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Últimos comentários


Hoje adulto, vejo que fui criado com liberdade e não me arrependo nada de não estudar nada no colégio. Dessa época só lembro de passar o dia na frente do video game ou jogando futebol.


Uma ideia muito propagada pelas esquerdas é que se o sujeito é rico , se tornou assim porque roubou dos pobres .
Será ?
Vamos pegar um dos homens mais ricos da atualidade . O Bill Gates .
Será que ele fez a sua fortuna recolhendo moedinhas dentro das canecas dos pedintes ?
Quando o computador engatinhava , eles eram montados em oficinas improvisadas na garagem do papai . O Bill Gates ao invés de se preocupar com o teclado , o monitor ou a caixa do computador , cuidava do sistema operacional , coisa que ninguem vê , mas sem ele nem adianta ligar que não acontece nada . E melhor , o sistema operacional serve para todas as maquinas , diferente de um teclado , uma tela ou uma caixa de plastico que são personalizadas conforme a marca .
Ao vender disquetes com seu sistema operacional pediu um preço absurdamente caro , mas o mercado podia e queria pagar . O sistema operacional foi ficando melhor e valendo mais. E o mercado reconhecia isto e continuava a pagar .
Então igual ao caminhão do artigo , muita gente que trabalha em escritorios tem um computador para ajudá-lo , uma evolução incrivel diante das velhas maquinas de escrever e tornou cada um de nós mais produtivo e eficiente , precisando de menos gente para executar o trabalho dentro do escritório , criando a chance de pagar mais pelos empregados mais capacitados . O Bill Gates fez voce ter um salario melhor .


KKKKKK que cara cafajeste, só no copia e cola. Burro. Peguem o uma parte e colem no google, tem alguns sites que essa baboseira. Muito provavelmente pegou daqui:

https://m.facebook.com/porque.economia/posts/583306925166431



Logo depois, quando terminou a aula ,Karnal chamou um Uber pelo seu Iphone e foi para casa descansar!


Seria interessante se realmente o homem tivesse vindo do chimpanzé, e os humanos que supostamente vieram da África fossem os únicos humanos habitantes do continente europeu. Este estudo está defazado. Segundo a própria teoria, com estudos mais recentes, o homem negro se encontrou com homens brancos já existentes no continente europeu, e com outros vindos da Ásia. O homem não veio do macaco, e o chimpanzé é um macaco, queira ou não queira a ciência. Mesmo que tenha vindo de um ancestral comum, este ancestral não poderia ser um jacaré ou um rinoceronte.


Esse artigo me lembrou deste trecho "Ainda que não sejam públicas, dado que as montadoras não são nacionais e portanto seus balanços são publicados apenas no exterior, sem fazer distinção entre vendas aqui e nos Estados Unidos por exemplo, estima-se que a média de lucro das companhias aqui instaladas chegue a 10%, contra 2% nos Estados Unidos e 5% na média mundial." Fonte aqui

Ou seja, o lucro de um país mais livre é de 2%, enquanto um país protecionista como o Brasil é de 10%, o que será que atrapalha os mais pobres? Um capitalismo de livre mercado e livre concorrência ou um capitalismo protecionista? Para muita gente, é mais fácil atacar todo o capitalismo.


Depende do que você chama de "transferir"

Eu por exemplo já faço minha aposentadoria desde quando recebi meu primeiro salário. E não é no INSS.


O caminhão só perderá seu valor quando surgirem melhores soluções de transporte. Não depende nem do caminhoneiro nem do dono do caminhão.


Você pode enxergar o "like" como sendo uma moeda fiduciária privada de curso não forçado. Se, nessa sociedade hipotética as pessoas atribuem valor à essa moeda, então é natural que episódios como esse que vc citou sejam de fato corriqueiros.

Mas é mais provável que as pessoas logo percebam que as moedas com lastro são melhores e simplesmente passem a ignorar essa bobagem de "likes" em algum tempo.


Não sei de onde você tirou que a intenção do artigo é "mostrar a bondade do 1%". O tema é outro e completamente diferente. No entanto, sem problemas, pois a sua demanda específica foi atendida no artigo seguinte:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2766


Tributar os dividendos vai melhorar em que??

Suponhamos que devamos rebater essas idéias incabíveis, tais quais. algumas leis,

- lei seca diminuiu os acidentes?;
- desarmamento reduziu homicídios?;
- taxar dividendos vai enriquecer a população?;
- proibir importações reduziu a fome?;
- estabelecer salário mínimo aumentou empregos?;
- exigir 1000 laudos para empreender criou as melhores empresas mundiais?;
- obrigar a se defender com alguém da guilda chamada OAB evitou condenações erradas?;
- obrigar a fazer contabilidade com alguém da guilda CRC ocasionou aumento de produtividade nas empresas?;
- proibir importações de remédios não liberados pela ANVISA salvou mais vidas?;
- e aumentar o estado, nos deu mais liberdade???


kkkk
Pior acho que estou eu, ouvindo cada baboseira dos professores abordado nos livros da faculdade.




Mantendo os mesmos benefícios?
Não.

Mas é possível sim.



Sabe quantos países isentam lucros e dividendos?
Dois.
Brasil e Estônia.


Eu não sei se você é mentiroso ou não sabe pesquisar direito. Deveria ter mais cuidado para não passar vergonha.

De cabeça, já consigo me lembrar de Hong Kong, Bahamas, Emirados Árabes e Paraguai como países onde dividendos não são taxados.

E Estônia, meu caro, tem um imposto de 21% sobre o dividendo bruto, com algumas possibilidades de deduções. Vá pesquisar antes de falar besteira.


ESSE KARNAL AI SEMPRE FOI ENCANTADOR DE ASNOS.... ASNOS QUE NAO PERCEBEM QUE O SUJEITO E´ COMUNISTA ATE A MEDULA...


