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Últimos comentários


Quais seriam os passos que vocês recomendariam para um país, por exemplo, a Libéria, alcance o estado do desenvolvimento ?


Existe uma possibilidade de gestão empresarial: Quando um governo trabalha com recursos próprios em situação concorrencial. Em verdade, são parcos exemplos contemporâneos: Liechtenstein (com o Banco Nacional); Mônaco (com o Cassino Monte Carlo); os Estados do Golfo (ARAMCO, Mubadala, ICD, ADNOC). Uma gestão adequada, não direcionada a produzir "bem-estar social", e sim lucros que possam ser revertidos ao estado, tem uma chance de ser eficiente. Nada disso funciona, naturalmente, se a empresa governamental obtiver privilégios específicos - inclusive, mas não apenas, a possibilidade de não falir, ou um monopólio legal.


"Qualquer coisa é melhor que nada"

Muito interessante, esse raciocínio.
Imaginemos que quero ir para o Norte, mas estou sem bússola. Começo a viajar para qualquer lugar e descubro, depois de dias, que estou a caminho do Sul.

Escrevendo aquela "pérola" deu um ótimo exemplo que ...

"Nada é melhor do que escrever qualquer coisa".


Protecionismo Brasileiro:
.... a mula é você.


Não. O keynesianismo japonês começou realmente apenas na década de 1980. Até então, o país se reergueu de maneira ortodoxa.

O Japão do pós-guerra se reergueu fazendo o exato oposto do que mandava a doutrina keynesiana. O general MacArthur, o vice-rei ocupante, nutria simpatias pelo liberalismo. O especialista que ele recrutou para lançar os alicerces da nova economia japonesa era um banqueiro americano imune ao charme keynesiano. Exatamente como aconteceu na Alemanha, o governo japonês limitou-se a manter suas finanças em ordem; o resto ficou por conta do mercado. Graças ao trabalho duro e a frugalidade do povo japonês e o espírito de iniciativa de seus empresários, o Japão logo se reergueu. Muita poupança e investimentos privados e orientação para o comércio internacional constituíram a razão do sucesso nipônico. Precisamente o que Keynes considerava nefasto.

Foi a partir da década de 1980 e ainda mais intensamente a partir da década de 1990 que o Japão adotou o programa keynesiano total. Altos déficits, juros zero, e obras públicas. O resultado é o que se vê na economia de lá desde há 26 anos.

Sob o proconsulado do General MacArthur, o Japão reergueu-se, renunciou às guerras e alcançou uma taxa de crescimento econômico de 10% na década de 1960, 5% na década de 1970 e 4% na década de 1980. Menor do que o estado americano de Montana e com pouquíssimos recursos naturais, o Japão criou uma economia com metade do tamanho da americana e, em vários aspectos, tecnologicamente superior.

Em qualquer análise econômica, não se pode esquecer as tradições milenares do povo japonês: trabalho duro, povo poupador, com forte espírito de iniciativa e não consumista. É a poupança que permite investimentos em capital que dinamizam uma economia. Muita poupança, investimentos privados e orientação para o comércio internacional constituíram um dos principais pilares do sucesso nipônico.

Recomendo este artigo sobre o Japão:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2519


"O correto na minha opinião seria afirmar que OBJETIVO de toda empresa é oferecer algo que tenha VALOR para o consumidor e com a negociação disto, o RESULTADO que se espera é o lucro."

Ué, você diz que "o RESULTADO que se espera é o lucro". Ora, se o resultado que se espera de algo é o lucro, então você próprio afirma e confirma que o objetivo supremo é o lucro. Se eu faço algo esperando que o resultado daquilo seja o lucro, então, por definição, meu objetivo supremo é o lucro. CQD.

Você se contradisse e, no final, acabou concordando integralmente com o que diz uma frase do artigo.

P.S.: como você bem disse, isso tudo o que você falou é "na sua opinião". E a sua opinião está tecnicamente errada, pelos motivos que expliquei (e que o Andre Cavalcante gentilmente complementou). A confusão toda vem exclusivamente de você.



"os países hoje desenvolvidos pregam o livre comércio"

Falso. É exatamente o contrário. Os países desenvolvidos hoje querem mais protecionismo -- pois seus políticos acham que isso irá "garantir mais empregos" para a classe média empregada no setor industrial -- ao passo que os países em desenvolvimento (ao menos os mais sensatos, é claro) querem mais livre comércio, pois seus políticos sabem que isso irá melhorar o padrão de vida da população (e, com isso, garantir reeleições).

Artigo inteiro sobre isso, com dados e fatos:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2596

"mas, em suas origens, a proteção à indústria nascente através de tarifas foi o grande responsável pela industrialização"

Outra falácia.

Para começar, não há fontes para isso. Ao contrário, alias: o comércio mundial era muito mais livre que é hoje até o advento da Primeira Guerra Mundial. E foi exatamente neste período que se deu o grande avanço da industrialização nos EUA e na Europa.

E, ainda que houvesse fontes dizendo que "o protecionismo gerou a industrialização" (e não as há), elas nada significariam, e por um motivo muito simples: cadê o contrafactual? Como é que você pode provar que a industrialização se deu pelo protecionismo? Mais ainda: como é que você pode provar que, sem protecionismo, a indústria não seria ainda mais eficiente e pujante?

Já no mundo real, há exemplos explícitos de países que, sem nenhum protecionismo, se tornaram grandes potências industriais: Hong Kong e
Cingapura, por exemplo, se industrializaram -- e fortemente -- com tarifa de importação zero.

Aliás, a própria Suíça -- fortemente industrializada -- tem tarifas de importação baixíssimas para produtos industriais. Lá, eles tributam coisas agrícolas, mas não industriais.

