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" The growth of the Internet will slow drastically, as the flaw in "Metcalfe's law"--which states that the number of potential connections in a network is proportional to the square of the number of participants--becomes apparent: most people have nothing to say to each other! By 2005 or so, it will become clear that the Internet's impact on the economy has been no greater than the fax machine's. "

Paul Krugman em 1998 (e tem gente que presta atenção nele).


Relato muito triste, pois são as crianças que sofrem por conta das escolhas burras dos adultos, que optaram pelo "almoço grátis".
Enquanto isto, milhares de venezuelanos tentam a sorte de conseguir entrar na banania.
Queria saber se os que defendem acolher árabes disfarçados de refugiados sírios, vão também ser a favor de acolher refugiados da Venezuela.


Sim, muito igual.

Igual na fome, nas nádegas sujas, nas pessoas sendo literalmente tratadas com animais...

Vive l´egalité !!



"Em momento algum foi pensado que apenas as contribuições de trabalhadores e empresas devem financiar a seguridade social ou a previdência social. "

Em termos práticos, é o que acontece, basta lembrar qual a origem do dinheiro que o governo possui.


Esse do Vermelho.org? De março de 2014.

Vale ao menos um elogio: eles tiveram a hombridade de mantê-lo na página, sem apagar.

Hay que pasar vergüenza sí, pero sin perder la ideologia jamás.


O mais legal é quando o autor diz "Estado socialista democrático" e a gente percebe que democracia é boa só quando convém (pra eles).

De quando é esse artigo?



Prezado Márcio, leia de novo o que você colou, só que agora com mais calma.

Leu? Pois é. É exatamente este arranjo -- sem tirar nem pôr -- que já está em vigor atualmente.

Sendo assim, o que exatamente você propõe de novo? O que exatamente você quer alterar? Qual a sua solução diferenciada e até então não vislumbrada por ninguém?

Você está simplesmente dizendo que é função do governo tributar absolutamente tudo o que estiver à sua frente para manter a Previdência.

O que exatamente há de novo isso?

Agora, o que você realmente pode defender -- e eu mesmo acredito que daria certo -- é que o governo, daqui pra frente, se encarregue única e exclusivamente da tarefa de tributar para repassar para aposentados. Ou seja, o governo não faria absolutamente mais nada e não teria absolutamente nenhuma outra função a não ser cuidar de aposentados.

Nada mais de o governo lidar com saúde, educação, segurança, justiça, cultura, estatais, ministérios, secretarias, agências reguladoras e o carvalho a quatro. O governo lidaria exclusivamente com previdência (cujos custos serão crescentes, exigindo impostos cada vez maiores), e toda a sua carga tributária seria redirecionada exclusivamente para bancar pessoas que se aposentaram aos 48 anos de idade (que é o que todo mundo quer).

Este é um arranjo que de fato pode durar muito mais.

Eu aceito (é um mal menor). Tamo junto?


E uma população desarmada que não consegue nem organizar um levante contra esses vagabundos vermelhos filhotes do Chavez. Desarme todos e ocupe o poder! Assim o fez Lenin, o canalha-mor fundador da Rússia comunista! Que os vermelhos brasileiros nem tentem!


Para variar, artigo tão elucidativo quanto incisivo.
Faltou comentar sobre o sexto grupo: os funças, parcela cada vez maior do "povo comum" que é comprada para fazer parte do problema - e nunca se enxerga como tal.


Leandro

Desculpa perguntar novamente, mas e sobre as moedas a taxa fixa e a taxa constante, Hayek dizia que as taxas constantes eram melhores para a economia e Rothbard disse que era uma utopia.

Sem criar juízo de valor, economicamente,
uma sociedade estaria melhor com uma moeda ancora padrão-ouro ou em um arranjo onde as empresas manteriam o valor a uma certa taxa constante?

Hayek da o exemplo da Suécia que sofria da inflação do ouro pelo aumento da oferta de moeda vindo do resto do mundo que estava abolindo o padrão-ouro, e daí o banco central resolveu parar de cunhar a moeda para ela não inflacionar e a moeda passou a valer mais que o ouro que ela garantia. (Se eu entendi errado o que ele disse, favor me corrigir!)

Isso é realmente melhor economicamente que o padrão-ouro? e se a Suécia não tivesse parado de cunhar a moeda mantendo o cambio fixo, o ouro inflacionaria o mercado?

Por último e não menos importante, quando sai seu livro sobre a história do Brasil na visão libertária? :)



De maneira geral venezuelanos culpam o governo pela situação, mas o estarrecedor é que elas se dizem esganadas pelo governo que prometeu as maravilhas do socialismo e entregaram, obviamente, o inferno.
Não tenha pena dos venezuelanos adultos, estes votaram de forma consciente pela utopia socialista, encontrará vários destes morando no Peru e Argentina e escutará com seus próprios ouvidos "el socialismo es bueno, pero gobierno venezoelano fracasó para implantar".






A grande questão é que, constitucionalmente, o caixa da Seguridade Social não é alimentado apenas pelos trabalhadores e empresários. Veja abaixo:

Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais:

I – do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre:
a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício;

b) a receita ou o faturamento;

c) o lucro;

II – do trabalhador e dos demais segurados da previdência social, não incidindo contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de previdência social de que trata o art. 201;
Ou seja, o caixa da Seguridade Social é composto por contribuições do governo, das empresas e do trabalhador.
A contribuição do governo não acontece para cobrir um rombo, mas para contribuir com sua parcela constitucional, assim como trabalhadores e empresas também o fazem.

Em momento algum foi pensado que apenas as contribuições de trabalhadores e empresas devem financiar a seguridade social ou a previdência social.

Agora, você pode não concordar com a constituição e querer mudar as regras constitucionais e aí já entramos em outro debate.

O que você acha, Leandro Roque?


"Todo aumento da oferta de moeda é ruim?"

Isso é um juízo de valor que não cabe a um economista fazer. A função de um economista é explicar quais serão as consequências de um aumento da oferta monetária. Só isso.

Esclarecido isso, vale dizer que é inevitável haver aumento da oferta monetária. Mesmo se o dinheiro fosse inteiramente formado por moedas de ouro, continuaria havendo aumento da oferta monetária: basta que alguém escavasse ouro da terra.

Igualmente, em um arranjo de liberdade monetária, no qual qualquer pessoa é livre para aceitar qualquer dinheiro, aumentos da oferta monetária seriam inevitáveis. Se, por exemplo, o uso de dólares fosse liberado no Brasil, isso levaria a um aumento da oferta monetária: qualquer pessoa que entrasse no país com dólares estaria aumentando a oferta monetária.

O que um economista pode dizer é:

1) Quando o governo imprime dinheiro para financiar seus gastos, está havendo um aumento da oferta monetária sem que tenha havido um respectivo aumento na demanda por este dinheiro. Consequentemente, a explosão nos preços é inevitável (o Brasil da década de 1980 e primeira metade da de 1990 era assim).

2) Já quando a moeda entra na economia na forma de expansão do crédito, isso gera distorções nos preços relativos: aquele setor para onde vai o dinheiro recém-criado sofre aumento de preços, o que, consequentemente, estimula o direcionamento de mais investimentos para aquele setor. Essas distorções irão se acentuar quanto mais tempo durar a expansão do crédito. Quando a expansão do crédito for interrompida, haverá o processo de rearranjo e correção, que nada mais é do que a recessão.

Essa é a síntese de um ciclo econômico gerado pela expansão do crédito. O ciclo será tão mais profundo quanto maior for o volume e a duração da expansão do crédito.

Portanto, em ambos os casos, o aumento da oferta monetária gera distorções.


Viva o socialismo do Século XXI !!!!!!!!!!
Distribuindo IGUALMENTE, a miséria, a fome e a decomposição do tecido social. IGUALMENTE, como no século XX.
E a grande mídia pelega, o que diz????