Ainda sobre isso, vale ressaltar aquela confusão entre causa e consequência que muitas pessoas fazem.

Não é o funcionário que gera o lucro de empreendedor; é o lucro do empreendedor que gera o funcionário. Não houvesse lucro, não haveria funcionário.

Quem fornece os bens de capital, com os quais trabalhador assalariado trabalha, é o capitalista. Sem o capitalista, não haveria sequer salário para o trabalhador. Logo, dizer que o capitalista utiliza o trabalhador para obter lucro (sendo este o cerne da "mais-valia") não apenas é incorreto, como também é uma afirmação que não sobrevive à mais elementar ordem cronológica dos fatos.

O salário do funcionário é deduzido do lucro do capitalista; não houvesse o funcionário, o lucro ficaria integralmente para o capitalista.

E isso é fácil de ser percebido quando você pensa, por exemplo, na relação entre o restaurante e o garçom.

Observe que, via de regra, garçons são atividades "desnecessárias" -- no sentido de que não é preciso haver garçons para que a comida e a bebida cheguem à sua mesa.

Nada impede que os malvados capitalistas donos de restaurante façam um conluio e, por exemplo, demitam todos os seus garçons (o que representaria um enorme corte de gastos). Aí, sob esse novo arranjo, seriam os próprios clientes que levariam suas comidas e bebidas até a mesa. O esquema seria bastante simples, porém desconfortável: você chegaria ao restaurante, iria até o balcão, faria seu pedido e iria esperar na sua mesa. Uma vez pronto o seu pedido, você se levantaria da mesa, iria até o balcão, pegaria sua comida e sua bebida e iria até a mesa. Se quisesse mais bebida, iria até o balcão e pediria.

Se todos os restaurantes fizessem isso, duvido muito que suas receitas cairiam -- para onde mais as pessoas iriam para comer e ser servidas ao mesmo tempo? Ademais, mesmo que houvesse queda na receita, os cortes de gastos oriundos da demissão dos garçons certamente seriam suficientes para fazer com que os lucros fossem ainda maiores do que antes.

E aí vêm as duas perguntas que ninguém faz:

1) Por que os capitalistas abrem mão desse lucro maior preferindo gastar parte deles com garçons?

Porque pensam no conforto dos clientes. Basta que um restaurante comece a oferecer serviços de garçom, e todos certamente irão copiá-lo. Ótimo exemplo dos benefícios da livre concorrência.

2) De onde vem o salário dos garçons?

Como já implícito na primeira pergunta, foi deduzido do lucro dos capitalistas.

Ou seja, os salários dos trabalhadores são deduzidos dos lucros dos capitalistas. Não houvesse os capitalistas, não haveria salários para os trabalhadores.


P.S.: aliás, se o estabelecimento retirasse o garçom e deixasse o cliente livre para ir ao freezer pegar sua cerveja (ou ir até o barril e pegar o seu chope), o consumo destas bebidas seria ainda maior. Eu pelo menos beberia muito mais.

Portanto, quanto vale o restaurante sem o garçom? No mínimo, o mesmo tanto. Talvez até mais.


O mesmo tanto. Sem o caminhoneiro Genésio, haveria milhões de outros caminhoneiros para substituí-lo.

E, no extremo, ainda que não houvesse absolutamente nenhum caminhoneiro (num cenário de apocalipse), o próprio dono do caminhão poderia dirigi-lo (aprende-se tranquilamente após um dia de prática).

O rico contrata o caminhoneiro apenas pela comodidade de não ter ele próprio de dirigir o caminhão. Ao fazer isso -- ou seja, ao seguir a divisão do trabalho e a lei das vantagens comparativas -- ele intensifica a especialização da economia e melhora a produtividade de todos.


Dinheiro que seria retroalimentado na economia, ocasionado pelo seu efeito multiplicador, propiciando mais empregos e renda, gerando assim, benefícios tanto econômicos quantos sociais para todas as classes. Contudo para sustentar a nefasta máquina pública, com gastos cada vez mais ineficientes as custas de um verdadeiro heroi neste país, o empresário.



O estação da possuído então. Quer que pague pra ler essa baboseira.




Olá

Só aproveitando... (tô tirando do contexo, então não é um comentário específico sobre aquele comentário)

"A verdade é que a tecnologia não para, não existe essa possibilidade"

Não é verdade. A tecnologia pode sim parar de evoluir. E, por um bom tempo. Já aconteceu. O Império Romano era, tecnicamente, uma sociedade pré-industrial. Ou seja, mais um pouco e a revolução industrial teria acontecido junto com o Cristianismo. Mesmo assim, degringolou e tornou-se no modo servil de produção, com todo o atraso tecnológico da época. Ex.: mecanismos para prever os eclipses (Mecanismo de Anticítera p.ex.) já eram possíveis nas primeiras décadas da era Cristã e foram perdidos por centenas de anos até que a ciência se libertou das amarras religiosas na Renascença e começasse seu progresso (aí sim, por enquanto sem interrupções) que dura até hoje.

Apesar de haver um efeito de retroalimentação clara entre tecnologia e sociedade, a verdade é que quem manda no processo é a sociedade (mais especificamente valores morais dos indivíduos que formam a sociedade). Deixe que um grupo suficientemente grande de invejosos tomem as rédes sociais e tudo colapsa em pouco tempo e leva bastante tempo para ser reconstruído.

Abraços



Pessoal me expliquem uma coisa: qual a diferença entte classe média alta e classe média? São a mesma coisa?


Seus loucos Utópicos, se não fosse pelo Estado não haveria Pobreza


O mais legal é que esse povo nunca olha o contrafactual. Se no Brasil os ricos são tão "pouco tributados" e a situação é esta (poucos empregos que pagam bem, e todos eles justamente em grandes empresas criadas por ricos), imagina então se os ricos fossem mais espoliados? Imagine só como quão menor estaria hoje a participação da massa salarial na economia?

