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Últimos comentários


A culpa de tudo isso é a república, um regime de psicopatas, ladrões etc. Esse regime maléfico derrubou as monarquias no século 20 e criou guerras em nome da democracia. Que no Brasil esse regime maléfico caia e que volte a monarquia pois ela defende: propriedade privada, livre iniciativa e estado mínimo!


Caro uai:
Eu sou daqueles que opina com conhecimento de causa. Não acompanho a maioria. Entro na situação.
Já fui taxista, parceiro Uber, perueiro, ônibus pirata, caminhoneiro, administrador de App, etc.
Transporte de vidas como profissão é coisa muito séria. Tem que ter formação para tal. Diversas formações são exigidas de acordo com a prestação a ser oferecida.
Vi aqui opinião de taxistas e usuários.Posso falar pelos 3. Taxista, Parceiro e Administrador. O tema muito extenso. Vou resumir: Você nunca viu um táxi com cadeirinha, porque ele está autorizado por lei. Em contra partida tem que ter curso de Direção Defensiva e seguro de empresas reconhecida pela SUSEP.
Um app de intermediação pode ter uma ótima faixa de lucratividade, com apenas 8.5%. O que o Uber retira do seu parceiro é um abuso.
Porque o táxi não tem cadeirinha mas é obrigado ter extintor de incêndio?
Porque a Van escolar, que tem como alvo as crianças não tem cadeirinha?
Porque os veículos de passeio tem cinto de segurança nos bancos traseiros?
Porque no transporte de autoridades tem que ter curso de direção OFENSIVA?
Saiba que o condutor é responsável pela integridade física de seus passageiros, independente do acento que ocupa e de terceiros.
Gosto de viver experiências. É a vida é a melhor escola.
Abs


Meu caro... você caiu aqui de para-quedas, não é? Sonegar para nós aqui é apenas ficar com o que é seu. Deixe de ser vaca de presépio do estado!


"Por outro lado, já desde o final do século XX, acumulam-se crescentes evidências de que, em vez de assinalar o fim da história, o sistema político-democrático imposto ao mundo pelos EUA está mergulhado em uma crise profunda. Desde o fim da década de 1960 e começo da década de 1970, a renda salarial real nos Estados Unidos e na Europa Ocidental estagnou-se e, em alguns casos, até mesmo caiu. No Oeste Europeu em particular, as taxas de desemprego só fizeram aumentar."


Pois é. Mas nunca os europeus e americanos tiveram tanta expectativa de vida, acesso a lazer, saúde e educação, tudo universalizado e disponivel a todos. Nunca os indices de violencia foram tao baixos (mesmo com ataques terroristas!) e os continentes ficaram sem guerra por tanto tempo...


O grande filósofo de Madureira talvez tenha razão: "O Sol brilha para todos, mas é bom não se afastar muito da sombra"


IDH nunca foi um ranking que mede a qualidade do padrão de vida.

A pobreza pode aumentar, mas se o índice de alfabetização aumentar, o IDH aumenta e demorará anos para abaixar.

Se quer saber os melhores lugares para morar, utilize esse ranking:
https://en.wikipedia.org/wiki/Where-to-be-born_Index

Aliás, nem Carta Capital, Brasil247 e Pragmatismo Político tentam mais negar que a Venezuela está em um estado calamitoso faz uns 3 anos. Sua irmã está desatualizada.


A solidariedade entre cidadãos é rechaçada pelos socialistas, pois quebra a dependência dos excluídos em relação ao estado.


É um perfil que tira sarro, caro Capital Inicial. rsrsrs Dou muita risada quando leio o texto dele e de outros 'socialistas' por aqui.


Conheci o libertarianismo com 12 anos, e sempre tive um peso na consciência ao estudar para concursos públicos, não me orgulho disso, mas sentiria muito prazer em passar e espalhar as ideias libertárias principalmente em ambientes "socialistas". Estou mais tranquilo agora, inclusive mais motivado, se houver privatizações da escola eu serei um dos primeiros a aceitar abertamente... é o que eu mais quero.



O que apenas comprova que a ONU é uma piada, como sempre disseram conservadores e libertários.

Agora, vale ressaltar uma coisa: um IDH de 0,762 é bem menor que o de vários estados brasileiros. (Atenção: valores ainda de 2010)

pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_IDH

Já uma estimativa para valores de 2015 pode ser encontrada aqui:

tudolistasmais.blogspot.com.br/2016/01/estimativa-idh-dos-estados-brasileiros.html

Ou seja, a Venezuela, repleta de petróleo, está -- na melhor das hipóteses -- igual aos estados do nordeste brasileiro.


Uma coisa que é proibida no Brasil que quase ninguém sabe: Carros com o volante do lado direito.

Sim, se você quiser comprar um carro Inglês ou japonês via importação independente, e o mesmo tem volante do lado direito, é proibido!


"Ele diz que a guerra teria terminado em fim de 1916 ou início de 1917 sem o ingresso dos EUA mas estes só entraram em abril de 17."

Não é isso o que está escrito no texto. Lá fala 1917 e 1918.

"E a Rússia só perdeu a sua monarquia graças à ajuda dos alemães a Lenin para que este pudesse dar o golpe com a condição de tirar a Rússia da guerra, aliviando o front oriental da Alemanha."

Isso, sinceramente, não faz sentido nenhum. No início de 1917 a Rússia já estava em frangalhos. Nicolau II já havia abdicado do trono e entregue a seu irmão, o qual, por sua vez, repassou o governo ao príncipe liberal Georgy Lvov. E depois veio Kerensky. Repleta de insurreições e inquietações sociais, e sem exército mobilizado, a Rússia não oferecia mais riscos nenhum.

A Alemanha, ademais, tinha vários investimentos estrangeiros na Rússia, majoritariamente no setor ferroviário. Por que ela iria apoiar um autodeclarado comunista, que prometia nacionalizar os investimentos estrangeiros e estatizar tudo? Não faz sentido.

De resto, o governo russo só foi derrubado efetivamente em novembro de 1917, quando os bolcheviques assumiram o poder. Ou seja, bem depois da entrada dos EUA na guerra.

"E sem bajular a idéia de democracia, mas até hoje, que eu saiba, nunca houve uma guerra disputada entre 2 democracias."

Desculpe, mas o Partido Nacional-Socialista Alemão foi eleito democraticamente. Tem até a contagem dos votos:

en.wikipedia.org/wiki/German_federal_election,_March_1933

Mussolini também.

Portanto, a segunda guerra foi feita por líderes que chegaram ao poder democraticamente (com a exceção da Rússia e do Japão).

E, caso não tenha ficado satisfeito, ainda cito a Guerra do Chaco (Bolívia x Paraguai, 1932-1935), a Guerra de 41 (entre Peru e Equador), a guerra do Líbano (Israel, uma democracia, invadiu o Líbano, outra democracia [os membros do Parlamento -- que escolhem presidente e primeiro-ministro, são eleitos pelo povo]), a Guerra da Chechênia (que era apoiada pela Geórgia contra a Rússia), a própria guerra da Rússia contra a Geórgia, e Ucrânia versus Rússia.

Mas até que você tem um ponto: realmente, é raro ver duas democracias em guerra. Normalmente, quem faz a invasão e sai mandando bomba é a própria democracia. Vide como EUA e França atuam no Oriente Médio. Ou mesmo Israel no Líbano.


Incrível Felipe, como vc repete papagaiada de fontes de pouca credibilidade e que menciona as palavras de Wilson como "segundo relatos". Vc quer dar a entender q a culpa da guerra é dos britânicos e americanos. O que o Rudson falou está certo. Hoppe também falha na ordem cronológica. Ele diz que a guerra teria terminado em fim de 1916 ou início de 1917 sem o ingresso dos EUA mas estes só entraram em abril de 17. E a Rússia só perdeu a sua monarquia graças à ajuda dos alemães a Lenin para que este pudesse dar o golpe com a condição de tirar a Rússia da guerra, aliviando o front oriental da Alemanha. Isso antes dos EUA entrarem. Gosto do Hoppe mas se ele erra nisso, fica difícil imaginar sua idéia de como seria o mundo em outras circunstâncias. E sem bajular a idéia de democracia, mas até hoje, que eu saiba, nunca houve uma guerra disputada entre 2 democracias.


Daí fui confrontar minha irmã progressista que rebateu com esse link aqui, na parte "High human development" se vê que Venezuela está acima do Brasil e ainda por cima teria melhorado de 2015 para 2016 em seu IDH, então como explicar isso?
Especialmente para alguém que argumenta que essas notícias de fome são sensacionalismo americano...


"Qual a análise real poderíamos fazer no caso da entrada de concorrentes no mercado, imaginando estes em igualdade de condições com a Petrobras?"

Menores preços nas refinarias e nas distribuidoras. Fora o detalhe de que a importação de gasolina é inviabilizada pelo governo:

exame.abril.com.br/economia/petrobras-deve-seguir-sem-concorrencia-em-importacoes/

"Obviamente podemos imaginar que os preços diminuiriam, mas o impacto seria realmente tão grande, ou a única solução para o combustível brasileiro seria uma (improvável) revisão nos impostos?"

Os três: tem de liberar a concorrência, as importações e reduzir os impostos. Todas as três barreiras erigidas pelo estado.


DEMOCRATISMO - no sentido da prática política definida pelo excesso de discussões e pelo atraso na tomada de decisões;
+
FASCISMO - modelo econômico;
+
SOCIALISMO - todo o resto;
=
BRASIL



Apesar da tarifa dos combustíveis estar sendo utilizada como uma forma de repor os danos causados pela corrupção na Petrobras, pelo que vejo o maior custo que faz com que as tarifas fiquem tão acima do resto do mundo (especialmente quando comparado a outros grandes produtores de petróleo) são os impostos.

Qual a análise real poderíamos fazer no caso da entrada de concorrentes no mercado, imaginando estes em igualdade de condições com a Petrobras?

Obviamente podemos imaginar que os preços diminuiriam, mas o impacto seria realmente tão grande, ou a única solução para o combustível brasileiro seria uma (improvável) revisão nos impostos?


Obrigado por comentar, porém quando digo que a pobreza está relacionada a injustiça estou me referindo ao sistema judiciário que está TOTALMENTE a serviço dos mais endinheirados. Dá mesma forma, e portanto, me refiro a isto como um dos ingredientes da falência das instituições.
Não uso e nunca usarei a falácia "justiça social" tão adorada pelos parasitas de esquerda, e também nada tenho contra quem ganha bastante dinheiro como fruto de seu esforço.


