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Últimos comentários


Pior que não é! hahaha. Nesses jogos os recursos são escassos, estão em poucos pontos do mapa, leva tempo para minerar e você precisa proteger suas minas contra o exército inimigo. Se esses economistas jogassem Age of Empires ou Starcraft, talvez tivessem mais noção da realidade.


Off topic:


Leandro poderia dar uma comentada sobre esse "estudo" do Instituto do picareta do Piketty que tá rolando na mídia aí


Bom para a economia é não sugarem o povo com altos impostos, que bancam a burocracia da máquina estatal, é uma ótima forma de fazer justiça. Alguém que se forma em economia e diz coisas dessa natureza, nada mais é que analfabeto funcional, parece que a Unicamp tem muitos, e os liberais continuam demonizados pela casta.


Recuperação que naturalmente ocorre após uma queda de quase 10% no PIB, o que fez a população retornar ao mesmo nível de renda de 2010.

Não é artificial, mas sim "gravitacional": aconteceria de qualquer jeito, como que por gravidade.

No entanto, para não dizer que só critico, a política de deixar o real se apreciar (o que sempre foi defendido por este Instituto) é absolutamente acertada: está gerando aumento das exportações, recuperação da indústria (tese que também sempre foi defendida por este Instituto) e, principalmente, arrefecimento da carestia, gerando mais previsibilidade para investimentos de longo prazo.

A política de colocar um freio na expansão do crédito dos bancos estatais também é digna de aplausos. E a de teto de gastos foi a melhor de todos.

Mas os aumentos de impostos, principalmente sobre a gasolina, foram deploráveis, assim como os aumentos prometidos ao funcionalismo público. Iria criticar também o não-fechamento de ministérios e agências reguladoras, mas aí já seria querer demais do PMDB.


"Todo o dinheiro que o governo irá gastar para reconstruir a infraestrutura virá de onde? Certamente não virá da conta bancária dos políticos. O dinheiro virá ou do aumento de impostos ou de um maior endividamento do governo."

Trump sancionou lei que prorroga limite da dívida e concede US$15 bi em ajuda para efeitos de furacões, então não precisam esquentar, a demanda agregada foi estimulada.



Muito gozada. Segundo este gráfico da BBC, todo o PSDB é 95% liberal em economia! Isso é mais até mesmo que Milton Friedman. Só não está no mesmo nível que Rothbard (100%) porque este defendia o fim do estado, a abolição de todos os impostos, e a supremacia da propriedade privada, algo que os tucanos não defendem (ao menos em público, né? Vai saber...)

Segundo a BBC, portanto, meros 5 pontos percentuais (nada praticamente) na escala de liberdade econômica separam José Serra e Rothbard.

Um portento!



Sei que não haverá respostas, mas vou tentar:

Quem é que gerou a pobreza?

Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2383


"O mesmo vale para o liberalismo...."

Rapaz, essa bateu o recorde, hein? Quer dizer então que acreditar que destruição (da propriedade alheia) gera crescimento econômico é igual a dizer que quem nasceu pobre terá uma vida mais difícil?

Mas permita-me destruí-lo um pouquinho.

"se tu nasceu numa favela e não estudou numa escola boa porque está sempre de greve"

Ué, quem gerencia escolas que estão "sempre de greve" é o estado, a mesma entidade que, segundo você, terá o poder e a capacidade de gerar igualdade de oportunidade para todos!

Ou seja, o estado que não consegue nem gerenciar uma porcaria de escola será magicamente capaz de alterar até mesmo a genética humana, fazendo com que crianças de família pobre sejam imediatamente iguais às crianças nascidas em famílias ricas.

Ou já sabia que keynesiano tinha problemas básicos com a lógica, mas não sabia que a coisa estava em um nível tao patológico assim.

"ou tu tem que trabalhar na roça desde pequeno para ajudar em casa , azar o teu , destino ,acaso, alinhamento das estrelas não favoráveis a ti...."

Se é "azar o teu", eu não sei. Mas que é "destino" e "acaso", isso é inquestionável. Por acaso o filho do pobre pediu para nascer pobre? Ou ele simplesmente foi concebido assim? Havia alguma chance de ele, sei lá, ter sido concebido por dois pobres mas magicamente ir parar dentro da barriga do mulher do Abílio Diniz?

Aliás, confesso que até agora não entendi absolutamente nada de qual seja o seu ponto. E nem muito menos qual a relação disso tudo com o assunto abordado no artigo.

"O Estado nada deve fazer para corrigir, aliás nem deve existir"

Ué, ele até tenta "corrigir" isso fornecendo escolas gratuitas para os pobres. Escolas essas que, segundo você próprio, estão "sempre de greve". E você quer perpetuar esse arranjo nefasto e segregador?

Defender que o estado gerencie escolas para melhorar a vida dos pobres fará apenas, segundo você próprio, que esse pobre jamais tenha aulas na sua vida, pois as escolas estão "sempre em greve". E você defende a manutenção deste arranjo.

"O MERCADO faz a seleção natural e vai escolher entre você e um aluno saído da Avenues cuja mensalidade é de 8 mil reais /mês, ou do Vértice de São Paulo que é de R$ 4mil /mês....justa competição por um lugar ao sol."

Se o aluno da "Avenues" ou de "Vértice" não conseguir criar valor para ninguém, ele rapidamente ficará pobre. Ah, não, me esqueci: no Brasil isso não acontece, pois esse filho do rico vai fazer concurso público e vai ficar ainda mais rico. E sustentado pelos impostos pagos pelos pobres. E tudo isso obra e graça do estado que você tanto defende como sendo o equalizador de oportunidades e das classes sociais.

"Realmente Edson, no c...dos outros é refresco."

De fato, no Brasil, o estado bota no c... do pobre e ainda ganha o efusivo aplauso de idiotas úteis, que dizem que ele é imprescindível para melhorar a situação deste pobre.



Leandro, a economia brasileira está se recuperando naturalmente ou é por causa da queda na taxa de juros? Nesse caso vamos ter uma nova crise?



"1) Não gostam de matemática;"

Pessoal de humanas e pós-keynesianos.

"2) Só usam história;"

Normalmente, professores de História do Pensamento Econômico, todos marxistas. De vez em quando, pós-keynesianos, mas apenas para falar da Crise de 1929.

"3) Pouca publicação em revista séria;"

Aí depende do conceito de "revista séria". Para mim, revista séria é aquela que publica coisas sensatas e que, acima de tudo, faz previsões corretas.

No campo da economia, nenhuma "revista séria" previu a crise de 2008. Esta ficou inteiramente a cargo dos austríacos (ver aqui e aqui) e de economistas independentes sem qualquer afiliação ideológica.

