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Últimos comentários


É muito confuso e ate engraçado ler um artigo criticando o metodo do pib e a utilização dele como indicador econômico aqui no mises.org, e neste mesmo site você le artigos utilizando o PIB como indicador para mostrar recuperações economicas e crises economicas. Nao temos algum trabalho academico austriaco sugerindo outro meio de medir sucesso ou crescimento econômico?



Olá, sou novo em EA, terminei a leitura do Seis Lições e atualmente estou terminando Mentalidade Anticapitalista. Peço desculpas pela minha ignorância, mas queria saber se o Minarquismo é compatível com a EA ou somente o Anarcocapitalismo é compatível com a EA?


"sempre pertenceu"... Hahaha... Diga isso aos mais de 60 milhões de índios que foram exterminados pela união espúria de governantes canalhas com uma igreja hipócrita. Eles são o cerne da corrupção nesta "terra onde tudo dá".



Pois é... ja pensou por exemplo se fizesse o teste em uma favela?

Pega a rocinha, cadastra os cidadãos de bem, entrega uma arma, vê o que acontece. Quem sabe no próximo tiroteio os cidadãos de bem entrariam do lado dos policiais contra a corja de bandidos.

Mas também tem o risco de dar merda claro. Fora a polêmica que a mídia "imparcial" iria gerar.

Fora que se a realidade fosse um aumento absurdo de homicídios em um primeiro momento, para mais paz em um segundo momento, a política e a mídia nunca iriam deixar rolar.

Aposto que tem um monte de cidadão de bem que não aguenta mais viver sem lei no meio das favelas, cheio de mal exemplo e perigos para sua própria família, encarecendo todos os serviços que queiram ser ofertados na região.


É mesmo? Cadê as suas fontes?

Eis aqui o que uma reportagem nada favorável à monarquia reconhece:

Já o ramo de Dom Luís, o filho que não renunciou, é conduzido por dois de seus netos, Dom Luiz Gastão, de 79 anos, e Dom Bertrand, de 76.

Os dois vivem juntos numa residência alugada no bairro do Pacaembu, em São Paulo. Mantêm a Casa Imperial, a instituição que, oficialmente, opera como a porta-voz da monarquia brasileira – Dom Bertrand tem atuado como porta-voz oficial da dupla porque a saúde de Dom Luiz é debilitada. Os dois vivem com ajuda de doação dos monarquistas – alguns deles são voluntários que cozinham, atendem o telefone e a porta e fazem a faxina.

www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/o-brasil-ainda-tem-uma-familia-imperial-mas-por-que-23e47vpq5nlvvnjr4dzybrtir

E o cidadão brasileiro comum não paga nada para a família real. Quem paga são os cidadãos de Petrópolis, cujo território sempre pertenceu à família real. Isso é como um aluguel.


"We don't need no education
We don't need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave them kids alone!"

Melhor verso impossível...


Consulta pública sobre demissão de concursados por mal desempenho:

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=128876 (22/10/2017 14:34:57)


A monarquia de hoje não quer os perrengues de comandar o Brasil. Eles já recebem uma mesada de fazer inveja, sem ter que se expor nem ter que trabalhar. Você sabia que a família real brasileira custa por ano, NOVE VEZES MAIS QUE A FAMÍLIA REAL BRITÂNICA ?




O general Park adotou uma política extremamente favorável ao investimento estrangeiro (óbvio, pois a Coréia não tinha capital), principalmente de japoneses (com quem ele reatou relações diplomáticas) e americanos. Não fossem esses investimentos estrangeiros, o país continuaria estagnado.

Os japoneses investiram pesadamente em infraestrutura, em indústrias de transformação e em tecnologia, o que fez com que a economia coreana se tornasse uma economia altamente intensiva em capital e voltada para a exportação de produtos de alta qualidade (ao contrário do Brasil, que só exporta produtos sem valor agregado e cuja mão-de-obra é desqualificada). Esse fator, aliado à alta educação, disciplina e alta disposição para trabalhar (características inerentemente asiáticas), permitiu a rápida prosperidade da Coréia.

Era economicamente impossível a Coréia enriquecer por meio de intervencionismo simplesmente porque não havia capital nenhum no país. Intervencionismo é algo possível apenas em países ricos, que já têm capital acumulado e que, por isso, podem se dar ao luxo de consumi-lo em políticas populistas. Já países pobres não têm essa moleza (por isso o intervencionismo explícito em países como Bolívia e Venezuela apenas pioram as coisas).

Vale lembrar que a Coréia do Sul no início da década de 1960 era mais pobre do que a Coréia do Norte. E mesmo assim os japoneses investiram lá. E deu no que deu.


A educação pública está virando um hospício.

Essa ideologia de gênero nas escolas é esquisofrenia.

O indíviduo não consegue ver o próprio orgão sexual. É coisa de gente maluca.

Não falta muita para vir a ideologia de espécie.

O próximo passo da esquerda é defender uma pessoa que está latindo ou relichando, porque achar que é um cachorro ou um cavalo.

Falta pouco para um aluno chegar na escola andando de quatro, por achar que é outro animal.


Leandro, veja que interessante a notícia de 20 de outubro sobre a Kia. Foi só acabar aquela porcaria do Atrasar-Auto que o cenário já mudou.


Como a Coreia do Sul virou a potência que é hj? Por causa do maciço investimento do Estado em educação?

Sou leigo nesses assuntos. Agradeço desde já se me responderem.


Excelente artigo... Um dia eu espero abrir uma instituição de ensino com um curriculum semelhante a este... Talvez menor, porque como a escola ocupa muitas horas dos jovens, eu teria que adaptar para fazer caber em poucas horas por semana. Mas seria muito legal ensinar empreendedorismo, foco, equilíbrio, finanças pessoais, etc...

Dito isso, como já comentei em outros artigos sobre educação, não acho o modelo atual tão ruim como pintam... Para ser massivo como é a educação, esse modelo industrial pode ter seus encantos (e pelo menos para mim, atendeu minhas necessidades de forma eficiente) . O erro maior é ele ser obrigatório. Se fosse opcional e permitido que se construísse grades diferenciadas... Seria uma evolução interessante.


Concordo plenamente com o texto. Estou no 6° período da graduação em administração, tirando algumas disciplinas como as de matemática e administração financeira, marketing e logística, onde você realmente aprende algo de útil para a sua vida, o resto é pura encheção de linguiça. 4,5 anos de sua vida jogados fora. Quando eu era adolescente, à uns 10 anos atrás, fiz um curso de eletro-metalmecânica: O curso era inteiramente prático com 2 anos de duração, até hoje lembro de coisas de metrologia, como manusear um torno mecânico ou uma fresadora e usinar peças, hidráulica, pneumática, CLPs... Duvido que daqui à uns 2 anos eu me lembre de alguma coisa do 3° período de ADM, como "processos psicossociais do trabalho", "direito administrativo" e etc, ou sequer utilize isso para algo útil. Me arrependo amargamente de não ter dado tanta importância para o curso de eletro-metalmecânica. Talvez hoje eu estivesse com um torno em casa trabalhando para mim mesmo e faturando uma nota, e não carimbando nota fiscal num shopping para ganhar 1.500...


Mas esses links possuem informações muito rasas, pra não dizer inúteis sobre os interesses do candidato.

Eu não sei, pode ser que seja muito cedo pra alguma informação mais completa sobre o real plano de governo que ele pretende pôr em prática e a maneira como irá executá-lo, eu sei que não temos o costume de falar sobre os planos com muita antecedência mas como as eleições do ano que vem são extremamente importantes eu gostaria que houvessem mais informações a respeito.

Dizem que ele pretende exterminar muitos ministérios, mas cá entre nós quase todos eles pretenderam isso em um certo ponto das campanhas, eu não vejo o que faria ele conseguir.

Dizem que ele defende a liberação das armas.

Dizem que ele defende a pena de morte, mas sei lá, a pena de morte não acaba custando milhões aos cofres públicos dos países onde ela é liberada? Ele também defende penas mais rigorosas, ou seja, mais tempo do bandido na cadeia, mas isso não significa mais tempo do cidadão ocioso comendo às custas de nossos impostos? E com o índice de reincidência criminal brasileiro será que mais tempo é a solução?

Dizem que ele abomina a legalização da maconha, mas isso não seria uma oportunidade perdida?

E as questões LGBTQ?

No entanto é bem provável que seja eleito se um possível segundo turno entre ele e Lula ocorrer.

Estamos ferrados, pra variar.


Esse vídeo achei interessante sobre a Guerra Civil.

https://www.youtube.com/watch?v=8S96iQYL0bw


Se colocar "The Civil War was no about Slavery" no Youtube vai achar vários vídeos interessantes e mais curtos.