Avelino Mendes Neto ·
"Os donos da UBER seu prefeito já estão ricos, pouco importa atuarem na sua cidade ou não. O reais beneficiários do APP são os milhares de motoristas que acharam uma oportunidade de renda seja majoritária ou complementar, dizer não a UBER, é proibir a dona de casa que podia se deslocar com qualidade e rapidez e aos milhares de usuários que tiveram acesso aos serviços de carro alugado pela primeira vez na vida. Proibir serviços como esses é um crime com a população e um insulto a nossa liberdade de escolha. Ao contrário do Sr. um cidadão comum não tem a sua disposição motorista e carro oficial a qualquer hora do dia.
A desigualdade nesse País é fomentada por homens como o Sr. que com uma única canetada retirou a oportunidade de uma fonte de renda honesta pra milhares de motoristas e acesso a um produto que antes os menos favorecidos não podiam contratar. Essa é uma atitude mesquinha e uma forma de discriminação dos mais pobres, uns sendo proibido de trabalharem e outros de terem acesso um serviço que voltará a ser privilégio dos mais afortunados.
Num país onde o desemprego oficial está na casa de 13 milhões, homens como o senhor deveriam se envergonhar do que fazem, um desserviço a sociedade, seja por Ignorância ou defendendo interesses próprios cedendo a um pequeno grupo de interessados em detrimento da massa que continua a ser excluída por cidadãos com pensamentos provicianos como o senhor e elitistas transvestidos de interesse social."


Correto até chegar nessas três últimas:

"Onde existe pobreza existe injustiça.
Onde existe injustiça existe falência das instituições.
Onde existe falência das instituições existe democratismo e crime
"


"Pobreza" é um estado de coisas; e "(in)justiça" só tem sentido quando atribuída a ato(s) de pessoas determinadas (correlacionando-se, portanto, ao conceito de responsabilidade).
Logo, não faz sentido correlacionar "pobreza" com "injustiça", inclusive pq aí vc dá a entender estar assumindo o conceito de "justiça social", que é um nonsense.

Há injustiça quando há iniciação de agressão/coerção.

E a "falência das instituições" não decorre de uma suposta "injustiça" (erroneamente associada por vc a "pobreza"); "burocracia", "governo" e "gigantismo do estado" já implicam "falência das instituições", "democratismo" e "crime".

Logo, a inserção da correlação "pobreza-injustiça" está errada (ou, quando menos, é desnecessária).



Muita discussão e nenhuma conclusão.

Acho que sim os taxistas deveriam protestar pra poderem dirigir e prestarem seu serviço em paz longe da regulamentação do governo. Ao invés de pedirem regulamentação pra UBER, poderiam aproveitar o momento e fazerem um motim contra o governo e suas taxações absurdas.

Isso sim seria coerente, as vítimas do corporativismos somos todos nós, o livre mercado reduz os preços, estimula a melhoria da qualidade, aumenta a acessibilidade dos menos favorecidos a terem o opção de pegarem um carro pra ir pra casa fora ou fazer qualquer deslocamento pela cidade.



Se tiver algum taxista aqui me responda: "Você têm filhos adolescentes que frequentam festas nos finais de semana a noite, também precisam se locomover pela cidade, você vai visitar um parente ou amigo, e precisam se deslocarem do aeroporto até o destino final ou voltarem pra casa a noite após algum evento, quem aí pegaria um TÁXI e quem iria pegar UBER???"
LEMBRANDO QUE NA MÉDIA O UBER É 50% DO VALOR, NA MÉDIA, POIS EU JÁ PAGUEI MENOS DE 1/3 QUE O TÁXI ME COBRARIA!


O inimigo é o estado, é uma absurdo uma licença para um taxista custar as cifras milionárias que as prefeituras cobram hoje. Isso sim é um atentado contra o cidadão comum, que se tiver sorte poderá ser contratado por um mega-empresário que investe em Táxi, sendo muitas vezes uma forma de lavar dinheiro.


Todos deveriam estar unidos contra o inimigo certo a máfia do governo e os empresários corporativistas. Que apenas fodem com a população em prol de vantagem próprias.


Táxi e Uber pra todos e que o governa se foda pra lá, não devemos fazer aliança com o verdadeiro explorador do povo, haja vista que o governo nos suga no mínimo 50% dos ganhos do cidadão comum.




Comparando-se o Brasil e os EUA, verifica-se o contrário:
XIX , O Século que Perdemos
As disparidades entre Brasil e Estados Unidos só aumentariam ao longo do século XIX, que não foi um século qualquer, trata-se do momento de decolagem da segunda Revolução Industrial – a chamada revolução tecnocientífica -, quando o tempo tomou a velocidade da eletricidade, das máquinas a vapor, dos poços de petróleo e do trem.
Os anos 1800 catapultariam algumas economias fora da Europa – Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, e mesmo a Argentina e o Uruguai -, enquanto o binômio escravismo-absolutismo amarrava a economia brasileira no atraso das plantações de cana-de-açúcar e café, na agricultura de subsistência e nas preguiçosas criações extensivas de gado.
Como diz o historiador Evaldo Cabral de Mello, a independência foi uma manobra contra-revolucionária encabeçada por D.Pedro I, cuja intenção era imunizar o Brasil do contágio da onda liberal que estava tomando Portugal. Os pesquisadores Harber e Klein expõem seus pensamentos sobre porque a América Latina ficou para trás : A independência política claramente não produziu transformação estrutural no Brasil e crescimento auto-sustentado. O Brasil era uma colônia agrícola antes da independência e continuou sendo assim depois.
No século anterior, Portugal se nutria do ouro brasileiro, que repassava em boa medida para a Inglaterra, como espécie de tributo pela proteção militar contra França e Espanha; do açúcar que recebia do Brasil e revendia para a Europa, como também do tráfico negreiro, que alimentava a próspera triangulação entre África, Europa, Brasil. Sessenta por cento da economia portuguesa vinha dos produtos brasileiros.
A partir de 1808, a corte mudou de endereço, ficou abrigada nas águas da baía de Guanabara, bem longe dos exércitos de Napoleão, mas manteve o mesmo esquema de sugar as riquezas do país e repassá-los para a Inglaterra.
O que aconteceu de fato foi que o Brasil se tornou independente de Portugal, que era um país ocupado. Por outro lado, o Brasil instalou dentro de suas fronteiras a elite de Portugal que o oprimia e sugava. A união entre a corte recém-chegada e a aristocracia brasileira escravista fortaleceria seus laços, agora no mesmo endereço, formando um grupo dominante que atravessaria a independência, a república e ainda influenciaria os dias de hoje.
A permanência da corte portuguesa no Rio por 13 anos, de um lado, reforçou seus laços com a elite dominante local, fortalecendo seu projeto econômico escravista; de outro, sufocava pela proximidade as inspirações independentistas .
A relação entre a corte lusitana e as elites escravistas brasileiras se tornou mais íntima logo depois do desembarque no Rio de Janeiro. Para sustentar seus gastos infindáveis, a corte abriu lista de doações para que os ricos locais abrissem seus bolsos. Logo na primeira dessas listas, das 38 maiores doações, a metade foi de traficantes de escravos. A retribuição era feita em forma de títulos de nobreza ou cargos no governo que davam direito a arrecadação de impostos. Os barões de Vassouras, Paty do Alferes, Ubá, Rio Bonito, Guaribu, Palmeiras, Ibiapaba, os Viscondes da Paraíba, entre tantos outros, eram de prósperas famílias de traficantes de mercadoria humana.

A independência do Brasil veio pelas mãos de um príncipe português , que não estava muito entusiasmado com a idéia, mas foi forçado pelos brasileiros que o cercava. "O Brasil caiu sob o controle econômico da Inglaterra, de que comprava a maior parte dos bens manufaturados e para quem vendia apenas parcelas secundárias de sua exportação, uma situação que prevaleceu por mais de cem anos." (Emília Viotti). A monarquia dos Bragança continuaria aqui com seus poderes absolutos, enquanto em Portugal D.João jurava fidelidade a uma constituição liberal, coisa que o Brasil demoraria muito a conhecer.
Foi uma independência conquistada no grito. Um grito meia-boca. Nada de sangue, nada de brigas, tudo se resolveu entre camaradas e conterrâneos, que era o que os portugueses de ambos os lados do oceano se consideravam.("No Nordeste houve lutas pela independência – Lorde Cochrane contratado por D.Pedro para expulsar os portugueses - porém nada comparável à guerra da independência americana").
Já nos Estados Unidos correria sangue – e muito – para se conseguir a independência. No Sul escravista os proprietários de grandes plantações aderiram relutantemente à independência, quando não colaboravam com os ingleses, deixando clara uma divisão que fermentaria ao longo dos anos para explodir na Guerra de Secessão em 1861.
Com o reconhecimento da vitória em 1783, os Estados Unidos da América cortavam definitivamente os laços de submissão com a metrópole e tinham a independência reconhecida pelos antigos colonizadores.
Depois da independência americana, a ex-colônia passa a adotar imediatamente as tecnologias usadas na Revolução Industrial inglesa para acelerar com entusiasmo o modo de produção capitalista, em tudo adequado ao espírito de independência e individualismo adotado no novo país.

