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Últimos comentários


Cabe lembrar que qualquer TRABALHADOR que não estiver satisfeito com essa posição na cadeia produtiva pode virar um EMPREENDEDOR e mudar de papel. Essa é a livre iniciativa.


Vejamos.

"Com 6 anos de empresa vc já ganha uns seis meses de salario em uma demissão."

Mentira. É com 15 anos, exatamente como dito no artigo. Eis o que informa um site da própria Dinamarca:

"The relevant provision allows for a severance payment corresponding to a maximum of three months' salary, however increasing to six months' salary in case of termination after 15 years of employment."

en.delacour.dk/news/2012/june/danish-employment-law/

E isso foi exatamente o que disse o artigo. Copio o trecho:

"[...] não há nenhuma indenização por demissão (nem por demissão sem justa causa). [Fonte] O máximo que existe é uma indenização de seis meses de salário para quem trabalhou na mesma empresa por mais de 15 anos. [Fonte]"

Ou seja, você já começou mentindo desbragadamente em sua primeira frase.

Continuemos.

"Os sindicatos são extremamente fortes e garantem o nivel minimo de negociação coletiva."

Frase completamente inócua. Eis o que diz o artigo:

"Eventuais negociações coletivas entre sindicatos e empresas não demoram menos do que 30 anos para a maioria dos assuntos relevantes (como estipular um salário-base para uma categoria ou as horas de trabalho semanais). Com efeito, 25% dos trabalhadores dinamarqueses não estão cobertos por nenhum acordo coletivo [Fonte], sendo livres para negociar face a face com o empresário."

"A tributação sobre o consumo pode ser alta mas carros são tributados em 180% por exemplo, o que afeta os mais ricos."

Desculpe, mas você tem sérios problemas com a lógica. Se impostos indiretos afetam os ricos, imagina então os pobres?!

Impostos sobre consumo não discriminam por renda. As alíquotas são iguais para todos. Se impostos indiretos ferram com os ricos, então eles simplesmente destroem os pobres.

Sua participação até aqui está desastrosa.

"Adicionalmente, as pessoas aqui são obrigadas a trabalhar para ter acesso a alguns seguros (ser obrigado a trabalhar não é bem neoliberal)."

Ué, fala isso pra esquerda! Se a turma daqui souber que, na Dinamarca, você só consegue seguro se trabalhar e produzir, eles surtam! Isso seria uma intolerável demonstração de reacionarismo e uma inaceitável exigência capitalista.

Com essa, você só reforçou tudo o que diz o artigo.

"Outra coisa que o artigo obviamente não tem nenhum interesse en mencionar"

Só de curiosidade: por que este "outra coisa"? Tudo o que você falou até agora foi ou mentira (5 anos de trabalho versus 15 anos), ou irrelevante (sindicatos), ou apenas reforçou a mensagem do artigo (trabalhar para ter seguro).

"eh a noção escandinava de público onde todos contribuem para todos. Esse sentimento não é criado pelo neoliberalismo nem pela cultura capitalista."

Outra colocação completamente irrelevante e sem sentido perante o tema discutido.

"E outra a fraca hierarquia nas empresas onde todos são tratados de maneira mais igual com maior nível de confiança."

Mais uma!

"Espero ter ajudado com o que vejo na prática e que difere bastante da visão viesada apresentada aqui."

Pelo visto, você deve ter chegado aí ontem. Demonstrou não saber nada sobre a economia daí.


Se depois de ler esse maravilhoso artigo você continua demonizando o capitalismo,por favor,mude-se para um estábulo e passe a alimentar-se de capim ao invés de arroz,feijão e carne.



Amigo, esse tipo de coisa deveria ser muito bem analisada antes de ser postada. Com 6 anos de empresa vc já ganha uns seis meses de salario em uma demissão. Os sindicatos são extremamente fortes e garantem o nivel minimo de negociação coletiva. A tributação sobre o consumo pode ser alta mas carros são tributados em 180% por exemplo, o que afeta os mais ricos. Adicionalmente, as pessoas aqui são obrigadas a trabalhar para ter acesso a alguns seguros (ser obrigado a trabalhar não é bem neoliberal). Outra coisa que o artigo obviamente não tem nenhum interesse en mencionar eh a noção escandinava de público onde todos contribuem para todos. Esse sentimento não é criado pelo neoliberalismo nem pela cultura capitalista. E outra a fraca hierarquia nas empresas onde todos são tratados de maneira mais igual com maior nível de confiança.
Espero ter ajudado com o que vejo na prática e que difere bastante da visão viesada apresentada aqui.


Antes de afirmar que existe "exploração", tente analisar alguns números. Dizer que o lucro é "excessivo" e que os salários são "baixíssimos" pode ficar bonito em um discurso, mas como argumento é inútil, especialmente quando fica óbvio que o autor do discurso já definiu a priori que o lucro, qualquer que seja, sempre será "excessivo" e o salário sempre será "baixíssimo".


Correto, mas tudo isso que você descreveu é conseqüência de outro problema ainda mais diretamente relacionado à ausência de propriedade privada dos meios de produção: a impossibilidade de se fazer qualquer tipo de cálculo econômico.

Vamos supor que os socialistas tenham sido capazes de criar um poderoso exército de cidadãos genuinamente ávidos para seguir todas as ordens de seus mestres, os planejadores socialistas.

Fica a pergunta: o que exatamente esses planejadores mandariam esse exército fazer? Como eles saberiam quais produtos seus escravos deveriam produzir? Em qual etapa da cadeia produtiva cada exército deveria trabalhar? Quanto de cada produto deve ser produzido em cada etapa da cadeia de produção? Quais técnicas ou quais matérias-primas devem ser utilizadas na produção como um todo? Qual a quantidade de matérias-primas a ser utilizada? Onde especificamente fazer toda essa produção? Como eles saberiam seus custos operacionais ou qual processo de produção é mais eficiente?

Em qualquer arranjo econômico que seja mais complexo do que o exemplo de Robinson Crusoé sozinho em uma ilha, o comitê de planejadores socialistas simplesmente não teria como saber o que fazer. E nem como responder a essas perguntas vitais.

E por um motivo muito simples: o socialismo não dispõe daquela indispensável ferramenta que só existe em uma economia de mercado, e a qual empreendedores utilizam para fazer cálculos e estimativas: existência de preços livremente definidos no mercado.

Sob o socialismo, os meios de produção (fábricas, máquinas e ferramentas) não possuem proprietários definidos (eles pertencem ao estado). Se os meios de produção pertencem exclusivamente ao estado, não há um genuíno mercado entre eles. Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços. E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica, o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.

Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens de capital para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa possível.

Dado que a própria essência do socialismo é propriedade coletiva dos meios de produção, e dado que tal arranjo não permite o surgimento de preços de mercado, e dado que sem preços não há o mecanismo de lucros e prejuízos, que é o que traz racionalidade para qualquer processo produtivo, o comitê de planejamento central não seria capaz nem de planejar nem de tomar qualquer tipo de decisão econômica racional.
Suas decisões necessariamente teriam de ser completamente arbitrárias e caóticas.

Consequentemente, a existência de uma economia socialista planejada é literalmente "impossível".


A relação empregado x empregador é simbiótica.

A relação pessoa x estado é parasitária.


IMPOSTO É ROUBO. Lucro ou Prejuízo é o resultado no final do exercício(Lucro = preço de venda - preço de custo). Lucro quando o resultado final é positivo. Prejuízo quando o resultado final é negativo.

Tentando interpretar e esclarecer o comentário que me antecede:
1- Existe uma demanda, um comprador que precisa de um produto ou serviço;

2- Existem duas empresas com poucos recursos;

3- A empresa 1, descobre da demanda e pega o "serviço";

4- A empresa 1 contratada, terceiriza o serviço com a empresa 2;

5- A empresa 1 obtém um "Lucro" em cima da empresa 2;

6- A empresa 2 presta o "serviço", e no final do serviço prestado ela obtém lucro menor do que a empresa 1;
(NOTE QUE A EMPRESA 2 SIMPLESMENTE PODE ESCOLHER NÃO PRESTAR O ''SERVIÇO'');

7- Por motivos óbvios ninguém trabalha de graça, e a empresa 1 conseguiu o contato ou teve algum diferencial que a empresa 2 não proporcionou. (ANALISE QUE ESTE DIFERENCIAL PODE APENAS TER SIDO UM ATENDIMENTO DE MELHOR QUALIDADE);

LEMBRE-SE o dinheiro é seu você compra o que quiser pelo preço que quiser.

