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Últimos comentários


Embora eu não me considere um ANCAP (na verdade, acredito ser mais estável, a longo prazo, uma forma cingapuriana ou suíça de governo), eu concordo contigo. A verdade está no extremo, não no meio.

Para quem acredita que a verdade está no meio, imagine uma legislação que estipule que o ladrão não deve levar todos os seus bens, mas apenas 50% deles durante um assalto, deixando-te com vida e documentos para que possa continuar trabalhando e produzindo. É um meio termo que atende aos interesses do ladrão e do assaltado. Seria bom para a população?

Pois vejo esses liberais de meia tigela da mesma forma. Nem mesmo reformam o estado para o deixarem mais enxuto. Continuam, simplesmente, permitindo o esbulho. Ficamos com uma esquerda estatista e exploradora e uma direita hipócrita, que diz uma coisa e faz outra.


Depois de ver o que ele fará para se manter no cargo, diga de novo isso... Privatização ou extinção da infraero?? Esqueça.


Amigo, isso pelo visto nunca foi só um caso de uma "mulher que nem sabe separar rúbricas", essa "estratagema" foi planejada para ir longe demais no momento adequado:

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/05/08/cpi-economistas-negam-deficit-e-criticam-proposta-de-reforma-da-previdencia

Vê-se que na verdade é uma estratégia para desmoralizar algumas figuras e todos os demais partidos ligados à favor de reformas, revigorando toda a Esquerda à véspera de eleições, vê-se que este assunto da previdência é o tema perfeito para o ressurgimento da Esquerda. Por mais se prove que sozinha a Previdência deve ser ressarcida de 1 trilhão de Reais e devido às questões demográfica e custo anual isso só conseguir ajudar talvez por mais de 1 ano, politicamente falando há necessidade de reformas urgentes, mas isso já terá sido um estrago enorme à credibilidade de certas figuras e partidos aliados.. Este país está perdido meu amigo, afinal o que importa mais à figura do brasileiro: ter que suportar a Esquerda destruindo o país ou ter que trabalhar mais anos para sustentar a previdência de todo mundo?? É exatamente isso que os figurões da política estão jogando para os brasileiros decidirem. E todos caem, ao contrário de pedirmos o fim progressivo da previdência e a cabeça de políticos um por um, forçando-os ao exílio, é mais reconfortante batermos panelas e aplaudirmos patos inflados..

Não interessa que os defensores desta tese fizeram parte de toda essa tragédia por 13 anos, o que interessa é que eles criem a imagem popular de que são os únicos capazes à deter "uma reforma liberal" e que como tal "piora a situação social do país" ( nessa última parte estão certos nessa questão embora obviamente prefiram não explicar corretamente ). Isso sabemos passa longe de ser uma reforma liberal, mas isso é só o jogo político de sempre da esquerda, que são "revolucionários", não reformistas..

Quem será contra à professores e economistas? Só o Instituto Mises ?

Estamos perdidos..



Bingo. Querer brigar com esquerdista usando lógica e teoria é perda de tempo.


Por isso que sou contra o desarmamento ;-)


A única coisa importante da escola é o bullying, que te faz não ser bundão e aprender a encarar a vida.


Sim, principalmente aqui no Brasil. Por outro lado, há algo positivo: jamais iremos para o esquerdismo extremo.

Se você observar bem o curso da nossa história, jamais tivemos propensão para nenhum dos lados. Igualmente, jamais tivemos propensão nem para a grandeza nem para a tragédia. Quando parece que estamos indo para a grandeza, surge algo e nos puxa de volta para mediocridade. Quando parece que estamos indo para a tragédia, surge algo e nos traz de volta para a normalidade.

O que teremos eternamente, ao menos aqui no Brasil, é um feijão com arroz. Nunca iremos para o socialismo venezuelano ou cubano, mas também nunca iremos para o capitalismo suíço ou honconguês.

Ficaremos sempre em cima do muro. Prosperaremos em relação aos nossos vizinhos mais socialistas (Equador, Bolívia, Venezuela e Argentina), mas ficaremos para trás em relação ao resto do mundo.

Há o lado bom desta nossa inércia: jamais seremos Cuba ou Venezuela. Mas há o lado ruim: jamais seremos desenvolvidos.


Energia eólica já é uma realidade no nordeste brasileiro, a despeito do governo ter atrapalhado e muito as indústrias e a indústria de energia mais especificamente neste país.

Energia solar seria uma realidade se as tarifas de importação de produtos de tecnologia fossem mais baratas ou zeradas.

A única coisa que o governo precisa fazer pra melhorar o setor é o que ele não vai fazer: sair dele, deixar o setor completamente livre.

Quanto à outra parte, a resposta é: a acumulação de capital. É isso que vai permitir que empresas invistam em aumento de produção.


Cara, quem se importa com a lógica? Com os fatos? O que vale é a emoção. Explore o ressentimento, explore a desigualdade de pouca gente ficando muito rica e muita gente ficando rica, mas não na mesma proporção. Dane-se a pobreza. É poder. É cultura. Os liberais vão perder sempre.


Sobre a pobreza no Brasil, especificamente no Nordeste, se eu fosse governante ou tivesse alguma influência, buscaria meios de aproveitar a energia solar em larga escala.

E digo mais, aprendi com um professor de economia, que estudava as ideias do Schumpeter: o que causa o aumento da renda per capita é o aumento da produtividade. O que causa o aumento da produtividade é o desenvolvimento tecnológico. Daí podemos discutir o que causa o desenvolvimento tecnológico: educação de pessoas e competição entre empresas (ou países).


Sim, muita gente no congresso a levou a sério e estes também:

www.valor.com.br/politica/5167380/sem-reforma-da-previdencia-governo-cortara-o-abono-diz-meirelles

g1.globo.com/mundo/blog/helio-gurovitz/

O mercado até tolera, com adequada correção, que a reforma da previdência não seja votada até 2019 por motivo de fraqueza política do governo ou por proximidade das eleições.
Mas não votar a reforma porque o congresso acha que não existe déficit o caos financeiro será instalado agora em 2018 mesmo.


A gente vê que o país está perdido ao observar a quantidade de analfabetos funcionais.

O artigo acima diz que os estatistas e intervencionistas que defendem a necessidade existir um estado hoje recorrem aos mesmíssimo argumentos utilizados por aqueles que eram contrários à abolição da escravidão.

O autor é um anarcocapitalista; ele defende a abolição do estado. Ele compara o estado a uma instituição escravagista, pois o estado vive à custa dos impostos pagos coercitivamente por todos aqueles que trabalham e produzem.

Que haja pessoas interpretando o artigo acima (leitores Fabiano e Alex) como uma defesa da escravidão mostra bem o nível latrinário da inteligência do brasileiro. E essa "jente" vota, viu?


Aliás, para os mentalmente incapazes, eis o mesmo artigo, mas agora desenhado. Quem sabe assim...

www.mises.org.br/Article.aspx?id=899


Lembro dos anos em que tivemos a famigerada lei de reserva de mercado de informática por aqui.

Jamais um dito "pobre" de hoje teria um PC de mesa ou notebook se a referida lei ainda vigorasse. Possivelmente, estaríamos pagando coisa de 5.000 dólares por algo equivalente a um Pentium 4 ou Celeron.


Cirão, o jagunço vem ai!

https://www.youtube.com/watch?v=WKmnrEx4U7w

Esse negócio de plebiscito já me preocupou.


A pobreza diminui mais nos últimos 50 anos que nos 500 anos anteriores. Pela primeira vez na história do mundo, menos de 10% da população vivem em extrema pobreza. Precisaríamos de um Camões para louvar essas conquistas; em vez disso temos a ONG britânica Oxfam e seus relatórios pessimistas sobre pobreza e desigualdade.

Só que a desigualdade também é causada por boas notícias. Um exemplo é a emancipação feminina. Nos EUA de 1960, as mulheres que trabalhavam eram em maioria pobres. Quando as ricas decidiram deixar a vida de donas de casa e entraram no mercado de trabalho, a renda das famílias ricas aumentou, mas a das pobres permaneceu a mesma. Essa é uma das causas para o coeficiente de Gini dos EUA ter subido de 0,34 em 1960 para 0,43 em 2005.

Do mesmo modo, há 40 anos a China tinha um Gini escandinavo, pois todos os chineses eram igualmente miseráveis. Com a abertura econômica, 500 milhões de chineses saíram da miséria, enquanto outros continuaram nela. A desigualdade subiu precisamente por causa da redução da pobreza.