Aléxis de Tocqueville, jovem de 26 anos e ambicioso juiz de direito na França visita os Estados Unidos em 1831. Jean Baptiste Debret, filho de tradicional família francesa, chega ao Brasil em 1816, com 48 anos, chefiando a missão francesa que fundaria a Escola de Belas Artes do Brasil. Aqui permaneceu até 1831. Os dois deixaram para a história imagens marcantes dos dois países.
Debret, com suas aquarelas, retratou o cotidiano escravista que vivenciou. Tocqueville, viajou nove meses pelos Estados Unidos, e escreveu A Democracia na América, obra de grande peso. Foi como se a mesma máquina fotográfica mostrasse no mesmo momento os dois países. O que Tocqueville e Debret observaram sobre os dois países salta aos olhos pelas disparidades sociais e econômicas que já existiam entre o Brasil – que nutria os velhos escravismo e absolutismo – e os Estados Unidos, que tinham trinta anos de independência, uma nascente república e um desenvolvimento impressionante no Nordeste do país.
O Nordeste americano não amava mais os negros que o Sul, mas queria o fim do escravismo porque suas indústrias precisavam de consumidores. A lógica do início do capitalismo tanto na Inglaterra – que começou a combater o tráfico negreiro no início do século XIX – quanto no Nordeste dos Estados Unidos pedia assalariados , que se tornariam compradores. Além disso a mão de obra escrava favorecia a fabricação de produtos básicos mais baratos, numa concorrência desleal com trabalhadores livres do campo.
As aquarelas de Debret – a senhora branca sentada à mesa com as escravas em volta, jogando migalhas para o negrinho que brincava no chão; o mercado de escravos; os negros de ganho pelas ruas – dizem quase tudo sobre a sociedade brasileira naquele momento , assim como a impressão de equalitarismo na formação do nordeste dos Estados Unidos foi o que mais impressionou Tocqueville. Segundo este : " Grande igualdade existe entre os emigrantes que se estabeleceram nas praias da Nova Inglaterra. Mesmo os germes da aristocracia nunca foram plantados naquela parte da União." Esse maior equalitarismo não existia nos estados escravistas do Sul dos Estados Unidos. Tocqueville fez poucas observações sobre o racismo e o escravismo, mas quando o fez mostrou bem o abismo que separava as regiões americanas que empregavam e as que não empregavam mão-de-obra escrava. Beaumont, companheiro de viagem de Tocqueville, escreveu em forma de romance sobre o racismo americano. Observou que o equalitarismo se limitava aos brancos.
Tocqueville viu , a olhos nus, o escravismo levando um estado para o fracasso e a ausência do escravismo levando o outro ao desenvolvimento : "Operando continuamente há dois séculos, em sentidos opostos, as mesmas causas acabaram por criar uma diferença enorme entre a capacidade comercial do homem do Sul e do homem do Norte. Hoje somente o Norte possui navios, fábricas, estradas de ferro e canais."
A próxima passagem de Tocqueville poderia ser uma descrição da elite que vivia no Rio de Janeiro machadiano no século XIX :
"No Sul dos Estados Unidos, a raça inteira dos brancos formava um corpo aristocrático, a cuja frente ficava certo número de indivíduos privilegiados, cuja riqueza era permanente, os lazeres hereditários. Aqueles chefes da nobreza americana perpetuaram , no corpo do qual eram representantes, os preconceitos tradicionais da raça branca, e tinham por honrosa a ociosidade."
Outra visitante francesa ao Brasil do século XIX, Adèlle Samson Toussaint, descreve de maneira semelhante os homens e mulheres que encontrou no Rio de Janeiro : "Não há brasileiro que aceite servir; todos querem ser senhores. Se o escravismo fosse abolido de repente, toda a cultura pararia; seria fome que iria grassar." Ela descreve a cena a que assistiu logo que chegou ao Brasil.
"Negrinha", gritava sem parar uma senhora que jogava cartas : "Passe o leque! Negrinha, traga o rapé! Negrinha, vá buscar um copo d'água! Negrinha, pegue meu lenço!" O lenço foi jogado pela senhora umas vinte vezes ao chão, pelo simples prazer de ver uma negrinha de sete ou oito anos , que se aninhava entre suas pernas, buscá-lo.
Se aguçarmos bem o ouvido, ainda escutaremos os mesmos gritos, chamando alguma Maria, por todos os cantos do Brasil.

Debret não deixou de observar também a desigualdade que grassava na sociedade brasileira mesmo entre os brancos. Entre os obstáculos que emperravam a agricultura, segundo ele, estava " a desigualdade incrível existente entre duas classes de cultivadores da colônia, uma primeira completamente feudal, composta por ricos proprietários, senhores de engenho", e a segunda classe, constituída de pobres cultivadores arrendatários, sujeita à opressão dos senhores de engenho : " Desanimados com isso esses escravos brancos...vegetam em suas choças cercadas de bananeiras,...."

Para o pintor, o mercantilismo monopolista, fechado aos estrangeiros, também tinha sua parcela de culpa no atraso do país. "Deve-se atribuir", diz ele, "o estado estacionário da indústria e do comércio brasileiro durante mais de três séculos unicamente à sujeição da rica colônia ao domínio português, pois este, até 1808, proibiu a entrada de estrangeiros." Depois da abertura dos portos, acreditava Debret, o progresso apareceria.
Não foi assim. O "estado estacionário do comércio e da indústria" ainda se manteria até o final do século XIX.
Foi na segunda metade do século XIX que os Estados Unidos deram o grande salto de industrialização , capitaneados pelo Norte. Entre 1870 e 1900 a população urbana americana passou de 10 milhões para 30 milhões.
O Brasil só teve algo parecido com o Nordeste americano , com um capitalismo dinâmico, na virada do século XIX para o XX, com a chegada dos imigrantes europeus contaminados pelo espírito industrialista : São Paulo. Mas em proporções infinitamente menores. Assim mesmo, os primeiros impulsos industriais encontraram forte oposição do Rio de Janeiro, entre os interesses agrários organizados em torno da capital da nascente república brasileira.

A monarquia, aliada ao escravismo generalizado, proporcionou ao Brasil um século perdido em matéria de avanço econômico. O gráfico da renda per capita dos brasileiros é uma linha que quase não oscila entre o ano 1800 e o 1900. O eletrocardiograma de uma economia moribunda. Nos Estados Unidos a variação foi de US$ 1.250 para US$ 4.000 . O Brasil só atingiria US$ 2.000 no final da década de 1950.
Preso ao escravismo e à monocultura o país perdeu o bonde da Revolução Industrial, que transformava a Europa e os Estados Unidos.
O Nordeste industrial e capitalista é que fez dos Estados Unidos um país tão mais desenvolvido do que o Brasil e que qualquer outro país no mundo no século XIX. E as bases estavam criadas e solidificadas para a hegemonia no século XX.

A herança absolutista e a herança de uma sociedade de classes

O escravismo negro é traço comum entre Brasil e Estados Unidos, porém as aparentes semelhanças levam a enganos. É verdade que, nos dois países, a escravidão negra deixou marcas profundas e ainda sensíveis. No entanto, nos Estados Unidos, os estados do Nordeste, que lideraram a industrialização, não eram escravistas. No Brasil, a escravidão durou muito mais e foi mais generalizada que nos Estados Unidos . Aqui permaneceu por 350 anos. Lá, por 221.
De todo o tráfico de escravos da África para as Américas, calculado em cerca de 9 milhões e 500 mil pessoas, o Brasil ficou com 40%; os Estados Unidos, com 6%; a América espanhola permaneceu com 18% e o Caribe, com os restantes 34%. "A escravatura delineou o perfil histórico do Brasil e produziu a matriz de sua configuração social", como define o historiador Décio Freitas.
Os estados do Sul americano, onde se plantavam algodão e fumo, com mão-de-obra escrava, eram parecidos com o Brasil. Para que não se negligencie a importância da herança escravista, até hoje estes são os estados mais pobres dos Estados Unidos, com os piores índices sociais, apesar de todo desenvolvimento, todas as políticas públicas e da grande migração interna.A marca do escravismo ainda perdura.
Uma pesquisa da Unctad, publicada em 1994, que mediu o desenvolvimento humano das populações negra e branca dos Estados Unidos, mostrou que a população negra estaria na 34a colocação mundial em desenvolvimento humano, enquanto a população branca americana estaria em primeiro lugar.
O panorama social do Sul dos Estados Unidos , que perdeu a Guerra de Secessão para o Norte, não escravista, perdurou no Brasil inteiro por mais vinte e três anos ("após o fim da escravidão nos Estados Unidos"). Se no Sul dos Estados Unidos , mais de 150 anos depois ainda perduram as marcas da escravidão, o que dizer do Brasil ¿
Podemos imaginar uma situação hipotética em que o Sul dos Estados Unidos teria conseguido se separar do Norte. Certamente veríamos hoje um país ("esse Sul") muito parecido com o Brasil, no que diz respeito à desigualdade social ("e dificuldade de desenvolvimento").
A prática da miscigenação racial durante a história brasileira explica porque a grande discriminação econômica contra os negros não levou a uma situação racial tão violenta no Brasil, quanto ocorreu nos Estados Unidos, onde a prática da miscigenação foi evitada e mesmo proibida.
O resultado disso é um racismo "mais suave", "menos violento", no Brasil, segundo o sociólogo americano Edward Telles.
Apesar da miscigenação, o racismo brasileiro mantém sua eficiência no que tange às relações econômicas. As grandes plantações de cana-de-açúcar, com seus engenhos, a organização da casa-grande, para os donos da terra e seus empregados de confiança, e a senzala para os escravos negros deixaram marcas profundas na formação do Brasil. O esquema do senhor com seus capatazes cruéis e os trabalhadores sem direitos se reproduziu quase sem mudanças nas plantações de café e só começou a mudar , sempre com bastante resistência por parte dos herdeiros dos senhores de engenho , com a chegada da migração européia do final do século XIX e início do século XX.
Grande parte dos escravos negros libertos em 1888 no Brasil teve de competir , na economia capitalista que se instalava, com descendentes de europeus – alguns já tendo capital e instrução – numa sociedade dominada por brancos, em que os brancos europeus e seus descendentes tinham o poder de decisão e de dar asas a seus preconceitos, mesmo sem amparo legal.
"O escravo negro tinha que se poupar no trabalho, senão morria logo. Sua política era economizar o corpo....Enquanto o imigrante branco ("que tinha parte de seu trabalho, poupado para si") vinha com a consciência que precisava poupar dinheiro e não trabalho, já que isso o libertaria. Daí a implicância dos imigrantes europeus com os negros da terra, que chamavam de preguiçosos. Trabalhar muito para o negro era a morte, para o europeu a libertação."
("Essa estrutura sócio-econômica, modernizada aos dias de hoje, e o ranço sócio-cultural que dela provém, pode ser observada ainda hoje na nossa sociedade. Quem já não ouviu alguém dizendo que não adianta investir nos empregados porque eles são "preguiçosos" e não querem progredir ¿").

No Brasil , os escravos recém libertos foram basicamente abandonados à própria sorte. Nos estados mais atrasados do Nordeste do Brasil, como Alagoas, ainda se vê a persistência de esquemas que diferem pouco do sistema escravista. É onde se encontram os maiores índices de analfabetismo , pobreza, exploração sexual de menores, inexistência de proteção trabalhista, controle de prefeituras por donos de engenho.
O Relatório de Desenvolvimento Humano Brasil 2005, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, mostra que, se os negros brasileiros formassem um país, este ocuparia a 105a posição no ranking que mede o desenvolvimento social no mundo, enquanto o Brasil "branco" seria o 44o . Os negros de Alagoas ficariam em 122o lugar no IDH , junto com a Namíbia.
São esses números que reforçavam a observação nada lisonjeira do historiador inglês Eric Hobsbawn, em seu livro Era dos Extremos, sobre nosso país : " O Brasil, um monumento à negligência social."

