Últimos comentários


OFF TOPIC

Alguém tem informações sobre o que aconteceu com a tradução do Man, Economy and the State do Murray Rothbard?? Eu sem que o Power and Market foi traduzido, mas enquanto ao corpo principal? Recordo-me que ele também estava em processo de tradução. Abraço!


Augusto,

O Temer está detonando o país. O governo Temer já acabou. Não vai ter reforma.

O cara está deixando uma dívida de mais de 250 bilhões em dois anos.

Temer é Dilma. Dilma é Temer.

Essa gente de Brasília só quer reformar o crime.







Augusto, temer se reeleger é impossível.
E pior: Ele esta agora remando pra conseguir chegar em 2018 no poder, simplesmente tentando terminar o mandato.
E ele não esta com essa bola toda, o solo esta cedendo e logo menos esse apoio todo já era!




Abraços


Geraldo, diga-se que UNESCO, FAO, OIT e similares são apenas cabides de emprego para burocratas muito bem pagos passarem a vida no bem-bom às custas dos contribuintes enquanto divulgam suas ideologias.


Eu estudava normalmente. No ensino básico, minhas aulas eram de tarde e eu ajudava de manhã. No ensino fundamental e médio, era o inverso. Era nas férias que eu trabalhava em tempo integral (a partir dos 12 anos).

Não, eu não estava entre os primeiros alunos da minha turma. E quer saber? Aquilo não me fez a menor falta na vida. (A única coisa de útil que se aprende na escola é matemática, principalmente a financeira).

Geografia e história são doutrinação pura. Biologia é perda de tempo (ficar estudando o ciclo de reprodução das samambaias é o mais completo exemplo de como nosso ensino é falido). Física eu adorava, mas tinha pouca aplicação prática para mim. Química era praticamente outro universo. Eu estudava apenas para passar. Já de português eu sempre gostei (modéstia à parte, sempre fui bom nesta área; acho que é porque sempre li muito).

Ninguém tem coragem de falar isso, mas escola é o mais engodo que existe. Se realmente fosse para ensinar apenas o essencial, não seriam necessários mais do que 5 anos. No máximo.

"Ora, é obrigação dos pais prover sustento aos filhos, pelo menos enquanto estes são crianças. Todo mundo sabe disso."

Concordo plenamente. O que discordo é você dizer que deve ser proibido criança trabalhar. Por você, meu pai teria ido para a cadeia e eu estaria sob cuidados de burocratas do estado.


Ora, é obrigação dos pais prover sustento aos filhos, pelo menos enquanto estes são crianças. Todo mundo sabe disso.

Guilherme, como você ia na escola? Tirava notas boas? Pergunto isso pois, segundo estudo da Unesco, crianças que trabalham têm pior desempenho escolar: g1.globo.com/educacao/noticia/2015/07/trabalho-infantil-piora-desempenho-na-escola-diz-estudo-da-unesco.html

Marconne, sou apenas uma pessoa que se preocupa com o futuro das crianças. Se os pais acharem que uma criança tem que trabalhar desde cedo, problema deles, só que provavelmente essas crianças vão crescer e, por não irem bem na escola, estarão condenadas a subempregos (o Guilherme é exceção, pois herdou a firma do pai), e os pais se sentirão culpados por isso (a maioria, pelo menos).



Tucano não tem fibra para fazer reforma. Eles tremem de medo feito donzelas virgens perante a simples hipótese de serem chamados de "neoliberais". Jamais confie num tucano; eles afinam na hora H.

Meio Michel Temer tem mais fibra e coragem que quatro tucanos juntos. Torço pela reeleição de Temer.


A quadrilha chama ANVISA retornou um Oxímetro de dedo que comprei à loja de origem da compra. E para esse produto? Como você explica as normas e leis, sendo que é um aparelho eletrônico, pequeno que não tem nenhuma influencia sanitárias????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????


Diga isso para uma criança que passaria fome se não trabalhasse.



No meu caso é o contrário: trabalhava numa empresa pública que foi privatizada e acabei sendo mandado embora.

Mas o tempo passou, fiz concurso público e hoje, graças ao Estado, tenho meu emprego estável.



Na minha opinião... Na verdade curriculun vale menos que conexões em qualquer lugar... Não só no Brasil... E que bom que é assim...

Estudar em lugares renomados e/ou caros não fará necessariamente de você um bom profissional. Assim como mesmo em boas empresas existem profissionais muito ruins... Se a análise fosse por curriculun somente e não por indicação... As empresas errariam mais.


Penso exatamente assim também.

Mas veja, PMDB sem chances dele se filiar, mas continuando no PSDB, acho que conseguiria aprovar sim, afinal o PMDB e o PSDB não estão na mesma base? Não rolou ministério pra eles?
Porque não seria possível uma coligação com o PMDB como fez a Dilma?



"Criança tem que estudar, não trabalhar"

Quem é você para dizer e querer impor o que os filhos dos outros devem fazer ou deixar de fazer?


Meu pai tem uma pequena loja de eletroeletrônicos e eu comecei a trabalhar nela aos 7 anos de idade. Hoje, graças a isso, tenho 32 anos e a gerencio (meu pai já se aposentou).

No que dependesse de você e deste seu "amor pelas crianças", você mandaria meu pai para a cadeia (pelo crime supremo de ter me ensinado o valor do trabalho desde cedo) e eu provavelmente teria crescido num orfanato. Consequentemente, talvez eu hoje estivesse na cadeia por ter cometido algum crime (gente que nunca trabalhou e não conhece a ética do trabalho é muito mais propensa a cair na criminalidade).

Você é um grande humanista.


Epa, amigo, perai. Cuidado com esse comentário. Orientação sexual nada tem a ver com orientação política. Uma não é causa nem consequência da outra.

O máximo que você pode afirmar é que talvez existam muitos estatistas entre os grupos LGBT, o que acaba influenciando o modo que eles agem.

No mais, uma pessoa de sexualidade não hetero só quer viver sua vida normalmente, sem que pessoas fiquem enxendo o saco ou olhando torto. Se existem estatistas entre os LGBT, paciência.


Agora vamos ler a "nota" da "ANAMATRA" divulgada por ocasião daquela fala do tal deputado Maia:

"Críticas sobre o aprimoramento de todas as instituições republicanas são aceitáveis, mas não aquelas - aí sim irresponsáveis - com o único objetivo de denegrir um segmento específico do Poder Judiciário que, especialmente neste momento de crise, tem prestado relevantes serviços ao país e aos que dela mais necessitam. Somente em 2015, 11,75% (4.980.359 processos) do total de novos processos ingressados no Poder Judiciário representaram as ações relativas ao pagamento de verbas rescisórias, dado que revela o quanto a Justiça do Trabalho é imprescindível em um país desigual e injusto."

