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Últimos comentários


Continuando a estória...
Amarildo estava no pior momento de sua vida. Seu ganha pão, mesmo que pouco, lhe foi tirado. Ele pensa eu várias coisas ruins que poderia fazer para se vingar. Pensa em tirar a sua própria vida, pois sua existência, agora, ainda mais, é despresível.
Ele anda sem rumo pelas ruas com Sol escaldante sobre sua fronte, pois está próximo ao natal e é um dos verões mais quentes. Nada parece fazer sentido. Ele finalmente chega a sua casa himilde no morro ali perto, não menos quente, como é em todas as casas feitas de tijolos e telhas de amianto. Ele abre a geladeira usada que ganhou e não encontra nada que pudesse preencher aquele vazio que ele sentia. Apenas uma garrafa de água gelada, que veio em boa hora.
Amarildo olha ao seu redor e fica ali parado. Cai a tarde a anoitece. Amarildo ainda imóvel tentava pensar, mas seus pensamentos se misturavam com o desespero.
Amanhece e ele percebe que havia dormido ali mesmo, sentado numa poltrona velha. Sente fome. Novamente olha na geladeira e vê apenas aquela garrafa de água gelada.
Em sua mente ele pensava "será que vou ter que mendigar agora depois de velho? Ou será que vou ter que roubar para comer?" Mas não foi isto o que a sua velha mãe havia lhe ensinado quando era criança pequena no sertão da Paraíba. Ele não tinha talentos como os de um pedreiro ou de um marcineiro. Lhe veio a mente que o que fizera a vida toda era o seu melhor talento, o de servir as pessoas. Então ele vestiu sua melhor roupa e foi, ainda de barriga vazia, para a frente daquele supermercado e ali na calçada continuou oferecendo seus serviços de carregar sacolas e chamar taxis. Conseguiu alguns trocados, mas logo veio o gerente do supermercado dizer-lhe que não poderia ficar ali. Pelo menos já tinha o suficiente para um almoço. Mas Amarildo estava decidido a conseguir mais. Assim, ele pegou aqueles trocados comeu uma quentinha de 6 reais e procurou outro supermercado onde pudesse oferecer seus serviços.
Ele encontrou um outro supermercado não muito longe dali e ficou oferecendo seus serviços. Amarildo era gentiu e simpático, apesar de ser feio. Logo uma das pessoas que ele ajudou, uma senhora solitária, perguntou-lhe se ele poderia fazer serviços simples em sua casa, como troca de lâmpadas e empurar móveis. Ele de imediato respondeu que estava ao seu inteiro dispor. Ganhou 50 reais por estes serviços em apenas 2 horas de trabalho.
Ele então percebeu que se conseguisse mais trabalhos como este poderia ganhar bastante. E enquanto andava pela rua indo para casa via que sempre tinha alguém entregando panfletos com ofertas de lojas, cursos e outros serviços. Então ele teve a idéia de a cada pessoa que ajudasse na calçada entregar um cartão com a oferta do seus serviços. Mas ele não sabia escrever e então teve a idéia de pedir para uma vizinha que tinha a letra bonita para escrever os cartões. Ele passou em uma papelaria e comprou cartões e uma caneta preta. Pediu a vizinha, que aceitou depois dele oferecer alguns dos seus serviços em troca.
No dia seguinte a cada pessoa que ajudava ele entregava o cartão. Algumas aceitavam, outras não. Até que uma das pessoas perguntou-lhe: Mas não tem seu telefone aqui? Como vou entrar em contato. E ele respondeu que não tinha telefone, nem um celular velho. Mas esta pessoa o sugeriu que comprasse um, mesmo que um modelo bem barato e que até algumas lojas davam um celular bem simples gratuitamente para quem comprasse um chip. Ele então foi a uma loja e conseguiu adquirir um chip e um cartão. Pediu novamente a vizinha que alterasse seus cartões colocando o telefone.
No outro dia, ele entregou vários cartões e novamente para aquela pessoa que havia sugerido a ele a compra do celular. Não demorou muito ele recebeu uma ligação pedindo para limpar um ralo entupido. Ele limpou e ganhou seus lucros. Um serviço aqui e outro ali. E Amarildo já tinha ganhado em um mês mais do que podia sonhar. Ele tinha mil e quinhentos reais. Então ele pensou, se com alguns cartões conseguiu tantos serviços, imagina se ele entregasse cartões em outros locais? Então ele novamente pediu a vizinha que o orientou a ir a uma gráfica. Ele assim o fez e mandou imprimir 200 cartões.
Amarildo, hoje, tem uma empresa de maridos de aluguel com um faturamento de 150.000,00 por mês.
Quem poderia acreditar?


Acho esse argumento muito interessante:

Governo: os protestos são a voz do povo.

Só que o povo trabalha, não tem tempo de ir para protesto sem perder o dinheiro daquele dia.



Se fosse depender da força dos sindicatos, o Temer jamais teria assumido e nem ficado no cargo.

Popularidade conta bastante.


liberar as drogas

Nesse ponto, é o correto a se fazer.

Todas as drogas devem ser descriminalizadas. E isso é defesa da liberdade individual, e não de esquerdismo (embora seja uma bandeira do esquerdismo, mas é uma bandeira do esquerdismo pelas razões erradas).


"Reconheço o quão prejudicial pode ser quando novos entrantes chegam ao mercado e passam a disputar o mesmo cliente"

Essa premissa inicial do artigo poderia ter sido melhor especificada.

Humilde sugestão:

"Reconheço o quão prejudicial pode ser aos já estabelecidos no mercado quando novos entrantes chegam nesse mercado e passam a disputar o mesmo cliente; todavia, o ingresso de novos entrantes gera benefícios para os consumidores e para a grande maioria da população em geral, como será exposto no presente artigo".



Protesto nada, o certo seria criar um grupo de extermínio desses parasitas vagabundos.


"Nunca antes na história desse país" ideias liberais estiveram florescendo como agora.
Nao percamos essa grande oportunidade.
Este espaço do Mises Brasil, foi e é fundamental para continuar o processo de esclarecimento e consequente derrota do esquerdismo.
Tal pesquisa, aqui bem esmiuçada, não me casou espanto. Nosso povo na grande maioria é de gente que sente orgulho em vencer com seus próprios méritos.
Os governos Lula/Dilma nos deram ao menos um bom desfecho, jogaram uma pá de cal nas funestas ideias socialistas.


