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Quase arrisco dizer que os sistemas não são nem bons nem ruins,o problema é na sua aplicação e exequibilidade.Os atores ,participantes, "sócios"(muitos =sociedade), e executores é que vão determinar o sucesso ou não.
Mas o que se pode afirmar é que a falta de liberdade tira do ser humano o seu maior atributo, a CRIATIVIDADE,fator determinante de progresso e geração de riquezas; sem falar na MERITOCRACIA ,o que mais se esforça,estuda,trabalha tem diferença do vagaba,petista,socialista que se atira nas cordas e só quer mamar.
Todos os dias ao inicio do período recebemos um
" CHEQUE DE 24 HORAS"
para gastarmos,aplicarmos como bem entendermos, uns assim,outros assado,e os que bem aplicarem terão resultados diferentes." Uns em atividades produtivas,estudos,pesquisas. outros na rede deitados eternamente em berço esplendido, reivindicando "direitos sociais" entre um ronco e outro.
Num sistema, o vagaba preguiçoso não tem vez,e no outro pode pode viver as custas do suor alheio.
Acho então que fica claro que um é injusto, a MERITOCRACIA é fundamental,plasma bons exemplos,estimula a geração de riquezas;o todo ,o conjunto dos sócios se beneficia.Olhe as ruas de Cuba, modelo dos socialistas,as condições sociais do povo, e compare por ex com a dos Estados Unidos.
O cubano foge e arrisca a vida para ir viver nos Estados Unidos.
Alguém conhece algum americano se mudando para Cuba?
Fogem de um sistema HORRORÍVEL para ir a outro que é melhor, óbvio.
Se um lugar é muito bom, não precisa proibir as pessoas de irem embora para outro.
A imprensa mundial, que tem tetas nos governos socialistas, o professorado,pensa uniformemente a favor do esquerdismo e da castração da liberdade, pois sé usada como FERRAMENTA DE DOMINAÇÃO, mentindo como faz agora contra TRUMP. Aqui no Brasil, estamos vendo que quase toda a roubalheira deriva para despezas eleitorais,publicidade mentirosa menter no poder os criminosos da facção do Foro de S Paulo, compra de pesquisas e suborno através de bolsas e benefícios, políticos EXTORQUINDO dinheiro de grandes empresas para continuarem no poder.Matando, e talvez até derrubando avião ,fazendo o diabo se preciso for.


Ué, mas isso é fantástico. Barnabés caros, sindicalizados, encostados e improdutivos sendo substituídos por pessoas sérias, trabalhadoras e produtivas? Eu quero. E pra já!

Você acha isso ruim? Acha errado? Por quê?

Quem tem de se justificar são aqueles que defendem a manutenção dessa imoralidade.

É engraçado ver como as coisas estão invertidas no Brasil: aqui, os imorais e improdutivos exigem explicações e direitos adquiridos, ao passo que os produtivos e trabalhadores são prontamente criminalizados e acusados (a última, agora, é que eles "roubam empregos").

Nossa moral é de lascar.


Muito bom como sempre. Parabéns ao André e ao Leandro. De grão em grão...


O funcionário não poderia receber junto com o salário, porque ele gastaria.É muito difícil juntar dinheiro, com os salários de fome que são pagos no Brasil.O ideal seria sair automaticamente do salário para uma aplicação obrigatória(o INSS é obrigatório).


A terceirização não resolve muita coisa. Para começar a gerar resultados sólidos de aumento de renda, precisaria também diminuir ou abolir as burocracias inúteis para empreender no Brasil.

Mas os funcionários públicos não querem largar a mamata geradas pela burocracia.


Para trabalhadores pouco qualificados e desempregados a medida será ótima, mas e para os já empregados, cujo o salário se infla por conta dos sindicatos?

Um exemplo, uma financeira hoje é obrigada a contrata todos seus funcionários dentro do sindicato dos bancários, onde o piso e os beneficios são altos. Com a terceirização, a financeira foge do sindicato e contrata funcionários com menor salário. Nesse caso, como eu poderia argumentar para uma pessoa empregada no setor bancário que a terceirização será boa?


Estou saindo de um trabalho informal pra um como terceiro, pra ganhar mais e ter mais benefícios... Se fosse pra ser pela própria empresa não rolava.

Na situação atual econômica onde vc é demitido pq seu salário custa 2x mais pra empresa, devido a dezenas de impostos e taxas que os governo cobra, não sei porque o alarde. Vc vai virar terceiro, mas seria demitido se não fosse isso.

Até onde sei os direitos a boas condições de trabalho, e demais direitos que garantem o bem estar e segurança do trabalhador não foram alterados e valem também para terceirização.

Sobre sindicatos... tenho dó de quem acha que eles são a favor do trabalhador. Trabalhei 4 anos numa metalúrgica e pelos menos o sindicato dos metalúrgicos só que ganhar em cima de vc. Só.


Copio o que escrevi ainda ontem: se há custos trabalhistas artificialmente altos e estes puderem ser reduzidos, então eles serão reduzidos.

Se uma empresa opera com custos trabalhistas artificialmente altos -- por imposição do governo -- e estes custos podem ser reduzidos -- porque há outros trabalhadores dispostos a fazer mais por menos --, então eles serão reduzidos.

Se a empresa não fizer isso, então ela estará -- por definição -- operando de forma ineficiente. Ele não durará muito. Com efeito, essa empresa só irá durar se operar com uma reserva de mercado garantida pelo governo. Aí sim. Excetuando-se isso, ela estará queimando capital e comprometendo sua capacidade de investimento e expansão no futuro. Será rapidamente abarcada pela concorrência.

No mais, é interessante notar que as pessoas querem livre concorrência para tudo e todos, menos para elas próprias. Todos nós queremos competição entre empresas para que haja produtos melhores e preços menores, mas não queremos competição para o nosso emprego. Quando a concorrência chega até nós, queremos que políticos criem leis que garantam nossa estabilidade. Agora, querem até proibir empresas de contratar outras pessoas que não nós mesmos. Há totalitarismo maior do que esse?

Vale ressaltar o óbvio: essa lei da terceirização nada mais é do que uma permissão para que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?


Se você olhar bem, dentre os contrários, o único "argumento" real é que um trabalhador mais qualificado será substituído por outro menos qualificado. O engraçado é que isso vai exatamente contra tudo o que se sabe de economia.

Empregadores sempre querem os melhores funcionários, e não os piores. Dizer que o bom será trocado pelo ruim é uma absoluta ignorância sobre o mundo. Por essa lógica, Messi, Neymar e Cristiano Ronaldo -- e seus altíssimos salários -- estariam com seus empregos ameaçados por jogadores do Íbis. Garanto que qualquer jogador do Íbis aceitaria jogar no Barcelona ou no Real Madrid em troca de um salário mínimo. Por que esses times não os contratam?

Se um sujeito foi trocado por outro, é porque este outro, por definição, é mais produtivo que o primeiro. Não tem mágica. Por que ser contra isso? Bom, apenas os encostados e ineficientes seriam realmente contra isso. Trata-se da negação da concorrência.


Ué, mas acabou de ser demonstrado que, para trabalhadores pouco qualificados (que hoje têm o salário zero do desemprego) haverá mais oportunidades de emprego.

Segundo um estudo da FGV sobre o custo do trabalho no Brasil, "o custo do trabalhador, em média, pode chegar a 2,83 vezes — ou 183% — o salário que ele recebe da empresa, no caso de vínculo de 12 meses de duração de um contrato CLT".

Isso quer dizer que, em vínculos empregatícios de 12 meses, se o trabalhador recebe o salário mínimo -- que é de R$ 937 --, seu empregador está desembolsando, na verdade, R$ 2.651 apenas para poder manter esse funcionário.

E isso significa, por definição, que, para compensar sua contratação, o trabalhador precisa de uma produtividade de, no mínimo, R$ 2.651 para poder trabalhar legalmente.

No Brasil, portanto, o valor mínimo que você tem de produzir para valer a pena ser contratado é R$ 2.651 por mês. Este é o valor do salário mínimo mais todos os encargos sociais e trabalhistas.

Quem produz menos que isso não será contratado. Graças à CLT.

Com tantos custos gerados pela CLT, com uma economia há três anos em recessão e com 13 milhões de desempregados, haver empregos abundantes e permanentes para todos é impossível. Pior: para quem está atualmente desempregado, uma recolocação no mercado de trabalho pode ser insuportavelmente demorada. E traumatizante.

Consequentemente, a permissão da terceirização de atividades surge como uma possibilidade para as empresas e os negócios que, ainda receosos, têm medo de contratar alguém sob o regime da CLT, mas suspeitam que já poderiam recolocar novos empregados no mercado. Assim, esses agentes podem contratar uma empresa que terceiriza o trabalho e, caso o negócio não esteja progredindo como esperavam, basta romper o contrato.

E o trabalhador, por sua vez, continuará empregado, pois terá vínculo empregatício com a empresa que terceiriza, e pode, por conseguinte, ser prontamente realocado em uma nova empresa contratante.

Qual o argumento contra isso?


Agora, se um sujeito tinha um emprego e foi substituído por outro trabalhador, então a conclusão óbvia é que este outro trabalhador é mais produtivo que o primeiro. Questão simples, básica e puramente econômica.