Viram só? O "argumento" em defesa da existência de um sistema que destrói empregos é esse: "11,75% do total de novos processos ingressados na JT representaram as ações relativas ao pagamento de verbas rescisórias, dado que revela o quanto a Justiça do Trabalho é imprescindível em um país desigual e injusto".

12% de processos de verbas rescisórias é o "dado que revela" a "imprescindibilidade" da JT? Ora, verbas rescisórias são encargos sociais e trabalhistas, que criam desemprego. E ainda que assim fosse, e os outros 88% dos processos? Também devem servir para fazer "justiça social", não é mesmo?

Isso é o mesmo que dizer que jogar gasolina é a solução para apagar fogo.

Quem cria desemprego é o estado, especialmente via "sistema trabalhista".

A burocracia estatal quebra as pernas de quem gera empregos e de quem precisa de emprego, e com o dinheiro extraído à força do setor produtivo dá cadeira de rodas (subsídios para certas categorias e auxílios e bolsas para desempregados) para posar de "justiceira social".

Essa "lógica redistributiva" aniquila a propriedade privada, aniqulando os incentivos tanto para empreender quanto para as pessoas em geral ralarem em busca do próprio sustento.

É um arranjo tão perverso quanto mistificador.





Curriculum no Bostil não vale nada. O que vale na República das Bananas são suas conexões.


Concordo com quase tudo o que é dito nesse artigo, exceto a parte do trabalho infantil. Criança tem que estudar, não trabalhar.


Se a escolha fosse entre ele, Lula, Ciro Gomes, Bolsonaro e toda a fauna da extrema-esquerda, então eu apertaria na urna o número do Dória até os botões afundarem.

E torço para ele se filiar ao PMDB. Aí ele conseguiria aprovar absolutamente quaisquer reformas importantes.


Digamos que você está com um projeto novo, chamado "Operação Kino". Você precisa contratar um funcionário de confiança, fez as contas e consegue pagar R$ 1.000 por mês para realizar algumas tarefas. Entrevista um candidato chamado Django, bem capacitado e com experiência, mas que pede R$ 1.200. Entrevista outro chamado Jules, menos capacitado, mas que pede R$ 1.000. Entrevista mais um, chamado Hanz, tão competente quanto o Jules, mas que, por estar desempregado, aceita trabalhar por R$ 700.

Qual você contrataria? (em tempo, é uma pegadinha óbvia, pois o salário mínimo estabelecido pelo governo é de R$900. Nosso caro Hanz vai continuar desempregado)

Você quer saber quanto vale o trabalho de alguém? Como tudo na vida, depende.


Graças a escassez artificial do emprego provocada pelo estado brasileiro, bons empregos se tornaram mercadorias e o mercado se encarrega da melhor maneira de alocar esses recursos escassos, pois ter alguém que garanta a qualificação de um indicado colocando em risco sua moral na empresa é mais valioso que qualquer diploma.
Indicações economizam tempo do RH da empresa, o profissional indicador seleciona o colega de acordo com a capacidade deste se adaptar à organização, principalmente quando é indicando genro ou filho, pois o dever moral é maior, além da eterna dívida por ter lhe indicado em um bom emprego.
Bem observado, no Brasil quem não cultiva bons relacionamentos profissionais e fica pouco tempo em empresas só consegue os empregos com piores salários.


Tirando os funcionários públicos, basta ver o salário pago.

O que não existe mesmo é um meio de comparar os valores do trabalho de empregados públicos e privados.


Caso o mercado fosse deixado livre, o valor X sempre seria o valor praticado. O livre mercado é o único meio capaz de determinar corretamente a precificação de qualquer coisa, seja de um objeto ou de um trabalho. Não existe nenhuma fórmula capaz de dizer a dissonância entre o valor praticado num mercado regulado e o valor que seria praticado na mesma situação num mercado livre.


O que interessa a economia é, não só a produção, mas a produtividade.


Como determinar o quanto vale o trabalho de alguém, no caso do Brasil? Que parâmetros usaríamos para chegar a um valor X?


Além do que foi dito nesse texto excelente, eu já percebi faz um certo tempo que, pelo menos no Brasil que possui leis trabalhistas absurdas, você somente consegue empregos melhores por indicações.

Qual será o motivo disso? Será que é porque a produtividade é deixada de lado e o primeiro plano é não se arriscar sendo processado graças à CLT por um empregado que você não conhece direito ?


Eita mundo cruel... graças à entraves estatais, uma pessoa como eu (18 anos), sem qualificação, fica ainda mais sem possibilidade de arrumar um emprego.

Mococa hoje é um antro de burocratas e funcionários da prefeitura. O jeito foi eu vender na informalidade mesmo, porque até hoje não entendi toda uma burocracia estatal pra abrir um negócio. Estão me incentivando à ser um concurseiro mesmo.



todos os seus contratos seriam basicamente invalidos, é proibido até mesmo contrato em moedas estrangeiras entre brasileiros.







Pessoal, alguém viu sobre o João Dória se dizer liberal?

Tem uma teoria sobre ele ser um liberal clássico e que todo esse seu discurso é somente pra adentrar ao estado, ou seja, ele usa termos social-democratas porque é mais aceitável pela opinião pública mas no fundo ele fará reformas mais liberais. Meio que uma ''estratégia''.

Acham que isso faz algum sentido?
Por exemplo, nas eleições dos EUA ano passado, ele queria que a Hillary ganhasse, sera que ele mentiu ou de fato é um democrata? Parece que ele tem brigado com o pessoal do PSDB também..


O que acham? Se ele fosse presidente, votariam nele?


Abraços


Esse pensamento de achar que o "estado" ajuda o trabalhador é mal-intencionado. Todo esse "controle trabalhista" nada mais é que um acordo monopolista entre burocratas governamentais e chefes de grandes corporações, que possuem vínculo com a bandidagem do governo. Livre Mercado de Trabalho já!


Ih, rapaz, vou ficar lhe devendo essa. Nada sei sobre as peculiaridades do mercado imobiliário do Canadá. Qualquer coisa que eu falasse a este respeito, mesmo munido de algumas estatísticas específicas, seria mero chute de minha parte, configurando falta de ética e profissionalismo.