"Qualquer pai de família, com 21 anos ou mais, pode ocupar uma parcela de terra pública de 64,8 hectares de terra. E se provar que morou na terra e a cultivou por cinco anos, ganhará o título de propriedade da terra." Essa é a ´síntese da medida que foi tomada em 1862, por Lincoln. Não por acaso a medida coincide com a conquista do Oeste, momento de expansão do nordeste capitalista. O Homestead Act sozinho foi responsável pela ocupação de 10% da superfície dos Estados Unidos. Entre 1870 e 1900 foram cultivadas mais terras do que toda extensão ocupada desde o início da colonização.
No Brasil, a terra até 1850 era considerada dádiva. O imperador distribuía sesmarias e glebas conforme seu agrado a seus protegidos. Não requeria que as cultivassem. Depois de 1850, quando foi proibido o tráfico de escravos, por pressão da Inglaterra, qualquer interessado tinha de negociar terras com o governo. E o governo de então preferia estabelecer um preço razoavelmente alto para as terras, para que os trabalhadores livres não pudessem comprá-las, forçando-os assim a trabalharem para os fazendeiros já estabelecidos.
"Essa herança chega até hoje na nossa estrutura sócio-econômica." No Brasil, do século XXI, os problemas de terra ainda persistem.
A diferença da estratégia brasileira e da americana é visível na expansão econômica que se seguiu. Por volta de 1870, nos estados Unidos havia 353.863 manufaturas, enquanto no Brasil não passavam de 200. As ferrovias já se estendiam por 50 mil kilômetros , enquanto por aqui Mauá lutava para estender os primeiros trilhos.

Entre 1822 e 1889 os Estados Unidos tiveram nada menos que 18 presidentes. Mesmo com suas imperfeições ("sendo a principal a ligada ao racismo") a república americana ficava a muitos anos-luz de distância de qualquer outra democracia à época. E a Constituição da União , com apenas 7 artigos, que nasceu da necessidade de limitar os poderes dos estados e de organizar as finanças do novo país, resiste até os dias de hoje, com 27 emendas em quase 220 anos de existência.
E aqui no Brasil, como nasceu nossa primeira Constituição ¿ A idéia inicial defendida pelos liberais brasileiros que participaram do movimento pela independência era de que D.Pedro obedecesse uma constituição e que não tivesse direito de veto ou pelo menos tivesse o direito de veto limitado. Mas o imperador, não satisfeito, mandou dissolver a Assembléia Constituinte e exilar os liberais mais radicais, em Novembro de 1823.
Em 1824, D.Pedro imporia ao país e aprovaria em nome de toda a nação uma Constituição, em que prometia :"guardar a Constituição , se fosse digna do Brasil e dele". Além disso , estabelecia em seu art. 99 : " A Pessoa so Imperador é inviolável e Sagrada: Ele não está sujeito a responsabilidade alguma." Foi esse o arremedo de Constituição que vigorou até a partida de D.Pedro II, em 1889, quando o século quase se findava. Foi com esse semi-absolutismo, auto-intitulado "constitucionalista" , que o Brasil conviveu até quase a virada do século XIX, quando ele já tinha sido exterminado em quase toda a Europa mais de meio século antes.
Eram atribuições do rei , ainda, nomear e promover os altos funcionários da burocracia civil, militar e eclesiástica. Dar a última palavra sobre a distribuição de recursos entre os diversos ramos da administração, poder suspender, adiar ou dissolver a Câmara. No nascente Estado brasileiro independente , o empreguismo já se torna um mecanismo fundamental para manutenção do poder. A doação de títulos e empregos funciona para amolecer as oposições. É com uma classe burocrática e improdutiva que o império vai governar e se manter até quase o final do século.
Em termos de contas públicas , vamos ver que a república americana chega a 1889 saudável, com superávit de quase 100 milhões de dólares, enquanto a monarquia brasileira chegava ao final de seus dias pendurada num déficit de quase um milhão de reais. Aqui o poder central arrecadava cerca de 80% dos impostos, deixando menos de 5% para os municípios arrecadarem. Enquanto nos Estados Unidos o poder federal arrecadava 37% e os municípios cobravam e ficavam com a maior parte, 52%. Quem está mais próximo do cidadão arrecada e gasta melhor. "Essa é outra herança que até os dias de hoje atrapalha o desenvolvimento brasileiro".Segundo os dados da Confederação Nacional dos Municípios, as prefeituras ficam hoje com cerca de 15% do bolo dos tributos. E a parte do "leão" continua com o governo federal.

A república no Brasil começa com mais de cem anos de atraso em relação aos Estados Unidos. Mas ainda guardando sinais do velho regime. Muitos dos homens que assumem os ministérios do início da república haviam servido à monarquia e carregavam muitos dos seus ranços.
A proclamação da república no Brasil foi um movimento militar. Quer dizer, nada de movimentos populares, como os sans culotte franceses ou os dos fazendeiros dos Estados Unidos. A Constituição republicana , que foi bandeira em outros países, demorou aqui dois anos para ser aprovada, para logo em seguida ser suspensa por um estado de sítio. Por aqui, as leis que deveriam moldar a nação republicana sob uma nova forma (mais aberta, esperava-se) custaram para mudar e quando o fizeram , não foram significativas. E mantiveram os privilégios das oligarquias rurais que mandavam e continuaram mandando no país. Os militares e civis mais avançados que ajudaram a proclamar a república foram logo presos, exilados, afastados, deixados no ostracismo ou, mais tristemente, cooptados, para que o governo pudesse continuar servindo a quem sempre serviu, a oligarquia rural.
A industrialização do Brasil para valer começa no final do século e em São Paulo.
A política do governo brasileiro de subsidiar a imigração geraria um fenômeno benéfico aos cafeicultores : a abundância de mão-de-obra barata. Aos imigrantes se juntavam milhões de nordestinos, expulsos pela seca e pelo fracasso das plantações de algodão, que enfrentaram a retomada da produção americana.
"Também a imigração européia que à primeira vista pode parecer um fenômeno que aconteceu de modo similar no Brasil e nos Estados Unidos, guarda diferenças importantes entre os dois países".
Como o governo brasileiro custeava a viagem, vieram para o Brasil, principalmente, os europeus dos países mais pobres e menos letrados, geralmente do sul da Europa, que não podiam pagar a viagem para os Estados Unidos.
"Os números da migração não escrava para o Brasil e para os Estados Unidos são absolutamente diferentes. Entre 1820 e 1998 entraram no Brasil 4,5 milhões de migrantes, enquanto no mesmo período foram para os Estados Unidos 53,1 milhões".
Por falta de consistência e outros apoios, os militares que proclamaram a república acabaram se aliando às elites agrárias de São Paulo e Minas, que governaram o país até 1930, quando Getúlio Vargas rompeu o pacto do café-com-leite e tentou novamente impulsionar mudanças industriais.
Com o golpe de estado de Getúlio Vargas, os industriais de São Paulo acharam que subiriam ao poder , mas sofreram grande decepção com o realinhamento do poder em torno dos interesses rurais, agro-exportadores. Já em 1932 organizariam a Revolução Constitucionalista, sufocada rapidamente. Os poderes da economia agrária exportadora eram mais fortes do que Vargas poderia suspeitar.
Durante toda a primeira metade do século XX os interesses industrialistas , mais voltados para o mercado interno, chocaram-se com os tradicionais esquemas agro-exportadores, mais interessados no mercado externo e na valorização das moedas dos compradores de seus produtos. Os industrialistas queriam a ampliação do mercado interno. Para o setor agro-exportador isso não interessava. O que valia era exportar. "Essa herança nos chegou até os anos 1970, no lema dos governos militares, de que o que valia era exportar . Naquele momento até justificadamente em função da necessidade do país fazer frente à dívida externa que se agigantava. O que levou à paralisação da economia nos anos 80."
A variável que parece ter feito toda a diferença entre o desenvolvimento americano e o brasileiro foi a do crescimento do mercado interno.
Enquanto nos Estados Unidos um mercado interno forte cresceu junto com as exportações, aqui os lucros do mercado externo eram apropriados por uma pequena parcela da população, desde os tempos do ouro de Minas Gerais, até os tempos do boom do café. E mercado interno era uma variável sem a menor importância para uma economia agro-exportadora ("de estrutura retrógrada").

A grande defasagem entre Brasil e Estados Unidos está em que, na América do Norte , a república independente formou-se há mais de 200 anos, por uma população livre, de grandes e pequenos proprietários e trabalhadores. Desde o início, os Estados Unidos herdaram as sementes da industrialização, da livre concorrência, o que transformou o país no motor da Segunda Revolução industrial. Desde a independência, formou-se um alicerce político razoavelmente democrático, igualitário e duradouro no país, com uma estrutura estatal não intervencionista, o que favoreceu o crescimento do capitalismo.
"O escravismo – "com toda sua herança formadora de uma sociedade de classes" – lá, nos Estados Unidos, foi limitado, ficou isolado, sendo derrubado militarmente há 150 anos, pelo Norte capitalista. No Brasil foi generalizado geograficamente em todo o território nacional, começou muito antes e terminou depois, e impediu a formação de um mercado interno consumidor, influenciando de um modo muito mais profundo, a estrutura econômica e a mentalidade formadora da cultura brasileira. Como conseqüência temos no Brasil de hoje a presença muito mais marcante de uma sociedade de classes sociais e de renda, do que o que existe nos Estados Unidos."
Podemos dizer que as bases democráticas no Brasil foram firmadas bem mais recentemente, depois de duas ditaduras. Enquanto, nos Estados Unidos a democracia, o igualitarismo perante a lei e a limitação dos poderes do Estado fizeram parte da própria formação do país. Já o que tivemos durante séculos aqui foi uma elite colonial e seus prolongamentos antidemocráticos. Só na metade do século XX começamos a ensaiar democracias e só depois do final da ditadura militar , há vinte anos, pudemos começar a consolidá-la.

O balanço histórico entre Brasil e Estados Unidos é amplamente desfavorável ao nosso país. E é isso que nos deixa tão na retaguarda.
Mas esse passado negativo não deve servir para nos deprimir. Já que não podemos cancelar a História é importante entendê-la e conhecê-la, para melhor enxergar e remover suas heranças daninhas.


Será o Europistão é ressurgirá das cinzas. Mas não será coisa boa.


Tô vendo muito taxista reclamando aqui nessa noticia. Parece os funças reclamando daquela noticia que falava do funcionalismo público.

As pessoas são liberais até mexerem na reserva de mercado delas.



Pratico o menor preço

Você deve ser daqueles que se vê o mesmo produto em duas lojas vizinhas, compraria o mais caro, certo?

transporto crianças sem cadeirinha

A responsabilidade sobre a segurança da criança é dos pais. Questione porque o santo pai aceita transportar seu filho sob essas condições (JÁ QUE ELE NÃO É COAGIDO A FAZER ISSO), e alias, eu também nunca vi taxi convencional que usa cadeirinha. Parabéns para os que usam, mas eu mesmo nunca vi.

