Últimos comentários


O primeiro argumento no artigo é sobre o salário mínimo ser uma barreira pra contratação. Mas quem impede o livre acordo de pagamento entre duas pessoas? Não é o que chamamos de trabalho informal, sem carteira assinada?


A questão é mais simples do que parece. Toda essa briga entre esquerda e direita deve desaparecer, quando o poder de compra das pessoas for satisfatório.

A grande maioria das pessoas só quer consumir, comprar e ter propriedades. Muitas pessoas trabalham e não obtém resultados satisfatórios para atender as suas necessidades. O poder de compra é a solução para a grande maioria dos problemas sociais.

Enquanto as pessoas não perceberem que o livre mercado é essencial, elas mesmas serão punidas com o protecionismo, expropriação e confisco.

O próprio governo usa a pobreza para justificar seus desmandos, enquanto nada faz para aumentar o poder de compra, aumentar a concorrência, aumentar o poder da moeda, aumentar o livre mercado, reduzir burocracia, etc.

Enquanto as pessoas não puderem comprar com seu próprio dinheiro, a tendência é ter mais problemas sociais. Ninguém vai reclamar de saúde, educação e segurança, se essas coisas são acessíveis, porque o poder de compra permite isso.







Gabriel, e atualmente o Libertarianismo estaria em qual dos dois espectros? Ou ele estaria igual ao Fascismo que se considera como Terceira-Via?


(retratar é questão de inteligência e civilidade,não de "HOMBRIDADE",uma mulher de carater também se retrata)

Olá, caso tivesse falado em dados do PASSADO, e em um país com pessoas do nivel da pesquisa apresentada, talvez eu tivesse mesmo que me retratar,;mas chamei a atenção do MOMENTO de entrada de avanços tecnológicos COMO NUNCA antes visto, em todas as áreas, se especificar ,seria chover no molhado lembrar que máquinas inteligentes e programas criando programas,robos construindo robos e ferramentas...tomando decisões em função de algoritmos...
Não teria espaço e seria enfadonho perguntar o que fazer com exercitos humaanos, substituidos por robotizados,aeronautica e marinha com drones,segurança pública tambem com equipamentos.O que dizer da saúde, um Médico-robô sabe zilões de dados ao abordar um paciente e online com soluções eficazes e economicamente ,robôs cirurgiões já operam pessoas com resultados assombrosaamente vantajosos,motoristas desnecessários,professores (catequizados por ideologias do politicamante correto) felizmente estarão deixando de fazer mal a milhões de crianças,TELE AULAS ESPETACULARES E COM RECURSOS DIDATICOS EM CASA ,A QUALQUER HORA E INTERAGINDO COM ALUNO,industrias imprimindo sapatos,pessoas jaamais voltarão a manufaturar automóveis,sapatos,produtos onde automação assumiu; ficaria dias enumerando avanços NUNCADANTES IMAGINADOS JÁ EXISTEM, e repito, é o LIMIAR , LIMIAR,ADVENTO,ADVENTO,DE UMA NOVA ERA.
Gráficos do PASSADO mostram circunstâncias do PASSADO,podem tender a continuar ou não.
Gráficos MESMO RECENTES contam e explicam do MUNDO ANTIGO
Como numa estrada quando dirigimos, OLHAMOS PARA A FRENTE,curvas e obstáculos a contornar, ou se quisermos olhar somente no retrovisor, veremos a estrada que foi percorrida, e pode ser ERRO FATAL!
Não considerar a METAMORFOSE TECNOLÓGICA QUE JÁ EXISTE, ainda não implantada em massa,EM TODAS AS ÁREAS, e que vai mudar os números de até agora, é como o idiota que olha para o dedo do sábio que aponta para a estrela e não para a estrela.


Jarzembowski 15/03/2017 11:42

Aliás, isso demonstra um delírio de grandeza bastante revelador - os defensores do estado, mesmo os minarquistas, acham que nada pode ser modificado no establishment antes que eles tenham todo o projeto de uma sociedade sem conflitos nem escassez.
Exato! Veja a pergunta sem sentido do "Minarquista" sobre roubar o carro. É sempre assim, inventam cenários apocalípticos irreais, que nem eles mesmos conseguem resolver, e ainda exigem que a gente tenha as respostas! Quando respondemos suas perguntas de uma maneira satisfatória, acontece de duas uma:
1) Aumentam o nível de exigência das respostas de uma forma injusta, sob a qual sequer os argumentos deles seriam satisfatórios;
2) Simplesmente mudam para o próximo cenário apocalíptico, de forma que possam sempre estar naquele estado mental de discordância.

Isso significa que a diferença entre um minarquista e um socialista é apenas de grau, e não de gênero - o que muda é apenas a quantidade de roubo e violência contra inocentes que ele acha justificável. Parafraseando a sua resposta, poderia-se dizer que a diferença entre o socialista e o minarquista é apenas a quantidade de "falta de imaginação" que eles substituem com "dar dinheiro roubado para burocratas".
Eu estou plenamente convencido de que pros minarquistas só falta coragem pra se livrar do último fio de coletivismo que ainda lhes resta.

Concordo contigo e ainda adicionaria a inocência de achar que o Estado teria incentivos para ser neutro nas decisões judiciais.
Mas eu até entendo a atitude deles. Se o governo roubasse apenas 5% do que eu ganho pra prover uma boa justiça, provavelmente não estaria tão preocupado com impostos... O problema é quando se entende as consequências de se abrir as portas do inferno! Uma vez que o direito de propriedade é relativizado, nunca vai ficar somente nos 5%. Apenas olhe para todos os países do mundo, caramba!
E ainda dizem que nós é que somos utópicos =/



Todos os indivíduos estão nesta reforma. Sem exceção. O mecanismo e as regras são os mesmos para todos.

Aliás, para funças e militares (que também são funças), a situação é extremamente tranquila: eles têm emprego estável e renda garantida (ao contrário dos trabalhadores da iniciativa privada). Logo, para eles, é extremamente fácil investir valores ainda maiores, pois há a certeza de que, no mês seguinte, ainda continuarão empregados e recebendo salários.


Leandro Roque,

Achei interessante a proposta. Mas ai pergunto. como ficaria com os militares e os servidores publicos civis?



É pior que isso, daqui a pouco ele responde "mas quem paga esses 20% é o patrão"


"Aumenta o numero de desempregados numa proporção geométrica , enquanto novas funções compatíveis com o nível dos deslocados pela máquina, anda em proporção aritmética"

É mesmo? Vamos então conferir as estatísticas.

Peguemos a evolução do número de empregados e de desempregados nos EUA, que não apenas é o país berço das criações tecnológicas, como também é o país mais aberto a elas e o que tem o mercado de trabalho mais desregulamentado.

Eis a evolução do número de pessoas empregadas (recorde histórico):

cdn.tradingeconomics.com/charts/united-states-employed-persons.png?s=unitedstaempper&v=201703161723t&d1=19170101&d2=20171231

E eis a evolução do número de pessoas desempregadas (mesmo nível de 1975):

cdn.tradingeconomics.com/charts/united-states-unemployed-persons.png?s=unitedstauneper&v=201703161723t&d1=19170101&d2=20171231

Ou seja, enquanto o número de empregados cresceu sem parar, o número de desempregados praticamente não subiu ao longo do tempo.

Logo, você falou uma mentira descarada. E sua tese é completamente furada. Vejamos se você terá a hombridade de se retratar.


"Desconsiderou o imposto de renda"

Deixa eu desenhar para você: depositar R$ 280 ao mês durante 588 meses (49 anos) para ter, após esses 49 anos, apenas 1.000 reais por mês (e absolutamente nenhum montante principal ou valor adicional) não é exatamente uma aplicação campeã. Aliás, difícil encontrar coisa pior e mais bisonha do que essa.

A própria caderneta de poupança, que é a pior aplicação que tem, dá de lavada nessa porcaria de INSS. Não existe coisa mais imbecil e menos "rentável" que essa matemática do INSS.

Outra coisa: o imposto de renda incide apenas no vencimento do título. Há hoje títulos com vencimento em 2045. Para prazos muito longos, o efeito do IR sobre a rentabilidade final é muito baixo.

Por exemplo, um título Tesouro IPCA que pague inflação mais 5,20% (que é o valor pago hoje) pagará, em termos líquidos, ou seja, após o IR, inflação mais 4,56%. Ou seja, o IR deduz apenas 0,64 ponto percentual da rentabilidade total.

Ademais, você nem precisa pagar IR. Se você optar por investir continuamente em LCIs, LCAs, CRIs, fundos imobiliários, ou debêntures incentivadas, você nunca pagará IR. Todas são isentas de IR e têm ótima rentabilidade.

E, mesmo que você escolha aplicações com IR, você tem opções como CDBs e Letras de Câmbio que pagam de 116% a 124% do CDI. A rentabilidade líquida de todas essas, de qualquer uma delas, é muito superior à "rentabilidade" do INSS.

Agora, se você quer ficar no INSS e na sua aposentadoria que paga salário mínimo, direito seu e boa sorte. Apenas não venha mentir e proibir a liberdade de terceiros.

"e considera que a economia girará a 6% a.a é muito exagerado!!"

Oi?! Hein?! Em momento algum o artigo fez qualquer consideração sobre crescimento do PIB de 6% ao ano. Muito menos pressupôs um crescimento do PIB de 6% ao ano durante 49 anos.

Você, obviamente, nem sabe do que fala.

"A título de exemplo, hoje, dia 16/03/2017, todas as NTNBs oferecidas pelo Tesouro oferecem taxas, sendo a maior o IPCA + 5,24%, com tendência de queda."

Sim. E tais taxas já estiveram em 4% (em alguns meses de 2013) e também em 8% (em 2005) e acima de 7% durante 2015 (quando chegaram a 7,80%) e primeiros meses de 2016 (quando chegaram a 7,82%).

Clique no link fornecido no artigo e veja que seu histórico é de 6% de juros reais.

ibb.co/iTP4BF

Tenta de novo.


Eu acredito que há algumas pessoas que estão se dizendo libertárias ou dizendo que algumas medidas impostas por governos ou movimentos de esquerda no passado foram de cunho libertário para denegrir o ideal libertário. Numa discussão em rede social eu me identifiquei como libertário e um cara simplesmente passou a afirmar que eu, com libertário, era a favor de soluções estatais. Sei que há muita gente ignorante mesmo, mas não duvido que exista essa ideia de mentir sobre o verdadeiro ideal libertário.


"Mas, pelo menos a Venezuela é uma nação igualitária." Li este comentário e me perguntei: Esta pessoa realmente acredita no que ela escreveu? Por qual razão, contra todas as evidências que fartamente nos chegam, alguém ainda procura encontrar justificativas para um sistema político-social flagrantemente ineficiente?

Nivelar o estrato social tendo como base a miséria não me parece algo que se possa considerar positivo, entretanto, nem mesmo isto seria verdade (igualdade na miséria na atual Venezuela), pois, em conversa com um brasileiro da cidade de Goiânia, PE, que morou trinta anos na Venezuela, e que foi obrigado a voltar ao Brasil para trabalhar, soube que a polícia, de um modo geral, aproveitando-se do fato de serem eles os responsáveis pela escolta dos caminhões que chegam às cidades trazendo comida (sem escolta os caminhoneiros recusam-se a adentrar as cidades, pois o risco de ataque e posterior saque é enorme), costumam apropriar-se de uma parte dos produtos muito superior à que lhes caberia caso respeitassem a distribuição igualitária e, o que ainda é pior, tais produtos são repassados a familiares para serem vendidos no mercado negro. Evidentemente, este fato é apenas um exemplo dos desmandos que se repetem diariamente em diferentes níveis de poder.

Bem, ouvi muito mais e tudo foi estarrecedor, páginas e paginas não seriam suficientes para relatar detalhadamente as agruras vividas pelo povo venezuelano sob o jugo de um altamente corrupto e incompetente governo.

Ao leitor iludido que pensa que ainda se pode encontrar algo de bom no regime político venezuelano fica a dica: o regime somente não caiu ainda porque há uma pequena parcela de indivíduos, porém poderosa, que continua se beneficiando do atual estado de coisas, entretanto, chegará o momento que mesmo a eles o regime deixará de ser interessante e então, sem mais delongas, tudo ruirá.


Não, cidadão. O INSS patronal é de 20%.

idg.receita.fazenda.gov.br/acesso-rapido/tributos/contribuicoes-previdenciarias-pj

www.portaltributario.com.br/artigos/inss-patronal-restituicao-valores-pagos.htm

www.delphin.com.br/orientacao/66-encargos-sociais-sobre-a-folha-de-pagamento

Pelo visto, tá cheio de gente aqui que não só nunca empregou ninguém na vida, como também aparentemente não sabe quanto realmente custa para seu patrão.


"OU TROTEIA, OU SAI DA ESTRADA..." UMA GRANDE ARMADILHA

Sempre , ao longo do tempo,quando inovações ocorreram, terminaram empregos em alguma área a logo se reciclavam operarios e trabalhadores em outras funções que surgiram.Atualmente a automatização irreversivel

AUMENTA O NUMERO DE DESEMPREGADOS NUMA PROPORÇÃO GEOMÉTRICA , ENQUANTO NOVAS FUNÇÕES COMPATÍVEIS COM O NÍVEL DOS DESLOCADOS PELA MÁQUINA, ANDA EM PROPORÇÃO ARITMÉTICA.

