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Últimos comentários


Alguém poderia, por gentileza, me indicar em que livro ou artigo encontro a confirmação de que os luditas atiravam sapatos contra as máquinas na tentativa de destruí-las? Pretendo utilizar este artigo como referência num estudo a respeito de Indústria 4.0. Esta prática (atirar sapatos para destruir uma máquina), no entanto, pareceu-me um tanto incoerente. Porque utilizariam sapatos? Alcançariam seu objetivo ao utilizá-los?
Muito obrigado.




"Um sistema falho, pois se sustenta na desigualde, na exploração e culmina num colapso."

Qual é exatamente o problema com a desigualdade? Com efeito, se os ricos enriquecem, mas os pobres também enriquecem, o que exatamente há de condenável? Em suma, qual o defeito se os pobres melhoram de vida?

Em qualquer discussão sobre desigualdade, estas são as quatro perguntas que têm de ser feitas

É o crescimento econômico em uma sociedade livre, e não a igualdade forçada, o que salva os pobres

Qual a exploração?

A ideia de que, no capitalismo, os trabalhadores são "explorados" atenta contra a lógica

E qual é o colapso que pode ser gerado pelo fato de pessoas transacionarem voluntariamente?

A Lei de Say é irrefutável e, sozinha, destrói todo o arcabouço keynesiano

Favor explicar todas, sem fugir.

"Precisamos é pensar em como poderíamos amortecer toda a merda que o capitalismo faz."

Quais as merdas criadas pelo capitalismo? Atenção: criadas pelo capitalismo, e não pelo sistema intervencionista (mercantilismo, corporativismo, fascismo) criado por governos.

Favor explicar.



Acho bobo é essa paranóia de querer defender capitalismo. o capitalismo já deu certo no mundo inteiro.
Vocês acham que a China explora pessoas porquê quer bem comum?
Nãaao !
É por dinheiro.. money, cascalho, barro, 'a nota', o Capital..

Capitalismo não precisa ser defendido, é simplesmente o único sistema que conseguimos desenvolver. Um sistema falho, pois se sustenta na desigualde, na exploração e culmina num colapso.

Precisamos é pensar em como poderíamos amortecer toda a merda que o capitalismo faz.
Um país, por mais "socialista" que seja, sempre será um país capitalista e economista por excelência.

No fundo, o cara que se identificar "comunista" já é uma leiguice abissal, sendo que nascemos presos e condenados ao capitalismo.


Essa é fácil.

1) A população americana na década de 90 cresceu muito mais que a população da Suíça. Mais gente trabalhando, produzindo e consumindo aditivou os números da equação do PIB.

A população da Suíça cresceu 6%.

Já a população dos EUA cresceu 12%, simplesmente o dobro.

Isso, por si só, já explicaria tudo. Mas tem mais.

2) A economia americana da década de 90 não só era mais livre que a da Suíça, como chegou a ser a terceira mais livre do mundo pela ranking da Heritage. O governo de Bill Clinton foi, economicamente, bastante liberal. Veja detalhes sobre aquele época neste artigo.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2265

3) Sendo assim, seria até esquisito se a economia Suíça performasse melhor que a americana.


Tasso

Eu posso até concordar com você sobre os países pobres apresentarem taxas de crescimento normalmente maiores do que as economias mais ricas, mas isso não explica o fato dos EUA crescerem 4% ao ano nos anos 90 - lembrando que a cada ano a base de riqueza é maior, mas ainda sim os americanos apresentaram crescimento médio de 4% ao ano. Logo é possível sim economias ricas apresentarem taxas de crescimento altas, a minha dúvida é o motivo disto acontecer. O ponto da Suíça é interessante, como os EUA conseguem e os suíços não?




Bom dia,

Gostaria de saber qual é a melhor forma de lidar com um monopólio, se quando privatizado vai melhorar com certeza ou, se o estado mantê-lo é o melhor pra sociedade(eletrobras por exemplo). Desde já agradeço.


Qual a sua opinião sobre as moedas de ouro de 1 onça troy vendidas pela Reserva Metais?



A única forma (honesta) de burlar a Lei de Say seria o endividamento: a pessoa toma emprestado para consumir hoje e pagar amanhã com juros. Porém, mesmo assim a Lei de Say se aplica, pois o dinheiro emprestado é a poupança de outros que produziram antes.

* * *



Quem realmente se importa com os mais pobres e se informa (pelo menos minimamente) bem defende o livre comércio e a liberdade econômica de modo geral.

Também defende as privatizações, a desestatização e a desburocratização.

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Eu penso em fazer uma sugestão de lei mudando o nome de todas as entidades públicas chamadas de "Che Guevara" ou "Getúlio Vargas" para "Ludwig Von Mises"...

* * *


Embora subsídio e isenção sejam institutos diferentes, ambos implicam no mesmo resultado: renuncia de receitas.
Sob a ótica do direito financeiro, por exemplo, uma das compensações para a aplicação, também, da isenção seria o aumento de receitas - mais tributos (art.14 LRF).
Dito apenas isto, já fica claro que tanto a isenção quanto o subsídio tiram de um para conceder ao outro. Ou se diz que ambos são ruins ou ambos são bons.




Olá a todos.

Eu li que a previsão de valor para o Bitcoin conseguir chegar é 100 mil dólares em 5 anos. Isso é verdade?

Estou perguntando isso pois estou pensando investir uma parte considerável do meu patrimônio em Bitcoins. Em Maio de 2015 comprei 27 mil em Bitcoins e me dei bem, mas gostaria da opinião dos frequentadores desse site (que me fez comprá-lo em 2015).

Obrigado!


É impossível economias já ricas e prósperas cresceram a taxas altas. E a explicação é puramente matemática.

Quando você salta de $1 pra &2, o crescimento foi de 100%.

Quando você salta de $10 para $11, o crescimento foi de 10%.

Quando você salta de $100 para $101, o crescimento foi de 1%.

Observe que em todos os casos o crescimento nominal foi o mesmo. Porém, quanto maior era a sua base de riqueza, menor foi o seu crescimento em termos percentuais.

Países ricos e prósperos partem de uma base de riqueza já alta, de modo que seu crescimento percentual será necessariamente baixo.

Já países mais pobres partem de uma base de riqueza baixa, de modo que seu crescimento percentual será necessariamente maior.

A China, por exemplo, cresce a taxas estrondosas porque partiu de uma base extremamente baixa (após o país ter sido completamente dilapidado por décadas de comunismo) e possui uma população numerosa (é muita gente produzindo e criando riqueza). E seu PIB per capita é ridículo, o que significa que ainda tem muito espaço pra crescer a taxas altas.

O mesmo vale para a Índia.

Já a Suíça simplesmente não tem como apresentar um crescimento percentual estrondoso. Sua economia e sua população já são muito ricas.


"Faz sentido isso?"

Não, nenhum. E tampouco o grande crescimento da década de 2000 teve a ver com commodities. As causas foram outras, e esmiuçadas neste artigo.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2190

Quanto ao BCE, é natural ele divulgar besteiras. Afinal, trata-se do principal causador e mantenedor da recessão europeia.

As causas da recessão brasileira foram previstas neste mesmo artigo, escrito quando as commodities ainda estavam em alta. Pelo visto, os economistas deste Instituto são melhores que os do BCE.

Para mais detalhes sobre a recessão brasileira, e por que ela virou uma depressão, sugiro estes dois artigos:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2120

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2694

"E quanto a esses modelos, são passíveis de falhas?"