Não ofereço seguro aos meus passageiros
Dispenso. Não quero pagar seguros nem ser obrigado a pagar.

tenho que cumprir metas de carga horária para não ser desligado
Que lugar não precisa? Em todos os estabelecimentos, todos trabalham quantas horas quiser, é assim? Mesmo no UBER, o cidadão faz sua rotina.
E outra! Vamos a um conceito bem básico: ninguém é coagido a trabalhar no UBER, NINGUÉM! Trabalha lá quem quer trabalhar.

determina o preço do meu serviço
Sim, e dai? O cidadão está conseguindo clientes utilizando a plataforma e o nome do UBER. Se está insatisfeito com isso, basta procurar outro emprego ou mudar de aplicativo, ah o cidadão não consegue? emprego está dificil? Será que tem algo a ver com o estado que afundou a economia numa crise? O mesmo estado que cobra regulamentações e taxas absurdas, impedindo a livre iniciativa das pessoas para que estas abram suas empresas e prosperem? o mesmo estado que fez tudo isso e os taxistas querem que proiba o UBER para manter sua reserva de mercado intacta?

Sabe de uma coisa, deveriamos proibir mesmo. Já que emprego está dificil, o camarada que antes trabalhava fica desempregado agora e todo mundo paga taxi mais caro, do jeitinho que você defende, né? Ótimo arranjo.

É cada coitado que despenca aqui...




Onde existe burocracia existe governo.
Onde existe governo existe ineficiência.
Onde existe ineficiência existe alto custo.
Onde existe alto custo existe impostos e taxas.
Onde existe impostos e taxas existe coerção e atraso.
Onde existe coerção e atraso existe gigantismo de Estado.
Onde existe gigantismo de Estado existe pobreza.
Onde existe pobreza existe injustiça.
Onde existe injustiça existe falência das instituições.
Onde existe falência das instituições existe democratismo e crime.


Eu também acredito que o o taxista deva ser uma pessoa correta e honesta. Então vai aqui meu conselho: Táxis e Uber não precisam ser inimigos, pois o verdadeiro inimigo está sendo o Estado. Então, porque não concentrar esforços exclusivamente contra o real inimigo? Esteja aberto a pensar sobre isso, caro taxista.



"Obrigado, você me esclareceu o que é Uber"

E vc fez, e faz, questão de esclarecer que é um ignorante econômico, que não tem vergonha de sair dizendo asneiras como uma criança chorona.


Deve ser por isso que estão importando haitianos, africanos e muçulmanos.

Já que o povão não compra mais esses discursos, o jeito é apelar, encher isso aqui de gente que apoiará esses partidos fuleiros.



Alan D M Santos,

Avalie com cautela (vou repetir, COM CAUTELA. Com muita cautela mesmo) o partido NOVO. Não são libertários, aparentemente defendem a "gestão eficiente da máquina pública" e essas lorotas, mas parece que existem alguns projetos para redução estatal.

Por que digo para ter cautela? Porque como todo partido político, não há garantia de honestidade, integridade, não há garantias de que seguirão a plataforma que dizem defender e nem que essa seja a melhor alternativa para combater o gigantismo estatal. Pode ser uma cilada, pode ser que muitos corruptos migrem para este partido para fugir das manchas em outros partidos, etc etc etc. Então, já sendo muito repetitivo, CAUTELA.

Havia também um projeto para criar o "Partido Libertário", sob a alcunha de "LIBER". Não sei o status atual.



Taxista, você parece um homem correto e honesto. E muito do que você falou é verdade. Ocorre, porém, que é a prefeitura que cria as muitas burocracias a que você está submetido e que prejudicam sua vida - como você mesmo reconhece.

Neste contexto, a coisa mais legítima a fazer é lutar contra essa burocracia e suas imposições injustas. É inegável que com o Uber os possíveis clientes estão em melhor situação, como também aqueles que trabalham para o Uber. Os primeiros têm mais opções e podem escolher o serviço mais a contento; os segundos estão ganhando um dinheiro que do contrário não ganhariam.

O Uber é legal. Tecnicamente não há nada de ilegal nesse modelo de negócio. Mas estão querendo criar leis para embarreirá-lo. Isso é imoral e prejudicará o conjunto da sociedade.

Infelizmente, há taxistas que são contra o Uber "in limine", por pura falta de informação. E com certeza você sabe disso.

Espero que você possa conseguir mais clientes a despeito da concorrência. Abraço.





"Pratico o menor preço"

Um crime! Onde já se viu isso, cobrar barato? Tem de ser proibido!

Políticos, por favor, nos socorram! Vi um preço baixo!

"transporto crianças sem cadeirinha"

Ué, e táxis de rua têm cadeirinha?! Gozado, eu nunca vi nenhum com cadeirinha.

"não ofereço seguro para os passageiros"

Eu dispenso completamente. E, se você se sente desconfortável com isso, a solução é simples: não use o serviço!

Ah, mas isso não bastaria, né? Não basta apenas não usar; tem de proibir!

Eis a mentalidade típica do progressismo: aquilo que eu aprovo deve ser subsidiado; aquilo que eu desaprovo deve ser proibido.

Quando, meu Deus, quando viraremos uma nação de adultos?

"tenho que cumprir metas de carga horária para não ser desligado"

Na Uber?! Você está desinformado. Motorista da Uber trabalha quando quer. Taí a exata definição de algo que é o contrário de escravidão.

"determina o preço do meu serviço"

Meu caro desinformado, em todo e qualquer setor da economia em que haja livre concorrência, quem determina preço é o consumidor. E não o empreendedor.

Motorista de Uber tem a mesma liberdade de preços que qualquer outro empreendedor tem dentro de um mercado de livre concorrência: nenhuma.

Não importa se o cara dirige para a Uber ou se tem uma padaria ou um restaurante self-service popular: no final, quem define os preços que ele pode cobrar são os consumidores e a concorrência.

"se não sou seu empregado, sou seu escravo, não admite regras para assegurar o usuário."

Completamente ininteligível. Como, aliás, toda a sua participação chorosa aqui.

É cada coitado...


Pela sua lógica, se todos esses setores empregassem trabalho escravo porque a legislação assim impõe, também o Ubber deveria ser forçado a usar trabalho escravo!

Você quer ver mais dinheiro sendo retirado da mão do trabalhador que prestou o serviço (e também do empresário - que também é um trabalhador, tendo trabalhado bastante para criar e manter um modelo de negócio pelo qual outros trabalhadores pudessem prestar um serviço mais a contento de quem escolhe usá-lo) e dá-lo na mão de um burocrata que você não sabe quem é, mas que você sabe que não prestou nenhum serviço demandado por quem quer que seja para se apropriar dessa some de dinheiro.

Esse burocrata tomará decisões por milhões de pessoas que ele não conhece. E, incapaz de fazer isso melhor do que as próprias pessoas (ou você acha que um burocrata que nem te conhece sabe melhor do que você próprio aquilo de que você precisa? Pois, é mas é ele que vai decidir por você o que fazer com um dinheiro que deveria ser seu!), ele ainda assim será pago para tomar essas decisões, que não podem contemplar adequadamente as necessidades da população!

Ah, sim! E ele será pago com o dinheiro dessas mesmas pessoas - que poderiam ficar com seu próprio dinheiro e tomar sobre este suas próprias decisões. Mas elas NÃO tem escolha!

Esse negócio de "divisas para o país" é uma balela que quer dizer apenas: alguém vai se apropriar forçadamente do seu dinheiro e vai decidir o que fazer com ele, em seu lugar.

O taxistas deveriam lutar para que sejam reduzidos os tributos e taxas que eles são obrigados a pagar e o excesso de burocracia a que eles são submetidos, e não para submeter os outros ao mesmo flagelo. E nem decidir que serviço os demais cidadãos devem usar.


Obrigado, você me esclareceu o que é Uber.

Pratico o menor preço, transporto crianças sem cadeirinha, não ofereço seguro para os passageiros, tenho que cumprir metas de carga horária para não ser desligado, determina o preço do meu serviço, se não sou seu empregado, sou seu escravo, não admite regras para assegurar o usuário.


Pois é, na cabeça estragada de um marxista, ensinar algo fundamentado na lógica e na realidade é doutrinação! Já fazer propaganda de uma ideologia não é! KKK A velha subversão, própria da mentalidade marxista...


Percebo na internet uma movimentação forte contra a Escola Austríaca vinda de um jornal chamado GGN.

Alguém aqui já refutou a matéria do Marcos Villas Boas?

jornalggn.com.br/noticia/ciro-gomes-e-a-escola-austriaca-de-economia-por-marcos-villas-boas




Esse pessoal humanista prefere que os pobres e inexperientes fiquem desempregados do que trabalharem voluntariamente como informais ou terceirizados.

Esse pessoal realmente não é fácil.




O interesse dele, assim como de todos os keynesianos, é no próprio bolso.


Concorrência no c* dos outros é refresco. Ninguém quer concorrência no seu nicho.


Verdade. A mídia no Brasil é todinha aparelhada por marxistas.


O Assistencialismo até pode ter alguma relação/influência cristã porque a caridade feita pela Igreja é algo parecido. Mas essa semelhança é coincidência, porque políticas assistencialistas já existiam, por exemplo, no Império Romano e na Grécia Antiga.

Agorao Socialismo, ou seja, o controle dos meiosbde produção e a administração central por intelectuais, não há absolutamente nenhuma relação ou semelhança com o Cristianismo. Isso é pura mentira para tentar apagar as relações diretas entre Científicismo, Ateísmo e Positivismo com o Socialismo (mesmo os pré-marxistas).


EUA em guerra é política de estado, alguém sabe o último presidente americano que não se envolveu em guerra?
O que interessa mesmo é saber se o dólar desaba ou não.


Meu caro, pelas suas perguntas, dá para ver que você não sabe bem o que é livre mercado.

Livre mercado é uma situação que as pessoas poderiam comercializar seus serviços e bens sem o estado ficar impondo regulações nem interferindo em cima. No livre mercado defendido por libertários e liberais, o maior pilar é o respeito a propriedade privada (isso inclui o seu corpo, pois ele é propriedade sua).

As negociações entre as pessoas são feitos em COMUM acordo (eu e você estamos de acordo com o que estamos negociando, não podemos coagir um ao outro), qualquer desrepeito ao acordo é quebra de contrato e pode nulificar o acordo. Quem oferta acordos ruins ou vende serviços ruins é logo eliminado pelo mercado por causa da concorrência (o que não acontece num setor protegido pelo Estado, pois a entrada de concorrentes é dificultada, permitindo que os consumidores tenham que usar os serviços daquela empresa por falta de opção).

Veja que ausência de estado nada tem a ver com anarquismo, escravidão, falta de responsabilidade pessoal ou falta de regras. As regras, por exemplo, ainda existirão, mas virão de outras fontes. Por exemplo: você iria a um restaurante visivelmente sujo? Claro que não. Não há necessidade de burocratas bem pagos para dizer que restaurantes sujos são péssimos. Os próprios consumidores parariam de ir para aquele restaurante e ele logo quebraria. Se houvessem pessoas que gostam de comer na sujeira, problema o deles, ninguém está coagindo você a comer lá. Outras pessoas perceberiam essa demanda por um local mais limpo e abririam seus restaurantes com melhor condição de higiene para você ir comer lá.