Qual o argumento contra isso?



Como lidar? Estudando mais, pois tudo o que você falou não só é errado, como a realidade é exatamente oposta.

"ausência de regulação favorece a formação de cartéis"

Errado. Quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado, garantindo grandes concentrações financeiras, é e sempre foi exatamente o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam.

Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, TV a cabo, internet, postos de gasolina etc.).

Artigos para você sair entender isso:

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

O estado agigantado gerou o estado oculto, que é quem realmente governa o país

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

E você ainda acredita que é o estado quem vai impedir a concentração do mercado, aquela concentração que ele próprio cria e protege?

"Existem monopólios e oligopólios naturais, que surgem independentemente das barreiras impostas por estados sobre mercados."

Errado de novo. Não há e nem nunca houve monopólios no livre mercado. Empiria pura. Pode conferir aqui:

Monopólio e livre mercado - uma antítese

O mito do monopólio natural


Existe um projeto tramitando no senado que se aprovado e sancionado, poderá dar um grande passo atrás na PL da terceirização. Alem disso, lamentavelmente existe boa chance do presidente não sancionar esse PL, ao menos na integra. Quero muito estar sendo pessimista e no fim estar completamente errado, mas quando se trata de agentes do estado, não consigo ser otimista. Abs.


Apesar da medida ser boa para reduzir o desemprego e aumentar a competitividade das nossa empresas a longo prazo, sabemos que para trabalhadores pouco qualificados a medida trará uma queda salarial. Então como poderia argumentar com alguém que esteja nessa situação?


Terceirização é a solução... O legal deste sistema é que as empresas poderão contratar temporariamente mão de obra das empresas intermediárias, portanto poderão reduzir custos e fazer pacotes customizados para seus clientes. Exemplo: as empresas de bufêt não mais precisarão manter um corpo fixo de funcionários e ao terceirizar sua atividade-fim ela repassará para seus preços finais este abatimento de custos. Conclusão: mais festas poderão ser agendadas, pois a clientela potencial é enorme.

Enfim quem viver verá essa transformação para a melhor no mercado de trabalho...

OBS:Estou falando de negócios e custos, pois quanto ao stress, cansaço, remuneração aí a conversa já é outra, mas terceirização eu aprovo...


Dois problemas não enfrentados:

1) Regulação favorece a formação de oligopólios? Sim. Mas ausência de regulação favorece a formação de cartéis.
2) Existem monopólios e oligopólios naturais, que surgem independentemente das barreiras impostas por estados sobre mercados. Como lidar com esse tipo de situação?



De sentenças assim como ''no Brasil as leis não funcionam" derivam teorias conspiratórias do "capital internacional" e dos "grandes bancos e investidores especulativos que causam propositadamente as crises econômicas brasileiras por serem inerentes aos seus lucros".

É quase o prefácio um livro do Mec.


Talvez (ênfase no talvez) o minarquista tenha referenciado seu post no conceito de enfiteuse.

"Durante o período colonial, a Coroa Portuguesa, diante da existência de largas áreas de terras abandonadas em seu território, decidiu utilizar compulsoriamente o aforamento, através do instituto da sesmaria, segundo o qual o proprietário do solo tinha de aceitar a presença em suas terras de lavradores que iriam utilizá-la mediante remuneração. O sesmeiro, autoridade pública criada em Portugal, distribuía e fiscalizava as terras incultas.

Em 10 de abril de 1821, foi expedido um alvará estabelecendo que todos os aforamentos existentes no Império Português seriam transformados em enfiteuses.

A diferença básica entre aforamento e enfiteuse era a duração: o aforamento ou emprazamento durava um período especificado em contrato, enquanto a enfiteuse era perpétua.

Historicamente a enfiteuse teve como objetivo permitir ao proprietário que não desejasse, ou não pudesse usar o imóvel de maneira direta, poder cedê-lo a outro o uso e o gozo da propriedade, o qual se obrigava ao pagamento de uma pensão anual para utilização do fundo, funcionando como um arrendamento perpétuo. Também foi importante para o surgimento de muitos municípios brasileiros."

Em resumo, é sobre os aforamentos e enfiteuses que se baseiam as 'jurisdições' dos cartórios de imóveis e sobre os quais há poder delegado via município (quem, segundo a constituição federal tem responsabilidade outorgada pela União para parcelamento do solo).

P.s. Esse post não é uma apologia ao sistema brasileiro, pelo contrário, mas para enriquecer a discussão; conhecer os conceitos de como se deu, desde 1500, o loteamento de terras no país, pode ser importante para os estudos liberais sobre direitos de propriedade.


O trecho abaixo destacado pode ser resolvido de modo simples.

"O que me deixa desconfortável, é saber que fazemos o mesmo trabalho e recebemos quantias muito discrepantes, esse universo aí que você está sugerindo é muito simplista, são n fatores que determinam os salários, agora na minha cabeça simplesmente não entra duas pessoas de mesma idade, entrando na mesma empresa, fazendo o mesmo trabalho ter diferentes salários pq um é contractor e o outro é empregado".

Por que raios não doa parte do seu salário pra minimizar esse "desconforto" de ganhar mais com menos qualificação ?

P.s. por um instante parecia que era um case da Ptroubras mas felizmente é da ExxonMobil, uma empresa privada e zero estatal; então se preferem pagar mais pra quem é menos eficiente, que façam o que bem entenderem com o próprio dinheiro.


Macri tem tudo contra ele, qualquer coisa que faça e um grande feito, Dória tem maioria na câmara, muita popularidade e o governo do estado de SP a seu favor, tudo que fizer ainda é pouco.


sua carteira de trabalho tem registros?? quando foi o último?? vc presta serviço com exclusividade? pode ser que umas notas para outras empresas ajude caracterizar melhor a empresa...


Rá, eu sabia! Era só apertar um pouquinho que o sujeito entrega o ouro. O problema nem é o fato de que esse seu cenário é ridículo; o problema é que ele é completamente sem sentido.

Mas, ainda assim, vale a pena destrinchá-lo.

"Se a Volkswagen quisesse, por exemplo, mandar a montagem do Gol pra "Zelão Montagens" aqui na esquina de casa, ela sempre pôde fazer isso. Mas não é isso que a VW quer com a nova lei: ela quer botar os funcionários do Zelão dentro de sua própria fábrica em São Bernardo do Campo"

Para começar, e só para começar, não tenho a mais mínima simpatia por funcionários de montadoras automotivas. Este é o setor mais protegido pelo governo e o mais fechado da economia. Há uma tarifa de importação de 35% sobre automóveis estrangeiros e, para piorar, é absolutamente proibido importar carros usados (uma prática corriqueira nos EUA e na Alemanha, por exemplo).

O brasileiro tem acesso a carroças, mas paga preços de Cadillac. Trata-se de um setor que sobrevive à custa do esbulho da população, principalmente do mais pobre, que se endivida eternamente para comprar um Gol 1.0 fodido.

Quanto mais cedo essas montadoras brasileiras sumirem de cena, melhor será para a população. Suíça, Irlanda, Islândia, Chile e Nova Zelândia não têm montadoras. Consequentemente, a tarifa de importação de automóveis estrangeiros é zero. Por causa disso, toda a população tem acesso a carros bons e baratos.

Aqui no Brasil, para sustentar a mamata dos empresários e dos sindicalistas dessas montadoras, toda a população é submetida a preços abusivos e mantida cativa em um mercado fechado.

Não tenho o mais mínimo dó de empregados de montadoras.

Se a VW levar os funcionários da "Zelão Montagens" para suas fábricas, e se livrar de todos os outros funcionários sindicalizados e altamente bem pagos, acharei ótimo. Aliás, o que você tem contra essa ascensão social dos mais desafortunados?

"treiná-los e manter todo o know-how sobre seus automóveis dentro de sua empresa, pra, no final do mês, só pagar uma nota fiscal pro Zelão com o salário de todos os funcionários"

Nossa! Quer dizer então que a VW vai abrir mão de toda a sua mão-de-obra treinada (na qual ela gastou milhões de reais) e vai substituí-la por pés-de-chinelo?

Se isso de fato acontecer, então é sinal de que a atual mão-de-obra da VW é uma porcaria. Se eu trabalhasse para uma empresa e fosse substituído por peões pés-de-chinelo de uma birosca ao lado, teria vergonha de mim mesmo. É sinal de que um sujeito sem nenhuma instrução e qualificação faz um trabalho tão bem quanto eu. Nem teria coragem de me olhar no espelho. Eu imediatamente criaria vergonha na cara e iria me especializar.

No entanto, acho até que você tem razão. Realmente, é bem provável que os funcionários pés-de-chinelo da Zelão Montagens sejam bem melhores que a atual mão-de-obra sindicalizada e protegida da VW. É exatamente isso o que acontece com quem trabalha em reservas de mercado garantidas pelo governo. O sujeito fica mole, preguiçoso e desqualificado.

A VW faria muito bem em trocar essa sua mão-de-obra frouxa pela do Zelão.

"e quando der na telha, poder demití-los sem se preocupar com aviso prévio, FGTS e toda a burocracia"

Ou seja, você nem sequer entendeu o mais básico sobre essa lei da terceirização (mas quer comentar sobre ela assim mesmo): a lei, infelizmente, não mexe em absolutamente nada da CLT. Sendo assim, excrescências como FGTS, aviso prévio, 13º, e jabuticabas afins (que só existem no Brasil), continuam intactas.