O tempo de reciclagem de um deslocado , é maior do que a velocidade de deslocamento, ficando os SEM FUNÇÕES à margem social,como quando houve no exodo rural,milhões nas vilas,favelas,sub emprego,trafico,crime,o que se vê retratado na midia, e nenhuma solução a vista.
Complica, pois o NIVEL DE INTELIGÊNCIA EMBUTIDA NAS MÁQUINAS é enorme, sobram empregos de alta tecnologia que o desempregado ,de baixo nivel,UMA MASSA ENORME,não tem a mínima chance de se reciclar em tempo viável, hábil. Sempre as mudanças e novas funções estavam na capacidade dos deslocados com pouco esforço se reciclarem, o que hoje está FORA DE QUESTÃO para quem tem noção da diferença das máquinas inteligentes de hoje e das máquinas burras de ontem.Sempre deixavam uma chance para o macaco velho.
Milhares de operários produziam manualmente,logo a automatização tirou milhares da produção manual, e apenas poucos operários cuidavam das máquinas;hoje : MAQUINAS CUIDAM DE MÁQUINAS,CONSERTAM MÁQUINAS,SUBSTITUEM MÁQUINAS DEFEITUOSAS,TRABALHAM NO ESCURO,CONTINUAMENTE 24HS POR DIA,SEM LEIS TRABALHISTAS, PROBLEMAS DE SAÚDE ETC...
O nivel de conhecimento necessário ao operario comum ,macaco velho, como falaram,para virar um doutor em TI ,onde teria colocação, não é mais factível,viavel.ISSO NUNCA ACONTECEU EM OUTRAS ERAS.
Investidores empreendedores querem máquinas inteligentes, e humanos doutores em TI para as mais variadas funções
Os simplistas costumam dizer que em OUTRAS ERAS só tinha que reciclar o "macaco velho" para uma nova função , e agora é a mesma coisa. NÃO É A MESMA COISA, infelizmente não, é DEVERIAM PENSAR NISSO e não de modo simplório e simplista ignorar e dizer que isto já aconteceu e agora é a mesma coisa.
O limiar de nova era com automação inteligente de alto nivel,a internet das coisas, requer soluções para aplicação e uso dos humanos, AINDA NÃO PENSADA, e URGENTE.MUITO URGENTE,ESTAMOS OS HUMANOS SENDO ATROPELADOS , a automatização inteligente, programas inteligentes, nos atropelam e avisam:

"OU TROTEIA, OU SAI DA ESTRADA..." e não podemos trotear mais rapido , e nem temos a mínima idéia de como sair da estrada.




"É bom ver quem defenda o capitalismo monopolístico com tanto afinco"

Dizer que é a iniciativa privada que deve construir estradas é "defender capitalismo monopolístico com afinco"?

Você acaba de receber o prêmio do comentário mais estúpido dos últimos tempos.

"melhor dar dinheiro para empresário do que para governos corruptos"

Como é que é?

Dizer que é a iniciativa privada que deve construir estradas é propugnar por "dar dinheiro para empresário"?

Como assim "dar dinheiro para empresário"? O empresário vai construir a estrada com dinheiro dele. Você está tão entorpecido com a realidade de subsídios estatais que não consegue nem mais imaginar um empresário aplicando capital próprio numa empreitada empresarial...

Acaba de bater seu próprio recorde: ganhou novo prêmio do comentário mais estúpido dos últimos tempos.


" não a nada de errado em ser conservador, o problema é querer sem conservador no quintal dos outros."

Concordo plenamente contigo. Pode ser conservador a vontade, pode ser liberal a vontade. Mas não force ninguém a ser também.


"Só para esclarecer, libertários não se sentem em casa nem na esquerda e nem na direita. Porém, a ideia de que ambos os lados são igualmente terríveis, ou representam ameaças idênticas à liberdade, é uma insensatez imprudente e destrutiva."

Certamente a esquerda é muito pior que a direita e representa uma ameaça maior à liberdade, mas acreditar que a direita não ameaça a liberdade (só por ser uma ameaça menor) isso sim é uma insensatez imprudente e destrutiva. Pergunte aos grandes defensores da direita conservadora o que eles acham do libertarianismo, e do anarcocapitalismo. As Olavetes não me deixam mentir.


A contribuição previdenciária não é de 20% no total? 12%+8%?


A prestação da saúde, envolvendo uma enorme estrutura, é invariavelmente muito dificultosa para o Estado. Um complexo hospitalar é uma tarefa desafiadora e, de certa forma, até incompatível com o ambiente meio letárgico de nossos serviços públicos.
O acervo material e humano de um grande hospital impõe enormes tarefas de administração, desde as de pessoal - o corpo médico, os para-médicos, os técnicos, os prestadores de serviços auxiliares, pessoal de administração, pessoal de manutenção dos diversos setores, tudo muito afetado ainda pelas frequentes greves nos serviços públicos.
A administração de centenas ou milhares de itens necessários ao funcionamento de um hospital, as instalações prediais, equipamentos, aparelhos, instrumentos, medicamentos, veículos, garagens, etc, são um grande desafio. Trata-se na verdade de estruturas que exigem serviços especializados de administração e coordenação, o que não tem sido observado na prestação estatal. Frequentemente assistimos a reportagens denunciando a falta de remédios, de equipamentos, problemas em sua manutenção, desperdício de medicamentos, instalações precárias, estruturas muito burocratizadas, desvios, corrupção e outros.


O que faz a Venezuela ainda não colapsar?

De onde ta vindo toda essa riqueza pra sustentar esse regime socialista? Chapado de funcionários públicos, empreendedores presos, mortos ou desempregados....

De onde vem o capital pra sustentar todos os parasitas desse socialismo que deixa os venezuelanos miseráveis

Eles em menos tempo, ficaram pior que o fim da URSS.


Eu sinceramente as vezes penso que se eu NÃO obtivesse exito em tentar sair de um país desse, assim como Cuba, Coreia do Norte e afins, eu iria me matar.

Sempre odiei ser obrigado a fazer as coisas, quando eu era criança, era um saco pra eu fazer algo que eu não queria, sempre amei a liberdade, sempre fui mais individualista, sempre apontei responsabilidade nas atitudes das pessoas, nunca gostei dessa compaixão gratuita exigida pelas pessoas e etc...

Acho que a sua personalidade influencia muito na sua formação ideológica, eu sempre fui mais libertário, nunca gostei da ideia de governo, de dividir coisas.....
A e detalhe: Sempre fui mais racional do que emocional, sempre fui mais frio pra tomar decisões e desenvolver raciocínios, conclusões necessariamente não tem quer emoção pra min.
Mulheres tendem a gostar mais das ideias de esquerda, são mais emocionais, melancolicas, sentimentais e etc....



Abraços


O que você disse ? Que "dinheiro e saúde muitas vezes são incompatíveis" ? Ora, saúde, como qualquer outra atividade no mundo é incompatível com o contrário, isto é, com a pobreza . Não fosse a riqueza, ou melhor, não fosse o capitalismo, teríamos continuado na miséria indefinidamente. Embora as questões econômicas pareçam intuitivas, a verdade é que as pessoas em geral não compreendem que é justamente o capitalismo que paga tudo. Quem critica o capitalismo, se fosse coerente, deveria voltar para as condições do começo do século XVIII. Não fosse o capitalismo não teríamos o rádio, a televisão, os computadores, a Internet; não teríamos toda a tecnologia dos aparelhos e instrumentos médicos que salvam milhões de pessoas em seus tratamentos; Não teríamos automóveis, aviões e nenhum conforto da vida moderna. E se nem todos têm esses benefícios, precisamos justamente de mais capitalismo para integrar todos aos benefícios do sistema.


Já respondido 37 vezes. Vamos para a 38ª.

Para começar, a proposta do artigo não toca em qualquer outra das inúmeras fontes de custeio da seguridade social como PIS, COFINS, CSLL, Sistema S, etc. Essas continuam intactas.

Portanto, sua preocupação já está resolvida.

No entanto, eu mesmo vou mais além e sugiro a abolição de todos aqueles outros tributos. O que João deve fazer em caso de acidente?

Ora, João é livre para contratar seguros a esse respeito. Aliás, seguros existem exatamente para isso: para eventos inesperados. João sofrer um acidente é tão inesperado quanto sua casa pegar fogo. Por que o governo tem de cuidar do primeiro mas não do segundo?

Esse problema que você levantou, portanto, poderia ser equacionado com seguros privados ou até corporativos (por setor da economia).

Outra coisa que não se pode desconsiderar é a incrível economia que a extinção do RGPS acarretaria com o enxugamento de toda a estrutura utilizada para fiscalizar e executar esse programa ineficiente. Nesse cenário, ou se reduziria impostos, ou sobraria dinheiro para aplicar em outras áreas como essa que você levantou, por exemplo.


Além da fila do pão, agora Maduro ataca as padarias

As padarias venezuelanas são o mais recente setor atacado pelo governo do presidente Nicolás Maduro em um momento de filas cada vez maiores para comprar pão na capital Caracas.

O governo ordenou que as padarias utilizem seu escasso suprimento de farinha para produzir pães com preços controlados e disse que apenas 10 por cento do produto pode ser usado para produzir os itens desregulados e caros adorados pelos venezuelanos, entre eles os cachitos -- um tipo de croissant que pode ser recheado de presunto ou queijo.

O governo despachou funcionários reguladores de preços a centenas de padarias de Caracas nesta semana para garantir o cumprimento da ordem.

"Haverá uma equipe destacada para cada padaria para termos vigilância e controle permanente sobre as 709 padarias de Caracas", disse o vice-presidente, Tareck El Aissami, no domingo. "Nós identificamos parte das conspirações e da sabotagem" que impediam que o pão chegasse à população.

A Superintendência de Preços Justos da Venezuela (Sundde) informou na quarta-feira, em comunicado, que diversos gerentes de padarias haviam sido levados à procuradoria pública por usarem seus suprimentos de farinha apenas para produção de doces, cachitos e outros itens caros. Outros dois padeiros foram presos por fazerem brownies com farinha vencida, informou a Sundde.

Fila do pão

As filas para comprar pão têm sido comuns em Caracas nos últimos meses porque as pessoas esperam para comprar o pão vendido ao preço regulado de apenas 650 bolívares (cerca de US$ 0,92 pela taxa de câmbio mais desvalorizada e muito menos que isso pela taxa do mercado paralelo). Com a inflação mais elevada do mundo, que supera por muito o território dos três dígitos, as padarias normalmente sobrevivem vendendo itens mais caros e não regulados aos clientes de classe média e alta que podem pagar o preço atual de até 2.000 bolívares por cada cachito.

Cerca de 80 por cento das padarias esgotaram seus estoques de farinha e as 20 por cento restantes receberam apenas 10 por cento do suprimento mensal regular, informou a Federação da Indústria da Panificação da Venezuela (Fevipan), em postagem em sua conta no Twitter na quinta-feira.

Até esta altura do ano, as importações de trigo da Venezuela caíram 200.000 toneladas, para 1,3 milhão de toneladas, porque a situação econômica ruim afetou a demanda, informou o Serviço de Agricultura Estrangeiro do Departamento de Agricultura dos EUA em seu relatório de março.

www.infomoney.com.br/bloomberg/mercados/noticia/6244237/por-que-governo-maduro-esta-perseguindo-padarias-venezuelanas


Para os que criticam o capitalismo : "Quando um agente econômico ganha, não implica que outros percam. Se um empresário junta sua iniciativa e sua capacidade para empreender, ele agrega capitais próprios e/ou de terceiros, matéria prima ou insumos, e contrata força de trabalho. E nesse processo - se tiver sucesso - ele estará se enriquecendo e simultaneamente criando bens e riquezas, utilidades, satisfazendo necessidades, remunerando trabalhadores, contratando fornecedores, transportadores, distribuidores, locadores, financiadores, assistentes técnicos, armazenadores, anunciantes, dentre outros, e pagando impostos, taxas, encargos sociais. E cada um desses agentes econômicos estará contratando outros. E tal dinâmica sempre se iniciará com um empresário, um capitalista".


Jamais...
O espectro político mudou muito nos últimos 2 séculos, A dinâmica Direita x Esquerda hoje é totalmente diferente do que era originalmente.
Temos que adequar o nosso alinhamento político com o que é conhecido hoje por Direita ou Esquerda, não adianta tentar buscar as definições de séculos atrás, e é por isso que hoje o libertarianismo esta fora da dicotomia Direita x Esquerda.

No mais, vale dizer que em termos originais, analisando-se essa dicotomia a época da Revolução Industrial, Revolução Francesa e revolução gloriosa, A Direita era composta por conservadores defensores do "ancien regime" (regime antigo/anterior) esses caras eram os membros da antiga nobreza, defensores de privilégios e estado grande a moda monárquica.
Já a Esquerda era na realidade o bastião da liberdade, formada pelos Liberais "originais", os liberais revolucionários (ex. galera da revolução gloriosa). os Caras a Esquerda eram os ferrenhos defensores da liberdade absoluta.
Com o passar do tempo intelectuais socialistas começaram a se alinhar a Esquerda por conta de "semelhança" de objetivos, o socialismo em teoria busca a total liberdade do indivíduo assim como os liberais revolucionários/libertários, mas acredita que essa liberdade passa por um Estado Grande e Provedor, uma verdadeira abominação intelectual, mas o objetivo final teoricamente é o mesmo.
como os primeiros socialistas (bem antes de Marx) tinham esse objetivo comum com os liberais, estes se alinharam a Esquerda juntamente com esses.

Antes mesmo da WW1 o movimento liberal já estava bem enfraquecido, por diversos motivos, e com esse enfraquecimento o ideal socialista acabou se destacando na Esquerda, após a revolução Russa e a WW2 a Esquerda passou a ter uma vertente absolutamente socialista, os liberais ficaram meio que "sem casa".
Hoje, com essa história já praticamente perdida e esquecida os liberais acabam se alinhando mais a Direita por conta do ideal Econômico ser mais próximo, mas a mentalidade conservadora IMPOSITIVA da Direita é sempre foi e sempre será absolutamente antagônica ao libertarianismo, aqui destaco o "impositiva" pois não a nada de errado em ser conservador, o problema é querer sem conservador no quintal dos outros.

Se quiser entender bem essa dinâmica histórica da Direita x Esquerda sugiro a leitura dos primeiros capítulos do "manifesto libertário - Rothbard" (www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=94) e "Esquerda e Direita - Perspectivas para a liberdade - Rothbard" (www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=58).


Como é mesmo ? Que razão haveria para que "os brancos americanos se sentissem contrariados porque os americanos pobres estão tendo também o direito de ter um Plano de Saúde"? Bem, as ideias conspiratórias frequentemente estão presentes nesses comentários idiotas da Internet.


