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Últimos comentários


Poderiam responder a esse vídeo de desigualdade de riqueza nos EUA?? Sei que ele já foi mencionado em um dos textos do Instituto,mas gostaria de uma resposta mais detalhada a ele.
https://www.youtube.com/watch?v=QPKKQnijnsM

E também essa figura respondendo a esse vídeo, falando que os ricos tem que se comprometer e pagar mais, afinal, seria só um pouco para igualar a todos. Que dizer que tudo irá piorar dessa forma é falácia "slippery slope".
https://www.youtube.com/watch?v=fbj8hTsPEzc&t=17s


Não é por isso. Mesmo porque não se sabe se realmente ainda há ouro em Fort Knox. Em 2013, os alemães pediram restituição em ouro e foram negados.

A moeda americana é mundialmente demandada porque ela é a moeda de troca utilizada nas transações internacionais. E ela é a moeda internacional de troca majoritariamente porque o petróleo é cotado em dólar.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1673


Infelizmente isso é algo instituido no brasil. Enquanto o governo nos engana com programas como o Pronatec, dando migalhas aos pobres, ele com outra mão nos tolhe e nos vilipendia. Vergonhoso!


anônimo, o direito romano não faz parte da "civilização ocidental".
Inúmeros países ocidentais nunca possuíram influência do direito romano nas suas leis. Os que mais tiveram foram os países ibéricos e suas colônias, justamente os mais pobres.


Excelente!

Gosto muito dos textos do Ryan.

Falando nisso, no último mês li tantos artigos interessantes pra traduzir, mas falta tempo... É uma pena.

Abraços.



Por favor, me passem o link da continuação desse artigo: " No próximo artigo, a relação íntima de Keynes com os movimentos totalitários do século XX."
Desde já, grato.


Nossa, foi a primeira vez que li esse segundo artigo que você postou... E eu também sempre acreditei que a reforma devesse ser "de baixo para cima".... A estratégia apresentada me pareceu bastante lógica... Muito bom.

Eu havia postado há cerca de 1 ano atrás um comentário semelhante.... Mas saber que existe um artigo detalhado sobre o assunto/estratégia, e escrito por alguém reconhecido, reforça a esperança de que um dia vai acontecer...


Mas é esse mesmo ao qual me referi. O "sistema jurídico romano-germânico" derivado do direito romano e herdado do colonialismo ibérico é uma das razões do atraso crônico da sociedade bananeira. É nesse sistema que o positivismo legal encontra o melhor terreno para plantar suas ideias perniciosas; o sistema no qual "o legislador tudo pode", como bem disse o comentarista Ank. O sistema que dá total força ao estado em detrimento ao indivíduo. Um sistema onde até o idioma é regulamentado.

Tem certeza que é esse "direito" que você defende?


"Dois dias depois da divulgação da "Lista de Fachin", um grupo de economistas, professores, sociólogos e artistas decidiu lançar um manifesto com críticas ao governo do presidente Michel Temer. Batizada de "Projeto Brasil Nação", a iniciativa conta com as assinaturas do ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira, do chanceler Celso Amorim, do presidente da CUT, Vagner Freitas, do ex-líder do MST, João Pedro Stédile, de André Singer, do escritor Raduan Nassar, do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, do provável presidenciável Ciro Gomes e dos artistas Wagner Moura e Chico Buarque de Hollanda, entre outros. O texto critica o "esquartejamento da Petrobras, a destruição da indústria, a demolição de direitos sociais" e afirma que "o governo reacionário e carente de legitimidade não tem um projeto para o Brasil".
Nesse primeiro manifesto do projeto, os ditos intelectuais de esquerda listam 5 pontos que eles consideram essenciais para a economia brasileira:
1- Regra fiscal que permita a "atuação contracíclica" (que medo!) do gasto público e que assegure prioridade à educação e à saúde;
2- Taxa básica de juros em nível mais baixo, compatível com o praticado por economias de estatura e grau de desenvolvimento semelhantes aos do Brasil;
3- Superávit na conta corrente do balanço de pagamentos que é necessário para que a taxa de câmbio seja competitiva;
4- Retomada do investimento público em nível capaz de estimular a economia e garantir investimento rentável para empresários e salários que reflitam uma política de redução da desigualdade;
5- Reforma tributária que torne os impostos progressivos"


O mesmo keynesianismo estúpido de sempre.


O que mostra que até os grandes e sábios erram (muito embora o próprio Mises tenha revertido essa posição nas edições posteriores do livro).

O que mostra também que o Instituto foi humilde ao escolher o nome de um homem imperfeito e ao não dizer 'amém' a tudo o que este grande pensador falou. O Instituto tem ideias próprias. Isso é admirável.


"Mudem o nome do site e do Instituto, então, para Instituto Hoppe Brasil".

Sem prejuízo do que o Meirelles falou, também é de se perguntar: apenas pelo fato de Mises não ter sido anarcocapitalista, o instituto que defende e propaga a Escola Austríaca de Economia (tendo sido Mises seu maior representante) deveria "mudar de nome"?

É claro que não, meu caro.


Urge erradicar os mono e oligopólios, quer sejam privados ou estatados. A solução se chama pulverização, descentralização!


E o fato de Mises apoiar o serviço militar obrigatório????


"Só expliquem, por favor, agora, como que uma empresa farmacêutica desenvolveria pesquisas por anos se não houvesse um governo que garantisse a lei de patentes"

Da mesma maneira que faz a indústria da moda. Lá as cópias correm soltas e a indústria está cada vez mais forte.

A cada ano surgem novas grifes e consumo de roupas de uma marca específica só aumenta (exceto em épocas de crise econômica, obviamente).

Não podemos também nos esquecer da indústria de cosméticos e de perfumes. Estas também só se expandem. Embora as cópias existam em profusão, os investimentos em linhas caras de perfumes só aumentam.

Vale repetir: no ramo da moda, as cópias ocorrem da noite pro dia, e no entanto trata-se de uma das indústrias mais lucrativas do mundo. Não há absolutamente nenhum tipo de direito autoral ou de patente. Mais ainda: você pode comprar cópias de roupas e bolsas de enorme qualidade, e ainda assim as marcas originais continuam ganhando fábulas de dinheiro.

E os grandes nomes da sua indústria são podres de rico. E todas as suas obras são copiadas livremente. Não há absolutamente nenhum tipo de propriedade intelectual, os produtos piratas e baratos abundam, e mesmo assim os lucros das grandes seguem intactos.

E aí?

"como fazer uma rodovia, ou uma malha ferroviária que não servisse apenas para chegar da fazenda A até o porto B para escoar a produção..."

Não entendi absolutamente nada da lógica deste seu raciocínio.




E o mesmo raciocínio é valido para os atuais aposentados (que recebem dinheiro do governo, visto que suas contribuições pessoais foram gastas a muito tempo). para os beneficiados por programas sociais (de qualquer tipo), para quem usa escolas ou hospitais públicos ... enfim, quase "todo mundo".
Só expliquem, por favor, agora, como que uma empresa farmacêutica desenvolveria pesquisas por anos se não houvesse um governo que garantisse a lei de patentes, ou, como fazer uma rodovia, ou uma malha ferroviária que não servisse apenas para chegar da fazenda A até o porto B para escoar a produção...


A questão é que "algum" Estado vai ter que existir. Aquele bando pre-histórico que foi espoliado pelo Estado, seria espoliado por outro bando. Quem impediria que qualquer pessoa se apossasse dos bens de outra pessoa pela violência? Homem lobo do homem. A Anarquia é tão utópica nos tempos atuais como o Comunismo. Por outro lado, citar o Papa também não ajuda. A Igreja vive a 2000 anos influenciando e espoliando o mundo, é a perpetuação de Roma, criada por Constantino. Nesse caso, ainda bem que a maioria dos paises decentes conseguiu separar a Igreja do próprio Estado, senão estariamos na idade média até hoje!