Meu ponto de vista:
1- o Comprador compra de quem quiser, pois ele quer o produto, e ele tem direito de escolher o que acha certo, bom ou necessário para si;

2- A empresa 1 ou 2 (propriedade privada de recursos escassos 1 ou 2) não tem poder e não deve ter NUNCA poder de escolher pelo COMPRADOR;(nem EMPRESA, nem GOVERNO)

...

Caso você ainda não tenha entendido o sentido de toda essa conversa, e acredita que alguém deve escolher o que você deve comprar, fazer, como se comportar, como se vestir, e como falar, existem paraísos para você como a Coreia do Norte, ou Cuba, lá as pessoas não tem muito poder de escolha.




"Bitcoin afunda cada vez mais, de $1200 pra $170, os otários que acreditaram nisso perdem cada vez mais dinheiro e Peter Schiff was right...again...".

Só pra registrar.
Preço do Bitcoin HOJE: 2200 dólares.


Obrigado pela resposta, eu não sabia mesmo!

Até procurei no Google, mas não usei as palavras certas.


Quando eu for emigrar do Bostil darei preferência à algum país que não dê ajuda à imigrantes ilegais.
Isso só serve para atrais parasitas.


"O fato de descobrir que a mais-valia é na verdade juros em decorrência do tempo e do risco não elimina o fator taxa de exploração."

Vejamos seu argumento.

"Altas taxas de retorno em juros em qualquer forma de empréstimo é ruim não só para quem o contraiu, mas pode afetar a sociedade inteira".

Ou seja, aqui você está do lado do empreendedor, que é quem se endividou.

E outra coisa: em que cenário os juros são altos? Aliás, por que os juros são altos? Até onde se sabe, quem estipula a taxa básica de juros da economia é o governo.

Artigos para você:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1094

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2532

"Salários baiximos puxa a economia para baixo"

E por que os salários são baixos? O que puxa os salários para baixo? O que impede que eles sejam altos? Maldade do capitalista? Você acha que uma faxineira só não ganha R$ 10 mil por mês porque "o patrão é mau"?

Artigos para você:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1457

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2498

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1654

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1241

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2515


O grande problema do brasileiro é que ele jura que questões puramente econômicas podem ser resolvidas com meras afetações de indignação e de vitimismo. Quem dera a economia fosse tão simples assim.


A argumentação desse Tommy Jarvis foi tão profunda que só mesmo o John Holmes poderia dar um jeito nela.


Terceira opção: ele explicaria exatamente como funciona o arranjo que levou a este tipo de situação: um mercado de trabalho completamente engessado por encargos sociais e trabalhistas, os quais encarecem sobremaneira o preço do trabalho legal.

Se o governo faz com que empreender e gerar empregos legalmente seja proibitivo em termos de custos, então a mão-de-obra de qualidade mais baixa não encontrará nenhum emprego formal, e só conseguirá ganhar alguma coisa e sobreviver se se rebaixar a humilhações.

Enquanto empreender e empregar legalmente no Brasil for muito caro, a mão-de-obra menos qualificada será a que mais irá sofrer, tendo de se humilhar para conseguir algo.

No Brasil, para abrir uma empresa são necessários 107 dias, em média. Pagar impostos requer 2.600 horas apenas para preencher formulários (mais do que o dobro do segundo colocado, a Bolívia). Empregar alguém traz um custo extra de 103% do salário só com impostos e outros encargos trabalhistas. Há um estudo da FGV que fala em até 183%.

Ou seja, além do salário, o empregador legalizado tem de pagar o equivalente a outro salário só com impostos, encargos sociais e trabalhistas. (Coisas como imposto sindical ou contribuição para a reforma agrária são comuns).

Não bastasse isso, ainda é necessário arcar com nada menos que 93 impostos diferentes.

Não sendo viável nem empreender legalmente e nem ser contratado legalmente, só resta às pessoas nesta situação irem buscar outros meios de sobrevivência. E é no mercado informal que elas encontram algum oxigênio. E lá deles estarão sujeitos tudo apenas para sobreviver.

A informalidade é o único refúgio de quem quer sobreviver em uma economia asfixiada pelo estado



É isso o que Mises explicaria. Mas não sem antes se desesperar perante a ignorância econômica de algumas pessoas, as quais ainda pedem mais estado engessando tudo. Isso é o mais desesperador de tudo.


Caro Bruno Feliciano,

Se você entende que defender marginais é imoral, precisa o quanto antes rever seus conceitos e entender melhor o raciocínio jurídico.
Primeiro porque antes que a pessoa seja considerada um "marginal", deve ter o direito de defesa. Segundo, porque um advogado não defende o marginal, mas o cumprimento da lei em abstrato.
Mesmo que culpado a pessoa tem direito a um julgamento segundo a lei, pois o contrário resultaria exatamente no problema apontado no artigo, ou seja, juízes legislando, neste caso, em situações particulares.


Por favor, geme mais alto, que ainda não tá dando pra ouvir direitinho. Quero ter mais prazer com a sua dor.


Sim, ele funcionou exatamente assim durante o governo Dilma, quando o governo congelou os preços de venda, mas não fez nada para baratear a criação de oferta. Como consequência, isso acabou levando o setor à insolvência.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2694


Se ele fosse reaplicar a mais-valia toda no negócio não faria sentido ele investir e correr riscos. O investido trabalha de modo que tenha o máximo de ganho.


Olá! Parabéns pelo artigo. Só fiquei com uma dúvida. Vc comentar, por favor com maiores ilustrações, o final do artigo que diz: "Se a demanda for separada da oferta e passar a operar independentemente desta, então os mercados jamais serão eficientes, jamais tenderão ao equilíbrio e o governo sempre terá de intervir para nos salvar de nós mesmos". Tenho razões para acreditar que o Setor Elétrico Brasileiro funciona assim.


O fato de descobrir que a mais-valia é na verdade juros em decorrência do tempo e do risco não elimina o fator taxa de exploração. Altas taxas de retorno em juros em qualquer forma de empréstimo é ruim não só para quem o contraiu, mas pode afetar a sociedade inteira. Salários baiximos puxa a economia para baixo. E assim todos perdem.


Excelente artigo! Bem básico e de fácil entendimento para pessoas como eu que não absorvem muita informação de uma só vez.

Ainda sobre o capitalista/empreendedor e sobre os meios de produção, é correto afirmar que uma economia de meios de produção socializados não funciona por não haver capitalistas e empreendedores criando novos negócios e, assim, "reabastecendo" a economia com novas empresas(visto que certamente empresas irão à falência) e assim ter na economia um número cada vez menor de empreendimentos(recesão) e que, dado que os líderes têm um conhecimento limitado, não podem prever as futuras demandas dos consumidores presentes na economia tal qual os capitalistas?

Isso não é bem uma pergunta, é só um pensamento que cheguei baseado no que li aqui e acolá, se alguém disser se está certo ou errado agradeceria.


Se Mises tivesse vivo, ele seria contra ou a favor de trabalhadores do Pará em que o fazendeiro contrata jagunços para impedir que os trabalhadores saiam da fazenda sem pagar a trazida destes para a fazenda(escravidão por dívida)?

( )Sim

( )Não


A sua observação está correta, mas deslocada em termos temporais. O consumidor não apenas sempre existiu, como também sempre foi o objetivo final de todo e qualquer processo produtivo. Logo, não faz sentido dizer que é só agora "no século XXI" que o consumidor entrou em cena e alterou a balança.

O consumidor, de novo, sempre existiu e sempre foi o destinatário dos processos de produção.


Existe uma questão mais relevante do que a que foi abordada e que tem sido ignorada na questão. A luta capital trabalho tem um novo componente no século xxi chamado consumidor, sendo que a empresa tornou-se um ente que deve operar e transferir praticamente todo o montante da mais valia não ao patrão ou ao empregado, mas ao consumidor, na forma de produtos melhores e mais baratos, sob pena de nao o fazendo, sucumbir a concorrência. Essa transferência ao consumidor se da pelo reinvestimento da mais valia no próprio sistema de a produção. Ignorar isso leva a destruição do meio de produção. Achar que o dono do meio de produção pode ficar para si com a mais valia, ou que o empregado tem direito a ela é mostrar desconhecimento total do funcionamento do mercado e do direito do consumidor a se apropriar da mais valia. A transferência da mais valia ao patrão ou ao empregado importa na destruição do meio de produção.


