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Últimos comentários


Deixei de ouvir esse Carnal. É o filósofo do politicamente correto, que cuidar de adular ou auditório e não provocá-lo a pensar. Mercado, empreendedorismo, liberalismo...nada disso promete felicidade. Apenas assegura as condições para se buscá-la. Encontrá-la é outra questão, subjetiva, talvez Metafisica ou transcendental. Enfim, mais um chato na tribuna. Proponho esquecer Carnal!



Paulo, alguns comentários:

- É preciso ver com muito cuidado estas estatísticas, porque existem ciclovias e existem faixas de asfalto pintadas que a prefeitura chama de ciclovia. Se não for algo viável, e que leve de um lugar para outro, não funciona, mas pode melhorar as estatísticas. O Haddad foi obviamente, campeão nisso, mas até Curitiba, que para muitos é modelo, tem muita faixa pintada que a prefeitura chama de ciclovia, mas que não tem funcionalidade.

- Os problemas de trânsito de São Paulo são muito maiores que os de qualquer outra cidade no país, devido ao seu tamanho. A relação população x trânsito não é linear, é exponencial.

- O que Jaime Lerner fez em Curitiba nos anos 70 foi reformar (alargar) ruas, que na época tinham pouco movimento, e criar uma pista exclusiva para ônibus. As pistas para automóveis, na época, davam conta do recado. É muito diferente do que se faz hoje, que é pegar uma rua que já é congestionada e eliminar uma faixa, aumentando o congestionamento ainda mais.

- Também duvido destas estatísticas que dizem "o transporte público é tão bom que as pessoas trocaram o carro pelo ônibus". Nesta conta tem que entrar o custo crescente do carro e as dificuldades que o governo cria, às vezes até desnecessariamente, para o uso do mesmo. Algumas pessoas fazem esta troca, mas não porque seja melhor, mas porque são obrigadas.

Vou dar meu caso como exemplo: Nos anos 90, trabalhei em uma empresa a 15 km de distância de minha casa. Havia uma linha de ônibus que passava a 100 metros da minha casa e tinha um ponto "na porta" da empresa. Situação ideal para usar o transporte público, não é ? Quase não precisa andar, não precisa "baldeação". Porém, após experimentar por duas ou três vezes, nunca mais fui trabalhar de ônibus. Por quê? Com meu carro eu chegava em 25 minutos, descansado, com direito a ouvir minhas músicas preferidas no caminho. De ônibus, eu levava 45 minutos (* com faixa exclusiva *), invariavelmente percorridos de pé, espremido entre outras pessoas, tendo que me preocupar se alguém não estava puxando minha carteira do bolso.


Como chegamos a isso? Sete etapas:

1ª) Formação colonial-escravagista (séculos XVI a XVIII – o escravagismo se estende, no entanto, até o século XIX): essa formação aconteceu dentro de um contexto mercantilista e evangelizador: o polo dominador explora o polo dominado e faz das pessoas parasitadas mero "carvão humano", como dizia Darcy Ribeiro[1]; houve avanços na metalurgia e na navegação oceânica; nas fazendas e nos sertões valiam o escravagismo e o catolicismo; no século XIX começa a urbanização desorganizada[2]; a quase totalidade do governo Tomé de Sousa (1548) se envolveu em corrupção, a começar pelo "ouvidor-geral da Justiça", Pero Borges (já condenado por corrupção em Portugal); a corrupção sistêmica desse período foi denunciada por Padre Antonio Vieira, no Sermão do Bom Ladrão;

2ª) Primeira Revolução Industrial (a partir da segunda metade do século XVIII, inovando na indústria textil, na metalurgia e no setor de transportes): Portugal se torna obsoleto e não se estrutura para a formação capitalista-mercantil; não inova em praticamente mais nada; demora muito para receber os benefícios do progresso e se torna uma das nações mais atrasadas da Europa; a colônia segue a ideologia da metrópole (quem podia estudava em Portugal e pensava como a matriz – ver José Murilo de Carvalho); ganham proeminência Inglaterra, França e Países Baixos; as nações ibéricas se tornam arcaicas e extremamene corruptas, não ascendendo à nova civilização em tempo adequado; se comportam como as colônias, experimentando o progresso de forma reflexa; o conservadorismo de Portugal e Espanha impede que se renove seu sistema produtivo, sua rígida estratificação social e sua despótica estrutura de poder[3]; o Brasil se torna independente de Portugal e cai no neocolonialismo inglês;

3ª) Revolução filosófico-antropológica (Iluminismo do século XVIII): o arcaismo das elites portuguesas assim como das oligarquias nacionais (a partir de 1822) impede o progresso moral e emancipador do humano (Kant); nega sua perfectibilidade contínua, tal como pregava Rousseau, e bloqueia seu acesso à educação (ainda hoje ¾ da população brasileira são analfabetos absolutos ou funcionais); perdemos o bonde da civilização secular bem como do liberalismo político; a velha classe dominante (neocolonialista), latifundiária, estruturou uma sociedade de opressão, que explode com frequência em convulções sociais, que são esmagadas pelo poder; além disso, há incontáveis registros de corrupção nas oligarquias e no sistema eleitoral (onde se digladiavam os saquaremos contra os luzias – conservadores e liberais);

4ª) Segunda Revolução Industrial (que vai da metade do século XIX à metade do século XX): o Brasil começa tarde sua industrialização, no primeiro terço do século XX (que foi comandado pela República Velha, dirigida pela oligarquia cafeeira); demorou muito para desfrutar da máquina a vapor, da nova produção têxtil algodoeira, do surgimento de mais profissões e mais mercadorias produzidas, do consumo massificado, do crescimento urbano veloz, mecanização do campo, ferrovias, transporte mais ágil, automóvel, telégrafo, rádio, telefone, televisor, avião etc.; avançou no trabalho assalariado, nas eleições e nas novas ideologias; mas construiu uma democracia apenas formal (procedimental, diria Bobbio), dando ensejo aos populismos ou à banalidade venal;

5ª) Revolução do Estado de Bem-Estar Social (que se intensificou a partir da 2ª Guerra Mundial – 1945 – nos EUA e Europa): nossas oligarquias (políticas e econômicas) nunca deixaram o brasileiro saber o que é isso, impedindo para a maioria absoluta da população o progresso social e educacional que ela representou; as classes médias cresceram e abandonaram os serviços públicos (escola, saúde, transportes, moradia subsidiada etc.), cuja qualidade se definhou brutalmente;

6ª) Terceira Revolução Industrial (a digital, cibernética, na segunda metade do século XX): está fundada na inovação tecnológica, que no Brasil encontrou desenvolvimento muito precário. Nos tornamos dependentes da tecnologia estrangeira e perdemos muito mercado por causa da globalização; quase não exportamos tecnologia, sim, commodities (aquilo que se arranca da terra, porque essa é nossa vocação desde a época da colonização-escravagista); paralelamente à revolução da informação e das comunicações e à globalização (econômica), promulgamos uma Constituição com um mundo de promessas não cumpridas (e irrealizáveis, enquanto perdurar a ignorância da população majoritária). A Constituição gerou um fenômeno paradoxal: ela serve de utopia para novas lutas sociais, mas desencadeou nas oligarquias a nítida consciência de impotência para fazer dela uma realidade (leia-se: elas desistiram da luta transformadora pelo progresso coletivo, deixando-o ao sabor dos segmentos mais ativos da sociedade civil);

7ª) Locupletação voraz do dinheiro público pelas oligarquias políticas e econômicas (as que governam e as que mandam nas que governam) durante nossos 516 anos de existência, com ênfase especial a partir da Nova República, quando nosso orçamento chegou à casa dos "trilhões". Foi durante a República Velhaca de 1985 a 2016 (Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula e Dilma) que nossas oligarquias perderam completamente o bonde do progresso digital e da globalização (obsolescência e arcaísmo digital e global); abandonaram também a ideia de progresso da população porque perceberam a impotência delas para o cumprimento das promessas constitucionais irrealizáveis (embora constituam utopias motivadoras de lutas contínuas). Não havia capital humano preparado para a nova era (baixa escolaridade e analfabetismo intenso, em todas as classes sociais; capital humano de baixa qualidade, produtos não competitivos, baixo produtividade); o país se fechou com o protecionismo e no arcaísmo; de 1985 a 2012 o PIB per capita do Brasil cresceu apenas 1,4% ao ano (número ridículo).

Cada setor afetado pelo mundo da globalização do mercado e da revolução digital está reagindo de uma maneira. Todos praticam uma espécie de autodefesa psicológica para sufocar a ansiedade que os invade diante do desmoronamento de toda certeza acerca do futuro[4]. Os taxistas, mais primitivamente, estão partindo para a violência diante do Uber; as oligarquias brasileiras (políticas e econômicas), diante da impossibilidade de exportar algo distinto daquilo que se extrai da terra, buscaram compensação no mundo do crime organizado para a prática da corrupção. A polícia está cuidando dos taxistas; a Lava Jato está enquadrando as oligarquias corruptas, mandando-as para a cadeia e empobrecendo-as. É a maior revolução desarmada no Brasil contra os caprichos e desmandos das oligarquias.