O que sei sobre o Canadá é aquilo que está disponível publicamente: a expansão do crédito por lá está bastante forte. Não é nada improvável que boa parte disso esteja indo para o setor imobiliário.

cdn.tradingeconomics.com/charts/canada-loans-to-private-sector.png?s=canadaloatoprisec&v=201703102023t&d1=19170101&d2=20171231

Se estiver, então realmente pode estar havendo a formação de uma bolha. Quão grande e quão séria? Não faço ideia.


Sim, estou bem familiarizado com os escritos de Steve Keen e sua defesa do "jubileu da dívida". Gosto muito de suas críticas à economia neoclássica (algo que a Escola Austríaca compartilha inteiramente com ele). Dito isso, eis algumas considerações:

1) A dívida nada mais é do que o outro lado da expansão do crédito. Se pessoas e empresas estão tomando crédito, então, por definição, elas estão se endividando.

Consequentemente, falar sobre expansão do crédito é absolutamente a mesma coisa que falar sobre expansão do endividamento. Não existe crédito sem dívida. Todo crédito gera uma dívida. Toda dívida surge com um crédito.

2) Logo, falar sobre expansão do crédito (que foi exatamente o que o artigo fez) é exatamente o mesmo que falar sobre expansão da dívida privada. Por definição.

3) Consequentemente, se a dívida privada chegou a níveis insanos ao final da década de 1920, isso ocorreu exatamente porque houve uma insana expansão do crédito naquele mesmo período. Exatamente como explica o artigo.

Entendido isso, vamos aos pontos mais específicos:

4) Os ciclos econômicos ocorrem independentemente do nível dívida/PIB. A recessão é uma consequência inevitável da expansão do crédito. Toda expansão do crédito, ao chegar ao fim, gera uma recessão. Sem exceções.

5) A duração e a intensidade desta recessão dependerão, primeiramente, do quão intensa foi a expansão do crédito. Quanto mais tempo durou a expansão do crédito e quanto mais farta foi essa expansão, maiores foram as distorções na economia e maior será o tempo necessário para a correção.

6) Quanto mais o governo intervir nesse processo de correção, mais tempo levará para a economia ser consertada (como mostra o artigo, uma recessão que começou no final de 1929 só acabou em 1946, tamanha foi a intervenção do governo no processo de correção.

7) Agora vamos especificamente ao seu ponto: o tamanho da dívida privada em relação ao PIB -- e este é o ponto importante -- definirá o tamanho da desalavancagem necessária para se corrigir a economia e se retomar o crescimento. Se a dívida/PIB é de ínfimos 10%, por exemplo, então a desalavancagem necessária será praticamente nula, e a retomada econômica será rápida. Já se a dívida é de 200% do PIB, aí você pode ter a certeza de que a desalavancagem será bem demorada (e muito mais dolorosa).

8) No entanto, tudo isso é apenas uma consequência da expansão do crédito farto e barato. Esta é a causa que tem de ser entendida e combatida: a expansão do crédito facilitada pelo governo, que manipulou os juros e os reduziu artificialmente, incentivando o endividamento e punindo a poupança. Toda a causa do desarranjo começa aí. Níveis altos de dívida/PIB são apenas uma consequência da expansão do crédito, a qual foi estimulada pelo governo (que é quem estipula a taxa básica de juros).

9) Tendo agora entendido tudo, fica a pergunta: "jubileu da dívida" resolve? Steve Keen sugere que o Banco Central imprima dinheiro e o repasse diretamente para os devedores, os quais estariam então obrigados a quitar suas dívidas com o sistema bancário.

O problema, no entanto, é: e o risco moral? Se eu sei que posso me endividar à vontade -- pois, no final, o governo irá me socorrer --, que incentivo eu tenho para ser poupador e empreendedor? Mais ainda: e aqueles que tiveram uma vida inteira de prudência e frugalidade e, por isso, não contraíram dividas? Estes serão os verdadeiros punidos, pois, enquanto eles se privaram de vários prazeres, os hedonistas foram à forra e, agora, estão sendo socorridos pelo governo. No final, hedonistas e poupadores estarão na mesma posição. Isso é imoral e anti-ético.

Finalmente, após esse jubileu da dívida, o que exatamente irá impedir que todo o ciclo se reinicie e gere os mesmíssimos problemas?

Isso nunca foi respondido.

Não me entenda mal: dado que sou um crítico de todo o processo da expansão do crédito gerado pelo governo e pelo sistema bancário de reservas fracionárias, não sou contra uma medida que leve a fim deste arranjo. Só que o jubileu da dívida não apenas não faz isso, como ainda faz tudo errado:parodiando os personagens do famoso faroeste de Clint Eastwood, o jubileu da dívida pune os bons (os poupadores e os frugais), premia os feios (hedonistas e gastadores) e socorre os maus (os bancos, até então insolventes por causa das dívidas não-quitadas, serão instantaneamente socorridos pelo jubileu).

Quer uma solução prática e factível? Foi explicada neste artigo:

Propostas para uma reforma bancária completa e estabilizadora



Off topic

Supondo que um empreendedor quisesse sua própria moeda privada, se ele montasse um armazém de ouro e aí, pra cada quantidade de ouro armazenada, lá ele emitisse para o proprietário certificados em papel ( no caso, papel-moeda disfarçado) o governo poderia interferir e proibir ou ele teria autonomia pra isso?


Por isso, o que realmente interessa para uma economia é a produção, e não o emprego. A produção é o fim supremo.

Embora o restante do texto seja enfático sobre o ponto que comentarei a seguir, acredito que a frase precisa de um ajuste. A produção por si só não deveria ser um fim. A produção de bens consumidos espontaneamente pela sociedade e capazes de gerar lucro em sua produção/comercialização é que deveria ser o objetivo final.

Repetindo, o restante do texto ilustra bem esse ponto que estou comentando. Apenas reforço que a frase acima, isoladamente, traz um "erro" importante.


O fato é que o preço da mão de obra só pode ser valorizado, quando existe concorrência por mão de obra entre as empresas.

Quanto maior o número de empresas, maior será o salários dos trabalhadores.

Proibir e confiscar o patrimônio das empresas não vai aumentar o preço da mão de obra.

O preço da mão de obra nunca será valorizado quando existem poucas empresas.

O valor do trabalho está diretamente ligado ao número de empresas que precisam de trabalhadores.



Leandro,

Aqui no Canadá, há um grande polêmica sobre a existência ou não de uma bolha imobiliária.