É regozijante ver que um dos partidos mais canalhas que já existiram reconhece isso publicamente. O PT acabou. Espero que essa corja nunca saia do fundo da lama em que se meteram. Que sejam execrados ad aternum pela população. Já vão tarde, seus malditos!


atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/1851300-instalador-de-rede-de-protecao-que-viraliza-na-web-assina-acordo-com-mpt-premium


ANALISEM COMIGO O LINK ACIMA,

EMPREENDEDOR DE REDES DE PROTEÇÃO FICA IMPEDIDO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO DE TESTAR SUA INSTALAÇÃO SE PROJETANDO CONTRA A REDE.

REDE QUE É CONFECCIONADA PELA PESSOA QUE TESTA , E ESTE ASSEGURA TOTAL SEGURANÇA ,


O QUE VAI ACONTECER DAQUI PRA FRENTE????

ME AJUDEM A RACIOCINAR TAL INFORMAÇÃO DENTRO DO PARÂMETRO LIBERAL,

TENHO DEGUSTADO E APRECIADO PRAZEROSAMENTE CADA ARTIGO E OS RESPECTIVOS COMENTÁRIOS EDIFICANTES,


PEDROVSKY



Onde está aquela explicação do Leandro sobre o Protecionismo, taxas alfandegárias e a Guerra Civil Americana ?


Não sei se vocês têm a mesma impressão, mas a minha é que, em São Paulo, os acidentes e o trânsito são causados principalmente pelos próprios motoristas e seus smartphones.

Eu reparo diariamente nisso, e é inacreditável o número de pessoas que dirigem olhando e mexendo no celular. Param num semáforo, puxam o telefone e esquecem do mundo. O semáforo abre, o cabra não anda. Alguém buzina, ele acorda, engata a marcha, começa a andar... só nesse tempo, 5 carros não passaram no semáforo, e o trânsito se acumulou.

Nas marginais, vias expressas, vejo vários motoristas andando bem abaixo da velocidade possível, freando quando não há absolutamente nenhum motivo para tal... passo do lado, o cara tá mexendo no celular ao invés de prestar atenção no trânsito e fazer o movimento fluir melhor. E vira um ciclo vicioso: o cara mexe no celular, o trânsito vai ficando mais lento até parar. Para, quem parou pega o celular e não anda.

Nunca vi nenhum estudo sobre isso, mas essa total desatenção não deve ajudar com a diminuição de acidentes. Conheço pelo menos duas pessoas que bateram seus carros e me confessaram que estavam olhando pro celular, não viram o trânsito parando e, quando tentaram reagir, era tarde demais.

Claro que as condições dos carros, das vias, do clima etc contribuem. Mas se os motoristas pudessem se focar em apenas dirigir os malditos carros, já seria um enorme avanço.


Concordo Fernando, o mordomo do terror tem "reformas" difíceis pra passar por este mesmo congresso até julho, a morte do Uber será apenas dano colateral.


Mas não em termos políticos. Ele quer manter fiel a base aliada. Então esqueçam.



E a esquerda aproveita justamente disso, o apelo emocional que um acidente de maior velocidade provoca, é enorme. O que condiz totalmente com a tática argumentativa deles.

Eles só conseguem ser contra, mostrando o estrago que faz a maior velocidade, mas não conseguem argumentar(porque não convém) que o numero de acidentes aumentou por isso.

É a famosa: APESAR DE e NÃO POR CAUSA DE.

A velocidade pode causar acidentes fatais, mas o numero de acidentes pode ser MENOR.
O que interessa é o numero de acidentes, o estrago que provoca é secundário.

Se fosse assim, era pra reduzir a velocidade dos trens e metros, já que um acidente nesses veículos, tende a ser fatal.
A intenção é provocar menos acidentes e não menos estrago, a segurança ativa é muito mais importante que a passiva.


Abraços


Olavo de Carvalho já diz há tempos que governos de esquerda já desistiram de contar com os mais pobres (também conservadores) para garantir sua soberania. Hoje, os governos de esquerda buscam sua sustentação junto àqueles que vivem à margem da sociedade. Ex: assassinos, traficantes, usuários de drogas, prostitutas, pedófilos.

Dito isso, fica evidente o motivo de toda a defesa dos DIREITOS HUMANOS e de certas REGALIAS para os "excluídos" da sociedade - conhecidos como 'vítimas' ou 'suspeitos'.




Sim. Agora vão desprezar o discurso dos pobres... Vão taxá-los de massa de manobra do capitalismo... Eles sempre têm uma saída... Vão focar nas minorias sempre visando o conflito, antes entre classes, agora será gerar conflito entre sexos, raças, religiões, famílias, liberar as drogas, aborto e o que mais puderem fazer para fragmentar a sociedade e enfraquecê-la como um todos.


Muito interessante a pesquisa.

O catolicismo, apesar de ter algumas contradições na Bíblia, serve como foco de resistência. Eu que sou ateu, reconheço isso. Lembro bem de quando estava na Providência Santíssima e um dos padres de lá criticou o feminismo e diz que o movimento não quer igualdade e sim quer que a mulher seja superior ao homem.

Agora vou usar o meu achismo. Deve haver uma questão psicológica também. O pobre é o que vai mais sentir o peso do estado, inclusive o seu filho. O filho do rico (ou quem tem melhor renda) sente menos, principalmente o mais mimado e paparicado. Sempre recebeu tudo do melhor sem se esforçar e acha que as coisas caem do céu. Nunca tentou arrumar um trabalho e acha que os outros têm obrigação de se sacrificar por ele. É o tipo de gente que vai querer "direitos" e que acha que riqueza se cria por decreto. Ele tem mais tempo para realocar em bobagens esquerdistas em textos de Facebook. Eu posso constatar empiricamente num cursinho no qual eu vou. Uma grande parte dos que vão em cursinhos e vão no ensino superior estatizado os pais podem bancar com folga (veja o caso), inclusive o ensino superior privado e o filho pode estudar sem precisar trabalhar. O pai leva e busca em sua picape nova. Vai na Disney. Faz curso de inglês. Uma minoria é de filhos de pais mais pobres que se matam para poder pagar as mensalidades. Em alguns outros os pais simplesmente vivem apenas em função dos filhos (apesar de mais pobres, os mimam). Eu me enquadro no primeiro caso dos pobres do cursinho. Desde criança eu já fui acostumado à ter raiva do governo. Na minha época as importações eram mais fáceis. Quando apertaram a alfândega e fiscalização, além das taxações, senti na pele o que é o governo. Não tinha dinheiro para ficar comprando jogo original e brinquedos. Quais desses casos acima você acha que a pessoa vai ser mais propensa em clamar por "direitos" e achar que o estado cria coisas do nada?


Sinceramente? Acho que a última esperança está em um veto presidencial. Senadores, assim como deputados, são facilmente compráveis pelos sindicatos dos taxistas. Já um presidente em busca de aprovação popular é diferente. Proibir a Uber agrada a poucas pessoas. Já permitir a Uber agrada a muito mais.

