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Últimos comentários


Esse fim de semana fui acusado de racismo velado por um pseudo intelectual ao discordar de que deveria sentir vergonha pelo que o William Waack disse. Beira o absurdo querer que eu tenha vergonha pelas atitudes de terceiros por ter tom de pele semelhante.


Em pleno regime militar. E ainda teve aquela pretensão dos milicos de comprar motores de foguetes soviéticos para construir um MRBM brazuca. E tem conservador que ainda defende aquela merda de regime militar, que não passavam de esquerdistas travestidos de conservadores.


"Ha gato nesta tuba."

Há tilt no seu cérebro.

"Os combustíveis no Brasil são caros, não pelos custos de produção e sim pelos custos de impostos, taxas, custos de distribuição e margem alta de lucros."

Os combustíveis no Brasil são caros porque o governo está no controle da produção e detém o monopólio das maiores e melhores jazidas do país, e há uma vasta e complexa rede de subsídios, obrigações e proibições.

O setor energético é certamente um dos mais regulados da economia brasileira. Começa pelo fato de a Petrobras deter um monopólio prático da extração de petróleo. Após mais de 40 anos de monopólio jurídico (quebrado apenas em 1997), a Petrobras já se apossou das melhores jazidas do país. Nem tem como alguém concorrer. É como você chegar atrasado ao cinema: os melhores assentos já foram tomados, e você terá de se contentar com os piores.

Depois da Petrobras, vem a ANP (Agência Nacional de Petróleo), cuja função autoproclamada é a de fiscalizar todo o setor petrolífero brasileiro, inclusive os setores de comercialização de petróleo e seus derivados, e o de abastecimento.

A ANP é uma burocracia enorme que possui, além de sua diretoria, uma secretaria executiva, 15 superintendências, 5 coordenadorias, 3 núcleos (Segurança Operacional, Fiscalização da Produção de Petróleo e Gás Natural, e Núcleo de Informática) e 3 centros (Relações com o Consumidor, Centro de Documentação e Informação, e Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas).

E o que faz a ANP? Suas pesadas regulamentações não apenas tornam proibitivo o surgimento de qualquer empresa que queira prospectar petróleo aqui no Brasil e nos vender, com também garante a total cartelização do setor de postos de combustível. Postos de combustível são uma das reservas de mercado mais antigas do país. Não há nenhuma liberdade de entrada para qualquer concorrência neste ramo.

Tente você abrir um posto de gasolina. Além de todas as imposições da ANP e de todos os papeis, taxas, cobranças, cartórios, filas, carimbos, licenças e encargos, há ainda toda uma cornucópia de regulamentações ambientais, trabalhistas e de segurança que fazem com que abrir um posto de combustíveis seja uma atividade quase que restrita aos ricos (ou a pessoas que possuem contatos junto ao governo).

Livre concorrência nesta área nunca existiu. Você só consegue se tornar dono de um posto de gasolina se o seu atual dono lhe passar o ponto. Apenas veja na sua própria cidade. Qual foi a última vez que você viu um posto de gasolina ser aberto em uma nova localidade? Praticamente nenhum posto quebra e nenhum posto novo surge.

"Privatizaram as telefônicas, e que temos hoje : serviço deficiente e caro."

Óbvio. O governo, por meio da ANATEL, uma agência reguladora estatal, proíbe a livre concorrência no setor e garante uma reserva de mercado para suas empresas favoritas.

As regulações da ANATEL protegem as quatro empresas telefônicas já estabelecidas e criam barreiras artificiais ao surgimento de novas empresas do setor, bem como a vinda de empresas estrangeiras para cá.

Sem a ANATEL, toda e qualquer empresa de telecomunicação, internet e TV a cabo do mundo estaria livre para vir para cá. Essa maior concorrência derrubaria as tarifas (no Brasil estão entre as mais caras do mundo) e fariam os serviços melhorar espetacularmente. Empresas que reconhecidamente prestam serviços de qualidade nos mercados internacionais — como a AT&T, Vodafone, Verizon, T-Mobile, Orange — estariam livres para chegar aqui amanhã.

Você está criticando, corretamente, os efeitos nefastos gerados por um mercado regulado e protegido pelo estado. Aprenda a dar nome aos bois.

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Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

Por que é preciso privatizar as estatais - e por que é preciso desestatizar as empresas privadas

Como as regulações estatais prejudicam os pequenos, protegem os grandes, e afetam os consumidores

"Privatizaram as estradas e cadê a qualidade do serviço - muitas estradas são ruins."

Aí já é forçar. Qualidade há, e muita. Aliás, é até incrível que haja, dado que o modelo adotado -- que é concessão e não privatização -- é completamente insensato.

Não houve nenhuma desestatização do setor. O estado continua presente fazendo exatamente a única coisa que sabe fazer bem: ditar ordens, criar regulamentações e estipular preços. Assim, houve apenas uma concessão de monopólio: o estado garante contratualmente um monopólio por tempo determinado para a empresa concessionária, ao fim do qual a estrada poderá ser retomada pelo governo.

Na prática, há apenas um aluguel da estrada, e por tempo determinado.

Sob este arranjo, é incrível que sequer tenha havido melhorias (as quais ocorreram).

"Privatizaram as empresas de eletricidade - cadê os baixos preços ?"

Ué, não sabia que a Eletrobras havia sido privatizada. Quando isso ocorreu?

Não sabia que a Aneel havia sido abolida. Quando isso ocorreu?

Não sabia que CEPEL, CGTEE, Chesf, Eletronorte, Eletronuclear, Eletrosul, Furnas, ONS, CCEE e EPE foram abolidas e/ou vendidas. Quando isso ocorreu?

Não sabia que CEA, CEB, CELESC, CELG, CEMIG, CEPEL, CESP, COPEL (e várias outras que não estou com paciência para pesquisar) foram integralmente vendidas. Quando isso ocorreu?

Acima de tudo, não sabia que o estado havia se retirado por completo do setor elétrico, parado de regular tudo, e liberado completamente o mercado para a entrada de empresas do resto do mundo. Quando isso ocorreu? Madrugada passada?

Artigos para você:

Por que é preciso privatizar as estatais - e por que é preciso desestatizar as empresas privadas

Os primórdios do setor elétrico no Brasil - o mercado fornecia, o governo atrapalhava

Sobre as privatizações (Parte 1)

Sobre as privatizações (final)

Como as regulações estatais prejudicam os pequenos, protegem os grandes, e afetam os consumidores


EIS QUE SURGE NO CENÁRIO O XICINISMO, XI JINPICARETA NÃO SE FEZ DE ROGADO E ESTÁ BARBARIZANDO MAIS QUE NUNCA, VAI DAR TILT??

Dada a personalidade todo-poderosa de Xi, o sistema político da China reverteu para um sistema patriarcal-patrimonial - uma forma de governança em que o poder é o líder do tipo imperial e não com as instituições. O sociólogo Max Weber identificou isso como patrimonialismo "tradicional" e "feudal" - como o partido no poder ou a monarquia se torna dominado hegemonicamente por um único governante, ao invés de institucionalmente disperso em uma burocracia meritocrática e emancipada. O domínio total de Xi do partido, do estado e do militar personifica o patrimonialismo de Weber.

www.scmp.com/comment/insight-opinion/article/2115025/under-xi-jinping-return-one-man-rule-china


Só nesse último ponto (tributação do agronegócio) já irá matar completamente o que ele propôs no início (industrialização para mitigar a miséria).

As propostas de Ciro Gomes são idênticas a todas as que foram implantadas durante o governo Dilma. Absolutamente as mesmas, sem tirar nem pôr.