Décadas atrás, desigualdade significava ter ou não alimentos e uma geladeira em casa. Em 1937, por exemplo, a "Folha da Manhã" sorteou uma geladeira de 15 contos de réis (o anúncio está na página 8 deste link ). Esse preço equivalia a mais de 60 vezes o valor salário-mínimo que seria criado em 1940.

Hoje mais de 93% dos brasileiros têm geladeira —não tão boa quanto a do Jorge Paulo Lemann, mas que conserva alimentos da mesma forma.

Espalhar notícias pessimistas sobre pobreza e desigualdade rende compartilhamentos e doações a ONGs e ativistas. Mas a verdade é que vivemos no mundo mais próspero e abundante de todos os tempos.


Há algum tempo vi esse vídeo do Rallo debatendo com os bacanas da Oxfam. O Rallo, obviamente, destruiu. Mas achei interessante que os próprios integrantes da Oxfam, quando apertados, reconhecem abertamente que a pobreza despencou e tudo mais. Eles apenas insistem na tese de que a desigualdade de renda (em queda) é alta e que precisa ser combatida.



É interessante como esses ideólogos afinam quando confrontados.


Até o escravo perceber que o trabalho dele sustenta que não faz nada,o patrão proprietario.

Muito legal vcs defenderem ser vagabundo em cima do trabalho dos outros...


Quem inventou essa tese de que não existe déficit foi uma pesquisadora chamada Denise Gentil. Segundo ela, o déficit da previdência é forjado.

www.adunicentro.org.br/noticias/ler/1676/em-tese-de-doutorado-pesquisadora-denuncia-a-farsa-da-crise-da-previdencia-social-no-brasil-forjada-pelo-governo-com-apoio-da-imprensa

Só que essa mulher nem sabe separar rubricas. Ela mistura a receita da Previdência com a receita da Seguridade Social (que abrange Saúde, Assistência Social e Previdência) e então conclui que está tudo certo.

Nesta outra entrevista dela, ela diz isso:

"O cálculo do resultado previdenciário leva em consideração apenas a receita de contribuição ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que incide sobre a folha de pagamento, diminuindo dessa receita o valor dos benefícios pagos aos trabalhadores. O resultado dá em déficit."

Certo. Esse é o cálculo da previdência. Receitas da Previdência menos gastos com a Previdência dão déficit, como ela própria admite. Ponto final.

Mas aí ela complementa:

"Essa, no entanto, é uma equação simplificadora da questão. Há outras fontes de receita da Previdência que não são computadas nesse cálculo, como a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e a receita de concursos de prognósticos. Isso está expressamente garantido no artigo 195 da Constituição e acintosamente não é levado em consideração."

Ou seja, o argumento dela é o de que as receitas para saúde e assistência social devem ser destinadas para a Previdência, pois aí haverá superávit.

Ora, isso é um estratagema e tanto. Por esse recurso, absolutamente nenhuma rubrica do governo apresenta déficit, pois basta retirar o dinheiro de outras áreas para cobri-la. Sensacional.

A quantidade de gênios que o Brasil produz é assustadora.

Não deixa de ser curioso que nem o próprio governo petista quando estava no poder -- em tese, o mais interessado no assunto -- encampou a tese dessa desmiolada.

De resto, o problema da previdência é totalmente demográfico. E contra a demografia e a matemática ninguém pode fazer nada.

Quando a Previdência foi criada, havia 15 trabalhadores trabalhando e pagando INSS para sustentar um aposentado. Daqui a duas décadas será 1,5 trabalhador trabalhando e pagando INSS para sustentar um aposentado.

Ou seja, a conta não fecha e não tem solução. O problema é demográfico e matemático. Não é econômico. E não há ideologia ou manobra econômica que corrija isso.


Para o governo sempre estará tudo perfeito e em pleno desenvolvimento.



Por sorte a maioria dos temas sugeridos podem ser aprendidos via cursos onlines, a maioria gratuita e muitos fornecidos pelo próprio governo.

ead.sebraesp.com.br/site/home

A escola atual dificilmente vai mudar, por um simples fatos. Hoje no mundo globalizado os estudantes não passam de números e estatísticas.
Afinal de constas o governo só quer saber de números. Quantos alunos estão fora da escola? Quantos % tem curso superior? Primeiro e segundo grau completo?

Por outro lado a parceria privada, público tem dado bons resultados.
https://exame.abril.com.br/carreira/estas-5-universidades-do-brasil-estao-entre-as-melhores-do-mundo/

E por fim quem elegeria os coroneis, jogadores de futebol, artistas, ex ladrões de bancos, pastores, sindicalistas etc....

A única coisa a fazer é separar um dinheirinho e por seu filho em uma escola particular e ir ensinando a matéria da escola da vida (matérias como produtividade vs puxar o saco. Quem dos 2 será promovido?)





Eu disse que até cheguei a cogitar essa hipótese, mas não mais. Os eleitores dele me fizeram mudar de ideia. (E descobri agora que nem mesmo ler eles sabem).

De resto, ué, foi você quem chegou aqui cheio de marra exigindo respostas para o globalismo e tal. Após a aula que tomou (você nem sequer sabia que o presidente nada pode fazer em relação ao estatuto do desarmamento e à imigração), mudou de foco?

Ficou com o rabinho entre as pernas ao finalmente descobrir que seu Messias não terá poder nenhum? E que foi você quem deu sustento ao globalismo ao defender estado? Eu sei qual é a sensação. Já estive aí. Afinal, eu também já defendi a necessidade de estado. Aí cresci.


A Argentina melhorou, mas continua sendo a república do Pão-de-Mel.

A Tina Maluca é a nossa Dilmanta.

Os governos estão atrapalhando a vida das pessoas. Por exemplo, essa lei Roubanet é a mesma coisa que sair desligando aparelhos em uma UTI. Os caras estão trocando filmes e shows por vidas. Essa lei Roubanet é coisa de terrorista.

Ser conservador é preservar vidas. Não ao terrorismo !!!


Pobre de interpretação Paulista:
a) Onde, no meu escrito eu referi que O ÚNICO LUGAR ONDE SE GERA CONHECIMENTO É NA UNIVERSIDADE PÚBLICA?
Pelo que se pode entender, mas para ajudar a transformar a sua pobreza de interpretação em riqueza eu desenho, se for necessário, que um dos melhores lugares onde se mamam na tetinhas gostosas pagas pelo contribuinte indefeso para produzir "conhecimento" é nas Universidades Públicas. Está claro agora, meu caro e pobre interpretador?

b) Onde, no meu escrito eu me posicionei contra as pessoas que estudam e geram conhecimento para ser registrado e transferido? Sendo este trabalho remunerado ou não, visando lucro ou não, desde que não seja financiado com o dinheiro dos nossos impostos, não existe crítica no meu comentário.

c) " Não misture as coisas" já estava escrito antes. Foi repetido mas parece que o amigo tem dificuldade em não misturar. Inclusive, quando interpreta textos e comentários, mistura e confunde os órgãos responsáveis pela interpretação. Sugiro que utilize sempre o cérebro ao invés do fígado quando for fazer a interpretação de escritos e comentários que os olhos leram.

d) Não vou descer ao nível do amigo e utilizar palavras ofensivas e de baixo calão para designá-lo, já que percebi que seu estado mental foi alterado por um acesso de fúria cuja causa desconheço. Sendo assim, se for da sua vontade se arrepender tanto pela má interpretação do meu comentário anterior como pelos injustos adjetivos a mim referidos saiba que no momento que desejar fazê-lo terá da minha parte o perdão e a amizade. Do contrário lhe reservo minha dó pelas circunstâncias que o deixaram tão furioso.


Na verdade Alex, e com o devido respeito, não faz nenhum sentido falar em merecimento ou não-merecimento, nem mesmo no caso de se nascer cego ou sem pernas, porque o merecimento é algo que só tem sentido em relação algo que provém como consequência de nossos próprios atos e, ainda, segundo os critérios morais adotados para se fazer a análise.

As categorias merecimento, não merecimento simplesmente não se aplicam ao nascimento. Pois este decorre da própria natureza. Suas circunstâncias se dão ainda antes que o indivíduo tenha feito qualquer coisa em sua vida.

Alguém poderia até conjecturar com alguma legitimidade se OS PAIS mereciam ter um filho assim ou assado, com estas ou outras características. Mas quanto ao nascituro, isso não faz sentido. Ele simplesmente nasceu assim e ponto. Ele é o que é. E seus eventuais méritos e deméritos vão surgir na medida das suas ações, daquilo que ele que ele fizer com aquilo que ele é.