Portanto, você falou merda. Comprovou que está criticando uma lei sem saber nem sequer o mais básico sobre ela.

Outra coisa que não entendi: primeiro a VW troca toda a sua mão-de-obra ruim pela do Zelão, que é bem melhor. Aí, segundo você, após um mês ela demite toda a mão-de-obra do Zelão. E depois disso? A fábrica fecha? Quem irá trabalhar nela? Se a montadora demitiu toda a sua mão-de-obra, e duas vezes, então isso significa que ela vai fechar? Se sim, e como explicado acima, excelente notícia. Quanto mais cedo essas montadoras desaparecerem, maiores as chances de as tarifas de importação para carros genuinamente bons serem reduzidas (quiçá zeradas).

Ah, sim, ouvi dizer que americanos, honconguêses, cingapurianos e dinamarqueses (países com o mercado de trabalho mais desregulado do mundo) estão vindo em revoada para o Brasil. Eles ouviram dizer que aqui tem um tal de FGTS (que confisca o salário do trabalhador e o devolve corrigido abaixo da inflação) que é uma maravilha. Eles sempre sonharam com isso.

É cada coitado que vem chorar aqui.


Concordo.
Qual o problema de comer McDonalds?
Quem prefere comida fitness, coma comida fitness.
Ahhh... cada um come o que quer, pronto.


Caro Henrique,

Fiquei com uma dúvida.
É do meu interesse pessoal poder fornecer meus serviços à empresa que trabalho como PJ ao invés de continuar nesta CLT maldita.

No entanto, eu gostaria de fazê-lo deixando meu empregador com total segurança jurídica de que eu não possa "metê-lo no pau".

Com esta nova lei eu consigo desenhar contratos que desvinculem o vínculo trabalhista (e portanto o risco trabalhista)?
Como eu posso argumentar, por exemplo, ter um e-mail da empresa com meu nome e ainda dizer que sou não empregado celetista?

P.S: Vale ressaltar que meu empregador é totalmente avesso à risco trabalhista, já passou por situações bem chatas no passado (afinal a grande maioria dos processos trabalhistas é vagabundagem de funcionário malandro aproveitador) e por isso está totalmente desconfiado de tudo e todos.


É surreal ler um comentário que diz que "No Brasil as leis econômicas não funcionam".

É abismal o nível de vira-latice do brasileiro. Parece que vivemos em uma realidade paralela onde leis naturais que funcionam com toda CIVILIZAÇÃO HUMANA no PLANETA INTEIRO ao longo de TODA A HISTÓRIA magicamente deixa de funcionar em terras tupiniquins...

Não sei se rio ou choro diante disso.


Se o cara é irresponsável e burro o suficiente pra fazer uma família sem ter qualificação nenhuma, é claro que nunca vai ser possível convencer ele de nada correto.


Sinceramente, não vejo vantagem nenhuma na decisão do STF. Fosse a Dilma no poder este placar seria de 4 x 6 a favor do governo, então inconstitucionalidade seria constitucional. O governo disse que vai gastar X e não vai gastar menos por conta disso, até o final do ano o X será gasto, senão mais. Tudo ocorreu assim apenas para desgastar ainda mais o governo que continuará gastando X e terá de aumentar impostos para isso. Se o governo estivesse cortando gastos eu estaria feliz, mais assim do jeito que foi feito não terá efeito nenhum para nós. Esta decisão é a mesma coisa que a decisão da Aneel reconhecendo que cobrou mais na conta de luz e que tudo será pago aos consumidores em aumentos menores na conta de luz.


Para vocês notarem como a moral dos petistas é imunda, é só ver que situação ridícula eles se meteram ao chegarem ao ponto de defenderem nos comentários das redes sociais a JBS/BRF e atacarem a operação que descobriam as adulterações.
www.ceticismopolitico.com/blog-de-renato-rovai-emite-narrativa-podre-para-defender-carne-podre-da-friboi-simbolo-da-era-petista/

O único argumento econômico oferecido é que isso "vai afetar nossas exportações".
Esse tipo de argumento mostra como a mentalidade protecionista e estatista destrói a ética de um indivíduo.
Exportação NUNCA foi "algo bom" para a população (não quer dizer que é ruim). Exportação feita no modelo atual brasileiro é bom unicamente para o governo e principalmente para megaempresários. Não é porque o dinheiro está entrando no país que os pobres estão ficando com mais dinheiro ou comendo melhor.

E mesmo se esse argumento estivesse correto, vender carne adulterada é algo INACEITÁVEL. Em uma economia de mercado, a empresa que fizesse isso dificilmente recuperaria sua reputação.


O 13º salário está embutido no salário do trabalhador, não é nenhum favor que as empresas fazem. Se o empregador não consegue ver isto é sinal de que nem deve ser empreendedor. O 13º salário nada mais é do que o dinheiro do trabalhador que o empresário deixou de pagar durante um ano para pagá-lo apenas no fim do ano, enquanto isso este dinheiro ficou rendendo em sua poupança. Deixar de pagar esse dinheiro é a mesma coisa que dizer que esse desconto do meu salário deve ficar para o empreendedor. Agora vai pedir 10% de aumento no seu salário pra você ver, vão chorar até o fim.



Pra quem quiser acessar os artigose não sabe como, clique no link do leandro, copie o "doi"ou o link e cole no site sci-hub.cc. Abraços



Na Dinamarca, existem milhares de programas sociais de proteção ao cidadão. Evidentemente, os dinamarqueses podem se dar ao luxo de ter leis trabalhistas mais simples. Eu disse mais simples, mas não piores que a nossa. O dimarquês ganha renda mínima, ganha bolsas para estudar, bolsas para criar filhos, constituir família, existem inúmeras proteções aos idosos, deficientes e minorias. Para um dinamarquês sair de sua casa ou deixar seus afazeres e estudos oara trabalhar, o salário tem que ser muito alto.


Pois bem, você deveria defender quem não pagasse o imposto de renda não tivesse o direito de usar nenhum serviço púnlico, nem o direito a sair na rua, usar uma calçada, uma rua asfaltada e a iluminação mantida pelo poder público.


Então você realmente acredita que o estado (poder executivo) vai simplesmente dar adeus à esse dinheiro e não vai tentar elevar outros tributos para compensar a perda?


Nada impede caro. Mas veja esse caso. Se a Volkswagen quisesse, por exemplo, mandar a montagem do Gol pra "Zelão Montagens" aqui na esquina de casa, ela sempre pôde fazer isso. Existem diversas empresas que fazem fabricação e montagens de máquinas complexas para outras. Mas não é isso que a VW quer com a nova lei: ela quer botar os funcionários do Zelão dentro de sua própria fábrica em São Bernardo do Campo, treiná-los e manter todo o know-how sobre seus automóveis dentro de sua empresa, pra, no final do mês, só pagar uma nota fiscal pro Zelão com o salário de todos os funcionários e, quando der na telha, poder demití-los sem se preocupar com aviso prévio, FGTS e toda a burocracia. A especialização que você cita, continua com a VW. O Zelão, que é o intermediário, não precisa fazer ideia do que é uma embreagem ou um virabrequim, pois o trabalho dele é só gerar as folhas de pagamento, cumprir com as obrigações trabalhistas e administrar os funcionários que, num sentido mais amplo, nem são seus de verdade (às vezes ele nem os conhece pessoalmente!).


Lanço um desafio a qualquer um aqui:

Fazer uma lista de tópicos contra a terceirização para uma pessoa de meia idade, com família e sem qualificação técnica alguma, cuja carteira não tem uma década assinada. Convença-o de que é um mau negócio.


O estado matou a liberdade dos açougues em prol dos empresários corporativistas

Há dez anos havia uma predominância muito maior de açougues de bairro. Eram comércios na maioria das vezes confiáveis e a procedência das carnes normalmente não era tão duvidosa quanto a vendida no supermercado.

Geralmente os donos desses açougues eram pais de família que manipulavam a carne com certo rigor, contratavam gente da vizinhança pra dar aquela força no comércio, faziam o bom e velho fiado pra quem não podia pagar na hora, enfim, era um tempo onde havia maior proximidade entre os produtos de consumo e o consumidor.

Mas eis que apareceu o governo e suas "bondades". E aí o açougueiro foi para o abismo com uma série de taxações, regulações, decretos, portarias, leis inúteis, legislações pesadas e tudo o mais necessário para acabar com um negócio promissor e confiável sob a desculpa de proteger os clientes daquele "malvadão" que – absurdo! – quer trabalhar e lucrar com o comércio de carnes.

E são tantas regras "protecionistas" que, sabendo da impossibilidade dos donos em cumpri-las de forma plena, os fiscais do governo se aproveitam da situação para caçar "irregularidades" como "a cor da parede", pedindo aquele salário mínimo para assinar o alvará de funcionamento.

Enquanto isso, o estado isentou as grandes empresas de impostos e multas sempre que possível, bem como das regras sanitárias que o açougueiro da esquina tem que cumprir. Enquanto o dono do açougue do bairro era impedido de obter uma mísera linha de crédito para investir em seu negócio, o governo fornecia uma gorda verba para as grandes empresas por meio do BNDES.

