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Últimos comentários


Gostaria de pedir um favor aos administradores.estou tentando estudar sobre o funcionamento dos bancos e como eles inflacionar o moeda e a história desde o início do século xx alguém poderia me indicar artigos para compreender melhor o assunto?confesso que estou um pouco confuso


E se eu quiser desmatar tudo pra minerar? Mineração pode ser muito mais lucrativo do que conservar natureza...

Se eu quiser desmatar pra levantar imóveis?

Se é meu faço o que bem entender, e você não me respondeu ainda: Se eu desmatar e causar problemas climáticos e toda externelidade negativa, como fica?


Tenho uma duvida.Estou estudando sobre a crise de 1929 e estou com dificuldade de enteder como os Eua inflacionaram tanto se continuavam no padrão ouro?terei que apresentar esse trabalho e se algum professor esquerdinha me questionar não serei capaz de dar uma resposta concreta .


Progresso para todos? Porque será então que temos tanta gente na miséria total sem ter o que comer? Sem habitação, sem trabalho, sem perspectiva alguma na vida?


Se você for um sujeito anti-capitalista e que odeia dinheiro, você realmente fará isso. Se você for burro e imbecil, também fará isso. Já se você for um genuíno capitalista, você irá conservá-la ao máximo, pois é exatamente este arranjo que lhe trará ainda mais dinheiro.

Explico.

Somente quando uma terra tem dono é que este possui vários incentivos para cuidar muito bem dela. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo. Assim, caso você decida, por exemplo, arrendar uma parte da floresta para uma madeireira, você vai permitir a derrubada de um número limitado de árvores, pois não apenas terá de replantar todas as que ceifou, como também terá de deixar um número suficiente para a safra do próximo ano.

Ao visar ao seu interesse próprio -- sempre ter mais árvores -- você está mantendo a floresta.

Quando a terra tem dono, ele possui vários incentivos para cuidar muito bem daquela terra. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo. Já quando a terra não tem dono, quem chegar lá primeiro irá esbulhá-la ao máximo, pois sabe que, se não o fizer, outro o fará antes dele. Assim, o incentivo será o de ceifar o máximo de árvores o mais rápido possível antes que outros cheguem.

O incentivo para se conservar é uma característica inerente à estrutura de incentivos criada pelo mercado

Se você gosta da natureza, privatize-a

Propriedade privada significa preservação


Agora, se você acha que é justamente sob propriedade do governo que a floresta estará mais bem protegida, então o adepto do achismo é você. Aliás, achismo não. Você atenta contra a lógica, mesmo.


"...e que o cenário 2 é que o faz a economia girar macio."

De novo, distorções. Onde é que isso foi dito?

O argumento é que o título do artigo deveria ser: "Isenções fiscais são benéficas para a população mas, assim como subsídios, geram distorções econômicas"

Ficou claro agora?


Governos populistas latino-americanos: Você tem duas vacas. O governo toma uma e manda pra Suíça. Confisca a outra e distribui entre empresários amigos.


Keynesianismo: Você tem duas vacas e o governo imprime a terceira. As vacas se desvalorizam e há uma crise econômica.



Se eu dono de uma floresta, desmato ela inteira e ai causo uma externelidade negativa(provoco seca em determinada região ou coisa do tipo), como fica essa situação pra vocês.

SOU 100% a favor de desregular e privatizar, menos as florestas que mantem o equilíbrio do clima e coisa do tipo.

Isso é ciência e não achismo


É deste modelo politico que o brasil precisa. Deveriam copiar da Nova Zelandia e cortar suas mordomias.


Vou até salvar sua analogia, é realmente muito explicativa.


Pois espere sentado um fake decano responder duas perguntinhas de enorme refutação de um paraquedista..


A mídia não pode alarmar a população e ela está sempre sendo vigiada, o que acha que as pessoas qualificadas, empreendedoras e com posses deste País fariam ao se darem conta que daqui 20 anos viverão numa Ucrânia da vida? Nem precisam sair todas, bastam os 5% mais produtivo irem embora para que tudo desabe, políticos sabem disto mas vivem constante conflito entre não arrancar demais o couro do cidadão e seus interesses políticos pessoais.
As reformas econômicas passarão sim, mas quando já for tarde demais, o Legislativo em geral só aprovará medidas impopulares quando ficar claro que o ônus político da crise econômica e paralisação da máquina pública estiver completamente em cima da equipe econômica do azarado próximo Presidente.
Parte das minhas funções é exatamente cobrar esses jornalistas que publicam reportagens econômicas alarmistas demais, e por isso temos hoje tantos linhas de frente da economia concedendo entrevistas para burlar as pressões políticas.
Parabéns pelo site e conteúdo, o Brasil precisa de muito mais disto.


nem o socialismo, nem o capitalismo são sistemas justos. ambos são sistemas injustos. eu diria até que o socialismo é a continuação do capitalismo.

Ricos só pensam em ganhar dinheiro. Jesus já dizia que é mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus.


Estas entrevistas e artigos econômicos destes jornalões mundo afora são de uma ingenuidade...Estes economistas não sabem o que estão falando ou eles não querem chocar os sensos humanitários dos inocentes? Porque eles não tem coragem de dizer que um país emergente como o Brasil jamais poderia ter uma carga tributária próxima a 40% do PIB. Que não tem como o Brasil crescer sustentando uma casta de parasitas e inúteis, que custam o mesmo tanto que os da Noruega, mas os serviços prestados são pífios? Que não tem como crescer com uma legislação trabalhista que praticamente proíbe o trabalho formal. Que não tem como sustentar uma previdência matematicamente e fisicamente impossível de conceber.


Caro Capital Imoral,

Penso que o senhor não entendeu o artigo.

Responde-me por favor as seguintes questões:

quem produziu o computador onde o senhor escreveu em resposta ao artigo?

Quem produziu a roupa que o senhor vestiu?

Estou esperando respostas......................



Isso é mais que óbvio, o desafio é o Brasil não empobrecer ainda mais.


Embora a ganância às vezes seja evidente no sistema capitalista, temos que entender que não é por causa do sistema, é porque a ganância faz parte da natureza pecaminosa do homem. A solução não se encontra em mudar o sistema econômico, mas em mudar o coração do homem através do poder do evangelho de Jesus Cristo.


OFF: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/28/politica/1503943808_270910.html?rel=cx_articulo#cxrecs_s


Magno, boas respostas. Vou tentar responder uma por uma.

""Veja que não se trata de vantagem justa ou injusta [...], mas sim de gerar uma institucionalidade que faz com que os agentes sejam mais dependentes do processo político para obter vantagens."

Zerar impostos (acabar com as receitas do governo) faz com que os agentes sejam mais dependentes do processo político para obter vantagens?

Se sim, então, por questão de lógica, aumentar impostos faz com que os agentes sejam menos dependentes do processo político para obter vantagens.

Faz sentido?"

Não concordo com sua interpretação. Da mesma forma que um remédio cura uma doença, se for mal usado por causar males à pessoa. Além disso, nada impede que uma determinada solução agrave outra. Ex: antibióticos atacam tanto os agentes agressores quanto o próprio corpo. Não significa que o efeito final não possa ser positivo, só não significa que não há qualquer efeito colateral. Mesma interpretação para a quimioterapia. Dado isso, acho que convém analisar o caso a caso para ver se a distorção da doença não é menor que a distorção do remédio. Seguindo a analogia, vocês defendem que o remédio sempre é melhor que a doença, e euentendo que pdoe não ser no caso concreto.

""Essa leitura não sei se há paralelo na literatura austríaca, mas no mainstream econômico é chamado de rent-seeking."

Rent-seeking (como o próprio nome diz, "busca por renda") ocorre quando empresas -- por meio do lobby, das propinas, das doações de campanha e das trocas de favores junto a políticos e burocratas -- conseguem obter do governo subsídios, reservas de mercado, crédito barato junto a bancos estatais, e tarifas protecionistas. Essa é a "renda" que eles conseguem auferir, a qual decorre de dinheiro de impostos da população.

Por outro lado, uma empresa simplesmente deixar de ser esbulhada pelo estado não configura rent seeking, por definição, pois ela não está sendo destinatária de dinheiro público. "

De fato, rent seeking não é o melhor termo para descrever a situação: uso de recursos dispendidos fora do âmbito de atuação para obter vantagem (devida ou indevida) sempre provoca distorção, pois o custo de oportunidade é se tornar mais produtivo no próprio âmbito de atividade. Isso é uma idealização de uma situação ótima, e eu nunca recriminei esse tipo de situação (em termos de julgamento de valor), mas que não é uma situação sem distorção, não é mesmo. Veja: contratar uma equipe de segurança não é atividade fim de grande parte das empresas, mas para muitas delas é uma situação necessária. Eu não recrimino a contratação, mas não deixa de ser uma distorção na prática empresarial. Entendido?


""Na medida em que os agentes econômicos obtêm vantagens requerendo ou defendendo suas isenções fiscais [...], esses agentes estão disperdiçando[sic] recursos com atividades políticas, e não sua atividade originária."

Sorry, mas aí é contradição total. Você diz que uma empresa fazer lobby para conseguir isenção significa "desperdício de recursos". Ok, mas e o ato de pagar impostos? Isso não seria desperdício de recursos? Dinheiro que poderia ir para novos investimentos, que poderia financiar a expansão da empresa e a contratação de mão-de-obra é desviado para sustentar a burocracia estatal. Isso não seria desperdício?

O que você prefere: uma empresa agitar para, em troca, não mais ser espoliada por políticos (e, logo, manter suas receitas e usá-las para expandir suas atividades), ou uma empresa que não agita mas tem de dar 40% da sua renda para políticos? Qual dessas realmente está desperdiçando dinheiro?

Por que você, em suma, pressupõe que pagar 40% de impostos é algo não-esbanjador, mas isentar-se desse esbulho configura desperdício de recursos?

Sinceramente, este argumento não faz nenhum sentido."