O mesmo é válido para Alemanha.

"e, quando afirmam que os países em desenvolvimento hoje devem ser livres estão apenas garantindo que estes não se tornarão maiores."

Atentando à lógica: você está dizendo que, quanto mais fechado for um país, mais poderoso ele será; e quanto mais aberto, menor.

No fundo, tudo é uma questão de lógica pura: na prática, quem diz que protecionismo gera potência industrial está, na prática, dizendo que reserva de mercado e abolição da concorrência é exatamente o que faz algo prosperar, se modernizar e se tornar pujante.

Na prática, você está dizendo que economia fechada e reserva de mercado é o que cria pujança e prosperidade. Atentado à lógica.

Para a piorar a situação dos protecionistas, vale lembrar que o Brasil já é um país completamente fechado e protecionista desde que foi descoberto em 1500. Por favor, cite um único período do país em que tivemos tarifa de importação zero. Aliás, facilito: cite um único período que tivemos baixas tarifas de importação.

Temos a economia mais fechada entre os países sérios, e nada de a indústria progredir e ficar pujante.

Logo, quem deve explicações são os protecionistas. A teoria que eles defendem -- "economia protecionista gera indústria pujante" -- é aplicada no Brasil desde 1500. E nada de ela finalmente se comprovar. Até quando você esperar? 517 anos não bastam?

Pela lógica protecionista, era para o Brasil (muito mais fechado e protecionista que EUA e Europa) ter uma indústria pujante e competitiva. Por que isso não ocorreu? Pois é.

Algum dia espero que essa gente finalmente entende que protecionismo nada mais é que uma desculpa, disfarçada de teoria econômica, para proteger os lucros e as reservas de mercado do grande baronato industrial nacional. Quem defende protecionismo está a soldo da FIESP.


Muito bom o texto, entretanto não estou de acordo com este trecho:

"O maior milagre econômico de todos, o japonês, parece ter sido realizado sob governantes e estadistas japoneses bastantes conservadores, com o auxílio de conselheiros americanos ultraconservadores."

Desde o fim da Segunda Guerra mundial, o Japão tem sido alvo de inúmeras abordagens Keynesianas em sua economia, desde alta inflação monetária a um rígido controle governamental da oferta de crédito, promovendo subsídios a setores específicos do mercado e inviabilizando importação de diversos bens de consumo. A fixação da relação dólar/iene como 1/360, pelo Bretton Woods, possivelmente auxiliou o crescimento econômico do país, assim como sua intensa troca de bens com os EUA, entretanto relacionar isso a qualquer coisa próxima de um livre mercado é forçar demais a barra...


Minha mãe tem 01 empregada e precisa de um contador para apurar os encargos a pagar.


Meus cumprimentos a todos.

Gostaria de saber a posição da Escola Austríaca quando se depara com o seguinte argumento: os países hoje desenvolvidos pregam o livre comércio mas, em suas origens, a proteção à indústria nascente através de tarifas foi o grande responsável pela industrialização e, quando afirmam que os países em desenvolvimento hoje devem ser livres estão apenas garantindo que estes não se tornarão maiores.

Desde já agradeço.


E eu que descobri Mises depois que formei, mas já tinha um viés liberal no sangue, que sofreu igual mulher de malandro sádico, por discordar das ideias apresentadas durante a graduação, mas ter de estudar aquelas m***** e ainda responder questões em conformidade com o excremento estudado. Pena eu não ter conhecimento destas ideias de forma tão lógica e didáticas quanto são apresentadas por Mises.
Gosto tanto disto aqui que, quanto mais leio, mais quero aprender.
Obrigado Mises!
Obrigado IMB!


Protecionismo:

Você deseja ter duas vacas holandesas. O governo tributa a importação do animal em 60% e você é obrigado a se contentar com uma mula de origem nacional.


Uma coisa que eu acho engraçado é ter curso de graduação de "gestão pública", "administração pública" e "políticas públicas". Qual o sentido de existir esses cursos se qualquer planejamento central em qualquer nível sempre dá errado?


Vou passar mais esses artigos:
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2200
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2364
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2226
mises.org.br/Article.aspx?id=2443



Todas as respostas acima estão, de alguma forma, incorretas. Muitas pessoas continuam misturando Anarcocapitalismo com Livre Mercado e com PNA libertário. Elas estão relacionadas, mas não são a mesma coisa.

Não há como saber que regiões seriam permitidas tráfico de pessoas, qual seria a oferta e demanda de tal serviço nos lugares e quem estaria disposto a combater essa prática (sempre há pessoas dispostas a combater qualquer coisa, ainda mais algo tão repulsivo).

Mas é só usar a lógica de mercado para analisar a questão. Em que territórios as pessoas procurariam viver: em locais com boa segurança contra ataques estrangeiros ou em locais perigosos e vulneráveis?
Em que territórios as pessoas procurariam viver: em locais que a comunidade permite que pessoas sejam raptadas contra sua vontade ou em territórios com uma moral mais libertária?

Como pode perceber, os locais do exemplo estariam fadados à extinção se a entrada e saída das pessoas funcionasse de acordo com a livre concorrência entre os territórios privados (no Anarcocapitalismo).


Caro Tulio, para esclarecer o que sem clareza afirmas...

"Mas o OBJETIVO de todas as empresas, em qualquer área, é um só: o LUCRO. E o LUCRO é um RESULTADO operacional, assim como o PREJUÍZO."

O correto na minha opinião seria afirmar que OBJETIVO de toda empresa é oferecer algo que tenha VALOR para o consumidor e com a negociação disto, o RESULTADO que se espera é o lucro.


Estás fazendo a mesma confusão do texto.