Os gênios acham que, se tributarem mais os ricos, o país vira a Alemanha. A tendência é que vire a Venezuela (país cujo governo despreza os ricos).


Gente?? Estou ficando de saco cheio dos professores tentarem dountrinar seus alunos. Um professor de história de um cursinho preparatório disse que Obama era fantástico só pelo simples fato de ter algumas ideias de esquerda. E um dia ele dando aula sobre a Segunda Guerra Mundial disse que Rooselvet era tão fantástico quanto Obama.



Meu sogro é um empreendedor rico, mas humilde e simples (quem o vê não dá nada por ele). Ele nunca ouviu falar em Tesouro Direto. Tampouco faz aplicações financeiras (quero dizer, ele tem uns "trocados" aplicado em LCI que seu gerente de banco recomendou). De resto, tudo o que ele tem ele reinveste em sua empresa (ele é da agropecuária). Ele sabe que, se não fizer isso, perde mercado para a concorrência.


Exato.

E tem outro ponto: rico não aplica o grosso de sua grana em títulos do Tesouro. Ali ele aplica apenas as "sobras". Rico aplica em fundos de investimento de alta performance (aquele que exigem um alto valor mínimo de entrada), em debêntures, em CDBs, LCIs e LCAs de longo prazo.

Quem aplica em Tesouro Direto é classe média.

Logo, o cara quer que o governo tribute ainda mais o rico que produz para repassar esse dinheiro para os rentistas da classe média.


Tenho lido muitos livros e artigos sobre tecnologia, liberdade economica, politica, etc. A verdade é que a tecnologia não para, não existe essa possibilidade. Ela prospera, progride, e aqueles que souberem se aproveitar desses avanços, certamente terão grandes chances de se tornarem um desses "melhoradores" de vida da massa em geral.
Eu era um desses que defendia a ideia de tributação sobre renda, patrimonio, fortunas e etc, mas com o tempo fui estudando, e vi que isso de nada adianta. Além de aumentar a corrupção, provavelmente a vida de quem é mais pobre não iria melhorar. Logicamente o dinheiro não seria revertido para isso, e no final das contas o cara das fortunas iria continuar lá, pois, ele saberia como gerar valor ao seu negócio. A liberdade economica que venho estudando atraves de livros, artigos e o site que aqui estamos, tem me ajudado muito em abrir a mente sobre esses assuntos. Agradeço de coração aos colegas que aqui se fazem presentes diariamente enriquecendo ainda mais o conteúdo do site.

Abraço a todos!


O déficit nominal está em 9,35% do PIB, R$600bi, taxar os ricos que ainda produzem algo só vai entregar ainda mais dinheiro para rentistas.


Em nenhum país ocidental os ricos arcam exclusivamente com os impostos; quem realmente fica com o grande fardo é a classe média. Não há, em nenhuma sociedade, um número grande o bastante de ricos que possam custear sozinhos os gigantescos gastos efetuados pelos estados assistencialistas ocidentais. E é ingenuidade crer que as pessoas mais ricas irão simplesmente quedar inertes e aceitar pagar alíquotas mais altas.

Exatamente por isso, a social-democracia é uma tese auto-refutável.


A minha dúvida é: por que este país é assim tão dominado por seres abjetos? Ou seriam eles apenas burros? O cara vê o que os políticos fazem com o dinheiro, vê toda a corrupção, todo o desperdício, todo o desvio e todas as mordomias de políticos e membros do judiciário, legislativo e Ministério Público, e ainda quer dar mais dinheiro (dos outros) para essa gente?!

Se não é burrice, é inveja e ódio da riqueza alheia. Qualquer que seja a justificativa, não há dúvidas de que estamos perante uma grave patologia.


Essa foi gozada. Você acabou de mostrar como é que o estado ferra os pobres e a classe média em troca de "serviços públicos muito ruins" (os quais os ricos não usam), e em seguida concluiu que é necessário haver ainda mais impostos para bancar este estado ruim!

Pra quê? Pra ferrar ainda mais os pobres e a classe média?

Melhor ainda: você deu um exemplo prático de estado ferrando pobres e classe média, e disse que isso é o "liberalismo econômico refutado"!

Gênio.

Aliás, alguns adendos.

Pra começar, o que determina tamanho de governo não é carga tributária, mas sim seus gastos. De nada adianta um governo arrecadar "apenas" 10% do PIB, mas gastar 40%. Ele terá de se endividar (ou imprimir dinheiro, como o brasil da década de 1980) para fechar a conta.

Mas isso ainda é o de menos. Peguemos o caso alemão.

1) Há uma porrada de itens que podem ser usados como dedução no imposto de renda, o que joga a alíquota efetiva lá para baixo.

www.cfe-eutax.org/taxation/personal-income-tax/germany

2) O Imposto de Renda de Pessoa Jurídica é menor na Alemanha (29,72%) do que no Brasil (38%). Aguardo seu comentário.

3) Quem é mais rico e produtivo, e pode se dar ao luxo de bancar seus respectivos governos: o alemão ou o brasileiro?

4) Atenção agora para este detalhe: os gastos totais do governo federal brasileiro — atenção: apenas do governo federal e excluindo todos os encargos da dívida — em relação ao PIB foram de 20%.

Esse nosso gasto de 20 do PIB é maior que o de países como Reino Unido e Alemanha (ambos com 19,4%), Itália (19%), Portugal (18,1%), Austrália (18%), e Suíça (11,3%).

Dados do Banco Mundial. Pode conferir aqui.

6) Como este site nunca se cansou de explicar, social-democracia é arranjo que só pode durar em país rico. País pobre não pode se dar ao luxo de ser social-democrata simplesmente porque é economicamente impossível.

