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Olá! Sentiram saudades?

Problemas na economia? Pois bem, eu sou a solução.

Que tal tributar sem ritos congressuais, livrar-se de dívidas, amolecer a rigidez nominal dos contratos e viciar preços relativos?

Eu sou aquilo que dissolve tudo que é sólido, eu sou um rio de água turva que esconde todas as sujeiras de seu talvegue, eu sou a anestesia que faz o povo aguentar o tamanho de um Estado ''coração de mãe''.

O povo quer assistencialismo, desemprego baixo, carga tributária baixa e juros baixos. Como conseguir agradar a todos esses desejos conflitantes? Ora, eu sou a solução!



Tenho observado em quase todos os artigos, que os mesmos não tocam nas causas e sempre nas consequências dos problemas que afligem a economia, que a meu ver tais causas estão no empresariado que se colam em algum politico com a intenção de não se dar mal.

O Brasileiro é assim, esta sempre ligado a coisas erradas, mesmo que não as faça.

Os artigos tentam influenciar os funcionários públicos não estão nem aí se o Brasil está de mal a pior. O que precisa mesmo é os artigos irem direto na consciência dos empresários que financiam toda esta bagunça do País e também são as primeira vitimas. Uns verdadeiros idiotas!


Perestroika, reforma liberal?

Em primeiro lugar, não reformaram a moeda, a qual vivenciou uma nociva hiperinflação entre 1992 e 1994, culminando em uma severa crise financeira em 1998, a qual abriu caminho para a volta de figuras políticas autoritárias em 1999, ano em que Vladimir Putin chegou ao poder. Não existe reforma econômica sem reforma monetária.

Segundo, em vez de desestatizar da maneira correta, embarcaram em um programa de "privatização" contraditório, mal organizado e inerentemente corrupto, o qual consistia apenas em transferir empresas estatais para as mãos de magnatas russos que haviam enriquecido durante o comunismo exatamente em decorrência de suas conexões com o governo e o KGB (veja os relatos aqui).

Terceiro, o país se envolveu em duas sangrentas e destrutivas guerras ao tentar evitar a separação da Chechênia.

Quarto, a corrupção em todos os níveis do governo é endêmica, difusa e mundialmente conhecida.

Quinto, os mercados são controlados pelo estado e manipulados por políticos, assim como as decisões de investimento, o comércio e a mídia.

Sexto, assassinatos e aprisionamento de oponentes políticos do regime são corriqueiros, além de seguidas aventuras militares, como na Criméia, na Ucrânia e na Síria. Tudo isso gera enormes incertezas. Quem fará investimentos produtivos num lugar assim?

Cadê a Perestroika?



Amigo meu posto isso aqui:
"Em 1998, a Kodak tinha 170 mil funcionários e vendia 85% do papel fotográfico utilizado no mundo. Em apenas 3 anos, o seu modelo de negócio foi extinto e a empresa desapareceu.

O mesmo acontecerá com muitos negócios e indústrias nos próximos 10 anos e a maioria das pessoas nem vai se aperceber disso. As mudanças serão causadas pelo surgimento de novas tecnologias.

Conforme exposto na Singularity University Germany Summit, em abril deste ano, o futuro nos reserva surpresas além da imaginação.

A taxa de inovação é cada vez mais acelerada e as futuras transformações serão muito mais rápidas que as ocorridas no passado. Novos softwares vão impactar a maioria dos negócios e nenhuma área de atividade estará a salvo das mudanças que virão.

Algumas delas já estão acontecendo e sinalizam o que teremos pela frente. O UBER é apenas uma ferramenta de software e não possui um carro sequer, no entanto, constitui hoje a maior empresa de táxis do mundo. A Airbnb é o maior grupo hoteleiro do planeta, sem deter a propriedade de uma única unidade de hospedagem.

Nos EUA, jovens advogados não conseguem emprego. A plataforma tecnológica IBM Watson oferece aconselhamento jurídico básico em poucos segundos, com precisão maior que a obtida por profissionais da área.

Haverá 90% menos advogados no futuro e apenas os especialistas sobreviverão. Watson também orienta diagnósticos de câncer, com eficiência maior que a de enfermeiros humanos.

Em 10 anos, a impressora 3D de menor custo reduziu o preço de US$18.000 para US$400 e tornou-se 100 vezes mais rápida. Todas as grandes empresas de calçados já começaram a imprimir sapatos em 3D.

Até 2027, 10% de tudo o que for produzido será impresso em 3D. Nos próximos 20 anos, 70% dos empregos atuais vão desaparecer.

Em 2018, os primeiros carros autônomos estarão no mercado. Por volta de 2020, a indústria automobilística começará a ser desmobilizada porque as pessoas não necessitarão mais de carros próprios. Um aplicativo fará um veículo sem motorista busca-lo onde você estiver para leva-lo ao seu destino. Você não precisará estacionar, pagará apenas pela distância percorrida e poderá fazer outras tarefas durante o deslocamento.

As cidades serão muito diferentes, com 90% menos carros, e os estacionamentos serão transformados em parques. O mercado imobiliário também será afetado, pois, se as pessoas puderem trabalhar enquanto se deslocam, será possível viver em bairros mais distantes, melhores e mais baratos.

O número de acidentes será reduzido de 1/100 mil km para 1/10 milhões de km, salvando um milhão de vidas por ano, em todo o mundo. Com o prêmio 100 vezes menor, o negócio de seguro de carro será varrido do mercado.

Os fabricantes que insistirem na produção convencional de automóveis irão à falência, enquanto as empresas de tecnologia (Tesla, Apple, Google) estarão construindo computadores sobre rodas. Os carros elétricos vão dominar o mercado na próxima década.

A eletricidade vai se tornar incrivelmente barata e limpa. O preço da energia solar vai cair tanto que as empresas de carvão começarão a abandonar o mercado ao longo dos próximos 10 anos. No ano passado, o mundo já instalou mais energia solar do que à base de combustíveis fósseis. Com energia elétrica a baixo custo, a dessalinização tornará possível a obtenção de água abundante e barata.

No contexto deste futuro imaginário, os veículos serão movidos por eletricidade e a energia elétrica será produzida a partir de fontes não fósseis. A demanda por petróleo e gás natural cairá dramaticamente e será direcionada para fertilizantes, fármacos e produtos petroquímicos. Os países do Golfo serão os únicos fornecedores de petróleo no mercado mundial. Neste cenário ameaçador, as empresas de O&G que não se verticalizarem simplesmente desaparecerão.

No Brasil, o modelo de negócio desenhado para a Petrobras caminha no sentido oposto. Abrindo mão das atividades que agregam valor ao petróleo e abandonando a produção de energia verde, a Petrobras que restar não terá a mínima chance de sobrevivência futura. A conferir.

(Publicado na revista Brasil e Energia Petróleo e Gás, edição de dez/2016).


Reflita sobre o seu presente e o seu futuro. Está preparado para mudanças tão radicais e abruptas?

"Nada é permanente, exceto a mudança".
(Heráclito: 535 a.C - 475 a.C)"

Ótimo. Tudo será barato, desde fabricação de produtos até a energia elétrica. O ramo da advocacia será quase extinto, o que é ótimo para um país, pois precisa mais de engenheiros, contadores,administradores, empresários...


exame.abril.com.br/economia/china-impulsiona-investimento-privado-para-manter-crescimento/


Nunca vou entender como ele gastou 96 mil dólares investindo em carro... Onde, nos EUA, onde se compra um carro muito decente por 15, 18 mil? Lógico que ele vai perder a longo prazo, ainda mais com o valor do carro usado nos EUA cair consideravelmente depois dos três primeiros anos. Talvez aí esteja o grande problema da pessoa que inicia seu próprio negocio: começar grande e adquirindo dividas gigantescas no começo, possivelmente não aguentando o tranco ao longo do caminho.


Camaro x impostos

No lançamento do carro da chevrolet, importado, dos R$ 199.000,00 cobrados nas revendas da GMB (General Motors do Brasil) e descontando o preço de compra nos Estados Unidos, temos:

O carro saía não por menos de U$ 30.800,00 (R$ 53.130,00) para a GMB (comprado nos states) já incluindo frete e seguro;

R$ 20.460,00 para repartir entre GMB, concessionária, outros impostos (IRPJ, CSLL, etc.) e despesas;

R$ 125.410,00 para repartir entre Governo Federal e Estadual (apenas IPI, ICMS, PIS, COFINS, II e IOF);

É correto que a margem de lucro da GMB é boa, mas tem gente que está ganhando muito mais.




E a perestroika, uma reforma liberal que não deu certo? Por que não colocaram?


Se juntar a GIC e a Temasek, não deve dar o número de cabides do Postalis (fundo dos Correios que detém o monopólio postal do Brasil, fora os benefícios fiscais, e que teve um rombo de R$ 5 bi ano passado).

E, quanto ás teles, se em Cingapura são 7, no Brasil são 4 de alcance nacional, em um país 10 000 vezes maior.


Errado. O motorista não é um empresário, nem um funcionário da Uber.

O motorista é um CLIENTE da Uber.
E o passageiro também é um CLIENTE da Uber.

Se o passageiro achar que o preço da viagem está bom, ele fecha negócio com o motorista.
Se o motorista achar que o preço da viagem está bom, ele fecha negócio com o cliente.

A Uber intermedeia a negociação e cobra o preço dela. Só isso.

Insisto, é simples. O preço que tá lá na telinha é o que vai sair (ou entrar) no seu bolso. O carro que você chama é o carro que chega. O motorista que você chama é o motorista que chega.

Onde falta transparência nisso?


Ele até visualizou a coisa certa, mas errou completamente no diagnóstico.

Dez anos é o tempo médio dos ciclos econômicos, os quais são inteiramente gerados pela intervenção do governo na economia, majoritariamente na forma de expansão do crédito a juros artificialmente baixos.

Este site é majoritariamente sobre isso, mas irei recomendar apenas três artigos, um sobre Europa, outro sobre EUA e outro sobre Brasil:

Como a crescente estatização do crédito destruiu a economia brasileira e as finanças dos governos

Como ocorreu a crise financeira americana

Explicando a recessão europeia




* Sem relação direta com o artigo acima.

Conheço um 'determinista' que afirma que "de dez em dez anos, o capitalismo entra em crise". Gostaria que alguém comentasse sobre essa ideia e me esclarecesse também sobre crises econômicas: há crises SEM intervenção governamental?


Ué, só não vi a novidade até agora, porque os robores já são taxados.

Me parece uma manobra pra incluir o PIS/COFINS e FGTS sobre o trabalho robótico. Coisa que um TRABALHADOR humano teria que pagar. (sim, é o trabalhador que paga e não o empresário, seu jovem inocente).

Agora eu quero ver quando vierem os juristas invertendo o céu e a terra pra explicar porque isso não é bis in idem.



A estrutura sindical está contaminada pelos interesses individuais de seus dirigentes. Formam verdadeiras máfias e influem, até mesmo, na política de pequenas cidades do interior, conseguindo eleger vereadores, prefeitos e até, mesmo, deputados estaduais.
Não só os sindicatos de empregados se beneficiam da estrutura criada por Getúlio Vargas. Também os sindicatos de empregadores.


Texto muito distinto entre globalismo e globalização. Parabéns!

Engraçado que eu procurava a tradução em português de A Lei, de Bastiat, sem ao menos saber que o Mises Brasil existia por si como plataforma informativa. Vivo nos EUA há 17 anos e depois que li The Law, entrei em procura frenética por uma cópia em português, numa busca incessante em tentar levantar discussões em meu meio familiar e também entre colegas sobre esses assuntos, que até então eu só encontrava material em língua inglesa e pouca coisa traduzida.