Basicamente como comentado abaixo a Guerra Civil se iniciou para afirmar o poder da União sobre os estados. De proposito (provavelmente) ou por acaso os beneficiados foram os bancos com o fim do lastro em ouro após o Tesouro sacar o ouro do sistema via empréstimo para financiar a guerra, e os fornecedores de armamento. No fim a constituição foi modificada para tornar a secessão ilegal. Um dos conceitos possíveis de "demo" parece ser distrito e não apenas povo. Na visão de algumas a Guerra Civil é um marco para o fim do que deveria ser de fato a Democracia inventada na Grécia, que transferiu o poder de 5 famílias poderosas para diversas famílias em cada região. Mas isso eu vi por cima na série do Brasil Paralelo, tinha que pesquisar mais.


A vida de qualquer individuo não depende de escola ou professor. Depende de si mesmo, do ser autodidata.
Trabalho e atividade escolar em grupo gera inúmeros atritos, onde um quer se sobrepor sobre o outro.
A educação pública e particular é puro desperdício de dinheiro, a educação familiar é a melhor e pontual.
Abolir MEC, secretárias e a escola moderna são nosso dever.


A indústria bélica que vende para consumidores voluntários -- exemplo, caçadores e colecionadores -- gera riqueza.

Já a indústria bélica que se mantém porque usa dinheiro de impostos -- ou seja, que tem o governo como cliente -- é uma sugadora de riqueza. Sua venda não é feita pra consumidores voluntários, mas sim para burocratas do governo que usam o dinheiro confiscado de terceiros.

A diferença é gritante e explícita. Dizer que confiscar de uns para repassar a outros gera riqueza para todos é o equivalente a dizer que tirar a água da parte funda da piscina para jogar na parte rasa deixará toda a piscina mais cheia.


A indústria bélica no Brasil é nanica perto da americana.
Apesar de ser chamado de analfabeto econômico vou continuar lendo os artigos deste site e vou continuar sendo educado nos meus comentários, conforme sugerido.
Furacões e terremotos geram destruição e não riqueza.
Também gosto de aprender. Não tenho intenção de ensinar nada aqui, apenas aprender, concordo com quase tudo que tenho lido neste site, e peço desculpas por expor pequenos contrapontos ao invés de apenas elogiar.


Essa questão da educação é bizarra.

Minha vida de estudante foi o inferno na terra. A impressão que eu tinha, é que eu não iria servir para nada, ou iria morrer de fome.

Hoje, eu prefiro estudar sozinho e não suporto qualquer tipo de treinamento com professor ou coletivo.


Se a nossa vida depende apenas de nós mesmos, qual seria a vantagem em deixá-la nas mãos de um professor ?

Nossa vida depende de nós mesmos e não de professores. A responsabilidade é nossa.


"A indústria bélica americana emprega milhões de pessoas e fatura bilhões de dólares; produz armas que são vendidas para vários países, assim ela gera riqueza para os americanos."

A criminalidade brasileira gera milhões de empregos na indústria de segurança privada, o que consequentemente gera muita renda para a Taurus, gerando assim riqueza para milhões de brasileiros.

Lógica sensacional, né?

É cada analfabeto econômico que despenca por aqui. Você deve ser daqueles que acredita na falácia da vidraça quebrada, né? Para você, furacões e terremotos geram riqueza e crescimento econômico.

Depois desse seu início triunfal, nem tive paciência pra ler o resto. (Mas dei uma espiadinha e vi que você foi parar lá nos mongóis, o que mostra quão firme e segura é a sua teoria). Gosto de ler coisas que me ensinam. Gosto de aprender, e não de ensinar gratuitamente.


Muito obrigado pela brilhante resposta, Alfredo! Eu sempre ficava com uma pulga atrás da orelha em relação a isso. Era algo que eu nao engolia porque precisava de uma profunda reflexão.

O Estado também é o maior culpado disso, nao? Nao da educação, saúde, trabalho, etc


Violência é deixar a população desarmada,enfim é melhor sanar suas consequências do que buscar estudar as causas dela.


Desigualdade gera violência? Então vejamos.

Os EUA são mais desiguais que o Senegal; o Canadá é mais desigual que Bangladesh; a Nova Zelândia é mais desigual que o Timor Leste; a Austrália é mais desigual que o Cazaquistão; o Japão é mais desigual que o Nepal e a Etiópia. Já o Afeganistão é uma das nações mais igualitárias do mundo.

EUA, Cingapura e Hong Kong possuem altos Coeficientes de Gini, ligeiramente abaixo do Brasil. Por que são muito menos violentos?

Não, meu caro. O que gera violência é permissividade, certeza da impunidade e, acima de tudo, a prevalência de uma cultura coitadista que diz que o criminoso é uma vítima da sociedade. E isso começa, principalmente, com os membros do judiciário.

De resto, eu sou muito mais pobre em relação à Abílio Diniz do que um mendigo é em relação a mim. Por essa sua lógica, se eu encontrar Abílio Diniz irei assaltá-lo e matá-lo.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2764

P.S.: dizer que não há grande desigualdade na Índia é forçar demais a barra. Aquilo ali é simplesmente uma sociedade de castas. Quem nasceu em uma determinada classe social simplesmente não tem como ascender. Impossível desigualdade maior do que esta. O sujeito já nasce condenado ao imobilismo. E por que não há violência grande na Índia?



Querido,no meu caso o pior é ser trans.Eu ja fui em N entrevistas mesmo durante essa crise atual,e o que pega é justamente essa minha condição.Com 31 anos,eu nao sou nenhuma adolescente,mas estou longe de ser uma idosa.
Como um exemplo,ano passado eu participei de um processo seletivo de telemarketing(uma bosta,mas não estou em posição de selecionar muito).
Fiz a minha prova,e ainda ajudei mais 3 pessoas que não sabiam nem calcular uma simples porcentagem.
Sabe o que aconteceu?Essas 3 pessoas conseguiram a vaga,e eu fiquei patinando.E no meu grupo,ninguém tinha mais 18 anos,era todos na faixa dos 30.
Infelizmente vivo num país atrasado,em que minha sexualidade vale mais do que minha capacidade.
E concurso público na atual situação do Brasil,é algo fora de cogitação.Nem os aposentados estão recebendo direito(pelo menos aqui no Rio).
E administração,apesar de não ser grandes coisas,é um curso coringa,e no mercado atual,pedem graduação até para funções simples.



Perfeita colocação Malcolm.
Concordaria em continuar pagando através dos impostos que me são impostos, os funcionários públicos incompetentes do MEC, desde que eu tivesse liberdade de escolha.
Acredito que o MEC não duraria muito tempo pois as pessoas não são otárias para sempre.


Pessoal, faz tempos que eu queria fazer essa pergunta mas eu esquecia...
No meu livro de Sociologia do primeiro ano do ensino médio, tem um capítulo afirmando que é a desigualdade social que gera a violência, e nao a pobreza. Citaram o exemplo da Índia e do Brasil. Eu nao me lembro muito bem, mas disseram que o Brasil que tem mais desigualdade social e mais violento que a Índia. E a Índia que todo mundo e da mesma classe social a violência é menor.

Tem um artigo especifico para isso? O que vcs acham?


Não é só em universidade pública que se gera conhecimento, seu otário. Veja, por exemplo, ESTE PRÓPRIO INSTITUTO, que está repleto de pessoas escrevendo e/ou pesquisando para publicar todo santo dia um novo artigo. Só pra você poder ler e escrever merdas nos comentários depois.



Análogo ao Trabalho Escravo?
Nao seria o governo o principal réu?
Escorcha o povo brasileiro, fazendo-o trabalhar cinco meses por ano,
sem dar nada em troca. E os fiscais em cima.

E esse treco chamado "análogo a" vai longe!!!
Ja temos crimes "análogos ao estupro".
Crimes "análogos a homofobia".
Crimes "análogos a esquerdofobia".
Questão de tempo aparecerem crimes derivados
do "análogo a". E derivado de derivado. Etc.
Brasil vai ficar irrespirável.


Não mesmo, concessão de um serviço mantendo-se a sua natureza pública e consequentemente o seu monopólio e regulação, delegando à iniciativa privada apenas a sua execução, não é privatizar, é apenas tornar a administração PÚBLICA menos ineficiente.



Acho que ele fez algumas coisas importantes, mas outras eu realmente condeno como o aumento dos impostos e ter feito concessão com esquerdista. Mas pelo menos está fazendo mais que o Trump por exemplo. A PEC 241 foi uma das melhores (obrigações) que ele fez, assim como ter trocado a equipe econômica do BC, baixando o IPCA consideravelmente porque as expectativas das pessoas já mudaram.

Por que o "Fora Temer" talvez não valha agora: vão trocá-lo por quem? Por um outro Lula? Deixa essa porcaria aí então.

Tomara que privatize mais estatais.



Que tristeza enorme quando Cultura vira pauta de esquerda. Arte e cultura pode ser de esquerda ou de direita; não é problema do ministério se reacionário não gosta de arte.


marketing multinível é tudo picareta.

basta ver Herbalife, Telexfree e outros...


Hj em dia, se um professor repreender um aluno, corre risco de vida, pois os pais e os espancam os professores.

O único jeito de impor disciplina é militarizando as escolas. Quero ver alguém agredir professor em escola militar.



o problema não é a educação pública. A educação pública se corretamente usada seria útil para o mercado, pois geraria mão-de-obra qualificada. Programas como o Pronatec são úteis.