Ele quer aumentar a tributação sobre os lucros do agronegócio para o governo conseguir uma arrecadação maior (ao invés de cortar gastos, ele quer parasitar mais) e fazer empréstimos subsidiados a grandes empresas e reservas de mercado para o grande baronato industrial. Seu programa de "compras governamentais" nada mais é do que a transformação do empresariado em funcionários públicos: o baronato industrial produz, o governo compra (com o nosso dinheiro).

O governo diz para o baronato: "produz aí pra gente um chip pra míssil teleguiado!" (Ciro tá com essa mania de grandeza agora). "Sim, patrão!", responde o empresariado. E aí o governo pega nosso dinheiro de imposto e compra.

O consumir fica totalmente de fora desse arranjo (sendo coercivamente obrigado a dar o dinheiro, é claro). A economia passaria a ser inteiramente conduzida por um conluio entre grandes empresários e governo.

A FIESP adoraria ter Ciro Gomes como presidente.

Aliás, não deixa de ser curioso: o mesmo cara que vitupera tanto a "plutocracia paulista" quer implantar programas que irão favorecê-la como nunca.

Getúlio Vargas queria industrializar rapidamente e integrar o país (como os militares), mas suas políticas protecionistas e desenvolvimentistas destruíram completamente o potencial de desenvolvimento das regiões pobres e mantiveram apenas o sudeste como desenvolvido. Não permitiu São Paulo se separar, mas entregou o Brasil inteiro nas mãos de São Paulo.

É o típico político: promete uma coisa, mas faz políticas que irão trazer resultados completamente opostos.

Aliás, é impressionante a capacidade dos brasileiros continuarem acreditando que o desenvolvimentismo irá transformar esse país em um país sério logo após o país estar completamente falido exatamente por causa de uma década de desenvolvimentismo pleno.

Três longas experiências (Getúlio Vargas, Milicos e PT) não foram o suficiente para mostrar que desenvolvimentismo não irá levar esse país para lugar nenhum, que não seja dar os famosos "voos de galinha"?


Um exemplo é a piada racista do William Waack, que tenta colocar as coisas erradas de acordo com raça ou classe social.

O racismo é pregado quase todos os dias pela imprensa, fazendo matérias que chamam as pessoas pela raça ou pela classe social.

A esquerda sempre ignorou indivíduos, resultando em matérias jornalísticas que nem falam o nome do indivíduo. Eles chamam as pessoas pelo nome da classe e esquecem que as pessoas possuem nomes.

Eles sempre taxaram as pessoas pela raça ou classe social, esquecendo completamente as características próprias de cada indivíduo.


Ha gato nesta tuba. Os combustíveis no Brasil são caros, não pelos custos de produção e sim pelos custos de impostos, taxas, custos de distribuição e margem alta de lucros. Privatizaram as telefônicas, e que temos hoje : serviço deficiente e caro. Privatizaram as estradas e cadê a qualidade do serviço - muitas estradas são ruins. Privatizaram as empresas de eletricidade - cadê os baixos preços ?


Infelizmente o socialismo é muito sedutor, quando não atrai pela ideia do fim da desigualdade social e por pensar no pobre, ele atrai pelo cientificismo.

Acaba sendo uma lógica que cientistas e pessoas inteligentes nas áreas técnicas possuem facilidade de aceitar, quando olham o mundo como é atualmente, pensam que o planejamento científico correto das instituições corrigiriam os problemas, olham o mundo como um caos anárquico.

Eu falo isso porque já acreditei na ideia do planejamento central inteligente, mesmo nunca tendo apoiado o comunismo.


Claro, queridão, deve haver aversão à pobreza. O comunismo não quer igualdade entre todos, e sim que vivam dependentes do Estado, não por querer, e sim por possuir nenhum direito.


Mais seletivo que a vida de Jesus é impossível!



Óbvio. A alternativa é não haver moradia para ninguém, e todos ficarem nua rua, ao relento. Isso sim seria bastante humanista, né?

Aliás, aqui vai um exercício de lógica.

Você é o prefeito de uma cidade que acabou de sofrer um desastre natural. A cidade ficou ilhada e todo o suprimento de bens essenciais foi interrompido. Logo, todo o estoque de alimentos tornou-se repentinamente escasso, pois agora há apenas uma quantia fixa. E não há data para reabastecimento.

Aí você, como prefeito, demonstrando toda a sua sapiência e todo o seu amor pela humanidade, decreta congelamento de preços (na verdade, tenho a certeza de que você aboliria os preços e decretaria que tudo teria de ser dado de graça, mas vou aqui dar uma canja e superestimar a sua inteligência).

Ato contínuo, as pessoas de bom poder aquisitivo e munidas de bons meios de transporte correm para os supermercados e mercearias, e compram absolutamente tudo o que podem, enchendo seus porta-malas, pois sabem que não há nenhuma previsão de normalização do abastecimento. Outras comprarão também tudo o que podem, mas mais por capricho. Afinal, pra que perder uma ida ao supermercado? Por que não comprar o máximo de água e leite possível, já que tudo está uma pechincha mesmo? Diabo, por que não comprar todos os tipos de carne e fazer um churrasco em um local sossegado para descarregar suas tensões?

Estas pessoas irão entupir seus carros de gasolina, enchendo inclusive vários galões, e viajarão para seus retiros e casas de campo. Sem gasolina nos postos, ambulâncias e outros serviços de pronto atendimento não mais podem operar, e as pessoas morrem em suas casas, sem nenhum socorro.

Os mais pobres, que só andam a pé e que estavam dispostos a comprar apenas o mínimo necessário, descobrem que os supermercados e mercearias já fecharam, pois todo o estoque já foi vendido para os mais ricos munidos de bons meios de transporte. As crianças começam a morrer de inanição e por falta de atendimento médico (afinal, médicos não podem ir voando para as casas destas pessoas).

O mesmíssimo raciocínio se aplica a quartos de hotéis disponíveis.

Aí quando uma mãe vai reclamar com você do desabastecimento, da falta de serviços médicos e da consequente morte de seus filhos, você apenas põe a mão no ombro dela e fala: "Mulher, pare de reclamar de barriga cheia! E daí que seus filhos morreram de fome? Você é realmente incapaz de perceber que algo muito mais sublime ocorreu? EU (batendo no peito) consegui fazer com que os malditos empresários não tivessem lucros maiores! EU fiz isso! Por que você é tão ingrata assim? Por que não dá valor ao meu visionário ato de justiça social? Comparada a esta minha façanha igualitária, a morte de seus filhos é algo completamente secundário e desimportante! Aprume-se, minha senhora, pare de chorar e vá fazer algo de útil! Vá roubar alguém, pois eu não posso fazer toda a justiça social sozinho! Que povo mais encostado..."

Você de fato está qualificadíssimo para ser político. Sem dúvidas reelegeria Sarney.

P.S.1: ajuda espontânea e caridade são exatamente as duas coisas que os libertários defendem, pois sabem ser as únicas medidas que realmente serão efetivas em trazer alívio e ajuda.

Já estatistas e intervencionistas defendem controle de preços em nome do "amor aos destituídos", medidas essas que simplesmente tornarão os destituídos ainda mais destituídos.

Grande amantes da humanidade que vocês são!

P.S.2: veja toda a caridade privada efetivamente realizada após o furacão Harvey devastar o Texas. Quem dependeu do governo, como você defende, está sem nada até agora:

fee.org/articles/the-private-sector-is-coming-to-texass-rescue/

Abraços.


Já tinha lido sobre polilogismo, é o mesmo pensamento dos artistas de esquerda.

Tudo pode ser interpretado como arte (mesmo que seja um rabisco que pode ser feito por uma criança de 5 anos), porque arte é diferente para cada individuo de diferentes pensamentos, mas se você não concorda comigo você é um conservador burgues e opressor.