Em termos de popularidade, vetar essa proibição da Uber seria ótimo para Temer.


-Cafezinho com Capital Imoral, postagem 1 "teste".
Cafezinho com Capital Imoral é uma coluna publicada toda quarta-feira pelo filósofo e escritor Capital Imoral. No artigo desta semana, irei comentar sobre uma peça publicitária da empresa Amazon.

Amazon e os porcos
O mundo está muito estranho caro leitor, alguns intelectuais perceberam tais mudanças e já nos alertam através do termo "Pós-verdade". Acredite, está palavra anda bastante famosa nas redes sociais, conversas de bar, no meio intelectual; este é o termo que virou celebridade no meio dos limpinhos da Livraria Cultura e dos que acessam o site Spotniks.
O que nos diz este termo? o "pós" nos diz sobre algo que é posterior; a verdade nos diz sobre algo que está em conformidade com os fatos e realidade. Portanto, o termo nos revela sobre algo que é posterior a realidade.

Entro nesta questão, devido a falsidade estética em que vivemos, como se fosse uma grande bolha criada pelo capitalismo. Tivemos uma grande prova dessa falsidade, através das consequências de uma peça publicitária da Amazon. Um grande homem, que tem consciência social, por escolha do destino tornou-se diretor de criação da Amazon. Este grande homem chamado Jairo Anderson, que assim como eu, acessa todos os dias o site Catraca-Livre. Ele ajudou a produzir uma peça publicitária fantástica! Foi um dos poucos homens a lutar contra o politicamente correto neste país. Mas não durou muito tempo, logo a elite paulista entediada e limpinha, fez questão de aderir ao politicamente correto do prefeito João dória.

Que mundo é este onde não se pode criticar a morte da beleza? A cidade ficou cinza! a cidade ficou feia! a cidade ficou elitista sem a arte produzida pelas minorias. Quero uma cidade colorida sim! menos no meu condomínio. Agora não se pode mais espalhar arte pela cidade, que os neoliberais defensores ferrenhos da propriedade ficam de mimimi. Sou grato sim à Jairo Anderson por ousar lutar contra este politicamente correto da elite paulistana.

Entretanto, eu não posso deixar uma questão ser ignorada. Não posso deixar de lado meu desprezo pelo capitalismo e suas empresas. As pessoas imaginam uma empresa da seguinte forma: "oie, eu sou a empresinha, sua amiguinha". Desculpe, mas à empresa Amazon não é minha amiguinha! isto é apenas uma mentira publicitária que faz as pessoas ter um fetichismo por objetos e marcas. Não foi a empresa "ameguinha" Amazon que fez doações do fundo do coração. Foi, isso sim, o conjunto de pessoas com uma necessidade de ganhar um sujo dinheiro, para depois fazer sexo e ter conforto. sim, esta é nossa natureza. Humanos sujos! Imundos!

"Os homens são porcos que se alimentam de ouro - Napoleão Bonaparte". - copiado via kindle.

Voltemos ao termo "Pós-verdade", como os homens vão encontrar a dura realidade humana, Se eles ficam neste fetichismo bobo? A verdade caro leitor, é que eles não vão encontrar, todos nós somos reféns da estética e ideologia neoliberal. Já ficou comprovado que o neoliberalismo não tem base com a realidade, o que resta é criar um mundo de fantasia.

Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.


Na verdade começa e me parecer que eles estão abandonando o argumento dos pobres e indo pro argumento das minorias.


Sensacional a exposição dessa verdade que eu já conheço empiricamente. Pobre é conservador e odeia o Estado.


"Heliu, ficou revoltado, e afirmou: " Seu velho, você teve uma vida inteira para juntar dinheiro e aprender algo, que atenda as demandas das pessoas, mas você escolheu este caminho sujo e triste da pobreza e ignorância, você merece sofrer por não atender as demandas das pessoas.""

concordo 100% com a afirmação.


Quais as chances do senado brasileiro abrandarem as novas regras para uber e similares ou do mordomo de filme de terror vetar o projeto?


Você chegou a este site agora, né? Um dos assuntos mais abordados aqui é exatamente as consequências econômicas de se ter abolido o padrão-ouro. Não, meu caro, não há mais nenhum ouro lastrando nenhuma moeda. Ninguém será restituído em ouro caso tente trocar papel-moeda por ouro. Isso acabou oficialmente em 1933 para o cidadão comum e em 1971 para os bancos centrais.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2308

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1521

www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=678


P.S.: Essa afirmação sobre o Fed ser privado não é totalmente correta.

O presidente do Fed é apontado pelo presidente americano, e a autoridade do Fed é derivada do Congresso americano, o qual tem poderes de supervisão sobre o Fed -- embora não tenha, em tese!, poderes sobre a política monetária que este adota.

Ademais, o presidente do Fed, após ser escolhido pelo presidente americano, precisa ser aprovado pelo Congresso.

É também o governo quem determina os salários de alguns dos funcionários do alto escalão do Fed.

Nesse sentido amplo, o Fed é estatal.

Agora, o Fed é "privado" em dois sentidos:

1) Suas 12 sucursais (Boston, Nova York, Filadélfia, Cleveland, Richmond, Atlanta, Chicago, St. Louis, Minneapolis, Kansas City, Dallas e San Francisco) são geridas privadamente (é como se as sucursais do Banco Central no Rio, em São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza etc. tivessem gerência privada). Mas elas apenas obedecem às ordens do Fed de Washington, que é quem manda em todo o sistema.

2) O Fed como um todo não sofre qualquer auditoria política. Trata-se de uma caixa-preta mais impenetrável que a CIA.

De resto, vale ressaltar que a autorização para o Fed funcionar foi concedida pelo congresso americano no Federal Reserve Act de 1913. Logo, tecnicamente, a existência legal do Fed também depende do governo.


Em primeiro lugar, não há nenhuma evidência de que a população americana seja "consumista". Ela é mais consumista que a brasileira, por exemplo? Sob qual critério?

Porém, pelo bem do debate, vamos partir do princípio de que sua afirmação é verdadeira, e que a população americana é realmente consumista.

E daí? O que é empiricamente observável é que os EUA absorvem poupança externa. Toda a poupança do resto do mundo é, de muito bom grado, direcionada aos EUA, tanto na forma de investimentos externos produtivos quanto na forma de bens de consumo.

Ou seja, o resto do mundo poupa para bancar a população americana. O resto do mundo restringe o seu consumo para mandar bens de capital e bens de consumo para os EUA. O resto do mundo restringe o seu consumo para fazer investimentos nos EUA.




Sim. Não se sustenta sem expansão monetária.