Por que, para Marx, o capitalista que não trabalha explora o trabalhar com a mais-valia e deve ser extinto, mas alguém incapacitado de trabalhar que recebe subsídios não?


Conheci as ideias de Mises e outros liberais em geral a relativamente pouco tempo. Passei os primeiros 30 anos da minha vida absorto na social-democracia (e olha que me achava meio de "direita"). Os artigos postados no IMB, seja de autores brasileiros ou do exterior desmontam de forma cabal as premissas dos socialistas.


"O direito seria substituído pelo poder financeiro".

Tipo, como já é hoje?

"As agências mais fortes seriam, logo, as detentoras do direito e, em breve, as detentoras de poder"

Tipo, exatamente como já é hoje?

"Sim, como as máfias e as milícias."

Tipo, exatamente como já existe hoje?


Ou seja, o pior cenário que você conseguiu conceber é exatamente aquele no qual já estamos vivendo exatamente hoje. Se o que de pior pode acontecer é terminarmos exatamente como já estamos hoje, então vale a pena. No mínimo, levaremos várias décadas até regredirmos até onde estamos hoje. Até lá, dá pra fazer muita coisa boa.


Quem é contra o lucro é contra o desenvolvimento e a inovação. E quem é contra o desenvolvimento e a inovação é a favor da perpetuidade da pobreza. Logo, quem é contra o lucro é a favor da manutenção dos pobres na pobreza.

Em uma economia de livre mercado, nenhum lucro é "excessivo" - por definição

Condenar o lucro é defender o retrocesso da humanidade

A propriedade privada dos ricos beneficia a todos e é responsável direta pelo nosso bem-estar

A "necessidade do trabalhador" e a "ganância do empregador" são irrelevantes em determinar salários


Sobre "discrepâncias" entre salários de donos de empresa e salários dos empregados, há duas questões:

1) Essa fábrica trabalha em algum setor regulado pelo governo ou protegido por tarifas de importação? Se sim, então não há nada que possa ser feito. Sendo a entrada de concorrentes proibida, não há como os concorrentes competirem pela mão-de-obra, que é o que geraria aumentos salariais.

Em um mercado livre, essa discrepância salarial faria com que vários indivíduos decidissem também investir neste ramo, em busca desses altos lucros. Isso não apenas diminuiria a margem de lucro das empresas ali operantes, como aumentaria os salários da mão-de-obra, pois haveria maior disputa por elas.

2) Se porventura tal fábrica opera em um setor desregulamentado -- o que, por se tratar de fábrica, duvido bastante --, então os dados que ele chutou (sem nenhuma fonte) estão errados. Tal setor já estaria sob intensa concorrência hoje, com salários bem mais altos.


Cerca de 60% das médias e pequenas empresas fecham até o segundo ano. Isso quer dizer que os empegados dessas empresas receberam pelo trabalho efetuado e o capitalista SIFU! O risco empresarial é grande. Dentre as pequenas, praticamente todas quebram aos longo dos anos.



Ótimo artigo, e que dificilmente entrará na cabeça dos marxistas. Esses dias estava discutindo e debatendo com um, mostrando as malezas do estado e do banco central. Depois de tudo discutido, ele entra com um papinho de que é contra o lucro, que não aceita de maneira nenhuma o dono da fabrica ganhar 50.000,00, e o trabalhador 1.000,00 , e o culpa por exploração.

Qual seria a melhor forma de rebater esse argumento entre lucro x salário?


O investidor precisa remunerar o capital e o tempo/risco do negócio. Se o trabalhador auferir toda renda gerada pelo produto de seu trabalho, de onde o investidor irá tirar sua remuneração?

A matemática não fecha, simplesmente.

Todas essas teorias marxistas e suas derivadas são apenas tolices sem fim de uma mente doentia.


Esse artigo é ouro, deveria ter um lugar fixo no site.

Eu tenho lido uns livros de esquerda pra "ver qualé" (pura panfletagem) e me embasar melhor intelectualmente contra o marxismo, mas depois de ler esse artigo (e a Escola Austríaca no geral) eu vejo que nada nessa ideologia faz sentido pois tudo deriva desse princípio mentiroso de exploração do trabalho e luta de classes.


Em tempos de "reforma trabalhista" -- totalmente fajuta, daí as aspas --, é sempre bom repetir o óbvio, pois a gritaria do "lado de lá" é sempre a mesma.


tem algum manual aqui no site de como comprar bitcoin?


Não partilho da ideia de que agências de segurança privada possam garantir a paz social, por uma série de razões.
Elenco as principais:
1- Quem pudesse contratar a empresa mais "eficaz" ou mais forte e, portanto, naturalmente mais cara, passaria a ter mais direitos. O direito seria substituído pelo poder financeiro.
2- As agências mais fortes seriam, logo, as detentoras do direito e, em breve, as detentoras de poder;
3- Detendo o poder, cobrariam diversas taxas aos cidadãos começando pela de proteção.
Sim, como as máfias e as milícias.
Assim é a natureza humana.


FL,

Vou contar a minha experiência (que é bem pouca), mas quem sabe possa servir de referência.
Há algum tempo atrás eu estava na mesma situação que você. Aí resolvi começar de qualquer jeito, com um valor pequeno, só pra aprender um pouco mais na prática.

Pesquisei sobre algumas carteiras e resolvi adotar a MultiBit.

E para comprar bitcoins usei o Mercado Bitcoin mesmo. Tem a parte de fazer um cadastro, é meio broxante para quem esperava justamente fugir deste tipo de coisa, mas tudo bem. Depois que o cadastro foi concluído e aprovado, comprei R$ 500 em bitcoins (na época a cotação do BTC era ~R$ 2000). Ao fazer isso os seus BTCs vão parar em uma carteira do próprio Mercado Bitcoin. Como não queria deixar o valor lá, transferi para a carteira que instalei no computador de casa. Pronto, foi um início!


Caro André, há muito tempo vejo vários comentários seus no site, então imagino que você seja um cara confiável.

Minha dúvida (me perdoe a minha imbecilidade, mas é uma dúvida honesta) quanto aos bitcoins é: como fazer para comprar, guardar e negociar? Ok, imagino que "procura no google" seria uma resposta de alguns leitores, e "não vamos indicar nenhuma corretora/operadora por independência" seria a resposta dos admins do IMB.

Por isso, pergunto diretamente para você. Já pesquisei bastante, mas nenhuma corretora me pareceu confiável (foxbit? mercadobitcoin?). Sobre as carteiras, no site https://bitcoin.org/en/choose-your-wallet aparecem várias opções, mas não vi nenhuma delas em nenhuma corretora/operadora do Brasil. Eu já estou relativamente confortável com o funcionamento do bitcoin, só não sei como operacionalizar a coisa. Alguém pode me ajudar?


Esse relativismo moral está presente na psicanalise, voces tem que lembrar que a psicanalise é um resultado da escola de frunkfurt, que é marxista.

O argumento da psicologia(ciencia marxista), para criticar o porte de arma, é ter tornado uma patologia, comportamentos defensivos.

Ou seja, no relativismo moral do esquerdista, quem se defende é doente mental, e quem ataca é ousado, certo, sano, correto ou vítima da sociedade.

A defesa, é uma caracteristica considerada sabia na antiguidade, em SUN TZU, na era feudal no japão com os samurais(HAGAKURE), ate mesmo no cristianismo num ponto de vista mais filosofico(me diga com quem andas e direi quem tu és).

O marxismo cultural, incluindo a psicanalise, visou transformar todo comportamento defensivo em doença mental.

Não acreditam na psicologia e na psiquiatria, ambas foram desenvolvidas por Freud e escola de frunkfurt, mesmo que a psiquiatria ja existisse antes disso, evoluiu junto com o marxismo.


E pensar que foi Rodrigo Constantino que escreveu este excelente artigo . Como as pessoas mudam...


Pobre paga imposto? a pergunta é quem não paga imposto? Pobre consome, trabalha ou faz alguma transação bancária ou transação comercial mesmo informal? Então paga imposto e muito....