Acabei de baixar o podcast, ainda vou ouvir. Mas até ler seu comentário, Jorge, eu achava que o nome da editora era Ludwig Von Mises kkkk.


"Iae" que você falou em ciência, em desmatamento, mas ignora que a climatologia que defende a sua linha de raciocínio diz que o impacto não é somente local, mas global.

Você fica repetindo a mesma pergunta, só escorregando pelas lacunas para tentar sustentar sua tese que já foi refutada!

Logo, "iae" que o que você criou na cabeça, não procede!!!


Esse negócio de "o povo aprova" é muito interessante. O melhor exemplo prático de que isso é uma falácia aconteceu recentemente na Noruega.

Se eu dissesse que "o povo" da Noruega aprova os serviços de seu governo, você concordaria, certo? Pois é. Mas parece que não. E há provas factuais disso.

Recentemente, o governo norueguês instituiu um programa de doações voluntárias para o governo. Como as receitas do governo caíram por causa da queda nos preços do petróleo, o orçamento ficou apertado. E aí o governo instituiu esse programa de doações voluntárias para o Tesouro.

Eis aí uma medida que realmente deixaria claro o tanto que "o povo" realmente aprova os serviços do governo.

Muito bem, sabe quanto o governo norueguês, provedor dos "maravilhosos serviços escandinavos" arrecadou?

1.000 euros. Sim, ínfimos mil euros.

Eis aí o tanto que "o povo" realmente valora os serviços do governo. E na Noruega, hein?

Imagina aqui no Brasil?


Abordado especificamente no artigo.

Aliás, o que seria "o povo"? Quem é essa massa amorfa que hipoteticamente "aprova os serviços"? Não há dissidência entre esse tal "o povo"? "O povo" é algo homogêneo e uniforme, que pensa bovinamente igual? Se o tal "o povo" aprova, isso significa que cada indivíduo do país aprova?

Vale lembrar que, segundo consta, "o povo" inicialmente aprovou as medidas intervencionistas do governo Dilma: congelamento da gasolina, redução das tarifas de energia elétrica, crédito subsidiado para grandes empresários criarem "campeãs nacionais", pedaladas fiscais e destruição das contas do governo.

E deu no que deu. Mas tudo com a aprovação inicial "do povo".

Dizer que "o povo" aprova alguma medida do governo é simplesmente achismo e ilação. É mero palpite. Não há qualquer prova factível disso. Na mais benevolente das hipóteses, há apenas emoção. Mas emoção não supera razão. Pior: emoção pode gerar consequências nefastas no longo prazo.

Por outro lado, eu posso lhe dar exemplos de coisas que "o povo" gosta, e com 100% de segurança:

1) "O povo" gosta de futebol. Ele não apenas está disposto a pagar para ver, como os próprios anunciantes ganham muito dinheiro com isso. E os próprios salários dos jogadores são uma clara sinalização do sistema de preços e do mecanismo de lucros e prejuízos.

2) "O povo" gosta de cerveja. (Mesmo raciocínio acima)

3) "O povo" gosta de ver televisão. (Idem)

4) "O povo" gosta de viajar. (Idem)

5) "O povo" gosta de lazer. (Idem)

Para todos os casos acima, há números monetários que comprovam a opção voluntária "do povo" por essas coisas.

Por outro lado, não há nenhum exemplo monetário (consumação voluntária) que confirme que "o povo" aprova determinados serviços do governo.


Apenas complementando..

Religiões (principalmente as extremistas), assim como o Estado, não se contentam em apenas ficar na dele, mas querem também impor para os outros sua visão do mundo.

O ISIS por exemplo é extremamente organizado, e tem uma estrutura que funciona como uma empresa. Por exemplo, eles fazem relatórios anuais de quantas mortes e atentados fizerem, do mesmo jeito que uma empresa controla suas receitas e lucro. Exemplo

Então tenho minhas dúvidas se apenas ignorar (não participar da política) desses países seria o suficiente para evitar extremismo religioso.


Para de atacar os outros países e armamento para a população. Pronto. Quem alimenta os terroristas é o próprio estado.

É claro que grandes corporações que fornecem armas e fazem lobby estão também interessadas nessa festança de sangue.


Concordo sobre o ETA/IRA/FARCs ou qualquer outro tipo de terrorismo separatista, mas como você mesmo diz me refiro mais ao extremismo religioso como Boko Haram ou ISIS.
Será que apenas o porte de arma para todos seria o suficiente para conter isso? Realmente não tenho uma opinião formada sobre isso.


"as medidas administrativas do governo não podem ser expressas em termos de dinheiro."

Mas podem ser mensuradas subjetivamente: existe a hipótese do povo aprovar os serviços.
Como provar, nesse caso, que são ineficientes ?



Sugiro informar-se melhor. A moeda da China não é desvalorizada. Muito pelo contrário: é bem forte.

A afirmação de que os chineses desvalorizam a moeda não só é falsa, como também é exatamente oposta à realidade.

A moeda da China, ao contrário do que afirma a imprensa e Donald Trump, está em constante valorização em relação às outras. E desde 1995.

Isso mesmo: a China opera com um câmbio semi-fixo desde 1995: ora o renminbi se valoriza em relação ao dólar, ora se mantém fixo. Veja o gráfico.

(Foi só em 2014 que eles deram um cavalo-de-pau na política cambial e, pela primeira vez desde 1995, desvalorizaram o renminbi em relação ao dólar. Não coincidentemente, a economia desacelerou fortemente desde então.)

E essa política monetária de valorização da moeda foi um dos grandes chamarizes para as indústrias estrangeiras ali se estabelecerem: com uma moeda em constante valorização, quem produzir na China e remeter os lucros para a matriz no exterior ganhará duplamente: alem dos lucros, ganhará também com a apreciação da moeda chinesa (a qual poderá comprar muito mais dólares quando a empresa estrangeira for remeter dólares para sua matriz).