Todos são, e você acabou de descobrir mais um. Não é à toa que este Instituto tem artigos criticando econometria.


Leandro, há um artigo do BCE elencando a queda do preço das commodities como motivo principal da recessão brasileira, fazendo uso de um modelo econométrico. Faz sentido isso? E quanto a esses modelos, são passíveis de falhas? Abraço!

www.ecb.europa.eu/pub/pdf/other/eb201601_focus01.en.pdf?64a2cdbd9c4a9c254445668338164746


Leandro e cia, tenho uma dúvida quanto ao PIB.

Pelo cálculo do PIB, não podemos dizer que todos as estatísticas estão erradas?

Vejam bem:

PIB(= C + I + G + X - M), C representa os gastos do setor privado, I representa o total de investimentos realizados na economia, G representa os gastos do governo, X é o total de exportações e M, o de importações.
Focando na parte dos gastos do governo.
Se um governo tributa 20% da economia, e isso pelo cálculo do PIB é um acréscimo do medidor, mas como os gastos do governo seriam de 20% se o próprio gasto do governo foi adicionado ao cálculo do PIB?
Estou um pouco me enrolando para tirar essa dúvida.
Pelo PIB o G só existe por conta que o governo tributa o C, I, X e M. Como que o G ainda é usado para acrescentar o PIB?

Eu vou ter que demonstrar de outra maneira, eu pressinto que vocês não vão entender.
Usando como exemplo o conteúdo deste artigo: As falácias sobre o PIB brasileiro

Imagine uma economia simples na qual os agricultores produziram 1.000 bananas. Ao serem vendidas no mercado as mil bananas, o governo coleta 200 como impostos. Assim, os gastos do governo serão de 200 bananas, o que fará com que o PIB seja de 1.200 bananas (consumo privado de 1.000 mais gastos do governo de 200).
Agora vejam bem, pelo cálculo do PIB(C + I + G + X - M), os gastos do governo não seria de 20%(1000 x 0,2) e sim de aproximadamente 16,75%(1200 x 0,1675), porque foi acrescentado mais 200 bananas(os gastos do governo) neste cálculo.
Fazendo uma analogia, vamos usar como exemplo os gastos deste governo com a educação, os gastos com a educação equivale a 4,5% do PIB. Pelo PIB isto dá 54 bananas, mas os 4,5% incindindo pelo consumo privado(1000 bananas) dá 45 bananas, mas o governo dá como o valor exato em gastos de educação 54 bananas e não 45 bananas.
A mesma coisa com saúde, gastos com saúde equivale a 3%, pelo PIB dá 36 bananas, mas incindindo pelo consumo privado(o que realmente foi produzido) dá 30 bananas os gastos com a saúde.
E assim indefinidamente, gastos pelo PIB com defesa, segurança, aposentadoria, municípios e governos estaduais e o próprio gasto do governo federal resultado proferido anteriormente dando 16,75% e não 20%.
Uma coisa importante que notei, pelo gasto total do governo sobre o PIB parece que arrecada menos com um valor de 16,75% ao invés de 20%, mas por setores(educação, saúde, defesa...) arrecada mais dando 54 bananas ao invés de 45 na educação, na saúde dando 36 bananas ao invés de 30, efeito ocasionado pelo aumento do G no cálculo do PIB.
As perguntas finais, pela mentalidade exercida hoje, na educação o gasto seria de 54 bananas e não 45?
Na saúde o gasto seria de 36 bananas e não 30?

Colocando em valores monetários, uma economia que produza US$1 trilhão, os gastos do governo seriam de 20% desse valor, portanto, US$200 bilhões, mas o PIB seria de US$1,2 trilhão.
Com a educação seriam gastos 4,5% do PIB e com a saúde 3%, sendo assim, 4,5% sobre o PIB dá US$54 bilhões e 3% dá US$36 bilhões. Esses US$54 bilhões e US$36 bilhões saíram do US$1 trilhão ou US$1,2 trilhão?
Se saiu do US$1 trilhão, então a porcentagem correta é 5,4% e não 4,5% da educação e 3,6% e não 3% da saúde.



Boa noite. A discussão é muito interessante e frutífera, porém acho que devemos refletir primeiro sobre Estado e governo que (não li todas), nos comentários aparecem como um ser de vida própria. No caso brasileiro, quem é o Estado e o governo se não os financiadores campanha, ou seja, os empresários. Essa verdade é compartilhada - se não total, mas em grande parte - por liberais, conservadores e "esqueditas". Sobre o post, essa discussão é apenas a briga entre lideranças de setores que financiaram e ganharam o legislativo e o executivo e aqueles que ficaram a reboque.


"Sim, vide Suíça. O capital vai para onde é bem tratado e tem segurança. "

Primeiro, obrigado pela resposta.

Mas sigo com dúvidas.

A Suíça assim como Austrália e NZ são economias mais desenvolvidas com moedas aparentemente fortes, cenário jurídico eficiente e outras coisas, mas vendo a taxa de crescimento desses países, me parece que falta algo a mais para esses países mostrarem uma taxa de crescimento superior a 5%. Seria a poupança interna que se torna insuficiente? Além da taxa de investimento estrangeiro e nacional, algo a mais para acrescentar nesse arcabouço de taxa de crescimento? Inovação a míngua?
Nos anos 90 houve o boom das empresas de tecnologia, o crescimento dos EUA foi superior a 4% ao ano, mas depois passados quase 20 anos, apresenta uma taxa menor do que 3%. Por acaso é falta de inovação que está causando essa estagnação da economia norte-americana e nos outros países?




Com cidadão armado acontece isso.

Agora, imaginem o seguinte: se isso acontece com um MILITAR, que tem diploma na AMAN, imagine o que acontece com um cidadão sem treinamento algum...


Tive muita sorte de ter tido no ensino médio um professor de história que se dizia capitalista até o osso. Ele disse que já foi socialista, "mas para todo male há uma cura" nas palavras dele. As vezes ele chamava a Dilma Rousseff de imbecil... "... e a imbecil da nossa presidente...", e as vezes zoava o ditador da Coréia do Norte por ele ser o único gordo de lá



Liberal-conservador... existe isso? ou é liberal ou é conservador.



Você também:

Se você chama aquilo de "destruir", então ainda tem muito a aprender e amadurecer. Veja minha tréplica para ter alguma noção.

* * *



Se você chama aquilo de "destruir", então ainda tem muito a aprender e amadurecer. Veja minha tréplica para ter alguma noção.

* * *


A esmagadora maioria dos brasileiros não sabe a diferença entre globalização e globalismo. O povão continua assistindo a globo, record, band e acreditando na grande mídia e nas opniões dos "especialistas".

Aqui as pessoas só se interessam pelo time de futebol, a nova tatoo, um novo direito, uma graninha sem esforço, uma Estado-babá, uma birita gelada, muito sexo (se for grupal melhor ainda), ou seja, um país de característica humana animalistica.

A latrina socialista que tomou o poder nas últimas 03 décadas, transformou o Brasil numa nação de pessoas tão inteligentes quanto um JUMENTO e tão cultos quanto um AVESTRUZ.

Abaixo a hipocrisia e o politicamente correto !



Sobre suas perguntas acima:

"Ou seja, países em desenvolvimento levam uma plena vantagem daqueles já desenvolvidos por conta dos custos trabalhistas?"

Na questão dos custos trabalhistas, sim. Mas não na questão da acumulação de capital e da produtividade da mão-de-obra. Produtividade só aumenta com acumulação de capital.