Pois então, essa concepção de direito que vigora no Brasil é aquela que acha que o "legislador tudo pode": pode interferir na vida alheia com legislações e regulações


Ai ai... semanalmente surge um falando sempre a mesmíssima coisa. E o mais legal é que sujeito repete um clichê surradíssimo e jura que está abafando.

O alvo de Mises eram os utópicos de esquerda, os anarco-comunistas ou anarco-sindicalistas. Em sua época, o termo anarquismo remetia exclusivamente a este grupo. O termo anarcocapitalismo ainda não havia sido cunhado (só o foi em meados da década de 1970).

Mises atacava a teoria deles de que o homem é um ser intrinsecamente benevolente e que, por isso, não seria necessária uma defesa organizada contra os inimigos da civilização. Porém, não é nisso que o anarquista defensor incondicional da propriedade privada acredita. É claro que assassinos e ladrões existem. É necessário haver uma instituição que mantenha tais pessoas acuadas. Mises chamava essa instituição de governo, ao passo que as pessoas que não querem estado nenhum afirmam que todos os essenciais serviços de defesa podem ser mais bem efetuados por empresas no mercado. Quem quiser chamar estas empresas de governo, porque acha que assim se sentirá melhor, está livre para isso.

Sim, Mises pensava ser necessário ter uma instituição que reprimisse e subjugasse aquelas pessoas que não se comportassem apropriadamente em uma sociedade, pessoas que representassem um risco porque roubam e matam. Ele rotulou essa instituição de governo. Mas ele tinha uma ideia muito singular sobre como o governo deveria funcionar.

Para restringir seu poder, cada grupo ou indivíduo, se possível, deveria ter o direito de se separar do território do estado caso não concordasse com suas políticas. Ele rotulou isso de 'direito de autodeterminação'. Mas não a autodeterminação de nações, como prega a Liga das Nações, mas sim a de vilarejos, distritos e grupos de qualquer tamanho.

Em Liberalismo — Segundo a tradição clássica e Nation, State, and Economy, ele eleva a secessão a um status de princípio central do liberalismo clássico. Se fosse possível conceder este direito de autodeterminação a cada indivíduo, disse Mises, isso teria de ser feito. Por conseguinte, o estado democrático se torna, para Mises, uma organização voluntária.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1454


O que eu quis dizer é o sistema jurídico romano-germânico que vigora no Brasil, baseado no direito romano.


Mudem o nome do site e do Instituto, então, para Instituto Hoppe Brasil. Porque o que Mises sempre defendeu passa muito longe das ideias defendidas aqui... Um dos livros editados pelo Instituto, inclusive, contém a sentença definitiva de Mises sobre a relação entre Liberalismo Clássico e Anarquismo:

"O Liberalismo não é anarquismo, nem tem, absolutamente, nada a ver com anarquismo." - Liberalismo - Segundo a Tradição Clássica - Pg. 64.



"O monopólio da jurisdição é mais eficiente para garantir sua propriedade"


Isso, é mais "eficiente" para garantir a "propriedade" de burocratas, advinda do confisco e da expropriação da propriedade de quem produz.


Gustavo S,

mas em um mundo sem propriedade intelectual, o incentivo de criar algum produto ou serviço não estaria sendo prejudicado?
Porque se eu criar um produto, o concorrente logo depois irá me copiar, e eu não vou ter qualquer legitimidade para falar que o produto criado é minha propriedade registrada.


"Aliás elencar falhas atuais do estado não desmerece meu ponto que é: O monopólio da jurisdição é mais eficiente para garantir sua propriedade, apesar das falhas e perigos, o mundo tem se desenvolvido assim".

O Bitcoin... Não possui poder central coercitivo algum garantindo a sua propriedade. Mas sim, milhões de "poderes descentralizados" e não-coercitivos através de um sistema criptografado. Ou seja, ele INDEPENDE do estado.

Como você explica a mera EXISTÊNCIA do Bitcoin?


Bill Maher não, é Bill Whittle. O Bill Maher é outro esquerdista.

Essa mania de falar que a social-democracia e tudo o que aparentemente dá certo é Socialismo foi explicada nesse artigo:
Só é socialismo enquanto funciona; quando deixa de funcionar, nunca foi socialismo

Sobre as armas, há vários artigos, mas destaco esse escrito em 2015 e no começo de 2017:
O estado é cúmplice dos 50 mil homicídios que ocorrem anualmente no Brasil
As lições do Espírito Santo - uma população sabidamente desarmada é um deleite para a bandidagem

Sobre desigualdade, há muitos artigos bons. Então procure ler alguns deles:
www.mises.org.br/Search.aspx?text=desigualdade


É como eu sempre digo: as pessoas são liberais até mexerem na sua reserva de mercado.

E em muitos casos, usam relativismo moral para justificar a existência de suas atribuições como algo moralmente aceitável, acredito eu, como uma forma de se sentir melhor consigo mesmo.

Se a pessoa quer aproveitar a oportunidade que é ser funça, força pra ela. Nada contra, todo nós nos viramos como podemos, mas deveria ter a hombridade de assumir as consequencias do seu cargo perante à sociedade e conviver com isso na consciência e não ficar no auto engano.


Só complementando a excelente pesquisa dos dados do funcionalismo estatal: 12 milhões de cabides, com os 20 milhões de aposent. e pensionistas, ao lado de dependentes em idade de votar, dá cerca de 40 milhões de votos.

Não fosse o impeachment, o projeto petista de perpetuação no governo teria tido êxito (não somente federal, já que com o "sempre pró-governos" pmdb do lado ambos ampliavam seus percentuais de domínio nas prefeituras e governos estaduais.

Sem esquecer que um dos motes do programa eleitoral de 2014 era o de reformar a constituição (talvez até promulgar outra cf) através de uma nova assembleia constituinte.

O trabalho de desmontar o ideário fascista que faz parte da identidade do Brasil e substituir por uma mentalidade empreendedora, é longo, de muito longo prazo. Mas o trabalho do Imb (e não somente deste instituto) é esse também e tem que ser constante, por que senão, o negócio vai ser preparar o passaporte e se dirigir a um aeroporto internacional.



"A matemática que descreve a dinâmica das civilizações diz que quanto maior a ordem, maior é a produção e vice versa"


Ou seja, segundo vc, se são os funcionários públicos que "mantêm a ordem", e se "quanto maior a ordem maior é a produção", sua conclusão é a de que quanto mais funcionários públicos maior será a ordem e consequentemente a produção.

Ou seja, segundo vc, para aumentar a produção o crucial é aumentar o número de funcionários públicos, pq daí teremos mais ordem (e mais produção).

Você acaba de receber o prêmio do comentário mais estúpido dos últimos tempos.



"como funcionários públicos atuam na manutenção da ordem que favorece a produção, eles também geram riqueza"


Como é que é, cidadão??

Cunhas, Dilmas, Temers, Renans, etc "atuam na manutenção da ordem"?

Vereadores, deputados e burocratas de ministérios, de secretarias estaduais e municipais "atuam na manutenção da ordem"?

Parasitas de cartórios e repartições públicas "atuam na manutenção da ordem"?

Os zilhões de funças que existem nesse país chupizando de quem produz "atuam na manutenção da ordem"?


Tem que ter mesmo muita cara de pau para escrever uma imbecilidade dessas.


