clube   |   doar   |   idiomas
Últimos comentários


Guilherme, com todo respeito, seu comentário não ajudou em praticamente nada.

Além de você não ter considerado minha premissa, na parte da democracia possui erros que chegam a dar vergonha alheia.

Defende claramente um ideal anarcocapitalista, o que eu explicitei na premissa que não era minha dúvida, e embora eu ainda precise estudar mais sobre esse assunto a sua visão sobre ele me parece um pouco de boteco, pois já vi Jeffrey Tucker, um grande libertário, dizendo que a ideia de democracia foi corrompida, mas não é essencialmente ruim. Se duvida ? Veja aqui: https://youtu.be/8WT41oWaqog?t=8m37s

De todo modo, obrigado pela indicação desse artigo, em breve o lerei.


Eu já ia te agradecendo pelo seu comentário, pois clareou mais minha mente sobre o assunto, até que vi que você copiou e traduziu do inglês e brochei de vez. Mas lembrei que não sei inglês e que só li por que está traduzido. Então, muito obrigadão cara, te amo.


Eu já li todos os links, menos o A Ética da Liberdade. E digo que a argumentação de Hoppe está errada. Na argumentação eu não concedo direito a ninguém, da mesma forma que eu não concedo direito a um computador quando eu, para programá-lo, resolvo obedecer a lógica booleana necessária à programação. Eu não pressuponho que o computador deva ter direito a funcionar com base na lógica booleana da mesma forma que eu não concedo direito de ninguém a argumentar quando eu argumento com alguém. Hoppe confunde bastante as coisas aí. Já Rothbard, embora eu não li A Ética da Liberdade, eu li O Manifesto Libertário. Sua argumentação é bem fraquinha. Não há nenhuma necessidade lógica de obedecer leis gerais válidas para todos. E mesmo nisso, há outros sistemas possíveis que não o anarcocapitalismo.


O sucesso do capitalismo de quadrilhas:

politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/exclusivo-eduardo-nervosinho-paes-levou-r-15-mi-em-propina-pela-olimpiada-diz-odebrecht/


Ora democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo; ou deveria, ser conforme dito outrora pelo líder do país mais rico do mundo. Então, com todos os recursos tecnológicos existentes, como funcionam os debates nesse site, todas as leis poderiam ser votadas pela população interessada, assim eletronicamente. E garanto que a maioria é favor da pena de morte para esses criminosos do colarinho branco que, na maioria das vezes, tudo tinham para viver bem melhor que a maioria sob o império da lei, mas a ganância e o egoísmo fizeram que escolhessem o crime para enriquecerem ilicitamente, privando milhões do mínimo necessário para garantir a dignidade da pessoa humana, visto que o dinheiro movimentado ilicitamente
no mercado financeiro, a lavagem de capitais e a lesão ao erário causada pela corrupção nas instituições, impedem a implementação de políticas para diminuir a desigualdade social e a construção de escolas e presídios mais eficientes, o que contribuiria para a prevenção da criminalidade de uma forma geral. Ou seja, garantias constitucionais e processuais conjugadas com as brechas da lei; as "rapozas" dos tribunais e a cultura do jeitinho brasileiro juntamente com a impunidade; o apadrinhamento e os favoritismos; a desigualdade odiosa; a morosidade da justiça; o sistema político e penal, não podem servir de manto protetor para aqueles que cometem graves delitos econômicos, muitas vezes fazem parte da política e do Governo, privando milhões que dependem da estrutura fornecida pelo Estado, das mínimas condições para uma vida digna.


Quando eu planto em algo eu ganho aparece alguma estrelinha mágica que mostre e e estabeleça que aquele algo é meu? Se não, com qual base você diz que é? Te desafio a encontrar alguma base para sua afirmação que seja puramente LÓGICA e não seja baseada seja na história ou em qualquer forma de UTILIDADE.

Nossa, mas o que não falta é material sobre isso.

Como sei que você não irá ler, irei me poupar do trabalho de sair colando uma infinidade de links. Vou dar apenas três:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=200
www.mises.org.br/Article.aspx?id=788
www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=12 (os quatro primeiros capítulos)


"Ou há o império da lei, ou há a lei do mais forte."

Exato e perfeito. O único probleminha é que você quer que o mais forte (o monopolista da violência) esteja no controle do império da lei.

Sinceramente, existe ideia mais ignara do que essa?

"Os mais fortes outrora se apropriaram das terras, das riquezas naturais, dos meios de produção, exploraram os mais fracos escravizando-os, etc."

Correto. E em todos os casos, sem nenhuma exceção, isso foi feito ou diretamente pelo estado ou por pessoas protegidas pelo estado (sempre lembrando que a escravidão era uma política estatal).

Tem certeza de que você quer defender isso?

"Agora vocês querem simplesmente dizer que é cada um por si?"

Oi?! Meu caro, é você quem está defendendo o "cada um por si"!

Ao dizer que o mais forte (o monopolista da violência) deve estar no controle do império da lei, você está dizendo que aos mais fracos (todos nós) resta apenas "o cada um por si".

Você mora em que país? Eu moro no Brasil, e estou testemunhando ao vivo as consequências deste arranjo que você defende.

"O que nós temos que fazer é aplicar o direito penal chinês para esses corruptos, matá-los e cobrar a bala da família ainda; afinal, a pena de morte já estava prevista na lei de Moisés."

Lógica sensacional. Primeiro vamos colocar o monopolista da violência no comando das leis. Aí, quando eles exibirem "desvios éticos", vamos meter bala neles!

Pergunta: cadê as armas? Da última vez que chequei, as armas estavam em posse destes mesmos corruptos.

Outra coisa: até mesmo histórias infantis de quadrinhos já alertavam que o "poder corrompe". Uma criança semi-alfabetizada de 7 anos já entendeu algo que você ainda não aceitou.

Pense mais da próxima.


Ou há o império da lei, ou há a lei do mais forte. Os mais fortes outrora se apropriaram das terras, das riquezas naturais, dos meios de produção, exploraram os mais fracos escravizando-os, etc. Agora vocês querem simplesmente dizer que é cada um por si? O que nós temos que fazer é aplicar o direito penal chinês para esses corruptos, matá-los e cobrar a bala da família ainda; afinal, a pena de morte já estava prevista na lei de Moisés.


Engraçado que você pega uns trechinhos de Mises fora do contexto sobre a secessão ignorando completamente a defesa do Estado de Mises em toda sua carreira e sua própria briga com os anarcocapitalistas.

E como se esses trechos invalidassem o que eu disse sobre Mises! hahaha Claramente nem Ação Humana você leu, pois lá ele basicamente repete meu argumento que eu corretamente atribui a ele e a Hayek (embora seja bem mais antigo):

"A fim de estabelecer e preservar a cooperação social e a civilização são necessárias medidas para impedir que indivíduos antissociais cometam atos que poderiam desfazer tudo o que o homem realizou desde que saiu das cavernas. Para preservar um estado de coisas onde haja proteção do indivíduo contra a ilimitada tirania dos mais fortes e mais hábeis, é necessária uma instituição que reprima a atividade antissocial. A paz — ausência de luta permanente de todos contra todos — só pode ser alcançada pelo estabelecimento de um sistema no qual o poder de recorrer à ação violenta é monopolizado por um aparato social de compulsão e coerção, e a aplicação deste poder em qualquer caso individual é regulada por um conjunto de regras — as leis feitas pelo homem, distintas tanto das leis da natureza como das leis da praxeologia. O que caracteriza um sistema social é a existência desse aparato, comumente chamado de governo." Ludwig von Mises, Ação Humana, capítulo XV, "Liberdade"

Ou seja, Mises deixa bem claro que é preciso um agente que monopolize o uso da força num dado território. Mas, para destruir suas ilusões sobre Mises completamente, vou deixar aqui trechos de suas brigas com os anarcocapitalistas:

"Em correspondência privada com Bruno Leoni, Mises lamentou que idéias anarquistas estavam sendo 'defendidas por alguns dos homens mais inteligentes da geração americana em ascensão', mas ele tinha uma imediata explicação psicológica à mão: o anarquismo era uma 'reação à deificação do estado'." Jörg Guido Hülsmann, Mises: The Last Knight of Liberalism, p. 1025

"Mises entrou em contato com o movimento anarquista burguês já nos anos seguidos à publicação de Ação Humana, especialmente através de seus contatos com libertários da costa-oeste, mas também em correspondência com Rose Wilder Lane. Seus debates com esses radicais americanos permaneceram infrutíferos. Mas após uns vinte anos, o anti-estatismo deles ganhou momento. A melhor prova foi a existência do Círculo Bastiat, envolvendo Rothbard, Raico e Liggio. Raymond Cyrus Hoiles, editor da Freedom Newspaper, vangloriou-se desse impacto crescente em uma carta a Mises, a primeira correspondência dos dois em trinta anos. Respondendo a alegação de Mises de que nenhum homem racional jamais propôs que a produção de segurança fosse confiada a organizações privadas…"Jörg Guido Hülsmann, Mises: The Last Knight of Liberalism, p. 1025

"Mises respondeu de uma maneira hobbesiana, objetando que, na ausência de um monopólio do uso da força coercitiva, "todo mundo teria que se defender continuamente de bandos de agressores". Ele concluiu: "Eu penso que você erra em assumir que seus princípios são aqueles da Declaração de Independência. Eles são na verdade os princípios que levaram, cem anos atrás, os Estados Confederados a recusar o reconhecimento do presidente eleito pela maioria. Seja onde for que esses princípios sejam recorridos, eles levam a derramamento de sangue e anarquia."" Jörg Guido Hülsmann, Mises: The Last Knight of Liberalism, p. 1026





" Havia, é claro, algumas exceções a essa história de relações harmoniosas. Após a Guerra Civil, os EUA possuíam um exército efetivo que não tinha muito o que fazer. Assim, os colonizadores... "

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1028

reeeeeeeeeeeeeeeee

Alguém corrige isso, Secessão , Guerra de Secessão.
Ou coloque uma nota, sei lá, já que não forma vcs que escreveram.


"É a primeira vez que vejo alguém dizer que um monopólio gera resultados mais eficientes que um arranjo de livre concorrência. É o equivalente a dizer que a população está mais bem servida com um serviço de correios estatal e monopolista do que se houvesse várias empresas concorrentes neste ramo. "

É uma das falácias mais ridículas dizer que todo monopólio deve ser ruim, inclusive o da força, desconsiderando inclusive que o uso da força é completamente diferente de transações econômicas voluntárias, por sua própria natureza. Você deve ser bastante ignorante então, para não conhecer ninguém que vê as coisas por esse ponto. Não conhece Mises, Hayek, Ayn Rand, Hume, Locke, Nozick, toda a filosofia liberal clássica. A Ayn Rand, mesmo eu não gostando dela, é genial para atentar para esse ponto:

"Uma recente variante da teoria anarquista, que está deixando perplexos alguns dos defensores mais jovens da liberdade, é uma coisa absurda e estranha chamada "governos competidores". Aceitando a premissa básica dos modernos estatólatras – que não vêem diferença entre as funções do governo e as funções da indústria, entre força e produção, e que defendem a propriedade governamental de empresas –, os proponentes de "governos competidores" pegam o outro lado da mesma moeda e declaram que, já que a concorrência é tão benéfica aos negócios, deveria também ser aplicada ao governo. Ao invés de um governo único monopolista, declaram que deveria haver um número de governos diferentes em uma mesma área geográfica, competindo pela submissão de cada cidadão, sendo todos os cidadãos livres para "comprarem" ou prestigiarem qualquer governo de sua escolha. (...)

Não se pode chamar esta teoria de uma contradição em termos, já que ela é obviamente destituída de qualquer compreensão dos termos "competição" e "governo". Nem se pode chamá-la de uma oscilante abstração, já que é destituída de qualquer contato com a realidade e não pode ser concretizada de maneira alguma, nem mesmo de modo grosseiro ou aproximado."

