Últimos comentários


Eu não entendi porque o motoristas estava filmando os clientes. Alguém sabe explicar?


O meu tem uma ferradura pendurada... que dizer para não ofender os sensíveis???
Que tal uma hash?

hashtag #sentindosemagoado



Pq Leandro Roque não faz parte do grupo docente desse curso?


imb-pgea.azurewebsites.net/docentes/


Alguém pode me responder isso?


Fora do tópico, mas uma dúvida:

o social-democrata (que tem tara por proibição de drogas) lá da revista Veja está em alguma espécie de surto? O cara fica repetindo diariamente "sou liberal", "sou liberal", "sou liberal" (afora os auto-elogios também diários, de forma doentia).

Como assim, "liberal"? O cara se posiciona como social-democrata e estatista em todos os assuntos!


Boa discussão! Gostaria só de ver se essas variações de preço ocorreram mesmo, como diz o Leandro, também em outras commodities. Assim como o petróleo é A COMMODITY atual, o ouro é A COMMODITY histórica. O ideal seria comparar os gráficos incluindo minério de ferro, trigo, arroz, etc e tirar uma conclusão mais adequada do quanto é a relação força da moeda x preço dos produtos em geral.


Off-topic, infelizmente o estado agigantado é piorado pela lavagém cerebral que fazem nas pessoas desde cedo. Sim, hoje vejo dessa forma.

Na escola te ensinam que a tua educação e saúde são direitos teus e que o estado deve te propiciar isso "gratuitamente". Que você é OBRIGADO a aderir o modelo de educação do estado, seja por escola pública ou privada que segue a aprovação do MEC, independente de você acreditar na eficácia dele ou não.

Nos jornais policiais, instruem a população que não reaja a um crime. que permaneça passiva enquanto criminosos tiram teus bens, te estupram, te matam ou te cobram impostos. Estamos a um ponto de passividade que as pessoas tem medo até mesmo de portar uma arma porque acham que seriam alvo de ladrões e não reajiriam mesmo nessas condições.

Muito provável que o pessoal que recebe subsidios (bolsa) ou incentivos (passe livre de impostos) já deve ter internalizado que é direito natural deles receberem aquilo e irão repassar ao seus descendentes e amigos.

Ou seja, o estado criou uma massa passiva que tem medo da liberdade e acredita que necessitam dele ditando tudo na sociedade. Talvez seja por isso que nunca tivemos um governo nascido da vontade popular, mas sim de brigas entre militares, familias influentes e (mais recentemente) empresas ligadas ao governo.


Se tem "patada" ou se não tem "patada" por aqui eu não sei, mas uma coisa é certa: você é muito fraco intelectualmente.




Também não entendi por que ele ficou zangado. Se ele quer acreditar que é a oferta de petróleo o que determina toda a força do dólar e, consequentemente, o preço de todas as outras mercadorias (contrariando tanto a teoria quanto as evidências empíricas), não é por mim. Que ele seja livre para isso. (Ele deveria antes ter dado uma conferida em todos aqueles links ali acima gentilmente postados pelo leitor Mr. Richards)

Agora, ele não pode querer falar esse nonsense aqui sem ser questionado. Se ele quer vir aqui tentar espalhar isso como sendo a suprema teoria econômica, aí ele realmente será respondido (educada e pacientemente, como tentei fazer). Se ele não gostou de ter sido contraditado -- pois aparentemente queria falar sem ser questionado --, aí nada posso fazer. Ele está no site errado. Aqui, teorias econômicas sem sentido são respondidas. Este é o objetivo deste site.

Por fim, noto que ele recorre à artimanha vitimista de que eu "coloquei toda a força de minha contestação numa falha aritmética" dele, sendo que a falha aritmética que eu apontei foi totalmente secundária, não constituindo nem de longe o cerne de minha refutação. Recorrer a esse tipo de distorção da realidade demonstra despreparo para o debate público.




"Ao contrário de vocês que não erram nunca."

Você vem aqui esposar uma teoria, é educadamente respondido (e com muita didática), e é assim que você responde? Com essa afetação de coitadismo?

Você recorreu a números. O Leandro também. Só que ele mostrou números (e gráficos) mais completos que dão suporte à teoria dele (que na verdade não é dele mas da EA). Já você mostrou apenas um número que te interessava (preço do petróleo), ignorando todos os outros. Isso não é análise econômica.

Os gráficos do Fed mostram claramente que o ouro encarece (e barateia) antes do petróleo, o que significa que sua teoria de que é o petróleo quem determina o valor do dólar e de todas as outras commodities não se sustenta.


Discordo parcialmente. Pense na linha de montagem de carros na decada de 50, empregava muita gente, mas vieram as máquinas e todo mundo caiu fora.

Os carros que eram artigos caros desabaram de custo e ficaram bem popularizados. Resultado: várias oficinas abriram porque as pessoas precisavam de alguém para consertar os carros. Os macacos velhos mais espertos podiam usar seus conhecimentos em um novo e crescente mercado. Hoje o mercado foi além das oficinas de conserto, pois existem várias lojas especializadas em customização do carro, seja motor, som, rodas...

Problema do macaco velho é que se depender dele, ele quer viver e morrer fazendo o que sempre fez pelo resto da vida.


Intimidoso e Leandro.

Concordo totalmente com vocês. Variação de US$ 60,71 por barril em 1985 para US$ 31,21 por barril em 1986 foi uma queda de 51% e não de 96%. Erro meu. Afinal sou humano. Ao contrário de vocês que não erram nunca.

Agora, engraçado vocês colocarem toda a força da sua contestação numa falha aritmética e não na falácia de que o petróleo, a mercadoria que move o mundo no século XX e início do XXI, não possa ser mais forte que moedas fiduciárias.

De repente, o que move veículos, termoelétricas e indústrias petroquímicas devem ser pequenos papeis verdes. Afinal, se colocarem eles numa caldeira de uma termoelétrica eles também geram calor.


Uns dão patadas, outros soltam a franga.

Voou pena pra todo lado aqui no meu monitor, preciso limpar agora.


Pô Paulão, aí não né? Dizer que uma redução de preço de 30 pra 15 dá uma queda de 95% foi phoda...

Com tamanha perspicácia matemática, realmente qualquer teoria sua vai "explicar a realidade sob condições de contorno rígidas, não sendo simpáticas a exceções".


"1973: Guerra do Yom Kippur e embargo árabe aos países ocidentais que apoiaram Israel. Crise de oferta por decisão geopolítica. Com as torneiras fechadas da OPEP, o petróleo disparou 217% em 1974 em relação a 1973".

E o ouro? No início de 1973, a onça custava US$ 65. No final de 1974, US$ 197,5. Aumento de 203%. (Veja o gráfico).

Incrivelmente próximo, não? Mas deve ser só coincidência. Vai ver que havia também uma OPEO (Organização dos Países Produtores de Ouro) igualmente "fechando as minas de ouro" ao redor do mundo...

"1979/1979: Revolução Iraniana e Guerra Irã-Iraque. Aumento de 100% em 1979 em relação a 1978. Crise de oferta por crise geopolítica"

E o ouro? A onça começou 1979 custando US$ 222,10. E encerrou o ando custando US$ 524. Aumento de 136%. (Veja o gráfico).

Mas também deve ser só mais uma coincidência...

"Queda de 95% em 1986 em relação a 1985: A Arábia Saudita resolveu recuperar sua participação no mercado mundial, aumentando sua produção de 3,8 para 10 milhões de barris de petróleo por dia. Aumento de "somente" 163% do dia para a noite."

Cuidado com a matemática, meu caro. O barril caiu de US$ 30 para US$ 15. (Veja o gráfico). Isso é uma queda de 50%, e não de 95%.

(Para que a queda fosse de 95%, o barril teria de ter caído de US$ 30 para US$ 1,5.)

E o ouro? A onça estava em US$ 406 no início de 1984. Chegou a US$ 285 no início de 1985. Queda de quase 30%.

Eis aqui um caso em que você realmente pode argumentar que o aumento da oferta dos árabes ajudou na queda. O dólar se valorizou 30% mas o petróleo, em vez de baratear 30%, barateou 50%. A diferença de 20 pontos percentuais de fato pode ser atribuída ao aumento da oferta dos árabes.

A teoria, no entanto, segue intocada.

Estranho seria, aí sim, o petróleo baratear e o dólar se enfraquecer.

"Assim sendo, você disse que a teoria econômica diz que os preços das commodities, incluindo o petróleo tem correlação inversa à força da moeda a ela atrelada."

Correto.

"Mas, em relação ao petróleo, a mais importante commodity do século XX e deste início do século XXI, a força de quem tem reservas monstruosas e podem se dar ao luxo de cortar ou expandir sua produção, simplesmente fechando ou abrindo torneiras de campos já descobertos, gera o exemplo que que toda regra tem exceções."

Desculpe, mas, como demonstrei acima, você não conseguiu gerar exceção nenhuma. Dos seus três exemplos fornecidos, dois estavam furados, e apenas um (o último) conseguiu apresentar alguma correlação com a sua teoria -- correlação essa que,como explicado, em nada invalida a teoria econômica apresentada.

"Afinal, em geral, as teorias tentam explicar a realidade sob condições de contorno rígidas, não sendo simpáticas a exceções."

Como você, involuntariamente, acabou de demonstrar.


De resto, vou apenas finalizar ressaltando que, para mim, não faz a mais mínima diferença se alguém acredita que a força da moeda na qual uma commodity em cotada não influencia o preço dessa commodity. Desde que essa pessoa não esteja gerindo o meu dinheiro, não é por mim que ela insista em acreditar em teses alternativas (que descartam a influência da moeda nos preços).


Como eu não posso parar a economia, imagine-se que o BC resolvesse anunciar que passaria a lastrear em ouro. Que agregado deveria lastrear? Base Monetária (parece-me), M1, M2 ou M3? Dividindo esse agregado (a data de 31/12/2016) pela cotação do ouro a mesma data, quantos quilos de ouro eu teria que ter nos cofres?

Abç


Viram a última? O dólar caiu, o real se valorizou, o câmbio se apreciou fortemente e... as exportações aumentaram e a balança comercial não só foi para o positivo, como ainda teve o melhor fevereiro da história!

