na-russia

Segundo a própria, a "terceirização" (seja lá o que isso signifique na Rússia) foi revogado por pressão do "Sindicato dos Trabalhadores da Construção" da Rússia, o que, por si só, é indicador de que o arranjo era bom e irritava justamente quem tinha de ser irritado.

Mas a melhor parte vem agora. Segundo o líder sindical Abdegani Shamenov, "O fim da terceirização é um grande orgulho para os sindicatos russos". Segundo ele, a prática não aumentou a oferta de emprego no país, ao mesmo tempo em que reduziu a arrecadação de impostos e também diminuiu salários e benefícios dos trabalhadores, como férias remuneradas e abonos de fim de ano.

Será verdade? Vejamos.

Quantidade de pessoas empregadas na Rússia: aumento de 20%.

cdn.tradingeconomics.com/charts/russia-employed-persons.png?s=russiaempper&v=201704031439t&d1=19981203&d2=20170403


Quantidade de pessoas desempregadas na Rússia: queda de 60%

cdn.tradingeconomics.com/charts/russia-unemployed-persons.png?s=russiauneper&v=201704031441t&d1=19980403&d2=20170403


Salários: bom, você próprio faz a conta

cdn.tradingeconomics.com/charts/russia-wages.png?s=russiawag&v=201704031441t&d1=19170101&d2=20171231


Arrecadação de impostos: a dívida pública da Rússia simplesmente despencou

cdn.tradingeconomics.com/charts/russia-wages.png?s=russiawag&v=201704031441t&d1=19170101&d2=20171231


Ou seja, mais um mito destroçado. Mas é esquerda é isso mesmo. Sem recorrer a mentiras (porque acham que ninguém irá se dar ao trabalho de checar os fatos), ela não dura um dia.


[...]tratados comerciais nada mais são do que acordos de comércio gerenciados pelo governo, e não representam um genuíno livre comércio. Sim, concordo plenamente. E concordo também que tais acordos são ruins para as pequenas empresas e bons para as grandes empresas. [...]

e ótimas para o estado

[...]só que tem um detalhe: eles são bons para os consumidores. O resultado final para os consumidores é que as tarifas de importação diminuem radicalmente e oferta de produtos bons e baratos aumenta[...]

Tarifas do governo..... reduzem a tarifa do país X penalizando os consumidores ao ter os preços do país Y elevado,
quem ganha com isso?

O que você está dizendo é que o governo afrouxar o roubo é benéfico...


Por essa ótica, investir no Tesouro Direto é um mero reembolso


Por mim nada contra. Desde que isso não seja imposto coercivamente (pleonasmo intencional), beleza. Desde que seja apenas uma sugestão, ótimo.


O consumidor por sua vez deve observar de quem compra, e priorizar produtos sem trabalho escravo, sem degradação do meio ambiente, sem exploração animal, entre outros requisitos para que o consumo seja consciente!


Este é um ótimo insight. Aliás, foi ele que me fez mudar de ideia em relação aos "tratados comerciais".

Sim, como este site sempre apontou, tratados comerciais nada mais são do que acordos de comércio gerenciados pelo governo, e não representam um genuíno livre comércio. Sim, concordo plenamente. E concordo também que tais acordos são ruins para as pequenas empresas e bons para as grandes empresas.

Só que tem um detalhe: eles são bons para os consumidores. O resultado final para os consumidores é que as tarifas de importação diminuem radicalmente e oferta de produtos bons e baratos aumenta. Foi assim com o NAFTA e seria assim com o TPP, vetado por Trump.

Sim, grandes interesses corporativos seriam os maiores beneficiados e os mais contemplados. E os pequenos empreendedores seriam os mais prejudicados. Só que os consumidores também sairiam ganhando. E, para mim, como consumidor, é isso o que importa.

Eu era contra o NAFTA e o TPP. Hoje sou a favor. E seria a favor da ALCA também.


". Imagina a carnificina que aconteceria em brasília diante do estado de revolta que a população se encontra hoje!" se a população estivesse mais preparada (armada), 'b'rasilia pensaria muito antes de aprontar o que vem aprontando (justamente pra evitar uma bala vindo de algum revoltado).


Texto excepcional, triste saber que esquerdistas não irão ler e continuarão repetir que o capitalismos defende o empresário opressor


Correto. É exatamente isto. O crescimento econômico é algo por definição deflacionário. Ha mais bens e serviços sendo ofertados na economia. Logo, os preços unitários teriam de cair. Por que não caem? Porque a quantidade de dinheiro aumenta continuamente.

Mito: crescimento econômico causa inflação


"No livro eles consideram o termo "inflação" como sendo o aumento dos preços por si só, e que esse aumento de preços pode ocorrer de algumas formas, dentre elas, o aumento da oferta monetária"

Beleza. Então, por favor, me diga como seria possível preços aumentarem continuamente durante décadas caso a quantidade de dinheiro na economia fosse fixa?

Eu só queria saber isso. Só isso.

