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Últimos comentários


Isso é fato é não precisa ser tão inteligente para prever que um livre mercado é muito superior em termos de melhoria de vida de um povo em relação a um mercado fechado e cheio de controle. Triste, vermos o Brasil se definhando sob leis e regulamentos mais estapafurdios, algumas parecem piadas! A página do Senado Federal aqui no Facebook me dá asco!


Receio que na África não haja condições mínimas de segurança e justiça para que a integridade física das pessoas e a acumulação de bens sejam respeitadas. Isso é condição necessária para o livre-mercado.

No meio de tanta barbárie, a única coisa que eu acho que resolveria seria um ajuste a la Cowperthwhaite.


Calma lá. Eles estão emprestando, sim. Apenas não no volume com que foi criada base monetária.

Veja a evolução do crédito nos EUA desde 2008.

d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/historical.png?s=UNITEDSTALOATOPRISEC&v=20170616224400&d1=20070101&d2=20171231

O próprio M1 cresceu a uma média anual de 10,5% desde 2009. Isso é o suficiente para gerar bolhas em alguns ativos. (Sendo a forma mais líquida de dinheiro, o M1 mostra aquele dinheiro que está pronto para ser transacionado diariamente na economia; um dos destinos desta liquidez é exatamente o mercado de ativos, como ações, imóveis, papeis, obras de arte etc.)

d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/united-states-money-supply-m1.png?s=unitedstamonsupm1&v=201706232029v&d1=20070101&d2=20171231


Quanto ao que você disse sobre guerras, concordo plenamente. Mas sempre pode surgir um lunático com grandes poderes militares. E isso é imprevisível.


No meu caso, minha experiência marxista como socialista e, posteriormente, social-democrata revisionista (nunca fui comunista em definição doutrinária) durou dez anos. Dos meus 16 aos 26 anos, passando por filiação partidária e tudo.

O que me fez começar a sair dessa excrescência foi, ironicamente, o Lula no poder. Quando ele fez a "reforma" da previdência, me senti traído por ele, tal como aconteceu com Luciana Genro, Babá e Heloísa Helena. Só que ao contrário deles, eu comecei a me desiludir. Foi a época que comecei a estudar o marxismo com uma visão crítica, ao invés de receber informações de cartilhas. Ainda sim, fiquei mais alguns anos no que eu chamo de campo de tolerância da discórdia* do marxismo, que é a social-democracia. Mas acabei abrindo meus olhos para o mal que eu defendia.


É realmente a escória das ideologias!

* Já notou em escolas e universidades que existem alunos que se declaram como "não sou marxista", mas atribui os males sociais ao capitalismo? Ou então sempre repete os jargões da desigualdade social e da pobreza? Essas pessoas realmente não se acham marxistas, mas acabam na prática fazendo coro às narrativas. Isto acontece porque a estratégia marxista encontra muitas dificuldades em formar um discurso único, eliminando a crítica que forma as divergências. Logo, cria-se as divergências críticas e ideológicas que são toleráveis, controlando a mente das pessoas - que acreditam estar formando seu senso crítico.


Se os bancos americanos não estão emprestando os trilhões que dispõem, estão deixando essa grana parada no FED, o que explica a supervalorização dos ativos, que tem criado boatos de uma possível bolha tanto na bolsa, quanto no mercado imobiliário americano?

O pessoal fala em 3a guerra mundial. Mas eu acho que hoje, com os mercados tão globalizados, economias tão integradas, é simplesmente impossível haver um conflito envolvendo grandes potências, tipo China e EUA.

A Rússia, apesar do poderio militar, é economicamente irrelevante e jamais iriam querer ser varridos do mapa.



Gostei bastante do texto, mas também discordo do item 2.
O que o khmer vermelho fez no Camboja foi tão abominável quanto o nazismo.


"Ora, mas se o socialista acredita que o lucro é imoral, não seria a inveja que motiva sua ira, mas sim o totalitarismo ideológico."

E o que exatamente essa ignorância dos socialistas tem a ver com o fato de anarcocapitalistas desprezarem parasitismo, esbulho, e assalto à propriedade privada (exatamente tudo o que políticos fazem)?



Os judeus foram perseguidos? Sim, foram. Mas quando o cristianismo surgiu os judeus de perseguidos viraram perseguidores de cristãos (o Novo Testamento mostra muito bem isso); veja como os judeus sempre tiveram participação em governos, até mesmo na Roma e Grécia antiga...O julgamento de Cristo, onde os judeus ameaçaram até Pôncio Pilatos em denuncia-lo a César, mostra como eles tinham uma participação muito grande nos governos.

A situação começou a mudar no caso de judeus perseguindo cristãos quando o cristianismo começou a ser a maioria...


Quando cursei faculdade de engenharia na Bahia, UFBA, nos idos dos anos 80, fui comunista de carteirinha. Participava de reuniões do DCE, e pregava a igualdade marxista. Não demorou muito para entender que os camaradas me tratavam como subalterno, apenas me utilizando para anotar atas de reunião, apertar seus baseados e propagar suas ideias. Existiam os líderes, plenos do saber marxista, e o imbecis úteis, como eu, utilizados como massa de manobra. Quando havia algum debate sobre os malefícios do comunismo, sempre me calavam quando mencionava genocídios e a falta de democracia. Rompi definitivamente com as ideias marxistas quando numa eleição do diretório acadêmico nossa chapa perdeu por maioria esmagadora dos votos, e eu e os líderes incendiamos as urnas durante a apuração. Essa atitude ditatorial é bem comum, pois os fins sempre justificam os meios. Minha curta aventura como comunista durou menos de um ano e foi suficiente para formatar meu entendimento de que esse tipo de pensamento é o pior lixo ja produzido na história da humanidade.


Bom dia!
Infelizmente é tarde demais não só para o brasil como o mundo em geral, já estamos no princípio do colapso do mundo como conhecemos, só vai sobreviver quem for capaz e tiver iniciativa, coragem, raça, perseverança e principalmente esperança.


Quando o governo vai privatizar as praias, parques, rios, etc ?

Cobrar imposto para fornecer lazer e descanso é piada.

Não existe coxinha grátis.





Quando jovens, as pessoas são sonhadoras, são questionadoras, são mais "humanas", e, com isso, abraçam o discurso esquerdista contra a "desigualdade provocada pelo capitalismo", aderindo de todo coração e alma ao comunismo "verdadeiro".

Depois que começam a trabalhar, a maioria cai na real e joga no lixo o idealismo esquerdista, entretanto, ainda sim há um grupo que se mantém firme à "causa" socialista: são os "descolados", que seguirão na luta por uma sociedade "mais justa". Esse grupo é normalmente formado por jovens sustentados pelo pai capitalista.

Na militância encontramos basicamente dois grupos: os "descolados", que são minoria, e os "excluídos pela sociedade", que são aqueles cujo o insucesso profissional é "culpa da desigualdade", e que, movidos pela inveja transmutada em ódio, formam o grupo chamado de "idiotas úteis", são pessoas que, via de regra, nada tem a perder, são cognitivamente dissonantes, incuráveis e intolerantes, são, em suma, massa de manobra dos líderes comunistas, mas sem jamais se reconhecerem como tal.


Amigão, você fez exatamente o que sempre fazem. Só faltou destruir a carreira acadêmica de quem não acredita em aquecimento global no melhor estilo totalitário dos ambientalistas.



Já saiu estudo mostrando que pessoas que fumam e vivem muito são mais resistentes ao cigarro devido a genética, e não que o cigarro faz bem

https://www.seeker.com/worlds-oldest-people-are-genetically-superior-1769281049.html

Se você , reles mortal, fumar cigarro, vai ser afetado. Então essa questão já foi resolvida.