Já no Brasil, por exemplo, os únicos a preverem a crise econômica do país foram os economistas deste site e Adolfo Sachsida. Todo o resto estava batendo bumbo para as medidas keynesianas do governo.

"4) Caçoados pelo main stream;"

Qualquer um que não seja do mainstream. Ou seja, qualquer um que não se submeta às suas teorias ridículas causadoras de catástrofes econômicas e que, acima de tudo, acertem previsões.

"5) Recrutam adolescentes."

Quando eu fiz economia na faculdade, 60% dos adolescentes recrutados pelos professores eram keynesianos. Os outros 40% eram marxistas.

Não entendi sua participação aqui. Foi confusa e desconexa.

Ah, sim: alguma refutação ao artigo?



Mas e aquele caso do terremoto que destruiu o Haiti em 2010 e que transformou um país que era pobre em uma potência econômica?
Isso vocês não mostram.

Quebrar tudo gera desenvolvimento sim, é por isso que nas manifestações de esquerda patrimônios são depredados, é o vandalismo cumprindo a sua função social de impulsionar a economia.


Desastres naturais recorrentes são benéficos tão somente às seguradoras, uma vez que, à medida que a consciência da probabilidade de ocorrência de tais eventos aumenta, a demanda pelos serviços de seguro,consequentemente, aumenta. Não é preciso ser um gênio para perceber que aqueles que atribuem benefícios a tais desastres são financiados pelo 'lobby' das seguradoras.


Edson 11/09/2017 15:11
"Vale notar também que essas mesmas pessoas que fazem essas ridículas alegações de que a destruição, o desalojamento e a miséria trazidos por tempestades, terremotos, furacões etc. são coisas boas jamais oferecem suas próprias casas e carros para serem destruídos."

"Destruição é bom, sim, mas apenas no c... dos outros. "

O mesmo vale para o liberalismo....se tu nasceu numa favela e não estudou numa escola boa porque está sempre de greve ou tu tem que trabalhar na roça desde pequeno para ajudar em casa , azar o teu , destino ,acaso, alinhamento das estrelas não favoráveis a ti....

O Estado nada deve fazer para corrigir, aliás nem deve existir ... O MERCADO faz a seleção natural e vai escolher entre você e um aluno saído da Avenues cuja mensalidade é de 8 mil reais /mês, ou do Vértice de São Paulo que é de R$ 4mil /mês....justa competição por um lugar ao sol.

Realmente Edson, no c...dos outros é refresco.





O que é o que é

1) Não gostam de matemática;
2) Só usam história;
3) Pouca publicação em revista séria;
4) Caçoados pelo main stream;
5) Recrutam adolescentes.

Marxistas ou austríacos? Marx ou Mises? Dúvida cruel.


Hahahha como amei seu comentário! Assino embaixo! Obrigada!


Sobre as seguradoras, vale também ressaltar que o dinheiro delas fica aplicado em títulos públicos de alta liquidez.

Aí, quando elas são acionadas, elas resgatam esses títulos, o que significa que o Tesouro os recompra. E de onde veio esse dinheiro do Tesouro? De títulos que ele acabou de emitir.

Ou seja, no final, o dinheiro que as seguradoras gastam foi simplesmente retirado de outro lugar da economia. Dinheiro foi retirado de um lado da piscina e jogado no outro lado da economia. E os keynesianos dizem que isso deixa toda a piscina mais cheia.


Então vamos pedir para o governo proibir o trânsito de caminhões, carros e afins pois não sou obrigada a respirar toda essa poluição. Ah e por favor, indústrias parem de fabricar! Suas fumaças são tóxicas e poluem o meio ambiente e o ar que respiro. Isso tb faz mal a minha saúde. Ah e por favor, senhor agricultor, tomates e morangos só se for orgânico, não sou obrigada a ingerir seus agrotóxicos!

Ah já ia me esquecer, precisamos que proíbam comerciais de fastfood nos canais infantis, não quero minha filha pedindo aquela bomba calórica toda vez que vamos ao shopping. Acho melhor proibirem de vez a venda, faz mal pra todo mundo, não sou obrigada a frequentar um lugar que vende coisas prejudiciais e tem cheiro de obesidade no ar!




Os keynesianos acham que o o mundo é tipo aqueles mapas para jogar online de Age of Empires, Star Craft, que tem as paradas de gold praticamente ilimitados.


Tem aquela também que os EUA adoram causar guerras, porque isso impulsiona a indústria bélica deles, impulsionando a economia. Eu proponho para o Brasil declarar guerra contra a Antártida, pra economia bombar.


É porque eles também nada sabem sobre administração e contabilidade.

Há uma razão para 'manutenção' ser considerada uma despesa crucial: gastar para manter seu ativo funcionando é sempre mais barato do que substituí-lo. Olhe para qualquer área deteriorada da sua cidade, do seu país ou mesmo do planeta. Deterioração é o que ocorre quando os custos de manutenção são ignorados. Já uma guerra ou desastre natural é simplesmente um processo de deterioração intencional levado ao extremo.

Deteriorar algo artificialmente não pode ser algo positivo para a criação de riqueza. Qualquer faxineira sabe disso, menos os economistas.


Por trás de toda essa teoria bizarra está a ideia de que a escassez de recursos foi abolida. Não havendo mais escassez, todo o problema da economia passa a ser apenas como empregar esses recursos (pouco importa a eficiência disso). Toda a atividade econômica passa a ser apenas isso: como empregar recursos.

Dado que não há mais escassez, todo o necessário para se ter uma economia "forte" é estimular a demanda agregada. E não se engane: esta é a teoria por trás de toda e qualquer política governamental de estímulos e de crédito estatal farto e barato. Dilma foi a aluna mais aplicada desta tese aqui no Brasil.


Vale notar também que essas mesmas pessoas que fazem essas ridículas alegações de que a destruição, o desalojamento e a miséria trazidos por tempestades, terremotos, furacões etc. são coisas boas jamais oferecem suas próprias casas e carros para serem destruídos.

Destruição é bom, sim, mas apenas no c... dos outros.


Se destruição é bom pra economia, então por que o mundo teme a Coreia do Norte? Ou o Irã?

Aliás, por que esperar por eles? Comecemos já a bombardear nós mesmos nossas próprias cidades.



Eu produzi um pequeno texto em homenagem às 10 vítimas do Morumbi. Se houver algum professor com consciência social, eu gostaria que copiasse esse texto e colocasse na lousa para os alunos.

Os 10 do Morumbi

Mundo cruel, por que me tornaste vítima desses monstros de farda? Eu só queria ser feliz, eu só queria ter meu carro e minhas minas, dar um rolê, ver os manos, e ser feliz na vila onde eu nasci. Mundo cruel, por que me tornaste vítima desses monstros de farda?

