Últimos comentários


Pré-determinadas por quem? Com qual relevância?

Quem veio primeiro: as pessoas ou o estado? O ovo, ou a galinha?


Qual é a estratégia do Mises Brasil para começar o desmonte do estados e do estado assistencialista e incrustado de parasitas de uma maneira prática e contínua e progressiva? Reformular a federação dando mais poder aos estados e pouco ao governo federal? Promover o direiro de secessão para que o mais experimentações sejam feitas pelos estados e que a liberdade possa provar que onde ela se instala a vida dos cidadãos melhora a cada dia que passa? Qual seria o roteiro de ação para que os poucos libertário do Brasil possam começar a agir para que gerações futuras possam ter uma vida melhor, independente do governo sob a guia da liberdade?


O "capitalismo" brasileiro é o capitalismo de Getúlio Vargas: "Aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei...."

Vejam o depoimento do Odebrecht: com R$ 150 milhões comprou o executivo; com mais R$ 100 milhões comprou o legislativo.

Os compadres compram o governo -- ou seja, compram o poder -- bem baratinho. E tem gente que ainda diz que a solução é aumentar o governo e dar ainda mais poder a ele. Ou seja: querem que os compadres possam comprar o poder absoluto por R$ 250 milhões...


R: Em nenhum momento. Independente da situação, roubar o dinheiro de alguém nunca será ético e moralmente correto.
Bem, é errado agredir alguém que nunca agrediu ninguém. Mas se alguém te roubou antes, então é totalmente moral roubar* ele de volta.

Apenas pensando alto aqui, seria moralmente justificável um pagador de impostos roubar um agente da receita federal...?

*Sim, você pode definir roubar aqui como "restituir", mas quem te roubou em primeiro lugar certamente definirá tal ato como roubo.



Tem muita grande empresa no Brasil que se encarar de frente uma verdadeira concorrência quebra em um ano.
Como se dizia "antigamente": Quem não tem competência não se estabelece.



por estado toda e qualquer sociedade que segue regras pre determinadas independente que todas as pessoas concordem ou não


Isso NÃO É estado. Enquanto você continuar com definição errada de estado, continuará falando besteira.


Então, quando tiver um filho, acredito que será imparcial se um dia ele roubar algo de um coleguinha que não possa se defender. Por favor, não se reproduza, seu idiota...


Errado! Não existe essa de contrato social, tampouco contrato implicitamente assinado. Roubar é errado porque vai contra o direito natural, que todos têm pelos simples fato de serem seres humanos. Aliás, direito natural serve de base e, portanto, precede costumes gerais, religiosos ou jurídicos.


A questão do câmbio é realmente umas das mais enganosas ...quando vejo empresário "exportadô" reclamando na TV que o cambio deveria estar mais alto, não sei se é pra rir ou pra chorar tamanha ignorância.....Já vi um falar que o dólar deveria estar R$ 4,50 ...é dose ....DÓLAR BOM É DÓLAR BAIXO .....Deveria ser um mantra.




Essa questão do estado oculto realmente merece mais discussão e exposição. Todos nós meio que sabemos do estado oculto em nível federal (empreiteiras e grandes empresários), mas pouco se fala daqueles em nível estadual (sabemos apenas de Eike Batista e Sérgio Cabral) e muito menos daquele em nível municipal.

Em Belo Horizonte recentemente aconteceu algo interessantíssimo: o prefeito eleito Alexandre Kalil fez campanha dizendo que iria "abrir o caixa-preta da BHTrans" e iria colocar os empresários de ônibus na coleira, reduzindo as passagens.

Tão logo ele assumiu a prefeitura, não só não fez nada disso como ainda decretou um aumento de 40 centavos (!) nas tarifas de ônibus.

Ou seja, foi eleito rugindo e está governando miando.

Não estou dizendo que tal aumento está errado e nem muito menos estou dizendo que o prefeito deveria impor reduções de tarifa na canetada. Estou apenas chamando atenção para um fato: o estado oculto (no caso, os empresários que detêm o monopólio, garantido pelo estado, do sistema de transporte) manda muito mais no governo do que a própria prefeitura.


Você tem um ponto. O trecho em questão já foi devidamente alterado.

"Em sua concepção clássica, o governo tinha uma única função: evitar que estas pessoas infligissem danos às demais."


https://wikileaks.org/ciav7p1/

E o pior é que tal estado ''dentro do estado'' não responde a pressão popular devido a baixa transparência


Não concordo....o que falta no Brasil também é poupança interna....assim não teríamos que pegar dinheiro emprestado com emissão de títulos com juros altos para captar recursos. Com juros mais baixos, todo o setor produtivo iria realmente produzir e não ganhar dinheiro só comprando e vendendo papéis.



Eu acho que o mais importante é notar que o objetivo dele era I, desestimular o consumo de refrigerante (considerado prejudicial à saúde) e II, utilizar o dinheiro do imposto para financiar escolas K-12. E, se você observar o que é dito no artigo do NYP, eles já haviam projetado queda no consumo. Ora, como que acontecerá queda no consumo? Claro que por causa de preços maiores! Caso contrário, a medida seria inútil.

O que aconteceu na Filadélfia não foi um caso de um prefeito que não sabia as leis mais elementares da economia. O objetivo dele era diminuir o consumo. O que aconteceu foi que a população se indignou com essa medida e ele não quis levar a culpa, e aí tentou inventar a primeira desculpa que veio a mente.


Deveríamos espalhar essa ideia pelas redes sociais. Eu já tenho um apartamento no Paraguai faz 5~6 anos e estou me planejando para empreender lá.




Caralho deu vontade de vomitar.

Lembrei demais de Ayn Rand aqui e seus personagens politicos.


Que coincidência... foi depois de ler esse mesmo artigo que decidi te perguntar isso.
Valeu!



Só tem um problema aí: os assaltantes (políticos) assaltam também quem não vota na esquerda e quem não apoia expropriadores.


"Na minha opinião, o aborto deve ser ilegal e proibido em qualquer fase. Aborto e Infanticídio são os maiores crimes que podem se cometer contra um ser humano inocente"

Mas, na sua opinião, em que momento se dá o crime? Em que momento em que se configura a situação de aborto?


Eu acredito! Mas não acredito que possa acontecer no BR... aqui somos mto criativos! kkkk
Eu já havia lido esse texto tempos atrás e essa historinha das carteiras de habilitação? Pense aqui com nossa CNH se acontecesse a mesma coisa dali, em 10 dias para criar uma respostinha, nossos burocratas não só iam achar a CNH totalmente indispensável como iriam descobrir novas necessidades de mais exames, mais testes, mais papel, menores prazos de vigência e, óbvio, mais taxa$! Tudo, é claro (aham), pela sua segurança cidadão! kkkkkkkk


"Originalmente, o governo tinha uma única função: evitar que estas pessoas infligissem danos às demais."

Originalmente quando? Até onde eu sei, estado original não foi criado para o bem das pessoas, mas para que uns tivessem domínio sobre outros. Pode até ser que o estado fizesse leis com o objetivo de evitar que alguns infligissem danos aos demais, mas a função original dele nunca foi essa.





Não tenho conhecimento ou eloquência o suficiente para comentar extensivamente sobre o assunto, mas vou te falar, os comentários desse prefeito me deram ânsia de vômito. A arrogância do cara é de doer o pâncreas.


Complementando, essa idéia cai na armadilha de querer consertar um problema criado pelo governo (no caso a proibição de diminuição de salários que você citou) com mais uma ação do governo (inflação forçada). Isso nunca dá certo.


Esse cara não é nada. Quem lembra do CEO gênio do mal que, do dia pra noite, aumentou o preço de um remédio em 5000% e se tornou o cara mais odiado dos EUA?



o maior mito do momento chama-se anarcocapitalismo pois simplesmente não é possivel uma sociedade sem estado algum-entenda por estado toda e qualquer sociedade que segue regras pre determinadas independente que todas as pessoas concordem ou não-



Esses três meses que abortistas brasileiros geralmente falam é um "consenso" quase unicamente brasileiro. Nos EUA, a Nomenklatura (Suprema Corte, Academia Nacional de Ciências e outras instituições) declarou nos últimos anos que o feto não possui atividade cerebral para ser considerado humano até os 6 meses de gestação (https://medlineplus.gov/ency/article/002398.htm - https://www.rcog.org.uk/globalassets/documents/guidelines/rcogfetalawarenesswpr0610.pdf - https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1375108/?page=1). Isso é simplesmente o dobro do que geralmente é falado no Brasil.

Qualquer opinião quanto à questão "até que fase deve ser liberado o aborto?" é 100% arbitrária. Os EUA, onde os estados possuem diferentes legislações, é a maior prova disso.
Na Dakota do Norte, o aborto é permitido até as 6 semanas. No Arkansas, é permitido até as 12 semanas. No Arizona e na Carolina do Norte, é permitido até as 20 semanas. No Alabama, Georgia, Idaho, Indiana, Kansas, Louisiana, Nebraska, Oklahoma, é permitido até as 22 semanas. Na Flórida, Massachusetts, New York, Pennsylvania, Rhode Island, Dakota do Sul, Carolina do Sul, Califórnia, Connecticut, Delaware, Hawaii, Illinois, Kentucky, Maine, Maryland, Michigan, Minnesota, Missouri, Montana, Ohio, Tennessee, Utah, Washington, Wisconsin, Wyoming e Nevada, é permitido até as 24~26 semanas. No Iowa, Texas e Virginia, é permitido até as 28 semanas. No Alaska, Virginia Ocidental, Vermont, Oregon, Novo México, Nova Jersey, Novo Hampshire, Mississippi, Washington e Colorado, não há limites para a prática do aborto.
Na minha opinião, o aborto deve ser ilegal e proibido em qualquer fase. Aborto e Infanticídio são os maiores crimes que podem se cometer contra um ser humano inocente.