Mais ainda: as exportações em fevereiro tiveram um aumento de 22,4% sobre o mesmo mês de 2016. Ou seja, o dólar caiu de R$ 4,20 para R$ 3,06 e as exportações dispararam!

Os desenvolvimentistas devem estar implorando para ninguém lhes pedir explicações...

g1.globo.com/economia/noticia/balanca-tem-superavit-de-us-45-bilhoes-em-fevereiro-maior-para-mes-em-29-anos.ghtml

Parabéns ao IMB pela persistência de praticamente falar sozinho sobre este tema, expondo a ignorância de todos os outros "economistas".


Viram a última? O dólar caiu, o real se valorizou, o câmbio se apreciou fortemente e... as exportações aumentaram e a balança comercial não só foi para o positivo, como ainda teve o melhor fevereiro da história!

Mais ainda: as exportações em fevereiro tiveram um aumento de 22,4% sobre o mesmo mês de 2016. Ou seja, o dólar caiu de R$ 4,20 para R$ 3,06 e as exportações dispararam!

Os desenvolvimentistas devem estar implorando para ninguém lhes pedir explicações...

g1.globo.com/economia/noticia/balanca-tem-superavit-de-us-45-bilhoes-em-fevereiro-maior-para-mes-em-29-anos.ghtml

Parabéns ao IMB pela persistência de praticamente falar sozinho sobre este tema, expondo a ignorância de todos os outros "economistas".


Prezado Leandro

Segundo você, o preço de todas as commodities é totalmente atrelado à força da moeda de referência, no caso o dólar, incluindo o petróleo. Concordo com você que, de forma geral, o petróleo é atrelado, mas não de forma exclusiva.

O petróleo não é uma commodity qualquer. É A COMMODITY. Quando se fala em petróleo, leiam-se produtos brutos, líquidos (óleo) mais o gás natural, nas CNTP, que são fundamentais para o funcionamento da sociedade moderna.

Participação do petróleo (óleo + gás natural) na matriz energética mundial:
- Fonte de energia primária: 57% (geração de energia elétrica, térmica e mecânica para a indústria). Fonte: BP Statistical Review of World Energy, June 2016.
- Fonte energética automotriz (transporte de bens e passageiros, terrestre, aéreo e marítimo): 93%. Fonte: International Energy Agency.

Além disto, é a matéria prima mais importante para a indústria petroquímica, onde também é absoluto. E, quando falamos em petroquímica, pense em tudo:

Da válvula cardíaca sintética a todos os painéis plásticos de todos os carros, caminhões, aviões, vagões ferroviários e metroviários, navios de turismo, centro de convenções, hotéis, etc.;

Do tecido sintético que domina o vestuário à resina da restauração dentária;

Dos componentes de tintas e solventes a praticamente todos os brinquedos, malas de viagem, gabinetes de TV, computadores, celulares, tapetes, móveis, painéis imitando madeira, etc.;

Das embalagens de supermercado a componentes alimentícios. Exatamente, derivados de petróleo fazem parte desde alimentos humanos até ração animal, diretamente (em corantes, flavorizantes e conservantes) ou indiretamente (em fertilizantes artificiais e pesticidas);

Da maquiagem das mulheres e dos artistas à borracha sintética;

Dos remédios aos produtos de limpeza. Etc., etc., etc...

O ser humano moderno não vive sem o petróleo.

E parafraseando a piada, se o petróleo pega uma gripe, o mundo pega uma pneumonia.

Isto posto, poderia lhe dar todos os exemplos, desde 1861 até 2017, mas escolhi descrever só três eventos em que o petróleo gerou mudança na força do dólar e não vice-versa:

- 1973: Guerra do Yom Kippur e embargo árabe aos países ocidentais que apoiaram Israel. Crise de oferta por decisão geopolítica. Com as torneiras fechadas da OPEP, o petróleo disparou 217% em 1974 em relação a 1973. E aí, com a força da OPEP o petróleo mudou de patamar, de uma commodity que vinha barateando constantemente desde o início do século XX a uma moeda de coerção dos maiores produtores da época, a OPEP.

- 1979/1979: Revolução Iraniana e Guerra Irã-Iraque. Aumento de 100% em 1979 em relação a 1978. Crise de oferta por crise geopolítica.

Estes dois eventos são conhecidos como os dois choques do petróleo e que alteraram o mundo à época.

- Queda de 95% em 1986 em relação a 1985: A Arábia Saudita resolveu recuperar sua participação no mercado mundial, aumentando sua produção de 3,8 para 10 milhões de barris de petróleo por dia. Aumento de "somente" 163% do dia para a noite. Se isto não é poder de modificação do mercado, não sei o que é. As reservas sauditas são tão grandes que ela sempre pôde se dar o luxo de "fechar ou abrir torneiras" para controlar demanda e oferta. Crise por excesso de produto no mercado. Só para efeito de comparação, a produção brasileira atual em janeiro de 2017 foi de 2,687 milhões de barris por dia.

Assim sendo, você disse que a teoria econômica diz que os preços das commodities, incluindo o petróleo tem correlação inversa à força da moeda a ela atrelada. Mas, em relação ao petróleo, a mais importante commodity do século XX e deste início do século XXI, a força de quem tem reservas monstruosas e podem se dar ao luxo de cortar ou expandir sua produção, simplesmente fechando ou abrindo torneiras de campos já descobertos, gera o exemplo que que toda regra tem exceções.

Afinal, em geral, as teorias tentam explicar a realidade sob condições de contorno rígidas, não sendo simpáticas a exceções.


Essa é fácil. Você sabe como funcionava o mercado de aviação nas décadas de 1960 até meados de 1990?

Eu lhe explico.

Durante todo esse período, o setor aéreo brasileiro era rigidamente controlado pelo governo. O governo estipulava tudo, inclusive os preços das tarifas. Ele concedia o monopólio de determinadas rotas para apenas uma empresa e estipulava o preço das passagens.

Ou seja, era o governo, e não o mercado, quem fixava os preços das passagens. E os preços eram arbitrariamente fixados lá nas alturas. Conseqüentemente, só a elite da elite viajava de avião. Nem mesmo classe B andava de avião. Era realmente só a classe A.

Ah, sim, e no caso da VASP, o povão desdentado bancava, via impostos e impressão de dinheiro (hiperinflação), o luxo dos magnatas que viajavam pros EUA e pra Europa de VASP.

Sob esse arranjo, os preços (muito) maiores de fato permitiam que as empresas aéreas disponibilizassem um melhor serviço de bordo. Tanto VASP (estatal) quanto Varig (privada), quem operavam protegidas e sem qualquer concorrência, podiam se dar ao luxo de gastar os tubos em bons serviços de bordo, pois serviam a uma clientela extremamente elitizada. E, no caso da VASP, quem bancava tudo era o povão.

Justiça social em seu melhor.

Aí, a partir do final da década de 1990, começou a haver uma maior flexibilização nos preços, porém estes ainda eram controlados. Houve apenas um alargamento nas chamadas bandas tarifárias. Foi só em 2005 que as tarifas para os vôos domésticos foram completamente liberadas; e só em 2008 aconteceu o mesmo para os voos dentro da América do Sul.

Como resultado, o setor aéreo doméstico vivenciou uma explosão de demanda sem precedentes. Mesmo havendo poucas empresas nacionais de grande porte concorrendo entre si, essa desregulamentação já foi suficiente para desencadear uma notável disputa por passageiros. Como agora as companhias aéreas concorrem com base no preço, as tarifas estão muito mais baixas do que estavam há vinte anos — e isso em termos nominais; se considerarmos toda a inflação monetária havida nesse período, as tarifas em termos reais certamente estão nos menores níveis de toda a história do país.

Em 12 anos, os preços das passagens aéreas caíram 43%. Em 2002, o valor médio de comercialização das passagens era de R$ 580,58. Em 2014, esse valor passou para R$ 330,25. Uma queda substantiva.

Essa queda nos preços permitiu que muito mais pessoas pudessem fazer viagens aéreas, garantindo às companhias altos índices de ocupação. E os resultados para a população, pelo menos em termos de capacidade e facilidade de locomoção, foram predominantemente positivos. Após essa desregulamentação, as companhias aéreas reconfiguraram suas rotas e renovaram seus equipamentos, o que tornou possível vários aprimoramentos na capacidade de utilização das aeronaves. Foram essas eficiências que genuinamente democratizaram as viagens aéreas, tornando-as mais acessíveis para a população de baixa renda.

O governo gosta de se vangloriar de que sua política econômica está permitindo que "o povo voe". Ora, a única política do governo foi sair do caminho, abolindo barreiras que ele mesmo criou e que sequer deveriam ter sido criadas, pra começar. O governo não fez nada; apenas deu mais liberdade para que a livre iniciativa fizesse mais coisas. Bastou permitir um pouco de livre mercado, e a classe operária pôde ir ao paraíso...

Sugestão de artigo:

Liberem empresas aéreas estrangeiras para fazer vôos internos no Brasil



Não cansa dessa ladainha de machismo? Privilégio masculino? Quanto choro.


Como explicar o caso da VASP que era uma empresa modelo nos anos 60 e 70, mesmo gerida pelo Estado?
O que aconteceu ali?


Adorei o artigo, bem completo e bem escrito.
Ainda tive informações mais claras a respeito do que eu me interessava.
Obrigado pela tradução.


Eu acho muito mais patético o típico brasileiro adorar tretas e "quebra barraco" em geral.

Pessoas inteligentes se unem e se associam de livre e espontânea vontade para construirem imperios e nações. Gente burra briga até com a própria família por dinheiro (que vai torrar com cachaça e rapariga), brigam por status e brigam por atenção e popularidade.

É interessante notar que o brasileiro não se une para construir nada que preste, mas adora mostrar que é popular e cheio de amigos (todos estúpidos iguais a ele, não seriam amigos se pensassem diferente).

Não estou dizendo que você é assim. Mas, não posso perder essa oportunidade para escrever tudo o que observo.


Talvez essa seja a mais pérola das pérolas: "caberá aos governos regulá-lo de maneira equilibrada e razoável para evitar que a concorrência desenfreada precarize os serviços"

Para essa gente, a concorrência "precariza" os serviços. A estupidez fala por si só.