Novamente uma nova variação de mesma questão inicial e uma interpretação forçada a partir do que disse. O fato de uma empresa ter de agir fora de sua área de atuação para poder melhor operar em sua área de atuação é uam distorção. Não quer dizer que não exista distorções positivas, nunca disse isso. Ex: segurança já citada, marketing e propaganda, etc.

Só friso o seguinte: à medida que você gasta recursos em políticos para obter determinada isenção, seus opositores também farão a mesma coisa, e cada vez mais recursos deverão ser desviados para atingir a finalidade desejada.

Nesse sentido, a ideia é que em havendo uma institucionalidade que determine 1) redução dos custos estatais, 2) redução homogênea da tributação, é melhor que cada um lutando por sua isenção justamente por haver uma regra fixa de redução tributária. Entendo, e gostaria de ser contestado nesse ponto, que o processo ponto a ponto é mais facilmente reversível que um processo transparente e com regras fixas nesse caso específico.


""Isso se encaixa perfeitamente na definição de distorção econômica. Agentes gastando recursos (dinheiro/tempo/etc) em atividades diversas A`sua atuação. Certo?"

Completamente errado. Embora falar que incentivo fiscal gera distorção seja bem mais promissor do que dizer que gera desperdício de recursos, ainda assim o argumento é errado.

Distorção, isso sim, é pagar 40% da renda em impostos. Fazer algo para se livrar deste esbulho é um ótimo investimento, o qual permitirá, aí sim, a empresa dedicar a integralidade de seus recursos para investimentos, mão-de-obra e expansão de suas atividades.

Como disse o colega acima, dizer que uma isenção causa distorção significa, por definição, dizer que um aumento de impostos corrige a distorção. Consequentemente, significa dizer que quanto maior o confisco de riqueza da economia pelo estado, mais a economia fica estabilizada e limpa. "


Acho que já foi respondido na primeira intervenção. Distorção é, mas pode ser melhor que a tributação. Pode ser, mas eu não acredito que seja em 100% das situações. A situação que propus acredito ser a melhor. Porque a redução tributária é sustentável (decorre de redução do custeio do governo) e porque ela é imune a pressões setoriais mais facilmente reversíveis.

"Por fim, aproveito a deixa para fazer, novamente, a pergunta que já foi feita aqui quatro vezes e que, até agora, ninguém teve culhões para responder. Vejamos quem será o primeiro:

Suponhamos dois cenários tributários:

1) Embraer isenta e Vale 20%;

2) Embraer 20% e Vale 20%.

A opção 2 é a que o governo espolia o maior número de empresas possíveis. Já a opção 1 é a que o governo confisca menos riqueza da economia. Os contrários a isenções dizem que o cenário 1 causa distorções econômicas, e que o cenário 2 é que o faz a economia girar macio.

Eu fico com o cenário 1. Menos dinheiro nas mãos do estado e mais dinheiro em mãos privadas. E você?

Ou então, como disse outro lá em cima: Você defenderia isenções para a Embraer? Se não, por quê? Se sim, como isso deixaria a Bombardier? Seria injsuto?

Você defenderia isenções para a Vale? Se não, por quê? Se sim, como isso deixaria a Rio Tinto? Seria injusto?

Perguntas simples e práticas, mas que ninguém respondeu. "

Acho que essas questões são facilmente respondidas quanto colocamos os agentes na discussão. Da forma como está, são absolutos caidos do céu que não refetem a realidade. Assemelha-se àquelas discussões do tipo: se, no mundo, morressem todos mas só sobrevivesse você e sua mãe, você a comeria para propagar a espécie? É uma pergunta sem contexto e que não serve a qualquer propósito real.

Vejamos:
Nos dois cenários tributários, como foi obtida a isenção do cenário 1? Foi passando verba para o Eduardo Cunha e posteriormente descberto pela imprensa? Foi através da redução do tamanho do estado e o processo legislativo ordinário determinou favorecer aquele setor?

No primeiro caso, note que a isenção tem caráter de ilegitimidade pública, e muito provavelmente não só será facilmente revertida, como muitio provavelmente "restituída", bem como o processo de isenção tributária passará a ser vista como coisa de bandido, o que pode comprometer as futuras isenções com um processo mais legitimado.

Você ainda ficará com a opção 1 do Eduardo Cunha ou com uma versão da opção 2 em que daqui x meses consigamos a isenção de uma maneira legítimada pela sociedade, porém só de 10% com muito mais chance de ser duradoura?

Eu fico com a segunda, fácil.

A mesmíssima discursão ocorre na questão de qual índice é o melhor para avaliar a performance econômica de empresas. Mais aí seria abrir demias o debate.

Bom, agradeço se houver tréplica.





Mesmo para construir estradas socialistas, pontes socialistas, escolas socialistas, fábricas socialistas, é necessário capital, ou você vai trabalhar de graça? Os socialistas acham que sim, mas é óbvio que as pessoas não o farão por altruísmo, esperando que outra pessoa esteja lá trabalhando para produzir alimento, e que outra pessoa esteja trabalhando para produzir roupa para eu me vestir. O resultado é escravidão, caso contrário a sociedade entra em colapso.


O socialismo é a vigarisse no mais alto grau.

Só defendem essa ideologia os parasitas burocratas pertencentes à elite governante e/ou ao funcionalismo marajá e as ralés militantes subsidiadas: ong's, mov.sociais, jornalistas, professores, intelectuais de esquerda e artistas.

Não tente debater com alguém que defenda essa latrina, o que se deve fazer é impor ao farsante vigarista uma total desmoralização (se for em seu reduto melhor ainda), e a razão é simples: retórica e dialética sofistas não buscam a verdade.


O grande problema da Venezuela foi a crença nas instituições.

Enquanto os socialistas aparelhavam todo o governo, o povo ainda estava acreditando na justiça.

O maior problema foi a guerra política, enquanto o funcionalismo público estava sendo aparelhado.

Se a justiça e as forças armadas forem aparelhadas, não adianta ter 100% de apoio no congresso.

Se eu pudesse, eu já teria feito um embargo contra a China, Vietnam, Cuba e todos os paízes socialistas ou com regimes autoritários.

Não podemos pagar pelas bombas que serão jogadas sobre nós mesmos.


Precisamos retirar dos burgues aquilo que a nois pertence. Nascemos vitimas da sociedade opreçora e acreditemos que temos o direito a usufluir aquilo que foi criado com o suor dos nossos.
O socialismo é libertador e aquilo que se vê na TV e na internet é montagem. A Venezuela hoje, segundo meus camaradas, é o país mais feliz do mundo.
Vocês não passam de votadores de Temer e da turma da extrema direita.


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Ia esquecendo de mostrar mais uma aberração do besteirol marxista:

a - Marx admitia que era do direito do capitalista recuperar o capital investido sem juros.

Ou seja, se um capitalista investisse um milhão (ou 100 cj de mesa com 6 cadeiras) numa fábrica de saopatos, por exemplo, seria justo que os trabalhadores restituissem ao investidor capitalista o capital investido de um milhão ou equivalente a 1000 cj de mesa e seis cadeiras.

b - Então os operários da fábrica de calçados deveriam diluir na sua produção o valor do capital investido.

Então temos aí um problemão!
Como fariam essa diluição????

- Quantos anos estariam presentes neste cálculo, já que a construção do imóvel tem duração indeterminada e se feitas as reformas com pequenos investimentos somados ao investimento do capitalista, como poderiam calcular com PRECISÃO a parcela do capital investido???

No caso de trabaljhadores que investiram em si mesmos estudando, se capacitando e se aprimorando para reqalizar sua tarefa, como diluiriam esse investimento para soma-lo às horas gastas na produção?

Enfim, isso nem mesmo poderia ser solucionado com a ARBITRAGEM de um "tempo padrão". Um trabalhador não tem como saber por quanto tempo estará vivo ou apto a produzir.

Enfim, a tal "teoria" de Karl Marx NÃO É TEORIA ALGUMA, mas apenas UM AMONTOADO de ARBITRARIEDADES SEM PÉ NEM CABEÇA.

Marx meramente soltou DOGMAS como se fossem peidos e nada mais além de manipulação do vocabulário atyravés da entonação das novas palavras. De modo que CARETAS de INDIGNAÇÃO, expressões de horror eram SEUS ÚNICOS ARGUMENTOS a dar pretenso sentido às asneiras arbitrárias que proferia.

Somente o INTERESSE das CLASSES RECEBEDORAS de IMPOSTOS fez com que tantas asneiras fosse PROPAGANDEADAS como RACIOCÍNIOS que foram RACIOSSIMIZADOS (racioSímios) pela turba imbecilizada ae canalha.

Nada há em Marx que possa ser confundido com uma teoria, pois esta se baseia em principios axiológicos e conhecimentos já adquiridos para logicamente compor novos conhecimentos que assim se provem.

Já as asneiras marxistas eram EXCLUSIVAMENTE AFIRMAÇÕES sem qualquer lógica ou conhecimento a embasa-las. Meramente afirmações das MAIS IMBECIS que a mente humana pode conceber.


Excelente vídeo. Quem puder assista. Dr Theodore expõe de forma visceral a gênese psicológica da ideia de igualdade de oportunidade, um dos mantras socialistas hoje em dia. Sempre acreditei que o que move psicologicamente/espiritualmente o socialismo era a inveja, este vídeo reforçou minha crença.


É muito mais preocupante a crise entre o Trump e o ditador da Coréia do Norte. Reedição no século XXI do velho embate entre nazismo e comunismo. Eles deveriam parar de falar em guerra e participar de alguma competição inofensiva como por exemplo o concurso do homem mais feio do mundo. Os dois disputariam pelo primeiro lugar!


O que lavra a sua terra se fartará de pão; mas o que segue os ociosos é falto de entendimento.



a riqueza de uma nação não se faz pela extensão do território ou pelos recurso minerais mas sobretudo pelo caráter de seu povo.