Sou leitor do mises há um bom tempo, mas fico de cara como algumas pessoas ao invés de responder educadamente a dúvida do cidadão, que certamente esta interessado em aprender, empinam o nariz com o único objetivo de mostrar o seu ponto de vista. Triste isso...


Ele não detalhou. Apenas prometeu gastar US$ 1 trilhão, sem especificar como.

"Trump has pledged what he calls "a $1 trillion investment" in additional spending on "infrastructure." It's unclear if this is outright government spending or loan guarantees and other crony-capitalist strategies designed to funnel taxpayer money to "private" companies receiving government funds to build roads.

Given that federal spending on transportation in 2016 was 90 billion dollars, an additional $1 trillion would be an enormous increase over current spending levels."

mises.org/blog/trumps-speech-budget-busting-spending-spree


Agora, um setor em que ele realmente prometeu gastar os tubos é com o Pentágono, para delírio dos neocons:

mises.org/blog/trump-readies-new-pentagon-spending-binge


Era exatamente isso o que dizia Keynes. Só que ele, assim como você, não respondeu: o que ocorrerá quando os sindicatos perceberam essa queda real de salários e exigirem reposições acima da inflação?

Aí tudo desmorona.

Na prática, você está dizendo que tal arranjo é bom porque ele furtivamente rouba poder de compra dos trabalhadores. E os trabalhadores, segundo você, são burros demais para perceber esse confisco.

Não se constrói uma economia sadia na base da imoralidade.


"Sim, mas no primeiro caso o Bacen precisa intervir diretamente para garantir a selic na meta, certo"

Na verdade, é no segundo caso -- quando um banco reduz suas reservas sem reduzir depósitos -- que o BC tem de intervir diretamente para garantir a SELIC na meta.

"Se por exemplo outros bancos estivessem com "excesso de reservas", não haveria expansão por esse mecanismo."

Nesse caso, esses bancos poderiam emprestar para o Tesouro sem ficarem com problemas de coeficiente de caixa. Só que, também nesse caso, dinheiro que estava fora da economia entrou na economia. Dinheiro que estava no cofre dos bancos (reservas bancárias depositadas no Banco Central) entrou na economia. Houve aumento da oferta monetária.

"Já no segundo caso, é garantido que isso ocorrerá sempre, certo?"

Em ambos os casos há expansão monetário. Em ambos os casos, dinheiro que não estava na economia entrou na economia.


Votar na esquerda é querer mamata, beneces e arrêgos.

Quem quer essas mamatas merece ser assaltado pelo governo.

Quem vota na esquerda está pedindo para ser assaltado. Não há nenhuma injustiça quando um ladrão rouba outro ladrão.

Quem apoia expropriadores merece ser assaltado pelo governo.


A primeira parte de sua resposta é completamente ininteligível. Mas constato como você mudou completamente o enfoque. Antes, o problema era o volume total de exportações e a força da indústria. Refutado pela teoria e pela empiria, você agora criou uma nova teoria: o que deve ser observado não são exportações em si, mas "as exportações nacionais em relação às exportações mundiais".

Será que você não nota como você próprio se contradisse neste único parágrafo? Se as exportações aumentaram, como você próprio admitiu, então como é que o país pode estar em pior situação no que tange às "exportações nacionais em relação às exportações mundiais"? Se as exportações aumentaram, meu caro, então, por definição, a posição deste país no comércio global melhorou.

A menos que você agora tenha criado uma teoria que diga que aumento de exportações significa, na verdade, uma redução da participação no comércio mundial. E que o país estava melhor colocado quando exportava menos.

É nisso que dá querer entrar num debate sem ter qualquer teoria ou bagagem intelectual.

Mas agora vem a melhor parte.

"Vamos supor que o presidente do BC leia Mises Brasil e resolva implantar um Currency Board como é sugestionado em vários artigos."

Já começou errado.

Banco Central, por definição, não pode fazer às vezes de um Currency Board. Ambos são instituições de funcionamento completamente distinto. A função de um Banco Central é criar dinheiro, comprar títulos públicos e regular as taxas de juros. Já um Currency Board não pode fazer nada disto. Ele não pode comprar ativos nacionais e não pode regular juros. E só pode criar dinheiro quando entrar em suas reservas o equivalente de moeda estrangeira.

Logo, um BC querer implantar um Currency Board seria a quadratura do círculo.

"Supondo que ele escolha a taxa de R$1,00 por dólar ( ou seja, uma valorização cambial de mais de 50% em relação ao valor atual do dólar),"

Pela quinta vez você demonstra falar de algo sobre o qual não possui o mais mínimo conhecimento. Não é assim que funciona a determinação da taxa de câmbio de um arranjo de Currency Board. Não existe um burocrata que, de acordo puramente com seus caprichos, escolhe uma taxa de câmbio que bem quiser. Não é assim que funciona.

Há todo um artigo explicando como se estipula a taxa de câmbio, a qual é definida pelo mercado, e não por um burocrata escolhendo valores ao seu bel-prazer.

Este arranjo que você descreveu é tudo, menos Currency Board.

Por favor, estude minimamente algo antes de falar sobre ele. Isso lhe deixa completamente a descoberto.

"você realmente acredita que as exportações vão aumentar e que esta valorização será boa para as industrias?"

Impossível eu fazer qualquer juízo, uma vez que você descreveu um arranjo completamente fictício, insustentável e que atenta contra as leis de mercado.

O que está em debate é: uma apreciação natural do câmbio, guiada pelas forças de mercado, é boa ou ruim para as indústrias e para as exportações? Eu mostrei que sim, utilizando fatos, dados e argumentos.

Já você disse que não, utilizando ... nada. Você defende a posição de que, quanto mais a moeda se desvaloriza, melhor. Só que não apresentou uma única teoria que explique isso. E muito menos fatos e dados empíricos comprovando essa sua tese. (Pô, a Venezuela e sua moeda desvalorizada estão logo ali, implorando para ser usadas de exemplo...)

E agora você propõe, como exercício mental, um arranjo irreal e insustentável, no qual um burocrata, de acordo com seus caprichos e ignorando completamente as leis de mercado, estipula um valor qualquer para o câmbio. (Algo que, se você estivesse minimamente familiarizado com a teoria do Currency Board, saberia ser impossível de ser feito).

Ora, por acaso estaria você querendo dizer que um burocrata estipulando preços arbitrariamente, sem qualquer consideração pela realidade de mercado, é um arranjo que vai gerar problemas? Nossa! Que descoberta! Go to the head of the class!

Faça um favor a si mesmo: estude bem um assunto antes de querer comentá-lo em público. Caso contrário, é vergonha garantida.


Sobre o pacote de gastos em infra do Trump: já existe o detalhamento do programa de gastos de 1 trilhão em infra que o Trump quer aprovar? Como é feito o gasto disso: diretamente pelo governo via licitação ou via uma espécie de BNDES com juros subsidiados?
Ainda sobre isso, sei que a maioria dos aeroportos americanos é estatal e administrado pelo município. E quanto aos portos? E as estradas têm pedágio? Se sim, são administradas pelo Estado ou por concessão?
Obrigado antecipadamente!


Fui sindicalista e concordo que tem que ser aprovado imediatamente o projeto do deputado Peninha para o fim do imposto sindical.

Os sites, blogs etc além de fazerem esclarecimentos devem implementarem campanhas e cobrarem aos parlamentares a votação imediata desse projeto.


acho que ha um ponto positivo em favor de uma pequena inflacao, algo como 2-3%, que seria a flexibilidade para uma empresa diminuir os custos de pessoal via o nao aumento do salario, sem ter que reduzir o salario (proibido por lei aqui), ou repor trabalhadores.


Leandro, não concordo com seus argumentos. Também não é acurado medir a evolução relativa das exportações em grandezas físicas como quilogramas. É claro que houve uma indiscutível melhora nas exportações de um país se ele exportou 1 tonelada de laranjas em janeiro e em fevereiro exportou 2 toneladas. Mas isso não significa absolutamente nada em termos macroeconômicos. O que deve ser observado é a relação entre as exportações nacionais e as exportações internacionais de um determinado item. Por exemplo, se em janeiro a exportação mundial de laranjas foi de 100 toneladas e em fevereiro foi de 500 toneladas, é óbvio que o país analisado em questão está atrasado em termos macroeconômicos relativos à produção e exportação de laranjas. Isto é evidente porque enquanto houve um aumento de 100% nas exportações de laranjas do país em questão, a exportação mundial no mesmo período cresceu 400%. Ou seja, o país em questão está bem em termos absolutos mas em termos relativos está atrasado.