E veio o período maquiavélico de "aos amigos os favores, aos inimigos a lei", onde não há nada que impeça as grandes empresas. As dívidas caíam de 1 bilhão para 320 milhões, a "fiscalização" sanitária se tornou aliada e o Ministério da Agricultura passou a conceder seus selos livremente para os amigos do governo. Claro que isso teve um custo, pago com aquela verba pra campanha eleitoral para "resolver" tudo.

E o resultado não poderia ser diferente: nos baseando na confiança em um selo estatal e no sorriso técnico do Tony Ramos afirmando que "carne confiável tem nome!".

O corporativismo, ou seja, a aliança entre estado e grandes empresários, nos trouxe resultados deploráveis. Mas o malvado continua sendo o seu José da esquina, aquele que queria vender suas carnes e terminou fechando por excesso de burocracia estatal. Enquanto isso, os corporativistas da JBS, BRF e companhia cairão no esquecimento em breve.

O corporativismo brasileiro é um desastre sem fim.


A CLT funciona tão bem que há 13 milhões de desempregados no Brasil querendo trabalhar, mas o governo não deixa.

No Brasil, o valor mínimo que você tem de produzir para valer a pena ser contratado é R$ 1.900. Este é o valor do salário mínimo mais todos os encargos sociais e trabalhistas. Quem produz menos que isso não será contratado. Graças à CLT.

Aliás, estou de olho nesta turminha de classe média com carteira assinada chamando 12 milhões de brasileiros (na sua maioria negros, pobres e mulheres), de escravos por não terem a benção da CLT.

A pessoa paga 57.56% do seu salário apenas em impostos sobre o trabalho e ainda quer zoar quem não tem condições de produzir os R$ 1.900 necessários para estar "legalizado" no Brasil.



Ufa! Só agora saquei que você estava esse tempo todo só de zoação. Eu tava até achando estranho. Pensei: "não é possível; alguém não pode ser tão ignaro assim". Só agora que entendi todo o espírito da coisa. Você é só um liberal zoando o discurso ingênuo da esquerda romântica e adoradora de políticos. Caí nessa direitinho.


Prezado Paulo, você reclama que teve emprego e salário, mas não ganhava tanto quanto os funcionários mais antigos e experientes. Você foi contratado a um salário menor e achou isso injusto. Queria já chegar ganhando o mesmo tanto que funcionários melhores e mais experientes, que já estavam lá há anos. É isso mesmo?

Não posso acreditar.

Outra coisa: você teve salário e emprego (e ainda teve plano de saúde!) graças à possibilidade de terceirização. E se fosse proibida a contratação de terceirizados? Será que você teria tido esse emprego e esse salário? Será que você sequer teria tido essa chance?

Desculpe, mas parece que você está cuspindo no prato que comeu. Você teve emprego e renda (e plano de saúde!) graças a uma liberdade de contrato, e agora vem dizer que essa liberdade foi ruim para você? Bom mesmo seria se o mercado de trabalho fosse restrito. Aí sim você já seria contratado como presidente...

É interessante como você parte do princípio de que o mundo não só lhe deve emprego e renda (e plano de saúde!), como ainda lhe deve um emprego extremamente bem-remunerado imediatamente após a contratação (você já quer entrar ganhando o mesmo tanto que os funcionários mais antigos e experientes).

De fato, ainda estamos deitados em berço esplêndido. Aqui todo mundo só quer saber de direitos.


P.S.: ainda no aguardo de você responder à pergunta do Leandro (a que aparentemente te deixou assim tão zangado): a terceirização nada mais é do que permitir que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?


Pessoal,

favor apurar uma informação que tive, a de que tem falsários comprando bolívares (agora o que vale é só o papel) e imprimindo dólares em cima.


O que posso adiantar é que meu raciocínio é baseado em vivência como ex-funcionário terceirizado de uma empresa multinacional e que, se depender de mim, não pretende voltar pra essa vida.

No meu caso, a margem que a empresa terceirizada levava era de cerca de 1/3 do custo total. Meu salário, assim como os demais colegas terceirizados, era menor do que o dos funcionários efetivos de mesma função, nosso plano de saúde era pior, éramos sempre os primeiros da lista em caso de cortes de pessoal e, ao contrário dos empregados efetivos, não tínhamos plano de carreira e a simples ação de pedir um aumento, por exemplo, era quase impossível pelo fato de ter dois patrões e um ficar jogando a responsabilidade nas costas do outro como desculpa esfarrapada. Em resumo: uma merda.



Não existe mundo perfeito meu caro,a livre-negociação é melhor por que ela é decidida caso a caso,e todos sabemos que os problemas no local de trabalho são diferentes e portanto a lei não consegue abranger todos eles,enfim regulamentações demais ou de menos só atrapalham as relações entre indivíduos...


Esse comentário não faz o menor sentido. Vc usa a linguagem jurídica e estatal para condenar pessoas, mas sem nenhum processo. Ter um cargo publico não pode ser crime no regime atual. Se vc se revelasse seria claramente processado por calunia e difamação. Pois não crime sem lei que o prescreva. Que é isso? Os libertários querem se unir aos marxistas para ditar regras de moral ao mundo. A existência de um aparato que extorque e atrapalha o desenvolvimento da população, pode ser imoral mas não pode ser considerado crime no sistema atual. Tente convocar uma assembleia constituinte libertaria e acabe com o sistema atual e talvez no seupais seja crime. Como podemos responder por crimes, contra uma legislação ideológica que ignoramos, que não aprendemos nem em casa e nem na mídia. Embora os recursos da receita federal sejam usados de ma fé, isso não faz da sua existência um crime. Antes de tudo existe um regulamento, produzido pelo consentimento da sociedade que prevê a existência daquele órgão. Pelo seu ponto de vista todas as pessoas são criminosas porque o estado não tributa tudo, mas regulamenta tudo. Então para ser um libertário coerente eu teria que cancelar meu CPF, abrir mão de todo beneficio estatal que veio parar nas minhas mão, mesmo sem que eu ferisse ninguém, renunciar minha cidadania brasileira, o que mais. Resumindo ter pessoas que respeitem os direitos civis e as liberdades individuais dentro do estado, é bem melhor do que ficar se gabando e massageando o próprio ego dizendo pra todo mundo, olha só nós estamos certo, todos vocês são ladroes, sem fazer nada pela liberdade.


Eu retiraria da conta os valores referentes a Aviso Prévio, já que essa previsão torna-se disponível ao contratador caso não haja demissão ao final de um ano. Ou seja, é um valor que, no fundo, incide em 1 ano só, não em todos. Além disso, empresas maiores não precisam fazer um caixa desse por trabalhador, já que a chance de um aviso prévio da empresa inteira ao mesmo tempo é mínima.

Em compensação, daria para incluir:
- O valor que o cara tem que pagar para o sindicato (1 dia de trabalho)
- O valor de um fundo de reserva para caso a empresa sofra um processo trabalhista


O estado cobra pela garantia de segurança que você tem de abrir uma empresa.Entendeu?

Num sistema selvagem de 200 mil anos atrás você não poderia empreender. O estado cobra isso(os valores podem ser discutidos).A dívida com o estado é eterna. O estado vende uma mercadoria cara: a proteção. Se o estado fosse pequeno demais, você teria que pagar às máfias.Entendeu?

Nós devemos ao estado,mesmo imperfeito; a liberdade. Sem o estado não seríamos livres e retrocederíamos à selvageria de 100 mil anos.

Há mais ou menos 11 mil anos, um caçador jovem atrapalhou a caça e ele deveria ser morto. Mas fez-se uma reunião dos líderes(estado) e ele foi perdoado. Entenderam o que é o estado?
Não adianta citar Dinamarca, EUA, Noruega. Lá o estado é também autoritário.


Agora uma coisa que gostaria de perguntar/sugerir... E não tem muito a ver com este assunto.

Quando o presidente Macri tomou atitudes relevantes para colocar a Argentina nos trilhos, foram publicadas várias matérias sobre o mesmo...

Na minha opinião o Dória (prefeito de São Paulo) tem feito coisas muito importantes também ao buscar a privatização de vários patrimônios estatais... Através de parcerias e DOAÇÕES de entidades privadas, ele parece estar conseguindo desinchar e remover a ferrugem da máquina pública...

E, a partir de alterações significativas em uma única cidade, tem causado um efeito interessante em toda a política... Caso ele finalize com sucesso seu mandato, o legado que ele deixará será muito bom... Tanto na economia da cidade, como servindo de exemplo para outros políticos... A pergunta/sugestão é...: não seria interessante fazer também um artigo apresentando as propostas desestatizantes desse prefeito também?

Na minha opinião, as ações dele, focadas em uma cidade, podem desencadear uma reação em cadeia histórica na gestão pública... (Eu entendo que o instituto não apoia governo algum... Mas se vale para o Macri, deveria valer para o Dória também, ou não?). Ou vocês não vêem o Dória dessa forma?

Eu tenho acompanhado de longe os programas que ele tem proposto e estou animado/esperançoso.


Se há custos trabalhistas artificialmente altos e estes puderem ser reduzidos, então eles serão reduzidos.

Se uma empresa opera com custos trabalhistas artificialmente altos -- por imposição do governo -- e estes custos podem ser reduzidos -- porque há outros trabalhadores dispostos a fazer mais por menos --, então eles serão reduzidos.