Claro que é moralmente desejável ajudar os que tenham mais dificuldades ou que tenham problemas. Mas daí também não decorre que a imposição estatal seja o melhor meio - ou mesmo um meio legítimo de fazê-lo.


Será que alguém levou a sério isso?

folha.uol.com.br/amp/mercado/2017/10/1929445-relatorio-final-da-cpi-da-previdencia-afirma-que-deficit-nao-existe.shtml


Quando os desenvolvimentistas brasileiros irão entender que a economia e a tecnologia não são coisas estáticas?

https://tecmundo.com.br/amp/mercado/123357-falencia-oi-deixar-2-mil-cidades-internet-telefone.htm

Se uma empresa com essa reserva de mercado conseguiu falir, significa que é demasiada ineficiente. Outras empresas (que a burocracia e parasitismo público não deixam surgir) devem assumir seu lugar.


A única maneira de fazer povos do terceiro mundo adotar ideais da direita é na marra,como o ditador Pinochet fez,(um dos poucos assassinos que deixou uma herança bendita)e mesmo assim os Chilenos gostam de brincar com fogo,elegendo esquerdistas como a Michelle,independência do estado não é para todos.



Resumindo o seu bla-bla-bla: vai acabar votando em bolsonaro, que era o ponto aonde eu queria chegar. É só isso por hoje, obrigado.


Pois é. O problema é que o mundo é muito diverso, e não se divide dessa maneira brutalista como muitos gostariam que fosse. Não é?




Na América Latina já houve dezenas de guerras civis. O resultado foi mais do mesmo: estatismo, patrimonialismo, mercado monopolizado sob a égide dos habituais "salvadores da pátria". Vale lembrar que o Chile sempre foi um país mais democrático em relação aos demais vizinhos. No século XIX utou vitoriosamente contra a Espanha e depois contra o Peru. Imagine o Paraguai vencendo o Brasil e ocupando o Rio de Janeiro. Se a mentalidade do povo não mudar, uma guerra civil vai acabar num regime totalitário como ocorreu na Rússia em 1917.



Enquanto o povo achar que existe almoço gratis, que o governo cria riqueza e que privilegios adquiridos são direitos que o poder publico pode tudo, nosso povo irá penar muitos anos ainda com a pobreza. Enquanto tiver empresas públicas e o estado for grande viveremos de deficit em deficits, com a desvalorização do dinheiro e acusando erroneamente os que criam riquezas de gananciosos e por isso devem ser supertaxados. A Nova Classe de politicos tomou conta dos governo e poderosa vive uma vida de prazeres as custas da ignorancia da maioria que não sabe votar. A interferencia na vida economica das pessoas cria a ineficiencia e as falacias do estatismo minam o progresso que o pais poderia ter se houvesse competitividade em nivel nacional e o direito de entrada e saida dos atores da economia. Mas as falacias economicas são deficeis de serem combatidas e o povo tem tendencia de escolher os piores que nunca mudam de direção o tem vergonha de mudanças. Assim caminhará o pais até que a situação piore. Só assim podera ter mudanças, já que a economia não mente.


de fato, o aumento dos combustíveis foi de arregaçar o bolso, que soh serviu de bom pra eles ganharem mais dinheiro pra pagar parlamentar. Atualmente o governo vive de se manter no poder infelizmente... começou bem mas agora teve que recuar em várias questões importantes.


Macri é apenas menos ruim que a sua antecessora, e isso até mesmo um avestruz adestrado conseguiria, tal qual estamos vendo aqui no Brasil com o comuna do PMDB pós-impeachment, no mais, Macri segue a tradição latina de estatismo regado a populismo e "bem-estar social", uma praga que só será eliminada com uns 30 ou 40 anos de desmoralização dos agentes socialistas que impregnaram a mídia, o show business e o mundo acadêmico.

O mesmo valerá para o Brasil em caso de vitória do Bolsonaro.


Caro Hernan,
Muitos país em sua história chegaram diante de uma encruzilhada em que tiveram que se decidir: Ou muda por bem ou o faz no peito e na raça.
Entendendo.
Muitos países mudaram o curso de sua história numa guinada positiva através de uma guerra interna, uma guerra civil mesmo. Chega um ponto que a população acorda e percebe que está sendo explorada desde sempre. Pressões populares por mudanças começam a ocorrer. Se houverem bons lideres eleitos nas eleições daquele tempo, as coisas mudam em ambiente de paz. Mas, a história mostra que isso geralmente não ocorre. Geralmente as coisas mudam para melhor após um conflito sério, onde todas as instituições são colocadas em xeque na sua legitimidade.
Creio que a maioria dos países da América Latina só sairão dessa situação, desse Status Quo, bem claro e definido, que a riqueza gerada não serve a população, mas a uma oligarquia sanguessuga, através de uma revolta popular.
Creio que o Brasil encaminha para tal. O rompimento desse Status Quo é preciso. E, sinceramente, uma guerra civil, nesse sentido, não vejo como algo negativo.



A única vantagem do Brasil em relação aos demais países da América latina foi o esforço de industrialização. Isso fez nossa economia mais diversificada. Contudo, como se vê, isso ocorreu com imensa cartelização e controle de mercado. Assim nossa baixa competitividade é explicada, apesar dos esforços.


Não comemorei a vitória do Macri. Aliás acho que é por culpa desses liberais de meia tigela que o comunismo e marxismo cultural jamais serão varridos do mapa. Caso existisse no mundo apenas uma dicotomia entre nós ANCAPS e os socialistas, em breve eles seriam extintos da face da terra. Aconteceria da seguinte forma: o povo faria experiência com o Kirchnerismo, não ficaria satisfeito com os resultados e como a outra única opção seria o anarcocapitalismo, o povo iria certamente se organizar em sociedades ANCAPS, obtendo resultados satisfatórios. O problema é que tal dualismo não existe no mundo. De fato entre nós libertários e os bolivarianos, existem uma série de grupos que impedem que aconteça uma vitória definitiva sobre o comunismo no mundo. Liberais clássicos, neoliberais, sociais democratas, toda essa caterva, sem apreço por questões éticas e morais, são eles os grandes culpados por pessoas como Lula e Cristina Kirchner não serem execradas de uma vez por todas.


"Não será necessário conturcionismo[sic]: Bolsonaro é o único candidato que defente a revogação do estatuto do desarmamento"

Isso é imaterial. A revogação depende inteiramente do Congresso e não do presidente. O presidente, por si só, nada pode fazer quanto a isso. Se os deputados e senadores não quiserem revogar, nada feito.

Bolsonaro, repito, não tem absolutamente nenhum poder em revogar o estatuto do desarmamento.

E o fato de você aparentemente desconhecer isso mostra que você nada sabe sobre o arranjo que você tanto defende.

"isto seria uma ação concreta na direcao oposta ao globalismo"

Que "ação concreta", meu filho? Ele não pode fazer nada disso. Ele não tem poder para isso. Acorda!

"fato é que por mais libertarios que sejam caso andem armados sem um porte concedido pelo governo e sejam pegos poderão ir em cana"

Porte concedido pelo governo? Quer dizer então que você está esperando Bolsonaro ser eleito para só então poder comprar um arma (chancelada por políticos)? Enquanto isso sua família está desprotegida?

É sério que você é tão cordeirinho assim? Cidadão, crie vergonha na cara e arrume uma arma no mercado negro (que é o livre mercado ). Você vai pagar mais caro, mas ao menos vai ter proteção. Agora, se você confia na polícia estatal, meus futuros pêsames.

"O Bolsonaro é a favor de um maior controle imigratório"

Outra coisa sobre a qual ele não tem poder nenhum. Isso é função do legislativo.

Sério, é impressionante seu desconhecimento.

"contra o esquema globalista".

O curioso é que não tem um só candidato que se diga "a favor do esquema globalista". Tem? Em termos puramente retóricos, eles são idênticos nesse quesito.

"O professor Olavo diatingue[sic] claramente o bolsonaro das demais candidaturas por ser uma candidadura nacional."

Não hora em que foi perguntado, ele se derreteu de amores por Ciro Gomes. Aliás, também disse ter simpatias pelo Dória. Acho que você precisa trocar de heróis.

"Não esta claro para você a diferença entre oa candidatos?"

Diferença?! Onde?!