Agora vou me concentrar em desmascarar essa teoria de que moeda forte é boa para as exportações. Se você acredita que uma desvalorização cambial prejudica as industrias e as exportações, certamente acredita que uma valorização cambial ajuda as industrias e as exportações. Mas como isso ocorreria? Vamos supor que o presidente do BC leia Mises Brasil e resolva implantar um Currency Board como é sugestionado em vários artigos. Supondo que ele escolha a taxa de R$1,00 por dólar ( ou seja, uma valorização cambial de mais de 50% em relação ao valor atual do dólar), você realmente acredita que as exportações vão aumentar e que esta valorização será boa para as industrias? O que você acha que aconteceria neste caso? Eu digo que a economia entrará em uma deflação de preços e monetária profunda, que as importações vão crescer abruptamente e as exportações desabar, além de uma forte recessão.


Off Topic

Por que o IMB não aproveita para publicar sobre o novo imposto em refrigerantes que foi passado na Filadélfia, e que acabou com boa parte do mercado local?

Soda companies, supermarkets report 30-50 pct. sales drop from soda tax

"[...] The city questioned the legitimacy of the early figures and predicted that customers responding to the initial sticker shock by shopping outside the city would return.

"We have no way of knowing if their sales figures and predicted job losses are anything more than fear-mongering to prevent this from happening in other cities," said city spokesman Mike Dunn.

Mayor Kenney harshly rebuked reports of coming layoffs late Tuesday night.

"I didn't think it was possible for the soda industry to be any greedier," Kenney said in an emailed statement. " … They are so committed to stopping this tax from spreading to other cities, that they are not only passing the tax they should be paying onto their customer, they are actually willing to threaten working men and women's jobs rather than marginally reduce their seven figure bonuses."

Pepsi to lay off 80 to 100, blames soda tax

"The city has pointed to higher-than-expected revenue numbers in the first month of collection, and restaurants who report being largely unaffected by the tax, to argue the industry could be exaggerating sales declines in an attempt to prevent the enactment of similar taxes in other cities or to gain a favorable outcome in court."

Philly's soda tax is crushing the city's beverage business

"City officials, for their part, are disputing both the consumption reduction and layoff figures and saying opponents of the tax may be trying to deter other big cities from trying to follow suit.

According to Mike Dunn, spokesman for Mayor Jim Kenney, the city had projected a 27 percent consumption decline as a result of the tax.

"We have no way of knowing if their sales figures and predicted job losses are anything more than fearmongering to prevent this from happening in other cities," he says."

Fallout over Philadelphia's soda tax bubbles up

""Is it a political game?" CBS News asked.

"We are certainly not using this as a game or a fear-mongering tactic. This is reality," he said.

But Philadelphia Mayor Jim Kenney says politics are at play.

"Talk about using your employees as pawns. I always thought they sunk to a low, but this is a new low for them," he said.

Kenney says the city has taken in nearly $6 million from the tax to help pay for expanded pre-K programs and hire around 250 people.

"Especially kids who are living in struggling neighborhoods -- they need this help, they need this kind of connection and we are not going to let them down," Kenney said."

Philadelphia soft drink vendors say soda tax is 'devastating' sales

"City officials, however, argue that grocery stores and vendors do not need to pass this tax along to their customers, as it's not actually a sales tax, but rather a tax on distributors.

"Since it is not a sales tax, distributors … do not have to pass it down to their customers, the dealers," spokesperson Mike Dunn told Fox News in early January. "They could choose to slightly lessen their seven-figure bonuses, for example."

Jim Krieger, the executive director of Healthy Food America and an advocate for the tax, claims that vendors are pre-emptively reporting losses in an effort to get the legislation overturned.

"This is just an attempt by industry to whip up the troops and try to turn back sound public policy," Krieger told Bloomberg. "The bottom line is that the purpose of the tax was to raise money for important needs and to serve the residents of Philadelphia, and it's doing precisely that.""

Philadelphia residents up in arms over soda tax hit

""The Philadelphia Beverage Tax is a tax on the distribution of sweetened beverages intended for retail; it is not a sales tax to be paid by the consumer and collected by the retailer," spokesman Mike Dunn said. "There are thousands of Philadelphians who are thrilled with the infrastructure this tax will pay for, so it depends on who you're speaking to."

The mayor's office said there was no "mandate" on consumers, but rather on dealers and distributors who could choose whether to increase prices.

"Since it is not a sales tax, distributors … do not have to pass it down to their customers, the dealers," Dunn said. "They could choose to slightly lessen their seven-figure bonuses, for example."

But McCorkle, a plaintiff in the case against the tax, said despite what the mayor's office says, the tax will be passed onto consumers."

Pepsi Lays Off 20% Of Its Philadelphia Workers, Blames Soda Tax

"So with math clearly not the city's strong suit, it promptly reverted to what it is far stronger at: pandering.

"The soda industry sunk to a new low today," city spokeswoman Lauren Hitt said. "They are literally holding hostage the jobs of hard-working people in their battle to overturn the tax. Pepsi reported nearly $35 billion in gross income and $6 billion in profit last year.... The idea that they can afford to do that but 'must lay off workers' should make every Philadelphian very skeptical of whether these layoffs are actually due to the tax."

[...] Actually, yes they are, but what has become apparent is that was the city's hope that Pepsi would ignore losses at the regional level, and use profits from other geographic operations to subsidize Philadelphia's losses. Alas, that's not how capitalism works, and Philadelphia is starting to realize this and it is not happy."

Philly Mayor Blames 'Price Gouging' for Outrage Generated by City's New Soda Tax

""They're gouging their own customers," Kenney said, KYW News reports.

To understand Kenney's reasoning, you have to know that the new tax technically is applied at the wholesale level. That is, the city is charging a tax on the transaction that takes place when a business, like a sandwich shop or grocery store, purchases soda (or the syrup used to make soda in a fountain) from a distributor. In the mayor's mind, it seems, distributors and retailers are supposed to eat the cost of the tax and continue selling their products at the same price as before the tax went into effect.

[...] Newswork's Katie Colaneri visited Carbonator Rental Services in Philadelphia to break down the math.

The distributors sells five-gallon boxes of syrup that can be used in soda fountains, and each box costs a retailer about $60. Thanks to the city's new tax, though, retailers have to pay $57.60 in taxes for each of those boxes of syrup.

"We're not talking about a couple of bucks on a $60 item," Andy Pincus, who owns Carbonator Rental Services, told Newsworks. "We're talking about $57.60 on a $60 item. It's too big not to pass on."

Pincus says he can't absorb the tax because he makes less than $20 in gross profit—the difference between how much he paid for the box of syrup and how much he sells it for—on each box. Out of that money, he has to pay all his employees, buy gas for delivery trucks, and cover all the other costs of doing business. So, he increased the price he charges to retailers buying syrup from his business. Those retailers, who are operating under similarly small margins, are doing the same thing and increasing prices charged to consumers."

Eu até diria "Olha, aprenderam que quando você aumenta os custos de X artificialmente você diminui a demanda por X". Mas é impossível. O prefeito da cidade está dizendo que a culpa é "das empresas gananciosas, que estão passando os custos para os consumidores, coisa que não deveriam fazer, e fazendo apelo político com o emprego de trabalhadores".


Se alguém discorda que propriedade privada é a coisa mais bonita desse mundo depois desse texto eu desisto da humanidade.


Interessante notar como o próprio Ron Paul parece "refutar" uma parte substancial dos comentários aqui:

"Very early pregnancies and victims of rape can be treated with the day after pill, which is nothing more than using birth control pills in a special manner. These very early pregnancies could never be policed, regardless. Such circumstances would be dealt with by each individual making his or her moral choice."
Fonte: Liberty Defined: 50 Essential Issues That Affect Our Freedom, Ron Paul.

Portanto, ao que me parece, Ron Paul é pró-escolha nos primeiros dias da nova vida. Vários comentários concordariam que ele é um abortista imundo, um falso libertário. Em um artigo dele! Que ironia...

E sim, concordo com o Padre Paulo Ricardo que tomar a nidação como critério para legalizar o aborto é tão arbitrário quanto usar o critério dos 3 meses. Ainda vejo a fecundação como sendo o único critério objetivo e acredito que, neste ponto, o Ron Paul tenha opiniõs arbitrárias e, de uma certa maneira, inconsistentes.


E CONCLUINDO (enquanto escuto DavidGilmor recitar Comfortably Numb suavemente entorpecido)

Nada disto é mi-mi-mi, coitadismo ou vitimismo.

Pois também não fiz minha parte. Mesmo assim, construí uma vida, agora com netos que, espero, tenham o pensamento diferente de nós, povo brasileiro, que no final, sempre "queremos levar vantagem em tudo".

Assim, vocês do IMB e admiradores. Não basta reclamar via Internet. Tem que ir a luta.

Por que os políticos tão pouco se lichando para reclamações, passeatas e panelaços. Tampouco os empresários com suas benesses.

Até porque, muitos paneleiros de ontem, agora estão do lado do poder, parafraseando Cazusa.



Sim, mas no primeiro caso o Bacen precisa intervir diretamente para garantir a selic na meta, certo? Se por exemplo outros bancos estivessem com "excesso de reservas", não haveria expansão por esse mecanismo. Já no segundo caso, é garantido que isso ocorrerá sempre, certo?


"Caso o dólar passe a valer R$10,00 e as exportações aumentem 50% no período, é óbvio que o valor em dólar das exportações vai diminuir. Vou dar um exemplo bem prático pra quem não entendeu:

Supondo que o Brasil exporte R$1000,00 reais por mês e o valor do dólar seja R$1,00. Então as exportações totais foram de U$1000,00.