Sem querer abusar da sua boa vontade, dá para emitir uma opinião sobre isso apenas com uma olhada rápida para alguns indicadores ou esse é o tipo de coisa que demandaria uma longa análise?



Achei o artigo interessante, porém algo me chama atenção. Nenhum comentário ao nível de dívida privada no sistema na época. Segundo alguns gráficos que já vi (exemplo o gráfico nessa matéria: https://www.forbes.com/sites/stevekeen/2016/11/09/to-make-america-great-again-write-off-the-private-debt/#3ff920aa73f8 - não tenho expertise para concordar com o autor quanto ao write off the dívida privada, me interessa o gráfico de Dívida/PIB apenas) o nível de dívida/PIB na época não tem paralelos a não ser hoje. Dessa forma a crise de 1921 teria ocorrido também com um nível de divida/PIB bem menor. Note que se trata de dívida privada (segundo um artigo entitulado "The Great Leveraging" do NBER a dívida privada é um indicador antecedente de crise melhor do que dívida pública).

Nessa linha a explicação de Irving Fisher em seu artigo "The Debt-Deflation Theory of Great Depressions" - 1933 me parece das melhores e a maneira como os neoclássicos ignoram essa explicação está entre as coisas que mais desprezo no universo da ciência (exemplo o Bernanke nos "essays from the great depression").

Pelo que entendo, nosso sistema monetário, através das reservas fraccionais, cria o principal de uma nova dívida do nada, porém não cria o juros para pagar essa dívida. Esse juros teria que vir de duas formas, ou um aumento contínuo e provavelmente insustentável na velocidade do dinheiro (até meio fantasiosa essa opção me parece) ou uma expansão contínua das dívidas para o que principal criado do nada das dívidas novas sejam os juros das dívidas velhas. Esse sistema não tem estado de equilíbrio, ou cresce de maneira exponencial ou colapsa de maneira desordenada.

Dito isso me parece que sempre que o nível de dívida privada atinge patamares que não se sustentam nem com juros a zero o mercado vem abaixo e inúmeras falências de empresas e reciclagem na força de trabalho é inevitável, com ou sem a intervenção do governo. O que o autor teria a dizer quanto a essa questão da tendência natural da dívida crescer mais que o PIB até o ponto de ser necessário um ano do jubileu (de perdão de dívidas) que segundo o Ray Dalio, gestor do Bridge Water, consta até no velho testamento?


O arranjo que ele descreveu é anarcocapitalismo, puro e simples.

Não há como ser "anarcocapitalista" e "monarquista" ao mesmo tempo. Uma coisa exclui a outra.

Monarquia é estado; por mais estado mínimo que possa ser (ou que se possa desejar que seja), continuará sendo estado (é estado monárquico); logo, não tem como ser anarcocapitalista (ausência de estado) e monarquista ao mesmo tempo.

Monarquia NÃO significa apenas um proprietário de um território gigante com uma coroa na cabeça. Isso NÃO É monarquia. Se monarquia fosse isso, todo e qualquer fazendeiro que colocar uma coroa na cabeça viraria rei, e sua propriedade viraria monarquia. Mas monarquia NÃO se define apenas pela propriedade privada do território de um rei.

Monarquia é estado; logo, todas as características que definem um estado se aplicam à monarquia.

Isso está no próprio texto do Hoppe (cuja tese é a de que o estado monárquico é menos pior do que o estado democrático), ali linkado:

"O primeiro ponto a ser enfatizado é: estados — sejam eles monárquicos ou democráticos — não são empresas. Eles não produzem nada para ser vendido no mercado, e, como tal, suas receitas não advêm da venda voluntária de bens e serviços.
Ao contrário: estados vivem da coleta de impostos, que são pagamentos coercivos coletados sob ameaça de violência.
Portanto, sendo um anarcocapitalista, não sou apologista nem da monarquia e nem da democracia. Porém, se tiver de escolher um desses dois regimes maléficos, então é seguro dizer que a monarquia tem certas vantagens.
"

Logo, monarquia implica cobrança de impostos; logo, monarquia implica chefe de estado como sendo chefe de um exército; logo, monarquia implica monopólio dos serviços de segurança.

Nunca existiu na História monarquia sem monopólio do exército e sem exigência coercitiva de tributos.


O único setor que a Urss era inovadora e competitiva era o militar (inclusive aeroespacial), e ainda assim com o tempo, seus aviões passaram a ficar defasados comparados com os da Usaf, por exemplo.

Tanto que é foram notórios, em outros setores, os casos de importação de tecnologia ocidental (como a Lada que na glasnost recorreu á projetos Fiat para melhorar seus carros) por parte de Moscow.


Essa pode parecer uma afirmação absurda, mas a economia é o menor dos problemas da Argentina. De nada adianta um presidente que entenda a economia se ele não tiver força política para fazer o que deve ser feito. E Macri não tem essa força. A política na Argentina talvez seja pior do que a brasileira. Os espaços para trabalhar são muito curtos.

Mas o pior mesmo é o problema cultural. Esse apego ao estatismo e populismo não cessa mesmo após décadas de fracasso. Seria necessário um trabalho cultural começando do zero, como liberais e conservadores vem fazendo por aqui. Aliás, vendo os argentinos, fico com a impressão de que os brasileiros são bem mais abertos ao liberalismo, por incrível que pareça.




"O modus operandi é sempre o mesmo, seja na ação ou na reação. Sobrepõem temas freneticamente, lançam informações falsas ou adulteradas, distribuem acusações as mais estapafúrdias, muitas valendo-se de polilogismo. Fazem, enfim, o que podem para não permitir que nenhuma discussão prospere, pois isto exibiria a fragilidade dos argumentos ou a própria ignorância individual acerca do tema em questão" - Engraçado, que essa parte do texto me fez lembrar automaticamente de uma reportagem lida na Folha de SP sobre o MBL ser apontado por pesquisa da USP como sendo os maiores propagadores de notícias falsas na internet. Me parece que o MBL não é um "movimento" de esquerda não é mesmo!



Off:

Vocês viram a última daquela senhora chamada Dilma Rousseff?

Essa senhora está dizendo aos quatro ventos que o "erro" dela foi "baixar impostos". Isso mesmo. A mulher falou isso lá na Suíça.

E agora insistiu dizendo que foi expelida do governo em virtude do seu "sucesso" para "acabar com regime neoliberal de redução de impostos".

Para essa senhora, "crises econômicas" são causadas por "diminuição de impostos".

É tão espantoso quanto inacreditável.


