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Últimos comentários


Falou besteira sim anônimo, ficar putinho não vai mudar este fato. Apenas nos explique qual mecanismo Marx dizia que murcharia o Estado e notará que o Walter está certo...


Por mim, sim. Pessoas que vivem do esbulho alheio e se mantêm graças ao confisco da renda de pessoas produtivas merecem sim uma jaula.

Mas podem mandar pra uma colônia em Marte. Ou pra Lua. Sou bonzinho.


É indescritível a tristeza que sinto a ler as postagens acima. Já se passaram 4 anos e o IMB ainda não reconheceu que a sociedade precisa de dirigentes apesar das lições irrefutáveis deixadas por Dilma e Temer.


Olá Rui:

O anarcocapitalismo é uma solução simplista e, infelizmente, utópica.
Gostaria muito de viver sem estado, se fosse possível.
Mas a realidade é que algumas coisas (pouquíssimas) têm que ser feitas coletivamente.
Não vejo como vivermos sem ruas públicas, por exemplo.

É preciso fugir da tentação ancap à simplificação excessiva. Ela é falsa.

[]s


Se falta de concorrência e de produtividade são as principais causas de salários baixos, para aumentarmos os salários e a taxa de emprego, devemos tomar ações que aumentem a concorrência e a produtividade. No caso do Brasil, o governo deve parar de tomar ações que diminuam a concorrência e a produtividade. Reduzir fortemente as burocracias, permitir investimentos internos e externos e praticar políticas econômicas menos intervencionistas (moeda estável, pouco endividamento público, fim dos empréstimos subsidiados) seriam os principais passos. A economia cresce por conta própria de forma sadia se você permitir que ela cresça, resultando em um mercado mais competitivo e produtivo.
A baixa qualificação da nossa mão de obra é realmente um problema. Mas uma economia dinâmica também é capaz de absorver essa mão de obra. A qualificação também tenderá a aumentar com o tempo nesse cenário. As próprias empresas podem buscar qualificar o profissional. Se o governo parar de se intrometer tanto no setor da educação, escolas cada vez melhores e mais baratas surgirão. A própria educação pública poderia ser privatizada e substituída por um sistema de vouchers ("vale-educação"), que tenderia a ter uma qualidade melhor e um custo menor do que o sistema atual.


William, eu fiquei com uma dúvida genuína: para você todos os burocratas deveriam ser colocados em jaulas?



Pois é, Markus, eu também não entendi qual seria o destinatário da conclamação "prendam todos".


O subtítulo do artigo está se dirigindo a quem? Quem é o destinatário da conclamação "prendam todos"?


"Se quiserem, eu mesmo posso fazer isso. E de graça"


As pessoas querem. E pq você não faz isso? Se você prender um político ou burocrata, já vai estar legal. Serei grato.


Eu nunca fui ancap. Não via muito sentido nisso.

Mas aí, ao ver tudo o que o estado faz com o Brasil, com a economia e com a população, finalmente concluí que, ao menos aqui no Brasil, não faz nenhum sentido ter alguma filosofia que não seja o anarcocapitalismo.

Convenhamos: os políticos brasileiros são os melhores propagandistas involuntários desta filosofia. Chega a ser difícil entender como alguém pode não ser anarcocapitalista no Brasil vendo tudo o que os políticos fazem com o país.


"Uma vez que o socialismo na Venezuela já extinguiu todos os meios de produção e distribuição de bens e serviços, como a elite e burocratas ainda se sustentam? "


Nenhuma sociedade consegue ser 100% socialista, alguma forma de comercio e de economia de mercado ainda que ilegal sempre vai operar. Uma sociedade 100% planificada é impossível de ser vista na prática, Mises provou em 1920. A União Soviética tinha cerca de 50% de economia privada, legal e ilegal. Pois até permitia que alguns investimentos privados ocorressem em seu território(da pior forma, é claro).

Sim, ainda existe alguma coisa de propriedade privada na Venezuela, mas os burocratas conseguem seu luxo não por meio dela, mas porque a elite vive em "ilhas" isoladas aonde conseguem seus recursos como o Arthur comentou, nessas "ilhas", o socialismo passa longe!


Olá,


"Trazendo os ideais libertários para o campo prático no Brasil pergunto: estamos (povo brasileiro) prontos para desfrutarmos de mais liberdade?"

O povo ainda não. A imprensa ainda não. Os intelectuais muito menos. Os políticos, que só repercutem o que está no "povão", nem se fala.

Liberdade = mais responsabilidade individual. Boa parte das pessoas não querem nem ouvir falar desta palavra.



"Sem dúvida uma economia com mais liberdade e sem interferência do Estado nos levará a um excelente crescimento econômico,"

Veja bem. Essa frase só é verdadeira se os agentes econômicos quiserem o tal excelente crescimento. Se não, nada acontece. Um ambiente de mais liberdade simplesmente coloca a possibilidade de que aconteça tal crescimento.



"mas também não estaremos mais vulneráveis aos ardilosos empresários especuladores, pulverizando nossa bolsa de valores (como exemplo)?"

E como exatamente os "ardilosos empresários" fariam isso?



"É ainda bom lembrar do recente acontecimento no estado do ES, onde a ausência da PM (Estado) deu no que deu..."

Justamente porque a população está refém dos bandidos e do estado (bandidão mor), porque não tem liberdade para se defender nem defender-se do estado.



"O que fazer com o INSS e com o FGTS?"

Acabar com eles.

O FGTS é fácil. Basta colocar a conta do fundo na propriedade do trabalhador.

O INSS pode ser acabado paulatinamente (o Leandro tem uma proposta pra 40 anos, ou seja, beeeem lenta: [linkmises.org.br/Article.aspx?id=2589[/link])



"Acham mesmo que os mais humildes estão preparados para gerirem seu futuro?"

Acho até que são os mais humildes que estão preparados para gerirem o seu futuro, porque é isso que já fazem hoje. Quem de fato depende do governo é justamente aqueles que ganham muito pela existência do governo: certos empresários, políticos, funcionários concursados ou não, militares, juízes, famílias beneficiadas por programas sociais etc.



"Nesse sentido o Estado não é indispensável?"

Não. Como este texto coloca. Não precisamos de dirigentes!



"Sou totalmente a favor do Estado mínimo, mas sinceramente fico com dúvidas quando passo do ideal para a prática!
Claro que aceito ideias para elucidar meu pensamento."

Estado mínimo é um contradição em termos, porque se há uma instituição capaz de se beneficiar com impostos (retirar compulsoriamente renda de terceiros, de maneira lega), então a tendência é que o estado cresça e o mínimo fica no passado. No Brasil é um sonho distante!



Abraços


O que mais me dá raiva no Estado não são os políticos (que mais aparecem e mais levam a culpa) e sim os juízes, desembargadores, sindicalistas, burocratas das agências reguladoras, funças de estatais ou de secretarias que não precisam mostrar eficiência pra ninguém.
Esses 5 tipos são os que mais me dão cada vez mais ódio do Estado.


Nos EUA sim, mas a maioria dos membros são filiados também ao partido republicano.



CGuilherme


"Desigualdades sociais, quando muito aprofundadas, em uma sociedade tende a criar uma situação de desconforto. Com muita miséria de um lado, e muita prosperidade de outra; é colocado em xeque o bem estar humano de toda uma população. Ninguém gosta de ver crianças na rua pedindo dinheiro... "

Não há uma maneira de reduzir qualquer desigualdade de renda a longo prazo. Em um curto prazo usando políticas de distribuição você terá essa ilusão, mas em um sistema de trocas livres, ou mesmo em um País como o Brasil, aqueles que oferecerem os melhores serviços e produtos conseguiram por fim acumular mais renda que o resto da população. Outro ponto, é que se você olhar o ranking do coeficiente de gini perceberá que os países mais "igualitários" são os maios pobres e estão concentrados na África e Ásia. A mais um detalhe, com geração de riqueza é relacionada a produtividade, claramente dá para concordar que existem pessoas mais produtivas do que outras, então já há desigualdade no próprio ato de produzir. Você não acha injusto alguém que é mais produtivo, acabar pagando para os menos improdutivos? Não é também um péssimo incentivo?
Eu concordo, ninguém gosta de crianças na rua, mas tentar corrigir um erro cometendo outro, terminará é com mais gente pobre.

"Ao mesmo tempo que se torna terreno fértil em uma democracia liberal para o surgimento de ideologias deletérias como o socialismo, o nazismo e o fascismo. "

Concordo até certo ponto: A maioria dos líderes desses péssimos movimentos não eram pobres, na verdade eram bastante ricos, a exceção eu acho que seriam Hitler e Mussolini, que não eram pessoas de posse, os outros: Mao, Lenin, Stalin, etc vinham de famílias bem situadas economicamente e politicamente. os pobres não tem muito tempo para pensar em política. As pessoas não importando o tamanho de sua carteira tem o costume de acreditar em qualquer oferta de paraíso, na terra ou no céu. Por isso vejo que os movimentos mencionados por você tem mais relação com a inveja e o interesse e poder do que com a desigualdade, na realidade essa é usada para ascensão ao poder.