Agora, supondo que o Brasil exporte R$1000,00 reais por mês e o valor do dólar seja R$20,00. Então as exportações totais foram de U$50,00. Isso significa que o Brasil exportou menos?"


Meu Deus, e você acha que NINGUÉM pensou nisso? Precisou aparecer uma mente superior, um QI descomunal pra nos informar de que com a desvalorização do real o valor nominal das exportações vai variar?

Você acha que isso aqui é algum boteco, por acaso?

A desindustrialização causada pela desvalorização do real não se mede só em volume nominal de exportações, e NINGUÉM aqui falou isso, presta atenção cidadão!

Sobre o Japão, bela tentativa. Só faltou contar o resto da história - as políticas adotadas pelo governo japonês para conter a queda no crescimento econômico. Colocar a culpa toda na valorização do Iene é bem conveniente.

"Após o Acordo do Plaza [acordo em que o Japão concordava em valorizar sua moeda em relação ao dólar], assinado em 1985, a valorização do iene atingiu brutalmente o setor exportador, o que reduziu o crescimento econômico de 4,4 por cento em 1985 para 2,9 por cento em 1986 (EIU 2001).[1] O governo tentou contrabalancear essa apreciação do iene afrouxando drasticamente a política monetária entre janeiro de 1986 e fevereiro de 1987. Durante esse período, o Banco do Japão (BOJ) cortou a taxa de redesconto pela metade - de 5 por cento para 2,5 por cento. Como conseqüência desse estímulo econômico, o preço dos ativos do mercado imobiliário e do mercado de ações foi violentamente inflado, criando-se uma das maiores bolhas financeiras da história. O governo reagiu apertando a política monetária, elevando por 5 vezes as taxas de juros, até chegar ao nível de 6 por cento em 1989 e 1990. Após esses aumentos, o mercado entrou em colapso."


Já passamos pela recessão e estamos adentrando a recuperação -- a qual, no entanto, pode ser postergada por causa da confusão no cenário político.

Dois artigos sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2581


Na prática, sim.

Ao terem suas reservas reduzidas -- porque emprestaram para o Tesouro --, os bancos ficam com menos reservas do que as necessárias para cobrir seus depósitos (o coeficiente de caixa fica abaixo do estipulado pelo BC). Isso, por si só, configura a prática de reserva fracionária.

Observe que, em termos práticos, dá no mesmo um banco criar depósitos sem aumentar suas reservas, ou reduzir suas reservas sem reduzir depósitos. Ambos os casos configuram reservas fracionadas.


E COMPLETANDO:

Em todos os filmes que assisti sobre a minha vida, nestes mais de 45 anos em 60 de vida aqui nesta Bananalândia, o resultado foi sempre o mesmo: morri no final de todos os filmes.

E pior, o que eu vejo é que os paneleiros não querem acabar com a corrupção, mas só tirar o partido corrupto, da vez, do poder.

E com ele fora, guardam-se as panelas. Porque o Brasil virou o Fla-Flu da política: "Seu partido é corrupto." "Não, é o seu." "O SEU", "O seu come criancinhas", "o seu suga os trabalhadores", ...

Estes pobres coitados deveriam ler o que já foi publicado aqui no Instituto Mises: "Não alimente seu político favorito."



Mas essa criação de dinheiro não está relacionada à alavancagem dos bancos pelas reservas fracionárias? Para o banco emprestar $1000, ele só precisa ter $400 depositados, então foram criados $600 nesse cenário...



Bom, já que você pediu....

"Sobre o "mito" 5, ele simplesmente não procede e os dados são fajutos."

Os dados estão no site do Banco Central, é só você digitar os números das séries que estão no canto inferior de cada gráfico. Vá lá e diga a eles que "é tudo fajuto".

"Os dados são fajutos porque não é acurado medir exportações em dólar."

Todas as exportações, de todos os países do mundo, são mensuradas em dólar, meu caro. Essa é a maneira padronizada de se mensurar os valores monetários do comércio internacional.

Mas não se preocupe: logo abaixo, colocarei as exportações em quilogramas. Aí a coisa vai ficar realmente interessante... Mas não para você.

"Caso o dólar passe a valer R$10,00 e as exportações aumentem 50% no período, é óbvio que o valor em dólar das exportações vai diminuir. Vou dar um exemplo bem prático pra quem não entendeu: Supondo que o Brasil exporte R$1000,00 reais por mês e o valor do dólar seja R$1,00. Então as exportações totais foram de U$1000,00. Agora, supondo que o Brasil exporte R$1000,00 reais por mês e o valor do dólar seja R$20,00. Então as exportações totais foram de U$50,00. Isso significa que o Brasil exportou menos?"

Só que seu exemplo é tosco e não procede por um único motivo: se o câmbio se desvaloriza e o dólar pula de R$ 1 para R$ 20, então dificilmente o preço do produto exportado irá permanecer em R$ 1.000. Perante tamanha desvalorização do real, é bem provável que o preço deste produto pule de R$ 1.000 para algo próximo de R$ 20.000.

Mais ainda: com uma moeda tão desvalorizada, será impossível produzir qualquer produto de qualidade. Certamente não se produzirá nenhum produto competitivo internacionalmente. E aí as exportações irão desabar.

Você cometeu aquele mesmo erro criticado no artigo: defensores da desvalorização da moeda juram que é perfeitamente possível isolar os efeitos de uma desvalorização, de modo que ela não afete absolutamente nada negativamente, trazendo apenas efeitos positivos. Pessoas como você acreditam que, se o dólar pula de R$ 1 para R$ 20, nada de negativo acontece. Apenas aumentam as receitas dos exportadores e pronto. Típico raciocínio de quem nada sabe sobre economia.

Com este único exemplo, você próprio acabou de mostrar que a desvalorização cambial, na melhor das hipóteses, não traz benefício nenhum. O exportador nem sequer aumentou suas receitas em reais.

Entenda esse princípio básico: nenhum país que tem moeda fraca e inflação alta produz bens de qualidade que sejam altamente demandados pelo comércio mundial. Todos os bens de qualidade são produzidos em países com inflação baixa e moeda forte. Apenas olhe a qualidade dos produtos alemães, suíços, japoneses, americanos, coreanos, canadenses, cingapurianos etc.

Se moeda forte fosse empecilho para a indústria, todos esses países seriam hoje terra arrasada. No entanto, são nações fortemente exportadoras. Moeda forte e muita exportação.

Pela sua lógica, aliás, era para a Venezuela estar entre os maiores exportadores do mundo, já que sua moeda vale literalmente menos que papel higiênico. E, no entanto, o país não produz nada que preste e que seja demandado internacionalmente.

Agora chega de teoria e vamos para a empiria. No link abaixo, há um gráfico (também do Banco Central) mostrando a exportações de manufaturados em quilogramas. Ou seja, o gráfico faz exatamente o que você desafiou: ele mostra o total de mercadorias exportadas em uma grandeza física (quilogramas), e não em dólares.

Se a sua teoria estiver correta, as exportações têm de aumentar em períodos de dólar caro (1999 a 2002; 2012 a início de 2016) e cair em períodos de dólar barato (2004 a 2012; e 2016).

Já se a teoria do artigo estiver correta, então tem de ocorrer o contrário: as exportações têm de cair em períodos de dólar caro (1999 a 2002; 2012 a início de 2016) e aumentar em períodos de dólar barato (2004 a 2012; e 2016).

O gráfico mostra as exportações de manufaturados, que dependem de insumos e bens de capital mais complexos para ser fabricados. Ou seja, ele mostra as exportações de automóveis, de motores e suas partes, de tratores, de veículos de carga, e de partes e peças para automóveis e tratores.

Ei-lo:

s28.postimg.org/l2y2jpqq5/elaborados.png

Como você pode ver de maneira inequívoca, nos períodos de real forte e dólar fraco (2004 a 2011), as exportações aumentam (em quilogramas). Já nos períodos de real fraco e dólar forte (1999 a 2002; 2012 a início de 2016) as exportações caem (em quilogramas).

De 2012 até o início de 2016, então, foi uma carnificina só. E esse foi o período em que o dólar pulou de R$ 1,70 para R$ 4,24.

Como você justifica essa queda nas exportações (em quilogramas) com o câmbio se desvalorizando continuamente?

(A única exceção ocorre, evidentemente, em 2009, ano da crise financeira mundial. Foi o único ano em que as exportações caíram enquanto o real se fortalecia. Ali nada poderia ser feito. No entanto, em 2010, as exportações prontamente se recuperam ao mesmo tempo em que o real segue se apreciando.)

Conclusão final: quando o câmbio se desvaloriza, não há nem aumento das exportações em dólares e nem aumento das exportações em quilogramas. Ambas desabam. E toda a população do país fica em pior situação por causa da carestia. Onde diabos então está a tão propalada vantagem da desvalorização cambial?

Seja menos afobado na próxima.

"E, para concluir, valorizar o câmbio é algo recessivo e perigoso. A economia do Japão entrou em colapso no começo da década de 90 justamente porque foi assinado o Acordo de Plaza em 1985 que previa a valorização das moedas do G-5 em relação ao dólar americano. Como a economia do Japão era muito dependente das exportações e os itens exportados pelo Japão ficaram mais caros no exterior devido à valorização de sua moeda, houve um colapso."