Quando uma população pobre (em termos per capita) e pouco produtiva (um brasileiro produz apenas 20% do que produz um americano) tem de sustentar um estado que quer gastar muito e cuidar de tudo, a conta não vai fechar.

Para gastar muito, o governo inicialmente terá de tributar. Mas como a população é pouco produtiva e de baixa renda, o tamanho desta tributação terá um limite natural. Sendo a tributação insuficiente, o governo terá de se endividar, pegando emprestados, continuamente, centenas de bilhões para poder efetuar todos esses gastos. E ele só conseguirá pegar emprestados todos esses bilhões se pagar caro por isso.

Ou seja, além de tudo o que toma em impostos, o governo terá também de se endividar continuamente para poder efetuar todos os gastos demandados pelo povo.
E quem se endivida continuamente -- com a dívida crescendo a um ritmo de 10% da sua renda anual --, terá de pagar juros altos.

Na prática, é como se o governo vivesse no rotativo do cartão de crédito, se endividando para pagar dívidas geradas por gastos altos.

É claro que o arranjo é insustentável.

Por isso, social-democracia é um arranjo que só consegue ter longa duração em países ricos, cuja população é extremamente produtiva e possui alta renda per capita, de modo que ela consegue suportar a alta carga tributária necessária para bancar o estado de bem-estar social.

A social-democracia é esse paradoxo: apenas populações ricas e produtivas — que em tese não necessitam dela — podem se dar ao luxo de ter uma.

Em países de população pobre e pouco produtiva, tal arranjo é inexequível no longo prazo. Um povo pobre querendo viver como uma social-democracia escandinava pagará um preço alto. A conta será insuportável no longo prazo, tanto em termos de carga tributária quanto em termos de juros.

A social-democracia no Brasil entrou em colapso - abandonemos os delírios e sejamos mais realistas

Pronto. Social-democracia brasileira refutada. Não há nenhuma chance de funcionar aqui.


P.S.: na próxima vez que vier aqui colar algo que copiou de outro lugar, certifique-se de que sua cópia está minimamente legível. Você repetiu dois trechos na postagem. É isso o que acontece quando a pessoa não consegue pensar por conta própria.



A carga tributária do Brasil é de 34,4%

O que isso quer dizer?
Nada.
A do Chade é 4,2%, de Angola 5,7% e Bangladesh 8,5%.
A do Reino Unido é 39%, da Áustria 43,4% e da Suécia 47,9%.
Alguém pode vir com alguns poucos exemplos de países que pagam menos do que nós e estão melhor, mas isso também não quer dizer NADA.
O problema real tem muito mais a ver com a forma como é cobrado. Como já escrevi em vários textos, o Brasil cobra
– muito no consumo e
– pouco na renda.
Isso na média. Porque mesmo na renda se cobra
– pouco de quem está em cima
– muito de quem está embaixo.
Resultado:
– A galera de baixo é a que mais sente
– A galera do meio é a que mais paga,
– A galera de cima não sente e (quase) não paga.
Como assim?
Como assim?
Se você ganha até R$ 1900, como 66% dos brasileiros, não paga imposto de renda. Mas todo o seu dinheiro vai para a subsistência, que é taxada. Absurdamente taxada.
Sobra nada.
E ainda usa um serviço público ruim.
Se você ganha entre R$ 2000 e R$ 6800, como 25% dos brasileiros, pode pagar até 27,5%. E também gasta muito para sobreviver, então paga alto.
Sobra pouco.
E não quer usar o serviço público ruim, então sobra menos ainda.
Bom mesmo é quem ganha muito.
Mas muito, aquele 1% de cima, sabe?
Esse reclama porque a empresa dele é taxada, mas embute isso no preço dos produtos – aquele imposto que mata o resto dos brasileiros – enquanto tem sua renda isenta. Chamam de lucros e dividendos.
Se você ganha até R$ 1900, como 66% dos brasileiros, não paga imposto de renda. Mas todo o seu dinheiro vai para a subsistência, que é taxada. Absurdamente taxada.
Sobra nada.
E ainda usa um serviço público ruim.
Se você ganha entre R$ 2000 e R$ 6800, como 25% dos brasileiros, pode pagar até 27,5%. E também gasta muito para sobreviver, então paga alto.
Sobra pouco.
E não quer usar o serviço público ruim, então sobra menos ainda.
Bom mesmo é quem ganha muito.
Mas muito, aquele 1% de cima, sabe?
Esse reclama porque a empresa dele é taxada, mas embute isso no preço dos produtos – aquele imposto que mata o resto dos brasileiros – enquanto tem sua renda isenta. Chamam de lucros e dividendos.
Sabe quantos países isentam lucros e dividendos?
Dois.
Brasil e Estônia.
Quando muito, essa galera de cima paga aquela média de 3% sobre o patrimônio, enquanto a média mundial está entre 8% e 12%.
E aí ficamos discutindo se a CPMF é boa ou ruim.
E por quê?

E por quê?
Porque a galera do meio compra facinho o discurso de que a carga tributária é alta.
Só que a Suécia tem 7 vezes mais dinheiro por habitante para gastar no serviço público.
Mas a galera de cima não usa serviço público.
Ela quer mesmo é pagar ainda menos imposto.
Então, vende esse discurso para a galera do meio, que passa a querer
– imposto baixo angolano e
– serviço público sueco.
É isso.
Reflita.


"Baixas alíquotas de impostos sobre aqueles de rendimento elevado são desejáveis não porque eles precisam do dinheiro, mas sim porque nós precisamos — sob a forma de capital".

Brilhantemente colocado. Uma ótima maneira de se resumir o assunto. E ótimo artigo, como de praxe.


Exatamente!
Tava pensando isso ao longo do texto, é aquilo de uma imagem vale mais que mil palavras! Lembro até hoje a 1ª vez que vi esse cartazinho repugnante, foi num posto de saúde acompanhando um amigo kkkkk



A Dilma tem razão. A Eletrobras é uma holding, uma casca que abriga diversas geradoras e transmissoras de energia estaduais e federais dos rincões do Brasil.