Disse tudo pobre Paulista. É esse o ponto. quem define o preço é quem vai consumir. Tudo é questão de relação custo beneficio. se o preço está compatível com o que eu estou disposto a pagar, Eu pego o UBER se não eu uso outro meio. Usava o UBER hoje estou usando CABIFY, as vezes se necessário faço um sacrifício e vou de ônibus. Alternativas não me falta.


O sujeito achou que estava em um serviço para executivos milionários e depois ainda foi reclamar...


Nesse caso, o motorista do uber é o consumidor. Ele está dando um sinal ao CEO de que o mercado tem margem para praticar um preço mais elevado. Lembrando que é o uber Black, o mercado de luxo, é impecável quanto a qualidade, o motorista esta preocupado com o cliente, o CEO preocupado com o concorrente. A longo prazo acredito que o motorista esteja certo.


Algumas pérolas para vocês:

"A chegada de mais empresas é fruto da regularização desse tipo de serviço, feita em maio pela gestão Fernando Haddad (PT) por meio de decreto, após o tema não avançar na Câmara. A regra autoriza 900 mil km em viagens pela cidade por mês, com taxa de R$ 0,10 por quilômetro rodado. Não há limite de carros.

"A cobrança pode render R$ 2,7 milhões por mês, mas não tem fim arrecadatório. Serve para regular o mercado", diz Rodrigo Pirajá, presidente da São Paulo Negócios, empresa ligada à prefeitura. "Se a meta for atingida, a tarifa será elevada para desestimular novas viagens."

Em vez de fiscalizar os carros, a prefeitura aposta em um sistema para acompanhar as corridas a partir de informações coletadas das empresas, que ficam responsáveis pela seleção dos condutores e vistoria dos veículos.

"A autorregulamentação não encontra respaldo na lei", critica José Bento Ferreira, professor do departamento de trânsito da Unesp. "Uma empresa fiscalizar a ela mesma não funciona."

Mesmo com a regularização, o debate sobre a legalidade do serviço na capital continua. O vereador Salomão Pereira (PSDB) apresentou um projeto de lei na Câmara para anular o decreto de Haddad e determinar que só taxistas possam atender por meio de apps.

"Como essas empresas cobram muito barato, não conseguirão fazer a manutenção dos carros. Logo teremos uma frota sucateada", diz o tucano. Há um inquérito no Ministério Público paulista para apurar a constitucionalidade da decisão do petista.

Antes do decreto, a prefeitura criou a categoria do táxi preto, na esperança de que o Uber aderisse ao modelo, o que não ocorreu. Foram 5.000 alvarás novos, repassados pela prefeitura por R$ 60 mil cada um.

Quem levou um desses hoje alimenta dúvidas se fez um bom negócio. Embora exija veículos de luxo, a categoria cobra o mesmo que os modelos brancos
, em uma estratégia da Easy e da 99 para popularizá-los.

Lastreadas por fundos de investimento, empresas como o Uber adotam estratégia similar à de outras companhias de tecnologia: primeiro juntar uma grande quantidade de clientes e tentar criar um monopólio. Para isso, não há problema se houver prejuízo nos primeiros anos. "Não acredito que os preços do Uber se manterão baixos: são temporários para destruir a competição", disse Evgeny Morozov, pesquisador bielorusso especialista em internet, em recente entrevista à Folha.

E embora se apresentem como alternativas para desafogar o trânsito, os aplicativos de transporte individual têm poder limitado nessa área, segundo especialistas. "Em carros com cinco pessoas cada, é possível levar até 5.000 pessoas por hora na faixa de uma via. Uma linha de metrô leva 80 mil no mesmo tempo", diz Bento Ferreira, da Unesp.

A migração do uso de automóvel próprio para compartilhado também é vista com ressalvas. "Num país pobre como o Brasil, o carro é mantido como símbolo de conquista econômica", pondera Paulo Bacaltchuck, professor de engenharia de tráfego do Mackenzie.

"Os novos serviços são baseados no smartphone, que ainda não abrange toda a população. Por isso, o táxi continua a ser necessário", analisa José Viegas, secretário-geral do Fórum Internacional de Transportes, sediado em Paris.

A única certeza entre os especialistas é que o modelo de carros solicitados por aplicativos não tem volta. Com isso, caberá aos governos regulá-lo de maneira equilibrada e razoável para evitar que a concorrência desenfreada precarize os serviços e a atividade mantenha-se minimamente atrativa para motoristas.

Entre os possíveis próximos capítulos dessa história está o risco de motoristas do Uber procurarem a Justiça em massa para questionar a existência de vínculo empregatício, como ocorreu em outros países.

Em outro efeito do modelo digital, o app T81 lançou no mês passado o serviço de mototáxi, proibido pela administração municipal, porém autorizado em esfera federal. "A prefeitura tem que se adaptar a nós, e não o contrário", desafia Josival de Melo, um dos idealizadores do aplicativo, criado em Recife há quatro meses. "Podem apreender quantas motos quiserem". O modelo do Uber de peitar governos fez escola.


Efeito Uber reduz preços, mas leva motorista a trabalhar por quase 24h

Uma pergunta séria para vocês: Apenas eu que acho curioso o medo dessas pessoas de uma empresa operando no livre-mercado criar um "monopólio" pois clientes voluntariamente decidem utilizar seus serviços em massa, sugerirem como uma medida contra isso, quase que como senso comum, o Estado decretar um monopólio para taxistas, prendendo todos que decidirem entrar no setor?


Excelente análise do IMB sobre o caso do UBER.Aliás se pararmos para pensar,vamos concluir que a única fonte de informação que tem qualidade no Brasil é mesmo o IMB.Enquanto o Antagonista e outros, comemoram o fato do MO ter "livrado"o Temer,assistam a sensata observação do Bruno Garschagem sobre o assunto:https://m.youtube.com/watch?v=BKmBepje6tk


Os pontos mais importantes destacados:

Deixando de lado o Geocentrismo e a Teoria da Terra Plana, abordarei outras questões destacadas.

"O segundo foi a Teoria da Origem das Espécies de Charles Darwin o qual a igreja foi violentamente contra e hoje ninguém reprova, principalmente após as descobertas do DNA."

1º Fato - Existe um arcabouço de cientistas que reprova ou põe em dúvida a teoria de Darwin. Mais de 800 cientistas com PhD proclamam suas dúvidas acerca da teoria de Darwin abertamente.
O Design Inteligente é a irrefutável evidência de que a Teoria da Evolução é pura estupidez!
Segundo o David Berlinski, filosofo da ciência, Ph.D. em filosofia pela Universidade de Princeton, é também pós-doutorado em matemática e biologia molecular pela Universidade de Columbia: "A teoria de Darwin é volumosa, quase completamente inútil, e objeto de veneração supersticiosa."

2º Fato - Dizem comumente que humanos e chimpanzés dividem 99% do mesmo DNA. Comparações genéticas não são tão simples devido às repetições e mutações, mas uma estimativa melhor seria entre 85 e 95%. Isso pode soar impressionante, mas saiba que a maior parte do DNA é usado para funções celulares básicas, que todos os seres vivos dividem.
Por exemplo, nós temos quase metade do mesmo DNA de uma banana, mas as pessoas não usam isso de exemplo! Então 95% não é tanto quanto parece de início.
Os chimpanzés têm 48 cromossomos, dois a mais que os humanos. Pensa-se que isso acontece por que em um ancestral humano, dois pares de cromossomos se fundiram e formaram um apenas. Um fato interessante é que os humanos têm as menores variações genéticas entre os animais, por isso o relacionamento entre parentes é perigoso.
Mesmo dois humanos completamente sem parentesco são usualmente mais similares do que dois chimpanzés parentes.
Limites rigorosos de "comparação genética" parecem que não são levados em conta quando comparações simplistas como esta são feitas. A se utilizar uma abordagem como esta, alguém poderia chegar à conclusão de que, baseado nos 97 genes escolhidos, os seres humanos e as bananas seriam da mesma espécie, uma vez que eles teriam quase que 100% de DNA idêntico. Então por que considerar o macaco ou algum animal do mesmo ancestral e descartar a banana? Se bem que Jean Wyllys iria gostar de ter vindo de uma banana. Brincadeiras a parte.

3º Fato - Gigantes. Sim, eles existiram assim como foi relatado biblicamente com pura comprovação arqueológica. E como eu disse lá em baixo, tudo que não estiver de acordo com a teoria evolucionista, é descartado e escondido da grande massa pelas mídias e a comunidade científica.
Fotos históricas revelam a existência de seres humanos gigantes
Fotos mostram claramente a evidência da existência de gigantes na Terra
Essa existência de gigantes já é uma grande refutação da teoria evolucionista, porque esta é uma questão muito controversa especialmente para a ciência, uma vez que eles não mencionam e não acreditam que gigantes existiram. Mas mesmo assim você poderá me perguntar: Como foi que surgiram, de onde vieram e porque a ciência não os mencionam em canais como History Channel, National Geographic ou outro programa semelhante?
Há uma foto onde os cientistas foram contratados para negar a existência de um gigante. Talvez a foto tenha sido manipulada ou não, mas além desta foto existem centenas de outras fotos onde você verá claramente que esses seres viveram conosco. Confira na imagem abaixo que mostra a altura em metros de gigantes relatados na Bíblia e de fósseis encontrados na Terra. Fonte acima.

A imagem anterior é incrível, mas a National Geographic negou a constatação desses restos assumindo que era uma montagem . A resposta é simples: a Ciência se recusa a reconhecer que os gigantes existiram, porque mostrar as fotos e os restos encontrados simplesmente derrubaria a teoria da evolução, que ensina que viemos do macaco. Ops! Se isto acontecesse toda rede envolvida no comércio iria a falência, todo dinheiro envolvido nesta teoria evolutiva seria perdido, as grandes vendas de livros, as aulas em todas as escolas do mundo que ensinam a teoria do "macaco" ficariam obsoletos, e um grande negócio acabaria! E você acredita ou não?
Como sustentar a evolução destes gigantes? Se fosse assim deveria existir em algum lugar deste mundo, um macaco gigante como é King Kong!