Moeda forte, portanto, é chamariz para o estabelecimento de indústrias estrangeiras

Por isso o IMB insiste tanto nessa questão da moeda. Moeda forte é a chave de tudo. Não existe economia forte com moeda fraca, em contínua desvalorização em relação às outras.

A economia chinesa se manteve forte enquanto sua moeda se valorizava. E começou a desandar exatamente a partir do momento em que sua moeda começou a se desvalorizar (final de 2014).

No entanto, dizer que a China está continuamente desvalorizando sua moeda é atestado de desinformação econômica. Pior ainda é dizer que ela faz "desvalorização ridícula".


Caro Capital Imoral,

Penso que o senhor não entendeu o artigo.

Responde-me por favor as seguintes questões:

quem produziu o computador onde o senhor escreveu em resposta ao artigo?

Quem produziu a roupa que o senhor vestiu?

Estou esperando respostas......................


Isso que dá acreditar na administração feita pelo governo:

g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/caderneta-de-poupanca-passa-a-render-menos-a-partir-de-7-de-setembro.ghtml

Aliás, eu estou surpreso que isso não aconteceu bem antes.


Kkkkkkkkkkkkkkkk

Pior que é verdade. Os caras realmente se acham seres superiores aos demais.


Só fazer um adendo, a erupção de um vulcão pequeno já emite mais CO2 que toda a atividade humana em um ano.


Terrorismo = Provocação do medo para fins políticos.

Quem o ETA atacaria se não existisse Espanha? Sem nenhum estado para influenciar através do terrorismo, não tem terrorismo.

Mas sei que você se refere ao terrorismo islâmico / religioso e não vou ser chato com isso.

Sobre o terrorismo islâmico, a única solução parece ser a que funciona para 9/10 da população mundial: não participar da política do Oriente Médio. Pare de destruir os países deles e de subsidiar a chegada de homens ressentidos e incapazes de competir em uma economia globalizada a seu país. É receita para desastre.

Tráfico de Gente

64% dos traficantes de gente encontrados já eram cidadãos condenados em seu próprio país originário. O que o estado fez para resolver o problema? Nada. E continua existindo.



Penso da mesma maneira; hoje me pergunto como sobreviviam naquela época. Acho incrível como ninguém lembra de como era viver sob essa carestia imposta. Até hj o brasileiro comum não entende oq é inflação e as implicações dela na economia.


Adorei seu post, concordo com cada palavra; Os milicos eram keynesianos até o talo


Jobs e Bezos também são (eram) notados globalistas.

Protecionismo Mercantil é meramente uma ferramenta, não é bom nem mal, apenas bem usado ou mal usado. Eu acho que livre-comércio é algo que deve ser usado num contexto apropriado. Por exemplo, bloquear a China é correto porque a China é um país trapaceiro que faz de tudo para tornar seus produtos baratos até o ponto do ridiculo, roubando industrias de outros países. Por exemplo, a desvalorização ridicula da moeda deles que levou à uma guerra cambial, recentemente.


Realmente administrar um pais com dimensões continentais e fazer que quase tudo dê certo, é algo além de qualquer expectativa.





Socialismo:
Você tem duas vacas. O governo confisca as duas e promete dividir o leite com você e mais todo seu quarteirão.
No fim, 70% fica para manter a própria máquina estatal e os restante 30% são divididos entre você e mais os 99 restantes.


Senhores, qual é a opinião de vocês sobre quem conbateria o terrorismo em uma "nação" anarcocapitalista? Como vocês imaginam que seria o combate ao terrorismo ou ao tráfico de pessoas, por exemplo.


Ah, deixei uma coisa passar despercebida: não é porque a pessoa tem natureza capitalista que ela irá cobrar aluguel do quarto para o filho. O capitalismo se dá em relação ao mercado, e não necessariamente na relação familiar. Um capitalista pode -- e provavelmente vai -- acumular riqueza justamente para prover o bem de sua família. No socialismo, o Estado lhe impedirá de fazer isto!




Por que é impossível o governo ser gerenciado "como se fosse uma empresa"

Pelo simples fato de que se um parasita for detectado numa empresa privada ele é imediatamente posto para fora.

E é este também o motivo pelo qual existe Estado: é lá que os parasitas sobrevivem.


Sim, se o dono da amazonia mora na em são paulo por exemplo, ele desmata e causa seca no nordeste somente...

Iae como fica?




Parece que vocês adivinharam o que ocorreu comigo. Explico: Certa hora, estávamos discutindo sobre o programa "Luz para Todos" (que na minha opinião é um belo presente de grego as distribuidoras). Defendi a ideia que é o tipo de investimento que nunca se pagará e que a população que ficará com o prejuízo, pois além do consumo nos povoados serem menores (portanto não pagando o investimento), ainda há os subsídios. Só faltaram me engolir! Tentei argumentar que se os mesmos abririam uma empresa para não terem lucro e veio aquele blablablá de social, até que um soltou: O governo (ou seja, nós) tem a OBRIGAÇÃO de fornecer energia!


Socialismo Venezuelano:

Não há vacas ou leite. O governo divulga dados comemorando o fim da obesidade no país.


Na minha escola passamos praticamente em branco pela Idade Média nas aulas de filosofia e sociologia, entretanto, os Iluministas, Hegel, Marx e a Escola de Frankfurt, principalmente, são estudados repetitivamente.