Leandro

Todo aumento da oferta de moeda é ruim?
Rothbard dizia isso, já Hayek dizia outra coisa.

Hayek também diz que as moedas a taxa constante seriam melhores que a taxa fixa (como o padrão-ouro).
Qual sua opinião sobre o assunto?


Uma dúvida: Qual é a verdadeira opinião da população venezuelana? Eles já entendem que as causas de toda a crise foram as políticas socialistas ou acreditam que é alguma "crise internacional", "plano da CIA", etc etc... ?

Eu, como pessoa que não conheço a realidade da Venezuela, olho de fora e tenho a sensação de que grande parcela da população ainda acredita no governo.

Abraços.


Nesta linha de pensamento, vamos incorporar o salário indireto, nos pisos salariais, principal objeto das demandas na justiças?o do trabalho e acabar com toda a indústria judiciária, a hipocrisia permite?


Sempre lembrando que os defensores deste modelo aqui no Brasil podem voltar ao poder em janeiro de 2019.



O Guilherme foi fantástico na tréplica.

Realmente, utilizar uma pesquisa com de uma organização de pouca credibilidade (Unesco) em um assunto sério (Ensino) com uma métrica absolutamente desprezível (Escola) é a pior fonte de comprovação de alguma teoria que podemos ter.

É o mesmo valor que teria uma Pesquisa da torcida do Santa Cruz para saber qual a maior torcida do Estado do Pernambuco, e o critério fosse para qual time torce a maior parte das pessoas que vão para o Arruda.

E como o Guilherme bem disse, esse monte de matéria em escolas não serve para absolutamente nada.

Uma escola deveria, se essa for vontade do aluno (e não do estado) ensiná-lo a ter liberdade para tomar suas escolhas através do seu pensamento. Depois ele pode complementar livremente seus conhecimentos.


E, na minha opinião, essas matérias seriam o Trivium + Inglês + Matemática;


Olá saoPaulo
Obrigado pelos comentários. Seguem as repostas:

SP: 1) Isso é utópico. É uma viagem. É completamente impossível e tolo.
Sinto muito, mas "isso é bobo, e você tem cara de melão" não é um argumento.
Mas já que você diz que anarcocapitalismo é completamente impossível, apenas me aponte qual organização atuou como supra-estado mundial durante os séculos XIX e XX. Se não conseguir apontar nenhuma, poderia ter a honestidade intelectual de admitir que está errado? É sim possível pessoas (neste exemplo, organizadas em países) vivendo sem um planejador central (em anarquia, sem um supra-estado mundial) e em relativo capitalismo laissez faire entre si (anarquismo + capitalismo = anarcocapitalismo).
M: Não sei o que você está tentando rebater. Um planejador central mundial? De onde saiu isso? Minha visão é exatamente o oposto, até o limite do possível. Visto que há necessidade de estado, quanto menor, menor o seu estrago na minha vida. Uma organização sem países, baseada apenas em cidades estado, permitiria o máximo de liberdade possível, inclusive com "votação pelos pés".

SP: 2) Por favor, parem de propagar essas ideias. Isso faz todos os libertários parecerem idiotas.
Quais idéias? Ceticismo quanto à autoridade governamental? Direitos de propriedade sólidos? Maximização da liberdade de associação? Não entendi exatamente o que neste artigo faz os libertários parecerem idiotas.
M: essas ideias que você menciona são sensatas. Por isso o estado e seu poder sobre as pessoas deve ser mínimo. O que é irracional é achar que podemos chegar em estado = zero.

SP: Aliás, eu sempre achei que a doutrina minarquistas defendesse o Estado como um mal necessário e, portanto, um mal. Mas que, por falta de algo melhor, fosse utilizado para se proteger os direitos naturais, assegurando um sistema de justiça e provendo defesas interna e externa. Realmente não entendo como o artigo pode ir contra esta visão!
Pelo visto eu estava errado... Pelo que você escreve, minarquistas não vêm o Estado como um mal necessário, algo a ser usado somente onde nenhuma outra alternativa é encontrada, mas como algo lindo e moral, que pode inclusive ser usado de maneira socialista, promovendo a redistribuição forçada de renda, educação e saúde gratuitas, etc.
M: Sua visão estava correta. O estado é um mal que é necessário basicamente por 3 motivos:
A - Exceções naturais aos direitos naturais: o meu direito natural pode conflitar com o seu. Quando não há conflito, o estado não pode se meter, mas quando há, há necessidade de uma regra (lei), que tem que ser imposta pelo estado usando-se polícia, justiça e punições (cadeia, etc). Legislativo, polícia, judiciário e cadeia têm um custo. É possível termos um sistema misto, com seguranças privados, com justiça provida por acordos entre advogados e câmaras arbitrais, condomínios e clubes podem criar suas próprias regras (leis). Agora, achar que é possível termos produção de leis, polícia, justiça e punições totalmente privadas, e pagas voluntariamente, é utópico. Quem pagaria por cadeias, mesmo que fossem privadas? Portanto, vão existir impostos (violência infelizmente necessária).

B – Coisas estritamente necessárias e que não podem ser providas pelo livre mercado. Exemplo: ruas e avenidas públicas me dão mais liberdade (ir e vir) do que me tiram (impostos).
Todas as ruas e avenidas poderiam ser privadas? Não!
Idem para iluminação pública, etc.
Há itens em que, por sua natureza e pelo efeito carona, não escapamos do coletivismo, mesmo que o coletivo seja o condomínio, o bairro, a cidade-estado, etc.
Para estes itens vão existir impostos.

C – O ponto mais polêmico: rede de proteção básica para os pobres. Também não gosto da ideia. O ponto é que não consigo, usando lógica moral, provar por A + B que ela é imoral. Então ela é uma possibilidade. Infelizmente.
A maior dificuldade lógica, é o caso de necessidade extrema. Imagine o seguinte: sua esposa (ou esposo) está correndo risco grave de vida num lugar ermo e há um carro com chave no contato. Você roubaria o carro para levá-la para o hospital? A maioria das pessoas roubaria! E depois tentaria devolvê-lo, se explicar, etc. Aqui há implicitamente um conflito entre vida e propriedade, que eu não consigo rebater usando lógica moral. Podem rotular de relativismo moral. Eu prefiro fugir de rótulos para não transformar um debate de lógica num semântico, que é vazio... Mas afirmar "a sua esposa que se dane!", não me parece uma maneira muito inteligente de tentar ganhar um debate.

Já à sua confusão entre sociais democratas e minarquistas, só porque os minarquistas não conseguem rebater a rede de proteção básica, é irreal.
Os sociais democratas começam com a situação de extrema necessidade, e querem usar essa conclusão para tudo, inclusive viver às custas do trabalho alheio. E se meter na vida alheia sempre que quiserem.
Enfim: na cabeça de um social-democrata, a democracia não tem limites. Já para um minarquista, os limites à ação do estado são claros e enormes. A distância de um social-democrata para um minarquista é gigante. Já de um minarquista para um ancap é pequena.

SP: 3) A insistência na anarquia, leva a um descrédito generalizado de todas as ideias libertárias.
Ponto idêntico ao ponto 2... Você não é um cara muito sucinto...
M: Parecer idiota leva a descrédito de suas ideias, inclusive aquelas sensatas... Tem razão... Poderia ser implícito.
Só quis enfatizar o efeito negativo de parecer idiota, e como isso prejudica as ideias libertárias, expulsando visitantes do site, atrasando a transformação libertária, e perpetuando o status quo.

SP: 4) Reconhecer que o estado mínimo é necessário, não é relativismo moral.
E em que parte o artigo diz que é relativismo moral? Ele apenas trata sobre redistribuição forçada de renda. Ele não fez pergunta alguma sobre a moralidade de se roubar o dinheiro de João e José para pagar pela defesa deles. Qualquer outra conclusão deve ser fruto da sua consciência pesada...
M: Estava respondendo a acusações de outros comentaristas. Por favor, veja acima...