Se a empresa não fizer isso, então ela estará -- por definição -- operando de forma ineficiente. Ele não durará muito. Com efeito, essa empresa só irá durar se operar com uma reserva de mercado garantida pelo governo. Aí sim. Excetuando-se isso, ela estará queimando capital e comprometendo sua capacidade de investimento e expansão no futuro. Será rapidamente abarcada pela concorrência.

No mais, é interessante notar que as pessoas querem livre concorrência para tudo e todos, menos para elas próprias. Todos nós queremos competição entre empresas para que haja produtos melhores e preços menores, mas não queremos competição para o nosso emprego. Quando a concorrência chega até nós, queremos que políticos criem leis que garantam nossa estabilidade. Agora, querem até proibir empresas de contratar outras pessoas que não nós mesmos. Há totalitarismo maior do que esse?

Vale ressaltar o óbvio: essa lei da terceirização nada mais é do que uma permissão para que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente -- por favor, me digam -- seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?


Todas as empresas deviam ter isso, não só as terceirizadas.


Ei, Marcelo Siva, quer falar de escravidão? Vamos lá (aliás, é hora de você começar a responder perguntas, como todos fizeram com as suas):

Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

No aguardo das suas respostas.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2383


Estado acabar com escravidão?! Essa é nova. A escravidão era uma política estatal. O estado não só legalizou a escravidão, como ainda protegia seus praticantes.

Outra coisa: quem é que toma 40% da renda das pessoas e não devolve nada em troca? Quem é que confisca 40% dos frutos do trabalho alheio a troco de nada? Isso sim é escravidão.

Brasileiro, realmente, é patético: ele condena a pessoa que lhe garante uma renda e glorifica os vagabundos (políticos e funcionários públicos) que confiscam os frutos do seu trabalho.

Beira a ficção. Se alguém me contasse eu não acreditaria.

Ou temos capitalismo ou temos escravidão - não há terceira via



Parabéns pelo Artigo.
Realmente foi o melhor artigo, jamais publicado em um Site na Web.
Concordo com tudo que foi dito e publicado, em números, gênero e grau, e acrescento mais ainda. "POVO DESARMADO É POVO SUBJUGADO".
Se os judeus estivessem armados na época da 2ª Grande Guerra Mundial, como estão hoje, o mané do Hitler não meteria a besta com Eles. Assim é a vida real e hoje estamos a mercê da bandidagem, que está subjugando o Cidadão de bem e o nosso Governo não faz nada. Mas o desarmamento no Brasil continua ferrando com todos os brasileiros, fruto da política ditatorial dos Petralhas cujo interesse principal do desarmamento da população é justamente para fazer o que quiserem, ou seja, roubar como nos mostra a mídia brasileira, e não haver uma reação positiva armada da população.
Nosso direitos realmente só existe no papel, pois, não temos nem o direito de defesa e muito mais em pensar em reagir a defender-nos, transformando-nos num bando de bundões sequelados pelo cancro da bandidagem e da política oriunda de Fidel Castro. Em todo governo ditador, a primeira coisa que ele faz é desarmar a população. Isto foi visto agora nos Governos que antecederam o do Temer. E hoje este Estatudo do Desarmamento é o espelho de uma politica radical e nefasta à segurança individual do Cidadão de bem. Bolsonaro neles.


Não, não estava vigorando. Mas estava tramitando desde há quase duas décadas.


Qual o limite da escravidão? O que é escravidão? Se eu estiver num campo de concentração, eu sou livre para empreender? O estado surgiu exatamente para controlar a subjugação absoluta.
A dor de cabeça é exatamente essa: como construir um mundo não retrocedente a escravidão?


Estranho, essa exclusão do ICMS da base de PIS / COFINS já está vigorando há algum tempo, não? Me lembro de ter visto isso há cerca de 2 anos atrás... Mas era para a importação... Não me recordo se funcionava para produção nacional.

Me alegro, porque o cálculo do PIS/COFINS ficou um pouco mais simples, o que por si só já é um ganho... Mas quanto ao ganho em $$ para o setor privado, creio que ele será muito breve... No caso dos importados, menos de 1 ano depois desse ajuste de cálculo, aumentaram a alíquota de PIS/COFINS para "compensar as perdas de arrecadação". (Antes eram: 7.5 e 1.65... E foi alterado para 9.1 e 1.65)... Se não me engano... (Eu não tenho fontes, mas me lembro de ter acompanhado de longe essas mudanças em alguns sistemas que cuidei no passado na empresa para qual trabalho)

Ainda assim, é uma ganho pontual na produção... E uma simplificação na regra de cálculo...


Tanaka, esse tipo hipócrita aí eu conheço de longuíssima data. O sujeito que se diz es-can-da-li-za-dís-si-mo com isso que você descreveu é o mesmo que dispensa a emprega doméstica quando descobre que ela está grávida. E que também não contrata doméstica casada e com filho.

Aliás, se o Marcelo Silva for minimamente coerente, a primeira coisa que ele faria agora seria contratar uma empregada doméstica grávida.


Nossa! Que crime! Onde já se viu isso, empresas preferirem contratar pessoas trabalhadoras, honestas e produtivas em vez de pessoas que querem "judicializar" para ganhar mordomias e privilégios por meio da Justiça do Trabalho?

Um absurdo isso. Precisamos de mais políticos e mais funcionários públicos (e mais impostos) para evitar esse descalabro!

Não passarão!


A que servilismo nos chegamos, hein? O estado nos rouba e ainda temos que ficar felizes com um pouco das nossas próprias migalhas que ele nos devolve. subversivoxxi.blogspot.com.br/


Acho que você me convenceu. Mas, e se tiver salários elevados e protegidos pela CLT, não seria razoável imaginar que esses salários cairiam caso os erviço fosse terceirizado? As tais ''reservas de mercado''..

E também, com a hipotéca extinção da CLT, os processos trabalhistas, que custam dinheiro a empresa, seriam reduzidos , mas também nem todos os processos eram ilegitimos. Exemplos são os calotes salariais, pagamentos pela metade, que são, ''quebras de contratos''. Com contratação por PJ , esses processos vão para a justiça comum, que é lenta e burocratica. Isso não pode resultar em um aumento de abusos contratuais e insegurança juridica para os trabalhadores? Os patrões cientes que podem calotear o funcionário, e com a facilidade de demissão e contratação, poderiam ''abusar'' dessa falha de justiça

Por isso sempre vejo com ''mal olhos'' essas reformas pela metade, gambiarras Brasileiras mesmo, que tentam reduzir custos não por uma reforma na CLT ou abolição, mas por meio de outra lei que contradiz as anteriores


Acoplado a isso vêm os contratos de 9 meses, ou seja, as empresas que prestam serviço de terceirização contratarão seus funcionários por 9 meses e depois dispensarão. Não terão mais 13 proporcional e nem direito a férias. Não é tão simples assim como o artigo mostra.
A previsão é termos mais 1 milhão de desempregados? Isso é muito pouco para mais de 20 milhões que terão seus direitos reduzidos a nada. Acho que é necessária uma flexibilização da CLT, pois realmente os encargos são altos, e, como empresário, sinto isso no bolso. Mas também acho que ter funcionários sem direitos não é a solução. A galera de TI, por exemplo, vai se dar muito mal. Serão contratados somente por projeto, ninguém mais terá estabilidade. Alguns ganham emprego, outros perdem. Minha mulher é publicitária. Na área dela, mais da metade das pessoas perderiam o emprego com essas novas regras. Acha que o camelô da rua vai querer trabalhar pra uma empresa de terceirização, ralar pra ganhar 800 reais no fim do mês, sem férias, sem 13, sem fgts?
Um bom profissional poderá ser substituído por funcionários descartáveis de empresas terceirizadas. Não sou contra a terceirização, mas o pacote que vem com ela. O modo como será aplicada nas atividades fins. Pois em nenhum momento será usada de maneira a se especializar uma função, e, sim, única e exclusivamente para diminuir custo. Não fará com que se contrate mais


Tentando descrever funcionalidade e chamar de utilidade parece ser umas das artimanhas socialistas novas... se bem que eu sou novo nisso aqui então que é que eu sei, ne?
E, como sempre, o (instituto) Mises detona ndo com os socialistas.


Prezado Adonay, a regra é extremamente simples: o empregado é pago de acordo com aquilo que ele produz.

Se você produz $ 1.000, você não pode querer receber mais que $1.000.

Agora, se você produz $ 1.000, outra pessoa produz $ 2.000, e você custa mais para o seu empregador do que a segunda pessoa, então é óbvio que tem alguma coisa fora do lugar.

Felizmente, agora você corrigiu sua fala: o contractor não cria mais valor para a empresa do que você; você é que, por impulso humanitário (mas desconsiderando completamente a contabilidade), achou que ele deveria ganhar o mesmo tanto que você.

Sorry, mas não é assim que o mundo real funciona. É um sentimento bonito, mas trágico para o mundo real. Salários não se baseiam em emoções e coitadismos, mas sim em produtividade e criação de valor.

Pagar os outros baseando-se em emoção e coitadismo é a receita certa para a falência, o que aí sim iria gerar desemprego em massa e salário zero.