O capitalismo foi criado por Deus.
O direito a propriedade é reconhecido no 8º mandamento "Não Furtarás" Ex.20:15. A propriedade é protegida por Deus.




Sempre foi assim. Nada de diferente.

O que você tem de ver é se esses argentinos são trabalhadores comuns da iniciativa privada ou se pertencem à casta privilegiada de funcionários públicos (são mais de 4 milhões de funças na Argentina, supremamente bem pagos).


Não sei se você sabe, mas a maior parte da culpa pela péssima situação que se encontra Angola hoje foi a guerra civil promovida por grupos comunistas....


Alguém sabe explicar a que se deve a "invasão" argentina nas praias do sul do país esse ano? Estive em praias de Santa Catarina e Rio Grando do Sul e a impressão que tive é que havia mais argentino que brasileiro.
Com essa situação financeira que o país deles atravessa, não consegui entender tantos turistas gastando dinheiro aqui. Tem algo a ver com a liberação da compra de dólar?


nem espertalhões eles são. na verdade são vagabundos. ou funcionários públicos, o que dá no mesmo. se fossem espertos não matariam a galinha dos ovos de ouro. outro dia entrei em rota de colisão com um desses detratores do capialismo que mamam nas tetas do estado. sugeri a ele, após ouvir seu nauseante argumento de que o capitalismo é a raiz de todos os males, que ele implantasse o socialismo na faculdade onde ensina, começando por somar todos os salários, de reitor a asg, e dividir pelo número de parasitas que lá trabalham. lógico que ele não topou. o q ele quer é viver do dinheiro roubado de quem produz riqueza. sugiro a quem tem esses acessos de niilismo por viver num país que tenta ser capitalista, que se suicide, se o fardo estiver muito pesado.


Não te incomoda ter sempre que oferecer algo pra poder receber ?

Você nasceu pelado,sem dente...e sem um tostão no bolso !!!


O cara primeiro tem que ser útil para alguém, cliente, empresa qualquer um. Depois, vai receber dinheiro. Essa é a ordem natural.

Agora o que tem de gente reclamando o direito de receber $$ antes de ser útil...


Ah, entendi. Então você quer ganhar dinheiro sem oferecer nada em troca.

Você quer poder consumir os frutos do trabalho alheio sem ter produzido nada em troca para essa pessoa.

Você, na prática, quer viajar de avião, se hospedar em hotéis chiques, comer bem e viver luxuosamente sem ter de trabalhar para isso.

Você, em suma, quer escravizar terceiros. Você quer que os outros produzam para lhe atender sem que você também tenha de produzir coisas em troca para atender essas pessoas. Você quer ter tudo na mão sem ter de trabalhar para isso e sem servir a ninguém.

Isso é uma ideologia de espertalhões.


Como adendo à ótima resposta do Aurélio, vale também enfatizar que nenhuma das empresas que o Capital Social citou são vitais para o ser humano. Você pode viver, e muito bem, sem computadores e vídeos de internet. Nenhum desses são bens vitais.

Agora, a Intel não é um monopólio e não pode cobrar o que bem entender, mas somente o que o mercado está disposto a pagar. Se você acha que um Xeon a R$2.000,00 é muito é porque você não entende esse mercado (chips de alta performance). Placas GPU multicore da NVidia podem custar o dobro facilmente.

Por fim, a verdadeira desgraça do monopólio, e da qual ninguém fala, está no monopólio estatal. E sobre produtos realmente cruciais.

Coisas vitais como água (sem água você morre, correto) e saneamento são monopolizados (água é sim um monopólio) pelo estado e, consequentemente, acabam não sendo consumidos pela maioria da população da Terra. E, pasmem, mesmo no Brasil, somente 63,9% (segundo as estatísticas governamentais, as quais, a gente sabe, são pra lá de minimizadas) das residências tem acesso à água. E não, você não pode furar um poço sem a explícita aceitação governamental. Nem tampouco você pode vender (ou mesmo dar) água encanada para seus vizinhos (no caso de você ter um poço, mesmo que ilegal).

E não adianta ter dinheiro: moro em uma casa em Manaus, cidade banhada pelo maior rio do planeta e pelo 10 maior rio do planeta, em um terreno de 630m2, que conta com 5 ar condicionados, 5 TVs e todas as demais comodidades modernas e, ainda assim, a companhia de água não tem um sistema de distribuição que leve água a minha casa. Resultados, furamos um poço de 65m.

O que você (e um eventual leitor) não entendem é o conceito de monopólio. Nem tampouco entende que um monopólio somente pode existir por questões governamentais e jamais técnicas. Produtos de tecnologia somente conseguem uma sobrevida por causa de patentes (ou seja, governo). Sem elas, chips e softwares poderiam ser copiados livremente, tornando o acesso mais fácil a estes produtos, levando as empresas a ter que inovar cada vez mais.

Produtos que teriam muito fácil o acesso da população, como água, somente faltam no Brasil por causa do governo. Uma empresa privada jamais poderia se vangloriar de ter um monopólio se não fosse esse antro de corrupção que é o governo.


Embora claramente irônico, vale uma resposta.

Para começar, monopólio significa, por definição, restrição à liberdade de entrada. E a única entidade com poderes para restringir a liberdade de entrada é o governo.

O governo impede a entrada de concorrentes em alguma dessas áreas? Em qual? Pois é.

Qualquer pessoa é totalmente livre para entrar e concorrer com essas marcas. Por que não o fazem? É simples: porque os consumidores se mostram satisfeitos com os serviços ofertados por elas. Porque reconhecem a eficiência, a qualidade e o preço.

A concorrência está lá, mas ninguém quer utilizá-la. Isso não é monopólio. E eu lhe garanto que Google, Microsoft, Intel, Nvidia e AMD só mantêm sua qualidade justamente por saberem que, se derraparem, os consumidores podem imediatamente cair nos braços dos seus concorrentes. A concorrência, mesmo que hoje estando sem mercado, consegue manter os líderes em aprumados, sempre buscando se aperfeiçoar.

Muitos também citam o Google. Ora, há mais de uma dúzia de concorrentes do Google, por exemplo. Por que você não os usa? Bing, DuckDuckGo, Blippex, Wolfram Alpha, Blekko, Naver, Yandex, Pipl, Baidu, Yacy e StartPage estão aí, [link=g1.globo.com/mundo/noticia/2013/07/google-conheca-as-alternativas-ao-gigante-das-buscas.html]implorando para você utilizá-los.