4º Fato - Um estudo do cientista evolucionista Todd Preuss, do Centro Nacional Yerkes de Pesquisa de Primatas da Universidade Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos, desfaz o mito de que o DNA do ser humano é 99% idêntico ao do chipanzé. O estudo, intitulado Human Brain Evolution: From Gene Discovery to Phenotype Discovery ("A evolução do cérebro humano: da descoberta do gene à descoberta do fenótipo"), foi publicado na edição de 26 de junho de 2012 da PNAS – a revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Afirma Preuss em seu artigo que "é agora claro que as diferenças genéticas entre humanos e chipanzés são muito mais extensas do que se pensava; seus genomas não são 98% ou 99% idênticos". O mito dos 99%, popularizado pela mídia secular, surgiu quando uma equipe de pesquisadores, dirigida por Morris Goodman, da Faculdade de Medicina da Wayne State University, nos EUA, comparou 97 genes de seres humanos, chipanzés, gorilas, orangotangos e camundongos. Naquele momento, eles concluíram que os genes de chipanzés e de bonobos (chipanzés pigmeus) tinham mais em comum com os genes humanos do que com os de quaisquer outros primatas. Só que dificilmente esses dados seriam suficientes para sustentar uma conclusão tão radical, já que os pesquisadores compararam apenas 97 genes, quando o genoma humano (que foi mapeado em sua totalidade de uma maneira muito geral) tem pelo menos 30 mil genes – ou seja, eles haviam comparado apenas 0,03% do total. Além disso, os genomas dos primatas naquela época não haviam sequer sido mapeados de maneira aproximada.
Em artigo publicado na revista Molecular Ecology em 2011, o geneticista Richard Buggs explica que essa proximidade genética chegaria, na verdade, a no máximo 69%. Explica Buggs: "De 1964 a 2004, acreditava-se que os humanos eram quase idênticos aos macacos no nível genético. E dez anos atrás, já dizíamos que a informação codificada em nosso DNA era 98,5% a mesma que codificava no DNA de chipanzé. Isso levou alguns cientistas a afirmarem que os humanos eram simplesmente outra espécie de chipanzé. Eles argumentavam que os humanos não tinham um lugar especial no mundo, e que os chipanzés deveriam ter os mesmos direitos que os humanos […] Só que, em 2005, os cientistas publicaram um rascunho de leitura da sequência completa de DNA (genoma) de um chipanzé. Quando isso é comparado com o genoma de um humano, nós encontramos grandes diferenças. Para compararmos os dois genomas, a primeira coisa que nós devemos fazer é alinhar as partes de cada genoma que são semelhantes. Quando nós fazemos esse alinhamento, nós descobrimos que somente 2,4 bilhões dos 3,2 bilhões de letras do genoma humano se alinham com o genoma do chipanzé – isto é, 76% do genoma humano".

"Alguns cientistas argumentaram que os 24% do genoma humano que não se alinha com o genoma do chipanzé é o inútil DNA lixo. Todavia, parece que agora este DNA pode conter 600 genes que codificam proteínas, codificam também moléculas de RNA funcionais. Além disso, olhando detalhadamente a semelhança do chipanzé com 76% do genoma humano, nós descobrimos também que, para fazermos um alinhamento exato, frequentemente temos que introduzir lacunas artificiais ou no genoma humano ou no genoma do chipanzé. Essas lacunas dão outros 3% de diferença. De modo que, agora, nós temos uma semelhança de 73% entre os dois genomas".(Fonte)

5º Fato - A evolução das espécies não está em hipótese alguma comprovado. Não se sabe de um caso sequer de uma transformação(mudança) de um animal para outro. Eu disse mudança, não adaptação. Paramos para pensar. A ciência afirma que uma matéria abiótica(sem vida) deu origem à todas as formas de vida. Mas a mesma ciências afirma que uma vida só é possível vindo de outra vida. E agora? É uma tremenda contradição. Se crer na criação é uma questão de fé, crer na evolução também o é, só quem num grau muito maior, visto que eles caem numa contradição. Para ainda amplificar o raciocínio, existe a questão dos aminoácidos que se unem para se tornarem uma célula replicante. A vida até o presente momento não foi capaz de ser criada em laboratório a partir dos elementos químicos básicos para tal.

"Só alguns grupos extremistas americanos que continuam a só acreditar no criaçonismo."

Acho que você nunca ouviu falar do TDI(Teoria do Design Inteligente). Resumindo o TDI é uma teoria científica que emprega os métodos comumente usados por outras ciências históricas para concluir que muitas características do Universo e dos seres vivos são mais comumente explicadas por uma causa inteligente, não por um processo não guiado como a seleção natural. Os teóricos da TDI argumentam que o design pode ser inferido estudando-se as propriedades informacionais dos objetos naturais para determinar se eles portam o tipo de informação que, em nossa experiência, se originam de uma causa inteligente. A forma de informação que observamos é produzida por uma ação inteligente, e assim indica seguramente o design, que é geralmente verificado por características como a "complexidade especificada" ou a "informação complexa e especificada" (ICE). Um objeto ou evento é complexo se ele for improvável, e especificado se corresponder a algum padrão independente.
Ao contrário do que muitos supõem, o debate sobre o design inteligente é muito maior do que o debate sobre a teoria da evolução de Darwin. Isso porque muito da evidência científica a favor do design inteligente vem de áreas científicas que a teoria de Darwin sequer aborda. Na verdade, a evidência a favor do design inteligente vem de três áreas científicas importantes: Física e Cosmologia, a Química da Origem da Vida e a Bioquímica do Desenvolvimento de Complexidade Biológica.(Fonte)

A Teoria do Design Inteligente está pautada sobe uma vasta e sólida literatura científica, existe centenas de obras científicas tratando do assunto, um bom começo para os brasileiros é ler o livro de Michael Behe, intitulado "A Caixa preta de Darwin, O desafio da bioquímica a Teoria da Evolução". O Intelligent Design é uma verdadeira Teoria cientifica que segue o método cientifico a risca, a Teoria da Evolução por outro lado não passa de um conjunto de especulações sem fundamento algum.

"Mas, na grande maioria dos casos, as ciências naturais são não ideológicas (esquerda ou direita)."

O quê? Amigo, aqueles de áreas de ciências naturais que não se encaixa na teoria evolucionista e funciona de alguma maneira para comprovar a veracidade bíblica é descartado. Primeiro, o que eles não puderem explicar vão tentar esconder, depois afirmar que é uma anomalia, e por último se calar e tentar calar a quantos puderem. O evolucionismo não explica satisfatoriamente a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
Sua afirmação é completamente desonesta.


Sobre o aquecimento global:
Onda de frio mata 'dezenas' na Índia
Frio mata 41 na Índia e provoca transtornos na China e Coreia
Onda de frio mata 46 pessoas na Europa
"Não existe aquecimento global", diz representante da OMM na América do Sul
Prof. Molion aponta renovadas incongruências e até fraudes científicas em recente relatório do IPCC
30,000 scientists sue Al Gore for fraud.
www.dailymail.co.uk/news/article-1250872/Climategate-U-turn-Astonishment-scientist-centre-global-warming-email-row-admits-data-organised.html

"Aliás o Phil Jones admitiu que usou truques para manipular os dados da temperatura.

Ele não está sozinho nesse ceticismo. A lista é enorme, na verdade: Dr. Ian Clark, professor da Universidade de Ottawa; Dr. Daniel Schrag, de Harvard; Claude Allegre, um dos mais condecorados geofísicos franceses; Dr. Richard Lindzen, professor de ciências atmosféricas do MIT; Dr. Patrick Michaels da Universidade de Virginia: Dr. Fred Singer; Professor Bob Carter, geologista da James Cook University, Austrália; 85 cientistas e especialistas em climatologia, que assinaram a declaração de Leipzeg, a qual denominou os drásticos controles climáticos de "advertências doentes, sem o devido suporte científico"; 17.000 cientistas e líderes envolvidos em estudos climáticos, que assinaram a petição do Oregon Institute de ciências e medicina, cujo texto afirma a falta de evidência científica comprovando que os gases estufa causam o aquecimento global; e 4.000 cientistas e outros líderes ao redor do mundo, incluindo 70 ganhadores do Prêmio Nobel, que assinaram a Petição de Heidelberg, na qual se referem às teorias do aquecimento global relacionadas aos gases estufa como "teorias científicas altamente duvidosas". E tem muito mais!"

E uma especial para você: Santa Catarina registra neve no amanhecer deste domingo

Deixe-me ser claro, cientistas alegam que na Idade Média teve um período de aquecimento, chegando a temperaturas superiores do que atualmente, o que indica que se houver um aquecimento hoje, não é culpa do homem, é como um ciclo da natureza. Pois bem, existe um outro lado científico, que alega que a terra está ESFRIANDO.
Homem não controla o clima e mundo está esfriando, diz professor
A terra não está esquentando, mas esfriando, diz a NASA
A Antártida está esfriando
Cientistas dizem que Terra poderá viver 'mini Era Glacial' na década de 2030
A terra está esfriando afirma estudioso
A Terra está esfriando e cientistas alarmistas corrigem dados falsos
Arctic Ice Cap Growing at Tremendous Rate

E mais:
Após 37 anos, volta a nevar no deserto do Saara
2016 não termina nunca: nevou no Deserto do Saara

Como o colega acabou de postar hoje.



E ae mano, no final do comentário há algumas perguntas retóricas e algumas frases que de forma alguma são uma forma de ataque, a quem quer que seja. São simples coisas que vieram a minha mente enquanto eu escrevia e, por falta de um lugar melhor eu resolvi deixar escrito aqui.

"Então ele NÃO tem liberdade de definir o preço. Ele tem liberdade de aceitar o preço definido pelo Uber ou não trabalhar. Não é a mesma coisa."

O preço do motorista do Uber não é explícito. É implícito. Como eu disse no outro comentário, o empreendedor motorista do Uber é um motorista. Não é um empreendedor de um sistema tecnológico que faz a ligação entre o consumidor e o produtor. Ele realmente não tem como definir o preço que o Uber define. Fazendo um paralelo, eu como funcionário (produtor) de uma empresa posso definir o meu preço para o meu empregador (consumidor) mas não posso definir o preço que o meu empregador (produtor) cobra dos consumidores dele.