Mas, para destruir sua falácia completamente:

"The Special Case of Protection Services

As noted earlier, one conclusion of the libertarian literature on government production is that private providers can provide more effectively all of the goods and services that government now supplies. This conclusion applies to protection services as much as to any government-provided good or service. As with other goods and services, though, it applies to the market provision of protection services within an economy in which government enforces its rules on all market participants, including protection firms. Economic analysis that shows the effectiveness of markets in allocating resources does so within a framework that assumes that property rights are protected and that exchange is voluntary.15 Economic theorists from Samuelson (1947) to Rothbard (1962) make the assumption that market exchange arises from mutual agreement, without theft or fraud. In the analysis of protection firms, this assumption of voluntary exchange amounts to an assumption that the industry's output is already being produced—as a prerequisite for showing that it can be produced by the market! As a simple matter of logic, one cannot assume a conclusion to be true as a condition for showing that it is true. This problem makes the production of protection services a special case from the standpoint of economic analysis" RANDALL G. HOLCOMBE


Overbooking, quebra de contrato ou direito de propriedade?

PS: Nenhum dos dois cabe intervenção estatal, quebra de contrato se leva pra arbitragem, pro tribunal. No máximo seria pra um tribunal estatal, mas não necessariamente(nem deveria).

Eu entendo como quebra de contrato, e vocês?
O Contrato, gera obrigação jurídica, nessa transação, obrigações foram impostas. A menos que ninguém esteja sabendo que a United avisa antecipadamente aos seus passageiros sobre este risco, ou até em uma clausula contratual.
Se esse for o caso, ninguém é obrigado a assumir esse risco imposto pelo contrato.

Caso contrário, é uma fraude. Uma quebra de um contrato com determinados contratantes, estes devem ser sim indenizados, uma obrigação jurídica imposta pela relação contratual da empresa com o consumidor cuja foi ignorada pela empresa.
Nessa relação o direito prevalece no consumidor, porque o mesmo não foi informado de tal risco.

O direito de propriedade é exercido quando a empresa tem as suas normas e as pessoas voluntariamente aceitam essas normas, agora quando a empresa não impõe uma norma no contrato e na prestação do serviço cria-se uma nova norma externa , se tem ai uma quebra do contrato, a relação jurídica que envolve direitos e obrigações no contrato foi descumprida.

Alguém com um contra-argumento?

Direito de propriedade VS Obrigação jurídica contratual.

Por outro lado, o Avião é da empresa, é direito de propriedade dela retirar quem ela bem entender e fazer como ela quiser. Eai?

Abraços




[Locke 12/04/2017 00:33
"E mesmo assim ele [Hume] reconhecia a necessidade do Estado para que a propriedade seja melhor garantida."

E daí? O sujeito por acaso é um deus à prova de erros? Hume nem sequer era um liberal clássico. Ele dizia que a propriedade privada nem mesmo era um direito natural, mas sim uma mera conveniência. ]

Senhor, eu não disse que 'Hume era um Deus'; eu o usei para exemplificar o que eu disse, coisa que ficou bem claro quando eu falei "Hume mesmo, aliás, quem foi o popularizador dessa teoria..."

E Hume era liberal clássico sim. Você nega por que ele não acreditava em direitos naturais? Então vai ter que excluir do liberalismo clássico Mises, Hayek, Smith, Say, Ricardo, e inúmeros outros. Hume era sim liberal clássico. A maioria dos historiadores do pensamento liberal dizem.

"Ou seja, se você planta uma terra e alimenta uma população com a colheita, essa propriedade na qual você misturou seu trabalho e gerou frutos positivos para toda a população não pertence a você e não é sua por direito e mérito; ela apenas não deve ser confiscada de você porque isso seria chato e traria inconveniências para várias outras pessoas."

Realmente a propriedade não torna 'minha'. Quando eu planto em algo eu ganho aparece alguma estrelinha mágica que mostre e e estabeleça que aquele algo é meu? Se não, com qual base você diz que é? Te desafio a encontrar alguma base para sua afirmação que seja puramente LÓGICA e não seja baseada seja na história ou em qualquer forma de UTILIDADE.

"Nicolás Maduro e Raul Castro podem utilizar exatamente o mesmo argumento."

Podem, mas e daí? Hitler bebe água. Tomar água é ruim por isso?



"A importância do Estado está no uso da força."

O estado é a instituição com o monopólio da decisão suprema sobre todos os conflitos dentro de um determinado território.

Mais ainda: é a instituição capaz de fazer com que todos os conflitos envolvendo ele próprio sejam decididos por ele ou por seus funcionários.

Ou seja, o estado é um agente que detém o monopólio da tomada suprema de decisões para todos os casos de conflito dentro de um território, inclusive os conflitos envolvendo ele próprio.

Baseando-se nessa definição de estado, é fácil entender por que existe um desejo de se controlar um estado: quem quer que detenha o monopólio da arbitragem final dentro de um dado território tem o poder de fazer as leis. E aquele que pode legislar, inclusive em causa própria, está em uma posição invejável.

Ou seja, o estado não apenas é a instituição que decide quem está certo ou errado em conflitos entre terceiros, como também é a instituição que irá decidir quem está certo ou errado em casos em que seus próprios membros estejam envolvidos.

Trata-se de um arranjo genial... para aqueles que estão lá dentro.

"Deve haver uma agência mais forte que as outras, relativamente controlada pela comunidade, para que haja a certeza da aplicação da lei."

Essa é a chamada teoria utópica do estado. "Vamos criar uma instituição ultra-poderosa, monopolista e com plenos poderes coercitivos, inclusive com o poder de tributar e confiscar propriedades. Mas vamos controlar essa coisa direitinho, e ela irá nos obedecer completamente, como um macaquinho amestrado".

Sério, imagine um grupo de pessoas sempre alertas à possibilidade do surgimento de conflitos; e então eis que alguém propõe, como solução a este eterno problema humano, que ele próprio se torne o arbitrador supremo de todos os casos de conflito, inclusive daqueles em que ele mesmo esteja envolvido.

Estou certo de que ele será considerado um piadista ou alguém mentalmente perturbado. Entretanto, é exatamente isso que todos os estatistas propõem.

"É melhor que haja uma única agência controlando uma região, mesmo que à custa de cobrar impostos, pois a previsibilidade e a segurança são cobrem em muito os custos da perda de uma parte de sua renda pelos impostos."

É a primeira vez que vejo alguém dizer que um monopólio gera resultados mais eficientes que um arranjo de livre concorrência. É o equivalente a dizer que a população está mais bem servida com um serviço de correios estatal e monopolista do que se houvesse várias empresas concorrentes neste ramo. Ou que o Brasil estaria mais bem servido com uma única companhia aérea estatal e monopolista do que com várias concorrentes entre si.

Isso é a revogação completa do mais básico conceito da ciência econômica.

"Essa é exatamente a posição dos dois maiores liberais do século XX, Mises e Hayek."

Vá tentar sacar em outro lugar. Aqui não:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1454

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2341

"Essas vantagens do Estado explicam por que ele é o arranjo mais estável até hoje."

Vantagens?! Quais?

"Aliás, se um sistema de competição no uso da força dentro de um mesmo território fosse tão superior, por que ele não conseguiria se defender da criação do Estado -- a qual ocorreu hoje em praticamente todo pedaço do mundo?"

Duh! Aponte-me um único estado que permite livre concorrência em relação a ele? Todos os governos, após dezenas de séculos de monopólio da violência, não apenas já se apossaram de todo o território dentro de suas fronteiras, como também -- por causa do seu poder de tributar -- estão em controle monopolista de todo o armamento pesado disponível.

Quem teria qualquer chance de se insurgir contra esse monopolista de séculos?

"Reclamem o que quiser da 'imoralidade' do Estado, mas as vantagens econômicas da existência da instituição em si são claras."

Sério, você é bem fraco. Não só todas as suas afirmações falsas foram refutadas (e desmentidas acima), como você também demonstra problemas sérios com a lógica.

Repito o desafio: qual a vantagem econômica de um monopólio? Explique apenas isso, e talvez você consiga algo.


"E mesmo assim ele [Hume] reconhecia a necessidade do Estado para que a propriedade seja melhor garantida."

E daí? O sujeito por acaso é um deus à prova de erros? Hume nem sequer era um liberal clássico. Ele dizia que a propriedade privada nem mesmo era um direito natural, mas sim uma mera conveniência.

Ou seja, se você planta uma terra e alimenta uma população com a colheita, essa propriedade na qual você misturou seu trabalho e gerou frutos positivos para toda a população não pertence a você e não é sua por direito e mérito; ela apenas não deve ser confiscada de você porque isso seria chato e traria inconveniências para várias outras pessoas.

Nicolás Maduro e Raul Castro podem utilizar exatamente o mesmo argumento.


A importância do Estado não está na criação de leis, mas em sua aplicação. A função do Estado de 'criar leis' foi, primeiramente, a de ARTICULAR leis para que se possa ter certeza sobre o que pode executar ou não. A importância do Estado está no uso da força. Deve haver uma agência mais forte que as outras, relativamente controlada pela comunidade, para que haja a certeza da aplicação da lei. Além disso, guerras para se tomar o controle de regiões e dominar sua população causam muita insegurança e, consequentemente, diminuição nas trocas comerciais, na divisão do trabalho e no aumento de riqueza. É melhor que haja uma única agência controlando uma região, mesmo que à custa de cobrar impostos, pois a previsibilidade e a segurança são cobrem em muito os custos da perda de uma parte de sua renda pelos impostos. Essa é exatamente a posição dos dois maiores liberais do século XX, Mises e Hayek.

Essas vantagens do Estado explicam por que ele é o arranjo mais estável até hoje. Aliás, se um sistema de competição no uso da força dentro de um mesmo território fosse tão superior, por que ele não conseguiria se defender da criação do Estado -- a qual ocorreu hoje em praticamente todo pedaço do mundo?

Reclamem o que quiser da 'imoralidade' do Estado, mas as vantagens econômicas da existência da instituição em si são claras.



"Sustentam alguns estatistas que, para os utilitaristas (ou não-adeptos da doutrina dos direitos naturais, como foi o caso de Mises), o direito de propriedade seria produto de convenção; daí argumentam os estatistas: "ora, se direito de propriedade decorre de convenção, só pode decorrer das convenções impostas pelo estado". "

Ninguém disse que essa convenção deve ser imposta pelo Estado. Hume mesmo, aliás, quem foi o popularizador dessa teoria (se não seu inventor), dizia que essa convenção não era 'imposta pelo Estado'. E mesmo assim ele reconhecia a necessidade do Estado para que a propriedade seja melhor garantida.


"Daniel 11/04/2017 18:37
Cidadão, para o estado fornecer serviços de proteção ele tem de, por definição, se intrometer na economia. Afinal, como o estado vai se financiar senão pela tributação? E o que é a tributação senão um confisco da renda alheia"

Tá, e daí? Mesmo que ele tribute, ele pode proteger a propriedade de forma que ela seja muito mais garantida do que em uma situação em que não há tributação mas há a possibilidade constante de que qualquer pessoa mais forte do que você te desaproprie.


"Agora que o governo Temer aprovou a PEC do Teto dos Gastos, como que ficou a questão dos déficits da previdência?"

Em tese, e tudo o mais constante -- ou seja, caso não haja alteração na Previdência --, tudo o que o governo gastar a mais na Previdência (superar a taxa de inflação de preços do ano passado) terá de ser cortado em outras áreas.

"O valor dos déficits obrigatoriamente será abatido de outras áreas para que o gasto total não ultrapasse o teto?"

Correto.

"Ou seja, se o orçamento total for de 2 trilhões e o déficit de 500 bilhões, o governo só poderá gastar 1,5 trilhões em outras áreas?"

Não é bem assim. Se os gastos do governo em um ano foram de R$ 2 trilhões e a inflação de preços foi de 4,5%, então no ano seguinte os gastos totais do governo não poderão ultrapassar R$ 2,090 trilhões (aumento de R$ 90 bilhões, o equivalente a 4,5% de R$ trilhões). Ponto.