O tempo passa e a situação piora:

"... Os quatro maiores conglomerados bancários - Itaú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal - detinham, no fim de 2016, 78,99% de todas as operações de crédito feitas por instituições financeiras no país e também 78,48% dos depósitos, segundo o relatório de estabilidade financeira divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.
Um ano antes, no fim de 2015, os quatro bancos detinham, juntos, cerca de 75% dos empréstimos e depósitos de todo o sistema financeiro. Com isso, subiu a concentração bancária no ano passado, de acordo com dados do BC.
Em 2007, eles tinham 54,6% de todas operações de crédito, indicador que mostra que a concentração bancária era muito menor no país. ..."


Fonte:
www.contabeis.com.br/noticias/33335/itau-bradesco-bb-e-caixa-tinham-quase-80-do-mercado-de-credito-ao-fim-de-2016


"Logo, como funcionários públicos atuam na manutenção da ordem que favorece a produção, eles também geram riqueza, inclusive favorecendo a venda de serviços voluntariamente consumidos no mercado"

Esse é tipo de comentário que sai quando a burrice se junta à ignorância.

Quem vive da riqueza produzida por terceiros "gera" riqueza? Como pode ocorrer essa mágica, gênio? Brasília, por exemplo, é um oásis de geração de riqueza segundo vc.

O dinheiro que funcionário público recebe advém do uso da coerção institucionalizada (e nem me refiro à corrupção); logo, riqueza só pode ser gerada quando não há coerção institucionalizada, quando há produção e realização de trocas voluntárias.

Você achar que o uso de coerção é que "gera riqueza" só mostra, de fato, que vc sofre de dissonância cognitiva.


"A hipótese de um mercado livre com trocas totalmente voluntárias é uma utopia. A verdade é que num mercado totalmente livre muitos indivíduos podem ser extorquidos sendo obrigados a fazer trocas injustas que os levem à ruína".

Que curioso: em trocas voluntárias haveria "extorsão", mas em trocas não-voluntárias (como é o caso do recebimento de dinheiro pelos funcionários públicos) não haveria "extorsão". Você é mesmo um gênio da raça.



Forçou a barra, hein, Nelson? Recomendo baixar a crista um pouquinho. Já vi chamarem ancaps de tudo, mas de inocentes uteis para comunistas é nova (e estranhamente a mais absurda de todas).

Comunismo impõe a ideia de propriedade comum dos meios de produção, onde todos são igualitários na sociedade e participam de forma igualitaria. Já em uma sociedade ancap (ou minarquista), o respeito a propriedade privada é um dos pilares desse tipo de civilização, e a sociedade reconhece abertamente que todos não são iguais, sendo os mais capazes capazes de gerar riquezas maiores.

Ou seja, um é a antitese do outro, sendo a única semelhança a ausência de um governo central forte (no caso do comunismo puro, na prática, os comunistas têem governos fortissimos e altamente intrusivos, o que não existiria em uma sociedade ancap).

A verdade é que num mercado totalmente livre muitos indivíduos podem ser extorquidos sendo obrigados a fazer trocas injustas que os levem à ruína.

Errado. Você parte do pressuposto que uma sociedade necessita de um estado forte e que sua ausência implicaria a desordem civil, mas veja, ausência de estado não significa ausência de regras, pois o respeito à propriedade privada é o que separa o ancap de uma anarquia comum, enquanto o mercado pode propor soluções para enforçar a segurança da pessoa.

Agora, eu posso concordar com você que a mentalidade atual de uma boa parte da população brasileira não permitiria a existência de uma sociedade ancap, mas essa argumentação não é válida contra o ancap, pois isso vale para qualquer sociedade, estatista ou não. Basta olhar ao seu redor, temos um estado inchadissimo, altamente corrupto, ineficiente e com serviços péssimos e caros, enquanto isso os indices de crime são alarmantes e as taxas de homicidio são as maiores do mundo (56.000 por ano, a India, segundo lugar, tem 43.000 anuais). Já faz 29 anos que temos uma democrácia e o nosso Estado é inchado desde Getulio Vargas (104 anos). Taxas crescentes de homicidio não me parecem ser um bom indicador de sucesso.

como funcionários públicos atuam na manutenção da ordem que favorece a produção, eles também geram riqueza, inclusive favorecendo a venda de serviços voluntariamente consumidos no mercado.

Eu consigo entender a sua linha de argumentação. Você parte do pressuposto que a atuação do funcionário público seria o equivalente a um administrador de empresas que organiza melhor os serviços dela para que esta seja mais produtiva.

Mas veja que para essa sua afirmação ser verdadeira, você teria que provar que o funcionário público realmente tem um efeito benefico sobre a sociedade maior que seus custos. Tal coisa, entretanto, é impossivel mensurar, pois o estado monopoliza os serviços públicos (não há um equivalente para comparação) e não funciona sob o sistema de lucros e prejuizos (o que impede de mensurar a eficiência do serviço).

O que é observável, entretanto, é que o estado dificulta (através de regulações, taxas de licenciamento e funcionamento, outros custos para manter a empresa aberta) a atividade produtiva e retira recursos do mesmo para manter suas atividades administrativas (através de impostos).

Além disso, como observado empiricamente nos últimos anos, o estado frequentemente intervêem na economia, expandindo a base monetária (desvalorização da moeda, inflação, redução do poder de compra dos brasileiros e dificultação de importação de bens de capital necessários para a produção), taxas de importação (dificulta a importação de bens de capital novamente, reduz o poder de consumo dos brasileiros) e subsidiando consumo (o que, na prática, causa distorções economicas graves, vide bolha imobiliaria brasileira).



_Segundo Thomas Hobbes o ser humano em seu estado de natureza tem total liberdade e autodeterminação para buscar suas necessidades valendo-se de quaisquer meios necessários para atingir seus objetivos. Sem conceitos de moralidades, ou sanções de quaisquer espécies a não ser os de suas próprias consciências para Hobbes isso consequentemente leva a um estado de guerra generalizada, uma espécie de todos contra todos, já que assim como tipicamente identificável na "natureza" a disputa por recursos escassos em uma mesma região leva a prevalência do mais forte sobre o mais fraco "ou o homem como o lobo do homem" ou seja o homem como predador e Inimigo do próprio homem. Tornando a vida humana nesse contexto miserável, breve, e infrutífera no geral, sem qualquer significado a não ser o de sobreviver e atender com urgência a toda e qualquer necessidade imediata enquanto pode.

_Já para Jonh Locke o ser humano em seu estado de natureza é bom, e naturalmente inocente e instintivamente compreensivo para com o sofrimento dos seus semelhantes, vivendo em paz com o próximo na medida em que todos compartilham dos mesmo recursos disponíveis sem acumulo de nenhuma natureza de um, em detrimento de outro. Para essa concepção o Filosofo baseia-se principalmente no ideal de "bom selvagem" cunhado pelos invasores europeus na observação dos nativos americanos encontrados aqui , pois encontraram (ou julgaram encontrar) naquelas comunidades relações de mútua ajuda e convivência pacifica. Mas que por isso mesmo não avançava, estava estagnada em conhecimento e realizações devido a conformidade que essa situação trazia.

Ambos os Filósofos contratualistas propõem esse conceito de "estado de natureza" para provar seu ponto de vista de que a nesse contexto a vida não prospera, e portanto conforme a experiência demonstra (desde o surgimento das primeiras cidades) não é possível o estabelecimento do homem em sociedade, onde há avanço em todas as áreas significativas do conhecimento humano e prosperidade geral sem que o homem tenha que abrir mão de "direitos individuais" como o de exercer sua própria visão de proporcionalidade (que na realidade leva a uma escalada de retaliação nada proporcional) e sua autodeterminação ilimitada, para a atuação de um Estado que seria o medidor final de conflitos e o único com a prerrogativa de exercer o uso justificado da violência para forçar aqueles que não respeitarem as normas para o bom convívio geral, a adequarem se ao padrão ou sofrerem as sanções de naturezas.