O problema é o marxismo cultural, que prefere doutrinar os alunos com ideologia de gênero e doutrinação marxista, em vez de estimular o capital humano.


A indústria bélica americana emprega milhões de pessoas e fatura bilhões de dólares; produz armas que são vendidas para vários países, assim ela gera riqueza para os americanos. Os recursos usados para fabricar armas poderiam ser usados para produzir outros bens de capital, concordo. Mas é uma questão de demanda. Assim como existe demanda por imóveis, carros, filmes, hospedagem, saúde, educação..., também existe demanda por armas. Seja o indivíduo, o empreendedor ou governo, cada um analisa suas possibilidade e decide onde vai investir seus recursos. Usando a lógica de que o gasto com armas deve ser negativo no PIB, então o gasto com saúde, por exemplo, também deve ser negativo, porque não gera riqueza. Aí alguém vai dizer que sem saúde as pessoas não produzem, e pela mesma lógica eu argumento que sem segurança também não produzem.
Todos os grandes impérios geraram riqueza para seu povo, e todos foram conquistados por forte poder militar. A medida que o império Romano crescia através de conquistas militares, os próprios soldados se encarregavam de cobrar impostos dos territórios ocupados, assim Roma e seu povo enriqueceu e dominou a maior parte da Europa durante séculos.
A grande potência antes da Segunda Guerra Mundial era a Inglaterra, que enriqueceu porque tinha a maior Força Naval, sem ela a Inglaterra não teria liberdade para navegar e comercializar seus produtos no mundo. Voltando um pouco na História, uma esquadra Inglesa escoltou a viagem de D. João VI de Portugal para o Brasil, fugindo de Napoleão Bonaparte, em troca o Rei de Portugal abriu os portos do Brasil para o comércio com a Inglaterra. Desta forma a força naval Inglesa foi um meio indireto para se gerar riqueza posterior, através da comercialização de produtos.
A guerra é a imposição da vontade de um povo (ou Nação, ou Estado) sobre outro, e em diversos casos, senão todos, houve motivos de ordem econômica para o início do conflito. A Guerra do Iraque não ocorreu porque Sadam Hussein mandou invadir o Kuwait. Ocorreu porque se o Iraque dominasse a produção de petróleo do Kuwait, juntamente com sua própria produção, Sadam Hussein teria poder para influenciar o preço do petróleo. Os EUA sendo o maior consumidor, teria que desembolsar mais para comprar o produto. Concordo que a guerra não gerou riqueza, ela apenas evitou um prejuízo.
A Rússia, em momentos distintos na história, foi invadida por Mongóis, Franceses (Napoleão) e Alemães (Hitler). Milhões de russos morreram nestas invasões e sua riqueza foi reduzida. Após aprender pela dor, hoje ela é uma das maiores potências militares do planeta.
Pode ser filosófico, mas a primeira e maior riqueza que um povo deve almejar é a liberdade, porque sem ela não há condição de se gerar riqueza material. E a indústria que mantém a liberdade de uma nação é a indústria bélica. Por isto defendo que os gastos em defesa devem continuar sendo positivos na conta do PIB.


Abolir é o de menos. Quando a casa está chamas, primeiro você se preocupa em apagar o fogo. Depois, só depois, você faz a reforma necessária.

Assim, muito mais crucial do que abolir o MEC, é liberar geral a abertura de escolas com currículos próprios. O MEC pode até continuar existindo; só que a adesão a ele não deve ser compulsória. Igualmente para a exigência de diplomas.

Se país relapsos quiserem que seus filhos sejam doutrinados pelas cartilhas do MEC, que o sejam. Todo mundo deve ter a liberdade de ser otário.

O autor foi correto ao ser humilde: em vez de sair dizendo o que as pessoas devem fazer, simplesmente disse o que ele faria caso não fosse ameaçado de cadeia pelo governo. Libertário na essência: sem agressão, sem coerção, sem dar ordens e sem se achar superior.


"O mundo mudou, as necessidades mudaram, as ferramentas são outras e a quantidade de informação a que nossos jovens são expostos é muito maior. Não é por acaso que, como consequência dessa realidade, testemunhamos o aumento brutal no diagnóstico de TDAH — Transtorno de Déficit de Atenção por Hiperatividade —, o que fez com que drogas como a Ritalina tenham encontrado no Brasil seu segundo maior mercado consumidor do mundo. Será que nossas crianças é que estão doentes ou seriam as nossas escolas?"

Resulta nisso deixar que políticos e burocratas cuidem da "educação". Educar é dever da família e das instituições (isso que os neoconservadores nunca vão aceitar), doentes são esses sujeitos que se arrogam à autoridades ou quaisquer que sejam eufemismos para seus inúteis cargos, com a interminável sanha em controlar a nossa vida privada.

"Adicionalmente, o aumento do trânsito nas grandes cidades, com filas intermináveis e engarrafamentos de desafiarem os nervos, em conjunto com o aumento da violência urbana não só estimulam ainda mais esse tipo de ocupação, como também tem provocado um aumento nos casos de síndrome do pânico. Como resultado, o consumo de educação pela internet, por exemplo, não para de crescer."

Mais uma vez, problemas criados pelo estado. Estatizam-se as ruas, ocorre uma distorção econômica e o seu uso passa a ser feito de modo irracional e com desperdícios (se há quem afirma que "abrir fronteiras" gera "bagunça", esse é um ingênuo que provavelmente nunca passou numa cidade como São Paulo e afins), desarma-se o povo honesto, gerando assim um convite para vagabundos bandidos que adoram encher o nosso saco (e que segundo "intelectuais" são vítimas da sociedade, por que não cuidam deles então? Ninguém os impede. E quanto às vítimas dessas pessoas com a síndrome do pânico, não são vítimas?) e, além de gerar queima de capital, ainda causam danos psicológicos e destroem relações sociais. Não é por questão de pobreza não, é por vagabundagem e falta de ética mesmo. Imagina então se na Idade Média, onde a pobreza era infinitamente maior do que hoje, mais de 90% da população decidisse virar criminosa... a civilização nunca teria saído dali. E para completar se estatiza a justiça, deixando então um incentivo para propinas, ineficiência e corrupção, assim como em qualquer bem econômico controlado pelo estado.

O Flávio, apesar de não ser austro-libertário, fez um bom diagnóstico feito no artigo, mas vi uma falta de soluções objetivas, ainda que os artigos indicados no final, cujos já li, sejam excepcionais.

Fecha o MEC, CLT, MTE e justiça trabalhista e com a obrigação dos diplomas que o problema já é resolvido. Já que esperar isso de algum político certamente o fará entrar em depressão, então não espere mais, se eduque também pela Internet, mesmo que você tenha de frequentar uma instituição regulada pelo estado. A tecnologia já está acabando com essa velharia estatal, é questão de tempo para isso acabar e não há nada que os burocratas possam fazer para impedir.

E claro, nada vai mudar enquanto o empregador exigir que eu esteja cursando física quântica na universidade marciana para exercer um trabalho simples (hoje provavelmente muitos ainda irão preferir isso do que um curso livre online, mas não deve demorar para que eles percebam o real valor desses cursos virtuais). Aqui no Brasil reina a cultura do amigo do vizinho do colega te indicar para você conseguir algum tipo de vaga de emprego.

Sinceramente não vejo sentido algum em fazer curso de graduação em cursos como os de TI, extremamente dinâmicos e livres. Me lembrei agora de quando um velho babaca, comentou num vídeo da Nyvi Estephan, embora formada em moda, hoje atua no segmento de jogos (ou seja, sem regulação estatal), criticando-a negativamente pelo fato de não ter diploma...

Eu tendo a abrir exceção para precisar fazer um curso superior em coisas como as envolvendo biologia, medicina e afins, que são regulados ao extremo.

Quem criou essa cultura foi o próprio estado. As coisas que ocorrem hoje são somente consequência. E pior: vai tentar explicar para o seu pai e sua mãe que você não quer fazer um curso de graduação e sim um curso livre online ou outras formas de autodidatismo...

E só corrigindo: o modelo educacional atual já era inspirado no de Martinho Lutero.

Meu conselho: saia do Brasil. A bíblia estatal que eles chamam de "constituição federal" vai continuar intocada e esse país não vai melhorar nunca. Não viva em função do que possivelmente parasitas iluminados vão fazer para melhorar a sua vida.


Graças a leis absurdas assim que o desemprego é alto e continuará alto indefinidamente.
Esse país parou na década de 30, no auge do Fascismo.


Curiosidades: o trabalho rural é regulamento pela Norma Regulamentadora nº 31 (www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nr/nr31.htm), que traz o seguinte nome: "SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA AGRICULTURA, PECUÁRIA SILVICULTURA, EXPLORAÇÃO FLORESTAL E AQUICULTURA".

Ela estabelece, atenção!, DUZENTAS E CINQUENTA E DUAS EXIGÊNCIAS para se contratar um trabalhador rural. Pequeno ou médio proprietário que tiver juízo não deve contratar é ninguém. O risco de se lascar mesmo numa prestação temporária de serviços é gigantesco!