Obrigada pela tradução e pela disponibilização gratuita da cópia de A Lei em Português, juntamente com o excelente trabalho dos artigos no site! E me perdoem qualquer erro em português...


Concentração de poder e monopólio ruim(Monopólio bom não tem proteção estatal)são criações do estado,obra do conluio grandes corporações e estado,enfim duas instituições parasitárias que sugam nossos(Recursos)sangues,nós os hospedeiros(Eleitores e pagadores de impostos e consumidores das bugigangas destas grandes corporações)somos os otários nessa equação do poder.



"Aqui vai um humilde conselho, algo que aprendi na marra nos últimos anos: Se você leu um texto, um artigo ou uma monografia acadêmica (sobre qualquer assunto), e após a leitura você não é capaz de, só pela sua memória, descrever os três principais argumentos do artigo, então ignore o artigo: ele não é importante; Se você não é capaz de sintetizar para uma pessoa leiga, de maneira coerente, quais são os argumentos do artigo, então ignore os argumentos. Eles provavelmente são incoerentes."

Não é um conselho tão humilde assim: pressupõe que você é um interpretador de textos formidável que sempre consegue compreender e explicar qualquer bom texto. Às vezes não conseguimos compreender ou explicar um texto por causa de nossas próprias limitações e lacunas.

* * *




Esse artigo parece um sonho impossível.

O protecionismo é feito por incompetentes, canalhas, corruptos, desonestos, trambiqueiros, etc.

Seria necessário uma guerra ou um boicote geral para acabar com tantos capitalistas de fachada.

O engraçado é que o CADE fica proibindo fusões e aquisições, e não faz nada contra o protecionismo do próprio governo. Primeiro o governo cria o problema de pouca concorrência, depois o CADE fica inventando coisas para fingir que existe livre mercado.

Se houvesse menos protecionismo e mais importações, as fusões entre empresas teriam um impacto muito menor. O próprio CADE seria reduzido, porque as fusões entre empresas seriam boas para concorrer com as importações.

As fusões entre empresas deveriam ser boas para melhorar a concorrência com importados. O CADE conseguiu transformar uma coisa boa em mais destruição do mercado, porque empresas pequenas tem mais dificuldade para concorrer com os importados.



Negociação entre presidente do Brasil e presidente da multinacionais, onde entra a importancia de sua opinião nessa negociação? Essa espoliação que você diz é apenas um pedágio, a valor do pedágio é subjetivo, não tem como ser definido por meio de cálculos matemáticos, o dono do pedágio define o valor, esse é o negócio dele, se você acha caro, não compre. O presidente do Brasil e presidente das multinacionais, chegaram a um acordo voluntariamente. Caso alguém seja dono de uma praia, e defina um valor para passar por ela, você não pode passar mercadorias pela .praia sem pagar qualquer tipo de taxa imposta, somente porque você levanta uma argumentação comunista de que é uma cobrança imoral.



Caros colegas do IMB, queira redirecionar a mensagem transmitida há pouco para...

Felicitações Alexandre Cunha!

Suas ponderações estão bem fundamentadas, não se pode desconsiderar que aqueles que chegam ao ápice de mando político tem as suas vaidades e ambições, de sorte que uma vez investidos no poder não raro preparam ardis de cunho econômico. É obvio que seria o melhor dos mundos se todos seguissem as regras do jogo, mas desafortunadamente não é assim que o comércio exterior funciona. Exemplo, se algum empresário quiser vender sua mercadoria na China a preços mais baixos que os similares chineses não conseguirá, as razões está no pior protecionismo que há - great firewall - confira:
https://www.washingtonpost.com/world/asia_pacific/chinas-scary-lesson-to-the-world-censoring-the-internet-works/2016/05/23/413afe78-fff3-11e5-8bb1-f124a43f84dc_story.html?utm_term=.f82482f46e90
Esta é apenas uma faceta do jogo coalhado de embusteiros. Digno que nota citar que quatro dos outrora tigres estão pressionados - confira:
www.scmp.com/comment/insight-opinion/article/2074773/rise-and-demise-asias-four-little-dragons
Diante dos danos que isso traz é evidente que pirotecnias entrarão em cena, de modo que a barafunda persiste e as aduanas se tornam mais rigorosas.
Ademais, até quando uma nação aguenta emitir "notas promissórias" para supostamente honrar sucessivos déficits em sua balança comercial?
exame.abril.com.br/economia/eua-fecham-2016-com-maior-deficit-comercial-em-quatro-anos/
No frigir dos ovos, esse lance de troca internacional acaba batendo no sistema monetário de cada país e é aí que a porca torce


E quem disse que a Suíça é exemplo? Com sua população cada vez mais se degradando nas drogas? A liberdade é um presente divino que tem que ser dado depois de se adquirir muita responsabilidade! E isso deveria ser ensinado em casa! Viver em sociedade significa obedecer os limites! Assim se construiu a civilização desde o Código de Hamurábi.


Leandro e demais,

Sobre a infraestrutura do EUA e o tal pacote de 1 trilhão do Trump:

Os aeroportos são, em maioria, estatais com gestão municipal. E os portos são estatais ou concedidos? E as estradas possuem pedágios? Se sim, são estatais ou concedidos?

Ainda, como é feito o investimento? Por gastos diretos do governo via licitação ou indiretamente via juros subsidiados através de um banco de desenvolvimento (tipo BNDES).

Agradeço antecipadamente os esclarecimentos.


"Você quer romper acordos com multinacionais, romper com o estado de direito, e quer decidir o que é moral e imoral. Você quer destruir todo um acordo voluntario feito entre partes"

Como é que o negócio aí? Acordo voluntário? Um acordo em que para líricos prometem espoliar a população apenas para garantir uma reserva de mercado para "multinacionais" é um acordo moral e voluntário?

Cadê a voluntariedade da população? Quando esta foi consultada? Eu não fui. Cadê a moralidade do acordo? Desde quando espoliação, coerção e privilégios com o dinheiro alheio representam acordos morais e voluntários?

Outra coisa: quer dizer então que, porque políticos da década de 1950 prometeram espoliar a população àquela época, hoje, 67 anos depois, isso ainda tem de se manter?

Mais ainda, e que você não respondeu (como, aliás, não respondeu a absolutamente nada do que o Malthus questionou): por que as tarifas só podem aumentar, mas não diminuir? Isso é "moralidade"?

"Em uma negociação você tem que oferecer algo e até agora não ofereceu nada, não adianta ser emotivo, isso só piora o seu lado."

Negociação?! O governo apontar uma arma pra cabeça da população é proibi-la de comprar barato do exterior apenas para favorecer uma ínfima parcela do baronato industrial é "negociação"?

Só se você estiver utilizando o termo no mesmo sentido empregado no caso de sequestro -- o que significa que você considera sequestro uma política moral.

"Afinal, você quer definir o valor do seu salário, o valor que quer pagar de um copo de água, "oras bolas" que tipo de livre mercado você defende?"

O Malthus em momento algum falou qualquer coisa relacionada a isso. Sua tentativa de deturpação mostra seu desespero e sua falta de argumentação, o que lhe deixa completamente a descoberto.

Você é muito fraco. (Não é à toa que você, morrendo de vergonha, espertamente optou por responder em outro lugar, fugindo covardemente da thread original, apenas para não passar mais vergonha).


Por princípio, não gosto muito de ficar especulando sobre nomes que só serão definidos daqui a um ano. E principalmente quando o definidor é uma pessoa tão imprevisível quanto Trump.

Por ora, o máximo que posso fazer é recomendar este artigo:

www.zerohedge.com/news/2017-01-10/who-will-trump-pick-next-fed-chair


Leandro Roque, alguma opinião sua ou algo importante para saber sobre os possíveis candidatos a presidência do Fed para o ano que vêm? Um novo presidente do Fed será nomeado por Trump para substituir a Janet Yellen em março de 2018. Três nomes surgiram como possíveis candidatos.


O Teorema da Incompletude de Gödel não atinge a Praxeologia? Por quê?


Concordo que seja a tendência de padrão de comportamento humano nos dias atuais, mas ainda permita-me discordar de você, não há nada a se fazer, o que cada um faz para se virar na nova era depende de cada um.

Sim, as máquinas estão evoluindo rapidamente e tomando o espaço dos seres humanos em muitas áreas porque elas são mais eficientes, porém máquinas não possuem visão nem criatividade, mas poder de processamento seguindo as diretrizes que elas são programadas para fazer. Uma máquina pode ter um algoritmo super complexo, mas ela nunca será mais do que ela é programada para ser.

Seres humanos possuem esse potencial, criatividade e visão. Sem isso, o ser humano é apenas uma máquina ineficiente. É essa capacidade de enxergar coisas além dos cenários que nos distingue das máquinas e nos permite avançar. Sempre foi assim desde o inicio dos tempos e sempre será assim. Os mais criativos sobrevivem.

Recomendo ler a estória de Dorothy Johnson Vaughan, matemática e supervisora do setor de "computadores humanos" da nasa (pessoas que faziam cálculos antes da era dos computadores). Quando os primeiros mainframes começaram a chegar, ao invés de ficar chorando e destruindo máquinas como um certo Ludd fez, ela foi aprender FORTRAN (linguagem de programação) por conta própria e também ensinou a todo o seu departamento. Ao invés de engessarem as filas de desempregados e usarem isso para justificar matar e roubar (como você diz), esses ex-computadores humanos estavam adaptados às mudanças.

Se os ludistas querem manter seus empregos de caixa de supermercado, perfeito, mas para serem condizentes com seu discurso, não podem comprar nada que venha de máquinas ou que se beneficie da produção de máquinas. Em sumas palavras, terão que viver com padrão de vida pré-revolução industrial, que diga-se de passagem, era horrivel.


O que o artigo nos trás é verdade e muito mais perverso ainda, ele não exemplificou que grande parte dos impostos incidem no consumo, o que torna a coisa tributária ainda mais incidente e com peso maior para as camadas mais pobres, fato que potencializa aos extremos as desigualdades sociais.

Impostos altos, imbróglios burocrático fiscal e burocráticos jurídicos pesados (MAIOR PESO DO CUSTO BRASIL) e não transparentes (propositalmente) além de fomentadores e facilitadores de ações de sonegações sistêmicas e estrategicamente planejadas também facilitam as margens de lucros exorbitantes (MARGENS DE LUCROS BRASIL), visto que quem consome perde complemente a noção do que é imposto e o que é lucro, é justamente por este motivo que a classe empresarial só faz discursos vazios contra os imposto e – de fato – absolutamente nada fazem (PALAVRAS SEM AÇÕES CONDIZENTES NÃO FAZEM NADA ALÉM DE ILUDIR E MANIPULAR) para combater os modelos de impostos e burocracia.