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"Será que é a única mesmo? Se você reduz a oferta de pessoas sem qualificação no mercado para o ofício de "serviços gerais", você promove uma situação em que essa pessoa poderá barganhar uma remuneração maior de seus empregadores. É assim nos países escandinavos, não? Até mesmo no Canadá. Lá é comum serviços de limpeza de casa e montagem de móveis ser feitos pelos próprios donos, pois a contratação de profissionais nesse ofício, em que pese a baixa qualificação dos mesmos, é cara. "
No Brasil temos uma oferta muito alta de mão de obra não qualificada. O que contribui de um lado para o desemprego, e de outro para os baixos salários dos mesmos. Com salários baixos vemos o crescimento desproporcional de famílias, de favelas, degradação urbana.
Não que com isso eu defenda o controle de salários, pois do meu ponto de vista ele mais atrapalha que ajuda, mas acredito que uma população proporcional a sua capacidade de produção, reduz a miséria extrema, e gera crescimento ordenado, bem como algo subjetivo e difícil explicar, mas que todo mundo entende: "Felicidade Urbana". "

Discordo de você totalmente. Realmente a oferta e procura afetam o mercado de trabalho tanto quanto qualquer outro, mas controle de natalidade não terá necessariamente influência nessas variáveis. Como disse o "anônimo" que comentou anteriormente, se a população diminui também diminuirá a produtividade e também diminuirá as necessidades dessa população, então se não houver um sistema de livre mercado essa população continuará pobre e terá pouca alteração no aumento da renda. Caso haja livre mercado, os salários irão crescer, pois haverá a possibilidade de atender necessidades das pessoas em quanto envelhecem, em um sistema sem liberdade, provavelmente os mais velhos não terão uma vida longa. Por outro lado, se a população está crescente e não há livre mercado, o mesmo acarretará se houvesse controle de natalidade, ou algo até pior. Se houver livre mercado nessa última situação, as necessidades das pessoas continuarão crescente, necessitando de mais mão de obra em todas as áreas, por fim isso também elevará os salários, e também aconteceria de cair a natalidade da população como caiu em todos os países hoje considerados ricos, no final não será a taxa de natalidade que será importante, mas o grau de liberdade que essa população terá.


Ué, colocar políticos e burocratas dentro de jaulas não requer o uso de outros burocratas. Se quiserem, eu mesmo posso fazer isso. E de graça.


P.S.: nem muito menos requer o uso de tribunais estatais monopolistas. Mas isso quem é leitor habitual deste site já sabe.


"prendam todos"


Mas aqui entra a aporia estatal: quem vai "prender todos"? Agentes do estado prendendo agentes do estado?



Realmente, confundi os conceitos de desigualdade social com pobreza, e peço perdão por isso.

Mas... na atual conjuntura, de um país como o nosso, que repito tem uma alta oferta de mão de obra desqualificada. Como o mercado absorverá ela?

E na hipótese de não absorvição, o que fazer com essa grande massa?

São questões de ordem técnica e moral, que nada tem a ver com o socialismo, até por que é nele que impera a maior das crueldades. Mas requestiono, o que fazer com uma situação dessas?


"Desigualdade social é muito abstrato, se refere a acesso a que? consumo, renda, riqueza, dinheiro, saúde, costumes, educação, trabalho, vontade?; "

Peço desculpas, realmente usei o termo em sentido por demais genérico, causando confusão de conceitos. No caso, quando eu falei desigualdade social na significação de miséria extrema.

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"Quem estuda EA sabe que sim a humanidade funcionaria sem um estado, mas sabemos que não irá acontecer, todavia, imagine a situação: "

A ausência de um estado não criaria a busca por um? Digo... há uma lacuna de poder em sociedade anárquica de livre mercado. Pode acontecer de um "espertinho", resolver tomar o poder absoluta a força submetendo escravizando os demais. Nada a ver com sistema econômica, minha suposição, mas sim com a ânsia de poder inerente a todo ser, seja humano em sociedade, seja animal na natureza.
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"O Estado fornece a alimentação de seus constituintes, logo, todos acreditam ser a situação ideal, ai surge um grupo e diz que a alimentação deveria ser privatizada e livre, causaria revolta, diriam ser insanidade?

Agora, troque a palavra alimentação por saúde, educação, segurança.... "

Realmente entendo o que você quer dizer, e concordo. Mas não haverá situações excepcionais que será necessário para evitar um desconforto ainda maior? Um exemplo banal... órfãos sem tutores. Se o auxílio de uma alma caridosa, ou do próprio Estado, ele estará nessa situação fadado a morte. O mercado decerto não conseguirá absorver como mão de obra um orfão em tenra idade... será necessário instituições supra-mercado para dar conta dessas situações atípicas, não?


"igualdade de oportunidades" é tão falaz quanto "igualdade de resultados".


O que se precisa é liberdade individual. Ponto.


Da mesma maneira que a elite cubana e soviética faziam: usando dólares (no caso da Venezuela, com a exportação de petróleo) e então adquirindo produtos importados.

É por isso que comunismo é o sistema mais desigual que existe: a elite burocrática continua vivendo nababescamente, e o povão passa a comer ratos.

O socialismo latino-americano: um grande negócio para os ricos e um pesadelo para os mais pobres


Complementando o resumo do Ex-microempresario (15/05/2017 20:19):

"Imediatamente um mar de chineses entrariam no país, e desse mar de chineses, tu pega 50 mil engenheiros chineses que ganham 20 dólares por hora e oferecem mão de obra no lugar de 50 mil engenheiros alemães que ganham 300 dólares por hora"
Como engenheiro na Alemanha, posso dar meus pitacos... Vamos às contas então:
20$/hora * 8hora/dia * 5dia/semana * 52semana/ano = 41600$/ano = 37575.65€/ano
Ou seja, o salário de um engenheiro chinês seria de cerca de €37500,00 por ano. Nada mal! Considerando que o típico engenheiro alemão recém formado ganha cerca de €36000,00 por ano! Só não entendi por que um empregador se daria ao trabalho de contratar um estrangeiro quando pode contratar um alemão pelo mesmo preço...
Agora vejamos quanto o Felipe Prado acha que um engenheiro alemão ganha:
37575.65€/ano * 300 / 20 = 563634.75 €/ano
Santo Deus! Meio milhão de Euros por ano! O Alice, pode descer do mundo da fantasia! Tomemos o maior sindicato alemão, que é também o maior sindicato industrial europeu, IG Metall. Tomemos a maior tarifa constante na tabela de salários de 2017: €6155,00 para EG11, Hamburg + Unterweser. Somemos a isto a bonificação por tempo de estudo: €1094,00. Ou seja, €7249,00 por mês, ou €86988,00 por ano. Somemos também um bônus de 10% por ano, prática normal em multi-nacionais: €95686,80 por ano. E isso para um engenheiro com décadas de experiência, ganhando o máximo que o sindicato exige.
Interessante notar também que IG Metall somente é exigida para empregados diretos, não para terceirizados. Em geral, terceirizados ganham mais que "internos", pois não gozam da "estabilidade" destes ("internos" têm contratos de trabalho com duração ilimitada, e são mais difíceis de serem demitidos que terceirizados, que normalmente têm contratos de trabalho com duração de seis meses). Se a lógica do Felipe estivesse correta, nenhuma empresa alemã terceirizaria trabalho, visto que os custos salariais são mais altos.
Além disso, também existem outros empregados que preferem não participar do IG Metall para não terem sequer o teto superior! Um colega de trabalho meu é um destes e, acreditem, vale cada centavo! Gostaria muito de ver um vietnamita a $5,00/hora no lugar dele, só pra ver a empresa parar e o circo pegar fogo! Ou até mesmo um time de 10 vietnamitas!

"Dito isso, um ano depois, a Alemanha abre as fronteiras para vietnamitas, e 50 mil engenheiros vietnamitas oferecem mão de obra por 5 dólares a hora (o que de fato, aconteceria)."
E por que diabos engenheiros vietnamitas trabalhariam por $5,00 a hora, quando qualquer lixeiro ganha mais que €780,00 por mês?!?!?!
Aliás, se o sujeito morar em Munique, só o aluguel é maior que isso!

"Terceiro (essa não é hipótese): O liberal é absolutamente idêntico ao comunista em um aspecto: ambos são profundamente deslumbrados com um possível mundo de sonhos!"
Disse o sujeito que acha que engenheiros alemães ganham meio milhão de euros por ano... Ele não faz ideia de como o mercado de trabalho alemão funciona, não faz ideia de como os sindicatos funcionam, e ainda vem querer dar pitaco de como as coisas deveriam ser. A definição de estúpido: um ignorante que acha que entende de algo.
O senhor é um fanfarrão, caro Felipe!

"Quarto: As empresas, basicamente, nunca podem dar aumento"
Eu fui promovido ano passado. E não tive que matar ninguém! Apenas trabalhei duro. Conhece este conceito, Felipe, o conceito de trabalhar duro?

"não seria incomum ver (assim como não é) os empresários pagando uma miséria para trabalhadores comuns, ou até mesmo para trabalhadores altamente qualificados, uma vez que não existiria nenhuma regulação ou sindicato."
E quem te disse que liberais são contra sindicatos, caro ignorante que acha que entende de liberalismo...? Liberais são contra a filiação obrigatória a sindicatos, se alguém quiser se juntar a outros trabalhadores para poder barganhar maiores salários, não é o liberal que vai querer proibir.
Custa pesquisar um pouco antes de escrever merda?

"Enfim, sou contra tantas regulações e intervenções por parte do Estado na economia, mas"
Ignorem tudo antes do 'mas'.

"liberar, privatizar e desregulamentar tudo, como sugere o fantástico mundo dos liberais, aí é o caminho para barbárie."
Sim, claro, muito mais realista é achar que políticos cuidarão da vida das pessoas melhor que empresários malvadões...

"Lembrando sempre que: quem tem dinheiro, tem poder, então, como quem não tem dinheiro, não tem o poder, quem sabe daríamos início a uma nova era de escravidão e servidão global."
Se um empresário desembolsa R$15.000,00 para contratar um engenheiro, cerca de R$10.000,00 vão parar no bolso do governo, contando custos de contratação e impostos diretos e indiretos sobre o trabalhador. E o que é feito com este dinheiro? Educação, saúde e segurança no estado da arte? Não! O engenheiro tem que pagar dobrado por tudo isso, dos R$5.000,00 que lhe restaram. Este dinheiro que ele é obrigado a pagar para o governo vai para os salários de funças vagabundos, viagens e hotéis de luxo pro Temer, aposentadoria de políticos de um mandato só, etc.
Então, seu idiota, não nos venha falar de escravidão, pois este já é o cenário atual, ou eu posso rescindir o contrato social do meu filho, e não sabia? Se isso for possível, volto para o Brasil amanhã mesmo!