Nós somos os 10 do Morumbi. 140 tiros. 140 buracos na pele. Tiro por tiro. Guerra por Guerra. O grande Capital me oprime, eu oprimo os homi. Nós somos os 10 do Morumbi.

O Estado não me deu nada, quando o neoliberalismo chegou, ele roubou os meus direitos. Era para mim ser douto, meu senhor.
Era para mim ser douto, meu senhor.
Era para mim ser douto, meu senhor.
Agora eu sou os 10 do Morumbi.
Por que você fez isso comigo, neoliberal?
Eu só queria ver meus minino, e você tirou eles de mim.

Naquele dia estávamos cansados de ser escravizados pelo capital, naquele dia, eu só queria pegar o dinheiro das madami e ser feliz na vila onde eu nasci. Os minino ia ficar tão feliz. Mas o Capital não leva desaforo pra casa; o ser racional, frio como o diabo, cedo ou tarde cobra seu preço, afinal, não existe almoço grátis. Tiro por tiro. Guerra por Guerra. Quem apertou aquele gatilho foi o Livre Mercado.

Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.


O socialismo é a vigarisse expressada no seu mais alto grau, e isto se aplica aos keynesianos.
Os parasitas burocratas pertencentes à elite governante, o funcionalismo marajá, e as ralés de militantes subsidiados: as ong's de fachada, os falsos movimentos sociais, os sindicalistas, a classe jornalística, os professores marxistas, os intelectuais da esquerda, e a classe artística, compõe a pequena parcela de uma sociedade, que por motivos deploráveis, defendem essa ideologia.
Debater qualquer assunto que seja com alguém que defenda essa ideologia é aceitar rebaixar-se a um nível onde nem mesmo a mais abjeta das escórias humanas jamais aceitaria. Quando uma situação desta se apresentar a você, não entre num debate, ao invés disto humilhe o vigarista farsante esquerdista até que não sobre um só sorrisinho amarelo no focinho do imprestável.
Há mais um grupo de pessoas que também defendem o socialismo, mas estes são dignos de pena, estou me referindo aos IDIOTAS ÚTEIS.


Eu acabei as matérias do meu curso de economia em julho numa estadual do PR, e as coisas que ouvia nas aulas me davam um enorme ranço e desespero pela ignorância. Professores que demonizam importações mas têm o carro importado mais caro e chique, professor que quer o câmbio disparando mas reclama quando a inflação dispara, que quer imposto sobre os 1% mais ricos pra arrecadar 200 bilhões de reais por ano (esquecem de dizer que a fortuna somada do 1% mais rico não chega nem perto disso), querem regulação até pra preço agrícola, acham que não precisamos de poupança pq o crédito bancário supre a poupança...


Só tenho uma discordância, a origem do governo não é inteiramente baseada em coerção. No exemplo apontado pelo autor do artigo ele explica que o governo surgiu de nômades que praticavam a extorsão de fazendeiros. Mas o que acontecia quando um fazendeiro de uma região tinha recursos e armas suficientes para botar os nômades pra correr? Ele acabava obtendo reconhecimento pelo serviço prestado na defesa da comunidade e se tornava um nobre responsável pela defesa de um território, recebendo tributos pelo serviço prestado, e através de parcerias e casamentos com outras famílias de nobres ele expandia seus domínios, a tal ponto que podia se arriscar a invadir outros domínios nobres sem grandes prejuízos e impor taxas aos territórios conquistados. Essencialmente é essa a teoria do Hans-Hermann Hoppe a respeito do surgimento do estado. O estado seria uma espécie de excrescência de uma elite natural que possuía legitimidade em sua função de defesa, mas em algum momento, um de seus membros se viu numa chance de usurpar o papel de "defensor" de um certo território, destruindo o restante dessa elite através de um processo revolucionário que destruiu a velha ordem aristocrática.



A tal da "Luta de classes" não tem absolutamente nada a ver com essa sua colocação. Trata-se de uma "constatação" de Marx onde ele diz que quem nasce proletário está condenado a viver como proletário pelo resto da vida. A não ser, claro, que eles sigam as teorias criadas por ele mesmo, um Burguês bancado por outro Burguês.

Aliás é daí que surge o ódio do Marxismo contra os empreendedores, chamados de "pequenos burgueses" na taxonomia deles: Eles são a prova cabal de que não existe luta de classes.


Isso. O pessoal entra no modo "rage" e não consegue entender o básico do argumento.


Conforme o comentário anterior, mais cedo ou mais tarde, o trabalho do IMB será reconhecido.

As pessoas precisam parar que querer expropriar as coisas dos outros. Também precisam comercializar sem enganar o cliente.

Outro gramde problema é o governo tratando cada pessoas de um jeito, onde uns pagam mais e outros recebem mais. O governo perdeu a legitimidade de ser um mediador, porque tratou cada pessoa de um jeito. É uma justiça que é feita pelo juiz e pelos legisladores, e não pelas leis corretas.

Enfim, mais trocas voluntárias, menos expropriações. O povo cansou de ser assaltado.


Aproveitando esse texto, se puderem responder a esse texto, ficaria agradecida, porque aqui num determinado ponto é citado isso de ¨uso alienado¨ e não compreendi muito bem.

Estou tendo que ler esse livro pro meu curso de Letras chamado Linguagem e Persuasão de um tal de Adilson Citelli, o qual aborda o conceito de discurso, neutralidade, signo linguístico e seus componentes... Tava tudo ok até chegar num capítulo baseado num artigo ou livro dessa mulher seguindo o anterior cujo título é: O discurso dominante.

E é todo recheado com essa paranoia de luta de classe, desmerecimento de pessoas produtivas em o mito da competência/eficiência, que não há ética para chegar a essa eficiência, aquele falso sentimentalismo para com os incapazes marginalizados, que segundo ela e esse autor que a referencia: não possuem o direito de falar, e claro, aquela conspiração de dominação dos opressores, que no caso, são simplesmente pessoas bem-sucedidas ou governos que vão contra a ideologia deles.

Aqui vai essa pérola:

Em um artigo muito instigante, Marilena Chauí desenvolveu o conceito de discurso competente. Vamos examiná-lo mais de perto, visto sua utilidade no sentido de ajudar a clarear pontos que foram levantados até agora.
Como é sabido, vivemos em uma sociedade que premia as competências, no campo profissional, intelectual, emocional, esportivo etc. Ao limbo são condenados aqueles que estão "do lado" da incompetência, porque não conseguem subir na vida, ou são instáveis emocionalmente, desgarrados da família, maus alunos, repetentes nos exames vestibulares, inseguros nas tomadas de decisões.