Se um empregado é contratado para trabalhar numa roça de café e, por alguma razão, o dono da propriedade o transfere para cuidar do jardim e do gramado da sede da fazenda, isso só pode ser feito mediante exame médico aprovando a sua aptidão para o novo trabalho. Se não o fizer… A depender do humor do fiscal, o descumprimento de qualquer uma das 252 exigências pode render uma infração de "trabalho análogo à escravidão. E o proprietário rural está lascado. Entra na lista negra do crédito, expõe-se ao pedido de abertura de inquérito pelo Ministério Público etc. Dada a redação do Artigo 243 a partir de 2014, pode até perder a propriedade.

Eis um trechinho do gigantesco texto sobre o alojamento dos trabalhadores.

31.23.5 Alojamentos
31.23.5.1 Os alojamentos devem:
a) ter camas com colchão, separadas por no mínimo um metro, sendo permitido o uso de beliches, limitados a duas camas na mesma vertical, com espaço livre mínimo de cento e dez centímetros acima do colchão;
b) ter armários individuais para guarda de objetos pessoais;
c) ter portas e janelas capazes de oferecer boas condições de vedação e segurança;
d) ter recipientes para coleta de lixo;
e) ser separados por sexo.

31.23.5.2 O empregador rural ou equiparado deve proibir a utilização de fogões, fogareiros ou similares no interior dos alojamentos.

31.23.5.3 O empregador deve fornecer roupas de cama adequadas às condições climáticas locais.

31.23.5.4 As camas poderão ser substituídas por redes, de acordo com o costume local, obedecendo o espaçamento mínimo de um metro entre as mesmas.



No final, fica ao arbítrio do fiscal do trabalho a decisão sobre o direito de propriedade porque os beliches estão a 95 cm de distância, não a um metro.

E saibam: já se fez autuação por "trabalho análogo à escravidão" porque, em um alojamento, havia uma lâmpada queimada, e a escadinha de um dos beliches estava quebrada.

A nova portaria torna mais rigorosa a punição com os que praticam irregularidades. E protege o direito de propriedade da sanha militante de alguns celerados.


Vale lembrar que, de acordo com a Emenda Constitucional nª 81, de 2014, qualquer produtor rural que for acusado de "trabalho análogo à escravidão" terá sua propriedade confiscada e redistribuída para a reforma agrária.

E piora: se a propriedade for urbana, ela será confiscada e destinada à habitação popular.

Isso significa que se a sua empregada doméstica ficar insatisfeita com o salário e resolver contar que é escrava (e o MPT tranquilamente ficaria ao lado dela), você perde seu imóvel e vai pra rua.

Assim, quem dá emprego pra domésticas está correndo um sério risco de perder tudo.


Ele está aumentando muito as emendas parlamentares pros políticos pra conseguir passar algumas "ajudinhas" pro seu governo.Apesar dele ter um feito um trabalho razoável em alguns pontos ele está bem longe de ser impecável.Principalmente na questão liberar dinheiro público pra políticos usurparem.


Falta nas aulas abordagens com aplicacoes dos temas. Eu posso citar exemplos em matematica. Em portugues, seria legal aprender a ler contratos e bulas de remedios.
Penso tambem na parte de finaciamento, numa empresa de marketing educacional. Esta empresa agrega outras, que querem fazer propaganda. As outras patrocinam uma escola, e tem direito de ter informacoes sobre as familias e fazer propagandas direcionadas aos PAIS.



sou professor da rede pública de são paulo, observei as falas dos colegas que estão participando do tema, e falar de educação será sempre um tema de muitas variantes, pois temos experiências diferentes e em diferentes pontos do Brasil. Começarei quanto ao modelo atual, seja deste ou daquele partido, ele está falido, é um sistema pernicioso, no qual o aluno não precisa estudar, e sinto informar nem frequentar as salas, pois a regra hoje é "dar nota 5 para qualquer um mesmo que ele não atinja as habilidades necessárias para série em curso e retirar o excesso de faltas superiores a 25%, e notas vermelhas pela falta de habilidades, solicitamos a este um trabalho que dependendo do professor poderá ser bem elaborado, do tipo - ABNT, no ensino médio, caso ele não entregue ficará com a menção do bimestre em vermelha; para o ensino básico 6º ao 9º ano nem pensar, passa direto, mesmo não sabendo nada, já no ensino médio, você poderá em casos gravíssimos reter o aluno, (sabemos que a escola não é para isso), mas infelizmente sairão analfabetos funcionais, ou menos, é assim solicitado pela gestão que devemos passar todos. conclusão neste modelo atual, não faz sentido nenhum termos educação pública. Temos por ter, apenas para tirá-los da rua.
quanto a inclusão de alguns temas acima descrito, digo que há um projeto chamado Proemi, que traz em seu bojo temas atuais, e entre eles o sistema financeiro que é bem colocado pela matemática, no meu caso Geografia, trago assuntos relevantes, por exemplo, a questão do mapa da violência urbana, o desarmamento, a regra do jogo com a leitura de artigos da CF, e direitos em sua base de noção, e hoje a questão do trabalho escravo e sua Portaria 1129, mas isso é feito por questão pessoal, não está no curriculum, e o que somos cobrados é o curriculum básico, participei da mudança de curriculum pelo MEC em suas propostas, são várias correntes é por votação está muito difuso e neste caso ficamos com um papel muito pequeno.


Aqui vai um conselho sincero e baseado em experiência própria... a não ser que você esteja disposta a mergulhar no mundo dos freelances, startups e cia., pegue um curso que você consiga terminar, e TERMINE. Não é para gostar, na verdade se estiver gostando recomendo examinar a cabeça.

Faculdade pode ser um tremendo desperdício de tempo e dinheiro, mas é um desperdício que muita gente, incluindo aí o RH da maioria das empresas, ainda acha importante.


Já eu passei a gostar de Economia após ter largado a faculdade. Melhor coisa que fiz.

Para mim, grandes economistas como Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Thomas Sowell, Walter Williams, Leandro Roque, Peter Schiff, Milton Friedman, Nassim Taleb e outros dispensam intermediários. Este site traz conteúdo muito melhor que praticamente qualquer faculdade de economia.


Vou copiar o que já disse em outro artigo:

Bill Gates era obcecado com computadores. A cada chance que ele tinha ele ia mexer em computadores. Ele cabulava aula e ficava noites acordado se dedicando a essa sua devoção.

Michael Jordan, após ser afastado do time quando criança, decidiu que nunca mais iria se sentir tão desprezado novamente. Passou a cabular aulas pra ficar treinando no ginásio, jogando dias e noites inteiros.

Donald Trump passou toda a vida focado em negócios imobiliários. Mesmo quando ainda estava na faculdade pegou dinheiro emprestado do pai para comprar um condomínios de 1400 unidades. Graduou-se milionário e, uma década depois, já era bilionário.

Steve Jobs tinha a criatividade como sua paixão. Na década de 1980 ele já visualizava um iPod, mas com a tecnologia então disponível, o negócio seria um trambolho enorme. Tão obcecado ele era que não descansou enquanto sua imaginação não ganhou vida EXATAMENTE no formato que ele imaginou.

Mark Zuckerberg se dedicou incansavelmente à codificação e conversão de uma linguagem em código. Era o único do seu grupo a ser considerado um verdadeiro gênio. Construiu o Facebook.

Nenhum desses perdeu tempo aprisionado em escolas sendo doutrinados e não aprendendo nada. Eles mostram que a única maneira de ser bem-sucedido na vida é ter um foco afiado e empurrar tudo o que secundário para o lado.


Finalmente alguém que fala a minha língua! Tenho esse pensamento! Acho que por isso aos 27 anos ainda não consegui firmar em nenhum dos 5 cursos superiores que tentei iniciar!

Já comecei Pedagogia, Administração, Engenharia Elétrica, Gestão de TI e Tradução! Hj voltei pra Gestão de TI.


O "clássico" que você defende é exatamente o que o autor também defende: português, matemática e filosofia prática. Está tudo ali nos 12 itens dele.

Você, obviamente, pode discordar. Mas é contraditório defender um "retorno ao clássico" e, ao mesmo tempo, dizer que o autor (que também defende o clássico) é onírico.

Agora, se por "clássico" você se refere ao ensino tradicional, então o seu problema já está resolvido e você nem se deu conta. O currículo de hoje é basicamente o mesmo do 50 anos atrás (só saíram o latim e o francês, que hoje também não têm serventia nenhuma, e entrou o inglês).

Logo, você falou muito mas disse quase nada.



Já eu acho que foi uma grande sacada do autor. Para leitores tradicionais deste site, sim, ela é desnecessária. Mas para a atual geração afetadinha e delicadíssima -- que forma 99,9% dos leitores de internet, inclusive de direita --, tal aviso é extremamente necessário.