"Desses, 42% foram resolvidos por meio de acordo"

Uma funcionária da empresa de um amigo, processou sua empresa por N itens que jamais aconteceram, por sorte, ele tinham todas as provas. Só que para provar que ela estava mentindo, teve que gastar 10 mil reais com advogado. Quando chegou ao ponto evidente que ela perderia, tentou fazer um acordo para receber 5 mil. Meu amigo preferiu não fechar o acordo e ir até o final da sentença favorável à empresa dele; Outro teve que fechar a empresa porque esta não era mais rentável, despediu todos os funcionários pagando seus direitos corretamente e 95% o processou depois disso.

O que acontece é que o indivíduo não é punido por mentir. Os advogados trabalhistas entram como uma lista de itens padrão e subjetivos para se processar, coisas como "assédio moral", "insalubridade", "horas extras não pagas". Como o processo e custas para provar são maiores que o "acordo", as empresas preferem pagar o acordo. E é aí que isso virou profissão, processe seu antigo empregador e ganhe uma graninha fácil extra. Conheço muitas pessoas que já fizeram isso, sem motivo relevante. Só não enxerga que não quer.

O fato é que essa ideia de que o trabalhador é uma vítima deixa todo empresário com medo de contratar gente, porque o processo judicial é certo. Me admira pessoas que conseguem raciocinar acharem este modelo judicial correto. Justiça deveria ser uma só. "Ah, mas e os pobres coitados trabalhadores que não tem dinheiro?", ninguém é obrigado a trabalhar sob circunstâncias insatisfatórias, não existe mais escravatura. E se você foi realmente ludibriado, abra sim seu processo, na justiça comum e pague suas custas caso esteja mentindo.

Acho que quem se acha oprimido pelo capitalismo impetuoso deveria ir prá Venezuela viver o idealismo igualitário.



Carlos Guilherme, reduzir o tamanho da população não vai mudar nada. Inicialmente, você pode pensar que a relação demanda x oferta de mão de obra aumentaria, pois teríamos metade da oferta de pessoas. Mas não se esqueça que se temos metade da população, temos metade também da demanda pelo produto ou serviço que o empregador está ofertando. Não se pode pensar que o número de empregos por país é fixo. Haverá tantos empregos quanto forem demandados. Você cita os países nórdicos como exemplo. A Dinamarca tem uma densidade populacional de 129 hab/km2, enquanto o Brasil possui 26 hab/km2. Se o tamanho da população definisse a taxa de desemprego e igualdade de renda, era para o Brasil ser muito superior à Dinamarca, que possui uma densidade populacional 5 vezes maior. Onde está a diferença então?
A Dinamarca é um país com economia bastante livre e altíssima produtividade. Isso faz com que haja muitos empregos com ótimos salários. Se eu abrir uma fábrica e quiser contratar um dinamarquês por um salário de R$ 1.000,00 para apertar parafusos, eu não vou conseguir ninguém, pois todos conseguem empregos com melhor remuneração. É a produtividade das pessoas (maquinários modernos, boas técnicas, educação, ...) e a competição entre empregadores que aumenta os salários. Explicação mais aprofundada sobre esse tema já há nos artigos citados e em outros do site.
Você está confundindo também desigualdade com pobreza ou miséria. O que você acha melhor, uma sociedade onde todos são ricos, mas alguns são mais ricos que os outros, ou uma sociedade onde todos são igualmente miseráveis? O capitalismo laissez-faire tende à primeira, enquanto o socialismo tende à segunda (porém nem tanto, pois tem sempre os ditadores e pessoas próximas que se tornam bastante ricos). Lembrando que boa parte da desigualdade que temos hoje é fruto do próprio governo, não do capitalismo em si.


Deixem-me fazer uma pergunta tola, já que sou praticamente leigo em economia:
Uma vez que o socialismo na Venezuela já extinguiu todos os meios de produção e distribuição de bens e serviços, como a elite e burocratas ainda se sustentam?
Quero dizer, se não há mais produção nem de comida e outros itens básicos, não há mais nada para ser espoliado do povo (parece que nem petróleo estão produzindo), há ainda alguma chance deste sistema continuar funcionando ou o colapso total está batendo à porta e o país irá se tornar um ambiente de escambo?


Reduzindo a oferta de mão de obra cairia a demanda por consequência;

Desigualdade social é muito abstrato, se refere a acesso a que? consumo, renda, riqueza, dinheiro, saúde, costumes, educação, trabalho, vontade?;

Quem estuda EA sabe que sim a humanidade funcionaria sem um estado, mas sabemos que não irá acontecer, todavia, imagine a situação:

O Estado fornece a alimentação de seus constituintes, logo, todos acreditam ser a situação ideal, ai surge um grupo e diz que a alimentação deveria ser privatizada e livre, causaria revolta, diriam ser insanidade?

Agora, troque a palavra alimentação por saúde, educação, segurança....




Dois grandes problemas da esquerda são a crença na falácia da economia de soma zero e na busca pela igualdade de resultados, ao invés de igualdade de oportunidades. Não só são ideias dominantes na esquerda como parecem ter bastante apelo popular (são de fácil assimilação). Enquanto a primeira leva a uma condução de economia desastrosa em casos de não haver uma abundância de recursos, a segunda está condenando movimentos sociais à obsolescência.


Enquanto isso no Bostil...

g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/politica/noticia/senado-aprova-texto-base-de-projeto-que-preve-socorro-a-estados.ghtml


Exemplos: mesopotâmicos, fenícios, catarinenses, liga hangelica, templários, republicas italianas na renascença a Inglaterra Elizabetana, colônia unida da oceania, federação do comercio de Marte, quer mais?


Entendo e concordo quanto as causas da pobreza.

Mas no Brasil, ela é por demais acentuada, e como apontado no artigo, por uma atuação irresponsável e destrutiva do Estado.

No entanto, o "mínimo existencial" tem que ser garantido. Tendo em vista inclusive o benefício coletivo total da sociedade.

Uma campanha de vacinação tem que ser oferecida sim pelo Estado aos comprovadamente hipossuficientes, do contrário, teremos surtos devastadores de todo tipo de doença em nosso território nacional.

A educação, idem. Do contrário, teremos pessoas em extrema situação contínua de miséria e incônscias de seu papel de cidadão (Não é atoa que o grosso dos sindicatos adeptos de práticas deploráveis são pessoas que não estudaram. O Presidente Maduro na Venezuela, era motorista de ônibus antes. E o socialismo parece ter mais força em países em que a população não estudou o suficiente com qualidade para ter o mínimo de discernimento sobre suas práticas devastadoras). Para não dizer, do ponto de vista técnico, áreas econômicas impossibilitadas de crescer por ausência de mão de obra qualificada.

A saúde, até certo ponto sim, pois há de concordar que é do interesse da coletividade, o mínimo de intervenção estatal que garanta, não de modo esculhambado e parasitário (como em Brasília), prestações mínimas e necessárias àqueles que de outro modo estariam condenadas a morte.




Aprovo toda e qualquer redução de impostos. Em qualquer área. Sem ressalvas.

Falta apenas agora o cidadão apresentar um programa de corte de gastos. Até agora, ele só falou em aumentar gastos militares.

Caso não corte gastos e caso a redução de impostos realmente diminua a arrecadação, haverá um enorme agravamento do endividamento, como você corretamente ressaltou.


"primeiro, quem disse que queremos "reduzir as desigualdades sociais"? Qual é sua base filosófica para perseguir tal objetivo? "
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Desigualdades sociais, quando muito aprofundadas, em uma sociedade tende a criar uma situação de desconforto. Com muita miséria de um lado, e muita prosperidade de outra; é colocado em xeque o bem estar humano de toda uma população. Ninguém gosta de ver crianças na rua pedindo dinheiro...

Ao mesmo tempo que se torna terreno fértil em uma democracia liberal para o surgimento de ideologias deletérias como o socialismo, o nazismo e o fascismo.

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"Segundo, não, não iria reduzir a pobreza. Riqueza é a capacidade de consumir, se a população se reduzir pela metade a produção de bens provavelmente cairá em proporção similar. (mantendo o poder de compra per capita).
A unica forma de enriquecer uma população é através da eficiência e produtividade."
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Será que é a única mesmo? Se você reduz a oferta de pessoas sem qualificação no mercado para o ofício de "serviços gerais", você promove uma situação em que essa pessoa poderá barganhar uma remuneração maior de seus empregadores. É assim nos países escandinavos, não? Até mesmo no Canadá. Lá é comum serviços de limpeza de casa e montagem de móveis ser feitos pelos próprios donos, pois a contratação de profissionais nesse ofício, em que pese a baixa qualificação dos mesmos, é cara.

No Brasil temos uma oferta muito alta de mão de obra não qualificada. O que contribui de um lado para o desemprego, e de outro para os baixos salários dos mesmos. Com salários baixos vemos o crescimento desproporcional de famílias, de favelas, degradação urbana.

Não que com isso eu defenda o controle de salários, pois do meu ponto de vista ele mais atrapalha que ajuda, mas acredito que uma população proporcional a sua capacidade de produção, reduz a miséria extrema, e gera crescimento ordenado, bem como algo subjetivo e difícil explicar, mas que todo mundo entende: "Felicidade Urbana".
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"Por que não foi? Porque, face a essa fraca demanda, grande parte desses recursos permaneceu no caixa desses bancos diminuindo, portanto, a velocidade de circulação da moeda (MV=PT ou PY)."

Não exatamente.

De fato, o Fed explodiu a base monetária .

Tamanha injeção de dinheiro no sistema bancário iria, segunda a teoria macroeconômica, degenerar em hiperinflação caso os bancos decidissem emprestar todo esse dinheiro para pessoas e empresas.