Sugiro fazer um tour pelo site e ler mais alguns artigos e comentários para entender melhor.


Desculpe não achar artigo melhor.. Mas, Ron Paul sendo profeta mais uma vez. Acertou a política externa again . Há algumas horas Trump descumpriu sua promessa de campanha de não intervencionismo


És mentiroso ou ignorante ou ambos:
Em Outubro de 2015 houve eleições em Portugal. A coligação de centro-direita que estava no poder desde 2011 ganhou com maioria relativa. O Costa (partido socialista) fez um acordo com o partido comunista e o bloco de esquerda (uma união de ex comunistas que defende basicamente a mesma merda que os comunistas, uma espécie de Podemos). Como esses 3 partidos juntos tinham a maioria absoluta o PS formou governo e os outros dois apoiam-no.
O PS foi assim eleito por volta de Dezembro de 2015.
Acontece que Portugal ja estava a crescer desde 2014 (0,9%). Confere expresso.sapo.pt/economia/pib-portugues-cresceu-09-em-2014=f910673
Em 2015 (1.5%) confere https://www.dinheirovivo.pt/economia/ine-confirma-pib-de-portugal-cresceu-15-em-2015/
Costa só forma governo em Dezembro de 2015 e penso eu que não teve absolutamente nada a ver com o crescimento económico desse ano, mas terá sido de certa forma responsável pelo crescimento económico de 2016 (1.4%). Confere www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/economia-portuguesa-cresceu-14-em-2016, que foi menor que o de 2015. Portanto Costa não só não descobriu a pólvora como apenas terá descoberto a forma de travar a recuperação que estava a ocorrer na economia Portuguesa. Para os esquerdistas é a prova de que estão certos. É preciso ser-se mais burro que um calhau. E eles são

Para além disso, a taxa de juros a 10 anos que estava a descer desde 2012 www.tradingeconomics.com/portugal/government-bond-yield, pouco depois do anterior governo assumir funções, começou a subir pouco antes do final de 2015, por volta da altura em que houve eleições. Depois Costa formou governo e deverá ser óbvio para qualquer ser com pelo menos um neurónio que a tendência se inverteu, depois de rondar os 2% em meados de 2015 está agora a rondar os 4%. Mais um espectacular crescimento para a esquerda

Depois vem o défice. O governo anterior reduziu o défice de 11.2% para 2.8% expresso.sapo.pt/economia/2016-04-21-Eurostat-sem-ajudas-ao-sector-financeiro-defice-de-2015-ficava-em-28
Passo a explicar, quando o Costa chega ao poder em 2015 sai num canal de tv Portuguesa a notícia que o banco Banif está falido. Os clientes começam a tirar dinheiro do banco e em menos de uma semana Costa vende o Banif aos Espanhóis do Santander. Nesse acordo fica estabelecido que o governo Português assume parte do passivo do Banif. No futuro saber-se-há exactamente que negociata foi aquela. Um banco que estava em dificuldade como practicamente todos os bancos Portugueses desde a crise, fecha menos de uma semana depois de uma notícia duvidosa e quando um novo governo tinha assumido funções ainda há pouco.
Isto para dizer que na realidade o défice, sem medidas extraordinárias e desnecessárias foi em 2015 de 2.8%. Significa isto que o governo anterior reduziu o défice a uma média de 2.1% ao ano (sendo que nos dois primeiros anos o conseguiu durante uma recessão). O actual governo terá reduzido o défice em 2016 em 0.7% (Num ano de crescimento económico). Quem é que é absolutamente maravilhoso a reduzir o défice? o actual governo claro. Para além disso, o aumento considerável da dívida pública faz me crer que o défice de 2016 é inventado. Mas quem sou eu para contrariar os génios do Eurostat.
Falta dizer que o ano de 2016 foi dos anos mais austeritários de sempre no que diz respeito ao investimento público. Investimento esse que terá de ser concretizado mais cedo ou mais tarde. Ou isso ou vão começar a reduzir funcionários públicos ou ainda vão diminuir mais o pouco trabalho que fazem.

Por último, como já disse anteriormente, apenas na queda da taxa de desemprego este governo conseguiu em 2016 ter numeros idénticos ou até mais expressivos www.tradingeconomics.com/portugal/unemployment-rate. Mas a taxa de desemprego já vinha a cair desde 2013 de um máximo de 17.5% para os 11.9% no fim do mandato do anterior governo.
Mas agora vem a parte mais engraçada sobre o emprego : Com este governo houve um aumento brutal de pessoas a ganhar salário mínimo. Neste momento 1 milhão de pessoas ganha esse mesmo salário mínimo. 1 em cada 4 trabalhadores por conta de outrém. Isto num país cheio de licenciados.

Como podem ver o anterior governo, austeritário, só empobreceu Portugal e depois veio o Costa a comandar as esquerdas deste país e tirou-nos da pobreza e pôs o país a crescer como ninguém tinha visto antes.
É isso ai.








Errado não...

Na própria matéria que você postou ta escrito:

Artistas que antes contavam com a comodidade de um salário fixo estando ou não no ar são cada vez mais raros. Tal privilégio é restrito a nomes de porte, bastante demandados ou promissores. Encaixam-se nesta lista Fernanda Montenegro, Regina Duarte, Antonio Fagundes, Glória Pires, Bruno Gagliasso, Mariana Ximenes, Adriana Esteves, Camila Pitanga, dentre outros.

Ou seja...é o sonho dos outros artistas.

Todos querem a segurança e a comodidade.


"No livre mercado, pode praticar Dumping?"

O que é dumping? Vender a um preço menor do que o concorrente? É claro que pode. Quem é beneficiado pelo "dumping" (seja lá o que você entende) é o consumidor.

Dumping equivale a receber presentes praticamente gratuitos. Por que isso seria ruim?

O dumping só prejudica aquele que o pratica; ele sempre beneficia aquele a quem se destina.

"É permitido transportar CRIANÇAS sem cadeirinhas?"

Isso não tem absolutamente nada a ver com livre mercado, mas sim com responsabilidade individual.

"Não deveria contratar seguro APP e danos materiais de empresas reconhecida pela SUSEP?"

Sugere-se que sim. Mas não se impõe nem se obriga.

"É razoável, impôr metas, precificação, punição, carga horária e não reconhecer vínculo empregatício ou é escravidão?"

Impor metas? Sim. E só trabalha quem quiser. Quem não quiser trabalhar e nem alcançar metas é perfeitamente livre para isso.

Precificação? Não entendi. Você quer as coisas sem preço?

Punição? Defina punição. Corporal é claro que não. Qualquer outra prevista e livremente acordada em contrato? Claro que sim.

Carga horária? Prevista e livremente acordada em contrato.

Não reconhecer vínculo empregatício? Isso é quebra de contrato. E quem quebra contrato é fraudador, o maior inimigo do livre mercado.

Escravidão? Escravidão é ser obrigado a trabalhar naquilo que não quer, sem remuneração e sem a liberdade de se demitir. Aliás, a escravidão sempre foi uma política estatal.

"Regras não é para ter conter abusos?"

Claro que sim.

"Regulamentação não é um conjunto de Regras?"

Claro que sim. O problema é que já ficou comprovado que, quando elas são impingidas por um monopólio estatal, o qual não sofre punição por erros, ela sempre falha. Por isso, toda e qualquer regulação estatal sempre será cooptada pelos regulados. Sempre. Regulação estatal é a maneira mais garantida de que o regulado será privilegiado.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2651


Gostaria de saber como posso escrever um artigo para o site do IMB, obviamente utilizando meu nome real para demonstrar autoria, e se existe alguma exigência prévia para isso


[Agradecimento off-topic]
Aproveito a oportunidade deste artigo que trata da relação classe artística - sindicatos e traz uma frase elucidativa "...ganhar um dinheiro extra fazendo vídeos para sindicatos..." , para expressar meu apreço ao conhecimento adquirido aqui com os artigos da equipe Mises-Brasil sobre o que há por trás das organizações sindicais e seu uso da classe artística para disseminar intenções escusas e propaganda esquerdista.
Por alguns anos fui fascinado pela obra de Stanley Kubrick....um nobre da classe artística que todos conhecem....Me perdia com aquelas cenas de 2001 para entender aquele mistério, ou sua 'inteligência crítica' expressa em filmes como Dr. Strangelove, ou suas declarações em raras aparições públicas sobre seu descrédito para com a humanidade.
Tempo passou, descobri este site, conheci como a esquerda se baseia apenas em inveja e tempos atrás surgiu me um estranho documentário (baixei via torrent) de início de carreira de Kubrick, com o título The Seafarers (1953), com o propósito de propagandear a formação e crescimento do SIU (no inglês, Seafarers International Union), algo como o Sindicato dos trabalhadores portuários.
Vídeo de 28 minutos, colorido, qualidade peculiar da época, Kubrick não aparece. Ele é o videomaker, mas fez questão de apresentar seu nome em letras garrafais na abertura do documentário. Eu que conhecia toda a obra do diretor, fiquei pasmo! Até pensei que poderia ter sido um lapso da situação financeira pessoal dele em início de carreira e precisava também ganhar experiência com a câmera....mas a outra chave que completou o desvencilhar do mistério é que no documentário SK - A Life in Pictures em homenagem à sua (não pouco estranha) morte em 1999, narrado por Tom Cruise apresentando cronologicamente a obra e vida do diretor......não há qualquer notificação sobre este peculiar filminho de meia-hora dos anos '50.
Foi o basta pra suspeita, revi seus filmes sob outra ótica e foi possível ver claramente seu esquerdismo debochado como no discurso em cenas finais de Dr. Strangelove em que um maléfico cientista convence os presentes na Sala de Guerra sobre as vantagens da explosão atômica......que é o sub-título do filme "Como deixei de me preocupar e aprendi a amar a bomba".
Eu não teria conquistado esta compreensão não fosse pelos artigos daqui do site. Obrigado à equipe Mises-Brasil pela oportunidade de trazer-nos tão valioso conhecimento em língua portuguesa! É inegável o valor da Economia Austríaca e o saber legado de L. von Mises, seja para onde quer que observamos!
Quanto ao esquerdo-cinegrafista Kubrick, resta aguardar quando novas tecnologias de análises de vídeo surgirão que farão explodir como uma bomba H as curiosas suspeitas sobre seu precioso falso filminho de pouso lunar!
Abraços...vou comprar umas camisetas da Escola Austríaca.....afinal o estado não gosta que eu poupe dinheiro!