O que acontece se depois de dois anos de contribuição no novo sistema proposto, o trabalhador se tornar inválido. Quem vai pagar pela sua aposentadoria? Ele pode ficar inválido com 25 anos e viver até os 85. Como fica este caso?




Como é que é o negócio aí, Marcelo?

Quer dizer então que se eu decido arriscar meu capital próprio para construir uma estrada num local em que não existe estrada, eu estarei sendo um "explorador e monopolista"?!

Caralho... Eu já sabia que brasileiro tinha aversão a empreendedorismo, mas não sabia que era patológica.

Outra coisa: quer dizer então que se vários empresários se organizarem num pool e construírem uma estrada paralela à Via Dutra ou à Fernão Dias, tudo com dinheiro próprio, então eles estarão praticando "capitalismo monopolístico", "rentismo", "patrimonialismo", "e carência de políticas sociais"?

PQP!

Pode ser que você não tenha notado, mas o que está em discussão é justamente como funcionaria a sociedade na ausência de estado. Sem estado, como é que pode haver monopólios? Qual seria a entidade que proibiria a entrada da concorrência? Monopólio é, por definição, a proibição da concorrência. Sem estado quem irá proibir a concorrência?

Aliás, sem estado, quem que vai distribuir subsídios, clientelismos e privilégios com o dinheiro?

Na próxima, pense um pouquinho mais antes de escrever. O mundo pode esperar.


Como é mesmo ? "privatizando aeroportos com dinheiro extorquido da população"? Ora, quando se privatizam aeroportos, ou quaisquer outras atividades, não há extorsão da população, mas justamente o contrário : primeiro, os particulares pagam ágios pelo direito de explorar aquela atividade; segundo, o negócio, com seus investimentos, é sustentado pelo concessionário ou adquirente da empresa privatizada.


Vai construir, ótimo, e receber a tarifa com lastro no custo marginal ou no custo médio? É bom ver quem defenda o capitalismo monopolístico com tanto afinco. Afinal, melhor dar dinheiro para empresário do que para governos corruptos, e terminar defendendo o rentismo, o patrimonialismo, a carência de políticas sociais, tudo para que os governos e a sociedade continuem corruptos e tal argumento permaneça válido.



Paulo, foda-se: cada um faz o que quiser com seu dinheiro. O Estado não pode presumir que as pessoas são burras o suficiente, e sem ele elas vão morrer. Se assim for, foda-se também. Cada um que cuide de sua própria vida. Se o cara que não tiver sendo descontado INSS do seu salário não puder ter a vergonha na cara de fazer um previdência privada com esse dinheiro, ou investir em outra coisa, merece morrer de fome mesmo.


pessoas incapazes de identificar uma ironia definindo o que é o debate político brasileiro, esse é o debate político brasileiro



A galera curte uma igreja pelo jeito hahaha.
Detesto tanto quanto estado.
A direita é tão péssima quanta a esquerda.


Não concordo (ou não entendi) a parte da Direita defender "valores tradicionais". Fodam-se os valores tradicionais ou não tradicionais. Cada um que seja livre para decidir qual valor quer seguir. Se para uma pessoa algo tradicional é bom, parabéns pra ela. Mas se para outra o não tradicional é melhor, bom pra ela também. O que importa é a liberdade de cada um, contanto que não agrida a liberdade do outro. Se a Direita é contra o uso de maconha, e a esquerda apoia, o fato de eu defender a liberdade individual da pessoa, e que ela tem o direito de ser burra e estragar seu próprio corpo, isso não me faz de esquerda. O pensamento vai muito além de esquerda x direita. Acho que libertarianismo é muito maior que esquerda e direita.


Tudo de ruim no mundo sempre vêm da esquerda, não é atoa que Jesus falou que no dia do juízo final vai colocar os bons na direita e os maus na esquerda.


Socialismo e liberdade são duas coisas antagônicas.
O socialismo obriga todos a trabalharem para o mesmo patrão, obriga todos a comprarem do mesmo fornecedor. Controla onde você vai gastar o seu dinheiro. Se o governo controla praticamente tudo na sua vida (afinal ele controla os meios de se obter as coisas) me diga como isto é liberdade?
Liberdade é você ter o direito de escolher o que quer fazer com o que você ganha, se quer comprar um carro importado ou um telefone celular de quem você quiser.


Sabe quem vai construir as estradas? O cara que conseguir lucrar com construção de estradas. Se não existir ninguém com esse perfil, é pq a estrada não deveria ser mesmo construída.



O exemplo dado no texto é altamente simplista e errado. Desconsiderou o imposto de renda e considera que a economia girará a 6% a.a é muito exagerado!! A título de exemplo, hoje, dia 16/03/2017, todas as NTNBs oferecidas pelo Tesouro oferecem taxas, sendo a maior o IPCA + 5,24%, com tendência de queda.


Dando uma adaptada:

O Partido Socialismo e Liberdade não é um partido trabalhista no sentido clássico do termo: ele representa os interesses de todo o trabalho honestamente criativo. Trata-se de um partido que ama a liberdade e é estritamente nacionalista e que, portanto, luta contra todas as tendências reacionárias, contra os privilégios capitalistas, eclesiásticos e aristocráticos, e contra todo o imperialismo americano, mas acima de tudo contra a opressora influência da mentalidade comercial do patriarcado capitalista sobre todos os domínios da vida pública....

O partido exige a eliminação do domínio dos banqueiros sobre o comércio e os negócios, e exige a criação de bancos nacionais do povo, com uma administração democrática.


Acredito que a alegoria do "buraco de Say" é bastante explicativa: ao cavar um buraco (produção), a terra dele tirada (produto) é suficiente para tapá-lo (consumo). Li isso há décadas, mas a ideia central da alegoria é essa.


Ele não explicou quem vai construir as estradas.


Uma Reforma Trabalhista sem Perda de Direitos dos Trabalhadores

 Que uma reforma trabalhista é urgente no Brasil ninguém nega, até mesmo a esquerda já admite que em alguns pontos a legislação trabalhista está defasada e precisa ser atualizada. O problema começa quando os pontos da reforma passam a ser discutidos, aí a briga é certa.
 
A verdade é que a Legislação Trabalhista brasileira é a nossa "Vaca Sagrada", basta alguém fazer uma sugestão de alteração que todos os sindicatos, entidades de classe e muitas outras pessoas que se julgam "do bem" entram na discussão com  o argumento da "Perda de Direitos dos Trabalhadores". Um retrocesso, dizem eles, agora o trabalhador ficará desassistido e se tornará presa fácil dos famigerados empresários.
 
Será possível fazer uma reforma que desburocratize o setor, diminua a quantidade de processos trabalhistas, aumente a facilidade de uma empresa contratar e ainda assim mantenha os direitos adquiridos? A resposta é sim! Pior ainda, é mais simples do que parece, basta entendermos quais direitos os trabalhadores têm hoje.
 
Vamos aos direitos trabalhistas mais sagrados, vou focar apenas nos mais importantes, mas o raciocínio será o mesmo para quaisquer outros direitos que possam ser questionados (estou abrindo essa ressalva, porque a nossa legislação trabalhista tem 922 artigos!).
 
 Pegando como base o salário mínimo de hoje (setembro de 2016): R$ 880,00 vamos fazer algumas contas e incluir os direitos mensalmente, isto é, quanto eles custam por mês.
 
 1. Ferias remuneradas + 1/3 de férias: Nosso empregado tem o direito de a cada 11 meses, receber um mês enquanto está descansando, ainda acrescido de 1/3 do salário normal. Então vamos calcular: 880 + 1/3(293,33) = 1173,33 dividido por 11 = R$ 106,66.
 
2. Décimo Terceiro: Nosso empregado tem o direito de receber, a cada ano, um mês de salário sem trabalhar, isso é a lei, então vamos calcular: 880 dividido por 11 (porque estamos calculando os meses realmente trabalhados) - R$ 80,00. 
 
3. Aviso Prévio: Nosso empregado tem direito a um mês de salário, caso seja demitido sem justa causa. Então vamos calcular: 880 dividido por 11 = R$ 80,00
 
4. FGTS: Nosso empregado tem direito a um fundo de garantia de 8% para ser usado quando ele for demitido sem justa causa ou quando ele for comprar uma casa. Lembramos que caso ele seja demitido sem justa causa temos uma multa de 50% (o trabalhador recebe apenas 40%), ainda, o fundo incide sobre férias, 13* e aviso prévio. Então vamos calcular: 106,66 + 80 + 80 + 80 = 346,66 * 8% = 27,73 + 50% = R$ 41,59
 5. INSS: Nosso empregado tem direito a um Imposto para sua aposentadoria: Neste caso significa 11% que incide também sobre férias, 13* e aviso prévio. Então vamos calcular: 106,66 + 80 + 80 + 80 = 346,66 * 11% = R$ 38,13.
 
Vou parar por aí, qualquer outro direito financeiro trabalhista pode ser inserido mensalmente e calculado diretamente. Me perdoem se eu errei em algum cálculo pois a intenção aqui é mostrar a ideia e não os cálculos contábeis... Isso caberá aos nossos contadores.
 
No primeiro ano o nosso empregado que ganha um salário mínimo receberá por mês o seu salário de R$ 880,00 mais seus direitos TODOS SEM NENHUMA PERDA: 106,66 + 80 + 80 + 41,59 + 38,13 = R$ 346,38. Gerando um total de R$ 1226,38.
 
No segundo ano em diante, seria o mesmo, sem o aviso prévio, pois esse já foi pago, e sim calculado apenas o acréscimo de 3 dias por ano. Seriam aproximadamente 880reais / 30dias * 3dias /11meses: R$ 8,00
 
 Isso seria discriminado assim em seu contra-cheque:
  1. Base salarial:   R$  880,00
 2. Ferias remuneradas + 1/3:  R$  106,66
 3. Aviso prévio:  R$   80,00 *A partir do segundo ano R$ 8,00
 4. FGTS    R$   41,59
 5. INSS    R$   38,13
 Total    R$ 1226,38
 
Repare você que nosso empregado está recebendo TODOS OS SEUS DIREITOS já no momento do pagamento e simplesmente podemos considerar que o mínimo que ele pode receber seria R$ 1226,38. Existem algumas vantagens óbvias nesse processo: Se ele aplicar o FGTS na poupança, receberá mais que antes; Nenhum governo poderá investir seu INSS em estatais falidas (governos militares) ou em títulos da Venezuela e Cuba (governos do PT); Mas se ele decidir, poderá depositar o FGTS e INSS como antes, para o governo e seus políticos cuidarem.

 Mas existem vantagens muito maiores que essas acima, a mais importante seria o fim dos problemas com os empregadores, pense você como diminuiriam as brigas na justiça; e os conflitos que sobrassem seriam muito mais fáceis de serem resolvidos, talvez até pela justiça cível. Isso traria um benefício extra: segundo do deputado  Nelson Marchezan Junior so PSDB-RS, a Justiça do Trabalho custou aos cofres públicos 17 bilhões de reais (ela julgou e entregou para os trabalhadores cerca de 8,5 bilhões) em um ano, esse dinheiro todo seria economizado e poderia ser investido em outras áreas. Eu pergunto, para que deixar o dinheiro do trabalhador nas mãos de outras pessoas e depois precisar de uma Justiça Trabalhista para reaver esse dinheiro, porque não entregar logo o que é de direito aos trabalhadores. Ainda mais que a própria Justiça Trabalhista custa quase o dobro do que julga.
 Eu poderia ficar aqui mostrando as vantagens do óbvio, que é dar o dinheiro do trabalho para quem trabalhou e não ficar desviando ele para outros cuidarem, mas vou focar agora nos argumentos contrários a essa proposta, pois acho mais importante esclarecer os supostos pontos negativos.
 
Se você é contra a proposta acima, você se encaixa certamente em um dos 3 motivos abaixo, todos eles são, como verá, moralmente deploráveis.
 
1. VOCÊ QUER QUE HAJA UM FUNDO DE INVESTIMENTO COM O DINHEIRO DOS TRABALHADORES (para você controlar).
 Essa é a razão que eu considero principal entre todos os defensores da atual legislação trabalhista, inclusive muitos apoiadores na verdade querem é o dinheiro desse fundo, e ficam arranjando desculpas para defender sua cobiça. Bom, não interessa quão bem intencionado é uma pessoa, ela não pode se apropriar do dinheiro de outro, de maneira compulsória para qualquer fim que seja (centros de treinamento, áreas de lazer ou qualquer outra coisa..). O dinheiro não é seu! É da pessoa que trabalhou por ele! Para investimentos coletivos já temos os impostos. Também não adianta dizer: "vou te devolver depois, quando você irá precisar mais que agora", essa é a maior falácia de todas, afinal todos nós precisamos do dinheiro que ganhamos e cabe a nós decidir quando e o que fazer com ele. Isso nos leva direto ao segundo motivo usado para defender esse rapto do dinheiro do trabalhador.
 
2. VOCÊ ACHA O TRABALHADOR MENTALMENTE INCAPAZ E NÃO PREPARADO PARA VIDA.
 Os defensores são os primeiros a argumentar: "E quando o trabalhador for demitido? Quem vai cuidar dele? Ele precisa receber algo para se sustentar!". Mais uma vez vou falar o óbvio: O trabalhador já recebeu antecipadamente todo seu dinheiro, inclusive o que deve ser usado para seu sustento durante alguns meses caso seja despedido. Ah!!! Você vai dizer: "Mas ele vai gastar o dinheiro, ele não vai guardar!" Ei, espere aí em suas argumentações, oque você está dizendo é que o trabalhador é um ser incapaz de se planejar! Você se acha tão superior a ele que pode guardar o dinheiro para ele? Você está chamando todos os trabalhadores de serem irresponsáveis financeiramente? E se o trabalhador gastou o dinheiro dele com algo que ele achou mais importante, o tratamento de uma doença ou ajudando seus pais, por exemplo, você não tem nada haver com isso, foi uma decisão dele e esse dinheiro foi muito mais necessário nessa hora do que num futuro sem data. Bom, pessoas descontroladas existem, não só entre os trabalhadores mas também entre empregadores, políticos, parentes... Mas não é por isso que vamos rebaixar todos a esse nível. No final das contas, eu acho que os defensores desse argumento estão mesmo é defendendo o primeiro argumento que eu citei.