Para privatizar basta vender os ativos detidos pela holding e distribuir o resultado para a união e fim de papo.

Mas o projeto energético brasileiro não foi feito pra dar lucro. Foi feito para colonizar e povoar o vasto território nacional.

Numa economia de mercado, diversas regiões hoje seriam grandes vazios demográficos de natureza intocada (jamais teríamos o menino do acre no acre), foi apenas a mentalidade nacionalista (integralista) que moveu grande parte da integração nacional e a Eletrobrás é um pedaço desse projeto.

O que muitos liberais não entendem é que ao permitir a alocação de capitais via preço de mercado, essa estrovenga disforme e disfuncional chamada "Brasil" não teria a menor razão de ser (como não tem, de fato).

A Dilma fala pelo establishment político que pensa o "Brasil oficial" e nisso ela está certa.



O uber (e aplicativos similares) revelam a ponta do iceberg sobre o qual toda a economia sindicalizada está alicerçada.

Todas as atividades são reguladas, controladas e concedidas pelo Estado. O desmonte disso geraria um ganho de produtividade monumental, uma correção da alocação ótima de capital de toda a poupança e uma ascensão sem precedentes na história.


Seria possível transferir a aposentadoria para a iniciativa privada?


Ué, comentar o que dessa aberração? O camarada está dizendo que quanto mais a pessoa é bem sucedida e acumula de riqueza, mais ela deve ser punida e ter seus ganhos confiscados e repassados a políticos e burocratas do estado.

Pior: ele diz que tal esbulho em prol de políticos é uma medida de "justiça social", e totalmente condizente com "a livre concorrência e a propriedade privada".

Mais cômico ainda: ele diz que tal espoliação em prol de políticos irá estimular as pessoas a produzir ainda mais!

É ou não é a piada pronta?

Mas isso aí nem é nada em relação a outras frases contidas no livro desse demente.

Algumas frases aterradoras contidas no livro de Thomas Piketty

Outras leituras recomendadas:

O que houve com os ricaços da década de 1980?

As "descobertas" de Piketty estão invertidas

Thomas Piketty e seus dados improváveis

Os três principais erros de Piketty

Piketty está errado: mercados não concentram riqueza

Como a desigualdade de riqueza acaba reduzindo a pobreza


Creio que compartilho da opnião da maioria deste site sobre o fato de qualquer imposto ser um roubo.

Gostaria que os mais estudados quanto a filosofia das idéias libertárias comentassem sobre esse fragmento do livro "O Capital no século XXI" de Thomas Piketty em que ele defende o imposto progressivo.

"(...) No fim das contas, trata-se de acabar com esse tipo de renda ou de patrimônio, julgados pelo legislador como socialmente excessivos e estéreis para a economia, ou no mínimo de tornar muito custoso mantê-lo em tal nível a fim de desencorajar fortemente sua perpetuação. O imposto progressivo constitui sempre um método mais ou menos liberal para se reduzir as desigualdades, pois respeita a livre concorrência e a propriedade privada enquanto modifica os incentivos privados, às vezes radicalmente, mas sempre de modo previsível e contínuo, segundo regras fixadas com antecedência e debatidas de maneira democrática, no contexto de um Estado de direito"

Desde já agradeço a participação de todos!


O mercantilismo nunca acabou. Aliás, está cada vez mais forte. Vide o governo Dilma, por exemplo. Raramente se viu um governo tão mercantilista quanto.

Em todo caso, aqui vai:

Mercantilismo versus livre comércio - os primórdios

Como os mercantilistas institucionalizaram a inflação

A ascensão do capitalismo


Eu tenho uma dúvida. Em que período da história o capitalismo passou a existir e o mercantilismo começou a ser abandonado?


Isso é preconceito. Com os meus vinte e pouco anos trabalhava como ajudante,, numa indústria de artefatos de cimento, lá eram fabricados tanques de lavar roupa e pias de cozinha, mas foi naquele lugar insalubre onde eu comecei a ler sobre psicólogo C. G. Jung, primeiramente em sua autobiografia que encontrei na biblioteca municipal. E não parei mais. Gostava de música erudita, sobretudo do Vivaldi. Lia jornais até hoje considerados de elite aqui na cidade de São Paulo, que minha mãe trazia das casas das patroas onde ela trabalhava como faxineira diarista. Ao mesmo tempo não perdia um sambão nas noites de sábado onde amigos meus se apresentavam na banda deles chamada "Moleques do Trem". Certamente se um preconceituoso desses acima me visse no trem meio empoeirado voltando do trabalho, com minha mochila rasgada nas costas iria julgar coisas bem diferentes ao meu respeito. E que ninguém se engane: nunca exaltei a pobreza como fazem certos intelectuais de esquerda, nem tampouco exalto hoje. Com meus próprios esforços ascendi socialmente sem ajuda de alguma"bolsa miséria" do governo.



Karnal, entre outras coisas, disse que empreendedorismo é uma religião (no sentido pejorativo), batizou o estudo do empreendedorismo de "teologia" e afirmou que a busca pelo êxito empreendedorial é uma maneira frustrante de se buscar a felicidade.

No entanto, não fossem empreendedores (e ricos) pagando impostos, ele não teria seu magnânimo salário na Unicamp. Karnal, aparentemente, gosta apenas de usufruir os luxos do capitalismo; não está muito interessado em saber como eles foram criados.


Haha, Karnal Espiritual cada vez mais patético. Quando li esta postagem de blog do presidente do IMB Helio Beltrão sobre o "filósofo", achei até que ele tinha exagerado um pouco. Mas, pelo visto, parece que ele pegou foi é leve.


"Sabemos que os rentistas aplicam em investimentos improdutivos, no caso títulos públicos."