Olá,

"Tanto é que, para se distinguir das empresas que visam ao lucro, há organizações que se intitulam "sem fins lucrativos". "

Mesmo essa frase não está correta. O que distingue uma empresa com ou sem fins lucrativos é o fato de que, no último caso, isto é, empresas sem fins lucrativos, os eventuais lucros da empresa não podem ser repassados para o controlador. Em caso de prejuízos, cabe ao controlador colocar recursos para o contínuo funcionamento da empresa, ou então, ele simplesmente fecha a empresa.

TODA empresa visa o lucro. A diferença vai residir se o controlador vai ficar ou não com o lucro. Se não fica, é dita "sem fins lucrativos", se ficar, é uma empresa normal.

Exemplo mais comum: uma Fundação sem fins lucrativos que faz enisno/pesquisa/desenvolvimento/inovação (de verdade) tem como controladora duas empresas. O objetivo da Fundação é dar lucro o qual é revertido todo na própria Fundação, seja na compra de equipamento, distribuição de rendimentos entre funcionários ou mesmo aumento de salário. As controladoras não auferem o lucro diretamente, entretanto podem auferir os produtos/serviços/inovação que a Fundação desenvoveu.

Abraços




"Por outro lado, não seria nada mau ter como presidente um CEO especializado em vendas de ativos, alienação de participação societária, demissões, liquidações e dissoluções."

Aquele personagem do George Clooney em "Up in the Air" seria o ideal.


Social-Democracia brasileira (parte II)

As vacas passaram no concurso. Agora, com ajuda do sindicato, fazem reiteradas greves pedindo cada vez mais salário e auxílios. Mesmo nunca tendo trabalhado direito, embora tenham aceitado o salário do concurso, acham que estão sendo desvalorizadas e querem ganhar muito mais. Continuam sem trabalhar, quando não estão de licença, férias ou recesso, batem o ponto e vão embora. Se o governo tentar "terceirizar" o serviço das vacas, ou privatizar o setor, a guerra estará declarada.


"O micro cosmo da casa tem divisões interna e espaços regulamentados de maneira dinâmica com espaços públicos e privados convivendo em harmonia e com divisão de trabalho sem exploração do homem pelo homem. É inimaginável que um pai cobre aluguel do filho por ele ocupar um quarto da bela casa, o que de fato aconteceria se o ser humano fosse invariavelmente capitalista por natureza."

Que legal...

Mas daí o filho cresce, suas necessidades de consumo aumentam e o mesmo se recusa a trabalhar para suprir suas necessidades e ajudar na casa. O que o pai vai fazer? Ora, é inimaginável que o pai, em sua bela casa na Imagine City, vá deixar seu filho morrer de fome, né?! Logo, o pai trabalha e o filho colhe os frutos, o que importa em... exploração do homem pelo homem!

Claro, Marx e Engels não eram burros, e previram isto. Daí o que eles impõem como solução? Trabalho obrigatório. Claro, uma norma só tem eficácia quando você encontra um meio de persuadir a pessoa em executá-la. E o que fazer se o filho na linda casa disser não ao trabalho obrigatório? Bem, se é obrigatório, você irá obrigar o rapaz a trabalhar de alguma maneira, seja pela ameaça de deixá-lo morrer de fome (o que seria "inimaginável"), seja pela violência. E, claro, o fruto do trabalho do rapaz será tomado pelo pai (a quem podemos chamar de poder central) para suprir as necessidades da casa e a do filho.

Muito superior esse socialismo, não?! É uma pena que já vimos isto durante nossa história, e se chama... anh... deixa eu ver... servidão! Que evolução é essa que usa meios tão antigos de persuasão, não?!

No capitalismo o próprio mercado incentivaria o filho a trabalhar! Isto porque ele não vai trabalhar obrigado porque tem que contribuir na bela casa, mas sim porque ele pode acumular capital e ter todas as coisas boas que ele gostaria de ter, fora se sustentar. Provavelmente ele poderá ter sua bela casa, e não um simples quarto que, na sua mente, é "inimaginável" cobrar aluguel (mas quando acordar para a realidade, verá que isto acontece aos montes). É por isto que na vida real, longe desse devaneio chamado socialismo, os filhos, em geral, acabam saindo de casa e indo trabalhar. No capitalismo o capital lhe incentiva, enquanto no socialismo o Estado lhe obriga!


Castrismo: Você tinha duas vacas. Elas fugiram pra Miami.


Seu comentário foi confuso. O objetivo de qualquer empreendimento é um só: obter lucro.

Já os meios utilizados para obter este lucro é que irão variar de empresa para empresa: umas procurarão o lucro vendendo comida; outras, vendendo roupas; outras, vendendo carros; outras, vendendo imóveis; outras, vendendo produtos primários. E por aí.

Mas o objetivo de todas as empresas, em qualquer área, é um só: o lucro. E o lucro é um resultado operacional, assim como o prejuízo.

Mas ninguém abre empresa para ter prejuízo; e ninguém abre empresa só porque ama a humanidade e quer bem servi-la. Todo mundo empreende para ganhar dinheiro. E, ao fazerem isso, acabam beneficiando a todos (mas isso ocorre apenas em um mercado livre e concorrencial, no qual o governo não interfere concedendo subsídios, reservas de mercado, tarifas protecionistas etc.)

Tanto é que, para se distinguir das empresas que visam ao lucro, há organizações que se intitulam "sem fins lucrativos". O lucro é um fim; é o objetivo.


Bom texto, deixo somente uma observação: não confunda LUCRO com OBJETIVO, isso é RESULTADO! O OBJETIVO de uma empresa e a forma de como ele nos é apresentado é que vai definir o seu futuro - seja lucro, caso nos agrade, ou prejuízo, caso não!


O governo funciona como uma empresa(monopólio)...