A pior coisa para um socialista/fascista é ser governado por socialista/fascista que não são seus amigos. #EzeMises


Olha, acho que quando uma pessoa não quer trabalhar 16 horas por dia em um trabalho mal remunerado. Quando ela sente que está sendo "escravizada" e que sua vida está sendo roubada eu duvido muito que ela esteja se preocupando com o coletivo. Muita gente de esquerda fala que se preocupa com o coletivo, mas na verdade isso não passa de discurso bonito. É claro que a preocupação com o bem estar das outras pessoas existe, mas há, principalmente, uma vontade de ter algo melhor para a sua própria vida. Mas eles acreditam que a via para viver melhor seja o aumento do estado. Pensam que o aumento do estado significa mais liberdade. Esquerdistas também são "egoístas", mas não acreditam no caminho que vocês propõe para a satisfação desse egoísmo. Conheço alguns comunistas (sim, os loucos dizem que querem a revolução) que falam que se tivessem escolha seriam ricos! Eles só são "comunistas" porque não enxergam qualquer possibilidade de melhoria na própria vida dentro do capitalismo. E talvez seja difícil mesmo para eles. É apenas isso.
Vocês usam muitas definições, teorias, pra falar de liberdade. Vocês já se perguntaram se alguma pessoa que se diz "comunista" se sente livre e capacitada para mudar a própria vida. Para ela liberalismo não significa liberdade. Não se trata de ficar teorizando sobre o que é liberdade, mas de como as pessoas se sentem. E não é trabalhando 16 horas por dia a ganhar 200 reais por mês que as pessoas se sentirão livres.
Achei comentários de vocês no blog da Lola, (ainda tenho dúvidas se é fake!) sobre a moça reaça que processou a professora feminista. P**** Mises! Vocês foram comentar justo no post sobre uma pirralha frustrada porque o próprio casamento não deu certo e que decidiu culpar as feministas por causa disso (e também culpar o feminismo pra ganhar biscoito de homem, é claro!). Mas voltando ao assunto do comentário, vocês explicaram bem o ponto de vista dos liberais a respeito de nazismo/socialismo (ponto de vista do qual discordo), pena que os bons comentários se perderam em meio a um assunto que não valia muito pena.


Nossa... Estou morrendo de medo do governo de Maduro... Ele já está quebrado. Não vai muito longe. Ah, devo pedir desculpas. Li o texto sobre derrubar estátuas de intolerantes e não era contra a esquerda devido ao caso da Virgínia. Vocês mostraram que não são nazistas. Dá até pra perdoar o fato de vocês ficarem falando que nazismo e socialismo é a mesma coisa. Para mim nunca será a mesma coisa. Nunca. Mas, por favor, só não façam a m**** de apoiar de algum modo os neonazistas! Se não querem se engajar contra eles, ok. Mas alguém precisa se colocar ativamente contra isto. Que sejam os progressistas então. Isso sempre foi coisa da esquerda mesmo.



René disse em 2013 que o PT prefere um país que cresça 0,5 por cento em que tenha muito poder, do que crescer 5 por cento em um país em que o partido não tenha nenhum poder. Acertou na mosca! E agora, o que nos resta é entrar na guerra cultural contra a esquerda, mostrando as falhas da esquerda no poder, que são muitas! Porque não adianta explicar economia para uma massa burra como a brasileira!


Percebo que há apenas três tipos de pessoas simpatizantes ao socialismo: 1. aquelas mentalmente inaptas para tomar decisões,preferindo obedecer a ordens claras, bem como manter o status quo (esses são o que chamo de "soldadinhos de guerra"; 2. aquelas desprovidas de raciocínio lógico e que acham que todos os seres humanos são igualmente capazes e bondosos por natureza(o porquê de existir pessoas assim eu não sei) e; 3. aqueles que são sedentos por poder e conhecem significativamente a mente humana, manipulando-a a fim de saciar seus propósitos utilitaristas. Enfim, o socialismo é fruto da ignorância, preguiça e ganância, e daí,portanto, não sairá nada de bom.


O socialismo não funciona por uma única razão. Ele contraria a principal e mais marcante característica humana: não existem dois seres humanos iguais.


A maioria das pessoas em países comunistas não eram funcionários públicos por um motivo muito simples: se todos fossem funcionários públicos a economia teria falido muito rapidamente, já que não existiria quem sustentasse os funças. Até os comunistas de carteirinha perceberam isso na prática.

A maioria das pessoas comuns trabalhavam na informalidade do mercado negro (pelo menos era assim na URSS).



Esse artigo veio numa boa hora porque várias pessoas confundem os dois.

Isso sem contar com o fato que a maioria nem conhece a palavra Globalismo.



"Deus criou o gênero humano para a comunicação e a comunhão de uns com os outros, como ele, que começou a repartir do seu e a todos os homens proveu seu Logos comum, e tudo fez por todos. Logo tudo é comum, e não pretendam os ricos ter mais que os outros."
– Da homilia Quis dives salvetur? ("Que rico se salvará?"), baseada na história de Jesus e o jovem rico (Marcos 10:17-31).

"De sorte que não é rico aquele que possui e guarda mas aquele que dá; e este dar, não o possuir, faz o homem feliz. Portanto, o fruto da alma é essa prontidão em dar. Logo na alma está o ser rico." (Pedagogo 3, 6).



Não apenas o socialismo deve ser abominado mas também o estado mínimo proposto pelos liberais clássicos. Não existe essa história de opressão limitada e necessária, defendida por minarquistas sem escrúpulos. Roubo é roubo e pronto! É um absurdo o contribuinte americano ter que pagar pelos estragos do furacão Harvey enquanto seus estados tem infraestrutura defasada. A infraestrutura do Kansas por exemplo é considerada insuficiente, e certamente permanecerá assim, pois além do Harvey, o furacão Irma e muitos outros furacões vão causar prejuízos nos EUA que serão pagos por todos. Nunca vai ter dinheiro para o Michigan reconstruir sua infraestrutura obsoleta e devolver a exuberância de Detroit! E o que o Michigan ganha com isso? R:Fazer parte da porra dos EUA! E isso significa que além de pagar por desastres ocorridos em lugares distantes, eles também terão que pagar por guerras como a do Afeganistão e Iraque e gastos militares exorbitantes. Os EUA só são bons em comparação com Cuba, quando comparamos com a Islândia Medieval não passam de uma republiqueta opressora!



Eu sou alemão ocidental, mas vi como funcionava a Alemanha Oriental. O pessoal trabalhava todo igual ao funcionário público brasileiro (no sentido pejorativo!): Fazia o mínimo esforço, já que o seu salário estava garantido.

Não havia nem interesse nem iniciativa, o que, aliás, levou a grandes dificuldades para eles após a unificação das duas Alemanhas. Pois agora, quem não queria crescer dançava.


Vale lembrar que somente uma fração dos defensores do socialismo realmente acreditam nele. Os idiotas úteis acreditam naquilo que falam, não naquilo que veem. Logo, são imunes a argumentos racionais. Mesmo que argumentemos tudo isso com eles, o máximo que conseguiremos será ser chamados de "fascistas" por eles, por mais contraditório que isso possa ser.

Outra fração está em busca do poder apenas. Pouco lhes importa se o socialismo irá trazer miséria para a população. Eles não possuem a capacidade de oferecer serviços ou produtos para serem consumidos voluntariamente pela população. A única maneira que eles dispõe de obter ganhos é através da expropriação de riquezas alheias. E para tanto, estas pessoas não se importarão de convencer terceiros de uma ideia que eles mesmo sabem que não irá funcionar. Para estes, a argumentação é ainda mais inútil, pois o interesse


Você pode não convencer o marxista, mas pode convencer o cidadão comum. É neles que devemos focar, até chegar ao ponto de que o fundamentalista se verá isolado e incapaz de provocar grandes estragos.

Tenho absoluta certeza de que cada leitor deste portal possui capacidade de convencer pelo menos 5 pessoas de seu círculo social de que este sistema é um engodo.


O socialismo se contrapõe a características inatas: a competitividade, a ambição, a inovação, a criatividade, a liberdade, a livre iniciativa e o livre arbítrio.


Eu já desisti, não tem como convencer um marxista que o socialismo é um regime falido. A lavagem cerebral é muito forte. A retórica da vez é que deturparam Marx, que traíram os ideais socialistas.

Quantas "deturpações de Marx" (entre aspas mesmo) esses bitolados ainda terão que ver, quantos mais líderes "traindo os ideais socialistas" (entre aspas também) eles terão que ver para finalmente aceitar que o socialismo é um fracasso miserável?


Por definição, isenção fiscal não configura rent seeking, como explicado abaixo em outra resposta dada a você.

Rent seeking é obter renda oriunda do dinheiro alheio. No popular, é querer mamar nas tetas do governo (que usa dinheiro público). Já isenção fiscal não tem nada de mamar nas tetas de ninguém. O beneficiário de uma isenção fiscal não está mamando em ninguém. E se ele não está mamando em ninguém, o governo não está espoliando ninguém em benefício dele. E se ninguém está sendo espoliado pelo governo para sustentar tal pessoa ou empresa, então tal pessoa ou empresa não é rent-seeker.

Logo, esse seu raciocínio fica destituído de sentido.


"Veja que não se trata de vantagem justa ou injusta [...], mas sim de gerar uma institucionalidade que faz com que os agentes sejam mais dependentes do processo político para obter vantagens."

Zerar impostos (acabar com as receitas do governo) faz com que os agentes sejam mais dependentes do processo político para obter vantagens?

Se sim, então, por questão de lógica, aumentar impostos faz com que os agentes sejam menos dependentes do processo político para obter vantagens.

Faz sentido?

"Essa leitura não sei se há paralelo na literatura austríaca, mas no mainstream econômico é chamado de rent-seeking."

Rent-seeking (como o próprio nome diz, "busca por renda") ocorre quando empresas -- por meio do lobby, das propinas, das doações de campanha e das trocas de favores junto a políticos e burocratas -- conseguem obter do governo subsídios, reservas de mercado, crédito barato junto a bancos estatais, e tarifas protecionistas. Essa é a "renda" que eles conseguem auferir, a qual decorre de dinheiro de impostos da população.