Mas não percebem a própria hipocrisia. Fazem a arte deles com dinheiro dos impostos dos outros, e levam ativistas e estudantes de graça para assistir a obra.
Isto porque eles sabem, que se aplicarem o próprio dinheiro e esforço; eles não recuperam. Porque ignoram o conceito do livre mercado; "o fato de que um produto só tem valor se as pessoas quiserem comprar". Eles trocam por "O valor do produto é medido por sua relevância". Relevância que eles colocaram no produto partindo da própria ideologia que afirmam ser absoluta.

E convém, qualquer pessoa que trabalha, independente se é de esquerda, direita ou libertário, não perderia tempo com arte, e duvido que ate mesmo os que fazem assistiriam se tivessem que pagar para entrar.


O mercado é desumano. Encarece os bens no momento em que as pessoas mais precisam.

Imagine que ocorra um furacão, e centenas de milhares de famílias pobres perdem suas casas. A demanda por moradia aumenta. Neste caso, é legítimo que as hospedarias aumentem o custo de hospedagem em 200%?


Aí não seria câmbio fixo, mas sim câmbio atrelado. São arranjos completamente distintos, como explicado em detalhes no artigo.

Câmbio fixo exige Currency Board, e com Currency Board não há como fazer política monetária. A moeda nacional simplesmente se torna uma cópia da moeda-âncora (no caso, o dólar).

Já câmbio atrelado é um arranjo em que o Banco Central fica manipulando a base monetária exatamente para tentar manter o câmbio relativamente estável em relação ao dólar. Trata-se de um arranjo instável.

Esse cenário que você descreveu é de câmbio atrelado controlado por Banco Central e não câmbio fixo sob um Currency Board.




[https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2017/11/08/interna_politica,915180/apos-pre-candidatura-dr-rey-matou-aos-8-julgado-como-adulo.shtml]


Caramba!

Percebesse como são parecidos a arquitetura dos apartamentos residenciais da extinta URSS com a arquitetura dos apartamentos residenciais do Brasil.

Nossos arquitetos parece que tem fetiche pela arquitetura horrenda dos países socialistas!



Se o Real adotasse um cambio fixo em relação ao dólar e o FED despejasse muito crédito na economia desvalorizando a moeda, o Real teria uma valorização perante a moeda estrangeira. Dessa maneira teria política monetária, não? Pois o BC
do Brasil teria de despejar também crédito na economia para manter o cambio fixado.




Essa nova política de preços da Petrobras é uma tragédia. Os caras estão alterando o preço diariamente e com enorme amplitude. Num dia encarece 5%, no dia seguinte barateia 3%, no dia seguinte encarece 7%, depois barateia 3%, e por aí vai. A coisa varia mais que bitcoin.

Absolutamente nenhum setor de uma economia de mercado opera assim. Imagina um restaurante a quilo que praticasse essa política de preços?

Preços variarem até 7% ao dia, pra cima ou pra baixo, é o exato oposto de como uma economia de mercado estável funciona. Simplesmente não há previsibilidade nenhuma. O simples ato de o posto de gasolina comprar de seu fornecedor (Petrobras) se torna algo completamente especulativo.

Essa porcaria tem de ser desestatizada já.


Liberdade é melhor do que Comunismo autoritário.Perguntem aos russos.


Lendo esse artigo novamente, percebi que boa parte dos preços controlados são de estatais, o que significa que, o aumento maior nos preços se deve única e exclusivamente ao controle de preços, ou, a corrupção e ineficiência do setor?

Observe que hoje a petrobras tem maior liberdade nos preços, mas os reajustes continuam constantes(para cima) mesmo com o petróleo em preços historicamente baixos. É realmente difícil entender essa nova política de preços das estatais Brasieiras . Parece que foi feita exclusivamente para ferrar o consumidor


A esquerda quer ajudar os pobres, mas não abre mão de sítio em Atibaia, Triplex no Guarujá, 9 milhões em previdência privada, dezenas de conteiners em galpão, acúmulo de salários, etc.

Enfim, socialismo bom é aquele feito com o dinheiro dos outros.



Por que eles fazem apologia ao socialismo? Não só eles, mas a maioria dos intelectuais também faz apologia ao socialismo.
A resposta é simples, porque o socialismo é lindo e não precisa ser provado que está errado, quando algo dá errado a culpa cai em cima do capitalismo e dos egoístas dos capitalistas que fazem o capitalismo.
Faz parte da tática do socialismo mudar quantas vezes for necessário o discurso para as massas, ao passo que eles não ficam sem um capitalismo nem que seja meia boca para sobreviverem.


Aqui no Brasil estamos no momento numa encruzilhada, no campo da cultura e da economia, portanto o problema é duplo.

Talvez o momento seja muito mais de uma guerra cultural do que da economia propriamente dita, apesar de que a economia também tem seus problemas culturais.

Agora, muita gente pode ter certeza de que o liberalismo e o conservadorismo nunca deu o seu ar da graça no Brasil de fato. Temos a chance de começar uma vertente neste sentido, vai depender da vanguarda deste movimento.


Trabalhar 18 horas por dia nem é ruim, não. Todo mundo aqui, exemplos de sucesso, adoram e fazem isso 6 dias por semana.


Eu construí minha própria moradia através do livre mercado... E sim, minha moradia é uma mercadoria, o fato de eu tê-la construído não faz com que ela deixe de ter o potencial de uma mercadoria.


tem um livro chamado "Ideal Communist City" de Alexei Gutnov, Brasília é inspirada nela.. do ponto de vista econômico a construção foi tão racional que chegaram a transportar tijolos de avião


o que permite a formação de carteis senão a regulação?
o que me impede de entrar no mercado e desarraigar essas construtoras malvadas que impõe o que os consumidores nao querem?


[OFF TOPIC]

https://www.freesociety.com/

Já ouviram falar ?

[/OFF TOPIC]


Cara, verdade! Sem falar que esquerdopata é tudo destrambelhado e se veste igual a mendigo, hehehe


Estou achando sensacional o Mises Brasil publicar e republicar artigos definitivos contra o socialismo para comemorar os 100 anos da Revolução Russa.


Arthur, nunca li nada sobre o liberalismo que pregasse um mundo perfeito. Até onde eu sei, o liberalismo é baseado na realidade da condição humana, que, por sua vez, é imperfeita (pelo menos no ponto de vista utópico).

Quem possui dogmas de uma perfeição são os marxistas. Você, por um acaso, não estaria confundindo?


Por que tantos artistas são apologistas do socialismo? Um giro pelas utopias socialistas mostra que a primeira coisa que morre no socialismo é a beleza. Nem precisa ir à Europa Oriental para provar a tese. Só vá até a DCE mais próxima. Tudo que é bonito está manchado de preto grafite e coberto de lixo.





Eu escutei que as redações esquerdistas do Enem e de outros vestibulares, estão com as notas supervalorizadas.

Parece que os professores que corrigem as redações do Enem, estão fraudando as notas para colocar mais socialistas nas univerisdades.

Esse é um dos motivos da esquerda ter crescido muito nas universidades.


Não acho que o Dr. Rey seja liberal. O vídeo é somente bom senso. Ele é um empreendedor de sucesso e entende melhor do que nós sobre como o estado é um fardo para a iniciativa humana.

Só a intelligentsia brasileira, cuja cabeça está embaixo da terra de uma caixa de areia federal, ainda não pegou o recado de como o Brasil é atrasado e de que eles SÃO o problema.

Estava assistindo a reportagens do Japão recentemente e a quantidade de capital é extraordinária. E aí você para para ler algumas notícias e vê a seguinte notícia:

g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2017/01/peritos-recolhem-mais-partes-de-corpos-na-penitenciaria-de-alcacuz.html


O Brasil está chegando ao mesmo nível dos países do leste europeu, querem pesar as malas que vão e volta de Miami para impedir a entrada de mercadorias sem pagar impostos.


Uma observação: o artigo original falando do Comecon é de 1987...e as mesmas ações feitas pelo governo brasileiro nas fronteiras estão acontecendo em 2017 !!!