Se os gastos com a Previdência aumentarem, por exemplo, 100 bilhões, então o governo terá necessariamente de cortar R$ 10 bilhões de outras áreas.

"Estou perguntando isso porque pelo o que eu entendi, os déficits não são programados e até então o governo não se preocupava em fazer um orçamento realista pois a Lei da Responsabilidade Fiscal não impõe sanções para previsões orçamentárias incorretas."

Correto.


Rothbard? Quem diz isso é Hayek:

"A lei, em sua forma ideal, poderia ser definida como uma ordem definitiva e válida para todos, prescrita para pessoas desconhecidas, independentemente de qualquer circunstância específica de tempo e lugar, e que se refere unicamente a condições que possam ocorrer em qualquer lugar e em qualquer tempo." Friedrich Hayek, Os Fundamentos da Liberdade, cap. 10, parte 2



No inicio era o nada. Então veio um indivíduo e criou a ideia de propriedade privada e concomitantemente originou o roubo. Não há roubo sem propriedade privada, não há propriedade privada sem roubo. Então a propriedade privada ficou limitada pelo direito natural da liberdade individual, pois então, criou-se o estado. Algo além do nada que se dividiu do tudo. No sétimo dia esse indivíduo descansou, e pós todos os outros para trabalhar.


Não existe coisa pior do que sindicalistas e políticos. Nem professores esquerdistas são tão asquerosos.


A Religião teve uma importância fundamental na defesa do Direito Natural, pelo fato de existirem dogmas e leis que protegem os direitos dados por Deus para o Homem. Mas mesmo assim independe de crença e descrença.


"Libertários estão cheios de fantasmas na cabeça"

Quem tem fantasma na cabeça é você, criador de espantalhos.


"Os libertários negam a coerção"

Que imbecilidade.

Se os libertários são contra a coerção institucionalizada, como elem poderiam "negar" a coerção? Tampouco eles negam a necessidade de coerção: o que os libertários defendem é que a coerção só é devida e legítima quando há violação ao princípio da não-agressão (à vida ou à propriedade alheia).


"Parece que eles acreditam num mundo da fantasia, onde o mercado é livre, as pessoas são livres, todo mundo é feliz graças ao comércio e não existe COERÇÃO, não existe PODER".

Insiste na estupidez...

Tanto os libertários não acreditam que o mercado é livre que a sua batalha intelectual é pela liberalização do mercado (e das pessoas). E nenhum libertário acha que "todo mundo é feliz graças ao comércio"; o que os libertários têm certeza é que a intervenção de burocratas parasitas no comércio é imoral e anti-econômica.

Esse seu comentário é apenas delírio investido de arrogância juvenil.


"Ainda acreditam em PROPRIEDADE mas passam as semanas culpando o Estado".

Ah, claro, um defensor do parasitismo como você não pode acreditar em propriedade mesmo; só pode acreditar em espoliação e confisco.





1) Não existem esses mecanismos que impedem a expansão de um estado mínimo em um estado agigantado. A única coisa que que pode variar é o tempo que demorará para isso ocorrer. E será assim exatamente por causa da democracia. Teoria e empiria puras.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=291

2) Libertários e liberais genuínos nunca defenderam a ideia de democracia, que nada mais é do que o governo da turba.

Um dos países em que a democracia é exercida no seu sentido mais pleno é a Venezuela. Aloizio Mercadante estava corretíssimo quando disse que "Na Venezuela, há democracia até em excesso". Claro! Lá, basta a pequena maioria demandar, e o governo faz. Confiscos de renda, expropriação de terra, congelamento de preços e censura. Tudo democraticamente exigido pela pequena maioria da população e prontamente acatado pelo governo. Elas mandam, o governo obedece. E a minoria se estrepa. Democracia em sua plenitude.

Quanto mais democracia, mais arbitrário o estado -- o que não quer dizer que na ditadura ocorra o oposto. Onde há estado, há arbitrariedade -- varia apenas o grau de explicitude com que a espoliação é feita.

Na democracia genuína, a turba exige e o governo fornece. Se a maioria da turba exigir confisco de propriedade, o governo concederá. Se a maioria exigir redistribuição de renda, o governo fará. Democraticamente.

A democracia -- em seu sentido pleno -- é a grande inimiga da propriedade privada.

Respeito à propriedade privada é algo absolutamente impossível de ocorrer onde quer que haja democracia, pois a democracia depende exclusivamente do assalto à propriedade privada para existir. É impossível existir democracia sem esbulho da propriedade privada.

Os pais fundadores dos EUA desprezavam o conceito de democracia. A Declaração de Independência americana não cita o termo 'democracia' nem sequer uma única vez.

Logo, que cazzo é isso de "sufrágio universal"? Seria isso o direito universal de esbulhar a propriedade alheia?

3) Qual valor um funcionário público gera? Como seria possível mensurar isso se o salário dessa gente não apenas advém do esbulho como também não é fornecido pelo mercado?

Eu sei exatamente quanto valor um garçom gera. Ou um porteiro. Ou um piloto de avião. Mas ninguém sabe quanto de valor gera um desembargador ou um senador. Há bibliotecários em Tribunal de Contas ganhando 35 mil reais por mês de dinheiro esbulhado. Que valor esse parasita gera? Há desembargador estadual em SP ganhando 125 mil por mês de dinheiro confiscado dos pobres via ICMS. Que valor esse parasita gera?

Que valor gera um assaltante da Receita Federal, que rouba a renda de trabalhadores e de empreendedores, afetando a capacidade de investimentos e impedindo a geração de empregos? Que valor essa gente gera?

Não, meu caro, quem vive do esbulho alheio e fornece "serviços" que não são voluntariamente adquiridos no mercado, mas sim compulsoriamente adquiridos por todos, não tem como gerar valor. Tais pessoas subtraem e destroem valor. Por definição.


Muito bom e coerente seu comentário, assino embaixo.
É importante levar em conta a historicidade, as condições do mundo hoje são diferentes de antigamente. O homem é também um animal e a violência infelizmente têm sido presença constante na história das relações humanas. Os mais fortes se impõem sobre os mais fracos e nesse âmbito o Estado surgiu e existe, não há como mudar esse fato (passado).
Agora, com a evolução do conhecimento humano e das novas tecnologias o Estado não se faz mais necessário, é possível e na minha opinião desejável que a sociedade se organize através de associações voluntárias, e uma sociedade pode ter Leis mesmo sem um Estado monopolista e coercitivo.
O grande empecilho para a liberdade, na minha opinião está no embate de idéias. É estranho como ao mesmo tempo em que ciência e tecnologia vem progredindo, alguma coisa (socialismo) aconteceu no século XIX que parece que filosoficamente a humanidade regrediu em relação a liberdade durante o séc. XX, parece uma espécie de idade das trevas para a liberdade.


E não dá para conceber como vc não consegue conceber isso: como disse o outro aí em cima, todo e qualquer socialista/coletivista/social-democrata/estatista defende isso (ao menos implicitamente), meu caro.

Você quer nomes?

Serve Thomas Hobbes e Hans Kelsen?

Serve Jeremy Bentham, John Austin e Carl Schmitt?

Serve Thomas Scanlon, John Rawls e Philip Pettit?


(P.S.: note que só te trouxe nomes de peso; nenhum pangaré brazuca; nunca subestime o grau da desgraça coletivista do mundo, meu caro).



Que besteira.

O Direito Natural (laico) diz respeito à natureza humana e à razão humana; não tem nada a ver com a "falta de exatidão das leis que regem as relações humanas".


Nada a ver, anônimo. Direito natural independe totalmente de religião.

Tecnicamente, os direitos humanos podem ser divididos nas chamadas "gerações". Teóricos conseguem pensar em inúmeras gerações. Contudo, historicamente, podemos dividir os autointitulados direitos humanos em duas correntes distintas sob o ponto de vista econômico.

A primeira, com origem na filosofia liberal, consiste basicamente em direitos negativos: o indivíduo tem o direito de que não tirem sua vida, não restrinjam sua liberdade, e não confisquem sua propriedade honestamente adquirida. Destes direitos negativos derivam-se direitos positivos, como liberdade de expressão, religião e associação; direito ao porte de armas; devido processo legal; direito de livre iniciativa; entre outros.

A segunda geração de direitos humanos tem base filosófica explicada na obra Sobre a Questão Judaica, de Karl Marx. Escrita em 1843 e publicada em 1844, a publicação adquire especial relevância uma vez que o autor faz uma reflexão acerca da situação dos judeus na Prússia, sedimentando então a concepção de materialismo histórico.

Especificamente, encontra-se nessa obra a visão teórica de direitos dos homens pela perspectiva socialista de Marx, a qual se expandiria em um corpo bem definido e chegaria ao ápice ao servir de base para as constituições da União Soviética.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2307



Boa noite a todos.

Não é de hoje que vejo que o grande busílis da discórdia é a gênese do Estado, onde ancaps se engalfinham com liberais clássicos para conseguir definir de fato quem veio primeiro: o ovo ou a galinha.

Bem, na minha opinião e em minhas pesquisas sobre sociedades antigas ocidentais e orientais, o homem quase nunca se associava por vontade, mas pela força. Seria longo e imersivo citar exemplos com detalhes, mas basicamente homens mais capazes e com capacidade física superior acumulavam riquezas e tomavam territórios para si, chamando-os de reinos.

Cada reino, nascido da conquista de seu rei, imperador etc, existiu segundo regras estabelecidas pelo seu maioral (ou maiorais). Tanto é que temos inúmeros exemplos de sociedades com códigos bizarros e que foram varridos da face da terra ao longo do tempo. Outros, mesmo imorais com base em nossos conceitos continuam fortes como é o Califado, onde apedrejar mulheres e degolar homossexuais faz parte do cotidiano dessa sociedade. Logo, em que pese que o Direito precede o Estado pois é fruto da Ação Humana, o Estado em si é também fruto da Ação Humana, pois é mais uma das etapas da evolução de nossa espécie, que caminhou da caça ao extrativismo, da agricultura básica até as primeiras formas de comércio, com a criação das moedas.

Postulando isto não estou justificando a eficiência do Estado nas relações ou mesmo dando azo de que o homem não pode viver sem o Estado. Mas é inegável que fomos trazidos até aqui por infinitas conquistas, guerras e tentativas fracassadas de existir pelo meio da dominação e tirania. E entre erros e acertos ao longo do tempo nos deparamos com a forma mais pacífica de se viver e prosperar sem machucar o semelhante: o capitalismo.

A livre associação se provou o método mais efetivo, enriquecedor e estável de se viver, baseado no sistema de preços e na honestidade, respeito e confiança entre as partes. Através das trocas voluntárias nós descobrimos que podemos enriquecer simplesmente atendendo os desejos de nossos pares. Que vale muito mais a pena passar semanas pescando, que anos guerreando. Que é muito mais vantajoso ver seus filhos crescerem para se tornarem médicos do que torna-los soldados furiosos por dominação, e perde-los em um instante.

Sei que muitos críticos dirão que o capitalismo começou quando houve a primeira troca voluntária, porém vejo o capitalismo como uma entidade filosófica, como a ética e o direito, sendo inalienável e imutável perante qualquer tempo ou sociedade. E o verdadeiro capitalismo só pode existir sem nenhuma intervenção entre as partes, e neste ponto o Estado, que uma vez foi formador de povos, hoje não serve mais.

O corpo burocrático estatal está nos seus últimos anos e se debate contra a ação humana, pois seu princípio fundamental já não condiz em nada com a vontade comum de nossos dias. Ele vai ser cada vez mais combatido pelos bilhões de seres das novas gerações, criados sob a ótica da automação, informática e do auto aprendizado. Com o avanço cada vez mais rápido da tecnologia o ser identifica cada vez mais cedo o que lhe faz bem (empresas e pessoas) e o que lhe atrapalha (o Estado, suas regras e suas guerras), e se põe em uma queda de braço nos espaços virtuais, arrastando a mídia amealhada à burocracia a se por de joelhos perante a liberdade.