Se olharmos a questão por esse ângulo, veremos que o leque dos fracassados é enorme; os vitoriosos cabem nos pequenos círculos gerenciais. O parâmetro que irá atribuir medalhas honoríficas a uns e adjetivos pouco nobres a outros é sempre o da eficiência. Mede-se o sujeito por aquilo que produzirá, quer ao nível material - os negócios realizados, os imóveis adquiridos, até as peças que fabrica -, quer ao nível espiritual - a agudeza com que permite opiniões, os livros que escreve, a harmonia emocional que consegue estabelecer, a capacidade com que convence auditórios inteiros.

O mito da eficiência costuma desconsiderar as naturezas e finalidades dos bens produzidos. Deus e o diabo podem diferenciar-se na Terra do Sol, mas, no que diz respeito à organização produtiva, eles se misturam. Não se pergunta para que, para onde, para quem os bens se voltam. Alguém ganhou, alguém perdeu, afirmaram-se individualidades, foram os seres brutalizados, são perguntas improcedentes para o caso.

Assim sendo, se, por exemplo, no interior do sistema tecno-burocrático-militar, um pesquisador de física atômica consegue descobrir uma partícula com maior poder de destruição do que as já existentes, então a ele está assegurado o galhardão da competência, pouco importando a natureza ética de tal descoberta: a glória do cientista virá, ainda que pela porta do inferno. Da mesma forma, o policial agraciado com uma nova patente na polícia por haver desvendado um caso obscuro. E verdade que ele fez uso de várias formas de violência física e psicológica contra os suspeitos; mas o que está em causa aqui não é perguntar acerca da justeza de uma forma de ação e sim reconhecer a eficiência da polícia, conquanto se tenha comprometido os resquícios de humanidade de torturados e torturadores.

É possível objetar que o biólogo que ajudou a encontrar a cura para o câncer, contribuindo, portanto, para extirpar um mal que ataca a humanidade, revelou, felizmente, eficácia e competência. O problema não está, obviamente, no fato da eficácia e da competência, mas na sua natureza e no uso alienado que dela se faz.

Ao diluir tudo num plano meramente concorrencial e triunfalista, as instituições impedem que se façam perguntas, que se indague das naturezas das competências. E a quem cabe o papel de uniformizar interesses contraditórios, escamoteando e mascarando as diferenças, impedindo que a sociedade reconheça o profundo antagonismo existente entre a competência do físico que pesquisou a nova partícula atômica e a do biólogo que descobriu a cura do câncer?

A ponte por onde transita a mistificação da competência é a palavra, é o discurso burocrático-institucional com seu aparente ar de neutralidade e sua validação assegurada pela cientificidade. Afinal, quem afirma é o doutor, o padre, o professor, o economista, o cientista etc.! Isso ajuda a perpetuar as relações de dominação entre os que falam a e pela instituição e os que são por ela falados.

Os segundos, sem a devida competência, ficam entregues a uma espécie de marginalidade discursiva: um reino do silêncio, um mundo de vozes que não são ouvidas. O discurso autoritário e persuasivamente desejoso de aplainar as diferenças, fazendo com que as verdades de uma instituição sejam expressão da verdade de todos, e assim colocado por Marilena Chauí: "O discurso competente confunde-se, pois, com a linguagem institucionalmente permitida ou autorizada, isto é, com um discurso no qual os interlocutores já foram previamente reconhecidos como tendo o direito de falar e ouvir..."

E lembra a autora que o discurso burguês sofreu algumas transformações. Antes o seu domínio passava pelo aspecto legislador, ético e pedagógico. Ou seja, as ideias enunciadas eram capazes de normatizar valores e ensinar. Dizia-se acerca do certo e do errado, do que era justo ou injusto, normal e anormal.

Existia, portanto, o desejo de se guiar e ensinar. Certas instituições como Pátria, Família, Escola, serviam de referência básica às pessoas. O professor, o pai, o governante, eram figuras legitimadoras de situações. Os textos, e no caso do Brasil se pode ler tal visão através dos escritos pedagógicos de Olavo Bilac, de Rui Barbosa, insistiam nas orações aos moços, nos decálogos do bom comportamento, na ritualização da tradição e dos bons costumes.
Conquanto o discurso burguês não tenha perdido as particularidades acima colocadas, ganhou nova cara: "Tornou-se discurso neutro da cientificidade e do conhecimento"

Se é neutro, ninguém o produz; se científico, ninguém o questiona. Quem fala é o Ministério da Fazenda, através do seu corpo técnico; a Sociedade Médica através de seus doutos membros; a grande corporação multinacional através de seus executivos etc. Autorizado pelas instituições, o discurso se impõe aos homens determinando-lhes uma série de condutas pessoais.

Os recursos retóricos se encarregam de dotar os discursos de mecanismos persuasivos: o eufemismo, a hipérbole, os raciocínios tautológicos, a metáfora cativante permitem que projetos de dominação de que muitas vezes não suspeitamos, possam esconder-se por detrás dos inocentes signos verbais. A palavra, o discurso e o poder se contemplam de modo narcisista; cabe-nos tentar jogar uma pedra na lâmina de água.


CHAUÍ, Marilena. O discurso competente. In: - Cultura e democracia; o discurso
competente e outras falas. São Paulo. Moderna, 1981. p. 3-13





https://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/09/pre-keynesianos-felizes.html

Segue um contra argumento a alguns desse axiomas econômicos.


As pessoas elegem os corruptos, porque quando elas pedem o impossível, apenas os mentirosos podem satisfaze-los.


Que artigo cheio de politicamente correto! Usando termos de esquerda? Não podemos nos corromper!


Eutôvon Bismarckq, pensamos parecidado.
Há dois anos e quatro meses, fui mandado embora da empresa em que trabalhava, (já reflexo da crise da Lava Jato). Na ocasião ainda solteiro e com 26 de idade resolvi me aventurar na área de telemarketing, tanto pela facilidade de emprego, mas mais pelo tempo que me sobraria (por ser emprego de meio período) para estudar alguma coisa. R$ 800,00 com o padrão de vida que eu tinha, me seria possível faze-lo. Quatro meses depois, numa conversa informal com o gestor da minha equipe, me foi perguntado o que eu estava achando da experiência na área. Eu disse - Para ser sincero não estou gostando, é muito estressante e tem muita cobrança de resultados para o baixo salário, acho que isso não é para mim! A resposta? É...cada um tem o que merece!
(Detalhe, agora minha já esposa e eu descobrimos que ela estava grávida 'super feliz porém super desesperado ' com três meses de empresa). Aquilo foi como uma facada no coração, como doeu ouvir aquilo. Mas depois de algumas semanas de reflexão percebi que tinha ouvido uma verdade.
O que me levou a estar passando por aquela situação? Por que não procurei estudar mais na minha juventude? Não posso dizer que era falta de condições ou de oportunidades, era falta de interesse mesmo. Mas aquelas palavras foram a chave que virou em minha mente, foram necessárias para eu perceber o que eu estava realmente esperando da minha vida. Hoje, por mais que haja culpados, eu ou o governo, não me faço mais de vítima. Sou capitalista, ainda estou infeliz de trabalhar para os outros, sou segurança, estou cursando economia e estudando o mises recém conhecido.