Aliás, Bolsonaro já votou em Lula e já defendeu José Genoíno para o Mistério da Defesa! Esse é seu herói?

www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/bolsonaro-quem-diria-ja-votou-no-companheiro-lula-para-presidente-7dupbcvjwqonu5bhia56zcl2s

"Pelo que pude concluir das suas respostas, mesmo estando subordinado ao Estado você prefere soluções utópicas e terceirizam a solucao pratica aos defensores do Estado que voce mesmo é contra?"

Frase completamente ininteligível.

"Por favor, reaponda[sic] questão sobre as proximas eleições."

Eu até estava inclinado a votar em Bolsonaro. Não seria exatamente um voto nele, mas sim um voto contra os outros. O problema, no entanto, é que sempre que interajo com um defensor do Bolsonaro, vejo que se trata de gente com QI abaixo dos três dígitos. Gente que não faz a mínima ideia de como o atual sistema funciona. E nem faz questão de saber, pois prefere acreditar em messias (ao mesmo tempo em que diz que os outros é que são ingênuos). E eu não quero me ver na companhia dessa gente. A maior arma contra o Bolsonaro é deixar seus defensores falarem. Quanto mais seus seguidores se expressam, maior a repulsa que causam nos indecisos. Caso ele não fique esperto, isso irá derrubar completamente sua candidatura.

Tendo já descartado Bolsonaro, vou ver se surge alguém que me faça sair de casa no dia para perder meu tempo apertando botõezinhos na urna.


Não vamos mudar, vamos quebrar e aí sim mudar, mas não muito, esteja preparado para prover você e sua família diante da dificuldade.


"Logo, por favor, dado que você próprio reconhece que o estado não vai sumir, diga-nos, por obséquio, qual é "o plano de ação concreto" dos defensores do estado contra o globalismo (criado e mantido pelo estado)?
Estou curioso para ver como será o contorcionismo argumentativo."

Não será necessário conturcionismo: Bolsonaro é o único candidato que defente a revogação do estatuto do desarmamento: isto seria uma ação concreta na direcao oposta ao globalismo. fato é que por mais libertarios que sejam caso andem armados sem um porte concedido pelo governo e sejam pegos poderão ir em cana.
O Bolsonaro é a favor de um maior controle imigratorio, contra o esquema globalista. O professor Olavo diatingue claramente o bolsonaro das demais candidaturas por ser uma candidadura nacional. Não esta claro para você a diferença entre oa candidatos?


Pelo que pude concluir das suas respostas, mesmo estando subordinado ao Estado você prefere soluções utópicas e terceirizam a solucao pratica aos defensores do Estado que voce mesmo é contra?

Por favor, reaponda questão sobre as proximas eleições.


"os Estados e o globalismo já estão constituídos e atuantes, independentemente do culpado isto é um fato."

Beleza. Concordo. Mas então, por favor, tenha a hombridade de fazer o mea culpa. Defensores do estado causaram isso. Logo, são vocês que têm de limpar a cagada. Vocês não têm nada que sair exigindo respostas de anarcocapitalistas (ou minarquistas), que são literalmente as últimas pessoas no mundo a terem qualquer responsabilidade nisso.

"Qual é o plano de ação concreto dos ancaps e libertários a respeito desta realidade?"

Ué, mas como é que iremos ter um "plano de ação concreto" se vocês defensores do estado nos proíbem de viver em uma sociedade sem estado?!

Vamos fazer o seguinte: primeiro, vocês defensores do estado agitam perante o governo para que ele possa permitir que anarcos vivam em um pedaço de terra sem imposto (hoje, isso é proibido). Quando isso acontecer, aí sim você pode vir conversar a respeito.

Realmente, era só o que faltava: vocês defensores do estado proíbem a existência de territórios sem estado e depois vêm cobrar respostas por uma cagada que vocês fizeram e contra o nosso consentimento.

"Não acho prudente ignorar a importância do Estado hoje na luta contra os interesses globalistas"

Meu Deus! Mas é exatamente o estado quem possibilita -- e estimula -- a existência dos interesses globalistas!

Você está pedindo socorro para a própria instituição que criou e empoderou o globalismo! Será que você não percebe isso?! Na prática, você está dizendo que é importante ter uma raposa para tomar conta do galinheiro...

"É ótimo ter ideias e buscar a liberdade dos indivíduos, porém acho que não adianta ficar pregando a abolição do Estado sendo que isso simplesmente não vai acontecer de uma hora para a outra"

Beleza. Aliás, eu também acho que não vai acontecer. Logo -- e vou repetir pela enésima vez --, vocês defensores e mantenedores deste arranjo é que devem explicações pela cagada que fizeram.

Logo, por favor, dado que você próprio reconhece que o estado não vai sumir, diga-nos, por obséquio, qual é "o plano de ação concreto" dos defensores do estado contra o globalismo (criado e mantido pelo estado)?
Estou curioso para ver como será o contorcionismo argumentativo.

"Apesar dos ancaps não gostarem do Estado em 2018 ocorrerá uma eleição neste país queiram ou não e será necessário escolher entre o menos pior ou deixar que os outros escolham por você"

E aposto que você vai dizer que dentre os candidatos há um messias que irá heroicamente nos salvar dos globalistas...

E ainda dizem que os anarcocapitalistas é que são ingênuos e delirantes.

"A liberdade absoluta como princípio é utópica: experimente a liberdade de parar de respirar."

Se eu li isso é um bom sinal: quer dizer que eu não estou cego.

O engraçado é que você vem falar merda sobre uma teoria que você abertamente desconhece, e logo em seguida pede "alto nível" nas respostas. É o equivalente a eu chegar xingando sua mãe e, em seguida, pedir que você seja educadíssimo em sua reação.

"favor informar em qual dos candidatos vocês votariam em 2018: lula, Ciro, Dória ou bolsonaro?"

Qualquer um que ganhar será totalmente submisso aos interesses globalistas. Todos eles fingem alguma discordância entre si apenas para enganar e atiçar os otários. Nos bastidores, todos eles se abraçam e se beijam.

E não precisa confiar em mim, não: veja que ninguém menos que Olavo de Carvalho afirmou, em entrevista à Folha (e reiterou várias vezes em seu Facebook), que tem muito apreço por Ciro Gomes e que o considera muito preparado. Disse que votaria em Bolsonaro, mas não descartou voto em Ciro. Já Ciro, por sua vez, já elogiou Olavo (procure no YouTube) e disse que Bolsonaro, a quem ele conhece da Câmara dos Deputados, não é nada daquilo e está só representando um papel. E que são amigos.

Ou seja, todos esses três vivem de beijinhos. Olavo = Bolsonaro = Ciro.

Vai me dizer que Ciro Gomes é anti-globalista? Se sim, o ingênuo não sou eu.

Logo, sobram Lula e Dória. Lula é aquilo que todos conhecem. E Dória também.

Ou seja, nenhum deles, absolutamente nenhum deles, representa qualquer risco aos globalistas. No entanto, você jura que ao menos um deles será macho para se opor ao esquema, e ainda afirma que quem discorda de você é ingênuo.

E eu aqui perdendo tempo...


Os peruanos são muito bons. Simples, bem humorados em tudo que fazem, e muito, muito trabalhadores. Seja como empregado, agente de trading ou como empreendedor eles dão duro em tudo que fazem. Logo, foram eles próprios que pediram pelas reformas do fujishock.

Já o argentino padrão criou as mesmas bases morais socialistas que o venezuelano: querem um Estado enorme, muitos direitos positivos e impostos para os ricos. Lamentável.

Se o argentino não quer reformas, é porque ele não quer trabalhar. Não é questão de ignorância. Não estamos avisando crianças que esse ano não vai ter presente no natal. São adultos plenos, conscientes do que estão fazendo... quase duas décadas de caos. É o mesmo caso da Venezuela.

Mas não é muito diferente daqui do Brasil não.


Os argentinos são sim mais estatistas que os brasileiros, ainda mais em uma economia menos diversificada fica mais fácil fazer dirigismos políticos. E os brasileiros serão tão estatistas quanto os argentinos no dia que chegarem a ter um pib per capita argentino, flertar com liberalismo econômico a beira da falência é fácil.



Na América Latina, muitos falam do exemplo do Chile, mas poucos se lembram de outro caso de sucesso que foi o Fujishock no Peru. Feito em 1990, foi um raro exemplo de bom senso econômico neste continente.