Tem até fala do próprio Bolsonaro dizendo que é igual ao Ciro.

www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/bolsonaro-comete-grave-erro-estrategico-ao-aceitar-comparacao-com-ciro-gomes/


ou seja assim que o capitalismo acabar e comunismo assumir estaremos condenados a estagnação economica afinal o capitalismos produz gera a renda e o comunismo toma sem contra partidas vou contar uma historinha no ano de 1918 a Letonia Estonia e Lituania ''aceitaram " entrar na onda das republicas socialistas pois era uma nova ideologia era uma coisa linda de se ouvir igualdade liberdade e todo bla bla bla de sempre pois bem em nessa época a Letonia com 2,5 milhões de pop. e do tamanho do espitiro santo tinha o 7* pib da europa 2* maior fabricante de navios do continente produzia carros em serie (estilo fordismo ) já tinha 2 * fabricas de aviões fabricava motores tornos radios maquinas fotograficas minox (posteriomente usadas pela urss para espionagem) por volta de 1923-24 40.mil vagões de trem foram levados lotados de maquinas equipamentos carros ferramentas da letonia para a Russia
o motivo é simples o pais tinha que começar sua economia pelo começo resumindo um pais semi industrializado em dois anos de comunismo voltou a ser um pais agricola isso aconteceu na Letonia ,Estonia ,Lituania ,Georgia e por ai vai a Russia não produziu nada usou trens ucranianos e poloneses no transporte a RUSSIA cresceu os russo perceberam os avanços tecnologicos todas aquelas maquinas modernas (TUDO FRUTO DE CONFISCO ) e foram essas maquinas que foram usadas pra construir armas na 2 * gm falando nisso o socialismo/comunismo é tão bom que quando Hitler passou pelos paises bálticos para invadir a Russia em 1941 a Letonia Estonia e Lituania se uniram as tropas nazi pra expulsar os soviéticos e em 1942 quando os alemães fugiam eles lutaram para manter as tropas soviéticas de fora ouve guerrilha nas florestas até o fim dos anos 50 mas isso ninguém conta minha familia é de la sei do que estou falando



Eu riria bastante na cara dele devido à tamanha ignorância.

Governo se endividar para fazer obras faraônicas (e utilizar dinheiro de impostos para quitar a dívida) é o exato oposto de capitalismo. Isso é mercantilismo/fascismo/corporativismo/socialismo.

E o governo quebrar por causa de suas dívidas externas também é o exato oposto de capitalismo. (Aliás, sabia que o governo da Venezuela recentemente decretou reestruturação de sua dívida externa? Vai ver foi excesso de capitalismo...).

Ah, e o governo federal brasileiro não quebrou porque o preço do petróleo subiu, mas sim por má gerência é incompetência.

Até porque o preço do petróleo ficou alto apenas durante dois anos: 1978 e 1979. Na década de 1980 ele desabou forte. E foi exatamente na década de 1980 que o estado brasileiro quebrou e entrou em crise (ou seja, quando o petróleo estava baratinho).

Aliás, carai, dado que a Petrobras detinha o monopólio estatal do petróleo, não só era para o país ser autossuficiente em petróleo, como também era pra ter bombado com a alta do petróleo.

Logo, seu professor dizer que o Brasil quebrou por causa da alta do petróleo -- uma commodities que era monopólio estatal -- é uma confissão explícita do gerenciamento de merda feito pelo estado.

Isso que seu professor falou é o equivalente a dizer que a Arábia Saudita irá quebrar se o preço do petróleo disparar.

Nada mais normal neste país do que professores falando bosta.

Artigo para você:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2755


Dr. Rey é liberal? Ele disse que o Brasil precisa de Livre-mercado.

Acontece que ele disse que a escandinavia esta fazendo QE, pois esta quebrada.
Mas pera, o modelo monetário escandinavio não é ''currency-board''?

Afinal, escandinavia esta quebrada? Como é o modelo monetário por la?

Olhem esse vídeo do Dr.Rey falando sobre livre-mercado.
https://www.youtube.com/watch?v=x9Em0Lo0UpU


lendo o seu comentário, lembrei-me de uns pontos interessantes que meu professor de historia comentou ao falar sobre a ditadura militar brasileira.

Comentário dele sobre o fim da ditadura :

``A ditadura militar brasileira foi um período de muito crescimento econômico brasileiro onde o estado brasileiro pegou empréstimos estrangeiros e se endividou aos montes por apresentar crescimento econômico, porêm com o aumento do preço do petróleo no mercado externo, o país mergulhou em uma grande crise. O mercado externo é assim, você cria uma grande dependência do mercado e de produtos de outros países, e logo quando vem mais uma das crises cíclicas do capitalismo, tudo desaba ´´
Gostaria de saber como você iria começar a criticar o posicionamento dele



Tipo, como já acontece com clipes de papel, bolinhas de gude e serviços de xerox? Nenhum deles sumiu.

Aliás, a deflação deles foi ainda mais intensa, pois ocorreu em um arranjo de aumento generalizado de preços.

Os preços de todos os bens e serviços aumentaram (graças à estrondosa inflação monetária), menos destes três bens. Como eles se mantêm no mercado?


O que ocorreria com bens de mercado com preços proximos a 0? Desapareceriam do mercado?


Gente eu acho que entendi o que o Poeta quis dizer com o texto do Pondé.
Ele quer dizer que nos, liberais, precisamos formar um discurso bonitinho para que a sociedade entenda que ela não precisa pagar um monte de burocratas para que eles contratem, superfaturado, um navio pesqueiro para nos dar o peixe.
Basta comprarmos uma vara e pescar ou melhor ainda usar o dinheiro pago aos burocratas e comprarmos o peixe direto do pescador e ficarmos com o troco. Olha que vai sobrar muito troco!
Só que isto tem que estar detalhado em um discurso bonitinho, cheios de minucias de como os mais pobres irão se beneficiar, para que a sociedade brasileira que viveu sempre sobre a tutela do estado possa entender plenamente o significado da palavra LIBERDADE.



Antes eu era a favor da imigração para mostrar que países com o Mercado mais livre atraem mais pessoas em busca de uma vida melhor. Isso forçaria os países estatistas a adotarem reformas pró-mercado.

Mas o establishment midiático conseguiu a proeza de convencer as massas que isso não entra na equação, ao invés disso citam os "benefícios sociais" que alguns países europeus dão aos imigrantes.

Além dos políticos de países de terceiro mundo não mudarem absolutamente nada (isso se não criarem mais regulamentações, mais programas sociais e mais impostos), a propaganda pró-mercado não foi efetiva.
Ao invés disso, os imigrantes estão entrando em programas assistenciais dos países que os acolhem graças à Esquerda. Além de, geralmente, não pagarem impostos, estão recebendo impostos dos outros.

Em uma democracia, imigração é suicídio. Me tornei um crítico da imigração. Está contribuindo em grande parte para a falência dos países de primeiro mundo.


Discordo que considere o artigo de pouca utilidade, mas concordo que bate um desespero quando diante de artigos destes retratando a semelhança da economia soviética com a brasileira o povo se impressione. Todos os povos do leste europeu sabiam que sua miserável situação se devia ao sistema socialista, aqui a população jura de pés juntos que o país está na merda que está devido unicamente à corrupção, vide aí os links que colocou.



Pelo o que você comenta, então eu não deveria me preocupar com a balança comercial? Se não exportar, é só me voltar pro mercado interno que está resolvido?

Sobre o exemplo de protecionismo, poderia citar os casos das vendas do super tucano da Embraer que sacudiu os congressistas dos EUA?


Sim, é óbvio que a ideia em si é totalmente ignara e boçal. Ela, aliás, não tem nada de nova: já havia sido proposta por Silvio Gesell, guru de Keynes.