 Mas ainda assim, se você acha tão importante manter o FGTS e o INSS ou qualquer outro benefício, podemos cobrá-los dos trabalhadores, pois eles já receberam e podem fazer o pagamento mensalmente. Aí surge a seguinte gritaria: O trabalhador não vai honrar seus compromissos com o FGTS e INSS, vai gastá-lo porque precisa do dinheiro, por isso temos que cobrar direto do empregador ao invés de pagar tudo para o empregado. Mais uma vez essa fala é moralmente deplorável, se alguma pessoa não honra seus pagamentos, ela deve ser cobrada e sofrer as consequências. Você está nivelando os trabalhadores por baixo, e mais, na sua visão não seriam os empregadores os famigerados egoístas, os crápulas de quem todos devem ser defendidos? Nos empregadores você confia, que vão pagar os FGTS e o INSS dos empregados, mas no próprio empregado você não confia. Na verdade, ainda continuo achando que você está interessado no fundo criado com o dinheiro deles.

 3. O SALÁRIO DO TRABALHADOR VAI BAIXAR, OS DIREITOS VÃO SER CONSUMIDOS POIS O EMPREGADOR VAI PAGAR MENOS FAZENDO UMA CONTA AO CONTRÁRIO, FICANDO COM OS BENEFÍCIOS PARA ELE.
 Bom, tá aí um medo sem fundamento nenhum, mas pelo menos dessa vez vemos uma preocupação real com o trabalhador. Vou explicar o porquê: Primeiro, a base salarial mínima não mudou, seguindo nosso exemplo, qualquer trabalhador que optou pelo sistema de recebimento antecipado não pode receber menos que R$ 1226,38, então seu medo é infundado para quem ganha um salário mínimo. Já sei qual sua próxima reclamação: "Ahh, mas aqueles que ganham mais que o mínimo vão perder, pois o patrão vai pagar o mesmo e dizer que todos os direitos estão incluídos". Aqui você precisa pensar um pouco, veja, não há nenhuma lei que obrigue o patrão a pagar mais que o mínimo para qualquer empregado, se o patrão quisesse pagar menos para uma vaga de emprego ele legalmente poderia baixar o salário daquela vaga até o salário mínimo! Então por que ele não o faz? Por que existem vagas de emprego que pagam além do mínimo? Simples, porque a pressão do mercado empurra o salário desse trabalhador para cima, ou seja, o empregador não consegue baixar o salário, caso ele baixe o empregado simplesmente vai embora e procura vaga em outra empresa, ou vai exercer outra profissão mais rentável para ele. Isso mesmo, o tão famigerado mercado é o responsável por todos os salário mais altos que o mínimo estipulado por lei, não há interferência nenhuma do governo para os melhores ganhos dos empregados. Para os salários maiores que o mínimo não é a lei que os mantém e sim o equilíbrio de produtividade da empresa-empregado. Da mesma forma que os empregadores não podem baixar hoje os salários, também não poderão se optarem por pagar todos os direitos antecipados mensalmente, até porque, como você entendeu, para salários maiores que o mínimo, não é a legislação que os garante.

 4. UM ÚLTIMO MOTIVO PARA VOCÊ SER CONTRA A REFORMA
 Tem mais um motivo que eu não citei. Você é um inocente útil, nunca parou para pensar que podem existir maneiras mais livres e justas de uma pessoa trabalhar. Sempre acreditou cegamente na "Vaca Sagrada" e toda vez que escuta as palavras: Reforma Trabalhista, o lado esquerdo do seu cérebro entra em modo automático e você é capaz de até sair na rua protestar ou acabar com alguma amizade numa discussão para defender algo que hoje, certamente só prejudica tanto o empregado quando o empregador. Se você ainda não se convenceu, pelo menos dê o direito de quem se convenceu trabalhar dessa forma, dê pelo menos o direito de escolha do trabalhador individualmente negociar com o seu patrão, e receber, se quiser, os benefícios antecipados.


Qual a opiniao do mises acerca da total transparencia, por exemplo, quanto a circulacao do dinheiro? Quem nao deve, nao teme, certo?


Paulo, as ideias da EA servem também para uso em sua tomada de decisões e escolhas, sem falar em uma discussão política e econômica.




"As pessoas morrem, não é uma pirâmide"

Peraí que eu também sei brincar:

As pessoas nascem, é uma pirâmide.

As pessoas se aposentam cedo, é uma pirâmide.

As pessoas têm expectativa de vida cada vez maior, é uma pirâmide.

A quantidade de pessoas se aposentando e vivendo cada vez mais é maior que a quantidade de pessoas entrando no mercado de trabalhos. É uma pirâmide.

Acho que ganhei, hein?

Artigo pra você:

Uma proposta para uma reforma definitiva da Previdência



Passei só pra dizer que sua matemática está certa. As pessoas morrem, não é uma pirâmide.


"se não existe nenhuma utilidade universal, comum a todas as mercadorias, também não é possível comparar as mercadorias do ponto de vista da utilidade. Então como é que o preço das mercadorias é determinado pela utilidade?"

Meu Deus do céu... Nessa simples frase o sujeito do tal artigo consegue a façanha de atribuir aos austríacos algo que os austríacos nunca defenderam, e ainda extrair uma conclusão que não se segue da frase anterior...

Realmente, ignorância em estado extremo.


"Se a taxa de crédito/PIB está acima de 50% [...] metade do dinheiro da economia é crédito"

Essa sua lógica não faz sentido. O crédito equivaler a 50% do PIB não significa que ele equivale à metade do dinheiro na economia. Crédito é uma coisa, PIB é outra completamente distinta. PIB não é sinônimo de "total de dinheiro na economia".


Todo o ser humano tem os mesmos direitos civis. Então um indivíduo que more na China tem tanto direito de me vender um produto quanto outro que more em São Paulo. Negar isso seria discriminar pessoas, seria negar a igualdade de direitos civis.
E eu tenho o direito de livremente escolher de quem compro o quê.
Ou seja: por essa lógica simples nota-se que nem ou governo nem a maioria têm o direito de discriminar pessoas, nem de tributar, nem de proibir ou criar empecilhos à livre importação.
E isso é uma questão de lógica e, portanto, não sujeita à vontade da maioria, nem ao alcance de quaisquer que sejam os tiranos da vez eleitos por ela.
Conclusão: não é necessária lei nenhuma para reafirmar positivamente a lógica. E todas as leis que a violem serão automaticamente inválidas.
E para quem acha pesado demais afirmar que leis que violam a lógica são automaticamente inválidas, sugiro que tentem aprovar uma lei que diga que 2 + 2 = 5. Ou outra que revogue a lei da gravidade. Em seguida usem quanta força quiserem para obrigar as pessoas a cumpri-las...

Abcs


Artigo impecável. Um dos melhores e mais completos postados por aqui recentemente.

Algumas passagens como:

"Ou então considere um homem e uma mulher, cada um com uma produtividade de $ 2.000 por mês. E suponha que, por causa de discriminação, ou qualquer outra coisa, o homem receba $ 2.000 por mês e a mulher, $ 1.500. É como se a mulher tivesse um pequeno sinal na testa com os dizeres "Dê-me o emprego e ganhe um extra de $ 500 por mês'."

são tão óbvias que eu fico impressionado como as pessoas pensam de outra forma.

Tipo, vou fazer uma empresa só pra mulherada pois elas aceitam receber menos e produzem o mesmo. Muito lógico...


O meu corpo é meu e faço com ele o que quiser, desde que não cause danos diretos a terceiros. Sou livre inclusive para me associar com terceiros para a finalidade que eu quiser da forma que eu quiser. Isso inclui relações de trabalho. Conclusão lógica: qualquer regulação sobre o trabalho viola a lógica filosófica mais básica e portanto é ilegítima.
E como nenhuma lei humana pode se sobrepor à lógica, conclui-se que a clt é automaticamente inválida.

Abcs


"O ponto é que não consigo, usando lógica moral, provar por A + B que rede de proteção para pobres é imoral. Então ela é uma possibilidade"

Que coisa mais asinina isso.

"eu não consigo provar que rede de proteção para pobres é imoral; logo, ela é moral".

Se você não consegue "provar", azar o seu, cidadão. Agora não venha dizer o que é "moral" com base nas SUAS deficiências morais (ou intelectuais). Não são as suas deficiências morais (ou intelectuais) que definem o que é moral.

O fato de você "não conseguir provar a imoralidade" de algo não torna esse algo moral.

Pela milésima vez: "rede de proteção para pobres" significa extrair dinheiro à força de uns para dar para outros. Isso implica iniciar agressão contra terceiros inocentes. Isso implica violar direito natural de propriedade. E violar direito natural de propriedade é imoral.

"um conflito entre vida e propriedade, que eu não consigo rebater usando lógica moral"

Não há conflito nenhum entre vida e propriedade. Você está vendo um mendigo passar fome perto da sua casa? Dê comida a ele de forma voluntária. Você não faz isso? Então não venha pedir que o estado extraia dinheiro à base da força e da coerção do fruto da renda de terceiros. A iniciação de violência contra terceiros inocentes é imoral.

O que há é um falso e inventado "conflito" justamente para se institucionalizar um sistema em que se tira renda do Pedro mediante violência para entregar esse dinheiro a Paulo.

E essa institucionalização se dá a partir de argumentos utilitaristas (uma "rede de proteção" será "boa" para o maior número de pessoas); então você inclusive incorre em contradição ao defender "rede de proteção" - cuja institucionalização estatal se dá por razões utilitaristas - e se insinuar como defensor do "jusnaturalismo".

"Em primeiro lugar, efeito carona é lenda, conforme apontou o Max. M: Já respondi ao Max.[/i]"

Não respondeu porcaria nenhuma. Após te mostrar os textos com os argumentos que refutam esse mito, você só ficou repetindo que "efeito carona é realidade". Isso não é responder; é só agir como papagaio.

"A rede de proteção básica ainda é uma possibilidade lógica"

Você usa conceitos de forma errada e adota premissas equivocadas: cidadão, dentro do conceito de minarquismo (estado como night-watchman state) NÃO HÁ nenhuma "possibilidade lógica" (nem moral) de institucionalização de "rede de proteção". Já que você falou em Mises: Mises descartava qualquer "possibilidade lógica" (ou moral) de "rede de proteção".

A propósito, faça um favor para você mesmo: evite usar as palavras "lógica" e "prova"; como você faz uso indiscriminado dessas palavras, isso só deixa a descoberto a sua falta de estofo intelectual.

"A possibilidade de uma rede de proteção básica é reconhecida por autores libertários"

Falso. Se o sujeito defende "rede de proteção básica", libertário não é. Hayek NÃO ERA um libertário.

Enquanto você continuar dizendo que "estado mínimo" comporta "rede de proteção básica", você vai continuar dizendo besteira.

Minarquistas libertários não defendem "rede de proteção básica"; se você insiste em dizer isso, é pq você se diz "minarquista" sem saber o que é minarquismo, e sem conhecer autores minarquistas.

"Rede de proteção" é assistencialismo, e assistencialismo é definitório do estado assistencialista:

"Os social-democratas modernos, aqueles que defendem a idéia de que o governo deve suprir-nos com as necessidades básicas — ou as supostas necessidades básicas — da vida, raramente percebem que este tipo de assistencialismo se baseia em um sistema de roubo e de escravização em massa que é completamente contrário à sua declarada crença na liberdade. E de fato, os defensores de tal política apresentam-na como se ela fosse verdadeiramente o oposto do que é, como se ela estivesse realmente intensificando nossa liberdade.
Essa controvérsia se deve à alegação conceitual de que só há liberdade quando algumas das nossas necessidades mais básicas são satisfeitas — se necessário, pelas ações de outros. Adeptos dessa visão afirmam que "o esfomeado não é um homem livre"[1] e que, por isso, o estado benevolente e assistencialista tem o dever de livrá-lo da inanição e de outras privações. Somente assim ele poderia ser de fato considerado livre.
(...).
Todos os seres vivos devem se empenhar em ações de auto-sustentação se quiserem sobreviver. Tudo o que se requer é que haja comida suficiente para se evitar a fome, e proteção contra os aspectos mais severos da natureza para se evitar o extermínio — todos têm de comer, beber e dormir. Essa é a "servidão econômica" a que Sir Beveridge se refere. A liberdade que ele e outros social-democratas modernos almejam é a liberdade em relação ao próprio corpo, a liberdade em relação à natureza. As exigências do nosso sistema digestivo, do nosso coração, do nosso cérebro, dos nossos pulmões são os "poderes arbitrários" dos quais devemos ser "libertados" — libertados, nesse caso, significa coagir outros homens, que são roubados e escravizados para satisfazer às necessidades impostas por nosso organismo.

O homem esfomeado realmente precisa de comida — isto é, se ele não ingerir comida suficiente para sustentar seu próprio corpo, irá morrer rapidamente. Essa é a natureza do seu corpo — nenhuma outra pessoa impõe essa necessidade sobre ele. O homem esfomeado nunca estará livre da natureza do seu próprio corpo, mesmo vivendo sob o assistencialismo estatal. Essa é uma questão metafísica, e não uma de filosofia política. Mas o esfomeado deveria sempre estar livre da coerção de outros homens. Ele deveria ser livre para obter comida através de trocas voluntárias com outras pessoas. Se ele for incapaz de oferecer qualquer coisa de valor em troca, então ele deveria ser livre para confiar na caridade voluntária. Mas não se deve permitir que ele roube ou escravize outros homens para poder satisfazer suas necessidades. Da mesma forma que não se deve permitir que outros roubem e escravizem para benefício do esfomeado. Todos têm o direito de estar livre de agressões.