Eu acho bem complicado mesmo, ficarmos esperando que o governo tome uma atitude. Se for pra vender a alma pra multinacionais, nao vejo problema, sou o primeiro a dizer Ok Google


"quanto maior a ordem, maior é a produção e vice versa."

Correto. Mas você vai se contradizer logo abaixo.

"Logo, como funcionários públicos atuam na manutenção da ordem que favorece a produção"

Falso. E totalmente incoerente.

Você próprio acima afirmou -- corretamente -- que a produção gera a ordem. Só que funcionários públicos vivem à custa da produção. Funcionários públicos parasitam a produção. Logo, eles, por definição, afetam a ordem.

Dizer que um parasita gera ordem e aumenta a produtividade do hospedeiro não é apenas uma questão de ignorância biológica; é também desconhecimento econômico.

Como é que um conjunto de parasitas que extorque os produtivos e vive à custa destes pode "estimular a produção e a ordem"? A sua matemática é que não fecha.

Por essa lógica, quanto mais os parasitas parasitam o hospedeiro, mais produtivo ele fica.

Na melhor das hipóteses -- ou seja, numa economia formada por funcionários públicos genuinamente probos, honestos, conscientes, preocupados e, acima de tudo, com salários módicos --, você poderia dizer que eles estariam prejudicando a produção de maneira apenas discreta, e não de maneira altamente prejudicial.

"eles também geram riqueza, inclusive favorecendo a venda de serviços voluntariamente consumidos no mercado."

O produto produzido pelo governo não tem preço de mercado. Logo, é absolutamente impossível mensurar se ele gera riqueza. Ademais, tal produto é produzido por meio do confisco e da extorsão daqueles que produzem riqueza. Logo, na mais benéfica das hipóteses, você pode apenas dizer que tudo fica no zero a zero. Dizer que extorsão e confisco criam riqueza é um atentado à lógica e à inteligência humana.

Outra coisa: o estado é deficitário; precisa de impostos, dívida e criação de moeda para se financiar. Como dizer que isso gera riqueza? Se fôssemos usar o critério de criação de valor, o estado invariavelmente apareceria como um destruidor de valor.

Por fim, como é que algo que tributa, confisca e inflaciona gera riqueza?

"A hipótese de um mercado livre com trocas totalmente voluntárias é uma utopia."

Aqui a sua máscara cai. Você mostra que não está interessado em discutir lógica. Você quer apenas fazer panfletagem pró-estado.

Você -- ao não conseguir argumentar como é possível que algo que vive à custa do confisco possa gerar riqueza -- recorre ao tosco argumento de que dois indivíduos transacionando voluntária e espontaneamente é "utopia".

Por quê?

"A verdade é que num mercado totalmente livre muitos indivíduos podem ser extorquidos sendo obrigados a fazer trocas injustas que os levem à ruína."

Incoerência dantesca. Se algo é livre, então, por definição, não há nem extorsão nem coerções que levam a trocas injustas "geradoras de ruína". Por outro lado, se há extorsão e coerção -- duas características presentes exatamente em arranjos em que há estado -- então não há mercado livre.

No arranjo estatal em que vivemos, o estado confisca minha renda e extorque minha riqueza. Trata-se, aí sim, de um arranjo coercivo que caracteriza uma troca injusta que me leva à ruína.

Vivenciamos todo esse ambiente de "extorsão" e "trocas injustas que levam à ruína" exatamente no arranjo estatal que você defende. Mas você, paradoxalmente, diz que tal arranjo de extorsão e trocas injustas não apenas não acontece hoje, como só aconteceria num arranjo genuinamente livre.

Ou seja, a única conclusão lógica é que você tem problemas cognitivos.


Acho dificil. Os governos sul americanos são ferrenhos territoriais e excessivos nacionalistas.

Por muito menos, desceram bala em vários movimentos regionalistas/separatistas durante a estória brasileira.

Liberland foi fundada entre uma faixa de terra que ficava entre dois países e que, tecnicamente, não pertencia a nenhum dos dois. Se você conhecer algum local assim, ótimo, caso contrario, dúvido que os governos aceitarão.

Eles provavelmente dirão algo do tipo "pessoas querendo se agrupar para formar outro país dentro do nosso território é um atentado a nossa soberania nacional."


"Afinal, eles não geraram esses $ 2.500 vendendo serviços consumidos voluntariamente no mercado."

Falso. A matemática que descreve a dinâmica das civilizações diz que quanto maior a ordem, maior é a produção e vice versa. Logo, como funcionários públicos atuam na manutenção da ordem que favorece a produção, eles também geram riqueza, inclusive favorecendo a venda de serviços voluntariamente consumidos no mercado.

A hipótese de um mercado livre com trocas totalmente voluntárias é uma utopia. A verdade é que num mercado totalmente livre muitos indivíduos podem ser extorquidos sendo obrigados a fazer trocas injustas que os levem à ruína.

Quanto aos anarco-capitalistas, pela forma como levantam a bola para os comunistas chutarem, só não vou descartar a hipótese de serem inocentes úteis ao comunismo porque certa vez um cientista muito inteligente disse que a burrice humana é infinita. Portanto, estimo a probabilidade de serem força auxiliar em 90%.


Direito romano? Sério mesmo que você defende esse bagulho??
Putz, cada um que aparece por aqui...


Sabe qual é a solução esquerdista? Confiscar tudo e deixar tudo para o Estado administrar.


Felix, continuando a discussão na área de TI.
A Microsoft pode ser mais conhecida que o Linux, embora o segundo possua um código aberto, muito melhor desenvolvido, desenvolvimento esse realizado de forma descentralizada, por programadores do mundo inteiro.
Concordo que em um mundo sem propriedade intelectual a Microsoft não teria uma atuação como a atual, mas ela poderia sim continuar operando. Não seria financiada através da venda, mas poderia muito bem receber doações, ou seguir o modelo do Linux.
Empresas como IBM, Dell, entre outras, manteriam uma operação quase idêntica. Fabricariam computadores e depois os venderiam. O argumento libertário não se trata de obrigar as empresas a divulgarem como fazem seus produtos, mas sim em não proibir outros de adotarem o mesmo método de fabricação.
Você comentou sobre as indústrias farmacêuticas, e o funcionamento é o mesmo. Elas não são obrigadas a divulgarem como criaram o medicamento X, mas elas não podem processar outra empresa do ramo se esta descobrir o mesmo remédio. No cenário atual, qual o incentivo existente para investir em P&D? Para que a concorrente faça uma descoberta antes e mantenha um monopólio defendido pelo governo durante 20 anos? Sem esse privilégio existem muitos motivos para investir na pesquisa e adentrar no mercado do medicamento pesquisado. Poderia ainda ser comprado um exemplar produzido pela concorrente e realizar engenharia reversa para desvendar o produto. Por que não? Se você comprou o remédio, ele é seu e faz o que quiser com ele.
Abraços


Não é possivel, por definição.

Escravidão pressupõe um controle sob o outro individuo de forma coercitiva. Pessoa A impõe sua vontade a B, que não consegue se livrar da influência que A exerce sobre ele.

Quando você cria a idéia de se vender para outra pessoa, você faz isso de forma voluntária, o que por si só já elimina o fato de ser uma escravidão. O que você está fazendo é vendendo serviços parecido com um faz tudo por uma determinada quantia.