Ué, e quem é que coloca títulos públicos à venda?!

Só existem títulos públicos porque o governo, que segue políticas keynesianas, gasta mais do que arrecada. Se o governo não incorresse em déficits orçamentários (como os austríacos dizem que deve ser) nem sequer haveria títulos públicos nos quais as pessoas (inclusive os pobres) pudessem aplicar.

Essa, aliás, é a deliciosa contradição dos keynesianos: eles defendem mais gastos e mais déficits, e depois acham ruim das consequências disso tudo!

Querem que o governo gaste os tubos, e depois ficam bravos com aqueles que estão ali para financiá-los!

É ou não é um caso de esquizofrenia?

Aliás, esquizofrenia não. É pura ignorância econômica, mesmo.

"Pensava que os austríacos abominassem esse ciclo de investimento onde se empresta para o governo e ele o gasta em coisas desnecessárias"

Mas, filhote, os austríacos são os únicos que defendem um profundo corte de gastos e de impostos como forma de equilibrar o orçamento e assim acabar com o déficit e, consequentemente, com o endividamento do governo (que gera o seu odiado "rentismo").

Já vocês keynesianos têm um tesão inexplicável por mais gastos e mais déficits (os quais, segundo vocês próprios, gera aumento na "demanda agregada" e, consequentemente, "crescimento econômico"). São vocês que geram essa situação.

A única coisa que posso dizer para você sobre rentistas que aplicam na dívida pública é: "toma que o filho é teu!"

Ademais, o artigo não fala de pessoas que investem em títulos do governo (algo que qualquer pobre com R$ 30 também pode fazer), mas sim naqueles que investem em coisas produtivas (algo que, por definição, pobres são incapazes de fazer).

"mas vejo que a política que vocês defendem é a imoralidade dos rentistas para com a população, ou seja, a população é quem banca os rentistas."

E quais políticas fiscais criaram os rentistas? Vejamos até onde vai a sua hombridade.

"E mais, se vocês defendem esse arranjo, como acabar com a dívida pública que é tão criticada por vossos senhorios? Não me parece contraditório?"

Que arranjo, cidadão?! Quem defende gastos crescentes e déficits do governo -- que geram os rentistas -- são exatamente vocês keynesianos, que não entendem p... nenhuma de economia e, por isso mesmo, são incapazes de entender as consequências de suas próprias políticas. Por isso mesmo vocês levaram o Brasil à breca.

Quer acabar com os rentistas? Fácil. Defenda estado mínimo (ou, melhor ainda, a extinção do governo) e um corte de 99% no orçamento do governo. Pronto. Nunca mais você vai ouvir falar em rentistas. Ao contrário: vai ver um surto nos investimentos produtivos.

Hoje, o estado -- via déficits e impostos -- chupa o dinheiro disponível para investimentos. Sem déficits e com gastos e impostos menores, todo o dinheiro iria necessariamente para a produção.

Você defende isso? Aguardo sua coragem.


Simples.

1) Para começar, felizmente, não houve nenhuma medida protecionista. E nada indica que irá ter.

2) Já foram implantadas algumas medidas de desburocratização e outras estão prometidas.

3) Trump não só disse que não vai elevar impostos, como também prometeu reduzi-los.

4) O desemprego está em queda, a inflação segue controlada e o dólar segue forte.

Sendo assim, por que as ações não deveriam estar subindo? Aliás, o que realmente seria difícil explicar é se elas estivessem desabando.

Mas, sim, em algum momento o crédito irá se contrair e as ações irão cair. A economia americana entrará em mais um ciclo econômico. Volte aqui quando isso acontecer.


Não confunda capital com dinheiro.


A base do seu raciocínio está correta: Se as pessoas estão direcionando seu dinheiro mais para o futuro e menos para o presente, então de fato deve haver menos dinheiro circulando, sem que haja uma redução do estoque de bens. Isso causa uma queda de preços, o que é bom.

Mas o dinheiro efetivamente poupado não fica numa gaveta, como inclusive é citado nesse mesmo artigo. Ele vai para o sistema bancário, de uma maneira ou de outra, e inevitavelmente terminará na conta corrente de alguém que tomou um empréstimo para realizar investimentos.

Então as consequências mais óbvias da poupança são queda de preços dos produtos atuais e aumento nos investimentos.


Karnal foi na veia ao comparar a possessão demoníaca e a possessão pelo capital. Esse site foi possuído pelo capital.

cultura.estadao.com.br/noticias/geral,a-possessao-demoniaca-e-a-do-capital,70002001452


Isso é balela.

Sabemos que os rentistas aplicam em investimentos improdutivos, no caso títulos públicos. Pensava que os austríacos abominassem esse ciclo de investimento onde se empresta para o governo e ele o gasta em coisas desnecessárias, mas vejo que a política que vocês defendem é a imoralidade dos rentistas para com a população, ou seja, a população é quem banca os rentistas.
E mais, se vocês defendem esse arranjo, como acabar com a dívida pública que é tão criticada por vossos senhorios? Não me parece contraditório?


Certamente ela não foi respondida porque não faz o mais mínimo sentido lógico, racional e conceitual.


"Os mercados nunca precificam o presente; eles sempre miram o futuro. Os preços presentes são apenas os preços futuros descontados. Uma legislação criada para reduzir o comércio global inevitavelmente afetaria os mercados e os preços das ações das empresas. Com um comércio global muito mais restringido, os lucros das empresas exportadoras e importadoras seriam severamente afetados. A Bolsa de Valores apenas antecipou essa queda."

O governo Trump está procurando reduzir o comércio global, só que as ações das empresas subiram desde que ele ganhou as eleições, como fica essa questão?