O japão também é um dos países com mais casos de um certo tipo de câncer que eu não lembro mais o nome, por que comem muito peixe cru, ainda assim, sua expectativa de vida é elevada, o câncer é algo bom? Não. Eles tem um sistema de saúde melhor que boa parte do mundo. E também, apesar de comerem algumas coisas que afetam o corpo, o resto da sua dieta deve compensar.







tsc, tsc, esse saoPaulo repetiu os mesmíssimos argumentos dos progressistas. Só faltou comparar com os negadores do Holocausto.

Olhem só como o aquecimentismo é uma "ciência" magnífica:

2009:
https://extra.globo.com/noticias/economia/gelo-desaparecera-do-artico-em-2014-diz-al-gore-212019.html

2014:
https://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2014/01/aquecimentistas-presos-no-gelo-antartico.html

E essa não é a primeira previsão furada. Esse texto apresenta mais uma outra muito pior. Mais outra bela previsão dos aquecimentistas.

[www.mises.org.br/Article.aspx?id=573]É isso o que acontece quando entra em uma discussão com argumento do "consenso científico".[/link] Qualquer consenso é uma piada, começando pelo consenso dos economistas.


Eu acho que as imagens do Holocausto são chocantes demais e é por isso que as pessoas o odeiam mais que o comunismo.
Quando se lembra do comunismo primeira coisa que vem em mente e o holocausto super divulgado em contrapartida o holomodor que são tão chocantes quanto e pouco divulgado.



Então porque os dados que refutam os dogmas dos ambientalistas são solenemente ignorados?

Ótima "ciência" essa, só presta aquilo que reforça meus dogmas.


"se os depósitos remunerados do Banco Central norte-americano salvou a América de uma hiperinflação"

Nunca houve riso de hiperinflação.

No atual sistema monetário e bancário, o Fed (bem como o Banco Central brasileiro) não injeta dinheiro diretamente na economia; ele injeta dinheiro apenas nos bancos, e os bancos é que decidem se irão despejar este dinheiro na economia (por meio da criação de crédito.

Se os bancos não quiserem despejar este dinheiro na economia americana, não haverá nenhum risco de hiperinflação.

Portanto, para haver hiperinflação, os bancos americanos teriam de emprestar trilhões de dólares para empresas e pessoas em um curto espaço de tempo. Isso significa que essas pessoas e empresas teriam de estar dispostas a se endividar em trilhões de dólares em um curto espaço de tempo, algo totalmente impensável e impossível, principalmente naquele cenário recessivo.

E, dado que hiperinflação não é do interesse dos bancos (seus empréstimos seriam quitados com um dinheiro sem nenhum poder de compra, o que destruiria o valor de seus ativos e, consequentemente, seu patrimônio líquido), e dado que são os bancos que hoje controlam o dinheiro que eles jogam na economia, não houve por que se preocupar com esta probabilidade nos EUA. Ela só existirá se o Fed perder sua independência e passar a seguir ordens do Congresso.

"e depressão severa"

Também não houve qualquer medida que afastasse uma depressão severa. Ao contrário: exatamente como foi feito em 1929, e ao contrário do que foi feito em 1921, as medidas do governo simplesmente prolongaram a recessão, fazendo com que a recuperação econômica pós-recessão fosse a mais fraca da história.

As medidas do Fed foram feitas exclusivamente para salvar seus bancos amigos, e foram destrinchadas em detalhes neste artigo.

Alguns detalhes pouco conhecidos da crise financeira de 2008

Não havia nenhum risco de depressão. Haveria apenas algumas falências bancárias, sendo que esses bancos seriam prontamente comprados por outros bancos (o que, de fato, chegou a ocorrer). A interferência do governo, que escolheu vencedores e perdedores, simplesmente embaçou a situação, criando incerteza de regime e prolongando desnecessariamente a recessão.

"qual o argumento um libertário deve usar para objetar está política, pois ela fez os bancos se livrarem de ativos tóxicos de longo prazo e o FED pode carregar estes ativos de baixo custo por ser o dono da impressora"

Essa é uma postura errada. Você não tem de comentar uma política de acordo com um "ponto de vista libertário" ou um "ponto de vista estatizante". Não é assim que se faz ciência. Você tem de entender o que o houve, e observar quem se deu bem e quem se deu mal. Política é isso: escolher vencedores e perdedores.

No caso das políticas do Fed, os vencedores foram os bancos, principalmente aqueles mais imprudentes e temerários (que estavam com os ativos podres). Os perdedores foram os bancos prudentes e sensatos, os pagadores de impostos (que arcaram com os pacotes de socorro) e os poupadores, que não mais ganham juros sobre sua poupança. Vários fundos de pensão estão em dificuldades, pois não há ganhos. Quem foi frugal se estrepou, e quem foi esbanjador se deu bem.

E isso em nada ajudou a economia. Ao contrário: apenas embaçou todo o cenário (ao impedir que os ruins e imprudentes fossem expulsos do mercado pelos bons e prudentes), destruiu o mercado de juros (o segundo preço mais importante da economia; o primeiro é o preço da própria moeda), e criou incertezas (os bons são punidos e os ruins, premiados), arrastando a economia.

Vale também lembrar que os juros que o Fed paga aos bancos faz com que ele repasse menos ao Tesouro (isso já foi explicado várias vezes neste site). Consequentemente, os déficits do governo aumentam e aumenta a dívida. E isso também é pespegado aos pagadores de impostos.

"tal politica monetizou o déficit público do governo norte-americano de forma avassaladora"

Isso é falso. Se o déficit tivesse sido monetizado, haveria hiperinflação. Aliás, o Fed -- como já explicado acima -- é proibido de monetizar a dívida. Com efeito, monetização da dívida é proibido em todos os países sérios do mundo. É praticado apenas na Venezuela e na Argentina.

"o que tem provocado até mesmo rumores de terceira guerra mundial [...] devido a instabilidade do Dólar por causa da trilionária divida norte-americana"

Confesso que não entendi esse salto de lógica.

"enfim não consigo argumentar contra esta política de depósitos remunerados"

Ela é excelente para os bancos, que agora ganham deixando dinheiro parado no Fed (tal política, como já explicada neste site, é completamente inédita, e nunca foi aventada em nenhum manual de macroeconomia). O pessoal critica os bancos brasileiros, mas, atualmente, os bancos americanos têm uma mamata muito maior.

"e Dilma se fosse presidente estaria praticando tal política"

Nunca vi ela falando qualquer coisa sobre isso. Aliás, duvido seriamente que ela sequer entenda disso.


Muito boa a V conferência austríaca de economia,mas a minha indagação é sobre o que Fernando Ulrich explanou...

De acordo com o mesmo,as reservas fracionárias não provocam crises,mas sim o descasamento entre ativo e passivo.

O FED ao praticar uma política heterodoxa ao remunerar reservas em excesso(Reservas acima do compulsório)ele conseguiu salvar os bancos da insolvência(Os mutuários das hipotecas não foram salvos,diga-se de passagem) devido a alta exposição com a bolha imobiliária.As hipotecas não vencem no mesmo prazo portanto dá para o Fed carrega-lás em seu ativo e remunerar reservas em excesso em seu passivo com os juros do títulos do Tesouro.
Então pergunto ao Leandro Roque,se os depósitos remunerados do Banco Central norte-americano salvou a América de uma hiperinflação e depressão severa,qual o argumento um libertário deve usar para objetar está política,pois ela fez os bancos se livrarem de ativos tóxicos de longo prazo e o FED pode carregar estes ativos de baixo custo por ser o dono da impressora,tal politica monetizou o déficit público do governo norte-americano de forma avassaladora,o que tem provocado até mesmo rumores de terceira guerra mundial(Improvável,mas a ameaça funciona e amedronta,propaganda de guerra também é arma de combate)devido a instabilidade do Dólar por causa da trilionária divida norte-americana,enfim não consigo argumentar contra esta política de depósitos remunerados e Dilma se fosse presidente estaria praticando tal política,enfim não consigo enxergar os furos desta operação e gostaria que os demais comentaristas não usem de baixarias e ofensas pois estou querendo aprender humildemente com todos e confesso que as vezes tenho dificuldade para entender alguns assuntos devido a falta de tempo para estuda-los a fundo,


Se pesquisar mais a fundo, verá que não tem muito essa diferenciação. O socialismo soviético, desde Lenin, matava por diversos motivos que não somente por oposição ideológica. Até xenofobia havia: os cossacos (principalmente da Ucrânia) eram perseguidos e mortos como judeus eram na Alemanha nazista. A diferença é que aqueles ensaiaram alguma resistência, mas não detem certo.