Veja que INDEPENDENTE dos motivos que levariam você a se vender dessa forma, você faz isso de forma voluntária (faz porque quer). Na pior das hipoteses, você é apenas um prestador de serviços gerais que trabalha apenas para um cliente por tempo indeterminado.

E outra, você ainda teria a liberdade de quebrar o contrato, mas claro, tal ação iria lhe penalizar e você teria a obrigação legal e moral de ressarcir a outra parte.

Agora porque alguém seria levado a trabalhar de forma tão ineficiente, está alem da minha visão. Pobreza ou similar não justifica, pois em uma sociedade ancap, as barreiras governamentais para novos empreendimentos seriam zero, ou seja, se o individuo souber fazer alguma coisa além de respirar, ele tem condição de ganhar dinheiro. Até mesmo viver de caridade seria possivel. Os alimentos seriam mais baratos pela ausência de impostos, o que também facilitaria sua alimentação.



"tudo isso já aconteceu, há séculos, e tudo se acomodou pois estas mudanças eram lentas...L EN T A S... SETORIAIS ... agora tudo é igual ao antigamente, menos A VELOCIDADE DAS SUBSTITUIÇÕES, e o tempo e o custo de reciclagem dos humanos para um nível no qual as máquinas ainda não possam ser utilizadas"

O fato de uma mudança ou disruptura em um nicho de mercado ser lenta ou rápida depende puramente da análise histórica e econômica do período, e não de uma visão solta sem arcabouço algum. Para tanto, vou mostrar lhe que sua percepção não condiz com a realidade.

Primeirmente uma contextualização histórica, na transição da era pré-capitalista para o capitalismo, o acúmulo de capitais, atrelado à presença maciça de mão de obra nas cidades, possibilitaram o progresso avassalador da divisão do trabalho e na comunicação, engendrando, com isso, uma crescente eficiência na produção e no comércio. Decorrente disso, a inovação; representada pela manofatura e, ulteriormente, pela maquinofatura; viabilizaram uma produção muito maior às expensas de um menor trabalho material ou físico. Isso se mostra evidente nos escritos de Smith e Marx. Logo, a otimização da produção por meio do maquinário legou aos trabalhadores um progresso contínuo na sua qualidade de vida e uma maior disponibilidade de tempo para outras atividades, ou no início do processo industrial europeu um incremento e variedade de bens acessíveis ao trabalhador se comparado à seus antepassados feudais. Novos postos empregatícios são criados, novas demandas urgem e, por fim, há "menor" dispêndio de capitais em processos produtivos, o que permite a sua alocação em outros setores incipientes.

Nessa perspectiva, na mudança do feudalismo para o capitalismo nascente, contrariamente ao que você advoga, as substituições de seres humanos por máquinas ocorriam num ritmo célere se comparado ao atual. O nascimento do processo manofatureiro e industrial acarretava numa divisão ainda pueril trabalho se comparado à dinâmica que vivenciamos hoje. Devido à isso as grandes industrias e manufaturas, que no época eram relativamente poucas, empregavam um gigantesco contigente de mão de obra para efetuar trabalhos mais gerais com o auxílio de um maquinário ainda rudimentar. De fato, esse cenário não perduraria por muito tempo, o gigantesco salto científico e tecnológico produzido durante os séculos XVI, XVII e XVIII no estudo da física e da química e de outras áreas serviram de alicerce para inovações cada vez mais frequentes na indústria, resultando assim em novas máquinas e modelos de produção mais eficientes e com menores custos operacionais. Impingindo, portanto, uma divisão ainda maior do trabalho. De modo que as  indústrias até então ofertantes de variados bens, passaram a fornecer bens específicos e até então inexistentes,  o que possibilitou uma diversificação initerrupta do mercado e, por fim, novos postos de trabalho. (essa é uma explicação bem simplória, não me entenda mal)

Até aqui, você poderia alegar que tal conjectura causou um desemprego repentino entre os trabalhadores das cidades industriais do durante o século XVII e XVIII, entretanto são outros fatores vinculados às ações dos Estados na nascente economia capitalista que moldaram e moldam até hoje o temível e famoso desemprego estrutural e não a evolução tecnológica em si como vários defendem. Não pretendo discorrer sobre essas razões no momento

Queria pontuar mais algumas objeções, mas fica para depois!!

Abraço!


Tira esse nome do teu RG .

Você não é Henrique, você é moleque! Capitão nascimento



Para você ver a que nível a idiotice chegou é ver em um comentário falando que a SUÍÇA possui um grau alto de Socialismo porque a Segurança Social (a Suíça é o 2º ou 3º país mais armado do mundo) e a Saúde Pública (que não é pública) são excelentes.

É muito fácil fazer uma resposta pra esses vídeos de "liberals" americanos, o Bill Maher vive fazendo, mas me recuso perder tempo com esses seres anencéfalos. Progressismo é uma doença mental que só se cura com um tiro na cabeça.



Murray Rothbard respondeu que "não" ("the concept of 'voluntary slavery' is indeed a contradictory one"):


"A man can alienate his labor service, but he cannot sell the capitalized future value of that service. In short, he cannot, in nature, sell himself into slavery and have this sale enforced—for this would mean that his future will over his own person was being surrendered in advance. In short, a man can naturally expend his labor currently for someone else's benefit, but he cannot transfer himself, even if he wished, into another man's permanent capital good. For he cannot rid himself of his own will, which may change in future years and repudiate the current arrangement. The concept of "voluntary slavery" is indeed a contradictory one, for so long as a laborer remains totally subservient to his master's will voluntarily, he is not yet a slave since his submission is voluntary; whereas, if he later changed his mind and the master enforced his slavery by violence, the slavery would not then be voluntary.

(...).

Suppose that Smith and Jones make a contract, Smith giving $1000 to Jones at the present moment, in exchange for an IOU of Jones, agreeing to pay Smith $1100 one year from now. This is a typical debt contract. What has happened is that Smith has transferred his title to ownership of $1000 at present in exchange for Jones agreeing now to transfer title to Smith of $1100 one year from now. Suppose that, when the appointed date arrives one year later, Jones refuses to pay. Why should this payment now be enforceable at libertarian law? Existing law (which will be dealt with in greater detail below) largely contends that Jones must pay $1100 because he has "promised" to pay, and that this promise set up in Smith's mind the "expectation" that he would receive the money.

Our contention here is that mere promises are not a transfer of property title; that while it may well be the moral thing to keep one's promises, that it is not and cannot be the function of law (i.e., legal violence) in a libertarian system to enforce morality (in this case the keeping of promises). Our contention here is that Jones must pay Smith $1100 because he had already agreed to transfer title, and that nonpayment means that Jones is a thief, that he has stolen the property of Smith. In short, Smith's original transfer of the $1000 was not absolute, but conditional, conditional on Jones paying the $1100 in a year, and that, therefore, the failure to pay is an implicit theft of Smith's rightful property.

(...).

Suppose that Smith makes the following agreement with the Jones Corporation: Smith, for the rest of his life, will obey all orders, under whatever conditions, that the Jones Corporation wishes to lay down. Now, in libertarian theory there is nothing to prevent Smith from making this agreement, and from serving the Jones Corporation and from obeying the latter's orders indefinitely. The problem comes when, at some later date, Smith changes his mind and decides to leave. Shall he be held to his former voluntary promise? Our contention—and one that is fortunately upheld under present law—is that Smith's promise was not a valid (i.e., not an enforceable) contract. There is no transfer of title in Smith's agreement, because Smith's control over his own body and will are inalienable. Since that control cannot be alienated, the agreement was not a valid contract, and therefore should not be enforceable. Smith's agreement was a mere promise, which it might be held he is morally obligated to keep, but which should not be legally obligatory.
"


(Ethics of Liberty)




"Partindo do pressuposto liberal clássico de que o ideal é um Estado mínimo que garanta a segurança e liberdade do indivíduo bem como sua propriedade privada não haveria uma contradição nos pontos: (Se partirmos do ideal libertário, aí não há contradição, mas não é essa a minha dúvida)"

Essa foi minha premissa que não foi considerada.