Com uma inflação de 7.000%, com uma economia toda fechada e engessada, com déficits orçamentários gigantescos e com todos os gastos indo para o funcionalismo público e subsídios, o governo -- utilizando um plano elaborado pelo grande economista Hernando de Soto -- reverteu tudo isso de uma vez só: zerou o déficit, acabou com os subsídios, acabou com a inflação monetária, passou a tesoura no funcionalismo público e abriu a economia para as importações.

O negócio foi tão radical até o ministro da economia da época pediu a ajuda de Deus em cadeia nacional, e apesar de todo o peso do ajuste, a população aceitou e anos mais tarde referendou a atual constituição liberal que rege o Peru.

Mas, desde então, foi o país que mais cresceu na América Latina, e o que mais reduziu a pobreza. Hoje o Peru é o maior caso de sucesso do continente. Um país que era paupérrimo hoje compete de igual para igual no mercado internacional. Deixou os bolivarianos de lado e hoje é aliado de Chile e Colômbia (os dois países mais sérios da América do Sul) no mercado do Pacífico.

Mas como é um país pequeno, poucos dão a devida atenção.


Obrigado pelo ponto de vista, porém os Estados e o globalismo já estão constituídos e atuantes, independentemente do culpado isto é um fato. Qual é o plano de ação concreto dos ancaps e libertários a respeito desta realidade? Não acho prudente ignorar a importância do Estado hoje na luta contra os interesses globalistas só porque a existência o Estado é eticamente condenável. É ótimo ter ideias e buscar a liberdade dos indivíduos, porém acho que não adianta ficar pregando a abolição do Estado sendo que isso simplesmente não vai acontecer de uma hora para a outra pois os detentores dos meios de coerção e do monopólio do uso da força não querem que isto aconteça. Apesar dos ancaps não gostarem do Estado em 2018 ocorrerá uma eleição neste país queiram ou não e será necessário escolher entre o menos pior ou deixar que os outros escolham por você, neste aspecto acho que escolhendo o menos pior você terá mais liberdade que ao deixar os outros escolherem por você. A liberdade absoluta como princípio é utópica: experimente a liberdade de parar de respirar. No mundo real só podemos fazer ações concretas e sempre estaremos limitados a uma gama de escolhas factíveis, o resto é utopia.

Obs.: favor informar em qual dos candidatos vocês votariam em 2018: lula, Ciro, Dória ou bolsonaro? Ou vão deixar os outros escolherem por você por que eleições são antiéticas e você não concorda com elas?


Na América Latina o funcionalismo público é uma praga, e certamente está entre as principais causas do nosso atraso.


Essa pode parecer uma afirmação absurda, mas a economia é o menor dos problemas da Argentina. De nada adianta um presidente que entenda a economia se ele não tiver força política para fazer o que deve ser feito. E Macri não tem essa força. A política na Argentina talvez seja pior do que a brasileira. Os espaços para trabalhar são muito curtos.

Mas o pior mesmo é o problema cultural. Esse apego ao estatismo e populismo não cessa mesmo após décadas de fracasso. Seria necessário um trabalho cultural começando do zero, como liberais e conservadores vem fazendo por aqui. Aliás, vendo os argentinos, fico com a impressão de que os brasileiros são bem mais abertos ao liberalismo, por incrível que pareça.


Na América Latina políticos têm carta branca para destruir a economia e jogar milhões de pessoa na pobreza, bastando para isso se apresentar como inimigo do livre mercado e preocupado com o social.


Uma coisa que impressiona negativamente na Argentina é como a destruição da moeda se tornou corriqueira e rotineira. Lá, uma inflação mensal de 2% é tida como natural e normal.

www.lanacion.com.ar/inflacion-y-precios-t46867


Eu vivencio isso todos os dias, tenho loja na fronteira com a Argentina e a pobreza da população deles é escancarada! Fica a família inteira fazendo contas para pagarem R$30,00 .... R$50,00 .... é uma pobreza lascada.

E vou contar uma conversa que tive uma vez: Estava eu fazendo uma venda de R$5,00 ... R$6,00 para uma argentina e alguém começou a falar dos governos da A.L. em geral e do governo da Cristina Kirschner (presidente na época) e comparando que um pobre americano anda de carrão enquanto a classe média brasileira/argentina não consegue comprar um gol pelado.

Ai ela me vira e fala que a Cristina era uma pessoa muito boa, ela ajudava os pobres, fazia muito pelos pobres e etc....

Detalhe que a mulher não tinha um dente inteiro na boca, roupa parecia que saiu de um caminhão de lixo, cabelo que parecia um gambá, não tem carro pq vi que ela veio de onibus e não tinha mais que R$20,00 na carteira.

O que me chamou a atenção é que ela não se achava pobre, ela ainda era classe média, pq não se via como os pobres que recebiam ajuda da Cristina.

Ai vc ve a lavagem cerebral que os peronistas fizeram na cabeça deles. Todos achando que são classe média mas não tem condições nem de arrumar um dente na boca.

Ai vc ve tb que não é só trocar 1 presidente por outro, pq a sociedade lá está enraizada naquela pobreza miserável e achando que estão bem pq alguém falou pra eles que são classe média.

Vai no mínimo uns 50 anos de governos fazendo tudo certo pra eles voltarem a ser grandes na A.L.


A ideologia é a raiz de todos os problemas ou soluções em uma região.

Um povo ideologicamente libertário irá sempre preferir soluções pró mercado. Um povo ideologicamente socialista irá na via contrária. Ainda não vi um exemplo prático de mudança radical na cultura de um povo que o levasse a liberdade econômica voluntária, apenas compulsória, como acontece no Brasil e nos países Ibéricos da Europa.

Lembro-me sempre de um sábio ditado passado por um professor há muitos anos: "Há cura para quase todos os males, até mesmo para a morte, como Jesus provou. A única exceção é a burrice."


"Eu gostaria de saber a opinião dos libertários e anarcocapitalistas sobre as seguintes questões: como combater o movimento globalista, que representa O Estado dos Estados, através da simples defesa da liberdade? O movimento globalista hoje dispõe de meios concretos de ação e de coerção e não defendem os mesmos princípios que os libertários e anarcocapilatistas."

Ué, mas que inversão de valores é essa? Quem tem de dar essa resposta são exatamente os defensores da existência do estado.

Não há globalismo sem estado e sem governo. Só há globalismo quando há elites políticas fazendo conchavos entre si. Globalismo é a inevitável consequência natural de existir estados e políticos.

De novo: o globalismo é um arranjo que só existe por causa de políticos e burocratas. Seria impossível haver globalismo se não houvesse políticos e burocratas.

O globalismo é uma política internacionalista, implantada por burocratas, que vê o mundo inteiro como uma esfera propícia para sua influência política. O objetivo do globalismo é determinar, dirigir e controlar todas as relações entre os cidadãos de vários continentes por meio de intervenções e decretos autoritários.

Eis o argumento central do globalismo: lidar com os problemas cada vez mais complexos deste mundo — que vão desde crises econômicas até a proteção do ambiente — requer um processo centralizado de tomada de decisões, em nível mundial.

Consequentemente, leis sociais e regulamentações econômicas devem ser "harmonizadas" ao redor do mundo por um corpo burocrático supranacional, com a imposição de legislações sociais uniformes e políticas específicas para cada setor da economia de cada país.

Anarcocapitalistas, ao defenderem o fim do estado e dos políticos, e adoção total e irrestrita da propriedade privada (o que, inclusive, acaba com a imigração subsidiada de muçulmanos) estão atacando exatamente o principal pilar do globalismo. Por definição, é impossível haver globalismo em um arranjo anarcocapitalista. Até mesmo em um arranjo minarquista o globalismo seria bastante enfraquecido.

Logo, quem tem de dar explicações são os defensores dessa porcaria chamada "estado democrático de direito". Foi exatamente essa desgraça que abriu as portas para o globalismo.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2639


Pois é. Os argentinos não quiseram copiar o modelo venezuelano (qualquer pessoa minimamente racional faria o mesmo), mas também não querem saber de livre concorrência e redução do estado. Houve mudança de governo, mas não houve mudança na opinião pública. Sem isso, será muito difícil que a Argentina implante as reformas de que tanto necessita. Friedrich Hayek já havia chamado a atenção para isso há mais de meio século: a única maneira de mudar o curso de uma sociedade é mudando primeiro suas idéias.