E os Gulags (URSS) e Laogais (China) eram tão cruéis quanto os campos de concentração nazistas.


Oneide, com que intuito alguém produziria algo que não é útil se não o de desperdiçar investimentos?
Um bom empresário não cometeria tal erro visando o lucro, ao longo do texto pode-se entender a intenção
do autor ao proferir esta frase.


Na verdade a perseguição nazista foi mais cruel que a comunista. Embora ambas perseguições fossem cruéis, os comunistas na maioria das vezes perseguiam por ideologia, ou seja, pessoas que se opunham ao comunismo ou até mesmo comunistas que não seguiam a cartilha ideológica do ditador, como Stalin fez em relação aos seguidores de seu rival Leon Trotsky. Os nazistas, por sua vez, perseguiam pessoas por etnias, como os ciganos, os eslavos e os judeus étnicos. Lembrando que Hitler não perseguia apenas os seguidores da religião judaica, mas sim quem era um judeu por etnia. Mesmo que esse judeu se convertesse ao catolicismo, ao protestantismo, ao ateísmo ou qualquer outra religião os nazistas ainda o veriam como um judeu e portanto ele ainda estaria sujeito à prisão, trabalhos forçados e a execução no Holocausto. Até mesmo pessoas que nunca praticaram o judaísmo e nem tinham conhecimento da religião judaica foram perseguidas pelos nazistas por terem algum antepassado judeu, e isso é muito mais cruel, pois você pode escolher ser comunista, liberal, conservador, direitista, esquerdista, anarquista, fascista mas você não pode escolher ser um judeu (da etnia judaica), negro, cigano ou eslavo já que você nasce assim e portanto não tem escapatória.



Acho que faltou o principal, o fato da Alemanha ter saído derrotada da Segunda Guerra Mundial. Se os alemães tivessem vencido a guerra e derrotado os russos, eles descreveriam e aumentariam todos os horrores cometidos pelos soviéticos. Quando os soviéticos mataram milhares de civis em Kathyn, tentaram atribuir o ato aos alemães, mas a verdade apareceu. Provavelmente (embora obviamente o regime nazista seja horroroso, assim como o comunista) os russos botaram muitas mortes nas costas dos alemães, por crimes que os próprios russos cometeram. São dois regimes lixos, que desprezam o ser humano e sua individualidade, e vivem de devaneios coletivistas.


Meritíssimo Henrique Hinz:

1) Introdução:
Primeiramente, parabéns por comentar no site Mises. A maioria de seus colegas, com certeza, não teria a mesma coragem de Vossa Excelência.
A sua proposta de estimular o debate representa um grande avanço em relação ao status quo, ao zeitgeist que vivemos.
A pergunta "a justiça do trabalho deve existir?" está em evidência, não só na mencionada conferência, a qual tive o prazer de assistir pessoalmente, como também em colocação recente do presidente da Câmara, Sr. Rodrigo Maia. Desse evento em diante, vejo essa pergunta ser repetida em diversas ocasiões. Só o fato de termos um Juiz do trabalho do TRT15 de Campinas comentando seriamente a questão, e aberto a ouvir posições diversas, já demonstra a aceitação de uma pergunta, que, um ano atrás, seria automaticamente desqualificada e ridicularizada em todo e qualquer meio jurídico brasileiro, e até mesmo em mesas de botequim.
Acontece que esta questão para os libertários não é nova. Está amplamente evoluída, debatida, aperfeiçoada - enfim: é matéria bastante consolidada no pensamento libertário. Como não sei se Vossa Excelência já as leu, gostaria de lhe sugerir a leitura de algumas matérias do site:
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2586
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2492

2) A Lei - Aspectos Utilitários
Fica evidente que Vossa Excelência tem razão num ponto: o juiz de direito tem por função interpretar e aplicar da lei, não sendo culpado por ela. Se a lei é injusta (vide livro "A Lei", de Bastiat), o produto do tribunal tem que ser a injustiça.
Adicionalmente, há casos relatados em que os juízes do trabalho, travestidos de paladinos da justiça, descumprem a própria lei - ou a torcem - para se arvorar em defensores dos fracos e oprimidos, em vez de cumprirem o seu papel de entender quem tem razão. Não sei dizer em quantos porcento dos casos isso acontece, mas relatos há muitos.
Independente deste fato, e a lei em si? Que tal a lei trabalhista? A CLT, imposta nos tempos de Vargas - um presidente de ideologia fascista, apoiador inicialmente de Hitler e Mussolini - foi fortemente inspirada na "Carta di Lavoro", do Mussolini. Como não poderia deixar de ser, a CLT está fatalmente contaminada por conceitos fascistas. Daí sucede termos um arcabouço legal baseado em premissas totalmente inválidas: o empregador, de empreendedor, de gerador de riqueza, de peça fundamental para o aumento de riqueza de toda a sociedade, se transforma num tirano explorador dos pobres. As relações de trabalho são então totalmente reguladas e vigiadas pelo estado, com o intuito de proteger os empregados dos patrões, que são todos imorais.
A conseqüência dessa visão absurda é um sistema perverso, onde o empreendedor emprega muito menos, e a valores muito mais baixos - afinal, precisa pagar um monte de encargos e fazer reservas para eventuais processos. Tudo isso prejudica primeiramente o empregado!
Essa visão errada de conflito eterno entre patrões e empregados - em vez da visão de colaboração - leva a criação de regras totalmente rígidas, e de sistemas de vigilância estatal caríssimos, incluindo o caged e a justiça do trabalho. E de onde sai esse custo? Está no cálculo da viabilidade financeira do empreendimento, impedindo muitos investimentos, e reduzindo ainda mais os salários em todos os outros.
E aí, todos têm que pagar os sindicatos, para proteger o empregado do patrão tirano. Tome mais custo nas costas do empregador. Tome menos empreendimentos viáveis. Tome menos empregos. Tome menores salários para os empregados.
É óbvio que do ponto de vista utilitário, a CLT representa o que há de pior para os empregados.
A CLT transforma relações de colaboração e consenso num jogo de conflito eterno. Essa lei completamente irracional, cria artificialmente um oceano de conflitos nas relações de trabalho. Acabamos com tantos conflitos, que precisamos de uma justiça específica para tratá-los. Sob essa ótica, a Justiça do Trabalho é a solução correta para o problema errado.
E qual seria a solução correta? A base de conceitos da CLT está tão errada, que é impossível reformá-la aos poucos: ficaríamos com um arcabouço legal inconsistente. Não há dúvida: A CLT tem que ser extinta. Assim que isso for feito, a quantidade de conflitos diminui substancialmente, e não precisaremos de uma justiça específica para resolvê-los.

3) A Lei - Aspectos Morais
E do ponto de vista moral? A maioria tem o direito de nos impor a CLT? NÃO! É só lembrar da base: voltemos ao jusnaturalismo. O meu corpo é meu, e faço com ele o que eu quiser, desde que meu ato não cause danos a terceiros. Isso vale também para grupos de pessoas: duas pessoas podem fazer o que quiserem em conjunto desde que seu ato não represente dano a terceiros. Obviamente, isso inclui relações de troca entre elas, e inclui portanto troca de trabalho por dinheiro. Então, a princípio, a lógica nos diz que relações de trabalho são decisões individuais, não sujeitas aos humores e desejos do estado nem da maioria. Não há então justificativa moral para se regular relações de trabalho. A tentativa de fazê-lo não passa de um ato de violência - violação do meu direito natural à minha liberdade de ação.