Problema é que ela tem tempo, coisa que empresas privadas não tem.

Ela tem um intervalo de tempo muito grande pra receber as consequências do seus atos.


Agora imagine se esse tempo que os governos tem fosse reduzido. Imagine se num vacilo o governante fosse substituído imediatamente.


Quanto menor esse tempo, a busca e manutenção pelo poder(lucro) forçaria os governantes a se tornarem mais eficientes.

O lucro dos governantes é o poder... ninguém quer perdê-lo.

Na realidade a gente não precisa do Legislativo. Hoje com a Tecnologia da Informação o próprio povo poderia desempenhar um papel melhor do que o Legislativo.
Antes da TI seria até plausível você eleger "representantes do povo", mas hoje o próprio povo com seus celulares poderia votar e decidir sobre questões que o Legislativo se propõe a discutir(e que acaba virando um jogo de interesses).

A nossa democracia poderia ter sua "arquitetura" redesenhada.

Acho que o IMB poderia trabalhar nesse sentido...porque só criticar o governo e propor sua extinção não vai chegar a lugar algum.


Isso foi tentado recentemente. E na Noruega!

Resultado: ninguém doou para o governo, o que comprova que, mesmo na "invejada" Escandinávia, ninguém valoriza os "ótimos" serviços do governo.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2725


Estas pessoas gananciosas pecaminosas que investem seu próprio dinheiro para produzir algo de útil para outras pessoas, e que tem lucro por causa disso, ui nossa que pecado. Ou aquelas outras pessoas gananciosas que ficam buscando empregos por melhores salários, para ir ao cinema no final de semana, comprar uma calça, um tênis, escova de dente, pasta de dente, sabe, estas coisas supérfluas e desnecessárias que o capitalismo desumano consumista produz.



Muito pertinente esse seu comentário. kk nunca havia me atentado a isso, mas é verdade.


Bom dia pessoal,
Alguém tem um bom livro de historia econômica geral pra indicar? (cristiano.gaemh@gmail.com)


A melhor forma é que o governo não opere mais com receitas extorquidas, mas que as pessoas doem livremente se quiserem algum serviço prestado pelo Estado.
Afinal, não precisamos de nenhum serviço do Estado. Educação pública? Uma droga. Saúde pública? Isso existe? Criar leis imbecis? Não obrigado. Judiciário ineficiente? Talvez. Polícia mau equipada? Talvez.


Um dia um grupo fez pressão sobre o governo para poder ter a reserva de mercado sobre a contabilidade de empresas e conseguiu.


Apesar de ter sido uma clara ironia -- e foi até boa --, vale enfatizar que esta família, sob o socialismo, simplesmente não teria o que comer, de modo que ela não duraria muito e, consequentemente, "não passaria bons momentos" e nem "riria". Mas "suaria" e "choraria" muito.

Agora, falando mais seriamente, não são poucos os intelectuais que evocam o arranjo da família para dizer que ele representa o ápice do socialismo. Afinal, famílias também possuem um planejamento centralizado e o chefe da família também faz planos que restringem as atividades e o uso que outras pessoas podem fazer de seu conhecimento privado.

Só que essa observação não apresenta nenhum desafio: sob o socialismo, a propriedade privada está ausente; já as famílias, ao contrário, se baseiam exatamente na instituição da propriedade privada. Sem propriedade privada não há família.

O que distingue categoricamente o socialismo do arranjo das famílias não é a existência de um conhecimento centralizado ou a ausência do uso do conhecimento descentralizado, mas sim a ausência de propriedade privada -- e, por conseguinte, de preços. As famílias só sobrevivem porque compram bens externos (produzidos fora do lar), e conseguem fazer isso por causa do sistema de preços capitalistas. No socialismo, com o sistema de preços abolido, essa família nada teria para comprar.


Regis,Você simplesmente acabou de provar que o socialismo é superior ao capitalismo e destroçou todos os argumentos do texto.

"O raciocínio é simples: imagine que você tenha uma casa, onde você mora com sua esposa/marido e filhos. É a casa onde você passou bons e maus momentos, deixou seu suor, riu, chorou. " [Régis 04/09/2017 16:00]

Ora, a casa, o lar doce lar, é um belo exemplo da cultura socialista na pratica. O micro cosmo da casa tem divisões interna e espaços regulamentados de maneira dinâmica com espaços públicos e privados convivendo em harmonia e com divisão de trabalho sem exploração do homem pelo homem. É inimaginável que um pai cobre aluguel do filho por ele ocupar um quarto da bela casa, o que de fato aconteceria se o ser humano fosse invariavelmente capitalista por natureza. O espaço privado é apenas um espaço e não é tratado com uma propriedade privada para obtenção de lucro a qualquer custo. Na casa as decisões são tomada para sair de uma estado de menor satisfação para um estado de maior satisfação de toda a família. A casa é o local onde todo homem retorno para dormir em paz.


Muito bom!

Sobre isso, no Brasil, multinacionais possuem até dificuldades em se adaptar a tanta burocracia e ineficiência. Geralmente têm que contratar um especialista local no assunto.


Um dos sinais mais claros da diferença de empresas públicas e privadas fica estampada logo na entrada.

Enquanto empresas privadas mostram cartazes agradecendo o cliente, pedindo que volte sempre, as públicas mostram ameaças de prisão pra quem desrespeitar funcionários públicos. Não podia ser mais explícito!


Excelente texto, como sempre.

Estou me graduando este ano em Economia e gostaria de alguma sugestão de assunto para o TCC, que aliás será apresentado em uma universidade cheia de burocratas, um verdadeiro inferno. Todos os dias sou obrigado a escutar um monte de baboseiras que, se não fosse por Mises e grandes outros nomes, estaria aceitando aquelas idéias absurdas como algo natural.