Na verdade não faz sentido, a não ser que vc acredite que existe um grupo de "famílias ricas" cujos integrantes só casam com outros membros deste mesmo grupo, durante mais de vinte gerações.

Para explicar: suponha que um casal tenha dois filhos. E que cada filho, ao casar, também tenha dois filhos, e assim por diante. Em dez gerações, haverá mais de mil pessoas que são descendentes daquele casal original. E cada uma destas mil pessoas terá mil antepassados de décima geração, diferentes para cada um. Como afirmar que alguém faz parte de uma determinada família e não de outra ?


Desculpem-me os intelectuais de plantão, mas de todas essas opiniões a que eu considero mais coerente é a última "anônimo" de 02/06/2017. Todas essas teorias de livre mercado, socialismo, capitalismo etc. etc. etc nunca funcionaram e nem funcionarão plenamente enquanto o ser humano se colocar no direito de achar que tem superioridade sobre seu semelhante (não considere aqui aspecto religioso). Portanto, penso que a maioria das teorias socioeconômicas existentes, entre elas a que mais teria proximidade com uma tentativa de igualdade real entre os meios de produção, e com eles os que de fato produzem, os trabalhadores, e o grande capital (não sou especialista, posso estar equivocado), funcionariam, umas mais justas outras mais injustas, mas se o ser humano tivesse mais o senso de igualdade, fraternidade e liberdade. Pensando nisso, embora eu tenha uma tendência socialista (não exatamente comunista), penso que o capitalismo e até a teoria libertária seriam uma solução para que a ascensão social alcançasse os mais pobres e, consequentemente, diminuísse a distância entre ricos e pobres. O único problema de tudo isso é que estamos falando de homens, seres humanos que têm a tendência de olhar para seu próprio umbigo. Entendem por que nenhuma teoria socioeconômica será capaz de resolver o problema das gritantes desigualdades sociais? Isso só ocorrerá se o homem entender que ele não está sozinho no mundo, ele precisa do outro, inclusive para enriquecer; e é aí que entra a necessidade de uma legislação que controle até certo ponto (veja bem: até certo ponto) a relação trabalho-capital: exatamente porque a história nos mostra que em qualquer sociedade onde não há controle (por meio da legislação), a tendência é que o lado mais forte se sobressaia. É isso.




Que tristeza não ter conhecido os mercados de moedas digitais e de ouro e prata a anos atrás. Esse sistema financeiro manipulador e falido mundial e esses governos malditos que nos querem destruir é foda. O jeito é investir o que dá hoje para tentar fugir da dominação global.


O problema da média é desconsiderar os casos concretos, vale para o piketty e para todos os outros esquerdistas e direitistas.
Ainda assim, em média rentabilidade das grandes fortunas crescem muito mais do que a rentabilidade das pequenas fortunas ou do que o conjunto dos rendimentos (onde os rendimentos do trabalho têm um peso de cerca de 70%). Isto também é inegável.


Se emprego com salário mínimo fosse bom, todos seriam empregados.



Prezado Prof. Fábio Barbieri

De acordo com estudo publicado no Portal G1, de 23/03/2014, "Ciclovias representam apenas 1% da malha viária no pais", segue alguns dados, da cidade que nasci, me criei e visito frequentemente, visitando minha família ((Curitiba), da cidade que morei de 2003 à 2009 (Vitória) e da cidade que resido desde 2010 (Rio de Janeiro).

- Rio de Janeiro, metade da população paulistana:

361 km (primeiro lugar). 3,41% da malha urbana (quarto lugar).

- Curitiba, 17% da população paulistana:

127 km (segundo lugar). 2,70% da malha urbana (quinto lugar).

- Vitória, 3,33% da população paulistana:

29 km (décimo primeiro lugar). 6,62% da malha urbana (segundo lugar).

- São Paulo

60,21 km (quinto lugar). 0,40% da malha urbana (décimo sexto lugar).

Nestas cidades não tem esta polêmica, pelo menos de tal nível de chegar ao fato de ser capa de jornais e revistas ou notícia em horário nobre na TV.

Talvez o problema seja o conhecido stress paulistano e não as bicicletas. Afinal o paulistano passa mais tempo no trâsito do que com a família. E para ir à praia se estressa mais, com as horas e horas no engarrafamento.

Ou talvez porque nas capitais que mencionei não foram prefeitos do PT que as criaram. Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba é do DEM.

Em relação à faixa exclusiva para ônibus, ela foi implantada inicialmente por Jaime Lerner e equipe, no seu primeiro mandato, no longínquo ano de 1973. Ela fez tanto sucesso que a equipe dele exportou a experiência para o mundo todo.

A principal razão do sucesso foi que, com pistas exclusivas, os ônibus chegam mais rápido ao destino. Desta forma, muitos migram para o ônibus, reduzindo a quantidade de carrot na rua e reduzindo os engarrafamentos.

Interessante que a equipe do Lerner implantou o Transmilênio em Bogotá. A turma de São Paulo foi para Bogotá ao invés de Curitiba, para estudar. Talvez para viajar ao exterior e receber diárias em dólar.

PS. Atualmente não tenho bicicleta e vendi meu automóvel.

Com o dinheiro da venda aplicado e rendendo, somado à economia em depreciação, combustível, manutenção, IPVA, seguro, franquia do seguro, estacionamento, sobra dinheiro para andar de metrô, ônibus, Uber, táxi e avião.

E sem o stress de dirigir no Rio nem nas rodovias.

Pela minha Anásise técnico econômica, meu VPL (valor presente líquido) é positivo, tanto monetariamente quanto em redução de stress.



"Minha geração lutou, levou porrada da PM, respirou muito gás lacrimogênio (sorte na época não ter balas de borracha), mas não soube encontrar as soluções."

Primeiro, nem todos de sua geração "lutaram";

Segundo; sua geração "lutou", NÃO por um sistema de liberdade socioeconômica ("democracia" no sentido liberal-conservador) mas para implementar uma ditadura totalitária/socialista mil vezes pior do que a "ditamole" do regime militar brasileiro.

* * *


Bruno Feliciano.

Para quem está no quarto ano de Direito, seu português é sofrível.

E aí vem reclamar dos advogados.



A taxação e o controle estatal diminuem a oferta de todo e qualquer produto ou serviço, o que por sua vez restringe a qualidade e aumenta os preços.

* * *


Olá senhores, um governo Liberal deveria fazer os seguintes atos na minha opinião
Ter quase nenhuma regulamentação sobre o funcionamento das empresas até para empregar.
Imposto único para facilitar o pagamento. máxima alíquota de 17 por cento (copiando Hong Kong)
saúde totalmente privada. sem o governo dizer quem pode ser médico ou quais faculdades possam oferecer o curso de medicina, e deixando qualquer pessoa q fez faculdade na área no exterior entrar para trabalhar.
importações totalmente livre.
sem estatais ou monopólios.
educação privada com o estado financiando educação somente básica, até 2040, desde já podendo as crianças serem educadas em casa.
Moeda em Padrão Ouro sem curso forçado, (acredito que seria a moeda mais forte do mundo em pouco tempo.)
Porte e posse de armas de fogo sem restrições nenhuma.
Polícia somente civil. a militar seria gradativamente retirada, as pessoas poderiam contratar empresas privadas para segurança da sua rua ou bairro.
Justiça cível totalmente por arbitragem.
somente governo federal e municipal, governo estadual seria extinto.
saída da ONU ficando somente na OEA.
fim de novas pessoas na previdência social, quem tiver menos de 30 anos ficaria excluído também... 30 por cento do salária não seria taxado IR e os lucros desse investimento não seria taxado IR.
fim da estabilidade e vitaliciedade dos funcionários públicos. quem tivesse menos 30 seria demitido do cargo, ou seria reaproveitado em outra área.
Cláusula Pétrea impedindo o governo de fazer dívida e gastando só o q rouba.
Dificuldade de para estrangeiros sem especialização entrar para morar no país por 15 anos, afim de o crescimento econômico alancar os salários.
70 por cento do imposto único ficaria no município.
Governo Parlamentarista sendo o país um Império.
e outras coisas q não lembro agora.....
Acredito que um país conseguiria sobreviver assim, o que vcs acham seria uma boa base para uma constituição? tá muito soça ainda? ainda botaria uma cláusula pétrea de secessão individual a partir de 2085. quanto tempo as pessoas ficariam reclamando até que os resultados aparecessem? em quanto tempo o choque da mudança terminaria? acredito que o Brasil vai se tornar um país liberal, já está dando uma guinada para o conservadorismo, vendo o capitalismo com bons olhos e o socialismo como doença mental, e com tempo se torne um ancapistão.