Uma pergunta que não tem a ver com o artigo. Porém não foi respondido na artigo que eu perguntei. Eu estava lendo sobre a importancia de poupar capital em uma sociedade. Mas se uma sociedade passa a poupar mais para enriquecer futuramente, a conta poupança aumenta e a corrente contrai. A tal contração não geraria um desastre na economia? Pois seria menos capital correndo por ela.



"vc esquece que as pessoas são egoístas, se não tiver o Estado ninguém vai ajudar em nada"

O mais engraçado é que mesmo com o intervencionismo do estado, as pessoas fazem caridades para os mais pobres, alguns até criam bolsas de estudos para universidades estrangeiras.


Prezado, Paz!!!

Venho através do presente solicitar informações sobre o Curso de Especialização em Doutrina Social da Igreja. Tenho grande interesse e necessidade em fazer o referido Curso, uma vez que participei participei do Curso Fé e Política do CEFEP em Brasília.
Gostaria de saber se esta Instituição oferece o referido Curso ou onde posso conseguir realizá-lo.
Sou da Bahia, na Paróquia Santa Virgem das Vitórias, em Lagoa Real.

Sem mais para o momento e esperando contar com vossa compreensão e apoio, agradeço.

Em Cristo,

Gilmar Teixeira dos Santos


Eu vi que ele retrata, mas eu falo de um artigo semelhante aquele último do Leandro (que foi excelente por sinal) que tratou de como o governo brasileiro transformou uma recessão em uma depressão, só que dessa vez aplicado na época do encilhamento.

Daí teria a narrativa do processo que gerou a crise, como veio a recuperação, tratar das políticas de Campos Salles, Rodrigo Alves e etc.

Fala se não seria interessante?


Eu até tenho algumas fontes confiáveis sobre a desvalorização cambial da época, mas não seria nem de longe capaz de escrever um artigo na mesma qualidade que ele.



"se não tiver o Estado ninguém vai ajudar em nada"

Interessante. Mas diga, quem é que gerou a pobreza?

Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=2383


Gostei de um episódio da série Black Mirror do Netflix, que mostra como será o futuro.

Os aplicativos de celular irão organizar a vida em sociedade.

As pessoas, empresas, políticos e instituições serão rankeadas com "curtidas / likes / seguidores".

Acho isso meio paranóico, mas com certeza vai contra a igualdade, criando uma competição por "Curtidas / Likes".

Até uma eleição para presidente poderá ser realizada por celular.

O maior obstáculo ainda é a garantia da identidade e a liberdade, mas que serão resolvidas com impressão digital, identificação facial, senhas, padrões, QR codes, detectores de mentiras, etc.



Ao escritor desse texto, deve ser aquele que passou a vida toda fazendo concurso público e nunca passou em nenhum. A você que difama a estabilidade do concursado aqui vai um auto explanação, A estabilidade é um instituto antigo e tem como finalidade garantir que o servidor não fique sujeito a pressões políticas a cada troca de comando (governo), além de preservar a autonomia desses funcionários que precisam agir de forma técnica, mesmo contra interesses de poderosos. Outro aspecto que decorre da estabilidade é permitir a continuidade do serviço, o que não aconteceria se a cada troca de governo toda a equipe pudesse ser substituída. Dessa forma, pretende-se atender aos melhores princípios da administração pública. Se você não teve competência de passar num concurso público, pelo menos respeita aqueles que tiveram. Se você preferir, se mude para uma sociedade, sem organização, e sem nenhuma forma de autoridade imposta. Claro que existem servidores ineficientes, mas não venha culpar os servidores pela má gestão da administração pública. Se você tiver outro meio de financiar a máquina pública, que não seja através da arrecadação de impostos, habilita-se a uma eleição para tentar mudar esse paradigma.


Olá pessoal, alguém sabe me dizer o que causou a situação econômica tenebrosa que os USA viveram em 1920?


Interessante, mas pelo que li no texto e em algumas respostas, é muito largar a mão do restante, vc não quer estado na educação, não quer ajudar a pagar a educação de ninguém, e se for fazer quer fazer na quantia que quiser, vc esquece que as pessoas são egoístas, se não tiver o Estado ninguém vai ajudar em nada, eu ainda acredito no Estado minimo, pra haver sempre menos corrupção e mais fácil de se descobri-la se acontecer, anarquia só adiantaria se o humano não fosse interesseiro e egoísta.


concordo plenamente.... 20,30,40,50 anos ou até mais..morando com a mãe e achando que tem 16... sempre falo isso e dizem que sou ranzinza hahhaha


Existem democracias melhores que a do Brasil, a Suiça é um exemplo, não é o sistema perfeito, mas por que não adotar melhorias?




Quero este artigo de volta:
Estrada abandonada é reformada por empreendedores do mercado negro, após reforma o estado se apossou novamente da estrada, e até destruiu frutas dos "contrabandistas".
www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=2512


A cultura, o jornalismo e a educação viraram um bang-bang revolucionário, onde as pessoas não entendem quais são os problemas, ou quais são as carências para se elevar a média econômica e social das pessoas.

Essa guerra cultural parece cego em tiroteio. Tem gente defendendo coisas que irão piorar a situação e destruindo coisas importantes.

As pessoas estão virando trolls, zumbis e militontos, aplaudindo até milionário falando de igualdade.


Pra começar, historicamente, o livre mercado nunca existiu, da mesma forma que o comunismo. Ambos sao utopias. Entao nao rebata meu argumento criticando o socialismo, porque nao sou socialista. Voces parecem aqueles marxistas doentes que copiam e colam a mesma historinha sobre exploraçao do homem pelo homem a cada comentário que fazem, como se essa fosse a verdade absoluta da vida, incapazes de uma resposta inteligente e reflexiva.