Artigos sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2535
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2665
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2498

"Se os EUA vierem a ser "ultraliberal", a produção industrial pode ou não subir?"

Questão muito vaga. Há uma enorme variedade de fatores a serem considerados. Pra começar, por que a produção industrial deveria subir? Pode ser perfeitamente mais barato e eficiente fabricar tudo em outros países.

O futuro da indústria - por que a participação da indústria no PIB sempre será declinante

"Aqui no site já ouvi dizer que um país com moeda forte, ausência de regulamentação, impostos baixos, respeito a propriedade privada e justiça séria, automaticamente as empresas investem nesse país mesmo sendo desenvolvido?"

Sim, vide Suíça. O capital vai para onde é bem tratado e tem segurança.

"Eu pergunto, qual a probabilidade correta de empresas investirem nesses cenários, num país desenvolvido "ultraliberal" ou em um país em desenvolvimento que acabou de se tornar "ultraliberal"? Qual país leva melhor vantagem e qual irá ser se tornar aquele que receberá mais investimentos?"

Se ambos têm a mesma segurança jurídica, então o capital vai para onde houver mais retorno.




Não consegui compreender muito bem a sua tese. Mas há um artigo que propõe uma reforma do sistema bancário que, de quebra, resolveria o problema da previdência. E faria isso utilizando exatamente os títulos da dívida pública. Ei-lo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1553


Gente, essa aqui merece: segundo Ciro Gomes, a causa do colapso da Venezuela é ... uma baixa carga tributária!

youtu.be/cXeCvb_OJBA


exame.abril.com.br/economia/decisao-da-omc-deixa-carros-importados-livres-de-impostos/amp/de

O que acham disso?


Gostaria de uma resposta mais completa, mesmo assim agradeço.

Uma outra coisa também, estou procurando uma matéria aqui do IMB que fala da inutilidade dos gastos astronômicos de Reagan, como as megas compras de tanques, fabricação de aviões, só que nada disso era para repelir a ameaça nuclear da URSS.


Thiago, boa noite. Ocorre que certas frases ou expressões retratam o que de mais atrasado nós temos. Quando você diz isso, sempre virá à mente o estado dando uma ajuda a algum 'chegado' em troca de favores você sabe muito bem quais. Quando olhamos a coisa pela ótica libertária, pensar em 'indústria nacional' é pensar em nacionalismo, que é uma forma nada racional de conduzir um país. É pieguismo barato e nada mais. Não ligo se nós formos os maiores produtores de alimentos do mundo, escoando e transportando com máxima eficiência tudo aquilo que nossa fértil terra produz e, em troca, adquirirmos tudo o que a tecnologia (feita em outro país) puder nos oferecer (dentro do nosso orçamento, é claro!).
Thiago, comparo essa situação de 'fortalecer a indústria nacional' como um pai que cria um filho forçando a barra para que ele, que tem nítido gosto para ciências humanas, se forme em medicina para 'que ele seja alguém na vida'. O pai alocará grandes recursos, além de horas de esforço, tempo e até sua própria saúde a fim de fazer o filho 'doutor', que em função de suas preferências até poderá se formar, mas será de maneira forçada, com muitos percalços, anos a mais de estudos, frustrações e até mesmo à custa da saúde física e mental também... tudo para satisfazer a família. Espero que tenha entendido. Forte abraço.


O IMB vai sair em defesa da amazonia?

Gostaria de saber a opinião de vocês, se destruir a amazonia o clima brasileiro colapsa.

Com a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), o governo Temer está entregando nas mãos das mineradoras uma área mais de 4 milhões de hectares da Floresta Amazônica, com unidades de conservação e terras indígenas. A liberação da reserva para a atividade mineradora causará danos socioambientais irreversíveis. Não podemos permitir que esse absurdo se concretize!



Eu particularmente adoro artigos desse tipo, serve para cair a máscara dos pseudos liberais/libertários desse sítio.

Como diria o professor Girafales: que vergonha, meu deus, que vergonha!



Quarenta?! Calma, camarada... Mesmo hoje, em que a quantidade de dólares na economia é muito maior do que em 1960, ainda está longe de 40. Imagine naquela época?

Salário médio de 40 dólares por hora em 1964 seria algo completamente insano.


Dizer que uma isenção causa distorção significa, por definição, dizer que um aumento de impostos corrige distorção. Consequentemente, significa dizer que quanto maior o confisco de riqueza da economia pelo estado, mais a economia fica estabilizada e limpa.

O erro do raciocínio está exatamente no fato de que a distorção não é causada pela isenção, mas sim pelo imposto remanescente. E quanto mais este imposto remanescente for reduzido, menos distorcida ficará a economia.


"Milhares desses medidas que visam diminuir impostos para apenas um setor já existem, e eu sou contra pelos motivos que eu disse no meu comentário."

Opa, obrigado pela sinceridade. Você é contra redução de impostos. Sem problemas. Bastava deixar isso claro desde o início.

Sendo assim, é óbvio que o artigo não lhe representa. Aliás, dica: nem este Instituto.

"Como eu já disse, isso que tu chama de "diminuição SELETIVA do esbulho estatal" eu chamo de "distorção ao principio da livre concorrência e potencialização da politicagem de burocratas"."

Sim, agora faz sentido. Dado que você claramente acabou de se posicionar contra redução de impostos, então é natural que você reaja contra qualquer medida neste sentido.

De novo, eu aplaudo sua sinceridade. Você foi o primeiro a assumir isso. Já os outros estão apenas enrolando e dando voltas.

"Nesse caso do imposto de importação valeria a mesma lógica. Porque um produtor rural poderia ter o direito de adquirir bens de capital de melhor qualidade e mais baratos que um produtor industrial?"

Rapaz, agora foi longe, hein?

Tipo assim, eu até entendo que algumas pessoas sejam contra isenções seletivas para empresas do mesmo ramo -- afinal, são concorrente --, mas para mim é novidade que um agricultor do Mato Grosso não possa importar um trator com isenção só porque a Ford na Bahia não goza isenção para importar uma máquina que faz a estampa do capô.

Você realmente é uma pessoa coerente. E aplaudo muito isso (estou falando sério). Você não só teve a hombridade de dizer abertamente que é contra redução de imposto, como também deixou explícito que é contra qualquer isenção: afinal, se o setor agrícola ganhou uma isenção, isso irá prejudicar muito o setor automotivo...

"E tem mais uma coisa, eu nunca vi isenção de imposto levar a uma diminuição da carga tributária."

Tipo assim: a própria isenção já não seria, por definição, uma redução de impostos? Estou confuso.

"Aliás o que vemos é o contrário, cada vez mais vir pressões para acabar com as isenções e aumentar a carga tributária."

E, pelo visto, acabei de conhecer o líder deste movimento.


"Isso porque não há como dar isenções fiscais a setores específicos sem causar distorções na livre concorrência, pois tal intervenção estatal vai criar uma vantagem competitiva artificial para as empresas dos setores beneficiados pelo Governo."

Frase tecnicamente contraditória.

Você está chamando isenção de intervenção? Isso é que é novilíngua.

Tipo assim, há duas empresas, X e Y. Ambas pagam a mesma quantidade de impostos. Aí o estado resolve sair da frente de X, retirando todos os obstáculos artificiais que havia colocado. Essa saída de cena do estado para X configura uma intervenção?

"dizer que isenções a setores específicos da economia não gera distorções é bizarro"

Tendo por base seu raciocínio convoluto acima (isenção é intervenção), realmente não é estranho que você pense ser bizarro.