A PARTE MAIS DOCE DO CAPITALISMOS BRASILEIRO.
JURO DE 400% NO CARTÃO: NÃO TEM PREÇO
super.abril.com.br/blogs/crash/ta-assustado-com-o-dolar-alto-olha-onde-estao-os-juros-do-cartao-no-brasil/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super

COM CRISE OU SEM CRISE, BANCOS BRASILEIROS TÊM CADA VEZ MAIS LUCRO
opiniaoenoticia.com.br/economia/com-crise-ou-sem-crise-bancos-brasileiros-tem-cada-vez-mais-lucro/#.Vc42ofuGy7E.facebook

STF CONFIRMA LEGALIDADE DE MP QUE PREVÊ CAPITALIZAÇÃO DE JUROS
veja.abril.com.br/noticia/economia/stf-confirma-legalidade-de-mp-que-definiu-juros-sobre-juros-no-mercado-financeiro
NYT: JUROS NO BRASIL FARIAM AGIOTA AMERICANO SENTIR VERGONHA
veja.abril.com.br/noticia/economia/nyt-juros-no-brasil-fariam-agiota-americano-sentir-vergonha
NO CARTÃO, JUROS DE QUASE 1000% AO ANO
economia.estadao.com.br/noticias/geral,no-cartao-juros-de-quase-1000-ao-ano,176932e

BRADESCO TEM LUCRO LÍQUIDO DE R$ 4,12 BI NO TERCEIRO TRIMESTRE
veja.abril.com.br/noticia/economia/bradesco-tem-lucro-liquido-de-r412-bi-no-3-tri

A FARRA BRASILEIRA DOS JUROS, RAÍZES HISTÓRICAS
www.desenvolvimentistas.com.br/blog/caleidoscopiobrasileiro/2016/01/09/a-farra-brasileira-dos-juros-raizes-historicas/#comment-3680

LUCRO SOMADO DE 4 BANCOS BRASILEIROS É MAIOR QUE O PIB DE 83 PAÍSES
g1.globo.com/economia/noticia/2014/02/lucro-somado-de-4-bancos-brasileiros-e-maior-que-o-pib-de-83-paises.html



Parabéns pelo Instituto.
Não entendo o Brasil.E o Instituto está aí para decifrá-lo. Karnal é um representante deste enigma. Fala obviedades, muitas vezes distorce fatos mas tem grande penetração no meio que critica, os capitalistas.Que , pasmem, o pagam para escutar tais "verdades".
Enfim, acho tudo tão fascinante que nem consigo participar das discussões trazidas por pessoas que considero uma contradição ambulante.
Fica meus parabéns ao Instituto. Que se discuta de forma séria este país. Sem modismo, sem "jogar para platéia", sem dourar a pílula e sem contratar pessoas que não suportam o capitalismo mas usam de todos os seus benefícios, protocolos e regras para bem viver.



Tem amigos aqui não leu direito esse belo texto e não entenderam. Os sindicatos sempre foram uma arma do patrão contra os trabalhadores.


Oi, Douglas,

esta foi a melhor análise (para leigos) que já li a respeito do assunto. Sem neuroses e com uma boa capacidade analítica.

"É uma curiosa inversão da regra biológica de que quando o coelho come alface não é o coelho que vira alface, mas a alface que vira coelho. Se o Estado engole a sociedade, não é o Estado que desaparece: é a sociedade. Que a sociedade dominada, esmagada e anulada não sinta mais o peso da dominação não quer dizer que esta não exista, mas que o dominado está exausto e estupidificado demais para tomar consciência dela. É o totalitarismo perfeito em que, nas palavras de Antonio Gramsci, !!!!!!!!"o poder do Partido-Estado já não é percebido como tal, mas se torna "uma autoridade onipresente e invisível como a de um imperativo categórico, de um mandamento divino!!!!!!!!!!!!!".

Essa de "o coelho virar alface" - quem foi que disse, mesmo?!

Eles negam a D. porque querem tomar o Seu lugar. São "Teomaníacos".

Um abraço,

Annamaria.





O artigo desperta para uma boa reflexão: como superar a pobreza endêmica no Brasil sem demonizar os empreendedores?
É importante destacar que o espírito empreendedor é uma qualidade de poucos no Brasil; ainda é muito mais fácil se assegurar das benesses do Estado, sobretudo nos vantajosos e escassos empregos do setor público, para aqueles que se contentam apenas em compor a classe média.
Para se tornar rico, a estratégia deve ser outra. Mantendo-se honesto e sem aceitar as regras do jogo político, torna-se um grande desafio!
Mas a solução para a eliminação da miséria e superação da pobreza material ainda está longe de ser obtida no Brasil, pois sem controle de natalidade e adoção de valores morais, sobretudo de valorização da vida, não vejo solução possível.
Será que a disseminação de valores religiosos pode ser a solução? Despertar o desejo de consumo deu no que deu...


Sindicalista não é burro coisa nenhuma,eles na verdade são desonestos principalmente os que são ligados a partidos políticos,lógico que uma parcela é honesta e sensata,mas parece-me que são minoria...


Para chegar a essa conclusão, você teve que lê-lo.
OU você concluiu isso sem ler?

Segundo a sua premissa, se você o leu, a regra se
aplica a você, então logo você é um idiota.

Se você o prejulgou sem lê-lo, ou julgando pelo título,
então demonstra também não ter muita inteligência.


Tem outra variável a ser mencionada.
Mesmo que todos os recursos caíssem do céu, favorecendo igualmente a todos, em pouco tempo as diferenças apareceriam. Pessoas têm habilidades, aspirações e esforços diferentes, de sorte que ao cabo de um período, haveria uns na pobreza e outros na riqueza. A turma da canhota precisa lidar com isso como adultos e sem
maniqueísmo.


Prezado Leandro

Penso que o termo "amenity", e que deve ter sido usado no texto original, em inglês, seja melhor traduzido, no contexto do artigo, como "funcionalidade".

Amenidade é uma tradução literal, para o contexto do texto.

Funcionalidade: qualidade do que é funcional.

Já, em relação ao conteúdo do artigo de Rockwell, concordo com o autor.

Exemplo: Quando era criança, nos anos 1960, meu pai foi o primeiro da rua (que era de classe média) a comprar uma máquina de lavar roupa. Funcional, durável, mas muito cara. Só existiam máquinas "top", para a tecnologia da época.

Hoje, graças ao barateamento dos materiais e método produtivo, são acessíveis até à baixa renda que pode usar o tempo que passava no tanque, em atividades produtivas ou de lazer.

Máquinas "top" ainda existem, para um nicho que queira, ou possa, pagar por modelos mais caros e mais funcionais.

Quanto à durabilidade menor, a classe média é que tem a mania de reclamar. Em bairros de baixa renda sempre teve e terá "oficinas faz tudo" que ampliam a vida útil de equipamentos de valor de troca mais elevado.

Ou seja, o progresso tecnológico amplia a gama de produtos para as faixas mais populares que, num momento anterior, não tinham acesso a estes produtos.

Quanto à propaganda, que pode até ser enganosa, o antídoto é simples: pesquise, analise de forma racional e escolha baseado em sua necessidade, desejo e capacidade financeira e não por impulso.

Em geral as pessoas compram equipamentos com funcionalidades muito superiores ao que vão usar em 99% das vezes.

Isto me lembra os anos 1990, quando foi lançado o vídeo-cassete de quatro cabeças. Todo mundo saiu correndo trocar, sendo que a maioria absoluta só fazia uso de duas cabeças, pois só usava o vídeo para assistir ou, as vezes, fazer gravações simples, direto da TV.

Em 2012, comprei um laptop Dell. Montei uma configuração mais robusta e ainda hoje não vejo necessidade de trocar. Continua rodando redondo.

E SEMPRE LEIA AS LETRAS MIÚDAS de propagandas, contratos, etc.

- Letras grandes: o que quer ser apresentado como diferencial.

- Letras miúdas, o que é necessário ser divulgado pelo fabricante, mesmo que não seja de interesse dele.








"Mas o que exatamente a "Ciência" (Tyson escreve com maiúscula por algum motivo insondável) tem a ver com acordos políticos?"

Discordo de que o motivo seja insondável, é bem evidente...

* * *



-Esse remédio é capaz de curar todas as doenças e deficiências, proporcionar saúde perfeita, restaurar a juventude e permitir viver 150 anos com total vigor.

-Mas TODAS as pessoas que tomaram esse remédio passaram mal, têm sérios problemas de saúde até hoje e algumas até morreram em decorrência dela!