SP: 5) Mises nunca defendeu a anarquia. Era suficientemente inteligente para isso. A acusação de relativismo moral também recai sobre Mises?
O que? Então quem foi que escreveu isto?
"O direito à autodeterminação de que falamos não é o direito à autodeterminação das nações, mas, antes, o direito à autodeterminação dos habitantes de todo o território que tenha tamanho suficiente para formar uma unidade administrativa independente. Se, de algum modo, fosse possível conceder esse direito de autodeterminação a toda pessoa individualmente, isso teria de ser feito."
Liberalismo — Segundo a tradição clássica, p.129

M: Obrigado por reforçar o meu ponto! "se fosse possível, teria que ser feito". Ele quis dizer exatamente que o estado tem que ser o menor possível em tamanho físico, até chegar à menor unidade administrativa independente. Uma boa organização seria cidade-estado...
Mas ele também não consegue vislumbrar como seria possível reduzir o estado até chegar à autodeterminação individual. Mises é claramente minarquista. Aliás, vou passar a usar esse trecho em outros comentários. Obrigado!

SP: Mas já que é para fazer apelo a autoridade, leia este artigo. Acho que o Instituto Mises Brasil entende um pouquinho mais sobre Mises do que você, não acha?
M: Obrigado mais uma vez por reforçar a minarquia. O texto do Mises é irrepreensível, é fantástico. Ele é claramente minarquista, exatamente como eu. Prega a autodeterminação na menor unidade autônoma possível, seja província ou distrito. Veja:
"O direito à autodeterminação de que falamos não é o direito à autodeterminação das nações, mas, antes, o direito à autodeterminação dos habitantes de todo o território que tenha tamanho suficiente para formar uma unidade administrativa independente. Se, de algum modo, fosse possível conceder esse direito de autodeterminação a toda pessoa individualmente, isso teria de ser feito."
Ele prega "a menor unidade administrativa independente". E, para ele, fica claro que essa menor unidade não é o indivíduo: "se isso fosse possível, isso teria que ser feito". Eu diria até mais: em todas as situações em que for possível a autodeterminação individual, isto tem que ser feito. Acontece que há situações em que isso não é possível.
Já a interpretação dele pelo Hope é tendenciosa. O próprio entrevistador evidencia esse fato com suas perguntas. Veja: "No entanto, Mises ataca o anarquismo em termos nada vagos."
Muitíssimo obrigado por mais esta grande defesa da Minarquia!

SP: 6) A análise primária, básica, rasa e infantil de questões morais leva à conclusão - errônea - que o governo não deve existir.
Novamente, o texto advoca, no máximo, contra um Estado de bem estar social. Qualquer outra conclusão é fruto da sua consciência pesada.
M: não é verdade. As perguntinhas do texto têm a intenção de criar um trilho que levaria inevitavelmente à conclusão que não podem existir impostos em nenhuma situação, pois seriam um roubo injustificado. E se não há impostos, não pode haver estado, pois este tem um custo. Cairíamos inevitavelmente no ancap.
Já uma análise mais profunda e realista – como a que fiz acima – mostra que não é possível se livrar totalmente do estado...

SP: 7) Uma análise mais profunda, revela que algumas poucas coisas devem ser feitas de forma coletiva. É só conhecer o princípio econômico chamado "efeito carona".
Em primeiro lugar, efeito carona é lenda, conforme apontou o Max.
M: Já respondi ao Max.
SP: Em segundo lugar, você está mesmo dizendo que questões de educação e saúde só podem ser resolvidas de forma coletivizada ao invés de soluções de mercado?!?!? E ainda se diz Minarquista...? Surpreendente!
M: De jeito nenhum! Educação e saúde têm que ser geridas por entidades privadas! Dá para provar isto!
Só não consigo refutar logicamente o sistema de vouchers para que pobres, que eventualmente num dado momento não possam pagar pelo atendimento médico, sejam condenados a morrer por falta de ações simples, financiadas com dinheiro tirado à força dos demais na forma de impostos (roubo). A pergunta é: em que situações esse roubo é justificável? Se você responder "em nenhuma", você é uma pessoa ilógica. Por quê? Pelos casos que descrevo acima.
Além disso, sei que quanto menor e menos interventor o estado, mais ricas são as pessoas, e mais chances elas têm de poder pagar por seu atendimento médico. Agora, não consigo garantir que um sujeito não vá ter um azar e ficar numa situação que precise de ajuda para ter atendimento médico. Nem consigo garantir que a caridade seja suficiente. Por isso não consigo refutar o sistema de vouchers para os que não podem pagar. Mas isso me incomoda muito pouco, pois, se o estado for minarquista, pouquíssimos ficarão nesta situação. O custo disto seria irrisório e cadente. Não vale nem a pena perder tempo com um debate de opiniões, em que a lógica não se impõe. Aliás, vou deixar claro novamente: não defendo opinião nenhuma sobre este assunto, nem sobre nenhum outro. Só afirmo que não é possível usar a lógica para limitar o estado até o ponto de não haver suporte básico à vida do pobre.

SP: 8) A Minarquia é uma conseqüência da análise mais profunda da lógica filosófica, de reconhecer a existência de exceções lógicas ao jusnaturalismo, causadas principalmente pelos conflitos naturais dos próprios direitos naturais entre as pessoas, e de reconhecer a existência do efeito carona na economia.
Errado, Minarquia é apenas a falta de imaginação na hora de se pensar em soluções de mercado para problemas como justiça e defesa, misturada à ingenuidade de que a concentração de poder é melhor que sua dispersão total, aliada a uma impressionante ginástica intelectual para se defender que o Estado seria o defensor de direitos de propriedade quando, por definição, ele exige a violação destes mesmos direitos.
M: Comentário oco. Por favor, use argumentos. Prove por exemplo a possibilidade de viver sem estado. Aliás, os ancaps é que sofrem de falta de imaginação. Não conseguem imaginar os problemas do que propõe. Sofrem da síndrome da avestruz. Não conseguem vislumbrar os problemas, exceções e erros de suas proposições.
Mas não se preocupe. O ancap é uma tentação grande para neófitos libertários. Acho natural que um novo libertário passe até um ano nesta fase. Como primeira aproximação, está ótimo! Mas depois é preciso estudar mais, raciocinar mais, que começam a aparecer as exceções naturais, e o sujeito – se tiver a mente aberta – cai inevitavelmente na minarquia. Não desanime. Continue estudando que você chega na minarquia.

SP: 9) A possibilidade de uma rede de proteção básica é reconhecida por autores libertários. Não é invenção minha. A reação de vários comentaristas a este assunto é fruto apenas da ignorância. Cito o Rodrigo Constantino, no livro "A economia do indivíduo", cap. iV, item 2, que resume o livro "Igualdade, Valor e Mérito", de Hayek: "Pode-se falar, no máximo, em melhores condições para os mais necessitados ou em uma rede de proteção básica." Ou seja: nem o Hayek, nem o Rodrigo Constantino, nem eu, conseguimos logicamente excluir a possibilidade de uma "rede de proteção básica". Hayek e Rodrigo Constantino também têm moral fouxa?
Também já respondido pelo Max.
Vale notar novamente o Minarquista que defende um Estado de bem estar social... É pra rir ou pra chorar?
M: Max respondido acima, e novamente a sua confusão de minarquia com wellfare state também.

10) Há uma grande diferença entre não conseguir contestar logicamente uma "rede de proteção básica" e defendê-la. Faço minhas as palavras de Hayek: "Pode-se falar, no máximo... numa rede de proteção básica".
Também já respondido pelo Max.
M: responder e contestar logicamente são coisas totalmente diferentes. O fato é que nem o Max nem você conseguiram contestar logicamente a afirmação do Hayek. A rede de proteção básica ainda é uma possibilidade lógica. Se alguém conseguir contestar de forma lógica e irrefutável a rede, estará me fazendo um favor imenso. É tudo o que um minarquista quer: limitar o estado ao tamanho mínimo possível; reduzir tudo o que for possível provar logicamente que não pode ser papel do estado.