Se alguém comprovar, por meio da lógica, que é possível preços subirem 500% em 20 anos com a oferta monetária fixa, então eu aceito a ideia de que aumento da oferta monetária seria apenas "uma das causas" da inflação de preços. No aguardo.

"a qual eles denominam "inflação monetária", enquanto que no texto acima a definição de inflação é o aumento da oferta monetária em si."

Sim. Inflação é "aumento da oferta monetária". O curioso é que esta sempre foi a definição histórica de inflação.

Os dicionários mais antigos sempre definiram inflação como "aumento da oferta monetária". Pega sua Aurélio da década de 1980 e veja.

Carai, a própria etimologia é explícita: você está inflando, inflacionando a quantidade de dinheiro na economia.

E de novo: se inflação é "aumento de preços", então a solução para essa "inflação" é congelar preços. Simples assim. Aliás, foi exatamente o que fizeram Sarney, Collor e Dilma. Resultado direto dessa ignorância.

Por outro lado, se você entende que inflação é aumento da oferta monetária, e que isso gera aumento de preços, então, por definição, se você quiser combater a carestia, você terá de atacar a oferta monetária.

Percebeu a enorme diferença gerada por essa simples "questão de terminologia"?


Na verdade o entendimento que eu tive não é exatamente esse. O que eu vejo é uma questão de terminologia.

No livro eles consideram o termo "inflação" como sendo o aumento dos preços por si só, e que esse aumento de preços pode ocorrer de algumas formas, dentre elas, o aumento da oferta monetária, a qual eles denominam "inflação monetária", enquanto que no texto acima a definição de inflação é o aumento da oferta monetária em si.


Lee,

Você é o enésimo que aparece aqui dizendo isso.

Vamos lá, como eu acho que você nem se deu ao trabalho de ler o texto e ver os gráficos sobre o crescimento demográfico, presta atenção aqui na explicação do tio que vai cair na prova:

Mesmo que tudo o que você diz seja verdade, quem vai cobrir os gastos da previdência no ano que vem, que serão maiores que desse ano? E de 2019 que serão ainda maiores que 2018?

Quando a previdência social foi criada haviam 15 trabalhadores para cada aposentado, daqui a vinte anos teremos 1,5 trabalhador para cada aposentado. Como o INSS nada mais é do que um esquema ponzi, a sua solução apresentada por você só funciona no longo prazo se, e somente se, o todos os impostos (sem exceção) forem direcionados para a previdência.

Esqueça saúde e educação pública, o governo federal viveria somente em função da previdência.

Assustou? É isso que você propõe.


Pelo que eu entendo nem precisava a renda de ninguém aumentar. Se a base monetária nunca aumentasse, fosse fixa, o aumento da produtividade e da população causaria uma deflação. E no final todo mundo iria ganhar menos e comprar mais com menos dinheiro.


Grato, pela resposta, realmente, sempre usei "poupança", e nada mais.
Entendi.


Talvez ele esteja perguntando "de onde vem o dinheiro que irá pagar os rendimentos do TD". E a resposta é "Do bolso dos pagadores de impostos."


Você sabe ao menos o básico sobre o Tesouro Direto? Há três tipos de aplicações:

1) Aplicações atreladas à taxa Selic;

2) Aplicações prefixadas;

3) Aplicações que pagam toda a variação da inflação mais uma taxa prefixada;

As aplicações atreladas à Selic pagam exatamente o valor da taxa Selic (que sempre é maior que zero; atualmente, 12,15% ao ano).

As aplicações prefixadas pagam taxas fixas, as quais são determinadas no momento da compra. Estas taxas variam diariamente de acordo com as condições do mercado. No início de 2016, auge da turbulência econômica e política no Brasil, cheguei a comprar títulos prefixados que irão me pagar 16,15% ao ano até 2023. Atualmente, estes títulos estão pagando 10,10% ao ano.

Já as aplicações atreladas ao IPCA pagam toda a variação do IPCA mais uma taxa prefixada. Voltando a janeiro de 2016, comprei títulos que me pagam IPCA mais 7,82% ao ano até 2035. Ou seja, mesmo que o IPCA seja zero até 2035, terei um rendimento garantido de 7,82% ao ano até 2035.

Atualmente, estes títulos estão pagando IPCA mais 5,15%.

Entendeu agora de onde vem o rendimento?


Leandro, muito interessante, parabéns pelo artigo. Por favor, explique para mim, se a inflação é zero, como haveria rendimento na aplicação "tesouro direto"?
Grato.



Você está certíssimo João. Parabéns. Falou tudo em poucas palavras. Merece pois se esforçou para conseguir.


--Retirar metade da renda da população para dar serviços médicos que custariam bem menos pelos planos de saúde privados é uma política que ajuda os mais pobres.


Ulisses, Fernando e Octaviano, obrigado. Octaviano, onde posso encontrar os textos de liberais, libertários e do Campos sobre o assunto?