Meus agradecimento a toda equipe do IMB.


Meu pai tem uma pequena empresa com 9 funcionários. Acreditem se quiser, mas ele precisa pagar um contador pra saber o quanto deve pagar para os imundos do estado. A coisa é braba demais.


Seria a luz no fim do túnel, a salvação da lavoura, excelente proposta alternativa para a disfunção educacional que temos, hoje , como padrão.


Minha opinião como especialista em materiais plásticos:

https://youtu.be/8k4mZyhMUYk

Abraços


Então você, que está posando de preocupado com a natureza, não deixa de comprar com uma empresa que está desmatando a Amazônia? O que importa é que a empresa tem moral no mercado?

Eu fico imaginando por qual motivo empresas no mundo inteiro tem gastado bilhões de dólares em pesquisas e tecnologias que agridam menos a natureza ou sejam renováveis. Porque fazem tanto alarde midiático (campanhas em revistas, televisão, redes sociais e etc.) para mostrar que são empresas preocupadas com o meio ambiente. Será que os donos dessas empresas são as únicas pessoas no mundo que, junto com você, estão hiper-preocupadas com a natureza, e o restante do povo não? Opa, peraí... esses capitalistas não deveriam estar preocupados somente com o bolso deles, e dane-se o resto? Estranho...

Ah, claro: se você é dono de um quinhão da Amazônia, o que importa somente é o lucro, claro! Afinal, o camarada que desmata a floresta e causa alterações climáticas graves não tem que se preocupar com isto, porque a natureza é super boazinha com os desmatadores, criando micro-climas ótimos para se viver somente na casa de quem desmata e nas da família e amigos dele. E também é inútil pensar que tenha algo lá em Roraima que possa ser de utilidade para este desmatador...

Acho que está precisando se aprofundar mais sobre como funciona o mercado e as ações humanas...


A diferença é que o capitalismo não se propõe ser justo (que, acredito, você deve estar usando essa palavra no sentido de igualitário), enquanto isto é um mote do socialismo. O que o capitalismo acaba gerando como consequência na prática é a melhoria dos indicadores sociais e humanos que, por sua vez, reduz a sensação de injustiça.

E não: o socialismo não pode nunca ser visto como uma continuação do capitalismo. No máximo, é um retrocesso ao capitalismo. O socialismo busca negar e/ou engessar elementos da natureza humana, enquanto o capitalismo busca reconhecer e aprimorá-las. O grau evolutivo antropológico do capitalismo é superior ao socialismo!

Quanto ao rico, porque não olhar para ele com admiração, ao invés de certa reprovabilidade? O Brasil parece ter certo fetiche pela pobreza, colocando como alvo central de estudos e até mesmo glamourizando. É nisto que o socialismo ganha campo. Deveríamos é nos espelhar na riqueza, estudando como produzi-la e colocando nossas metas no enriquecimento. Não há nada de imoral nisto!


Enfim o comitê central em Moscou orientava tudo,na Coréia do Norte por exemplo impuseram que o corte de cabelo tem de ser igual ao do presidente que mais parece um dinasta do que qualquer "OUTRA" coisa.


Acho engraçado que a revista afirma que em 2012 não se imaginava que iríamos ter uma recessão. Sem noção total: em 2012 já se tinha certeza que o Brasil entraria em crise com uma recessão. O que não se sabia é que a ex-presidente iria fazer de tudo para agravar a crise.


Ninguém trabalha 16 horas por dia e ganha 200 reais. Tente novamente mais tarde.


Essa é a melhor:

"Social-Democracia brasileira

Você tem duas vacas. Elas nada produzem, pois estão estudando para concurso."

Rindo até 2050...



Na ex-União Soviética e bem como na maioria dos países socialistas o setor público tinha seus funcionários públicos,nos postos chaves ficavam os figurões do partido comunistas e seus burocratas bajuladores e o povão era empregado das estatais e fazendas coletivas,enfim o comitê central em Moscou orientava tudo,na Coréia do Norte por exemplo impuseram que o corte de cabelo tem de ser igual ao do presidente que mais parece um dinasta do que qualquer oura coisa.

Os radicais do PT e demais partidos comunistas sonham com essas bizarrices e modelo de governo e estado...Vamos lutar contra isto mostrando que a Liberdade é o melhor caminho,esta linguagem qualquer um entende e o IMB defende sim Liberdade é a melhor coisa da vida abaixo de Deus...


Comigo por perto: voce tem duas vacas. Eu compro 10 engradado de cerveja, mato as duas e faço um mega churrasco, todo mundo vive feliz para sempre.


Corporativismo Social Brasileiro: Você tem duas vacas. O governo confisca uma e repassa para fazendeiros amiguinhos. A outra é forçada produzir por 4 vacas para sustentar a burocracia e acaba morrendo.


Sua pergunta foi abordada na seção "A liberdade de entrada restringe as arbitrariedades". Os preços são previamente acordados em contrato. E eles seriam baixos tanto por causa da concorrência potencial quanto, e principalmente, pela abolição dos impostos.

Sem nenhum imposto, dificilmente as contas de luz de uma família pobre ultrapassariam R$50 por mês (eu mesmo já consegui R$ 40 morando sozinho e sem usar máquina de lavar). R$ 50 por mês dá R$1,65 por dia. Isso é muito menos do que se gasta com alimentação.

Ademais, se a comunidade está sem luz hoje, então é porque o próprio estado não foi capaz de levar luz até lá. Sendo assim, retirá-lo de cena irá aumentar as chances desta família ter luz.


Belo artigo!!! Mas me gerou uma dúvida. Caso uma comunidade sem energia e extremamente pobre não tenha dinheiro para pagar tal empresário por um serviços de energia elétrica...como eles teriam energia??