4) Críticas à Liberdade nas Relações de Trabalho - e por que são falsas!
a. Num sistema de trabalho totalmente livre, não corremos o risco de termos trabalho escravo?
Claro que sim! Mas menos risco do que temos hoje com a CLT.
Com ou sem CLT e Justiça do Trabalho, sempre haverá seres humanos imorais, que usarão a violência e fraude para obter vantagem.
Essas pessoas podem apontar armas para os empregados em fazendas, impedindo-as de irem embora. Podem também levar pessoas para lugares ermos com muitas promessas, mas, chegando lá, essas pessoas percebem que têm que pagar por alojamento e comida mais do que ganham, e que estão devendo as viagem de ida. Isso é claramente fraude. Violência e fraude têm que ser punidas - sempre!
Mas com menos intervenção estatal, as pessoas terão muito mais opções de trabalho, mais dinheiro, mais discernimento. Mais dificilmente cairão em arapucas de escravidão.
E os casos de trabalho escravo são tão poucos perto do total, que por si só não justificam a existência da Justiça do Trabalho.

b. Sem regras e salários mínimos, os patrões não vão explorar os empregados?
Não. Quanto mais livre o mercado de trabalho, menores os custos do trabalho, mais empreendimentos se tornam viáveis, mais empregos há, e, consequentemente, mais ganham os empregados. E isto não é achismo. É apenas o entendimento das leis da ciência econômica. Há inúmeros artigos no Mises a este respeito.
E é só olhar para a intervenção do estado nas relações de trabalho, e para o nível de vida das pessoas nos diversos países. Sugiro o Heritage Index como ponto de partida. Quanto mais intervenção estatal, pior as pessoas vivem.

Grande [] Meritíssimo!



Em termos de mídia (((eles))) são os melhores, talvez devido ao alto QI verbal.

Eu citei varias mídias onde os donos eram/são ((())), não lembro de cabeça de nenhum canal de TV russo ou chines nos EUA.

A China e a URSS eram poderosas, mas as vitimas não.

Além disso essa mesma mídia anti-nazista é/era em grande parte pro socialista.

O próprio New York Times que tanto criticava o nazismo era totalmente omisso, quando não negacionista, quanto ao holodomor e similares.

Talvez devido a grande influência (((deles))) na revolução soviética, talvez por outro motivo, mas é fato que ocorreu propaganda pro comunismo, mesmo que no inicio de maneira sutil.

"O jornalista americano Walter Duranty, correspondente do New York Times em Moscou e vencedor do Prêmio Pulitzer de 1932, foi um negacionista do holodomor, até sua morte em 1957"

Jogue "Walter Duranty" no google, deveria ser um jornalista do New York Times, mas era um propagandista de Stalin.

O fato é que a mídia sempre fez muita propaganda anti nazista e muitos eram comunistas.

Quando uma pessoa como Mises fala sobre o poder das ideias, ele sabe bem o que está falando.


"os judeus controlam muita coisa"

E esse foi um dos motivos principais de Hitler persegui-los. O povo judeu sempre foi muito rico e unido.


Duvido muito que isso seja verdade. Assim como duvido que a Copa do Mundo deu o retorno positivo que o Governo afirmou.

As Prefeituras organizaram tudo com recursos próprios, mas de onde diabos elas conseguiram algum dinheiro?

Eu entendo o mecanismo de que eventos assim (como a própria Copa) estimulam o comércio local, mas as Prefeituras conseguirem tanto dinheiro quanto gastaram é economicamente ilógico.


Esses motivos precisam ser divulgados com maior frequência no Brasil. Ainda temos quase todos os partidos comunistas, ditos ou não. Excelente artigo!


O motivo mais importante não foi comentado. O comunismo cometeu genocídio tão gigantescos, que não sobraram pessoas para chorarem os seus mortos. Ou os que sobraram foram calados pelo próprio regime aos quais estavam submetidos. Já no caso do terrível Holocausto nazista, milhões de judeus foram mortos. Os judeus, desde que Jerusalém foi saqueada no início da Era Cristã, eles se espalharam por todo o mundo, mas mantiveram-se unidos pela sua religião e pela sua Fé no único Deus. Judeus são como parentes. Se um judeus é assassinado em um país qualquer, os judeus do mundo inteiro irão reclamar a morte daquele judeu. E é dessa união que existe entre os judeus que está a fonte de grande parte do antissemitismo. Eles formam "máfias" nos negócios e no comércio. São acusados da prática de usura. Ajudam-se mutuamente e não ajudam aqueles que não são judeus.


"Se Hitler invadisse o inferno, eu acharia algo de bom para falar do Diabo." - Winston Churchill.

Pense na perspectiva dos EUA. Se você gasta quantias absurdas de pessoas e recursos para nivelar as cidades de um inimigo centenas de milhares de quilômetros distante a terra, cimento e fogo; você precisa de um aparato de propaganda que justifique tal ato antes (o Lusitânia na Primeira Guerra), durante e depois do conflito. É imprescindível que seu aparato de propaganda demonize os feitos do inimigo e torne irrelevante em comparação com os feitos da sua facção (alguém aí já ouviu falar dos campos de concentração para japoneses durante a Segunda Guerra?). Quando os EUA perdem a superioridade moral para sustentar uma guerra prolongada longe de casa - vide o Vietnã -, eles perdem a guerra ou ela nunca acontece (o fracasso no Afeganistão impediu a ocupação na Síria ou a guerra contra Irã).

Imagine o Presidente Roosevelt declarando à população que estará entregando bilhões de dólares gratuitos de land-leasing para uma ditadura ateísta com histórico de massacres de múltiplas etnias e submissão de povos enquanto estará bombardeando uma outra ditadura mas que é nacionalista e cristã cuja etnia é a segunda / terceira mais comum entre os próprios americanos. Só com um 11 de Setembro para convencer a população de que anos de austeridade desnecessária compensam uma guerra onde tudo que o americano tem a ganhar é voltar intacto para casa.

E além do mais, a guerra começou em defesa da Polônia e terminou com a Polônia ainda submetida a um país estrangeiro (?). Metade da Europa que antes era livre veio junto dela para o controle da União Soviética. Stalin conseguiu o que Hitler jamais sonhou. Tudo isso em um tratado de paz formal e com champanhe entre os aliados.

O fim da Segunda Guerra Mundial é um episódio revoltante de tão contraditório.


Um artigo parecido:

tradutorliberal.wordpress.com/2017/03/21/cinco-graficos-que-mudarao-sua-opiniao-sobre-a-pobreza/


Esquerda do proletariado ou esquerda da raça superior, qual vai ser mais interessante?


Tudo que é coletivo não da certo, basta ver os condomínios.

Quem mora em prédio ai ou qualquer outro tipo de condomínio sabe a confusão que é, sempre tem problema e intriga de morador.
Não é atoa que as Camarás de arbitragem Brasileira e o judiciário são atolados com esse tipo de litígio.

O mesmo vale negocio de família, principalmente as grandes, sabe o pau que é os herdeiros.

Por mais que tenha contratos e a coias toda, dificilmente você vê funcionando em harmonia.

Eu sempre odiei essa história de dividir, isso de coletivizar, de impor a força e obrigar os outros a fazer o que não quer. Acho que por causa da minha criação, personalidade e jeito, eu sempre odiei essa porcaria de socialismo.

E isso que sempre me influenciou pro lado mais ANCAP do negocio.

Eu sempre achei o Nazismo e o Comunismo inimigos um dos outros, são dos coletivismos que lutam entre si. Como os terroristas do oriente médio, as facções brigam entre si sendo que ambas tem um viés muito parecido.