Aliás, tal frase caiu como uma luva quando se considera o que ocorreu na seção de comentários do artigo de ontem: bastou o autor criticar, e totalmente de passagem, a "direita nacionalista e estatizante", e imediatamente vários sedizentes conservadores tiveram um faniquito, subiram nas tamancas, fizeram beicinho e fizeram uma ameaça explosiva e mortal: "não leio mais!" E bateram o pezinho. (Alguns, depois, até reconheceram que se excederam).

Agora, se supostos conservadores (sedizentes machos-alfas) são delicados, chiliquentos e propensos ao desmaio à mera menção de uma frase, imagina então a esquerda progressista que nem sequer imagina a hipótese de haver idéias diferentes das suas?

No futuro, alguns artigos terão de vir acompanhados com um kit de primeiros socorros.


Tal frase consta no texto original do autor. Não foi uma inclusão do IMB.


Se eu gosto de estudar por estudar e tem gente que paga para mim, qual é o problema?
Porque permitir que as pessoas tenham outra opção. Se permitir eu perco a minha boquinha.
Ensino público é uma porcaria, mas impede que os pais insiram a ideologia conservadora na cabeça de seus filhos. Quem controla o ensino das crianças controla o futuro.
The Brave New World is coming.


"Aviso: texto disruptivo, com reflexões polêmicas que requerem uma grande capacidade de abstração e um desprendimento dos modelos vigentes. Caso ache que está tudo certo com o mundo e com a educação brasileira, não perca seu tempo com a leitura. Pode voltar para o Facebook ou Instagram."


Esse "aviso" não precisava. Dispensável.


" Uma coisa é estudar por estudar, outra é estudar para criar e registrar conhecimento." Outra coisa é estudar para mamar numa deliciosa tetinha estatal e ainda sair com título de DOUTOR. Afinal, os contribuintes indefesos precisam colaborar com a educação para construir um PAÍS MELHOR, não é mesmo? " Não misture as coisas. "


Olá. Achei o artigo muito interessante, porém completamente onírico. A ideia é ótima mas inaplicável. Percebo que sempre que se propõe algo sobre a escola se esquece a relevância do clássico, classificando-o como desnecessário. Ledo engano, estas receitas que prometem uma redenção capaz de criar uma versão do homem ideal, refazer o molde de Adão e restaurar a natureza caída é só utopia de nossa cultura vitimista com forte inferência marxista. Como diria Dom Lourenço de Almeida Prado "se um aluno não consegue aprender matemática e língua, mande-o trabalhar com barro e chame a bobagem que ele fizer de arte e criatividade".
O clássico é a única forma de retomar o glamour do ensino e dar funcionalidade as escolas, qualquer proposta que desconsidera tais prerrogativas só construirá um edifício no pântano que no primeiro evento climático se desmantelará.
Obrigado!


PRADO, Lourenço de Almeida. Educação: ajudar a pensar, sim. Conscientizar não. Rio de Janeiro. Agir, 1991, p. 339


"O artigo diz que este tipo de gasto não deveria entrar na conta do PIB."

Deveria entrar, só que com sinal negativo. Explicarei mais abaixo por quê.

"Defendi que deve entrar, citando o caso americano."

Você realmente acha que os gastos em defesa (que envolvem também gastos bélicos em ataque) são positivos para uma economia? Como, por favor me diga, os trilhões de dólares gastos nas guerras do Iraque, Afeganistão e Vietnã enriqueceram os americanos?

Aliás, mesmo que você conseguisse provar isso (e não vai), você ainda teria de demonstrar que gastos bélicos são sempre positivos para qualquer país do mundo em qualquer situação. Vai ter de explicar, por exemplo, que eles foram positivos para a URSS ao invadir o Afeganistão e ao fazerem a corrida militar contra os EUA. E vai ter de explicar como exatamente a população brasileira ficou mais rica enviando tropas para o Haiti.

"Óbvio que sei que pesa no PIB deles, mas o artigo defende que não deveria entrar no cálculo."

O artigo mostra as consequências de incluí-los. E explicou por que são deletérias. Cabe a você agora responder às minhas perguntas acima, explicando como aqueles gastos foram ótimos para toda a população.

"A questão é se influencia positivamente no PIB ou não. Você acha que não influencia?"

Positivamente? Não. E vou explicar por que mais abaixo.

"A Amazônia não gera riqueza?"

Qualquer coisa pode gerar riqueza quando explorada sob critérios de mercado e com livre concorrência. Não é o caso da Amazônia, cujo território é um monopólio estatal sujeito aos caprichos de políticos. Só pode explorar a Amazônia quem tem conexões políticas. Se você acha que este arranjo gera riqueza para todos, então é você quem deve explicações. Por essa lógica, as negociatas da JBS e da Odebracht também geraram riqueza para todos nós.

"Então por que tem inúmeras ONG's de diversos países lá?"

Porque elas molharam a mão dos burocratas certos. Começou a entender agora?

"Estão patenteando as descobertas em biodiversidade e descobrindo que tipo de minério tem em cada parte. Alguém precisa tomar conta."

Rá, você colocou o vampiro pra tomar conta do banco de sangue. Incrível a ingenuidade.

"Compreendo que você entende muito de economia e pouco sobre defesa."

Já você entende zero de economia e zero de ciência política. E ainda não entendeu a verdadeira natureza do gasto em defesa, que abordarei agora.

"Desde sempre na história da humanidade, ninguém, absolutamente ninguém gerou riqueza sem defesa. Quem tentou foi roubado ou invadido por outro mais forte."

Agora sim irei explicar tudo o que fiquei devendo ali em cima.

Ora, é claro que não há riqueza sem defesa. Mas, mesmo neste caso, o gasto com defesa é um gasto negativo.

Eu gasto dinheiro protegendo minha casa com cercas elétricas e alarmes. Isso é produtivo? Isso cria riqueza para mim? Ora, é claro que não. É um dinheiro que poderia ter sido mais bem aplicado em outras coisas produtivas, que me gerariam renda futura, mas eu tenho de imobilizá-lo em proteção. É um gasto extremamente necessário, verdade, mas é um gasto negativo. É um gasto que me subtrai riqueza. Se eu tivesse opção, eu não o faria.

O mesmíssimo raciocínio se aplica a uma indústria que tem de pagar seguranças privadas para proteger suas instalações. É um gasto necessário? Ora, claro que é. É produtivo? Gera riqueza para ela? Ora, claro que não. É um gasto que ela não faria caso pudesse optar. Dinheiro que poderia estar sendo direcionado para outros áreas, que aumentariam a produtividade e a geração de riqueza futura, está sendo gasto apenas para evitar assaltos. Isso não gera riqueza para essa indústria.

Expanda o mesmo raciocínio para qualquer outra área. Vale para bancos (que gastam fortunas para aprimorar a segurança das transações via internets), para operadoras de cartão, para a padaria da esquina e para o próprio estado.

Espero que agora esteja um pouco mais claro.

Gasto com segurança é importante? Claro que é. É produtivo e gera riqueza? Claro que não, pois ninguém gastaria nisso caso houvesse a opção de não gastar. Vale para a sua casa, vale para o estado.


"A ideia de sair do mundo acadêmico, para alguns deles, é assustador e nem querem descobrir como é."

Uma coisa é estudar por estudar, outra é estudar para criar e registrar conhecimento. Não misture as coisas.


1) Sim, começou na Prússia do século XVIII. Depois se difundiu para os EUA. Chegou inicialmente em Massachusetts em 1852. À época, era extremamente brando: exigia que crianças de 14 anos fossem para a escola por apenas 12 semanas por ano, seis das quais deveriam ser consecutivas.

Desde então, o sistema foi se intensificando, reduzindo cada vez mais a idade mínima.

Agora, se o modelo visava ao militarismo e não ao industrialismo, aí eu já não sei. De fato, a estrutura de uma escola em pouco se difere da de operários em uma fábrica.

Por outro lado, devo dizer que também já ouvi esse argumento do militarismo. A pessoa havia dito que o modelo atual de escola foi inventado pelo exército prusso para garantir que todos os jovens funcionassem como engrenagens perfeitamente conectadas durante o esforço de guerra. Esse jovens aprendiam matemática básica (para calcular soluções para o poder de fogo da artilharia), o básico da alfabetização (para entender e repassar ordens) e, é claro, educação física.

O interessante dessa teoria é que esse currículo era muito mais enxuto e racional que o atual.

2a) pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_multin%C3%ADvel
marketingdeconteudo.com/marketing-multi-nivel/

2b) Não discordo do que você disse, mas também não acho que seja ponto pacífico. Eu já estive dos dois lados. Atualmente, sou autônomo e tenho grande flexibilidade de horário. Na prática, sou eu quem realmente faço meu horário. Ao mesmo tempo em que posso tirar uma folga numa quarta-feira, posso ter de trabalhar um domingo inteiro. Acho que foi a isso que o autor se referiu. Aí eu concordo com ele.

Se isso é bom ou ruim, aí vai de cada um. Eu completamente subjetivo. Eu gosto, e não me vejo voltando a trabalhar de carteira assinada e batendo ponto.