O homem hoje quer ser feliz: trabalhando, estudando e se divertindo, sem fazer mal a ninguém. E a busca da felicidade só existe se houver liberdade. O Estado não resistirá por muito tempo mais a Ação Humana do Século XXI.

Obrigado por quem leu até aqui.



Li o Artigo, mas me sobraram algumas duvidas.

Partindo do pressuposto liberal clássico de que o ideal é um Estado mínimo que garanta a segurança e liberdade do indivíduo bem como sua propriedade privada não haveria uma contradição nos pontos: (Se partirmos do ideal libertário, aí não há contradição, mas não é essa a minha dúvida)

1) Se o Estado é mínimo e possui mecanismos que tornam difíceis sua expansão pela mera vontade de políticos e outros burocratas (por ex: para aumento de salários ou colocação de novos cargos apenas com plebiscito), não haveria poucos funcionários públicos de modo que tivessem influencia limitada nas eleições e mesmo que tivessem fosse difícil promulgar vantagens para eles próprios. Isso não invalidaria a premissa inicial de Mises de que o funcionário público e eleitor é empregado e empregador ao mesmo tempo ?

2) Se partirmos do principio de que funcionários públicos não devem votar não estaríamos negando a eles um direito de representação ? Nesse caso, o sufrágio já não seria mais universal, e isso foi uma das primeiras lutas do liberalismo.

3) Sobre o comentário do Editor, de que alguns alegam que os funcionários públicos não pagam imposto só recebem menos produto fruto do roubo. Isso não poderia ser contra argumentado dizendo que o funcionário público gera seu valor pra sociedade e recebe por isso ?
Não estou questionando a qualidade do trabalho do funcionário e nem o quanto estes deveriam ganhar ou não, estou questionando o argumento de que todos os funcionarios publicos não pagam imposto...


Só não vale plágio, por que essas teorias macroeconômicas desenvolvimentistas dos tempos da cepal, estão longe de ser novidade.


Os sindicatos federais (de empresas e autarquias estatais) estão fechando para o dia 28 uma greve geral em desagravo ás reformas previd. e trabalhista e, sendo que tal data coincidentemente, vai emendar com o feriadão do dia primeiro de maio.


Estou dentro.

Só falta escolher entre economia ou filosofia. Ó dúvida cruel.


'Antigamente eu poderia chegar no seu vilarejo e simplesmente destruir tudo, roubar sua comida e seus pertences por meio da FORÇA"

ANTIGAMENTE se vc tentasse chegar no meu vilarejo eu poderia me defender e acabar com tua raça sem ajuda de Estado nenhum.



"Nossa, que inveja de você. Falo sério. Seu círculo de amizades e de debatedores, bem componde leitura, deve ser extremamente seleto. Já eu estou em situação oposta à sua: nunca ouvi alguém admitindo que primeiro houve a formação de sociedades baseadas na propriedade privada, e depois, só depois!, criaram o estado".

Bom, já que você nunca "ouviu alguém admitindo que primeiro houve a formação de sociedades baseadas na propriedade privada, e depois, só depois!, criaram o estado", hoje é seu dia de sorte, vais saber de duas pessoas que não pensam assim. A primeira pessoa - ou ao menos penso ser pessoa, inútil, porem pessoa -, sou eu. E a segunda - essa mais conhecida- é Friedrich Engels. Sim, um socialista/comunista ou sei lá o que, em sua obra "A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado –1884" deixa claro que o Estado foi o último a existir desses 3.

"Todas as pessoas que conheço e todas as leituras que já fiz dizem exatamente o que afirma o artigo: no início, imperava a lei da selva; os seres humanos eram selvagens e viviam em guerra, se matando. E então surgiu o estado, estabeleceu a propriedade privada, e aí sim todos os homens finalmente passaram a viver em paz".

Amigo, não sei por onde andas ou os livros que tais lendo, mas eu sugiro uma mudança radical e rápido, ainda há tempo.

"Aliás, todos os atuais defensores da necessidade de haver um estado se utilizam dessa premissa. Vai desde os comunistas (que dizem que é o estado quem protege e legítima a burguesia, garantindo tudo, inclusive sua propriedade privada) até os minarquistas e liberais clássicos, que dizem que a única função do estado é expropriar a propriedade de todos para proteger a propriedade privada de todos (sim, a lógica é fenomenal)".

Sim, isso é o que eu mais escuto também, e discordo dessa tese. Por isso o meu espanto do argumento de que primeiro veio o Estado e depois veio a propriedade privada, isso, pra mim, é novidade.

"Com efeito, todos os críticos da teoria anarcocapitalista (desde os comunistas até os minarquistas) dizem a mesmíssima coisa: "Ei, anarcocapitalistas, digam: quando foi que alguma sociedade já viveu sem estado?! Eu nunca ouvi falar de nenhuma!"".

Sério, nunca ninguém me questionou isso, ainda bem, acho que eu ia infartar com tamanha ignorância.

"Por isso, repito: que inveja de você. Quisera eu ter o seu círculo social".

Não me inveje amigo, meu círculo social é o mais baixo, porém democrático, possível. Vivo entre prostitutas, mendigos e malucos aqui de Florianópolis, e acredite, nunca ouvi falar nisso. Que o Estado precede a propriedade privada.



"Já que preciso desenhar"

Sempre acho engraçado quando o sujeito é refutado várias vezes e, no desespero camuflado de arrogância juvenil, sai-se com clichê de adolescente em rede social.

Cidadão, preste atenção: o que você precisa é desenhar dentro do seu cérebro que, em tema de segurança jurídica (tema suscitado por vc mesmo), a indevida intervenção do estado na economia e os serviços de proteção estão interligados: quando o estado intervém na propriedade privada (e serviço de proteção inclui, obviamente, proteção à propriedade privada) ele está interferindo na economia e quando ele intervém na economia ele, ao fim e ao cabo, está interferindo na propriedade privada.


"Você tem um terreno, por mais que você diga que tem o "direito natural" a ele, nada garante que alguém respeitará isso, pessoas mais fortes ou espertas podem simplesmente lhe tomar do dia para a noite"

Isso, boa descrição daquilo que o estado faz: ele simplesmente confisca a propriedade privada do dia para noite. E você acha que isso é o que proporciona "segurança jurídica". Genial.


Esse tal direito natural que os libertários tanto falam é algo que não existe. E só pode ser fundamentado de um ponto de vista religioso.
Se partirmos de um ponto de vista evolucionista, veremos que isto não existe.
Ateisticamente falando, as únicas leis naturais as quais ele está sujeito são as da física. As leis que regem as relações humanas não são exatas, são apenas interpretações da forma como estas relações se dão. E roubar nesta visão é simplesmente o mais apto prevalecendo sobre o menos apto.
De um ponto de vista religioso, o direito natural pode ser visto como uma lei universal. Uma vez que somente Deus poderia instituir tal lei. Ao instituir a lei "Não roubarás", Deus reconhece o direito do homem de ter propriedade, porque nada pode ser roubado sem que as coisa tenham donos.
Parece haver um consenso universal entre as religiões que roubar é errado.
Eu acredito em Deus, logo aceito que existe o direito a propriedade.


"Que curioso: "não ouvi nem li; logo, isso não existe".
Seria isso um "argumento de autoridade" às avessas (espécie de "argumento de ignorância")?"

"não ouvi nem li; logo, isso não existe"
Como assim? Em que momento eu falei que não existe ninguém que tenha falado.

Não ouvi nem ouvi. Logo, me cite um autor que tenha dito.
Simplesmente não consigo crer que alguém com um mínimo de instrução defenda que o Estado tenha surgido antes da propriedade privada. Imagina um "cientista" político escrevendo isso, não consigo conceber.


Sempre que falamos de "estado", estamos falando em um estado de união de pessoas.
Essas pessoas se unem porque veem beneficio em CONTINUAR juntas, em um estado de união, caso contrario devem se SEPARAR.
Portanto toda vez que falamos de estado, devemos considerar que é possivel SEPARAR.
Para haver a união, alem dos beneficios, parece ser sempre necessario algumas pré-condições.
Podemos chamar essas pré-condições de constituição do estado de união.
E essa constituição pode ser qualquer coisa.

Nada impede que essa constituição diga que a propriedade NÃO é PRIVADA.
Zero problema. Voce é livre para entrar ou não nessa união.

A atual constituição do Brasil começa 100% errada, já no seu artigo 1, com a seguinte clausula petrea:
A República Federativa do Brasil, formada pela união INDISSOLUVEL dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em ... qualquer coisa.


Seu desenho está péssimo. Sugiro uma aula básica de caligrafia técnica.

"Você tem um terreno"

Eu tenho um terreno, uma arma, uma agência de segurança privada (a qual, se falhar, posso trocar por várias outras), e o direito natural (impingido por tribunais privados e concorrenciais) para me proteger.

Já no atual arranjo eu tenho um terreno, estou desarmado pelo estado, estou acossado pelo MST (grupo terrorista protegido e financiado pelo governo), a polícia militar está a dezenas de quilômetros de distância e há uma Constituição que diz que essa minha propriedade tem também de exercer uma "função social".

E você diz que este segundo arranjo não só é preferível ao primeiro, como também é o único que funciona.

Só pode ser piada. Ou então um garrancho ininteligível. Mude seu desenho.

"Ao menos sob a juridisção estatal você terá a segurança jurídica sobre sua propriedade. É verdade que terá que pagar impostos, mas é um mal menor."

Mais gozado que isso só um stand-up de Ricky Gervais.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1221

www.mises.org.br/Article.aspx?id=174

www.mises.org.br/Article.aspx?id=93

www.mises.org.br/Article.aspx?id=605


Já que preciso desenhar:

Você tem um terreno, por mais que você diga que tem o "direito natural" a ele, nada garante que alguém respeitará isso, pessoas mais fortes ou espertas podem simplesmente lhe tomar do dia para a noite, é essa a realidade que viveria um anarcocapitalista. Ao menos sob a juridisção estatal você terá a segurança jurídica sobre sua propriedade. É verdade que terá que pagar impostos, mas é um mal menor.


Cidadão, para o estado fornecer serviços de proteção ele tem de, por definição, se intrometer na economia. Afinal, como o estado vai se financiar senão pela tributação? E o que é a tributação senão um confisco da renda alheia, o qual distorce e afeta toda a economia, criando privilegiados e espoliados?

E o que vai acontecer com que resistir à tributação (confisco de propriedade)?

Nenhuma tributação é neutra; toda tributação distorce e afeta a economia.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1453

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1156


"Antigamente eu poderia chegar no seu vilarejo e simplesmente destruir tudo, roubar sua comida e seus pertences por meio da FORÇA. É o Estado que pune esse indivíduo. Se não existe Estado, nós dois vamos guerrear e que vença o melhor."

Frase incorreta. Permita-me corrigi-la:

Em sociedades em que há um estado e este desarmou a população, proibindo-a de comprar armas, mas permitindo que bandidos andem armados, eu poderia chegar no seu vilarejo e simplesmente destruir tudo, roubar sua comida e seus pertences por meio da FORÇA, pois sei que o estado lhe desarmou e você não tem como oferecer resistência.

Igualmente, sei que você não tem agências de proteção privadas para proteger todo o vilarejo, pois grupos paramilitares de proteção privada também são proibidos pelo estado.

Logo, eu faço o que quero com você. E o Estado não irá me punir porque sua polícia e sua justiça são ineficientes e são uma porcaria, por definição.

Se existe Estado, o mais forte e o mais fora da lei se impõe. Se não há Estado e todos estão armados, a chance de um se meter com outro (e levar bala) é ínfima.

O anárquico Velho Oeste não era nada selvagem


Estou tratando apenas do serviço de proteção, não da intromissão do estado sobre a economia.


"Quem diz isso? Que socialista é este? Eu nunca ouvi ou li isso na minha vida"

Que curioso: "não ouvi nem li; logo, isso não existe".