Se é para levarmos a sério este princípio da não-agressão, então devemos reconhecer suas implicações lógicas e ser honestos em relação a essas implicações. Devemos reconhecer que esse princípio nos deixa sem qualquer garantia firme de que seremos alimentados, banhados, vestidos e alojados em qualquer tipo de moradia. Devemos reconhecer que se formos incapazes de obter nossas necessidades básicas através da nossa própria iniciativa, então teremos que contar com a assistência voluntária de outros. Se formos incapazes de convencer esses outros a suprir nossas carências mais básicas, então a liberdade que eles têm contra a nossa coerção pode significar que iremos morrer. Essa pode parecer uma posição insensível, mas é bem mais humana do que ter um estado assistencialista, que escraviza todos os homens por todo o tempo em que estiverem vivos.

E mais ainda: por maior que seja o entusiasmo com que os defensores do estado assistencialista fazem suas hipócritas exposições sobre o alegado "direito" à alimentação, à moradia, à saúde etc., eles têm de aceitar que, em dado momento, uma pessoa será deixada à morte por escassez de recursos — pelo simples fato de que comida, habitação e cuidados médicos são recursos escassos, o que significa que não seria possível prolongar a vida de cada indivíduo ao máximo desejado. Mesmo que todos empenhassem os seus esforços para prolongar a vida daqueles que estão atualmente vivos, é necessário entender que o esforço para prolongar algumas vidas por meio do consumo de recursos escassos inevitavelmente significaria que esses recursos não mais estariam disponíveis para prolongar a vida de outros. Tagarelices piedosas do tipo "nenhuma quantia de dinheiro vale uma vida" não evitam esse fato — servem apenas para massagear o ego daqueles que querem ter uma desculpa para poder desperdiçar recursos ajudando aqueles que lhes são mais importantes, em detrimento daqueles que não são.
(...).
Apesar de ainda haver apelos polêmicos para que se ajude os esfomeados, essa tática é atualmente mais engodo do que realidade. Poucos realmente crêem que haja qualquer indício de fome em relação aos "pobres" daqueles países ricos que se beneficiaram do capitalismo de livre mercado.[6] Aliás, o maior problema enfrentado pelos "pobres" nos países ocidentais é a obesidade mórbida, e não a inanição.

Apelos contínuos para que se satisfaçam as alegadas "necessidades básicas" dos mais "pobres" não são nada mais do que estratagemas para se criar irreversíveis programas de redistribuição de riqueza em larga escala.
A prosperidade material inerente ao capitalismo de livre mercado apresenta-se em total contraste à pobreza inerente àqueles países que abriram mão da liberdade contra a coerção, e que adotaram idéias impraticáveis que pregavam a liberdade em relação às necessidades da natureza. O que acabou ocorrendo nesses casos foi a fome em massa, incluindo a inanição ocorrida em países sob governos socialistas que arrogavam a si próprios a abrangente tarefa de suprir as necessidades das pessoas.

Começar qualquer argumentação pela hipótese de que um homem está esfomeado é um exemplo clássico de como se ignorar o contexto da situação. Afinal, só para começar, como ele foi parar nessa terrível situação? Sob um ambiente de capitalismo de livre mercado, a lei das vantagens comparativas e a divisão do trabalho asseguram que ele sempre estará apto a realizar alguma tarefa valorosa com uma eficiência relativamente maior do que a de outras pessoas. A ausência de interferência governamental no mercado de trabalho garante que ele estará apto a obter trabalho nas áreas em que tem alguma vantagem comparativa, se ele assim o desejar. E o constante aperfeiçoamento da eficiência da produção capitalista assegura que seu salário aumentará ao longo do tempo, e os preços dos bens e serviços básicos irão cair, permitindo que ele se beneficie dos níveis de prosperidade cada vez maiores.

Para o ínfimo número de pessoas genuinamente incapazes de executar qualquer trabalho produtivo em um nível capaz de sustentar suas próprias necessidades básicas — tais como aquelas com sérias deficiências físicas ou mentais —, sempre houve uma ampla oferta de caridade voluntária oferecida por muitas outras pessoas que prosperaram sob o capitalismo. O perigo de essa oferta de caridade se tornar indisponível é aumentado pelos esforços conjuntos de estatistas assistencialistas com o intuito deliberado de confundir a genuína caridade voluntária com a falsa caridade fornecida pelo governo ou por agências financiadas pelo governo. Essa fraude levou algumas pessoas a associar caridade com estatismo (como era a intenção) e, por isso, a rejeitar ambos (o que não era a intenção).
Esse cândido reconhecimento da contradição entre liberdade, coerção e assistencialismo estatal é mais do que se pode esperar dos defensores do estado assistencialista. A maioria deles não se contenta apenas em admitir sua preferência pelo assistencialismo estatal ao invés da ausência de coerção. Eles também querem encobrir a natureza coerciva de toda a ação governamental. Como um exemplo característico desta postura fraudulenta tem-se a maliciosa declaração de Sir Beveridge, "A liberdade significa mais do que apenas livrar-se do poder arbitrário dos governos"[8] De fato, a "liberdade" concebida por Sir Beveridge e outros estatistas assistencialistas não significa de maneira alguma livrar-se do poder arbitrário dos governos. Significa exatamente o oposto: que as pessoas devem ser sistematicamente escravizadas por seus governos com o intuito de poder fornecer uma sempre crescente lista de bens e serviços àqueles que o governo considera dignos de recebê-los.

Devido à ausência de qualquer genuína possibilidade de inanição nos países desenvolvidos e na maioria daqueles em desenvolvimento, torna-se evidente a falsidade dos apelos de ajuda aos esfomeados. No moderno estado assistencialista, o governo não fornece apenas as necessidades mais indispensáveis para o sustento básico. Além de fazer isso, o estado também se envolve em políticas de redistribuição de riqueza em larga escala, permitindo que os beneficiários deste sistema vivam muito além da mera subsistência,[9] utilizando recursos que foram sistematicamente pilhados dos outros cidadãos.

Para ser bem claro, isso não significa de maneira alguma que se está dizendo que os beneficiários do assistencialismo levam vidas opulentas.[10] Porém, opulência e subsistência são dois padrões muito diferentes; e se os assistencialistas escolherem utilizar os argumentos que defendem a política assistencialista como meio de mera subsistência — como os apelos à suposta falta de liberdade inerente ao esfomeado —, então eles devem se manter nesse padrão. Trata-se de uma fraude enorme quando os assistencialistas impõem redistribuição em massa de riqueza como meio de combater a suposta fome, pois a fome, nesse caso, claramente não é o motivo dessa política. Por mais pobres que os beneficiários das políticas assistencialistas sejam em relação à população geral, eles claramente não estão correndo perigo de inanição.

Mesmo aceitando a imagem do esfomeado como um útil experimento mental, a afirmação de que sua fome anula sua liberdade é insustentável. Em uma sociedade livre — isto é, uma sociedade que não aceite a coerção governamental — ele teria várias oportunidades de satisfazer suas carências no livre mercado. Se ele for genuinamente incapaz de fazê-lo, ele achará um grande número de pessoas mais prósperas dispostas a ajudá-lo voluntariamente. Nesse alegado esforço de nos livrar da "servidão econômica" e de satisfazer nossas carências mais básicas de sobrevivência, o moderno estado assistencialista — a materialização da filosofia dos social-democratas modernos — tem tido mais sucesso em criar dependência do que em criar opulência. Ao escravizar todos os indíviduos ao governo nessa pungente e infindável batalha de suborno político, a única meta atingida pelo estado foi a erosão da ética e dos incentivos que nos levam a cuidar de nós mesmos e dos outros.
" (mises.org.br/Article.aspx?id=99)



Olá,

Tenho uma dúvida em relação ao último boletim do BCB.

Se a taxa de crédito/PIB está acima de 50%, o dinheiro para pagar o crédito vai sair de mais crédito ? Se metade do dinheiro da economia é crédito, então como a metade do dinheiro em propriedade do povo vai pagar o crédito ? Precisa crédito mais barato para pagar o crédito antigo mais alto ?


www.bcb.gov.br/htms/notecon2-p.asp

A relação crédito/PIB decresceu para 48,7%, ante 53,2% em janeiro de 2016.


II - Evolução dos agregados monetários

A média dos saldos diários da base monetária totalizou R$260,4 bilhões em janeiro, com declínio de 1,9% no mês e acréscimo de 3,5% em doze meses. A variação mensal repercutiu a redução de 3,6% no saldo do papel-moeda emitido e o crescimento de 8,4% nas reservas bancárias, que ainda refletem o aumento sazonal da demanda por moeda em dezembro.

Entre os fluxos mensais dos fatores condicionantes da base monetária, sobressaíram os impactos contracionistas das operações com títulos públicos federais (R$6,4 bilhões), dos depósitos de instituições financeiras, que incluem as variações nos saldos de recolhimentos compulsórios (R$5,8 bilhões), e dos ajustes nas operações com derivativos (R$5,1 bilhões). Em contraponto, as operações do Tesouro Nacional foram expansionistas em R$8,1 bilhões.

O saldo médio diário dos meios de pagamento restritos (M1) situou-se em R$325,3 bilhões em janeiro, refletindo declínio mensal de 4,6%, correspondente aos recuos de 6% nos depósitos à vista e de 3,5% no papel-moeda em poder do público. Em doze meses, o M1 cresceu 2,1%.

Os meios de pagamento no conceito M2, que corresponde ao M1 acrescido de depósitos de poupança e títulos privados, registraram retração mensal de 2,3% em janeiro, totalizando R$2,3 trilhões. Esse resultado traduziu os declínios de 10,4% no M1, de 1% nos depósitos de poupança (saldo de R$665 bilhões) e de 0,8% nos títulos emitidos por instituições financeiras (saldo de R$1,3 trilhão). No mês, ocorreram resgates líquidos de R$10,7 bilhões em depósitos de poupança e de R$9,4 bilhões em depósitos a prazo.

O conceito M3, que compreende o M2, as quotas de fundos de renda fixa e os títulos públicos que lastreiam as operações compromissadas entre o público e o setor financeiro, apresentou expansão de 0,7% no mês, atingindo R$5,3 trilhões, reflexo das elevações de 3% nas quotas de fundos de renda fixa e de 6% no saldo das operações compromissadas, que somaram, respectivamente, R$2,8 trilhões e R$185,4 bilhões. O M4, conceito que acrescenta ao M3 os títulos públicos de detentores não financeiros, registrou elevação de 0,2% no mês e de 10,4% nos últimos 12 meses, totalizando R$6,2 trilhões.



A conta final não é tão simplista, destes R$280 economizados, boa parte seria direcionada para o trabalhador contratar alternativas/seguros pra ter os benefícios que a seguridade atual garantem. Ainda assim, que a conta final teria um cenário melhor que a atual previdência =D


Muito bom o episódio, Mas me decepcionou um pouco o Ubiratan não querer expor as ideias da EA para outros economistas por achar que não vale a pena, ou pior, deixá-los quebrar a cara. Estou começando agora a me interessar pela EA, mas me questionei se vale a pena me aprofundar já que dificilmente verei implantada em algum lugar.


Mas não foi após o expediente. Foi durante a jornada. Eram dois intervalos de 10 minutos durante o expediente.

www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/6217126/toyota-condenada-pagar-hora-extra-por-intervalos-para-cafe


Apenas acho inviável o limite base da idade de 65 anos para mulheres. Quantas empresas, multinacionais principalmente, tem, em seu quadro categoria de gerência, mulheres com mais de 60 anos ? Muito raro. A maioria já foi dispensada aos 55 anos de idade. Ainda somos um país com administração machista (sentido não pejorativo). Outro senão ao artigo eh que ele leva em consideração que a pessoa sempre estará empregada ateh a data limite de 65 anos e que não haverá nesse período nenhum Gap de contribuição.



O tal do marxista se embanana todo por achar que "utilidade" se refere à algo intrínseco à cada mercadoria, e não à satisfação que ele proporciona ao ator que valoriza. Veja essa pérola:

Nem toda mercadoria tem a mesma utilidade. Algumas mercadorias podem satisfazer várias necessidades diferentes. A água tem várias utilidades, por exemplo: beber, cozinhar, tomar banho, lavar a louça, as roupas, etc. Além disso, algumas necessidades possam ser satisfeitas por várias mercadorias diferentes, por exemplo, uma pessoa pode comer arroz e feijão, ou pode comer macarrão. Mesmo assim, não existe nenhuma utilidade universal, comum a todas as mercadorias. Cada mercadoria tem a sua utilidade particular.

Mas, se não existe nenhuma utilidade universal, comum a todas as mercadorias, também não é possível comparar as mercadorias do ponto de vista da utilidade. Então como é que o preço das mercadorias é determinado pela utilidade?

Não precisa dizer mais nada, esse aí nunca entendeu uma linha da teoria da utilidade marginal.



Que a Justiça do Trabalho é retrógrada. ideológica e confusa, não se discute. Mas esse "benefício" de 20 min concedido pela Toyota aos seus funcionários se for dado fora do expediente não deveria ser concedido dentro do expediente para ser um benefício real? Porque se minha jornada de trabalho terminará 20 minutos mais tarde esse "benefício" não me interessa? Será que a empresa não foi ingênua demais e os funcionários se aproveitaram pra levar vantagem?


Por coincidência, acabou de sair este artigo no Mises Canada:

https://www.mises.ca/canada-flagged-for-recession-by-bis/


"imaginemos que o João com 3 anos, uma hipótese, trabalhando, caísse de uma escada e ficasse impossibilitado de continuar".

Para começar, a proposta do artigo não toca em qualquer outra das inúmeras fontes de custeio da seguridade social como PIS, COFINS, CSLL, Sistema S, etc. Essas continuam intactas.

Portanto, sua preocupação já está resolvida.

No entanto, eu mesmo vou mais além e sugiro a abolição de todos aqueles outros tributos. O que João deve fazer em caso de acidente?

Ora, João é livre para contratar seguros a esse respeito. Aliás, seguros existem exatamente para isso: para eventos inesperados.

Esse problema que você levantou, portanto, poderia ser equacionado com seguros privados ou até corporativos (por setor da economia).