Tudo isso que você falou está certo, mas engana-se quem acha que o objetivo dessa proposta é realmente "forçar as pessoas a gastar dinheiro". O objetivo é outro, e já foi seguidas vezes abordado por este site: nada mais é do que a guerra ao dinheiro em espécie.

O objetivo é simplesmente abolir o uso do dinheiro vivo, pois ele não paga impostos e não é rastreável, e obrigar todos a usarem o sistema bancário. Com todo mundo sendo obrigado a usar o sistema bancário, não há sonegação. Os bancos repassam para o governo todos os impostos e relatam direitinho cada movimentação financeira de cada indivíduo.

O objetivo real é apenas esse: aumentar a arrecadação do governo. Surpresos?


hahahah sua psicopatia travestida de humor/trollagem/ironia/opinião foi tão bem escrita que chega a ser engraçada.


1) Trata-se de uma ideia completamente anti-pobre.

O coitado que consegui juntar umas economias e pretende guardá-las para o futuro verá toda a sua poupança ser dizimada ao ver suas cédulas "se apagarem".

Na prática, o fenômeno é idêntico ao de uma hiperinflação, que é quando o dinheiro vai derretendo diariamente.

2) É anti-poupança, anti-frugalidade e anti-longo prazo, e pró-consumismo, pró-imediatismo e pró-curto prazo.

Ter dinheiro será o equivalente a ter uma batata-quente nas mãos. Você irá querer se livrar dele o mais rápido possível. Com todo mundo querendo gastar o mais rápido possível, a estrutura de produção da economia será totalmente encurtada. Todo mundo viverá pensando apenas no amanhã.

Também nesse ponto o efeito é exatamente o mesmo de viver em uma economia sob hiperinflação.

3) Com pouca produção voltada para o longo prazo e tudo visando apenas ao curto prazo, a oferta de bens (que dependem de processos de produção longos e complexos) irá desabar.

Em conjunto com a maior demanda presente (já que todo mundo é obrigado a gastar dinheiro), os preços irão disparar, gerando uma efetiva hiperinflação. Com preços nas nuvens e sem oferta de bens de qualidade, o padrão de vida irá desabar.

4) Voltaríamos a viver de subsistência.

Uma sociedade que consumisse 100% da sua renda não teria um único bem de capital existente. Dado que ela não poupa, ela não consegue acumular capital. Sem capital acumulado, não consegue aumentar sua produtividade. Sem aumento de produtividade, não sai da pobreza.

Assim, em uma sociedade extremamente consumista não haveria moradias, não haveria fábricas, não haveria infraestruturas, não haveria meios de transporte, não haveria maquinários, não haveria escritórios e imóveis comerciais, não haveria laboratórios, não haveria cientistas, não haveria arquitetos, não haveria universidades, não haveria nada.

Simplesmente, todos os indivíduos estariam permanentemente ocupados produzindo bens de consumo básicos — comidas e vestes — e não se dedicariam à produção de bens de capital, que são investimentos de longo prazo que geram bens futuros. Por definição, se uma sociedade consumisse 100% da sua renda, ela não produziria nenhum outro bem que não fosse de consumo imediato.


Esse projeto de lei é apenas o keynesianismo levado ao seu paroxismo. É por isso que Keynes tem que morrer para que a economia sobreviva


Obrigado pelas boas vindas, mas, não sou exatamente um "novo visitante" no site do Instituto Mises Brasil. Já o leio há tempos, e, via de regra, praticamente todos os artigos são, sem dúvida, muito bons e não encontram paralelo em outro lugar na Internet em língua portuguesa.

O quê disse que me espantou foi ler um artigo desses (não necessariamente aqui no IMB, mas, em qualquer lugar!) com esse tipo de informação e que houvera sido publicado numa época em que muita gente ainda acreditava no sucesso do socialismo, mormente no Leste Europeu. Não que esse tipo de lunático, hoje, em pleno ano de 2017, não acredite mais no sucesso do socialismo - acredito que eles acreditam até com mais força - mas sim o fato de a história já ter ridicularizado-os e esse tipo de informação, exatamente por vivermos na era da informação, ainda me surpreende.

Mas, de qualquer forma, obrigado pelas boas vindas.


Viram essa lindeza?

Proposta no Senado quer colocar prazo de validade em dinheiro

Para autor da proposta, ideia é evitar o "entesouramento" de dinheiro e estimular a sua circulação, a fim de dinamizar a economia

Começou a tramitar no Senado uma proposta que visa restringir o período de tempo que cada brasileiro pode guardar notas de dinheiro. Caso seja aprovado, o Projeto de Lei n° 435, de 2017, irá definir datas de validade para as cédulas de papel-moeda, que será definido pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Segundo o autor da proposta, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o projeto se justifica porque "a aprovação do presente Projeto de lei evitará que a moeda guardada impeça um maior dinamismo da economia". Para ele, a ideia é evitar o "entesouramento" de dinheiro e estimular a sua circulação, a fim de dinamizar a economia.

Pelo texto, assim como ocorre com alguns elementos das notas, como a figura da República, a tarja contendo a palavra "REAIS" e os números indicativos do valor das cédulas, o prazo de validade também seja incorporado em alto-relevo.

A proposta está disponível no portal E-cidadania para que a população possa dar sua opinião e até a noite desta quarta-feira (8), eram cerca de 3.500 votos contrários e apenas 56 favoráveis.

www.infomoney.com.br/mercados/noticia/7066969/proposta-senado-quer-colocar-prazo-validade-dinheiro


Não é atoa que uma parte gigantesca da economia comunista funcionava sob o Mercado Negro.

Como é possível uma economia sobreviver dessa forma relatada?


"Imaginemos um cenário onde temos um país economicamente muito superior ao nosso e que pratica políticas nacionalistas/protecionistas contra nós."

Isso, por si só, já é uma contradição prática. É impossível de ocorrer. Se um país pratica o livre comércio e o outro é nacionalista/protecionista, então é impossível que este segundo seja "economicamente muito superior" ao primeiro.

Tanto é que você não encontra um único exemplo prático disso.

"Como seríamos beneficiados à longo prazo se praticássemos uma política de livre mercado em relação à este país, abrindo mão por exemplo, de riquezas estratégicas como o petróleo?"

A pergunta não faz sentido, pois mistura livre comércio (liberdade de importação) com concessão de poços de petróleo. Como assim praticar livre comércio "abrindo mão de riquezas estratégicas como o petróleo"?

O que eu posso lhe dizer é que o livre comércio unilateral é totalmente benéfico. Se nós temos liberdade para importar barato máquinas da Alemanha, mas a Alemanha tributa nossa exportação de carne, então a minha situação como consumidor melhorou.

Não só posso agora comprar máquinas excelentes e baratas da Alemanha, como ainda sobra mais carne para mim. Sem poder exportar, a oferta de carne terá de ser desovada no mercado interno, e os preços despencarão. Como consumidor, meu ganho foi duplo e meu padrão de vida se elevou substantivamente.

Como eu já disse lá em cima, a economia de mercado não é um arranjo para facilitar a vida dos produtores, mas sim dos consumidores. Quem manda são os consumidores e não os produtores. Os produtores simplesmente se adaptam e se viram para satisfazer os consumidores. Se não conseguirem, que caiam fora e vendam seus ativos para empreendedores mais competentes.

Quem se preocupa com os produtores irá, necessariamente, defender arranjos como os da JBS e da Odebrecht. Eis ali uma política inteiramente voltada para satisfazer produtores, e não consumidores.


Artigo inteiro sobre isso, que responde a todas as perguntas já feitas sobre deflação de preços:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2717



Em primeiro lugar, não é sobre forçar a diminuição de produção, mas sim reduzir as exportações. São coisas bastante distintas.