O Blockchain foi a maior invenção depois da internet, na minha opinião, e tão importante quanto.


Eu posso hoje receber meu LUCRO em bitcoins ;-)

Ah, tax free, obviamente!


O governo deveria ser abolido, pois além de não produzir riqueza, a toma através da coerção investindo-a em obras ineficientes, e distribui o restante (maior parte) dentre seus integrantes (que fazem parte da gangue).


Acredito que o Ricardo estava se referindo aos lixos descartados de maneiras incorretas (ex: beber coca e jogar a lata na rua), nesse caso, um melhor descarte seria a maneira adequada, mesmo tendo alguém que recolha essa lata, não daria serviço algum para o indivíduo leva-lá até a lixeira mais próxima.


O que é risco pra você?

Investir num ativo e ele se desvalorizar? Então bitcoin tem risco, e dos grandes, pois já tem histórico que isso aconteceu.

Ter sua carteira digital roubada por um hacker? Então a tecnologia de carteiras do bitcoin tem risco e bem grande, inclusive com histórico de que já aconteceu.

Ter sua aplicação em bitcoins virar fumaça na mão de uma exchange escroque? Bem, já aconteceu isso com milhares de bitcoins e milhares de pessoas mundo afora.

Agora, ter o governo se metendo em como você vai gastar os seus bitcoins, isso realmente ele não tem como fazer e nisso é bitcoin é livre de riscos.

Novamente, historicamente, os bitcoins teve seu valor, em dólares, sempre acima deste, enquanto o ouro e outras commodities tem seu valor dependente justamente se o dólar está fraco ou não.

Estude mais sobre os bitcoins e invista neles somente o que pode perder, por enquanto, a fim de que possa avaliar os riscos de forma mais completa.


Realmente acho que o sistema monetário não garante o dinheiro de ninguém. E também acho que comprar imoveis não (o governo pode desapropriar), nem dólares (Pode haver inflação nos EUA também) e nem mesmo ouro (que já não é o ativo seguro na crise como esse mesmo artigo mostrou acima)

Entretanto, eu só vi vantagens no bitcoin. E esse é exatamente o pior problema. Eu trabalho no mercado financeiro há mais de 10 anos. Alguma vez você viu um ativo livre de risco que só tem vantagens?

Eu sinceramente não. E esse é o meu maior medo em relação ao bitcoin. Só vou investir nisso quando eu realmente entender os riscos, porque senão parece telexfree. Você só ganha com risco zero......


Muito legal.... Estou curioso:

Qual foi a reação dos ouvintes à aula dada?
Houve algum questionamento esperado?
Houve algum questionamento plausível?
As pessoas entenderam?
As pessoas foram convencidas?
Havia algum economista ou lobista contrário? Ele chegou a perguntar algo difícil de ser respondido?

Gostaria muito de saber...



Também sou obrigado a pagar plano com parto e obstetra, e o analista do plano disse que era por excesso de liminares da justiça determinando o serviço para as categorias que não tinham. Meu plano é individual e nem namorada tenho rsrs


Frequento o site há uns 4 anos e nunca vi nenhuma "patada" sendo direcionada a alguém que veio aqui fazer perguntas humildes e com genuíno interesse de aprendizado. A estes, as respostas são educadas e completas.

Já aqueles que chegam arrogantemente fazendo afirmações irônicas e caluniosas, bem, esses de fato recebem o merecido tratamento. Por que tais pessoas deveriam ser bem tratadas? Isso inclusive seria sinal de covardia.

Ah, e vale ressaltar: mesmo as patadas são devidamente acompanhadas de refutações e respostas técnicas. Nenhum xingamento é gratuito. Mesmo as agressões ocorrem em altíssimo nível. Este é o site mais completo em termos de interação entre os leitores. Por isso ele é viciante.


Em bitcoins não. Somente em reais, quando passassem pelo sistema bancário.


Olá

Deixa ver se ajudo:

"Não consigo entender como o Bitcoin foi aceito como moeda...(a PRIMEIRA transação com bitcoin...)não consigo entender sua gênese."

Foi um sujeito que no no grupo de desenvolvimento do software jogou a seguinte mensagem: "Troco 10.000 BTC por duas pizzas ..." (e descreveu as pizzas que ele queria) "... Alguém topa?". Em seguida, outro usuário do grupo disse que sim, comprou duas pizzas do jeito que o primeiro sujeito queria, marcaram um local pra entrega, e o primeiro sujeito transferiu 10.000 BTC para o outro.

Pronto. Primeira transação com algum valor monetário (isto é, houve uma troca verdadeira entre dois produtos: bitcoins e pizzas), intermediada pelas vontades humanas.

Note que isso aconteceu somente 1 ano após o "lançamento" do bitcoin como software e a criação do bloco gênese. Antes dessa transação com um valor, houve várias transações com bitcoins numa rede e vários mineradores (a maioria com PCs simples de casa), mas ainda não havia "preço".

"Não consigo entender o valor que isso tem. Imagine que você é a primeira pessoa com Bitcoin na "carteira", o que vc faz pra outra pessoa aceitar isso ???"

Nada. Ela vai aceitar se ela quiser. Vontade pura. Na primeira transação, os dois estavam interessados na tecnologia e queriam fazer uma transção de "prova de conceito". Ou seja, eles tinham algum interesse. De resto é assim até hoje. Alguns querem bitcoins para especulação, outros querem para transferir dinheiro para o estrangeiro sem pagar taxas tão exorbitantes, outros querem só entender a moeda, outros querem fugir do governo (vide Venezuela) etc. Algum interesse há. Imagina qual era o interesse dos primeiros usuários do Windows?

"E o que essa outra pessoa faz com esse "pedaço de codigo" num mundo em que ninguém conhece isso ???"

Aí você mostra que você não conhece. Mas o mundo não é só você. Já paguei cerveja na Alemanha com bitcoins.
Seja mais humilde.


"Esse processo de "convencimento" para que outros lugares aceitem Bitcoin... isso ainda ta muito obscuro pra mim."

Isso é o mais normal. A Microsoft teve que fazer um belo (mas belíssimo mesmo) esforço de convencimento pras pessoas usarem o seu SO e não o da IBM (que era tecnicamente melhor) ou do da Apple (que era bem mais bonito e fácil de usar). Mas no final, "todo mundo" passou usar o Windows. Hoje ele tá de baixa, mas a história se mantém.


"Quando eu me dei conta, o Bitcoin ja era um fenômeno, valendo X dólares."

E isso é algo extraordinário. Pensando bem, ele era para valer zero, se o que o pessoal que acha que dinheiro só pode estar atrelado a governo, que tem que ter lastro em impostos ou em outra commoditie (esquecendo-se que qualquer commoditie pode ser usada para lastrear outras coisas) estivesse com a verdade. O fato de que bitcoin, mesmo quase 10 anos após o seu lançamento valer alguma coisa é notável - mostra que esse pessoal está errado, e que uma moeda pode surgir e proliferar no livre mercado.


"Ou seja, tem gente ganhando bastante dinheiro de verdade(dinheiro criado pelo governo) com o Bitcoin... O Bitcoin ta se "apoiando" em dinheiro de verdade..."

Se você chama o dinheiro emitido pelo goveno de dinheiro de verdade, sim. E tem gente ganhando muito dinheiro também com café, soja, petróleo, etc.

Atualmente a melhor visualização para os bitcoins é que se trata de um ativo. Ele é encarado como um ativo, como papéis do tesouro ou papéis atrelados ao agronegócio. Só não é encarado como dinheiro "de verdade" porque não tem livre-circulação ou aceitação universal, muito por causa de pessoas como você que não entedem a proposta.

Mas temos que nos render aos princípios que foram espostos por Mises. Nenhuma moeda pode surgir (se intitular moeda e se impor) do nada no livre-mercado.

Primeiro ela nasce como um produto usado para suprir uma necesside, por exmeplo, transacionar livremente dinheiro de forma quase anônima internacionalmente sem as viseiras do governo.

Depois aquele produto passa a ser aceito por um grupo, por exemplo, quando vários especuladores começam a usar bitcoins e atrair vários investimentos.

Só depois é que passa a ter uma aceitação mais universal aí vira dinheiro. O bitcoin ainda não chegou neste ponto.