Bom, aí realmente sou obrigado a concluir que você não faz a mais mínima ideia do que fala (algo já comprovado nos parágrafos acima).

A economia do Japão não entrou em recessão "porque sua moeda estava forte". Aliás, enquanto sua moeda estava forte, suas exportações só subiam e seus produtos invadiam o mundo, ao ponto de todo o mundo (principalmente os americanos) apontar os japoneses como os futuros dominadores do mundo. (Exatamente o contrário da sua teoria).

O Japão entrou em recessão em 1991 por causa de uma bolha imobiliária que estourou e que dizimou seus bancos. O Japão é um perfeito exemplo de sistema bancário quebrado e não-liquidado (porque o governo impediu).

Os bancos japoneses são zumbis. Com um estouro verdadeiramente espetacular da bolha imobiliária, em 1991, os preços dos imóveis e dos terrenos no Japão desabaram e os bancos tomaram seguidos calotes e ficaram com seus balancetes dizimados. Só que o governo não deixou que eles fossem à falência. A consequência é que eles não morreram, mas também não funcionam. Bancos descapitalizados, com balancetes dizimados, não fazem empréstimos. Com juros baixos, então, aí é que eles realmente não farão empréstimo nenhum (o risco é alto e o retorno é nulo). Protegidos pelo governo, os bancos japoneses hoje se mantêm como zumbis. Não são liquidados, e também não têm capacidade de conceder crédito

Economias com bancos zumbis não saem da estagnação, pois não há crédito. No Japão, os bancos emprestam apenas para o governo e para os megaconglomerados, cujo risco de calote é quase nulo.

Artigo inteiro sobre o Japão: www.mises.org.br/Article.aspx?id=2519

Essa é a causa da recessão japonesa, que começou em 1991: um sistema bancário quebrado por uma bolha imobiliária que estourou. A recessão japonesa não começou em 1985 com o Acordo do Plaza e nem tampouco foi causada por uma "moeda forte".

Seja menos precipitado antes de falar nonsense em público e fazer acusações caluniosas ("dados fajutos"). E volte apenas quando tiver algo de correto para dizer.


Sobre o "mito" 5, ele simplesmente não procede e os dados são fajutos. Os dados são fajutos porque não é acurado medir exportações em dólar. Caso o dólar passe a valer R$10,00 e as exportações aumentem 50% no período, é óbvio que o valor em dólar das exportações vai diminuir. Vou dar um exemplo bem prático pra quem não entendeu:

Supondo que o Brasil exporte R$1000,00 reais por mês e o valor do dólar seja R$1,00. Então as exportações totais foram de U$1000,00.

Agora, supondo que o Brasil exporte R$1000,00 reais por mês e o valor do dólar seja R$20,00. Então as exportações totais foram de U$50,00. Isso significa que o Brasil exportou menos?

E, para concluir, valorizar o câmbio é algo recessivo e perigoso. A economia do Japão entrou em colapso no começo da década de 90 justamente porque foi assinado o Acordo de Plaza em 1985 que previa a valorização das moedas do G-5 em relação ao dólar americano. Como a economia do Japão era muito dependente das exportações e os itens exportados pelo Japão ficaram mais caros no exterior devido à valorização de sua moeda, houve um colapso.


Qual é o autor desse excelente artigo? Gostaria de saber a fonte para pesquisar mais a respeito.



Até 1923 era o Banco do Brasil o emissor de moeda. Era ele quem dava crédito fácil aos amigos do rei. Mesma função tinha o Banco dos Estados Unidos do Brasil, o que nos remonta ao encilhamento de Rui Barbosa.

De 1923 até janeiro de 1965 foi o Tesouro Nacional quem assumiu essa função, com o papel da "autoridade monetária" cabendo à SUMOC (Superintendência da Moeda e do Crédito) a partir de 1945. Era ela quem fazia, digamos assim, a política monetária.

E de 1965 até hoje, quem faz isso tudo é o Banco Central. Só que até a década de 1980 vigorou a famosa "Conta Movimento" do Banco do Brasil: o Tesouro sacava livremente dinheiro do Banco do Brasil, e o Banco do Brasil subsequentemente repunha seu caixa "sacando" dinheiro do Banco Central (o BACEN, obviamente, criava dinheiro do nada e o repassava ao BB).

O governo sacava dinheiro diretamente do Banco do Brasil (para cobrir absolutamente qualquer gasto que quisesse) e o Banco do Brasil sacava esse dinheiro livremente do Banco Central. Ou seja, na prática, o BACEN monetizava o Tesouro.


P.S.: as colocações do "Dilson Funaro" acima foram muito boas.


sério... gostaria muito de ver uma entrevista com o Paulo Skaff. Por que ninguem tem coragem de fazer as perguntas certas para ele? O Novo precisa eleger um deputado federal com culhão para questionar todos os outros deputados com argumentos como o que vemos aqui e no mises.org


Mas é óbvio que é cartel, pois não há livre mercado neste setor. Não há liberdade de entrada no setor de estacionamentos. Só entra quem a Prefeitura permite. Experimente você abrir um estacionamento sem ter pago todas as propinas para todos os burocratas da prefeitura para obter todos o alvará e todos os certificados e licenças exigidos.

Quem já está estabelecido no setor molha a mão dos burocratas para que estes dificultem ao máximo -- ou mesmo impeçam -- a abertura de novos estacionamentos concorrentes. Isso é o exato oposto de livre mercado. É o governo quem decide quem pode e quem não pode empreender.

Como o livre mercado resolveria isso? Enquanto houver estado com um porrete na mão e o poder de escolher ganhadores e perdedores, lamento, não há nada que o livre mercado possa fazer.

E não, não existe isso de "concorrência perfeita". Isso é uma teoria neoclássica que a Escola Austríaca trata com desdém.

As definições corretas de monopólio e concorrência - e por que a concorrência perfeita é ilógica

Fusões, aquisições, concorrência perfeita e soberania do consumidor

Só um trechinho para molhar sua boca:

Segundo a teoria da concorrência perfeita, "sempre que uma empresa pratica um preço que lhe permite recuperar parte do investimento — ou seja, um preço acima de seus custos operacionais —, ela é acusada de estar monopolisticamente segurando parte de sua oferta; oferta essa que "pertence" à sociedade.

Não é difícil ver as raízes coletivistas dessa teoria. Não é desarrazoado dizer que a teoria da concorrência perfeita está à esquerda do marxismo. Marx criticava o capitalismo apenas por causa da existência dos lucros. Já a teoria da concorrência perfeita o faz porque os empreendedores se recusam a sofrer prejuízos. Os seguidores dessa teoria não centram suas reclamações no fato de que os empreendedores estão auferindo lucros excessivos por meio de algum tipo de monopólio; sua reclamação está no fato de que eles "monopolisticamente" se recusam a vender a preços que lhe tragam prejuízos.

Consequentemente, levando tal teoria ao extremo, nenhuma propriedade é realmente privada. As empresas na verdade pertenceriam à "sociedade", que, no máximo, estaria concedendo a gerência a um empreendedor privado. A "sociedade" tem o direito à propriedade do empreendedor e ao produto de seu trabalho, mas permite que ele continue na gerência desde que a "sociedade" receba aquilo que os professores de microeconomia consideram ser o máximo benefício possível."


Correto.

As únicas entidades que podem comprar os títulos do Tesouro diretamente do Tesouro nos leilões do Tesouro são os dealers primários.

E quem são os dealers primários no Brasil? Aqui estão eles:

www.tesouro.fazenda.gov.br/dealers

Bancos: Bradesco, Citibank, Banco Do Brasil, Itaú, Banco Safra, Santander, Caixa Econômica Federal, BTG Pactual, Credit Suisse, Goldman Sachs.

Corretoras: XP Investimentos e Renascença DTVM

Apenas essas entidades podem participar dos leilões do Tesouro. Apenas elas podem comprar diretamente do Tesouro.

Os dealers primários são todos os principais bancos comerciais do país e duas corretoras (essas não podem criar dinheiro). À exceção das duas corretoras, os bancos emprestam para o governo criando dinheiro do nada.

Eis a sequência:

1) O Tesouro emite títulos;

2) Esses títulos são comprados pelos bancos (dealers primários);

3) Como os bancos compram? Eles utilizam o dinheiro que está em suas "reservas bancárias", que nada mais é do uma conta-corrente que os bancos têm junto ao Banco Central.

4) Ato contínuo, a quantidade de dinheiro nas reservas bancárias cai.

5) Essa queda nas reservas bancárias pressiona a SELIC para cima (a SELIC nada mais é do que a taxa de juros que os bancos cobram entre si para fazer empréstimos no mercado interbancário).

6) Como o Banco Central trabalha com uma meta estipulada para a SELIC -- o que significa que ele não pode deixar que ela saia da meta --, ele tem de injetar dinheiro no mercado interbancário para impedir que a SELIC suba.

7) Ou seja, no cômputo final, houve criação de dinheiro. Dinheiro que estava nas reservas bancárias entrou na economia, e essa redução nas reservas bancárias foi contrabalançada por novas injeções de dinheiro criado do nada pelo Banco Central.

Não fosse o BC para manipular as reservas bancárias, a SELIC seria muito maior do que já é. É o BC quem permite empréstimos infinitos ao governo a juros baixos.