[]s
SP: Beijinho no ombro.
M: Espero que você seja do sexo feminino... Caso contrário dispenso...
[]s e obrigado



Eu não duvidei para baixo, mas para cima, e não pesquisei por preguiça. Acho que a obra Ação Humana impregnou demais e acabo por dar mais atenção as bases que os números. Por isso se eu fosse concluir o quanto os americanos são mais ricos que os brasileiros, seria qualitativamente. O quanto? Muito, mas exatamente o quanto em si não importa, pois eles são bem mais livres, e a liberdade sempre resulta em riqueza.

A insistência de Mises em classificar a Ciência Econômica como humana (não exata) se deve a esse dinamismo que não deve ser quantificado pois gera conclusões precipitadas, como em balança comercial, taxa de desemprego etc. Henri Bergson explica exaustivamente esse fenômeno dinâmico chamado dureé (sem tradução para o português), que confirma com os estudos de Mises em economia.



Kant, ao dizer que a razão não é um instrumento preciso para obter conhecimento, é epistemologicamente relativo mas ao fazer o imperativo categórico ele se torna eticamente universal, ou seja, são duas coisas distintas.


Quase certo, exceto que, em vez dos jogos de verão, que já tem as arenas e estádios prontos e não demandariam tanto "investimento", nosso país sedie os jogos de inverno em 2018.

Com direito a neve artificial empregando bilhões em reais e dólares "investidos".


Errado, Dagc David. Não tem como empresas repassarem integralmente seus custos ao consumidor. Isso é básico de economia.

Se você tem uma padaria, e repentinamente seus custos sobem (por exemplo, sua conta de luz subiu), você não tem como simplesmente repassar esse custo adicional ao consumidor. Se você fizer isso, perderá fatia de mercado para as padarias concorrentes. Se você aumentar seus preços, perderá clientes para as padarias vizinhas.

Outra coisa: se fosse tão simples assim sair aumentando preços para repassar custos, então por que as empresas não fazem isso (aumentam preços) agora mesmo? Afinal, não é necessário esperar que haja um aumento de custo para haver aumento de preços. Basta aumentar o preço agora mesmo. Por que elas não fazem isso?

Pois é, porque não é tão simples assim.

Aumentos de custos são sempre, em última instância, arcados pela própria empresa. Fosse realmente tão simples assim sair repassando aumento de custos para os preços, então nenhuma empresa jamais quebraria na história.



PIB total, em dólares, mensurado pela Paridade do Poder de Compra. Informação amplamente disponível na internet.


6x mais ricos e uma população apenas 50% maior... além disso a riqueza é bem melhor distribuída lá do que aqui...


Please be sure, Helio, that I will be keeping a very close eye on Brexit, for you at Mises Brasil.


O empregador não paga nada... quem paga é o CONSUMIDOR.
Se formos usar regras de contabilidade, ai sim vamos falar de utopia... trabalhador paga isso, empregador paga aquilo, MITO MITO MITO MITO MITO MITO.

O consumidor paga tudo.

O empregador apenas calcula, antes de contratar, quanto um empregado vai custar, INCLUINDO TUDO / sal, encargos/ etc e coloca na balança o quanto tem que 'tirar', 'faturar' da empresa, para manter os empregados, repassando esses custos, aos consumidores.

Ou seja, na pratica, o CONSUMIDOR PAGA por tudo.


Também fiquei confuso com a métrica utilizada para quantificar o quanto são mais ricos, se por PIB absoluto ou per capita. Estou com preguiça de verificar.


Inglaterra iniciou o maior processo de enriquecimento da história da humanidade e se tornou a primeira potência industrial em fins do séc. XIX com 80% de analfabetismo.
Em 1945 os EUA se tornoaram a mais rica, mais poderosa e mais influente nação já vista com metade da população com não mais que nossa equivalente 4ª série.
Até mesmo o Brasil chegou a 7ª economia mundial, com o 5º parque industrial em 1980, era muito mais seguro, as casas tinham muro baixo e os carros dormiam nas ruas e tudo isso com níveis educacionais indianos.
O desenvolvimento da sociedade se dá pela liberdade e integridade moral de sua população.


Existe, também, em alguns outros países: Labour Court

Mas o principal mesmo são as leis trabalhistas, que é extremamente difícil comparar entre diferentes países.

A fonte mais simples que conheço é National Labour Law;
Já uma um pouco mais completa é Doing Business Guides.

A principal diferença é que, em países europeus, a maior parte dos contratos são feitos entre o empregador e o empregado/sindicato. Isso faz parte de um sistema de "auto-regulação do mercado de trabalho", em que leis e direitos básicos são decididos entre empregados e empregadores, em oposição ao sistema em que são decididos pelo estado (planejamento central).

Apenas como um bônus, de uma Brasileira que eu gosto que vive na Suécia: O Salário mínimo na Suécia.


Creio que não, até no Califado islâmico da França processos trabalhistas não passam de 70 mil por ano. O comentário do Rodrigo Maia não foi um rasgo liberal, e sim um mínimo de sensatez mesmo para padrões social democratas.


"Não era necessário conseguir imaginar quem vai trabalhar na lavoura, para se defender a abolição dos escravos.
Não misture sua falta de imaginação com conceitos morais."

Excelente, SãoPaulo!
Esse é sempre o meu argumento final contra os estatistas e minarquistas, que no fim das contas são todos utilitaristas, acham que o roubo e a violência são justificáveis quando eles não conseguem pensar numa solução para todos os problemas humanos.
Aliás, isso demonstra um delírio de grandeza bastante revelador - os defensores do estado, mesmo os minarquistas, acham que nada pode ser modificado no establishment antes que eles tenham todo o projeto de uma sociedade sem conflitos nem escassez.
Isso significa que a diferença entre um minarquista e um socialista é apenas de grau, e não de gênero - o que muda é apenas a quantidade de roubo e violência contra inocentes que ele acha justificável. Parafraseando a sua resposta, poderia-se dizer que a diferença entre o socialista e o minarquista é apenas a quantidade de "falta de imaginação" que eles substituem com "dar dinheiro roubado para burocratas".
Eu estou plenamente convencido de que pros minarquistas só falta coragem pra se livrar do último fio de coletivismo que ainda lhes resta.



Esta discussão é pertinente, porém não creio que isso seja a raiz dos nossos maiores problemas. a maior fonte de problemas no Brasil chama-se "falta de educação básica", o restante é, invariavelmente reflexo disso. Não há, até onde sei, país desenvolvido que não tenha passado por uma ampla reforma educacional de base, e com o Brasil não seria diferente. Não podemos pensar em desenvolvimento sem educação. Como já disse, essa discussão é pertinente, mas sem educação o país não sairá do subdesenvolvimento.
Em outras palavras, estamos discutindo o conteúdo "errado".



Off-topic

Vejam esse vídeo para descontrair um pouco seus "achistas" hauhuahuahua

https://www.facebook.com/stoppaleonardo/videos/1623116547715949/


não foi desfaçatez, foi só ignorância mesmo...
De qualquer jeito, a impressora deles não para. Por que?


É só no Brasil ou tem um absurdo desse em um outro país também?


Hoje a justiça do trabalho é talvez o maior estorvo para o empreendedorismo no Brasil.


Há outro ponto também que causa revolta: muitas empresas concedem, por liberalidade ou norma coletiva, café da manhã a seus funcionários. Então os trabalhadores chegam meia hora mais cedo para o desjejum.