Seria isso um "argumento de autoridade" às avessas (espécie de "argumento de ignorância")?


"É verdade, o estado cobra impostos e te ameaça caso não pague"

Exato. Perfeito. E fim de papo. Após essa frase perfeitamente colocada, não há nenhum "mas" que possa servir de contrapartida.

Qualquer tentativa de justificar esse comportamento também servirá, por definição, como justificativa para aceitar máfias, extorsão, "taxas de proteção" e "arrego".

Se burocratas podem me ameaçar e me extorquir, por que mafiosos também não poderiam?

"mas você paga e ele garante sua propriedade juridicamente"

Juridicamente? Se eu não pagar IPTU, meu imóvel é confiscado e vendido em leilão. Se eu não pagar IPVA, meu carro é confiscado e vendido em leilão. Se eu não pagar Imposto de Renda, minha conta bancária é invadida e confiscada, meus ativos são arrestados, e minha prisão é decretada. E se eu tentar resistir a essa prisão injusta, serei assassinado pelo estado.

Belíssima proteção jurídica!

"e assim você sabe que pode fazer investimentos de longo prazo sem tanta insegurança jurídica"

Você é comediante? Se o empreendedor deixar de pagar um imposto (mesmo que por mera distração), ele será chamado de sonegador, será perseguido, humilhado e ainda ameaçado de cadeia. E seus bens serão arrestados e sua conta bancária invadida pelo estado.

Porém, segundo você, isso é um arranjo que "estimula investimentos de longo prazo" e traz "muita segurança jurídica".

A quantidade de comediantes involuntários que despenca por aqui sempre impressiona.




"Agora sem o estado você não precisaria pagar impostos, mas teria alguma segurança jurídica sobre suas propriedades, poupança e investimentos?"

Com certeza absoluta teria muito mais segurança sobre suas propriedades, poupança e investimentos do que com a presença do estado praticando desapropriação; desvalorizando a moeda; expandindo o crédito artificialmente; diminuindo taxa de juros no canetaço; emitindo regulações sobre a abertura e sobre a atuação de empresas; taxando o lucro, a renda e o consumo; alterando a legislação e a jurisprudência de forma abrupta e caótica; regulando o mercado de trabalho de forma asfixiante; criando agências reguladoras de toda ordem, com burocratas praticando extorsão; emitindo normas de cunho paternalista, etc., etc.

De fato, é uma "segurança jurídica" e tanto!


O que o artigo diz não é verdade.

Antigamente eu poderia chegar no seu vilarejo e simplesmente destruir tudo, roubar sua comida e seus pertences por meio da FORÇA. É o Estado que pune esse indivíduo. Se não existe Estado, nós dois vamos guerrear e que vença o melhor.
Eu arranco no tapa a sua noção de Propriedade. E eu quero que você convença cada forasteiro sobre a SUA noção de propriedade.

A FORÇA, a VIOLÊNCIA, a COERÇÃO, o PODER é uma realidade da natureza humana... algo que os libertários negam.


Todo e qualquer socialista/coletivista/estatista diz isso, meu caro.

Para eles, a propriedade privada é uma "concessão" do estado.


"Quem diz isso? Eu nunca ouvi ou li isso na minha vida"

Nossa, que inveja de você. Falo sério. Seu círculo de amizades e de debatedores, bem componde leitura, deve ser extremamente seleto. Já eu estou em situação oposta à sua: nunca ouvi alguém admitindo que primeiro houve a formação de sociedades baseadas na propriedade privada, e depois, só depois!, criaram o estado.

Todas as pessoas que conheço e todas as leituras que já fiz dizem exatamente o que afirma o artigo: no início, imperava a lei da selva; os seres humanos eram selvagens e viviam em guerra, se matando. E então surgiu o estado, estabeleceu a propriedade privada, e aí sim todos os homens finalmente passaram a viver em paz.

Aliás, todos os atuais defensores da necessidade de haver um estado se utilizam dessa premissa. Vai desde os comunistas (que dizem que é o estado quem protege e legítima a burguesia, garantindo tudo, inclusive sua propriedade privada) até os minarquistas e liberais clássicos, que dizem que a única função do estado é expropriar a propriedade de todos para proteger a propriedade privada de todos (sim, a lógica é fenomenal).

Com efeito, todos os críticos da teoria anarcocapitalista (desde os comunistas até os minarquistas) dizem a mesmíssima coisa: "Ei, anarcocapitalistas, digam: quando foi que alguma sociedade já viveu sem estado?! Eu nunca ouvi falar de nenhuma!".

Por isso, repito: que inveja de você. Quisera eu ter o seu círculo social.


Os libertários negam a coerção.

Parece que eles acreditam num mundo da fantasia, onde o mercado é livre, as pessoas são livres, todo mundo é feliz graças ao comércio e não existe COERÇÃO, não existe PODER.

Ainda acreditam em PROPRIEDADE mas passam as semanas culpando o Estado.

Libertários estão cheios de fantasmas na cabeça.


Brasil:
- 700 mil em cargos comissionados (110 mil em DF);
- 15.300 mil sindicatos;
- 65 mil homicídios;
- 55 mil mortes no trânsito;
- 15 milhões de desempregados;
- 50 milhões vivendo do bolsa esmola;
- Sal. mín. equivalente a US$ 300,00;
- Inflação endêmica;
- Juros no cartão de crédito de 450%;
- Carga Tributária em 1984 = 22% do PIB;
- A trinca socialista PSDB-PMDB-PT no poder desde 1985;
- Carga Tributária em 2016 = 38% do PIB.
[...] tem também ministério da justiça...


Agora que o governo Temer aprovou a PEC do Teto dos Gastos, como que ficou a questão dos déficits da previdência? O valor dos déficits obrigatoriamente será abatido de outras áreas para que o gasto total não ultrapasse o teto? Ou seja, se o orçamento total for de 2 trilhões e o déficit de 500 bilhões, o governo só poderá gastar 1,5 trilhões em outras áreas? Estou perguntando isso porque pelo o que eu entendi, os déficits não são programados e até então o governo não se preocupava em fazer um orçamento realista pois a Lei da Responsabilidade Fiscal não impõe sanções para previsões orçamentárias incorretas. Agradeceria se alguém pudesse esclarecer essa questão.


KKK só mexer no din din que eles tem estrimilique.
https://www.youtube.com/watch?v=VFuCeQGPJJg


Cabe mencionar uma linha de argumentação dos estatistas, no contexto da temática, para justificar que a propriedade seria "produto do estado". Sustentam alguns estatistas que, para os utilitaristas (ou não-adeptos da doutrina dos direitos naturais, como foi o caso de Mises), o direito de propriedade seria produto de convenção; daí argumentam os estatistas: "ora, se direito de propriedade decorre de convenção, só pode decorrer das convenções impostas pelo estado".

Todavia, há um evidente gap nessa linha de argumentação dos estatistas: convenção não é sinônimo de "convenção estatal"; as convenções (que incluiriam o direito de propriedade) são convenções sociais (ou seja, convenções estabelecidas pelas interações humanas, conforme destacado pelo Rallo), independentemente das instituições estatais.

Logo, ainda que não se queira invocar a doutrina dos direitos naturais, e ainda que se diga que o direito de propriedade seria fruto de convenção, não há como sustentar que esse direito seria "concedido" pelo estado, pq convenção não é sinônimo de "direito ou legislação posta pelo estado".

Sobre isso:

www.amazon.com/Order-without-Neighbors-Settle-Disputes-ebook/dp/B002KW4J30/ref=mt_kindle?_encoding=UTF8&me=

www.amazon.com/Not-So-Wild-West-Economics/dp/0804748543/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1491929122&sr=8-1&keywords=The+Not+So+Wild%2C+Wild+West%3A+Property+Rights+on+the+Frontier


Trata-se de um ponto importante no contexto dessa temática.


É verdade, o estado cobra impostos e te ameaça caso não pague, mas você paga e ele garante sua propriedade juridicamente, e assim você sabe que pode fazer investimentos de longo prazo sem tanta insegurança jurídica (É por isso que sociedades com propriedade privada e estados se desenvolveram).

Agora sem o estado você não precisaria pagar impostos, mas teria alguma segurança jurídica sobre suas propriedades, poupança e investimentos? Male male o mundo conseguiu se desenvolver com a combinação propriedade privada e estado, pode até ter havido sociedades sem estado, mas que se desenvolveram eu desconheço.






"Se a tese socialista estiver correta, ou seja, se a propriedade privada realmente só surgiu após a criação de um ordenamento estatal, então surge um inevitável problema lógico e cronológico: como esse Estado nasceu? Como ele obteve suas receitas tributárias para pagar seu aparato policial, seus funcionários e seus juízes se não havia propriedades a serem tributadas?"

Quem diz isso? Que socialista é este? Eu nunca ouvi ou li isso na minha vida.
Já li e escuto com bastante frequência que o Estado serve para proteger a propriedade privada, o que eu discordo.



"E até que provem que 2 ou mais instituições jurídicas coexistindo em um mesmo território podem garantir o desenvolvimento da sociedade"

Isso já foi provado.

Quer saber a fonte?

Leia Bruce Benson:

www.independent.org/store/book.asp?id=92


De quebra, pode encarar Randy Barnett também:

global.oup.com/academic/product/the-structure-of-liberty-9780198700920?q=randy%20barnett&lang=en&cc=us


To no 4 ano de direito, tento explicar isso todos os dias na faculdade.

O título do artigo diz tudo!

SHOW!




Essa de que o estado garante o respeito à propriedade é sensacional: o estado, por definição, confisca a propriedade alheia (e manda para a cadeia aquele que tentar resistir, podendo até mesmo matá-lo caso a resistência seja muita). O estado só se mantém à custa do confisco da propriedade alheia. Essa é sua função básica: confiscar a propriedade alheia.

Como pode alguém que vive do confisco da propriedade alheia ser o defensor dessa mesma propriedade? O estado, pela sua lógica, é um expropriador defensor da propriedade. Genial.


Eu sempre defendi que Direito não existe, que direito era apenas uma ferramenta dos estatistas para exercer controle social. Essa porcaria de artigo está me obrigando a rever meus princípios ;-)


Acho que vale colocar no "leia também" esse artigo do HHH: A existência do estado é, acima de tudo, uma contradição jurídica

Aos mais interessados recomendo estudar sobre o Lysander Spooner.


Tá, o direito de propriedade é anterior ao estado, mas isso não muda o fato de que ter um monopólio jurídico em um território é esssencial para garantir a segurança jurídica da propriedade privada.

E até que provem que 2 ou mais instituições jurídicas coexistindo em um mesmo território podem garantir o desenvolvimento da sociedade, isso tudo será balela.


É por isso que Rothbard sempre dizia que o ordenamento jurídico deve refletir normas de conduta justa, iguais para todos, independente do tempo e do lugar, para defender a propriedade privada. E a propriedade deveria ser considerada nas questões de Direito.


Os graduados em direito atualmente parecem estar pulando completamente a reflexão filosófica por trás da real utilidade do seu trabalho. Infelizmente a academia parece formar indivíduos que se contentam em agir dentro de leis estabelecidas por burocratas por vezes sem questionar a utilidade ou mesmo a moralidade das mesmas.

Grande parte dos chamados "operadores do direito" (juizes, promotores, advogados) estão tão visceralmente ligados à burocracia estatal que passaram a ser agentes da mesma, não sendo capazes de enxergar que existe direito fora do Estado. Isso é particularmente grave no caso do Brasil por exemplo, onde o número de leis intrusivas e completamente absurdas que atentam contra o indivíduo é altíssimo já desde a constituição - um documento claramente socialista.

O direito serve, antes de mais nada, para auxiliar na solução de conflitos. Grandes legislações, códigos e tratados são uma consequência (não necessariamente desejada) da superjudicialização da sociedade e da burocratização da mesma, o que por sua vez é consequência do aumento da interferência dos próprios governos nas sociedades.