Quem tem que provar que aumento de gastos públicos em eventos que utilizam dinheiro público faz a arrecadação aumentar é quem defende essa sandice. Provavelmente ele quer dizer que o comércio da região do evento é estimulado, e que os impostos que o comércio paga "repõe" os gastos feitos na realização do evento. Isso é extremamente improvável, mas, caso ocorra, quem tem que provar isso é quem defende.


"para ser um tirano basta acreditar na primazia do Estado sob os interesses individuais"

Esta frase é brilhante e resume por que o Socialismo é um regime de terror e opressão com a desculpa que de que tudo é pelo social.


Como bem comentado por alguns, o principal motivo é a propaganda ideológica.

E ainda conseguiram convencer a maioria de que "comunismo" e "socialismo" são dois constructos totalmente distintos e separados um do outro.


"2- Esta faltando no Livro Negro do Comunismo um capitulo sobre a Venezuela."

O livro foi publicado em 1997, antes de Hugo Chavez chegar ao poder. Mesmo quando da revisão, em 1999, ainda não dava para incluir a Venezuela, pois é um livro de história (e não ideológico) que se baseia na contagem de mortos (além de presos) com base em fatos e documentos, ou seja, somente é algo que se pode fazer a posteriori.



Antes de mais nada, obrigado pela atenção Kaleb! Eu conheço o site do Carlos, muito bom. Inclusive o artigo que mencionei é do site dele, artigo que faz uma critica ao construtivismo. Entretanto, o artigo do mises, esse que o pessoal está debatendo, me deu a impressão de ir na linha do construtivismo e tanto o Pier quanto o pessoal do site do Carlos Nadalim criticam.


Realmente, os judeus controlam muita coisa. E os coitados dos russos e chineses não possuem poder nenhum.


Eu estava discutindo com um defensor de aumento de gastos públicos e ele me falou que eventos que utilizam dinheiro público como Parada Gay em SP e Olimpíadas no RJ são bons porque aumentam a arrecadação da prefeitura e do governo estadual.

Até onde isso é verdade? Qual a lógica pra isso, supostamente, acontecer?




Esses comunistas não satisfeitos em destruir a Rússia agora querem destruir o nosso país.

A solução pra isso é intervenção militar já!


Se você resolve dirigir embriagado em cima da calçada e em alta velocidade e atropelar alguém não tem como dizer que não foi culpa sua.
A mesma coisa vale para a teoria marxista.


Esqueceu o principal motivo, Propaganda.
O holocausto foi cometido contra (((eles))).
Eles simplesmente eram donos da maioria dos veículos midiáticos da época, por exemplo:

New York times
New York Post
Washington Post
CBS
NBC
Philadelphia Record
e muitos outros jornais/canais de televisão da época.
Além da grande influência em livros e em filmes de Hollywood.
A quantidade de filmes, livros, programas de TV e matérias jornalistas anti-nazismo/holocausto é abundante.






Sugestão de tradução:

https://fee.org/articles/were-seeing-massive-reductions-in-global-poverty/

Para termos argumentos em conversas.


Alguns comentarios:

1- Se eu fosse fazer uma tese de Doutorado em historia ou economia, iria pesquisar o grau de liberdade economica da Alemanha Nazista.

2- Esta faltando no Livro Negro do Comunismo um capitulo sobre a Venezuela.

3-Sobre a guerra do Vietnã, inicialmente Ho Chi Min queria libertar o país da dominação francesa. Depois os comunistas fizeram a cabeça dele.

Por ultimo, mas não menos, parabéns ao IMB por disponibilizar as palestras em vídeo. Obrigado.


Thiago,

entre Paulo Freire e Pierluigi, minha escolha sem dúvida seria Pierluigi. O método de estudo dele é bem melhor, é aquele ensino que faz o aluno pensar, questionar e entender os conteúdos ao invés desse ensino que os esquerdistas pintam que é simplesmente distorcido, o famoso decoreba.
Mas também tem o Carlos Nadalim para a alfabetização das crianças, ele tem até um canal - do qual não me recordo agora.


Os esquerdistas, progressistas e socialistas de hoje se arrepiam com a simples sugestão de que sua agenda pouco difere da dos maníacos nazistas, soviéticos e maoístas. Não é necessário defender campos de concentração ou conquistas territoriais para ser um tirano. O único requisito necessário é acreditar na primazia do estado sobre os direitos individuais.

Os inenarráveis horrores do nazismo, do stalinismo e do maoísmo não foram originalmente criados nas décadas de 1930 e 1940 pelos homens associados a tais rótulos. Aqueles horrores foram simplesmente o resultado final de uma longa evolução de ideias que levaram à consolidação do poder nas mãos de um governo central, e tudo em nome da "justiça social".

Foram alemães decentes, porém mal informados — e os quais teriam tido espasmos de horror à simples ideia de extermínio e genocídio —, que construíram o Cavalo de Tróia que levou Hitler ao poder.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2162


esqueci de falar uma coisa:
o cara que é nível superior e não faz nada. é formado num curso de 2 anos não aprovado pelo mec e passou como PNE, sendo que é uma pessoa normal, saudável mas quando era criança teve escoliose mas é um cara que faz esportes. Isso sem contar que no mínimo a moral e ética do cara é BEEEEM duvidosa.
O tipo do cara que bota bebida alcoólica no gelo pra embebedar a estagiária, pra transar com ela e ainda ameaça fazer um BO alegando que ela o transmitiu doença e se aproveitou de ele estar bêbado. ou o cara está se gabando do mínimo do mínimo que ele fez os outros fazerem pra ele. O cara vive ativando o PROCON pra receber em dobro cobranças indevidas, que vive entrando na justiça, que vive exigindo, cobrando e se gabando.

Se eu vou a uma consulta, sempre compenso as horas!! EU SEMPRE compenso. Esse mala, tem a cara de pau tem a coragem de usar atestado para fazer horas positivas no banco de horas.

Detalhe, eu sou mal visto pelos colegas de trabalho e mal avaliado também. O que conta é você ser amigo do chefe, concordar com o que ele diz, ficar falando dos erros dos outros das poucas coisas que ele mesmo faz.


Sim. Em sua política econômica, os nazistas eram socialistas. Eles praticaram controle de preços, controle de salários e arregimentaram toda a produção nacional, voltando-a para o setor militar. Nesse sociedade totalmente arregimentada, todos viviam em função de obedecer às ordens do Führer.

A propriedade dos meios de produção continuou em mãos privadas, mas era o governo quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem tais produtos seriam distribuídos, bem como quais preços seriam cobrados, quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seriam permitidos ao proprietário privado nominal receber.

É por isso que há o socialismo de estilo soviético (bolchevista) e o socialismo de estilo alemão (nazista). Fixar preços é uma forma de ataque à propriedade privada, pois retira dos produtores as opções que eles teriam no livre mercado para aplicar seus recursos. Fixação de preços é um decreto estatal que, na prática, proíbe os proprietários de investirem seus recursos onde bem quiserem.

Há um artigo inteiro sobre isso:

Por que o nazismo era socialismo e por que o socialismo é totalitário


Esses motivos precisam ser divulgados com maior frequência no Brasil. Ainda temos quase todos os partidos comunistas, ditos ou não. Excelente artigo!


Discordo do motivo numero 2, visto que a máquina de matar nazista teve como "tutora" a máquina de matar comunista. Explico; os alemão admiravam a formidável maquina de matar comunista, e procuraram a KGB da época para aprender como matar em massa de modo barato e eficiente. A KGB ensinou aos alemãos tudo sobre genocídio. O holocausto promovido pelos alemães realmente é perverso, porém o holocausto comunista consegue ser triplamente pior.