Mas olhem a Súmula 366 do TST:

"Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário do registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de dez minutos diários. Se ultrapassado esse limite, será considerada como extra a totalidade do tempo que exceder a jornada normal, pois configurado tempo à disposição do empregador, não importando as atividades desenvolvidas pelo empregado ao longo do tempo residual (troca de uniforme, lanche, higiene pessoal, etc)."

Ou seja, se esse tempo superar 5 minutos antes do início da jornada, ele será computado e a empresa terá que pagar como horas extras.

Qual empresa vai continuar mantendo esse benefício?


A argumentação de Hayek ainda me parece válida logicamente, independentemente de você classificá-lo como libertário ou não. Não consegui ver em nenhum lugar uma prova de que o estado mínimo não pode ter uma rede básica de proteção.
Meu caro, você está confundindo os termos. Não existe Estado Mínimo com welfare. A justificativa clásscia é proteger os indivíduos uns dos outros, e apenas isto. Se você quer uma rede básica de proteção, você não é um minarquista, muito menos um libertário, você é um liberal social.
O Liberalismo Clássico acredita que a defesa da liberdade se deve concentrar na defesa das liberdades individuais e consequentemente num Estado laissez-faire. Já o Liberalismo Social vê um papel para o Estado no garantimento de liberdades positivas para o indivíduo. Para o liberal social, a falta de liberdades positivas como oportunidades econômicas, educação e saúde podem ser consideradas ameaças à liberdade.
Os Liberais Sociais, consequentemente, defendem uma economia essencialmente de mercado, mas onde o Estado também pode fornecer alguns serviços directamente, garantir o seu fornecimento ou regular a economia.[...]
Liberais clássicos como Nozick rejeitam o Liberalismo Social como uma forma pura de liberalismo. Para estes autores o governo não tem qualquer dever de intervir na sociedade para ajudar os mais desfavorecidos pois tal traduz-se em retirar riqueza aos outros sob a forma de imposto. Consideram também que interferir no mercado é destruir a liberdade e fazer isto para dar mais liberdade ao indivíduo constitui uma contradição.


Não que eu goste dessa rede de proteção. Só não consigo provar por A + B usando a lógica moral que ela não poderia existir.
Dona Creuza perdeu o emprego e não tem mais dinheiro para alimentar seus 5 gatos. Ela já atrasou o aluguel mais que o Seu Madruga e não consegue dar aula em colégio nenhum pois é abertamente a favor do Bolsomito 2018. Ela é uma velha escrota sem nenhum amigo. Eu até estava considerando ajudá-la, afinal ela é um ser humano, mas após você aparecer com uma pistola apontada para a minha cabeça, clamando que todos da rua são obrigados a ajudá-la na base do chumbo, resolvo mandar você ir tomar naquele lugar. É moral você puxar o gatilho e me matar?
Se não gostou desta prova, nos dê a sua definição de "provar por A + B usando a lógica moral".

Consigo provar que o governo não pode ter nem financiar nenhuma empresa, nem nenhuma atividade específica; que a educação e saúde públicas (geridas pelo estado) são impossíveis, que renda básica universal é impossível logicamente, etc.
Note que, depois de vários anos pregando abertamente o libertarianismo, aprendi que, em vez de entrar em discussões intermináveis sobre coisas que não consigo provar, como a rede de proteção básica, é muito melhor e mais eficaz provar por A + B os pontos acima.

Isto não faz sentido. Primeiro você diz que consegue provar que welfare é impossível. E depois diz que não consegue provar que welfare é impossível?
O que significa uma "rede de proteção básica" para você?

Antes, quando discutia pontos que não podia provar, caíamos no campo das opiniões, os outros ficavam irritados comigo e o debate estacionava nesse ponto, com todo mundo discordando de mim, me achando maluco.
Agora os meus interlocutores ainda ficam irritados (afinal, eu estou contestando a base de suas ideias ilógicas), mas ficam sem armas para reagir... Quem sabe alguns deles comecem a pensar, e se tornem libertários?

Ora, quando converso com amigos estatistas, eu evito os temas mais espinhentos até eles se acostumarem mais com minhas ideias, às vezes até tenho que engolir seco para não ser tachado de chato do grupo.
O que eu não faço é moldar minha moralidade, sacrificar aquilo que acho certo, para satisfazer as opiniões deles.
E novamente, você não é libertário, por definição.

E o efeito carona é uma realidade.
Óbvio que existe um fenômeno chamado efeito carona. Mas e daí?
É provado que um empregado eficiente aumenta a eficiência de todos os outros empregados ao seu redor, pelo simples fato de ele ser eficiente. Estariam os outros empregados pegando carona na eficiência dele? Teriam eles que pagar-lhe tributo?
A utopia é acreditar que o Estado vai, de alguma forma, mitigar efeito carona algum.
Não me interessa como o construtor de pontes vai tentar mitigar o efeito carona nas suas pontes. Isso é um problema dele, não meu! Deixe minha liberdade fora disso!

Já li inúmeros artigos aqui, e ainda não consigo imaginar a construção de avenidas sem coerção. Por mais que eu goste de condomínios, não consigo imaginar a sociedade sem espaços públicos para que eu me desloque livremente de uma propriedade a outra... De minha casa a um shopping, ou a um restaurante... E se há espaços públicos (ou qualquer coisa pública), vai haver coerção estatal na forma de impostos para mantê-la. Não dá para imaginar que todas as pessoas vão, livremente, asfaltar (e manter) a rua na frente de suas casas...
E daí? Eu não consigo imaginar como velocidade e gravidade podem distorcer o espaço-tempo, e a natureza está cagando para mim, GPSs ainda precisam de correções relativísticas.
Quem conceberia, há 20 anos, soluções como Uber? Não era necessário conseguir imaginar como as coisas seriam sem os cartéis de taxis "controlando a qualidade" dos serviços, para ser moralmente contra estes cartéis. Felizmente, sempre existirão pessoas mais criativas e inteligentes que nós dois juntos trabalhando para resolver diversos problemas.
Não era necessário conseguir imaginar quem vai trabalhar na lavoura, para se defender a abolição dos escravos.
Não misture sua falta de imaginação com conceitos morais.



Para ver um exemplo da estima que a justiça do trabalho tem inclusive dentre os próprios juízes, basta perguntar para qualquer um juiz que não seja trabalhista, o que ele pensa da justiça do trabalho. Dirão que é a vergonha da profissão.


Eis o que temos:

30 vezes mais sindicatos que em qualquer outra parte do mundo;

3 milhões de processos trabalhistas enquanto no Japão, EUA, Europa não chega a 70 mil por ano;

Tem escritório em SP que lida com mais processos que o Japão em um ano;

90% dos processos brasileiros não têm embasamento moral, são armações;

Eis o melhor discurso a respeito:



E outro que vale a pena:





Seu raciocínio é extremamente confuso, cidadão.

"Não consegui ver em nenhum lugar uma prova de que o estado mínimo não pode ter uma rede básica de proteção"

Estado que tem "rede básica de proteção" não é estado mínimo; é estado redistribuidor de renda. Que "prova" você quer disso, cidadão? Seu problema é conceitual: você incorre em category mistake.

"Só não consigo provar por A + B usando a lógica moral que ela não poderia existir"

Que "pode existir" "rede de proteção", e infelizmente existe, basta ver qualquer welfare state. O que está em questão é que ela não deve existir, pq viola direitos de propriedade.
Rede de proteção é redistribuição forçada de renda; redistribuição forçada de renda viola o direito natural de propriedade. Violar direito natural de propriedade viola a moralidade. Eis aí a "lógica moral". Que "prova" você quer disso, cidadão?

"Consigo provar que (...) renda básica universal é impossível logicamente"

Primeiro vc diz que "não consegue provar que ela não poderia existir", agora diz que "consegue provar que ela é impossível". Decida-se. Ou pelo menos coloque mais clareza nesse seu raciocínio obtuso.