Por outro lado, uma empresa simplesmente deixar de ser esbulhada pelo estado não configura rent seeking, por definição, pois ela não está sendo destinatária de dinheiro público.

"Na medida em que os agentes econômicos obtêm vantagens requerendo ou defendendo suas isenções fiscais [...], esses agentes estão disperdiçando[sic] recursos com atividades políticas, e não sua atividade originária."

Sorry, mas aí é contradição total. Você diz que uma empresa fazer lobby para conseguir isenção significa "desperdício de recursos". Ok, mas e o ato de pagar impostos? Isso não seria desperdício de recursos? Dinheiro que poderia ir para novos investimentos, que poderia financiar a expansão da empresa e a contratação de mão-de-obra é desviado para sustentar a burocracia estatal. Isso não seria desperdício?

O que você prefere: uma empresa agitar para, em troca, não mais ser espoliada por políticos (e, logo, manter suas receitas e usá-las para expandir suas atividades), ou uma empresa que não agita mas tem de dar 40% da sua renda para políticos? Qual dessas realmente está desperdiçando dinheiro?

Por que você, em suma, pressupõe que pagar 40% de impostos é algo não-esbanjador, mas isentar-se desse esbulho configura desperdício de recursos?

Sinceramente, este argumento não faz nenhum sentido.

"Isso se encaixa perfeitamente na definição de distorção econômica. Agentes gastando recursos (dinheiro/tempo/etc) em atividades diversas A`sua atuação. Certo?"

Completamente errado. Embora falar que incentivo fiscal gera distorção seja bem mais promissor do que dizer que gera desperdício de recursos, ainda assim o argumento é errado.

Distorção, isso sim, é pagar 40% da renda em impostos. Fazer algo para se livrar deste esbulho é um ótimo investimento, o qual permitirá, aí sim, a empresa dedicar a integralidade de seus recursos para investimentos, mão-de-obra e expansão de suas atividades.

Como disse o colega acima, dizer que uma isenção causa distorção significa, por definição, dizer que um aumento de impostos corrige a distorção. Consequentemente, significa dizer que quanto maior o confisco de riqueza da economia pelo estado, mais a economia fica estabilizada e limpa.

Por fim, aproveito a deixa para fazer, novamente, a pergunta que já foi feita aqui quatro vezes e que, até agora, ninguém teve culhões para responder. Vejamos quem será o primeiro:

Suponhamos dois cenários tributários:

1) Embraer isenta e Vale 20%;

2) Embraer 20% e Vale 20%.

A opção 2 é a que o governo espolia o maior número de empresas possíveis. Já a opção 1 é a que o governo confisca menos riqueza da economia. Os contrários a isenções dizem que o cenário 1 causa distorções econômicas, e que o cenário 2 é que o faz a economia girar macio.

Eu fico com o cenário 1. Menos dinheiro nas mãos do estado e mais dinheiro em mãos privadas. E você?

Ou então, como disse outro lá em cima: Você defenderia isenções para a Embraer? Se não, por quê? Se sim, como isso deixaria a Bombardier? Seria injsuto?

Você defenderia isenções para a Vale? Se não, por quê? Se sim, como isso deixaria a Rio Tinto? Seria injusto?

Perguntas simples e práticas, mas que ninguém respondeu.


Afrânio e Raphael Leme, acredito que os 2 estão na mesma linha de raciocínio, que pode ser sintetizada pelo trecho do afrânio:
"Aí lascou. Dado que uma isenção, ou mesmo uma redução pontual de impostos, sempre será feita exclusivamente por políticos (a menos que você saiba de alguma mágica), então ela inevitavelmente sempre será "discricionária" e "subjetiva". Logo, ela sempre gerará "distorções".
Consequentemente, para evitar tudo isso, a única solução será jamais fazer qualquer redução de impostos."

Acho que faltou imaginação aí. A redução de impostos de impostos que melhoraria a performance econômica é aquela que minimizasse a ação de rent-seeking, ou seja, aquela que faria com que menos recursos ecassos sejam gastos ao tentar conseguir ou defender uma isenção tributária. A maneira correta, segundo essa visã oque concordo, seria reduzir primeiro onde o imposto é muito alto, e depois de igualar todos eles a um mesmo patamar, digamos 20%, a partir daí ir reduzindo todos os setores simultaneamente.

Se essa postura for adotada com vontade de ferro, isso teria o benefício de reduzir com que agentes individuais buscassem procurar gastar recursos tentando mudar a política. Ainda assim, sabemso que nunca eliminaria completamente o problema, pois sempre tem um político papai noel para prometer algo (só que imoral).


Esse foi o primeiro texto do mises.org que discordo da tese central.
O título é este: Isenções fiscais são o oposto de subsídios e não geram distorções
Uma frase emblemática do texto é: "Em outras palavras, isenções não criam vantagens injustas: são os impostos que criam desvantagens injustas."

Veja que não se trata de vantagem justa ou injusta (que na maioria esmagadora das vezes é benéfica), mas sim de gerar uma institucionalidade que faz com que os agentes sejam mais dependentes do processo político para obter vantagens. Essa leitura não sei se há paralelo na literatura austríaca, mas no mainstream econômico é chamado de rent-seeking.

Na medida em que os agentes econômicos obtêm vantagens requerendo ou defendendo suas isenções fiscais (justas - concedidas à iniciativa privada, ou injustas - isenção para os cargos comissionados do governo), esses agentes estão disperdiçando recursos com atividades políticas, e não sua atividade originária. Isso se encaixa perfeitamente na definição de distorção econômica. Agentes gastando recursos (dinheiro/tempo/etc) em atividades diversas A`sua atuação.

Certo?

Gostaria de ver alguma educada contestação.

Obrigado.



Antes de Ludwig von Mises expor o problema do cálculo econômico no socialismo, em seu celebrado artigo publicado em 1920, socialistas e não-socialistas já haviam percebido que o socialismo sofria de um grave problema de incentivos.

Se, por exemplo, todos os indivíduos em um sistema socialista fossem receber uma mesma renda — ou, em sua variante, se todos fossem produzir "de acordo com suas capacidades", mas recebessem "de acordo com suas necessidades" —, então, parodiando aquela famosa pergunta: quem, no socialismo, fará o trabalho de recolher o lixo? Ou seja, qual será o incentivo para se efetuar os trabalhos sujos? Mais ainda, quem fará esses trabalhos? Ainda pior: qual será o incentivo para se trabalhar duro e ser produtivo em qualquer emprego?

No entanto, a singularidade e a crucial importância do desafio de Mises ao socialismo é que seu argumento estava totalmente dissociado desse problema do incentivo. Mises, com efeito, disse: muito bem, vamos supor que os socialistas tenham sido capazes de criar um poderoso exército de cidadãos genuinamente ávidos para seguir todas as ordens de seus mestres, os planejadores socialistas.

Fica a pergunta: o que exatamente esses planejadores mandariam esse exército fazer? Como eles saberiam quais produtos seus escravos deveriam produzir? Em qual etapa da cadeia produtiva cada exército deveria trabalhar? Quanto de cada produto deve ser produzido em cada etapa da cadeia de produção? Quais técnicas ou quais matérias-primas devem ser utilizadas na produção como um todo? Qual a quantidade de matérias-primas a ser utilizada? Onde especificamente fazer toda essa produção? Como eles saberiam seus custos operacionais ou qual processo de produção é mais eficiente?

Mises demonstrou que, em qualquer arranjo econômico que seja mais complexo do que o exemplo de Robinson Crusoé sozinho em uma ilha, o comitê de planejadores socialistas simplesmente não teria como saber o que fazer. E nem como responder a essas perguntas vitais.

Ao explicitar esse poderoso conceito do cálculo econômico, Mises demonstrou que o comitê de planejamento central não tinha como responder a essas perguntas porque o socialismo não dispõe daquela indispensável ferramenta que só existe em uma economia de mercado, e a qual empreendedores utilizam para fazer cálculos e estimativas: existência de preços livremente definidos no mercado.

Sob o socialismo, os meios de produção (fábricas, máquinas e ferramentas) não possuem proprietários definidos (eles pertencem ao estado). Se os meios de produção pertencem exclusivamente ao estado, não há um genuíno mercado entre eles. Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços. E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica, o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.

Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens de capital para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa possível.

Dado que a própria essência do socialismo é propriedade coletiva dos meios de produção, e dado que tal arranjo não permite o surgimento de preços de mercado, e dado que sem preços não há o mecanismo de lucros e prejuízos, que é o que traz racionalidade para qualquer processo produtivo, o comitê de planejamento central não seria capaz nem de planejar nem de tomar qualquer tipo de decisão econômica racional.

Suas decisões necessariamente teriam de ser completamente arbitrárias e caóticas. Consequentemente, a existência de uma economia socialista planejada é literalmente "impossível" (para utilizar um termo que foi muito ridicularizado pelos críticos de Mises).


É preciso lembrar também que os regimes comunistas são uma "ditadura perfeita", pois o Estado ocupa todos os espaços e remove qualquer possibilidade dos cidadãos se manifestarem. Você conseguiria rebelar-se contra alguém que é, ao mesmo tempo, o seu governante, o seu patrão, o seu locador, o dono da escola onde seu filho estuda e o proprietário do jornal que você lê?

Por conseguinte, apenas o colapso causado pela falência absoluta da economia pode derrubar os regimes comunistas. Governos comunistas não são derrubados, desabam feito prédio condenado.


Dizer que uma isenção causa distorção significa, por definição, dizer que um aumento de impostos corrige distorção. Consequentemente, significa dizer que quanto maior o confisco de riqueza da economia pelo estado, mais a economia fica estabilizada e limpa.

O erro do raciocínio está exatamente no fato de que a distorção não é causada pela isenção, mas sim pelo imposto remanescente. E quanto mais este imposto remanescente for reduzido, menos distorcida ficará a economia.