-O problema é que nenhuma dessas pessoas tomou uma dose suficientemente grande, ou tomou com uma regularidade certa e por um período pleno; quando pessoas tomarem o suficiente, esse remédio vai curar todas as doenças, proporcionar saúde perfeita, restaurar a juventude e permitir viver 150 anos com total vigor.

-Sério? Então vou levar para mim, para minha família e para os meus amigos!

* * *



"Você sabe qual é a diferença entre ser pró-empresas e ser pró-mercado?"

Essa é uma das perguntas-chave que temos que saber fazer (e saber explicar) para poder ajudar outras pessoas a compreender melhor.

Aliás, nesta diferença reside a razão pela qual megaempresários apoiam políticos e militantes socialistas, o que à primeira vista parece paradoxal, contraditório, absurdo...

* * *





Tem também outro ponto importante: no exemplo do trabalhador que produziu $120 e recebeu $100, deve-se fazer a pergunta de quanto ele produziria nesse mesmo espaço de tempo caso não tivesse à disposição toda infra-estrutura e maquinário disponibilizados pelo empresário/poupador.

Certamente sua produção seria acentuadamente menor e, consequentemente, sua renda.


Desculpe o meio-off(não totalmente fora do contexto do artigo)

Estava lendo sobre a história da suíça, e descobri que antes de criarem o franco-suíço (que é uma moeda forte comparado ao resto do mundo)cada cantão tinha suas próprias moedas, e ai que fiquei surpreso pela quantidade.
''Antes de 1850, cerca de 860 moedas diferentes estavam em circulação na Suíça e todas tinham curso legal'' Seria extremamente interessante entender os efeitos disso na economia, se era uma livre-concorrência monetária, qual era a mais aceita.. Se o problema do câmbio não atrapalhava a economia (afinal, ter de ficar calculando a variação cambial para seu negócio não deve ser muito fácil e nem deve ajudar no calculo econômico)

Imaginar 860 moedas sobre um território do tamanho suíço deve ser coisa de maluco



Exato. Quem explora o trabalhador é o governo.

Enquanto o empresário paga por serviços prestados, o governo cobra pelos serviços prestados.

Além dos impostos cobrados sobre o trabalho, eles ainda confiscam a aposentadoria e fundo de garantia nos bancos públicos. Sem contar a extorsão feita no imposto sindical.

Falar de economia com os políticos é a mesma coisa que mandar um bêbado dirigir uma carreta de combustível.


Cabe lembrar que qualquer TRABALHADOR que não estiver satisfeito com essa posição na cadeia produtiva pode virar um EMPREENDEDOR e mudar de papel. Essa é a livre iniciativa.


Vejamos.

"Com 6 anos de empresa vc já ganha uns seis meses de salario em uma demissão."

Mentira. É com 15 anos, exatamente como dito no artigo. Eis o que informa um site da própria Dinamarca:

"The relevant provision allows for a severance payment corresponding to a maximum of three months' salary, however increasing to six months' salary in case of termination after 15 years of employment."

en.delacour.dk/news/2012/june/danish-employment-law/

E isso foi exatamente o que disse o artigo. Copio o trecho:

"[...] não há nenhuma indenização por demissão (nem por demissão sem justa causa). [Fonte] O máximo que existe é uma indenização de seis meses de salário para quem trabalhou na mesma empresa por mais de 15 anos. [Fonte]"

Ou seja, você já começou mentindo desbragadamente em sua primeira frase.

Continuemos.

"Os sindicatos são extremamente fortes e garantem o nivel minimo de negociação coletiva."

Frase completamente inócua. Eis o que diz o artigo:

"Eventuais negociações coletivas entre sindicatos e empresas não demoram menos do que 30 anos para a maioria dos assuntos relevantes (como estipular um salário-base para uma categoria ou as horas de trabalho semanais). Com efeito, 25% dos trabalhadores dinamarqueses não estão cobertos por nenhum acordo coletivo [Fonte], sendo livres para negociar face a face com o empresário."

"A tributação sobre o consumo pode ser alta mas carros são tributados em 180% por exemplo, o que afeta os mais ricos."

Desculpe, mas você tem sérios problemas com a lógica. Se impostos indiretos afetam os ricos, imagina então os pobres?!

Impostos sobre consumo não discriminam por renda. As alíquotas são iguais para todos. Se impostos indiretos ferram com os ricos, então eles simplesmente destroem os pobres.

Sua participação até aqui está desastrosa.

"Adicionalmente, as pessoas aqui são obrigadas a trabalhar para ter acesso a alguns seguros (ser obrigado a trabalhar não é bem neoliberal)."

Ué, fala isso pra esquerda! Se a turma daqui souber que, na Dinamarca, você só consegue seguro se trabalhar e produzir, eles surtam! Isso seria uma intolerável demonstração de reacionarismo e uma inaceitável exigência capitalista.

Com essa, você só reforçou tudo o que diz o artigo.

"Outra coisa que o artigo obviamente não tem nenhum interesse en mencionar"

Só de curiosidade: por que este "outra coisa"? Tudo o que você falou até agora foi ou mentira (5 anos de trabalho versus 15 anos), ou irrelevante (sindicatos), ou apenas reforçou a mensagem do artigo (trabalhar para ter seguro).

"eh a noção escandinava de público onde todos contribuem para todos. Esse sentimento não é criado pelo neoliberalismo nem pela cultura capitalista."

Outra colocação completamente irrelevante e sem sentido perante o tema discutido.

"E outra a fraca hierarquia nas empresas onde todos são tratados de maneira mais igual com maior nível de confiança."

Mais uma!

"Espero ter ajudado com o que vejo na prática e que difere bastante da visão viesada apresentada aqui."

Pelo visto, você deve ter chegado aí ontem. Demonstrou não saber nada sobre a economia daí.


Se depois de ler esse maravilhoso artigo você continua demonizando o capitalismo,por favor,mude-se para um estábulo e passe a alimentar-se de capim ao invés de arroz,feijão e carne.



Amigo, esse tipo de coisa deveria ser muito bem analisada antes de ser postada. Com 6 anos de empresa vc já ganha uns seis meses de salario em uma demissão. Os sindicatos são extremamente fortes e garantem o nivel minimo de negociação coletiva. A tributação sobre o consumo pode ser alta mas carros são tributados em 180% por exemplo, o que afeta os mais ricos. Adicionalmente, as pessoas aqui são obrigadas a trabalhar para ter acesso a alguns seguros (ser obrigado a trabalhar não é bem neoliberal). Outra coisa que o artigo obviamente não tem nenhum interesse en mencionar eh a noção escandinava de público onde todos contribuem para todos. Esse sentimento não é criado pelo neoliberalismo nem pela cultura capitalista. E outra a fraca hierarquia nas empresas onde todos são tratados de maneira mais igual com maior nível de confiança.
Espero ter ajudado com o que vejo na prática e que difere bastante da visão viesada apresentada aqui.


Antes de afirmar que existe "exploração", tente analisar alguns números. Dizer que o lucro é "excessivo" e que os salários são "baixíssimos" pode ficar bonito em um discurso, mas como argumento é inútil, especialmente quando fica óbvio que o autor do discurso já definiu a priori que o lucro, qualquer que seja, sempre será "excessivo" e o salário sempre será "baixíssimo".


Correto, mas tudo isso que você descreveu é conseqüência de outro problema ainda mais diretamente relacionado à ausência de propriedade privada dos meios de produção: a impossibilidade de se fazer qualquer tipo de cálculo econômico.

Vamos supor que os socialistas tenham sido capazes de criar um poderoso exército de cidadãos genuinamente ávidos para seguir todas as ordens de seus mestres, os planejadores socialistas.

Fica a pergunta: o que exatamente esses planejadores mandariam esse exército fazer? Como eles saberiam quais produtos seus escravos deveriam produzir? Em qual etapa da cadeia produtiva cada exército deveria trabalhar? Quanto de cada produto deve ser produzido em cada etapa da cadeia de produção? Quais técnicas ou quais matérias-primas devem ser utilizadas na produção como um todo? Qual a quantidade de matérias-primas a ser utilizada? Onde especificamente fazer toda essa produção? Como eles saberiam seus custos operacionais ou qual processo de produção é mais eficiente?

Em qualquer arranjo econômico que seja mais complexo do que o exemplo de Robinson Crusoé sozinho em uma ilha, o comitê de planejadores socialistas simplesmente não teria como saber o que fazer. E nem como responder a essas perguntas vitais.

E por um motivo muito simples: o socialismo não dispõe daquela indispensável ferramenta que só existe em uma economia de mercado, e a qual empreendedores utilizam para fazer cálculos e estimativas: existência de preços livremente definidos no mercado.