Corre atrás, geralmente liberal não conhece muito da formação do capitalismo.


"Uber só em ISS,[sic] sonega 5% na intermediação"

Fonte, por favor. Se for verdade, fiquei ainda mais fã. Quanto menos dinheiro uma empresa produtiva entrega para políticos e para a máfia estatal, mais geração de empregos, mais renda para trabalhadores, e menos vida mansa para parasitas.

"App Vá de Táxi,[sic] emite Nota Fiscal Paulistana de serviços"

Péssimo. Mais dinheiro sendo retirado do setor produtivo e sendo entregue a políticos, burocratas e parasitas. Toda a economia perde.

Você gosta de dar dinheiro para políticos?

"Se os segmentos existentes cumprem a legislação Brasileira, porquê [sic] o Uber pode sonegar?"

Infelizmente a Uber não sonega. Ou seja, infelizmente ela também dá dinheiro para políticos. Se ela conseguisse não dar dinheiro para a máfia estatal eu seria ainda mais fã.


"Se os bancos têm que subir os juros para não terem prejuízo"

Por favor, não tire a frase de contexto.

O que foi dito é que "se os bancos não aumentassem os juros cobrados [em um momento de alta acelerada de preços], eles simplesmente receberiam — no momento da quitação do empréstimo — um dinheiro com um poder de compra menor do que o que esperavam receber quando concederam o empréstimo."

"como um político keynesiano (como o Obama) consegue reduzir drasticamente a taxa de juros de um país em recessão logo no ano seguinte? Como os bancos "aceitam" essa redução sabendo que irão ter prejuízos?"

Exatamente porque, tão logo eclodiu a crise, o dólar se valorizou brutalmente, o que não só fez reduziu a inflação de preços, como ainda gerou uma deflação de preços.

cdn.tradingeconomics.com/charts/united-states-inflation-cpi.png?s=cpi+yoy&v=201704031546t&d1=20070406&d2=20100406&type=column

O estranho seria se os juros tivessem caído em meio a uma forte alta de prelos. Aí sim haveria algo de errado.

Ou seja, tudo aconteceu exatamente como explica a teoria.


A prosperidade de uma nação não se faz pela extensão de seu território ou pelos recursos naturais, mas sobretudo pelo caráter de seu povo.


Supermercados recolhem impostos.
Farmácia recolhem impostos.
Faculdades pagam salários.
Estes reconhecem vínculos empregatícios.
Não remetem divisas para fora do país.

Uber só em ISS, sonega 5% na intermediação.
App Vá de Táxi, emite Nota Fiscal Paulistana de serviços.
Se os segmentos existentes cumprem a legislação Brasileira, porquê o Uber pode sonegar?


Acho complicado ser Libertário e político ao mesmo tempo. É tipo ser ateu e cardeal ao mesmo tempo.


Pergunta:

Se os bancos têm que subir os juros para não terem prejuízo, como um político keynesiano (como o Obama) consegue reduzir drasticamente a taxa de juros de um país em recessão logo no ano seguinte? Como os bancos "aceitam" essa redução sabendo que irão ter prejuízos?


E a Maria do Rosário, hein? Votou pelo fim do Uber, mas não sai de dentro de um. E o pior: a desgraça ainda pede reembolso com dinheiro público.

oantagonista.com/posts/va-de-taxi-maria-do-rosario

Cara, tem que ser muito fdp pra defender político.


No livre mercado, pode praticar Dumping?
É permitido transportar CRIANÇAS sem cadeirinhas?
Não deveria contratar seguro APP e danos materiais de empresas reconhecida pela SUSEP?
É razoável, impôr metas, precificação, punição, carga horária e não reconhecer vínculo empregatício ou é escravidão?
Regras não é para ter conter abusos?
Regulamentação não é um conjunto de Regras?


A classe "artística" brasileira que ataca a PL 4302(... que talvez nem tenham lido) é a mesma que defende o aborto de seres humanos enquanto "luta" pelo "direito" dos animais; é a mesma que solta pombinhas brancas na praia de ipanema com a turminha do "sou da paz" enquanto demononiza a polícia; é mesma que usufrui do $$$$$ do pagador de impostos via MinC para bancar seus projetos profissionais enquanto faz campanha pedidndo voto para seu candidato [...].

Essa turma só pode ser doente: dissionância cognitiva crônica !


Agradecemos enormemente a iniciativa e o apoio, prezado SRV. Por favor, mande um e-mail para
gean@mises.org.br ou para rafael@mises.org.br.

Essas coisas operacionais e de bastidores são com eles. (E eu vivo há centenas de quilômetros de distância deles).


Na implantação do Plano Real houve bastante comunicação de tudo que estava sendo feito. O Plano Real foi um sucesso. Todo mundo aprovou.

Mas até hoje algumas pessoas ainda criticam o Plano Real. Ou seja, mesmo com bastante comunicação para a população e com o sucesso das ações propostas no artigo, sempre existirão pessoas criticando.


quem vai definir quem é táxi e quem não é?

O próprio taxista e o consumidor.
Num cenário de mercado livre e de ampla concorrência, o taxista que deixasse de identificar o seu veículo estaria fadado ao fracasso. Afinal, que consumidor iria chamar um carro aleatório sem identificação alguma para uma corrida de táxi? Além do perigo, o consumidor nem ao menos saberia que aquilo era um táxi.



Pois então, será que o cartel governos/taxis vai querer acabar com o ubra do mesmo jeito que fez com o uber?

www.valor.com.br/politica/4929070/o-uber-o-ubra-e-busca-de-outro-modelo


Acho difícil de acreditar nestes dados. If something is too good to be true, it ain't...

Atendo pobres no SUS todo dia (sou médico) e honestamente não vejo qualquer indício do que foi descrito acima. O que percebo é uma vontade enorme de depender cada vez mais do auxílio do Estado, seja por meio de benefícios ou de privilégios. Mesmo aqueles que pensava serem mais libertários (como lavradores), me pedem laudos para "encostar pelo INSS", mesmo que tenham uma simples enxaqueca.

Mas acho que isso é natural, afinal todos vão de uma posição menos confortável para uma mais confortável, correto? Esse é o país que temos hoje. Não vejo saída.





Meu deus, ao visitar uns sites por ai, vi que a argumentação atual dos contrários ao UBER é que o UBER vai virar um monopólio e quebrar os taxistas. Santa ignorância. A ideia agora é assustar a população:

"Tá vendo esse aplicativo ai? Ele quer quebrar nós taxistas e virar monopólio, depois voltar para cobrar horrores de vocês porque vocês deixam. Confie na nossa categoria de taxista, que obviamente não é um cartel ao invés do cartel do UBER."


Infelizmente esse argumento mostra a pífia inteligência do cara. Se o UBER virar um monopólio e o estado o protege, o máximo que teremos será um novo sindicato dos taxistas e voltamos a estaca zero, e tal hipotese está longe de acontecer pois o Estado brasileiro já mostrou sua atitude contrária ao UBER.

Em um livre mercado com facilidade de entrada, se o UBER fizesse isso, iria rapidamente ser substituido por um novo concorrente.





Leandro ou algum representante do Instituto Mises,

Quero fazer uma doação em dinheiro para ajudar nessa doação de livros para escolas públicas. Como devo proceder?

Aproveito a oportunidade para incentivar os leitores do site a fazerem o mesmo, pode ser uma ótima oportunidade.

Obrigado.


Preferem que os pobres e inexperientes fiquem desempregados do que trabalharem voluntariamente como informais ou terceirizados.

Esse pessoal realmente não é fácil.




Esse pessoal é o mesmo que reclama do "capitalismo" porque precisa de experiência pra conseguir um emprego, mas precisa de emprego pra conseguir experiência.


Caramba. Isso é algo tão fácil de perceber. Como várias pessoas inteligentes não conseguem aceitar?




Os caras enfiaram marxismo na cabeça dos alunos por décadas seguidas e reclamam disso ainda?


"O Socialismo pré marxista se dava com base no assistencialismo populista cristão"

Mentira.

Todos os tipos de socialismos antes de Marx (Socialismo Feudal, Socialismo Pequeno-Burguês, Socialismo Alemão-Verdadeiro e Socialismo Utópico) eram cientificistas, com intelectuais que somente se interessavam em analisar e administrar o mundo material. Enxergavam a religião como uma forma de domar as massas e a metafísica como pura perda de tempo. Eram opostos/inimigos dos escolásticos católicos.

O papel crucial da religião no desenvolvimento da ciência econômica
As raízes escolásticas da Escola Austríaca e o problema com Adam Smith
Juan de Mariana: A Influência dos Escolásticos Espanhóis
Os fatores que levaram ao fim da escolástica
Positivismo - O espírito que assombra o Brasil

Aliás, a ideia de Socialismo já existia na cabeça de alguns filósofos da Grécia Antiga, era uma ideia de administração da sociedade por iluminados. E pelo que saiba, quase todos esses filósofos não eram nem um pouco religiosos, apesar da maioria serem teístas ou politeístas.
Tal ideia, como era de costume, foi "tomada" pelos aristocratas do Império Romano. E isso 3 séculos antes do Cristianismo sequer aparecer.

O pensamento econômico na Grécia antiga

"Esse Socialismo precedente, com base meramente nas afirmações da caridade cristã, foi chamado por Marx de Socialismo Utópico, sem base racional."

Ou você é muito burro ou você é muito desonesto. Ou os dois.

Socialismo Utópico foi primeiramente formulado por Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Robert Owen (1771-1858). Estes primeiros pensadores do moderno socialismo não reconheciam autoridade externa, além de subordinar a religião, a ciência, sociedade e instituições políticas à uma drástica e permanente crítica. Tudo o que era produzido pela humanidade deve justificar sua existência, ou seja, demonstrar sua utilidade ou então ser combatida até que deixasse de existir. A razão era a medida de todas as coisas. À toda forma de tradição, sociedade, governo, costume ou similar existente, toda velha noção tradicional deveria ser considerada irracional e combatida.

Não há absolutamente nenhuma ligação com o cristianismo ou a religião. É justamente o contrário, imbecil. O socialismo utópico possui laços umbilicais com o ateísmo, materialismo e o cientificismo.

"Como a razão ou a ciência estava na moda, Marx fez seu marketing apelando para o seu socialismo cientítico"

Não, amigão, isso é só mais uma mentira inventada por você.

Como já demonstrei anteriormente, desde antes de Marx, os tipos de socialismos eram ideologias materialistas e cientificistas. Os intelectuais não davam a mínima para religião ou metafísica e se interessavam somente em analisar e administrar a sociedade. Se duvida do que eu estou dizendo, pesquise os nomes dos autores desses socialismos no Google.