E o seu argumento é limitado porque ignora várias discussoes das ciencias naturais. É possível que um determinado empresário, quando confrontado sobre o impacto ambiental causado por sua empresa, argumente que a ciencia nao provou a relaçao de causa e efeito entre a sua atividade e a deterioraçao do ambiente. E ao fazer uso de um determinado tipo de metodologia mais barata, eficiente e danosa, ele conseguirá ofertar seus produtos a um preço mais baixo e com qualidade superior, que será imediatamente absorvido pelo mercado. Se considerarmos como verdadeiro o argumento liberal de que nada é público (ou planetário, coletivo, erga omnes), entao caberá SOMENTE aos consumidores individuais boicotarem essa empresa. É possível? De acordo com a utopia liberal, nao só possível como necessário. É exatamente o mesmo tipo de argumento que o outro lado usa para justificar o comunismo: é um argumento que ignora a história humana e sua estrutura biopsicológica em favor de um ideal. O ser humano DEVE agir assim para que o modelo funcione; e quando ele age irracionalmente (ou contrário ao que o modelo prega), é o ser humano quem está errado, nao a ideologia.

Felizmente, nenhuma ideologia jamais sobrevive intacta por muito tempo. Voces podem defender o livre mercado o quanto quiserem, mas ele JAMAIS será livre (AINDA BEM!). E quanto mais as contradiçoes e os desequilíbrios se acentuarem, mais perto estaremos da Noite Escura da Humanidade. Se nao nós, nossos descendentes pagarao, porque a fatura ecossistemica nao é barata e chegará COM CERTEZA.


Há um longo trecho do artigo falando exatamente sobre este período. Confira.


Errado. Funcionário público não paga imposto. E isso é fácil de comprovar.

Se um funcionário público recebe $ 10.000 oriundos de impostos pagos compulsoriamente pelo setor privado, e, se destes $ 10.000, $ 2.500 são retidos na fonte pelo próprio governo, é incorreto dizer que o funcionário público pagou $2.500 de impostos.

A analogia é a de uma quadrilha que repassa para seus integrantes o dinheiro que extorquiu dos comerciantes do bairro. Se a quadrilha extorque $ 10.000, retém $ 2.500 e repassa os $7.500 restantes para seus membros, não é correto dizer que seus membros pagaram $2.500 de impostos.

Afinal, eles não geraram esses $ 2.500 vendendo serviços consumidos voluntariamente no mercado. Os $ 2.500 são apenas uma fatia da espoliação, a qual o agente espoliador achou por bem reter para si próprio.

Logo, sim, o salário do funça é oriundo do roubo. E ele não paga imposto. CQD.


Esse artigo trata dos currency boards, seria bom um artigo retratando melhor o Brasil no século XIX e início do século XX.


Olá. Como vai? Apenas um breve comentário. Você disse que todo salário de servidor público é pago com dinheiro roubado? Não seria melhor reconsiderar esta declaração? Senão, veja: "todo" servidor público também é PAGADOR de impostos, logo, está apenas recebendo de volta o que ele mesmo entrega para o estado. Isso faz sentido para você? Fica com Deus e vamos em frente.


Só são identidades quando os bancos funcionam exclusivamente como intermediários entre poupadores e tomadores de crédito. Neste arranjo, as taxas de juros são livremente determinadas por oferta e demanda (e também por risco de crédito e perspectiva inflacionária futura) e a poupança de fato se torna investimento.

Porém, quando os bancos são livres para criar dinheiro e emprestá-lo -- pois contam com o suporte do Banco Central --, essa identidade é quebrada. As taxas de juros, manipuladas pelo Banco Central --, também perdem completamente sua função balizadora.

Portanto, no atual arranjo monetário e bancário, poupança e investimento não mais são identidades, pois o investimento pode ser (temporariamente) estimulado pela expansão artificial do crédito, sem que tenha havido qualquer poupança.

Obviamente, as consequências dessa intervenção no mercado de crédito são os ciclos econômicos.

Dois artigos sobre isso (dê especial atenção ao segundo):

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1387

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466


Intervencionismo é de Terceira-Via. Uma alternativa ao Capitalismo e ao Socialismo.


Leandro,

Na minha monografia tratei sobre a TACE e a crise de 2008, no decorrer dele afirmei que havia um descompasso entre o nível de investimento na economia e o nível de poupança e fui questionado por essas variáveis serem tidas como identidade uma da outra. Você pode me auxiliar quanto a isso?


Um bom começo seria liberar os Estados para que cada um tivesse o seu próprio salário mínimo totalmente desvinculado do nacional, inclusive com liberdade para revogá-lo.


Que tal você levá-la para sua casa e a ajudar, por livre e espontânea vontade, dando o exemplo primeiro, ao invés de exigir dos outros que o façam em seu lugar antes de você?




Eis o documentário:

https://www.youtube.com/watch?v=RIrcB1sAN8I


O artigo não comprova o que diz. Tomar casos particulares não justifica a "bondade" do 1% mais rico e, muito menos, o benefício que eles fazem a população global.


Dizer que o artigo não tem nada a ver com o autor que o escreveu é um erro constante que vejo nos comentários.
Cristopher Cantwell é um merda racista que deve ser punido com a retirada de seu artigo e, quiça, banido da vida pública.

Parabéns ao Mises Brasil pela escolha certa e prudente!


Porque não há estímulo econômico e moral para oferecer bons serviços, porque são serviços de alta demanda servidos por completos incompetentes, sim mas ainda ficará longe do aceitável, privatizar ajuda mas não resolve tudo, tem que desregulamentar e desestatizar.


Leandro,

já pensou em escrever um artigo sobre o encilhamento ou sobre as tentativas do Brasil em adotar o padrão-ouro?

Todos textos que encontrei sobre o período ou são escritos por monetaristas, ou ficam falando em burguesia opressora kk

No mais, o que acha desse texto:

www.abphe.org.br/revista/index.php?journal=rabphe&page=article&op=view&path%5B%5D=88&path%5B%5D=168

Acredita ser uma fonte confiável pra estudos?