Mas, ei, anime-se: você acabou de descobrir que é mais produtivo, mais competente, e gera mais valor que o contractor. Quem determinou? Ninguém menos que a Exxon Mobil. Parabéns. Você poderá dormir em paz esta noite.

"não sou um liberal e acredito que essa decisao do governo foi muito mas muito favorável aos empresários , querem lucrar mais ainda pagando menos aos trabalhadores."

Ué, já que você acredita que será essa mamata toda, então seja coerente: tira o bumbum da cadeira, deixe de ser um simples empregado e vá empreender você também. Pela sua lógica, ganhar dinheiro vai ser mamão com açúcar.

Se você não fizer isso, de duas uma: ou você odeia dinheiro ou você próprio não acredita no que fala.

Lógica pura.


blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/03/22/camara-pode-terceirizar-risco-da-atividade-economica-dizem-especialistas/


Sabiam? As empresas terceirizadas tem "lista suja" de funcionários que judicializam contra elas? Até de mulher que engravida muito...


Boa tarde
"Vende-se a ideia que empresarios criam empregos. As exigencias sociais criam empregos, O trabalho nasce das necessidades sociais." Chico Alencar
Pode traduzir para mim isto?


Como que para confirmar o artigo, uma empresa privada -- famosa por sua reputação -- encontrou irregularidades em azeites inspecionados e aprovados por órgãos estatais:

economia.estadao.com.br/noticias/geral,teste-constata-fraude-em-azeite-de-oliva,70001710154

Sobre a empresa:

https://www.proteste.org.br/



Respeitável Emmanoel, no momento que você abstrai ( realçando com aspas meu comentário), e esquecendo de devolver ao contexto para entendimento, falta, você fica meio que ausente; faça isso, devolva o abstraído ao texto, penso que entenderárealmente.
Escrevi em termos de resolução parcial política e financeira, sacou?

https://drive.google.com/file/d/0B8D04FBSgXNURmpSWmRPOVpteUk/view?usp=sharing

A reforma previdenciária, ou extinção, poderia acontecer mais tranquilamente, acredito que ambos concordamos que a estrutura maior, ou seja, aquilo que abarca - codinome (des)governo - é deficiente, mal administrado, sem necessidade, esclerosado, paquidérmico, etc.


Guilherme, continuo não aceitando, pois a citada empresa é a ExxonMobil, não creio que seja uma empresa que não emprega eficiência, muito pelo contrario. As coisas podem parecer simples, mas não, quando digo que uma pessoa tem mais conhecimento técnico, não necessariamente é melhor ou pior, não vejo problema nenhum em admitir que alguém tenha mais conhecimento, isso é natural em qualquer área, entregamos o que nos é pedido e ponto final. O que me deixa desconfortável, é saber que fazemos o mesmo trabalho e recebemos quantias muito discrepantes, esse universo aí que você está sugerindo é muito simplista, são n fatores que determinam os salários, agora na minha cabeça simplesmente não entra duas pessoas de mesma idade, entrando na mesma empresa, fazendo o mesmo trabalho ter diferentes salários pq um é contractor e o outro é empregado. Aí você utiliza a Uber como exemplo de boa gestão, aí como me explica um negócio tão bem sucedido ter tido um prejuízo de quase 3 bilhoes em 2016 ? Enfim, definitivamente estou no lugar errado, não sou um liberal e acredito que essa decisao do governo foi muito mas muito favorável aos empresários , querem lucrar mais ainda pagando menos aos trabalhadores. Mas valeram muito as leituras, acho válido me colocar na visão dos outros, sempre aprendemos alguma coisa.


Saudações, respeitável, gostaria de assistir ao vídeo, infelizmente o link não está direcionando; por favor, tente mais uma vez, estou compilando informações, quanto mais, melhor.
Grato.


Bem colocado, o trabalhador precisa cair na real, querer o emprego ou os direitos.


Caleb,

Gostaria de dizer que no atual arranjo é impossível o trabalhador receber os encargos trabalhistas, já no arranjo proposto por esse site haveria uma possibilidade de aumento.

Mesmo que não houvesse aumento nos salários haveria uma maior mão de obra empregada ou diminuição dos custos. Não sei se vc sabe, mas o empregador calcula os custos da mão de obra e tira todos os encargos trabalhistas do produção da mesma. Ninguém vai contratar ninguém pra ter prejuízo.

A prova real disso é que se seu serviço vale apenas R$ 1.000 mensais ninguém vai te contratar. Um funcionário que ganha R$ 1.000 custa mais de R$ 1.500 em encargos e tudo mais (confira em qualquer calculadora da internet "custo mão de obra"). Nem precisa acreditar em mim: pergunte a qualquer empresário de firma de médio/grande porte se toda vez que o sindicato exige aumento ele não dispensa alguns para cobrir os custos.

Leis trabalhistas são boas apenas e somente apenas pra quem não é demitido.


Acho que você tocou no cerne da questão, Plinio. Com a terceirização descriminalizada, cada trabalhador terá mais liberdade para ser free-lancer. Curiosamente, isso ajudará inclusive na formação do pé de meia para se aposentar. Com um mercado de trabalho rígido, quem for demitido aos 45 anos está liquidado. Com um mercado de trabalho um pouco mais livre, o cara sempre encontrará vários empregos temporários. E sempre conseguirá investir por conta própria para se aposentar.

Moro em cidade do interior (60 mil habitantes). Aqui e nas cidades vizinhas, é extremamente comum ver pessoas de mais de 60 anos trabalhando e cheias de saúde. Muitas fazem trabalhos autônomos e outras fazem trabalhos para terceirizadas (como reparos domésticos, instalação de moveis e coisas afins). Não fosse esse oxigênio, muitas estariam desempregadas e sem renda.

A vantagem de morar em cidade do interior é que há menos intrusão estatal e muito mais liberdade empreendedorial. A liberdade para se trabalhar sem ser punido pelo governo é muito maior.


Eu sou um exemplo de como ser terceirizado foi muito benéfico financeiramente para mim. Fiz isso por conta própria em 1992 saindo da clt e passando a prestar serviços para vários empregadores desde então.

Nunca houve essa questão de desvalorização da remuneração, muito pelo contrário, no início cheguei a receber o dobro do que recebia como clt e, aos poucos, foi se estabilizando num valor de mercado aceitável tanto para quem paga quanto para quem recebe. Entretanto ainda há uma pedra no meu sapato que me incomoda muito e chama-se governo que, todos os meses, rouba uma parte do que recebo para, supostamente, dar algum benefício social e só vejo milhões de reais do dinheiro público indo para contas privadas no exterior.


Ana Lucia "É extremamente necessário entender que qualquer recurso não apropriado pelo estado é mais bem empregado pelo indivíduo: dado que foi ele quem criou o bem ou serviço do qual surgiu o tributo, e considerando que é ele quem cria os recursos e a riqueza, nada mais racional e justo que deles usufrua."

Conclusão perfeita.


"O que vemos hoje é que, apesar da liberdade para definir os preços de acordo com o custo, o que os empresários fazem é se unirem em cartéis, de forma a prejudicar a livre concorrência."

Mais um?! Vamos tentar de novo: não existe livre mercado em postos de gasolina. Postos de gasolina são uma das reservas de mercado mais antigas do país.

Não há nenhum liberdade de entrada para qualquer concorrência neste ramo.

Tente abrir um para você ver. Alem das imposições da ANP, há toda uma cornucópia de regulamentações ambientais, trabalhistas e de segurança que fazem com que abrir um posto de combustíveis seja uma atividade quase que restrita aos ricos — ou a pessoas que possuem contatos junto ao governo. Livre concorrência nesta área nunca existiu.

Você só consegue se tornar dono de um posto de gasolina se o seu atual dono lhe passar o ponto.

Apenas veja na sua própria cidade. Qual foi a última vez que você viu um posto de gasolina ser aberto? Eu já estou com 35 anos e, em todas as cidades que eu conheço (para as quais sempre viajo com frequência), os postos são sempre os mesmos. Estão nos mesmos locais e nenhum novo foi aberto. E isso já faz mais de 35 anos.

Nenhum posto quebra, nenhum posto surge.
"Além disso há ainda os que fraudam os combustíveis para aumentar o lucro."
Óbvio. O setor é completamente regulado pelo governo e certificado pela estatal Inmetro. Há os mesmíssimos incentivos envolvendo o Ministerio da Agricultura e a Carne Fraca (A "Carne Fraca" pergunta: quem regula os reguladores?

"É inocente quem crê que retirada dos frentistas, cobradores, etc., fará com que a redução dos custos seja repassada para os consumidores."

Haverá, sem dúvidas, uma enorme redução de custos. Havendo redução de custos, pode ser -- pode ser! -- que haja redução de preços. No mínimo, não haverá mais necessidades para contínuos aumentos.

No mais, empregos devem ser decididos estritamente de acordo com a demanda dos consumidores, e não de acordo com a caneta do burocrata. Se os consumidores acharem necessário haver frentistas e quiserem pagar mais caro por eles, então frentistas continuarão existindo. Caso contrário, essa profissão desaparecerá, assim como inúmeras outras desapareceram ao longo da história (o consumidor, por acaso, demanda os serviços de ascensoristas?).

Qual o problema de deixar os consumidores conduzirem uma economia de mercado?