Muito pelo contrário, como chegaremos a era da colonização espacial se o capital humano, a oferta de mentes pensantes e inovadoras estará em declínio? A inteligência artificial ainda não atingiu o ponto da auto suficiencia para criar tudo sozinha, ainda precisa de mentes humanas criando, programando, fabricando...


"Uma vez que isenções estão a cargo da discricionariedade subjetiva de políticos e burocratas, tais intervenções geram uma distorção que se reverberam em concorrentes de menor porte que pouco ou nada a tem para barganhar."

Aí lascou. Dado que uma isenção, ou mesmo uma redução pontual de impostos, sempre será feita exclusivamente por políticos (a menos que você saiba de alguma mágica), então ela inevitavelmente sempre será "discricionária" e "subjetiva". Logo, ela sempre gerará "distorções".

Consequentemente, para evitar tudo isso, a única solução será jamais fazer qualquer redução de impostos.

Isso é música para o ouvido de políticos.

Aliás, uma pergunta: e se a isenção fosse para empresas pequenas que estão concorrendo com as grandes? Isso seria distorcivo? Você apoiaria? Sim, não, por quê?

"Desta forma, um capitalismo de compadrio é feito, não com subsídios, mas com isenções."

Capitalismo de compadrio é o estado espoliar uma empresa para repassar a outra empresa. Capitalismo de compadrio, por definição, envolve subsídios e reservas de mercado. Não envolve isenções. Capitalismo de compadrio é a presença do estado (subsídios) e não a ausência do estado (isenção).

"Tal intervenção leva há[sic] uma concentração de mercado, dificultando ainda mais o acesso ou a manutenção de pequenas e médias empresas."

Mas e se a isenção (que, por definição, significa ausência de intervenção, a menos que vivamos sob uma novilíngua) for para as pequenas e médias empresas? Você defenderia?

Se sim, você é incoerente: afinal, você estaria defendendo uma "intervenção" que se norteia exclusivamente pelo tamanho da folha de pagamento da empresa.

Se não, você simplesmente é contra toda e qualquer redução de impostos. Música para os políticos.

"Em Mato Grosso existe o PRODEIC, programa que faz algo nesse sentido, isenta algumas empresas em detrimento de outras (do mesmo ramo) sobre[sic] o critério subjetivo e oportunistas de burocratas e políticos, o que, inerentemente, descambou para suborno e pagamento de propina, o que claro além de favorecer aos próprios burocratas e políticos e os empresários envolvidos, servia também como um sistema de financiamento de campanha.
g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2015/09/decisao-aponta-ex-governador-de-mt-como-chefe-de-organizacao-criminosa.html"


Eis alguns trechos da reportagem:

"Segundo as investigações, um empresário que obteve o benefício em 2011 passou a ser assediado para pagar dívidas de campanha do ex-governador, no valor total de R$ 2 milhões, para que não perdesse sua inclusão no Prodeic"

"o intuito de se conceder incentivo fiscal ao empresário sem obedecer os critérios corretos era de mantê-lo forçadamente atrelado ao grupo, que passaria a lhe cobrar propina mensalmente sob ameaça."

"No processo de requerimento de enquadramento no Prodeic foram constatadas várias irregularidades, propositalmente assim mantidas pela organização criminosa, para obrigar o empresário a se manter vinculado aos pagamentos mensais."

Ou seja, segundo a própria reportagem que você linkou, o beneficiado se estrepou por completo, se tornando refém de políticos. Você deveria ter adorado isso.

De resto, até onde se sabe, este empresário gastou dinheiro próprio. Ele não confiscou dinheiro de ninguém e nem ganhou dinheiro de ninguém. Dado que ele não recebeu subsídio, mas sim isenção, nenhum centavo de dinheiro público foi direcionado a seus cofres.

No fundo, ele simplesmente pagou um arrego para não ser extorquido mensalmente (em impostos) e, no final, se estrepou, pois o arrego continuou sendo cobrado.

Mas o interessante é a hipocrisia do povo: se quem fizesse isso fosse o comerciante de uma favela em relação à milícia local -- ou seja, ele paga à milícia para não mais ser extorquido -- ninguém acharia ruim, mesmo sabendo que, ao agir assim, ele obteria uma "vantagem comparativa" em relação aos outros comerciantes favela.

Dois pesos e duas medidas.


O socialismo, na prática, nada mais é do que uma ditadura. Não há igualdade em lugar nenhum, aliás, se há, é por baixo, todos na miséria...


Uma vez que isenções estão a cargo da discricionariedade subjetiva de políticos e burocratas, tais intervenções geram uma distorção que se reverberam em concorrentes de menor porte que pouco ou nada a tem para barganhar. Desta forma, um capitalismo de compadrio é feito, não com subsídios, mas com isenções. Tal intervenção leva há uma concentração de mercado, dificultando ainda mais o acesso ou a manutenção de pequenas e médias empresas. Em Mato Grosso existe o PRODEIC, programa que faz algo nesse sentido, isenta algumas empresas em detrimento de outras (do mesmo ramo) sobre o critério subjetivo e oportunistas de burocratas e políticos, o que, inerentemente, descambou para suborno e pagamento de propina, o que claro além de favorecer aos próprios burocratas e políticos e os empresários envolvidos, servia também como um sistema de financiamento de campanha.

g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2015/09/decisao-aponta-ex-governador-de-mt-como-chefe-de-organizacao-criminosa.html



Essa "mais valia" é mera deformação da linguagem, pois é meramente uma referência ao LUCRO, quando este EXISTE e nem sempre isso acontece. Deixando a imbecilidade marxista em um enrosco danado. marx amontoou mbecilidades facilmente assim demonstraveis como uma delas abaixo exposta.

Vejamos:
...um marceneiro que produz cadeiras e ao fim de alguns anos conseguiu acumular 2000 cadeiras. Esse é seu capital acumulado. Ele não teve um único empreagado ou colaborador. Ele cortou a madeira e criou as cadeiras.

O valor destas cadeiras foi suficiente para ele construir um imóvel e nele criar uma padaria.
- Contratou padeiros e ajudantes.

Segundo Marx, é do direito desse marceneiro receber o capital investido sem juros.

Ocorre que, por má capacidade para empresário, o ex marceneiro escolheu mal a localização de seu empreendimento ou não avaliou bem a demanda e então não consegue o suficiente sequer para obter seu investimento de volta.

- Ou seja, neste caso houve uma "MENOS VALIA" que os assalariados roubaram (expropriaram) do empreendedor?

- Bem, não disse o profeta Marx que o valor dos bens é o tempo gasto para produzi-los? ...e depois logo mudou para um "tempo padrão", mas quem estabeleceria esse tempo para inúmeros produtos possiveis em infinitos modelos????

No caso de uma FALÊNCIA onde o investidor não consegue recuperar nem o capital investido e muito menos ter LUCRO, como fica o marxismo nessa situação????

Trata-se do TRABALHO INTELECTUAL do EMPREENDEDOR e NÃO APENAS de SEU CAPITAL a garantia de LUCRO.

Assim, a remuneração, em muitos casos, não é ao CAPITAL INVESTIDO, MAS AO CAPITAL INTELECTUAL ou IDÉIA ou capacidade de PREVISÃO do empreendedor.

A teoria de Marx é uma IDIOTICE SEM PÉ NEM CABEÇA. Meramente um JOGO de PALAVRAS sem sentido, um EMBUSTE.


O "grande gênio" Olavo de Carvalho consegue confundir Globalismo com Globalização...


Se você abrir um centro espírita ou um terreiro umbanda, ficará isento da mesma forma (eu acho). As bancadas evangélica e católica estão lá para militar sobre a influência de leis com bases religiosas, conservadores e receber subsídios. Como receber dinheiro público para eventos religiosos, combate ao aborto, ao casamento e adoção de casal gay e combater à liberação das drogas.
Tirando o aborto que não é um consenso liberal/libertário, todas as militâncias religiosas são ruins se você for um libertário, mesmo que culturalmente conservador.


Escravidão é viver no capitalismo, onde eu posso viajar e comprar o que eu quiser desde que eu tenha dinheiro para tal.

Liberdade é viver em um regime autoritário de coletivismo e mutualismo, onde eu sou obrigado a trabalhar pelo bem da sociedade.

Eis o pensamento socialista in a nutshell.


Nem existirá igualdade nunca, as pessoas naturalmente buscam se destacar, ser melhor do que os outros em determinadas coisas, as pessoas buscam por si mesmas a desigualdade. Pergunte para qualquer um se ele gostaria de ser o mais rico da atualidade ou empatar com o atual, nunca responderam a mim o empatar, ou seja, é obvio que não dará certo o socialismo, já que para alguém fazer algo é necessário motivação, e isto vai além de sobreviver, é viver, é prosperar.



caro Pensador,
concordo com qse tudo que escreveu, menso que o Socialismo seja uma idéia linda. NÃO É!!!

Trata-se apenas de propaganda e nada mais. Uma propaganda moral ou, melhor dizendo, uma moral propagandeada como ideal e alegada como ideal universal: UM DOGMA! ...que como tal não deve ser debatido se é ou não universalmente um ideal para todos.

A UTOPIA de Thomas More foi propagandeada como algo IDEAL. Porém, basta ler para perceber que seria um lixo, embora o autor até tentasse uns arroubos de justiça como tornar as fazendas transitórias em seu uso. Afinal, não existem DOIS LOTES ABSOLUTAMENTE IGUAIS (essa é de NIETZSCHE).
Na Utopia de More havia ESCRAVIDÃO, MUTILAÇÃO de escravos e presos, proibição da LIVRE EXPRESSÃO.

Esta é a bem dita Utopia de T. More. Certamente não é um ideal universal.
Para se IMPOR ALGO, SEMPRE deverá existir alguém ou um grupo que comandará a FORÇA DETRUTIVA para AMEAÇAR com MAL AINDA MAIOR aos pretensos DESOBEDIENTES.

Socialismo é apenas uma palavra besta e sem significado preciso, um MITO.