De novo: caso a oferta monetária fosse fixa desde 1994, como haveria "inflação de custos"?


Pequenas considerações sobre suas afirmativas no texto... Rockefeller nunca foi o homem mais rico do planeta... sempre foi empregado privilegiado dos Rothschilds, estes sim, os homens mais ricos do planeta, há mais de 250 anos... são os "donos" do Federal Reserve System e do IRS (imposto de renda norte-americano), que são empresas privadas... o Federal Reserve imprime o dólar norte-americano, recebe obrigações do Tesouro (com juros, é claro) e cuida para que o IRS receba o dinheiro do povo norte-americano, até com sanções privativas de liberdade para os devedores...você sabe quantos trilhões de dólares já foram impressos desde 1913 ? sabe a quanto monta o total de "derivativos" existentes no mercado financeiro mundial, atualmente ? poderia me informar qual a garantia que nós temos para receber nosso dinheiro, ou seja, converte-lo em ouro (forma como foi vendido ao mundo 1 dólar = 1 onça de ouro (28 gramas de ouro 99,9%-grau garantido de pureza) - será que o governo dos USA possui todo este ouro, guardado em Fort Knox, New York e outros locais "muito seguros" ?
Não sou economista, mas gosto de ler a respeito do assunto, bem como das diversas teorias que tratam do assunto, pela importância que possui na vida das pessoas e as grandes modificações que ocorrem em virtude das políticas economicas existentes.
Gostaria de receber matérias a respeito, a fim de buscar aprender um pouco mais sobre o assunto.




Leandro, seria uma boa ideia fazer um texto atual sobre a real taxa de desemprego no Brasil, não acha?


E no caso da sociedade americana, como ela continua enriquecendo tendo uma população tão consumista?


Ele fala, ele grita, dá chilique, mas não diz nada. Não há nenhum fato ou número, apenas argumentos vazios do tipo " ta uma verdadeira p*"

No final das contas ele só demonstrou ser uma pessoa arrogante e imatura que se acha no direito de falar pelos milhares (ou milhões) de motoristas e passageiros e ainda acha que sabe o que melhor para todos.


todo consumo descontrolado ou desnecessário gera falência, mesmo que você seja rico.



Na verdade a esquerda que eu conheço critica o Uber, os argumento são: "Uber explora o motorista", "Uber é capital estrangeiro" e por ai vai....


Capital imoral, muitcho loca e divertida a sua ironia, como de costume.

Mas eu gostei mesmo foi de ler esse excelente poeminha, que eu não conhecia, de Frederico Schmidt. Um cara que, aliás, foi um empreendedor, tendo sido um dos fundadores da cadeia de supermercados DISCO, no Rio de Janeiro.


A explicação é bem simples:

O problema é o funcionalismo público aliado a falta de liberdade econômica.

Nossos cérebros fogem para a esfera estatal por pagar salarios bem maiores e estabilidade. Quantos engenheiros, programadores, físicos, quimicos, etc nós perdemos por ano para os concursos públicos? Mesmo um engenheiro que queira inventar alguma coisa revolucionária precisaria de peças que são vindas do exterior, o que implica ter que pagar o carissimo imposto de importação + carga tributária associada.

Alias, esse é outro efeito nefasto do nosso protecionismo, o encarecimento de materiais necessários para criar algo novo, desestimulando a criação de valor.


Sim, estou de acordo com você. Perfeita sua colocação.

Acredito que muita gente acha que velocidade é responsável por acidentes porque acidentes em alta velocidade são bem mais brutais pela maior quantidade de força aplicada, ou seja, eles impressionam mais quando ocorrem. É a mesma coisa de ataques de tubarão. As ocorrências de ataques são consideradas baixas, mas as pessoas tem muito medo devido à ferocidade dos ataques.



Provavelmente, esse seu amigo estudante de economia lhe disse que os outros tipos de inflação eram: inercial, custos e choque de oferta.

Porém o fato é que, se não há inflação monetária, não há esses outros tipos de inflação. Eu abriria uma exceção para a de choque de oferta, pois de fato se há uma diminuição da oferta de um bem, mas a quantidade de moeda continua a mesma, então os preços aumentaram. Mas, mesmo assim, a dita inflação como é hoje tipificada "aumento persistente e generalizado do nível de preços" dificilmente se faria presente, pois dependeria que a oferta de bens e serviços estivesse caindo constantemente.


Eis a qualidade intelectual de alguns "conservadores":

"Tem que regulamentar e impor limites sim! Do jeito que ta, ta uma verdadeira p*. Cada um faz o que quer, oq gera não só competição desigual, mas também -e mais importante- INSEGURANÇA e sucateameamento, tanto pra motoristas do aplicativo, quanto pro maior interessado na história toda que é o passageiro. E se nao for o estado pra regulamentar, quem vai na visão liberal? O papai noel? Ah é... me esqueci, na visão bonitinha digna de contos de fadas, o proprio mercado se "auto-regula", como se vocês desconhecessem as práticas acima citadas. Me desculpe, mas quem diz defender a liberadade, mesmo preferindo defender monopolio privado apenas pelo mesmo ser privado e ser oposto ao monopolio estatal, não passa de um merda. O que foi proposto até agora foi uma regulamentação de forma que o transporte individual operado por app possa COMPETIR de igual pra igual contra os taxis, e não de forma PREDATÓRIA como havia ocorrendo, fazendo-se valer até de dumping pra isso! E só por isso ta esse chororo liberal... pqp, vocês são uns m*s mesmo!"


Conheço pessoas que vivem de dívidas, não é muito raro encontrar delas por aí, aposto que todo mundo aqui conhece uma. De todo endividado que eu já conheci, nunca quis estar na pele de nenhum, afinal, não há coisa mais sem lógica do que ficar fazendo empréstimos pra consumir besteiras, o preço do produto sai mais caro. Quem faz dívida paga mais caro, e por isso acaba tendo menor poder aquisitivo do que uma pessoa que poupa.


O sistema de negócios da UBER é o sistema que deveria prevalecer em todo o mercado. Se existe alguém disposto a fazer o mesmo trabalho do que você, por menos do que você ganha, então você não merece ganhar mais. Por outro lado se você não consegue ter competência para ofertar um serviço de forma competitiva, você tem que quebrar e virar funcionário. Simples assim.


"Poupar para deixar o dinheiro no banco...mas o banco vai consumir meu dinheiro, certo ? "

Não é o banco que consome o dinheiro. E o estado, a través da inflação, que destroi ele.


Concordo, o que na verdade causa acidentes é a diferença de velocidade.

Nos autódromos, os acidentes se dão assim, juntou um carro mais lento e um mais rápido, a chance de dar cagada é muito grande.