Sucesso a todos!


Capital Imoral,

você não refutou Mises porque Mises é irrefutável. E segundo: Os Estados Unidos não são o país o mais livre do mundo economicamente. Fique você com o seu sentimentalismo enquanto o capitalismo produz riqueza e melhora as condições de vida das massas. Isso é só.


Uma pena ja estar fora do ar.. tendo artigos novos para refutar, so enviar.




Pessoas quererem trabalhar pouco (pois preferem o lazer ao trabalho duro) e não estarem muito a fim de entregar a terceiros uma grande fatia de seu dinheiro duramente conquistado seria uma evidência de "luta de classes"?!

Se eu lhe contrato para lavar meu carro, mas não estou a fim de lhe pagar R$ 1.000 pelo serviço (o qual eu mesmo posso fazer, em última instância), e você também não está a fim de trabalhar, isso é evidência de luta de classes ou simplesmente uma demonstração de bom senso de minha parte?

O que há para ser refutado no bom senso?

Em todo caso, já que você quer refutação, aqui vai uma bem completa:

A "necessidade do trabalhador" e a "ganância do empregador" são irrelevantes em determinar salários



As pessoas elegem políticos corruptos porque não conseguem imaginar um país sem políticos ou um Estado tomando conta de tudo, inclusive das leis. Talvez seja trabalho de todo libertário expandir essa ideia de que é possível um país sem políticos governando e ainda assim termos uma nação em ordem com leis realmente justa para todos. Infelizmente essas ideias libertarias são muito conhecida entre os empresários ou pessoas com um grau maior de escolaridade, os pobres que são a maioria só conhecem o Lula ladrão que por sinal é considerado um deus para eles, creio que deve haver um trabalho voluntario da parte de todos na expansão dessa ideia pela sociedade brasileira. Mas pelo oque eu vejo parece que vocês só querem ficar aqui na teoria.



Imagine se você só pudesse trocar de supermercado a cada quatro anos. Como seriam os preços, a qualidade e variedade dos produtos e o atendimento?

Pior, imagine se somente a cada quatro anos você pudesse trocar, não de supermercado, mas apenas a administração do supermercado.

Pior, se a escolha tivesse que ser entre um conjunto de equipes administrativas na sua maioria semelhantes e algumas até compostas por criminosos psicopatas.

Pior, se essa escolha dependesse de uma votação e a maioria escolhesse acreditando em promessas furadas e por critérios insanos ("vote nela porque ela é mulher").

Essa é a diferença entre o Estado e o livre mercado.

Por outro lado, na iniciativa privada existe a terceirização; o paralelo da iniciativa pública seria a privatização. Seria ótimo um presidente que privatizasse tudo que pudesse e minimizasse o Estado tanto quanto possível.

* * *



O socialismo prega que para haver liberdade é necessário que se constitua um Estado totalitário; e que para haver "igualdade", uma elite aristocrática hiperprivilegiada controlando a maioria totalmente desprovida de autonomia e individualidade.

O ser humano é incrivelmente versátil comparado aos outros animais, mas ele ainda funciona dentro dos parâmetros da biologia, da física, da termodinâmica e da cibernética e sua versatilidade não pode ser expandida além desses limites.

Logo, TENTAR mudar a natureza humana requer uma "ditadura do proletariado". Mas mesmo com o mais totalitário dos totalitários isso seria impossível. Portanto, jamais se passaria da "ditadura do proletariado" para o novo mundo utópico do comunismo.

É uma cilada, Bino!

* * *



Quem condena o capitalismo não sabe do que está falando.

Ou sabe, mas não se importa realmente com as pessoas.

* * *



"Caso todo este dinheiro tivesse sido simplesmente queimado, as consequências seriam melhores: no mínimo, não causaria novos prejuízos e nem induziria outros investimentos perdidos."

Caso todo este dinheiro tivesse sido simplesmente queimado, a redução da oferta monetária geraria deflação, aumentando o poder de compra de todos nós.

É até difícil imaginar o que é R$1 bilhão, quanto dinheiro é isso e o que daria para fazer.

* * *



"A polêmica nunca acaba: se uma determinada empresa recebe uma isenção fiscal do governo, imediatamente começa a gritaria de que ela está "recebendo subsídios do governo". Em seguida, afirma-se que isso seria muito injusto para com quem não recebe o mesmo tratamento."

O problema não é a isenção em si mesma. O problema é o grupo X receber isenção e o grupo Y não. Neste caso a isenção funciona como subsídio, um "subsídio negativo".

A solução não é deixar de dar a isenção para X, mas também dar a isenção para Y.

* * *


Acho que está invertido o parágrafo...

Por exemplo, mesmo 25 anos após a queda do Muro de Berlim, aquelas áreas da Alemanha que estiveram submetidas a um regime de estilo soviético — conhecido por República Democrática da Alemanha — continuam mais pobres que as outras áreas da Alemanha que não adotaram o comunismo, e que eram conhecidas como Alemanha Ocidental.


Esse consenso me deixa bastante preocupado, sigo muito o youtube e vejo isso em praticamente todos os vídeos comparativos, eles falam assim: "Nosso país não é assim por causa da corrupção".
E falando sinceramente, ainda falta muito para o povo brasileiro relacionar causa com consequência, e quando chegarmos lá, talvez será tarde demais.
Fico pensando de vez em quando se o Brasil seguisse os direcionamentos austríacos, onde chegaríamos. O Brasil têm potencial para ser uma das nações mais ricas, mas a mentalidade babá do povo não irá deixar isso acontecer. Seguindo os direcionamentos austríacos, será que passaríamos a China e os EUA? Será que teríamos renda per capita maior do que Singapura e Hong Kong?

Alguns geopolíticos advertem que para o Brasil ser uma superpotência econômica, o país deveria ter um território que dê acesso ao oceano pacífico, será que isso é verdade?


PROVA PRAXEOLÓGICA DA EXISTÊNCIA DA LUTA DE CLASSES:

"Todo patrão quer pagar o menos possível pelo máximo de trabalho possível do seu empregado e todo empregado quer trabalhar o menos possível e ganhar o máximo possível de salário.!"
Podem refutar esta proposição?


Comentário simplesmente perfeito. Ainda sobre Chang, veja meu comentário acima sobre a tese dele (Leandro 10/09/2016 01:35).


Deu vontade de reler esse artigo. Faz anos que vi esse site pela primeira vez e me lembro ávidamente da felicidade que foi me libertar das correntes da ignorância e desolamento das soluções para o mundo.


veja.abril.com.br/brasil/empresarios-brasileiros-presos-na-suica-por-lavagem-milionaria/


Contudo, a nao refutacao de uma teoria nao significa que a teoria seja verdadeira, apenas q e mais resistente q suas rivais.