Vale enfatizar que, no atual arranjo financeiro, o Fed (bem como o Banco Central brasileiro) não injeta dinheiro diretamente na economia; ele injeta dinheiro apenas nos bancos, e os bancos é que decidem se irão despejar este dinheiro na economia (por meio da criação de crédito). Se os bancos não quiserem despejar este dinheiro na economia, não há nenhum risco de inflação de preços.

E foi aí que o Fed teve então a sua segunda ideia, completamente inédita na história dos Bancos Centrais: para impedir que toda esta dinheirama fosse emprestada pelos bancos, ele simplesmente decidiu pagar aos bancos juros anuais de 0,25% sobre todo e qualquer dinheiro que os bancos voluntariamente deixassem parado no Fed.

Normalmente, um Banco Central paga juros aos bancos apenas sobre o valor do compulsório. Nos EUA, no entanto, o Fed criou a política de pagar juros para todo e qualquer montante que os bancos voluntariamente deixem parados no Fed.

Ou seja, de um lado, o Fed imprimiu (eletronicamente) trilhões de dólares e entregou esse valor aos bancos em troca de títulos podres que estavam em posse destes bancos; de outro, ele começou a pagar, para os bancos, juros de 1% (atualmente) sobre todo este dinheiro.

Tão logo o Fed adotou essa prática, o mercado interbancário praticamente morreu. E esta taxa que o Fed paga sobre as reservas em excesso acabou se tornando a taxa básica de juros da economia americana.

A consequência disso é que os bancos americanos estão hoje com mais de US$ 2 trilhões de "reservas em excesso" voluntariamente estacionadas no cofre eletrônico do Fed.

"Serviu, entretanto, para aumentar o endividamento de empresas e governos."

Isso é incoerente. Se o dinheiro nem saiu dos bancos, então não pode estar havendo aumento no endividamento.

"Das duas uma: precisamos de novidades na Teoria econômica atualmente consagrada"

Essa política do Fed foi completamente inédita nos anais da teoria macroeconômica e jamais discutida nem sequer como hipótese em nenhum livro-texto de economia.


É verdade, até que alguém page com sangue e com a vida pelos sonhos alucinados dos socialistas em geral.


O comentário do Leandro foi muito bom (sobre presidente pato manco). Agora eu gostaria de saber se ele gosta da redução de impostos proposta por Trump. Eu, pessoalmente, tenho receio que implique apenas aumento do endividamento. Não sou um grande entendedor da dinâimica legislativa nos EUA, mas acho que eles permitirão uma redução de tributos sem a contrapartida na redução de gastos governamentais.


Esse trecho do esquerdista americano é idêntico ao discurso de papagaio da esquerda que temos aqui, palavras como: neoliberal, redistributivismo. Além das críticas às "políticas americanas". Faltou minha preferida: burguês.

E nos dedos da imprensa, socialismo vira "chavismo". É... complicado.



"Não acham que o controle de natalidade tem o potencial de reduzir a desigualdade social, na medida que reduz a oferta de mão obra, aumentando a demanda pela mesma e a consequente melhor remuneração e condições de trabalho?"

primeiro, quem disse que queremos "reduzir as desigualdades sociais"? Qual é sua base filosófica para perseguir tal objetivo?

Segundo, não, não iria reduzir a pobreza. Riqueza é a capacidade de consumir, se a população se reduzir pela metade a produção de bens provavelmente cairá em proporção similar. (mantendo o poder de compra per capita).
A unica forma de enriquecer uma população é através da eficiência e produtividade.



O afrouxamento monetário praticado pelos Bancos centrais de diversos países, do ponto de vista da tradicional Teoria Quantitativa da Moeda, deveria ter sido inflacionário, pela desproporção entre quantidade de moeda e bens e serviços disponíveis na economia.
Por que não foi? Porque, face a essa fraca demanda, grande parte desses recursos permaneceu no caixa desses bancos diminuindo, portanto, a velocidade de circulação da moeda (MV=PT ou PY). Serviu, entretanto, para aumentar o endividamento de empresas e governos. Essa verdadeira "financeirização" da economia afetou também os conceitos da Base monetária e seu multiplicador.

Das duas uma: precisamos de novidades na Teoria econômica atualmente consagrada, que sejam gestadas no meio acadêmico e depois validadas pelo mercado, e que amparem essas novas práticas, ou estamos combinando mal os modelos existentes.
Agradeço retorno a essas minhas considerações.


O governo cubano controla a Venezuela, através da cooptação de militares e formação de milícias armadas. É necessário deter Cuba, para que a população venezuelana se arrependa dos seus erros e constitua um governo liberal para tornar possível a retomada do crescimento.


Não considera um amontoado de célula um ser vivo relevante.


Do pensador português Orlando Vitorino:

> (...) A abolição da propriedade é o que sempre definiu o antiquíssimo comunismo. Poderão os comunistas falar de meios de produção, de lutas de classes, de proletariado escravizado, de burgueses e de mais-valia. Poderão até recorrer a metáforas de origem homossexual como a da "exploração do homem pelo homem". Do que exclusivamente se trata é de abolir a propriedade. Abolida a propriedade, o comunismo atinge a única finalidade que lhe é própria, e que é também, simultaneamente, o seu ponto de partida. Ponto de partida para quê, para onde, ninguém sabe. O seu patrono moderno, Karl Marx, encolerizava-se quando lhe perguntavam o que se iria fazer depois de abolida a propriedade. Não sabia. Encolerizava-se e respondia: "Eu não faço receitas de cozinha".

> É fácil organizar o combate pela abolição da propriedade. Ao longo da história, muitas vezes o combate se travou e muitas vezes, até, saiu vitorioso: na Esparta de Licurgo, na Morávia dos anabaptistas, no Paraguai dos Jesuítas, na Rússia dos bolchevistas... Mas, abolida a propriedade, os homens continuam a estar no mundo; continua a haver, de um lado, os homens e, de outro lado, as coisas de que é feito o mundo. Os homens não podem viver sem o mundo e a existência no mundo é uma existência de relação com as coisas. A propriedade é, precisamente, esta relação. Abolida a propriedade, que acontece? Deixa de haver mundo e as coisas que compõem o mundo? Impossível. Deixa de haver homens? Impossível. Passam os homens a viver separados do mundo? Não podem. Qual a receita que Marx se recusava a fazer? A única que os diversos cozinheiros conseguiram fazer - e a única que os comunistas, antes e depois de Marx conseguiram fazer - foi a de passarem para o Estado a posse (com a qual confundem a propriedade) das coisas. Ora o próprio Marx já havia prevenido que essa não era solução, e claramente afirmou que transferir a propriedade para o Estado seria um mal pior do que manter a propriedade nos indivíduos. Com efeito, os resultados de estatização sempre estiveram longe de ser risonhos: massacre de milhões de homens, escravidão generalizada e até instituída, etc. E se não se pode dizer que, em rigor, tenham sido uma "estatização da propriedade" todos os diversos regimes comunistas que houve ao longo da história - alguns deles bem mais duradouros do que os marxistas actuais - também de nenhum deles se pode dizer que foi risonho: o dos espartanos foi a vergonha do "milagre grego"; o dos anabaptistas evanesceu-se no caos; o de Munster evanesceu-se na sangueira; o do Paraguai, levou, em duzentos anos, um povo à idiotia...

Ainda temos, todavia, de admitir que o comunismo não seja necessariamente um absurdo? Mas como, então, resolver? Como "receitar"? Como "cozinhar" as relações entre os homens e o mundo, uma vez abolida a propriedade?».



Karl Marx teve seis filhos legítimos, dos quais três morreram crianças e outros três suicidaram-se na idade adulta. E todos os netos legítimos de Karl morreram ainda crianças. Se isto não basta, todas os suicídios dos filhos legítimos de Karl Marx e todas as mortes dos netos legítimos de Karl Marx ocorreram, com ele ainda vivo.
O núcleo da mensagem de Karl Marx não é o extermínio de milhões de pessoas, nem o restabelecimento da escravidão, nem o culto à personalidade de ditadores comunistas. Também é engano, se acreditar que o núcleo do marxismo seja, o controle do estado por marxistas; isto vem depois. O núcleo da mensagem de Karl Marx é, a estatização da economia.

Eu devo dizer: "Dei-me um país que tenha monopólio estatal do petróleo e, eu lhe darei um país pobre. "
De nada adianta simplesmente se matar ou prender esquerdistas. É preciso mais do que isto, se eliminar o estatismo econômico, que é o âmago da mensagem do picareta Karl Marx. Para começo de conversa, é preciso se ver que o petróleo é dos árabes. E a Petrobrás é da CUT. É preciso se privatizar não só estatais corruptas, como terras. Só o MST, os índios e o governo tem mais de 60% do Brasil. Junte-se as áreas de preservação permanente das fazendas e quase 80% do Brasil é estatal. Mais de 90% do Brasil devia ser propriedade particular; como é na Holanda ou Inglaterra.

Em resumo. Sem privatização, não há solução.

Tornar um país pobre, num país rico é raridade, mas a Coréia do Sul conseguiu tal feito, graças aos governos de dois generais desde 1961 a 1988. Peço a você, que veja a palestra que começa aos seis minutos e vários segundos do site https://www.youtube.com/watch?v=axuxt2Dwe0A


Acredito que o socialismo tem seu poder devido ao jogo de palavras nele envolvido.