Outra perversidade tributária é fazer com que os impostos sejam (INCIDAM) em cascatas desde a matéria prima primaria, passando por todas as etapas produtivas até o consumidor final.
Tal modo levou todos ao sistêmico modelo de "O CUSTO PELO CUSTO A QUALQUER CUSTO E DO LUCRO PELO LUCRO CUSTE O QUE CUSTAR" e desta forma o fins passaram a justiçar os meios quando o correto são os meios validarem (ou justificarem) os fins, nosso modelo mental e por consequência comportamentos estão invertidos, nos tornamos zumbis diante a necessidade da sobrevivência – SOBREVIVER É ABSOLUTAMENTE DIFERENTE DE VIVER! -, aos poucos estamos nos bestializando e isto independente de ser empresário, capitalista especulador ou trabalhador comum. Considere ainda que o empresariado acaba por tornar-se em verdade especulador capitalista em todos os sentidos inclusive no trato capital x trabalho, ou seja, o quem tem o capital já se bestializou há muito tempo.
E agora, como resolver esta situação sem uma REFORMA TRIBUTÁRIA, BUROCRÁTICA FISCAL E BUROCRÁTICA JURÍDICA JUSTA E HONESTA, QUAIS SERÃO AS FORÇAS QUE IRÃO PRODUZIR ISTO SENÃO AS FORÇA POPULARES E QUANDO AS FORÇAS POPULARES SE TOCARÃO DISTO – improvável em curto prazo, visto que somos cada vez mais manipulados e tornados imbecis cada vez mais e mais, e quem fala ainda é penalizado e excluído -, OU AINDA QUANDO NOSSA SOCIEDADE IRÁ SE TORNAR INSUPORTÁVEL EM NÍVEIS DE BESTIALIZAÇÃO O SUFICIENTE PARA QUE QUEM TEM CONHECIMENTO, PODER E CAPITAL RESOLVA MUDAR TUDO ISTO?!

A situação a que nos encontramos passou a ser a de imediatismo absoluto, vivemos como se não fosse existir o amanhã, como se não tivéssemos consciência ou responsabilidades, a ética, a moral e o caráter deram lugar ao ego mais insano possível, quem tem o poder do dinheiro acha que pode fazer tudo e qualquer coisa que desejar com quem tem menos, que seres humanos são suas propriedades e que devem agir meramente conforme os seus comandos – E NÃO IMPORTA QUAIS SEJAM OS COMANDOS!!! – como seres humanos fossem coisas inanimadas, um computador, uma coisa qualquer sem inteligência, sem emoções, sem princípios e valores, enfim...

Em suma, esta na merda e amando estar na merda!

Saudações fraternas,


Segue abaixo respostas:

"Malthus 04/03/2017 14:18
Como é que é o negócio aí?
Quer dizer então que pelo fato de GM, VW e Ford terem vindo para o Brasil na década de 1950, e FIAT na década de 1970, eu, em 2017, devo ser continuar sendo proibido de comprar um carro estrangeiro barato?! "


Atualmente vivemos em uma república, quem decide o que acontece dentro do pais é o presidente da republica. Caso você você tenha sangue azul você teria o minimo de moralidade para argumentar alguma coisa. São negócios meu amigo, apenas negócios e pelo jeito você não tem nada a oferecer, logo, está fora do jogo.

"É isso mesmo? Ou seja, para você, algo que começa na base da imoralidade, deve se manter na imoralidade para sempre? Se o governo cometeu o atentado de garantir uma reserva de mercado para empresários nas décadas de 1950 e 1970, então o correto e moral seria manter essa imoralidade até hoje? E abolir essa imoralidade seria imoral? "

Imoralidade? Você quer romper acordos com multinacionais, romper com o estado de direito, e quer decidir o que é moral e imoral. Você quer destruir todo um acordo voluntario feito entre partes, toda uma cadeira de relação politica e econômica, somente porque esse acordo te afeta de alguma maneira. Em uma negociação você tem que oferecer algo e até agora não ofereceu nada, não adianta ser emotivo, isso só piora o seu lado.

"Aliás, [Blá Blá Blá... ] é a blindagem da concorrência?

Fica claro que você está fora do jogo, não cade a você decidir isso, esse valores depende do poder de barganha de cada lado. Afinal, você quer definir o valor do seu salário, o valor que quer pagar de um copo de água, "oras bolas" que tipo de livre mercado você defende? Não importa de quanto será a tarifa, qual o valor, quanto tempo deve durar... o que importa é bater o martelo e dar as mãos. Negócios voluntários feitos entre partes legitimadas não há imoralidade.

Você parece um desempregado reclamando do patrões. Trabalhe duro, que você vai conseguir comprar um caro, muitas pessoas tem carro no brasil, você também conseguirá.


Que não seja por isso Paulo Bat, farei sua vontade e postarei em forma de hyperlink.

2007

Com ajuda da Petrobras, Bolsa sobe 2,24%; dólar cai a R$ 2,13 - 10/01/2007
"No câmbio, o dólar comercial caiu 0,23% e encerrou vendido a R$ 2,13. A alta do petróleo no mercado internacional e a melhora na classificação de risco da estatal deram fôlego para a recuperação dos papéis da Petrobras, que respondem por cerca de 16% do Ibovespa, o que respingou no pregão como um todo. A recuperação de preços de commodities e o quadro relativamente tranqüilo no exterior ajudaram no viés positivo."

Após seis altas, Bolsa cai 1,68%; dólar sobe para R$ 2,093
- 07/02/2007

Bolsa quebra 3 recordes num dia e sobe 1,77%; dólar cai abaixo de R$ 2,10 - 14/02/2007

2008

Preço das commodities cai e dólar sobe 1,18% - 22/08/2008

Mercados: Bovespa segue commodities e cai 0,27%; dólar sobe a R$ 1,66 - 02/09/2008

2009

Mercados recuperam fôlego e dólar cai - 08/10/2009
"Os mercados mundiais recuperam o fôlego nesta quinta-feira, amparados pela cena corporativa. Com isso, as cotações das commodities sobem, as bolsas acompanham e o dólar recua frente as seus principais pares."

Commodities derrubam Bovespa; Pão de Açúcar sobe 9,7% - 04/12/2009
"O fortalecimento do dólar no mercado internacional e a queda no preço das commodities prejudicaram a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nesta sexta-feira."

2010

Dólar cai, commodities sobem - 15/06/2010

PANORAMA2-Ações, commodities sobem e dólar cai na véspera do Fed - 20/09/2010

2011

Derrocada das commodities e alta do dólar pautaram a quinta-feira - 06/06/2011

Panorama: dólar sobe, commodities e bolsas caem - 30/10/2011

2012

Dólar sobe mais de 1% acompanhando piora do cenário externo - 21/06/2012
"O dólar comercial teve um firme ajuste de alta no pregão desta quinta-feira. Novamente a cena externa foi quem ditou a formação de preço, conforme as bolsas e as commodities caíram em meio a dados negativos sobre atividade na China, Europa e Estados Unidos. Além disso, o mercado foi prejudicado por notícias dando conta que uma série de bancos terá sua nota de crédito rebaixada."

Dólar sobe com cautela sobre Espanha e furacão nos EUA - 29/10/2012
"Dólar é negociado em alta no exterior e também no mercado local, enquanto as commodities e as Bolsas europeias e os índices futuros de Nova York operam em baixa"

2013

Dólar recua na manhã desta quinta-feira - 07/02/2013
"Nos mercados externos vemos uma maior propensão ao risco, com tresuries e o dólar em queda, commodities em alta e os referenciais das bolsas europeias e americana se fortalecendo."

Dados da China beneficiam moedas atreladas a commodities e dólar cai - 10/12/2013

2014

Com commodities em alta, Ibovespa ganha mais de 2%; dólar cai a R$ 2,55 - 21/11/2014

Dólar sobe 0,67% ante real com volatilidade das commodities - 02/12/2014

2015

Ibovespa sobe 1,5% com cenário externo e commodities em alta; dólar cai para R$ 3,92 - 05/10/2015

Dólar sobe 1,94%, puxado por cenário político e queda de commodities - 11/12/2015

2016

Dólar cai mais de 1% com valorização de commodities e fluxo - 22/02/2016

[link=www.referenciagr.com.br/china-e-commodities-animam-mercados-bolsa-sobe-4-e-dolar-cai/][/link] - 23/02/2016

Interessante este dois últimos artigos, a relação é tão óbvia, que pode ser vista diariamente. Veja que em 22/02/2016 o dólar recuou 1,29% e as commodities como petróleo e minério subiram. Segundo o primeiro artigo: "Os preços do minério de ferro no mercado à vista da China saltaram 7%, para mais de US$ 50 por tonelada, acompanhando movimento de alta nos mercados futuros de minério de ferro e de aço, em meio a sinais de recuperação da demanda."
Sobre o petróleo: "Os preços do petróleo sobem mais de 4% diante da queda no número de plataformas de perfuração de petróleo dos Estados Unidos que levantou a perspectiva de que a produção da commodity possa diminuir um pouco."
Podemos ver que o argumento do operador do câmbio sobre os preços dos minério terem subido é péssimo, mas sobre o petróleo podemos também creditar sobre a queda do número de plataformas de perfuração nos EUA.
Agora no dia 23/02/2016, o dólar fechou em queda de aproximadamente em 1,78% enquanto que o petróleo brent subiu 5,09%.


Bovespa sobe 0,25% e dólar cai 1% com salto das commodities - 01/03/2016

Alta de commodities impulsiona Bovespa e dólar cai para R$ 3,55 - 19/04/2016

Dólar cai abaixo de R$3,25 com recuperação de commodities - 02/08/2016

Dólar cai abaixo de R$3,25 com recuperação de commodities e Japão - 02/08/2016

Commodities derrubam mercados; Bolsa cai 3% e dólar sobe a R$ 3,30 - 13/09/2016

Com commodities em alta, Bolsa ganha 0,92%; dólar cai 0,43% - 10/10/2016

Preços das commodities aumentam em outubro e dólar cai - 01/11/2016

Commodities pressionam Petrobras e Vale, e Bolsa cai 3%; dólar sobe - 29/11/2016

2017

Ibovespa ganha forças com commodities e com dados dos EUA; dólar cai e "encosta" nos R$ 3,20 - 05/01/2017

Commodities incentivam apetite por risco e dólar fecha em queda - 20/02/2017

Vamos aos gráficos:

Dólar
Petróleo Brent

Nos dois gráficos faça uma comparação simples entre o dólar e o petróleo brent em cinco anos.
Do ano de 2012 até exatos 01/06/2014 com o dólar ainda fraco e o petróleo brent disparado. A partir do dia 01/06/2014 com o dólar se fortalecendo, o petróleo brent começa a cair.
Embaixo das datas, existem uns quadrados mostrando a valorização e desvalorização do dólar e petróleo, pode conferir que quase sempre quando o dólar está em vermelho(enfraquecido), o petróleo está em verde(fortalecido) e vice-versa.

Vamos agora fazer uma comparação ainda mais distante. Coloque os gráficos no máximo, o índice do petróleo começa em 01/03/2003, mas o dólar começa em 01/11/1985. Essa comparação dispensa apresentações, mas pode ver que o dólar caindo, o petróleo disparou. No índice do petróleo na data 01/06/2008, o dólar começou a se fortalecer, e consequentemente o petróleo na mesma data começou a cair. Agora quando o dólar começa a cair em 01/02/2009, o petróleo começou a disparar. Pode ver que em 01/04/2011 o dólar atinge as mínimas e o petróleo na mesma data atinge o ponto mais alto depois de 2008. E assim sucessivamente.


E você disse o seguinte: "Terceiro exemplo: A revolução tecnológica do chamado fracking, para a produção de petróleo não convencional, disparou a produção diária dos EUA de cerca de cinco milhões de barris por dia em 2008 para mais de 10 milhões de barris por dia em 2015. Assim, a queda de preço de US$ 110 para os atuais US$ 50 foi resultado da inundação de petróleo no mercado, causado novamente por mudança tecnológica."