Uma vez achei que só havia fanáticos truculentos na extrema-esquerda. Vejo agora que há autoaclamados "liberais" com condutas bem parecidas contra seus "inimigos" ideológicos. Como diria a Regina Duarte, tenho medo desse pessoal e do que são capazes pra colocar em prática suas visões de mundo ("verdades inquestionáveis" acessíveis a um seleto grupo de iluminados que tem a obrigação de convencer os demais - pela argumentação ou pela força que for necessária). Tem aqui até os que defendem a obrigação de destruir o estado por dentro, cometendo infrações e não cumprindo obrigações legais. E a jihad contra os "parasitas".


Ou seja, busque ser o parasita, nunca o hospedeiro HAHA!


O que explica o insucesso da terceirização na Russia que os obrigou a revogar a lei que permitia a terceirização no país? Os resultados foram diminuição das condições e salários e não houve a criação de empregos esperada.


Já dei detalhes lá em cima. Volto a repetir.

Eu apenas surfo na ignorância do povo: o país tem as maiores taxas de juros do mundo, ninguém se aproveita delas (vide o espanto de vários aqui com o efeito dos juros compostos), e aí sobra muito mais ativos para mim.

Por mim, que continue tudo exatamente como está. Que a reforma da Previdência seja barrada, que esse arranjo fraudulento continue sendo a alegria do povo, e que ninguém se preocupe em poupar e investir (pois os idiotas acreditam em esquema de pirâmide). Aí sobram mais títulos a juros altos para mim. Como o governo terá de gastar e se endividar cada vez mais, eu estarei ali para financiá-lo a juros altos. E os próprios idiotas crentes na Previdência terão de pagar impostos cada vez mais altos para bancar os juros dos meus títulos.

De novo: acho ótimo que o povão continue ignorante e que a demanda por ativos financeiros continue baixa (e, logo, seus juros continuem altos). Meus rendimentos estão sensacionais (na própria NTN-B Principal, "apenas" 53% em um ano).

Graças a um bom educador financeiro que tive (meu pai), nunca paguei INSS (sou autônomo free-lancer), e sempre investi na renda fixa. Pretendo me aposentar, no máximo, aos 55 anos de idade. Mas já quero, aos 50, ter um bom colchão acumulado que já me permita viver de renda caso aposente antes. Essa é a minha meta.

Quero que todos fiquem longe do Tesouro Direto. Mais juros sobrarão para mim.


Renda per capita de US$ 19.509.

Sabe quanto é a do Brasil? US$ 15.165.

E detalhe: isso aí é uma ilha que fica na África. Repito: na África!

E tá dando cacete na gente. Renda per capita 30% maior. Incrível! Para um país africano, isso é quase uma utopia.


P.S.: obrigado por chamar atenção para isso. Eu mesmo nem sabia. Fui olhar os números e embasbaquei.



Não, Henriqu. Preço do dinheiro é exatamente a definição que foi dada pelo "Atento". Quanto custa você obter o dinheiro? Se uma dúzia de ovos custa R$ 12, então o preço de R$ 1 é um ovo. Você tem de dar um ovo para conseguir um real. Esse é o preço do dinheiro.

Se o dinheiro se desvalorizar -- isto é, se o preço do dinheiro ficar mais barato --, então uma dúzia de ovos passará a custar R$ 24, o que significa que com um ovo você agora compra dois reais. O dinheiro ficou mais barato.

Antes, você precisava de dois ovos para conseguir dois reais. Agora você só precisa de um ovo.

Ou, colocando de outra maneira, antes um ovo lhe comprava R$ 1. Agora, um ovo lhe compra R$ 2. O dinheiro barateou (se desvalorizou).

Já os juros não são o preço do dinheiro. Juros são o custo de você pegar dinheiro emprestado. Perceba que, quando você vende o ovo, o dinheiro é seu. Já quando você pega dinheiro emprestado, o dinheiro não é seu.


Aí seria um perfeito -- e fictício -- exemplo de planejamento central que funciona.

Aliás, uma pergunta básica: o governo vai expandir a oferta monetária e vai dar esse dinheiro para quem? Sim, pois a pessoa que receber esse dinheiro antes de todas as outras estará em situação privilegiada: ela terá mais poder de compra (tem mais dinheiro), mas os preços ainda não se alteraram. Esta é a que mais ganhará.

Já o infeliz que receber este dinheiro por último será o mais fodido: quando o dinheiro chegar a ele, todos os preços já terão subido.

Eu quero ser o primeiro!

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2451


"Segundo os livros "A inflação pode ser definida como o processo persistente de aumento do nível geral de preços, resultando na perda de poder aquisitivo da moeda, de tal modo que sua função de reserva de valor fique prejudicada""

O que apenas mostra a nossa miséria intelectual. Segundo essa definição, primeiro os preços sobem do nada. Aí, como consequência dessa subida mágica de preços, a moeda "perde poder aquisitivo".

Ou seja, no mundo mágico dos livros-texto, são os preços que definem o poder de compra da moeda, e não o poder de compra da moeda que define os preços.

PQP!


Posso te dar um aperto de mão e um abraço? Concordo com tudo que escreveste sem tirar nem por uma vírgula sequer.