"É bom lembrar também que, em países como os Estados Unidos a margem de lucro é mínima, prática que não é adotada no Brasil."

Claro, pois lá há livre concorrência no setor.

Preço para abrir um posto de gasolina no Brasil: aproximadamente R$2.000.000 mais o amiguismo para driblar a burocracia soviética.

Preço para abrir um "posto" de gasolina nos EUA: com o Uber dos combustíveis, não mais do que US$ 15.000, já incluso a caminhonete. Burocracia mínima.

Preço para abrir um posto de gasolina numa nação africana petroleira: US$ 50,00, sim cinquenta dólares, e uma bomba manual, umas garrafas de vidro e uma placa. Burocracia nula.

O Brasil é uma ilha de livre iniciativa cercado de governo por todos os lados.

"Nesse ambiente temo muito pelos trabalhadores."

Se essa sua demagogia fosse sincera, você estaria pensando também nos milhões de outros trabalhadores que também são consumidores.

O brasileiro é a perfeita quadratura do círculo: odeia políticos, mas quer que eles controlem absolutamente cada aspecto de nossas vidas. Se alguém me relatasse isso, eu ia pensar que se trata de uma peça de ficção.



O ponto é que (como destacou o título) quase milagrosamente, um ente do Estado (tribunal) deliberou a favor do empregador (e por tabela a favor do empregado) no sentido de diminuir a carga de imposto sobre imposto; e isso, considerando que nossas leis são anti-empresa, é bom para o país.

Não foi expresso e colocado em debate, no artigo, que a existência do imposto/tributo em si, é moralmente desejável (e nem é o cerne desse tópico).


Prezado Adonay, tenho péssimas notícias para você. Se os contractors são melhores e mais eficientes do que você -- segundo você próprio --, então é uma mera questão de tempo até que você perca seu emprego para eles.

Se tudo o que você falou é verdade, então o seu empregador está sendo burro: ele está pagando mais caro para alguém que entrega um serviço pior, e está negligenciando uma mão-de-obra mais barata, melhor e mais eficiente (segundo você próprio).

Convenhamos que isso não faz absolutamente nenhum sentido. Na prática, ou o seu empregador é burro ou ele é caridoso. O que se sabe com certeza é que ele não prega a eficiência. Ele não sabe como reduzir custos. E quem não sabe reduzir custos não durará muito no mercado, pois tal empreendedor está fazendo seus clientes pagarem mais caro por um serviço que pode sair muito mais barato. É uma mera questão de tempo para que esses clientes descubram isso.

Você é o taxista, e os contractors são Uber e Cabify.


P.S.: Agora, é claro que há uma grande chance de você ter exagerado (para não dizer mentido), e os contractors não serem realmente melhores que você. Neste caso, não há nada de errado com a escolha de seu patrão. Muito pelo contrário, aliás: ele está pagando mais para quem entrega mais.


Ainda falta muito;
Acabar com o FGTS, colocar o dinheiro na conta popupança do trabalhador ou diretamente no seu pagamento;
Acabar com as contribuções sindicais(confederativa, associativa, sindical).
Acabar com o 13 Salário, pagar 1/12 todos os meses para o trabalhador e ponto final.
Diminuir a idade para contratar menores, poderá ser aos 14 anos, como era antigamente. A idade para aposentadoria irá subir mesmo, hoje ou amanhã;
Quebrar o monopolio da Petrobrás no refino do petróleo, liberar para as empresas importarem petróleo e refiná-lo.
Vender várias estatais dos governos(municipal, estadual, federal).
O governo brasileiro possui 2 bancos(Banco do Brasil e Caixa) que festa. Vender um deste bancos e pronto.
Ufa! E ainda precisamos de partidos realmente com visão conservadora e de direita no Brasil e não essas porcarias que temos hoje. Garanto em 20 a 30 anos o Brasil se transforma.
Ainda nem falei de educação e cultura que ainda é um lixo no Brasil,



Essa notícia é de grande importãncia para todos os brasileiros, não somente para as empresas, mas para os trabalhadores também. Agora alguém precisa entrar no STF, para acabar com a cobrança do ICMS, por dentro nas contas de luz das faturas da CPFL, a empresa de energia do interior do estado de São Paulo.
Na fatura o ICMS, é escrito com certa alíquota, mas na prática um ICMS DE 25% acaba sendo cobrado com 33% de alíquota.
Ou seja o imposto também é cobrado por dentro, na mesa foram desse julgamento.
Neste caso o consumidor acaba pagando um imposto extremamente alto para sustentar as máquinas estatais.


Trabalho em uma multinacional do ramo petrolífero na área de T.I. Hoje nem tanto, mas cerca de 10 anos atrás trabalhar aqui era o sonho de consumo dos habitantes da área de TI da cidade. Bem, existem três tipos de funcionários aqui: os regulares, os contratados e os funcionários temporários (tempo de contrato de no máximo dois anos). Muitos dos "contractors" sonham, ou melhor, sonhavam tornarem-se funcionários regulares, o que era uma situação excepcional, já que em 10 anos de companhia pouquissimos contractors foram "efetivados", o desejo é explicado pura e simplesmente porque o salário de fato é muito menor, porque muito menor? pq comparo com meu caso, em algumas conversas com contractors, eu recebia Rs5,000 mensalmente e os contratctors 3,000 ou 3,200, além de não terem direito a participação nos lucros, não participarem do plano de carreira (aqui existe um ranking anual para medir a performance dos trabalhadores, contractors não podem participar desse processo), entre outras coisas das quais eram excluídos. O que ainda não entra na minha cabeça, é acompanhar diariamente contractors que trabalham exatamente na mesma função que a minha, alguns deles com muito mais conhecimento técnico do que eu e ainda sim meu salário ser entre 30% e 40% maior ou ainda no casos deles não terem a perspectiva de uma carreira a longo prazo na companhia. Eu entendo perfeitamente que o país necessita de reformas nas mais diversas áreas, mas me parece que aqui no Brasil essa terceirização pensou muito no empresariado e colocou em risco muitas garantias dos trabalhadores. Espero que eu esteja enganado e isso seja uma boa atitude do governo, mas no mundo que eu vivo aqui diariamente, a vida real dos contratados é bem diferente da minha e eu jamais trocaria com eles. Na minha cabeça, onde nao sou um especialista em economia, não seria melhor ao invés de liberar a terceirização, discutir uma outra maneira , que possa diminuir os custos dos empresários de outra forma, mas preservando os direitos atuais dos trabalhadores ?



Esse exemplo dos frentistas é interessante. O que vemos hoje é que, apesar da liberdade para definir os preços de acordo com o custo, o que os empresários fazem é se unirem em cartéis, de forma a prejudicar a livre concorrência. Além disso há ainda os que fraudam os combustíveis para aumentar o lucro.
É inocente quem crê que retirada dos frentistas, cobradores, etc., fará com que a redução dos custos seja repassada para os consumidores. É bom lembrar também que, em países como os Estados Unidos a margem de lucro é mínima, prática que não é adotada no Brasil. Nesse ambiente temo muito pelos trabalhadores.


Esse trecho do texto:

"Tão logo conhecido o resultado do julgamento, a imprensa veiculou opiniões contrárias à decisão; dentre essas, pelo menos uma proveio de quem foi voto vencido na sessão. [....]"
"Opiniões de que haverá consequências desastrosas por causa da decisão, ou mesmo que sua repercussão pode ser catastrófica, abundaram na imprensa. [....] A imprensa publica matérias ou desenvolve análises sobre temas que interessam aos grupos dominantes.[....]"

Lembrou esse artigo excelente: sensoincomum.org/2016/05/20/5-termos-muito-uteis-que-os-petistas-nao-querem-que-voce-conheca-2/

E não é por acaso pois muito da verba de publicidade dos meios de imprensa na tv ou jornais/sites, no Brasil, é patrocinado por estatais ou companhias beneficiadas por políticas do Estado (que são os grupos dominantes do país).


Sandro
Gasolina gratuita? Hahaha
Você não deve saber como funciona o sistema, pelo visto.
A bomba é travada, e um funcionário, seja caixa, ou da loja de conveniência, aceita o pagamento, e pelo sistema destrava a bomba
Você pega a mangueira, poe no seu carro e a bomba só abastece o tanto que o funcionário liberou.

O problema do brasileiro é espalhar notícia e dar opinião sobre o que não sabe.

Abraços.


Amigo Henrique,

Uma dúvida sobre o trecho que você escreveu:

sendo que pode negociar até o dobro de salário para o sujeito, sem riscos na hora de demitir

Entendo que o funcionário PJ terá que arcar com os atuais custos trabalhistas (INSS, IR, etc etc). Portanto negociar o dobro do salário para um funcionário PJ seria, na verdade, transferir a responsabilidade de pagamento da empresa contratante para a PJ contratada.

Em termos de renda líquida para o funcionário, entendo que não tem alteração nenhuma. Para a empresa contratante, idem. A vantagem virá da menor insegurança jurídica/processos trabalhistas e menor burocracia nos RHs.

O que acha?


Você está correto quanto ao segundo e terceiro itens. Mas errado quanto ao primeiro. No caso da terceirização, houve uma redução (pequena, sim, mas houve) da intromissão estatal na cadeia de produção.