Por que você não os utiliza? Simples: porque você reconhece que os serviços fornecidos pelo Google são os melhores. Consequentemente, você voluntariamente privilegia o Google em detrimento dos outros. Você não quer abrir mão da qualidade e da praticidade do Google, né? E ainda o critica justamente por lhe fornecer todas essas comodidades.

"Youtube, Ebay e afins dominão tanto que não deixa nenhuma outra surgir e competir. Ou compra as mesmas ou simplesmente faz dump e quebra elas."

O legal é que, normalmente, as críticas aos "monopólios" dizem que eles elevam os preços e diminuem a qualidade. Já você está dizendo que há um "monopólio" que está praticando dumping e fornecendo seus serviços de graça! Eu mesmo nunca tive de pagar um centavo para usar YouTube. E sou usuário assíduo destes serviços.

Quero mais "monopólios" assim!


P.S.: veja que gozado: outro dia um cara veio aqui fazendo a mesmíssima pergunta que você, só que ele reclamou que a AMD não era páreo para a Intel. Já você está dizendo que ambas AMD são dominadoras. Ou seja, vocês reclamam da mesma coisa, mas cada um aponta diferentes "monopolista". Cheguem a um consenso, por favor.

P.S.2: um bom artigo sobre o assunto: www.mises.org.br/Article.aspx?id=1057


O poroblema é que todos pagam (coercitivamente) impostos que deveriam ser utilizados para esse fim, mas não o são. Pagar impostos e ainda ter de comprar ferramentas e por a mão na massa não é exatamente agradável, mas em alguns casos é a única coisa que funciona. Se o pagamento de impostos não fosse obrigatório, quem sabe...


Um dos assuntos mais relevantes e dabatidos da atualidade totalmente ignorado pela grande mídia do Brasil. Dó de quem assina esses jornais tradicionais.
Excelente artigo!


Excelente artigo. Moral da historia: quanto mais liberdade melhor para o enriquecimento de todos. Do contrario, quanto mais expandido for o governo mais se enriquece uma minoria ao custo da liberdade e oportunidade de enriquecimento da maioria. Simples e confirmado pelo exemplo de outros países: aqueles com mais liberdade alcançaram maior sucesso e qualidade de vida através de inovação e empreendimento livre.


O governo é o principal interessado no atraso tecnológico. Mas agora se tornou virtualmente impossível um economia sobreviver sem forte base tecnológica, incluindo o agronegócio. A tendência é a falência total do país.


Maravilhosa entrevista. Benzadeus!

Disse tudo o que eu gostaria de dizer, se minha opinião tivesse algum crédito. Artes transmitem valores, mensagens, etc., e podem (atenção para o destaque no 'podem') influenciar culturalmente uma sociedade. Mas hoje em dia, é um tanto descabido acreditar que uma elite intelectual tenha tanto poder para formar personalidades. Com a internet, todo mundo tem a liberdade de escolher o que quer ver e ouvir, pronto.

E o pessoal criou um mal-estar desnecessário pelo fato de a premiação do Oscar este ano ter sido influenciada pela campanha "Oscars so white" no ano passado. Pelo que eu fiquei sabendo, não arrancou pedaço de ninguém, então as críticas poderiam ter tido bem menos rancor. Até parece que é alguma novidade alguém "não merecedor" levar o prêmio. E além do mais, mesmo que a produção artística de determinadas orientações políticas ganhem esses privilégios – sejam os prêmios ou o espaço em mídias, entre outras coisas –, isso não é garantia de sucesso ou permanência para seus artistas, produtores e criadores. Isso é o público que vai decidir.


Bondade extremada, prezado Reinaldo. Mas não. Nunca tive o mais mínimo interesse em dar aulas.

Primeiro porque tenho um mero diploma de graduação em economia (não tive interesse em perder mais tempo em universidade). E apenas graduação não permite magistério. E segundo porque, sinceramente, não me vejo qualificado para sair "ministrando aulas". E também não é exatamente algo que me agrade. Gosto de escrever, e não de falar desbragadamente durante um período de tempo pré-determinado e para pessoas que estão ali para me ouvir por obrigação. Tenho pânico da ideia de falar para pessoas que estão ali obrigadas a me ouvir.

Muito obrigado pelas palavras e grande abraço.


Prezado Marcio, sei bem que é assim, mas, tecnicamente, não muda nada em termos práticos. Não existe isso de dinheiro parado em alguma aplicação ou conta inativa. Nenhum dinheiro fica trancado dentro de um cofre, apenas aguardando seu momento de saque.

Todo o dinheiro em formato eletrônico, por definição, foi emprestado para alguém ou repassado para terceiros. Isso vale para FGTS, INSS, previdência do setor público etc.

Não existe dinheiro parado.

No caso específico do FGTS, uma parte do dinheiro foi para o BNDES (que financia Eike Batista e as empreiteiras da Lava Jato) e a outra foi para financiar a aquisição de imóveis.

Logo, para que esse dinheiro seja devolvido para seus donos de direito antes do prazo previsto, o "gerente" deste dinheiro -- independentemente de quem ele seja -- terá de recuperá-lo antecipadamente. E como ele fará isso? Terá de vender ativos.

De novo: não tem mágica; não existe isso de "dinheiro parado em uma conta inativa" que pode ser sacado a qualquer momento.

Mesmíssima coisa acontece inclusive com o dinheiro em seu fundo de investimento (como, por exemplo, um Fundo DI). O dinheiro não está ali, paradinho, apenas esperando você passar seu cartão de débito. O dinheiro está na economia. Quando você passa seu cartão de débito, o gerente do fundo tem de vender ativos para que o dinheiro caia na sua conta.

No caso do FGTS, tanto é verdade que o dinheiro não está ali disponível, que as datas foram escalonadas em vários meses. Estivesse o dinheiro realmente "parado na conta", a restituição não dependeria da escalonagem de datas; ela poderia acontecer a qualquer momento.


P.S.: eu nunca disse que o patrimônio do FGTS é "patrimônio da Caixa". Isso simplesmente nunca apareceu em meu comentário.


Você está me pedindo para comparar Estados Unidos e Congo com a premissa de que a única diferença entre esses paises são as leis trabalhistas? Não tem como.


Então você seria algo como um "monarquista libertário"? Por que não "anarcocapitalismo" na prática também?



Pois é. Venezuela também um dia já foi um país riquíssimo, hoje é algo mais deplorável que o próprio Brasil, este sim, um verdadeiro antro estatista.


No mínimo 50% deste "diabo na terra" é constituido pelo estado, já que é para lá que vai boa parte de nossa produção.