Isso é suposição, se eu oferto bens baratos e de qualidade, se eu tenho certa ''moral'' no mercado, as pessoas não deixarão de fazer bons negócios por isso.

Você deixaria de comprar um produto mais barato e de boa qualidade em nome do capricho do boicote?

Visamos o lucro, o que importa é se você esta sendo bom pra min. Eu faço negocio com o Brasil todo, sou lucrativo pra todos, só desmatei uma area que provocou seca em Roraima(por exemplo).
Até parece que todas as pessoas deixarão de fazer um negocio muito lucrativo comigo por causa disso.


uma duvida. quando vocês falam que a taxa de cambio é definida pela paridade do poder de compra delas, ou seja se uma aqui custa 1000 reais e nos eua 500 a taxa final é de 2 reais para um dolar,mas isso não considera os impostos sobre um produto?o preço de um remedio aqui e mais caro por conta dos impostos e esse imposto varia de produto a produto então como é possivel determinar a taxa final sendo que grande parte dos preços é formado por impostos que variam?/



Mercantilismo petista: Você tem duas vacas. O governo confisca as duas e repassa pra Friboi.


Para começar -- mas isso que vou falar é o de menos -- esse negócio de "problemas climáticos" é pura ilação. Lembro-me perfeitamente: quando São Paulo estava vivenciando aquela seca, em 2014, a Globo fez até uma reportagem especial dizendo que a causa da seca era o desmatamento da Amazônia, o que significava que, pela lógica, jamais voltaria a chover na cidade.

Aí o tempo passou, o desmatamento da Amazônia continuou e aumentou, e no entanto já voltou a chover normalmente em São Paulo (a Cantareira subiu e ninguém mais fala nela).

De resto, e agora vem o mais importante, se você fizer isso, certamente sofrerá um enorme boicote social da parte de todos. As pessoas -- na imprensa e nas redes sociais -- irão pressionar toda e qualquer empresa, banco e imobiliária que fizer negócio com você. Elas serão impiedosamente atacadas pela mídia e pelas redes sociais, perdendo inúmeros clientes. (Se você acha que isso não acontece, então você não está acompanhando o mundo atual). Consequentemente, você se tornará um pária, não conseguindo crédito nem parceiros comerciais. E quem lidar com você perderá clientela. Você não irá conseguir fazer nada.


Que coisa, achei que ele tinha mudado o discurso só pra defender o Bolsonaro numa possível campanha eleitoral. Justo ele que disse que é fã de Ludwig von Mises, picareta demais.


Ah, isso tem mesmo. Nos países africanos (que nunca tiveram capitalismo e nem muito menos participaram da globalização), na Venezuela, na Coréia do Norte, e em Cuba.

Agora, em nenhum país minimamente capitalista e aberto ao comércio externo você encontra essa cena dantesca que você descreveu. Você até encontra gente desempregada, mas gente "na miséria total sem ter o que comer" e "sem habitação", você não encontra. Quanto a estar sem perspectiva, bom, isso é um estado da mente e não uma condição material.

Aqui mesmo no Brasil, qualquer catador de papel e malabarista de semáforo consegue tranquilamente uns 15 reais por dia (conheço pessoalmente um pedinte que se gaba de tirar 100 reais por dia, e que passa "férias" em Porto Seguro). Igualmente, qualquer mendigo maltrapilho em porta de restaurante consegue um prato de comida.


De resto, para quem quer dados sobre a miséria ao redor do mundo, recomendo:

Estamos vivenciando uma maciça redução na pobreza global

A pobreza extrema ao redor do mundo despencou na medida em que a economia de mercado se expandiu



Ele é protecionista ferrenho e assumido. Eis o que ele escreveu:

Em política internacional, e sobretudo em comércio internacional, sou radicalmente nacionalista, protecionista e tudo o mais que os globalistas odeiam. Isso não quer dizer que eu seja contra a globalização da economia. Muito menos há aí qualquer contradição com a crença liberal acima subscrita. Apenas, entendo que globalismo não é o mesmo que monopolismo das grandes multinacionais, e que, assim como estas se associam umas com as outras – e com certos Estados – para ficar mais fortes, é justo que o empresário nacional, sobretudo o pequeno, busque apoio do seu próprio governo para não ser esmagado pelos monopólios internacionais. Aí a intervenção do Estado não é contra o liberalismo ou a concorrência: ela é, ao contrário, o fator equilibrante que impede a extinção do liberalismo e sua substituição pelo monopolismo. O mais detestável dos socialismos é o socialismo dos ricos.

old.olavodecarvalho.org/textos/compideo.htm


Obviamente, ele desconhece isso: A diferença básica entre globalismo e globalização econômica: um é o oposto do outro


Socialismo Brazuca: você tem duas vacas, o governo lhe toma uma e dá para um fazendeiro que já tem um milhão de cabeças.


Nunca li? Ou você que não quer negar a realidade?

"Há quem venda a idéia de "livre comércio" em nome do "livre mercado". Mas, embora se pareçam nos nomes, "livre mercado" (interno) e "livre comércio" (internacional) são conceitos antagônicos. O livre comércio é o instrumento por excelência da expansão globalista que acaba por espalhar controles burocráticos por toda a superfície do planeta. Não conheço um só liberal que entenda isso, mas Karl Marx entendia, e por isso mesmo era um entusiasta do livre comércio."

Olavão

Fonte: https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10155443818837192

Qual vai ser a desculpa agora?


É lamentável que a discussão sobre o BNDES seja apenas essa, por mais que esteja numa direção certa, essa porcaria de banco já causou muito estrago para o país.