Na estrada por exemplo aqui de são paulo, temos estradas como a bandeirantes, que o limite é 120km/h, enquanto ao mesmo tempo temos estradas com o limite de 90 ou 100. Se a velocidade fosse um fator predominante e principal, era pras estradas de maior limite de velocidade serem verdadeiro parques suicida. O que acontece é justamente o ao contrário, muita estradas com altos limites ou sem limites, tem menos acidentes do que as com um limite baixo.


Quando o limite de velocidade é mais alto, ninguém lhe obriga a andar o tempo todo nele, veja, se na marginal o limite é 90, ninguém ti obriga a andar 90. Você pode andar a 50, 60 ou como você achar justo, somente deixe a faixa da esquerda pra quem quer andar mais rápido. Isso colaboraria pra que as pessoas andassem conforme o fluxo, na imigrantes aqui, já cansei de estar 150km/h junto com todos os carros, muito mais seguro do que andar a 80. Todos no mesmo ritmo, os mais lentos na direita e tudo certo.

Deixou um artigo que refutou esse mito: https://www.flatout.com.br/cinco-mitos-sobre-as-reducoes-de-limites-de-velocidade/

Abraços


Como pode ser que aqui em Latinoamérica faltem ideias, enquanto na Europa estão inventando joias como estas:
https://www.uboatworx.com/series/models?series=47
*
Quantos desocupados temos no Brasil?



Bruno, vou dizer alguns fatos e depois minha simples opinião:

Fato: maior velocidade em um momento de impacto implica maior estrago, pois há mais força aplicada.

Fato 2: maior velocidade também requer um tempo de frenagem maior para fazer a velocidade chegar a 0.

Agora vamos a minha opinião, que a primeira vista pode parecer contraditória aos fatos:

O que mais vejo em termos de acidentes não são por causa da velocidade, mas sim por causa do trafego lento, por falta de pericia do motorista, desonestidade ou simplesmente falta de atenção. Muitos motoristas freiam bruscamente por qualquer motivo, andam lento ou freia e acelera por qualquer motivo (o que deixa quem está atrás impaciente, nada pior que uma pessoa que chega aos 45 km/h numa estrada de 60km/h e freia de volta para 40km/h, para depois subir para 45 km/h e repetir todo o processo o tempo todo).

Desonestidade inclui: invadir faixa propositadamente para ganhar uns espaços, não deixar alguém passar na sua frente quando precisa, no caso de moto e/ou bicicleta: andar pela direita dos veículos (ponto cego de todo motorista), entrar no espaço a direita de um PARE de um motorista que vai dobrar para a direita, corredores de motos entre filas de carros (por si só, já é extremamente perigoso).

Falta de atenção: Fazer curva sem olhar para frente ou para os lados (bateram no meu carro assim hoje, a mulher dobrou para a direita sem olhar pra frente). No caso de pedestre: atravessar no meio de junções de T (já vi, coisa bem imbecil, mas já vi).

Falta de pericia: não saber o que significa uma rotatória (o número de pessoas que não sabem como elas funcionam é surpreendente, ou sabem, mas não estão nem ai).


Fazia um tempo que não acessava o site do Mises, e quando volto, me deparo com este MONUMENTAL artigo escrito pelo melhor economista do Brasil. Parabéns Leandro. Continue assim. É um grande alívio a minha pessoa, visto que curso Economia.

"Outra tese esdrúxula surgiu recentemente e foi aventada por André Lara Resende, um dos criadores do real. Segundo ele, a inflação estaria alta porque a SELIC está muito alta. Apenas se a SELIC fosse diminuída para algo próximo de zero — sim, ele falou isso — é que o IPCA começaria a cair. No entanto, desde a publicação de seu artigo (em janeiro), a SELIC caiu apenas 1,50 ponto percentual (de 13,75% para 12,25%) e o IPCA, em acentuada desaceleração, se encaminha para abaixo do centro da meta (que é de 4,50% ao ano)."

Eu acompanhei essa discussão, estava com algumas dúvidas, mas já consegui as respostas por este artigo.

Abraços Leandro.



Eu concordei com 100% do que você falou. Até você chegar ao antepenúltimo parágrafo.

"As expectativas vão se acelerar novamente, a preferência temporal pelo dinheiro irá diminuir com a quebra da confiança"

A preferência temporal pelo dinheiro não diminui quando a oferta monetária líquida (papel-moeda em poder do público e depósitos em conta-corrente) está restringida e os juros reais são altos (como é o caso atual).

Preferência temporal diminui quando a inflação é extremamente galopante (acima de 20% [/u]ao mês[/u]), o que não é o caso atual. Mesmo quando o IPCA anual beirou os 11% ao ano, não houve ninguém se desfazendo rapidamente do dinheiro em troca de bens. Ao contrário, aliás: como o dinheiro estava escasso (por causa da contração monetária), ninguém queria abrir mão dele.

Não visualizo este cenário.

"tudo isso fará com que o real volte a se desvalorizar, talvez fortemente, perante o dólar, forçando a inflação a subir"

Embora seja totalmente improvável, mesmo que tal desvalorização aconteça, será pontual caso a oferta monetária continue restrita. Foi exatamente isso o que aconteceu no final de 2015 e início de 2016, quando o dólar bateu em R$ 4,24.

Sem expansão monetária, não há desvalorização cambial que dure. Consequentemente, não há carestia que se mantenha.

"ao mesmo tempo, como dito, o BC em meio a uma campanha de afrouxamento monetário agressiva, fazendo o real cair ainda mais e a inflação subir. Desta forma, ao contrário do que sugere o artigo, o inflação no Brasil vai voltar a subir fortemente."

Vamos lá. A única maneira de os preços voltarem a disparar é havendo aumento da oferta monetária em simultâneo a uma desvalorização cambial. Para que isso aconteça:

1) O BC tem de reduzir os juros (isso está acontecendo);

2) O governo tem de continuar tendo altos déficits (isso está acontecendo);

3) Pessoas e empresas têm de se endividar fortemente (isso não está acontecendo).

Enquanto o item 3 não for resolvido, será difícil acreditar em disparada de preços. Vale também lembrar que, a trancos e barrancos, a lei do teto de gastos já foi aprovada e está em vigor. Ela vai restringir (um pouco) o item 2. Dificilmente os déficits serão maiores que os atuais.

Por enquanto -- enfatizo, por enquanto --, não vejo nenhum espaço para explosão nos preços. Tal fenômeno pode até vir a acontecer, mas terá de haver algum choque (entrar em cena algo imprevisto) para que isso ocorra.


obs: Estamos nos encaminhando para fazer 3 anos de recessão.

obs 2: A velocidade com que a economia se deteriorou/está se deteriorando, realmente impressionante.

obs 3: pode estar havendo deflação em um agregado monetário, porém nos outros agregados existe inflação, considerável. Que irá se manifestar.