Alguém aqui já ouviu falar do falecido professor Pierluigi Piazzi? O que acham de sua metodologia? Achei que o seguinte artigo vai de encontro com a ideia do texto do site. comoeducarseusfilhos.com.br/blog/o-que-raios-e-o-construtivismo/. O que acham?



Existem outros motivos que deveriam ser discutidos. Um bem apurado é a cegueira ideológica da esquerda em relação ao número de mortos pelo regime comunista, muitos deles nem fazem ideia da quantidade ou são intelectualmente desonestos e isso tem de ser levado em conta.
Neste artigo você pode compreender melhor, um tal de Gilson Moura nos comentários com um sujeito que alego ser o autor o site debatendo brevemente sobre isso.

Mas ambos os regimes possuem semelhanças que mereçam ser discutidas. O nazismo fazia oposição ao capitalismo do mesmo modo que o socialismo o fazia, e vale lembrar que na época o mundo estava na pós-crise e 29, Hitler conseguiu moldar seus discursos decorrente da situação favorável que pesava em prol do socialismo e do anticapitalismo e com isso alcançou a popularidade.
Posso estar cometendo um engano ao comentar isso, mas o nazismo tinha raízes marxistas. O próprio discurso dos nazistas alimentavam esse ódio contra o capitalismo, isso resulta numa terrível briga de classes, eram os pobres assalariados contra os burgueses capitalistas. O projeto do movimento nazista era totalmente favorável ao socialismo, só que esse fosse nacionalista, isto é, não queria exportar sua revolução ao mundo, o socialismo era para os alemães.


Tem uns folgados sim.
Desde que eu entrei no serviço público sempre me obriguei a realizar HORAS de =>EFETIVO<= SERVIÇO.
UM DETALHE: EU PASSEI EM CONCURSOS MELHORES E DE BEM MELHOR REMUNERAÇÃO!!! E NÃO TOMEI POSSE!! Não tomei posse porque me ofereceram um monte de benefícios que nunca me deram. Eram 5 técnicos onde eu trabalho. agora sou o único. Chamaram outros 2 servidores um nível médio e um superior mas nenhum se arriscou a pegar o trabalho. o servidor nível superior simplesmente só estuda pra conseguir mais certificados e pra passar em concursos top (e faz uns cursos também).
Eu só considero, na folha de ponto, as horas em que eu estive produzindo processos. Eu fico no trabalho, em média, umas 11 horas por dia.

Tem um cara de nível superior aqui do meu lado. Ele faz o mesmo trabalho que eu, digo o mesmmo nada, faz beeeem menos. Ele percebeu que o trabalho é longo então só pega processos simples e pasmem: só assina. Ele não faz os processos, afinal de contas, dá trabalho. O cara pega o smart phone e fica vendo viagens, faz uns cursos, fica só na curtição e internet. recentemente fez um chamado para instalarem computadores de última geração (já que os que ele tem não são suficientes), aumentar a internet, etc..
Um monte de exigências. Isso, sem contar os adicionais que o cara ganha!!


Aí as ratazanas vermelhas vem com a resposta pronta: "ah, mas isso não foi comunismo de verdade".


Seriam os anarco-capitalistas pessoas invejosas de classe politica?

"Apenas para deixar claro, há bons motivos para se indignar com a imoralidade da riqueza injustamente adquirida [como ocorre no Brasil, com os grandes empresários em conluio com o governo]; mas tenhamos em mente que o problema neste caso não é a riqueza em si, mas os meios de sua aquisição (favorecimentos políticos)."

Ora, mas se o socialista acredita que o lucro é imoral, não seria a inveja que motiva sua ira, mas sim o totalitarismo ideológico.



Não vamos generalizar. A inveja é um grande impulsionador do sucesso do capitalismo. Porque existem pessoas mais ricas e bem sucedidas, outras são motivadas pela inveja a trabalhar, empreender e tentar também ser bem sucedido. É quando os já bem sucedidos tentam barrar a ascensão dos invejosos pela via política que a ideologia de esquerda tende a aflorar. Vamos falar bem da inveja e de sua força motivadora.


O ódio vem precedido da inveja e ambos são os combustíveis dos políticos esquerdistas e/ou populistas.

Ódio & Inveja: inerente ao ser humano de alma doente.


No endividamento você está usando de poupança de outra pessoa (ou poupança roubada à força das pessoas via estado). E a poupança foi gerada através de ganhos anteriores (produção).


Melhor ficar quietinho ein Poeta COleridge, teus argumentos foram completamente refutados


Sou agnóstico quanto à moralidade das reservas fracionadas. Como economista, sempre procuro me abster de fazer juízos de valor (esta é a função do filósofo e não do economista).

O que realmente posso dizer como economista é que ao praticaram reservas fracionadas os bancos criam, sim, dinheiro do nado. Mas também digo que não eles criariam dinheiro -- não no volume em que criam hoje -- se não houvesse um Banco Central sempre disponível a injetar dinheiro no sistema bancário e sempre pronto a socorrer os bancos que porventura se tornem insolventes.

De modo que é difícil falar em reservas fracionadas sem reconhecer que quem realmente as causa -- mais ainda: as estimula -- é o Banco Central.

Mesmo raciocínio se aplica aos ciclos econômicos. Reservas fracionárias têm potencial para gerar ciclos econômicos, mas é a existência de um Banco Central -- que provê os bancos continuamente com dinheiro criado do nada -- o que realmente permite a expansão artificial do crédito e leva à criação dos ciclos econômicos. Não houvesse um BC provendo continuamente os bancos com dinheiro, dificilmente haveria ciclos econômicos (pois a prática de reservas fracionadas seria limitada, pelos motivos descritos na palestra).

Portanto, muito mais importantes do que as reservas fracionadas são a manipulação dos juros feita pelo BC e a contínua injeção de dinheiro que este faz no sistema bancário. A manipulação dos juros e a injeção de dinheiro nos bancos são o que realmente permitem a expansão artificial do crédito e provocam os ciclos econômicos.



Não vi nenhuma dessa leva ainda, mas todas as palestras que vi do André Ramos são perfeitas. Ele não deixa sobrar um argumento contrário, ele mata todos.


Existe uma grande distinção entre o que prega uma teoria religiosa do que se evidencia na prática.

No passado durante o período medieval, tal afirmação é válida, uma vez que a Igreja controlova o comportamento coletivo, por meio da coerção social. Coagindo, assim, aqueles que desviavam-se da moral cristã reinante. O erro consiste em pensar que apenas a inveja era o impulso coibido. Cobiça, ganância, ambição e muitos outros impulsos positivos para a evolução economico-social do indivíduo também eram suprimidos pela Igreja Católica. Isso é explicíto tanto no contexto histórico: servos submissos, que podiam ascender, aos seus senhores, quanto na teologia de Aquino que, erigido por Platão, condena tudo aquilo que remonta aos sentidos e aos impulsos e enaltece a razão divina. Todo essa moral enraizada no coletivo só vem a ser modificada com o nascimento de outras doutrinas, que fugiam aos preceitos cristãos, as quais questionavam a Igreja Católica, como o protestantismo e o luteranismo. Protestantismo que teve importante papel no desenvovilmento econômico do Ocidente, conforme defende Weber. No fim, ao inverso da opinião de muitos conservadores e alguns liberais sobre a importância da "moral judaico-cristã" para o estágio atual que vivenciamos, é notório que a Igreja preteriu o nascimento do capitalismo, do mesmo modo que, logo após, denegriu sua existência ao vilipendiar o lucro, a acumulação, etc, como ainda faz até a atualidade.

Não foi o cristianismo que nos trouxe até aqui, mas sim as incontáveis contestações e reformulações a eles direcionadas, bem como a contínua liberdade assegurada ao indivíduo pelo capitalismo.


Leandro, o que você achou dos pontos levantados na palestra do Ulrich? Pensas fazer um artigo debatendo os pontos?


Tocaram no âmago da coisa. Mas isso infelizmente faz parte da natureza humana. Por isso é tão sedutor e arrebata as massas.