"eu estou contestando a base de suas ideias ilógicas"

Ilógico é quem invoca "princípio econômico chamado efeito carona", e ainda diz que "efeito carona" seria "exceção lógica ao jusnaturalismo". Além de isso ser ilógico, é uma mistura de alhos com bugalhos.

"Não dá para imaginar que todas as pessoas vão, livremente, asfaltar (e manter) a rua na frente de suas casas"

O velho e surrado "But Who Will Build The Roads?"...

Quem insiste em uma errada teoria econômica, nunca vai conseguir imaginar corretamente o funcionamento das coisas.

Enquanto você continuar com essa conversa de "bens coletivos" ou "bens públicos", vai continuar dizendo coisas equivocadas.

Mas você pode se educar e extirpar a ignorância. Até lá, vai continuar no autoengano de achar que está "apontando ideias ilógicas" com essa sua ginástica verbal.

Aprenda a falácia dos "bens coletivos"/"bens públicos":

mises.org/library/fallacies-public-goods-theory-and-production-security-1

www.mises.ca/but-who-will-build-the-roads/

mises.org/library/privatization-roads-and-highways

mises.org/library/myth-natural-monopoly






A crise está acontecendo porque o governo parou de gastar, como explicou o mestre Belluzzo:www.youtube.com/watch?v=jA0kcQ4rQN8

Sugiro as autoridades brasileiras que façam um pedido formal ao COI para que o Brasil sedie as olimpíadas de 2020 e 2024, afim de superar a recessão.


Isso só seria reflexo de uma economia muito saudável. Esse alto volume poupado circulando na economia, possibilitaria uma enorme formação bruta de capital, aumentando a produtividade e fazendo o Brasil realmente caminhar a passos largos para ser um país desenvolvido. Na verdade só isso já seria um dos maiores motivadores para o fechamento da previdência.
Os juros reais cairão? Claro, pois estão remunerando o capital. Isso direcionaria os recursos para outros tipo de investimento como ações, financiando empresas e criando um círculo virtuoso de crescimento econômico.
Mas alguém aí acha mesmo que o governo faria isso? O governo nunca esteve preocupado com o futuro, já que seu mandato dura no máximo 8 anos.



E. Moraes, isso poderia ser feito como vc falou. Mas é um argumento meramente psicológico. Seu medo me parece que os salários atuais fiquem como estão e as empresas parem de pagar o INSS. Mas uma empresa não pensa em quanto vc ganha pra te contratar, ela pensa em quanto voce custa. Se ela para de pagar o INSS, seu custo cai, e o mercado se reequilibra com esse novo cenário de custos, se a empresa não repassar o valor, a concorrente terá maior capacidade de aumentar o salário para fazer uma proposta mais vantajosa. Não existe essa "conspiração" entre empresas. Em suma, ao te fazer uma proposta salarial ela vai dizer: Podemos te pagar R$ 1.250,00. Mas se voce preferir, podemos escrever no seu holerite R$1000+INSS 250,00.


A analogia entre homem e mulher foi fantástica. Que empregador no universo iria querem pagar mais caro pela mesma mão de obra? Se realmente existe diferença salarial entre sexos (cor, estatura, foda-se) é porque o estado mete o seu dedo podre em coisa que não deve.


Olá Max:

Obrigado por sua resposta. Li os artigos.

A argumentação de Hayek ainda me parece válida logicamente, independentemente de você classificá-lo como libertário ou não. Não consegui ver em nenhum lugar uma prova de que o estado mínimo não pode ter uma rede básica de proteção.

Não que eu goste dessa rede de proteção. Só não consigo provar por A + B usando a lógica moral que ela não poderia existir.

Consigo provar que o governo não pode ter nem financiar nenhuma empresa, nem nenhuma atividade específica; que a educação e saúde públicas (geridas pelo estado) são impossíveis, que renda básica universal é impossível logicamente, etc.

Note que, depois de vários anos pregando abertamente o libertarianismo, aprendi que, em vez de entrar em discussões intermináveis sobre coisas que não consigo provar, como a rede de proteção básica, é muito melhor e mais eficaz provar por A + B os pontos acima.

Antes, quando discutia pontos que não podia provar, caíamos no campo das opiniões, os outros ficavam irritados comigo e o debate estacionava nesse ponto, com todo mundo discordando de mim, me achando maluco.
Agora os meus interlocutores ainda ficam irritados (afinal, eu estou contestando a base de suas ideias ilógicas), mas ficam sem armas para reagir... Quem sabe alguns deles comecem a pensar, e se tornem libertários?

E o efeito carona é uma realidade. Já li inúmeros artigos aqui, e ainda não consigo imaginar a construção de avenidas sem coerção. Por mais que eu goste de condomínios, não consigo imaginar a sociedade sem espaços públicos para que eu me desloque livremente de uma propriedade a outra... De minha casa a um shopping, ou a um restaurante... E se há espaços públicos (ou qualquer coisa pública), vai haver coerção estatal na forma de impostos para mantê-la. Não dá para imaginar que todas as pessoas vão, livremente, asfaltar (e manter) a rua na frente de suas casas...

[]s



Pessoal, e quanto a lei que quer destravar investimentos estrangeiros em terras agrícolas brasileiras?
Gostaria que alguém falasse sobre isso se possível.


Irei aproveitar a chance para deixar aqui um comentário de nosso querido Krugman,

"Suppose you want to make insurance available to people with pre-existing conditions. You can't just forbid insurance companies to discriminate based on medical history; if you do that, healthy people won't sign up until they get sick. So you have to mandate the purchase of insurance; and you have to provide subsidies to lower-income families so that they can afford the policies. The end result of this logic is … Obamacare.

And one more thing: Insurance policies must meet a minimum standard. Otherwise, healthy people will buy cheap policies with paper-thin coverage and huge deductibles, which is basically the same as not buying insurance at all.

So yes, Obamacare somewhat restricts choice — not because meddling bureaucrats want to run your life, but because some restrictions are necessary as part of a package that in many ways sets Americans free.

For health reform has been a hugely liberating experience for millions. It means that workers don't have to fear that quitting a job with a large company will mean loss of health coverage, and that entrepreneurs don't have to fear striking out on their own. It means that those 20 million people who gained coverage don't have to fear financial ruin if they get sick — or unnecessary death if they can't afford treatment. For there is no real question that Obamacare is saving tens of thousands of lives every year.

So why do Republicans hate Obamacare so much? It's not because they have better ideas; as we've seen over the past few weeks, they're coming up empty-handed on the "replace" part of "repeal and replace." It's not, I'm sorry to say, because they are deeply committed to Americans' right to buy the insurance policy of their choice.

No, mainly they hate Obamacare for two reasons: It demonstrates that the government can make people's lives better, and it's paid for in large part with taxes on the wealthy. Their overriding goal is to make those taxes go away. And if getting those taxes cut means that quite a few people end up dying, remember: freedom!"





Quanto a relação entre déficit e inflação, acredito que faltou constatar a seguinte relação:

Fiscal ruim -> aumento da percepção de risco do país -> desvalorização moeda local -> inflação



Ridiculo foi Keynes dizer que o Egito foi rico porque construia pirâmides e buscava metais preciosos.
A intensa agricultura e comércio foram totalmente ignorados.

Pelo visto os antigos egípcios, de novo, eram bem mais espertos que os tais "doutores" modernos



Mais um excelente texto do Mises. E eu acompanho de perto os escritos do professor Block, a quem tive o prazer de conhecer num período de estudos nos EUA. Sempre tive comigo que só a geração de empregos não era uma solução em si e o texto explica minuciosamente porquê.

Excelente !!


Eu sou liberal e rico, sob todas as metodologias que se queira usar.


Ensinamentos básicos do meu falecido pai (que nunca teve instrução formal): o governo não gasta o dinheiro próprio (aliás, o governo não tem dinheiro próprio, pois nada produz), mas sim o dinheiro dos impostos pagos por toda população -- a qual, aliás, já tem bem pouco dinheiro.