Ademais, e igualmente importante, vale lembrar que, em uma economia socialista, aumentar a produção para exportar mais não é exatamente uma coisa simples e corriqueira. Com efeito, pode ser até mesmo fisicamente impossível. Produzir bens sob o socialismo é algo longe de ser trivial.

No caso em questão, a Hungria exportar mais Cubos é algo que não faria sentido nenhum para o país, pois:

1) As exportações seriam pagas em "rublos transferíveis", que não valiam absolutamente nada;

2) A população húngara ficaria com menos Cubos no mercado interno (e, vale lembrar, simplesmente aumentar a produção não era algo trivial e corriqueiro em uma economia socialista).

Caso eu morasse na Hungria não veria benefício nenhum nisso. Aliás, mesmo no atual arranjo não vejo nenhuma vantagem em exportar muito, que dirá em uma economia socialista.



Obrigado pela qualidade da resposta, me convenci de que seu argumento se sustenta melhor.

No caso, você entende que uma eventual proteção temporária à pessoa (não ao emprego) com dificuldade de realocação, é válida?

Questionei sobre a globalização pois gostaria de entender o seguinte raciocínio:

Imaginemos um cenário onde temos um país economicamente muito superior ao nosso e que pratica políticas nacionalistas/protecionistas contra nós. Como seríamos beneficiados à longo prazo se praticássemos uma política de livre mercado em relação à este país, abrindo mão por exemplo, de riquezas estratégicas como o petróleo?


Inflação de fato é um mal muito grande para a economia de um país. Mesmo com aluns relatos históricos e alguns argumentos ainda plausíveis, sou bem cético a delação de preços. Como ficaria os preços de produtos próximos ao zero se continuar em queda constante?


Sempre perco meu tempo pra ler os comentários do Capital Imoral. Figuraça sempre marcando presença aqui no site...

"Capital Imoral é escritor, filósofo e já refutou Mises". Já li isso umas seiscentas vezes e sempre que leio, rio como se fosse a primeira vez...
Pelo menos tamanha palhaçada traz algum humor em todas suas contradições para os tempos sombrios em que vivemos. Como no artigo mises.org.br/Article.aspx?id=2798 , em seu subtítulo, "Quando não estão matando, comunistas são uma comédia de erros".


Excelente artigo.
Explicou muito bem todo o funcionamento do COMECON e o principal, o porquê de ele não funcionar.

Me lembrei agora do meu ensino médio. Uma professora de Geografia disse que os países pertencentes ao Pacto de Varsóvia conseguiam se sustentar sim, mesmo que não importassem do Ocidente, pois importavam dos outros países do bloco.
Me lembrando disso, novamente percebo que essa praga vermelha está por toda parte...


Eu não entendi sobre o comércio equilibrado forçar a diminuição da produção de cubos mágicos, se a Hungria produzisse mais cubos mágicos ela poderia obter um maior número de importações dos soviéticos com esse excedente, não? O comércio não continuaria equilibrado? porque ele precisaria reduzir as outras vendas?

Eu sei que a moeda era extremamente fraca e os preços tabelados, mas se isso valia pra todos eles, porque não produzir os cubos e importar um maior número de coisas em troca?


Inflação de fato é um mal muito grande para a economia de um país. Mesmo com aluns relatos históricos e alguns argumentos ainda plausíveis, sou bem cético a delação de preços. Como ficaria os preços de produtos próximos ao zero se continuar em queda constante?


Nordestino, o que diferencia Bolsonaro do Ciro é que aquele é conservador e este progressista. Só isto! Basicamente os dois fazem o mesmo discurso desenvolvimentista, com forte intervenção do estado na economia, sendo que o Ciro enfeita o pavão com o visiting scholar que fez em Harvard e prega um discurso à esquerda, enquanto Bolsonaro faz um discurso à direita e tenta enganar seus eleitores de que estaria aprendendo o liberalismo — e tem gente que cai nesta.

Com ambos, a única coisa quem não iremos ver no Brasil é liberalismo econômico...


Feliz que tenham cancelado o evento. Publicidade gratuita e agora ele será publicado na internet, o que multiplicará a audiência dos especialistas. O fato de terem cancelado o evento também justificará um possível bloqueio de auditório no futuro por parte dos conservadores.

Sem o auditório da universidade onde os espectadores podem ter sua presença contando como aula ou congratulada de alguma forma pelos professores, a esquerda está perdida. Não adianta colocar o vídeo de evento deles na internet. Nem de graça alguém assiste à verborragia de tédio que é uma palestra comunista. E quem for assistir por curiosidade não vai durar 10 minutos.

Arrepender-se-ão os esquerdistas por terem devolvido os conservadores ao local onde eles são mais fortes.


O Brasil já fez "transação comercial" com o bloco comunista exatamente desse jeito. Em 1967, o governo paulista adquiriu locomotivas diesel-elétricas da estatal LEW, da Alemanha Oriental: o pagamento aos alemães orientais foi com sacas de café...


Ia comentar justamente isso. Em Salto del Guayrá, vá de carro velho com pneus velhos. Já teve gente que ficoi sem os pneus por lá, mesmo em carros novos.


Hm obrigado pelas respostas. E que saiu em um site que em 2012 a melhor educacao do mundo era da finlandia e que era estatal


Não aceitar o definhamento de determinadas indústrias ou determinados setores da economia é não aceitar que as pessoas mudam suas preferências de consumo.

Não aceitar essa realidade econômica é querer que alterações nas preferências dos consumidores sejam violentamente reprimidas pelo governo, o qual deve então obrigar as pessoas a, contra a sua vontade, manter suas preferências de consumo eternamente inalteradas apenas para garantir a rentabilidade de determinados setores já obsoletos da economia.

Com efeito, quais seriam as consequências dessa mentalidade? Dado que as preferências dos consumidores devem ser mantidas inalteradas para que determinadas indústrias e setores da economia durem para sempre, como estaria o mundo hoje caso tal ideia fosse realmente levada a sério?

Dado que os protecionistas consideram "injusto" os consumidores alterarem suas preferências de consumo, eis algumas perguntas a serem respondidas por eles, começando pela mais básica:

1) Você quer que o governo gerencie cada alteração na maneira como os consumidores gastam seu dinheiro, ou você acredita que os consumidores devem ser livres para gastar seu dinheiro de qualquer maneira pacífica que eles venham a escolher, sem ter de solicitar a aprovação do governo ou pagar uma penalidade caso gastem seu dinheiro de uma maneira que desagrade aos burocratas e a determinados setores da economia?

Agora, passemos às mais específicas:

2) Caso um empreendedor desenvolva um motor mais eficiente e que consome menos combustível, poderia ele livremente colocar este motor à venda no mercado? Poderiam as pessoas livremente adquiri-lo? Isso irá causar desemprego em vários outros setores da indústria automotiva, principalmente naqueles ligados à fabricação de motores tradicionais.

3) Deveria ser permitido que um novo restaurante fosse aberto na esquina da sua rua? Esse novo restaurante certamente vai afetar as receitas dos restaurantes já estabelecidos, podendo até mesmo gerar desemprego.

4) Deveriam as pessoas ser livres para escolher suas próprias profissões? Caso o façam, pode haver uma enxurrada de novos entrantes em determinadas profissões, como engenharia mecânica ou enfermagem. E essa maior oferta de mão-de-obra derrubaria os salários dessas profissões.

5) Deveriam os consumidores ser livres para mudar sua dieta? Tal mudança irá gerar queda de receitas em várias empresas tradicionais do setor alimentício, podendo gerar demissões.

6) Deveriam os consumidores de um estado ser livres para comprar produtos fabricados em outro estado? Tamanha liberdade poderá gerar desemprego no primeiro estado.

7) Você é a favor de as mulheres terem liberdade para trabalhar? Isso não apenas eliminou alguns empregos para homens e adolescentes, como também pressionou os salários para baixo em decorrência da maior oferta de mão-de-obra.