"Esses dias vi um artigo falando que a Dinamarca resolveu retirar as isenções concedidas aos carros da Tesla. Resultado? Competindo de igual para igual as vendas dos veículos da Tesla despencaram incríveis 70%!!!"

Amigão, com essa, você acabou de se entregar. A Dinamarca nunca deu isenção para a Tesla. Ela dava SUBSÍDIOS!!! Puro e duro.

www.zerohedge.com/news/2017-06-11/its-confirmed-without-government-subsidies-tesla-sales-implode

E é óbvio que sem subsídios essa merda não funciona. O consumidor já deixou claro que não quer. Isso é só pra bacana de Malibu posar de consciente.

"PS: Benefícios esses normalmente concedidos na base da propina e do Lobby."

Subsídios? Concordo plenamente.


"Para comprar a televisão de US$ 750 em 1964, seriam necessárias, a um americano médio, 293 horas de trabalho ao salário médio da época (US$ 2,56 por hora em novembro de 1964)."

Já ouvi dizer que a hora de trabalho nos EUA nesse período era de US$40, qual é o valor correto, US$40 ou US$2,56?

"Boa parte destes itens baratos — como TVs, notebooks e eletrodomésticos — são fabricados e montados em países em desenvolvimento, cujos custos trabalhistas são menores que nos países ricos. Isso é um exemplo das poderosas forças do comércio internacional e da concorrência global: o capital é direcionado para onde os custos são menores e os retornos são maiores. E, em troca, gera produtos cada vez melhores a preços cada vez menores."

Ou seja, países em desenvolvimento levam uma plena vantagem daqueles já desenvolvidos por conta dos custos trabalhistas?
Se os EUA vierem a ser "ultraliberal", a produção industrial pode ou não subir? Aqui no site já ouvi dizer que um país com moeda forte, ausência de regulamentação, impostos baixos, respeito a propriedade privada e justiça séria, automaticamente as empresas investem nesse país mesmo sendo desenvolvido?
Eu pergunto, qual a probabilidade correta de empresas investirem nesses cenários, num país desenvolvido "ultraliberal" ou em um país em desenvolvimento que acabou de se tornar "ultraliberal"? Qual país leva melhor vantagem e qual irá ser se tornar aquele que receberá mais investimentos?


Boa noite, Leandro parabenizo pelo artigo, sou graduado em Administração de Empresas e gostaria de saber se é possível devido a crise ou instabilidade financeira e econômica existir no Sistema Monetário ou Bancário Brasileiro, um intercâmbio ou uma união entre contas correntes representadas pelas maiores instituições bancárias do país, tendo por base como moeda o Real e se o crédito gerado por este intercâmbio poderia saldar a dívida pública do país e o excedente aquecer e movimentar nossa Economia? Gostaria também de receber uma opinião profissional sobre a respectiva questão quanto a viabilidade de existir ou não essa possibilidade enunciada. Ou dentro do próprio Sistema Monetário ou Bancário Brasileiro existiria outra maneira de se alcançar um ponto de equilíbrio para a real situação do país? Aguardo contato, abraço e obrigado.


O grande embate causado em torno desse tema se dá em razão do binômio "diminuição de impostos" x "respeito a livre concorrência".

Isso porque não há como dar isenções fiscais a setores específicos sem causar distorções na livre concorrência, pois tal intervenção estatal vai criar uma vantagem competitiva artificial para as empresas dos setores beneficiados pelo Governo. PS: Benefícios esses normalmente concedidos na base da propina e do Lobby.

E nesse ponto o artigo me parece extremamente infeliz, porque dizer que isenções a setores específicos da economia não gera distorções é bizarro.

Esses dias vi um artigo falando que a Dinamarca resolveu retirar as isenções concedidas aos carros da Tesla. Resultado? Competindo de igual para igual as vendas dos veículos da Tesla despencaram incríveis 70%!!!

Ou seja, a Tesla se mantinha (pelo menos na Dinamarca) não por ser a empresa mais eficiente e competitiva, mas sim por ser a mais queridinha do Governo e por isso receber benefícios fiscais.


"Ué, mas e se surgir uma terceira alternativa, qual seja, reduzir os impostos para apenas um setor: você seria contra?"

Milhares desses medidas que visam diminuir impostos para apenas um setor já existem, e eu sou contra pelos motivos que eu disse no meu comentário.

"Suponha que surja um projeto de lei defendendo a isenção total para empresas de um setor específico. Você seria contra essa diminuição do esbulho estatal?

Se sim, aceite a realidade: você defende o imobilismo. Por lógica, seria contra qualquer projeto que zerasse as tarifas de importação. Certo?
"

Isso parece os jornalistas Fake News colocando noticias, sempre de maneira parcial e tentando utilizar as expressões mais mentirosas possíveis.

Como eu já disse, isso que tu chama de "diminuição SELETIVA do esbulho estatal" eu chamo de "distorção ao principio da livre concorrência e potencialização da politicagem de burocratas".

"Se sim, aceite a realidade: você defende o imobilismo. Por lógica, seria contra qualquer projeto que zerasse as tarifas de importação. Certo?"

Nesse caso do imposto de importação valeria a mesma lógica. Porque um produtor rural poderia ter o direito de adquirir bens de capital de melhor qualidade e mais baratos que um produtor industrial?

E tem mais uma coisa, eu nunca vi isenção de imposto levar a uma diminuição da carga tributária. Aliás o que vemos é o contrário, cada vez mais vir pressões para acabar com as isenções e aumentar a carga tributária.


"ao meu ver, deveria ser algo generalizado - todas as empresas de um setor, por exemplo."

E você conhece algum exemplo prático em contrário? Tipo, "vamos dar isenção pras Casas Bahia, mas não pra Ricardo Eletro!"?

"Se o governo cobra imposto diferente de determinadas empresas e não de todas [...] há o aparecimento de uma distorção"

Claro que há. E causada pelo imposto que incide sobre as outras. O distúrbio é gerado não pela isenção, mas pelo imposto.

Dizer que uma empresa isenta gera distúrbio na economia (e não o estado e os impostos que ele cobra de todas as outras) é o mesmo que dizer que o que gera distúrbio no Rio de Janeiro é aquela pessoa que não foi assaltada (e não os assaltantes que assaltam todas as outras).

"Isenção fiscal pra uma empresa específica não poderia ser entendida da mesma maneira que um subsídio, análisando de forma patrimonial?"

Não. E isso foi perfeitamente explicado acima pelo leitor Magno ( 01/09/2017 20:55) em resposta ao anônimo.


Para a isenção fiscal não se qualificar como "causadora de distorção", ao meu ver, deveria ser algo generalizado - todas as empresas de um setor, por exemplo.

A questão é por conta do título do artigo. Se o governo cobra imposto diferente de determinadas empresas e não de todas - seja isso por renúncia de cobrar ou por devolução de impostos via subsídio - de ambas as formas há o aparecimento de uma distorção, um beneficiamento da empresa.

Isenção fiscal pra uma empresa específica não poderia ser entendida da mesma maneira que um subsídio, análisando de forma patrimonial?