Quem gasta o que tem fica sem. Já quem gasta o que nem sequer tem (população e governo), fica na miséria e ainda endividado.

Meu pobre pai entendia algo que dutores em economia jamais entenderam.


Quando é que vão entender que o verdadeiro termostato da economia é a PRODUÇÃO e não o CONSUMO, sinceramente nem é algo tão difícil de entender!


"Mas o pais que e mais keneysianista do mundo e nosso primo rico, o eua."

Informe-se melhor.

No Brasil, os gastos totais de todas as três esferas de governo totalizam 39,5% do PIB.

Nos EUA, esse valor é de 38,3%.

Isso é vergonhoso para nós. Os EUA são 6 vezes mais ricos que o Brasil, mas nossos políticos gastam, em relação à nossa renda, 3% a mais.

Mas isso ainda não é nada. Quando se olha a questão em termos de déficits orçamentários -- outra política favorita dos keynesianos -- situação é bem pior.

Ao passo que o déficit orçamentário apenas do governo federal brasileiro é de pornográficos 10% do PIB, o déficit orçamentário do "pródigo" governo Obama não passa de 3% do PIB.

"O fed faz nosso bndes parecer uma gota no oceano"

Isso foi zoeira, né?

O BNDES utiliza dinheiro de impostos e de endividamento do Tesouro para emprestar a juros reais negativos (juros abaixo da inflação) para empresas escolhidas pelo governo (outra política keynesiana). Já o Fed não faz nada disso; ele apenas é um Banco Central convencional, como qualquer. Ele faz a mesma coisa que o Banco Central brasileiro.

Você confundir BNDES com Fed é o ápice da desfaçatez. Ou devo dizer da ignorância?

"e o eua tem pleno emprego, moeda forte"

Opa, agora sim você começou a entender o básico. O primeiro ("pleno emprego") é consequência direta do segundo ("moeda forte"), como este Instituto sempre fez questão de enfatizar.

E sempre lembrando que keynesianos têm total aversão a uma moeda forte. Para eles, uma moeda desvalorizada e destruída é que impulsiona a economia. Palavras de Bresser-Pereira.

"e todos correm para la quando o caos economico se aproxima. Por que?"

Primeiro por causa disso.

E, no geral, por causa disso.


O que é que tem?

A população cresce a uma taxa de 0,86% ao ano. Já as despesas do governo crescerão à taxa de inflação de preços (que sempre é maior que 0,86% ao ano).

Isso implica, por definição, que os gastos nominais do governo estarão crescendo acima do crescimento populacional. Isso, por conseguinte, significa que o gasto per capita aumentará ao longo do tempo.

E isso, por sua vez, significa a necessidade de ou mais impostos ou mais endividamento. Por definição.

Imagine que o número de filhos que você tem vai crescendo anualmente. Imagine também que os seus gastos com cada um dos seus filhos também vai crescendo anualmente.

Pergunta: como é que você vai manter essa tendência de aumento per capita das despesas? Ou você aumenta sua renda (arrecadação de impostos) ou você recorre a empréstimos (aumento da dívida). Se houver alguma outra mágica, sou todo ouvidos.

Dizer que sua renda será "automaticamente aumentada pela inflação" é fugir da questão. O fato é que sua renda terá de ser continuamente elevada. E isso implica mais recursos sendo direcionados para o governo e retirados do setor produtivo.


P.S.: como tentei explicar no artigo, sou sim favorável a esta medida por acreditar que ela representa um passo na direção correta. Mas, como acabei de tentar demonstrar logo acima, ela ainda está bem longe de representar uma genuína restrição à expansão do estado.


Mas ta certo... depois que inventaram o CRÉDITO é isso mesmo. O Crédito trás o futuro para o presente.

Gaste tudo que puder no presente, o futuro(pagamento) é outra história... devo não nego, pago quando puder !!!
Se for possível, distribua notas promissórias e desfrute de tudo que você merece...pq você também é filho de Deus.


Só Bill Gates pode ser rico ? Eu quero ser também


Mas o pais que e mais keneysianista do mundo e nosso primo rico, o eua. O fed faz nosso bndes parecer uma gota no oceano e o eua tem pleno emprego, moeda forte e todos correm para la quando o caos economico se aproxima. Por que?


Ele mesmo. E pra quem acha que é mentira ou mesmo exagero, eis o vídeo:



De certa forma, o Brasil vivenciou essa invasão alienígena. O que foram os governos Dilma/Cabral senão isso?


Leandro, mas como o orçamento será indexado a inflação (IPCA), isso não implica que o seu crescimento real será zero, ou seja, abaixo do 0,86% do aumento populacional?


Paul Krugman não é aquele que falou que uma invasão alienígena resolveria a economia mundial? Alguém consegue levar esse cara a sério?


Esse artigo foi uma verdadeira voadora com os dois pés no peito dos keynesianos.


E o pior é que existem vários outros "experts" com essas ideias...

Por exemplo:

"La Modern Monetary Theory (MMT) es una corriente de pensamiento eco­nómico que combina buena parte de las ideas del postkeynesianismo acerca del funcionamiento del sistema monetario con las ideas del chartalistismo sobre el origen del dinero. Básicamente, la MMT sostiene que el dinero es una creación del Estado y que, precisamente por tratarse de una institución estatal, debe ser administrada por el gobierno en beneficio del conjunto de la ciudadanía.

El economista estadounidense Warren Mosler, uno de los principales expo­nentes de esta escuela, resumió las proposiciones básicas de la MMT en su popular libro Siete fraudes mortalmente inocentes de la política económica (2010), donde esencialmente defendió siete enunciados que atentan con­tra los fundamentos de la teoría económica más generalmente aceptada e incluso contra el propio sentido común. En concreto, según Mosler: el gasto público no está limitado por la solvencia del Estado; las generaciones futuras no pagan la deuda pública emitida en el presente; los déficits públicos no se financian con ahorro privado; el sistema público de pensiones no puede quebrar; los déficits exteriores no reducen el empleo y la producción nacio­nal; la inversión no debe financiarse con ahorro; y los mayores impuestos futuros derivados del mayor déficit público presente no serán perjudiciales para la economía
".

www.amazon.es/Contra-Modern-Monetary-Theory-inflacionistas-ebook/dp/B00TVMLROQ/ref=sr_1_10?s=books&ie=UTF8&qid=1489507710&sr=1-10


As falácias keynesianas são as próprias mistificações do welfare state.



Filho: -Pai, como eu fico rico?

Pai keynesiano: - Gaste muito, filho. Quanto mais vc gastar, mais rico fica! Os ricos não gastam muito pq são ricos, na vdd, eles são ricos porque gastam muito!

Só eu que imagino essa situação?


Para refutar um keynesiano, basta agir como uma criança. Sim, como uma criança. Faça perguntas primariamente bobas como :

''Professor keynesiano, como imprimir papel-moeda pode geral riqueza?"

"Se basta imprimir dinheiro, por que ainda pobreza no mundo? Qualquer Banco Central de qualquer país pode imprimir o tanto de dinheiro que quiser."

"Por favor, me explique como pedaços de papel podem deixar toda uma sociedade mais rica";

"Como quebrar janela pode gerar riqueza?";

"Como cavar e preencher buracos pagando os que cavam, ou pagar pintores para pintar o mesmo muro mais de 10 vezes, pode gerar riqueza?"


Gastou foi pouco. Agora temos de gastar ainda mais a fim de quitar esses prejuízos! E temos também de imprimir mais dinheiro!


Sendo assim, essas pessoas que falam tanto de "apropriação cultural" não deveriam frequentar faculdade ja que faculdade foi ideia de pessoas brancas, não deveriam ir a hospitais quando estivessem doentes ja que o hospital foi criado por pessoas brancas e muito menos frequentar a escola ou ser registrados quando nascessem pq tudo isso foi ideia de pessoas brancas.
Tem muito idiota querendo inventar moda e não se preocupam com o que realmente importa os valores humanos, como respeito, igualdade, equidade e compaixão pelo pelo proximo. Querem tanto criar alguma coisa boa, mas so fazem merda.