Outra coisa que não se pode desconsiderar é a incrível economia que a extinção do RGPS acarretaria com o enxugamento de toda a estrutura utilizada para fiscalizar e executar esse programa ineficiente. Nesse cenário, ou se reduziria impostos, ou sobraria dinheiro para aplicar em outras áreas como essa que você levantou, por exemplo.

"ou se recém casado, olha na geladeira meio vazia e pensa nos 280,00 que tinha para a sua poupança?"

Meu caro, parece que você realmente não entende de investimentos. No Tesouro Direto -- uma das modalidades citadas no artigo --, você pode sacar seu dinheiro (todo ou uma parte dele) quando você quiser. Não há prazo mínimo.

Logo, se a geladeira está vazia, João pode perfeitamente sacar seu dinheiro do Tesouro Direto e comprar comida.

Agora é a minha vez de perguntar para você: no modelo vigente hoje, João não tem acesso aos R$ 280. Esse dinheiro foi confiscado de João e repassado a algum aposentado. E aí, como João fará para encher a geladeira?

No modelo proposto no texto, João tem pleno acesso ao seu dinheiro (aliás, ele tem pleno acesso não apenas ao dinheiro investido, como também a todos os rendimentos já auferidos). Já no modelo atual, não.

E aí, qual modelo é o melhor?

A meu ver, é exatamente no modelo vigente que a geladeira de João ficará vazia. E é exatamente no modelo proposto no texto que ele poderá enchê-la numa emergência.

"Nasceu o filho, ficou doente e o médico receitou remédios caros? Será que ele depositaria o dinheiro ou compraria comida, remédios?"

No modelo proposto no texto, João é totalmente livre para fazer essa escolha. Ele tem total liberdade de manobra. Se ele não quiser aplicar dinheiro em um determinado mês (para comprar remédio para o filho), ele é totalmente livre para isso. João não é obrigado a investir mensalmente. Pular um mês em um período de tempo de 40 anos não fará nenhuma grande diferença no resultado final.

Já no modelo atual, João não tem essa opção. João não tem a liberdade de ficar sem entregar seu dinheiro para o INSS. João não pode ficar com esse dinheiro para comprar remédios para seu filho. João é obrigado a dar dinheiro para o INSS.

E aí, como João fará para comprar remédios para o filho?

É interessante como você condena o arranjo proposto (que tem solução para os problemas que você apresentou) e defende o arranjo atual (que simplesmente não dá alternativa nenhuma para João). Taí uma lógica que eu realmente não entendo.

"só acho que todo dinheiro recolhido seria pro próprio João se aposentar, baseado no que recolheu durante a vida, ou se preferisse, sacasse o dinheiro"

Ora, mas é exatamente isso o que ocorre no modelo proposto no texto, e é exatamente isso o que não ocorre no modelo vigente!

"Não entendo de economia,"

Deu pra perceber. Eis um conselho gratuito (sim, eles existem): comece urgentemente a estudar finanças. Descubra as várias opções de investimento disponíveis. Urgente. Caso contrário, você ficará totalmente à mercê de políticos, e dificilmente irá se aposentar. Caso já esteja aposentado ou perto de, ao menos faça isso pensando em seus filhos e netos.


Não entendo de economia, mas imaginemos que o João com 3 anos, uma hipótese, trabalhando, caísse de uma escada e ficasse impossibilitado de continuar , ou se recém casado, olha na geladeira meio vazia e pensa nos 280,00 que tinha para a sua poupança? Nasceu o filho, ficou doente e o médico receitou remédios caros? Será que ele depositaria o dinheiro ou compraria comida, remédios? Não estou querendo dizer com isso que o governo tem que tutelar o João, só acho que todo dinheiro recolhido seria pro próprio João se aposentar, baseado no que recolheu durante a vida, ou se preferisse, sacasse o dinheiro



Otimo artigo. Hoje temos no mundo dois tipo de paises. Uns que se apoiam no conceito de que as pessoas ao serem deixadas livres num ambiente de livre mercado e da propriedade privada conseguem padrões de vida nunca visto antes. Aqui temos trabalho arduo e inteligente, que em resumo significa estudos pesquisas, experiencia, meditação em ambiente livre. Um outro grupo se baseia no conceito que existe uns operadores de interesses das populações mais pobres que ao invéz de acentuar o individuos, acentua o coletivo, proclama a justiça social, que significa taxar progressivamente os criadores de riquezas e entregar o produto do roubo aos não criativos e preguiçosos. Estes tem maioria elegem os pró justiça social contra os que querem a justiça social via mercado livre. Quanto a classificação os que apoiam o individuo procuram o caminho da liberdade, da propriedade privada, da não intervenção, da não regulamentação e com isso chegam ao ambiente propicio ao ambiente ecomomico ideal para a criação de riqueza. Do outro lado coletivista surge um ambiente de controle central da economia, com confisco de propriedade privada legitimamente adquirida, da intervenção descabida e inibidora da criação de riqueza, regulamentação inibidora a inovação, e a ideia de que os seres humanos não tem capacidade de gerir suas proprias vidas e que do nascimento ao tumulo tudo deve ser fornecido pelo governo. Este conceito coletivista já causou mais de 150.000.000 de mortes pelo mundo. O povo muitas vezes vive no mundo do pão e circo e não dá importancia aqueles que os governa e os conduz a um estado totalitário onde estes mesmos politicos que eles sufragam nas urnas serão seus futuros algozes. Este artigo é um exemplo como um povo pode sucumbir ao nivel dos animais ao se alimenatarem de comida de lixo. Por isso sempre entendi que igualdade é uma das maiores utopias atuais que nunca existiu e nunca vai existir. Para mim o socialismo sómente leva a fome, pobreza, perda da dignidade, sangue e morte. Vamos ver o que vai acontecer na Venezuela e se o povo aprova atualmente por medo ou porque acha que pode melhorar. Que Deus leve todos os ditadores assassinos cujo poder é a força bruta de uma população desarmada, para fora do ambiente humano que eles manipulam.


Eu só sei que este assunto a ciencia economica ainda tem muito a contribuir, que falta faz uma analise moderna dos temas do livro do Hayek, o Desestatização do Dinheiro ainda é o único livro a tratar do assunto de forma completa, se houver algum outro, favor me indicarem.


Eu concordo com você Andre, mas a bitcoin é uma moeda a taxa fixa bem semelhante ao ouro, existe uma paridade fixa entre a moeda e o lastro digital dos blocos gerados pelo algoritmo.

As moedas a taxa constante não oscilam livremente, a empresa que coordena ela pode realizar o processo de Buy & Burn para manter seu valor estável a uma commodity ou cestas delas por exemplo, além de poder ter uma deflação e inflação coordenada por algum processo da entidade controladora.

A bitcoin não possui a estabilidade de uma moeda a taxa constante, acho que o único exemplo de moeda assim seria a DAI da MakerDAO, mas parece que foi abandonado infelizmente.


Minarquista 15/03/2017 14:11
Olá "Minarquista",

M: Não sei o que você está tentando rebater. Um planejador central mundial? De onde saiu isso? Minha visão é exatamente o oposto, até o limite do possível. Visto que há necessidade de estado, quanto menor, menor o seu estrago na minha vida. Uma organização sem países, baseada apenas em cidades estado, permitiria o máximo de liberdade possível, inclusive com "votação pelos pés".
Você não entendeu o que eu escrevi. O argumento clássico a favor de um Estado é a necessidade de um juiz de última instância para mediar conflitos antre os indivíduos A e B. Segundo os clássicos, o Estado seria responsável por fornecer os serviços de justiça, juntamente com a polícia, necessária para fazer valer as decisões tomadas pela justiça. Estou aqui excluindo a segurança externa, por simplicidade.
Ora, mas se você reparar bem, tal lógica não muda em nada se substituirmos "indivíduos A e B" por "nações A e B". O que sugere a necessidade de um Estado sobre Estados.
No entanto, não existe nenhuma entidade acima das nações com o monopólio da justiça e violência, não existe nenhum Super-Estado, um planejador global, resolvendo os conflitos entre as nações. Portanto, em nível internacional, o que sempre imperou foi o anarquismo.
Aliado a isto, durante os séculos XIX e XX, o mundo gozava de relativamente alto capitalismo laissez faire entre as nações.
Sendo assim, durante estes séculos, é perfeitamente possível se argumentar que o que reinava em um nível internacional era um regime:
A) sem um planejador central, sem uma entidade hierarquicamente superior às nações, uma anarquia;
B) capitalista.
Portanto, anarcocapitalismo.
Desta forma, acabo de te apontar um exemplo de organização anarcocapitalista já existente no mundo real.
Isto acaba com seu argumento infundado de que isso [anarcocapitalismo] é utópico. É uma viagem. É completamente impossível e tolo.
Ou você aponta qual entidade atuava como governo mundial nesta época, ou admita que não sabe do que está falando e que, sim, anarcocapitalismo não somente é possível, como já aconteceu no mundo real.

M: essas ideias que você menciona são sensatas. Por isso o estado e seu poder sobre as pessoas deve ser mínimo. O que é irracional é achar que podemos chegar em estado = zero.
Anarcocapitalismo imperou no cenário internacional durante o século XIX, está longe de ser impossível.

M: Sua visão estava correta. O estado é um mal que é necessário
Pronto! Acabou de admitir que o Estado é mal, que o anarcocapitalismo é moralmente superior ao minarquismo, se não em termos práticos, pelo menos na teoria moral!

A - Exceções naturais aos direitos naturais: o meu direito natural pode conflitar com o seu. Quando não há conflito, o estado não pode se meter, mas quando há, há necessidade de uma regra (lei), que tem que ser imposta pelo estado usando-se polícia, justiça e punições (cadeia, etc). Legislativo, polícia, judiciário e cadeia têm um custo. É possível termos um sistema misto, com seguranças privados, com justiça provida por acordos entre advogados e câmaras arbitrais, condomínios e clubes podem criar suas próprias regras (leis). Agora, achar que é possível termos produção de leis, polícia, justiça e punições totalmente privadas, e pagas voluntariamente, é utópico. Quem pagaria por cadeias, mesmo que fossem privadas? Portanto, vão existir impostos (violência infelizmente necessária).
Conforme o próprio Leandro escreveu:
Já a defesa da minarquia, em si mesma, é incoerente: os minarquistas defendem que o estado, por ser ineficiente, deve se ocupar apenas de serviços de segurança e do judiciário. Ou seja, segundo eles, o mesmo estado que é incapaz de gerenciar eficientemente uma escola e um hospital irá, miraculosamente, prover com grande eficiência serviços policiais e "manter o império isonômico da lei e da ordem" — algo que, convenhamos, é um tantinho mais difícil do que gerenciar uma escola e um hospital.
E esta é apenas a mais óbvia refutação quanto ao seu ponto... Realmente, a polícia funcionou que é uma beleza no ES...
Além do mais, já ouviu falar em segurança particular? Em tratados internacionais de justiça?
Faça um favor a si mesmo e leia sobre justiça privada. Pode começar com David Friedman.

B – Coisas estritamente necessárias e que não podem ser providas pelo livre mercado. Exemplo: ruas e avenidas públicas me dão mais liberdade (ir e vir) do que me tiram (impostos).
Todas as ruas e avenidas poderiam ser privadas? Não!
Idem para iluminação pública, etc.
Há itens em que, por sua natureza e pelo efeito carona, não escapamos do coletivismo, mesmo que o coletivo seja o condomínio, o bairro, a cidade-estado, etc.
Para estes itens vão existir impostos.

Santo Deus, dai-me paciência!
Sem o governo, quem irá construir as estradas?
Sem o governo, quem construirá a energia elétrica?
Sem o governo, quem construirá a as linhas telefônicas?
etc.
etc.
etc.
Sem o governo, quem produzirá a energia do Sol?
Sem o governo, quem fará chover?
Sem o governo, quem evitará que as pessoas morram de velhice?
Sem os idiotas, o que seriam dos espertos?
Sem escravos, quem vai limpar as fossas?
Sem as estradas, quem construirá o governo?

Eu estou pouco me fodendo pra quem construirá as porcarias das estradas, caralho! Isto é problema deles, não meu! Eu quero que se dane o seu Estado Deus das Lacunas! Se nenhum puto tiver interesse em construir a maldita estrada, é porque ela nem deveria existir em primeiro lugar, cacete! Agora vai querer defender aeroportos onde não tem demanda nenhuma e que só rodam no prejuízo também, o socialista do welfare state?

Minarquistas são tão cansativos às vezes...

"C – O ponto mais polêmico: rede de proteção básica para os pobres. Também não gosto da ideia. O ponto é que não consigo, usando lógica moral, provar por A + B que ela é imoral. Então ela é uma possibilidade. Infelizmente."[b]
Já contestei logicamente seu welfare state:

Dona Creuza perdeu o emprego e não tem mais dinheiro para alimentar seus 5 gatos. Ela já atrasou o aluguel mais que o Seu Madruga e não consegue dar aula em colégio nenhum pois é abertamente a favor do Bolsomito 2018. Ela é uma velha escrota sem nenhum amigo. Eu até estava considerando ajudá-la, afinal ela é um ser humano, mas após você aparecer com uma pistola apontada para a minha cabeça, clamando que todos da rua são obrigados a ajudá-la na base do chumbo, resolvo mandar você ir tomar naquele lugar [e desisto de ajudar a velha]. É moral você puxar o gatilho e me matar?

Poderia contestar minha lógica? Poderia nos apontar o que está procurando? O que seria, para você, uma contestação lógica e irrefutável de welfare?
É fácil apenas ignorar todas as provas apresentadas, sem apresentar nada que poderia te fazer mudar de opinião.

[b]"Imagine o seguinte: sua esposa (ou esposo) está correndo risco grave de vida num lugar ermo e há um carro com chave no contato. Você roubaria o carro para levá-la para o hospital? A maioria das pessoas roubaria! E depois tentaria devolvê-lo, se explicar, etc. Aqui há implicitamente um conflito entre vida e propriedade, que eu não consigo rebater usando lógica moral."