3) Desde que virei autônomo, moro em cidade pequena, onde o custo de vida é irrisório. Sendo assim, nem sei mais o que é trânsito. E confesso que não entendo autônomo que ainda mora em cidade grande com custo de vida exorbitante, segurança nula e transito caótico. Só pode ser masoquismo.

4) O autor simplesmente deu a opinião dele sobre o atual sistema e disse como seria a escola que ele montaria caso o governo permitisse. Só isso. O autor não ameaçou ninguém, não coagiu ninguém, não tomou o dinheiro de ninguém, e nem prometeu nada a ninguém. Apenas deu a opinião dele sobre o que há de errado. Não há motivo nenhum para se sentir ameaçado ou ofendido. Se você quiser continuar mandando seus filhos para escolas controladas pelo estado, garanto que o autor será a ultima pessoa a querer lhe proibir de fazer isso. Ele pode até criticar, mas jamais lhe impedir. Por outro lado, o estado me proíbe de não mandar meus filhos para as escolas controladas por ele. Ou seja, eu sou obrigado a colocar meus filhos em escolas controladas pelo estado. Quem realmente merece vitupério?


"Estudar por estudar é típico de alguém que ainda não encontrou seu propósito na vida, e por isso continua mecanicamente apenas fazendo as coisas por fazer."
Isso também é comum com pessoas que tem medo de mudanças e preferem ficar na zona de conforto. Tem vários casos de estudantes que terminam a faculdade, daí fazem mestrado, depois doutorado, depois viajam para fora para fazer um phD. A ideia de sair do mundo acadêmico, para alguns deles, é assustador e nem querem descobrir como é.

"Já o atual modelo de escola compulsória, o qual copiamos do resto do mundo ocidental, foi criado ainda no início da Era Industrial. E sua função era preparar a mão-de-obra oriunda do campo para as indústrias."
Sempre achei que esse modelo foi cunhado pela Prússia como estratégia de doutrinação de crianças para aceitação do estado.

"9. Política e sociologia de forma isenta e não-doutrinária"
Vai sonhando, isso é utopia, rs.

Acho que faltou citar um problema muito grande que temos em escolas: são agrupadas por idade.
Com isso, crianças de 5 anos só interagem, praticamente, com crianças de 5 anos. A mesma coisa acontece ao completar 6, 7, 8 e assim por diante até terminar a escola. Isso é um problema, pois ela passa a fase escolar sem aprender e com receio de interagir com adultos.


Bolsonaro é pró-liberdade e pró-mercado?

Ele é um estatista, contra a liberdade que agora acha que tem chance de ser presidente e começa a fazer um discurso no sentido de conseguir votos dos liberais, mas ainda assim mesmo se esforçando para tentar conseguir votos dos liberais, não consegue defender um pouco de liberdade.



Nobres e magnatas. A Alemanha pré-unificação, por exemplo, tinha várias unidades políticas e centros comerciais que competiam entre si por status cultural, o que proporcionou solo fértil para uma cultura vibrante e alguns dos maiores gênios da história humana. A Itália também teve uma situação análoga.

Hoje muitos "artistas" ficariam horrorizados com a idéia de ter que agradar um patrono, afinal isso feriria a "liberdade" deles. Mais uma prova de que é urgentíssimo acabar com financiamento estatal da "cultura", para que essa gentalha entenda que eles não têm direito de cagar no chão e chamar de "arte" e esperar que isso ponha comida na mesa.


Há alguns internautas de direita (ou supostamente, pois há esquerdistas que se fazem passar por direitistas para agredir e criar o caos, e sei de pelo menos um caso em que a pessoa foi desmascarada) que agridem quem pensa diferente. Mas não fazem isso por seguirem uma certa doutrina, pelo contrário, no caso em que não são fakes de esquerda, geralmente são pessoas de menor conhecimento, e inclusive são frequentemente usados como idiotas úteis de manipuladores de esquerda.

Isso não é a mesma coisa que a intencional e orquestrada tomada de espaço pelos esquerdistas.


Minha afirmação sobre os gastos em defesa dos EUA foi um argumento contra o seu argumento. O artigo diz que este tipo de gasto não deveria entrar na conta do PIB. Defendi que deve entrar, citando o caso americano. Óbvio que sei que pesa no PIB deles, mas o artigo defende que não deveria entrar no cálculo. A questão é se influencia positivamente no PIB ou não. Você acha que não influencia? Se concorda que influencia de fato na economia americana, então meu ponto de vista está correto.
A Amazônia não gera riqueza? Então por que tem inúmeras ONG's de diversos países lá? Estão patenteando as descobertas em biodiversidade e descobrindo que tipo de minério tem em cada parte. Alguém precisa tomar conta.
Compreendo que você entende muito de economia e pouco sobre defesa. Desde sempre na história da humanidade, ninguém, absolutamente ninguém gerou riqueza sem defesa. Quem tentou foi roubado ou invadido por outro mais forte.


Algumas críticas sinceras...

1) Até onde eu sei, o modelo educacional universal, compusório e regimentado que tem sido dominante no Ocidente teve origem na Prússia ao final do século XVIII, e tinha como objetivo tornar os cidadãos peças eficazes e obedientes na máquina burocrática do Estado (que estava então em franco desenvolvimento). Tem menos a ver com fábricas do que com militarismo, portanto.

2a) Marketing multinível?...... >.>

2b) Totalmente a favor de acabar com a regimentação do trabalho via CLT, mas sou cético quanto a essa história do "fim do emprego tradicional". Se tem uma coisa que a vida me ensinou na marra, é que disciplina e regularidade têm a sua importância, especialmente no mundo dos negócios em que as redes de interdependência são absurdamente complexas e delicadas. Não tem nada de errado em "arrumar um emprego e pagar contas"; a forma como a pessoa encara o trabalho é mais importante do que o formato do contrato de trabalho em si. E nem todo mundo quer ser "líder". Para existirem líderes é necessário existirem aqueles dispostos a serem liderados. E tem também aqueles que preferem trabalhar quietos, sem liderarem nem serem liderados...

3) Para os senhores do corredor, o trânsito é um desafio, não um obstáculo! :D

4) Minha percepção é de que 90% do que se aprende na escola é inútil, e possivelmente mais se você considerar coisas que poderiam ser úteis mas que são transformadas em doutrinação esquerdista na prática. Mas existe bastante gente que dá valor a uma educação formal "completa", e não tem absolutamente nada de errado se essa gente quiser que seus filhos tenham uma. Ler Homero e Virgílio e Tolkien vai ajudar alguém a ser produtivo? Duvido muito. Mas chamar de "inútil" não passa de uma opinião, e uma altamente questionável.


Caro Marcos, se você é professor, você está numa posição excelente de fazer alguma mudança.

Não sei seu ramo, mas digamos que você ensine matemática no ensino médio. Por que não ensinar cálculos de juros compostos para seus alunos? Fazer um plano de investimentos com dinheiro fictício (como existe no tal do folhainvest), mostrar como funcionam os cartões de crédito, coisas desse tipo. Você ensina português? Ótimo, mostre para ele emails corporativos bem escritos e outros sem qualquer nexo, e o impacto que eles trazem. No meu tempo de aluno, estas eram as melhores aulas, com exemplos práticos de uso daquilo que estava aprendendo.

Até hoje lembro de um professor na faculdade que pediu para todos os alunos criarem contas no folhainvest, para aprendermos a mexer com ações, fez uma pequena competição para ver as melhores estratégias. Não fez nenhuma prova, aprovou todo mundo, mas realmente ensinou algo que uso mais de 10 anos depois.


Tem me parecido que a Folha de São Paulo (que alguns, carinhosamente chamam de Falha de São Paulo) é um dos grandes propagadores de notícias falsas (cuidadosamente incompletas, invertendo a ordem dos acontecimentos, interpretando fatos de forma impossível, etc). Mas jamais direi que é a principal propagadora, porque aqui no brasil, ninguém supera a globo.


Vou corrigir a frase do Vinícius:
Está falando do comunismo ou da social-democracia? Curiosamente, essa frase serve muito bem para os dois.


Sim, as universidades surgiram por meio da Igreja. Era uma época em que o governo não estipulava que só podia exercer determinadas profissões quem tinha um diploma. Consequentemente, as universidades estavam genuinamente voltadas para o saber e para o aprofundamento do conhecimento. Só entrava ali quem realmente estava interessado em aprender e em contribuir para o saber.

Já hoje, não mais. Hoje, o governo determinou que só pode exercer uma determinada profissão quem tem diploma. Sem diploma, o sujeito é proibido de trabalhar. E se ele for flagrado trabalhando sem diploma, vai pra cadeia.

Consequentemente, a universidade deixou de ser um centro de saber (como era na época da Igreja) e virou uma mera atravessadora: para o sujeito poder trabalhar sem ir pra cadeia, ele deve obter um diploma numa universidade.

Foi o governo, portanto, quem transformou as universidades em balcões comerciais. E é exatamente este arranjo que os libertários condenam.

Você, pelo visto, defende. E ainda diz que são os libertários os culpados por "o que virou a sociedade"! Que maravilhosa inversão de valores e de atribuição de culpas.


Você distorceu o significado do comentário da colega.