A diferença, Pedro, é que quem paga a conta dos desocupados é o capitalista. O prejuízo é dele. O problema é dele.

Quem paga a conta dos funças somos nós.


Preciso de uma opinião dos economistas do Instituto Mises a respeito desta observação abaixo:

Os economistas heterodoxos que seguem a cartilha de Alexander Hamilton e Friedrich List, como o sul-coreano Ha-Joon Chang, citam a experiência de industrialização dos atuais países desenvolvidos relacionada à adoção do protecionismo para promover suas "indústrias nascentes", ainda no século XIX. É comum alguém citar as medidas protecionistas dos EUA no século XIX, principalmente nas questões envolvendo as tarifas de importação.

Contudo, o próprio Brasil adotou impostos de importação no século XIX, como a famosa Tarifa Alves Branco, e não se industrializou. Pelo que se pode analisar ao verificarmos os dados históricos, o imposto sobre importações era uma das tradicionais fontes de receitas dos governos ao redor do mundo no século XIX e foi perdendo importância a partir do início do século XX, quando o imposto de renda e outros tipos de tributos foram sistematizados ao redor do mundo.

Portanto, economistas como Chang montam uma falácia ao citar que os atuais países desenvolvidos praticavam políticas protecionistas que foram benéficas à economia, pois praticamente não havia outras tributações além do imposto de importação, que deixou de ser uma das principais fontes de receita dos governos ainda nas primeiras décadas do século XX. Se países como os EUA possuíam impostos de importação, por outro lado não havia outros impostos significativos que travassem a atividade econômica. Dessa forma, eles se industrializaram apesar da tributação sobre importações e não por causa do protecionismo alfandegário. E, apesar da existência de impostos sobre importação, a carga tributária total era baixa comparada aos dias atuais porque os outros tributos praticamente não existiam. Assim, mesmo com tarifas de importação mais elevadas sobre alguns produtos em relação aos dias atuais, a liberdade econômica era maior naquela época.

Outro ponto interessante é que, já nos anos 1930, os EUA adotaram a Tarifa Smooth-Hawley, que simplesmente agravou os efeitos da Grande Depressão. Assim, surge outra pergunta. Por que os impostos sobre importação seriam "benéficos no século XIX e ruins no século XX"? Obviamente, Chang desdenha sobre os efeitos da Tarifa Smooth-Hawley nos anos 30, visto que ele precisa sustentar suas falácias de qualquer maneira.


Em 1915 o pobre cagava no mato, ja que privada era coisa de rico. Hoje tem privada ate em barraco de madeira.


Tem um lado ruim no atual quadro da corrupção no Brasil que está prejudicando o efeito didático da maior crise econômica da história. Parece existir um consenso geral que a culpa da crise é da corrupção, mais ela é só a cereja do bolo, o motivo determinante foi a violação contumaz e pretensiosa das Leis Econômicas por parte dos últimos governos e suas políticas fundamentadas na escola keynesiana. Infelizmente algumas sociedades não sabem aprender com os erros e parece estamos perdendo mais uma oportunidade.



Ué, e qual empresa privada adepta desta prática se mantém em um mercado concorrencial?

1) Empresa privada cabide de emprego está gastando o próprio dinheiro, e não o dinheiro dos pagadores de impostos.

2) Empresa privada cabide de emprego será ineficiente e, por conseguinte, irá perder mercado para outras empresas mais enxutas e mais eficientes. E, de novo, nenhum dinheiro público foi confiscado é consumido.

3) Empresa privada cabide de emprego só consegue se manter se operar em um mercado protegido pelo governo (seja por tarifas de importação, por agências reguladoras) ou se for recebedora de fartos subsídios. Aí, realmente, ela pode durar, pois os consumidores não têm alternativas.

Desnecessário dizer, no entanto, que tal arranjo é o exato oposto de um livre mercado, mas sim a exata definição de um mercado sob forte intervenção estatal.

Empresa privada cabide de emprego, em suma, são o produto direto da abolição do livre mercado pelo estado.

"É de partir a rir" o seu desconhecimento básico sobre economia.


OFF: www.dci.com.br/financas/dolar-fecha-no-menor-nivel-em-seis-meses,-a-r$-3,09,-com-otimismo-de-investidores-id650099.html

https://www.portalaz.com.br/blog/blog-do-murilo/402870/desigualdade-de-renda-no-brasil-nao-caiu-entre-2001e-2015-aponta-estudo


É de partir a rir o mises apresentar as empresas estatais como cabides de emprego, como se as privadas não rstuvessem também cheias de penduras que não fazem nafa e vivem á custa dos trabalhadores e dos clientes.


Obrigado pela resposta, Gustavo.

Li o artigo recomendado e concordo que as características intrínsecas de trabalho duro e poupança tenham sido essenciais para o desenvolvimento econômico do Japão neste período, disso realmente não tenho dúvidas. A intensificação dos gastos do governo recentemente, seguindo a receita keynesiana, de fato não tem ajudado em nada a economia japonesa nas últimas duas décadas.

Entretanto, por mais que não tenha sido estritamente keynesiano, o período de 1950-1980 foi de fato um onde o Estado esteve presente de forma incisiva, seja garantindo subsídios, impedindo a entrada de produtos estrangeiros ou financiando a produção de armamentos para a Guerra Fria.

Um bom artigo sobre o período é este:https://mises.org/library/rise-and-fall-japanese-miracle.

Abraços!



O problema são os impostos. Eu retiro minério do solo (pago imposto), produzo aço (pago imposto), vendo aço para uma montadora (pago imposto), a montadora compra (paga imposto), a montadora faz um carro e vende (paga imposto), joão compra um carro (paga imposto)....

Eu compro milho (imposto embutido), planto o milho e vendo para uma fábrica (pago imposto), a fábrica faz uma ração e vende para uma loja (paga imposto), a loja compra a ração para a revenda (paga imposto), a loja vende a ração (paga imposto), a ração é usada para alimentar um animal para a venda (paga imposto)...

E para onde o imposto vai? Deveriam, pela lógica ter universidade, saúde e a zorra toda gratuitas...


A Análise do Comportamento, que é uma ciência do comportamento, corrobora em vários aspectos com o conhecimento anarco-capitalista.
Gostaria muito de fazer um curso formal em Escola Austríaca, e assim talvez até produzir sobre isso.


A invenção do computador faliu vários fabricantes de máquinas de escrever. Como explicar isso?

A invenção da luz elétrica faliu vários fabricantes de velas. Como explicar isso?

A invenção do automóvel faliu vários fabricantes de charrete. Como explicar isso?