A não ser que no meu contrato de trabalho o meu empregador peça para eu ajudá-lo a definir o preço dele.

"Imagine que eu tenho um capital e resolvo montar uma pizzaria. Como não entendo muito, procuro uma franquia. Fazemos um contrato, eu monto a pizzaria, e começo a trabalhar. Depois de um tempo, percebo que os preços estão um pouco caros, e resolvo baixá-los. Ou acho que o mercado aceitaria preços mais altos, o que melhoraria meu lucro. Só que o dono da franquia não permite, e exige que eu siga os padrões e normas que ele estipulou. É ruim para mim, e menos ruim para a franquia, que afinal está ganhando sem fazer muita força. (Para falar economês, se uma rede tem 100 franquias, o custo marginal de acrescentar mais uma é baixíssimo e portanto o lucro é alto). Eu tenho a "liberdade" de deixar a franquia, mas perco todo meu investimento, e talvez uma multa rescisória.

Note: não estou me queixando: é do jogo, entra quem quer, sou totalmente a favor do livre mercado. Mas conheço pessoas que me disseram que algumas franquias tem comportamentos bem pouco éticos com seus franqueados. Por isso estou curioso: parece que trabalhar para o Uber é muito fácil, é só baixar o app, dois cliques e pronto. Essas pessoas sabem em que estão se metendo? O Uber é ético e divulga de forma clara os direitos e obrigações de cada parte? O Uber respeita os compromissos "implícitos" e a relação de confiança com seus parceiros ou dá mais importância àquelas cláusulas em letras miudinhas que dão direito a fazer o que quiser e alterar as regras do jogo quando bem entender?"

E eu concordo com você em relação as franquias serem complicadas. Mas acho que é um problema um pouco diferente. No caso do Uber, o motorista presta um serviço. No caso da pizzaria, é um comércio. No caso do Uber ele pode escolher quando/onde trabalhar, ele pode sair do centro e ir prestar serviço no morumbi. Enfim, ele pode procurar uma zona que não esteja com tanta oferta (um maior preço). No caso da pizzaria geralmente a franquia vai estabelecer alguma localização. Seja para não atrapalhar outra pizzaria da franquia, ou porque nessa área há o mercado consumidor que eles querem ou por motivos alheios. Pessoas irão ver problemas em ambos os casos (Uber e pizzaria), e é justamente, como você disse, que o livre mercado é melhor. Pois as pessoas tem opção de escolha. O que pode ser bom pra uns pode não ser bom pra outros. E se o Uber/franquia cumpre o que promete é uma pergunta a ser respondida. Se ele faz coisas além do que ele promete ? Está certo, não está certo ? Acho só pode responder aqueles que trabalham com eles. E, sabendo que o preço está baixo, e sabendo que se o preço está baixo é porque tem oferta, e sabendo que tem oferta é porque tem motorista, logo eu assumo que trabalhar com o Uber não deva ser um problemão. Podem não ficar ricos, mas espero que estejam conseguindo viver uma vida confortável.

Mas em uma coisa podemos deixar claro. Como disse o CEO do Uber. As pessoas devem assumir suas responsabilidades. Se ao participar de qualquer coisa houver algo que não está claro, esclareça antes. Se não é bom pra você, não faça. Não tome uma decisão sem saber no que está se metendo.



E quanto a Amazon e sua falta de lucratividade?

ben-evans.com/benedictevans/2014/9/4/why-amazon-has-no-profits-and-why-it-works


Gustavo, acredito que não funcionaria: os motoristas simplesmente não pegariam corridas mais curtas e "baratas" (como ocorre com muitos taxistas). Essa é uma das melhores coisas do Uber: o motorista não sabe o destino do passageiro até o mesmo estar no carro, com a corrida iniciada.


Então o PT está... Roubando um pequeno grupo, qual seria?
Seria a pequena elite oligárquica de origem aristocrática ou burguesa que é proprietária de quase tudo o que andou roubando nos últimos 500 anos?
E favorecendo um grande grupo, qual seria? O povo?
Pera aí... Mas não é essa a função do governo? Da democracia? Da república?
Dividir de forma mais justa as propriedades e rendimentos da nação?
E enfim.. O PT estava mesmo fazendo isso?
Agora me parece mais que o PT estava esse tempo todo roubando um grande grupo,
o do povo, consumidor, pagador de impostos, contribuinte...
E favorecendo um pequeno grupo, de empreiteiros e grandes empresários, da oligarquia...
Ou seja, sendo sindicalista pelego desde sempre.
Mas de fato os benefícios que estavam chegando ao povo, que você chama de favorecimento, eram justos...
E não estava roubando nada de um pequeno grupo não, tava roubando do grande, e favorecendo os amigos,
podia não estar favorecendo o seu grupinho, mas era algum outro grupinho.


Ótima observação, Douglas. Dado que keynesianos nada entendem sobre poder de compra da moeda e como isso afeta os preços dos bens e serviços cotados nessa moeda (keynesiano só entende de destruir moeda), eles ficam completamente perdidos ao tentar estabelecer uma relação básica de causa e efeito, relação essa que é perfeitamente clara para quem entende o básico sobre teoria monetária.

Para eles, os preços do petróleo e do minério de ferro sobem e descem a cada década exclusivamente por conta do "espírito animal" dos produtores.

Obrigado por suas palavras e grande abraço!



Olá,

obrigada pelo artigo.

No texto que sobre o autor, acho que ele é especialista em metais "preciosos", não?

Obrigada.



No Brasil, onde a grande mídia tem um discurso único com conteúdo sadicamente dedicado a DESINFORMAR, e, descaradamente sempre a favor do governo, nada, absolutamente nada será compensador o suficiente para nenhum empresário que esteja fora do esquema fascista, economicamente falando, imposto pelo Estado e seus parasitas burocratas.
O Brasil é uma republiqueta sindicalista-dinossaurica-parasitária, "funcionando" na base da corrupção sistematizada, alimentada pela impunidade e pelo descaso. Trata-se de uma Nação fracassada, usurpada e desmoralizada, com uma população escravizada pelo Estado, população esta que não tem forças para reagir e que mal conhece o problema em sua raiz.
O Uber aqui jamais será coisa alguma.


Gustavo, que tal você virar homem e responder a altura um vocabulário hostil. Você só justifica a leitura de que para o público atual as "palavras ferem". Vergonha alheia de um comentário desses.


Rá, boa, Pobre Paulista. Este é exatamente o ponto.

Aliás, se a preocupação está com os ganhos do motorista, nem precisa criar Uber Glass (ótima sugestão de nome!); Cabify, Easy Go e Televo pagam mais em viagens longas. Basta o Ex-microempresário se tornar cliente destes.


Motoristas do Uber podem sim controlar seus preços, e isso ocorre com frequência. Eles, inclusive, combinam isso por meio do WhatsApp.

Funciona assim: após o término de algum show no Morumbi, por exemplo, cada motorista desliga seu aplicativo, o que diminuiu bastante o número de carros disponíveis na área. Consequentemente, o algoritmo interpreta que a oferta caiu. E como a demanda está crescente (o show no Morumbi acabou), o algoritmo eleva os preços cobrados.

Ato contínuo, os motoristas religam seus aparelhos e, pelos próximos 15 minutos, os preços estarão lá em cima, e só começarão a cair após estes 15 minutos. Todos os motoristas sabem disso e muitos fazem isso.

O mesmo procedimento pode ser utilizado em aeroportos, shoppings e qualquer outro lugar.

O risco, obviamente, está em outro motorista que não desligou seu aparelho pegar boa parte dos passageiros e quebrar esse "cartel".

P.S.: desnecessário dizer que motorista da Uber trabalha quando quiser. Desconheço qualquer outra empresa que permita isso.


Já respondeu sua própria pergunta aqui:

"Imagine que eu tenho um capital e resolvo montar uma pizzaria. Como não entendo muito, procuro uma franquia."

Abriu mão da totalidade da administração de seu negócio se associando a uma organização com foco em administração do negócio micro ou macro. Esse é um conflito muito comum no mundo dos negócios e muitos preferem tocar seus negócios nas ruas do que associar e tocar no conforto de shoppings centers, preferem ter uma fabriquinha no quintal de casa do que associar ao dono de um galpão, preferem tocar sozinhos do que associar a um funcionário via CLT e assim por diante, empreendedor é bicho questionador e sendo bastante sincero, um genuíno não ficaria muito tempo no Uber exatamente por estes motivos que relatou, acredito que a empresa supervalorizou os motoristas, no máximo são autônomos.


É pouco transparente pra você? Tadinho. Tenho uma dica: Abra uma concorrente da Uber, vou até te dar uma dica de nome UberGlass : o Uber transparente. Se isso é tão importante assim, aposto que você irá desbancar a Uber em menos de um ano.

Eu pessoalmente não me importo com "transparência", quero apenas saber se o preço que aparece no meu celular quando eu chamo um carro é menor ou igual o que eu estou disposto a pagar. Se sim, pego um carro, se não, vou a pé, de metrô, ônibus ou similar.

Não sei como as pessoas conseguem complicar algo que é tão simples.


Eis um vídeo no qual um motorista da Uber descreve os seus ganhos e gastos em um ano. Resultado: o cara lucrou aproximadamente 850 reais por semana, o que dá 3.400 reais de lucro por mês.

Em um ano, ele faturou quase 53 mil reais.

Tudo isso trabalhando 42 horas por semana.



Leia também:

Quanto você ganha como motorista da Uber e de seus rivais


Ruy, muito do que o Uber fala dá a impressão que seu "modelo de negócio" é baseado em gente que aproveita o tempo para ganhar uma graninha extra. Mas na prática, pelo menos no Brasil, tem gente que investiu em um carro novo e pretendia trabalhar como motorista do Uber em tempo integral. Essas pessoas não tem a "liberdade" de trabalhar só quando interessa, como dizem alguns. Ela investiu e precisa de retorno em seu investimento. Minha pergunta é: as condições vigentes quando a pessoa se associou ao Uber se mantém ou não? Se o Uber resolve criar uma "promoção" com preços irreais, as pessoas tem as opções de trabalhar com prejuízo ou não trabalhar e não ganhar nada. Isso é fazer dumping com o dinheiro dos outros.