Sob o socialismo, os meios de produção (fábricas, máquinas e ferramentas) não possuem proprietários definidos (eles pertencem ao estado). Se os meios de produção pertencem exclusivamente ao estado, não há um genuíno mercado entre eles. Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços. E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica, o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.

Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens de capital para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa possível.

Dado que a própria essência do socialismo é propriedade coletiva dos meios de produção, e dado que tal arranjo não permite o surgimento de preços de mercado, e dado que sem preços não há o mecanismo de lucros e prejuízos, que é o que traz racionalidade para qualquer processo produtivo, o comitê de planejamento central não seria capaz nem de planejar nem de tomar qualquer tipo de decisão econômica racional.
Suas decisões necessariamente teriam de ser completamente arbitrárias e caóticas.

Consequentemente, a existência de uma economia socialista planejada é literalmente "impossível".


A relação empregado x empregador é simbiótica.

A relação pessoa x estado é parasitária.


IMPOSTO É ROUBO. Lucro ou Prejuízo é o resultado no final do exercício(Lucro = preço de venda - preço de custo). Lucro quando o resultado final é positivo. Prejuízo quando o resultado final é negativo.

Tentando interpretar e esclarecer o comentário que me antecede:
1- Existe uma demanda, um comprador que precisa de um produto ou serviço;

2- Existem duas empresas com poucos recursos;

3- A empresa 1, descobre da demanda e pega o "serviço";

4- A empresa 1 contratada, terceiriza o serviço com a empresa 2;

5- A empresa 1 obtém um "Lucro" em cima da empresa 2;

6- A empresa 2 presta o "serviço", e no final do serviço prestado ela obtém lucro menor do que a empresa 1;
(NOTE QUE A EMPRESA 2 SIMPLESMENTE PODE ESCOLHER NÃO PRESTAR O ''SERVIÇO'');

7- Por motivos óbvios ninguém trabalha de graça, e a empresa 1 conseguiu o contato ou teve algum diferencial que a empresa 2 não proporcionou. (ANALISE QUE ESTE DIFERENCIAL PODE APENAS TER SIDO UM ATENDIMENTO DE MELHOR QUALIDADE);

LEMBRE-SE o dinheiro é seu você compra o que quiser pelo preço que quiser.

Meu ponto de vista:
1- o Comprador compra de quem quiser, pois ele quer o produto, e ele tem direito de escolher o que acha certo, bom ou necessário para si;

2- A empresa 1 ou 2 (propriedade privada de recursos escassos 1 ou 2) não tem poder e não deve ter NUNCA poder de escolher pelo COMPRADOR;(nem EMPRESA, nem GOVERNO)

...

Caso você ainda não tenha entendido o sentido de toda essa conversa, e acredita que alguém deve escolher o que você deve comprar, fazer, como se comportar, como se vestir, e como falar, existem paraísos para você como a Coreia do Norte, ou Cuba, lá as pessoas não tem muito poder de escolha.




"Bitcoin afunda cada vez mais, de $1200 pra $170, os otários que acreditaram nisso perdem cada vez mais dinheiro e Peter Schiff was right...again...".

Só pra registrar.
Preço do Bitcoin HOJE: 2200 dólares.


Obrigado pela resposta, eu não sabia mesmo!

Até procurei no Google, mas não usei as palavras certas.


Quando eu for emigrar do Bostil darei preferência à algum país que não dê ajuda à imigrantes ilegais.
Isso só serve para atrais parasitas.


"O fato de descobrir que a mais-valia é na verdade juros em decorrência do tempo e do risco não elimina o fator taxa de exploração."

Vejamos seu argumento.

"Altas taxas de retorno em juros em qualquer forma de empréstimo é ruim não só para quem o contraiu, mas pode afetar a sociedade inteira".

Ou seja, aqui você está do lado do empreendedor, que é quem se endividou.

E outra coisa: em que cenário os juros são altos? Aliás, por que os juros são altos? Até onde se sabe, quem estipula a taxa básica de juros da economia é o governo.

Artigos para você:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1094

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2532

"Salários baiximos puxa a economia para baixo"

E por que os salários são baixos? O que puxa os salários para baixo? O que impede que eles sejam altos? Maldade do capitalista? Você acha que uma faxineira só não ganha R$ 10 mil por mês porque "o patrão é mau"?

Artigos para você:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1457

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2498

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1654

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1241

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2515


O grande problema do brasileiro é que ele jura que questões puramente econômicas podem ser resolvidas com meras afetações de indignação e de vitimismo. Quem dera a economia fosse tão simples assim.


A argumentação desse Tommy Jarvis foi tão profunda que só mesmo o John Holmes poderia dar um jeito nela.


Terceira opção: ele explicaria exatamente como funciona o arranjo que levou a este tipo de situação: um mercado de trabalho completamente engessado por encargos sociais e trabalhistas, os quais encarecem sobremaneira o preço do trabalho legal.

Se o governo faz com que empreender e gerar empregos legalmente seja proibitivo em termos de custos, então a mão-de-obra de qualidade mais baixa não encontrará nenhum emprego formal, e só conseguirá ganhar alguma coisa e sobreviver se se rebaixar a humilhações.

Enquanto empreender e empregar legalmente no Brasil for muito caro, a mão-de-obra menos qualificada será a que mais irá sofrer, tendo de se humilhar para conseguir algo.

No Brasil, para abrir uma empresa são necessários 107 dias, em média. Pagar impostos requer 2.600 horas apenas para preencher formulários (mais do que o dobro do segundo colocado, a Bolívia). Empregar alguém traz um custo extra de 103% do salário só com impostos e outros encargos trabalhistas. Há um estudo da FGV que fala em até 183%.

Ou seja, além do salário, o empregador legalizado tem de pagar o equivalente a outro salário só com impostos, encargos sociais e trabalhistas. (Coisas como imposto sindical ou contribuição para a reforma agrária são comuns).

Não bastasse isso, ainda é necessário arcar com nada menos que 93 impostos diferentes.

Não sendo viável nem empreender legalmente e nem ser contratado legalmente, só resta às pessoas nesta situação irem buscar outros meios de sobrevivência. E é no mercado informal que elas encontram algum oxigênio. E lá deles estarão sujeitos tudo apenas para sobreviver.

A informalidade é o único refúgio de quem quer sobreviver em uma economia asfixiada pelo estado



É isso o que Mises explicaria. Mas não sem antes se desesperar perante a ignorância econômica de algumas pessoas, as quais ainda pedem mais estado engessando tudo. Isso é o mais desesperador de tudo.


Caro Bruno Feliciano,

Se você entende que defender marginais é imoral, precisa o quanto antes rever seus conceitos e entender melhor o raciocínio jurídico.
Primeiro porque antes que a pessoa seja considerada um "marginal", deve ter o direito de defesa. Segundo, porque um advogado não defende o marginal, mas o cumprimento da lei em abstrato.
Mesmo que culpado a pessoa tem direito a um julgamento segundo a lei, pois o contrário resultaria exatamente no problema apontado no artigo, ou seja, juízes legislando, neste caso, em situações particulares.


Por favor, geme mais alto, que ainda não tá dando pra ouvir direitinho. Quero ter mais prazer com a sua dor.


Sim, ele funcionou exatamente assim durante o governo Dilma, quando o governo congelou os preços de venda, mas não fez nada para baratear a criação de oferta. Como consequência, isso acabou levando o setor à insolvência.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2694


Se ele fosse reaplicar a mais-valia toda no negócio não faria sentido ele investir e correr riscos. O investido trabalha de modo que tenha o máximo de ganho.


Olá! Parabéns pelo artigo. Só fiquei com uma dúvida. Vc comentar, por favor com maiores ilustrações, o final do artigo que diz: "Se a demanda for separada da oferta e passar a operar independentemente desta, então os mercados jamais serão eficientes, jamais tenderão ao equilíbrio e o governo sempre terá de intervir para nos salvar de nós mesmos". Tenho razões para acreditar que o Setor Elétrico Brasileiro funciona assim.


O fato de descobrir que a mais-valia é na verdade juros em decorrência do tempo e do risco não elimina o fator taxa de exploração. Altas taxas de retorno em juros em qualquer forma de empréstimo é ruim não só para quem o contraiu, mas pode afetar a sociedade inteira. Salários baiximos puxa a economia para baixo. E assim todos perdem.


Excelente artigo! Bem básico e de fácil entendimento para pessoas como eu que não absorvem muita informação de uma só vez.

Ainda sobre o capitalista/empreendedor e sobre os meios de produção, é correto afirmar que uma economia de meios de produção socializados não funciona por não haver capitalistas e empreendedores criando novos negócios e, assim, "reabastecendo" a economia com novas empresas(visto que certamente empresas irão à falência) e assim ter na economia um número cada vez menor de empreendimentos(recesão) e que, dado que os líderes têm um conhecimento limitado, não podem prever as futuras demandas dos consumidores presentes na economia tal qual os capitalistas?