Agora recorremos novamente ao gráfico do petróleo: Petróleo - Veja que o petróleo caiu em 01/06/2008, justamente quando o dólar se fortalecia, pois bem, no começo de 2009 o dólar começou a cair e o petróleo disparou. Segundo a sua teoria do fracking era para o petróleo ter desabado até 2015, o que não aconteceu. O petróleo começou a cair em 01/06/2014 justamente quando o dólar se fortalecia no mesmo dia.
Me desculpe, mas sua teoria não é bem fundamentada. É melhor seguir o que você disse: "Mais adiante volto a falar do petróleo com links de sites originais."
Inclusive o link que você passou da BP, ele diz o ano que o petróleo caiu, mas não a data, e "coincidentemente" nos gráficos quando o dólar fortaleceu, consequentemente o petróleo desabou.


E sem falar no principal índice de commodity - CRB - que varia estritamente com o dólar, sempre com a relação inversa.

Trade Weighted U.S. Dollar Index: Broad
CRB Index Falls to 41-Year Low

[b]Pode conferir nos gráficos que quando o dólar estava se fortalecendo em 1996, o índice CRB estava caindo. E em 2002 quando o dólar começava a enfraquecer continuamente, o índice CRB fortalecia continuamente. [b/]

Vlw


Na Rússia é comum pessoas se jogarem na frente de veículos (em baixa velocidade) para receberem indenizações. Para evitar esse e outros tipos de problemas, como ter que pagar outras indenizações, muitos motoristas filmam seus trajetos.

Nos EUA o motorista provavelmente filma o passageiro para se proteger de alguma acusação injusta.


E pior que eu meu comentário anterior eu nem mencionei os produtos genuinamente chineses.
O Governo me fez lembrar, e fará pelo resto de minha vida, o quão arriscado é importar algo nessa latrina chamada Brasil.
Me cobrou quase 100% de imposto sobre um simples óculos de realidade aumentada (daqueles que acopla o celular) que teria me custado R$36,00, e as lojas daqui da cidade estavam vendendo a R$199,90.
Mesmo ainda sim tendo saído mais barato, antes de chegar, eu planejava comprar em maior quantidade para revender e aumentar minha renda, mas parece que a Receita Federal, além de não querer que eu aumente minha renda, fornecendo produtos que as pessoas me comprariam voluntariamente, quer que eu tenha minha renda DIMINUÍDA, forçando-me a pagar R$199,90 por algo que eu pagaria R$36,00.
Eu sei que apenas repeti o que foi exemplificado no excelente artigo, mas é algo frustrante e REVOLTANTE!!!


Junte o protecionismo com o governo e com o monopólio dos Correios, pronto!
Temos aí o Iphone mais caro do mundo (pelo menos o 6 era), temos aí o Playstation 4 sendo vendido a 4 mil reais no lançamento.
Temos moto da Honda 125, de entrada, por quase 10 mil reais...
Temos caixa amplificada da Meteoro mais cara do que as caixas da clássica Marshall, e com qualidade extremamente inferior...
Guitarras da Tagima à preço de Fender, Jackson, BC Rich, e por aí vai.
Daqui a pouco o Governo dá um jeito de taxar o Bitcoin, pois é a única coisa que conseguimos comprar pelo "mesmo" valor e obter o mesmo produto...

DÁ VONTADE DE CHORAR....



Caro Paulo Bat, compartilhe conosco onde trabalhou todos esses anos e demonstre onde adquiriu todos os seus conhecimentos mais que suficientes para discordar com parte do conteúdo do IMB, para que os membros daqui também tenha a oportunidade de obter um naco de sua sabedoria.


Não sei como funciona em Dubai, mas em Cingapura é assim: o governo possui dois fundos de investimento: a Temasek Holdings (com míseros 380 funcionários), que compra ações de várias empresas asiáticas, e a Government Investment Corporation, que investe as reservas internacionais do país.

Na Temasek Holdings -- que, como dito, é um fundo de investimentos do governo cingapuriano -- toda a diretoria é formada por quadros puramente técnicos, e a única ordem dada à empresa pelo governo é justamente ter lucros. A Temasek tem ações de uma empresa telefônica (existem 3 em Cingapura, que é uma cidade, além de 7 provedoras de internet) e da Singapore Airlines (55%).

Nenhuma dessas duas empresas tem qualquer monopólio sobre nada. Também desconheço a existência de privilégios. E sua gerência é privada. E, até onde sei, têm fins lucrativos (como a própria Temasek Holdings).

Tenho lá minhas dúvidas de que isso possa ser considerado realmente uma empresa estatal. (Mas isso é o de menos).

Aliás, se o governo brasileiro fizesse isso -- ou seja, em vez de gerenciar estatais, criasse um fundo de investimentos que aplicasse dinheiro em empresas e cobrasse retorno -- já seria um grande avanço.


Calma, Malthus. O "Primo" estava sendo claramente irônico. Ele deixou isso claro ao dizer que reduzir as tarifas de importação que estão em soviéticos 35% seria "irresponsabilidade". Afinal, os coitadinhos dos megaempresários e dos sindicatos não iriam aguentar. Ironia fina a dele.

Igualmente irônico foi ele dizer que "ser contra tarifas de importação [hoje] é ir contra acordos e contratos firmados [na década de 1950]". Ironia ainda mais fina.

Mesmo porque nenhum ser humano normal seria realmente tão imbecil ao ponto de dizer isso.


Como é que é o negócio aí?

Quer dizer então que pelo fato de GM, VW e Ford terem vindo para o Brasil na década de 1950, e FIAT na década de 1970, eu, em 2017, devo ser continuar sendo proibido de comprar um carro estrangeiro barato?!

É isso mesmo?

Ou seja, para você, algo que começa na base da imoralidade, deve se manter na imoralidade para sempre? Se o governo cometeu o atentado de garantir uma reserva de mercado para empresários nas décadas de 1950 e 1970, então o correto e moral seria manter essa imoralidade até hoje? E abolir essa imoralidade seria imoral?

Aliás, o legal é que essa sua "lógica" só vale para um lado, né? Por exemplo, as tarifas não podem cair porque seria "quebra de contrato", mas subir elas podem adoidado. Em 2011, Dilma e Mantega elevaram de 20% para 35% as tarifas dos carros importados. Aí pode....

Por fim, sempre resta a pergunta: no Brasil, as empresas já não tiveram protecionismo o bastante?

O mercado brasileiro está praticamente fechado há mais de um século — atualmente, o Brasil continua sendo uma das economias mais fechadas do mundo — e ainda é necessário dar mais tempo?

Aos protecionistas ficam as seguintes perguntas: Tarifa de quanto? Por que tal valor? Por que não um valor maior ou menor? Por quanto tempo deve durar tal tarifa? Por que não um tempo maior ou menor? Qual setor deve ser protegido? Por que tal setor e não outro? E, finalmente, por que o segredo para a eficiência é a blindagem da concorrência?

Responda a cada uma delas.


Em Singapura e em Dubai as empresas estatais funcionam de forma completamente diferente do que estamos acostumados.

Nesses lugares, as empresas estatais trabalham com eficiência e concorrência. Não possuem monopólio e não sobrevivem com base em impostos.


Ora, empresas montadoras de carros são multinacionais que vieram para o Brasil, investiram dinheiro. Em um livre mercado genuíno, o valor mais importante é o respeito a contratos e acordos. Ser contra tarifas de importação é ir contra acordos e contratos firmados no passado, isso quebra a confiança do investidor e deturpa a economia. Não podemos tomar decisões baseadas em vantagens momentâneas. Se não sabemos barganhar no momento de acordos a solução não é descumpri-lo quando não for mais favorável. Temos de estudar o caso para em um próximo momento fazer acordos mais interessantes. Não sejamos irresponsáveis.


Estou pesquisando uma lente 18-200 mm para minha Nikon D3100 e aproveitei fiz uma pesquisa da

Nikon D3300 1532 18-55mm f/3.5-5.6G VR II Auto Focus-S DX NIKKOR Zoom Lens 24.2 MP Digital SLR – Black

Resultados encontrados:

Amazon: de US$ 500 por US$ 467. ://www.amazon.com/Nikon-1532-18-55mm-3-5-5-6G-Focus-S/dp/B00HQ4W1QE

Com preço de venda do câmbio turismo de hoje, 3,28 por 1, conforme: //economia.uol.com.br/cotacoes/cambio/dolar-turismo-estados-unidos/, ela sairia por cerca de R$ 1.531,00.

Rey Câmeras: R$ 2.199,00. //www.reycameras.com.br/cameras-digitais/276-nikon-d3300-18-55mm-vr.html

Assim sendo, 2199 / ( 467 * 3,28 ) = 2199 / 1531 = 1,5.

Portanto, a Nikon acima descrita sai cerca de CINCOENTA POR CENTO MAIS CARA na Rey Câmeras do que na Amazon.

Diferença muito grande por culpa do imposto de importação.

Mas muito longe da diferença contada pelo Empreendedor Frustrado:

5000 / (300 * 3,28 ) = 5000 / 984 = 5,08 ===>> 408% MAIS CARA NO BRASIL

Como você não citou os links de sua pesquisa, fica difícil comparar os preços aqui e lá fora.

Empreendedor Frustrado, será que você não comparou modelos diferentes. Por exemplo, a câmara acima, com uma lente 18-105mm sai por R$ 3.000,00 no Rey Câmeras e uma com lente 18-300mm sai por US$696.90 na Amazon. São as mesmas câmeras mas com lentes diferentes entre si.


Pô Leandro, então aproveite e se matricule! Aposto que você terminaria com Summa Cum Laude, e com isso poderia ministrar aulas no próprio curso ;-)


Nossa, esse artigo continua a ser um atrator de cretinices sem tamanho.

Mas, respondendo em particular ao comentário de frederico 06/01/2017 19:47

Como assim "me dá um argumento"? Tem essa porra desse artigo INTEIRO, você o leu por acaso? E onde diabos ele fala em religião para ser contra o aborto?

Que tal VOCÊ tentar refutar o Sr. Ron Paul? Aguardo ansiosamente!


Mas o Summer School não é curso de pós-graduação. Que desculpa você usa para justificar sua ausência?

Mas eu concordo que ministrar aulas talvez não seja a melhor maneira de alocar os seus talentos. Mas quem sabe, um dia você não resolva vender seus serviços, pelo menos como palestrante.



"Com o protecionismo, o intuito do governo é proteger as empresas nacionais e blindá-las contra os desejos dos consumidores — principalmente dos mais pobres, que ficam sem poder aquisitivo para comprar produtos bons e baratos feitos no exterior."

MITO.

Vamos convir que foi muito macabra e bem elaborada a armação que criaram fingindo que os "vermelhos" eram defensores do povo, quando apenas se apropriavam de tal título para justamente manter o status quo de sempre, a nobreza.
Dá raiva, mas temos que reconhecer que foi muito bem bolado...
Pena que muitos inocentes morreram e viveram mal e continuarão morrendo e vivendo mal até que um dia o "povão" acorde para o grande golpe


nao acredito que o Ciro Gomes ainda diga coisas desse tipo... Se inocente, agora a ficha já deve ter caído para ele...


Caros: OBSERVADOR e LEANDRO:

A) Em relação à frase 'Ao contrário de vocês que não erram nunca', eu não usei esta expressão por "afetação de coitadismo" ou para recorrer a "artimanha vitimista".