Socialista só quer saber de controle, controlar a mídia, preços, o povo, controlar a América...
Os planos são audaciosos


Boa tarde a todos,

Eu gostaria de saber a opinião dos libertários e anarcocapitalistas sobre as seguintes questões: como combater o movimento globalista, que representa O Estado dos Estados, através da simples defesa da liberdade? O movimento globalista hoje dispõe de meios concretos de ação e de coerção e não defendem os mesmos princípios que os libertários e anarcocapilatistas. O movimento globalista, que seria a pior estância do arranjo estatal, passa por cima de todos os princípios de liberdade através do uso da força. Não seria a direita conservadora e nacionalista a melhor alternativa realista e concreta hoje para impedir mais coerção da ditadura globalista? Impedir a imigração de muçulmanos é uma medida contra a liberdade? Depende: é a favor da liberdade dos cidadãos do país e contra a liberdade dos interesses globalistas. No fim das contas é pueril defender a liberdade como princípio uma vez que a liberdade total implicaria na total ausência de liberdade, ou vocês acham que o Islã e as elites globalistas dominantes vão seguir o PNA? O PNA só funcionária se partíssemos do princípio que todos o seguissem, como vocês se posicionariam em relação ao Islã e aos globalistas? Dariam exemplares do Ação Humana para eles revestem os próprios conceitos? Eu prefiro que exista um poderio militar suficiente forte para barrar concretamente a imigração de elementos indesejados no meu país. Se você acha muito coercitivo a existência do Estado então sinta-se livre para morar na Somália.

Obs.: para o bem do nosso aprendizado favor usar a refutação em detrimento da difamação.


É o que sempre digo quando me perguntam qual a diferença entre Brasil e Argentina, a Argentina tem conserto pois está mais adiantada no rumo da história, o Brasil ainda vai passar pelo que passamos em 2001-2002.


As reformas óbvias a serem feitas, não o são pelos mesmos motivos de sempre: Foram os mesmos que ajudaram nas eleições que cobram a garantia de que no seu status quo nada seria mudado. Assim os eleitos de esquerda têm compromissos com os sindicatos, os verdes, funças de alto escalão bem remunerados, os pendurados que recebem benesses do governo etc, etc. Os eleitos de direita geralmente têm seus compromissos com as oligarquias industriais, as FIESPs da vida e, devem assim garantir fatias de mercados para esses de forma vitalícia; razão esta que as economias não são verdadeiramente abertas para a livre concorrência. E assim caminha a América Latina na sua dança do caranguejo.


Copiei este comentário de outro artigo publicado semana passada.

Consulta pública sobre demissão de concursados por mal desempenho:

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=128876


Veja a quantidade de "nãos". Como vamos mudar assim?


Mas não é -2G. O caríssimo leitor acima cometeu um erro.

A fórmula do PPB (Produto Privado Bruto) é: C + I + (X-M)

Já a fórmula do PPR (Produto Privado Bruto) é: C + I + (X-M) - G

Nenhuma fórmula apresenta esse -2G (o que realmente não faria sentido).

O -2G só faz sentido se você pegar o PIB normal (C + I + G + X-M) e transformá-lo em PPR. Aí sim você teria de usar o -2G: uma vez para zerar o G e a outra para colocá-lo como negativo.

Já a fórmula do André (PIB Austriaco = P + I + M - 2G - X) realmente não existe.

De resto, vou apenas repetir o que já disse: o PIB hoje coloca os gastos do governo como adição simplesmente porque a equação do PIB mede apenas o gasto agregado da economia. O PIB mede o valor monetário de todos os bens e serviços finais que foram comprados e vendidos dentro das fronteiras do Brasil em um dado ano.

Ou seja, o PIB é apenas um cálculo de todas as transações monetárias envolvendo bens e serviços finais. De novo: ele é utilizado para mensurar o gasto agregado da economia.

Só isso.

Portanto, o que os economistas chamam de "crescimento econômico" mensurado pelo PIB de um ano para o outro nada mais é do que aumento do valor final (preço) das transações monetárias de um ano para o outro. Esse resultado nominal é dividido por um questionável deflator de preços, para se obter o PIB real.

Ponto.

Agora, se, a partir dos valores obtidos, as pessoas decidem fazer elucubrações sobre o real estado da economia, aí elas já fazem isso por sua própria conta e risco.

Quanto à sua confusão sobre os impostos, permita-me um exemplo extremamente simples, mas que explica bem como ocorre.

Um produtor vende R$ 1.000 em bananas para os consumidores. Destes R$ 1.000 vendidos, R$ 200 vão para o governo como impostos indiretos, os quais serão em seguidas gastos pelo governo.

Qual a equação do PIB? Simples.

Se ele vende R$ 1.000 em bananas para os consumidores e R$ 200 vão como impostos para o governo, o volume total dos gastos dos consumidores nesta economia é computado como R$1.000, pois esse foi o montante total que o consumidor gastou para adquirir as bananas. Já governo, ao receber os R$ 200 despendidos pelo consumidor, irá também gastá-los.

Portanto, ficamos assim: o consumidor gastou um total de R$ 1.000 (R$ 800 foram para o vendedor de bananas e R$ 200 foram para o governo) e o governo gastou mais R$ 200.

Total de R$ 1.200 em gastos (C + G).

É assim que é calculado o PIB atual, concordemos com a lógica ou não.




Esse negócio de funcionário público fantasma realmente é uma desgraça e parece ser uma praga na América Latina.

No Brasil, principalmente na esfera estadual, nas assembléias legislativas, o que mais tem é funcionário fantasma (os ñoquis argentinos). Como esquecer desse vídeo?



Eu mesmo conheço uma pessoa que ganha a vida assim. Está há mais de 35 anos fantasma na assembléia legislativa. Não acontece nada.

Os sindicatos dos funças simplesmente não permitem demissões. E nenhum governo tem coragem de mexer com eles.

Vejo que a Argentina é idêntica ao Brasil.


Eu ainda não concordo com o -2G.
Não consigo visualizar que os economistas colocaram os gastos do governo como uma criação de riqueza. Explico com números:

PIB Brasil US$100.

Carga Tributária: 20% = US$20.

Logo pelo cálculo do PIB dá: US$120.

Me diga, qual foi a riqueza criada pelos gastos do governo? Só que ainda sim somou.

O correto cálculo do PIB que eu acho é esse usado pelos economistas atualmente:

PIB Brasil US$100.

Carga Tributária: 20% = US$20.

Logo pelo cálculo do PIB dá: US$100.

Viu, os US$20 não entram como somatória do PIB, ele já está incluído.

Por isso o PPR está totalmente elaborado em raízes fraudadas.

Agora dá pra fazer um PPR com base no cálculo acima:

PIB Brasil US$100.

Carga Tributária: 20% = US$20.

Logo pelo cálculo do PPR - Modificado - dá: US$80.

Este sim seria o PPR com arcabouço verídico.

E mais, pelo PPR baseado em raízes fraudadas, o PIB de muitos países ricos ficam com números pobres, como exemplo do Japão. Já pelo PPR Modificado fica muito mais claro essa presença da realidade do conceito de país pobre e país rico.

Alguém poderia postar um trabalho, tese ou monografia sobre a metodologia do PIB. Não consigo visualizar esse 2g.


Pastor Flávio Augusto e a epidemia de inovação

Talvez um dos homens que melhor represente a "Epidemia de inovação" seja o Pastor Flávio Augusto. Esse "pastor da iniciativa privada" prega nas redes sociais e pelo Brasil inteiro uma maneira de ser e agir que visa somente o mundo corporativo; como se o capitalismo fosse uma grande religião que nunca pode parar; só que, detalhe, ele está trazendo essa insatisfação para dentro do homem moderno, para dentro da alma humana.

Vivemos uma grande epidemia de inovação onde as pessoas buscam a todo momento "se reinventar". Como se a alma humana fosse uma startup competindo com outras startups em um mercado infinito que nunca pode parar de competir. Lembre-se que isso, antigamente, era restrito somente às empresas e a certos indivíduos conhecidos como tarados por trabalho, psicopatas sociais, e hoje se tornou a coisa mais normal do mundo. Como qualquer outra startup, as exigências são infinitas: Saber falar no mínimo 3 línguas; Saúde física e mental perfeita; Beleza estética; domínio financeiro e matemático; domínio pleno da língua pátria, etc. Isso acaba criando uma distopia onde todo mundo está em constante competição; só que ninguém aguenta mais, mas ninguém pode parar de competir.