Isso não é bem uma pergunta, é só um pensamento que cheguei baseado no que li aqui e acolá, se alguém disser se está certo ou errado agradeceria.


Se Mises tivesse vivo, ele seria contra ou a favor de trabalhadores do Pará em que o fazendeiro contrata jagunços para impedir que os trabalhadores saiam da fazenda sem pagar a trazida destes para a fazenda(escravidão por dívida)?

( )Sim

( )Não


A sua observação está correta, mas deslocada em termos temporais. O consumidor não apenas sempre existiu, como também sempre foi o objetivo final de todo e qualquer processo produtivo. Logo, não faz sentido dizer que é só agora "no século XXI" que o consumidor entrou em cena e alterou a balança.

O consumidor, de novo, sempre existiu e sempre foi o destinatário dos processos de produção.


Existe uma questão mais relevante do que a que foi abordada e que tem sido ignorada na questão. A luta capital trabalho tem um novo componente no século xxi chamado consumidor, sendo que a empresa tornou-se um ente que deve operar e transferir praticamente todo o montante da mais valia não ao patrão ou ao empregado, mas ao consumidor, na forma de produtos melhores e mais baratos, sob pena de nao o fazendo, sucumbir a concorrência. Essa transferência ao consumidor se da pelo reinvestimento da mais valia no próprio sistema de a produção. Ignorar isso leva a destruição do meio de produção. Achar que o dono do meio de produção pode ficar para si com a mais valia, ou que o empregado tem direito a ela é mostrar desconhecimento total do funcionamento do mercado e do direito do consumidor a se apropriar da mais valia. A transferência da mais valia ao patrão ou ao empregado importa na destruição do meio de produção.


Por que, para Marx, o capitalista que não trabalha explora o trabalhar com a mais-valia e deve ser extinto, mas alguém incapacitado de trabalhar que recebe subsídios não?


Conheci as ideias de Mises e outros liberais em geral a relativamente pouco tempo. Passei os primeiros 30 anos da minha vida absorto na social-democracia (e olha que me achava meio de "direita"). Os artigos postados no IMB, seja de autores brasileiros ou do exterior desmontam de forma cabal as premissas dos socialistas.


"O direito seria substituído pelo poder financeiro".

Tipo, como já é hoje?

"As agências mais fortes seriam, logo, as detentoras do direito e, em breve, as detentoras de poder"

Tipo, exatamente como já é hoje?

"Sim, como as máfias e as milícias."

Tipo, exatamente como já existe hoje?


Ou seja, o pior cenário que você conseguiu conceber é exatamente aquele no qual já estamos vivendo exatamente hoje. Se o que de pior pode acontecer é terminarmos exatamente como já estamos hoje, então vale a pena. No mínimo, levaremos várias décadas até regredirmos até onde estamos hoje. Até lá, dá pra fazer muita coisa boa.


Quem é contra o lucro é contra o desenvolvimento e a inovação. E quem é contra o desenvolvimento e a inovação é a favor da perpetuidade da pobreza. Logo, quem é contra o lucro é a favor da manutenção dos pobres na pobreza.

Em uma economia de livre mercado, nenhum lucro é "excessivo" - por definição

Condenar o lucro é defender o retrocesso da humanidade

A propriedade privada dos ricos beneficia a todos e é responsável direta pelo nosso bem-estar

A "necessidade do trabalhador" e a "ganância do empregador" são irrelevantes em determinar salários


Sobre "discrepâncias" entre salários de donos de empresa e salários dos empregados, há duas questões:

1) Essa fábrica trabalha em algum setor regulado pelo governo ou protegido por tarifas de importação? Se sim, então não há nada que possa ser feito. Sendo a entrada de concorrentes proibida, não há como os concorrentes competirem pela mão-de-obra, que é o que geraria aumentos salariais.

Em um mercado livre, essa discrepância salarial faria com que vários indivíduos decidissem também investir neste ramo, em busca desses altos lucros. Isso não apenas diminuiria a margem de lucro das empresas ali operantes, como aumentaria os salários da mão-de-obra, pois haveria maior disputa por elas.

2) Se porventura tal fábrica opera em um setor desregulamentado -- o que, por se tratar de fábrica, duvido bastante --, então os dados que ele chutou (sem nenhuma fonte) estão errados. Tal setor já estaria sob intensa concorrência hoje, com salários bem mais altos.


Cerca de 60% das médias e pequenas empresas fecham até o segundo ano. Isso quer dizer que os empegados dessas empresas receberam pelo trabalho efetuado e o capitalista SIFU! O risco empresarial é grande. Dentre as pequenas, praticamente todas quebram aos longo dos anos.



Ótimo artigo, e que dificilmente entrará na cabeça dos marxistas. Esses dias estava discutindo e debatendo com um, mostrando as malezas do estado e do banco central. Depois de tudo discutido, ele entra com um papinho de que é contra o lucro, que não aceita de maneira nenhuma o dono da fabrica ganhar 50.000,00, e o trabalhador 1.000,00 , e o culpa por exploração.

Qual seria a melhor forma de rebater esse argumento entre lucro x salário?


O investidor precisa remunerar o capital e o tempo/risco do negócio. Se o trabalhador auferir toda renda gerada pelo produto de seu trabalho, de onde o investidor irá tirar sua remuneração?

A matemática não fecha, simplesmente.

Todas essas teorias marxistas e suas derivadas são apenas tolices sem fim de uma mente doentia.


Esse artigo é ouro, deveria ter um lugar fixo no site.

Eu tenho lido uns livros de esquerda pra "ver qualé" (pura panfletagem) e me embasar melhor intelectualmente contra o marxismo, mas depois de ler esse artigo (e a Escola Austríaca no geral) eu vejo que nada nessa ideologia faz sentido pois tudo deriva desse princípio mentiroso de exploração do trabalho e luta de classes.


Em tempos de "reforma trabalhista" -- totalmente fajuta, daí as aspas --, é sempre bom repetir o óbvio, pois a gritaria do "lado de lá" é sempre a mesma.


tem algum manual aqui no site de como comprar bitcoin?


Não partilho da ideia de que agências de segurança privada possam garantir a paz social, por uma série de razões.
Elenco as principais:
1- Quem pudesse contratar a empresa mais "eficaz" ou mais forte e, portanto, naturalmente mais cara, passaria a ter mais direitos. O direito seria substituído pelo poder financeiro.
2- As agências mais fortes seriam, logo, as detentoras do direito e, em breve, as detentoras de poder;
3- Detendo o poder, cobrariam diversas taxas aos cidadãos começando pela de proteção.
Sim, como as máfias e as milícias.
Assim é a natureza humana.


FL,

Vou contar a minha experiência (que é bem pouca), mas quem sabe possa servir de referência.
Há algum tempo atrás eu estava na mesma situação que você. Aí resolvi começar de qualquer jeito, com um valor pequeno, só pra aprender um pouco mais na prática.

Pesquisei sobre algumas carteiras e resolvi adotar a MultiBit.

E para comprar bitcoins usei o Mercado Bitcoin mesmo. Tem a parte de fazer um cadastro, é meio broxante para quem esperava justamente fugir deste tipo de coisa, mas tudo bem. Depois que o cadastro foi concluído e aprovado, comprei R$ 500 em bitcoins (na época a cotação do BTC era ~R$ 2000). Ao fazer isso os seus BTCs vão parar em uma carteira do próprio Mercado Bitcoin. Como não queria deixar o valor lá, transferi para a carteira que instalei no computador de casa. Pronto, foi um início!


Caro André, há muito tempo vejo vários comentários seus no site, então imagino que você seja um cara confiável.

Minha dúvida (me perdoe a minha imbecilidade, mas é uma dúvida honesta) quanto aos bitcoins é: como fazer para comprar, guardar e negociar? Ok, imagino que "procura no google" seria uma resposta de alguns leitores, e "não vamos indicar nenhuma corretora/operadora por independência" seria a resposta dos admins do IMB.

Por isso, pergunto diretamente para você. Já pesquisei bastante, mas nenhuma corretora me pareceu confiável (foxbit? mercadobitcoin?). Sobre as carteiras, no site https://bitcoin.org/en/choose-your-wallet aparecem várias opções, mas não vi nenhuma delas em nenhuma corretora/operadora do Brasil. Eu já estou relativamente confortável com o funcionamento do bitcoin, só não sei como operacionalizar a coisa. Alguém pode me ajudar?


Esse relativismo moral está presente na psicanalise, voces tem que lembrar que a psicanalise é um resultado da escola de frunkfurt, que é marxista.

O argumento da psicologia(ciencia marxista), para criticar o porte de arma, é ter tornado uma patologia, comportamentos defensivos.