Esse MITO então passa a justificar a gigantesca difereça de uns em nome da igualdade dos outros

IDEOLOGIAS, todas elas, SÃO APENAS pretensas justificativas para o PODER de uma classe hierarquizada, onde os membros da classe exploram as demais classes.

Eis aí a real LUTA de CLASSES:

CLASSES RECEBEDORAS de IMPOSTOS x CLASSES PAGADORAS de IMPOSTOS



O deus Socialista é o ESTADO!

Vejamos:

- Um deus é um ser fantástico a quem se faz pedidos de justiça, de concessões, de saúde, de emprego e ETC..
...Ao Estado se pede estas coisas e tal e qual ao s deuses imagina-se pagar com adoração, orações, sacrifícios e SUBMISSÃO.

- Um deus é um ser fantástico ao qual se deve adoração e REVERÊNCIA que são ostentadas em cultos/RITUAIS, a quem dedicamos ORAÇÕES ou HINOS de louvor. Representa-se o deus com imagens-SÍMBOLOS mesmo quando o deus não possui face.
...Ao Estado os patriotas devem se sacrificar (rima com idiotas, sobretudo qdo morrem nas guerras para o luxo de seus líderes que não vão às batalhas em campo).
...Há BANDEIRAS e BRASÕES que simbolizam o Estado e a estes, PERANTE estes SIMBOLOS "divinos" dedicamos HINOS de louvor, como se orações. Há REVERÊNCIA na forma de POSIÇÃO de SENTIDO e de CONTINÊNCIA em vez do CURVAR-SE ou FAZER o SINAL da CRUZ. Cantamos HINOS ou ORAÇÕES e sempre acreditamos que os deuses é que nos PROTEGERÃO dos MALES.

O Estado é ou não é um MITO DIVINO???? ...só uma modernização mais palatável de um MITO que justifique o PODER de uma HIERARQUIA INTERMEDIADORA, NOVOS SACERDÓCIOS DESTITUÍDOS de INTERESSE PRÓPRIO e VOLTADOS para a adoração à ENTIDADE MÍSTICA com ABSOLUTO DIREITO SOBRE os humanos.

Pense bem se não é assim! ...Nada se julga com base na idéia de justiça, mas com base em ALEGADOS OBJETIVOS SUPREMOS ou FINS REDENTORES que a tudo justificam se em seu nome praticado.



Show de video!!!

Há algo que já não mais preocupa quase ninguém, sejam socialistas ou conservadores.

Esse "algo" é a idéia de JUSTIÇA.

Não se ouve ou vê quem quer que seja questionar: "ISSO É JUSTO?"

Os debates e proposições são sempre de caráter positivo ou no sentido de AGIR para IMPOR o "BEM COMUM" e Não no sentido de AGIR para IMPEDIR o MAL INDIVIDUAL.

A ausência do MAL é em si o BEM. Portanto se a ninguém for imposto qualquer mal, TODOS estarão bem.

A questão é que o "BEM" é julgado SUBJETIVAMENTE e o "meu bem" eu considero como o "bem geral". Ou seja aquilo que subjetivamente considero bom, tendo a considerar bom para todos. Porém nem todos percebem o mundo como eu e aquilo que para mim é bom, para outros pode ser mau.

Porém somente o próprio indivíduo pode dizer o que é mau ou bom para si. Ou seja, BEM e MAL é sempre algo SUBJETIVO. Logo, a pretensão de fazer um pequeno mal em nome do bem pode revelar-se a ambição de apenas generalizar o mal para o próprio bem.

Um masoquista ou um sádico têm opiniões diferentes das pessoas naturais. Diogo naturais porque o prazer da dor não é natural. Já que esta existe para que o indivíduo fuja da dor e assim se PRESERVE. O prazer da dor é algo autodestrutivo e ANTINATURAL.

Não é possível haver IGUALDADE nem de oportunidade, que dirá uma igualdade material. A ínica igualdade possível é de IGUALDADE de TRATAMENTO ou RECIPROCIDADE.

RECIPROCIDADE é EXATAMENTE a idéia de JUSTIÇA.

Não se há que tentar impor a castidade, a hegemonia hierarquizada da familia, a fé, a crença, a heterosexualidade ou a homosexualidade, a prosperidade, a cultura ou lá o que se ACHAR BOM, mas apenas deixar os indivíduos LIVRES para tentarem conquistar a vida que acharem mais desejável. Certamente uns alcançarão, outros chegarão perto e outros se distanciarão dos seus ideais ou mesmo mudarão suas IDEALIZAÇÕES sobre o que seria seu ideal.

Se todos desejarem morar, habitar, o MESMO PONTO DA PRAIA ou da MONTANHA, será impossível que tal igualdade se realize. Assim todos os discriminados pleitearão uma igualdade impossível, mas os espertalhões habitarão os melhores pontos das prais e das montanhas em nome da luta que empreenderão em sua alegada busca da igualdade.




Como já descrito no comentário, não possuem neurônios para absorver este texto, e é capaz de eu tomar um processo trabalhista por assédio. E estou bastante feliz com minha própria experiência de engenharia social, choram pedindo aumento para pagar as prestações, os que se rebelam tentam ir para outra empresa e seus novos empregadores ligam pedindo referência as quais eu dou as piores possíveis, e acabam pedindo penico aqui mais uma vez, não tenho compaixão com socialistas, eles não têm compaixão com empresários.


Estou com um profundo ódio do meu professor que, era para ser de administração, mas basicamente só quer pregar o marxismo e outras bobagens.

Um canalha que no mínimo merece ser processado por fraude. Ele é o típico perfil de quem defende uma ideologia como essa: um fracassado vagabundo que nunca se deu bem no mercado ("estudou" eCUnomia na URSS), então ele decide entrar num cargo estatal por concurso, mamar pelo tempo que quiser e falar mal do mercado que o sustenta, além de achar que os outros são obrigados à se sacrificarem por eles.

Fala tanto de escravidão de salários, do capital e afins e que nas sociedades indígenas eles são mais avançados por não possuírem propriedade privada, quero ver se ele tem coragem de ir pessoalmente passar a vida toda morando em uma tribo qualquer e, claro, coletivizar e socializar seus bens e sua esposa.

É até surpreendente de um sujeito que cita Adam Smith e David Ricardo...

E isso num curso de gestão empresarial de uma FATEC. Não consigo imaginar como é numa universidade federal em um curso de ciências humanas e sociais.

Meu conselho: se tiver oportunidade, fuja do ensino superior controlado pelo MEC (principalmente se for uma área com pouca regulação estatal como tecnologia da informação). Mesmo que você seja libertário, essas infecções coletivistas e marxistas podem fazer mal para a sua saúde.


Ué, por que então você pelo menos não repassa esse texto para os "muitos jovens do quadro" da sua empresa, "quase todos autodeclarados socialistas"?

Garanto que não seria "oração para convertidos".



Caro Erivelton:

"Aí você já entrou para o terreno da adivinhação. Como você sabe que eles queriam isso?"

Tem razão: só porque o BLM e o Antifa foram lá mascarados e portando tacos de beisebol e outros objetos típicos de manifestações violentas, só porque eles bradam com todas as letras que vão agredir e querem mortes, só porque esses grupos foram criados com o propósito explícito de suprimir violentamente todo mundo que discorde deles e têm um histórico de violência (inclusive com armas de fogo) cumprindo essa meta, isso não quer dizer que desta vez tenham ido lá para brigar.


"o que há de errado em reagir contra um grupo que marcha pedindo seu extermínio? "

Depende do que se quer dizer com "reagir".

E por que as pessoas em geral não podem protestar contra o BLM, o Antifa, o politicamente correto e outros movimentos de esquerda que querem o nosso extermínio ou servidão? Todo mundo que discorda da esquerda é neonazista?

Os "neonazistas" eram apenas uma minoria das pessoas que foram lá protestar pacificamente contra a remoção da estátua.


"você é livre para dar opiniões sem ser agredido. Mas a partir do momento que você explicitamente ameaça outra pessoa de morte, essa outra pessoa está totalmente correta em reagir"

Pois, é:

1º - um grupo heterogêneo de pessoas quis se reunir para fazer um protesto pacífico emitindo uma opinião (eram contra a remoção da estátua e a tentativa de apagar registros históricos sovieticamente);

2º - daí outro grupo (composto de BLM e Antifas) foi no mesmo lugar e horário, não para protestar a favor da remoção da estátua, mas para suprimir violentamente a livre expressão de ideias das quais eles discordam.

3° - então a esquerda diz que todos contra a remoção eram "neonazistas" e chama o BLM e o Antifa de "antirracistas"

E depois pessoas que acreditam ser liberais defendem o BLM e o Antifa, repetindo a propaganda esquerdista travestida de notícia da mídia fake news.


"dizer que eles fazem marchas "pedindo a morte de grupos étnicos" é uma inverdade. O BLM faz protesto contra policiais. Mas eles não pregam o genocídio de uma raça."

Claro que eles não usam esse vocabulário rebuscado e nem sempre são explícitos. Mas eles bradam a morte ou supressão de pessoas brancas e pregam o ódio aos brancos. Basta uma simples boa pesquisa para constatar isso.

Aliás, no final do primeiro vídeo do Leandro Ruschel ele mostra uma foto do BLM neste protesto de um cartaz com um punho desenhado, símbolo do comunismo (ideologia que matou entre 100 a 200 milhões de pessoas no século 20 e considera isso normal, aceitável e até desejável) e a frase "Destruam todos os monstros".

O que você entende dessa frase? Dicas: Para a extrema esquerda, "monstros" são todas as vidas humanas que obstruem o caminho para a revolução em busca da utopia socialista. E "destruir" significa literalmente "destruir".


"Mas não vou me aliar a neonazistas para isso. O inimigo do meu inimigo não é meu amigo."

E quem falou de se "aliar a neonazistas"?

Estou falando de não ser "ingênuo útil" fazendo o jogo da esquerda!