Em última instância, portanto, o limite da expansão do crédito é determinado por quanto o Banco Central está disposto a continuar expandindo o crédito. Se o BC estipular que não mais irá injetar dinheiro no mercado interbancário, a capacidade dos bancos de expandir o crédito ficará severamente limitada.


Prezado André.

Infelizmente não sou nenhum sábio, pois senão já teria deixado o Brasil a muito tempo. E não foi por falta oportunidade.

Sou o chamado "otário útil" que, mesmo vendo grande parte do "suor do meu trabalho" acabar no buraco negro dos:

Políticos (de TODAS AS CORRENTES, desde que estejam com a chave do cofre), lobistas, clubes de empreiteiras, empresários amigos do "rei de plantão" (e muda o plantonista mas os "empresários" são os mesmos - tipo "muda a merda mas as moscas são as mesmas"), federações de industrias, Brasil afora, dizendo que os impostos são um absurdo, mas vivem "chafurdadas" no velho e bom BNDES e nos decretos pró (sic) industria nacional, para defendê-la dos

continua vivendo num pais que detesta a maioria silenciosa que continua alimentando esta caterva, achando que um dia o "gigante adormecido" vai acordar e todos viveremos felizes para todo o sempre.

Desde que comecei a trabalhar, lá no início dos anos de 1970, que não vejo nada mudar:

==>> "Prá Frente Brasil, Brasil no buraco, Brasil "grande', Brasil no Buraco, Brasil "do futuro", Brasil no buraco, "EU PROMETO ...", Brasil no buraco, "Salvador da Pátria", Brasil no Buraco, Plano A, Brasil no buraco, Plano B, Brasil no buraco, ... ... ...

O Brasil é um pais tão sui-generis (O PAIS DAS JABOTICABAS) que um governo que derrubou outro dizendo que iria acabar com a corrupção no Brasil, lança um decreto-lei (DECRETO Nº 64.345, DE 10 DE ABRIL DE 1969) que criou o "Clube das Empreiteiras" e que culminou como o Petrolão. //www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1950-1969/D64345.htm.

O irônico é que este decreto foi revogado por Collor em 1991, que "assoprou" de um lado, acabando com a proibição de importações e de que empresas estrangeiras fizessem obras para o governo, e "mordeu" do outro, culminando com seu afastamento (justo) como corrupto;

Alguns exemplos de obras tocadas após o famigerado DECRETO Nº 64.345, criador do "CLUBE DAS EMPREITEIRAS":

- Rodovia (SIC) Transamazônica, onde após mais de 40 anos de lançamento UFANÍSTICO, milhares de caminhões estão encalhados (igual ao Brasil),;

- Projeto de 15 usinas nucleares, dos quais só duas saíram do papel, mas se gastou o v alor de 30. Alguém lembra do escândalo do Acordo Nuclear Brasil-Alemanha?

- Usina de Itaipú. Uma das sete maravilhas da engenharia moderna, segundo a Associação Americana de Engenheiros. Importante? Importante, mas precisava custar N vezes mais?

- Ferrovia Norte-Sul (começou no Sarney e terminará nas calendas);

- Rodovia Régis Bittencourt, ligando Curitiba a São Paulo, com 410 km (a Rodovia do Mercosul SIC): duplicação iniciada no Governo Geisel e ainda faltam 40km;

- "Concessão de rodovias, ferrovias, metrôs, portos e aeroportos, todas vencidas por empresas do "CLUBE" (tanto com FHC quanto com Lula),;

- Lei do petróleo (1998) com conteúdo local irreal (local para quem, cara pálida?). Mudança da lei do petróleo (2009) com mais conteúdo local (e mais irreal);

- PAN do RIO superfaturado, Copa do Mundo e estádios hiper faturados, Olimpíadas super-hiper faturadas (RIO, CIDADE DAS PROPINAS DE PROPORÇÕES OLÍMPICAS);
Legados (SIC) destes jogos: Físicos abandonados, econômicos falidos, esportivos quase que inexistentes;

- ETC.

OBS: Uma das empreiteiras do Clube, a Odebrecht, antes do DECRETO Nº 64.345 era uma empresa regional. Após, explodiu, tornando-se uma potência. Tudo com a benção do "painho" Toninho Malvadeza, sogro do dona da Empreiteira OAS, também conhecida como Obras Arranjadas pelo Sogro.

Ou seja, de Costa e Silva a Temer, só me FU**!

E você, caro André, tem a gentileza de me chamar de "sábio". Obrigado pelo elogio, mas isto não recupera os TROCENTOS POR CENTOS de tudo o que ganhei com minha luta e trabalho enquantos todos aqueles citados alíe em cima se lambuzaram e continuam se lambuzando e rindo da nossa cara.

Porque, tiraram um partido corrupto do poder e, agora, lutam com todas as armas para abafar as lava-jatos da vida.

GAME OVER!


A questão é mais simples do que parece.

O governo ensina as pessoas a fazerem as coisas erradas. O governo é professor de enganação. O governo é professor em desperdício. O governo é professor de corrupção. O governo é professor de roubo.

O governo é um mal exemplo que não deve ser seguido.

Políticos são terroristas !


Não sou o Leandro(e também estou aguardando ansiosamente uma resposta dele), mas a autoridade monetária do Brasil antes e até mesmo depois de 64 era o Banco do Brasil. O BC só virou um BC clássico depois de 1994, com a implementação do Plano Real e o saneamento dos bancos estaduais.

O Banco Central até 1994 era um mero fomentador dos bancos públicos, mesmo após o fim da Conta-Movimento, ele estava lá pra cobrir os rombos da devassidão dos bancos públicos. De nada adiantava a política monetária já que esses bancos jorravam dinheiro na economia.

Aliás, no cerne do BC, o Conselho Monetário Nacional era composto por ministros gastões, entidades sindicais, empresários protecionistas... era tão cômico(e trágico) que o BC tinha uma secretaria de fomento agrícola(!!!!!!)

Como Gustavo Franco bem definiu, o Banco Central estava mais para uma ''Assembleia Sindical da Moeda e do Crédito''


Esta pergunta é mais importante:

"Como evitar que o número de homicídios aumente com a proibição do porte de armas?"

Afinal, isto está acontecendo na realidade, enquanto a sua é uma pergunta hipótética.
Vamos esperar acontecer para aí então analisarmos.
Dizem, porém, que há uma estratégia que alguns países tentaram e que deu certo, acho que o Brasil devia tentar:
Consiste em PRENDER os criminosos e MANTÊ-LOS na cadeia. Aparentemente, bandidos presos não cometem crimes. Repito, o Brasil devia experimentar essa idéia, por mais que alguns brasileiros certamente achem uma idéia absurda.


Como o livre mercado resolveria o problema de cartéis de estacionamento?

Só na minha cidade aqui, tem muito estacionamento. E tem cartel MESMO assim, o preço não para de subir!
Iae serviços como esse o mercado resolveria?

E o que dizer sobre as estatais da Arabia Saudita?

E aquela história de concorrencia perfeita só existe em padaria, faz sentido pelo fato de que a padaria é um empreendimento mais facil de se abrir? Porque tem menos regulamentação...
Os bancos é o pior serviço privado porque é o que mais tem regulamentação?

Queria esses esclarecimentos vlw!!


Leandro, tenho uma dúvida sobre o trecho a seguir:

"Por outro lado, se o déficit for financiado pela venda de títulos ao sistema bancário, então todo o sistema se torna inflacionário. Neste arranjo, os títulos do Tesouro são majoritariamente comprados por uma lista exclusiva de bancos privilegiados, os chamados dealers primários. Estes bancos privilegiados compram títulos do Tesouro por meio de uma pura e simples criação de dinheiro."

Os dealers primários criam dinheiro do nada para comprar os títulos do Tesouro da mesma maneira que criam dinheiro para realizar empréstimos? Ou seja, na prática eles criam os valores em uma conta do Tesouro?


Leandro, seu texto é simplesmente o melhor no assunto. Esse é o conhecimento que realmente precisamos levar as pessoas na esperança de um dia lutarmos contra o sistema financeiro internacional que é uma grande fraude que tira de quem sua para pessoas que roubam essa riqueza gerada.

Tenho pesquisado, mas não encontro a resposta. Como funcionava antes da instituição do BC em 64? O Tesouro era a autoridade monetária?

Muito obrigado!


Putz, nunca escutei tanta baboseira, ou você não acompanha os artigos como diz acompanhar, ou é falta de interpretação nos textos, recomendo uma olhada em uns videos do Pasquale!


The fuck?! A taxa de armas per capita em Honduras é das menores do mundo, menor inclusive que a do Brasil.

Há 6,2 armas para cada 100 residentes em Honduras. No Brasil, esse valor é de 8. Ou seja, os brasileiros são 29% mais armados que os hondurenhos!

en.wikipedia.org/wiki/Estimated_number_of_guns_per_capita_by_country#List_of_countries_by_estimated_number_of_guns_per_capita

Nos EUA, há 112,6 armas para cada 100 habitantes. Na Suíça, 45.


Sobre o Japão, há três coisas interessantes ali:

1) Pra começar, o Japão é uma das sociedades mais homogêneas do mundo. Aliás, é uma das poucas que ainda é assim. E sempre foi assim. Os japoneses possuem uma identidade cultural extremamente rígida.