Ou seja, no relativismo moral do esquerdista, quem se defende é doente mental, e quem ataca é ousado, certo, sano, correto ou vítima da sociedade.

A defesa, é uma caracteristica considerada sabia na antiguidade, em SUN TZU, na era feudal no japão com os samurais(HAGAKURE), ate mesmo no cristianismo num ponto de vista mais filosofico(me diga com quem andas e direi quem tu és).

O marxismo cultural, incluindo a psicanalise, visou transformar todo comportamento defensivo em doença mental.

Não acreditam na psicologia e na psiquiatria, ambas foram desenvolvidas por Freud e escola de frunkfurt, mesmo que a psiquiatria ja existisse antes disso, evoluiu junto com o marxismo.


E pensar que foi Rodrigo Constantino que escreveu este excelente artigo . Como as pessoas mudam...


Pobre paga imposto? a pergunta é quem não paga imposto? Pobre consome, trabalha ou faz alguma transação bancária ou transação comercial mesmo informal? Então paga imposto e muito....


O Blockchain foi a maior invenção depois da internet, na minha opinião, e tão importante quanto.


Eu posso hoje receber meu LUCRO em bitcoins ;-)

Ah, tax free, obviamente!


O governo deveria ser abolido, pois além de não produzir riqueza, a toma através da coerção investindo-a em obras ineficientes, e distribui o restante (maior parte) dentre seus integrantes (que fazem parte da gangue).


Acredito que o Ricardo estava se referindo aos lixos descartados de maneiras incorretas (ex: beber coca e jogar a lata na rua), nesse caso, um melhor descarte seria a maneira adequada, mesmo tendo alguém que recolha essa lata, não daria serviço algum para o indivíduo leva-lá até a lixeira mais próxima.


O que é risco pra você?

Investir num ativo e ele se desvalorizar? Então bitcoin tem risco, e dos grandes, pois já tem histórico que isso aconteceu.

Ter sua carteira digital roubada por um hacker? Então a tecnologia de carteiras do bitcoin tem risco e bem grande, inclusive com histórico de que já aconteceu.

Ter sua aplicação em bitcoins virar fumaça na mão de uma exchange escroque? Bem, já aconteceu isso com milhares de bitcoins e milhares de pessoas mundo afora.

Agora, ter o governo se metendo em como você vai gastar os seus bitcoins, isso realmente ele não tem como fazer e nisso é bitcoin é livre de riscos.

Novamente, historicamente, os bitcoins teve seu valor, em dólares, sempre acima deste, enquanto o ouro e outras commodities tem seu valor dependente justamente se o dólar está fraco ou não.

Estude mais sobre os bitcoins e invista neles somente o que pode perder, por enquanto, a fim de que possa avaliar os riscos de forma mais completa.


Realmente acho que o sistema monetário não garante o dinheiro de ninguém. E também acho que comprar imoveis não (o governo pode desapropriar), nem dólares (Pode haver inflação nos EUA também) e nem mesmo ouro (que já não é o ativo seguro na crise como esse mesmo artigo mostrou acima)

Entretanto, eu só vi vantagens no bitcoin. E esse é exatamente o pior problema. Eu trabalho no mercado financeiro há mais de 10 anos. Alguma vez você viu um ativo livre de risco que só tem vantagens?

Eu sinceramente não. E esse é o meu maior medo em relação ao bitcoin. Só vou investir nisso quando eu realmente entender os riscos, porque senão parece telexfree. Você só ganha com risco zero......


Muito legal.... Estou curioso:

Qual foi a reação dos ouvintes à aula dada?
Houve algum questionamento esperado?
Houve algum questionamento plausível?
As pessoas entenderam?
As pessoas foram convencidas?
Havia algum economista ou lobista contrário? Ele chegou a perguntar algo difícil de ser respondido?

Gostaria muito de saber...



Também sou obrigado a pagar plano com parto e obstetra, e o analista do plano disse que era por excesso de liminares da justiça determinando o serviço para as categorias que não tinham. Meu plano é individual e nem namorada tenho rsrs


Frequento o site há uns 4 anos e nunca vi nenhuma "patada" sendo direcionada a alguém que veio aqui fazer perguntas humildes e com genuíno interesse de aprendizado. A estes, as respostas são educadas e completas.

Já aqueles que chegam arrogantemente fazendo afirmações irônicas e caluniosas, bem, esses de fato recebem o merecido tratamento. Por que tais pessoas deveriam ser bem tratadas? Isso inclusive seria sinal de covardia.

Ah, e vale ressaltar: mesmo as patadas são devidamente acompanhadas de refutações e respostas técnicas. Nenhum xingamento é gratuito. Mesmo as agressões ocorrem em altíssimo nível. Este é o site mais completo em termos de interação entre os leitores. Por isso ele é viciante.


Em bitcoins não. Somente em reais, quando passassem pelo sistema bancário.


Olá

Deixa ver se ajudo:

"Não consigo entender como o Bitcoin foi aceito como moeda...(a PRIMEIRA transação com bitcoin...)não consigo entender sua gênese."

Foi um sujeito que no no grupo de desenvolvimento do software jogou a seguinte mensagem: "Troco 10.000 BTC por duas pizzas ..." (e descreveu as pizzas que ele queria) "... Alguém topa?". Em seguida, outro usuário do grupo disse que sim, comprou duas pizzas do jeito que o primeiro sujeito queria, marcaram um local pra entrega, e o primeiro sujeito transferiu 10.000 BTC para o outro.

Pronto. Primeira transação com algum valor monetário (isto é, houve uma troca verdadeira entre dois produtos: bitcoins e pizzas), intermediada pelas vontades humanas.

Note que isso aconteceu somente 1 ano após o "lançamento" do bitcoin como software e a criação do bloco gênese. Antes dessa transação com um valor, houve várias transações com bitcoins numa rede e vários mineradores (a maioria com PCs simples de casa), mas ainda não havia "preço".

"Não consigo entender o valor que isso tem. Imagine que você é a primeira pessoa com Bitcoin na "carteira", o que vc faz pra outra pessoa aceitar isso ???"

Nada. Ela vai aceitar se ela quiser. Vontade pura. Na primeira transação, os dois estavam interessados na tecnologia e queriam fazer uma transção de "prova de conceito". Ou seja, eles tinham algum interesse. De resto é assim até hoje. Alguns querem bitcoins para especulação, outros querem para transferir dinheiro para o estrangeiro sem pagar taxas tão exorbitantes, outros querem só entender a moeda, outros querem fugir do governo (vide Venezuela) etc. Algum interesse há. Imagina qual era o interesse dos primeiros usuários do Windows?

"E o que essa outra pessoa faz com esse "pedaço de codigo" num mundo em que ninguém conhece isso ???"

Aí você mostra que você não conhece. Mas o mundo não é só você. Já paguei cerveja na Alemanha com bitcoins.
Seja mais humilde.


"Esse processo de "convencimento" para que outros lugares aceitem Bitcoin... isso ainda ta muito obscuro pra mim."

Isso é o mais normal. A Microsoft teve que fazer um belo (mas belíssimo mesmo) esforço de convencimento pras pessoas usarem o seu SO e não o da IBM (que era tecnicamente melhor) ou do da Apple (que era bem mais bonito e fácil de usar). Mas no final, "todo mundo" passou usar o Windows. Hoje ele tá de baixa, mas a história se mantém.


"Quando eu me dei conta, o Bitcoin ja era um fenômeno, valendo X dólares."

E isso é algo extraordinário. Pensando bem, ele era para valer zero, se o que o pessoal que acha que dinheiro só pode estar atrelado a governo, que tem que ter lastro em impostos ou em outra commoditie (esquecendo-se que qualquer commoditie pode ser usada para lastrear outras coisas) estivesse com a verdade. O fato de que bitcoin, mesmo quase 10 anos após o seu lançamento valer alguma coisa é notável - mostra que esse pessoal está errado, e que uma moeda pode surgir e proliferar no livre mercado.


"Ou seja, tem gente ganhando bastante dinheiro de verdade(dinheiro criado pelo governo) com o Bitcoin... O Bitcoin ta se "apoiando" em dinheiro de verdade..."

Se você chama o dinheiro emitido pelo goveno de dinheiro de verdade, sim. E tem gente ganhando muito dinheiro também com café, soja, petróleo, etc.

Atualmente a melhor visualização para os bitcoins é que se trata de um ativo. Ele é encarado como um ativo, como papéis do tesouro ou papéis atrelados ao agronegócio. Só não é encarado como dinheiro "de verdade" porque não tem livre-circulação ou aceitação universal, muito por causa de pessoas como você que não entedem a proposta.

Mas temos que nos render aos princípios que foram espostos por Mises. Nenhuma moeda pode surgir (se intitular moeda e se impor) do nada no livre-mercado.