M%C3%83%C2%ADlber,
Se uma ou mais usinas hidrelétricas eram necessárias, sempre surgiriam investidores privados interessados em edificá-las. O problema - tanto naquela época de socialismo disfarçado quanto no governo petista, de socialismo escancarado - é que ninguém consegue empreender no Brasil se não tiver autorizaçõooooeeeeeesssssss estatais múltiplas e variadas.
Aliás, estritamente obedecendo à herança vargista, os militares mantiveram a estrutura do BNDE(S), o qual, como várias vezes foi demonstrado neste sítio, serve, apenas, para concentrar renda, fazendo com que a poupança compulsória de trabalhadores seja emprestada sob taxa de juros ínfima para pessoas bem relacionadas em Brasília.
Durante a ditadura militar, as carências brasileiras também existiam similarmente nos países que se desenvolveram por meio da liberdade de mercado, isto é, sem criação de inúmeras empresas estatais. Na América do Sul, veja o Chile; no Caribe, veja Santa Lúcia; na África, veja Botswana; na Ásia, os exemplos são clássicos. No ponto, é importante observar-se o desespero da esquerda em falar mal do Chile, porque seu sucesso é desmoralizante para ideias socialistas.
Por fim, o que não se fala é que os militares de 1964 e quaisquer de seus defensores alegaram que pretendiam interromper a marcha para a "república sindicalista" de Goulart, Brizola & Cia.
O que fizeram os militares? Mantiveram o sistema sindical criado por Vargas; mantiveram a contribuição sindical criada por Vargas; mantiveram a CLT criada por Vargas; mantiveram e aprimoraram um sistema brutal de reserva de mercado; mantiveram e aprimoraram o sistema de "proteção ao locatário", que servia apenas para impedir a livre negociação nos aluguéis urbanos.
Aliás, a Lei n° 59/1833 instituiu o mil réis como unidade monetária brasileira e estritamente vinculada ao ouro. Evidentemente, por meio do Decreto-lei n° 4.791/1942, Vargas exterminou esse "padrão-ouro", instituindo o cruzeiro, a inflação e as desgraças consequentes. O que fizeram os militares? Simples, aprimoraram seu grande ídolo: Vargas.
A ditadura militar não protegeu a livre iniciativa, não expandiu o livre comércio e, exatamente por isso, foi responsável por concentração de renda e o caos brasileiro.
Os militares brasileiros foram tão incompetentes que nem mesmo a pena de morte eles conseguiram realizar. Falharam em 100% dos casos, isto é, não conseguiram executar a condenação à morte de Teodomiro Romeiro dos Santos.
Por fim, o teórico e fracassado combate ao comunismo não prova nada. Ninguém perseguiu e matou mais comunistas que Stalin. Ele era nacionalista, a favor de forte investimento do Estado, contrário ao aborto, ao homossexualismo e a favor da pena de morte, exatamente como os áulicos do regime militar. Nesses pontos, únicos argumentos que os fracassados da ditadura militar tentam argumentar, o regime de 1967-1985 (deixo de incluir os três primeiros anos, de Castello Branco, porque ele era de centro-esquerda, isto é, um pouquinho mais à direita) era stalinista puro.


Minarquista, acho que o bom mesmo, era que fosse desenvolvido um modelo de governança em que só aqueles que votaram no candidato ficariam obrigados a pagar seus impostos.

Assim, pelo menos, não teríamos que custear esses escroques populistas eleitos pela turba.


Quem pariu Matheus que o embale.


Errado. Se eu mensalmente tomo dinheiro seu ao longo deste ano, e devolvo no ano que vem (ou só daqui a alguns anos), isso não é a mesma coisa que eu simplesmente não tomar nada seu.

Se eu não tomo nada seu, você está livre para fazer uso imediato do seu dinheiro. Você pode investir agora, contratar pessoas e dar início a uma expansão do seu empreendimento.

Já se eu tomo seu dinheiro, estou afetando sua capacidade de investimento e reduzindo seu caixa disponível para contratar pessoas e expandir seu empreendimento. Na prática, estou aumentando o seu custo operacional imediato.

Mesmo que eu prometa devolver tudo ano que vem (algo que simplesmente não lhe dá certeza nenhuma de nada, pois os políticos podem mudar), você foi afetado hoje.

E olha que estou desconsiderando por completo o efeito da inflação, o que faz com que o dinheiro que eu lhe devolva daqui a uns anos tenha menos poder de compra do que aquele que confisquei de você.

Por fim, nada como recorrer ao exemplo extremo: se isso que você falou fosse verdade, então se eu tomar 100% do seu salário hoje com a promessa de devolver tudo daqui a um ano, isso será o mesmo que eu simplesmente não tomar nada de você? Pois é.


Ler um texto desse me dá até inveja. Olha que padrão de vida maravilhoso comparado ao nosso.


Dar subsídio em valor menor do que a empresa(pessoa) paga de impostos é matematicamente a mesma coisa do que isentá-la (no mesmo valor).


O autor deste texto é um materialista alienado

Eu realmente espero que o instituto mises não censure meu artigo, como tem feito recentemente. Eu gostaria de deixar meus comentários para com relação a este artigo.

Vejo claramente que o autor deste texto não tem a capacidade de ver os malefícios do livre mercado para com os seres humanos. Tudo para ele se resume em consumir e possuir coisas, afinal, é um homem materialista. A felicidade para ele, está no poder de comprar um um smathphone. Pois bem! eu afirmo: Não ligo nem um pouco para tecnologia ou para o poder compra. O socialismo não é essa porcaria imunda. Fique você! com a televisão grande; Eu quero ficar com os pobres e cuidar deles. Fique Você! com o sexo e com o plástico, pois este é o seu amor! Este é o seu vício. Se alimente até que sua carne fique pobre.

Veja que para ser feliz não é necessário possuir uma televisão, ou ter uma moeda forte. Eu mesmo sou muito feliz na miséria. Leio meus poemas e livros de filosofia; "vivo como um cachorro, talvez por ser o único tipo de vida que vale a pena viver".[1] O que vejo entre as pessoas é que todas elas são alienadas por essa maldita tecnologia, por esse maldito materialismo, que nos diz que só podemos ser feliz se tivermos coisas. Para o inferno com as coisas! Todos tem acesso a um smartphone; mas quem domina plenamente os cálculos matemáticos que permitiram a construção deste smartphone? E neste momento o neoliberal irá afirmar que tudo se trata da especialização de certos indivíduos em busca do lucro. Obviamente, está linha de pensamento está equivocada. Devemos ver a sociedade como um todo; desta premissa que se tira a cultura de uma sociedade. Afinal, queremos uma sociedade que domina plenamente sua língua natal ou aquela ao qual somente certos indivíduos, em busca de lucro, a dominam?

Com relação à linguagem, lembrei-me de uma citação de um psicólogo que estudou a vida dos pobres, nos Estados Unidos: "Eles estavam perdendo a capacidade de falar, todos comunicam-se via emojis. Quando convidava-os para conversar, eles não conseguiam pronunciar os vocábulos corretamente". Veja que não estamos falando de uma sociedade pobre, estamos falando do país mais livre do mundo, do país onde os livre mercado ocorre e onde todos tem acesso a essas maravilhas materialistas. E mesmo assim as pessoas continuam tão pobres como nunca estiveram antes.
A verdade é que o neoliberalismo quer um sociedade de consumistas. Onde ninguém sabe nada, mas todos tem acesso a um smartphone.

Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
Por favor pare de censurar meus artigos institutos Mises.


O Brasil esta se encaminhando pra liberdade, por mais que para nós seja em um ritmo muito lento, pelo menos estamos abrindo o mercado ao invés de fechar...