Seria salutar que aumentasse o número de agências privadas de arbitragem que se limitassem a analisar contratos e eventos fora da burocracia e da morosidade do sistema tradicional. Todos ganhariam com isso. Mas a própria mentalidade do "direito como inerentemente dependente do Estado" presente na cabeça dos operadores do direito impede esse avanço.


A importação de gasolina é inviabilizada pelo governo exatamente pelo fato de sua estatal controlar a logística do mercado de distribuição. A Petrobras teve o monopólio completo do mercado por quase 45 anos. Ela já se apossou de tudo. E o que é pior: toda a sua operação, quando deficitária, é coberta por nós, pagadores de impostos.

Com tantos privilégios assim, é impossível surgir concorrência privada contra ela. É impossível empresas privadas concorrer com uma empresa que não tem preocupações com lucros ou prejuízos, pois sabe que os prejuízos serão cobertos pelo povo.

exame.abril.com.br/economia/petrobras-deve-seguir-sem-concorrencia-em-importacoes/



Creio que haja uma solução mais simples para a petróbras, por que ao invés de privatizar, não apenas liberem para que empresas importem gasolina de fora? O próprio processo natural levará a petrobras a falência.


Eu tenho uma proposta ainda mais simples para o INSS, basta inserir uma clausula que permite que a contribuição seja opcional. Quanto aos contribuintes de longa data, processem o estado que fraudou a sua contribuição (e tomare que ganhem e o estado tenha que vender até a mãe para pagar a indenização).


Um cara que diz uma boçalidade dessas - "nos tivemos duas grandes recessões 1929 e 2008 uma de superprodução e desregulamentação" - nem merece consideração.


Esse aí, tadinho, é cru ainda. Recém-saído da 8ª série, é incapaz de apresentar um único pensamento original, que não seja repleto de chavões, clichês e lugares-comuns.

O estado causou e prolongou as duas recessões. Inclusive, em 1929, conseguiu a façanha de transformar uma recessão corriqueira em uma depressão de 16 anos. Um espetáculo.

Sobre a crise de 1929 e a Grande Depressão - esclarecendo causa e consequência

Como Franklin Roosevelt piorou a Depressão

O New Deal ridicularizado (novamente)


Sobre 2008:

Como ocorreu a crise financeira americana


Se quiser ler um livro sobre o assunto, inteiramente pesquisado e fundamentado:

A grande depressão americana

Bons estudos.


Não entendo o pensamento de vocês, querem acabar com o Estado só que isso é impossível, sorte dos EUA que em suas recessões e guerras o partido Democrata sempre ganhava(exceção de 1929 governo Republicano incapaz de combater a depressão com pensamento muito similar na época). Voltemos a questão nos tivemos duas grandes recessões 1929 e 2008 uma de superprodução e desregulamentação e outra financeira/endividamento com baixa regulação. Nas duas crises a saída rápida a crise se da pela política fiscal, O grande Roosevelt pai do Welfare State recebeu um conselho de um economista chamado john maynard Keynes sobre como o estado deveria agir em crises , e o resultado imagino que saibam em 1936 economia recuperada, em 1945 80% da capacidade industrial do mundo e desemprego em queda. Então pensem mentes sadias sem ação governamental os EUA não seriam a maior potencia capitalista do mundo. Vejam desenvolvimento econômico japonês e chinês e iluminem suas cabeças . Concordo com vocês Dilma foi terrível e ainda mais com seu ajuste fiscal de curto prazo elaborado pelo Joaquim Levy.




Apesar de todo esse mercantilismo, a miséria diminuiu significativamente no mundo, imaginem se houvesse mais liberdade econômica!


Se o índio realmente se apropriou de um pedaço de terra quando este ainda não tinha dono, e em seguida "misturou seu trabalho à terra" -- ou seja, plantou na terra, construiu nela e a modificou --, então de fato aquele pedaço de terra é dele. Ele fez uma "apropriação original" (em inglês, homestead).

A encrenca é que, ao passo que isso seja factível em pequenos pedaços de terra, há índios reivindicando a posse de centenas de milhares de quilômetros quadrados de terra, algo fisicamente impossível.



Na verdade o resultado dessa pesquisa é preocupante, ela formaliza a capitulação do fracasso da estratégia esquerdista e abre caminho para novas formas de controle.

Em breve estarão usando o discurso liberal para reconquistar os corações da classe baixa, mas com o único propósito de se perpetuar no poder. E nesse processo ganharão o apoio de muita gente que não irá perceber o plano maior deles.


O que esse site pensa sobre as demarcações indigenas? apesar de ser uma bandeira da esquerda, não seria um respeito aos direitos naturais?



Se o liberalismo favorece os grandes capitalistas, por que eles promovem o esquerdismo e a estatização? George Soros financiava o Mídia Ninja...



Reinaldo:

dependendo da idade delas, o vídeo cujo link coloco a seguir pode ser interessante. assista primeiro e você saberá se é o que precisa. acho vídeo melhor que livro para o pessoal mais jovem.

https://www.youtube.com/watch?v=700yJblX3jw
(O Dinheiro Como Dívida)

depois q elas tiverem uma noção de como a coisa toda funciona, aí pode ser que se interessem por alguma leitura. duas que considero obrigatórias são:

BUMERANGUE de Michael Lewis
O FIM DO FED de Ron Paul

mas realmente não existe nada melhor do que navegar no site do IMB e ler os artigos que lá estão. é como visitar outra dimensão.

eu destacaria principalmente os artigos assinados pelo leandro roque, que são super didáticos, bem ilustrados e fáceis de entender, mas tudo que tenho lido por lá, de autores diversos, é de alto nível.



SUA MAJESTADE O CONSUMIDOR,HOJE E SEMPRE! (enquanto consumidor)

Sim, correto, OS CONSUMIDORES QUEREM, ADORAM(não percebem que terão que ter emprego e renda para consumirem mesmo baratinhoo)tudo isso já aconteceu, há séculos, e tudo se acomodou pois estas mudanças eram lentas...L EN T A S... SETORIAIS ... agora tudo é igual ao antigamente, menos A VELOCIDADE DAS SUBSTITUIÇÕES, e o tempo e o custo de reciclagem dos humanos para um nível no qual as máquinas ainda não possam ser utilizadas.
NUNCADANTEZ existiram máquinas com inteligência tão avançada , superam em muito,humanos em quase todas as áreas,e isso NUNCA HOUVE NO TEMPO EM QUE O TERMOSTATO ERA A MAIOR INTELIGÊNCIA DA MÁQUINA ;estender o assunto é chover no molhado,hoje, desenvolveram algoritmos para um programa escrever para qualquer perfil de leitor qualquer gênero,musica,literatura,na engenharia,medicina,militar,segurança,como bem disseram e GRIFARAM: os consumidores perceberam o diferencial de custo e performance e elegem o melhor produto, NÃO PODERIA SER DIFERENTE, SÓ PERIA SER ASSIM,E ASSIM SEMPRE SERÁ,mas não percebem que necessitarão empregos para ter renda e consumir.
Se isso não é compreendido, eu vou tentar DESENHAR .
SPACE X que é uma referência,tenta um esboço de interface cerebro humano-computadores,"acoplamento direto",(bio chips já existem) para que o homem possa "continuar no páreo",suas melhores cabeças pensantes se deram conta,outros ,"padrão NOBEL" estão se pronunciando.
O berço esplêndido é confortavel,uma maravilha...
Ahhhh, "SE ASSIM NÃO SÊSSE,QUE BOM FORIA"

PS.:
1-os índios e os animais selvagens perceberam os sinais da natureza e se escafederam antes do TSUNAMI, A N T E S,
os descansados e o boa vida SIFU. Não diferenciaram nem perceberam os sinais que os bichos atentos perceberam e agiram para não serem extintos.
2- Não tenho emprego, portanto não perderei emprego;felizmente como falei, venho percebendo isso e criei já a algum tempo,estruturas para gerar riquezas independente de emprego, e de humanos como empregados permanentes, contrato eventualmente,terceirizo quando necessito, pois leis sociais existentes e sindicatos,"coletivos", inviabilizam grande parte de empreendimentos.
3-Antevejo que o trabalhador será um gerador de riqueza,vendendo seu produto, o seu trabalho, e poderá dar nota fiscal de serviço ,poderá optar por pagar seus beneficios fiscais como e onde achar melhor,fará o seu histórico se esforçando para estar atualizado e no "mercado" .Pagará "gigolagem sindical "se quiser, será livre para fazê-lo.



Leandro em OFF:

Primeiro compartilharei um comentário questionando os níveis econômicos antes e depois da crise e sobre uma futura crise. Eu particularmente gosto de analisar o que está acontecendo em uma economia e tentar prever as consequências desses resultados no futuro.
Pois bem:"o 1º gráfico é a dívida total dos EUA.
Pouco antes da última recessão, ele estava em cerca de 50 trilhões de dólares, e hoje está rapidamente se aproximando dos 63,5

trilhões de dólares.
All Sectors; Debt Securities and Loans; Liability, Level (DISCONTINUED)

O 2º gráfico é a velocidade do dinheiro. Quando uma economia está saudável, o dinheiro tende a mudar de mãos e circular através

do sistema muito rapidamente. Portanto, faz sentido que a velocidade do dinheiro tenha caído drasticamente durante a última

recessão. Mas por que ele continuou indo para baixo desde então? E uma queda tão drástica nunca tinha acontecido antes nos

EUA como pode ver no gráfico.
Velocity of M2 Money Stock

O 3º gráfico é a taxa de emprego.Pouco antes da última recessão, aproximadamente 63 por cento da população em idade de

trabalho nos Estados Unidos estava empregada. Durante a recessão, essa proporção caiu para abaixo de 59 por cento e

permaneceu lá por vários anos. Apenas recentemente, subiu um pouco acima de 59 por cento, mas ainda está muito, muito longe

do que costumava ser.

Civilian Employment-Population Ratio

O 4º gráfico é a taxa de participação da força de trabalho. Como podem ver a taxa de participação da força de trabalho está caindo

desde a última recessão, o que demonstra que o mercado de trabalho está pior do que antes da recessão.
Civilian Labor Force Participation Rate

O 5º gráfico é a taxa de inatividade para os homens. Pouco antes da última recessão, a taxa de inatividade para os homens em

seus anos de trabalho principal era de cerca de 9 por cento. Hoje é apenas de cerca de 11.5 por cento.
Inactivity Rate: Aged 25-54: Males for the United States

O 6º gráfico é a inflação. É dado que a renda média familiar americana está aumentando depois da recessão, mas os custos de

vida não declinaram, eles aumentaram.
Consumer Price Index for All Urban Consumers: All Items

Ou seja, para mim os EUA estão em uma condição muito piores do que antes da última recessão, mesmo com alguns índices

melhorando, a saúde financeira americana está debilitada mesmo depois do congresso americano diminuir os déficits

orçamentários de Obama.

Depois disto tudo apresentado, isto seria uma indicação de uma crise chegando? Pode ser a bolha da dívida?

E não só isso, eu estou acompanhando um site que fala especificamente sobre isso, embora mais detalhadamente.

Alguns artigos:

Bubbles, Bubbles Everywhere

58 Facts About The U.S. Economy From 2015 That Are Almost Too Crazy To Believe

This Is One Of The Big Reasons Why So Many Families Are Feeling Extreme Financial Stress

Virtually Everyone Agrees That Current Stock Market Valuations Are Not Sustainable

And That A Great Crash Is Coming


Até mesmo problemas estruturais: 11 Deeply Alarming Facts About America's Crumbling Infrastructure

Passando para o lado da conspiração:

A Crise do Dólar – O

bilionário George Soros aposta contra os governos

"Essa semana uma noticia importantíssima foi veiculada pela Bloomberg.
Como sempre, o mercado financeiro brasileiro, ignorou essa notícia para dar importância ao que hoje significa audiência, que é

falar da política nacional.
O bilionário investidor George Soros, revelou que fez investimentos agressivos no ouro e reduziu significativamente a exposição

de seu fundo em ações.
Chega a ser engraçado que um investidor desse porte esteja saindo do mercado de ações americano, no mesmo momento que a

bolsa lá registra novos recordes.