A mecanização da agricultura desempregou muita mão-de-obra de baixa produtividade. Como explicar isso?

Dica: livre comércio sempre levará à falência quem estava acostumado com reserva de mercado e que, por isso, cobrava caro por seus produtos. A falência dessas pessoas é uma benção para o consumidor, que agora poderá comprar produtos importados bem mais baratos e de maior qualidade.

Ah, sim, especificamente sobre sua pergunta, veio sacar no lugar errado: a redução de tarifas em 1860 afetou apenas os estaleiros do Barão de Mauá. Suas outras atividades continuaram normalmente.

Sua bancarrota de fato ocorreu apenas em 1875, e deu-se por causa da quebra do seu banco, o Banco Mauá. Não teve nada a ver com livre comércio, mas sim com má gestão bancária (muito também causada pelo fato de que o barão já estava muito doente, com diabetes e sem grandes energias para tocar negócios).


Não é possível desobedecer as leis econômicas e viver por muito tempo.


O Brasil império teve suas alíquotas reduzidas de modo que essa abertura econômica quebrou o Barão de Mauá. Como explicar isso?


Vou te explicar uma realidade bem assombrosa que está acontecendo recentemente: A burguesia inventou os furacões para vender comida e gasolina.


REBELDES PRIMITIVOS

Com a Constituição de 1988 foram enaltecidos os direitos em detrimento das obrigações.


Os "rebeldes primitivos", expressão emprestada do historiador marxista Erick Hobsbawm e adaptada ao contexto brasileiro, sufragados por intelectuais que abraçaram o pensamento do italiano "Luigi Ferrajoli, expresso na obra "Direito e Razão", passaram a atuar em "terrae brasilis" em agressão à ordem estabelecida, ofendendo os membros da comunidade.


Aqueles despossuídos de prata, ouro, títulos e educação especial, agredidos pelos rebeldes, passaram a preconizar a aplicação draconiana das normas penais, com sustentação no pensamento do germânico Gunther Jabobs, resumido no livro "Direito Penal do Inimigo". Acrescente-se, ainda, a aplicação das Teorias Econômicas Neoliberais no Brasil, sem qualquer meditação crítica, formando uma massa instável e violenta de perdedores, fato previsto pelo economista norte-americano, Edward Luttwak no livro denominado "Turbocapitalismo".


Diante desse "inferno social" o Estado punitivo se enfraqueceu. A situação atingiu nível tão elevado de instabilidade, que obrigou o STF em sua missão de interpretação da Constituição e de pacificação social, lançar às masmorras, de forma mais expedita, os criminosos.

Em decorrência do atrito entre o pensamento do intelectual, preocupado com questões abstratas, e a dura realidade enfrentada pelo povo, principal vítima dos rebeldes, a Democracia soçobra.


Hong Kong não é um país, nem tem reconhecimento como tal.

Hong Kong é parte da China.


Marcela, tem whatsapp? Comprei uns livros de Keynes pra gente fazer uma fogueira.


KKK Muito bom. Esse historiador Minimim deve ser irmão do Capital Imoral! E os dois devem ser da mesma família de gênios como: Marx, Keynes e Leandrinho Karnaval, ou melhor, Karnal.


Em defesa do separatismo sulista? Interessante.

Vamos olhar as propsotas sulistas? Vamos


"Our new government is founded upon exactly [this] idea; its foundations are laid, its corner- stone rests upon the great truth, that the negro is not equal to the white man; that slavery -- subordination to the superior race -- is his natural and normal condition. This, our new government, is the first, in the history of the world, based upon this great physical, philosophical, and moral truth."


Hmmm, bem liberais.

https://en.wikipedia.org/wiki/Cornerstone_Speech


Petismo: uma vaca é do "Amigo" e a outra é do "Italiano".



É tão "frágil" o argumento que o próprio Marx utiliza:

"Entre a sociedade capitalista e a sociedade comunista medeia o período de transformação revolucionária da primeira na segunda. A este período corresponde também um período político de transição, cujo Estado não pode ser outro senão a ditadura revolucionária do proletariado." (Critica ao Programa de Gotha)

Já os países escandinavos, eles não são socialistas! O povo escandinavo sabe bem isto, mas o brasileiro socialista é que não sabe. O modelo social-democrata naqueles países é o reformista, que surge com o rompimento de Eduard Bernstein com o marxismo e o socialismo. A social-democracia reformista é capitalista, visto que reconhece os avanços deste e acredita ser o melhor sistema econômico para se viver. Além do mais, prega o dinamismo de estado, e é por isto que os países adotam uma gama enorme de políticas liberais (que, aliás, faz parte da história econômica da maioria daqueles países).

Mas aqui no Brasil, o marxista "canta de galo" por algo que não tem nada a ver com o que ele defende, ao contrário, chiam por um mínimo de reforma que possa se assemelhar a vida dos nórdicos.


Caro sr. Janjão, segundo o próprio Ludwig von Mises "O viciado em drogas e os alcoólatras prejudicam somente a si próprios com seu comportamento. A pessoa que viola as regras da moralidade, que governam a vida do homem na sociedade, prejudica não só a si próprio como a todo mundo. A vida em sociedade seria, praticamente, impossível, se as pessoas que desejam sua continuada existência e que pautam sua conduta de modo apropriado tivessem de renunciar ao uso da força e da obrigatoriedade contra aqueles que estão prontos a minar a sociedade com seu comportamento. Alguns poucos indivíduos, isto é, algumas pessoas não desejosas ou incapazes de fazer sacrifícios temporários que a sociedade delas exige, poderiam tornar impossível a existência de toda a sociedade. Sem aplicação de obrigações e coerção contra os inimigos da sociedade, seria impossível a vida em sociedade", então, se o senhor aprecia substâncias tóxicas, dê liberdade aos outros que pensam diferente do sr., afinal, de acordo com as sábias palavras do nosso Diretor Helio Beltrão, humildade, sobriedade, comedimento e moderação são essenciais para o debate de ideias.


Essa também pode ser chamada de "política industrial".




Pegando o gancho do economista,por favor,alguém poderia me explicar a questão do PIB?(sabendo que não é um indicador ideal para medir riqueza e tal).O colega falou o que geraria um crescimento robusto seria o investimento estrangeiro,mas o que vemos são os economistas falarem que o carro chefe é o consumo das famílias,representando 60 a 65% do PIB,governo 20% é FBCF 15% e Exp x Imp seria insignificante?O que até tem relação com outra divisão?O agro 5%,Indústria 15% é o restante serviço.Ja adianto que sou leigo.Estou aprendendo aqui no IMB com seus excelentes artigos e nos comentários dos amigos!