Mas, admito que exagerei, pois procuro seguir a regra de vocês: "Envie-nos seu comentário inteligente e educado". Aliás, até hoje, todos os meus comentários foram publicados, mostrando que o Mises não censura opinião. Rebate mas não censura.

Agora, Leandro, tirando a frase acima, em todos os comentários anteriores desta nossa troca de comentários, eu fui cordial com você e vice-versa.
Só usei a frase porque em nenhum momento eu havia contestado a sua teoria, apresentada pelo Leandro no post original dele. Até comentei no meu primeiro comentário:

'E, em relação ao seu comentário acima, não discordo quanto à correlação existente entre uma commodity e a moeda em que ela é comercializada. '
Porém, na sequência exprimi: 'No entanto, se me permite, gostaria de discordar parcialmente dos seus comentários. '
E, quanto às duas frases, eu repeti, com outras palavras, em todos os comentários seguintes.

Leandro, em nenhum momento eu fiquei zangado. Tenho 60 anos e trabalho desde os quatorze. Portanto, se cheguei até a 3ª idade, lúcido e trabalhando, não foi ficando zangado por uma troca de opiniões divergentes com outra pessoa, que, aliás, neste caso nem conheço pessoalmente, mas só através de leituras de artigos, comentários e uma palestra sua, divulgados aqui no Instituto Mises.

Interessante é que o uso daquela frase gerou, como reação, uma avalanche de adjetivos:
Complexo de "coitadismo", "vitimismo", não aceitar questionamento, tentar espalhar algo como sendo supremo,
Não gostar de ser contraditado, querer falar sem ser questionado, recorrer à artimanha vitimista,
Querer distorcer a realidade por ser despreparado para o debate público.

"Ele deve estar no site errado." Não encontrei em nenhum local do site algum código de conduta de quem deva ou não entrar no site.

B) Em nenhum momento quis fazer análise econômica.
Só exprimir meu ponto de vista. Não recebo absolutamente nada do Instituto Mises para postar meus comentários, aliás, como ninguém recebe, imagino.
São todos por livre e espontânea vontade.

C) Graças as leituras e trocas de comentários aqui no Mises aprendi muitas coisas, apesar de
nem sempre concordar com o que está escrito. É da natureza humana, livre pensar.

D) Finalmente, quanto à sugestão de entrar nos sites oferecidos por Mr. Richards, não entrei porque ele não usou o padrão de dicas de formatação de criar links, oferecido pelo Mises. Por exemplo, os dois links que indiquei, da petroleira BP e do EIA, fiz no padrão do site.
Além disto, são todas fontes secundárias de jornais e revistas brasileiras, copiadas de fontes originais.

Mais adiante volto a falar do petróleo com links de sites originais.


Apanhando ou não do marido, essas mulheres fazem fila para emigrar para estes países, as pessoas são livres, inclusive para escolher de quem desejam apanhar, da miséria de seus países de origem ou de seus companheiros em países melhores.


Está acontecendo nesse exato momento. Pode consultar nos gráficos com a queda do dólar e a maioria das commodities valorizando. Agora se você quer comparar todas as commodities individualmente em paridade com a força do dólar, irá ser um trabalho grande, porque são muitos gráficos para analisar. Mas veja bem, se você fizer a pesquisa assim como eu o fiz, verá que essa relação é totalmente verdadeira. Eu comparei o trigo, milho, soja, estanho, aveia, níquel, cobre, platina.




Prezado Leandro,

Já venho acompanhando o IMB há alguns bons anos, vez ou outra me dedico em um comentário para responder a dúvida de algum leitor, sempre procurando ser o mais educado e claro o possível.

Meu autor preferido no momento é Frédéric Bastiat. Depois de ler suas obras completas, infelizmente apenas disponível em francês, eu não acho que poderia ser diferente.

E eu preciso dizer, a clareza de sua escrita, eu apenas encontrei em Bastiat. Clareza, eu me aventuraria em dizer, é uma das virtudes mais escassas que encontrei em escritores, independente do tema que esteja sendo escrito.

A grande maioria dos jornais e revistas que acompanho, seus escritores geralmente entram em um mar de tecnicalidades que por vezes acaba não fazendo nada além de oferecer um tom de elitismo, limitando aquela ciência à poucos leitores bem capacitados, e ofuscando a argumentação, mesmo dos mais preparados. O mesmo se aplica, acredito, à grande parte dos autores de livros.

Por este motivo, te parabenizo por esta importante característica. E se há algo para criticar em seus escritos, seria, sem dúvidas, a pequena quantidade em que estão disponíveis.

Além disto, também é extremamente interessante a análise austríaca, especialmente quando se trata de empreendedorismo, coisa que percebi ao estudar "Managerial Economics", que está em total acordo com a teoria austríaca, apenas divergindo na questão do uso da matemática que, justamente por esta ser uma ciência ligada ao empreendedorismo, ela tentará oferecer modelos que procuram diminuir a incerteza do empreendedor, aproximando-se o quanto possível da realidade.

Dito isto, caso me permita a pergunta, há alguma expectativa de uma tradução do livro de Hazlitt, What You Should Know About Inflation, por parte do IMB?

Estou ciente de que há uma pequena parte de sua totalidade já disponível, mas os principais pontos do livro, e que eu não encontrei em nenhum outro artigo no IMB, incluindo aquele, se trata da questão da necessidade da inflação, para que não haja desemprego. Especialmente no cenário em que sindicatos não permitem salários nominais caírem em um período de recessão, o que acaba fazendo com que salários reais aumentem, causando, assim, desemprego. Cenário este que apenas pode ser evitado com inflação, aumentando os preços de toda a economia para inibir este aumento real do salário, evitando, desta forma, o desemprego.

Caso haja algum artigo sobre este assunto no IMB, por gentileza, me indique-o.
E caso não haja, o motivo é por que o IMB discordaria deste argumento, ou apenas não se trata de um tema interessante o suficiente para um artigo?

Muito obrigado, e um grande abraço.



Se o Brasil tivesse o número da população de Cuba, quem sabe, mas o Brasil ainda possui muitos escravos para serem usados.


Isso é comum na Arábia Saudita, não é no Emirados Árabes e muito menos no Catar. Nem todo país árabe é igual.

E mesmo se fosse assim no Emirados Árabes e no Catar, para determinar se um país é desenvolvido é seu IDH e sua renda média, índices que são altíssimos em ambos os países. O marido poder bater ou não na esposa é uma questão totalmente secundária para determinar se o país é desenvolvido.


E eu morro de rir! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Em tempo: frequento o site há 4 anos e, de fato, tenho visto mais chororô aqui de 1 ano pra cá.


Estou extremamente lisonjeado por estas suas palavras, prezado Amorim.

Obrigado por externalizá-las de maneira tão efusiva. E também pelo tempo (um bem escasso e irrecuperável) que você se dedicou a escrevê-las. Ainda mais em uma sexta-feira.

Grande abraço!



O primeiro nome que procuro quando veja a divulgação desses cursos é o seu Leandro. Diante os vários anos de artigos nas mais diversas áreas, mas mais especificamente economia, mesmo que você não possuísse graduação alguma, sentir-me-ia honrado em ser um aluno seu.

Ainda que não goste de ministrar aulas, você realiza a educação da ciência econômica de modo primoroso em seus artigos. Vê-se bastante, dos que falam em "economia austríaca" (incluindo os que estão no grupo que ministram a pós graduação), claramente que repetem raciocínios e escritos seus sobre economia (na própria pós ou em outras palestras).

Torço pela continuidade de seu grande trabalho, sempre aprendi (algumas coisas com muita dificuldade e releituras... devido à complexidade do assunto, embora você seja didaticamente excepcional) e aprendo muito com seus artigos.

Abraços!


Parece óbvio demais, mas é sempre bom reforçar os argumentos em prol do livre comércio. Parece que a ficha não caiu ainda para muita gente.



Catar e Emirados Arabes são países tão desenvolvidos que lá o marido pode bater na mulher, e a mulher pode ser condenada à morte por ser estuprada.


Anônimo,

Ninguém é doido a ponto de vender produtos abaixo do preço de custo só pra quebrar a concorrência e depois aumentar os preços quando não houver concorrência, pois quando ele subir os preços novamente os concorrentes vão aproveitar a oportunidade e vão tomar seus clientes. No mínimo essa pessoa vai quebrar quando isso acontecer.

O que acontece com a Amazon, o próprio presidente-executivo da Amazon explicou: ele é uma startup ainda e está incessantemente explorando (investindo em) novos mercados sendo eles lucrativos ou não.


Para "proteger" artificialmente um pequeno grupo de pessoas, os burocratas fodem todo o resto da população.
O próprio texto já responde suas perguntas.
Para usar um dos exemplos do texto, imagine que você é dono de uma concessionária. Certo, você está sendo protegido pelas tarifas de importação, que lhe garante lucros certos e a possibilidade de gerar e manter empregos.
Agora imagine que você quer comprar um automóvel. Você vai pagar ridiculamente caro em um automóvel e vai deixar de alocar seus recursos em outras coisas, que por sua vez poderiam gerar mais atividade econômica - e empregos - em qualquer outro setor. Na prática, todo mundo que adquirir um automóvel no Brasil está pagando pelo privilégio de poucas pessoas.
Isso ainda faz sentido pra você?



Fico assustado com os preços das coisas no Brasil. Estava procurando uma certa câmera reflex na internet, e deu assim:

Ebay: U$ 300,00.
BR: R$ 5.000

Também já pensei em abrir um negócio focado na fabricação de clones de Arduino e shields em geral, alguns que eu projetei e não existem, embora haja uma demanda enorme, mas graças ao nosso glorioso, mais que soviético e draconiano imposto de importação de 60%+ICMS local, o capital inicial requerido para o meu negócio seria altíssimo, e olha que nem considerei as etapas burocráticas e registros que não tenho a mínima ideia do que precisaria ser feito para a coisa ser "legal".

Como o negócio estaria iniciando, eu venderia os produtos com preços bem menores. De fato, se fosse possível importar tudo de Shenzhen sem impostos, mesmo com o câmbio no patamar atual, o custo individual seria irrisório, mas enfim.

Sem essas amarras, eu poderia complementar a minha renda trabalhando para mim mesmo. O governo se intrometeu e quer ser o meu sócio de qualquer maneira.

E cobra caro, muito caro por isso.

Estatistas não fabricam, e se forem importar, pagam as taxas de boa fé "em nome da proteção da indústria nacional", e da destruição da iniciativa de quem queria começar a fazer dinheiro e vender produtos a preços mais realistas.

Foda-se o Estado, porque desde que comecei a pesquisar sobre liberalismo, estou convicto como rocha de que contrabando é autodefesa.


O engraçado é que os protecionistas odeiam que outros países boicotem os seus produtos ou restrinja as importações. O baronato brasileiro está reclamando com o Macri que a Argentina é protecionista com produtos brasileiros. Eles querem proibir os brasileiros de comprar produtos importados mas não acham justo que outros países proíbam seus cidadãos de comprar produtos brasileiros. Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Esse pessoal só olha para o próprio umbigo e bolso. Eles querem explorar os brasileiros mas não gostam de ser prejudicados por outros protecionistas.


Os 60% de imposto de importação representam o regime simplificado de tributação, um bom negócio para padrões brasileiros. Fora dele, itens de consumo podem somar até 102% de tributação total.

Sobre máquinas e equipamentos, o governo é mais "manso": a tributação total fica nuns 78%. Só isso...