A grande maioria das pessoas que foram lá protestar pacificamente contra a remoção da estátua não era "neonazistas". Os "neonazistas" eram apenas uma minoria.

Todo mundo que discorda do BLM, do Antifa e dos movimentos e pautas da esquerda em geral é neonazista? É isso que os manipuladores da mídia querem que acreditemos. É uma forma de suprimir toda liberdade e pensamento divergente sub os aplausos da população. Não tardará o dia em que os próprios Institutos Mises (americano, brasileiro e outros) serem taxados de "grupos de ódio", "fascistas" e até de "neonazistas".


"no dia em que começarem a fazer marchas pedindo explicitamente a morte de terceiros, aí serei o primeiro a aplaudir quem descer o cacete neles. Idem para o dia em que começaram a agredir pessoas a esmo e gratuitamente. "

O BLM e o Antifa já fazem isso. Mas talvez ainda não tenham feito o suficiente para você.


"Como -- por favor, me diga -- esse comportamento valida a existência de neonazistas? ... Por que, em suma, a existência do BLM torna proibida a crítica à ideologia neonazista?"

O que estou dizendo é exatamente o oposto disso.

Primeiro, os neonazistas são uma parcela ínfima daqueles que se opõem ao BLM, ao Antifa e a outros movimentos e pautas da esquerda. Mas a mídia esquerdista propagandeia que TODOS são "neonazistas". Espero que se dê conta dessa mentira antes que chegue a nossa vez de sermos rotulados de "neonazistas".

Segundo, não estou defendendo os neonazistas nem dizendo que eles não devem ser criticados. Estou questionando o motivo de por que somente eles são criticados.

Aparentemente, você ainda acredita em algum nível subconsciente que em toda interação entre pessoas ou grupos sempre existe um "lado opressor" totalmente mau e um "lado oprimido" totalmente bom, sem variações individuais; e que a solução mágica dos problemas é os "oprimidos" se revoltarem contra os "opressores".


"Perceba que todas as críticas ao artigo acima se resumem exatamente isso: "ai, o autor não pode criticar a ideologia neonazista sem também criticar o Black Lives Matter, que é tão perigoso quanto!". "

Nem todas, mas esta é uma das principais. Recitando-a você demonstra que entendeu, mas não compreendeu. Omitir informações-chave, exagerar ou atenuar outras e inverter os fatos são formas sofisticadas de mentir. E você caiu na narrativa.


"Só uma dica: o BLM é formado majoritariamente por estudantes progressistas e delicados, feministas e gayzistas, os quais não têm coragem de portar nem uma pistola. O máximo que eles podem fazer é dar um beliscão. Dê um espirro e todos eles saem correndo "em desabalada carreira". "

Isso, subestime o inimigo. Sun Tzu tem más notícias para você.

Você acredita mesmo que essa descrição se aplica a todos os esquerdistas? Não existem variações individuais? Aparentemente você enxerga apenas estereótipos grupais e não indivíduos únicos e diferentes que se unem.

E mesmo que esse estereótipo se aplicasse 100% a todos os esquerdistas:




"Você tem de provar que os antifas e BLM já haviam marcado uma marcha para ali antes dos neonazistas. E que então os neonazistas marcaram a sua marcha apenas depois que souberam que os BLM estariam lá, de modo que isso incitou BLMs a reagiram violentamente contra esses "penetras", impondo "o seu próprio racismo e autoritarismo via violência"."

E por que eu tenho que provar isso se o que estou dizendo é praticamente o oposto? Eu digo várias vezes que o círculo é branco e daí você diz que eu tenho que provar que o quadrado é preto?

Repetindo: a grande maioria das pessoas que foram lá protestar pacificamente contra a remoção da estátua não era "neonazistas". Os "neonazistas" eram apenas uma minoria. Enquanto você chamar a todos de "neonazistas" estará demonstrando que sua percepção foi manipulada.

O protesto pacífico contra a remoção da estátua foi marcado antes; então depois o BLM e o Antifa marcaram um antiprotesto ou contraprotesto, não para protestar a favor da remoção da estátua, mas para suprimir violentamente o protesto contra a remoção dela. O prefeito democrata induziu a situação.

O Antifa em especial é um grupo formado especificamente para suprimir manifestações que divergem do esquerdismo, como palestras, eventos e protestos.

Por definição, um "antiprotesto" ou "contraprotesto" é marcado depois do protesto ao qual se quer contrapor. Preciso explicar? E os fatos mostram que foi isso que ocorreu.


"Isso foi tão torpe, baixo e infantil, que é preferível apenas ignorar, para não ferir a decência. "

Lembrei-me do Kiko dizendo ao professor Girafales que a pergunta era tão fácil que ele não ia responder...


"De novo?! "

Sim.


"Não via contradição nenhuma ali, sinceramente. Mas vi calúnia de sua parte. O Antonio em momento algum defendeu o BLM. Apenas disse -- e, a meu ver, corretamente -- que se um grupo X ameaça de morte o grupo Y, então o grupo Y está mais do que correto em contra-reagir. Seria covardia se não o fizesse.
"


E eu em nenhum momento defendi os neonazistas. Os "neonazistas" eram apenas uma minoria das pessoas que foram lá protestar pacificamente contra a remoção da estátua.

E se o grupo Y ameaça de morte o grupo X, então o grupo X está mais do que errado em contrarreagir? Se você só condena as ameaças de X e omite as de Y, é isso que você está subentendendo (deixando implícito), querendo ou não.


"Vi os vídeos do Ruschel e não há absolutamente nada ali que comprove suas afirmações"

Mas o que as reportagens da Globo, da Folha, da CNN e do NYT dizem você aceita automaticamente e defende com veemência, sem verificar nem o que a mídia tradicional diz nem o que a mídia alternativa contrapõe.


"Você disse que aqueles que estavam em Charlotesville e combateram os BLMs estão sendo "indiscriminadamente" chamados de supremacistas. Isso não pode ser sério. Os próprios caras se definem assim"

Eu disse que não havia supremacistas ou neonazistas entre eles? Um grande grupo de pessoas reunidas para um protesto não pode ser heterogêneo e composto de vários subgrupos de pessoas que foram lá por uma mesma e única pontualidade?


* * *


Eu pegaria sua frase para postar no Facebook, se eu tivesse uma conta.


O socialismo é uma ideia linda no papel,mas na prática não funciona,pois ninguém quer ser escravo do outro e um sistema econômico que prega o paraíso na terra onde tudo é produzido para ser dividido sem cobranças está fadado ao fracasso.

Um sistema que para ser implantado precisa de um comitê organizador que dá ordens para os demais está fadado ao fracasso e com o tempo todos percebem que estão sendo escravizados por esta cúpula e nem com arsenais atômicos iguais ao da ex-União Soviética serão capazes de segurar a fúria da massa revoltada e desmotivada para o trabalho comunitário,enfim só a liberdade e a livre-negociação produzem resultados auspiciosos e sustentáveis no tempo e no espaço,capitalismo é o nome que se deu a este processo de produção e ideias,mas muito além de ideologia o capitalismo é ação humana em seu estado mais avançado...

Socialismo,uma ideia que já deveria estar enterrada nos porões da história,mas que infelizmente suas viúvas os pensadores(intelectuais) parasitas vivem querendo ressuscitar,mas estaremos alertas para exorcizar-mos esse demônio da história


Socialismo é uma religião sem Deus, maligna e assassina, travestida de sistema político e econômico, só isso.


Há quase 100 anos atrás, o escritor português Fernando Pessoa (1888 – 1935) escreveu: "O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós." > conservadores.com.br/o-anticomunismo-de-fernando-pessoa/

"Eu me pergunto sempre: "Quais são as pessoas que curtem a esquerda e, em espécie, o comunismo?" Geralmente os fracassados, aqueles que nunca iriam conseguir chegar onde sonhavam sem a ajuda de uma corrente política que precisa de acólitos." > minutoprodutivo.com/internacional/entrevista-medico-romeno-conta-como-era-viver-num-pais-socialista

"Porém o suprassumo da cretinice é contestar a fidelidade de Lula ao comunismo mediante a alegação de que é um larápio, um corrupto. Qual grande líder comunista não o foi? Qual não viver como um nababo enquanto seu povo comia ratos? Qual partido comunista subiu ao poder sem propinas, sem desvio de dinheiro público, sem negócios escusos, sem roubo e chantagem?" > www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/el_mayor



Texto é bom, mas de pouca utilidade, é oração para convertidos, pois socialista em geral não tem neurônios para absorver tal texto, tenho uma empresa de divulgação que usa muito as redes sociais e consequentemente muitos jovens no quadro, e quase todos autodeclarados socialistas, jogo todos na corrida dos ratos, incentivando a adquirirem dívidas altas comprando carros populares brasileiros, viagens toscas e aptos de 44m², agora estão todos preocupadinhos se o próximo presidente vai ser economicamente sensato para que eles não percam o emprego.


Uma característica do pensamento e do discurso político contemporâneos é o triunfo da conotação sobre a denotação. Corresponde a dizer que os sentimentos ou emoções provocados pelas palavras tornaram-se mais importantes, muito mais importantes, do que qualquer significado pelo qual elas estejam vinculadas ao mundo fora de nossas mentes.

Está acima de meu objetivo sugerir a razão pela qual isto pode ser assim, mas penso que será prontamente admitido que, se isto é assim, é um desenvolvimento que não pode senão impedir o pensamento claro.

Nesta palestra, o médico e escritor Theodore Dalrymple argumenta como o mito da igualdade de oportunidades não apenas é inalcançável como também indesejável para o desenvolvimento de uma sociedade livre e próspera, analisando os motivos pelos quais o desejo pelo igualitarismo é tão forte entre certas pessoas.



Socialismo é dor, é sofrimento, é morte. A máxima não é "quem não trabalha não come", e sim "quem não obedece não come e se brincar ainda morre".