Quando adolescente era socialista militante, pois para mim, ser socialista era pregar a justiça social. Afinal, como não ser, já que a mídia como um todo usa a palavra "capitalismo" associada a algum termo de caráter pejorativo, tais como:

"O Capitalismo destrói o meio ambiente"

"O Capitalismo impulsiona as pessoas ao crime"

"O Capitalismo tirou a serenidade do homem e o alienou em uma busca desenfreada pelo consumo"

Se o capitalismo é ruim, que alternativa resta? O socialismo é claro. E de fato, seria maravilhoso se todos os homens vivessem em harmonia, "trabalhando o quanto podem trabalhar, e recebendo o que merecem e precisar receber"

No entanto, qualquer adulto que trabalha e paga as contas sabe que as coisas não funcionam assim. Se não houver expectativa de renda, por que você vai sair debaixo de um cobertor em uma manhã de segunda feira fria para pegar um trânsito engarrafado e engolir sapo de clientes, colegas, chefe??

Algo que não contam, é que no socialismo não trabalhar é punível com prisão, às vezes com a morte. Alguém já leu a Constituição Russa de 1917? O próprio Lula no auge das greves dos servidores em 2015 disse que o servidor público que não trabalhasse, deveria ter seu ponto cortado, pois do contrário seriam "férias coletivas". Mas como assim!? O Lula era um sindicalista, ele não fez dezenas de greves!?

O capitalismo, na minha visão leiga, é como a democracia, "o menos pior dos regimes". Nele, não vivemos um "paraíso na Terra", mas com certeza não se assemelha a verdadeiros infernos como na Coreia do Norte, do Camboja, etc.

Observação: Obviamente não sou socialista, mas defendo a aplicação de políticas assistenciais em menor nível para reduzir problemas graves na sociedade, a exemplo da cracolândia no centro de SP, ou a inserção de imigrantes refugiados, sejam cubanos, sejam norte coreanos ou até mesmo sírios e haitianos em nossa sociedade. Ou até uma saúde e educação pública eficiente só e somente para os verdadeiros necessitados - que realmente não tem condições materiais de arcar com as despesas-, e a promoção da eliminação de doenças por meio de campanhas de prevenção e vacinação.

Observação 2: Não acham que o controle de natalidade tem o potencial de reduzir a desigualdade social, na medida que reduz a oferta de mão obra, aumentando a demanda pela mesma e a consequente melhor remuneração e condições de trabalho?


Sem nenhuma compaixão pelos venezuelanos, trabalhei lá por muitos anos e imploraram abertamente pela implementação desse sistema, enquanto liberais e conservadores falharam miseravelmente em desarmar os pontos chaves que permitiriam tal desgraça, e aí está o resultado, tal qual o chile de 1973.
Venezuela só está escancarada nos meios de comunicação porque não tem um líder carismático e bem relacionado com líderes de centro esquerda pelo mundo, só por isso há chances de se livrar da ditadura nos próximos anos.
No mais, tal país é muito útil aos outros da região para que evitem esquerdarem demais. Obrigado Venezuela.


Em outras palavras, o stalinismo é uma consequência não-prevista e não-intencionada do socialismo marxista

Errado!

O Stalinismo é o objetivo; o socialismo marxista é a ferramenta para tal. É previsto, é almejado e é intencionado.

Socialistas não são pessoas bem intencionadas, mas incompetentes. Não! São pessoas más que usam um discurso "bonito" (a socialização dos meios de produção; tudo é todos) para escravizar as pessoas. Afinal, como o próprio IMB apregoa, o que vale não são as intenções, mas os resultados que essas intenções produzem.

Todo o resto é mera ginástica retórica.


Todos sabem que o socialismo não funciona, não é pratico, mas precisamos atacar o socialismo no campo ético.

"Já faz bem mais de um século que se tem considerado que a esquerda tem a moralidade, a justiça e o "idealismo" do seu lado; a oposição conservadora tem se limitado a apontar a "falta de praticidade" dos ideais da esquerda. Uma visão corrente, por exemplo, é que o socialismo é fantástico "na teoria", mas que não pode "funcionar" na vida prática..."

Se o socialismo não funciona, mas o ideal dele é belo, justo e admirável, não importa quantas vezes ele falhe as pessoas sempre tentarão de novo.


Só que o socialismo não é uma ideia fracassada. Socialismo é uma ideologia onde os mais espertos conseguem escravizar uma sociedade inteira, convencendo-os de que é "para os trabalhadores e o igualitarismo".



"Se o governo deu subsídio para automobilismo isso é ruim primeiro porque não traz nada muito bom. Se fosse, por exemplo, para a energia eólica ou ferrovias, que são superiores ao automóvel em praticamente tudo, por mais que houvessem [sic] defeitos iriam ser muito menores que os benefícios provavelmente."

Contradição total. Se energia eólica e ferrovias de fato fossem "superiores" ao automóvel, então estaria havendo uma chuva de investimentos nestes setores, pois haveria muitos lucros a serem feitos.

O fato de isso não estar acontecendo mostra que tais investimentos nada têm de "superiores" ao automóvel. Aliás, o fato de só serem viáveis por meio de subsídios -- isto é, pelo confisco forçado do dinheiro de quem não quer pagar por estes serviços -- mostra que tais investimentos, na realidade, representam uma grande destruição de capital.

Se ninguém quer investir neles é porque realmente não há demanda por eles.

Estude mais economia antes de querer comentar especificidades em público.


P.S.: estude o que houve com a Solyndra nos EUA.



Pela convivência que tenho com algumas poucas pessoas que defendem o socialismo, percebo que o mote dessa farsa é apelar para um certo sentimento de compaixão pelos ditos "despossuídos e excluídos". E, geralmente, culpa-se a sociedade. Mas, quando falo do exemplo dado aqui mesmo, sobre reunir X pessoas, dar 100 mil reais a cada uma e daqui a um ano perceber que nenhuma dessas X pessoas estará na mesma situação, os argumentos pela defesa do "direito a igualdade" somem.


Exatamente, creio que é esperar bom senso da esquerda é uma ilusão em demasia.
Parece que a história nunca nos ensina que as intenções de esquerda sempre foram as piores possíveis. De "boas intenções" o inferno está cheio.
Por mais que o autor tenha contextualizado com referências citado algumas obras não justifica que esse liberais detenham a verdade. Preocupa-me tal compreensão pois parece que a acepção "liberal" e uma palavra que trás consigo acepções distintas conforme os fins, pode tudo ou quase isso.
Basta uma rápida pesquisa sobre as origens do pensamento liberal para ver o quão é o desconhecimento histórico. Os que se autoproclamam liberais trazem consigo uma pauta difícil de entender ideia de que o autêntico liberalismo é aquele que defende aborto, união homo afetiva, liberação das drogas e m e por ai vai.
Não consigo conceber Liberalismo e pautas de esquerda isso é antagônico.

"O liberalismo progressista, como compreendido hoje, é uma invenção de John Stuart Mill (1806-1873), no século XIX. Foi Mill quem fez o liberalismo abraçar como fundamento a ideia de que cada pessoa deve buscar a felicidade a seu modo e de que a construção autônoma da personalidade de cada um, sem conhecer qualquer ordem ou limites que não a vedação da violência a outrem, é o único norte moral que uma concepção liberal pode indicar. É a partir de Mill que o liberalismo perde seu vigor filosófico e se reduz a considerações rasas sobre "direito à felicidade" ou "pluralidade de concepções de vida boa". Curiosamente, é também Mill que insere no pensamento dominante a intervenção do Estado na ordem econômica, podendo ser considerado o pai do intervencionismo do século XX. Ou seja, na verdade, a introdução do progressismo moral no liberalismo trouxe não a sua salvação, mas a sua bancarrota."

Aqui: www.dicta.com.br/o-liberalismo-classico-e-as-tradicoes-morais/


Ainda bem que as opiniões do auto não reflete as do IMB.


"nenhum liberal defende isso"


Eu concordo com você sobre esse assunto; também acho que aborto é assassinato.


Mas dizer que "nenhum liberal defende isso" é totalmente errado.

Eu poderia te colocar uma lista grande aqui de liberais/libertários que defendem/defendiam aborto, mas vou mencionar apenas um:


Murray Rothbard: capítulo 14 do Ethics of Liberty:


"The proper groundwork for analysis of abortion is in every man's absolute right of self-ownership. This implies immediately that every woman has the absolute right to her own body, that she has absolute dominion over her body and everything within it. This includes the fetus. Most fetuses are in the mother's womb because the mother consents to this situation, but the fetus is there by the mother's freely-granted consent. But should the mother decide that she does not want the fetus there any longer, then the fetus becomes a parasitic "invader" of her person, and the mother has the perfect right to expel this invader from her domain. Abortion should be looked upon, not as "murder" of a living person, but as the expulsion of an unwanted invader from the mother's body. Any laws restricting or prohibiting abortion are therefore invasions of the rights of mothers."



Não gostou de saber que Rothbard defendia isso? Paciência, fazer o que.


Mas agora você pode parar de falar a falsidade de que "nenhum liberal/libertário defende isso".


Menos, colega. Proclamar que algo "está certo" e que quem pensa o contrário "está errado" é o que fazem os petistas, socialistas, progressistas...

A falta de consenso em temas complexos é normal. O debate pode ajudar a que eventualmente se chegue ao consenso, ou não. Mas com certeza declarar o consenso por decreto não é o caminho.


"Ninguém disse que "liberais não acreditam em ideias", mas sim a direita-liberal, e esse termo não existe"


Como "ninguém disse", meu caro?

Você está confundindo o uso de uma expressão errônea com o conteúdo do que foi dito pelo articulista.

O artigo do Pondé é inteiramente para dizer isso: que "liberais não acreditam em ideias". Leia lá o artigo do cara e você verá.

O fato de não existir o termo "direita-liberal" não muda em nada o fato de que ele, Pondé, fez referência a liberais em geral.

Se ele usou um termo que não existe - "direita-liberal" - significa que ele está ainda mais errado, mas a minha crítica permanece absolutamente de pé, pq ele, repito, fez referência aos liberais em geral.