Segundo o próprio site da Receita, as importações têm uma alíquota multiplicadora de impostos.

Ou seja, os impostos sobre importados podem ser multiplicados por até 7,6 vezes.

É uma pedalada na OMC !

www4.receita.fazenda.gov.br/simulador/

Na quase totalidade das importações, a alíquota aplicável do PIS é de 1,65% e a da Cofins é de 7,6%. A base de cálculo para ambas as contribuições é o valor aduaneiro das mercadorias importadas, acrescido do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), incidente sobre a importação, e do valor das próprias contribuições, pois elas são incluídas no preço final das mercadorias (cálculo "por dentro"). Assim as contribuições devidas são iguais a:

PIS = Alíquota PIS x (VA + ICMS + PIS + Cofins)

Cofins = Alíquota Cofins x (VA + ICMS + PIS + Cofins)


Mas que lógica estupenda! Que prodígio de inteligência! Um verdadeiro portento!


Em uma simples importação feita pela internet pagamos 60% do valor da mercadoria+frete e o ICMS (que varia por estado). Mas quanto de tarifas e impostos incidem por exemplo, sobre a impostação de uma máquina feita por uma fábrica? Ou sobre a importação de produtos por uma loja varejista?


Vocês são contra o aborto? Então não comam nunca mais carne de qualquer animal!


Giovanni, boa tarde.

Respondendo francamente, sou empresário há 10 anos, Insider em vários nichos da indústria, IT e e-commerce. Além de empresário sou consultor de novos negócios e presto assistência gratuita a micro e pequenos empresários (adoro). E nos dias tranquilos faço um bico de Day Trader para eu mesmo, vendendo a descoberto.

O mundo dos negócios são basicamente a minha vida, de segunda a sábado. Estudo muito para apontar um erro tão infantil como o case Uber e a falta de compromisso com os operadores ao não informar nem sugerir que não estimassem a curva de custos após o período de 24 meses, que é quando o equipamento envolvido (veículo) começa a apresentar fadiga em diversos componentes. Mas volto a falar disso adiante.

Fazendo quote no vídeo em anexo (detesto fazer quote, mas vamos lá): 1 ano para qualquer negócio, de uma barraca de Hot Dog a uma indústria de fármacos, não significa absolutamente nada. Zero.

A prospecção de um negócio parte das premissas mais básicas de demanda para chegar em um forecast mediano, os custos diretos envolvidos nesse negócio e suas distorções por diversos parâmetros, até as variáveis mais indiretas, como variação do custo tributário devido ao crescimento de faturamento. Dependendo do mercado, analiso até mesmo a probabilidade de mudança total no padrão de consumo, pesquisando a fundo notícias, boatos e todo tipo de informação relevante a respeito de novos projetos de concorrentes diretos e indiretos.

E é exatamente por isso que me pagam para estimar a viabilidade de um projeto.

Voltando a curva de custos, vou citar um exemplo que ocorreu há uns 7 anos, quando eu ainda estava engatinhando nessa carreira. O setor de academias de ginástica nessa época passou por um momento crítico a nível nacional por conta exatamente deste erro infantil que os proprietários cometeram. Os equipamentos tinham um custo "X", que eram amortizados durante dois anos. Quando o período de amortização acabava, os equipamentos precisavam novamente ser substituídos, pois estavam aos pedaços. Conclusão: nessa época 70% das academias fecharam.

Qual foi a solução encontrada pelas que sobreviveram: a introdução das "aulas": dança, exercícios localizados, artes marciais etc, que incrementaram o faturamento, têm custo baixíssimo (um professor) e utilização pequena de equipamentos. Case resolvido.

Porém em um negócio tradicional o operador tem a possibilidade elástica de incrementar produtos e serviços ao seu negócio de modo que assegure a rentabilidade no final do período, diferentemente do modelo Uber, que basicamente só permite que seja parceiro da plataforma dirigindo. Você fica de mãos e pés atados, vendo a cada dia mais e mais desempregados e endividados concorrerem pelo mesmo mercado e os preços desabando. Caso queira mudar de categoria deve investir em um veículo melhor, que vai no mínimo comer a margem residual que teria na nova categoria.

Mais uma vez, posso não ser Insider no Uber, mas não desprezo a boa e velha matemática.

Vou concluir o Case Uber recapitulando os pontos provando por A+B como o modelo do jeito que está é insustentável a longo prazo.

1- Diferentemente de um negócio tradicional onde a demanda é proporcionalmente crescente, no modelo Uber a curva de demanda para o operador é descendente, pois quanto mais operadores entram, menor o preço da viagem, e menos viagens o operador realiza (Vide o caso dos "bolsões").

2- A entrada de mais concorrentes como Cabify e a queda do preço das corridas de Taxi contribuem para agravar ainda mais o quadro apavorante para os operadores.

3- A curva de custos sobe após determinado período em detrimento do ganho médio do operador, que só cai. Logo, depois de determinado período, mesmo que o operador queira continuar ele será incapacitado por falta de equipamento (e nem preciso olhar a tabela do nosso amigo anônimo para isso, pois não quero ter pesadelos a noite).

Como disse no outro comentário, caso o Uber altere corrija seu modelo de negócio, pode sobreviver a longo prazo. Mas a mudança deve ser rápida.







•Foreign equities were mostly down this week.
•Brazil has again started to slide, after a few good weeks. A rising dollar has clearly had a negative impact. This fall may only prove to be a bump on the road to a higher valuation. The index is still undervalued compared to its peers, while the government's market-friendly reforms should provide a good dose of confidence to investors.
•For the rolling month, Russia was the worst performer, falling 6.53%.
•Germany is the best performer this week, rising 1.54%. The nation's equities act as a safe haven in continental Europe as investors nervously await elections in the Netherlands and France. If Le Pen wins the French presidency, outflows from France will continue, with most of the money potentially landing in Germany.

(Fonte: etfdb.com/news/2017/03/03/etf-scorecard-march-03-2017-edition/)

Um cenário econômico no exterior traz indícios que poderiam ser favoráveis ao Brasil, no caminho pra sair dessa depressão atraindo investimentos e voltar a enriquecer, mas a política pra variar travando o país.


Será que o lula vai mesmo voltar?? Talvez, pois neste amaldiçoado rascunho de republiqueta bananeira tudo - eu disse TUDO é possível. Não espere que nada de bom aconteça neste lugar.


Quem realmente ganha com a obstrução do livre comércio? Os governantes e seus compadres.



"Mas na prática, pelo menos no Brasil, tem gente que investiu em um carro novo e pretendia trabalhar como motorista do Uber em tempo integral."

Pessoas voluntariamente fizeram isso e assumiram esse risco conscientemente. Iguais a essas, há milhões de outras pessoas que fazem o mesmo em relação a outros empreendimentos. Muitas se dão bem e muitas se dão mal. O mundo empreendedorial é assim. Ninguém tem certeza quanto ao futuro.

Qual o seu problema com esse arranjo? Você quer alterá-lo? Como exatamente você faria isso? Como você removeria a variável "incerteza" da equação?

"Essas pessoas não tem a "liberdade" de trabalhar só quando interessa, como dizem alguns."

Meu caro, essa frase se aplica a absolutamente todo e qualquer empreendedor. Você, por ser um ex-microempresário deveria saber bem disso. Nenhum empreendedor pode trabalhar só quando interessa. Na teoria, ele até tem essa liberdade ("ah, hoje é segunda, não estou a fim de trabalhar"); na prática, porém, ele sabe que isso afetará enormemente sua receita e, consequentemente, seu futuro.

O que realmente de novo você está tentando trazer à discussão?

"Ela investiu e precisa de retorno em seu investimento."

De novo: isso vale para absolutamente qualquer empreendimento. Nenhum empreendimento traz garantia. Nenhum investimento -- na economia privada -- traz retorno líquido e certo.

Não existe isso de "ah, ele investiu; logo, precisa da garantia de um retorno". Não existe tal garantia no mundo empreendedorial!

"Minha pergunta é: as condições vigentes quando a pessoa se associou ao Uber se mantém ou não?"

Quais condições? As condições do mercado?

Meu caro, não existe isso. Na prática, você está dizendo que as preferências dos consumidores devem ser mantidas congeladas e inalteradas para garantir o retorno do motorista da Uber. Mais ainda: você está dizendo que a Uber tem esse poder de manter inalteradas as preferências dos consumidores.

Você está exigindo uma coisa que é impossível no mundo real.

Por essa sua mesma lógica, um empreendedor que decidiu abrir uma franquia do Habib's e foi à falência porque as preferências dos consumidores mudaram (eles não querem mais comida árabe fake) estaria certo em processar o Habib's porque "as condições vigentes quando a pessoa se associou ao Habib's se alteraram".

"Se o Uber resolve criar uma "promoção" com preços irreais, as pessoas tem as opções de trabalhar com prejuízo ou não trabalhar e não ganhar nada. Isso é fazer dumping com o dinheiro dos outros."

Para começar, você incorreu em contradição. Se os motoristas do Uber simplesmente param de trabalhar, a empresa não mais ganha dinheiro nenhum. Difícil ver como isso seria um "dumping com o dinheiro dos outros".

Se, no entanto, os motoristas continuam trabalhando, então é porque, por definição, elas ainda acreditam que dá para ter lucro. Por definição.

Ademais, por esse cenário, quem estaria fazendo "dumping" seria a Uber em relação aos concorrentes, exatamente o oposto do cenário que você descreveu.

Se você é dono de um restaurante self-service e o seu concorrente da esquina resolve abaixar os preços dele, tomando a sua clientela, você tem "as opções de trabalhar com prejuízo ou não trabalhar e não ganhar nada".

Se você é motorista da Uber e seus preços caem, quem fica com "as opções de trabalhar com prejuízo ou não trabalhar e não ganhar nada" são os seus concorrentes. Por definição. Se os seus preços são os menores do mercado (e a qualidade do serviço é boa), quem vai ficar sem trabalho são os outros e não você.


A cultura é o principal problema da economia. A cultura destrói tudo que aparece na frente.

A cultura do lixo é patrocinada pelo governo, que paga por carnavais, patrocina grafiteiros, suborna artistas, compra jornalistas, compra as pessoas, polui tudo, não presta nenhum serviço direito, paga indenizações a bandidos, etc.

As pessoas se acostumaram a viver no meio do lixo, por isso elas acham que bloquear o comércio não é um problema. Ou então, saquear 34% da renda virou uma coisa boa. O crime vira uma virtude na cultura do lixo.

O problema é muito maior do que uma moeda estável ou um comércio mais livre. O governo instaurou a cultura do lixo, que destrói o patrimônio e a vida das pessoas a cada minuto.

Quando as pessoas vivem no meio da cultura do lixo, existe uma tendência muito grande de elas se sentirem um lixo.


Primeiro aponte uma inegável evidência empírica: os países mais abertos do mundo possuem as menores taxas de desemprego.

Confira a tabela aqui.

Os países mais abertos ao comércio internacional não apenas não têm problemas de emprego, como também são, em média, 5 vezes mais ricos do que aqueles que decidem impor travas e barreiras à liberdade de seus cidadãos de importarem bens do exterior.

Feito isso, explique por que é assim. A lógica é direta: tarifas são impostos sobre vendas que se aplicam a bens estrangeiros. As empresas estrangeiras são tributadas para que suas concorrentes domésticas — que são isentas desta tributação — possam livremente aumentar seus preços de maneira generalizada.