Mais: o Japão foi uma sociedade de castas por milhares de anos. O povo -- os camponeses, que formavam nada menos que 98% da população -- nuca teve armas. Nunca houve a mais mínima idéia de democracia no Japão feudal e o povo japonês -- que era dominado por uma aristocracia, por guerreiros e por mercadores; todos eles representando apenas 2% da população -- nunca considerou a hipótese de se insurgirá contra seus senhores.

Ou seja, é uma sociedade historicamente formada por pessoas complacentes, ordeiras e submissas à autoridade. Se uma sociedade é formada por indivíduos ordeiros, totalmente homogêneos, e cumpridores devotos de qualquer lei (inclusive das ruins) e com tendências à submissão, dificilmente essa sociedade será violenta. (Você já viu sequer alguma greve no Japão? Houve violência?)

Dica: comece analisando a composição de uma sociedade e sua evolução.

2) A lei do Japão é esquisita: você não pode ter um .38, mas a compra de rifles e espingardas é liberada, desde que você se declare caçador ou esportista.

en.wikipedia.org/wiki/Overview_of_gun_laws_by_nation

3) A polícia japonesa, assim como a cingapuriana, têm total liberdade para prender pessoas sem motivo aparente e torturá-las a rodo (até arrancar uma confissão incriminadora). Isso é algo bastante desconhecido por aqui, mas muito debatido por lá.

Se o argumento contra o desarmamento é ter uma polícia violente e completamente irrefreável, será legal ver um esquerdista falando sobre isso.

Japan crime: Why do innocent people confess?

Criminal justice in Japan: Forced to confess
Psicólogo diz que polícia japonesa pratica tortura mental para suspeitos confessarem crimes

Recentemente, um casal foi inocentado depois de ficar 20 anos na prisão por uma confissão forjada

"Policiais japoneses têm autorização para torturar em busca de provas", diz brasileira

Eu aceito a tese de que um estado policial violento, totalitário e irrestrito coíbe bastante a criminalidade (dizem que na Iugoslávia do ditador Tito não havia um único assalto de rua). A esquerda aceita a tese de ter uma PM ultraviolenta, atuando sem restrições e com liberdade para obrigar inocentes a confessar crimes que não cometeram? É assim no Japão.


A bolha estourou, mas a nossa sorte que ela nao era uma bolha como a dos EUA.

Só que detalhe, estao querendo fazer uma nova BOLHA, perceberam como estao muito afim de aquecer o setor de construção mesmo sabendo que ha casas sobrando e ninguem comprando?

os preços ja cairam, mas cairam um pouco e ja estao querendo inflar de novo!


Dois comentários extraídos de fórum sobre armas:


"Em Honduras o porte de armas é liberado e o país registra a maior taxa de homicídios do mundo (4 vezes maior que no Brasil). No outro extremo, Singapura registra o menor índice de homicídios e a restrição de armas é total... o Antônio Fagundes foi detido pela polícia por portar uma perigosa bengala!"


"Pode-se afirmar, por exemplo, que países entre os mais pacíficos do mundo baniram armas para uso pessoal. É o caso do Japão, onde a taxa de homicídios é de 0,3 por 100 mil habitantes. (No Brasil, há oito armas a cada cem habitantes, e a taxa de homicídios é de 20 por 100 mil).
Mas a afirmação contrária também é possível. Alemanha, Suécia e Áustria têm mais 30 armas de fogo por cem habitantes – e taxas baixíssimas de homicídio. Honduras, o país mais violento do mundo, tem proporcionalmente muito menos armas (seis a cada cem habitantes).
Armar a população resulta em mais violência em um país? O economista Daniel Cerqueira, como mostrou a VEJA desta semana, concluiu que cada ponto percentual de aumento do número de armas de fogo resulta num crescimento de 2% do número de vítimas.
"



Economistas desenvolvimentistas dizem que uma desvalorização cambial aumenta as exportações. Não só isso nunca foi verificado na prática, como na esmagadora maioria das vezes elas caem.

Que essa teoria furada siga tendo adeptos e siga sendo papagaiada pela mídia é algo absolutamente inacreditável.


Viram a última? O dólar caiu, o real se valorizou, o câmbio se apreciou fortemente e... as exportações aumentaram e a balança comercial não só foi para o positivo, como ainda teve o melhor fevereiro da história!

Mais ainda: as exportações em fevereiro tiveram um aumento de 22,4% sobre o mesmo mês de 2016. Ou seja, o dólar caiu de R$ 4,20 para R$ 3,06 e as exportações dispararam!

Os desenvolvimentistas devem estar implorando para ninguém lhes pedir explicações...

g1.globo.com/economia/noticia/balanca-tem-superavit-de-us-45-bilhoes-em-fevereiro-maior-para-mes-em-29-anos.ghtml

Parabéns ao IMB pela persistência de praticamente falar sozinho sobre este tema, expondo a ignorância de todos os outros "economistas".


Esse gráfico da evolução do câmbio, das exportações e da indústria (câmbio apreciado, indústria e exportações em alta; câmbio depreciado, indústria e exportações em baixa) é definitivo. Até mesmo em 2016, com toda a turbulência política, houve reação da indústria e das exportações tão logo o real se recuperou um pouco.

Que a mídia e vários economistas não aceitem a teoria e sigam defendendo bizarrices como "moeda fraca é bom pra indústria e pras exportações" é até compreensível; agora, que eles ignorem também a empiria é novidade para mim. Por que ainda defendem e ideia de que moeda fraca é bom pra economia?


Os economistas que reclamam da "moeda muito forte" nos países pobres frequentemente são os mesmos que, nos países ricos, reclamam da "inflação muito baixa".

O que eles dizem, na prática, é: "A quantidade de dinheiro na economia está estável, os preços estão relativamente estáveis, o poder de compra está seguro, as pessoas estão sendo capazes de tomar decisões. Que horror ! Precisamos reverter isso."


Enquanto houver hospedeiro haverá parasita, seja empresário incompetente comprando benefícios do estado, seja funça carimbador inútil, a questão é que ao contrário da relação parasitária que encontramos na natureza, os parasitas econômicos, empresários amigos do rei e funças, parasitam um hospedeiro que sequer deveria existir, o estado.


Confesso que nunca o vi falando isso. E espero não ver, pois se trata de uma teoria completamente sem sentido.

Na prática, equivale a dizer que, quanto mais poupadora e prudente for uma sociedade, menos sua moeda valerá. Que sentido faz isso?

A "tese" é a seguinte: quando a taxa de poupança é alta, há uma grande oferta de crédito. Havendo grande oferta de crédito, os juros são menores. Sendo os juros menores, há menor atração de capital estrangeiro para a compra de títulos públicos. Logo, o câmbio fica mais desvalorizado.

Isso, obviamente, não faz sentido nenhum.

Em primeiro lugar, o que define o câmbio -- como inúmeras vezes explicado neste site -- é o poder de compra da moeda. E o poder de compra da moeda não é definido por taxas de juros.

Em segundo lugar, há um grande furo na teoria acima: se os juros são baixos ao ponto de desestimularem investimentos estrangeiros em títulos do governo, então esse mesmo investimento estrangeiro será destinado a atividades produtivas, o que configuraria uma medida ainda mais poderosa para o fortalecimento da moeda.

Em suma, sem lógica nenhuma.

Por fim, vou repetir, mais uma vez, algo que sempre é dito aqui: o câmbio chinês não é desvalorizado. A moeda da China, ao contrário do que afirma a imprensa e Donald Trump, está em constante valorização em relação às outras. E desde 1995.

Na prática, a China opera com um câmbio semi-fixo desde 1995: ora o renminbi se valoriza em relação ao dólar, ora se mantém fixo. Veja o gráfico.

Foi só em 2014 que o dólar voltou a se fortalecer (em nível mundial) e que o renminbi passou a se enfraquecer em relação ao dólar. Não coincidentemente, a economia chinesa desacelerou fortemente desde então, mostrando que moeda fraca gera economia fraca.


Todos os modelos econômicos atuais só ganham tração se forem pró gastos estatais, pró minorias, pró inflação, sejam quais for.

Por quê raios um Estado gordo, cheio de marajás adotaria um modelo Austríaco? Para perder tudo?



Leandro, existe alguma relação entre poupança e taxa de câmbio?
O Samuel Pessoa, por exemplo, fala que o câmbio desvalorizado da China se deve a alta taxa de poupança.


"Pelo que eu estudei de macroeconomia, num período de recessão, quando há contração da produção, há uma diminuição pela demanda por dinheiro, pois há um deslocamento da demanda agregada que causa uma diminuição dos preços. Com preços menores, as pessoas precisam de menos dinheiro em mãos, ou na forma de depósitos bancários de liquidez imediata. Ou seja, diminui a demanda por dinheiro."

Há vários problemas e incoerências com a teoria exposta neste único parágrafo.

Em primeiro lugar, causa e efeito estão invertidos. Não são os preços que definem a demanda por moeda, mas sim a demanda por moeda que define os preços. Uma queda de preços não define a demanda por moeda; é a demanda por moeda que define uma queda de preços.

Se a demanda por moeda diminui, os preços aumentam. Mais pessoas estão se desfazendo rapidamente da moeda. Ninguém quer portar moeda. Essa rejeição da moeda faz com que todos os preços cotados nesta moeda disparem. As pessoas cobram cada vez mais caro para aceitarem uma moeda que todos estão rejeitando.