E o que tem a ver uma coisa com a outra? Exatamente por causa de conflitos é que deve, em qualquer arranjo, existir algum sistema de justiça, càspita! Eu provavelmente roubaria o carro e tentaria devolvê-lo ao proprietário. Lhe explicaria a minha situação e tentaria negociar uma forma de ressarcimento. Caso ele quisesse apresentar queixa na polícia, eu arcaria com os custos de ter tomado seu carro sem consentimento. Provavelmente não seria uma pena tão alta, visto as circunstâncias. E daí? Em que esta situação implica que é certo roubar carros?
O que você está defendendo é que eu roube o carro do sujeito sem consequência alguma! Se ele perdeu o fechamento de um negócio por causa do meu roubo, problema dele, ele que se ferre! Eu não lhe devo ressarcimento nenhum!
É cada exemplo esdrúxulo desses minarquistas. Ninguém aqui está defendendo que o anarcocapitalismo acabaria com todos os conflitos do mundo.
Haja paciência...

Já à sua confusão entre sociais democratas e minarquistas, só porque os minarquistas não conseguem rebater a rede de proteção básica, é irreal.
Os sociais democratas começam com a situação de extrema necessidade, e querem usar essa conclusão para tudo, inclusive viver às custas do trabalho alheio. E se meter na vida alheia sempre que quiserem.
Enfim: na cabeça de um social-democrata, a democracia não tem limites. Já para um minarquista, os limites à ação do estado são claros e enormes. A distância de um social-democrata para um minarquista é gigante. Já de um minarquista para um ancap é pequena.

Blá blá blá. Me mostre a fonte fidedigna que define welfare state como estado mínimo e eu mudo de ideia. Simples assim.

Só quis enfatizar o efeito negativo de parecer idiota, e como isso prejudica as ideias libertárias, expulsando visitantes do site, atrasando a transformação libertária, e perpetuando o status quo.
Basicamente, se você vivesse no século XVIII ou XIX, você diria que o movimento abolicionista é idiota e que apenas atrasa a luta a favor dos escravos. Muito melhor seria se defender a melhoria das condições dos escravos, proibir seus donos de os matarem, limitar as agressões sofridas por eles, dar-lhes a liberdade quando atingissem determinada idade, limitar suas horas trabalhadas, etc. Afinal, acabar com a escravidão, uma instituição que sempre existira na história da humanidade, era algo extremamente utópico! Felizmente a história se encarregou de mostrar quem estava com a razão...
Eu não estou nem aí se os outros acham loucura, a verdade não se dobra ao que eu penso, muito menos os outros! Claro que não vou começar uma discussão sobre governo com os pontos mais polêmicos, primeiro vou explicar toda a base para o meu posicionamento.
Mas mudar meu posicionamento por não agradar aqueles energúminos? Quanta covardia!

M: Obrigado mais uma vez por reforçar a minarquia. O texto do Mises é irrepreensível, é fantástico. [...] Veja:
"O direito à autodeterminação de que falamos não é o direito à autodeterminação das nações, mas, antes, o direito à autodeterminação dos habitantes de todo o território que tenha tamanho suficiente para formar uma unidade administrativa independente. Se, de algum modo, fosse possível conceder esse direito de autodeterminação a toda pessoa individualmente, isso teria de ser feito."

Sério mesmo que você copiou e colou o mesmo trecho que eu tinha citado anteriormente? Tá de sacanagem, né?
Sim meu caro, eu vi isto!

M: Obrigado por reforçar o meu ponto! "se fosse possível, teria que ser feito". Ele quis dizer exatamente que o estado tem que ser o menor possível em tamanho físico, até chegar à menor unidade administrativa independente. Uma boa organização seria cidade-estado...
Mas ele também não consegue vislumbrar como seria possível reduzir o estado até chegar à autodeterminação individual. Mises é claramente minarquista. Aliás, vou passar a usar esse trecho em outros comentários. Obrigado!
[...]
Ele é claramente minarquista, exatamente como eu. Prega a autodeterminação na menor unidade autônoma possível, seja província ou distrito. [...] Ele prega "a menor unidade administrativa independente". E, para ele, fica claro que essa menor unidade não é o indivíduo: "se isso fosse possível, isso teria que ser feito". Eu diria até mais: em todas as situações em que for possível a autodeterminação individual, isto tem que ser feito. Acontece que há situações em que isso não é possível.
Já a interpretação dele pelo Hope é tendenciosa. O próprio entrevistador evidencia esse fato com suas perguntas. Veja: "No entanto, Mises ataca o anarquismo em termos nada vagos."

Em primeiro lugar, não, ele não era minarquista como você (aliás, você nem minarquista é). Ele nunca defendeu welfare state.
Em segundo lugar, prove que, para ele, a menor unidade não é e nem nunca pode ser o indivíduo. Prove que ele era essencialmente contra a sesseção individual.
Terceiro, Mises escreve:

The right of self-determination in regard to the question of membership in a state thus means: whenever the inhabitants of a particular territory, whether it be a single village, a whole district, or a series of adjacent districts make it known, by a freely conducted plebiscite, that they no longer wish to remain united to the state to which they belong at the time, but wish either to form an independent state or to attach themselves to some other state, their wishes are to be respected and complied with. This is the only feasible and effective way of preventing revolutions and civil and international wars.

Um vilarejo me parece menor que uma província, distrito ou cidade, não? Como ficariam suas cidades-estado se cada bairro quisesse se separar?

Por último, odeio te desapontar, mas você não entende mais sobre Mises do que Hoppe. Tomemos a continuação desta citação do Mises:


If it were in any way possible to grant this right of self-determination to every individual person, it would have to be done. This is impracticable only because of compelling technical considerations which make it necessary that the right of self-determination be restricted to the will of the majority of the inhabitants of areas large enough to count as territorial units in the administration of the country.


Ou seja, para Mises, como corretamente aponta Hoppe, a impossibilidade de sesseção individual era meramente técnica. A partir do momento em que esta questão técnica fosse superada, a autonomia deveria ser concedida. Dizer que algo é difícil de se conseguir na prática não é o mesmo que ser contra aquilo. Na época de Mises, ver o funcionamento de um cérebro em tempo real era uma impossibilidade prática, hoje temos fMRI... No mais, e daí que Mises não conseguiu vislumbrar como isto seria possível? Quando ele escreveu seu livro, em 1927, ele provavelmente acreditava que os continentes eram estáticos, algo cuja contestação começou a ser aceita somente na década de 1950. Não existiam foguetes, satélites, computadores eletrônicos, o homem nunca tinha ido ao espaço. E mais importante, não existia internet! Hoje, qualquer pessoa tem um celular com acesso à internet e poder de processamento maior que tudo que existia em 1927, junto! E você vem me dizer que é impossível que exista um sistema com autodeterminação individual? Ora, faça-me um favor! Eu adoraria ver o que Mises teria a dizer se visse o progresso atual, coisas como Uber, Bitcoin, Airbnb...

Muitíssimo obrigado por mais esta grande defesa da Minarquia!
You wish...

As perguntinhas do texto têm a intenção de criar um trilho que levaria inevitavelmente à conclusão que não podem existir impostos em nenhuma situação, pois seriam um roubo injustificado. E se não há impostos, não pode haver estado, pois este tem um custo. Cairíamos inevitavelmente no ancap.
Como eu disse, isto é uma conclusão da sua consciência pesada. Você sabe que os mesmos argumentos contrários ao socialismo levam à impossibilidade de um Estado.

M: De jeito nenhum! Educação e saúde têm que ser geridas por entidades privadas! Dá para provar isto!
Só não consigo refutar logicamente o sistema de vouchers [para saúde]

Meu caro, vouchers também são soluções socialistas! A pessoa A é obrigada a pagar pela saúde de B. Soluções melhores que hospitais públicos, claro, mas ainda assim não são soluções exclusivamente de mercado. Incrível que eu ainda tenha que exclarecer isto!!!
Além disso, muito mais importante que saúde é comida. Você também defende restaurantes estatais ou vouchers para alimentação? É cada um que me aparece...
Repito: você está mesmo dizendo que questões de educação e saúde só podem ser resolvidas de forma coletivizada ao invés de soluções de mercado?!?!? E ainda se diz Minarquista...? Surpreendente!

Comentário oco. Por favor, use argumentos. Prove por exemplo a possibilidade de viver sem estado. Aliás, os ancaps é que sofrem de falta de imaginação. Não conseguem imaginar os problemas do que propõe. Sofrem da síndrome da avestruz. Não conseguem vislumbrar os problemas, exceções e erros de suas proposições.
Mas não se preocupe. O ancap é uma tentação grande para neófitos libertários. Acho natural que um novo libertário passe até um ano nesta fase. Como primeira aproximação, está ótimo! Mas depois é preciso estudar mais, raciocinar mais, que começam a aparecer as exceções naturais, e o sujeito – se tiver a mente aberta – cai inevitavelmente na minarquia. Não desanime. Continue estudando que você chega na minarquia.

Eu já fui minarquista e, exatamente depois de muito estudo, encontrei repostas satisfatórias a todas as suas "impossibilidades" do anarcocapitalismo. Também encontrei vários e vários problemas no minarquismo.
Você que precisa de muito mais estudo, já que foi incapaz de entender minhas críticas ao minarquismo escondidas no meu comentário:
A) Existem possibilidades de mercado para questões jurídicas;
B) Existem possibilidades de mercado para polícia;
C) Existem possibilidades de mercado para defesa externa;
D) Stefan Molyneux tem argumentos brilhantes sobre o fato de se tentar concentrar poder em um Estado ser extremamente contraproducente;
E) O mesmo Molyneux explica claramente como um regime minárquico sempre é instável, tentendo a um Estado Máximo no longo termo;
F) Já diz a frase falsamente atribuída a Franklin: Democracy is not freedom. Democracy is two wolves and a lamb voting on what to eat for lunch. Freedom comes from the recognition of certain rights which may not be taken, not even by a 99% vote. Aliás, o próprio Bastiat diz que: L'Etat c'est la grande fiction à travers laquelle tout le monde s'efforce de vivre aux dépens de tout le monde.
G) O Estado não tem como defender a propriedade privada quando, por definição, ele deve violá-la para poder existir. É lógica simples!

M: Max respondido acima, e novamente a sua confusão de minarquia com wellfare state também.
Você por acaso sabe a diferença entre libertarianismo e liberalismo social?
Mais uma vez: não existe minarquismo com welfare! Minarquismo é o uso do Estado para justiça e defesas interna e externa, somente isto! Estado de bem estar social não é mínimo, no sentido de minárquico, por definição!
Pare de propagar definições errôneas! Admita que é, no máximo, um liberal social.
Você mesmo defende que o Estado deve construir as estradas, càspita!!!

M: responder e contestar logicamente são coisas totalmente diferentes. O fato é que nem o Max nem você conseguiram contestar logicamente a afirmação do Hayek. A rede de proteção básica ainda é uma possibilidade lógica. Se alguém conseguir contestar de forma lógica e irrefutável a rede, estará me fazendo um favor imenso. É tudo o que um minarquista quer: limitar o estado ao tamanho mínimo possível; reduzir tudo o que for possível provar logicamente que não pode ser papel do estado.
Você me mataria por eu não querer ajudar a dona Creuza?

M: Espero que você seja do sexo feminino... Caso contrário dispenso...
Sou sujeito homem, casado e com filho. O beijinho no ombro foi pro recalque minarquista passar longe.

[]s e obrigado
De nada! E desculpe por qualquer excesso, é que às vezes é difícil se conter diante dos mesmos argumentos batidos de sempre...


Pode ser qualquer coisa, mas o mais comum são títulos do Tesouro em sua posse. Vende para qualquer outro banco ou mesmo para o Banco Central.


Leandro, desculpa a pergunta basica, mas que tipo de ativos a Caixa esta vendendo para realizar os saques?



"Sim, taxa constante tem a vantagem de trazer grande previsibilidade. Mas é utopia. Afinal, quem é que vai estipular a taxa? Mais ainda: quem estará no controle? Um Banco Central? Um político? Um burocrata?

Ooops! Leandro isso só ocorre em moedas controladas pelos governos. Com criptomoedas, por exemplo, a taxa de crescimento é, em geral, definida pelo algoritmo de obtenção das moedas e a taxa tende a ser constante, ao menos por um tempo, mas sempre é previsível e não há "ninguém" no controle, exceto claro as funções matemáticas que garantem essa previsibilidade da criação das moedas...

"Perceba que a taxa constante, por definição, é anti-liberdade: ela presume que nenhuma outra moeda pode entrar na economia. Como expliquei acima, em um ambiente de liberdade monetária, qualquer moeda deve ter livre circulação. Sendo assim, como impor taxa constante de crescimento da oferta monetária?"

Novamente, sei que cê partiu das moedas correntes, portanto, controladas por governos, o caso clássico - mas as possíveis moedas digitais são a mais pura liberdade possível: criadas pelo mercado, mantidas pelo mercado e a concorrência entre elas é, ao meu ver, exatamente o que fará a longevidade do modelo (se bitcoin cair, por qualquer motivo, outra "melhor" pode substituir etc.)

Abraços





Cara, tu é foda mesmo, acho que nem um esquerdista de verdade conseguiria inventar uma explicação mais embusteira pros fatos, merece um FO positivo kkkkkk


OFF

Leandro,

Me ajude a entender a crítica desse artigo, pois o que eu entendi até agora foi que eles confundiram preço com valor e depois acusaram Bohm-Bawerk de deduzir o que é mais importante que o quê.


Venho, desde meus tempos de estudante militante secundarista, refletir os pensamentos da filosofia marxista. A dialetica me levou a concluir que o marxismo e a antitese do pensamento humano racional. Prega o eu coletivo desde que prevaleça a ''verdade" maior onipotente. Estou me cansando do debate marxista.pois nao avança e nao constroi. E um debate historicamente unilateral, maniqueista.
E um monologo.