Aqui não se fala, porque é contrário ao nosso pensamento, em livrar-se fisicamente da ninguém, o que você esquerdistas sempre aplaudiram, quando foi feito por regimes socialistas.
Queremos nos livrar da opressão que pesa sobre nós, não de pessoas. As pessoas podem pensar o que quiserem, já que são donas de seus próprios cérebros. Mas livrar-se da praga esquerdista significa livrar-se do poder de coerção dos esquerdistas sobre as outras pessoas, que eles obtiveram pelo aparelhamento das instituições. Como vocês, esquerdistas, sempre se "livraram" de seus adversários (que vocês consideram como inimigos a serem abatidos) pela perseguição e/ou morte, atribuem a nós essa intenção.



Ótimo artigo mais uma vez, parabéns à equipe do Mises! Não sei se seria efetivo, por ser muito específico, mas entre os temas de estudo sugeridos pelo autor, eu acrescentaria aulas de programação ou algo assim. Não sabemos as profissões do futuro, mas dá pra deduzir que quem souber se virar com informática tem maiores chances de ir na direção certa. Sobre o comentário a respeito da Coréia do Sul acima, parece que a única diferença entre os coreanos do Sul e os do Norte é o víés político (menos mal que seja de direita, porque acabou produzindo riqueza). Mas o povo coreano parece ter a submissão gravada no DNA e isto é um horror.


Devo observar que os autores e comentaristas assiduos aqui nem consideram que o nazismo seja de esquerda:

Há ampla literatura neste site e em outos lugares a respeito disso. Por tal motivo, sua argumentação será considera equivocada nas premissas. Creio que você deveria ler o que se escreveu aqui sobre o nazismo para fazer uma intervenção menos canhestra.

Mas há um fato facilmente observável que começará a esclarecer a questão: Ninguém aqui se identifica com o nazismo. Ele é rejeitado completamente. Já as esquerdas, na prática se identificaram fortemente com o stalinismo (e com outras modalidades de regimes genocidas). Isto é um fato histórico. Mesmo hoje, a levissima crítica das esquerdas aos regimes genocidas de esquerda resumem-se a discordâncias laterais sobre a eficácia dos métodos de então, e alguma embaixadinha para a torcida, e muita desinformação para, na verdade, fingindo, criticar, na verdade defender.

Mesmo no que é mais propriamente considerado nazista, vejo que são as esquerdas que se aproximam dele, e não nós. O nazismo impedia a fuga das pessoas para outros países, e mantinha essas pessoas em condições degradantes, e as matava como moscas. Direitistas defendem isso? Não que eu tinha visto. E os aderentes da Escola Austríaca defendem isso. De forma nenhuma. Mas, enquanto eu estava na universidade, cansei de ver esquerdistas defendendo a prática dos países socialistas de impedir a emigração de descontentes (que eles sabiam, seriam presos, torturados e mortos em grande parte).

Outro exemplo? Planejamento central: Tanto nazismo como socialismo praticavam um planejamento central abrangente. E os esquerdistas de hoje defendem uma fortíssima intervenção do estado na economia, o que implica num abrangente planejamento central. Aqui não se defende isso.


Pergunta, quem financiava os os grandes artistas - pintores, escultores e escritores?


As universidades surgiram atreladas às CATEDRAIS!!! E quem mais despendia gastos com o conhecimento era a Igreja!!! Hoje, para muitos, o deus é a Economia. Analisemos o que virou a sociedade.


Governo injeta 40 milhões na economia, de onde tiram esse dinheiro? Se não dos próprios
impostos, ou de algum empréstimo que fez, aumentando a dívida interna, elevando juros
e depois aumentando impostos em geral.

A questão é lógica, fácil de dedução, só que a burocracia no país é cabide de empregos, infelizmente.


Pois é, se o objetivo for só tentar despertar interesse o jeito como é feito é totalmente contraproducente. Seria melhor ter algo como um "dia do documentário" com uma certa frequência, apresentando temas variados. Mesmo assim acho desnecessário.


Há algum tempo eu estava pensando seriamente em largar a sala de aula, após ler esse texto e alguns comentários minha decisão ficou mais certa. Vivo todos esses dilemas em 9 anos de educação e sinto que não tenho mais nada a contribuir com esse modelo.

Como diria o amigo acima Walter:
"Valeu, #tôfora..."


Putz, pessoal aqui de boas discutindo propostas curriculares que visam a mais liberdade, e aí nêgo vem defender que a solução é ditadura militar de direita, exatamente o tipo que mais centralizou a educação no Brasil e que, ao entregar todo esse modelo centralizado de bandeja para a esquerda progressista, ajudou enormemente na cagada que hoje vivemos.

Aliás, taí um dos grandes cânceres do Brasil: essa disputa ideológica, típica de adolescente, entre esquerda e direita. A esquerda caga com a qualidade do ensino, e aí vem a direita e diz que a solução é mais militarização, mais autoritarismo (a parte da defesa dos "castigos físicos para alunos que faltavam às aulas, conversavam nas salas de aula, tiravam notas baixas" é desprezível), e mais centralização. Essa ala da direita lambedora de bota de milico quer simplesmente cagar em cima do estrume já deixado pela esquerda.

Impressionante nosso atraso. Inclusive ideológico.


"gastos com defesa nacional, na minha opinião influenciam positivamente na economia."

Se influenciam positivamente, então geram lucro. Se geram lucros, seriam feitos pela iniciativa privada. Mas não o são porque tal atividade é monopólio estatal, e só pode ser empreendida por empresas privadas caso haja concessão. E para haver concessão é necessário haver licitações e propinas, o que tira completamente a atratividade do negócio. E tudo causado pelo governo.

"É difícil imaginar que o gasto dos EUA em defesa não influencie no PIB daquele país, exatamente porque a pesquisa e desenvolvimento na área militar gera retorno para diversas áreas."

Ué, mas é claro que influencia o PIB! O artigo inteiro é sobre como esses gastos aditivam o PIB. Logo, sua afirmação é sem sentido, pois chove no molhado.

De resto, os maiores ganhadores dos gastos militares são as empresas privadas que possuem contratos junto ao governo. Isso é corporativismo puro e duro, o exato oposto de livre mercado e criação voluntária de riqueza. Pagadores de impostos têm seu dinheiro coercivamente direcionado para esses empresas, que então enriquecem.

Boa sorte em mostrar que esse processo de transferência compulsória de riqueza de muitos para poucos gera enriquecimento para todos.

"No Brasil vou citar apenas o satélite que recentemente foi posto em órbita e tem capacidade para gerar comunicação segura sem precisar alugar satélites de outros países para esta finalidade. Tem também a capacidade de melhorar a cobertura de internet banda larga no país. Poderia ter sido feito pela iniciativa privada? Acho difícil, porque o risco é alto e o valor envolvido para colocar um satélite em órbita também é alto."

Já respondido lá no início. Se o negócio traz esses benefícios todos, então é lucrativo. Sendo lucrativo seria feito privadamente. Não foi porque não há livre entrada neste setor, que é monopólio do governo.

Já o seu exemplo da Amazônia, nada daquilo ali que você citou gera riqueza para os financiadores compulsórios de tudo isso, que são os pagadores de impostos do Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. Com efeito, não gera riqueza nem mesmo pra quem mora em Manaus ou Belém.

Você pode perfeitamente achar que construir uma faixa de cimento no meio na floresta com dinheiro coercivamente extraído de impostos é algo sublime, belo e humanitário. Mas dizer que isso gera riqueza para todos atenta contra a lógica mais básica.

Por fim, quanto à Embraer, ora, é uma empresa privada. É ela quem deve financiar sua própria pesquisa e desenvolvimento. E não os pagadores de impostos. Ou será que estou louco?


Apenas uma discordância: gastos com defesa nacional, na minha opinião influenciam positivamente na economia. Posso citar alguns exemplos: diversas tecnologias militares passaram a ser usadas para algum tipo de bem estar da população, ou geraram capital. Satélites de comunicação, GPS, aplicação de raios laser, energia nuclear, etc, etc....
As maiores potências econômicas possuem alto orçamento para a defesa. É difícil imaginar que o gasto dos EUA em defesa não influencie no PIB daquele país, exatamente porque a pesquisa e desenvolvimento na área militar gera retorno para diversas áreas.
No Brasil vou citar apenas o satélite que recentemente foi posto em órbita e tem capacidade para gerar comunicação segura sem precisar alugar satélites de outros países para esta finalidade. Tem também a capacidade de melhorar a cobertura de internet banda larga no país. Poderia ter sido feito pela iniciativa privada? Acho difícil, porque o risco é alto e o valor envolvido para colocar um satélite em órbita também é alto.
Algumas vezes é preciso investir onde ninguém da iniciativa privada colocaria dinheiro. Exemplo: Amazônia. Nenhuma empresa privada irá construir uma pista de pouso no meio da selva se não houver um retorno financeiro para este investimento. A COMARA (Comissão de Aeroportos da Região Amazônica), subordinada à Força Aérea Brasileira, construiu praticamente todas as pista de pouso espalhadas na Amazônia. Para que? Para buscar manter a soberania do Brasil sobre aquela região, para dar apoio logístico aos Pelotões de Fronteira do Exército Brasileiro, para levar as urnas de votação nas eleições, para levar médicos nas campanhas de vacinação, para levar desenvolvimento e bem estar para a população que lá reside.
Seria interessante conhecer o ITA (Instituto Tecnológica da Aeronáutica) e o CTA para compreender que existem muitos projetos de pesquisa e desenvolvimento em andamento, e que serão aplicados em aviões fabricados pela EMBRAER, em satélites, em softwares de controle do espaço aéreo, em auxílio à navegação aérea, em infraestrutura aeroportuária, etc. Tenho certeza que tudo isto contribui para o desenvolvimento econômico do país, portanto, influencia positivamente no PIB.