"Tente argumentar em vez de dar faniquitos."

Eu fiz isso, não dei "faniquito" nenhum.

"Apenas xingar quem lhe respondeu gentilmente depõe muito contra a sua pessoa e lhe deixa a descoberto. "
Não fiz nada disso no meu comentário. Aliás, nunca faço.




Eu acho bem complicado mesmo, ficarmos esperando que o governo tome uma atitude. Se for pra vender a alma pra multinacionais, nao vejo problema, sou o primeiro a dizer Ok Google


Eu queria saber dos Ancaps, em uma sociedade ancap, eu poderia me vender como escravo para alguém ?


O q q foi isso? Por acaso vc transcreveu algum discurso escrito por algum assessor do libanês Temer?


Mas segundo a Carta Capital o PT é honestíssimo; aliás, é único honesto.

Como o Henrique explica isso?


Imprensa?! E quem é o otário que se informa por imprensa? Imprensa não ensina teoria econômica. E a teoria econômica ensina que, onde há estado, há corrupção. Onde há político há corrupção. Quanto maior o estado, maior o poder dos políticos, maior a corrupção. Estados social-democratas/socialistas são os mais propensos à corrupção dentre todos.


Poderiam responder aos dados apresentados nesse vídeo famoso, que até já foi mencionado brevemente num dos textos do Instituto. Gostaria de um resposta específica para ele.
https://www.youtube.com/watch?v=QPKKQnijnsM
E se pudessem, também avaliar essa moça respondendo ao vídeo defendendo e debochando de quem é contra controle de armas e redistribuição de renda no final.
https://www.youtube.com/watch?v=fbj8hTsPEzc&t=17s


Sabemos que não existem na terra pessoas com padrões éticos e morais completamente ilibados e imaculados então esse é mais um motivo de cada pessoa ter obrigação de vigiar a si mesma e as outras respeitando evidentemente a privacidade de cada uma. Todo mundo deve fiscalizar todo mundo. Devemos fiscalizar políticos, empresários, ongs etc vale lembrar que existem ''regulações e regulações'' no mercado. Cada caso é um caso, regulação desnecessária e demasiada é prejudicial ao mercado e a sociedade, mas também não pode deixar correr frouxo justamente por não existirem pessoas com padrões éticos e morais completamente ilibados e imaculados. O estado pra ser eficaz não precisa ter poder demais e nem poder de menos, não tem que existir estado mínimo nem estado máximo o que precisa vigorar é o estado necessário.


Mauricio,

Artigo certo e na hora certa!

Muito obrigado por compartilhar...

Abraços,
André Mello


Você não apoia a moral judaico cristã? Então você apoia qual? a secular ou a islâmica?
A moral secular torna toda moral em simples convenções sociais que não tem nenhuma diferença entre um padrão com ou sem liberdade.
A moral islâmica é baseada na sharia.
Você poderia seguir a outro padrão moral, mas te afirmo que nenhum dos outros a ideia de liberdade faz tanto sentido quanto no judaico cristão.


Quer dizer, então, que a corrupção não ocorre só no PT como a mídia quer induzir?? ...



Abraços




Cresci para ver alguém admirando um coronel, que ameaça a bala um juiz, por sua capacidade intelectual.

Mundo difícil.


Leandro, uma dúvida: a moeda americana é forte porque tem ouro no Fort Knox suficiente para mitigar um colapso?
Se acontecer um colapso da moeda, o ouro do Fort Knox não pode ser utilizado para reviver o dólar?


Isso ai, que volte a monarquia, sendo eu o monarca, é claro.



Nos EUA a regulamentação existe, mas é muito menor. Lá o contrato é valido e seguro.




Porque não fazemos uma vaquinha e compramos um grande pedaço de terra e fundamos aqui na américa do sul uma liberland tb? Com uma ajuda internacional seria possível conseguir a independência.


Sua tentativa de desqualificar meus argumentos é muito ruim. Eu não confundi direitos com Direito, ambos não existem na natureza e são restritos às relações humanas. O direito nem pode ser uma hipótese científica e nem provado empiricamente. Ele só existe porque pessoas criaram convenções que as pessoas seguem. Por isto, um Direito genuinamente universal e natural só pode existir se alicerçado em algum fundamento religioso. Não existe confusão entre direito("rights") e Direito ("rule of law"), ambos e repito ambos são convenções sociais. Só que o Direito (com "D" maiúsculo) estabelece o direito (com "d" minúsculo).


Não esqueça que este é um contrato com TRÊS partes: a empresa, o cliente e o papai estado com seus milhares de regulamentos. Na verdade, as empresas de aviação podem fazer muito pouco por vontade própria, quase tudo é regulamentado.



Na república são tantos ladrões que não couberam na foto acima!


A monarquia apoia a propriedade privada, livre iniciativa, livre comércio, estado mínimo, o direito romano, a moral judaico/cristã (moral que deve ter nas leis) e a filosofia grega, esse regime é o meio termo.


Concordo, quem tenta criar dicotomia entre a lei do mais forte e a atuação estatal está caindo em contradição, pois o estado é mais forte que todos em primeiro lugar.

Ou seja, um cenário de estado é um cenário da lei do mais forte, onde o mais forte se proclama estado e diz que tem a legitimidade para ter a palavra final.


Política não debate de idéias, política é luta pelo poder.

Maquiavel sorrindo em seu túmulo !


"ninguém sequer fala (ou conhece) tribunais de arbitragem, ou a justiça descentralizada da Irlanda medieval"

Aqui se fala sim; quem ignora (ou finge ignorar) são os estatistas.


Eugênio, as mudanças acontecem de forma rápida. Entretanto hoje se tem mais recursos que te ajudam a mudar na mesma velocidade.



"Uma coisa é empresas competindo para atender a um consumidor, outra coisa são empresas competindo para resolver conflitos.
Meu caro, resolver conflitos requer alguém que tenha a palavra final e ponto. Essa terra é minha e outro diz que não, ninguém aceitará nada até que alguém imponha uma decisão e ponto, caso contrário restará a lei do mais forte decidir
"


Começa errado e termina errado.

Na produção privada de serviços de segurança as empresas também competem para atender os consumidores. Esse seu comentário mostra que você é ignorante quanto à relação entre segurança e mercado securitário (www.mises.org.br/Article.aspx?id=1221)

"resolver conflitos requer alguém que tenha a palavra final e ponto"

Falácia de pressupor aquilo que tem que ser demonstrado: você pressupõe que a palavra final deve ser do estado, mas é isso que está em questão: quando o estado tem a palavra final em relação aos conflitos cuja resolução ele próprio se arvora como monopolista, tem-se uma contradição manifesta.

"Essa terra é minha e outro diz que não, ninguém aceitará nada até que alguém imponha uma decisão e ponto"

De novo a falácia: vc pressupõe que essa decisão deva ser do "estado".

"caso contrário restará a lei do mais forte decidir"

Assim é o atual arranjo estatista: quem tem o monopólio da coerção institucionalizada (o mais forte) decide.




E esse "alguém" precisa ser apenas um? Esse "alguém" não pode ser vários?