Toda essa ideia de controlar absolutamente tudo para construir um "mundo melhor" é fruto da mentalidade moderna. Nada no Socialismo Marxista existia antes da era moderna. Nem o Socialismo da Grécia Antiga chegava a esse ponto.

"O Marxismo é um pleno sincretismo com o cristianismo e seu pieguismo populista."

Não, desonesto mentiroso. O Marxismo nada mais é do que a junção do Totalitarismo Político com o Positivismo Ateísta. As semelhanças com ambos de forma separada são MUITO MAIS evidentes e explícitas.

"Inventado no ocaso do Império Romano para criar antagonismo entre pobres e ricos e inventar a obrigação (obriga ação) moral do assistencialismo com base na opinião divina que recomenda tal obrigação moral."

"Opinião divina"? No Império Romano? Amigão, ou você é extremamente ignorante ou você é desonesto.

No Império Romano nem sequer existiam políticas assistencialistas. No Império Romano existia a política do pão de circo. E mesmo se existisse alguma política assistencialista em pequena escala, o Imperadores Romanos nunca foram vistos como a voz de algum deus como foi alguns casos de reis da Idade Média. Somente alguns imperadores, APÓS A MORTE, recebiam o culto imperial.

"Não por acaso Marx se valeu mesmo da LEI da USURA católica para condenar os JUROS (mais sincretismo)"

Desde 1609, a Usura é era mais vista como pecado pela Igreja Católica. 'Somente' 250 anos antes de Marx. Sua teoria é 100% infundada.

"nem mesmo se poupou de profetizar uma rebelião dos proletários (apocalipse proletário) que deporia a burguesia do Poder e daí surgiria o MILÊNIO SOCIALISTA profetizado e que levaria à ABUNDÂNCIA ABSOLUTA que daria origem ao COMUNISMO, onde o Estado deixaria de existir. Marx profetizava o Paraiso Comunista após o milênio Socialista."

Rapaz, o LSD que você usou é bem forte mesmo. Você seria um ótimo escritor New-Age.
TUDO o que está escrito aí é pura invenção da sua cabeça mentirosa. Absolutamente NADA disso foi dito por Marx em NENHUM lugar. É tudo invenção de um mentiroso como você.



Errado. E o pior é que eu também achava que era, mas não é.

natelinha.uol.com.br/noticias/2015/06/16/globo-segue-politica-de-contratos-por-obras-confira-atores-nesta-situacao-89892.php

jornalggn.com.br/blog/luisnassif/reporter-carlos-dorneles-move-acao-contra-a-globo

gente.ig.com.br/tvenovela/2013-12-11/fagundes-sobre-reivindicacoes-a-globo-objetivo-e-melhorar-qualidade-artistica.html

"O ator Jorge Coutinho, presidente do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro, explicou que os contratos entre atores e emissoras de televisão podem variar de acordo com os interesses de ambos os lados. Há várias formas de contratação, mas as três principais são com carteira assinada, com contratos por obra ou por diária de gravação."

Artista não é burro. Vá lá ver se Wagner Moura tem carteira assinada pela Globo e se ele recolhe o INSS e o FGTS pela Globo. Se duvidar, ele ainda deve fazer de tudo para achar brechas e dar um beiço no Imposto de Renda, declarando uma renda muito menor que a verdadeira (que inclui até filmes em Hollywood; aliás, ele faz filme com Matt Damon pela CLT)?

P.S.: a discussão, diga-se de passagem, nem é sobre CLT, dado que esta permanece inalterada. A discussão é que artistas querem proibir até mesmo um pouquinho mais de liberdade de contratação e de busca por emprego, sendo que eles próprios sempre usufruíram esta liberdade.


Caro Antonio Alves, parabéns pela sua ortodoxia linguistica em que me corrige de meus erros. Nos meus 60 anos de idade, trabalhando desde os meus 12 anos, ininterruptos, com acesso escasso a cultura correta, por estar num país que está se lixando prá isto e que volta e meia muda a ortografia e no afã de expressar meus pensamentos e ainda, saber que até os grandes formadores de opinião, de vez em quando escorregam no bom portugues, acho que não me sai tão mal. Importante também se faz entender e interpretar o que se diz, coisa que parece que voce não é muito bom.
Felação, no nosso dicionário quer dizer "gozo sexual provocado pela sucção ou coito bucal.
Quando me referi ao analfabetismo estava somente dando o troco civilizado ao missivista chamado "Passsageiro", que me ofendeu e não me contestou, como voce pretende.
Parabéns também pelo seu altruismo em se meter em assunto que não lhe foi direcionado. Mas é válido.
Vamos lá:
1- Eu não faço parte de cartel porque quando entrei na profissão segui todos os passos que a lei determina, quer voce goste da lei ou não. Não, eu jamais vou aplaudir qualquer tipo de cartelização. Quando mudar as leis sobre táxi, estarei pronto para me adaptar a isso.
2- Conservadores, liberais e até pessoas que se dizem de direita, debruçam-se neste momento a entender sobre o movimento globalista, em que grandes fortunas pressionam o mundo para monopolizar tudo que lhes é possivel.
Google e Microsoft, os maiores detentores do Uber, fazem parte desses globalistas e utilizam-se do Uber como ferramenta para atingir seus objetivos. Portanto, sua teoria de que nunca viu uma empresa trabalhar no vermelho e conseguir o monopólio é furada. São gigantes que estão sim, se lixando se vão perder muito dinheiro, por um tempo. Por que mesmo se não der certo eles partem para outros ataques com seu poder financeiro, mesmo porque, o Uber para esses caras é dinheiro de pinga. Ignorancia sua subestimar o poder deles.
3-Você é tão desinformado que não percebeu o movimento dos esquerdistas. 2018 está aí e os oportunistas estão aparecendo. Ninguem pediu colo nem pediu cafuné para esquerdista. Foram eles que tomaram para si esta briga, porque querem se passar de moçinhos, mesmo porque, nossa briga era local e contra um prefeito esquerdista. Para iluminar um pouco sua sapiência, saiba que para nós, taxistas, a proibição dos aplicativos é um péssimo negócio porque a demanda do setor não pode ser atendida só com táxis.
4-Voce decididamente tem dificuldades de entender o que é concorrencia predatória em detrimento de concorrencia honesta.
Vou tentar te explicar, baseado no exemplo que voce deu sobre optar por um restaurante que cobra $ 15 o quilo e outro que cobra $ 30:
Imagine um terceiro restaurante que se instala no meio dos dois primeiros e cobra $ 5 pelo mesmo quilo e tendo muito mais poder financeiro, até que os dois primeiros abram falencia. Claro que a sua resposta é que isso seria ótimo, pois na sua visão, conforme voce mesmo escreveu, a concorrencia predatória seria ótimo, por que o que vale é a economia de mercado.
Imagino voce, se fosse taxista... baseado em sua teoria, voce cobraria corrida até para a sua genitora.
5- Vá se informar melhor sobre os aplicativos 99 e Easy, dos quais nos utilizamos. Os dois , não só utilizam os táxis, como também carros particulares, o que não caracteriza cartel. Isso é má fé sua.
6- Que venha Uber, 99, Easy taxi e quem mais quiser. Só queremos concorrencia honesta, onde todos possam e devam concorrer respeitando normas. O resto é patifaria.
7-Por ultimo e não menos importante, quem aventou a possibilidade de uma felação, foi o missivista "Passageiro", mas já que voce, se intrometeu com seu mais sincero altruismo, perguntando se o preço da felação seria baseado no taxi ou no Uber, quero lhe propor um preço acessivel, acredite. Só não vou topar se voce tiver algum abcesso na boca.
Um abraço, professor.


"eu li esta notícia e achei que havia sido reduzido o déficit fiscal devido a injeção de dinheiro advindo do aumento da dívida pública"

Essa frase é contraditória. Se a dívida pública aumentou, então, por definição, houve déficit fiscal.

O que você pode estar querendo dizer, aí sim, é que houve aumento da oferta monetária (por vários fatores) e isso aditivou a economia (no curto prazo) e a arrecadação. E você está certo. A oferta monetária em Portugal de fato voltou a aumentar, após seguidos anos em contração.

cdn.tradingeconomics.com/charts/portugal-money-supply-m2.png?s=portugalmonsupm2&v=201704031435t&d1=19170101&d2=20171231

Isso é um tanto misterioso porque o crédito continua em forte contração:

cdn.tradingeconomics.com/charts/portugal-loans-to-private-sector.png?s=portugalloatoprisec&v=201704031435t&d1=19170101&d2=20171231

Se a oferta monetária está se expandindo mas o crédito está se contraindo, então a única explicação é que este dinheiro está vindo de fora. Vale lembrar que, na zona do euro, qualquer cidadão de qualquer país pode depositar seu dinheiro nos bancos de qualquer outro país. Tudo indica que Portugal está recebendo dinheiro de outros países da zona do euro. Pode ser tanto para investimentos quanto para financiar o próprio governo português.

"pois com mais dinheiro girando mais impostos estariam sendo pagos e os repasses a salários e gastos diversos ainda nao estariam sendo impactados pela inflação que deve estar ganhando força"

Sim, está ganhando força. É a inevitável conseqüência do aumento da oferta monetária.

cdn.tradingeconomics.com/charts/portugal-inflation-cpi.png?s=plcpyoy&v=201704031435t&d1=20140101&d2=20170406

"Porém não entendi o porque do aumento da dívida publica, poderia me dar uma luz?"

Porque ainda está havendo déficits. Os déficits foram reduzidos, e muito. Mas continuam existindo. Antes, a dívida aumentava a um ritmo anual de 11% do PIB. Hoje, aumenta a um ritmo anual de 2% do PIB.

Bem menos, mas continua aumentando.


Taxistas e funcionários de montadoras no Brasil estão realmente muito acostumados.

Por isso esse setor é extremamente atrasado aqui.


Mas é justamente nesse cenário de crise com desemprego recorde que precisa desregulamentar tudo mesmo.


Mas o trabalho na Globo é CLT, a novelinha... que é o de segurança, que pinga todo mês.

Pois ninguém faz cinema todo mês. Cinema você faz uma vez ou outra, ganha uma boa grana mas não tem garantia de nada depois.



Prezado Leandro,

Bom dia !

Parabéns pelos artigos. Tenho uma dúvida. No artigo de 31/03/017 sexta feira passada, você explicou que o excesso de oferta monetária que é causa da inflação. Excelente texto. Vamos para a prática. Como resolver este problema ? Quais as ferramentas econômicas iniciais são indicadas ? Teremos "efeitos colaterais" quando estas medidas forem implementadas ? Faço estas perguntas porque alguns críticos da EAE falam que suas idéias são impraticáveis.


Existe algum partido ou possível candidato a cargo eletivo em 2018 que possa ser considerado libertário? Ou que ao menos defenda algumas políticas a favor da liberdade?