Artigo espetacular e de grande importância! O uso político de um sentimento tão poderoso e maléfico é realmente um grande perigo! E quem faz isso é sempre a esquerda, porque inescrupulosa!



Sim. Mas, o pretendente ao financiamento tinha que contar com dois fiadores. Hoje, não é mais preciso de fiadores, e a inadimplência do FIES está em 45%.



Superprodução? Isso não existe. Trata-se de uma teoria completamente sem sentido, que desafia a lógica e o senso de realidade.

Como ocorre uma superprodução do nada? É até possível entender que haja excesso de consumo (basta congelar preços e expandir a oferta monetária), mas excesso de produção de forma generalizada? Produção é uma atividade extremamente complexa e cara. Gerar uma superprodução -- e de maneira generalizada -- seria, acima de tudo, fisicamente impossível. Não haveria recursos para isso. E seria extremamente caro.

E, se há fartura de tudo e todos os preços baixaram, então os custos também baixaram. Inclusive salários. Se está havendo deflação geral de preços, então uma redução nominal de salários também irá ocorrer.

(E seria uma bênção para a população. Haveria bens fartos e baratos para todos.)

No mais, recessões não são causadas por "superprodução", mas sim por investimentos errôneos e insustentáveis -- pela expansão do crédito bancário e pela distorção das taxas de juros --, para os quais nunca houve demanda legítima. Não se trata de um problema de superprodução, mas sim de um problema de capital desviado para aplicações que não são genuinamente demandadas pelo público.

A causa de uma recessão não é uma abundância de bens (consequência de uma superprodução), mas sim a destruição de capital. Recursos escassos foram aplicados em investimentos para as quais não havia demanda. Quando esta falta de demanda se torna patente, o valor destes investimentos cai, e os empreendedores que fizeram tais investimentos se descobrem com um capital valendo bem menos do que imaginavam valer. Aí então começa a recessão, que nada mais é do que o período de reajuste desta estrutura de produção que foi distorcida pela expansão do crédito bancário e pela distorção das taxas de juros.


Artigo sobre isso aplicado ao Brasil:


www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466



No mais, passo a palavra a Ludwig von Mises:

Enquanto um determinado objeto for um bem econômico, e não um "bem não-escasso", obviamente sua oferta não será irrestritamente abundante. Ainda há necessidades não satisfeitas que uma oferta maior desse bem poderia satisfazer. Ainda há pessoas que ficariam contentes se pudessem ter mais desse bem além da quantidade que elas atualmente têm.

Assim, em termos de bens econômicos, nunca poderá haver uma superprodução absoluta. (E a economia lida apenas com bens econômicos, não com bens não-escassos como o ar. Esses não são a finalidade da ação humana e por isso não são produzidos. Ademais, o uso de termos como superprodução ou subprodução, para esses bens, seria algo totalmente sem sentido).

Em relação a bens econômicos, pode haver somente superprodução relativa. Se os consumidores estiverem demandando quantidades definidas de camisas e sapatos, mas os empresários acabarem produzindo uma quantidade maior de sapatos e uma quantidade menor de camisas, isso não caracteriza uma superprodução generalizada de todas as mercadorias. À superprodução de sapatos corresponde uma subprodução de camisas. Consequentemente, o resultado não tem como ser uma depressão geral em todos os setores da economia.

A conseqüência será uma mudança na relação de troca entre sapatos e camisas. Se antes, por exemplo, um par de sapatos podia comprar quatro camisas, agora ele só compra três camisas. Se os negócios estão ruins para os sapateiros, estão bons para aqueles que trabalham no ramo de tecidos. Assim, qualquer tentativa de se explicar depressões econômicas referindo-se a uma suposta superprodução generalizada é falaciosa.

As mercadorias, disse Say, são em última instância pagas não com dinheiro, mas com outras mercadorias. O dinheiro é simplesmente o meio de troca mais comumente utilizado; sua função é apenas intermediar a transação. No final, o que o vendedor quer receber em troca das suas mercadorias vendidas são outras mercadorias.


Artigo estupendo. Jeffrey Tucker sempre manda bem. Se isso acontece nos EUA, imagine no Brasil com PSOL, PCdoB etc. É complicado.


e a crise de super produção fordista? e como os preços vão abaixar quando inventaram o "just time" , a incomeda de carros?


O problema não é o exército, o problema é o povo. Nosso povo adora governo.
Mas se vc montar uma milícia para combater o governo, anunciando que, se vencer, haverá ainda mais governo, há uma boa chance de ter o povo a seu lado.
Você não precisa da Blackwater, precisa de um bom marqueteiro.


Discordo de sua primeira afirmação. O cristianismo sempre condenou e desestimulou a inveja. É claro que ele não conseguiu aboli-la, mas ele sempre restringiu sua expressão.

Ademais, este é exatamente um dos pontos do livro do Schoek. Ele atribui ao cristianismo a façanha de ter suprimido a inveja ao ponto de tornar possível o desenvolvimento e a prosperidade do Ocidente. Ele mostra que nenhuma outra filosofia ou religião teve o mesmo sucesso do cristianismo no combate à inveja.



Ter inveja é um comportamento natural, e é algo que nenhuma religião ou moralidade podem suprimir.

Por isso, o objetivo deve ser o de tornar o esbulho mais difícil e mais perigoso que o trabalho e a produção, de modo que o trabalho e a produção sejam a opção natural de todos.

Esta, aliás, seria a única função do estado. Mas se o estado não consegue fazer nem isso -- ao contrário, ele próprio estimula o esbulho e desencoraja a produção e o trabalho --, então realmente o estado é um mal desnecessário que deve ser abolido.


> "Socialismo significa apenas inveja do dinheiro alheio", Paolo Mantegazza.
> Hazlitt, autor do valioso Economia numa única lição, afirma que o núcleo do marxismo e a sua razão de ser é "o ódio e a inveja doentia do sucesso". Diz mais: "Todo o evangelho de Karl Marx pode ser resumido em duas frases: Odeie o indivíduo mais bem-sucedido do que você. Odeie qualquer pessoa que esteja em melhor situação do que a sua".
> "O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria."», Winston Churchill.


O filósofo austríaco Helmut Schoeck escreveu um brilhante livro sobre o tema, chamado Envy: A Theory of Social Behaviour.

Leitura obrigatória, principalmente para aqueles que acreditam na utopia de que é possível construir uma sociedade igualitária desprovida da inveja. O autor deixa claro, com sólidos argumentos e vasta experiência empírica, que não só é impossível a construção de tal sociedade, como o motivador de seus defensores é muitas vezes a própria inveja.

Segundo o autor: "O desejo utópico por uma sociedade igualitária não pode ter surgido por qualquer outro motivo que não a incapacidade de lidar com a própria inveja".



Toda a filosofia estatista que forma as diretrizes do Ministério da Educação, e que determina o conteúdo dos livros autorizados pelo MEC, promove expressamente as políticas públicas baseadas na inveja, e até mesmo exorta os governos a adotá-las, ensinando às crianças de que isso é o certo.

"Não roubarás -- exceto por meio do voto majoritário". Eis o único mandamento dos progressistas.


Até o feminismo é em última instância inveja, pois almeja derrubar os padrões de beleza (que uma minoria tem), ou seja, incluir padrões de feiura e sujeira como se fosse belo e desejável (até o Pondé escreveu sobre isso em 'A era do ressentimento').

Se alguém é estudioso, vem um esquerdista chama de nerd e tem inveja, manda parar pra ir pra revolution. Se uma mulher quer ser recatada é careta. Trouxeram todos os problemas interpessoais e sexuais pra política pois só assim se coopta os revolucionários (sic), afinal estudar mesmo ninguém quer e quem o faz de verdade não se junta a certos tipos.