Igualdade não existe em lugar nenhum do mundo. E, nos países socialistas, a desigualdade é elevada aos píncaros: existe o estamento burocrático poderoso, com vida luxuosa, e com livre acesso a bens importados, e existe o populacho faminto, mas igual em seu esfaimamento.

No mais, nem num mesma ambiente familiar existe duas pessoas iguais. O ser humano já nasce individualista, único, e egoísta.

No Camboja, a ditadura socialista matou pessoas pelo simples fato de usarem óculos ou serem professores ou por terem um diploma. Isso denotava uma inaceitável "desigualdade intelectual".

Dor, sofrimento, fome e miséria física e mental são subprodutos do socialismo. Socialismo é incompatível com a vida e com a dignidade das pessoas.


O raciocínio é simples: imagine que você tenha uma casa, onde você mora com sua esposa/marido e filhos. É a casa onde você passou bons e maus momentos, deixou seu suor, riu, chorou.

Aí aparece uma tal de "revolução socialista" e eles determinam, sem te consultar nem nada, que você e sua família DEVEM deixar esta casa e passar a viver em uma fazenda coletivizada, trabalhando de sol a sol com um monte de gente que você nunca viu na vida.

Vai reagir passivamente? Claro que não! A casa é sua, é sua propriedade, terá derramamento de sangue e lutará com a última de suas forças para proteger você, sua casa e sua família. Mas age dessa maneira porque é reacionário, capitalista, egoísta? Agimos dessa maneira, protegendo nossa propriedade, da mesma maneira que o cão dá a vida pelo dono, da mesma maneira que o leão, o lobo ou qualquer animal age quando percebe que seu território foi invadido.

Agora, troque "casa" na narrativa acima por qualquer outra propriedade, inclusive, e principalmente, sua riqueza financeira. Muda algo? Absolutamente nada.

Nenhum sistema, por mais bem intencionado que seja, irá nos retirar este "instinto animal"...


O socialismo não é natural, não é espontâneo. O capitalismo é. Imagine o esforço monumental que seria necessário para planificar economicamente o próprio universo? Eis aí o custo do socialismo. E tudo para quê? Para destruir a ordem espontânea. Desejo de gente ruim e ruim de matemática.


Nenhum país seguiu à risca tão bem o Socialismo que a URSS stalinista e a China maoista.

Não à toa, foram os países que mais mataram pessoas na história, a maioria por exaustão devido ao trabalho forçado na Sibéria e por fome.


Finalmente o Livre Mercado acertou: Crianças estão sendo proibidas de adentrar em estabelecimentos comerciais.

Tenho diversas críticas ao capitalismo e ao livre mercado, mas quando o grande Capital acerta, e isso acontece raras vezes, eu tenho que trazer uma nota alertando sobre este avanço na sociedade.

Você sabe o que é "childfree"?
No Brasil e no mundo, formou-se um nicho de espaços que rejeitam a presença de crianças, com a justificativa de garantir a tranquilidade dos demais clientes.
O nicho vem na esteira do movimento "childfree" - "livre de crianças" -, que existe desde os anos 1980 nos Estados Unidos e no Canadá para agrupar adultos que se sentiam discriminados pela sociedade por não terem filhos. - Eu pessoalmente sempre me senti muito mal perto de crianças, não é atoa que desejo proibir o sexo físico entre heterosexuais.- Mas vamos dar continuidade a excelente matéria da BBC:

"Hoje, porém, parte desse movimento childfree vai além do "não quero ter filhos" e adota o discurso de "não gosto de crianças" ou "não quero crianças por perto" e ganha corpo nas redes sociais.
"Não sou obrigada a aguentar crianças mal-educadas que não sabem se comportar", "muitos pais não impõem limites" e "os estabelecimentos têm o direito de escolher quem vão servir" foram alguns dos argumentos citados por leitores da BBC Brasil ao serem questionados, no Facebook, se achavam correto o limite imposto à presença de crianças em determinados locais."

O que eu acho de tudo isso?
Eu acho isso maravilhoso. Isso é um indício que estamos evoluindo. Nunca me senti tão feliz durante anos na minha vida. Eu só gostaria de colocar um complemento: No futuro quando as crianças forem feitas via inseminação artificial controlado por um banco central de crianças; elas devem conviver distante dos adultos, em áreas controladas pelo governo. Não irá mais existir o conceito de pai e mãe, já que tudo será produzido em um ambiente científico, logo não há necessidade haver convívio misturado. Obrigado livre mercado por nos ajudar nessa empreitada, espero semelhante ajuda com relação à ciência.

Eu sou um adepto do childfree e veja como sou feliz. Sempre que converso com minhas plantas, eu vejo o quão superior elas são com relação às crianças. Somente elas podem entender minhas teorias e me amarem de verdade. Neste mundo cruel marcado pelo monstro conhecido como ser humano, somente a mãe natureza pode nos entender.
Como o ser humano é um monstro por natureza, logo é um perigo crianças conviverem com adultos, pois crianças além de trazer um incômodo que nos torna excessivamente humanos, também podem produzir verdades que carregam preconceitos linguísticos ou ofensas sociais. Finalmente, o Livre mercado acertou em alguma coisa.

Fonte: www.bbc.com/portuguese/salasocial-40784489

Historiador Minimim é Filósofo, Professor de história, Escritor e já refutou Mises.




Para automação é necessário escala.
Como dizem é bom para produzir camiseta, mas e para produzir um vestido de noiva?

Corpos humanos não são todos iguais, principalmente se vc pertencer a alguma etnia específica. Quem possuí dinheiro e pode poder vai pagar por conforto, qualidade, destaque social etc. Roupas é a maneira mais rápida de mostrar seu status social e para olhos acostumados vão reparar que é sob medida. Como dizem você vai contratar os serviços de um advogado mal vestido? De alguém que promete cuidar do seu dinheiro?

Comida a mesma coisa. Você irá chamar o presidente de uma multinacional para fechar acordo no Mc Donalds? Ou vai levar sua esposa para comemorar o aniversário de casamento no Habbibs?

Sabendo procurar ainda existem muitos nichos de mercados. Quem o diga lojas de luxo.

Ainda existem muitos nichos de mercado. Fui em uma loja em Londres e saí de lá me perguntando quem é que compra coisas tão caras e vi um monte de Arabes saindo com 3 ou 4 sacolas em cada mão e até uma velha com uma máscara de ouro cobrindo a face.






Nesse caso, eu tenho que concordar com o Richard.
depositode.blogspot.com.br/2009/05/comentarios-sobre-ppr-e-pib.html

"Se ele vende 1000 bananas e 200 vão como impostos depois de ter vendido as bananas, o consumo é computado como 800 e não 1000 (R$1000 obtidos com a venda, menos os impostos pagos ao governo, que depois volta na conta do PIB somando como gasto"

Nesse caso, a porcentagem está correta. Portanto PPR = PIB - G ou simplesmente C + I + X - M.


Otimo artigo, Instituto Mises faz um trabalho fantástico e tem a cada dia mais aberto os meus olhos e entendimento para a realidade. Enfim, pelo que tenho entendido, queria que avaliassem se estou correto, não existe a possibilidade real e sincera de o governo fazer investimentos, afinal como não há poupança - pelo contrário as noticias dizem que temos um deficit gigantesco de 170 bi na economia - então, para tudo que o Estado queira fazer ele simplesmente vai tomar emprestado, se endividar mais ainda. Por essa lógica, então faz todo o sentido a conclusão do artigo que diz que todo o investimento deve ser privado. Ao Estado sobra somente diminuir seus gastos, vender todas as empresas públicas, injetar a grana dessas vendas no rombo economico para adiantar mais ainda a diminuição da dívida, e consequentemente o tamanho do Estado. Estou certo? É este mesmo o caminho a ser seguido?

Por fim, minha outra questão é: qual é de fato a função do Estado, pq pelo que tenho entendido e tbm sou contra, o anarquismo não é benéfico. Sendo assim, qual deveria ser o papel do Estado de maneira geral?


Mas veja bem, esse governo lulista traiu o movimento socialista visando ganhos politicos. Houvesse um governo realmente preocupado com o bem-estar da populacao, os investimentos seriam feitos de maneira mais adequada, visando o aumento da produtividade. Um governo que pensa no povo, que nao cometera atos imorais eh o que precisamos!


Hlerinha da esquerda logo foram criticar a postagem, um esclarecimento público parece razoável.

https://www.vice.com/pt_br/topic/instituto-mises-brasil


Entretanto, não vi nenhuma notícia de repúdio dos partidos que apoiam a violência na Venezuela e as políticas do Maduro, no site deles!

Bom dia a todos!


Conclusão:
Brasil é os EUA de 1964.
Salário mínimo R$ 964,00.
Em média 2 a 3 meses de trabalho para comprar 1 item desta reportagem.


Capital Imoral, você poderia fazer stand-up nas cerimônias do MISES! Já pensou na possibilidade?


"em que livro ou artigo encontro a confirmação de que os luditas atiravam sapatos contra as máquinas na tentativa de destruí-las?"

O artigo não diz que isso foi inventado pelos luditas. Eis o que está realmente escrito no artigo:

"O termo "sabotador" vem de "sabot", que significa sapato em francês. Operários atiravam sapatos nas máquinas com o intuito de destruí-las e, com isso, reduzir a produção de bens altamente específicos."

Os sapatos da época eram de madeira.

en.wikipedia.org/wiki/Clog

Este livro fala sobre isso:

books.google.com.br/books?id=-LoDHSnoZrUC&pg=PA96&lpg=PA96&dq=ned+ludd+shoes&source=bl&ots=ONTogxrjV4&sig=isuFIDwHSGzhWBmQdjgFQG32hAI&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwi7hOGizIvWAhVPxCYKHcsOD_AQ6AEIVjAK#v=onepage&q=ned%20ludd%20shoes&f=false


Quer dizer que a "Amazônia é nossa"?

Legal, quer comprar minha parte? Eu realmente não sei o que fazer com minha cota de Amazônia.


Se você acha que é moral viver como um cachorro, faça isso
Só não foda com o pobre com sua moral