Deixa eu te contar uma história:
Em Setembro de 1992, Soros apostou contra a Libra, a moeda inglesa. Uma aposta pequena de cerca de U$ 10 bilhões. Ele estava

apostando contra a relutância do Banco Central da Inglaterra em aumentar a taxa de juros, exatamente como vemos hoje com o

FED, nos Eua.
Finalmente o BCI converteu a sua moeda com um mecanismo chamado, Exchange Rate Mechanism. Isso fez a Libra desvalorizar

significativamente, gerando um lucro de U$ 1,1 bilhões a Soros.
Ele ficou conhecido como " o homem que quebrou o Banco da Inglaterra."
Agora Soros que já fala sobre a gravidade da crise chinesa e também da situação americana, resolve começar a montar

posições estratégicas no ouro.
Isso porque se espera uma forte valorização dos metais nesse cenário econômico mundial, abandonando até a euforia de topo na

bolsa americana.
Leia a notícia:
(Bloomberg) — O bilionário George Soros reduziu em mais de um terço os investimentos de sua firma em ações dos EUA durante o

primeiro trimestre e comprou uma participação de US$ 264 milhões na maior produtora de ouro do mundo, a Barrick Gold.
O valor dos investimentos públicos do Soros Fund Management caiu 37 por cento, para US$ 3,5 bilhões, até o fim do último

trimestre, de acordo com um documento do governo na segunda-feira. Soros adquiriu 1,7 por cento da Barrick, que passou a ser o

maior ativo da firma em uma empresa negociada em bolsa nos EUA.
Soros também divulgou a posse de opções de compra em 1,05 milhões de ações no SPDR Gold Trust, um fundo negociado em

bolsa que monitora o preço do ouro
Em janeiro, o ex-gerente de hedge fund que agora é filantropo disse que um pouso forçado na China era "praticamente inevitável"

e acrescentou que uma queda assim intensificaria as pressões deflacionárias mundiais, faria com que as ações caíssem e daria

um impulso aos títulos do governo dos EUA.
Soros vendeu uma participação na Level 3 Communications que estava avaliada em US$ 173 milhões até o dia 31 de dezembro e

um ativo na Dow Chemical , avaliado em US$ 161 milhões. A empresa familiar também vendeu suas participações na Endo

International e na Delta Air Lines.
"


A Crise Mundial do Dólar –

Bilionários se Protegem da Grande Crise

"Dois bilionários revelaram nessa semana as suas posições frente a crise mundial que virá.
Um deles é o Jacobs Rothschild. Uma das famílias mais ricas e poderosas dos Eua.
Ele disse que o os bancos centrais perderam o controle, conforme venho relatando.
Aos seus acionistas da RIT Capital Partners , ele confirmou esta reduzindo o mercado de ações e vagarosamente aumentando sua

posição em ouro.
Ele disse mais:Nos estamos navegando por mares incertos. É impossível prever as consequências de ser manter a taxa de

juros tão baixa por muito tempo. Isso com mais de 30% de dívidas governamentais do mundo com juros negativos.
Não é impossível de prever. Vai haver um crash gigantesco.

Outro bilionário a falar sobre a crise foi Crispin Odey.
Recentemente ele enviou um carta de administração para seus clientes de seu Fundo Hedge. Recomendando o investimento em

ouro, no que ele acredita será a próxima grande onda.
A mesma política adotada pelos fundos administrados por outro bilionário George Soros.


A proximidade dos dois não é coincidência!
Eles andam no mesmo círculo elitista. Soros investiu U$ 150 milhões no fundo hedge de Odey no início dos anos 90.
Crispin Odey foi casado com a filha de Rupert Murdoch dono dos canais Fox. Hoje em dia ele é casado com Nichola Piase, que é

uma das famílias fundadoras do banco Barclays.

O fundo de Odey comprou U$ 15,5 milhões em ações da Kinross Gold Corporation, uma empresa canadense mineradora de ouro,

avaliada em U$ 75 milhões.

Alguns importantes pontos da sua carta aos clientes.
Num mundo onde U$ 13 milhões de bonds estão com juros negativos, onde U$ 4 trilhões de dos investimentos são em ETF,

será prudente que somente U$ 1,5 trilhões de de recursos estão investidos para proteger investidores contra uma mudança de

tempo?

Disse mais:

Hoje existem 300.000 toneladas de ouro extraídos. A cada ano, são mineradas 2700 toneladas, ou seja, menos de 1% do estoque

de ouro.
O PIB mundial está em torno de U$ 75 trilhões e o suprimento de dinheiro do mundo está em torno de U$ 83 trilhões.
A interferência aqui é clara, a produção de ouro é bem menor que a impressão de papel moeda.

Odey antecipa que o preço do ouro contra o papel moeda esta massivamente mal precificado e que deve se valorizar muito.


E isto é interessante:
Why Is JP Morgan Accumulating The

Biggest Stockpile Of Physical Silver In History?

Why Is JP Morgan Accumulating The Biggest Stockpile Of Physical Silver In History?

Coincidência? Acho que não."

Em uma das fontes, existe uma outra matéria bem interessante.

The Ticking Time Bomb That Will Wipe Out Virtually Every Pension Fund In America

A matéria indica que os fundos de pensões estavam sendo subfinanciados e fazendo investimentos bastante arriscados como ações da internet e hipotecas comerciais. Seria semelhante a crise de subprime que ocasionou os eventos de 2008. E já resultou em um grande drama na cidade de Dallas, o que pode ser a ponta do iceberg. O fato é que as obrigações(passivos) com as pensões subiram de US$292 bilhões em 2007 para US$1,9 trilhões, segundo alguns cálculos pouco precisos, mas de acordo com a Bloomberg, esse valor poderia chegar a incríveis US$6 trilhões.
Mesmo se a situação continue estável, ainda parcelas de pessoas podem se ver sem a pensão que lhe foi prometida. Em uma situação hipotética, se o mercado de ações caísse 10% e permanecesse por meses, os fundos de pensões iriam evaporar, e esses fundos estão expostos em hipotecas comerciais. Segundo o site, o FED tem mantido o apoio ao mercado de ações como meio de evitar o declínio das ações negociadas pelos fundos de pensões como forma de proteção para os mesmos. Mas um colapso nos títulos hipotecários comerciais, se transformaria em uma crise semelhante a de 2008, ou pior talvez.
O mercado hipotecário comercial é de cerca de US $ 3 trilhões, dos quais cerca de US $ 1 trilhão foi embalado em títulos garantidos por ativos e recheados em fundos de pensão. Só que já está sendo projetado o fechamento de 3.500 lojas nos próximos meses, e isso vai devastar os setores envolvidos. Mas a queda do mercado acionário vai afetar ainda mais os fundos de pensão. As ações estão ridiculamente sobrevalorizadas agora, e se elas simplesmente retornarem a "avaliações normais", os fundos de pensão vão perder trilhões de dólares.
Os dados mais recentes da Bolsa de Valores de Nova York mostram que a dívida de margem, ou o dinheiro emprestado para comprar ações, atingiu um recorde de US $ 528,2 bilhões em fevereiro, acima da alta anterior de US $ 513,3 bilhões em janeiro.
Sempre antes de um crash, há um disparo na dívida de margem, como em 2000 no boom das ações ponto com, e em 2007. A dívida de margem subiu 22% desde o final de 1999, antes de atingir seu pico em março de 2000, em US $ 278,5 bilhões, as ações do mesmo mês atingiram o pico. Em 2007, a dívida de margem subiu para US $ 381,4 bilhões em julho, três meses antes do início das ações.
No caso do fundo de pensão de Dallas, em 01 de Janeiro de 2016, tinha US $ 2,68 bilhões de ativos contra US $ 5,95 bilhões de passivos. O que aconteceu? Os benefícios cortados pela metade ou mais.
O fato é que os fundos estão crescendo a base de dívida, uma situação semelhante a de 2008, sem falar que muitos fundos de pensões ainda nem se recuperaram da última crise, onde foram perdidos mais de US$5 trilhões em ativos como casa, pensões, poupanças...
É uma bomba relógio.
Queria saber sua opinião sobre tudo isso Leandro.

Obrigado e aguardo pela resposta.


Não precisa seguir ABNT. Basta seguir estritamente o que foi dito acima:

Cada texto deve ter entre 5 – 10 páginas, tamanho A4;

Fonte "Arial", tamanho 12 e espaçamento de linha 1,5 cm, justificado, devem ser utilizados para o corpo principal do texto;

Notas de rodapé: As notas de rodapé devem ser usadas quando necessário, dando sustentação a todas as teses que não forem originais ou dependerem de uma explanação lógica elaborada não explícita no texto. Notas de rodapé devem ser concisas e seguir o formato de citação completa. O formato " (autor, ano) " não será necessário. Fonte "Arial", tamanho 10, com espaçamento simples entre linhas.

Para expressões em outros idiomas, deve-se usar itálico.

As contribuições devem incluir:

(Essas informações não entrarão na contagem de páginas, como limite de 10 páginas do artigo)

• Uma breve biografia do autor (máximo de 50 palavras);

• Um resumo/abstract (máximo de 150 palavras cada);

• Palavras-chave para a classificação bibliográfica;

• Não é necessário incluir uma bibliografia ao final do texto. As notas de rodapé devem incluir citação completa.

As contribuições recebidas que não seguirem as orientações acima (principalmente considerando o número de páginas) poderão ser imediatamente rejeitadas pelo Conselho de Avaliação.



Gostaria de saber se o artigo que será apresentado deverá preencher as normas ABNT para artigos, contento os elementos:
Título, nome do autor, Resumo, Palavras-Chave, Objetivos, Introdução, Desenvolvimento, Conclusão e Referência Bibliográfica.


Absolutamente estúpida essa sua resposta.

Não existe nenhuma "colisão de direitos naturais" quando um sujeito consome a substância X ou Y: o que você defende - proibição (e punição) de uso e comercialização de determinadas substâncias - é que viola o direito natural de auto-propriedade e o direito natural de realização de trocas voluntárias.

E você insiste com essa conversa de "se ficar provado"...

Cidadão, uso e comercialização de drogas não tem nada a ver com questão de "prova" disso ou daquilo; tem a ver com direito naturais. Proibir uso e comercialização de substâncias viola direitos naturais; logo, é imoral. Ponto.

Esse papo de "se ficar provado a maioria pode proibir" é a própria racionalização autoritária utilizada no arranjo atual (social-democracia paternalista).



"Infelizmente, ambos estão errados"

Ah, claro, para alguém que dá uma resposta como essa sua - revelando toda sua faceta autoritária-social-democrata-paternalista - só posso estar "errado" mesmo.

Mas o moralmente errado aqui é você. E bota errado nisso.


"Colocar terceiros em risco, mesmo que de forma genérica, já é um potencial "dano a terceiros"".

Claro, é o que pensa todo e qualquer tiranete: aquilo que "coloca terceiros em risco mesmo que de forma genérica" já merece proibição (e punição) estatal.


"Não precisamos esperar um motorista bêbado matar alguém para puni-lo. Todos devem ser previamente proibidos de dirigirem bêbados."

Excelente descrição do autoritarismo paternalista; de fato, é bem assim numa social-democracia paternalista: proíbe-se (e pune-se) "crimes" sem vítimas; proíbe (e pune-se) condutas independentemente do fato de elas constituírem (ou não) atos de iniciação de agressão a terceiros.


"O mesmo pode valer para qualquer substância"

Claro, assim pensa todo e qualquer tiranete.


"Se ficar provado que o consumo da substância A, coloca em risco terceiros inocentes, isso é suficiente para a maioria decidir se a substância A pode ser consumida ou não"

Ah, é? E como se faz essa "prova"? Ou melhor: quem faz essa "prova"? Ah, já sei: um burocrata da Anvisa. Maravilha! Daí o burocrata da Anvisa submete a questão para um político, para esse submeter à maioria, para essa decidir se a "substância pode ser consumida ou não".
Que maravilha de arranjo! Fazia tempo que não lia uma descrição tão bacana do autoritarismo paternalista.