"Já li vários artigos aqui e em outros sites sobre o Bitcoin e nenhum explica os detalhes técnicos. Apenas repetem de forma publicitária a mesma coisa, como se Bitcoin fosse a oitava maravilha do mundo."

Estás procurando nos sites errados, pelo visto. Há várias literaturas e sites específicos sobre as características técnicas da rede Bitcoin. Se quiser realmente começar estudos sobre isso, comece com linguagem de programação e redes de computadores, em especial o protocolo TCP/IP, depois parta para criptografia e, por fim, para algoritmos proof of work. Depois podes olhar o código do software bitcoin (é aberto, podes fazer isso) e estude também as APIs desenvolvidas para se trabalhar com a blockchain.


"O Blockchain então...é outro "monstro" (mais interessante ainda), que foi levemente mais comentado nesse último artigo do Mises. Mas além de sempre repetir a metáfora do "livro caixa", por que não falar o que importa ? Quem criou o Blockchain ? O blockchain usado no bitcoin é o mesmo usado pelas outras empresas ? ou é uma "tecnologia" diferente, e cada um pode criar a sua blockchain ?"

Puts, você fez uma salada agora. Blockchain é uma tecnologia. O tal "livro-caixa" é um banco de dados distribuído, mantido pelo algoritmo de proof-of-work. Como é um banco de dados você poderia criar o seu. Cada empresa pode criar a sua. A rede bitcoin mantém UM único banco de dados distribuído que é chamado genericamente de blockchain e contém todas as transações da rede bitcoin.


"Quais as desvantagens do blockchain ?"

Aí depende do ponto de vista. Do ponto de vista do banqueiro central a grande desvantagem é que ele é distribuído e, por isso mesmo, foram do controle do banco central. Do ponto de vista do usuário que tá afim de pagar menos taxas isso é ótimo.

De um ponto puramente técnico, do jeito que está o protocolo, a blockchain não é escalável para as centenas de milhões de transações por segundo necessários no mundo moderno. Daí a criação de uma outra moeda, em breve, para cuidar desses casos e o BTC, como está hoje, deve ficar restrito as poucas grandes transações. Mas isso ainda é incerto. Por isso, o autor defende que se dê tempo para a maturação da moeda, para as inovações e, eventualmente a sua mudança, se o mercado assim o quiser.


"Todas essas tecnologias vão substituir o "dinheiro de verdade"(dinheiro criado pelo governo) ou são apenas instrumentos usados pra ganhar mais "dinheiro de verdade" ????"

Se bitcoin virar moeda de aceitação mais ampla, será o fim do que você chama de "dinheiro de verdade".


"Vejam, amigos... não me interpretem de forma errada. Eu sou tão curioso acerca do Bitcoin quanto vcs,"

Não é não. Se fosse teria ido direto à fonte: https://bitcoin.org/en/. Uma busca de 5 minutos no google já responderia uns 90% das suas "dúvidas". E, algumas delas, por serem técnicas, só serão respondidas quando decidires estudar engenharia ou ciência da computação.

"até agradeceria se alguém me esclarecesse essas questões."

Espero que tenha esclarecido alguns pontos.


"Mas eu não encaro o Bitcoin como essa maravilha toda que tentam pintar por aí... "

Não sei que "maravilha" estão pintando sobre bitcoins por aí.

Ele já morreu 140 vezes: https://99bitcoins.com/bitcoinobituaries/

E quem é sério sempre fala: bitcoins é um experimento. Gaste com bicoins apenas o valor que você pode perder.

Abraços



"dificilmente as pessoas vão pesquisar como foi fabricado cada produto que consome, até porque isso é inexequível" . Tá aí a resposta as pessoas não querem assumir responsabilidades. Se não podes pesquisar não consuma.


Sim, é um "privilégio" (do dicionário: direito, vantagem, prerrogativa, válidos apenas para um indivíduo ou um grupo, em detrimento da maioria; apanágio, regalia). O nome que vc escolheu foi muito bom.

Mas olha o outro lado. É um primeiro passo. O segundo seria a aceitação (aí sim) univesal da moeda.

Você poderia receber teu salário em bitcoins. Teu patrão poderia receber em bitcoins e isso tiraria muito do poder do estado.

Abraços




Olá

"Ainda existem muitos problemas técnicos a serem resolvidos, como problemas de segurança e de facilidade de uso..."

Nada não, mas eu escuto isso de problemas técnicos, problemas de segurança e facilidade de uso do bitcoin desde 2010 (ano que comecei a estudar e operar com bitcoins)

Gostaria de ler alguma coisa efetiva de problemas técnicos do bitcoin e problemas de segurança da rede etc. Até agora os problemas "técnicos" que surgiram foram gritinhos de alguns americanos só porque alguns chineses passaram a ter os maiores centros de mineração. Um fork da blockchain deve vir em breve, mas isso nada tem a ver com "problemas técnicos" - são problemas muito humanos (vaidade, perda de "controle", quem quer dar as cartas - poder decidir sobre o sofware, essas coisas).

E quanto a problemas de segurança, uma única vez um pool de mineração chegou próximo ao 50%+1 da rede o que, teoricamente, poderia fazer com que a mineradora gastasse duas vezes uma mesma transação (imagina, gastar milhares de dólares em energia elétrica para ter a possibilidade de gastar duas vezes um punhadinho de bitoins em uma transação). Dado o tamanho da rede bitcoin e o seu poder computacional, simplesmente é impraticável esse ataque. E já há quem pense em colocar criptografia quântica na rede, quando tal tecnologia estiver disponível. De resto as únicas questões de segurança foram roubos de wallets ou de exchanges. Agora, alguém rouba sua carteira ou pega sua senha do banco/do cartão de crédito, e faz alguns gastos com o "seu" dinheiro, o problema é o dinheiro ou a sua segurança?

Quanto a facilidade de uso, isso depende muito do usuário. Há bares na Europa que pagar com bitcoins ou com um cartão visa é encarado praticamente como a mesma coisa. Num caso, o garçom mostra um q-code na parede que vc mesmo escaneia no teu smartphone e faz o pagamento. Após confirmção, vc mostra o "ticket online" (que pode enviar via whats na hora) pro moço e tudo certo. No outro caso ele traz uma maquinhinha, põe seu cartão, digita o valor, você digita sua senha e, após a confirmação, ele te mostra/dá um ticket (em papel) e tudo certo. Sinceramente, o que necessita ser mais fácil que isso?



Pode crer. Mas argumentar a sensibilidade dos clientes esta mais para área da administração do que de economia. Então, eu mudaria sua frase para "qualquer administrador de empresas sabe que existem diversos tipos de clientes, aqueles sensíveis a preço, qualidade, etc". As pessoas confundem muito os economistas com administradores com contadores, etc, colocando todos no mesmo balaio, embora as áreas sejam extremamente correlatas e interdependentes; é o que me parece.
E sobre os "comentaristas" do site, eu tbm fico com pé atrás na hora de comentar, pois sei que sempre vem patada.


aqui na Terra de Santa Cruz se a CPMF voltasse, transações em bitcoins seriam tributadas?


Ainda não li o artigo, mas adorei o título. Parabéns pela criatividade.


Procure o canal do autor do artigo, Fernando Ulrich, no youtube. Lá ele inicia desde o básico sobre o assunto. Ou mesmo leia seu livro disponível aqui no IMB. O bitcoin é assustadoramente inovador e realmemte devemos explorar melhor o assunto antes de termos uma opinião. Ainda bem que temos o Fernando no Brasil para passar essa mensagem de maneira tão clara e gratuitamente. Só temos de agradece-lo e a todo IMB por compartilharem a verdade. Abraços


Ademir, esse tipo de garantia induz ao erro. O motor dessas máquinas são confiáveis, porém um simples rolamento, que vai quebrar antes de 10 anos, custará a metade de uma máquina nova, se incluir a mão de obra.

Bem provável que seja mais atraente comprar o modelo atualizado, do que arriscar gastar novamente com alguma peça periférica, que irá quebrar em algum momento.



Compartilho do seu pensamento, eu sou de TI e ainda acho complexo a forma de como funciona o BTC.. gostaria muito de aprofundar.. gostaria de ter "comprado" no passado..