Simplesmente não há evidência crível para apoiar a crença de que restringir o comércio aumenta a prosperidade dos cidadãos comuns. Qual o argumento por trás da ideia de que proibir transações voluntárias gera enriquecimento e aumento do padrão de vida?


pobre é "aquele que não tem recurso para conseguir bens de consumo"

A diferença é que naquela época 90% eram assim. Hoje não chega a 20%
Ganho do capitalismo.
E Maurício explicou tudo, o estado é que não permite maior redução da pobreza.


Trecho impressionante da notícia acima:

"O Brasil mantém, há muitos anos, um programa que reduz o custo de importação de equipamentos sem similar nacional, chamado ex-tarifário. Para ter acesso a essa redução, as empresas apresentam projetos e justificam a necessidade da compra do bem no exterior com tarifa reduzida, dada a inexistência de fabricação local. Com isso, a tarifa caía de 14%, na média, para um mínimo de 2%.

No mês passado, por proposta de Pereira, o conselho de ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu reduzir os 2% para zero."


Mano, que palhaçada!

Quer dizer então que, mesmo não havendo fabricação nacional, o maquinário (um bem de capital) era tributado em 14%! Aí, se quisesse pagar menos, o empreendedor tinha de se ajoelhar perante burocratas, explicar direitinho por que ele queria importar tal bem de capital (deve ser pra enfiar no c*, né?), implorar pela redução da alíquota, aguardar todos os trâmites burocratas (que deve durar meses, se não anos), para então finalmente poder comprar pagando "apenas" 2%.

E depois acham estranho que os investimentos produtivos estão desabando no país...



Grandes empresários que não querem sofrer a concorrência de importados vão até o governo e pedem que políticos e a equipe econômica aumentem tarifas de importação. A desculpa apresentada é que isso protegerá empregos. Na prática, irá gerar reserva de mercado e lucro fácil para esses empresários.

Ato contínuo, o pedido dos empresários é atendido pelos políticos.

Como agradecimento, os empresários beneficiados lotam os cofres de políticos com amplas doações de campanha e propinas.

Tudo isso pode ocorrer ou abertamente, por meio de lobbies e da atuação grupos de interesse, ou na surdina, por meio do suborno direto.

Eis aqui os exemplos práticos mais recentes adotados durante o governo Dilma:

economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-eleva-imposto-de-importacao-para-100-produtos,125478e

carros.uol.com.br/noticias/redacao/2011/09/15/governo-aumenta-ipi-dos-carros-importados-e-atinge-marcas-chinesas.htm

veja.abril.com.br/noticia/economia/aliquota-maior-para-brinquedos-vai-reequilibrar-vendas

exame.abril.com.br/economia/noticias/as-10-economias-mais-fechadas-do-mundo-o-brasil-lidera



Como exatamente acontece essa pressão sobre cada governo feita pelo lobby da indústria nacional?




Ok,perspectiva interessante.Eu não sou um economista.Entusiasta?Sim.Estou sempre aberto a ideias, e buscando insaciavelmente compreender o mundo,sem ilusões.Minha dúvida quanto à balança comercial é pontual, e minha visão sempre foi e sempre será pró-mercado e pró-liberdade de pensamento. Tanto é que descobri essa página no intuito de enriquecer minha visão de mundo.


Como o capitalismo e a globalização reduziram os preços e trouxeram progresso para todos

Realidade: Pessoas cada vez mais consumistas, mais infelizes, mais depressivas, tudo virando mercadoria causando rebuliço na moral e bons costumes...


meio OFF: O Instituo Mises sempre comenta que o melhor arranjo é não ter nenhum governo, mas nenhum país no mundo atual tem essa cofiguração.
Fico curioso em saber qual é o país mais próximo disso atualmente. Imagino que algum principado da Europa ou Hong Kong, Cingapura, etc.


A matemática e a física podem provar que o protecionismo é prejudicial.

Se os produtos custam mais, o poder de compra é reduzido. A quantidade física de bens adquiridos é menor. Como o poder de compra é menor, as pessoas ficam mais pobres.

A questão é material e física. Consumindo em menor quantidade, menos pessoas terão empregos.

É uma questão simples. Gastar a maior parte do salário em uma prestação de carro, não vai permitir que as pessoas comprem outras coisas.


Há dois tipos de pessoas que defendem o protecionismo:

1) os ignorantes em economia;

2) os espertalhões que estão lucrando os tubos com a proibição da concorrência;

Os idiotas do primeiro caso protegem involuntariamente os últimos e, com isso, ferram todo o país, principalmente os mais pobres.


Subsídios?Longe disso.Quando falo em estimular a indústria nacional,refiro-me à desburocratização das relações trabalhistas-que por sinal avançou esse ano- e à redução do excesso de tributos e impostos que desestimulam o mercado.


Uma pergunta que não twm nada a ver com o artigo...
Reduzir a maioridade penal para 16 é pouco?


Ok, perspectiva interessante.Eu não sou economista.Entusiasta?Sim.A minha mente, de certa forma "iconoclasta", está sempre aberta e sedenta por ideias- desde que racionais-, bem como uma compreensão mais analítica possível da vida,sem ilusões.Enfim, desde que me conheço por gente, minha mentalidade é pró-mercado e pró-liberdade. Os pontos que apontei são meras dúvidas que surgiram em minha mente.



Não, meu caro, não existe isso de "moeda sair do país" e "ir para o exterior".

Nenhum país importador perde sua moeda. Quando um brasileiro importa algo, não saem reais do Brasil. O real não é moeda corrente em nenhum outro país do mundo. Nenhum real sai do Brasil quando um brasileiro importa.

O que ocorre é que dólares, que estão em uma conta bancária em um banco americano, mudam de proprietário. Quando você importa, você repassa reais para um exportador, e esse exportador repassa dólares para a pessoa de quem você comprou pela Amazon.

Eis como funciona:

Quando um brasileiro exporta soja para os EUA, não entram dólares na sua conta bancária aqui no Brasil. O dólar não é moeda corrente aqui e nem na esmagadora maioria dos países do mundo. Sendo assim, o dólar não "entra" nesses países via sistema bancário e nem muito menos sai do sistema bancário americano.

O que ocorre na prática é que o exportador brasileiro adquire a titularidade de uma conta bancária, em um banco americano, em dólares.

Ato contínuo, ele pode decidir entre vender a titularidade dessa conta bancária para outra pessoa (normalmente para um banco brasileiro ou para um importador brasileiro, que então depositará reais em sua conta em um banco brasileiro) ou manter a propriedade dessa conta em dólares, decidindo investir esses dólares na própria economia americana (comprando ações, debêntures ou até mesmo títulos do governo americano).

Perceba que os dólares nunca saíram dos EUA. A única coisa que aconteceu foi que a titularidade de uma conta bancária em um banco americano mudou de dono: um importador americano de soja brasileira repassou uma parte de seus dólares para um exportador brasileiro, que então decidirá o que fazer com os dólares dessa conta: ele pode vender para um banco brasileiro ou para um importador brasileiro, sempre em troca de reais.

Sendo assim, se você estiver importando algo para o Brasil, esse exportador brasileiro vai repassar os dólares para a pessoa de quem você comprou o importado, e você vai repassar seus reais para esse exportador brasileiro. Nenhuma moeda saiu de seu respectivo país.

O seja, para que haja importação, tudo o que é necessário é que o importador consiga alguém disposto a vender moeda estrangeira em troca da moeda nacional. Mas nenhum real sai do Brasil.


" estimular a indústria nacional"
Dá até calafrios imaginar o que significa isso.
Tá incluído SUBSÍDIOS DO BNDES?


Vai ficar melhor pra Importar? Um pouco mais de liberdade esta por vir, pelo menos é o que parece...