Isso aconteceu no Brasil da década de 1980 e primeira metade da década de 1990. Isso está acontecendo na Venezuela atual. Se essa teoria de que aumento nos preços gera aumento na demanda pela moeda, então o Bolívar venezuelano teria demanda mundial. E, no entanto, nem os próprios venezuelanos querem utilizar o Bolívar como dinheiro, mas sim como guardanapo e papel higiênico.

Na Venezuela, a moeda virou papel higiênico e o papel higiênico virou a verdadeira moeda da economia.

Por outro lado, um aumento da demanda pela moeda faz os preços diminuírem. Mais pessoas querem cada vez mais portar essa moeda. Todos querem portar moeda. Esse desejo por ter essa moeda faz com que todos os preços cotados nesta moeda caiam (ou se mantenham estáveis). As pessoas cobram cada vez menos para aceitarem uma moeda que todos estão desejando.

Vide o franco suíço, o dólar, o euro e a libra esterlina, que são mundialmente demandados.

A ideia de se elevar a taxa básica de juros durante um período de alta de preços é justamente para se tentar elevar a demanda por moeda -- mais pessoas (inclusive estrangeiros) querem ter essa moeda para aplicar em papeis de alta rentabilidade -- e, com isso, controlar a subida de preços.

Portanto, essa teoria está invertida. É a demanda por moeda o que determina os preços e não os preços que determinam a demanda por moeda.

" Sendo assim, estaria correto dizer que a inflação é muito mais ligada à demanda por moeda do que a déficits do governo?"

Em si mesma, tal teoria está corretíssima. A questão é: quais fenômenos afetam a demanda por moeda? Déficits do governo financiados por expansão monetária aumentam a quantidade de moeda na economia sem que tenha havido um aumento na demanda por essa moeda adicional. Daí eles estarem ligados ao aumento de preços.


Sobre preços, pelo que eu estudei de macroeconomia, num período de recessão, quando há contração da produção, há uma diminuição pela demanda por dinheiro, pois há um deslocamento da demanda agregada que causa uma diminuição dos preços. Com preços menores, as pessoas precisam de menos dinheiro em mãos, ou na forma de depósitos bancários de liquidez imediata. Ou seja, diminui a demanda por dinheiro.

Pesquisando no manual do Makiw, Introdução à Economia, p. 618, penso ter encontrado a confirmação do que acabo de escrever acima: "As pessoas retêm moeda porque ela é um meio de troca[…] A quantidade de moeda que elas decidirão manter para este fim depende dos preços dos bens e serviços. Quanto mais elevados forem os preços, mais moeda será exigida em uma transação típica e mais moeda as pessoas decidirão manter em suas carteiras e contas correntes, Ou seja, um elevado nível de preços (um baixo valor da moeda) aumenta a quantidade de moeda demandada."

Sendo assim, estaria correto dizer que a inflação é muito mais ligada à demanda por moeda do que a déficits do governo?


Adiantaria? A escola austríaca é o completo oposto de tudo o que os políticos prezam.

Políticos buscam primeiro serem eleitos, depois manterem seu poder e prestígio, e se sobrar tempo fazer alguma coisa.


"Negociação entre presidente do Brasil e presidente da multinacionais, onde entra a importancia de sua opinião nessa negociação?"

Dois indivíduos com os quais eu não tenho nenhuma ligação e que nada fazem por mim têm o direito de decidir se eu posso ou não comprar coisas de terceiros?! Mais ainda: podem me obrigar a comprar coisas apenas deles? Você realmente defende esse totalitarismo?

Aliás, essa suposta "negociação" ocorreu na década de 1950. Vale até hoje? Até agora você não respondeu isso.

"Essa espoliação que você diz é apenas um pedágio, a valor do pedágio é subjetivo, não tem como ser definido por meio de cálculos matemáticos, o dono do pedágio define o valor, esse é o negócio dele, se você acha caro, não compre."

Esse é o "negócio" dele?! Fechar as fronteiras e proibir 200 milhões de pessoas de comprar bens do exterior, obrigando-as a comprar apenas as porcarias que ele fabrica, é o "negócio" dele?!

Você só não é cômico porque é patético!

"O presidente do Brasil e presidente das multinacionais,[sic] chegaram a um acordo voluntariamente."

Um acordo entre um assassino profissional e seu contratante é voluntário. Logo, pela sua lógica, a vítima do assassino profissional nada tem do que reclamar, afinal, o assassino e seu contratante fizeram tudo voluntariamente.

É cada demente que despenca por aqui...

Aliás, faz sentido que um ignaro que separa sujeito e verbo com vírgula realmente acredite que acordos entre governo e grandes empresas são voluntários e em prol da população. Marcelo Odebrecht e Lula pensam exatamente assim.

"Caso alguém seja dono de uma praia, e defina um valor para passar por ela, você não pode passar mercadorias pela praia sem pagar qualquer tipo de taxa imposta"

Você é tão débil que nem sequer sabe construir exemplos comparativos.

Praia com um proprietário é uma coisa. A praia é propriedade privada do seu dono. Já políticos definindo o que a população pode ou não pode comprar, e de quem ela pode ou não pode comprar, é algo completamente distinto. Políticos não são donos do país nem da população. Tampouco empresários o são. Logo, estes dois, por mais "voluntário" que seja seu acordo, não têm direito nenhum de estipular o pedágio que a população tem de pagar caso queira comprar bens não produzidos por empresários amigos de políticos.

Agora, se você realmente acha que políticos são os donos tanto do país quanto da população, então aí realmente nada posso fazer por você. Seu distúrbio mental é severo. Você já nasceu com os grilhões acorrentados à suas pernas.

Não é à toa, aliás, que políticos pintam e bordam nesse país: os primeiros a aplaudi-los e justificá-los são pessoas como você.



Complicado; um dos articulistas do spotniks foi chamado em setembro último, pra uma reunião em Brasília mas declinou.

O Imb mesmo não concordando com o atual governo, caso fosse consultado, teria muitas proposições com que contribuir.


Por esta mesma lógica que o padrão de vida no Japão só melhora mesmo com o PIB diminuindo. É que lá a população está decaindo, assim resulta em mais renda para menos pessoas.


Todo regime clepto-tirânico sempre possui excelentes instrumentos de REPRESSÃO e EXTORSÃO ESTATAL, para saquear a nação e transformar os cidadãos em VASSALOS. No entanto, estes mecanismos só funcionam se o povo for SUBMISSO e COVARDE...

Enough said!



"...o que tira o dinheiro de circulação."

Dado que ninguém mais guarda dinheiro dentro do colchão e que as quantias depositadas nos bancos não ficam paradas lá (os bancos emprestam esse dinheiro ou mantém uma parte depositada junto ao BC), isso é totalmente inverídico.


Uma vez fui a uma palestra de um corretor de ações que disse que a deflação também é ruim pra economia, pois significa que não há interesse de compra do mercado, o que causa a queda generalizada dos preços. Isso acontece no Japão, onde a cultura da população é de poupança, o que tira o dinheiro de circulação. Ele disse que existe uma inflação "saudável", não lembro exatamente quanto, mas acredito que ficava entre 1 e 2% ao ano.



Incrível como ainda é perpetuada a ideia de que o Capitalismo é inflacionário. É justamente o contrário, o Capitalismo é deflacionário por natureza.

O livre mercado se encarrega disso e força uma busca constante do empreendedor pelo ganho de produtividade através das inovações e redução de custos.


...porque existem pessoas capazes de criar, empreender...
Todas as pessoas são capazes de criar e empreender. Nem todas o fazem.

O capitalista é o cara que melhora vidas, salva vidas, deixa o mundo mais divertido e confortável entre uma infinidade de outras maravilhas.
Vc quis ironizar, né? Mas essa é uma verdade.

... mas se perguntarem para qualquer indivíduo de qualquer outra espécie não sinantrópica, acho que vão discordar. E se perguntarem para o Rio Doce, também. Mas isso é assunto para artigos sobre a relação do capitalismo com o meio ambiente.
Se não existisse o capitalismo, não existiriam mineradoras ou as mineradoras seriam magicamente à prova de acidentes? Ah, já sei, não foi um acidente, foi culpa da "ganância" inerente ao capitalismo. A propósito, quais são os sistemas alternativos ao capitalismo atualmente implementados e qual a relação deles com o meio ambiente?

Quero que perguntem sim, para o trabalhador, esse do Marx...
...Será que ELE se sente EXPLORADO...
...Será que ELE, o objeto em discussão tem alguma voz nessa ideologia?

ELE tem nome e endereço ou é um ente imaginário que subsititui a SUA visão a respeito do tema ?

Mas na verdade existem duas formas de se tornar um bilionário hoje: herança, e exploração do trabalhador ou das regras do Estado.
Bill Gates, Mark Zuckerberg, Messi, Neymar, Madonna, Lady Gaga.
Em comum entre eles: não receberam heranças, não exploram trabalhadores (seja lá o que vc entende por explorar), não exploram regras do estado, e fornecem produtos que as pessoas querem consumir.

Mas o fato é que não está funcionando, nem pelos números dos próprios capitalistas
Que números seriam esses?

Não está funcionando para a grande maioria das pessoas no planeta.
De novo, a "grande maioria das pessoas no planeta" disse isso pessoalmente para vc ou é apenas wishful thinking?

Então, tontos e ávidos por uma solução, começamos a jogar pedras para todo lado buscando culpados.
Fale por você.