Quanto a vc dizer que dumping é um mito, bem...


Arthur M Meskelis, agradeço o comentário, mas acho que vc se contradiz em uma expressão:

"Ele tem total liberdade de definir o preço e a estratégia de trabalho dele. Se ele achar que o preço não convêm, ele fica em casa. Se ele achar que deve ir para algum lugar que o preço convêm, assim ele o faz. "

Então ele NÃO tem liberdade de definir o preço. Ele tem liberdade de aceitar o preço definido pelo Uber ou não trabalhar. Não é a mesma coisa.

Imagine que eu tenho um capital e resolvo montar uma pizzaria. Como não entendo muito, procuro uma franquia. Fazemos um contrato, eu monto a pizzaria, e começo a trabalhar. Depois de um tempo, percebo que os preços estão um pouco caros, e resolvo baixá-los. Ou acho que o mercado aceitaria preços mais altos, o que melhoraria meu lucro. Só que o dono da franquia não permite, e exige que eu siga os padrões e normas que ele estipulou. É ruim para mim, e menos ruim para a franquia, que afinal está ganhando sem fazer muita força. (Para falar economês, se uma rede tem 100 franquias, o custo marginal de acrescentar mais uma é baixíssimo e portanto o lucro é alto). Eu tenho a "liberdade" de deixar a franquia, mas perco todo meu investimento, e talvez uma multa rescisória.

Note: não estou me queixando: é do jogo, entra quem quer, sou totalmente a favor do livre mercado. Mas conheço pessoas que me disseram que algumas franquias tem comportamentos bem pouco éticos com seus franqueados. Por isso estou curioso: parece que trabalhar para o Uber é muito fácil, é só baixar o app, dois cliques e pronto. Essas pessoas sabem em que estão se metendo? O Uber é ético e divulga de forma clara os direitos e obrigações de cada parte? O Uber respeita os compromissos "implícitos" e a relação de confiança com seus parceiros ou dá mais importância àquelas cláusulas em letras miudinhas que dão direito a fazer o que quiser e alterar as regras do jogo quando bem entender?


"O Uber pode praticar dumping às custas de seus motoristas?"

Como assim, meu caro?

Como o Uber praticaria "dumping" às "custas dos motoristas"?


(Lembre-se: essa coisa chamada "dumping" é um mito).


Aqui no Brasil, já já vão criar sindicato dos motoristas da Uber e uma associação. Afinal, empresa praticar preços baixos é algo proibido por aqui. (No mesmo país em que todo mundo reclama que tudo é caro).


Os preços irão baixar até a rentabilidade ser compatível com o risco do negócio. E quem dita isso é o mercado (consumidores). Simples assim.

A Uber nunca que poderá abaixar o preço ao ponto da mão-de-obra achar desvantajoso se associar a ela e também ao ponto da rentabilidade da mesma se tornar insuficiente.

E se o motorista estiver insatisfeito, que faça o seguinte passo-a-passo:

1. Saia da Uber
2. Vá trabalhar em outro negócio.


"Os preços dos bens e serviços não são resultados dos custos operacionais. Os preços finais de bens e serviços não são determinados pelo valor dos insumos (como mão-de-obra e matéria prima) utilizados em sua produção. Com efeito, preços e custos nem sequer são "determinados" pelos mesmos agentes econômicos"

É a teoria subjetiva do valor econômico: mises.org/library/introduction-theory-value

Vale lembrar a observação de Robert Murphy:

"Subjectivist (Marginalist) Theory Incorporates the Truth of the Cost Theory

The modern subjectivist theory incorporates the truth of the cost theory. In other words, the limited situations in which the cost theory worked can also be handled by the subjectivist theory. In order to do this, the economist simply needs to take into account the fact of marginal utility, meaning that people make their trades using concrete units of goods rather than entire classes. (For more on marginal utility, see this article.)

For example, the cost theory of value would say that if the price of a good fell below the cost of producing it, then producers would switch to alternate lines, and the resulting shortfall in supply would raise the price. The subjectivist approach can tell the same story, because individuals will devote the first horse to more important ends than the third horse. Thus, the marginal utility of the first horse is higher than that of the third horse, and as the quantity of horses dwindles, their market price will tend to increase, using Rothbard's approach as outlined above. (This was not obvious in the actual example above, which only used one horse to keep things simple.)
."

mises.org/library/subjective-value-theory


Ex-microempresário,

"Afinal, quando alguém trabalha para o Uber, tem ou não controle sobre o "modelo de negócios" ? Que liberdade tem de definir seus preços e sua estratégia ? "
Sim, ele tem controle sobre o modelo de negócios. Ele pode escolher a região onde vai trabalhar, atender quem ele acha que deve, a hora que ele quer entre outras coisas. Ele tem total liberade de definir o preço e a estratégia de trabalho dele. Se ele achar que o preço não convêm, ele fica em casa. Se ele achar que deve ir para algum lugar que o preço convêm, assim ele o faz.

Entretanto, este empreendedor não é um empreendedor de "...uma empresa de tecnologia, que apenas faz a ligação entre o consumidor e o empreendedor...", logo, ele não tem controle sobre o modelo de ne?ocio de tal empresa assim como ele não tem liberdade de definir preços nem sua estratégia.
Nem tal empresa tem o controle de definir quando e onde o motorista deve trabalhar.


Seria de fato interessante que o próprio motorista definisse o seu preço para a corrida, e o Uber fizesse apenas esse papel de intermediar o serviço prestado e o consumidor final, ficando com um % desta corrida. Pode ser inclusive uma ideia para um possível concorrente.
O problema é: como realizar isso na prática? Como impedir que o motorista informe um valor ao aplicativo e cobre outro do passageiro? Será que é lucrativo? É algo que precisaria ser bem estruturado.

O que pensei de antemão foi: o consumidor define a origem e o destino, como é feito atualmente, e os motoristas que estivessem em um raio de "x" Km receberiam esse aviso, analisariam o percurso e informariam seu valor para a corrida. Esses valores apareceriam para o cliente e ele escolheria aquele que lhe fosse mais interessante. Ao fazer isso, o motorista informaria o valor ao aplicativo e ao cliente ao mesmo tempo, sem ter espaço para "burlar o sistema". Com isso, a empresa se protegeria da flutuação do mercado e de possíveis encargos trabalhistas, pois não definiria nada, apenas atuaria como intermediário. Mas caso esse modelo não fosse lucrativo, a empresa poderia cobrar um valor de manutenção do aplicativo aos motoristas.

Se alguém quiser desenvolver a ideia, estou disponível.






Muito ilustrativo, ou seja os preços de num mercado livre e desimpedido é que determinam os custos, e não os custos que determinam os preços. Então quem empreende tem que saber a que preços será vendido seu produto para depois ver o menor custo que ele possa produzir irá compensar. Se seus custos forem iguais ou maiores que os preços de mercado, então se ele produzir ele irá destruir riqueza propria e entrará na lista dos maus enpreededores. Este motorista é um empreendedor que não sabia disso e por ignorancia errou na sua escolha de trabalhar com um ativo tão elevado sem ver o custo beneficio, por isto está tendo prejuizo. Mesmo lá, EUA, é uma ecomomia dirigida, com carteis criados pelo governo e reagulamentações excessivas, leis ambientais injustificadas e caras que tiram a competitividade da economia. Tenho até impressão de que seja um estado policial pelo que tenho lido no livro 'Lost Right' de James Bovard onde não respeitam a propriedade privada e a policia pode tomar seus bens por uma simples denuncia anonima e você não terá dinheiro para acionar o estado que pode até pedir para você pagar os advogados do governo, impossibilitando a ação do cidadão contra o governo por falta de recursos. Logo a primeira coisa que alguem deve saber é se respeitam a propriedade privada, e se tem a noção aproximada do que é o mercado. Assim poderemos produzir riqueza segura.


Agradeceria se os argumentos evitassem ataques pessoais, especialmente se baseados em desejos pessoais. Nenhum de vcs me conhece para saber se "fui retirado do mercado" ou não.

Vou tentar de novo explicar minha dúvida:
Um empreendedor tem a liberdade de cobrar os preços que quiser. O consumidor tem a liberdade de pagar ou não.
Consequentemente, um empreendedor deve ajustar os preços que cobra em função do mercado que pretende atingir.
Neste caso específico:
O motorista do Uber tem a liberdade de ajustar seus preços de acordo com o mercado ou isso é prerrogativa do Uber?
Sendo mais prático:
O Uber pode praticar dumping às custas de seus motoristas?
O Uber pode forçar estratégias de preço que maximizem os seus lucros em prejuízo dos motoristas, seus supostos parceiros?
E por último:
O Uber fala a verdade quando diz que é apenas uma "plataforma tecnológica", se eximindo com isso de várias responsabilidades, ou é apenas um "franchising" disfarçado ?

Frisando: não pretendo ser motorista do Uber, não tenho nada contra ele; pelo contrário, sou contra a existência de "concessões" para o exercício de uma atividade profissional, como é o caso dos táxis "oficiais". Mas tenho curiosidade em saber qual é, afinal, o verdadeiro modelo de negócio do Uber. Por enquanto isto me parece, digamos, pouco transparente.


Com US$ 15 mil ele comprava um Honda Civic top. E com US$ 22 mil, um Honda Accord mais top ainda.


No Uber o motorista se associa ao aplicativo e não o contrário. O Uber é para complementar renda e não ser a renda principal. É simples. Basta pensar e entender.


A questão é: por que o motorista do Uber gastou tanto com o carro? 97 mil dólares é MUITA grana. Ele não precisa de uma limousine, precisa de um sedan limpo, confortável e potente. Nos EUA, com 30 mil dólares ele consegue isso.



"Dar patadas" é coisa de quem anda sobre quatro patas, e não de um site que se propõe a disseminar ideias. Isso aqui é um espaço para o exercício da razão, e não para quem quer se mostrar "maduro" mediante "patadas" (esse sim tem que crescer ou sumir daqui).



"Afinal, quando alguém trabalha para o Uber, tem ou não controle sobre o "modelo de negócios" ? Que liberdade tem de definir seus preços e sua estratégia ?"

A mesma liberdade de preços que qualquer outro empreendedor tem dentro de um mercado de livre concorrência: nenhuma.