COMO PODE O GOVERNO BRASILEIRO SER LENIENTE COM ESSE TIPO DE SITUAÇÃO?? TINHA Q ENTRAR NESSA BOSTA DESSE PAÍS E ARRANCAR NA BASE DA PORRADA TODOS OS DIRIGENTES, NEM QUE SEJA PRA IMPLANTAR UMA DITADURA DE DIREITA. ESSE BANDO DE SAFADOS SEM VERGONHA DESSES SOCIALISTAS;


Serio, eu até riria do teu comentário cara... mas não consigo nem imaginar fazer piada com uma situação tão desumana.... Nesse artigo, só temos tristeza, desolação, revolta. Os unicos comentarios que deveriam ter aqui é de repúdio, mais ainda, revolta contra não soh esse governo de malucos, mas com o governo brasileiro, que abandonou os venezuelanos a propria sorte com esses MALUCOS dessses socialistas. Na minha opiniao, exercito brasileiro tinha que entrar e salvar todo mundo daquele país, sem conversa, tirar todos aqueles nojentos do poder na base da PORRADA


Muito obrigado pela resposta Leandro, quando o instituto ficar famoso e os comentários ficarem imensos não vai mais dar pra fazer pergunta kkkk

No mais gostaria de agradecer a paciência, porque o que tem perguntas chatas kkk

Mas só um adendo, quando falei de taxas constantes me referi ao livro dele Desestatização do dinheiro com um livre mercado de moedas aonde as empresas usassem moedas a taxa constante, sujeitas a concorrência é claro. Eu não acho que seria utópico, mas um dia quem sabe terei estudo pra afirmar isso.

Apenas sucesso na vida e no instituto, abraço!



Eu queria muito que o Lula fosse candidato e ganhasse as eleições.

Mais que isso, eu queria que o Lula ganhasse a eleição e virasse o novo "General" do país. Como ele bem queria...

Esse país escroto, cheio de gente escrota, merece é essa M**** mesmo! Os governantes não são nada além de uma síntese dos governados.

São todos defensores do socialismo... Não tem jeito!

Tem que purgar pra ver se melhora.


Muito obrigado pela resposta Leandro, quando o instituto ficar famoso e os comentários ficarem imensos não vai mais dar pra fazer pergunta kkkk

No mais gostaria de agradecer a paciência, porque o que tem perguntas chatas kkk

Mas só um adendo, quando falei de taxas constantes me referi ao livro dele Desestatização do dinheiro com um livre mercado de moedas aonde as empresas usassem moedas a taxa constante, sujeitas a concorrência é claro. Eu não acho que seria utópico, mas um dia quem sabe terei estudo pra afirmar isso.

Apenas sucesso na vida e no instituto, abraço!



Leandro, e o dolar vai ser desvalorizado de propósito?
O TRUMP disse que quer Dolar fraco, mas e a sintonia dele com o FED não é das melhores, eai?

Sabemos que o governo TRUMP vai sofrer um crash econômico, com essas medidas, só vai agravar o problema.
Eu me pergunto: Será que não tem uma alma viva próxima dele pra tentar convence-lo de não fazer isso?
Ele é tão sensato em diminuir regulamentação e impostos, mas tão insensato em cortar gastos e fortalecer o Dolar, sera que ele sabe da crise que vai enfrentar?

Vc acha que um fim para o dinheiro impresso seria gastar com guerras?




Proditorianismo um termo que define um alerta e uma forma de demonstrar as vicissitudes e seus articuladores, os quais visam a queda da sociedade em prol do lucro das mentes por trás dos pseudo intelectuais da esquerda.
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https://www.academia.edu/31878327/Proditorianismo.pdf


Em seu ímpeto reacionário, os neoliberais fascistas apressam-se em narrar a situação do povo venezuelano e a conspiração da CIA contra a felicidade advinda dos programas sociais de Maduro. Como sempre defensor do povo, sacrifico-me ao ousar refutar as críticas maliciosas dos autores, que ostentaram neste artigo o absurdo de afirmar que é o povo que sofre com a escassez gerada pelos controles de preço ao invés do grande capital e das oligarquias internacionais.

- Explicando a infame questão do papel higiênico: O ato de 'defecar' é essencial para a manutenção da conjuntura capitalista sob uma perspectiva marxista-polilógica, pois aliena o trabalhador da condição de exploração em que vive ao expô-lo a um trono produzido industrialmente (visando a burguesia prendê-lo às condições de produção, como explicado genialmente pela Escola de Frankfurt), onde ele é torturado pelos alimentos que consumiu, incapaz de refletir e lutar pela justiça social.

Como explicado por Trotsky e Marx, o fim da luta de classes com a ascensão do proletariado inevitavelmente ilimita a capacidade física e intelectual do proletário, fazendo-o não mais protestar pelas futilidades antes impostas pela sociedade burguesa como o 'papel higiênico', retomando a sociedade ao belo passado bucólico quando não era necessário sentir-se oprimido por seus desejos orgânicos e bastava jogá-los pela janela. A Venezuela enfrenta um processo de mudança necessário e em breve, o proletariado esquecerá do hábito imposto pela burguesia neoliberal a seu povo.

- O "gás verde": Sendo a Venezuela uma produtora de petróleo, é mister que Maduro esteja preocupado em limpar sua imagem perante a vanguarda revolucionária fabiana ambientalista, utilizando de gás verde para apaziguar as multidões pagas pela CIA para oporem-se ao regime, criado de uma belíssima forma simbólica, uma 'paz verde' (Greenpeace).

- Os "saques" aos supermercados: Trata-se de pura restituição de mais-valia não consolidada. Quando as elites contratam trabalhadores para aumentarem seu lucro, os neoliberais reacionários maliciosamente se omitem; porém quando estes vão às suas lojas, quebram as vidraças e trazem os bens produzidos para casa ao ponto de que não mais haverá contratações (ou seja, fim da exploração do povo venezuelano), os neoliberais reacionários chamam de "saque". Trata-se de apenas um exemplo da luta de classes em ação, impedindo os autores burgueses de enxergar a libertação do povo.

- A "inflação galopante" venezuelana: O senhor Maduro está mais do que correto: se os índices de preço estão fixos, é simplesmente impossível que esteja ocorrendo uma inflação (aumento de preços). Na verdade, o que está a ocorrer na Venezuela é uma deflação, pois a burguesia unida à CIA deseja entesourar sua riqueza, abdicando no curto prazo de sua própria alimentação, energia e sustento para que o proletariado não triunfe na Venezuela; daí o aumento de mais de 90 vezes na quantidade de dinheiro em circulação no país, trata-se de uma imprescindível ação do estado para manter de pé a demanda agregada perante uma armadilha de liquidez da burguesia e uma conspiração do capital internacional.

- Há "apagões" na Venezuela: Trata-se de mais um exemplo do paradoxo da luta de classes em ação: apenas os reacionários sentem os apagões enquanto os trabalhadores estão nas ruas a festejar as conquistas sociais do país por ordem do Ministério da Suprema Felicidade Social, eventualmente entrando em conflito com os agentes da CIA a enfrentar a revolução.

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Os autores verdadeiramente extrapolaram em suas "acusações" contra o Bolivarianismo neste artigo, chegando, data venia, ao ridículo. Recomendo que eles venham à Unicamp como estudantes e tomem um curso de ciências sociais para que aprendam como de fato funciona o mundo.


Será que já da para julgar a postura do FED em relação ao trump? Ao que parece ele está disposto a seguir a risca as 3 altas previstas


"Hayek dizia que as taxas constantes eram melhores para a economia e Rothbard disse que era uma utopia."

E ambos estavam corretos.

Sim, taxa constante tem a vantagem de trazer grande previsibilidade. Mas é utopia. Afinal, quem é que vai estipular a taxa? Mais ainda: quem estará no controle? Um Banco Central? Um político? Um burocrata?

Perceba que a taxa constante, por definição, é anti-liberdade: ela presume que nenhuma outra moeda pode entrar na economia. Como expliquei acima, em um ambiente de liberdade monetária, qualquer moeda deve ter livre circulação. Sendo assim, como impor taxa constante de crescimento da oferta monetária?

Mesmo que uma empresa privada extremamente competente e confiável seja a escolhida para fazer essa gerência, nada deve impedir que outra empresa concorrente adentre o mercado. E aí? Como manter taxa constante de crescimento?

"Sem criar juízo de valor, economicamente, uma sociedade estaria melhor com uma moeda ancora padrão-ouro ou em um arranjo onde as empresas manteriam o valor a uma certa taxa constante? "

Deixando de lado a crucial questão sobre quem vai escolher a taxa e o motivo de tal taxa ter sido a escolhida, minha resposta é: não sei. Impossível fazer tal exercício de futurologia.

Digamos apenas que, se eu pudesse escolher entre duas localidades, cada uma com um destes dois arranjos, eu iria para o ouro. Acho que o ouro, por mais paradoxal que isso possa parecer, é mais previsível e bem menos sujeito a manipulações do que moedas fiduciárias controladas por pouquíssimos seres humanos.

Sobre a Suécia, Hayek descreveu o fenômeno neste artigo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=197

Trecho:

"Meu terceiro exemplo é ainda mais interessante, ainda que o evento tenha sido mais efêmero, porque ele se refere diretamente ao ouro. Durante a Primeira Guerra Mundial, a grande inflação de papel-moeda ocorrida nos países beligerantes derrubou não apenas o valor dos papéis-moeda como também o valor do ouro, uma vez que o ouro foi largamente substituído por papel-moeda, o que consequentemente fez diminuir sua demanda.

Assim, o valor do ouro caiu e os preços cotados em ouro dispararam por todo o mundo. E isso afetou até mesmo os países neutros.

A Suécia, em particular, estava muito preocupada: como ela havia aderido ao padrão-ouro, ela foi inundada por ouro advindo de todo o resto do mundo, ouro esse que se moveu pra Suécia justamente por ela ter mantido seu padrão-ouro; e os preços na Suécia subiram quase tanto quanto os preços do resto do mundo.

Entretanto, a Suécia, por sorte, também tinha um ou dois economistas muito bons à época, e eles repetiram o conselho que os economistas austríacos haviam dado em relação à prata na década de 1870: "Interrompam a cunhagem de ouro e o valor de suas atuais moedas de ouro irá subir acima do valor do ouro contido nas moedas".

O governo sueco assim procedeu em 1916, e o que aconteceu foi exatamente o que os economistas haviam predito: o valor das moedas de ouro começou a flutuar acima do valor do ouro contido nelas, e a Suécia, pelo resto da guerra, escapou dos efeitos da inflação do ouro."

Sobre um eventual livro meu, não atormente o mundo dessa maneira. Deixe as pessoas em paz.

Grande abraço!


Alguém poderia me indicar dados que corroborem o argumento demográfico de HHP?


O BC dos EUA subiu os juros em 0,25% hoje.Com o Trump na presidência,certamente a taxa de juros vai para as alturas e isso de acordo com o Peter Schiff terá consequências sobre o dólar,que deve cair para o abismo,pois de 1970 para cá houve 5 grandes aumentos na taxa de juros e em todas elas o dólar caiu.Como o IMB explicou em diversos artigos,o dólar fraco provocará um novo boom das commodities.Boa notícia para o povo venezuelano e para o novo presidente que sucederá esses malucos bolivarianos.


Nada de diferente do abordado no artigo. Uma fatia maior das receitas operacionais do Fed deixará de ser direcionadas para o Tesouro e agora irá para os bancos na forma de "juros sobre as reservas em excesso".

Logo, destituído destas receitas, o Tesouro terá déficits operacionais maiores. Como o mercado financeiro irá reagir a isso? Tal resposta está muito além de minhas capacidades.

Aproveitando a deixa, chamo a atenção para a nota emitida pelo Fed sobre como ocorrerá este aumento dos juros. O IMB é o único site em língua portuguesa a falar sobre isso (vide artigo acima). Ninguém mais toca no assunto. Aliás, ninguém mais nem sequer sabe que é assim (começando por André Lara Resende).

"The Board of Governors of the Federal Reserve System voted unanimously to raise the interest rate paid on required and excess reserve balances to 1.00 percent, effective March 16, 2017."

Esta é a única taxa de juros que o Fed efetivamente controla agora. E isso nunca aconteceu antes com nenhum outro Banco Central na história do mundo.



...porque existem pessoas capazes de criar, empreender...
Todas as pessoas são capazes de criar e empreender. Nem todas o fazem.

O capitalista é o cara que melhora vidas, salva vidas, deixa o mundo mais divertido e confortável entre uma infinidade de outras maravilhas.
Vc quis ironizar, né? Mas essa é uma verdade.

... mas se perguntarem para qualquer indivíduo de qualquer outra espécie não sinantrópica, acho que vão discordar. E se perguntarem para o Rio Doce, também. Mas isso é assunto para artigos sobre a relação do capitalismo com o meio ambiente.
Se não existisse o capitalismo, não existiriam mineradoras ou as mineradoras seriam magicamente à prova de acidentes? Ah, já sei, não foi um acidente, foi culpa da "ganância" inerente ao capitalismo. A propósito, quais são os sistemas alternativos ao capitalismo atualmente implementados e qual a relação deles com o meio ambiente?

Quero que perguntem sim, para o trabalhador, esse do Marx...
...Será que ELE se sente EXPLORADO...
...Será que ELE, o objeto em discussão tem alguma voz nessa ideologia?

ELE tem nome e endereço ou é um ente imaginário que subsititui a SUA visão a respeito do tema ?

Mas na verdade existem duas formas de se tornar um bilionário hoje: herança, e exploração do trabalhador ou das regras do Estado.
Bill Gates, Mark Zuckerberg, Messi, Neymar, Madonna, Lady Gaga.
Em comum entre eles: não receberam heranças, não exploram trabalhadores (seja lá o que vc entende por explorar), não exploram regras do estado, e fornecem produtos que as pessoas querem consumir.

Mas o fato é que não está funcionando, nem pelos números dos próprios capitalistas
Que números seriam esses?

Não está funcionando para a grande maioria das pessoas no planeta.
De novo, a "grande maioria das pessoas no planeta" disse isso pessoalmente para vc ou é apenas wishful thinking?

Então, tontos e ávidos por uma solução, começamos a jogar pedras para todo lado buscando culpados.
Fale por você.