Acho muito bom tentar um diálogo com a esquerda. As explicações sobre a diferença entre o Estado prover um serviço ou dar condições para os mais pobres utilizarem esse serviço, entre outras explicações (a mais central da ordem espontânea vs planejamento central, por ex.) tambem. Agora, o texto (e esse Instituto) pecam por uma visão muito exagerada ao meu ver, e mais próxima de right-libertarians (e portanto de conservadores também ) do que do liberalismo clássico que diz representar. Até aí tudo bem, questão de definições. Mas eu acho que aSSim como esquerdistas exageram as vantagens do Estado vocês fazem o oposto. Falta aí, aliás, uma variável importante : democracia. Tratar "Estado" como se todos fossem iguais é uma simplificação absurda. Aliás mesmo dentro da democracia existe uma diferença importante entre o estado mais suscetível ao populismo e imediatismo porque sua população é assim e aquele mais racional. Então, um Estado pode sim ser superior ao mercado. Se O o governo deu subsídio para automobilismo isso é ruim primeiro porque não traz nada muito bom. Se fosse, por exemplo, para a energia eólica ou ferrovias, que são superiores ao automóvel em praticamente tudo, por mais que houvessem defeitos iriam ser muito menores que os benefícios provavelmente. Alias a ordem espontânea e o mercado não estão separados totalmente do Estado como vocês (e os esquerdistas) parecem ver. Pode ter certeza que o lobby da indústria automobilística partiu de indivíduos. Acho que a solução está mais ao centro e se querem um diálogo real com a esquerda não adianta continuar essa dicotomia limitada Estado x mercado e exagerar os benefícios do mercado e ignorar um debate mais profundo sobre onde e como o Estado pode ser superior.



O taxidermista fez uma resposta imensa para uma frase que está fundamentalmente errada. Ninguém disse que "liberais não acreditam em ideias", mas sim a direita-liberal, e esse termo não existe. Direita e Esquerda são ambas formas de conduzir o estado para privilegiar diferentes esferas, e não liberar coisa alguma.



Ai ai ai, o texto estava ótimo até que...

"Legalização do aborto: bla bla bla, mi mi mi, polêmica, sem consenso, nhem nhem nhem"

Não tem polêmica nenhuma, aborto é assassinato e nenhum liberal defende isso. Com a palavra, Ron Paul: A questão do aborto.


Não falei besteira não, Marx e principalmente Engels defendiam SIM que o Estado deveria aos poucos ir murchando até desaparecer, e que, em seu lugar surgiria uma "sociedade proletária"onde tudo seria de todos e ninguém seria jamais oprimido, um lugar imaginário de total perfeição e de pleno convívio pacífico, um verdadeiro conto de fadas.


Não se trata de racionalidade e sim de pontos de vista distintos a depender do que cada um crê.
Acretide, isto existe no mundo real.


Ah então liberdade econômica não é direito dos pobres? Pois eu prefiro ser um pobre com liberdade para empreender do que um rico servo do poder político.

Ninguém está reduzindo liberdade à economia, apesar de que a economia no sentido austríaco de ação humana é muito ampla. Acontece que temos atualmente uma maior falta de liberdade justamente nessa área.

A realidade é que não existe e nem pode existir igualdade de condições, apenas de direitos. A vida não é justa. Se você gosta de Kant e sua ética, deve entender o dever de fazer o que é correto, e de respeitar o direito de cada pessoa fazer as escolhas que dizem respeito às próprias vidas. Mas não é possível respeitar esse direito à liberdade e ao mesmo tempo isolar as pessoas completamente das consequências de suas escolhas. Ainda que fosse possível, isto teria resultados desastrosos.


"Como organizar entao?"

Como organizar a previdência de maneira centralizada? Impossível.

Todo este site se resume basicamente a explicar por que soluções centralizadas são impossíveis e não têm como funcionar.

Nenhuma previdência controlada pelo estado (como a chilena) e nenhuma reforma da Previdência (como a atual brasileira), de qualquer tipo que seja e por mais bem pensada que seja, irão funcionar a contento.

Sabe por quê?

Porque não existem soluções coletivas. Há apenas soluções individuais.

Eu, por exemplo, tenho a solução para a minha Previdência. Não contribuo para INSS, tenho grande educação financeira, invisto mensalmente em papeis de renda fixa e estou feliz. Com 50 anos de idade já poderei me aposentar e viver de renda.

Tenho a solução para a minha previdência, mas eu não tenho a solução para a previdência de todos. Por mais que eu queira genuinamente ajudar, sei que tem gente que não quer.

Já conversei com várias pessoas sobre investimentos para a aposentadoria, e vi que a esmagadora maioria desconhece até mesmo coisas básicas, como juros compostos (ensinado no primeiro grau da escola). Não serei eu quem irá esquentar cabeça para ajudar essa gente.

O que é meu já está resolvido. Tenho a solução para mim e para meus filhos. (E talvez netos). Mas não tenho a solução para meus vizinhos e nem para meus parentes. Nada posso fazer por eles.

"e ai? o cara se aposenta recebendo o equivalente a 690 reais por mes?"

Se ele não tiver educação financeira e não procurar sempre os melhores investimentos, tal valor será até muito.

Na prática, você está querendo que analfabetos financeiros tenham uma vida financeira sossegada e confortável, garantida por políticos. Se você continuar movido por esta crença, esteja preparado: você vai se estrepar.

Lamento, mas o que você quer é um delírio total. Querer que analfabetos financeiros tenham vida boa (garantida por políticos) é o equivalente a querer que iletrados se transformem em Shakespeare.

"a solucao entao é liberar pra nao precisar destinar mais nada a previdencia, e quando os caras se aposentarem morrerem de fome? e cada um com seus problemas, é isso?"

Recorrer ao coitadismo, ao vitimismo, e a afetações de indignação (só falta a mãozinha na cintura) não alterarão a realidade acima descrita. Ou você se educa para cuidar de si próprio no futuro (inclusive, e especialmente, em termos financeiros) ou os políticos foderão sua vida.

Achar que político vai cuidar da sua vida financeira futura é o cúmulo da estupidez, da burrice e da ignorância.

Pode espernear à vontade, mas essa é a realidade. E vale para todos.


Em todo caso, aqui vai um artigo sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2589


Previdência chilena? Arranjo completamente estatista. O governo obriga o trabalhador a contribuir para um plano. O governo não dá a opção de o trabalhador manter seu salário integral e direcionar uma parte dele para onde ele quiser. O governo obriga o trabalhador a contribuir mensalmente para qualquer uma das empresas amigas do governo (um mercantilismo explícito).

A partir do momento em que o estado garante uma clientela cativa para essas empresas, acabou a eficiência (e as taxas de administração serão altas). E é isso o que acontece lá. O ramo de previdência privada não possui uma "livre concorrência", todas cobram praticamente a mesma "taxa de administração", e além disto cobram uma "taxa de carregamento" muito elevada.

Agora, apesar de tudo isso, um chileno que pagou a previdência ao menos consegue se aposentar. Diferentemente do que já está ocorrendo neste exato momento no Brasil (vide funcionários públicos estaduais do Rio).



P.S.: sintetize, com suas próprias palavras, os atuais problemas com a Previdência chilena.


Ou seja, um (o anônimo, de 17/05/2017 00:33) diz que o autor foi politicamente correto demais ao não criticar a imigração.

Já você (Bode, de 17/05/2017 00:44) diz que o autor "se apequenou" ao não defender a imigração.

Quando os dois extremos criticam o mesmo argumento, pode saber que ele é sensato e racional.


Visão geral

Por que o Facebook se preocupa com curtidas falsas?

Curtidas feitas por contas falsas ou por pessoas que não têm a intenção real de curtir são ruins para os usuários, para os anunciantes e para o próprio Facebook.
Incentivamos de forma agressiva e acentuada a perseguição a esses maus atores por trás das falsas curtidas porque as pessoas e as empresas que usam a nossa plataforma o fazem em busca de conexões e resultados reais. Se as pessoas com quem as empresas estão conectadas não forem reais, as chances de se fazer menos negócios e de se alcançar menos resultados no Facebook são maiores. Como garantir que as interações sejam autênticas é do nosso interesse, nós criamos várias equipes para detectar e encerrar atividades fraudulentas.
Nós trabalhamos muito para garantir que as conexões entre empresas e pessoas sejam genuínas e significativas, e queremos compartilhar nossos recursos para ajudá-lo a entender de onde vêm as curtidas falsas e as defesas e dicas que você pode usar para se proteger de atividades fraudulentas.



Beleza,

Como organizar entao?

pelo que entendi no chile eles sao obrigados a botar ao menos 10%, sendo q poderiam botar mais se quisessem, mas imagino que fique pelo minimo msm. e ai? o cara se aposenta recebendo o equivalente a 690 reais por mes?

a solucao entao é liberar pra nao precisar destinar mais nada a previdencia, e quando os caras se aposentarem morrerem de fome?

e cada um com seus problemas, é isso?


Tem vários jornais falando que a previdência do Chile ta colapsando e que os aposentados estão recebendo muito pouco. Seria legal uma matéria de vcs sobre isso. A presidente socialista de lá está querendo regulamentar e mudar mais ainda o sistema.


Ao ignorar as razões humanitárias e o amor ao próximo, na atenção a refugiados, mas o autor do texto se apequena.


É isso mesmo, parece até que neste tema os libertários adotam o discurso mais fétido da esquerda que tanto abominam: politicamente correto.
Estariam com medo da pena imposta pela sharia ?


Não falei besteira arrogante !
Só explanei uma pequena parte do lixo que esses doentes do século xix profetizavam.
Não seja petulante.


Eis a situação do Brasil:

O 1% mais rico da previdência recebe 15% do total de recursos.

Os 50% mais pobres recebem 13% do total de recursos pagos pela previdência.

100% dos que compõe esta elite de 1% mais ricos são funcionários públicos, e não, não adianta se esconder debaixo da podridão da política brasileira. Não estamos falando apenas dos 10 mil magistrados e 2 mil políticos aposentados. Estamos falando de 310 mil pessoas.