8) O livre trânsito de pessoas dentro das fronteiras de um país deve ser permitido? Quando pessoas migram em massa de uma região para outra, ou mesmo do campo para a cidade, isso gera grandes distorções econômicas em ambas as regiões.

9) Deveriam os consumidores ser livres para comprar carros usados? Deveriam eles ser livres para permanecer com um mesmo carro pelo tempo que quiserem? Ao fazerem isso, eles estão reduzindo a demanda por carros novos domesticamente produzidos. Isso pode gerar queda nas receitas e desemprego na indústria automotiva.

10) Deveriam os consumidores ser livres para comprar roupas de varejistas especializados em vender vestuário de segunda mão? Tamanha liberdade significará menor demanda tanto para a indústria de vestuários novos quanto para todo o setor varejista que vende apenas roupas novas.

11) Deveriam as pessoas ser livres para comprar máquinas de lavar roupa, ferros elétricos, aspiradores de pó e lava-louças? Esses produtos acabaram com os empregos de várias empregadas domésticas.

12) Deveriam as pessoas ser livres para comprar e-books? Isso afeta o mercado de impressoras e de editoras, além de reduzir o número de balconistas de livrarias.

13) Deveriam as pessoas ser livres para consultar aplicativos (gratuitos!) de meteorologia em seus smartphones? Esses aplicativos estão reduzindo enormemente a demanda por meteorologistas humanos no rádio e na televisão.

Por fim, por que deveríamos permitir qualquer uma dessas liberdades de consumo e tolerar tamanha concorrência econômica sem antes mensurar empiricamente os ganhos e perdas gerados por essa liberdade e por essa concorrência?

Deveríamos permitir tamanha liberdade e concorrência apenas caso seja comprovado empiricamente que seus efeitos "distributivos" serão do nosso agrado?


Uma esquerda minimamente racional pensaria em formas de ajudar pessoas que perderam seus empregos, e não em "proteger empregos".

"Proteger pessoas" é uma coisa (e há até bons argumentos para isso), já "proteger empregos" é algo completamente irracional e anti-prosperidade.

Deixem os empregos ruins sumirem. Se quiserem ajudar, criem ONGs para ajudar estes desempregados.


"Veja um exemplo, nós temos frentistas nos postos de combustíveis. Obviamente isso encarece o custo do combustível vendido e acredito que hoje poderíamos perfeitamente abolir esse serviço e criar uma cultura de self-service igual acontece nos EUA, sem grandes dificuldades. O problema aqui que vejo é que esses profissionais terão grande dificuldade de se realocar entre os setores porque tem baixa qualificação, e pouca oferta de emprego, do contrário de um país desenvolvido. Ora, se não houver realocação dessa mão de obra com baixa qualificação, então a tese do aumento de renda está equivocada, ou no mínimo, distante da realidade. O mesmo vale para cobradores de ônibus, acredito eu. O que teria a dizer a respeito disso?"

Mesmíssimo argumento já tantas vezes repetidos para todo e qualquer setor que estava se tornando obsoleto.

"Se permitirmos o automóvel (mão-de-obra especializada), o que vamos fazer com a mão-de-obra da indústria de charretes (mão-de-obra pouco qualificada)?"

"Se permitirmos o computador(mão-de-obra especializada), o que vamos fazer com a mão-de-obra da indústria de máquinas de escrever(mão-de-obra pouco qualificada)?"

"Se permitirmos o trator (mão-de-obra especializada), o que vamos fazer com a mão-de-obra da agricultura (mão-de-obra pouco qualificada)?"

E por aí vai. (Na prática, você seria contra a abolição da figura do ascensorista.)

Entenda, meu caro, que essa é a dinâmica da economia. Setores obsoletos são substituídos por setores mais modernos. É absolutamente inevitável que a mão-de-obra dos setores obsoletos seja menos qualificada que a dos setores mais modernos. Com efeito, é exatamente por isso que esses setores e essa mão-de-obra obsoletos são substituídos.

Dizer que toda a economia deve ser engessada e impedida de progredir simplesmente porque alguns frentistas perderão seus empregos é um recurso meramente emocional, sem qualquer base na lógica. Na prática, você está dizendo que frentistas são jumentos que nada mais sabem fazer na vida a não ser enfiar uma mangueira no buraco de um carro. Isso é até preconceituoso de sua parte. Frentistas facilmente podem virar mecânicos ou até mesmo consultores da indústria automotiva. Poucas pessoas entendem tanto de óleos lubrificantes (na prática) quanto eles.

Logo, o argumento de que eles perderiam renda é simplesmente falso, tanto em termos teóricos quanto empíricos. A história do mundo é a história da evolução dos empregos. Há vários empregos que existem hoje e que nem sequer eram imaginados há 10 anos. E vários empregos que existiam há 10 anos não mais existem hoje. E a maioria dos empregos que existirão no futuro ainda não existem hoje.

No livro Now You See It, a educadora Cathy Davidson diz que 65% das crianças que estão entrando hoje na escola irão trabalhar em empregos no futuro que ainda nem foram inventados. Querer frear esse progresso em nome da proteção de alguns empregos é uma atitude que, caso tivesse sido seguida lá atrás, ainda hoje estaríamos vivendo no campo e com uma enxada na mão.


Olá tudo bem?

Gostaria de pegar o gancho da sua resposta e dizer que há grande qualidade e concordo muito com ela.

Porém há um fator implícito pouco discutido aqui que é a questão da realidade brasileira que é justamente esse potencial de realocação e qualificação de mão de obra. Nos textos e comentários presume-se que a realocação de profissionais entre os setores (considerando o contexto de que a empresa X faliu porque não conseguiu competir com uma empresa Y que tem produto/serviço de melhor qualidade/menor preço) é uma coisa simples e fácil do mesmo jeito que acontece num país desenvolvido, onde há melhor qualificação de mão de obra e abundância de empregos.

Permita-me dizer que essa visão é um pouco obscura pra mim. Veja um exemplo, nós temos frentistas nos postos de combustíveis. Obviamente isso encarece o custo do combustível vendido e acredito que hoje poderíamos perfeitamente abolir esse serviço e criar uma cultura de self-service igual acontece nos EUA, sem grandes dificuldades. O problema aqui que vejo é que esses profissionais terão grande dificuldade de se realocar entre os setores porque tem baixa qualificação, e pouca oferta de emprego, do contrário de um país desenvolvido. Ora, se não houver realocação dessa mão de obra com baixa qualificação, então a tese do aumento de renda está equivocada, ou no mínimo, distante da realidade. O mesmo vale para cobradores de ônibus, acredito eu. O que teria a dizer a respeito disso?

Outra reflexão que gostaria de provocar:

Se o interesse da globalização fosse realmente um aumento de renda global, que em tese, é um dos objetivos do livre mercado (menor custo/maior renda), então porque não comecemos primeiro pela livre circulação de tecnologia, livre poder de financiamento e livre qualificação de mão de obra? O poder de financiamento, qualificação de mão de obra e tecnologia são globais ou são nacionais?

Agradeço pela qualidade da discussão, dos comentários e da página por permitir este espaço de troca de idéias.


Seja bem-vindo !

Eu acho que o IMB é muito mais do que um think tank que defende liberdades individuais, propriedade privada ou capitalismo.

O IMB parece mais uma busca pela realidade dos fatos.



"Mais um triste episódio se registra no campus da Universidade Federal de Santa Catarina. Um evento cultural, que pretendia debater o tema "Semana Vítimas do Comunismo, a maior tragédia do Século 20", autorizado pelos órgãos universitários, foi cancelado inesperadamente, por pressão de grupos de esquerda.