''Nesta última quarta-feira (30), o Brasil foi condenado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) devido ao aumento dos impostos para veículos importados, promovido pelo programa Inovar-Auto. O programa prevê o chamado "Super IPI" para os carros importados por fabricantes que não têm produção brasileira, além de limitar o volume de importações dos fabricantes que produzem no País. A condenação exige a retirada dos impostos em 90 dias, e dá o prazo de 60 dias para recurso.

Na prática, isso não mudará muita coisa: o Brasil irá entrar com recurso, o que arrastará o processo até 2018. Antes disso, em 31 de dezembro deste ano, o programa Inovar-Auto será extinto e, com ele, a cobrança dos 30% do "super IPI", bem como as cotas de importação, uma vez que o programa que irá substituir o Inovar-Auto, o Rota 2030, não prevê sobretaxação de importados tampouco as cotas de importação, atualmente limitada a 4.800 unidades anuais por marca.

Com isso, além da redução dos preços dos modelos importados que pagam o super IPI, também deverá acontecer um aumento no volume de importações de todas as marcas. Além do fim da sobretaxação dos importados, a Rota 2030 também poderá adotar uma nova forma de cobrança do IPI, baseada na eficiência energética do carro, em vez do deslocamento como é hoje'''


Haja vista que um nível de importações superior ao de exportações significa maior saída de capital que entrada de capital,infere-se que a moeda-que poderia ser reinvestida no país,se daqui não saísse-vai para o exterior.Lembre-se que riqueza gera riqueza,ainda que "escrituralmente".Assim, ao meu ver, deve existir um equilíbrio,pelo menos a curto prazo, no saldo da balança comercial, para que a moeda possa escoar no sistema financeiro interno brasileiro.
No longo prazo, quando a indústria nacional atingir um patamar de competitividade significativo, o nível de importações não fará tanta diferença, desde que em equilíbrio com as exportações.Afinal, um país que só consome não produz,certo?


E isso acontece com mais frequência que imagina, não digo do suborno pois não posso provar nada, mas recebo muitas cartas e e-mails de nossos fornecedores informando que conseguiram isenções, na verdade redução de alíquota, do PIS Cofins e que agora podem fornecer seus equipamentos em melhores condições comerciais, e em produtos completamente comuns neste ramo, a vantagem competitiva que adquirem sobre seus concorrentes é obvia.

O industrial sempre vai buscar vantagem competitiva para sua empresa, no Brasil isso significa buscar favores no governo, já que sai muito mais barato que investir em maquinário de ponta, tecnologia e formação de mão de obra qualificada. São as regras do jogo, o certo e errado não são parâmetros quando o governo é o juiz.

Recentemente conheci este site que muito está contribuindo para meu entendimento em tudo que acontece economicamente, dias atrás compartilhei minha experiência em trabalhar numa indústria protegida pelo governo, nossos clientes são proibidos de importar produtos que fabricamos logo trabalhamos com isenção, isenção de concorrentes externos.


Reinaldo, no caso em que o profissional é um PJ, ainda mais com a criação da EIRELI, o profissional pode emitir quantas ARTs quiser e prestar serviços para quantas empresas quiser, não há limitação alguma nesse caso.

O piso salarial é exorbitante, (como no caso relatado pelo comentário do Guardiano aqui) e acabam registrando o profissional com outra função para burlar o sistema. Mas vejamos: Ainda assim, o recém formado recebe um salário de 6000 reais, coisa que no mercado, é dificílimo em qualquer outra profissão que não haja essa regulamentação do crea, por exemplo, que estipula um mínimo de 8 a 9 salários mínimos para cargo de 8h, sendo assim, mesmo que o conselho seja algo ineficiente para o mercado, os profissionais ainda saem "no lucro" porque são favorecidos no ponto crucial, que é a sua remuneração, o que me leva a pensar no corporativismo que eles exercem, pois o CREA é um conselho bastante representativo e os profissionais desse conselho, bom ou não, usufruem de uma imensa reserva de mercado criada por eles mesmos em detrimento de muitas outras profissões.

Enfim, parece realmente que a livre concorrência teoricamente seria mais positiva para todos, mas penso que o empresariado brasileiro é muito pró-empresa e menos pró-mercado.


Tem um dos internautas que escreveu o seguinte: "arma foi feita para matar... se não houver arma não haverá mortes fatais". Com os devidos respeito pelo pensamento, mas; arma não foi feita para matar. a pergunta é e quando o sujeito mata alguém utilizando um lápis, caneta ou uma garrafa (perfuro-contundente) é uma arma ou torna-se uma arma tais objetos, sem no entanto serem armas? assim, vale a seguinte explicação: armas foram feitas com objetivo de se armar quem a utiliza e CRIAR um senso de auto-defesa ao oponente e, em caso de forte ameaça ela então será utilizada para causar o dano e consequentemente a defesa ao rival. O DESARMAMENTO proposto e imposto pelas "otaridades", somente serve para que os marginais (indivíduos à margem da lei) sintan-se seguros em perpetrar seus ardis e, indivíduos honestos, obedientes às "otaridades" recorram à lei e aos que detém o conhecimento de tal para promoverem a defesa de seus questionamentos e consequentemente o fortalecimento dessa classe expúria da sociedade. Legislativo e Judiciário.



Em que pese o comprometimento da balança comercial brasileira com uma abertura abrupta das importações, acredito que, holisticamente, no longo prazo, é mais interessante para o Brasil flexibilizar, sim, nossa economia no mercado internacional.

Far-se-á necessário liberar os entraves tributários e, simultaneamente, estimular a indústria nacional, a fim de competir no mercado global, bem como proporcionar maior acesso aos bens de consumo à população brasileira - que, atualmente, está muito aquém do padrão de vida internacional.


"A empresa A decide então subornar agentes do governo para ter isenções fiscais (ISENÇÕES, não subsídios). A empresa A pagou R$ 1 bilhão, e teve isenção de R$ 2 bilhões."

Nada de errado. Ela gastou dinheiro próprio para não ser espoliada. Ele não tomou dinheiro de ninguém e nem ganhou dinheiro de ninguém. Dado que ela não recebeu subsídio, mas sim isenção, nenhum centavo de dinheiro público foi direcionado a seus cofres.

No fundo, ela simplesmente pagou um arrego para não ser extorquida mensalmente para a máfia. Agiu corretamente.

Mas o interessante é a hipocrisia do povo: se quem fizesse isso fosse o comerciante de uma favela em relação à milícia local -- ou seja, ele paga à milícia para não mais ser extorquido -- ninguém acharia ruim, mesmo sabendo que, ao agir assim, ele obteria uma "vantagem comparativa" em relação aos outros comerciantes favela.

Dois pesos e duas medidas.

"A empresa B não subornou ninguém, e ficou com sua pesada carga tributária para pagar, lucrando menos e investindo menos."

Nada impede que ela faça exatamente o mesmo que a empresa A. Se não fizer, ficará para trás. Agora, perceba duas coisas:

1) Essa distorção só ocorre porque há uma entidade na jogando extorquindo as duas. A partir do momento em que esta entidade extorque, todo o mercado já está distorcido. A culpa desta entidade não pode ser relevada;

2) Ainda assim, o que foi feito pela empresa em A em nada se difere de um investimento. Ela gastou dinheiro para obter um fluxo de renda maior no futuro. A empresa B pode fazer o mesmo. Se não fizer, o investimento da empresa A terá valido muito a pena.