Para não assumir o real motivo, dizem que é pela igualdade, pelo bem comum, pela justiça social, para garantir direitos e proteção, mas tudo isso de um certo ponto são motivados pela inveja camuflada de solidariedade estatizada.


Tudo isso que você falou é imaterial. Passa longe da real discussão.

A lei de Say representa simplesmente a realidade que produzimos para poder consumir.

A oferta vem primeiro. A demanda é decorrente dela (o exato oposto do pensamento keynesiano).

Exatamente como seria possível eu demandar algo sem antes ter produzido algo ou ofertado minha mão-de-obra? Somente sendo o beneficiário dos ganhos/poupança de outros, que já auferiram renda em decorrência de terem ofertado sua própria produção.

Sim, sempre e "via de regra", a oferta vem antes da demanda. Para você demandar algo, você tem antes de ter ofertado algo. Se você não tiver ofertado algo, você não terá renda para demandar algo.

Igualmente, para que algo possa ser consumido, este algo tem antes de ter sido produzido e ofertado. Como você vai demandar algo que não existe e não está sendo ofertado?

De novo, pela terceira vez: quando se diz que a oferta cria a demanda significa que a venda de bens ou de mão-de-obra (oferta) gera poder de compra (demanda) para essa pessoa. Se ela vai usar esse poder de compra ou "entesourar", isso é completamente imaterial.

O fato é que, para você demandar, você tem antes de ofertar. É a oferta que cria seu poder de compra (demanda). Esse é o ponto.

Portanto, sim, a oferta tem necessariamente de vir antes da demanda. Sempre. Via de regra.

Agora, a intervenção estatal sobre a moeda e o mercado de crédito complica a questão, pois a expansão monetária feita pelo estado (via Banco Central) passa ser vista como substituta da produção genuína que ocorre no mercado. Só que algo que representa uma produção futura -- o endividamento -- não é o mesmo que a própria produção. Quando o crédito passa a ser utilizado para representar "demanda", ele é apenas uma promessa de uma produção futura. Na prática, ele traz a demanda do futuro para o presente.

A noção de que o governo pode "criar" demanda é falsa, uma vez que a demanda -- em virtude da Lei de Say -- não pode existir independentemente da oferta. Quer aumentar a demanda? Aumente a produção desejada pelos consumidores, e coloque à venda. No momento em que vender, será criada nova capacidade de demanda para o produtor/vendedor, permitindo que ele se torne um comprador/consumidor.

Ao tributar e ao manter os preços artificialmente ou arbitrariamente elevados por meio de regulações -- especialmente encargos sociais e trabalhistas, e também tarifas de importações ou agências reguladoras que cartelizam o mercado --, o governo está restringindo a liberdade das pessoas de produzir, desta forma restringindo os indivíduos de gerar sua própria capacidade de demanda. Ao fazer uma expansão monetária e do crédito, o governo piora ainda mais a situação, pois está também diluindo o poder de compra daqueles que trabalham, produzem, vendem e ofertam.


Recomendo este artigo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2636


MÁXIMAS E MÍNIMAS SOBRE A INVEJA
fonte:contraimpugnantes.blogspot.com.br, "Sidney Silveira"

* A inveja nunca morre de cansaço.
* O invejoso adora com fervor a mediocridade alheia.
* Não há redenção na inveja.
* A mais pequenina e silenciosa das invejas é um ato de fúria.
* O invejoso é o pior intérprete da realidade.
* A inveja é o mais desastroso equívoco das pessoas que não sabem amar.
* O invejoso precisa de uma teoria que o justifique.
* O manipulador usa a inveja alheia em benefício próprio.
* Toda inveja é um sistema de autojustificativas.
* O invejoso é imoralmente apegado a detalhes.
* A inveja é a derrota da inteligência para uma vontade hipertrofiada.
* A inveja não é fruto do acaso.
* Toda inveja é uma ambição desmedida.
* Pior que a inveja só o contorcionismo intelectual de justificá-la.
* Ninguém tem pendor natural à inveja.
* O invejoso tem na própria inveja o seu castigo.
* Não há inveja que não nasça duma mentira.
* Verdadeiro milagre é um invejoso arrepender-se.
* Desobedecer o quanto puder, eis o ofício do invejoso.
* A inveja política é um disfarce da inveja filosófica.
* As maiores invejas são um primor de sofisticação.
* Ama de todo o coração, e serás invejado com fúria.
* A pior das afrontas para o invejoso é a bondade alheia.
* Excesso de sarcasmo é sintoma de inveja.
* O silêncio do invejoso fala.
* O ódio é a sinceridade do invejoso.
* Inveja é o nome multissecular da egolatria.
* A futilidade é irmã caçula da inveja.


"O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós." > conservadores.com.br/o-anticomunismo-de-fernando-pessoa/

"Eu me pergunto sempre: "Quais são as pessoas que curtem a esquerda e, em espécie, o comunismo?" Geralmente os fracassados, aqueles que nunca iriam conseguir chegar onde sonhavam sem a ajuda de uma corrente política que precisa de acólitos. Tem gente que trabalha, estuda e ganha uma fortuna no meu pais. Esses geralmente, nem querem saber de política, na verdade não tem tempo para isso. Assim como tem gente que, não importa em que sistema eles viveriam, sempre vão se constituir no lixo da sociedade: alcoólatras sonhadores, preguiçosos, ladrões, bandidos. Toda essa a última categoria é o grosso do que se chama de "turma proletária*" mas não tem nada a ver com proletariado. É, na verdade, o esgoto da sociedade, a sujeira que fede de qualquer jeito à pobreza, ao medo e à covardia." > minutoprodutivo.com/internacional/entrevista-medico-romeno-conta-como-era-viver-num-pais-socialista

"Porém o suprassumo da cretinice é contestar a fidelidade de Lula ao comunismo mediante a alegação de que é um larápio, um corrupto. Qual grande líder comunista não o foi? Qual não viver como um nababo enquanto seu povo comia ratos? Qual partido comunista subiu ao poder sem propinas, sem desvio de dinheiro público, sem negócios escusos, sem roubo e chantagem?" > www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/el_mayor


Não precisa ser politicamente correto, caro Thiago. Não se trata de um em específico, mas de TODOS os partidinhos sinistros. Enumero alguns aqui porque odeio politicamente correto: PT, PSOL, PCdoB, PSTU, PCO, etc. Todos estes pregam o ódio, contendas e "nós contra eles". Resumindo: são verdadeiros VERMES!


O Gabriel tem um bom ponto, que acho que Dornelles não está entendendo

Dizer que a oferta antecede a demanda pode levar a aberrações como produzir algo em série que ninguém queira consumir

É lógico que demanda artificial é o pior dos venenos. Nem se discute. Mas deve haver uma demanda mínima para que o produtor saiba o que produzir. Afinal, em pesquisa de mercado, os dados obtidos não saem do nada. Pesquisa de mercado é igual a pesquisa de demanda

Tudo isso, se não estamos confundindo o significado do termo "demanda"


Decorre exatamente deste sentimento a estratégia esquerdista de colocar "nós contra eles". Esse separatismo implantado no Brasil é peçonhento e é o combustível do projeto de poder dos partidos de esquerda (de um partido em específico, pra falar a verdade...)



O concorde faliu por que era demasiado caro.

Com as crises do petróleo (ou da Opep), o famoso jato passou a queimar além de querosene de aviação, impostos dos contribuintes, já que British Airways e Air France eram parcialmente estatais.

Sem contar o fato de a adoção de aviões (boeing 767 e airbus a340) de tripla fileira de assentos passíveis de fazer voos intercontinentais, demonstrou como o concorde era perdulário.



Isso é verdade. Nessa parte o Pinochet foi implacável. Agora para passar essas reformas... isso se elas forem propostas, porque a constituição e os parasitas da esquerda (pode ter da direita também, dependendo do caso) que integram câmara, senado e congresso atrapalham tudo.