Primeiro ela nasce como um produto usado para suprir uma necesside, por exmeplo, transacionar livremente dinheiro de forma quase anônima internacionalmente sem as viseiras do governo.

Depois aquele produto passa a ser aceito por um grupo, por exemplo, quando vários especuladores começam a usar bitcoins e atrair vários investimentos.

Só depois é que passa a ter uma aceitação mais universal aí vira dinheiro. O bitcoin ainda não chegou neste ponto.


"Já li vários artigos aqui e em outros sites sobre o Bitcoin e nenhum explica os detalhes técnicos. Apenas repetem de forma publicitária a mesma coisa, como se Bitcoin fosse a oitava maravilha do mundo."

Estás procurando nos sites errados, pelo visto. Há várias literaturas e sites específicos sobre as características técnicas da rede Bitcoin. Se quiser realmente começar estudos sobre isso, comece com linguagem de programação e redes de computadores, em especial o protocolo TCP/IP, depois parta para criptografia e, por fim, para algoritmos proof of work. Depois podes olhar o código do software bitcoin (é aberto, podes fazer isso) e estude também as APIs desenvolvidas para se trabalhar com a blockchain.


"O Blockchain então...é outro "monstro" (mais interessante ainda), que foi levemente mais comentado nesse último artigo do Mises. Mas além de sempre repetir a metáfora do "livro caixa", por que não falar o que importa ? Quem criou o Blockchain ? O blockchain usado no bitcoin é o mesmo usado pelas outras empresas ? ou é uma "tecnologia" diferente, e cada um pode criar a sua blockchain ?"

Puts, você fez uma salada agora. Blockchain é uma tecnologia. O tal "livro-caixa" é um banco de dados distribuído, mantido pelo algoritmo de proof-of-work. Como é um banco de dados você poderia criar o seu. Cada empresa pode criar a sua. A rede bitcoin mantém UM único banco de dados distribuído que é chamado genericamente de blockchain e contém todas as transações da rede bitcoin.


"Quais as desvantagens do blockchain ?"

Aí depende do ponto de vista. Do ponto de vista do banqueiro central a grande desvantagem é que ele é distribuído e, por isso mesmo, foram do controle do banco central. Do ponto de vista do usuário que tá afim de pagar menos taxas isso é ótimo.

De um ponto puramente técnico, do jeito que está o protocolo, a blockchain não é escalável para as centenas de milhões de transações por segundo necessários no mundo moderno. Daí a criação de uma outra moeda, em breve, para cuidar desses casos e o BTC, como está hoje, deve ficar restrito as poucas grandes transações. Mas isso ainda é incerto. Por isso, o autor defende que se dê tempo para a maturação da moeda, para as inovações e, eventualmente a sua mudança, se o mercado assim o quiser.


"Todas essas tecnologias vão substituir o "dinheiro de verdade"(dinheiro criado pelo governo) ou são apenas instrumentos usados pra ganhar mais "dinheiro de verdade" ????"

Se bitcoin virar moeda de aceitação mais ampla, será o fim do que você chama de "dinheiro de verdade".


"Vejam, amigos... não me interpretem de forma errada. Eu sou tão curioso acerca do Bitcoin quanto vcs,"

Não é não. Se fosse teria ido direto à fonte: https://bitcoin.org/en/. Uma busca de 5 minutos no google já responderia uns 90% das suas "dúvidas". E, algumas delas, por serem técnicas, só serão respondidas quando decidires estudar engenharia ou ciência da computação.

"até agradeceria se alguém me esclarecesse essas questões."

Espero que tenha esclarecido alguns pontos.


"Mas eu não encaro o Bitcoin como essa maravilha toda que tentam pintar por aí... "

Não sei que "maravilha" estão pintando sobre bitcoins por aí.

Ele já morreu 140 vezes: https://99bitcoins.com/bitcoinobituaries/

E quem é sério sempre fala: bitcoins é um experimento. Gaste com bicoins apenas o valor que você pode perder.

Abraços



"dificilmente as pessoas vão pesquisar como foi fabricado cada produto que consome, até porque isso é inexequível" . Tá aí a resposta as pessoas não querem assumir responsabilidades. Se não podes pesquisar não consuma.


Sim, é um "privilégio" (do dicionário: direito, vantagem, prerrogativa, válidos apenas para um indivíduo ou um grupo, em detrimento da maioria; apanágio, regalia). O nome que vc escolheu foi muito bom.

Mas olha o outro lado. É um primeiro passo. O segundo seria a aceitação (aí sim) univesal da moeda.

Você poderia receber teu salário em bitcoins. Teu patrão poderia receber em bitcoins e isso tiraria muito do poder do estado.

Abraços




Olá

"Ainda existem muitos problemas técnicos a serem resolvidos, como problemas de segurança e de facilidade de uso..."

Nada não, mas eu escuto isso de problemas técnicos, problemas de segurança e facilidade de uso do bitcoin desde 2010 (ano que comecei a estudar e operar com bitcoins)

Gostaria de ler alguma coisa efetiva de problemas técnicos do bitcoin e problemas de segurança da rede etc. Até agora os problemas "técnicos" que surgiram foram gritinhos de alguns americanos só porque alguns chineses passaram a ter os maiores centros de mineração. Um fork da blockchain deve vir em breve, mas isso nada tem a ver com "problemas técnicos" - são problemas muito humanos (vaidade, perda de "controle", quem quer dar as cartas - poder decidir sobre o sofware, essas coisas).

E quanto a problemas de segurança, uma única vez um pool de mineração chegou próximo ao 50%+1 da rede o que, teoricamente, poderia fazer com que a mineradora gastasse duas vezes uma mesma transação (imagina, gastar milhares de dólares em energia elétrica para ter a possibilidade de gastar duas vezes um punhadinho de bitoins em uma transação). Dado o tamanho da rede bitcoin e o seu poder computacional, simplesmente é impraticável esse ataque. E já há quem pense em colocar criptografia quântica na rede, quando tal tecnologia estiver disponível. De resto as únicas questões de segurança foram roubos de wallets ou de exchanges. Agora, alguém rouba sua carteira ou pega sua senha do banco/do cartão de crédito, e faz alguns gastos com o "seu" dinheiro, o problema é o dinheiro ou a sua segurança?

Quanto a facilidade de uso, isso depende muito do usuário. Há bares na Europa que pagar com bitcoins ou com um cartão visa é encarado praticamente como a mesma coisa. Num caso, o garçom mostra um q-code na parede que vc mesmo escaneia no teu smartphone e faz o pagamento. Após confirmção, vc mostra o "ticket online" (que pode enviar via whats na hora) pro moço e tudo certo. No outro caso ele traz uma maquinhinha, põe seu cartão, digita o valor, você digita sua senha e, após a confirmação, ele te mostra/dá um ticket (em papel) e tudo certo. Sinceramente, o que necessita ser mais fácil que isso?



Pode crer. Mas argumentar a sensibilidade dos clientes esta mais para área da administração do que de economia. Então, eu mudaria sua frase para "qualquer administrador de empresas sabe que existem diversos tipos de clientes, aqueles sensíveis a preço, qualidade, etc". As pessoas confundem muito os economistas com administradores com contadores, etc, colocando todos no mesmo balaio, embora as áreas sejam extremamente correlatas e interdependentes; é o que me parece.
E sobre os "comentaristas" do site, eu tbm fico com pé atrás na hora de comentar, pois sei que sempre vem patada.


aqui na Terra de Santa Cruz se a CPMF voltasse, transações em bitcoins seriam tributadas?


Ainda não li o artigo, mas adorei o título. Parabéns pela criatividade.


Procure o canal do autor do artigo, Fernando Ulrich, no youtube. Lá ele inicia desde o básico sobre o assunto. Ou mesmo leia seu livro disponível aqui no IMB. O bitcoin é assustadoramente inovador e realmemte devemos explorar melhor o assunto antes de termos uma opinião. Ainda bem que temos o Fernando no Brasil para passar essa mensagem de maneira tão clara e gratuitamente. Só temos de agradece-lo e a todo IMB por compartilharem a verdade. Abraços


Ademir, esse tipo de garantia induz ao erro. O motor dessas máquinas são confiáveis, porém um simples rolamento, que vai quebrar antes de 10 anos, custará a metade de uma máquina nova, se incluir a mão de obra.

Bem provável que seja mais atraente comprar o modelo atualizado, do que arriscar gastar novamente com alguma peça periférica, que irá quebrar em algum momento.



Compartilho do seu pensamento, eu sou de TI e ainda acho complexo a forma de como funciona o BTC.. gostaria muito de aprofundar.. gostaria de ter "comprado" no passado..


Exato! Qual é o verdadeiro "ganho" para o bitcoin se esse passar a ser reconhecido como moeda pelos países afora? Agora teremos o privilégio de pagar impostos?