Uma Escola para o homem "perfeito"
Mas não basta o Pastor ensinar o modo como você deve viver. Ele quer que seu filho seja uma réplica desse homem corporativo desenhado a dedo. Esse homem que não pode chorar ou se entregar ao fracasso, que não pode sentir o gosto do tédio ou dor. Esse homem que está constantemente insatisfeito consigo mesmo. Neste novo mundo, seu filho será uma máquina perfeita que sabe calcular, falar, comer, beber, respirar. A consequência óbvia dessa constante inovação será o fim da religião e dos valores culturais de uma nação. É impossível inovar sem destruir o passado; tudo começa no homem.

Consequências
Essa distopia criada pelo Pastor Flávio Augusto já está trazendo consequências terríveis para sociedade. Se é necessário ser perfeito nesta distopia, essa mesma perfeição acaba produzindo níveis de mal estar. Porque, de fato, lembremo-nos, somos seres humanos cheios de falhas e erros. Nesta busca pela perfeição, obviamente, muitos irão ficar para trás, só que ainda sim, a pressão social irá continuar; a consequência é um esgotamento da nossa capacidade intelectual e afetiva. Cria-se uma tristeza por não conseguir atender as demandas infinitas da sociedade ou de pessoas como o Pastor Flávio Augusto; diante disso, nossos jovens tornam-se instáveis e pessoas depressivas.

As pessoas estão cheias de obsessões, estão precisando tomar remédios e usar drogas para aguentar viver. Você não está percebendo isso? Isso está evidente! As taxas de suicídios não param de aumentar no Brasil e no mundo[1]. Tudo isso é consequência de um sistema que obriga o sujeito a competir sem descansar por um minuto sequer. Como se ele fosse uma commodity em busca do "melhor investimento". Isso acaba completamente com a natureza humana. É como se houvesse uma constante insatisfação existencial como imperativo para inovação.

Em um mundo assim a pessoa nunca vai ter paz. O que sobra é o suicídio.

[1] taxa de suicidios no mundo: apps.who.int/gho/data/node.sdg.3-4-viz-2?lang=en

Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.



Tudo bem, mas TDHA nao existe.. o proprio inventor disso assumiu que era uma doenca ficticia


A escravidão não se da por meio do mais inteligente ou capacitado mas sim o contrario, se da pela força pela ignorancia e pela falta de capacidade em aceitar uma vida curta onde os objetivos devem ser outros muito maiores do que apenas acumular muito mais do que o necessario para viver.


O regime militar fez coisas boas, mas também criou enormes problemas.

Esse amontoado de estatais gerou um paraíso de corrupção no país. Essas estatais criadas pelos militares gerou um dos governos mais corruptos do mundo.

Enquanto os militares chilenos criaram um paraíso capitalista, os militares brasileiros não quiseram largar o osso.

Nesse período pós-regime, não foi por acaso que o Chile teve 3 anos de recessão e o Brasil mais de 10 anos.

O Chile é um deserto com mais crescimento econômico e social, do que esse Brasil lotado de riquezas naturais.

Nossos militares não quiseram largar o osso. Apesar do enorme crescimento econômico no período militar, tudo foi feito sem nenhuma base e previsão do futuro.


Concordo. Inclusive teria muito gosto em fazer desse Robert Higgs um escravo meu, intelectualmente inferior e incapaz de se proteger. Se o dono dele estiver aqui no fórum, e tiver interesse na venda, favor se pronunciar. Pago bem, mesmo estando tão acabado física e psicologicamente.


Trata-se de um artigo excelente e desesperador. Sabemos que, melhor do que qualquer um, o Governo sabe de todas estas coisas e, sabe tbm que, se colocadas em prática, criariam seres pensantes e não dóceis animais de cabresto!


Só o fato do cara colocar o nome do programa, parte de seu próprio nome, já diz muito sobre sua pessoa e escancara seu narcisismo.



Esse cheiro tá errado, talvez deva pesquisar sobre. Nomes como Wendy McElroy, Camille Paglia, etc, podem interessar.


Para começar, libertários defendem uma radical redução do estado, o que por definição levaria a uma radical redução da carga tributária. Hoje, os pobres têm quase que metade da sua renda mensal confiscada por impostos (federais), estaduais e municipais. A outra metade é levada pela inflação, que também é causada pelo governo (Banco Central).

Neste cenário de destruição causada pelo estado, é claro que os pobres não têm chance nenhuma. Eles próprios bancam a educação estatal via impostos, e vão pra lá pra emburrecer. E os "humanistas" dizem que qualquer outro arranjo que não seja este é totalmente desumano.

Realmente, vivemos no mundo da moral invertida.

Como seria em um arranjo libertário? Para começar, os pobres teriam, de imediato, um brutal aumento de sua renda disponível. Sem impostos confiscando 50% de sua renda, haveria muito mais renda disponível para eles.

Adicionalmente, a total liberdade de entrada no mercado de educação e a total liberdade de homeschooling e de educação online reduziriam acentuadamente os preços e melhoria enormemente a qualidade dos serviços. Afinal, é isso o que a genuína livre concorrência sempre faz: reduz preços e melhora a qualidade dos serviços. Não há um exemplo prático em contrário; não há um exemplo de arranjo que tenha piorado ao sair de um monopólio e adotar a livre concorrência.

Adicionalmente, vale também lembrar que, há algumas décadas, a Igreja mantinha centros de educação de excelente nível, fornecendo vários serviços gratuitos -- serviços estes que eram financiados por doações, inclusive de ateus caridosos.

No entanto, desde que o estado entrou em cena para mostrar todo o seu amor aos pobres, a Igreja perdeu doações, pois as pessoas pensaram: "Eu já pago muitos impostos e o estado já faz o serviço; não preciso mais contribuir para serviços caritativos".

As igrejas ajudavam bastante e voltariam a ajudar ainda mais caso recebessem doações de pessoas como você, preocupadas com os desvalidos. O problema, infelizmente, é que a esmagadora maioria das pessoas querem apenas vociferar indignação e delegar tal tarefa exclusivamente ao estado (que deve tomar o dinheiro dos outros, e nunca delas próprias). Por exemplo, vá ver quantas dessas pessoas fazem doações a instituições de caridade ou mesmo para as igrejas. E ainda fazem pose superior de preocupação para com os destituídos.

Artigos sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2628
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2786
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1137
www.mises.org.br/Article.aspx?id=319
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1072



"Acho que faltou citar um problema muito grande que temos em escolas: são agrupadas por idade.
Com isso, crianças de 5 anos só interagem, praticamente, com crianças de 5 anos. A mesma coisa acontece ao completar 6, 7, 8 e assim por diante até terminar a escola. Isso é um problema, pois ela passa a fase escolar sem aprender e com receio de interagir com adultos."

Muito bem analisado, eu até hoje tenho problemas com isso, tenho 22 anos.


4) "Mas existe bastante gente que dá valor a uma educação formal 'completa', e não tem absolutamente nada de errado se essa gente quiser que seus filhos tenham uma."

Só pode ser um analfabeto funcional.


A LRF proíbe que o Banco Central possa criar dinheiro para financiar diretamente o Tesouro. Ou seja, o BC não pode criar dinheiro para comprar os títulos que o Tesouro vende no mercado primário.

No entanto, o BC é totalmente livre para criar dinheiro para comprar esses mesmos títulos no mercado secundário.

Ou seja, nos leilões primários do Tesouro (que é quando a dívida realmente aumenta), apenas os bancos podem participar. Mas, após comprarem esses títulos, os bancos podem então revendê-los ao BC (mercado secundário). E, para adquirir esses títulos, o BC é livre para criar dinheiro.

Eis a conclusão: o BC é proibido de financiar o Tesouro diretamente, mas totalmente livre para fazê-lo indiretamente. E isso é crucial para a manutenção deste arranjo, pois, se você é um banco e sabe que o BC está pronto para comprar os títulos do Tesouro em sua posse, então você irá comprar esses títulos em grande volume. Afinal, você sabe que há um mercado cativo e de alta liquidez para ele.

Com efeito, a função do BC sempre foi esta: garantir liquidez para os títulos do governo, o que sempre torna possível financiar os déficits do governo.

Artigo sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1015


Parabéns Dempsey, pela sua atitude humilde e inteligente. As pessoas erram, mas é um ato de honestidade intelectual e dignidade pessoal retratar-se, como você fez.



Eu, mesmo sendo anti-estatista, não gostaria de ver um projeto desses passar. Por um motivo simples:

Quem decide o que é "mau desempenho"?

Sim, os próprios funças burocratas.

Isso aí, na teoria, é bonito, mas na prática será utilizado como ferramenta de perseguição política: Aqueles que não quiserem participar de esquemas de corrupção, por exemplo, podem facilmente ser avaliados como "não sabem trabalhar em equipe" e serem demitidos.