Não importa se o cara dirige para a Uber ou se tem uma padaria ou um restaurante self-service popular: no final, quem define os preços que ele pode cobrar são os consumidores e a concorrência.

Você, como ex-empreendedor, deveria saber disso melhor que ninguém: afinal, se você é ex-microempresário é porque já foi retirado do mercado pelos consumidores, que não mais compraram seus produtos ao preço que você estipulou.


Pensei em várias formas de responder. Mas vou concordar com o Pobre Paulista. Vamos nos abraçar e cantar kumbaia.


"Quem está arcando com os prejuízos são exclusivamente a empresa e seus funcionários"

Exatamente, a Uber diz que não tem funcionários, que os motoristas são "empreendedores" livres e que o Uber é apenas a plataforma tecnológica.

Afinal, quando alguém trabalha para o Uber, tem ou não controle sobre o "modelo de negócios" ? Que liberdade tem de definir seus preços e sua estratégia ?

Enfatizando: não disse que o governo tem algo a ver com isso. O que me interessa é a relação entre o Uber e seus funcionários / parceiros / empreendedores / whatever.


Percebi a mesma coisa, chamar esse motorista de empreendedor é um disparate, se fosse embarcar no Uber para dirigir faria o menor investimento possível para enquadrar nos padrões de qualidade, e não esse investimento vultuoso para aprimorar um carro que se desvaloriza a taxas chinesas. Com US$ 97 mil se monta um senhor empreendimento nos EUA, com US$15 mil já é investimento adequado para o Booster Fuels, o CEO está certíssimo em afirmar que as pessoas não assumem responsabilidade pelas merdas que fazem, uma atitude muito empreendedora.


Entendeu duplamente errado.

Para começar, os preços variam diariamente e são definidos por um algoritmo que responde à oferta e demanda. Pesquise sobre.

Em segundo lugar, ao contrário do que ocorre no Brasil, nenhum governo está socorrendo a Uber com o dinheiro de impostos. Os prejuízos da Uber não estão sendo socializados com o cidadão comum. Nenhum pagador de impostos está sendo espetado com a conta.

Quem está arcando com os prejuízos são exclusivamente a empresa e seus funcionários. Exatamente como tem de ser no capitalismo.

Na próxima, esclareça melhor os seus conceitos.


Interessante é que o Uber se apresenta como uma empresa de "tecnologia", que apenas faz a ligação entre o consumidor e o empreendedor, mas parece que na prática não é bem assim. Pelo que entendi do diálogo, é o Uber que define preços e estratégias de negócio. Parece com o "capitalismo" de um certo país da América do Sul, em que os lucros são individuais mas os riscos são divididos ou integralmente repassados.


É uma excelente forma de diferenciar os dois conceitos.

Mas o ambiente global está aí, e a 'divisão do trabalho em nível mundial' não pode mais se sustentar apoiada apenas em vantagens comparativas (como os recursos naturais) ou mesmo em vantagens competitivas (como a mão de obra barata). O Marcos Troyjo é que fala muito sobre isso, sobre como países ou regiões estão desenvolvendo novas "vocações" que antes não lhes eram naturais. Como por exemplo a China, que está deixando de ser o "país da loja do R$1,99", e se tornando um país intensivo em tecnologia. O mundo mudou, e os países precisam se adaptar a isso...

Abraços!


O motorista fez a escolha errada, não poderia investir em um carro tão caro. Para um empreendedor, antes de tudo, é fundamental ter um plano de negócios limpo em suas mãos.


Excelente explicação, Leandro. A melhor que li sobre o assunto de forma resumida.

No final do ano passado tinha visto um gráfico sobre essa disparada do preço das commodities durante a década de 60 e, principalmente, na década de 70.
Mas, como sempre, o economista que estava apresentando esse gráfico falou que "ainda não se sabe ao certo o que fez as commodities dispararem de tal maneira".
Ou seja, se a realidade pode ser explicada pelo Keynesianismo, então isso "comprova" a hipótese keynesiana. Mas se a realidade não consegue ser explicada pelo Keynesianismo, então "ainda não se sabe ao certo o que fez tal fenômeno ocorrer", implicitando que somente a hipótese keynesiana existe ou que somente ela pode explicar fenômenos econômicos.



Sou de SC e moro no RS onde pedi porte que me foi negado. Engraçado que na época, a 2 anos atrás, o agente da PF falou que se fosse uns anos antes eu ganhava a porte, mas que naquela época que eu pedi os delegados do RS foram chamados em Brasilia e levaram uma mijada em razão de darem mais de 3,5 mil porte por ano e que Espiro Santo dava apenas 1 por ano, que era exemplo. Resultado está ai. Detalhe que á uns 3 anos no RS eles estão negando porte para todos e não renovam nem os antigos, tirando até de instrutor de tiro o porte. Como se vê, violência subiu muito no RS desde então.
SC ainda como comparação é o o maior mercado de armas, com 3% da população brasileira responde por mais de 12% das compras de armas no Brasil, sendo hoje o estado menos violento.


Vc está sendo irônico ou acredita que os recursos naturais são ilimitados?

Eu acredito que em algumas décadas os recursos serão alocados de maneira a atender a satisfação humana em um nível de qualidade maior que sua necessidade. Os alimentos são finitos, mas em questão de qualidade de vida, em muitas regiões o excesso de alimento já está se tornando um problema maior que a falta. O avanço tecnológico proporcionará ganhos de produtividades fantásticas. Profissionais específicos como médicos, engenheiros e professores serão cada vez menos demandados. A comodidade do "faça você mesmo" será a regra geral.
Você como ex-microempresário deve saber que sua ex-função de assumir riscos e alocar recursos está sendo ultrapassada com o sistema de produção just-in-time. Logo não teremos a necessidade de qualquer tipo de profissional, sendo pois, qualquer trabalhador dispensável, o sistema de preços não seria uma regra sabia para alocação de recursos. A civilização voltará ao seu estado natural e viverá em harmonia com viveu antes do primeiro homem cercar um pedaço de terra e chamar aquilo de seu.



Depois do IMB enriquecer meus conhecimentos as conversas econômicas e políticas duram poucos minutos, as pessoas já possuem as respostas, só fazem as perguntas erradas, fazer elas se perguntarem como nações exportadoras de commodities, frutinhas, carne, peles e até mesmo areia estão em melhor condição que Brasil particularmente buga a mente das pessoas.



Ontem no jornal da noite da RecNews chamaram um economista (possivelmente egresso de alguma federal) pra comentar sobre os benefícios/desvantagens na valorização do real frente ao dólar.

E, só pra variar, o mesmo argumento de "o real fortalecido não é interessante em um momento de saída de recessão do país, que precisa intensificar suas exportações, e assim atrair dólares, e depois baixar os juros". E que, "com juros menores, o país aumentaria seu poder de consumir, e que mais moeda pra consumir é que é o degrau pra alavancar o resgate econômico do país".

E, no meio da palestra ainda tentou justificar que essa política exportadora do país deveria se dar sobre uma política de real desvalorizado em prioridade sobre uma diversidade da pauta de exportações (em maior parte commodities). Que o mercado aberto beneficiaria o Brasil caso tivéssemos uma pauta de export. de bens manufaturados (com direito a citações de Alemanha e Japão, mas coincidentemente sem explicar como Austrália e N. Zelândia com maioria de exportações de commodities são prósperos).

Sem os conceitos aprendidos no IMB é esse o nível dos conselhos sobre macroeconomia no Brasil (um país que desde cedo trata o capital como vil, sob a égide do Mec) e amplamente divulgados pelas midias mainstream.


É praxe do Brasil dar muita atenção a forma e pouca importância ao conteúdo, em especial de textos técnicos.


Ora, falta e muito por aqui é a devida qualificação. Iniciativas privadas que nos tirariam desse atraso como o sisutec são logo tolhidas pela ignorancia dos nossos governos e ainda aplaudidas pela populacao.


Sua pergunta considera que existam pessoas capazes , desempregadas ; mas na real uma massa enorme de desempregados não competentes para tarefas altamente sofisticadas,demandaria muito tempo e capital a ser investido para readequar,atualizar esta massa.
Todos falam,sai de uma função e entra para outra, mas no mundo real, as funções para macacos velhos diminuem,não aparecem , e aumenta o numero de macacos velhos despedidos,trocados por maquinas.
Um tempo e capital não existente para reciclar humanos,trocados por maquinas, como explicado no artigo.Quem puder ou tiver idéias serão benvindas.


Excelente artigo! Estava procurando uma referência mais resumida para entender o seriam os "socialistas-fabianos", tão falados nos últimos tempos. Muito esclarecedor!


Fernando Calazans , desculpa mais eu tive que rir do seu comentário. Principalmente desta parte "Nossa! Agora a meta da esquerda é ser igual à Malásia! Que fundo de poço!".

Aproveitando o gancho de empresas estatais para falar sobre governo e economia. Chega a ser cômico as tentativas da esquerda de usarem exemplos bem "sólidos" de empresas estatais argumentando que é possível o Estado participar da economia. Já tivemos inúmeros exemplos deste fracasso de Estado empreendedor, o que chega a ter alguma graça quando a esquerda insiste nesse assunto. Se a esquerda quer realmente usar exemplos para argumentar que o Estado pode gerir uma empresa e participar da economia em setores estratégicos ou não, acho que um bom disso é Dubai.
Em Dubai a população não paga imposto algum, mas também não existe nada de graça no país. O governo detém algumas empresas nos setores petrolífero, do turismo, imobiliário, comércio e etc... mas isso não justifica que existe o estado de bem estar social no emirado, dado que a saúde e educação são privados.


Ué, nada a além do esperado kkkk. Anarquistas clássicos sempre defenderama supressão do indivíduo em nome do coletivo. Afinal, danese se eu sou dono do meu corpo, danese se estou sendo agredido, o que importa é a sociedade sofrida que não tem e precisa. Nem um pouco tiranico né, mas n importa, como vc msm disse.


Sim, será mais viável, pois agora os custos operacionais delas -- de todas elas -- estão menores.



"Consequentemente, menores os custos de entrada para novos empreendimentos. Isso significa que novos empreendimentos poderão surgir mais facilmente, de modo que aquelas pessoas que foram demitidas por causa da automação poderão encontrar novos empregos rapidamente"

No caso, seria viável as novas empresas absorverem os trabalhadores? Se automação for uma via mais barata?