Exato! Qual é o verdadeiro "ganho" para o bitcoin se esse passar a ser reconhecido como moeda pelos países afora? Agora teremos o privilégio de pagar impostos?


Também compartilho dessas dúvidas.

Qual é o lastro da bitcoin?

Se hoje o dinheiro usual não tem mais lastro em ouro ou bens, tem lastro no seu "curso forçado" e no pagamento de impostos.

Sei que a Austrália vai começar a aceitar a bitcoins. Mas, do mesmo jeito, pode deixar de aceitar no futuro.

Não há chance de pirâmide nisso? Se houver um aumento de desconfiança, poderia haver uma enorme desvalorização, principalmente quando os possuidores descobrirem que, pela falta de lastro, podem ficar com o "mico" na mão, já que não poderão usar tal meio para trocar por produtos ou pagar impostos.

Ou não?



Não existe ativo 100% livre de risco.

Todo ativo existe riscos de mercado, riscos da intervenção estatal, risco naturais etc...
Pouco importa se é criptomoeda, imoveis, terrenos, ações na bolsa, títulos públicos, poupança, moeda estrangeira e inclusive metais.

A melhor coisa para se proteger desses riscos é compor uma carteira de múltiplo ativos.

Mas sem duvida, as criptomoedas são uma tentativa de tirar as mãos cabeludas do estado e sair fora do sistema bancário.


Acho impossível temos uma moeda fora do controle estatal.

O controle sobre a moeda é, disparado, a principal arma do estado. É através dela o estado não só se financia, mas consegue ganhar "independência" da população. Não precisa mais tributar, ele simplesmente "imprimi" o que precisa.

Portanto, acreditar que o estado aceitará isso é igual acreditar que ele aceitará voluntariamente as pessoas se emanciparem dele.


Cada vez mais se tem a certeza de que não será algum líder que trará a promessas de liberdade e bem estar para a sociedade como um todo. Nem mesmo grupos que se unem por algum objetivo social. Mas sim a tecnologia e a aceitação desta pelas pessoas sem nenhuma interferência governamental.


Não consigo entender como o Bitcoin foi aceito como moeda...(a PRIMEIRA transação com bitcoin...)não consigo entender sua gênese. Não consigo entender o valor que isso tem. Imagine que você é a primeira pessoa com Bitcoin na "carteira", o que vc faz pra outra pessoa aceitar isso ??? E o que essa outra pessoa faz com esse "pedaço de codigo" num mundo em que ninguém conhece isso ??? Esse processo de "convencimento" para que outros lugares aceitem Bitcoin... isso ainda ta muito obscuro pra mim.

Quando eu me dei conta, o Bitcoin ja era um fenômeno, valendo X dólares. Ou seja, tem gente ganhando bastante dinheiro de verdade(dinheiro criado pelo governo) com o Bitcoin... O Bitcoin ta se "apoiando" em dinheiro de verdade...


Já li vários artigos aqui e em outros sites sobre o Bitcoin e nenhum explica os detalhes técnicos. Apenas repetem de forma publicitária a mesma coisa, como se Bitcoin fosse a oitava maravilha do mundo.


O Blockchain então...é outro "monstro" (mais interessante ainda), que foi levemente mais comentado nesse último artigo do Mises. Mas além de sempre repetir a metáfora do "livro caixa", por que não falar o que importa ? Quem criou o Blockchain ? O blockchain usado no bitcoin é o mesmo usado pelas outras empresas ? ou é uma "tecnologia" diferente, e cada um pode criar a sua blockchain ?
Quais as desvantagens do blockchain ?

Todas essas tecnologias vão substituir o "dinheiro de verdade"(dinheiro criado pelo governo) ou são apenas instrumentos usados pra ganhar mais "dinheiro de verdade" ????


Vejam, amigos... não me interpretem de forma errada. Eu sou tão curioso acerca do Bitcoin quanto vcs, até agradeceria se alguém me esclarecesse essas questões.
Mas eu não encaro o Bitcoin como essa maravilha toda que tentam pintar por aí...


Com o futuro e inevitável colapso do estado de bem-estar social, o estado virá com tudo para cima do cidadão. A voracidade será enorme.

Daí a importância deste universo monetário paralelo que está em fase de implementação. Os estados falirão, mas não falirão pacificamente. Com o risco de perderem seus gordos salários, mordomias, privilégios, prerrogativas, os burocratas oferecerão o máximo de resistência. E avançarão sobre todas as economias do cidadão. Se o Bitcoin os proteger disso, ótimo. Mas o estado não deixará facilmente.

Muitos morrerão.


Ainda existem muitos problemas técnicos a serem resolvidos, como problemas de segurança e de facilidade de uso, mas o BTC já pode ser considerado uma das coisas mais fantásticas que a livre iniciativa produziu.


Isso é totalmente imaterial. Eu tenho uma "demanda" por uma mansão, por um helicóptero, por uma Ferrari, por um Porsche, e por um iate atracado em Monte Carlo.

E daí? Se eu não tenho os meios para converter esses desejos psicológicos em uma compra efetiva, então eles de nada adiantam. Estão apenas em meu interior. Não há como eu materializá-los. A única forma de eu materializá-los seria produzindo coisas ao valor equivalente.

Se eu conseguir, aí sim minha "demanda psicológica" vira demanda efetiva.


Uma dúvida que me surgiu (se estiver interpretando errado, favor me corrijam):

Talvez seja confusão minha com relação as palavras demanda e consumo.

Concordo plenamente que só podemos consumir algo após termos ofertado nossa produção e recebido algo em troca dela. Em compensação, não entendo dizer que só existe a demanda se existir a produção antes. Segue o exemplo que me causa confusão.

Se pegarmos alguém que desempregado e sem nenhuma poupança, ainda assim não podemos dizer que a DEMANDA por comida existe mesmo que ele não tenha produzido nada? O que não se efetiva é o CONSUMO dela.

Entendo a demanda como a necessidade/desejo por algum bem/serviço. E quando esta necessidade/desejo se efetiva passaríamos a chamar de consumo.

Agradeço a ajuda!
André


Para começar, o que você presencia não é propriedade privada, mas sim uma propriedade estatal sendo rapinada por empresários protegidos pelo estado (pois pagam propinas a políticos). Este é o inevitável resultado de um estado grande que em tudo manda, e é exatamente o arranjo condenado por este site.

Praticamente todas as questões relacionadas ao ambiente envolvem conflitos sobre propriedade. Sempre que houver propriedade privada, os proprietários podem resolver estes conflitos por meio da proibição e da punição aos atos de transgressão. O incentivo para se conservar é uma característica inerente à estrutura de incentivos criada pelo mercado. O mesmo é válido para o incentivo de se preservar todas as coisas de valor.

Propriedade comunal do ambiente, como existe hoje, não é a solução. Dado que as florestas, por exemplo, não são geridas privadamente, a meta de se conseguir uma administração racional e "verde" sempre será enganosa.

Somente quando uma terra tem dono é que este possui vários incentivos para cuidar muito bem dela. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo. Assim, caso ele decida, por exemplo, arrendá-la para uma madeireira, ele vai permitir a derrubada de um número limitado de árvores, pois não apenas terá de replantar todas as que ceifou, como também terá de deixar um número suficiente para a safra do próximo ano.


Amigos do IMB, sobre a privatização das florestas acho que podem haver brechas. Se pudesse vender áreas de preservação como títulos de propriedade, o dono estaria livre para fazer o que quiser certo? (Investir em comércios de madeira por exemplo). Contudo, presencio que na região Leste de Minas Gerais os donos tiram a mata nativa e substituem por eucalipto (que cresce mais rápido, é mais barato e causam mais danos). Não seria esse um problema iminente?


É assim graças às tarifas de importação e ao fato de o governo ter criado uma reserva de mercado para a FIESP em nome da "proteção à indústria nacional". E tudo com o apoio dos brasileirinhos, que dizem que "não há país grande sem indústrias protegidas".

O brasileiro quer a quadratura do círculo: indústrias grandes e protegidas pelo governo, e produtos baratos e de qualidade.


Quando você diz "carro americano", você está se referindo aos nacionais de marca americana, certo?

É óbvio que eles são caros e ruins. O estranho seria se eles fossem bons e baratos.

1) As montadoras brasileiras operam em um mercado protegido pelo governo. A importação de automóveis novos é tributada por uma alíquota de 35%. Já a importação de automóveis usados é proibida;

2) Com o recente esfacelamento do real perante o dólar, o custo de qualquer importação aumentou sobremaneira. Ou seja, além das tarifas de importação, temos também uma moeda fraca, que encarece ainda mais as importações.

Ou seja, por causa do governo, as montadoras brasileiras operam em um regime de mercado semi-fechado, sem sofrer nenhuma pressão da concorrência externa. Elas praticamente usufruem uma reserva de mercado criada pelo governo. O brasileiro é praticamente proibido de importar carros, e não tem moeda para isso.

Na Europa, nos EUA (e na Nova Zelândiae no Chile), não há restrições à importação de carros estrangeiros. A consequência disso é uma maior concorrência, o que faz com que os carros de lá sejam realmente decentes, tenham preços baixos, tenham muito mais opcionais de série e sejam bons. Vá para esses países ver quanto tempo duram os carros (aqueles que são realmente bem cuidados).

Já aqui, onde o mercado é fechado, não há motivo nenhum para as montadoras cobrarem pouco e oferecerem bons produtos. Não há concorrência externa. Não há nem como o brasileiro comum comprar carros usados do exterior (pois batemos no peito e dizemos que "não somos vira-latas!").

Agora me diga: quem é que, operando em um regime de reserva de mercado, ofertará produtos bons e baratos?

Num cenário desse, meu caro, as montadoras só fariam isso se fossem extremamente idiotas.

P.S.: Ah, sim: há carros usados brasileiros sendo importados pela Alemanha, o que reduz bastante a oferta no mercado interno, pressionando os preços.

www.noticiasautomotivas.com.br/brasil-ja-exporta-carros-de-luxo-usados-para-a-alemanha/


Concordo mas com ressalvas. Prefiro comprar um Rolex mecânico automático que vai durar toda minha vida que um relógio eletrônico qualquer. Certos itens possuem funções tão simples que não precisam ser substituídos, a não ser por razão de vaidade. Uma faca ou um jogo de talheres, por exemplo, são itens que prefiro comprar os de maior durabilidade. Não sou de acompanhar modas, portanto prefiro vestuário de qualidade e durável também. É questão de objetividade em meu entendimento. Carros, se bem cuidados, duram uma eternidade. Não dá pra reclamar. Ainda prefiro comprar um bom computador que dure 5 anos que uma porcaria que dure 2. O mesmo vale para celulares. Prefiro comprar um iPhone e ficar 4 estáveis anos com ele que um smartphone que dure 2 anos cheio de problemas. Para eu comprar ou substituir qualquer bem que eu tenha, tem que haver um motivo real, objetivo, e forte. Agradeço por eu ter a opção de exercer minha preferência por produtos duráveis, simples e de qualidade. Acredito que o mercado sempre irá fornecer produtos dentro desses meus critérios de compra.
Minha opinião é de que a demanda é dessa forma (preço em detrimento da durabilidade e qualidade) porque vivemos em uma sociedade de pessoas consumistas, não-poupadores, que adoram fazer dívida freneticamente, com exemplos e incentivos do estado.


O que acho mais chato dessa estratégia da Apple é que provavelmente nunca ninguém conseguirá ter um iPhone "top de linha"...seis meses depois do lançamento do "state-of-the-art" vai aparecer outro "state-of-the-art reloaded", e assim por diante.
Parece cachorro correndo atrás do rabo.


"Você prefere um liquidificador de $200 que dure 30 anos ou um liquidificador de $10 que dure cinco anos?"

O padrão aqui no Brasil é um liquidificador que custa $200 e dura 6 meses...

Nada contra a obsolência programada, afinal, não poderia ser de outra maneira em um mundo que evolui tecnologicamente muito rápido, mas não vamos confundir obsolência com produto vagabundo. Posso ter de trocar, por exemplo, a TV a cada 3 anos, mas durante esse período ela tem de funcionar com perfeição.

Pessoalmente, troco meus produtos quando as vantagens dos novos ficam razoavelmente evidentes. Tenho uma TV Full HD, já pensei em trocar por uma UHD, mas por enquanto não compensa, pois de nada adiantaria ter uma TV capaz de reproduzir em UHD se não existem fontes capazes de transmitir no mesmo padrão (vide TV a cabo, internet, etc.)


Estive pensando em diversas formas de como poderíamos retornar ao padrão ouro e eis que me surgiu uma ideia.
Vou utilizar os Estados Unidos como exemplo, pois no Brasil nossas reservas de ouro são desprezíveis.Os Estados Unidos possuem algo em torno de 8 mil toneladas em ouro o que equivale a quase 400 bilhões de dólares, entretanto possuem cerca de 1,5 trilhões de dólares em circulação, dessa forma não da para lastrear toda a moeda. Então para solucionar o problema os americanos poderiam emitir uma nova moeda(digamos dólar II), só que essa nova moeda seria emitida com lastro nas reservas de ouro, em que cada dólar II seria o equivalente a 1 grama de ouro.Com isso teria-se 400 bilhões lastreados em ouro,que irão substituir a moeda anterior sem lastro, no valor de 3,5 dólar para cada 1 dólar II .Essa seria uma alternativa viável ?



Há casos que aparenta ser fraude mesmo, por exemplo carros americanos (Ford, GM) são péssimos no quesito qualidade construtiva e acabamento, 1 ano de uso e o carro vira uma escola de samba. Se aplicam materiais de baixa qualidade nos carros, então os preços deveriam ser menores, mas o que vemos é uma carestia cada vez mais acentuada. Fiesta versão básica hoje está sendo vendido à 53 mil, entra dentro do carro e não tem quase nada além do motor, os bancos e um rádio. O acabamento é decepcionante, repleto de plásticos e firulas que em pouco tempo já estão soltando. O que tem de consumidores de veículos da Ford insatisfeitos não está no gibi.


Livre mercado nada mais é do que consumir os melhores produtos do mundo com preços baixos.

O capitalismo de estado está igual comércio de milícia nas favelas do Rio de Janeiro.

As milícias dominam a venda do gato-net, do gás, etc. O governo faz a mesma coisa, mas em nível nacional.


O caso dos Genéricos é um dos melhores exemplos do que é visto e do que não pode ser visto.


Os milicos perto de 1964 foram economicamente sensatos. Mas durante a década 70, quanto mais tinham que justificar sua permanência no poder perante o público, cada vez mais adotaram o Desenvolvimentismo para "crescer o país".

É o clássico exemplo do que o Keynesianismo faz quando é adotado. É uma droga que precisa ser consumida em uma quantidade cada vez maior para o indivíduo não pensar em suicídio. Mas quanto mais tempo é usada, mais cedo ele vai ir pras cucuias.

Eles não foram machos igual o Pinochet que tomou o poder, mandou uma banana pra todo mundo e adotou o sistema econômico que ele próprio achava que daria bons frutos aos chilenos no futuro.


Concordo. Mas, não podemos descartar as fraudes que ainda ocorrem. Por isso, devemos buscar a simplificação das leis brasileiras e mundiais, eliminando o que não ajudar no progresso humano, sem desrespeitar os direitos adquiridos das pessoas e sem impor restrições injustas.


Entendo, mas vejo o texto com olhos diferentes do seu. Não estou discordando do artigo, ou falando que ele esta errado, estou apenas dando um feedback, exercendo minha liberdade de comentar o artigo. Em momento algum deixei a humildade de lado, se você entendeu assim, desculpa, mas entendeu completamente errado. Sugiro mais humildade ao ler e responder meu comentário. Aliás, leia como eu abro o comentário, com um elogio "excelente artigo".

Com relação a coisas que ninguém quer, é tão óbvio que isso pode existir que não vou comentar. É justamente aí que muitas empresas fecham, por querer produzir bens e serviços para os quais não há demanda. Nesses casos, não adianta baixar o preço. Existem inúmeros tipos de clientes, e para qualquer um que conhece um pouco de economia sabe que a produção antes de tudo deve ser dedicada a um determinado público alvo, seja ele sensível a preço, qualidade, etc. Então meu amigo, preço definitivamente não é tudo. Isso serve tanto para aqueles que buscam preços baixos, como aqueles que buscam preços altos (sim, eles existem, tem gente que busca preço alto, por puro status. Já vi empresa quebrar por baratear de mais seu preço, o que afeta diretamente a perspectiva de valor do cliente).

"Este site é feito para pessoas inteligentes". ??? (não entendi, isso foi arrogância ou humildade?) Achei que o site era para todos. Quem é inteligente não precisa do site, já tem tudo nos livros. Aliás, eu indico muito o site para quem é burro, ignorante, que não entende nada de economia de verdade, para ver se a pessoa acorda para a realidade. Mas infelizmente o site do Mises é muito conhecido por ter pessoas intransigentes, arrogantes, "donos da verdade", intolerantes, atacando os outros nos comentários. Não vejo sinal de inteligência nisso.


Livro infantil bacana: Por que a economia cresce e por que ela quebra? - Peter Schiff


Resposta ao pseudônimo "Capital Imoral":

Não me considero liberal ou libertário, no entanto tenho a plena consciência de que um país só pode sair da condição de pobreza se ele possuir capital, isso não se discute pela simples compreensão. Dizer que esta Instituição apelidada de Escola de Frankfurt, tinha como o objetivo elevar a intelectualidade civilizacional em prol do bem estar social é uma afirmação puramente leviana, para não dizer ingênua.

Os marxistas da época perceberam que a revolução do proletariado não se daria por meio da revolta proletária pelo fato dos proletários estarem (segundo os marxistas) submissos à toda uma cultura burguesa imposta através da autoridade, que o anestesia e tira dele toda vontade de revolta contra o estado, impossibilitando desta forma a transição para a utopia socialista, tal como era idealizada.

Karl Korsch, sintetizou o cenário dizendo que a revolta proletária era o passo anterior à tomada do poder, sendo que de nada adiantaria tomar o estado se toda a base que o sustenta estiver estruturada pela cultura burguesa, ligada às instituições universitárias, o direito, a filosofia, as artes, a família e etc.

Diante disto, através do aporte financeiro disponibilizado por Felix Weil, cria-se o Instituto para Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt e quando Max Horkheimer, partidário das idéias de Karl Korsch, assume a diretoria do Instituto, inicia-se então o processo de desmantelamento do estado, não pela revolta proletária como pregava os antigos marxistas, mas pela destruição da cultura vigente, ou seja, a cultura burguesa. Onde juntos com outros professores e intelectuais da Escola de Frankfurt, perceberam que o socialismo não é possível se ele for sobreposto à cultura atual, para o socialismo se fazer presente é necessário destruir todos aqueles costumes tradicionais, em principal a família, pois é ela a responsável pela perpetuação destes costumes, tornado-se um reflexo da sociedade e em consequência um reflexo do próprio estado.

Então como se destrói o estado para a plena tomada do poder? Destruindo justamente aquilo que a mantém, de forma lenta e gradual, tomando aos poucos atividades artísticas, os centros universitários, o pensamento filosófico, a educação familiar e toda a cultura presente, destruindo-as, para a construção de uma sociedade evoluída. Enfim, não passa da velha e já conhecida utopia socialista, o que estes utópicos nunca dizem é que antes precisam esmagar, desfazer e destruir toda a moral daquilo que entendemos como sociedade ocidental.

"Capital Imoral", nos poupe da sua utopia, porque as famílias que serão destruídas, não serão as dos que estiverem no poder, serão as nossas, porque eles sabem mais do que ninguém, que não há perpetuação do poder sem a preservação da família que em seguida será também a detentora do poder.



Um dos melhores exemplos de como o mercado se adapta ao consumidor são as variações de qualidade entre locais diferentes.

Em certos países, produtos mais caros e de melhor qualidade vendem bem. Em outros países, os produtos mais vendidos são sempre os mais baratos, mesmo que de péssima qualidade. E há aqueles em que o sábio e onisciente governo tenta "regular" o mercado, geralmente com consequências catastróficas: os consumidores pagam caro por produtos ruins, porque não tem escolha.


Se um produto tem uma determinada vida útil, o fabricante que colocar um período de garantia maior que isso estará pedindo para falir.



Em realidade o que existe são produtos de baixa qualidade a preço muito acessíveis e estes não duram nem o tempo da garantia.
Conversei com um fabricante Chines e o mesmo disse que só 1 ou 2 % dos consumidores guardam a NF e pedem a troca.
Por outro lado existem as marcas tops e estas muitas vezes superam as expectativas.

No geral preço e qualidade andam juntos.
Móvel compensado vs movél rústico.
Ferramentas de Hobbie vs Profissional.
Bicicleta de supermercado vs Montain bike.

Existe mercado para todos os produtos de baixa e alta qualidade.

Computadores durando pouco?
https://olhardigital.com.br/noticia/computadores-do-pentagono-ainda-rodam-o-windows-95/68053

br.ign.com/retro/14026/news/jogador-deixa-videogame-ligado-por-20-anos-para-manter-game

Carros?
www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/05/18/internas_economia,869914/efeito-crise-faz-idade-media-de-frota-de-carros-ser-a-mais-alta-em-10.shtml



Nas máquinas mais novas o componente mais crítico é a Placa eletrônica (placa de potência e lógica). A máquina sendo usada dentro de sua capacidade de peso (e não existindo problemas na instalação ou fornecimento de energia), vai ser o último a dar defeito.


Nossa, ao meu ver a ultima vez que tivemos uma moeda estável antes do plano real foi no período antes da primeira guerra mundial quando o Brasil por pouco tempo adotou o padrão-ouro. Foram mais de 80 anos de moeda podre.

Agora quando sai seu artigo sobre o regime militar Leandro? kk seria interessante um semelhante ao da Argentina.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1562


Já que possui um blog com um artigo tão extenso sobre o assunto, poderia agora fazer um artigo dedicado a ensinar as pessoas a fazerem seus eletrônicos durarem mais obedecendo as recomendações do fabricante.


Você falou bobagem na questão da Revolução Industrial. Mas é comum.

Ainda hoje, há pessoas que realmente acreditam que no século XVIII havia o mesmo tanto de riqueza que há hoje, de modo que, se os salários eram baixos (comparado aos padrões de hoje), se a segurança no trabalho era precária (de novo, comparado aos padrões de hoje) e se mulheres e crianças trabalhavam, isso só ocorria porque os malditos e gananciosos capitalistas se recusavam a prover segurança e salários altos, e obrigavam mulheres e crianças a trabalhar.

Tais pessoas realmente acreditam que bastava apenas um decreto governamental para que um trabalhador em 1750 gozasse dos mesmos confortos, segurança no trabalho e níveis salariais vigentes hoje! É inacreditável. Para quem está acostumado a todas as comodidades e confortos do século XXI, é claro que as condições de vida do século XVIII pareciam "sub-humanas".

Falar que a qualidade de vida era ruim nos séculos XVIII e XIX tendo por base o século XXI, e daí tirar conclusões, é vigarice intelectual. Tal postura ignora toda a acumulação de capital que ocorreu ao logo dos séculos seguintes. Era simplesmente impossível ter nos séculos XVIII e XIX a qualidade de vida que usufruímos hoje no século XXI, a segurança no trabalho, e a renda. Naquela época, não havia a mesma acumulação de capital que temos hoje. A produtividade era menor, os investimentos eram menores, a quantidade e a variedade de bens e serviços eram menores. Era impossível ter naquela época a mesma quantidade de comodidades que temos hoje.

Trabalhar muito e receber pouco não era uma decisão de capitalistas maldosos. Era a necessidade da época. Quem realmente acredita que era possível trabalhar 6 horas por dia nos séculos XVIII e XIX e ainda assim viver bem não entende absolutamente nada de economia. Tal raciocínio parte do princípio de que vivemos no Jardim do Éden, que a riqueza já está dada, e que tudo é uma mera questão de redistribuição.

Leitura recomendada:

Nós não humanizamos o capitalismo; foi o capitalismo quem nos humanizou



Eu até concordaria se você dissesse que duram menos, mas afirmar que todos os produtos estão programados para estragarem pontualmente após o fim da garantia é algo completamente forçado e fictício. Não existe esta onisciência por parte do fabricante.

Você pode até ter se deparado com um exemplo prático disso, mas ele é totalmente pontual e fora da curva. E, como bem apontou um leitor acima, na esmagadora maioria dos casos isso ocorre porque o cara não leu o manual e fez lambança.