De que "mais recente empreitada" vc está falando?


Vou escrever sobre o Novo Desenvolvimentismo, o futuro do Brasil. Será que eu tenho chances?



"Eu sei que é estranho e nada disso tem haver com o IMB"

Meu caro Bruno, esse assunto tem a ver com liberdade individual (e libertarianismo) sim...

Por exemplo, o libertário e economista da EA Pascal Salin fala sobre isso no seu excelente tratado sobre "Liberalismo":

www.unioneditorial.es/la-antorcha?page=shop.product_details&flypage=flypage.tpl&product_id=12&category_id=19&manufacturer_id=144

Olhe o cap. XIII:

"CAPÍTULO XIII.- LA LIBERTAD DE CONDUCIR
La velocidad mata... todos lo saben
¿Eslogan o razón?
Cuando la ley no es respetable
El crimen imaginario
Conductores responsables"

Ali ele defende que limitação legislativa de velocidade implica restrição à liberdade individual, além de outras considerações empíricas.

E, próximo ao tema, vale conferir:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=115

www.mises.org.br/Article.aspx?id=453


A sua dúvida até é legítima. Ocorre que há uma diferença entre autoridade e autoritarismo. Autoridade é algo que possui um valor inerente, ao qual um terceiro, nesse caso um filho, cede por reconhecer esse valor moral na figura de autoridade. Essa atitude significa respeito.

Sempre fui bom aluno, mas uma vez estava rindo demais numa aula e fui expulso de sala pelo professor. Não gostei disso, preferia que ele tivesse considerado o bom aluno que sempre fui e tivesse apenas pedido para eu parar de rir. Mas compreendi e respeitei a decisão do professor. Ele ali era uma figura cuja autoridade eu reconhecia e respeitava. É necessário respeitar seu professor. Ele estava ali cumprindo legitimamente a sua função, conforme eu reconhecia. E ele não agiu mal, pois eu atrapalhei a aula por agir indevidamente. Eu não tinha do que reclamar ali, o professor só estava exercendo sua autoridade de professor.

Ora, com os pais isso é muito mais forte! Você não nasce do nada. Nasce graças aos seus pais, devido a uma atitude que eles tomaram. Você nasce como um bebê inteiramente dependente. E sobrevive graças aos seus pais. São eles os responsáveis por alimentá-lo e protegê-lo, e também por guiá-lo e educá-lo.

O pais têm com os filhos uma relação de ascendência e precedência. Eles vêm antes de você, estão acima de você. Você existe graças a eles, e deles recebeu a vida e o seu material genético. Isso cria uma situação de grande autoridade dos pais em relação aos filhos. E só um cretino seria incapaz de reconhecê-lo.

O Estado é diferente. São pessoas adultas, dentro de instituições burocráticas, determinando imposições sobre a vida de outros adultos, quase sempre seus desconhecidos e, pior ainda, às vezes até sobre os filhos desses outros adultos, seus desconhecidos. De um modo geral, você não tem a opção de não acatar a essas imposições, mesmo quando totalmente indesejadas. Você raramente tem um vínculo pessoal com esses indivíduos. Até mesmo questionar diretamente essas imposições costuma ser custoso e difícil (senão impossível). Na prática, seu poder de decisão a respeito é mínimo. E eles não tem como decidir sobre o conjunto da sociedade, melhor que o próprio conjunto da sociedade. Suas imposições são autoritárias.

Por outro lado, nós sabemos que quanto mais adulto o filho, mais autônomo e mais independente das decisões de seus pais ele tende a ficar.

É claro que há pais mais sensatos e menos sensatos. E há até pais abusivos. Também é claro que os pais devem se esforçar para serem os melhores pais possíveis (e geralmente eles tentam sê-lo). Mas o fato é que não é à toa que os pais têm ascendência e, por isso mesmo, AUTORIDADE sobre seus filhos. É porque eles têm com estes um vínculo direto, pessoal, moral e genético. Tudo isso não é irrelevante. É algo de extrema importância. É uma ligação extremamente forte, que qualquer pessoa normal e sadia reconhece.


Com relação a deflação monetária, acredito que com o Banco Central cortando juros de forma agressiva (a expectativa do mercado é de um corte de 100 pontos base na prox. reunião), e com o defict fiscal do governo nesses patamares, tende a por fim e até reverter esse quadro de deflação.

Porém o outro fator importante para essa queda na inflação foi a taxa de câmbio. O dólar chegou ao redor de 4.20 e caiu para o patamar de 3.10, ao mesmo tempo a taxa de inflação oficial caiu.

Com a queda da ex-presidente e a entrada do presidente Michel Temer e sua equipe econômica, as expectativas foram ancoradas, havia no mercado um medo de inflação e recessão e isso se reverteu para até mesmo um otimismo com as reformas e a tão sonhada e falada recuperação.

Porém a recuperação nunca chegou, e a recessão continua firme, e inúmeros outros problemas piorando e explodindo na economia. (acredito que os economistas aqui do instituto não anteciparam a profundidade e magnitude da situação atual)

O que vai acontecer a seguir:

A realidade de um déficit fiscal explosivo, recessão impávida, desemprego explosivo, quebra dos estados entre outros, irá se impor ao mercado.

As expectativas vão se acelerar novamente, a preferência temporal pelo dinheiro irá diminuir com a quebra da confiança, tudo isso fará com que o real volte a se desvalorizar, talvez fortemente, perante o dólar, forçando a inflação a subir, ao mesmo tempo, como dito, o BC em meio a uma campanha de afrouxamento monetário agressiva, fazendo o real cair ainda mais e a inflação subir.

Desta forma, ao contrário do que sugere o artigo, o inflação no Brasil vai voltar a subir fortemente.

E a economia continuará se deteriorando.


Resultado Primário do Governo Central - 2011 a 2015 – (em % do PIB):

DISCRIMINAÇÃO......................2011.......2012........2013........2014........2015......2016
(+) Receita total...........................22,6%....22,1%....22,2%.....21,5%......21,1%......21,0%
(-) Transf. a Estados e Municípios....3,7%......3,6%........3,4%.......3,5%.......3,5%......3,6%
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
(=) Receita Líquida....................18,9%.....18,5%......18,8%......18,0%.......17,6%....17,4%
(-) Despesa total.......................16,7%.....16,9%......17,3%......18,3%.......19,5%....19,8%
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
(=) Resultado primário.................2,2%......1,6%........1,5%......-0,3%........-1,9%....-2,4%

Fonte: Tesouro Nacional


As receitas do governo são decrescentes, enquanto as despesas se tornam explosivamente crescentes. Esse é o resultado desastroso de uma máquina estatal gigantesca e intervencionista.