"Analogamente, a maioria pode proibir"

Uau, é bacana essa "maioria" hein?

Ela "pode" proibir tudo que quiser!

Ah, não, desculpa, você disse que ela pode proibir tudo que entender como "potencialmente danosa a terceiros"; realmente, é uma grande diferença!


"Tudo é uma questão de entender as colisões de direitos naturais""

Ah, sim, claro, como os controladores da vida alheia não pensaram nessa "justificativa" tão brilhante antes?


Cidadão, entenda uma coisa: o que se deve punir é a agressão (à pessoa ou à propriedade), e não o uso de substâncias que pode ter ocorrido antes de o consumidor da substância ter praticado agressão. O que se pune é a (iniciação de) agressão; e não eventuais atos prévios a ela (incluindo consumo e comercialização de drogas).

Só há "colisão" de direitos quando há agressão; consumir substância não é agredir ninguém; logo, querer punir alguém por consumir substância X ou Y não passa de tirania; logo, querer proibir uso e comercialização de substância (a pretexto de "potencial dano a terceiros") não passa de tirania; em suma, submeter direitos individuais/naturais ao "escrutínio da maioria" é um ato de tirania.

Enquanto você não entender isso, vc vai continuar a defender imoralidades (e a dizer besteiras).

P.S.: tão brilhante é esse seu critério - substâncias "potencialmente lesivas" e "escrutínio da maioria" - que temos proibição de maconha e liberação de álcool, tudo por obra da mesma "maioria" (que, claro, decidiu assim com base numa "prova" do potencial de risco a terceiros!).







"Infelizmente, ambos estão errados".

Não, cidadão. Errado está você. Aliás, você está mais do que errado: a sua resposta mostra que vc defende as mesmas coisas que aqueles que têm tara por controlar a vida dos outros.


"Colocar terceiros em risco, mesmo que de forma genérica, já é um potencial "dano a terceiros""

Isso, protótipo de tiranete, bem certinho. Condutas com "potencial" de danos a terceiros já justificam "escrutínio da maioria"? Mas o gênio aí não se dá conta de que quem definirá o que tem "potencial de danos a terceiros" será essa mesma maioria?

Uso de drogas tem "potencial de danos a terceiros"? Ah, claro, segundo a "maioria" sim. Então vamos proibir o uso de drogas! E assim vai: o que a "maioria" (ou seja, o que o governo) entender como tendo "potencial de danos a terceiros" será proibido. E não existe critério nem maneira objetiva de delimitar o que seja "potencialmente danoso" a terceiros.
Nada pode ser mais anti-liberdade individual do que isso; nada pode ser mais anti-libertário do que isso; nada pode ser mais imoral do que isso.

Entenda o básico: o que se deve punir é o agressão, e não o uso de drogas que pode ter ocorrido antes de o usuário ter iniciado agressão. O que se pune é a (iniciação de) agressão; e não eventuais atos prévios a ela (incluindo consumo e comercialização de drogas).


"Não precisamos esperar um motorista bêbado matar alguém para puni-lo. Todos devem ser previamente proibidos de dirigirem bêbados"

Essa sua frase fala por si só: abertamente defendendo punição de "crimes" sem vítimas; abertamente defendendo punição pelo consumo de substâncias sem qualquer iniciação de agressão; abertamente defendendo que o estado proíba aquelas condutas que o estado (a "maioria" numa social-democracia), arbitrariamente, entenda como sendo "potencialmente danoso".


"O mesmo pode valer para qualquer substância"

Chega a ser nojento um cidadão vir aqui abertamente defender esse grau de intromissão estatal na vida privada das pessoas e usar nick "minarquista". Tenha a hombridade de assumir aquilo que você defende, cidadão.


"Se ficar provado que o consumo da substância A, coloca em risco terceiros inocentes, isso é suficiente para a maioria decidir se a substância A pode ser consumida ou não"

Ah, é? E quem é que "prova" isso? Ah, um burocrata da Anvisa, né? Que lindo! Um burocrata da Anvisa "prova" que a substância A coloca em risco terceiros inocentes, e então resolve "submeter essa questão" ao "escrutínio da maioria", para essa "maioria" decidir se vai interferir ou não na vida privada da pessoa que resolve consumir a substância A...

Que excelente... Bela descrição de autoritarismo social-democrata paternalista.

E outra: conforme já dito, uso e comercialização de drogas não tem nada a ver com questão de "prova" disso ou daquilo; tem a ver com direito naturais; proibir uso e comercialização de drogas viola direitos naturais; logo, é imoral.


"Analogamente, a maioria pode proibir:"

Isso, maravilha, o estado pode proibir tudo que quiser. Ah, não, desculpe, você quer dizer que pode proibir "somente" aquilo que a "maioria" entender como tendo "potencial danoso" para terceiros, né... Uau! Tem mesmo uma grande diferença!


"Tudo é uma questão de entender as colisões de direitos naturais"

Tudo é uma questão de você entender o básico sobre liberdades individuais: a liberdade de uma pessoa só interfere na liberdade de terceiros quando há iniciação de agressão a esses terceiros, e se a pessoa quiser consumir a droga X ou Y não é um tiranete de nick "minarquista" que vai ter o direito de dizer se essa pessoa deve ou não consumir essa substância, porque o que se pune é a agressão, e não eventual consumo da droga X ou Y que tenha eventualmente tenha ocorrido antes dessa agressão.

Defender proibições de consumos de substâncias sob o pretexto de um inexistente "conflitos de direitos naturais" é apenas defender a submissão de direitos individuais/naturais ao "escrutínio da maioria" é um ato de tirania.

Se você não entendeu isso ainda, não entendeu o básico do básico (ou não quer ou não tem capacidade para entender).

E enquanto você não entender isso, submeter direitos individuais/naturais ao "escrutínio da maioria" é um ato de tirania.



É porque essa é o livro que o pai dele fez, Irwin Schiff: Why an Economy Grows and Why it Doesn't. aí, tempos depois, Peter Schiff fez essa versão mais completa, mas sem ser em quadrinhos.


O sistema bancário cria moeda endogenamente. Mas ele só é capaz de fazer isso continuamente porque há um Banco Central lhe fornecendo moeda exogenamente.

O que faz o Banco Central? Ele protege o sistema bancário formando um cartel bancário que impede que os bancos concorram entre si e que permite que os bancos operem reservas fracionárias sem riscos de insolvência. Para aumentar o risco moral, o Banco Central garante socorrer os bancos em época de turbulência.

Esse arranjo é fácil de entender.

Os bancos operam com reservas fracionárias, o que significa que eles emprestam mais dinheiro do que o total que foi depositado neles. Falando mais popularmente, os bancos têm o poder de criar dinheiro. Esse dinheiro que os bancos criam do nada é um dinheiro eletrônico para o qual não há correspondente em papel-moeda físico. Trata-se do dinheiro que você utiliza como pagamento através de cheques ou cartão de débito, mas que não possui um correspondente valor em dinheiro físico dentro dos cofres dos bancos.

Na ausência de um Banco Central, esse cenário de reservas fracionárias seria arriscado: poderia ocorrer uma expansão descoordenada do crédito. Os bancos mais expansionistas — aqueles que criam e emprestam mais dinheiro — correriam o risco de perder reservas para os bancos menos expansionistas. Se o Itaú criar mais dinheiro eletrônico que o Bradesco, esses dígitos eletrônicos do Itaú inevitavelmente cairão na conta de um correntista do Bradesco. Ato contínuo, o Bradesco exigirá, no fim do dia, que o Itaú faça a compensação desse crédito, enviando-lhe a correspondente quantia em dinheiro físico (nesse caso, cédulas e moedas metálicas), fazendo com que o Itaú perca reservas.

No extremo, caso o Itaú houvesse expandido o crédito e o Bradesco tivesse adotado uma postura conservadora, o Itaú poderia ficar sem reservas, indo à falência.

É nesse ponto que entra o Banco Central. Por meio de suas injeções de dinheiro no mercado interbancário, ele pode "supervisionar e controlar" a expansão do crédito — ou, falando mais diretamente, ele irá harmonizar essa expansão, estimulando os bancos a criarem dinheiro concomitantemente e no mesmo ritmo.

Se todos os bancos expandirem o crédito na mesma velocidade, então não haverá o risco de um banco ir à falência porque criou mais dinheiro que outro banco. Quando os bancos expandem o crédito simultaneamente, a quantidade de dígitos eletrônicos do banco A que vai parar na conta do banco B é praticamente a mesma que vai de B para A, de modo que, no momento da compensação, se cancelam.

Tal arranjo permite que os bancos mantenham em suas reservas menos dinheiro do que manteriam caso não houvesse um banco central. Em outras palavras, tal arranjo aumenta a capacidade dos bancos de criar dinheiro do nada, aumentando consequentemente seus lucros. E o melhor de tudo: lucros altos e sem risco de insolvência.

É por isso que os bancos defendem a existência do Banco Central. É o Banco Central quem forma e coordena esse cartel. Sem um Banco Central, não haveria essa expansão coordenada do crédito, pois sempre haveria o risco de um banco furar o acordo, sair do cartel, exigir a compensação dos dígitos eletrônicos e, com isso, levar os concorrentes à falência. Para que haja coordenação, os bancos precisam de um cartel. E para coordenar esse cartel, para disciplinar os bancos "rebeldes", é preciso um Banco Central.

Um Banco Central, portanto, permite que os bancos expandam o crédito sem o risco de se tornarem insolventes, aumentando sobremaneira os lucros deste setor. E com um benefício adicional: caso haja alguma corrida bancária, ou caso algum banco se torne insolvente porque fez maus empréstimos, o Banco Central sempre poderá criar dinheiro para socorrer este banco.

Essa garantia de proteção estimula os bancos a expandirem ainda mais o crédito, medida essa que gera os ciclos econômicos, os quais destroem capital e riqueza da economia e fazem com que, no longo prazo, a sociedade esteja menos rica do que poderia ser.

Dois artigos sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1966

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1015



Caros Janjão e Magno:

Obrigado pelas respostas. Infelizmente, ambos estão errados.

Vejam que vocês estão defendendo a liberdade absoluta de ação do indivíduo. Como primeira aproximação não está ruim. Mas é um raciocínio muito primário. Vamos mais fundo:
O que eu estou falando é que a ação do indivíduo tem limites em alguns casos excepcionais.
Ninguém pode se meter nos meus atos que não interfiram na vida de terceiros. Fato!
Agora, se meus atos interferem na vida de terceiros, eles são passíveis de escrutínio da maioria.

A questão agora é ligar o consumo de substâncias, com danos a terceiros. Pergunta:
Posso beber e dirigir, colocando a vida de terceiros em risco? Não!
Colocar terceiros em risco, mesmo que de forma genérica, já é um potencial "dano a terceiros".
Não precisamos esperar um motorista bêbado matar alguém para puni-lo. Todos devem ser previamente proibidos de dirigirem bêbados.

O mesmo pode valer para qualquer substância. Se ficar provado que o consumo da substância A, coloca em risco terceiros inocentes, isso é suficiente para a maioria decidir se a substância A pode ser consumida ou não.

Analogamente, a maioria pode proibir:
a) que aviões experimentais sobrevoem áreas urbanas. (já é assim)
b) depósitos de material explosivo em áreas urbanas. (já é assim)
c) que eu dirija em alta velocidade. (já é assim)
d) que eu lance no ambiente substâncias venenosas. (já é assim).

Tudo é uma questão de entender as colisões de direitos naturais. Quando a sua liberdade não interfere na de terceiros, os direitos naturais são absolutos.
Mas quando os atos de um indivíduo prejudicam terceiros, a coisa complica um pouco mais...

[]s





Leandro, há algum artigo no Mises Brasil que explique a visão austríaca sobre moeda exógena e endógena? Seria de grande valor entender o ponto de vista dos austríacos sobre a questão.