Tendo agora de pagar mais caro por produtos nacionais de qualidade mais baixa, os consumidores nacionais estarão incapacitados de consumir mais e de investir mais. A restrição às importações e a reserva de mercado criada por ela faz com que a capacidade de consumo e de investimento da população seja artificialmente reduzida.

E sempre que a capacidade de consumo e de investimento da população é artificialmente reduzida, lucros e empregos diminuem por toda a economia.

Assim, empregos de baixa produtividade nas indústrias protegidas são mantidos à custa de empregos de alta produtividade em empresas que tiveram suas vendas reduzidas por causa da queda da capacidade de consumo e de investimento das pessoas.

Logo, toda a economia se torna mais ineficiente, a produção diminui, os preços médios aumentam, e os salários reais caem.

Adicionalmente, tarifas protecionistas também afetam as empresas domésticas que precisam importar bens de capital e maquinários modernos para incrementar sua produtividade e, com isso, fabricar produtos melhores e mais baratos. Tarifas as obrigam a pagar mais caro por seus insumos ou então a comprar insumos nacionais mais caros e de pior qualidade.

Isso reduz sua produtividade e aumenta seus custos. Sendo menos produtivos e operando com custos maiores, essas empresas se tornam menos competitivas internacionalmente.

Consequentemente — e essa é uma das consequências não previstas do protecionismo —, as exportações também tendem a declinar. E estimular exportações era exatamente uma das intenções do protecionismo.

Feito isso, e apenas após já ter feito isso, fale algumas verdades diretas para ele: que ele sabe disso tudo, mas que ele, por razões ainda insólitas (estaria ele a soldo?) está simplesmente esposando uma teoria econômica que comprovadamente visa a defender o baronato industrial (o mesmo que ele jura desprezar; essa é a grande artimanha do qualquer mentiroso) e foder "o nosso povo" que ele tanto diz amar.


Não acho nada. Não sei qual a procedência, não sei qual a acurácia dela, e, acima de tudo, não sei o que exatamente ela está querendo dizer. Não caio em baits.

De resto, sigo com os sinais de mercado: se há gente ainda querendo trabalhar para a Uber, então é porque os custos seguem abaixo das receitas.

Caso alguém de fora saiba mais que essas pessoas e que a própria Uber, então é bom apresentar argumentos. Mais ainda: esse alguém está perdendo uma dinheirama: sempre dá pra lucrar em cima da "inevitável derrocada" de um concorrente. Mãos à obra?


"A nação que perdeu suas indústrias para a China terá melhora qualidade de vida da população por ter acesso a produtos mais baratos?"

Os EUA vivenciaram isso. Agora fica a pergunta: o padrão de vida do americano caiu da lá pra cá? Se você acha que sim, apresente estatísticas mostrando que o americano médio hoje possui um padrão de vida pior -- com menos acesso fácil a bens de qualidade -- do que tinha há dez anos. Ou que, sei lá, em 1970.

"Ou é a nação e o povo da nação industrializada que se beneficia mais em detrimento da nação que foi desindustrializada?"

Ambos ganham.

Os primeiros vivenciam uma redução substancial no seu custo de vida, o que aumenta sua capacidade de consumir, poupar e investir. Também vivenciam uma melhora no sistema de trabalho, pela substituição de empregos cujas atividades eram repetitivas e exaustivas por novos postos mais direcionados ao trabalho criativo e focado na resolução de problemas (setor de serviços).

Os segundos, passam pelo mesmo processo que os primeiros passam inicialmente: postos de trabalho na industria em detrimento do trabalho de subsistência no campo, maiores salários, aumento da renda e do consumo...

A abertura comercial é imprescindível para o crescimento econômico - e isso não é folclore

O livre comércio não destrói empregos; quem destrói empregos são os consumidores

Se você é contra o livre comércio, você tem medo da abundância e da prosperidade

E sempre lembrando que não há grandes indústrias na Nova Zelândia. E nem na Austrália. E nem no Chile.

Como a Nova Zelândia e o Chile transformam vacas, ovelhas, uvas e cobre em automóveis de qualidade


...macaco velho quer viver morrer fazendo o que sempre fez...

Sim, é tendência, padrão de comportamento humano ,de uma grande parte dos trabalhadores;desviam de inovações e mudanças ;sempre foi, e tudo diz que assim continuará a ser.
Macacos velhos são então,POR QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA obrigados a evoluirem,se reciclarem para novas funções, novas atividades necessarias , diferentes oportunidades ,assim aconteceu.
O caso é que as inovações,alterações,novas atividades,se dão em tempos cada vez menores ,em ALTA VELOCIDADE,COMO NUNCA ANTES,requerem conhecimentos e capacidades acima daquela dos milhões de macacos velhos,que se tornam obsoletos; entra a máquina e é IRREVERSIVEL que assim seja,e estão já em favelas,sub empregados, fazendo o que tiver que ser feito para sobreviverem,assaltando,matando e tudo o que vemos acontecer.
ISSO É REAL,NUNCA ACONTECEU EM ALTA VELOCIDADE, VELOCIDADE ESTA MAIOR QUE A NECESSARIA PARA RECICLAR MACACO VELHO,QUE MESMO QUERENDO,JÁ ERA.SÓ NÃO VÊ O SIMPLISTA DE BUTECO QUE NÃO PAROU PARA PENSAR.

NUNCA,nunca estivemos diante de uma TAMANHA E VELOZ mudança em todas as áreas.

A VELOCIDADE,A VELOCIDADE NUNCADANTES VISTA,O ADVENTO DO IMPÉRIO DAS MÁQUINAS,A INTERNET DAS COISAS ,desde faxina,cozinha,transporte sem motoristas e carros sem mot disponíveis,robótica na industria,agricultura,saude deixa todos os macacos velhos fora do jogo EM QUASE TODOS OS NÍVEIS.

A VELOCIDADE DE APRENDIZADO DOS MACACOS VELHOS E DAS MÁQUINAS É MICROSSEGUNDOS NA MÁQUINA E ANOS PARA HUMANOS TERRAQUEOS. HUMANOS TERRÁQUEOS APRENDEM MAIS DEVAGAR QUE AS INOVAÇÕES QUE OCORREM,E FICAM CADA VEZ MAIS DESLOCADOS.
'
DIZER QUE NOVAS FUNÇÕES OCORREM, É GENERICO, EM OUTRAS ERAS , ERAS DA LERDEZA,FOI VERDADE. HOJE NÃO É MAIS, QUALQUER UM QUE TENHA VISÃO DO AQUI E DO AGORA PERCEBE A MEGATRANSFORMAÇÃO DO MUNDO PELA AUTOMATIZAÇÃO DE TUDO,DE TUDO.

VELOCIDADE DE APRENDIZADO HUMANO,ADAPTAÇÃO E RECICLAGEM DE MACACOS NOVOS E VELHOS,NOVOS TAMBÉM,MENOR DO QUE A MINIMA NECESSÁRIA, EIS A QUESTÃO.

ALERTA DE TSUNAMI DE MUDANÇAS EM TODAS AS ÁREAS,PODEM DESBANCAR MACACOS VELHOS E NOVOS DO COMANDO DO MUNDO,ATÉ AGORA NADA INDICA O CONTRARIO.

ATÉ OS POLITICOS NÃO MENTEM MAIS AO NATURAL,USAM SOFT PARA CADA PLATEIA DE CADA LUGAR CONFORME MILHÕES DE DADOS,OBTIDOS E APLICADOS PARA TAL.PROGRAMAS ROBOS OPERAM NAS BOLSAS,ESCREVEM LIVROS SELECIONAM HUMANOS.

LEIS DE MERCADO CONSIDERAM A VELOCIDADE DOS AGENTES DO MERCADO PARA PRODUZIREM , INVESTIREM , DECIDIREM,DOS HUMANOS, MAS COM AS MAQUINAS ATUANDO,ONLINE,RM TEMPO QUASE REAL,QUANDO HUMANOS QUEREM PENSAR, AS MAQUINAS JÁ PENSARAM,DECIDIRAM,COMPRARAM E VENDERAM. ALTERAM RESULTADOS ASSUSTADORAMENTE E COMO NUNCADANTES VIMOS

ESTA É A QUESTÃO. SE NADA PUDERAM FAZER NA ERA DE LUD,IMAGINA AGORA QUE É NECESSÁRIO PEDIR LICENÇA PARA AS MAQUINAS.


Liberalismo econômico é o melhor caminho para a geração de riqueza, ninguém dúvida, mas também essa geração de riqueza é em escala global, não há divisão política da geração de riquezas. No mundo real, existe fronteiras, interesses políticos, interesses ideológicos, defesa dos interesses de uma nação. Acontece que existem unidades políticas com fronteiras definidas, que por inúmeras variáveis possui uma série de medidas que visam atender os interesses do seu povo, não estão preocupados com os interesses das nações alheias. Inegável que cada nação está em busca de seu próprios interesses, um deles é garantir que seu povo possa produzir, gerar riqueza, e melhorar sua qualidade de vida, qualidade está que não se resume apenas na idéia simplista de ter os melhores e mais baratos produtos, fruto da divisão internacional do trabalho, visto que a riqueza gerada dentro de outra fronteira política beneficia mais a população daquela unidade política do que de outra. Resumindo que o mundo não gira apenas em torno de economia, e que aplicar a economia liberal no planeta em escala global passaria por uma egemonia de pensamento da população mundial de aceitação desse modelo como o mais adequado, é ingenuidade a recreditar que esse discurso de produtos mais baratos e de qualidade é que são os grandes responsáveis pela qualidade de vida, há a necessidade de maior ênfase em questões oriundas da sociologia e geopolítica por parte dos liberais. Trocando em miudos, em escala global o liberalismo econômico é o melhor meio de gerar riqueza, só que a riqueza é gerada dentro de uma nação. É compreensível no caso Trump, que diz que não quer perder indústrias e empregos para a China. Em uma visão global o protecionismo prejudica a geração de riqueza na escala global, mas será que para a população de um nação, não é mais interessante existirem muitas indústrias em seu país, gerando emprego e renda, mesmo tendo produtos um pouco mais caros e com um pouco menos de qualidade, do que ter vasta opção de produtos baratos de qualidade, mas a população não tem dinheiro para consumi-los, por falta de oportunidades de gerar renda e ter como adquirir esses produtos? além do fato de que a maior parte da riqueza que foi gerada nesse arranjo beneficiou outra nação, que possui seus próprios interesses geopolíticos, a quem é mais benéfico a divisão internacional do trabalho onde a concorrência pode matar a indústria de uma nação? A nação que perdeu suas indústrias para a China terá melhora qualidade de vida da população por ter acesso a produtos mais baratos? Ou é a nação e o povo da nação industrializada que se beneficia mais em detrimento da nação que foi desindustrializada?


Como responder a alegação típica do Ciro Gomes de que o protecionismo é necessário para termos empregos no país?


Giovanni, o que acha dessa tabela de custos?

https://scontent.fnat2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/15590407_10155144088799295_1013946986036783147_n.jpg?oh=515cf4608734b280f2f186e79b58f57e&oe=596F7DD4


Está mais fácil pedir ainda mais tarifas e regulação, quem sabe matando o hospedeiro o parasita morre junto.


Vivendo fora da republiqueta você percebe que independente do quanto você ganhe, você so terá porcaria disponível pra sua compra somado a baixa qualidade de vida.
Estou em uma condição excelente em pais de primeiro mundo e fico triste de pensar em como achava que minha vida era boa ai. Para quem acha que os exemplos são somente com carros e smartphone, digo que até a qualidade do detergente que você usa é superior e mais barato.