Perguntas pra você: quem resolve conflitos entre países? Quem resolve um conflito entre os conflitantes e o tomador da decisão final? Se o tomador da decisão final decide entrar em conflito sobre os outros, quem vai tomar a decisão final nessa situação?

Curiosamente, ninguém sequer fala (ou conhece) tribunais de arbitragem, ou a justiça descentralizada da Irlanda medieval.


Esse site tá cheio de gente delirante que acha que um dia o Estado vai deixar de existir... Parem de sonhar e aceitem a realidade. Nunca vai existir um lugar no mundo para vocês viverem a sua utopia infantil de terem suas propriedades privadas sem pagar nenhum centavo de imposto, e sabem por quê? Porque no instante seguinte em que um espaço assim existisse, algum déspota belicoso mataria todos vocês e se apoderaria de todos os seus bens, e a quem os descendentes de vocês poderiam recorrer para reaver algo, SE não fossem exterminados junto?

A não ser que todo mundo gastasse metade de tudo que possui em segurança privada, mantendo um exército numeroso e igualmente "improdutivo" que viveria apenas para treinar táticas militares, tiro ao alvo e etc. para defendê-los de eventuais tiranos usurpadores de terras. Acordem, por favor. Anarcocapitalismo não passa de um devaneio vexatório e pueril.


-Cafezinho com Capital Imoral, postagem 2.
No artigo desta semana, irei comentar sobre a Venezuela e as qualidades que um líder socialista deve ter.

Venezuela e Vladimir Lenin
A todo momento notícias chocantes pulam na tela de meu macbook, como se todas elas tivessem algo em comum. Elas são como a voz do grande irmão capitalista que diz: O socialismo não deu certo. Está voz fica me dizendo isso todos os dias, insistentemente, de forma que as vezes torna-se importuno. Quando ouço falar sobre a Venezuela, palavras fortes impõe-se: Fome, Sede, Pobreza, Violência, Dor, Desespero.

Isso começa a formar uma revolta no imaginário popular. Pessoas começam a apontar o dedo para mim dizendo: Por que você implementou todas essas palavras fortes na vida das pessoas? Ora, Eu não fiz nada disso. Inclusive não fui consultado sobre a escolha do líder socialista para Venezuela. Felizmente, sou um homem reservado, e só tomo posições após saber as qualidades individuais de meu Líder.

O que acho sobre Nicolás Maduro? Acho que foi um homem de boas intenções, mas para implementar o socialismo boas intenções não bastam. Para ser um líder socialista no mundo atual, é necessário ser intelectual e entender a alma do povo, são qualidades indispensáveis. Comparemos Nicolás Maduro para com Vladimir Lenin; O primeiro era motorista de ônibus e sindicalista, o segundo era um advogado aclamado, admirador das artes e poemas. Comparemos as bases intelectuais dos dois países, um dos principais intelectuais do bolivarianismo chama-se Simón Bolívar que era simplesmente um militar, não um homem dos saberes; o segundo tinha gigantes como Leon Trotsky[1],Konstantin Chernenko entre outras centenas de intelectuais. Comparemos a passagem de um líder para outro, no primeiro caso um ignorante, porém bem intencionado Hugo chaves deixou Nicolás Maduro; no segundo caso tivemos líderes como Joseph Stalin, Leonid Brezhnev, Yuri Andropov, Konstantin Chernenko, todos tinham em comum o fato de serem profundamente intelectuais.

Ora, você vem dizer que a culpa do socialismo não dar certo é minha? O que eu tenho haver com essa macumba que acontece na Venezuela? Como decaímos caros leitores.O capitalismo torna os homens podres por dentro e depois o mesmo capitalismo vem exigir qualidades infinitas para quem ousar lutar contra o sistema. Pois eu tenho uma resposta na ponta da língua, caro neoliberal, para você que fica apontando o dedo para mim dizendo: O socialismo nunca vai dar certo! pois eu afirmo: Torne os homens racionais e o socialismo será implementado. Torne os homens poetas e o socialismo será implementado.

Alguém ainda poderia afirmar: Se os homens eram tão inteligentes no passado. por que o socialismo não deu certo? A resposta está na falta de acesso a informação, havia sim grandes intelectuais no poder, porém o povo era simplesmente ignorante e não queria colaborar com a revolução. No futuro, com a ajuda da tecnologia e marxismo cultural [2], vamos implementar o socialismo no mundo.

Nota [1]: Leon Trotsky foi um homem tão inteligente, que até hoje seus escritos são utilizados como exemplo estético para escritores e jornalistas.
Nota [2]: Você pode ajudar a implementar o marxismo cultural dentro do instituto Mises Brasil, basta copiar o link dos artigos e divulgar para seus amigos socialistas.

Cafezinho é uma coluna publicada toda quarta-feira pelo filósofo e escritor Capital Imoral.
Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.


A democracia pode funcionar apenas se ela for limitada. Tal como acontece em um condominio, onde a administração apenas cuida das praças, da segurança, da portaria, do fornecimento de água e luz, além de impor algumas regras para evitar conflito entre vizinhos (estabelecer vaga de estacionamento, horario para barulho e etc..).


"O sujeito acima simplesmente ampliou a atuação do estado"

"Ampliou a atuação do estado"?

Vamos de novo:

"Com certeza absoluta teria muito mais segurança sobre suas propriedades, poupança e investimentos do que com a presença do estado praticando desapropriação; desvalorizando a moeda; expandindo o crédito artificialmente; diminuindo taxa de juros no canetaço; emitindo regulações sobre a abertura e sobre a atuação de empresas; taxando o lucro, a renda e o consumo; alterando a legislação e a jurisprudência de forma abrupta e caótica; regulando o mercado de trabalho de forma asfixiante; criando agências reguladoras de toda ordem, com burocratas praticando extorsão; emitindo normas de cunho paternalista, etc., etc."

Que "ampliação da atuação do estado" existe aí?

Seja como for, você mesmo diz que "o estado ao cobrar impostos para fornecer os serviços de proteção já está se intrometendo na economia".

Então como se estaria "fugindo do propósito do comentário"?


No caso dos serviços de juridição o monopólio se faz necessário. Uma coisa é empresas competindo para atender a um consumidor, outra coisa são empresas competindo para resolver conflitos.

Meu caro, resolver conflitos requer alguém que tenha a palavra final e ponto. Essa terra é minha e outro diz que não, ninguém aceitará nada até que alguém imponha uma decisão e ponto, caso contrário restará a lei do mais forte decidir.


Você simplesmente utiliza o Brasil como exemplo, desfocando o meu ponto. Por que não foca nos países desenvolvidos? onde o direito de propriedade é fortemente garantido.

Aliás elencar falhas atuais do estado não desmerece meu ponto que é: O monopólio da jurisdição é mais eficiente para garantir sua propriedade, apesar das falhas e perigos, o mundo tem se desenvolvido assim.


É verdade Daniel, o estado ao cobrar impostos para fornecer os serviços de proteção já está se intrometendo na economia. Mas quando tratado apenas desse serviço em si, a sua intromissão é quase insignificante. O sujeito acima simplesmente ampliou a atuação do estado fugindo do propósito do comentário.


O anônimo está certo, não existe isso de "direito natural", direito natural só existe no discurso, mas na prática ele é inexistente. O que existe é o que as pessoas reconhecem e o estado serve justamente para garantir que a sua propriedade seja reconhecido por todos.


"É uma das falácias mais ridículas dizer que todo monopólio deve ser ruim"

É uma estupidez achar que monopólios - os únicos que podem existir, que são os decorrentes de restrições impostas pelo estado - podem ser mais morais e/ou economicamente eficazes do que os serviços produzidos no mercado.