Prezado, mas isso é o que foi efetivamente escrito pela Fundação Perseu Abramo. Está escrito lá, nas últimas páginas clique no link):

"[O cidadão pobre] Tem a igualdade de oportunidades como ponto de partida e a defesa do mérito como linha de chegada. Trata o mercado como instituição mais crível que o Estado, a esfera privada mais relevante que a pública e cultiva mais o individualismo do que a solidariedade. Tem como valores prioritários o sucesso, a concorrência, o utilitarismo e mercantilização da vida."



Isso mesmo, em Israel por exemplo, passa-se o cartão primeiro....


Só pra avisar,os aviões que operam no brasil através da azul e na época da trip,sao ótimos aviões,pois trabalho na aviação ha muitos anos e os produtos sao ótimos,aviões maravilhosos e confortáveis,porem nissos aeroportos tem que deixar outras empresas virem operar,pois aqui em sjc o aeroporto nem funciona ...lamentável


Não há poupança no Brasil, simplesmente porque a população brasileira está entre a cruz e a espada. De um lado a carga tributária que compromete 41% do orçamento das famílias (segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação - IBPT); do outro está o endividamento das famílias com o sistema financeiro, num total de 25% do orçamento familiar (segundo o BACEN).

Logo temos 66% de comprometimento da renda das famílias! Os 34% restantes são para elas despenderem com gastos de manutenção diária e sobrevivência. Não há espaço para criarem poupança.

Aforando a poupança que restou ao país (14% do PIB), segundo o BACEN, o tempo de endividamento médio das famílias é de sete anos. já o tempo de endividamento médio das empresas é de cinco anos. Ou seja, não se pode esperar reação da economia, nem pelo lado do consumo nem pelo lado do investimento. Do lado do governo o que se tem é dívida exponencial sem solução à vista. Logo não há, no horizonte de curto e médio prazos, solução de continuidade para a crise econômica que se instalou no país.

O abismo é histórico.

Não há poupança interna para alavancar os investimentos de que precisamos. Só para suprir a carência de infraestrutura do país, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), seria necessário um aporte de um trilhão de reais.

Estamos totalmente dependentes do investimento estrangeiro direto. E como esse investimento não passa, anualmente, dos
US$70,0 bilhões, podemos dizer, sem margem de erro, que o país vai patinar pelos próximos dez ou vinte anos.





Leandro falou tudo nessa frase, só faltou uma observação;

''Só existe uma modalidade esportiva que é realmente decente e que se traduz em benefícios para a população: automobilismo. ''

Um esporte que trouxe diversas melhorias pros carros de rua, tudo que você tem no seu carro de rua foi criado na pista, lá é o laboratório.

Sistemas de segurança, aerodinamica, performance e etc... Tudo isso foi criado la.

Por isso que eu amo esse esporte, famosa frase: ''RACING, BECAUSE YOUR SPORT ONLY REQUIRES ONE BALL!''

Alem disso, é um dos poucos esportes que não tem estadistas e burocratas envolvidos, no máximo quando a pista é uma estatal, tirando isso, é financiamento totalmente privado, onde montadoras ou equipes particulares investem todo o seu capital com a finalidade de desenvolver algo melhor e conquistar vitórias para usar de marketing.
Pode ver a DTM na Alemanha, é sucesso porque realmente a competição entre Mercedes, BMW e Audi é feroz, na pista eles tentam demonstram quem detêm mais tecnologia e engenharia.

Melhor ainda:

É uma categoria que tem regras privadas, ''tribunais'' privados, contratos que regem toda relação jurídica e por ai vai.
Se há um esporte mais capitalista e anarquista, é o automobilismo.

A WEC por exemplo, olha a quantidade de tecnologia que da pra se desenvolver lá, carros totalmente diferentes e diversos. Tecnologia hibrida ao extremo!


Abraços



Penso que o item 8) Há mais individualismo que solidariedade. Poderia ter sido melhor redigido "há mais individualismo que socialismo'. Solidariedade é um termo muito amplo, da forma que está escrito dá a idéia que o individualismo nunca é solidário, gerar emprego não seria solidariedade? Ser empreendedor e abrir espaços para outros ajudarem não é solidariedade?


Pessoal, qual a opinião de vocês sobre a velocidade nas marginais e afins?

Eu sei que é estranho e nada disso tem haver com o IMB, mas como o IMB é frequentado por pessoas inteligentes e de senso crítico, gostaria de ver o que vocês acham.

Velocidade não causa acidente pra min, se fosse assim as estradas de SP que tem limite a 120, mataria muito mais do que as de 80. E não é isso que vemos..


Abraços


Frederico, o seu erro é que você está cometendo a falácia post hoc ergo propter hoc.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2532


É o que é exemplificado na economia japonesa que após sua bolha imobiliária, tem crescido pouco (quando não fica no zero), e nem por isso decaiu em seus níveis de desenvolvimento (educação, juros , inflação , em ótimos índices). É um país que poupa muito.


Por isso mesmo o autor do texto precisa ter uma arma. Para se defender de bárbaros dotados de instinto assassino como você . Obrigado por provar que o autor tem toda razão!


Como não, véi? A competência técnica de atores da Malhação é assunto deveras relevante para a liberdade da dramaturgia, o protagonismo do pequeno ator etc.


Não desista de defender a liberdade, caro Felipe. Escreva seu artigo: se ele estiver entre os 20 melhores, no mínimo você vai receber livros e existe chance dele ser publicado.

Se precisar ir para São Paulo, não tenha vergonha de pedir ajuda. Existem hostels baratos na capital, para hospedagem de 1 ou 2 dias. Eu mesmo me comprometo a doar 100 reais caso você seja um dos finalistas.

Guarde esse comentário.


Só que o autor está falando do que acontece em um ambiente CAPITALISTA, e não na hipótese de um metacapitalista ter obtido a graça de Estado em protegê-lo de seus concorrentes.