O PL diz apenas que, se você é empreendedor e quiser terceirizar algumas áreas em que até então isso era proibido, você pode. E se você é trabalhador e quiser trabalhar para essas novas áreas que agora podem ser terceirizadas, você também pode.

Só isso.

Estou à espera de argumentos que digam que, do ponto de vista libertário, a existência dessa pequena liberdade de contrato é pior do que a sua inexistência.

De resto, recomendo este artigo, sobre gradualismo, demolicionismo é oportunismo:

Para desmantelar o estado, temos de ser "oportunistas" e não "gradualistas"


Trabalho no setor financeiro de uma multinacional americana. Em 2016, apesar da queda nas vendas, tivemos um bom lucro. O problema: o lucro foi menor do que o esperado, e assim ficamos abaixo do nível para receber o bônus (todos os funcionários receberam o bônus mínimo de R$ 300,00 estabelecido pelo sindicato).

Fizemos as contas. Caso essa nova regra já estivesse sendo aplicada, teríamos recebido o bônus integral (que fica entre 1 e 3 salários, de acordo com o cargo e desempenho).

To esperando alguém me convencer de como essa mudança pode ser ruim para quem trabalha e produz.


Luz no fim do túnel? Tu és um piadista.

Terceirização Regulada
Controle estatal sobre atividades privadas, um duro golpe nas relações voluntárias, afetando sobremaneira as relações de trabalho.


Queda de Impostos
"Queda"? Imposto é ROUBO e imposto sobre imposto é ROUBO duas vezes. A loucura é tanta que temos que comemorar ser roubado apenas um vez.


Reforma Previdência
Paliativo, maquiagem, último respiro de um sistema podre, imoral e condenado ao fracassado.

Lembra do Bastiat? O que se vê e o que não se vê!

Começo de que? Vem você com essa visão gradualista otimista. Espero que daqui a 1000 anos as coisas melhorem, né? Pois afinal, de grão em grão a galinha enche o papo.

Não sou pessimista, sou factual.


Se me permitem gostaria de compartilhar um vídeo sobre porque a reforma da previdência é muito mais simples de ser feita no nosso país do que parece: link



O valor inconstitucionalmente cobrado durante todos esses anos vai ser devolvido? Ou é só daqui pra frente que não será cobrado?


"se os maiores devedores do INSS pagassem metade daquilo que devem, estaria resolvido em parte do déficit existente"

Essa é uma daquelas lendas que não resistem à mais básica averiguação matemática.

O problema da previdência é de "fluxo de renda" e não de "estoque de renda".

Se todas as "dívidas" com a previdência fossem quitadas amanhã, isso garantiria o pagamento de um mês de aposentadorias. A partir do segundo mês, tudo voltaria à mesma coisa.

Se mensalmente você gasta mais do que arrecada, você só resolverá definitivamente seu problema se você aumentar a sua receita mensal. Vender um carro aliviará suas contas pontualmente, mas não para sempre.

Você não resolve um problema de fluxo aumentando estoque. Se algo possui um déficit mensal, você só resolve esse déficit se você criar um fluxo de receitas mensais maiores que os déficits mensais.


Isso era ANTES da lei aprovada ontem Zé, e explico.

Como a terceirização era um limbo jurídico no país, onde atividade-fim era proibida, os Juízes Socialistas do Trabalho se aproveitaram dessa brecha para punir o empreendedor que se utiliza de mão de obra PJ, mesmo que essa seja legitimamente prestadora de serviços para a empresa. Perdi a conta de quantos amigos empresários que tomaram processos pesados por simples prestadores autônomos que ao término do serviço foram reclamar na JT.

Agora com a mudança, a atividade prestadora de serviço se torna harmônica dentro do ambiente laboral, sem restrições ou exceções que gerem brechas para demandas no trabalhista. Se eu quiser ter apenas prestadores autônomos trabalhando em minha empresa, ninguém pode me impedir ou me punir, pois eles não podem mais alegar que "os obriguei", pois se são empreendedores, a única obrigação existente é a que reza no contrato.

A não ser que mudem tudo no STF com algum pedido de ADPF , calculo que a CLT em 10 anos estará morta Zé. Nenhuma empresa séria vai querer bancar insegurança jurídica, sendo que pode negociar até o dobro de salário para o sujeito, sem riscos na hora de demitir.

Abraços,


"Sabe quando ouvimos falar das operadoras de telefonia e seu péssimo atendimento? O atendimento é terceirizado"

Aí tá escrito lá no artigo, de todo o tamanho:

"Só que, ironicamente, isso tende a ser menos verdade em setores em que não há livre entrada de novas empresas, isto é, naqueles setores mais regulados pelo governo. Nestes setores — por exemplo, empresas telefônicas —, justamente por estarem blindados da concorrência e por serem protegidos por agências reguladoras, a qualidade das atividades-fim tende a ser baixa, de modo que sua terceirização — que também não exigirá muita qualidade — se torna perfeitamente viável.

Ou seja: talvez a terceirização de atividades-fim se dê de maneira mais intensa em setores muito regulados ou controlados pelo governo. Portanto, se você eventualmente perder seu emprego em uma atividade-fim para um trabalhador terceirizado, tenha o cuidado de observar se, por trás disso, não está justamente o fato de que você trabalhava em um setor protegido das leis de mercado pela mão visível do governo."


Ou seja, o artigo explica, detalhadamente, que as terceirizações ruins ocorrem justamente nos setores protegidos e regulados pelo governo -- e é isso mesmo que a gente já observa hoje, como no caso das telefônicas, bancos e TV a cabo -- e aí vem o sujeito, que nem sequer leu o artigo, e fala uma obviedade com ares de ineditismo.

É um desserviço o moderador aprovar comentários de quem nem sequer se dignou a ler o texto. Isso é uma falta de consideração à própria propriedade privada (este site, quero acreditar, é propriedade privada de seus mantenedores).


Maravilhoso artigo José, comemoremos!

Realmente o único site de notícias que notei posição a favor foi O Antagonista (para quem não conhece, recomendo, os caras são ótimos, apesar de algumas teses progressistas- mas ninguém é perfeito né).

Estou começando a ver uma luz no fim do túnel. Terceirização regulada (em 10 anos vai matar o TJT de fome), queda de impostos, reforma da previdência, e um rascunho de reforma tributária. Falta muito- diria quase tudo, mas é um começo.


Sorry, Marcos Torin, mas a obrigatoriedade de haver frentistas represente um custo artificial de produção.

E a imposição de um custo artificial de produção em um mercado ultra-regulado e pouco competitivo, como é o caso de postos de gasolina, é sim um fator que pressionar os preços para cima.

Se o mercado fosse livre e de baixa regulação, de fato seria difícil repassar esse custo artificial para os preços finais. Porém, sendo o mercado extremamente regulado, com baixíssima entrada de novos concorrentes (por causa das regulações estatais, é caríssimo abrir um posto de gasolina), e vendendo um produto cuja demanda é inelástica, então sim, custos altos são repassados para os preços.

Você está, sim, correto ao dizer que CIDE e vários outros tributos encarecem a gasolina. Mas eles, por si sós, não explicam tudo. Imposições artificiais de custos também elevam o preço final (em um mercado pouco competitivo e de demanda inelástica).

Menos emoção na próxima.


...porque existem pessoas capazes de criar, empreender...
Todas as pessoas são capazes de criar e empreender. Nem todas o fazem.

O capitalista é o cara que melhora vidas, salva vidas, deixa o mundo mais divertido e confortável entre uma infinidade de outras maravilhas.
Vc quis ironizar, né? Mas essa é uma verdade.

... mas se perguntarem para qualquer indivíduo de qualquer outra espécie não sinantrópica, acho que vão discordar. E se perguntarem para o Rio Doce, também. Mas isso é assunto para artigos sobre a relação do capitalismo com o meio ambiente.
Se não existisse o capitalismo, não existiriam mineradoras ou as mineradoras seriam magicamente à prova de acidentes? Ah, já sei, não foi um acidente, foi culpa da "ganância" inerente ao capitalismo. A propósito, quais são os sistemas alternativos ao capitalismo atualmente implementados e qual a relação deles com o meio ambiente?

Quero que perguntem sim, para o trabalhador, esse do Marx...
...Será que ELE se sente EXPLORADO...
...Será que ELE, o objeto em discussão tem alguma voz nessa ideologia?

ELE tem nome e endereço ou é um ente imaginário que subsititui a SUA visão a respeito do tema ?

Mas na verdade existem duas formas de se tornar um bilionário hoje: herança, e exploração do trabalhador ou das regras do Estado.
Bill Gates, Mark Zuckerberg, Messi, Neymar, Madonna, Lady Gaga.
Em comum entre eles: não receberam heranças, não exploram trabalhadores (seja lá o que vc entende por explorar), não exploram regras do estado, e fornecem produtos que as pessoas querem consumir.

Mas o fato é que não está funcionando, nem pelos números dos próprios capitalistas
Que números seriam esses?

Não está funcionando para a grande maioria das pessoas no planeta.
De novo, a "grande maioria das pessoas no planeta" disse isso pessoalmente para vc ou é apenas wishful thinking?

Então, tontos e ávidos por uma solução, começamos a jogar pedras para todo lado buscando culpados.
Fale por você.