O capitalismo gera cartéis, basta ver os computadores.

Intel, Nvidia, AMD Radeon e acabou..

Me fale outra marca de chipset de placa de video no mercado?
Me fale outra marca de processador no mercado?

Puta de um cartél isso, mesma coisa na internet.

Youtube, Ebay e afins dominão tanto que não deixa nenhuma outra surgir e competir. Ou compra as mesmas ou simplesmente faz dump e quebra elas.


Nem todos, alguns são minarquistas (onde o estado só se faz presente na justiça e na segurança nacional), enquanto que outros mais ferrenhos defendem até mesmo a privatização da justiça (algo parecido com o que ocorreu na Islândia pré anexação norueguesa), esses sim são os ancaps.


O socialismo só pode ser feito com a homosexualização das pessoas.

O objetivo é tornar as pessoas frágeis e delicadas via doutrinação cultural.

O socialismo não pode ser implatando em um país de autonômos.

Esse coletivismo é resultado de doutrinação cultural LGBT, que torna as pessoas dependentes, frágeis e delicadas.



Que texto maravilhoso e inspirador! Sou muito grata por todo ensinamento que tenho recebido através desses artigos. Mais uma vez vcs se superaram! Obrigada!


Caro Leandro,

Apenas uma observação: o patrimônio do FGTS não é o patrimônio da CAIXA. A Caixa apenas gere o recurso do FGTS.

Lembro que hoje o pretendente a tomar financiamento habitacional tem duas fontes principais de recurso: o SBPE e o FGTS.

No primeiro caso, o banco empresta recurso do seu saldo em contas poupança.

O FGTS repassa para Caixa, que intermedia, repassando para as construtoras, ou mesmo pessoa física que está vendendo imóvel, o valor que o mutuário irá utilizar.

Posteriormente a Caixa repassa para o FGTS o valor tomado pelo mutuário a um preço (juros) mais barato do que teria tomado no SBPE.

Logo a Caixa não tem que vender ativos para isso.

Grande abraço.


O que equilibra no mundo economicamente liberal e de estado mínimo, é a competição econômica e social em termos saudáveis.
Há que rever profundamente a logística, a qualidade e conforto do nosso transporte público.


Mauricio Macri é empresário desde sempre, mas também é político desde 2003.
"Em 2003, criou o partido político Compromisso pela Mudança, que mais tarde transformou-se na Proposta Republicana. No mesmo ano, foi derrotado em sua tentativa de eleger-se prefeito de Buenos Aires. Em 2005, foi eleito deputado federal pela cidade de Buenos Aires. Em 2007 e 2011, elegeu-se prefeito da capital federal, em ambas as vezes no segundo turno."


Esse texto é inspirador! Parabéns ao autor dessa obra filosófica, reflexiva e rica de conteúdo que faz as pessoas pensarem mais para buscar melhorias em suas vidas. Concordo com o autor: caráter é o mais importante de tudo para o indivíduo e as relações entre os seres humanos.


Para um país importar ele precisa exportar para adquirir divisas. Porém, uma dúvida me surgiu, talvez meio ingênua. Se um país precisa exportar para poder importar o país que estará, consequentemente, importando deste país que necessita exportar, também precisa ou precisou exportar. Minha pergunta é, como que então o primeiro país que começou a exportar conseguiu fazer isso sem divisas ?


Artigo muito bom essa parte " Este é o ponto principal, mas nunca lembrado. Por gerar empregos, por ajudar durante a recessão, por criar um novo nicho de mercado, por satisfazer os clientes, por fazer poupar tempo, por melhorar a mobilidade, por ajudar o meio ambiente, por realocar homens e recursos de forma mais eficiente, a Uber cria riqueza, aumenta a renda das pessoas, aumenta a produtividade — ou seja, aumenta o bem-estar das pessoas." é muito interessante.
www.dietaeboasaude.com/


Pessoal do MisesBR, voces estão planejando alguma coisa (artigo, podcast etc) sobre os 100 anos do embaixador Meira Penna? Esses dias estava relendo algumas partes de 'O Dinossauro'. Livro fantástico!


É irônico que em 1958, Ludwig von Mises passou uma semana na Argentina fazendo seis conferências - As Seis Lições - Sobre o Capitalismo e o Socialismo. A audiência foi numerosa, mas foi pouco repercutida, pois as ideias então apresentadas nunca vicejaram na Argentina. É uma pena, um país que chegou a ser 6ª economia do mundo até os anos 1940/50, retornou tragicamente ao 3º mundo. A mentalidade do povo - ainda que seja o mais educado do Continente - não permite que qualquer político possa adotar as políticas corretas. Nem têm esses políticos disposição para fazê-lo.



Leandro, você ensina economia em alguma universidade/escola?
Caso positivo, seus alunos são privilegiados, nunca vi alguém explicar economia de forma tão clara e direta como você.

Como dizem aqui na cidade " enquanto alguns estão plantando o amendoim, você já comeu a paçoca há tempo"


"Se você vive num mundo capitalista e não têm dinheiro, você está condenado"


Isso, vamos acabar com o (que resta de) capitalismo e para todos serem condenados a comer cachorros nas ruas:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2410


Sim, no capitalismo genuíno -- isto é, no arranjo em que ninguém é privilegiado pelo governo --, só ganha dinheiro quem tem algo a oferecer em troca.

Mas isso é terrível, amigo.


Um niilismo invade o meu ser
ao refletir sobre isso






Curiosamente, você até que está certo, só que pelos motivos errados.

Sim, no capitalismo genuíno -- isto é, no arranjo em que ninguém é privilegiado pelo governo --, só ganha dinheiro quem tem algo a oferecer em troca.

Se você sabe prestar um bom serviço ou produzir um bem demandado por alguém, você ganha dinheiro.

Já se você não sabe fazer nada, não sabe fazer absolutamente nenhum serviço, não tem utilidade nenhuma, e não sabe produzir porcaria nenhuma -- em suma, se você não tem nada de útil a oferecer para ninguém (nem uma simples lavada de carro ou uma cortada de grama) --, você de fato não terá dinheiro nenhum.

No capitalismo puro, o dinheiro nada mais é do que um "certificado de performance": se você prestou um bom serviço ou produziu algo demandado, você ganha um certificado atestando esse seu bom desempenho. E este certificado é o dinheiro.

Agora, você teria razão, aí sim, de reclamar que muitas vezes o dinheiro não dá pra nada (por causa da inflação e dos impostos) ou que você não tem a oportunidade de encontrar um emprego. Tudo isso procede.