Leandro, boa tarde. Parabéns. Realmente sou novo no site e somente agora li este artigo. Acho que compreendi a sua intenção: trazer à discussão uma série de entraves burocráticos que impedem a "felicidade geral da nação". O Plano é perfeito, a forma e a velocidade é que acho um tanto inadequadas. Acho que você estava muito radical quando escreveu (2009). Hoje, 2017, já passados dois mandatos presidenciais (8 anos) penso que você está mais...calmo, digamos assim. Mas você é o "cara". Tenho certeza que se você quiser você rediz um Plano de Governo com as mesmas intenções, felicidade geral da nação, mas totalmente factível. Você tem muita luz. Se você elevar seus pensamentos os caras lá de cima te iluminarão. Acho que seria muito difícil rasgar a Constituição, mas uma nova Constituição mais libertária é totalmente exequível. A partir dessa chegar-se-ia ao direito natural. Há muitos brasileiros competente e sérios que se engajariam na política, em prol do Brasil, se o sistema político fosse digno. Eu não sei, mas sei que você sabe ou pode saber, com muito mais facilidade que nós outros, as falhas desse sistema e a solução para torná-lo honrado e probo. Leandro o Brasil precisa de você. Você recebeu a ferramenta, uma inteligência admirável, não deixe de usá-la, Você não a recebeu à-toa. Novamente Parabéns.


E com isso o canalha relegará à "indignidade" todos aqueles que viam no Uber a única maneira de ter uma vida digna mas não poderão mais prestar esse serviço graças ao "bondoso" burocrata petista.


Eu juro que não entendo qual realmente foi a surpresa com todas essas constatações. O povão sempre foi maciçamente conservador, sempre teve vergonha de receber esmola, sempre foi muito trabalhador e sempre valorizou o esforço próprio.

Ademais, em termos culturais, vá a uma periferia e pergunte lá se bizarrices como "ideologia de gênero", "apropriação cultural", "estupro reverso" (quando um homem rejeita fazer sexo com uma mulher porque a achou feia), "homofobia", "lesbofobia", "transfobia" ou até mesmo "feminismo" são bem-vindas.

Pergunte a um cidadão da periferia se ele acha normal um homem se dizer "uma mulher presa a um corpo masculino". Pergunta se ele gostaria de matricular sua filha em um escola que permite um travesti peludo mijar no banheiro de garotas. Pergunte o que ele acha do movimento LGBTQSUVXYZ.

Isso tudo é invenção cultural de classe média descolada e despreocupada. Na periferia, os textões de Facebook -- que tentam banalizar todas essas aberrações -- não chegam.

E, onde a cultura tradicional se mantém, valores de esquerda dificilmente ganham corpo.

Sim, os pobres de vez em quando votam no PT, mas fazem isso simplesmente porque todos os outros partidos são iguais. E também nunca souberam qual é a verdadeira agenda cultural do PT. Qual realmente foi a oposição "de direita" ao PT nos últimos 13 anos? Quem foi à TV (principal veículo de comunicação dos mais pobres) desmascarar a agenda progressista do PT? Com tamanha ausência de oposição e de desmascaramento, é claro que os pobres iriam votar no PT.


E desde quando pode ser considerado avarento alguém que gastou seu próprio dinheiro, assumindo o risco de perdê-lo, ao realizar um investimento produtivo?


Comentário besta:

Quem perguntou foi o Henrique; quem respondeu? Meirelles.. hehehehe

Tá, confesso que a piada foi ruim. :-)





Concordo...até porque ninguém poupa e gasta a poupança ao mesmo tempo......nunca haverá consumo zero. Assim, há vários consumos futuros em D , D+1 ,D +2, etc. Não sei se me entendem. Por exemplo : Uma pessoa guarda dinheiro durante 2 anos dinheiro para trocar de carro. Um dia depois ou até mesmo no mesmo dia, outras pessoas que pouparam também, estão usando esses recursos. É um fluxo.


No Brasil, país pobre, a taxa de poupança é de míseros 14% do PIB. Já a China tem mais de 40% do PIB em poupança sustentando suas altas taxas de investimento.

A desgraça aqui, novamente, pela falta de poupança, é fruto do roubo institucionalizado pelo governo que drena nada mais, nada menos que 35,42% do PIB em tributação.

Se não fosse a evasão fiscal (sonegação), o aparato estatal brasileiro estaria sugando o equivalente a malditos 46% do PIB.


Praticamente. Mas há detalhes adicionais sobre o que causa os erros empreendedoriais. Veja detalhes aqui:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2636


Sem dúvidas. E é exatamente por isso que o estado tem de reduzir seus gastos.

Artigo inteiro sobre essa sua correta constatação aqui:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2578


Então os clássicos viam o excesso de estoques como um erro de cálculo dos empresários sobre quais bens são realmente demandados na economia, enquanto os keynesianos acham que o excesso de estoques é falta de demanda e não que os bens sejam realmente ruins ou desnecessários para os consumidores. Portanto, os clássicos culpam as estimativas errados do produtor pelo excesso de estoques e o problema precisa ser saneado já na produção. Enquanto isso, os keynesianos dizem que tais bens seriam demandados em "condições econômicas normais" (leia-se, sem excesso de poupança), mas a demanda não consegue consumí-los e precisa ser estimulada por crédito governamental sem levar em consideração a qualidade e utilidade dos bens ofertados. Isso leva à conclusão de que os clássicos já pensavam sobre a produção de maneira qualitativa, enquanto os keynesianos só querem crescimento artificial do PIB estimulado o consumo (o PIB é um dado estatístico quantitativo, mas sem análise qualitativa). Estou certo com relação a isso?


Ótimo texto. O irônico é que boa parte das pessoas que criticam o consumismo crescente no Brasil não entende que a causa foi justamente a política econômica do governo, que estimulou o endividamento da população para consumo de supérfluos.





Mas com todas as empresas aéreas nos EUA, porque o mercado é considerado mais fechado?


"Nesse sentido, em uma livre concorrência, os empregados estarão suscetíveis à uma redução de custos almejada pelo empreendedor com o intuito de maximizar seus lucros, de modo que seu consumo irá arrefecer continuamente"

Essa frase não faz sentido nenhum.

O arranjo de livre concorrência, visando-se ao lucro, promove o aumento da produção de bens e serviços, aumentando o padrão de vida da população. Se aumenta a produtividade e o padrão de vida, não tem como o "consumo arrefecer".

"num livre mercado, a concorrência acarretará numa instabilidade nova, os salários serão menores e, por conseguinte, o consumo e os incentivos para as inovações se apequenarão"

Essa conclusão não decorre da premissa anteriormente colocada. Seja como for, independentemente disso, trata-se de uma besteira colossal.

A livre concorrência gera aumento na produção de bens e serviços, aumento do padrão de vida e, logo, aumento dos salários reais (distintos dos salários nominais), pelo que não tem como o consumo se "apequenar", muito menos os incentivos para inovação, pq quem está inserido num contexto de livre concorrência precisa continuamente buscar por oportunidades de lucros.

O que você está dizendo não passa de falácia decorrente de ignorância econômica.



Boa tarde. O dinheiro poupado pelas pessoas, em muitos casos, está sendo usado pelo governo (através dos títulos públicos). Isto não reduz o benefício para a sociedade que a poupança deveria proporcionar?