Ah, e antes de alguém me xingar de qualquer coisa, sempre tenha em mente quem é a real instituição que está causando isso tudo. Xingue esta milícia, e não a mim.


Caro Max:

Agora seu problema é de lógica. Por favor, pense um pouco mais antes de argumentar.
Não há erro lógico algum nas minhas afirmações anteriores.

Abcs


"Cobrar impostos de Paulo e desonerar Pedro favorece Pedro em detrimento de Paulo."

Isso foi dito abertamente no artigo.

"É um resultado de soma zero."

Por quê? Você simplesmente não tem como afirmar isso. E se as isenções a Pedro aumentarem tão enormemente sua produtividade, permitindo redução de preços e aumento na qualidade dos produtos? O consumidor seria enormemente beneficiado.

Você simplesmente fez uma generalização descabida, o que significa "chute".

"Sobretudo ao conceder isenções em períodos de crise fiscal."

Ah, ok, no fundo, você está preocupado apenas com as receitas do governo. Sem problemas, direito seu. Mas o que não vale é você, estando preocupado com isso, criticar uma medida que nada tem a ver com isso.

"Além disso, tal medida tem se provado altamente ineficiente do ponto de vista do crescimento econômico. Para provar, basta uma rápida avaliada nas políticas progressistas do governo Dilma, exemplo recente dessa política microeconômica, que resultou em menos arrecadação ao mesmo tempo que piorou o desemprego e reduziu o PIB"

PQP, hein? Agora desandou de vez.

Pra começar, o governo Dilma não concedeu nenhuma isenção. Favor apontar qual setor foi isentado pelo governo Dilma.

Em segundo lugar, quer dizer então que reduzir impostos seria uma "política progressista"?! Rapaz, que fase...

Eu nunca vi progressista defendendo isenção de impostos pra empresa. Muito pelo contrário, aliás. Progressista defende tributação alta para empresas.

Por fim, é o ápice, o cume, da desonestidade dizer que a zona econômica causada pelo governo Dilma se deveu às "isenções" (que nunca ocorreram). E Nova Matriz Econômica? E a política de congelamento de preços em conjunto a uma forte expansão do crédito estatal?

É impressionante a quantidade de gente que vem tentar sacar por aqui...

"Deve haver isonomia para que o mercado funcione com menos imperfeição. Por certo não haver imposto é o ideal, mas em havendo, que seja isonômico."

Pois então vamos à pergunta que já foi feita aqui três vez e que, até agora, ninguém teve culhões para responder. Vejamos se você será o primeiro:

Suponhamos os três cenários tributários:

1) Embraer isenta e Vale 20%;

2) Embraer 20% e Vale 20%.

A opção 2 é a que o governo espolia o maior número de empresas possíveis. Já a opção 1 é a que o governo confisca menos riqueza da economia. Fico com ela. E você?

Ou então, como disse outro lá em cima: Você defenderia isenções para a Embraer? Se não, por quê? Se sim, como isso deixaria a Bombardier? Seria injsuto?

Você defenderia isenções para a Vale? Se não, por quê? Se sim, como isso deixaria a Rio Tinto? Seria injusto?

Perguntas simples e práticas, que ninguém até agora teve a hombridade de responder.




Quero botar um pouco mais de lenha na fogueira desse assunto que está rendendo bastante discussão:

Duas empresas, A e B, concorrem em um setor. A empresa A decide então subornar agentes do governo para ter isenções fiscais (ISENÇÕES, não subsídios). A empresa A pagou R$ 1 bilhão, e teve isenção de R$ 2 bilhões. A empresa B não subornou ninguém, e ficou com sua pesada carga tributária para pagar, lucrando menos e investindo menos.

A empresa A agiu certo? E a empresa B, agiu certo? Qual a opinião dos senhores leitores?

Grande abraço.


Reinaldo, no caso em que o profissional é um PJ, ainda mais com a criação da EIRELI, o profissional pode emitir quantas ARTs quiser e prestar serviços para quantas empresas quiser, não há limitação alguma nesse caso.

O piso salarial é exorbitante, (como no caso relatado pelo comentário do Guardiano aqui) e acabam registrando o profissional com outra função para burlar o sistema. Mas vejamos: Ainda assim, o recém formado recebe um salário de 6000 reais, coisa que no mercado, é dificílimo em qualquer outra profissão que não haja essa regulamentação do crea, por exemplo, que estipula um mínimo de 8 a 9 salários mínimos para cargo de 8h, sendo assim, mesmo que o conselho seja algo ineficiente para o mercado, os profissionais ainda saem "no lucro" porque são favorecidos no ponto crucial, que é a sua remuneração, o que me leva a pensar no corporativismo que eles exercem, pois o CREA é um conselho bastante representativo e os profissionais desse conselho, bom ou não, usufruem de uma imensa reserva de mercado criada por eles mesmos em detrimento de muitas outras profissões.

Enfim, parece realmente que a livre concorrência teoricamente seria mais positiva para todos, mas penso que o empresariado brasileiro é muito pró-empresa e menos pró-mercado.


Peço a máxima venia aos articulistas, mas isenções geram distorções na economia sim. Cobrar impostos de Paulo e desonerar Pedro favorece Pedro em detrimento de Paulo. É um resultado de soma zero. Sobretudo ao conceder isenções em períodos de crise fiscal. Além disso, tal medida tem se provado altamente ineficiente do ponto de vista do crescimento econômico. Para provar, basta uma rápida avaliada nas políticas progressistas do governo Dilma, exemplo recente dessa política microeconômica, que resultou em menos arrecadação ao mesmo tempo que piorou o desemprego e reduziu o PIB. Deve haver isonomia para que o mercado funcione com menos imperfeição. Por certo não haver imposto é o ideal, mas em havendo, que seja isonômico.


Se o produto final ficar mais barato não vejo problema nenhum.

Na prática o que acontece é algum governador ou prefeito abaixar os impostos para determinadas empresas se instalem em seu estado ou cidade. De forma a gerar empregos e aumento na arrecadação de impostos. Afinal qualquer coisa é melhor que zero.

Azar de quem perdeu o emprego no processo.


Não. Não existe mágica em economia. Não existe atalho fácil e indolor para o crescimento e o enriquecimento. Como sempre dito aqui, o que gera riqueza e crescimento econômico é divisão do trabalho, poupança, acumulação de capital, capacidade intelectual da população, respeito à propriedade privada, baixa tributação, segurança institucional, desregulamentação econômica, facilidade de empreender, moeda forte, ausência de inflação, empreendedorismo da população, leis confiáveis e estáveis, arcabouço jurídico sensato e independente etc.

Todos os países que aplicaram tais regras durante 2 gerações seguidas se tornaram ricos, grandes ou pequenos, populosos ou escassamente povoados, nem a geografia e vizinhos bagunçados são capazes de deter o progresso sob tais circunstâncias, a longínqua e então próspera Buenos Aires dos 1900 pagava salários tão altos aos imigrantes quanto Nova York.

Se há facilidade por ser pequeno seu efeito é marginal, como comparar o alto GDP per capita de Itália e Espanha com os altíssimos ingressos dos países nórdicos.



Pois é. E aí essa reoneração, que não trará absolutamente nada de positivo para a economia, vai contar com o aplauso efusivo de alguns "libertários" aqui presentes.

Empresas que já são protegidas por tarifas irão pagar mais impostos. O efeito final é que tudo ficará mais caro. Os importados continuarão caros (por causa das tarifas de importação) e os nacionais agora serão mais custosos para serem produzidos.

Estamos bem.