310 mil pessoas, todos funcionários públicos, recebem o mesmo da previdência que 15 milhões de pessoas.

Se você não entendeu ainda o quão bizarro isso é, imagine que no Brasil, o sétimo país mais desigual do planeta, os 10% mais ricos detém 40,5% da renda.

Em outras palavras: nossa previdência consegue ser mais desigual que nossa distribuição de renda.

E não, isso nem de longe é o pior da história.

O pior poderia ser saber que há pessoas que defendem a previdência como um mecanismo de distribuição de renda, mas também não...

O pior é que eu tenho 100% de certeza que você, sim VOCÊ MESMO, tem um amiguinho que já compartilhou um gráfico feito por um sindicato de funcionários públicos para dizer que não há déficit e nem nada de errado na previdência brasileira (sim, estamos falando de você e do seu gráfico mentiroso ANFIP).

Se você ainda assim não entendeu qual é o lance, eu explico: os mais pobres são uma desculpa utilizada para manter os privilégios de certos grupos. Nada de novo no front, exceto que os mais ricos nessa história estão conseguindo enganar você


Falou besteira.

Marx profetizou que o estado desapareceria sob o comunismo. Mas ele nunca explicou como ou por que isso iria acontecer. Sua teoria era bizarra. Ele dizia que, para abolir o estado, era necessário antes maximizá-lo. A ideia era que, quando tudo fosse do estado, não haveria mais um estado como entidade distinta da sociedade; se tudo se tornasse propriedade do estado, então não haveria mais um estado propriamente dito, pois sociedade e estado teriam virado a mesma coisa, uma só entidade — e, assim, todos estariam livres do estado.

O raciocínio é totalmente sem sentido. Por essa lógica, se o estado dominar completamente tudo o que pertence aos indivíduos, dominando inclusive seu corpo e seus pensamentos, então os indivíduos estarão completamente livres, pois não mais terão qualquer noção de liberdade — afinal, é exatamente a ausência de qualquer noção de liberdade que o fará se sentir livre.


De novo? Sem problemas.

A previdência chilena é um arranjo completamente estatista. O governo obriga o trabalhador a contribuir para um plano. O governo não dá a opção de o trabalhador manter seu salário integral e direcionar uma parte dele para onde ele quiser. O governo obriga o trabalhador a contribuir mensalmente para qualquer uma das empresas amigas do governo (um mercantilismo explícito).

A partir do momento em que o estado garante uma clientela cativa para essas empresas, acabou a eficiência (e as taxas de administração serão altas). E é isso o que acontece lá. O ramo de previdência privada não possui uma "livre concorrência", todas cobram praticamente a mesma "taxa de administração", e além disto cobram uma "taxa de carregamento" muito elevada.

Agora, apesar de tudo isso, um chileno que pagou a previdência ao menos consegue se aposentar. Diferentemente do que já está ocorrendo neste exato momento no Brasil (vide funcionários públicos estaduais do Rio).


Quero compartilhar um texto interessante com os leitores do site, talvez estejamos subestimando a importância dessa tecnologia





Descentralizando a confiança

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A centralização tem sido um princípio organizacional básico para a economia e a sociedade desde a revolução agrícola. À medida que a população humana cresceu, as pessoas tiveram de tomar decisões que beneficiaram a população em geral, não apenas um indivíduo, família ou clã. Essa dinâmica da centralização também acontece no âmbito econômico. Organizações maiores com mais clientes tendem a usar integração vertical e funções centralizadas para aumentar a eficiência e reduzir os custos. A centralização econômica é o princípio organizacional mais eficaz quando os custos de comunicação e transação são altos. Entretanto, essa centralização está mudando e terá implicações profundas para a organização humana. A Internet diminuiu os custos da comunicação. O blockchain fará o mesmo para os custos da transação.
O blockchain tem o potencial de ser a força democratizadora mais importante na história porque nenhuma autoridade central é necessária. As aplicações de blockchains e da confiança descentralizada são mais eficientes do que dão a entender. Segmentos de mercado variados, tais como contabilidade, serviços legais, imobiliário e e-commerce, desenvolveram modelos empresariais baseados em proporcionar confiança entre o cliente final e o vendedor. Em segmentos de mercado mais antigos, essa confiança está atrelada à lei—criando uma barreira para a entrada e a proteção de novos participantes. Contudo, os blockchains são uma interrupção de baixo custo no mercado para qualquer negócio que age como um intermediário em um mercado.
A Internet permite que o conteúdo seja embalado e enviado a qualquer pessoa como dados sem a necessidade de um distribuidor. Isso reduz os custos marginais da comunicação para quase zero. Os blockchains são uma infraestrutura econômica que permite que ativos físicos e digitais sejam embalados e enviados a qualquer pessoa sem a necessidade de uma autoridade central. Isso reduz os custos marginais da transação para quase zero, o que torna a venda de uma casa tão fácil quanto efetuar um micropagamento para ler um blog. O blockchain oferece um modelo empresarial escalável para toda e qualquer pessoa na Internet.
A economia do compartilhamento 2.0

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À medida que mais pessoas entendem o blockchain, muitas vão se concentrar em como ele interrompe os segmentos de mercado existentes. Os segmentos de e-commerce, serviços legais e imobiliários vão se tornar alvo de serviços baseados em blockchain de menor custo. Alguns intermediários oferecem um valor muito maior do que apenas a confiança. Por exemplo, a Amazon.com fornece logística, recomendações e entrega no dia seguinte. Outros intermediários oferecem apenas uma assinatura e uma legislação que os isolam da concorrência. A eliminação da necessidade de um intermediário poderia afetar algumas das maiores empresas de tecnologia. Em vez de usar Uber, Airbnb ou eBay para se conectar com outras pessoas, os serviços de blockchain permitem que indivíduos se conectem, compartilhem e façam transações diretamente, introduzindo a verdadeira economia do compartilhamento. O blockchain é a plataforma que permite transações peer to peer reais e uma verdadeira "economia do compartilhamento".
A interrupção é interessante e vale muitas manchetes e honorários de consultoria. Porém, o mais importante é que o blockchain vai criar novos mercados. Esses mercados serão aqueles em que as pessoas podem comercializar ativos não tradicionais como reputação, dados e atenção. Com o blockchain, é fácil de converter em moeda qualquer atividade (mesmo as pequenas). E se o blockchain for utilizado para compartilhar energia e adquirir tokens de energia em um ambiente de microrrede? E para pagar um token de aconselhamento a alguém por uma chamada consultiva de 30 minutos? Ou adquirir tokens para compartilhar dados genômicos? Sempre que os dados são usados, o usuário recebe um token em um modelo do tipo licenciamento.
Conclusão

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As oportunidades são enormes—chegando a todas as atividades econômicas existentes e até mesmo a atividades sociais que ainda não podem ser convertidas em moeda. A visão que o blockchain vai transformar em realidade não é nada menos do que a reformulação da sociedade e da economia. Cabe aos desenvolvedores começar a desenvolver aplicativos e experimentar. Existem oportunidades para prestar serviços de auditoria e contabilidade mais baratos. Muitos contratos são padronizados; portanto, o blockchain e contratos inteligentes podem ser usados para oferecer serviços legais mais baratos. Vamos pensar maior: e as eleições? Devido à necessidade de segurança, anonimato e resistência a fraudes, as eleições são um caso de uso ideal para um serviço de blockchain. O blockchain permitirá o redesenvolvimento de segmentos de mercado inteiros. Chegou a hora de entrar no jogo.

https://www.ibm.com/developerworks/br/library/iot-blockchain-sharing-economy/index.html


Previdência chilena? Outro arranjo completamente estatista. O governo obriga o trabalhador a contribuir para um plano. O governo não dá a opção de o trabalhador manter seu salário integral e direcionar uma parte dele para onde ele quiser. O governo obriga o trabalhador a contribuir mensalmente para qualquer uma das empresas amigas do governo (um mercantilismo explícito).

A partir do momento em que o estado garante uma clientela cativa para essas empresas, acabou a eficiência (e as taxas de administração serão altas). E é isso o que acontece lá. O ramo de previdência privada não possui uma "livre concorrência", todas cobram praticamente a mesma "taxa de administração", e além disto cobram uma "taxa de carregamento" muito elevada.

Agora, apesar de tudo isso, um chileno que pagou a previdência ao menos consegue se aposentar. Diferentemente do que já está ocorrendo neste exato momento no Brasil (vide funcionários públicos estaduais do Rio).



Não levam em consideração que para os muçulmanos a motivação não é apenas a economia e o welfare state. Esse povo acha que quando aplicarem a sharia na Terra toda será o paraíso na Terra e o tal do madhi vai vir reinar a Terra.
E impor a sharia é diametralmente oposto a liberdade. Quando os libertários se tocarem já vão estar usando burca.


OFF

e ai? privatizar a previdencia talvez nao seja uma boa ideia ne

https://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2017/05/16/como-e-se-aposentar-no-chile-o-1-pais-a-privatizar-sua-previdencia.htm?cmpid=fb-uolnot


Marx e Engels também defendiam a extinção do Estado, diziam eles: [...]murcharão até desaparecerem.
É óbvio que este arranjo atual tem que ser enterrado, defendo um Estado mínimo atendo-se apenas a garantir nossa Liberdade, Vida e Propriedade, e isto implica em preservação das tradições e da cultura de cada Nação.