"Em nenhum momento o operador sugeriu que a empresa fizesse algo de errado, somente analisasse com mais precisão que os custos envolvidos no negócio estão muito altos, ao passo que os preços só caem. De uma maneira lúdica e simples ele está dando o sinal que dessa maneira a médio prazo os motoristas não vão mais trabalhar com o Uber, e sem operadores a empresa simplesmente não existe."

Sorry, mas você, na condição de outisder (você trabalha na Uber?), não tem como saber disso.

Para começar, se fosse verdade essa sua afirmação de que "os custos envolvidos no negócio estão muito altos", ninguém estaria querendo dirigir para a Uber. No entanto, como mostra a realidade, não é isso o que está ocorrendo. Este é um sinal de mercado muito claro: os custos ainda estão menores que as eventuais receitas.

Sobre isso, eis um didático vídeo no qual um motorista da Uber descreve os seus ganhos e gastos em um ano. Resultado: o cara lucrou aproximadamente 850 reais por semana, o que dá 3.400 reais de lucro por mês.

Em um ano, ele faturou quase 53 mil reais.

Tudo isso trabalhando 42 horas por semana.



Ou seja, é perfeitamente possível se dar bem sendo motorista da Uber.


O que realmente aconteceu neste episódio, e que parece ter passado despercebido por você, é que o motorista Kamel fez uma enorme cagada. Segundo o próprio, ele gastou US$ 97 mil num carro! What the fuck?!

Como já apontaram lá em cima, com apenas US$ 22 mil o cara comprava um Honda Accord topo de linha.

Mas não. O motorista Kamel -- comprovando ser um péssimo empreendedor -- torrou US$ 97 mil num carro. Isso, nos EUA, é preço da Limousine.

É claro que ele iria falir. Ele não tem a mais mínima noção de como controlar gastos.

Você olhou apenas o lado das receitas e desprezou completamente o lado das despesas. O empreendedor bem-sucedido é aquele que, acima de tudo, consegue controlar e cortar custos. E o motorista Kamel se revelou um fracasso neste quesito (prova disso é o vídeo acima feito pelo motorista brasileiro).

Sem levar em conta essa tremenda cagada feita pelo motorista Kamel -- um erro básico de administração --, todo o seu argumento fica desprovido de sentido.


Acho que ninguem entendeu a duvida do Ex-Microempresário e os ataques em espantalho tão complicados, ele apenas teve uma duvida em relação a forma como a Uber opera. Disse que os empresários não são 100% livre empresários pois a Uber quem define os preços seja baseado em um algoritmo ou não.

Respondendo você Ex-Microempresário, pense nos motoristas como empresários sim, mas que prestam serviço a empresa Uber e esta ao consumidor. A Uber estipula o quanto está disposta a pagar ao motorista para prestar o serviço e este se quiser aceita, caso aceite a Uber então avisa o consumidor que o serviço será prestado. Os motoristas são sim empresários, mas não estipulam o preço porque prestam serviço a Uber e não ao consumidor.

A Uber como cliente único deles é quem estipula o que está disposta a pagar ao motorista. Conseguiu entender agora? Se não ficou claro pergunte novamente o que quer saber.





Acho Uber fantástico e o espirito do mercado livre.
Por isso eu SEMPRE utilizo em todo lugar que vou.


Bom dia pessoal.

A polêmica levantada pelo artigo foi feita de forma errada, e traz a confusão entre o básico sobre Livre Mercado (Economia) e o modelo Uber de negócios (Administração). Vou fazer algumas considerações sobre as duas ciências e aí conseguiremos chegar numa conclusão lógica sobre a contenda entre o intermediador (Uber) e o operador (Motorista).

Em economia, mais especificamente Escola Austríaca, o argumento do artigo (e do CEO) é válido e ponto pacífico. O consumidor define o preço e padrão de qualidade do produto ou serviço ofertado, e cabe ao fornecedor correr atrás para atende-lo, seja como fornecedor direto, seja como o modelo utilizado pelo Uber, etc. Se o operador acreditar que o modelo não lhe serve, basta sair.

Agora vamos ao que interessa.

Em administração, há alguns erros infantis cometidos pelo Uber, que levaram (e ainda levam) empresas para o buraco: guerra de preços sem levar em consideração a sustentabilidade do negócio. E é nesse ponto que valido o argumento do operador (motorista). Leiam atentamente.

Em nenhum momento o operador sugeriu que a empresa fizesse algo de errado, somente analisasse com mais precisão que os custos envolvidos no negócio estão muito altos, ao passo que os preços só caem. De uma maneira lúdica e simples ele está dando o sinal que dessa maneira a médio prazo os motoristas não vão mais trabalhar com o Uber, e sem operadores a empresa simplesmente não existe.

A resposta arrogante do CEO foi de uma infantilidade extrema: em vez de absorver a reclamação e analisar formas de diminuir os custos internos da plataforma e repassar um valor maior aos motoristas sem aumentar o preço final para o passageiro, ou simplesmente realizar uma pesquisa ampla por amostragem ou testes em campo com motoristas de teste para verificar a viabilidade do negócio para o operador, ele simplesmente agrediu, e o chamou de fracassado.

Não é assim que um CEO de uma empresa bilionária deve raciocinar, ainda mais em um modelo de negócio que envolve o capital de terceiros, onde O INTERMEDIADOR DITA OS PREÇOS conforme a política da empresa. Vou explicar melhor o ponto. Empresas de intermediação existem há muito tempo, e este modelo de negócios é um sucesso quando dois fatores são levados a excelência:

1- O operador é livre para ofertar no preço que lhe cabe.
2- O intermediador é extremamente exigente com a qualidade do serviço ou produto ofertado, e pune severamente os maus operadores.

Alguém aqui se lembra de empresas como: Trivago, Amazon, Mercado Livre, além da Google Play e Apple Store? Bem vindos ao mundo do Market Place, onde o intermediador é responsável pela divulgação e manutenção da qualidade dos produtos e serviços, elevando o padrão e fazendo com que o preço seja super competitivo. Porém, e leiam bem, porém o operador define o preço e não o MarketPlace.

No caso do Uber, ele não dá nenhuma liberdade ao operador para definir preços. O algoritmo pai define o preço da viagem e o motorista aceita ou não. Porém esse algoritmo não levam em consideração fatores importantes que vão manter o negócio sustentável, como manutenção, multas, etc. A curtíssimo prazo é um sucesso, pois é demanda garantida. Porém a médio e longo prazo, os problemas começam a aparecer: ao passo que o operador vê apenas os preços caírem e seu equipamento precisa de reposição ou manutenção, o valor pago pela viagem não compensa o trabalho.

Voltando a Ciência Econômica, é óbvio que seria um disparate dizer que o Uber é responsável por isso, mas em Administração nem tanto. Como intermediador e ofertador do negócio, é imprescindível que haja o serviço gratuito de cálculo de custos para o operador. Essa é a alma de um negócio transparente, como funcionam nos MarketPlaces tradicionais. Digo novamente, isto é o mínimo.

E não é apenas para o bem do operador, mas para o bem do negócio em si, pois sejamos simples: quem vai querer trabalhar em um negócio que só dá prejuízo a longo prazo? Se nada mudar, é o fim do Uber como empresa em algum tempo. Aliás, já estão tendo prejuízo. É o mesmo caso das franquias aqui no Brasil: venderam um modelo de negócio insustentável, e hoje a maioria das pessoas não acredita mais, com raríssimas excessões.

Se o Uber não mudar várias métricas do seu negócio irá ser varrida do mercado, e não faltam opções internas e externas que permitam que seus operadores possam continuar trabalhando, como:

- Diminuir os custos internos sinergicamente, repassando uma parte maior para os motoristas
- Permitir a venda de produtos e serviços pelos operadores, como guloseimas, bebidas etc, sendo pago previamente.
- Oferecer serviços diferenciados e pagos a parte, como carros para fumantes, animais etc.
- Permitir um mecanismo de ágio a parte pelo motorista dependendo do horário (uma alternativa a "bandeira 2")
- Dentre muitos outros.

Para concluir, a Ciência Econômica (principalmente a Austríaca) não deve ignorar os detalhes sobre Administração de Negócios para discutir demandas como o case acima. Sem a harmonia entre as partes internas de um negócio, tudo vai pelos ares, e por isso sugiro que sempre que duas Ciências forem sobrepostas em um artigo, sejam consultados pelo menos um especialista de cada área.

Obrigado por quem leu até aqui.


Isso é muito comum nos EUA. Dizem que é para filmar eventuais brutalidades policiais.

Também é comum na Rússia. Dizem que lá é para filmar eventuais atos de extorsão da polícia.


Basicamente por dois motivos:

Primeiro, por minhas qualificações acadêmicas. Tenho um mero diploma de graduação em economia (não tive interesse em perder mais tempo em universidade). E este corpo docente é para ministrar aulas de pós-graduação em EA. Pessoas que estão visando a uma pós-graduação não quererão -- presumimos -- ter aulas com quem tem um mero diploma de graduação.

Segundo, porque sinceramente não me vejo qualificado para sair "ministrando aulas". E também não é exatamente algo que me agrade. Gosto de escrever, e não de falar desbragadamente durante um período de tempo pré-determinado. Ministrar aulas é uma vantagem comparativa que não possuo. Alegremente, delego essa divisão do trabalho para terceiros.

Mas fico bastante honrado por essa sua percepção.

Grande abraço!


...porque existem pessoas capazes de criar, empreender...
Todas as pessoas são capazes de criar e empreender. Nem todas o fazem.

O capitalista é o cara que melhora vidas, salva vidas, deixa o mundo mais divertido e confortável entre uma infinidade de outras maravilhas.
Vc quis ironizar, né? Mas essa é uma verdade.

... mas se perguntarem para qualquer indivíduo de qualquer outra espécie não sinantrópica, acho que vão discordar. E se perguntarem para o Rio Doce, também. Mas isso é assunto para artigos sobre a relação do capitalismo com o meio ambiente.
Se não existisse o capitalismo, não existiriam mineradoras ou as mineradoras seriam magicamente à prova de acidentes? Ah, já sei, não foi um acidente, foi culpa da "ganância" inerente ao capitalismo. A propósito, quais são os sistemas alternativos ao capitalismo atualmente implementados e qual a relação deles com o meio ambiente?

Quero que perguntem sim, para o trabalhador, esse do Marx...
...Será que ELE se sente EXPLORADO...
...Será que ELE, o objeto em discussão tem alguma voz nessa ideologia?

ELE tem nome e endereço ou é um ente imaginário que subsititui a SUA visão a respeito do tema ?

Mas na verdade existem duas formas de se tornar um bilionário hoje: herança, e exploração do trabalhador ou das regras do Estado.
Bill Gates, Mark Zuckerberg, Messi, Neymar, Madonna, Lady Gaga.
Em comum entre eles: não receberam heranças, não exploram trabalhadores (seja lá o que vc entende por explorar), não exploram regras do estado, e fornecem produtos que as pessoas querem consumir.

Mas o fato é que não está funcionando, nem pelos números dos próprios capitalistas
Que números seriam esses?

Não está funcionando para a grande maioria das pessoas no planeta.
De novo, a "grande maioria das pessoas no planeta" disse isso pessoalmente para vc ou é apenas wishful thinking?

Então, tontos e ávidos por uma solução, começamos a jogar pedras para todo lado buscando culpados.
Fale por você.