"Ninguém disse que essa convenção deve ser imposta pelo Estado. Hume mesmo, aliás, quem foi o popularizador dessa teoria (se não seu inventor), dizia que essa convenção não era 'imposta pelo Estado'."

Comentário completamente fora de lugar.

Conforme eu disse, alguns estatistas defendem a tese de que "Property Rights are Conventional, So Libertarianism Is False", pq tais estatistas assimilam convenções a "normas positivadas pelo estado". Esse é o argumento a que fiz referência, argumento que é defendido, por exemplo, pelo filósofo Philip Pettit.

Logo, o argumento em questão é o de que convenções são "normas positivadas pelo estado", e mais de um autor disse e defende isso.

O fato de Hume ter defendido que direito de propriedade é convencional, e ter dito isso ou aquilo como implicação dessa premissa, não muda em nada o fato de que alguns estatistas assimilam convenções a "normas positivadas pelo estado". Seu comentário missed the mark.


"E mesmo assim ele reconhecia a necessidade do Estado para que a propriedade seja melhor garantida"

Sim, e daí?

O meu comentário foi no sentido de destacar que do fato de o direito de propriedade ser convencional não se segue que o estado "venha antes" do direito de propriedade; ou por outra: ainda que se considere o direito de propriedade como convencional, isso não implica que o estado "venha antes" do direito de propriedade.

Sem comentário, de novo, missed the mark.

De resto, não tem relevância alguma se Hume "reconhecia a necessidade do Estado para que a propriedade seja melhor garantida". Se essa era a opinião do Hume, isso não muda em nada o equívoco do argumento estatista de que "Property Rights are Conventional, So Libertarianism Is False".









Esse comentário vazio do Holcombe você considera como algo que "refutaria" completamente a possibilidade de serviços de segurança produzidos privadamente?

Esse "belo" argumento aqui? "his assumption of voluntary exchange amounts to an assumption that the industry's output is already being produced—as a prerequisite for showing that it can be produced by the market"

Ora, o argumento de quem defende a produção privada de serviços de segurança não depende dessa assunção de que tal indústria "já estaria operando" no mercado; esse "argumento" é completamente vazio e não tem aptidão para "refutar" nada. A se entender assim, não se poderia defender produção privada de um serviço monopolizado de forma exclusiva pelo estado, porquanto em tal serviço (monopolizado de forma exclusiva pelo estado), obviamente, não há indústria privada "operando" no mercado.

O argumento de quem defende a produção privada de serviços de segurança é fundado na correta teoria econômica, cidadão:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1221


P.S.: o "argumento" da Rand também não tem substância alguma; aliás, esse é um dos grandes erros dela (o outro é a defesa da "propriedade intelectual"); quer uma demonstração de como esse "argumento" da Rand pode ser usado contra aquilo que ela própria defende (monopólio estatal de serviços de segurança)? Eis aí: mises.org/library/market-liberty-1



No Brasil não existiu direito consuetudinário, mas um tipo de conduta imposto pela coroa portuguesa distinta da metrópole, mas dedicada ás colônias.

Talvez, sem secessões, o país suportasse um Estado minarquista, restrito ás câmaras judiciais e distritais.



O exemplo de um Estado ditatorial (que há 70 anos é controlado pelo PCC) não foi dos melhores; por outro lado há de se convir que no Brasil o direito não é (e nunca foi) um objeto tácito e pacífico.

Mantendo seu território íntegro, o país comportaria (talvez) um Estado minarquista, restrito ás câmaras distritais e judiciais.


Anônimo, você confundiu 'direito' (rights) com 'Direito' (rule of law). O primeiro diz respeito a privilégios ("fulano tem direito à educação gratuita") e o segundo diz respeito ao ordenamento jurídico.

O presente artigo em momento algum fala sobre 'direito'. Ele é todo voltado ao 'Direito'.

Mais atenção na próxima.


Yuri, qual a sua premissa que não foi considerada? Quais os comentários feitos pelo Guilherme sobre democracia que dão "vergonha alheia" (expressãozinha típica de adolescente)?

Tente argumentar em vez de dar faniquitos.

Ao passo que o Guilherme gentilmente lhe deu respostas completas e embasadas na teoria, você apenas reagiu com chilique. Se discordou dele, aponte os erros e utilize a sua razão para contra-argumentar. Apenas xingar quem lhe respondeu gentilmente depõe muito contra a sua pessoa e lhe deixa a descoberto.


"Na argumentação eu não concedo direito a ninguém [...] eu não concedo direito de ninguém a argumentar quando eu argumento com alguém. Hoppe confunde bastante as coisas aí"

É... com essa capacidade magnânima de interpretação de texto, realmente faz sentido toda a sua apavorante capacidade argumentativa.

Hoppe em momento algum fala sobre você "dar direito a alguém de discutir com você". Isso não tem absolutamente nada a ver com a argumentação dele.

Eis o verdadeiro argumento de Hoppe: se você vai argumentar que não há um direito natural à propriedade privada, você fará tal argumentação utilizando as suas faculdades mentais, as suas cordas vocais e/ou as suas mãos (em caso de palavras escritas). Isso, por definição, é uma autocontradição performativa: você está negando a propriedade mas se utilizando dela para negá-la.

O simples fato de você utilizar suas próprias palavras, seu próprio intelecto e suas próprias mãos e boca -- e de saber que o seu oponente também fará o mesmo -- já representa, por definição, um reconhecimento à propriedade privada.

Dizer que ninguém não tem um direito natural à propriedade privada, mas fazer isso utilizando sua própria propriedade (faculdades mentais, cordas vocais, mãos, papel, caneta, computador etc) já representa, por definição, um reconhecimento tácito do direito natural à propriedade privada.

Quem afirma que não há direito natural à propriedade privada, mas utiliza a razão própria, as cordas vocais e as mãos incorreu em uma autocontradição performativa (pleonasmo intencional).

Você pode até discordar disso (embora, se o fizer, estará caindo em contradição), mas ao menos interprete corretamente o que foi dito.

Volte à alfabetização básica.


Na natureza o homem não tem direito nenhum, e outro animal pode matá-lo, a fome pode matá-lo e outro homem pode matá-lo. Direito é uma coisa que só existe nas relações humanas.


Bulblitz, obrigado pelo comentário.

Vejo o socialismo sob a mesma régua de todos os tipos de experiências sociais do passado: pura tentativa e erro. E ano após ano está sendo enterrado pelos fatos. E infelizmente (para os socialistas claro), contra fatos não há argumentos que force sustentação.

Se você pesquisar profundamente sobre as revoluções socialistas, vai entender que ela não difere em nada de conquistas tirânicas do passado na prática: um conjunto de pessoas se juntam, tomam o poder e impõem um código de leis baseadas em seus interesses. O único detalhe que faz parecer diferente em algo é que no lugar de "Rei" ou "Imperador" o título foi substituído por "Comandante" ou "Presidente", e ao invés de uma corte, temos um partido, e ao invés de nobres, temos congressistas. Troca-se os nomes, porém o modus operandi é o mesmo: totalitarismo, tirania e ausência de liberdade ao gosto de seu dominador.

Ultimamente ando muito propenso a dar total razão aos ancaps, que vomitam para a tese minarquista e a tese de Hoppe que prega a secessão em micro estados monárquicos, pois sempre haverá algum tipo de coerção, por menor que seja. O ideal mesmo será a ausência total desta entidade grotesca e violenta, e a reformulação do mundo em associações de propriedades privadas do tamanho que aprouver a seus participantes.