"O problema é que no Brasil qualquer pessoa empreende, e quando digo qualquer pessoa, são pessoas que não tem o minimo de conhecimento sobre lucros, tributos e o principal, separar Pessoa Física de Pessoa Jurídica. Aí a empresa quebra, e o cara acha que o contador só serve para apurar impostos. "

As pessoas empreendem precariamente para colocar comida na mesa, para vestir e calçar seus filhos e ajudar seus pais enfermos a comprar remédios, a formalização é apenas para não apanhar da polícia e ser humilhado por fiscais. Os indivíduos deste país com mais conhecimentos sobre lucro, tributos e administração se dividem em 3: funças, emigrantes e loucos que perderam as faculdades mentais e tocam negócios no Brasil.


Outro doido que caiu de paraquedas no site do Mises Brasil... Tem dezenas de textos aqui mesmo sobre social-democracia europeia, sobre welfare state, sobre a mitologia do socialismo da Noruega, Suécia, Dinamarca e Finlândia.


Se o Islã e os Islâmicos forem de fato tão tóxicos assim, Felipe, as apólices de seguro cuidariam do problema.

Você nem precisa de anarcocapitalismo ou armamentos, isso já acontece. Na Suécia, as apólices de seguro multiplicaram de preço com a chegada de refugiados por causa do aumento dos sinistros. O que acontece hoje é que os hotéis das cidadezinhas no interior, quando são tentados pelo governo a virar asilo para refugiados, sofrem um forte escrutínio tanto dos vizinhos como pela comunidade já que os estrangeiros são associados com perda de turistas e aumento dos custos de seguro. A forma do estado de driblar isso é oferecer quantias obscenas de dinheiro aos proprietários dos hotéis para que aceitem a conversão.

Porte de armas ajuda mas o terrorismo costuma agir de acordo com todos os meios possíveis. Se disparar contra multidões não for viável, alguém simplesmente jogará uma mochila na lixeira de uma lanchonete.

@Mumm-Rá

Não entendi muito bem seu comentário. Acho que você está confundindo tráfico de pessoas com sequestro.

Tráfico de pessoas é tipo aquilo que coiotes fazem atravessando as pessoas pela fronteira dos EUA.



Um breve relato de economia - Paul Strathern.
Ainda estou terminando, li em algum lugar que não cita mises, etc.



Como contador, vou sair em defesa da classe.

Existe sim, uma quantidade absurda de contadores que apenas "apuram" impostos e taxas, mas a função e o conhecimento de um bom contador vão muito além disso. O problema é que no Brasil qualquer pessoa empreende, e quando digo qualquer pessoa, são pessoas que não tem o minimo de conhecimento sobre lucros, tributos e o principal, separar Pessoa Física de Pessoa Jurídica. Aí a empresa quebra, e o cara acha que o contador só serve para apurar impostos.

É uma estrada de mão dupla, onde os contadores não demonstram seu valor, e onde os empresários em sua grande maioria não sabem nem o que estão fazendo.


Na verdade, o tolinho está querendo dizer que os países escandinavos são "socialistas". Lembre-se: com a debacle da Venezuela (até ontem o país cujo socialismo era um modelo a ser copiado pelo Brasil), à esquerda só restou dizer que o socialismo que eles defendem é o escandinavo.

Só que tem um probleminha básico: se a Escandinávia é socialista, então eu sou ultra-socialista. Aos dados:

Segundo o site Doing Business, nas economias escandinavas,

1) você demora no máximo 6 dias para abrir um negócio (contra mais de 130 no Brasil);

2) as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média (no Brasil, se você quiser importar pela internet, pagará no mínimo 60%);

3) o imposto de renda de pessoa jurídica é de 15% (no Brasil, chega a 34%);

4) o investimento estrangeiro é liberado (no Brasil, é cheio de restrições);

5) os direitos de propriedade são absolutos (no Brasil, grupos terroristas invadem fazendas e a justiça os convida para um cafezinho);

6) o mercado de trabalho é extremamente desregulamentado. Não apenas pode-se contratar sem burocracias, como também é possível demitir sem qualquer justificativa e sem qualquer custo. E tudo com o apoio dos sindicatos, pois eles sabem que tal política reduz o desemprego. Não há uma CLT (inventada por Mussolini e rapidamente copiada por Getulio Vargas) nos países nórdicos.

O único quesito em que os nórdicos superam o Brasil em ruindade é no IRPF, cuja alíquota máxima lá é maior que a daqui.

Aliás, na classificação do Instituto Fraser, a Suécia e a Dinamarca possuem mais liberdade econômica que os EUA no que diz respeito à estrutura legal e aos direitos de propriedade; a moeda é mais sólida (temos menos inflação), o comércio internacional é mais livre e menos protecionista, e as regulamentações sobre as empresas e sobre o mercado de crédito são mais baixas. Não há uma aquela infinidade de leis que regulamentam profissões e licenças ocupacionais, as quais bloqueiam a concorrência em vários outros países.

Os países escandinavos tributam pouco as pessoas produtivas da sociedade. O imposto de renda de pessoa jurídica é dos menores do mundo. A alta carga se concentra nos impostos indiretos e também nas pessoas físicas de renda mais alta (o que de pouco adianta, pois tais pessoas sempre conseguem driblar as regulamentações e evadir esses impostos).

Artigos para você:

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Mitos escandinavos: "impostos e gastos públicos altos são populares"


Não há atalhos nem mágicas. O que gera riqueza é divisão do trabalho, poupança, acumulação de capital, capacidade intelectual da população (se a população for burra, a mão-de-obra terá de ser importada), respeito à propriedade privada, baixa tributação, segurança institucional, desregulamentação econômica, facilidade de empreender, moeda forte, ausência de inflação, empreendedorismo da população, leis confiáveis e estáveis, arcabouço jurídico sensato e independente etc.

Sem isso, não haverá investimentos estrangeiros, que é a única coisa que trará crescimento econômico e enriquecimento para países pobres.


Ué, não entendi. Como assim?! Quer dizer então que a validade de uma teoria -- no caso do artigo acima, de uma empiria -- depende estritamente do que os escandinavos pensam dela?

Por que especificamente os escandinavos? Quem os colocou nessa invejável e autoritária posição de ser os jurados de toda e qualquer teoria (ou empiria) ao redor do mundo?

Poderia me atualizar, por gentileza?


Socialismo requer ditadura??
Parece-me uma afirmação muito frágil.
Será que o povo escandinavo sabe disso?


Economistas sabem que o banco central é o causador de inflação,mas teimam em repetir esse erro para atender interesses inconfessáveis,portanto inocente não são talvez em alguns casos equivocados,mas inocentes jamais,afinal o poder corrompe pois o mundo do crime é sedutor,Maquiavel em seu livro o príncipe mostra como o chefe de quadrilha deve conduzir seus asseclas,enfim é um manual de condutas para qualquer chefe de orcrim e o poder estatal é uma orcrim,pois imposto é roubo!!!