Olá à todos, gostaria de pedir que se possível o IMB fizesse um artigo sobre o sistema de aposentadoria privada do Chile. Li sobre isso nessa matéria da BBC e me parece ser muito tendenciosa em reprovar este modelo. Segue o link da matéria:
www.bbc.com/portuguese/internacional-39931826


Enquanto nós ficarmos calados e sem inculcar nas cabeças de nossas crianças e jovens o ato de poupar e seus frutos no médio e longo prazo,nosso trabalho estará perdido,pois a atual geração é um caso perdido,é um povo mal-acostumado e dependente das benesses estatais e como diz o ditado"melhor um passarinho na mão do que dois voando",eles preferem se agarrar a candidatos populistas feito Lula do que encarar a realidade,portanto só fazendo poupança desde cedo é que as pessoas despertarão deste sono\pesadelo que é o paternalismo estatal...



vocês tem um modelo de capitalismo onde tudo é perfeitinho e segue as regrinhas magicas de mercado e tudo por um passe de magica da certo, quando na verdade o capitalismo que vocês não querem ver é o capitalismo na pratica, só olhem o mundo e pensem... O capitalismo que vocês acham ser o "certo" não existe ou existiu em parte alguma na face da Terra. ACORDEM!!!

Me fala 1 exemplo de nação capitalista que se desenvolveu sem ajuda do estado? NÃO existe até hoje! Até as nações que pregam o livre mercado ou elas usam (e fingem não usar), ou já usaram seus estados para promover desenvolvimento, procura só 1 exemplo de nação capitalista que se desenvolveu sem qualquer tipo de estado, Coreia do sul, Taiwan, japão, Eua,, países nórdicos com seus estados enormes que promovem livre mercado , até mesmo a cidade de Hon kong que só é livre mercado dentro da cidade, fora dela o estado subsidia, investe etc.

Será que existe livre mercado? "só 1 exemplo de nação capitalista que se desenvolveu sem ajuda de algum estado por favor "


Gostei muito do artigo mas devemos trabalhar a mente para obter bons pensamentos e dominar a vida que com certeza é muito mais gratificante. No entanto, para você começa a controlar a mente é algo realmente complicado que exige grande empenho e disciplina, não devemos esquecer isso. https://mentesacorposao.com


O professor Fábio Barbieri foi o primeiro que ouvi dizer a respeito desta situação: "Ao criticar o liberalismo, ou o mercado, a esquerda costuma compará-los com um mundo socialista idealizado; tal comparação é injusta". Ele chamou essa de falácia do nirvana. Nas palavras dele: "Ao comparar a realidade com uma ideia de perfeição, a realidade sempre vai perder! Isso é a falácia do Nirvana" Grande momento! Saudades das aulas dele!


Gustavo brilhante, respeitoso e elegante (como sempre).
Vale muito a leitura.




Se a subida da direita ao poder, sobretudo, aquela que se desalinha das ideias assistencialistas da esquerda, representa um retrocesso político e social à luz do ideário estatista, nos é lícito afirmar que o estado democrático de direito padece de falhas intrínsecas graves – já que haveria um tipo de autossabotagem; ou, que o próprio sistema democrático é ao mesmo tempo válido e inválido. É válido enquanto sistema eleitoral, pois garante o direito universal do voto, mas inválido porque permite que uma maioria cheia de ódio aos pobres chegue ao poder. Esse falha sistêmica representa uma sabotagem do estado contra o próprio estado democrático, porque representaria uma interrupção do fluxo de poder do centro para a periferia.
Sim. Explico. A direita liberal gananciosa não seria capaz de cuidar dos interesses de todos, apenas a esquerda dona do conceito de democracia seria capaz de dar a todos uma porção de poder (fluxo de poder) fortalecendo as minorias. Não é esse o quadro ideológico de nossos dias? Assim, em última instância, um sistema que permite que pessoas tão ruins cheguem ao poder seria um sistema ruim.
Para a esquerda marxista, esse sistema é inválido e ruim. A democracia só seria plena, se os marginalizados (inclua nesse conceito todo tipo de minorias que você poder imaginar) pudessem chegar ao centro – é a narrativa da ideologia. Tudo que disse até agora não é novidade, basta ler Marx e frequentar uma universidade. O problema reside na execução desse plano. A gente já conhece como a história acaba, o estado de direito degenera em estado totalitário (Vide: Cuba e as repúblicas sociéticas). Para impor esse tipo de democracia é necessário uma revolução – tomada do poder com uso da violência; ou, hodiernamente, uma degradação do sistema de freios e contrapesos (check and balance). Essa degradação é alcançada através de leis de cunho totalitários, restritivos da liberdade de expressão e econômica. Essas leis, a priori, sofreria algum tipo de controle (lembra dos freios e contrapesos?), mas como a ideologia da bondade e do altruísmo da esquerda encurrala todos contra ela num campo de concentração para neoliberais, neofascistas e reacionário, ninguém se sujeita a ficar contra a elas e conseguem encontrar fundamentos para a introdução dessas leis nos sistemas jurídicos. Assim, gradativamente, sem que percebamos, estamos vivendo numa ditadura. Lembra a Venezuela, né?
A massa manobrada acredita na revolução, os intelectuais e burocratas esquerdistas acreditam nessa degradação, ou seja, na tomada do poder de dentro para fora.


Ola, estou pesquisando assuntos referentes a violencia e como combate-la, e no momento preciso de informaçoes sobre a policia de modo geral, e nao achei conteudos a respeito de quem cuida dos proprios policiais, o apoio psicologico, treinamento por exemplo, e onde entra a contribuiçao dos municipios, quando começa a interferencia do Estado, no combate a violencia...o que mais achei, foi jornais criticando a policia e querendo a desmilitarizaçao dela...ficarei grata se puderem me responder. Obrigada pelo tempo.


"O dogma liberalista de pregar seu mundo perfeito foi freado duas vezes na história."

Um "dogma" ser "freado pela história" é algo bastante interessante...

Mas até que você acertou. Sim, o liberalismo foi golpeado duas vezes.

Na primeira, após gerar o maior crescimento econômico da história, os estados decidiram fazer guerra entre si. Com a Primeira Guerra Mundial, acabou-se o reinado do liberalismo.

Pouco tempo depois veio a disputa entre fascismo e comunismo. Sagrou-se campeã a social-democracia, que apenas misturou elementos dos dois regimes.

"E, do jeito que o mundo anda nessa lide extremista direita-esquerda, pelo jeito a história dará mais uma chance a essa 'perfeição'."

Sim, com a inevitável derrocada da social-democracia, e com a Venezuela felizmente trazendo um exemplo prático do socialismo, pode realmente ser que o liberalismo volte. Seria a primeira vez desde 1914.

"Só não sei se poderão sair-se bem de mais uma derrocada"

Isso é curioso. As duas "derrocadas" anteriores foram geradas inteiramente pela adoção de políticas opostas ao liberalismo. Para haver uma nova derrocada no mesmo estilo, terão de inventar novas alternativas intervencionistas para concorrer com o liberalismo.


Acho que esse artigo espera muito bom senso da esquerda e ignora o igualitarismo da esquerda.

o ideal de igualdade, que é necessariamente tirânico.

Se todos os homens são iguais, qualquer desigualdade social ou econômica é fruto de discriminação, exploração e opressão.
E uma revolta contra a realidade

se negros são encarcerados, o sistema policial é racista.
se mulheres estão pior em algum Índice social, é culpa da cultura machista.
se alguém é pobre, é porque não teve oportunidades( ignorando que existem pessoas sem talentos e/ou preguiçosas)
se países Europeus são mais ricos e prósperos, foi porque exploraram outras nações.

vejo no movimento Feminista a mais nova Ilusão, a igualdade da BELEZA. Aparentemente, todas as mulheres são lindas e igualmente bonitas, sabem aquelas gordas totalmente horríveis? não é que elas tenham uma aparência biologicamente repulsiva, É a nossa cultura que estabeleceu um padrão de beleza para oprimir mulheres com determinadas aparências.

RECOMENDO A LEITURA DO TEXTO "igualitarismo e a revolta contra a natureza" de Rothbard

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1206


"liberal só acredita em economia e não acredita em ideias, por isso nunca investe nelas"

Além de surrado clichê neocon, isso é absolutamente FALSO.

Dizer que o liberal clássico Ludwig Von Mises "não acreditava em ideias" é apenas externar uma profunda ignorância. Mises dedicou sua vida acreditando e investindo em ideias.

Dizer que um Murray Rothbard "não acreditava em ideias" é, também, manifestar uma profunda ignorância. Rothbard dedicou sua vida investindo em ideias, escrevendo sobre ideias, o papel das ideias, a força das ideias, a história das ideias.

Dizer que um Hans Hermann Hoppe "não acredita em ideias" é, também, manifestar uma profunda ignorância.


"considera um intelectual um animador de festa e jantares"

Ora, os três autores supracitados - e só para ficar nesses três - têm diversos textos tratando, justamente, sobre o papel fundamental das ideias e dos intelectuais: www.mises.org.br/Article.aspx?id=82

Também: www.mises.org.br/Article.aspx?id=1149

O tal Pondé está pessimamente informado.


"Acredita mesmo que tudo pode ser comprado"

Com base em q o Pondé afirma isso?


"tem uma visão mais abrangente do Sapiens"

A esquerda tem uma visão "mais abrangente do Sapiens" em relação aos liberais clássicos e aos libertários?

Ora, ora, seu Pondé, uma visão contrária à própria natureza humana passou a ser visão "mais abrangente" agora... O esquerdismo é uma revolt against nature, seu Pondé.


"Falta à direita um repertório humanista, por isso é meio tosca"

Tosco é quem afirma isso.

O liberalismo clássico de Mises é profundamente humanista, calcado na natureza da ação humana (e não em visões tecnocráticas "maximizadoras" ou de "homo economicus" dos neoclássicos).

Pondé, pelo visto, nunca ouviu falar em praxeologia misesiana.

Da mesma forma, o austro-libertarianismo Rothbardiano-Hoppiano - também praxeológico - é profundamente humanista, fundado no direito natural e na natureza humana, e nos princípios da ação humana.

Caro Pondé, "intelectual um animador de festa e jantares" é intelectual desinformado.