Só que aí você, caso seja intelectualmente honesto, tem de apontar o dedo para o verdadeiro culpado.
1) Quem é que detém o monopólio da moeda e, consequentemente, adota políticas que destroem o poder de compra dessa moeda, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

2) Quem é que, ao estimular o setor bancário a expandir o crédito — e, com isso, fazer com que a inflação de preços se mantenha continuamente alta —, intensifica a redução do poder de compra dos mais pobres?

3) Quem é que, ao incorrer em déficits orçamentários e com isso desvalorizar a moeda e a taxa de câmbio, não apenas aniquila o poder de compra dos mais pobres, como também os impede de utilizar seu já escasso poder de compra para adquirir produtos importados, o que melhoraria bastante seu padrão de vida e bem-estar?

4) Quem é que, além de desvalorizar a moeda, a taxa de câmbio e gerar inflação de preços, ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial — e, com isso, impedir duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

5) Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

6) Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

7) Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

8) Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

9) Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

10) Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, elereceba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

Após responder a todas as perguntas acima (dica: a resposta é a mesma para todas elas), você finalmente começará a entender quem realmente cria as distorções.




Eis um artigo curto e rápido para você ler neste sábado (não vai levar mais do que 3 minutos):

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2194


E este outro, que expande tudo o que foi dito acima e que apresenta links para substanciar cada afirmação:

www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=2383



Sem entrar no mérito da discussão, apenas uma correção a bem da verdade: A Segunda Guerra Mundial não matou todos os desempregados americanos. As baixas americanas no conflito foram em torno de 400.000. As influências das guerras na economia durante e pós os conflitos creio sejam bastante complexas e diferentes para cada evento. Abraço,


"Responda rápido: quem realmente foi o grande beneficiado pelo capitalismo?"

Resposta: Pessoas que têm dinheiro.


Se você vive num mundo capitalista e não têm dinheiro, você está condenado.

Tudo é movido por dinheiro, as pessoas,as relações...tudo vira mercadoria.


Nota 7 pela primeira equipe econômica.
Nota 1 pelo resto.


Inicialmente, julguei ótima a entrevista por ambos participantes. Perguntas pertinentes e respostas ponderadas e embasadas.
Mas, pelo fato de estar enquadrado na 3ª idade, me permite saber, através de livros, filmes, etc., que essa verdade sobre os países de primeiro mundo, talvez seja uma verdade do nosso mundo contemporâneo, mas não é uma verdade de cada um de seus passados. Todos tem um passado que não é a realidade de hoje.
Comparativamente, somos um país "novo", onde, apesar da população ser o resultado de uma miscigenação de povos do primeiro mundo com nossos primeiros habitantes, infelizmente, em nossa maioria da população, são desinformados e fruto de uma necessidade de adaptar-se à nossa péssima educação (não na totalidade, é claro), para poder sobreviver na forma como se desenrola a vida neste nosso país (trabalho, transporte, burocracia, leis para tudo mas não para todos, corrupção, etc.).
Me esforço, na minha conduta diária de ser um cidadão de primeiro mundo, mas isso me traz sempre algum aborrecimento e desesperança pelo que está no "meu caminho".
Trabalhei num banco genuinamente brasileiro, que foi comprado por um banco estrangeiro de primeiro mundo.
Tudo e todos que me eram superiores aqui chegaram "vendendo" uma imagem de superioridade, honestidade e decência, inclusive o que chamavam de "compliance".
Com o tempo, verifiquei que eram, em sua maioria, farsantes.
Estavam aqui unicamente para dar resultado, seja a que custo fosse.
O que eles supostamente praticavam em seus países, aqui não o faziam. Pergunto: por que?
Se esses países, que no passado cometeram barbáries (ainda cometem, mas em menor escala) e hoje são "educados", esquecendo ou não conhecendo seu passado, quando no Brasil começaremos a ter mais pessoas, organizações e governos, mais educados e honestos?
Realmente, como disse o entrevistado, talvez a "Lava jato" seja o início, caso venha a sobreviver.
O tempo sempre foi e continuará a ser o senhor da razão!


Wanda, minha cara, TODO E QUALQUER financiamento requer um planejamento cuidadoso, pois ele só valerá a pena caso o benefício extraido com o dinheiro emprestado seja maior que o montante e o juros cobrados por ele.

O problema não é o sistema de financiamentos, são pessoas solicitando financiamentos a torto e a direito, acreditando que ele seja uma espécie de direito social e que vai ficar por isso mesmo. Não é assim que funciona.


...porque existem pessoas capazes de criar, empreender...
Todas as pessoas são capazes de criar e empreender. Nem todas o fazem.

O capitalista é o cara que melhora vidas, salva vidas, deixa o mundo mais divertido e confortável entre uma infinidade de outras maravilhas.
Vc quis ironizar, né? Mas essa é uma verdade.

... mas se perguntarem para qualquer indivíduo de qualquer outra espécie não sinantrópica, acho que vão discordar. E se perguntarem para o Rio Doce, também. Mas isso é assunto para artigos sobre a relação do capitalismo com o meio ambiente.
Se não existisse o capitalismo, não existiriam mineradoras ou as mineradoras seriam magicamente à prova de acidentes? Ah, já sei, não foi um acidente, foi culpa da "ganância" inerente ao capitalismo. A propósito, quais são os sistemas alternativos ao capitalismo atualmente implementados e qual a relação deles com o meio ambiente?

Quero que perguntem sim, para o trabalhador, esse do Marx...
...Será que ELE se sente EXPLORADO...
...Será que ELE, o objeto em discussão tem alguma voz nessa ideologia?

ELE tem nome e endereço ou é um ente imaginário que subsititui a SUA visão a respeito do tema ?

Mas na verdade existem duas formas de se tornar um bilionário hoje: herança, e exploração do trabalhador ou das regras do Estado.
Bill Gates, Mark Zuckerberg, Messi, Neymar, Madonna, Lady Gaga.
Em comum entre eles: não receberam heranças, não exploram trabalhadores (seja lá o que vc entende por explorar), não exploram regras do estado, e fornecem produtos que as pessoas querem consumir.

Mas o fato é que não está funcionando, nem pelos números dos próprios capitalistas
Que números seriam esses?

Não está funcionando para a grande maioria das pessoas no planeta.
De novo, a "grande maioria das pessoas no planeta" disse isso pessoalmente para vc ou é apenas wishful thinking?

Então, tontos e ávidos por uma solução, começamos a jogar pedras para todo lado buscando culpados.
Fale por você.