Poderiam responder a isso? É uma transcrição da fala presente no vídeo dessa menina, que parece que é desenhista:
https://www.youtube.com/watch?v=ZZ8udFzGG0c&t=11s

"Nossa, que legal esse desenho. Vou usar ele como estampa de camiseta pra vender na minha loja.

Nossa, gostei dos vídeos dessa menina. Vou criar iguais pra colocar no meu canal."

Eu acho que pelo menos uma vez durante sua carreira, um artista vai passar por uma situação parecida. E eu acho que todo mundo aqui conhece algum artista que já foi plagiado.
Infelizmente essa é uma coisa que continua acontecendo, apesar dos nossos esforços pra tentar impedir.
Porque a gente vive numa época de "internet livre", então as pessoas realmente não entendem o limite do quanto elas podem usar qualquer coisa que elas acham na internet do jeito que elas quiserem.
E já que a gente vive num mundo onde todas essas coisas de limites são meio nebulosas. Eu vou falar aqui pra vocês o que é plágio.
Vamos pegar ajuda da nossa amiga Wikipédia:
"O plágio (diz-se também plagiarismo ou plagiato) é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria."

Ou seja, toda vez que você encontra alguma coisa na internet, pode ter certeza que teve um autor ou teve alguém que criou aquilo, e se fosse pegar e usar esse conteúdo sem os créditos ou sem autorização do autor, isso pode caracterizar plágio.
Eu sei o que o google parece ser, uma terra de ninguém. Muita gente usa pra fazer pesquisa de referência de imagem, enfim. Mas o google, na verdade, é só uma ferramenta de pesquisa, não quer dizer que tudo que você encontra lá é gratuito pra você usar do jeito que quiser.

E o mesmo vale pra qualquer outro tipo de conteúdo que a gente encontra na internet.

A questão é que é muito fácil você encontrar uma imagem bonitinha na internet ou de algum desenho, ou fotografia que você acha legal e de repente pega pra usar no seu blog, fazer uma postagem, ou até mesmo usar como estampa pros produtos da sua loja. Mas fácil não quer dizer que você está sendo correto.

As pessoas, no geral, sempre esquecem que existe alguém por trás desse trabalho que você achou. No caso de material artístico, tem sempre um artista por trás dessa obra que dedicou muito do seu tempo e muitos anos de estudo pra criar isso que você tá vendo aí na sua tela.

Já é muito difícil pra um artista viver nesse mundo onde a arte é desvalorizada e as pessoas não conseguem entender ou respeitar o que a gente faz. E ainda às vezes a gente tem que lidar com esse tipo de situação, de ter sua arte roubada ou plagiada.
Eu mesma já tive a minha plagiada algumas vezes, tanto nesses sites que geralmente pegam imagens aleatórias na internet pra vender como produtos, tanto como já tive diversas postagens do meu blog, que foram simplesmente copiadas e coladas num tumblr qualquer sem crédito nenhum.

É claro que sempre vai existir uma inspiração, eu me inspiro em diversos artistas e diversos canais aqui no youtube. Existe uma diferença entre você se inspirar e você simplesmente chupinhar e copiar esse conteúdo sem discriminação.
Então, finalmente, o que fazer quando você tem a sua arte plagiada?

Bom, eu acho que a primeira coisa que pode ser feita quando percebe, é tentar falar com a pessoa que fez isso. As vezes a pessoa realmente não sabe que ela tá fazendo isso e ela pode concertar tirando a sua imagem do ar, enfim. Eu acho que dá pra tentar resolver primeiro conversando.

Caso não funcione, a pessoa não reconhecer o erro dela e não tire do ar todas as suas artes, então chega o momento que a gente vai ter que partir pra justiça e a melhor coisa é consultar o advogado. Eu sei que é muito chato quando a situação chega nesse ponto, mas a gente não pode deixar essas coisas passarem como se fosse nada.




Nossa! Agora a meta da esquerda é ser igual à Malásia! Que fundo de poço!

E o que temos de fazer para ser igual à Malásia? Ter uma estatal de petróleo! E já não temos? A Petrobras é o quê?

Ah, sim, sobre a Petronas: a estatal é tão eficiente, mas tão eficiente, que o governo malaio tem de gastar 12% do seu orçamento apenas para manter os preços da gasolina -- monopólio da estatal -- artificialmente baixos. (Fonte)

Ou seja, se o governo não tomar dinheiro dos pobres para repassar para a estatal na forma de subsídios, a Petronas teria de cobrar um custo exorbitante pela gasolina apenas para se manter lucrativa. E, como você bem disse, a estatal detém o monopólio de todas as reservas de petróleo do país. E ainda assim precisa de subsídios! Baita eficiência!

Aerolineas Argentinas? Além de ser uma porcaria, ela custa 1,2 milhão de dólares por dia ao governo argentino. Dinheiro tomado dos pobres e repassado para sindicalistas.

"[...]à frente da Aerolineas Argentinas, que acumula prejuízos na ordem de US$ 340 milhões. A companhia continua operando graças a um subsídio do governo de US$ 1,2 milhão por dia. Na previsão orçamentária apresentada pelo Ministério da Economia da Argentina, a empresa receberá um investimento de US$ 440 milhões em 2016."

airway.uol.com.br/brasileira-assume-comando-da-aerolineas-argentinas/

Isso deveria ser considerado crime. Os pagadores de impostos argentinos têm de pagar 1,2 milhão de dólares por dia para manter esse cabide de empregos. São os pobres subsidiando as viagens dos ricos. (Como disse, já voei pela Aerolineas e me impressionei com a ruindade do serviço. Pudera, são funcionários públicos).

E tem otário "a favor do social" defendendo isso.

É impressionante a tara da esquerda em tomar dinheiro dos pobres para repassar a sindicalistas de estatais. PQP.


Me enoja ver esses meios de comunicação demonizando o real forte. É sempre aquela tara desenvolvimentista encrustada na cabeça desse povo, às custas do pobre que vai ter que pagar mais caro no supermercado e em tudo que ele precisa consumir.


O que dizer da estatal PETRONAS?

A maior patricionadora da Mercedes AMG na F1!!!

A empresa foi parar na forbes, como a lista das maiores empresas do mundo.
Ela possue TODAS as reservas de petroleo e gas da malasia!!


E sobre isso vocês não falam porque?

Aerolines argentina é top tb, quem já voou sabe disso..

Não que eu ache que tudo deve ser estatal... Mas algumas coisas do orgulho nacional e que preserve o nosso patrimonio de forma estrategica, ai sim deve ser estatal....



"[i]Fazer o quê[i]?"

Ué, continuar a dar patadas até que cresçam ou sumam daqui, oras!


Qual parte da cláusula do contrato você ainda não entendeu? Ao vender a rua, os moradores (Carol inclusa) exigirão uma cláusula garantindo liberdade de acesso, incondicional.

Isso já foi respondido três vezes (ali embaixo), mas você segue ignorando (de propósito). Esse é seu nível de desespero.


Exato. O nível continua alto (tem artigos cujos comentários são ótimos complementos ao próprio texto), mas essa geração delicadeza e "achei ofensivo" está onipresente na internet, até mesmo aqui.

Fazer o quê?


voce leu o que eu disse?? a casa é de carol e a rua de joão e ai como fica?? e outra quem falou que a propriedade de carol foi vendida?? o que foi vendida foi a rua e não a casa dela-a rua pode dar acesso a casa dela mas isso não significa que carol possa decidir quem compra ou não a rua-ou sera que pra voces carol pode mandar na rua de joão??


Não se preocupe,caro André.
Quando o Trump ligar a impressora e começar a gastar com infraestrutura,defesa e veteranos,nem com o André Perfeito no BC,o dólar iria deixar de ir pro abismo.


Eu gosto muito dos artigos do Mises, mas venho gostando cada vez menos dos comentários aos mesmos. Antes tínhamos os Olavetes e afins, mas agora temos representantes da geração "Palavras Ferem" criada à base de Nutella e leite com groselha. Concluímos que sempre dá pra piorar.

Felizmente, ainda assim o debate continua num nível alto.


...porque existem pessoas capazes de criar, empreender...
Todas as pessoas são capazes de criar e empreender. Nem todas o fazem.

O capitalista é o cara que melhora vidas, salva vidas, deixa o mundo mais divertido e confortável entre uma infinidade de outras maravilhas.
Vc quis ironizar, né? Mas essa é uma verdade.

... mas se perguntarem para qualquer indivíduo de qualquer outra espécie não sinantrópica, acho que vão discordar. E se perguntarem para o Rio Doce, também. Mas isso é assunto para artigos sobre a relação do capitalismo com o meio ambiente.
Se não existisse o capitalismo, não existiriam mineradoras ou as mineradoras seriam magicamente à prova de acidentes? Ah, já sei, não foi um acidente, foi culpa da "ganância" inerente ao capitalismo. A propósito, quais são os sistemas alternativos ao capitalismo atualmente implementados e qual a relação deles com o meio ambiente?

Quero que perguntem sim, para o trabalhador, esse do Marx...
...Será que ELE se sente EXPLORADO...
...Será que ELE, o objeto em discussão tem alguma voz nessa ideologia?

ELE tem nome e endereço ou é um ente imaginário que subsititui a SUA visão a respeito do tema ?

Mas na verdade existem duas formas de se tornar um bilionário hoje: herança, e exploração do trabalhador ou das regras do Estado.
Bill Gates, Mark Zuckerberg, Messi, Neymar, Madonna, Lady Gaga.
Em comum entre eles: não receberam heranças, não exploram trabalhadores (seja lá o que vc entende por explorar), não exploram regras do estado, e fornecem produtos que as pessoas querem consumir.

Mas o fato é que não está funcionando, nem pelos números dos próprios capitalistas
Que números seriam esses?

Não está funcionando para a grande maioria das pessoas no planeta.
De novo, a "grande maioria das pessoas no planeta" disse isso pessoalmente para vc ou é apenas wishful thinking?

Então, tontos e ávidos por uma solução, começamos a jogar pedras para todo lado buscando culpados.
Fale por você.