Estariam em Florianópolis especialistas para debater questões relativas ao gigantesco morticínio humano da Rússia no período Stalin. Este monstruoso líder comunista é vice-campeão mundial de assassinatos coletivos. Mandou matar mais de 43 milhões de seres humanos. Só perde para o ditador Mao-Tse Tung, que liquidou 77 milhões de chineses.

O cancelamento, segundo os organizadores, foi decidido pelo professor Irineu Souza, diretor do Centro Sócio Econômico, que disputou o cargo de reitor apoiado pelo professor Nildo Ouriques, presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos e maior defensor do bolivarianismo em Santa Catarina.

O cancelamento do evento e até das noticias veiculadas pela Agecom revela que a esquerda da UFSC assumiu atitudes fascistas e liquida com a diversidade ideológica, condição vital para existência de uma universidade" (dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/moacir-pereira/noticia/2017/11/a-pressao-dos-grupos-de-esquerda-no-cancelamento-do-evento-da-ufsc-que-critica-o-comunismo-9987740.html)



Verdade absoluta, e o caso dos Pneus ainda acontece hoje em dia no Uruguai
somo um COMECON do seculo XXI
e ainda tem gente que quer saudar a mandioca em 2018


Eu não quero ir para Miami ou Paraguai para fazer compras.

Eu quero comprar barato aqui no Brasil.

Nós perdemos milhares de vagas de emprego, porque as lojas baratas são em outros países.

Que diferença faz pagar 6% de imposto em Miami, no Paraguai ou em São Paulo ?

Se tivermos os mesmos impostos de Miami ou do Paraguai, os nossos preços sobre importados serão muito mais competitivos.

Os socialistas estão exportando empregos !!!!!!



Ué, se algumas das situações descritas se assemelham muito à brasileira, então eis aí um motivo ainda mais premente para a tradução do artigo, pois se trata de utilidade pública. "Vejam quão próximos estamos do arranjo soviético" é o alerta a ser depreendido do texto.

Ainda preciso entender essa intolerável mania do brasileiro de só resmungar e depreciar (ao mesmo tempo em que consome tudo de graça). Impressionante.


Karnal é socialista, basta assistir ele falando sobre temas políticos que fica fácil perceber. O posicionamento dele contra o Escola Sem Partido é uma forma simples de perceber. Mesmo sem ler nada sobre o projeto, o criticou veementemente, em defesa da doutrinação comunista nas escolas e universidades públicas, sendo que o projeto apenas solicita que toda sala tenha os deveres dos professores e direitos dos aluno, direitos e deveres esses que já existem em lei, mas são desconhecidos da ampla maioria e desrespeitados por milhares de professores ao redor do Brasil. Quero ver o que o Karnal vai achar sobre um professor de direita doutrinando seus alunos.


A história dos pneus me fez lembrar que aqui na fronteira com o Paraguai acontece a mesma coisa. Você está arriscado a terminar com o carro sobre estacas e com uma baita multa se o guarda da fronteira achar que teus pneus são novos. Ouvi até que vendedores do Paraguai, sabedores disso, tentam dar uma "envelhecida" nos pneus para vender para os brasileiros. A bizarrice econômica do comunismo está entre nós.


Estou pasmo. NUNCA tinha lido nada dessas forma, que explicasse essas idiossincrasias das economias socialistas de maneira tão didática e desnudasse essas histórias que mais parecem de terror.

Mas, o mais impressionante foi ao final: durante todo a lida do texto, estou pensando que é mais um daqueles depoimentos, feitos depois que os regimes socialistas do Leste Europeu terem caído, feito por algum refugiado, com maior conhecimento de economia, e eu deu alguma entrevista explicando o caos econômico que era aquilo tudo. Ou, na melhor das hipóteses, alguma explicação de algum economista mais ligado na realidade (nada de keynesianos ou marxistas malucos), depois que aqueles regimes caíram e, debruçando-se sobre as informações colhidas depois que os regimes caíram pôde explicar aquela maluquice. Mas não.

Não foi nada disso. O espanto é que o artigo é de 30 anos atrás, ainda com os regimes em vigência e publicado num jornal para leigos, explicando tim-tim por tim-tim a loucura que era tentar fazer uma economia funcionar sem as ferramentas naturais para aquilo, como o sistema livre de preços e salários.

Inacreditável como nós, aqui na República Pentecostal do Bananistão, NUNCA poderíamos ler uma matéria dessas, em português (muito menos em inglês, haja vista que não havia Internet e quem tivesse acesso a jornais estrangeiros naquela época, provavelmente já sabia disso por outras vias) nos nossos jornais e revistas. Também, pudera. Em 1987, depois do plano socialista econômico, o Plano Cruzado, a "intelligentsia" do país estava mais interessada em eleger Lula para presidente em 1989...

E durmamos com um barulho desses.


O tradução do artigo para o português BR não foi de muita utilidade, a menos que tenha sido para demonstrar como este país está irremediavelmente sovietizado. Fora a moeda inconversível o comércio de bens de consumo e o trânsito de pessoas nas fronteiras do Brasil é exatamente como nos países socialistas, inspeções rigorosas e confisco de bens pessoais, e a terra de Pindorama possui uma avançada agência de controle de comércio fronteiriço, os correios, se alguém tem dúvida do motivo do monopólio:

www.gazetadopovo.com.br/economia/fiscais-desmontam-esquema-de-envio-irregular-via-correios-3g4iv60cfukv0vjs3mnb1r5u6

www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/fiscalizacao-de-encomendas-nas-agencias-dos-correios-e-mais-intensa-na-regiao-de-fronteira-0fv3or8ys7ekibg9op32ol9hq




O socialismo é como um episódio do Chaves: todos já sabem as piadas e sabem exatamente o que vai acontecer, mesmo assim riem no final. A diferença é que com o socialismo as pessoas riem para não chorar.


Sobre este artigo publicado pelo Mises: Podemos ver que os comunistas são um fiasco no que fazem, e o fazem propositalmente. Um festival de palhaçadas, o país que vive sob o guarda-chuva soviético era um picadeiro a céu aberto, e 99,9% da população toma na tarraqueta. Quem lucra com essas bizarrices? Os capas-pretas seguidores do tio Karl Marx e cia LTDA.
O comunismo é uma piada, uma verdadeira afronta à humanidade.
Parafraseando Mises: "O socialismo é a abolição da racionalidade econômica". Ademais, o socialismo é a abolição da racionalidade intelectual do ser humano. Uma verdadeira insanidade.
Países que adotaram esta porcaria se destruíram!!! Polônia, Romênia, Bulgária, Alemanha Oriental (Desde 1990 reunificada com a Alemanha Ocidental, que são um só país e, desde então, esta parcela germânica ainda não se equiparou economicamente com a fatia a oeste em termos de riqueza e PIB per capita) são alguns dos exemplos que o Comunismo é uma porcaria!!!


O artigo seria engraçado, se nós não estivéssemos vivendo as mesmas coisas.

Como experiência, vai comprar 5 pares de tênis no Paraguai pra você ver. Compre uma geladeira na Argentina e traga num caminhão para o Brasil. Compre umas garrafas de vinho no Chile e traga para o Brasil.

Esse Mercosul é um COMECON !


Os russos tentaram transformar o comunismo de Marx, que é uma ideologia política, numa nova "ciência econômica".

Por óbvio, jamais conseguiram tal feito, restringindo-se ao morticínio e a fome como consequência inevitável dessa ideologia.



Nossa, eu pensei que já havia lido de tudo. Mas "direita socialista" é a primeira vez que vejo.

Melhor vocês tomarem cuidado com a viagem, senão podem ficar ofuscados com o brilho da escuridão, pegar insolação de madrugada e ainda repetir as palavras que ninguém jamais disse.

Tomem que o filho é teu, esquerda. Essas coisas que vocês dizem me convencem de que não estamos lidando com pessoas normais. Basta ver a ficha criminal dos expoentes mais famosos do lado de vocês.