Eu queria entender essa mágica de ficar rico gastando. O governo Lula incentivou todo mundo a gastar; a pessoa comprava um carro em 60x e achava que tava rica. Isso vai contra o mais básico da lógica elementar.


Esse título do artigo me inspirou a criar uma banda de rock alternativo, irá se chamar Lord Keynes & The Progressists. Aposto que seria um sucesso comercial.


O ponto é que não se defende que a criança deva ser responsável pelo sustento do lar, lógico, mas que a atividade laboral faça parte da sua educação. Muito tempo em banco de escola é perdido com programas inúteis que só servem pra decorar e passar nas provas, ditadas por MEC e similares.

Não por acaso, o trabalho é associado a castigos, como é o caso do Brasil, onde até a etmologia da palavra dá essa noção.

Em países com histórico de terem sido formados com fins meramente exploratórios, o trabalho foi vilanizado a seguir nas disciplinas escolares; não era associado á sustento e enriquecimento próprios, mas como exploração para enriquecer terceiros espoliadores (se antes eram os engenhos e metrópole, hoje é o empresário e bancos).





Até ele não conseguir mais pagar seu salário e/ ou sua aposentadoria.

Estabilidade só existe quando alguém paga a conta. No caso do Brasil, está sendo paga com inflação, pois a tributação só cai, mês a mês.

No seu lugar eu já começaria a me qualificar para daqui 5 anos, pois quando "a casa cair" o choque para voltar ao mundo real não será tão forte.



O que demonstra claramente que "mais educação" e "mais dinheiro para a educação" não quer dizer absolutamente nada, se a qualidade intelectual do que é ensinado passa longe do minimamente regular.


Essa estatística pode ser enganosa... Meus irmãos todos trabalharam desde os 6-7 anos... E todos se destacavam com facilidade na escola. Todos eles, quando queriam, ficavam entre os primeiros de suas classes.

É fato que ter que trabalhar atrapalha um pouco os estudos,. Mas não é um fator determinante... Além disso, a média pode ser afetada por outras condições econômicas/culturais... Por exemplo, a maioria das famílias cujas crianças trabalham, são economicamente mais frágeis jogo, em média, têm menos recursos/acessos/alimentação/lazer/cultura e tudo isso gera um rendimento mais baixo, e não o próprio trabalho em si... Na verdade, o trabalho acaba sendo a forma que essas famílias encontraram para melhorar um pouco sua situação econômica... O trabalho infantil não é o problema, mas sim a alternativa encontrada frente ao problema (que é a pobreza).

Além disso, o trabalho, se bem orientado, pode ensinar a essas crianças valores muito mais importantes que as matérias acadêmicas ensinadas na escola.


"Se os pais acharem que uma criança tem que trabalhar desde cedo, problema deles"

Pronto. Assunto encerrado. O problema é dos pais. Ficar dizendo "lugar de criança é na escola", além de repetir chavão, é querer se meter na vida dos outros.


Funcionário Público: "no meu caso é o contrário: trabalhava numa empresa pública que foi privatizada e acabei sendo mandado embora."
É, a empresa deixou de ser cabide de emprego.
"Mais o tempo passou, fiz concurso público e hoje, graças ao Estado, tenho meu emprego estável."
E eu estou pagando para você continuar embromando. Acho que é por isso que o Brasil vai tão bem. Né?


Defina o que é ser "rico", por favor.

Riqueza é uma grandeza relativa, e cálculos como o da FORBES (para mim) não dizem nada, pois o cara pode declarar US$ 10 mi de fortuna e ter US$ 100 mi de dívidas ocultas e negócios duvidosos.

Rico ao meu ver é:

1- Ser líquido (ZERO dívidas) e;
2- Ter patrimônio equivalente a 10 anos de custo de vida. Ressalto que esse ponto é muito relativo, pois há quem gaste R$ 20.000,00 por ano, e quem gaste R$ 200.000,00, passando aos malucos que gastam R$ 2.000.000,00 por ano.



"É a quadratura do círculo" - poderia ser substituído, sem prejuízo da leitura por: É a bola quadrada do Kiko!


"Monarquia NÃO significa apenas um proprietário de um território gigante com uma coroa na cabeça."

Mas lógico que significa mais ou menos isso. Como você acha que surgiram os Burgos e Feudos? Eram basicamente proprietários de terras (que podem tê-las adquiridos pela apropriação original ou através de guerras de conquistas, cada caso é um caso) que cercavam suas terras com muros para protegê-las de invasores e saqueadores.
Então as pessoas comuns vinham à sua fortaleza para pedir proteção e a "única" coisa que elas tinham a oferecer ao dono da terra eram sua mão de obra, seus impostos frutos do seu trabalho e sua subordinação militar.

Quando os diferentes territórios começaram a perceber que guerras destruíam riqueza muito mais facilmente do que criavam (ou seja, saqueavam dos outros), a competição (e cooperação, mas o Mercantilismo brecou isso) econômica entre os diferentes territórios começou a ocorrer. E isso era inevitável.


É basicamente isso mesmo, Jango.

Em economias mais fechadas e com leis trabalhistas que possibilitam os empregados ferrarem com os patrões mais facilmente, os patrões preferem contratar através de indicações de pessoas próximas do que através do setor de RH.

A produtividade passa a ser o segundo plano. O primeiro plano é não ser processado.


Tendo tal montante de ouro para emitir moeda privada, mais fácil ele abrir um banco e emitir reservas fracionárias, sendo que se ele tiver basicamente R$ 100 mi em ouro, poderá gerar aproximadamente R$ 600 mi em empréstimos.


...porque existem pessoas capazes de criar, empreender...
Todas as pessoas são capazes de criar e empreender. Nem todas o fazem.

O capitalista é o cara que melhora vidas, salva vidas, deixa o mundo mais divertido e confortável entre uma infinidade de outras maravilhas.
Vc quis ironizar, né? Mas essa é uma verdade.

... mas se perguntarem para qualquer indivíduo de qualquer outra espécie não sinantrópica, acho que vão discordar. E se perguntarem para o Rio Doce, também. Mas isso é assunto para artigos sobre a relação do capitalismo com o meio ambiente.
Se não existisse o capitalismo, não existiriam mineradoras ou as mineradoras seriam magicamente à prova de acidentes? Ah, já sei, não foi um acidente, foi culpa da "ganância" inerente ao capitalismo. A propósito, quais são os sistemas alternativos ao capitalismo atualmente implementados e qual a relação deles com o meio ambiente?

Quero que perguntem sim, para o trabalhador, esse do Marx...
...Será que ELE se sente EXPLORADO...
...Será que ELE, o objeto em discussão tem alguma voz nessa ideologia?

ELE tem nome e endereço ou é um ente imaginário que subsititui a SUA visão a respeito do tema ?

Mas na verdade existem duas formas de se tornar um bilionário hoje: herança, e exploração do trabalhador ou das regras do Estado.
Bill Gates, Mark Zuckerberg, Messi, Neymar, Madonna, Lady Gaga.
Em comum entre eles: não receberam heranças, não exploram trabalhadores (seja lá o que vc entende por explorar), não exploram regras do estado, e fornecem produtos que as pessoas querem consumir.

Mas o fato é que não está funcionando, nem pelos números dos próprios capitalistas
Que números seriam esses?

Não está funcionando para a grande maioria das pessoas no planeta.
De novo, a "grande maioria das pessoas no planeta" disse isso pessoalmente para vc ou é apenas wishful thinking?

Então, tontos e ávidos por uma solução, começamos a jogar pedras para todo lado buscando culpados.
Fale por você.