Isso aí abre brecha para deixar a situação pior do que já está.



Ué, se você defende isso, então você é um reacionário anti-pobre: você está querendo que os pobres passem a pagar diretamente por algo que hoje eles não pagam. Pior ainda: você quer que eles passam a bancar as grandes corporações.

Ou seja, além de todos os impostos que os pobres já pagam (que chegam a morder 45% de sua renda), você quer que eles também sejam obrigados a pagar planos de saúde (sim, este é o modelo alemão), o que seria algo maravilhoso para as grandes empresas provedoras de seguro-saúde. Elas iriam adorar ganhar essa clientela cativa, o que iria aditivar formidavelmente seus lucros. Boa sorte nessa sua campanha.

Ah, sim: e se eu não quiser pagar plano de saúde (como, efetivamente, não pago). Você vai me obrigar? E se eu recusar, você vai me mandar preso? E se eu resistir à prisão, vai me matar?

"Digo-lhe mais: ser obrigado a pagar alguma coisa não é o problema. Nós somos "obrigados" a pagar muitas coisas que são dispensáveis, mas não as vemos como tal. Um carro, por exemplo, quando uma bicicleta chegava."

Mas, hein? As pessoas são obrigadas a comprar carro? Não sabia dessa. Se comprar um carro é uma obrigação, então eu sou um fora da lei. Não tenho carro. Só me locomovo de Uber e Cabify. Às vezes, pego um metrô.

E conheço várias outras pessoas que também não têm carro. Elas também são fora-da-lei?

Quanto contorcionismo verbal você tem de fazer para defender algo imoral.


Leandro, só tenho dúvida quanto à questão do volume de papel-moeda emitido pelos governos. Pois a LRF veda que o Estado possa se financiar via emissão de moeda, sendo, portanto, uma receita extraorçamentária. Todavia, pelo que eu entendi desse ótimo texto é que o governo pode imprimir dinheiro para comprar e resgatar esses títulos públicos em poder dos bancos, aumentando o volume de "papel-moeda" na economia.

Resumo: O governo não pode se financiar via emissão de moeda para adquirir bens e serviços diretamente no mercado por uma vedação da LRF, porém ele(governo) pode imprimir dinheiro para comprar esses títulos públicos em poder dos bancos?


Não preciso de esboçar um plano, ele já existe. Por exemplo, o modelo alemão. Sim, em que toda a gente é obrigado a pagar. Não é perfeito, e não há sistemas perfeitos, mas funciona. Também há pobres na Alemanha, e muitos idosos, e doentes, e para esses funciona a redistribuição. Explique-me porque é que este sistema não é viável no Brasil, por favor. É o sistema em si? Ou é outra coisa?

Digo-lhe mais: ser obrigado a pagar alguma coisa não é o problema. Nós somos "obrigados" a pagar muitas coisas que são dispensáveis, mas não as vemos como tal. Um carro, por exemplo, quando uma bicicleta chegava. Fórmula para crianças, quando a mulher pode amamentar. E acomodamos essas despesas, a bem ou a mal. O problema é ver a saúde como algo dispensável, como uma escolha de cada um. Não é, em muitos casos, na maioria dos casos. E quando se aceitar que não é uma escolha de cada um, começam as estruturas a ser criadas para que seja possível. Devagar, é certo, porque infelizmente a sociedade tem um momento de inércia enorme. Mas acaba por ser a única direção possível.


Gostei muito! Porém tenho uma pergunta: Ao insinuar isso, você defende o fim das escolas públicas? Caso defenda, como alguém que recebe um salário mínimo conseguirá pagar por essa mercadoria(educação)?


É só os servidores públicos se organizarem que terão mais de 1 milhão de votos no NÃO
Nem deveria existir esta votação, é claro que o servidor deve ser demitido em caso de insuficiência de desempenho
É muita hipocrisia isso




Esse site sempre foi infestado de pessoas relacionadas com o governo. Não é confiável.


Se vocês soubessem o quanto um dos diretores da TV Cultura ganha por mês e o estilo de vida que ele leva ficariam assustados. E isso que quase ninguém nunca assistiu aquela emissora.

No Brasil, a reserva de mercado e os subsídios garantidos pelo Estado criou uma panelinha que pode ser facilmente comparada à sociedade de castas da Índia. Nunca esse país vai ser sério, já até me conformei.


Correto. A função do economista de fato é apenas explicar as consequências de uma determinada política, e não falar sobre sua moralidade.

No caso do salário mínimo, por exemplo, sua função é explicar o que acontecerá caso se estipule um valor artificialmente alto. Ele nada tem a dizer sobre a ética e a moral de se aumentar, diminuir ou abolir o salário mínimo.

Sempre que ele der uma opinião sobre isso ele estará saindo do campo da economia e adentrando no campo da filosofia.

Até porque há outras coisas que têm de ser consideradas. Por exemplo, suponha que esta entidade amorfa chamada "o povo" tenha se manifestado e tenha emitido uma opinião bem clara: "o povo" quer que salário mínimo e encargos sociais e trabalhistas continuem inalterados.

"O povo" sabe que isso gera desemprego (impede pessoas menos produtivas de ser contratadas legalmente), mas considera que este é um preço aceitável a ser pago em troca do "bem-estar" de todos aqueles que já estão empregados.

Nesse cenário, o que pode o economista fazer? Nada.

Dado que "o povo" (inclusive a fatia desempregada) deixou claro que sabe as consequências de tais políticas, mas quer mantê-las assim mesmo, então nada resta para o economista fazer ou palpitar.


Nem um nem outro são incompatíveis ou compatíveis.

A EA é indiferente a formas de governo.

E essa é uma confusão bastante comum. Assim, vou tentar esclarecer.

O escopo da EA é a economia. A EA fala apenas sobre ciência econômica, e adota uma abordagem positiva (ela explica como as coisas são) em vez de normativa (ela não sai dizendo o que deve e o que não deve ser feito). A EA apenas se limita a explicar como funciona a economia e quais serão as consequências de determinadas políticas econômicas. E só.

Ela, por si só, nada a tem dizer sobre tamanho do estado e formas de governo.

Quem fala sobre tamanho de estado é a filosofia libertária, e essa pode, aí sim, utilizar argumentos econômicos da EA.

A EA, repetindo, não é uma ciência normativa. Ela não diz o que deve e o que não deve ser feito. Ela apenas explica como funcionam as coisas; ela não faz recomendações. Fazer recomendações é função da filosofia libertária -- que pode ou não se basear na EA --, e não ciência econômica genuína.

Por exemplo, a EA explica as consequências de se impor um salário mínimo de R$ 100 mil reais, mas ela nada tem a dizer sobre a moralidade e a desejabilidade de tal política. Isso é função da filosofia libertária.


60 milhões de índios viviam em Petrópolis?! É isso mesmo?!

Sim, pois estou me referindo ao tributo que os cidadãos de Petrópolis pagam à família real, tributo este que o resto da população brasileira nunca pagou. E expliquei por que apenas os cidadãos de Petrópolis o pagam. Aí você disse que aquela terra pertence a 60 milhões de índios.

Logo, agora são duas fontes que você tem de apresentar duas fontes (já que da primeira vez fugiu covardemente):

1) Mostrar que a família real brasileira custa mais aos pagadores de impostos brasileiros que a família real britânica;

2) Mostrar que Petrópolis era habitada por 60 milhões de índios.

No aguardo.


Gentileza, pois, apontar ao menos cinco artigos (em um universo de quase 3 mil) que utilizam exclusivamente o PIB para elogiar ou criticar algo.

São raríssimos os artigos deste site que recorrem ao PIB para exemplificar algo (até hoje só me lembro de um). A maioria dos artigos que mencionam o PIB o utilizam apenas como indicador secundário e de passagem; o PIB jamais é utilizado como argumento principal contra ou a favor de algo. O PIB jamais foi o cerne de um artigo para criticar ou elogiar uma determinada política.

Ademais, há elementos do PIB que são válidos, como os investimentos (o item mais importante) e o consumo das famílias (que dá uma ideia de como está a renda da população). Sendo assim, se G e balança comercial se mantiverem relativamente estáveis ao longo do tempo, então o PIB pode sim trazer algumas indicações válidas. Mas nem isso vem ao caso.

Quanto ao indicador alternativo, foi sugerido em um link específico contido no próprio artigo. Leia de novo, agora com mais atenção. Aí você até achará menos "confuso e engraçado" criticar o PIB.