Escola pública nunca prestou, nem prestará, no Brasil. Se algum governador ou prefeito deste país quiser mesmo, melhorar a educação, no seu estado ou município; então que faça isto:
1- Privatize todas as escolas públicas.
2- Dê o direito aos pais de escolherem em qual escola particular, eles querem matricular seus filhos, por meio de bolsas de estudo.
O resto é só demagogia eleitoreira. Você acha que as escolas públicas funcionam gratuitamente? Enquanto nas escolas particulares, cerca de 70% dos funcionários são professores, nas escolas públicas esta percentagem não passa nem de 40%. O resto é burocracia; corrupta, incompetente e lenta. Sai mais barato e melhor, se usar dinheiro público, para pagar uma mensalidade numa escola particular, que jogar dinheiro fora em escolas ditas "públicas", mas de fato da CUT, da corrupção e da incompetência.
Em resumo. Com escolas sob o controle de marxistas, estaremos fadados a vivermos num país pobre, falido, corrupto e endividado.
Tornar um país pobre, num país rico é raridade, mas a Coréia do Sul conseguiu tal feito, graças aos governos de dois generais de 1961 a 1988. Peço a você, que veja a palestra que começa aos seis minutos e vários segundos do site https://www.youtube.com/watch?v=axuxt2Dwe0A


Causas reais do sucesso econômico e educacional da Coréia do Sul:
1- Ditaduras militares completamente de direita, controlando todo o país, por cerca de trinta anos. Nos anos 1950, os generais sul-coreanos usavam de governos-fantoches e de 1961 até 1988, existiram dois generais-ditadores com mão de ferro governando a Coréia do Sul. Não houve espaço político para possíveis clones coreanos de Jango, Sarney, FHC, Lula, Dilma, etc.
2- Um modelo econômico completamente de direita, sem espaços para getulhismos do tipo monopólio estatal do petróleo ou reservas de mercado.
3- Dos anos 1950 ao final dos anos 1980, havia punição brutal a professores que ousassem pregar marxismo e esquerdismos em geral, nas aulas.
4- Dos anos 1950 até o final dos anos 1980, haviam castigos físicos para alunos que faltavam às aulas, conversavam nas salas de aula, tiravam notas baixas. Estes castigos físicos existiam desde a pré-escola, até o final do segundo grau.
5- O governo obrigava e tinha na educação, o objetivo maior do país, ao lado dos gastos militares. No Brasil, de Sarney para cá, apenas os gastos com a ciranda financeira superam mais do dobro de todos os gastos restantes, em conjunto, sendo o espaço de defesa + educação sempre inferior a 10% do gasto público de Sarney(em 1985) para cá.
6- Ao contrário da lenda, os professores da Coréia do Sul ganhavam pouco, nos anos 1960 e 1970, mas eram altamente cobrados, pelo seu desempenho.
7- Por ter poucos recursos, as escolas da Coréia do Sul, não tinham lugar para atividades esportivas.
8- O ensino superior foi reduzido, mas moldado ao modelo americano, sendo os professores trazidos das melhores universidades americanas. Sul-coreanos que foram estudar lá e, voltaram.
9- Os pais que deixavam seus filhos foram da escola eram presos. E aqueles que mandavam seus filhos pedirem esmola na rua além de presos, perdiam a guarda das crianças. A mendicância era e é um crime, na Coreia do Sul. Em suma. Na Coréia do Sul, se criminalizou a ignorância e a mendicância, enquanto aqui se chama de "vítima do capitalismo", aqueles que mandam seus filhos pedirem esmolas, lá na Coréia do Sul, eles foram tratados como criminosos, já na década de 1950.
10- A Coréia do Sul se fez uma firme aliada dos Estados Unidos.
11- A Coréia do Sul não tem riquezas naturais. Sem espaço para slogans vazios do tipo "O petróleo é nosso!".
12- Se impôs o ensino de inglês, que é a língua franca de todos os ramos do conhecimento humano, em todos os colégios. Aqui, o Lula impôs o ensino do inútil espanhol e dos nocivos sociologia e filosofia, que são cadeiras cativas de fracassados marxistas, em todos os colégios. Tornando assim nossos colégios em fábricas de comunistas, incompetentes e imbecís.


Uma das justificativas para o atual modelo escolar de enfiar o máximo de matérias possível na cabeça do estudante é que quanto mais ele descobrir coisas novas maiores as chances de ele se interessar por algo e assim seguir carreira profissional naquilo.

Tipo, se o estudante tomar contato com a existência de mitocôndrias e ribossomos, ele pode se apaixonar por aquilo e decide virar médico. Ou então quando o professor fala que existe algo chamado aromáticos (química orgânica) ele irá se apaixonar tão perdidamente que irá virar engenheiro químico.

Logo, quanto mais coisas você enfiar na cabeça da galera, maiores as chances de pelo menos uma colar.

Só que isso comprovadamente não funciona. Aliás, tem efeito contrário: quanto mais você cobra essas coisas em prova (condicionando a aprovação a isso), maior a repulsa que tais coisas geram.

Experiência própria. Eu odiava historia e biologia no colégio. Depois que me vi livre daqui, passei a gostar. Hoje adora. A escola só atrapalhou meu aprendizado e me causou repulsa ao conhecimento.



A grande função da escola hoje é transmitir a ideologia às crianças e de forma covarde, diga-se de passagem.



O que sente alguém que recebe um alvará de soltura, após ter sido condenado a passar cinco longos anos submetido à reclusão em regime fechado? Não sei ao certo, mas deve ser algo semelhante ao que senti quando abandonei as salas de aula de adestramento e reclusão do curso de bacharel em administração. Sei que não sou anormal em não aceitar a submissão que queriam impingir a minha pessoa, taxando-me de indisciplinado e sem inteligência interpessoal por não compactuar com meus colegas caçadores de notas altas. Valeu, #tôfora...


Só que tais pessoas eram obcecadas pelo assunto e correram atrás, e não necessariamente "aprenderam na escola" de maneira mecânica.

Artigo inteiro sobre isso:

O entusiasmo e a obsessão são suas mais decisivas habilidades


Excelente texto - especialmente em nosso país, os métodos educacionais não viram qualquer mudança significativa nos últimos 50 anos.


No momento estou terminando o curso de engenharia de produção civil na Universidade Federal de Santa Catarina, e sinto na pele o que é a qualidade do ensino deste modelo falido. Mesmo estando quase terminando a universidade, me sentiria totalmente despreparado para entrar no mercado de trabalho. A unica coisa que aprendi bem aqui foi me virar, me virar para aprender, me virar para correr atrás do que realmente importa, infelizmente muitos não podem correr atrás como pude.

Enfim, gostaria somente de dizer que compartilho deste sonho que você tem. Mesmo não tendo me formado ainda, já embarquei na jornada do empreendedorismo, sempre quis ter algo que eu tenha criado e tive a sorte de encontrar bons amigos que pensam como eu e estão comigo nesta jornada, mas meu objetivo de vida é poder fazer algo com relação a educação no país. Remodelar este sistema falido para que as pessoas não tenham que passar pelo tormento que passei ao cumprir com o "dever" de estudar todos os dias.


Perfeito, analiso da mesma forma. Nós mesmos confessamos que o nosso modelo está errado quando admitimos que nossos jovens saem da faculdade sem estarem prontos para o mercado de trabalho. Ora, se o objetivo da faculdade é preparar o jovem para o mercado de trabalho, como que ele pode sair de lá formado sem está preparado? Bato muito nessa tecla, estamos focados na teoria do "Cuspe e Giz" e estamos esquecendo da pratica. Não que a teoria não seja importante, mas além de modificarmos nossa grade, precisamos focar na pratica, pois é com ela que veremos sentido em determinada coisa.


É por isso que dei adeus a faculdade e atualmente trabalho em uma forma de integrar a matemática com Scratch, uma ferramenta para ensinar programação para crianças e adolescentes. A educação já mudou e a tradicional já morreu. Só que não percebeu isso ainda foi o governo. Burocratas sempre são lentos.


Eu tenho estudado muito o aprendizado em rede, e recentemente li Ivan Illich, um pensador que ficou no ostracismo por suas ideias, quando escreveu sobre a desescolarização da sociedade. Vale a leitura.

Uma referência nessa linha: