clube   |   doar   |   idiomas
Últimos comentários


Quanta asneira! Corre pra Venezuela, lá está exatamente do jeito que você quer, ou seja, desapropriando meios de produção, roubando capitalistas e deixando-os na miséria.


Leandro, sobre a situação americana, em vez de pagar juros sobre o dinheiro mantido parado, eles não podem simplesmente abolir essa medida e elevar o compulsório (provavelmente bastante) para que os bancos não emprestem o dinheiro mantido em caixa?

Após isso eles poderiam transformar os ativos tóxicos em dívida pública direta (nacional) e novamente voltar a fazer a política monetária de sempre?

É claro que isso complicaria o orçamento, mas os bancos poderiam voltar a comprar os ativos aos poucos enquanto o compulsório poderia ir reduzindo gradualmente para aumentar o número de empréstimos.

Com essa medida, eles não conseguiriam voltar a fazer as mesmas trapalhadas de sempre?

Posso ter viajado muito, sou ignorante nesse assunto ainda kk.


Porque não conseguiria vender a Amazonia desmatada?

Construir prédios seria lucrativo ali....

Melhor ainda, o dono teve o trabalho de desmatar e alguém vai querer o terreno limpo


Quanta confiança em funcionários públicos concursados. Memorizar livros torna alguém incorruptível?

Pelo contrário, os maiores mestres da lei brasileira (os juristas e professores de direito) são uma guilda de estatistas. Eles somente expandiriam o estado para abranger todos os serviços previstos pela constituição e o resultado final seria o que já temos aí. Muito dinheiro na mão de burocratas e com ele, muita oportunidade para a corrupção.



Até as eleições de 2014 esse tipo de texto era motivo de piada entre esquerdistas e funcionários públicos, afinal quem iria criticar um sistema que "cuida do povo " se o país está crescendo e o desemprego e inflação controlados?

Agora vemos quem realmente estava com a razão.




Trocaram a imagem! Terá sido o "espírito animal"?

* * *


Eu compartilhei este artigo com todos os meus amigos, colegas e familiares.

Façam o mesmo !

Esses assassinos que a esquerda mundial transforma em heróis e mitos precisam ser desmacarados.




Por isso deve-se privatizar a Natureza.

Comprou e quer desmatar a área inteira? Ótimo, mas não vai conseguir vender esse pedaço de terra nunca mais. A menos que invista uma parte do seu lucro para reflorestá-la novamente.

Quando são apenas concessões ou não há donos legítimos, a exploração sem se preocupar com o longo prazo é inevitável. A melhor forma de evitar isso são as privatizações genuínas.


Não contente em ter criado a Ambev durante as privatizações do FHC que possui cervejas péssimas e possui o monopólio do mercado brasileiro, o corporativismo do BNDES criou também a JBS durante o mandato do PT que vende carnes estragadas e de segunda mão com selo de qualidade dos burrocratas brasileiros.

O Estado sempre mostrando sua preocupação em estar também nos nossos churrascos de fim de semana dos brasileiros.



Bom, na pergunta 1 eu logo imaginei João como um policial exemplar, ético e honesto, cumprindo um mandado de prisão contra José por este resistir a prisão por se recusar a ser extorquido, digo, pagar impostos extorsivos.


O que a gente vê nas cracolândias espalhadas pelo Brasil? É um desastre. São mortos vivos! E o crack vicia em poucas vezes de uso. Fico imaginando alguém chegando no trabalho totalmente drogado. Pode ser uma enfermeira, uma babá, um motorista de ônibus, um policial. E as clínicas abarrotadas de dependentes químicos? Pobre não tem dinheiro para pagar tratamento e essas clínicas não garantem nem 50% de eficácia na cura. Como os pobres vão buscar alívio? Francamente esse discurso é monstruoso.


Se você fosse vizinho da cracolândia duvido que estaria com esse discurso. Ademais até o tabaco é contrabandeado do Paraguai por não pagar impostos e ser portanto mais barato. A liberação das drogas não acabaria nem com os traficantes. A droga deles, como acontece com o tabaco, sempre vai iria ser mais barata. Finalmente quem já visitou uma clínica de dependentes químicos conhece o drama dos viciados. E quem vai pagar tratamento para os mais pobres? Essas clínicas são caras e não garantem nem 50% de cura. A Igreja Universal que vai gostar. Somente ela promete cura em 100% dos casos.


Peço perdão, pois quando escrevi o outro foi pelo celular, e quando voltei a tela anterior reapareceu o quadro com o comentário que eu tinha acabado de digitar, pensei que tinha dado erro. Abraços.


Liberar todas as drogas? Vamos transformar o Brasil numa gigante cracolândia! Nenhum país vai querer mais receber brasileiros nem como turistas. Fico imaginando as pessoas chegando no trabalho dopadas com cocaína, ou dirigindo seus automóveis totalmente "nóias"! Cada ideia. Nem as bebidas alcoólicas conseguem inibir motoristas bebaços causando sérios acidentes com vítimas inocentes.


Esse cara como todo político fala meias verdades para enganar as pessoas e tentar convence-las.

Outra mentira deslavada dele é que o fim da TJLP vai encarecer o crédito e diminuir investimentos, pois na verdade o crédito vai encarecer apenas para os empresários ligados ao Governo, que pelas suas influencias politicas tem acesso a essa linha de crédito do BNDES.

Porém para aqueles que precisam pegar crédito no mercado a tendência é que os juros para realização destes investimentos diminuam.

José Serra é tão pior que os petistas, eu acho que não votaria nesse cara nem que ele concorresse com o Lula no segundo turno.



Profeta Leandro Roque!

Pelo visto pouco ou nada adiantaria voltar no tempo em 2010 antes da primeira eleição da Dilma e avisar as pessoas: o aviso já estava disponível e foi ignorado.

* * *


Olá, Leandro.
Sim, você tem razão, eu mesmo já escrevi sobre o tópico, mas a inflação dos períodos da década de 70 e início da década de 80 realmente distorcem os resultados.
Pegando o índice Schiller, realmente se nota que o aumento real foi vigoroso na primeira década do século (https://en.wikipedia.org/wiki/Case%E2%80%93Shiller_index#/media/File:Case%E2%80%93Shiller_Index.svg).
O mesmo também se aplica ao crédito. Sim, já li o artigo aqui do Mises sobre a crise imobiliária no final e começo da década de 90.
Porém, creio que talvez a magnitude tenha sido muito maior por "A diferença é que, ao contrario da década de 2000, na década de 1980 não havia todo aquele processo de securitização, CDOs, Swaps, CDOs sintéticos e tudo. ".
No mais agradeço a gentileza da resposta, bem como a objetividade da mesma.
Abs!


Faltou a 41a: As regra de concordância serão extinta, por causa di quê os brasileiro não sabe mais usá os plural.


O sujeito não para: Para José Serra, TLP 'é um erro incrível'

economia.estadao.com.br/noticias/geral,para-jose-serra-tlp-e-um-erro-incrivel,70001951065

Atenção para este trecho:

"Para ele, a TLP vai encarecer os investimentos, sem produzir o efeito de aumentar a potência da política monetária, como prevê o BC. "Essa conclusão é errada", afirmou. "A ideia da potência, de que não haverá mais vazamentos no controle da oferta de moeda, do ponto de vista da análise econômica, é fantasiosa, porque a Selic não segue esse padrão." Por outro lado, o que o BNDES empresta por ano em porcentagem do crédito total é mínimo, afirmou."

Ora, foi exatamente o BNDES com seus juros arbitrariamente definidos um dos principais responsáveis por anular a SELIC. Ainda mais ridículo foi dizer que a porcentagem total do crédito do BNDES é mínima. No início de 2016, o total do BNDES foi de R$ 675 bilhões. Isso equivalia a 21% do crédito total do país.

Tudo isso foi minuciosamente debatido em vários artigos deste site. Alguns:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2407
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1854
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1943


De novo, Nordestino? Você já escreveu isso ali em baixo e já foi duplamente respondido. Mais atenção.


José Serra é formado em economia pela Escolatina, da Universidade do Chile.

Mas pode chamar de "Escolatrina".

* * *


"A grande aceleração se deu na década de 80, não de 2000 a 2008."

Não. E por dois motivos.

O primeiro, e menos importante, é que você tem de levar em conta a inflação de preços no período.

De janeiro de 1980 a dezembro de 1989, o empréstimos subiram de US$ 244 bilhões para US$ 759 bilhões. Isso dá um aumento de 211%.

Muita coisa, certo?

Porém, neste mesmo período, o CPI (equivalente ao nosso IPCA) foi de 62%.

Consequentemente, o que custava US$ 244 em janeiro de 1980 deveria custar US$ 395,48 em dezembro de 1989. Como a carteira de crédito imobiliário estava em US$ 759 bilhões em dezembro de 1989, isso significa que ela aumentou 92% em termos reais.

É muita coisa, sim, mas bem menos que aqueles 211%.

E um detalhe: um aumento real de 92% em 10 anos significa um aumento anual médio de 6,7% ao ano. Isso não é muito.

Mas observe: houve, sim, uma bolha imobiliária naquela época, a qual estourou na recessão americana de 1990. Pesquise a respeito, principalmente o que houve com as caixas de poupança (savings and loans). Os preços dos imóveis só voltaram a subir em 1997.

A diferença é que, ao contrario da década de 2000, na década de 1980 não havia todo aquele processo de securitização, CDOs, Swaps, CDOs sintéticos e tudo.

Prossigamos.

Em janeiro de 2000, a carteira de empréstimos imobiliários era de US$ 1,480 trilhão. Em dezembro de 2008, US$ 3,819 trilhões.

O CPI neste período foi de 24,54%.

Logo, o que valia US$ 1,480 trilhão em janeiro de 2000 deveria valer US$ 1,843 em dezembro de 2008.

Como a carteira de crédito estava em US$ 3,819 trilhões, isso significa que ela aumentou 107% em termos reais.

E detalhe: um aumento real de 107% em nove anos equivale a um aumento anual médio de 8,42% ao ano (contra 6,7% na década de 1980).

Ou seja, neste período da década de 2000, o crédito aumentou, a cada ano, 25% a mais em termos reais que na década de 1980.

Portanto, o aumento total do crédito foi muito maior no período 2000 a 2008 do que na década de 1980, ao contrário do que você disse.


Porém, como eu disse lá em cima, isso ainda é o de menos importante.

O que é realmente importante, e que não pode ser ignorado, é que esse gráfico de empréstimos imobiliários mostra apenas o crédito que os bancos comerciais concederam e mantiveram em seus livros contábeis. Ele não mostra todo o crédito imobiliário que os bancos concederam, securitizaram, e repassaram para os bancos de investimento e para outros investidores. Afinal, quando há esta securitização, os empréstimos "somem" dos registros contábeis dos bancos comerciais, de modo que eles deixam de aparecer naquele gráfico.

Portanto, a real quantidade total de empréstimos ocorrida na década de 2000 é bem maior do que aquela mostrada no período.

Quer ver um gráfico que mostra essa securitização? Ei-lo:

fred.stlouisfed.org/graph/fredgraph.png?g=eS04

A coisa muda bastante de figura, né?


Todo exercício acima foi para a evolução real do crédito imobiliário. Agora repita o mesmo raciocínio acima para os preços do imóveis. Veja os quanto eles subiram em termos reais (descontando o CPI) para cada período e você chegará à mesma conclusão.

Logo, a sua afirmação de que "o aumento dos preços dos imóveis na primeira década do presente século não foi tão diferente de outras décadas, foi até menor" é bastante inverídica. Assim como é inverídica a sua afirmação de que "a grande aceleração [do crédito imobiliário] se deu na década de 80, não de 2000 a 2008".


Quanto às reservas em excesso, e por que elas estão encolhendo, há um artigo específico abordando exatamente isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2585

Dica: ele está deflacionando as reservas em excesso porque não mais está rolando os títulos que vencem. Ao vencerem, o Fed coleta o pagamento e pronto.

Muito obrigado pelas palavras e grande abraço!


Ninguém fala dos militares. Podem até ter surrado uns comunistas, mas quase promoveram uma sovietização na economia enquanto estiveram no poder.


O artigo é comprometedor pois caracteriza-se como coletivismo ao defender um grupo acima daqueles que não pensam como eles.



"Não diria que há uma doutrinação, pois não creio que em todos os casos seja algo intencional por parte dos professores."

Depende do que se quer dizer com "doutrinação".

Ainda há muitas pessoas boas que nunca conheceram outras linhas de pensamento e repassam aquelas que aprenderam e sinceramente acreditam serem verdadeiras, mas ainda assim são doutrinas socioeconômicas sem lastro lógico, empírico nem pragmático.

Felizmente isso está mudando e muitos estão conhecendo Mises, Scruton, etc...

* * *



Não importa o que aconteça ou deixe de acontecer, os esquerdistas sempre chegam às mesmas conclusões. Claro, entre eles existe uma graduação desde os mais ingênuos "soldados rasos" iludidos até os mais psicopatas mentirosos profissionais.

* * *


Parabéns por mais um belíssimo artigo, Leandro. Foi escrito há alguns anos, mas ainda guarda o seu poder argumentativo. Apenas algumas observações:

Do texto : "O gráfico abaixo mostra os empréstimos totais feitos pelo setor bancário (linha azul). E mostra também os empréstimos exclusivamente voltados para a aquisição de imóveis (linha vermelha). Observe a evolução desde 1980, e a grande aceleração ocorrida na década de 2000."

A grande aceleração se deu na década de 80, não de 2000 a 2008.

Gráfico empréstimos imobiliários:
1980 a 1990 de algo em torno de 100 para 900 (800%)
1990 a 2000 algo em torno de 900 para 1500 (66%)
2000 a 2008 1500 para 3500 (133%)


Total de empréstimo de 1 trilhão para algo de 2 trilhões (década de 80), isso quer dizer que quase o total de aumento de crédito foi direcionado para o setor imobiliário.

Levando em conta o CPI, o valor de 1 trilhão no final da década de 80 seria equivalente a 2 trilhões de dólares a valores atuais (ttps://data.bls.gov/cgi-bin/cpicalc.pl?cost1=1000&year1=199001&year2=201707). Logo, por qual motivo essa expansão absurdamente acelerada do crédito imobiliário não levou a uma crise tão grave como a de 2007-2008?

Do texto : "Isso explica toda aquela elevação de preços observada no gráfico 1. De 1993 a 2006, os preços dos imóveis se apreciaram acentuadamente. Em alguns mercados específicos, até mesmo os preços das moradias mais simples se tornaram astronomicamente altos. Esta subida nos preços estimulava novos investimentos em mais construções de imóveis, o que gerava um aumento na oferta de imóveis. E este aumento na oferta de imóveis viria, mais à frente, a exercer uma pressão baixista nos preços dos imóveis."


Preço mediano imóveis
1963 a 1973 - de 20k para 40k = 100%
1973 a 1983 - 40k para 80k = 100%
1983 a 1993 - 80k para 120k = 50%
1993 a 2003 - 120k para 180k = 50%
2003 a 2008 180k para pico de 260k = 44%

Logo, o aumento dos preços dos imóveis na primeira década do presente século não foi tão diferente de outras décadas, foi até menor. Se é para descontar a inflação, seria interessante ter usado o índice Schiller que calcula o preço de imóveis desde o final do século 19 em termos reais.


O Gráfico das reservas em excesso vai até 201 (até porque o artigo foi escrito nessa época), que é o momento onde elas atingem o ápice. Desde então, houve um encolhimento dessas reservas em excesso de quase U$700 bilhões (https://fred.stlouisfed.org/series/EXCSRESNS). Não deveria ter sido o contrário, já que o FED está pagando mais pelas reservas em Excesso (com o aumento concomitante da FFR), por qual motivo os bancos tiraram esses excessos sendo que eles seriam melhor remunerados?

Mais uma vez parabéns pela qualidade do artigo.

Abs

blog pensamentos financeiros


E o Serra dé do PSDB. Não duvido que outros integrantes desse partido partilhem do mesmo pensamento econômico do político.


Ola Marcos! Obrigado!
Agora que percebi que estava usando o IGP-M!
Abraços


Impressão de dinheiro
Reservas fracionárias
Governos socialistas
Agências cartelizadas
Desinformação
Burrice

teve de tudo um pouco



Só um desabafo de passagem.

Na metade de 2015 resolvi me aventurar no mundo do empreendedorismo por conta da crise (dizem que em época de crises é uma boa época para oportunidades).
Passado mais de dois anos, deu para perceber mais ou menos como funcionam as coisas nesse país.

A CLT possui uma capacidade incrível de destruir vidas.
Nas fofocas entre os donos vizinhos ao meu local, fiquei sabendo que um funcionário foi demitido por ficar fazendo corpo mole e entrou na Justiça Trabalhista pedindo uma indenização de 57 mil. Detalhe, o salário dele era de R$1300 e trabalhou apenas por 6 meses. Pode parecer absurdo, mas ele irá ganhar a causa, só que não sei mais detalhes. Mas independente do que tenha ocorrido entre o funcionário e patrão, nada justifica ganhar uma indenização trabalhista dessa.
Como resultado, o empregador que possui um negócio pequeno vai ter que pedir empréstimo. E vocês já sabem como geralmente termina as coisas aqui pelo fato dos juros serem altos, certo?

A tributação nesse país é completamente sem sentido.
Meu próprio contador falou várias vezes para mim que a declaração do imposto de renda para quem possui firma não possui lógica nenhuma e, pior, é altamente complexa. EIRELI, MEI, LTDA quem vê só essas siglas de tipos de empresa pode possuir a impressão que a tributação é simples, mas não é. Nem eu sei a quantidade de taxas e impostos que eu pago. Meu contador faz pra mim e pede que sempre eu contrate um segundo contador para conferir os cálculos. Não precisa nem dizer que quase sempre me aconselham a não pagar tudo o que o governo exige.

Os aluguéis são absurdos.
Como o IMB explicou num artigo sobre os carros brasileiros, as montadoras sabem que estão protegidas pela burocracia do governo, então sabem que a sua reserva de mercado está garantida, por isso podem cobrar preços absurdos por carros ridículos. O mesmo raciocínio se aplica às propriedades no Centro das grandes cidades brasileiras.
Os proprietários sabem que dificilmente irá aparecer um grande prédio comercial fora de próximo do Centro por conta da burocracia e da nossa economia engessada, então sabem que podem cobrar ou aumentar o absurdo que bem entenderem no aluguel porque sabem que muito dificilmente aparecerá uma grande circulação de pessoas longe do centro. "Centros Históricos" só começarão voltar a existir quando a economia ficar um pouco mais livre para poder aparecer novos grandes investidores para gerar empregos.

Esse três pontos são os principais que observei. Há outros, mas esses três são os que mais devem, na minha opinião, serem responsáveis para o Brasil sempre estar em péssimas posições nos rankings para se fazer negócio do Banco Mundial.


Um comentário com exemplos práticos para adicionar à discussão: sim, pode ocorrer de o mercado avaliar mal uma empresa. Mas isso é bem raro.

Dá para ver isso com as atuais ondas de ICOs (Initial Coin Offerings, fenômeno muito recente) e como funcionam os fundos de Venture Capital lá fora.

O que não falta no mundo é gente querendo especular, arriscar USD 500, USD 1,000, enfim, pouco dinheiro querendo multiplicá-lo por 100 vezes, 1.000 vezes.

No caso dos fundos VCs, o investidor tem um intermediário que diversifica em várias startups diferentes, reduzindo risco e potencial de ganho. No caso dos ICOs, é direto.

É um mercado de trilhões de dólares. Muito dinheiro investido em empresas nascentes, que só tenham um produto (ou mesmo protótipo ou só ideia), que tenham somente um resquício de que podem revolucionar um mercado e mudar a vida de várias pessoas. Empresas extremamente arriscadas que poucas vezes dão certo.

Há muita gente disposta a perder algum dinheiro com elas.

Neste sentido, por que precisamos do governo em um mercado que funciona tão bem? Que critérios o governo usaria? Como evitar a corrida para esses fundos de projetos que só queiram um dinheiro rápido e fácil, sem mesmo ter a intenção de produzir um projeto viável? E se for muito restrito, impondo uma dívida de longo prazo ao empreendedor, seria atrativo para projetos mais arriscados, mas com maior potencial?

Financiar isso com impostos me parece a coisa mais errada que se pode fazer. O potencial de perda seria imenso, com um retorno baixíssimo para o pagador, se houver (mesmo que bem feito, seria diversificado demais). Eliminando a possibilidade de multiplicação de capital que é buscada por quem já tem dinheiro e está disposto a correr risco de perder dinheiro.


Será que tem mesmo?

Cinco fatos sobre a Suécia que os social-democratas não gostam de comentar

Todos os socialistas querem ser a Dinamarca - será mesmo?

Dois desafios para os social-democratas defensores do intervencionismo estatal e de um estado grande

Mitos escandinavos: "impostos e gastos públicos altos são populares"

Uma palhinha para você. Os países escandinavos tributam pouco as pessoas produtivas da sociedade. O imposto de renda de pessoa jurídica é dos menores do mundo. A alta carga se concentra nos impostos indiretos e também nas pessoas físicas de renda mais alta (o que de pouco adianta, pois tais pessoas sempre conseguem driblar as regulamentações e evadir esses impostos).

Aos dados:

Segundo o site Doing Business, nas economias escandinavas,

1) você demora no máximo 6 dias para abrir um negócio (contra mais de 130 no Brasil);

2) as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média (no Brasil, se você quiser importar pela internet, pagará no mínimo 60%);

3) o imposto de renda de pessoa jurídica é de 15% (no Brasil, chega a 34%);

4) o investimento estrangeiro é liberado (no Brasil, é cheio de restrições);

5) os direitos de propriedade são absolutos (no Brasil, grupos terroristas invadem fazendas e a justiça os convida para um cafezinho);

6) o mercado de trabalho é extremamente desregulamentado. Não apenas pode-se contratar sem burocracias, como também é possível demitir sem qualquer justificativa e sem qualquer custo. E tudo com o apoio dos sindicatos, pois eles sabem que tal política reduz o desemprego. Não há uma CLT (inventada por Mussolini e rapidamente copiada por Getulio Vargas) nos países nórdicos.

O único quesito em que os nórdicos superam o Brasil em ruindade é no IRPF, cuja alíquota máxima lá é maior que a daqui.


Aliás, na classificação do Instituto Fraser, a Suécia e a Dinamarca possuem mais liberdade econômica que os EUA no que diz respeito à estrutura legal e aos direitos de propriedade; a moeda é mais sólida (temos menos inflação), o comércio internacional é mais livre e menos protecionista, e as regulamentações sobre as empresas e sobre o mercado de crédito são mais baixas. Não há uma aquela infinidade de leis que regulamentam profissões e licenças ocupacionais, as quais bloqueiam a concorrência em vários outros países.

Abraços.


Ah, sim, por isso no Canadá, na França e nos países Nórdicos não há nada de bom, pois lá tem muito Estado!


Refaça seu cálculos. Eu cheguei a R$ 3,42.

E sim, o real (com o dólar a R$ 3,15) está ligeiramente sobrevalorizado. Por isso a inflação de preços caiu. Com moeda forte, não há carestia.

Os preços só estão aumentando nas tarifas inteiramente controladas pelo governo, como luz e gasolina. Aliás, isso já é típico:

Surpresa! Desde o real, preços regulados pelo governo subiram muito mais que os preços de mercado


Olá Leandro,

Acabei de refazer o cálculo até julho/2017 e cheguei em 4,23 para o dólar.

Podemos dizer que o real está sobrevalorizado? Ou o dólar que desvalorizou muito?

No longo prazo, a taxa de câmbio tende a buscar estes 4,23, correto?

Obrigado e grande abraço!


Mas a Amazonia não é responsável pelas chuvas e o ''equilíbrio'' climático do país?
Se desmata-la ferrou....


E mais, a empresa vai la, vai poluir tudo, vai ganhar dinheiro com o mineiro e nos vamos ganhar o que com isso alem de ter a nossa amazonia prejudicada?

Privatizar empresas estatais tudo bem, mas natureza é perigoso ne.




As políticas dos militares foram praticamente as mesmas do PT. E ambos possuem um herdeiro histórico: Getúlio Vargas. Não sei porque consideram um de esquerda e o outro de direita.

Mesma coisa as políticas intervencionistas do New Deal de Franklin Roosevelt. A esquerda mundial tece elogias a ela, mas as políticas do nazifascismo faria inveja a qualquer proposta esquerdista atualmente, e ainda foram muito mais intensas que a Roosevelt.


Aqui já se falou várias vezes. As políticas econômicas dos militares foram péssimas.

Eles foram os maiores estatizadores que este país já teve a infelicidade de conhecer. À exceção de um breve período no governo Castelo Branco -- quando de fato foram feitas algumas reformas --, nada se salva no regime militar.

Resumidamente, todo o período se resumiu a endividamento do governo em dólares para fazer obras faraônicas (ótimo negócio para as empreiteiras nacionais), inflacionismo da oferta monetária, e câmbio controlado para tentar mitigar os efeitos da inflação monetária sobre a carestia.

Como a inflação monetária era excessiva, o câmbio controlado passava por várias e sucessivas "desvalorizações controladas", as quais faziam a carestia explodir.

Porém, como havia o mecanismo da indexação (principalmente salarial) -- algo que o resto do mundo desconhecia --, a coisa foi sendo levada.

Geisel foi o pior de todos. Pior até do que Dilma. Ninguém expandiu mais o estado do que ele; ninguém criou mais estatais do que ele. Ninguém fechou a economia mais do que ele. Ninguém foi economicamente mais socialista do que ele.

Já no início da década de 1980, a economia brasileira estava sovieticamente fechada. Importar algo era praticamente proibido. Carestia nas nuvens, moeda sem nenhum poder de compra, e população proibida de comprar produtos estrangeiros. O exemplo mais explícito de reservas de mercado e de povo sendo tratado como gado.

Vale, adicionalmente, dizer que todas essas empreiteiras atuais cresceram justamente no período militar -- daí a afinidade com o atual governo petista, igualmente estatizante.


Engraçado que ninguém fala dos militares. Podem até ter surrado uns comunistas, mas o que fizeram na área econômica foi quase uma sovietização.


É uma barafunda só. Até eu que sou da área demorei anos pra entender.

Um CDO sintético investe em CDS e com isso ganha acesso a uma renda fixa (que vem dos prêmios que os compradores do CDS pagam). Consequentemente, eles na prática são uma forma de "aposta" na performance dos outros CDOs.

www.investopedia.com/terms/s/syntheticcdo.asp


1ª MEDIDA => Depois da tomada do Poder, o Congresso Nacional será fechado por tempo indeterminado, e a sua folha de pagamento será destinada para os Cofres da Nação. O Brasil passará a ser administrado por uma Junta Cívica e Militar com Poderes Supraconstitucional, acima dos Três Poderes, para poder fazer as reformas básicas necessárias;

2ª MEDIDA => O Governo Provisório, ao assumir o Poder, será obrigado a determinar imediatamente a Polícia e o Ministério Público a investigarem, minuciosamente, todos os Políticos, desde o Vereador ao Presidente deposto Temer, sem nenhuma exceção e sem precisar de nenhuma autorização judicial para realizar essas investigações; porém, aqueles políticos — acusados de corrupção e enriquecimentos ilícitos provados e condenados na Justiça — serão presos e terão os seus bens confiscados para ressarcirem os Cofres Públicos que foram roubados, assaltados e saqueados por esses políticos bandidos, facínoras e ladrões;

3ª MEDIDA => Será reduzido todos os salários e as aposentadorias dos políticos, dentre outras classes de funcionários do alto escalão também, e as suas mordomias, auxílios e privilégios serão extintos, e todas essas economias de verbas serão repassadas para os Cofres da Nação;

4ª MEDIDA => Os bens dos políticos corruptos e das empresas envolvidas com a corrupção serão todos confiscados e repassados para os Cofres da Nação. Todos os Deputados Federais e Senadores, dentre outros, serão presos por crime de Lesa-Pátria. Da motivação para serem presos => Os seus altos salários de mais de R$ 170 mil reais por mês (entre salários, benefícios e privilégios), em relação ao Salário Mínimo de Miséria de R$ 937,00 reais, é uma das provas da má distribuição de renda, e que eles estão industrializando a Miséria Social do Brasil => Lesando o Povo, a Pátria e a Nação. Eles estão transgredindo a Constituição Federal de 1988, como os Princípios da Legalidade e o da Moralidade (Caput do art. 37 da CF/88), os incisos I, II, III e IV do art. 3º, o Caput do art 6º, o Preambulo da CF/88, dentre outros, e é por isso que eles tem que ser presos e julgados por um Tribunal Cívico e Militar;

5ª MEDIDA => Todos os órgãos públicos inúteis, como as vices governadorias, dentre outros, e a maioria dessas ONGs serão extintas, e todas essas economias de verbas serão repassas para os Cofres da Nação;

6ª MEDIDA => Será taxada as grandes fortunas, e todas essas arrecadações serão destinadas para os Cofres da Nação;

7ª MEDIDA => Todo fundo partidário e os impostos destinados para os Sindicatos serão repassados para os Cofres da Nação;

8ª MEDIDA => A lei Rouanet será extinta e a sua verba será destinada para os Cofres da Nação;

9ª MEDIDA => Todos os Ministérios serão fechados por tempo indeterminado e os seus Ministros expulsos dos seus cargos, e as folhas de pagamentos desses Ministérios serão repassados para os Cofres da Nação; esses Ministérios serão reabertos em número reduzido, como também será criado o Ministério da Defesa e da Segurança Pública, formado pela Marinha, Exercito e Aeronáutica, e as pastas de todos os Ministérios serão entregue as pessoas qualificadas para assumirem esses Ministérios;

10ª MEDIDA => Todas as Secretarias, Ministérios e ONGs de Direitos Humanos serão extintos, e as suas verbas serão destinadas para os Cofres da Nação. Em seus lugares serão criadas Secretarias Ecumênicas Religiosas (municipais e estaduais) e o Ministério Religioso Ecumênico, com a incumbência de evangelizar o povo brasileiro em todos os meios de comunicações, sem impor religião a ninguem. Isso é mais benéfico do que esses órgãos dos falsos direitos humanos satânicos e demoníacos;

11ª MEDIDA => Todas as obras públicas de construções que os municípios, os estados e a União querem realiza-las, só poderão ser feitas pelas as Forças Armadas, através de contrato. Elas ficaram responsáveis de contratar os trabalhadores, como também presos e (menores aprendizes sobre a disciplina militar);

12ª MEDIDA => Será criada varias empresas estatais militarizadas, onde algumas delas irão produzir energia eólica, solar, dentre outras fontes de energias limpas e renováveis, para garantirem o crescimento econômico e do consumo do Brasil. Outras estatais militarizadas irão construir trem e ferrovias para ligar o Brasil de Norte a Sul do País, dentre outras construções. Entretanto, os funcionários dessas empresas estatais militarizadas irão ganhar salários compatíveis com as suas funções, idênticos a da inciativa privada, sem nenhum privilégios, mordomias e auxílios, pois elas tem que ter lucros para ser repassados para os Cofres da Nação;

13ª MEDIDA => Todos os municípios e os estados que estão no vermelho serão administrados por juntas cívicas e militares, e os seus administradores políticos serão expulsos dos seus cargos, e as suas assembleias de deputados e câmaras de vereadores serão fechadas, e suas folhas de pagamentos serão repassadas para .os Cofres da Nação. Se as gestões das juntas cívicas e militares forem melhor para o povo do que a dos políticos ladrões, então todos os municípios e estados passarão a ser administrados por juntas militares;

14ª MEDIDA => Será assentada nas terras improdutivas, em forma de cooperativas, milhões de famílias, sobre o comando das Forças Armadas, para produzirem riquezas, gerar empregos e contribuições para o crescimento econômico do Brasil;

15ª MEDIDA => Não será aumentado o tempo de contribuição para o trabalhador poder se aposentar. O Brasil será muito rico e terá bastante dinheiro para garantir os pagamentos de todas as aposentadorias;

16ª MEDIDA => Será criada a Patrulha do Bairro das Forças Armadas, formada por 20 milhões de pessoas convocadas (homens, mulheres, reservistas ou não), que serão treinados para fazer o patrulhamento a pés e motorizados nos bairros durante 24 horas por dia, através do revezamento entre eles, com o apoio das polícias, para reduzir a violência em 99% (roubos, trafico de drogas, homicídios, etc.). Bandidos serão tratados como bandidos e serão obrigados a trabalhar para indenizar as suas vítimas e os custeios de suas estadias nos presídios, onde o Governo indenizará imediatamente as suas vítimas, e os presos terão que ressarcir ao Governo. Todos os presídios serão militarizados;

17ª MEDIDA => Serão extintas as audiências de custodias, os auxílios reclusões, as tornozeleiras eletrônicas e os crimes afiançados. Quem for preso por crime que o leve a prisão, determinado por lei, vão ter que trabalhar para indenizar as suas vítimas e pagar as suas estadias nos presídios. Serão criados presídios militarizado empresarial estatal. Quem não quiser trabalhar, também não vai comer, vai morrer de fome;

18ª MEDIDA => Será feita uma faxina geral na bandidagem, para com isso milhões de turistas possam vim ao Brasil, com segurança, gastar os seus dólares aqui, para aumentar a nossa reserva cambial, como também será reduzida a maioridade penal para 12 anos;

19ª MEDIDA => Todos os Ministros do Supremo Tribunal Federal, Procuradores Gerais de Justiça e o Procurador-Geral da República, dentre outros, serão destituídos dos seus cargos; e estes serão preenchidos — obrigatoriamente — por pessoas escolhidas por concursos públicos, ou de outras formas sem indicações políticas, porque o Poder Judiciário e o Ministério Público têm de ser totalmente independentes dos Poderes Executivo e Legislativo, evitando assim que os políticos corruptos que os indicam para tais cargos sejam protegidos e acobertados por muitos desses "doutores" da Lei, como está ocorrendo atualmente no Brasil (por debaixo dos panos). Hoje fazem de tudo para proteger esses bandidos envolvidos nos escândalos de corrupção, a exemplo do mensalão, petrolão, lava - jato e outros tantos que destroem a nossa economia e desmoralizam o Povo Brasileiro e a Nação;

20ª MEDIDA => Será criado o Poder Judiciário Municipal, o Ministério Público Municipal e a Polícia Municipal. Todos ficarão no mesmo prédio público, de forma integrado, ganhando salário compatível com a realidade salarial do Brasil, sem auxílio, mordomia e privilegio, onde o piso salarial de cada função será identifico em todos os municípios (por exemplo: juiz municipal ganhara salários idênticos em todos os municípios, e assim também será para o promotor de justiça municipal e a policia municipal), pois o seu orçamento será federal, podendo os seus funcionários, ocupante da mesma função, permutar entre eles dum município para o outro;

21ª MEDIDA => A Justiça de Pequenas Causas, do Trabalho, dentre outras de 1º grau, seja ela federal ou não, serão extintas, e os seus funcionários serão removidos para os Tribunais Municipais e Ministerios Públicos Municipais, que passarão a ter poderes de julgar todas essas ações;

22ª MEDIDA => Todos os tribunais de justiça estadual de segundo grau não terá mais os cargos de desembargadores e sim, de juízes de 2º grau, e os demais que forem entrando tem que ser por concursos públicos, e não mais por indicações políticas.Os Tribunais Regionais Federais (TRF) de 2ª instância, TRT, dentre outros, serão extintos, e todos os seus servidores concursados vão para os Tribunais Estaduais de 2º grau, onde serão aumentados os números de turmas para decidirem todas as questões que chegarem a eles do 1º grau;

23ª MEDIDA => Todos os tribunais de 3º grau (STF, TST, STJ, STM e TSE) serão fundido num só, formando um único tribunal de 3º grau com várias turmas para julgar todos os tipos de ações, onde não serão mais chamados de ministros e sim, juízes de 3º grau, e os demais que forem entrando tem que ser por concursos públicos, e não mais por indicações políticas;

24ª MEDIDA => Serão criadas leis dando poderes a Polícia a resolver também questões cíveis de menor porte, inclusive confiscar bens para ressarcir divida de pessoas que foram enganadas ou lesadas. Nesse novo sistema de governo e de sociedade não terá mais espaço para vigaristas, pessoas canalhas e vagabundas, que aproveitam das leis fajutas para lesar e enganar os cidadãos de bem;

25ª MEDIDA => Em todas as cidades, que não tem Quartel das Forças Armadas, passarão a ter. Não haverá mais o excesso de contingente; portanto, terá vagas pra todo mundo, sendo facultativo para as mulheres e obrigatório para os homens servir a Pátria. Serão obrigados a servirem durante 2 anos, onde um ano será de treinamento, e o outro anos terá que trabalhar fazendo a segurança pública do Brasil, dentre outros serviços públicos;

26ª MEDIDA => Todas as escolas públicas, com exceção de algumas, serão militarizadas, para evitar que o tráfico de drogas e os bandidos ponham em risco as vidas dos nossos estudantes dentro dessas escolas, como ocorrem atualmente em muitas delas. Nelas serão introduzida a cadeira de Religião Ecumênica, Educação Moral e Cívica, Direito Constitucional, dentre outras. Temos que educar os nossos estudantes para transformá-los em cidadãos de bem, caridosos e do espírito fraternal, que defendam uma sociedade fraternal e mais justa;

27ª MEDIDA => Todos os menores de 18 anos serão obrigados a está matriculados numa escola. Aqueles que abandonarem a escola, os pais perderão as suas guardas para o Estado, e Este assume as suas guardas colocando - os no internato de escolas militares, só saindo de lá depois de atingir a maioridade cívica de 18 anos, ou, caso contrario, poderão voltar para as casas dos seus pais, desde que se comprometam a não abandonar a escola;

28ª MEDIDA => Será criada uma Lei Trabalhista moderna e bem elaborada, onde o empregador e o empregado sairão ganhando sem nenhum prejuízo, sem precisar mais da Justiça do Trabalho, onde esta, no futuro, será extinta, e também será reduzido os impostos em cima das empresas e das burocracias do estado em cima delas, para que as empresas possam se desenvolver para ganhar mais mercado e contratar mais gente para trabalhar;

29ª MEDIDA => Será extinta a Justiça Eleitoral. Caso faça necessário, os cargos desde Vereadores ao de Presidente da República serão todos ocupados por pessoas qualificadas escolhidas por concursos públicos, que serão realizados a cada 4 anos, ao invés de eleições políticas, ganhando salário compatível com a realidade salarial do Brasil, sem privilégios, auxílios e mordomias. Terminados os seus mandatos, caso queiram ocupar novamente esses cargos políticos, terão de submeter-se novamente aos concursos públicos, junto com os demais concorrentes. Desta forma, não só iremos selecionar melhor as pessoas que irão governar o país, como também acabaremos de uma vez por todas com os partidos políticos, os investimentos públicos e privados em campanhas políticas, com as eleições políticas, dentre outras desgraças que destrói a nossa Pátria e a Nação, pois os municípios, os estados e a União são empresas de alta complexidade e tem que ser administrados por pessoas qualificadas, e não por qualquer um;

30ª MEDIDA => Todas as leis e outras coisas de interesses públicos a nível municipal, estadual e federal que os políticos concursados forem elaborando, dentro das suas circunscrições territoriais, terão que ser apresentadas obrigatoriamente ao seu povo para aprova-las ou reprova-las, de forma direta, através de terminais de computadores do governo. A votação não será de forma obrigatória e sim, vota quem quer, onde os parlamentares votarão nas suas casas legislativas, e o povo, por sua vez, irá votar nos terminais de computadores do governo, onde os votos dos parlamentares e o do povo serão somados para aprovarem ou reprovarem as leis e outras coisas de interesses públicos dentro de suas circunscrições territoriais, para com isso podermos, desta forma, controlar o Estado de forma direta, onde o Estado tem que atender exclusivamente os interesses do povo, e não os interesses dos políticos como ocorrem atualmente;

31ª MEDIDA => O futuro Congresso Nacional — que será formado por políticos capacitados escolhidos por concursos públicos, realizados a cada 4 anos ( ao invés de eleições políticas) — serão obrigados a encontrar os meios necessários de aprovar, pelo voto direto do povo, medidas de urgência para erradicar com a miséria social, a falta de moradia e o desemprego. Terão de encontrar também os meios necessários para reduzir maciçamente a violência do Brasil e imprimir "padrão FIFA" — qualidade de serviços de primeiro mundo — hospitais, escolas e transportes públicos (assim como outras utilidades públicas);

32ª MEDIDA => Será criado o Poder Fiscalizador de Polícia, formado por todos os Delegados e Promotores de Justiça. Estes passarão a ter poderes de investigar qualquer pessoa sem nenhuma autorização judicial, para assim combater o crime organizado e a corrupção política que campeia e domina o nosso País de ponta a ponta;

33ª MEDIDA => As Forças Armadas passarão a ser o fiscal dos Municípios, dos Estados e da União, podendo intervir na administração pública de qualquer um deles, em caso de corrupção política e de outras ações criminosas que venham afetar a vida do povo. Essas intervenções se encerrarão quando a situação for normalizada;

34ª MEDIDA => Serão construídas vilas de milhares de casas em locais adequados para os funcionários públicos, como também para erradicar a falta de moradia do Brasil, onde essas vilas ficarão sobre a administração das Forças Armadas;

35ª MEDIDA => Serão investigados todos os contratos das extrações do nióbio, do ouro, dentre outros minérios, e aqueles que lesaram a Pátria e a Nação roubando os nossos minérios, principalmente o nióbio, serão presos e terão todos os seus bens confiscados e repassados para os Cofres da Nação;

36ª MEDIDA => Será feito uma reforma tributaria, para com isso podermos diminuir as cargas tributarias de cima das empresas para elas poderem ganhar mais mercado e gerar mais empregos e mais tributos para os Cofres da Nação;

37ª MENIDA => Será implanto em todas as escolas o Patriotismo, o Civismo, o Nacionalismo e a cantoria de vários hinos e dobrados que engrandecem a nossa Pátria, a Nação e o Brasil. Todas as repartições públicas serão obrigadas a ter hasteada a Bandeira Nacional, a do seu Estado e do seu Município. A data de 31 de Março passará a ser feriado nacional, com várias paradas militares e escolas desfilando nas ruas e avenidas em homenagem aos militares por ter salvado o Brasil do comunismo em 1964;

38ª MEDIDA => Será criado um Site Inteligente para cadastrar todas as pessoas físicas do Brasil. Todos serão obrigados a informar aonde reside, cor da pele, profissão, data de nascimento. Ao nascer e ao morrer, os órgãos competentes serão obrigados a informarem imediatamente ao departamento responsável por esse site. Ao se mudar para residir em outro lugar será obrigado a informar também o novo endereço. Tem que informar quantas pessoas residem na casa, quem estuda, quem trabalha ou não, quanto ganha. As escolas, as empresas, dentre outros, serão obrigados a repassar os dados de todos os seus integrantes ao departamento desse site, pois tudo isso é para o governo ter maior controle da sua população para redistribuir renda, dentre outros, como também a polícia ter acesso a esse site para combater o crime com mais precisão;

39ª MEDIDA => Será aumentado maciçamente o investimento em segurança e vigilância nas nossas fronteiras brasileiras para impedir o contrabando de armas, o tráfico de drogas, dentre outros;

40ª MEDIDA => O Governo Provisório será obrigado a implantar imediatamente todos os requisitos das "Medidas de Força" dentro da própria Constituição Federal de 1988, em nome do povo e da democracia, e decretar que todos os requisitos constitucionais que contrariam essas referidas "Medidas de Força" estão sumariamente revogados e nulos de pleno direito.

OBSERVAÇÃO - Esses são os remédios eficazes para curar de uma vez por todas o câncer da corrupção política do Brasil, da miséria social e combater severamente a escalada da violência em todo território brasileiro, que está sendo promovida pela grande maioria dos políticos atuais, que são bandidos e vagabundos, e pelos os falsos defensores dos direitos humanos.

Vamos unir as nossas forças, em um só objetivo, para irmos às ruas aos milhões pedir e determinar que as Forças Armadas tomem o Poder das mãos dessas facções políticas criminosas e devolva imediatamente o Brasil aos Cidadãos de Bem, através da implantação imediata das "Medidas de Força", para acabar com a corrupção política, a miséria social, e levar o Brasil a nível de País de 1º mundo já!

A tomada do Poder será um ato patriótico feito com embasamento legal no regime democrático, em que todo poder emana do povo. Parágrafo Único do art. 1º c/c o 142 da Constituição Federal de 1988.

ACORDA BRASIL!


Errata: Se não me engano, disse que os defensores da TLP fazem propaganda da presença de supostos bancos de fomento em países desenvolvidos, mas são os defensores da TJLP que fazem tal propaganda.


Nietzsche defendia o livre mercado? aonde? que eu saiba ele disse que era uma utopia, isso aí é mau caratismo descarado ou vocês estão mau informados?


E o KfW (alemão), JFC (japonês), CDP (italiano), CDC (francês) e o ICO (espanhol). Defensores da TLP fazem a maior propaganda, principalmente do KfW.


O problema do José Serra, nesse caso, é que ele se sente o pai do FAT. Então ele está apenas querendo proteger o seu Frankestein.

Mas ele também estava propondo que se mantivesse a TJLP, para os recursos que são originados do FAT, e se estabelecesse a TLP para os recursos do que são originados do Tesouro. Não posso dizer se seria melhor ou pior, pois essa ideia apenas descobre um santo para cobrir outro, mas mostra que ele se esforçou. :D

Além do mais, ele propõe que se leve a ideia da TLP à máxima potência, e a estenda também aos todos os outros subsídios. #EuApoioOSerra





Fui procurar a notícias em sites mais imparciais e descobri que a realidade é bem diferente das bombásticas chamadas utilizadas pelos blogs de esquerda. Eis o que descobri no jornal Zero Hora:

"O decreto, publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (23), estabelece o fim da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), que tinha sido delimitada em 1984, durante a ditadura militar, para ser usada para exploração mineral estatal."

Tradução: havia uma área de mineração fechada, a qual foi usada exclusivamente pela mineração estatal (provavelmente Vale do Rio Doce) durante o regime militar. Agora, essa área não-usada será reaberta, e em vez de ser mineração estatal será mineração privada.

A notícia é apenas isso. Nada de bombástico. Nada de criminoso. Nada de novidade. Nada daquele "acabou o mundo" que a esquerda quis dar a entender. Aliás, é isso o que acontece quando você se informa apenas por blogs de esquerda: seu QI desaba dez pontos por frase lida.


1. Porquê sempre se cria um ativo e um passivo: Método das Partidas Dobradas

2. Porquê os empréstimos geram resultados instantâneos para o banco: Valor Presente Líquido.

3. Sobre a alavancagem: Alavancagem Financeira

Em resumo: O branco efetua empréstimo, e nos seus ativos ele troca dinheiro por um "papel". Esse "papel" vale mais do que o dinheiro que ele emprestou, gerando resultado instantâneo para o banco, mas piora a alavancagem e liquidez. Aí entram o Fannie Mae e Freddie Mac para comprar esse "papel", e o banco troca o "papel" por dinheiro, sendo mais dinheiro do que ele emprestou. Assim o banco aumenta sua liquidez e diminui a alavancagem. E agora o banco tem mais dinheiro para fazer a mesma farra novamente.


Acho MUITO difícil crer que as empresas chinesas que fazem esses cabos paguem royalties pra Apple. Afinal, se há algo pelo que chinês é conhecido é exatamente por piratear e não pagar royalties. Essa sua tese, portanto, é bem fraca.



hoje as geladeiras estão voltando a vir com gás inflamável, graças ao greenpeace.. vários acidentes voltaram a acontecer


Como sempre, genial na resposta, Leandro. Muito obrigado.


Acredito que seja parte da questão o argumento exposto. Mas a verdade mesmo é que provavelmente a Apple lucre duas vezes, ao vender o cabo junto com o aparelho e ao receber royalties do licenciamento dos cabos paralelos, que não podem ser imputados a ela, pois os cabos "não verdes" não vem junto com os aparelhos vendidos, porem, a venda de dois cabos, acaba gerando maior volume de lixo/descarte, o que derruba essa classificação green da Apple!Smart move, Apple!
Ainda bem que não consumo e nem vou consumir Apple.


Caro GJ, não existe um cálculo simples para saber isso. Existe análise de mercado, de evolução de preços e por aí vai.

As alternativas:

1) Alugar (fazendo a mesma análise da razoabilidade dos preços de aluguel)... se você tem certeza que os preços estão inflados, essa é, de longe, a melhor opção... no Brasil já ocorre isso, temos aluguéis que são 0,25% do valor pago pelo imóvel... pela perspectiva do proprietário, é um péssimo retorno, o que faz ser um ótimo negócio para quem aluga (especialmente se você tiver o valor do imóvel - você pode facilmente aplicar numa renda fixa e pagar o aluguel com o rendimento, enquanto continua com o dinheiro, sem risco de desvalorização ou vacância)

2) Negociar e comprar, preferencialmente sem fazer empréstimo - poupança agregada à investimentos podem te levar a este patamar. Se você está preocupado apenas em morar, aceite o preço e siga feliz. Se houver uma crise e o potencial valor do seu imóvel desabar, não muda nada para você, que vai simplesmente continuar vivendo ali (e talvez boas oportunidades de comprar outros imóveis semelhantes ao seu, a preço de banana).

3) Negociar e comprar, fazendo um empréstimo que você saiba que será capaz de pagar. E só. Se houver uma crise e o valor do imóvel desabar, você pode tentar renegociar sua dívida. Se não conseguir, vai pagar o mico.

4) Negociar e comprar. E comprar outro imóvel com crédito fácil. E mais outro. E outro. Fazer empréstimos usando esses caros imóveis como garantia e curtir a vida. Leia o artigo e veja como esse método funcionou bem.


As propostas do Lixo Gomes são idênticas à Nova Matriz Econômica do PT. Sem tirar nem pôr. E pra ser sincero são ainda piores, porque o PT usa essas propostas de forma pragmática, já o Ciro é um ideólogo cego. Não foi apenas uma única vez que ele confirmou isso.
Ciro já defendeu em público abertamente a Nova Matriz Econômica, não satisfeito continuou defendendo as parcerias público-privadas do Estado com algumas das grandes empresas envolvidas na Lava Jato.

veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/ciro-repete-discurso-de-dilma-e-choca-empresarios/
https://www.institutoliberal.org.br/blog/ciro-gomes-a-desfacatez-da-mentira/
https://spotniks.com/as-7-maiores-bobagens-que-voce-ja-ouviu-de-ciro-gomes-nos-ultimos-anos/

Até hoje eu tento entender porque esquerdista defende com unhas e dentes o Intervencionismo e o Ciro Gomes.
Para quem não sabe, historicamente, o Intervencionismo era considerado pelos marxistas como uma tentativa do estado burguês para o Capitalismo não colapsar.
Mesmo o Intervencionismo sendo tido como Terceira-Via, os marxistas de forma desonesta consideravam e propagandeavam o Intervencionismo e o Nazifascismo como "extrema-direita".
Por quê a partir dos anos 60 começaram a defender o Intervencionismo com tanto tesão quanto defendiam o Socialismo?


Use o price-to-rent ratio:

The price-to-rent ratio is calculated by dividing the average list price by the average yearly rent price, as follows: Average list price / (Average Rent * 12). Trulia establishes thresholds for the ratios as follows: a price-to-rent ratio of 1 to 15 indicates it is much better to buy than rent; a price-to-rent ratio of 16 to 20 indicates it is typically better to rent than buy; and a price-to-rent ratio of 21 or more indicates it is much better to rent than buy.

Obviamente tem que levar em conta todo o resto. Por exemplo, não compraria um imóvel com PTR ratio 5 se fosse num local com tiroteios ou enchentes. Ou com o acabamento que vemos hoje em dia, sobradinhos geminados, etc....


Sua descrição é incorreta.

Nenhum país desenvolvido tem uma agência de fomento ao estilo do BNDES.

Na Europa, há o BEI, que, "levanta dinheiro nos mercados de capitais e empresta-o em condições favoráveis a projetos que apoiem os objetivos da UE. Cerca de 90% dos empréstimos são concedidos para investimentos dentro da UE. Nenhum do dinheiro emprestado pelo BEI provém do orçamento da EU."

europa.eu/european-union/about-eu/institutions-bodies/european-investment-bank_pt

Ou seja, o BEI vai ao mercado e levanta financiamento. Ele não usa dinheiro dos pagadores de impostos.

O BNDES, ao adotar essa reforma, ficará um pouco mais parecido com o banco europeu. Só que o BNDES continuará se financiando com o dinheiro de impostos. O BEI não.


1. "O Fannie Mae e Freddie Mac não estão sujeitos às mesmas regulamentações de alavancagem que os bancos?"

Sim e não. Em tese, sim. Na prática, não. Inclusive, isso ficou famoso. Ainda em 2001, o Banco da Basileia emitiu um comunicado falando sobre isso. Ele demonstrava preocupação com o fato de ambas as agências estarem "abusando" do seu status de serem apadrinhadas pelo governo para ganhar uma vantagem competitiva em relação aos outros bancos.

www.bis.org/bcbs/ca/fmwatc.pdf

No entanto, vale ressaltar que, ainda que as mesmas regulamentações fossem impingidas a essas duas agências, isso não faria muita diferença. Afinal, tudo o que uma instituição financeira precisa fazer é:

1) Pegar financiamento no mercado de capitais;

2) Utilizar esse dinheiro para conceder empréstimos imobiliários (hipotecas);

3) Securitizar e vender essas hipotecas para limpá-las de seu balanço (voltando imediatamente a ficar dentro das regras de Basiléia).

4) Se der bode, o governo federal socorre.

O único risco para uma instituição, portanto, está em as hipotecas perderem valor enquanto ainda estiverem em seus balancetes -- ou seja, após o item 2 e antes do 3.

Com efeito, há inclusive argumentos bem persuasivos que dizem que todo o processo de securitização ocorreu exatamente para escapar dessas regulamentações de Basileia. Afinal, ao securitizar e vender, você limpa seus balancetes e fica bonitinho dentro das regras de alavancagem de Basiléia.

Por fim, onde está o real problema com o arranjo enumerado acima? No item 1 e no item 4.

O item 1 mostra que há uma instituição imprimindo dinheiro a rodo e jogando os juros artificialmente para baixo. Sem juros artificialmente baixos, toda essa operação se torna inviável. E o item 4 mostra que, mesmo se der zica, o governo salva.

2. "mas pela metodologia de escoragem comumente utilizada, essa nota está tecnicamente correta, dado que havia um "garantidor de última instância" (o próprio governo) para lastrear os títulos."

Esse é um ótimo ponto. Eu não havia pensado por esse lado. Apenas mostra com ainda mais intensidade como as garantias concedidas pelo governo distorcem ainda mais as precificações e as estimativas de risco.

"A SEC até pode impedir a entrada de agências concorrentes, mas até que ponto ela pode obrigar as agências a utilizar a metodologia X ou Y?"

Não creio que possa.

3. "Ainda sobre esses títulos empacotados (os CDOs), por que são considerados "derivativos"?"

Nem todos os CDOs são derivativos. Eles se tornam derivativos quando usados em conjunto com os CDS (Credit Default Swaps). Aí ele se torna um "CDO sintético", e isso é um derivativo. É um assunto bastante técnico e complicado, e que pouco ou nada acrescenta ao assunto principal, de modo que não achei que valesse a pena abordar esse detalhe em um artigo já bem longo.

"Não entendi o poder "amplificador" que um calote causaria no sistema financeiro."

A bomba toda estava nos CDOs sintéticos, que agrupavam várias hipotecas podres em um só ativo. Quando elas fossem caloteadas, as instituições que estivessem com essas várias hipotecas juntadas em um só ativo veriam o seu balancete desabar. E os CDS -- o seguros -- jamais conseguiriam cobrir todas elas. E foi o que ocorreu.

4. "No mesmo período a partir de 2003, tanto o petróleo quanto o ouro subiram de preço, mais ou menos na mesma proporção dos imóveis; no entanto não havia nenhuma política direcionando crédito para esses 2 ativos."

Opa, alto lá. Houve uma verdadeira explosão na prospecção de petróleo nos EUA, principalmente em estados como Dakota do Norte, Texas e Colorado. Com efeito, pode-se até mesmo dizer que o investimento em xisto ganhou um grande impulso em decorrência exatamente da alta do petróleo.

5. "E por fim: Isso tudo foi causa ou consequência do enfraquecimento do dólar?"

Esse é um bom debate. O que veio primeiro? A expansão do crédito causou o enfraquecimento do dólar, ou foram as guerras do Iraque e do Afeganistão que causaram o enfraquecimento, o qual gerou a bolha imobiliária? Teria a bolha imobiliária sido causada justamente pela desvalorização do dólar em decorrência da guerra no Iraque?

Não descarte essa segunda hipótese. Como explicou Mises, uma desvalorização da moeda tende a gerar uma corrida para ativos reais, que e isso pode ter levado à bolha imobiliária americana. As pessoas pegavam empréstimos, compravam imóveis e revendiam a preços ainda maiores. De fato, há sim quem sustente essa tese de que a bolha imobiliária americana nada mais foi do que uma inevitável reação das pessoas à desvalorização do dólar causada pela guerra no Iraque.

Em todo caso, qualquer que tenha sido a causa, o mecanismo que permitiu tudo isso foi o mesmo.



O que faz a economia insustentável não é exatamente o aumento dos benefícios sociais, e sim a monetização da economia e a ausência de mecanismos que impeçam a concentração de recursos nas mãos de poucos. Assim o fluxo econômico se restringe cada vez mais ao topo da pirâmide, não há circulação e as transações comerciais assumem um caráter cada vez mais especulativo, sem valor econômico real. Isso não é economicamente saudável. Espero que um dia, esses "economistas de laboratório" consigam entender que economia não se resume a produtividade, lucro, e mercado de commodities. A economia está se tornando cada vez mais, um mero jogo de poder, e menos uma ferramenta para viabilizar as relações sociais. É esse desvirtuamento que a torna insustentável, CANALHAS!!! O que vem da sociedade, tem que ser para a sociedade, do contrário estará condenado. Será que é tão difícil entender isso?


Se o raciocínio esta correto em derrubar a TJLP e substituir pela TLP, indexada pelos juros da dívida, por que a Alemanha, Japão, e muitos países com crescimento econômico mantêm bancos de investimento e juros subsidiados? Como financiar investimentos de longo prazo com juros de mercado?


Ciro Gomes e seus fanáticos seguidores precisam urgentemente ler este artigo (e tentar refutá-lo). Todo o discurso eleitoral de Ciro Gomes, sem nenhum exagero, se resume a evocar a crise de 2008 dizendo que ela representou o auge da desregulamentação, e que todos os outros candidatos (exceto ele) defendem tudo isso. É um charlatão que tem de ser desmascarado.

Artigo de utilidade pública.


Uma dúvida a todos os libertários: como saber se um imóvel está sendo vendido a um valor justo? Imaginem vocês em 2006, sendo americanos, estando nos EUA, vão em busca de um cantinho para morar. Como saberiam calcular de modo simples se aqueles preços ofertados na época estavam inflados? E qual alternativa seguir se nesse cálculo vocês descobrissem que todos os imóveis estão com preços inflados, e vocês precisando logo de um lugar para morar?



Leandro, 4 anos depois e com um maior conhecimento de mercado financeiro do que eu tinha à época, trago à tona algumas questões:

1. O Fannie Mae e Freddie Mac não estão sujeitos às mesmas regulamentações de alavancagem que os bancos? Se sim, porquê eles podiam comprar dívidas livremente? Sem as disponibilidades correspondente, esses 2 estariam fora dos parâmetros de Basiléia tal e qual os bancos estariam, correto?

2. Sobre o Rating: Sem dúvida as 3 agências fizeram um péssimo trabalho em atribuir AAA para esses títulos, mas pela metodologia de escoragem comumente utilizada, essa nota está tecnicamente correta, dado que havia um "garantidor de última instância" (o próprio governo) para lastrear os títulos. A SEC até pode impedir a entrada de agências concorrentes, mas até que ponto ela pode obrigar as agências a utilizar a metodologia X ou Y?

3. Ainda sobre esses títulos empacotados (os CDOs), porquê são considerados "derivativos"? Pela explicação dada no artigo, se assemelha muito aos CRI que temos por aqui. São portanto ativos lastreados. Não entendi o poder "amplificador" que um calote causaria no sistema financeiro.

4. No mesmo período a partir de 2003, tanto o petróleo quanto o ouro subiram de preço, mais ou menos na mesma proporção dos imóveis; no entanto não havia nenhuma política direcionando crédito para esses 2 ativos. Em outras palavras, o crédito direcionado ao setor imobiliário não deveria fazer com que o aumento de preços dos imóveis fosse maior do que o do ouro e do petróleo?

5. E por fim: Isso tudo foi causa ou consequência do enfraquecimento do dólar?



leandro 2018 ou poderia ser vice do bolsanaro rsrs


Emerson, Estado e Tributos são irmãos siameses. O 1º não sobreviveria sem o segundo e e o 2º não seria necessário sem o primeiro.
Essa união é essencial na elevação da qualidade de vida e proteção de todos os cidadãos residentes nesse Estado, bem como, no equilíbrio na distribuição da renda nacional via serviços públicos.
Sair disto distorce o caráter essencial da existência do Estado e dos Tributos.



"é com essas operações de mercado aberto que o BC manipula a SELIC, não é?"

Correto. A Selic é a taxa de juros do mercado interbancário. É a taxas de juros que os bancos cobram para efetuar empréstimos entre si no mercado interbancário.

Se o BC quer reduzi-la, ele injeta dinheiro no interbancário. Se quiser aumentá-la, retira.

"Se não houver tais operações os juros seriam estabelecidos livremente pelo mercado?"

Apenas se o BC nada fizesse também em outras áreas. Por exemplo, os juros da janela de redesconto são livremente determinados pelo BC. Ele simplesmente decreta qual será a taxa aplicada, e pronto.

Consequentemente, se o BC abolir o mercado aberto, mas continuar com a janela de redesconto, os juros não serão livres, pois o valor estipulado pelo BC para o redesconto continuará sendo a baliza de tudo.

Afinal, se o Itaú quiser se financiar no interbancário pegando empréstimos junto ao Bradesco, o Bradesco não poderá cobrar os juros que quiser. Se ele cobrar muito alto, o Itaú vai para o redesconto do BC.


"E se os juros não forem manipulados pelo BC, ele vai manipular o câmbio?"

Ele sempre pode manipular o câmbio enquanto puder comprar e vender dólares no mercado de câmbio.


o mustang foi feito pra ser um carro esportivo barato... não fossem as ferraris, e outras marcas de luxo, existiria mustang?


O último parágrafo foi uma referência ao user "Filósofo da UNR", postador que já refutou mises em sites liberais platinos.



Ooops.

"O que ocorreu é que André Lara Resende confundiu expansão da base monetária com expansão da oferta monetária, erro completamente amador e primário. "

Aí você assuimiu que o Sr. Lara Resende cometeu um "erro primário e amador". Esqueceu-se de que pode ter sido completamente intencional tal afirmação!



Por gentileza, vocês teriam fontes ou referências bibliográficas concretas de onde tiraram o assunto? Seria de grande ajuda.


Leandro,

me corrija se eu estiver completamente equivocado, mas é com essas operações de mercado aberto que o BC manipula a SELIC, não é? Se não houverem tais operações os juros seriam estabelecidos livremente pelo mercado?

E se os juros não forem manipulados pelo BC, ele vai manipular o câmbio? Ou alguma outra variável?

Obrigado


Parabéns Mises por dar espaço para o príncipe, isso mostra que os membros da realeza têm preocupação com as coisas do país diferentemente dos políticos republicanos.


Esse bolsa empresário chamado BNDES tem que acabar, chega de pagar impostos para financiar amigos de governo para a prática do falso capitalismo. Esses salafrários querem dinheiro? Vão pegar financiamento no mercado.


Desde o início dessa República presidencialista corrupta os governos nunca tiveram responsabilidade financeira onde vem piorando desde o governo do crápula do Sarney, a população há mais de 100 anos sofre com as consequências do mal vem sendo praticado diferentemente quando era a monarquia onde havia um cuidado com as contas do país.


Não creio. Tanto os EUA como a Grã Bretanha abandonaram o socialismo fabiano. O assistencialismo sem meritocracia provou que o mal estar, a falta de crescimento econômico e o empobrecimento da população, com exceção da classe política, são as consequências da prática do fabianismo que sempre quer levar aos mesmos objetivos do comunismo.
Facilitar o acesso de pobres ao ensino superior forma maus profissionais e coloca injustamente pessoas despreparadas no mercado de trabalho. O Estado precisa ser rico para subsidiar o ensino da população pobre de tal maneira que todos concorressem em pé de igualdade e não abrir as portas ao assistencialismo. O fabianismo é fascista, obriga a adoção de leis que protegem a quem nada fez para ser beneficiado e cuja acomodação é fruto de uma iniciativa voltada para a preguiça. Só os doentes devem ser assistidos, quem tem saúde tem mais é que trabalhar.




A janela da redesconto já existe hoje no Brasil, mas quase nunca é usada. Aqui utiliza-se o mercado aberto (open market).

Mercado aberto é dar dinheiro para os bancos em troca de títulos públicos. O Banco Central compra os títulos que estão em posse dos bancos, os bancos ficam com o dinheiro, e fim de papo.

Já a janela de redesconto é empréstimo. O BC empresta dinheiro aos bancos. Quando o empréstimo vence, o dinheiro volta ao BC e com juros.

O primeiro mecanismo é inevitavelmente inflacionista; o segundo é bem mais contido. O primeiro estimula explicitamente os bancos a financiar os déficits dos governos (basta comprarem os títulos do governo e revenderem estes títulos ao Banco Central, lucrando com uma eventual diferença de preços). Já o segundo é mais discreto e menos direto neste aspecto (os títulos comprados pelos bancos são utilizados como colateral para obterem empréstimos junto ao BC, empréstimos que devem ser quitados).

No mercado aberto, não há a criação de nenhum passivo para o sistema bancário. Dado que o BC compra títulos públicos que estão em posse dos bancos, há apenas uma troca de ativos no sistema bancário: títulos públicos são trocados por dinheiro.

Já no redesconto, há a criação de passivos para o sistema bancário. Dado que o BC empresta dinheiro aos bancos, há a criação de um passivo, que é justamente o empréstimo junto ao BC.

Não é à toa que os países que adotam o redesconto podem se dar ao luxo de ter compulsórios menores. Ao passo que o Fed (que adota mercado aberto) trabalha com um compulsório de 10%, o BC suíço impõe apenas 2,5%, ao passo que os BCs do Canadá, da Austrália e da Nova Zelandia sequer estipulam compulsórios -- e ainda assim têm uma inflação de preços muito baixa.

Originalmente, os Bancos Centrais foram criados apenas para ser emprestadores de última instância. Caso um banco vivenciasse uma dificuldade (como uma corrida bancária), ele recorreria ao BC e pediria um empréstimo para se tornar solvente. Tão logo sua situação melhorasse, ele quitaria o empréstimo. Isso é janela de redesconto. Essa era a função original de um BC.



Oi, Leandro

Poderia explicar melhor como seria esta "janela de redesconto a juros punitivos?". Ou mesmo indicar algum texto para que possa entender melhor?

Grato.


"ele deu exemplo do pos crise de 2008 em que aumemtou o dinheiro mas nao houve inflaçao"

Fácil de responder. O FED de fato imprimiu toneladas de dinheiro após a crise de 2008. O detalhe crucial é que essa dinheiro ficou na posso dos bancos que não o jogaram na economia.


Vários.

Para começar, sobre inflação e expansão monetária, comece por aqui:

O que realmente faz com que os preços subam continuamente? Eis a explicação para o Brasil


Quanto ao André Lara Resende dizer que "expansão monetária não é responsável pela inflação" e recorrer ao "exemplo do pós-crise de 2008, em que aumentou o dinheiro mas não houve inflação", tal posicionamento apenas mostra que o senhor Lara Resende está extremamente mal informado sobre como realmente foi o QE e sobre tudo o que o Fed fez para evitar que as reservas em excesso entrassem na economia (vide artigo acima).

Não houve nenhuma aumento atípico da quantidade de moeda na economia americana. O M2 continuou crescendo exatamente no mesmo ritmo de antes da crise. Pode conferir os dados do próprio Fed.

cdn.tradingeconomics.com/charts/united-states-money-supply-m2.png?s=unitedstamonsupm2&v=201701060828r&d1=20000113&d2=20171231

O que ocorreu é que André Lara Resende confundiu expansão da base monetária com expansão da oferta monetária, erro completamente amador e primário.

De fato a base monetária explodiu, mas esse dinheiro não entrou na economia. Ficou parado nas reservas bancárias. Ou seja, a base monetária explodiu, mas esse dinheiro não vazou para a economia, de modo que a oferta monetária não foi afetada.

Explico melhor.

Nos EUA, após a crise, o Fed imprimiu dinheiro (eletrônico) e inundou as reservas bancárias dos bancos. A base monetária explodiu. Isso jogou para quase zero as taxas de juros do mercado interbancário, que é exatamente a taxa básica de juros deles (a Fed Funds Rate).

Só que, simultaneamente, o Fed passou a pagar juros sobre toda e qualquer quantidade de dinheiro que os bancos voluntariamente deixarem parada neste mercado.

Ou seja, na prática, o Fed passou a pagar para os bancos não emprestarem esse dinheiro. Portanto, de um lado o Fed explodiu a base monetária; de outro, ele colocou uma rolha no mecanismo de transmissão, fazendo de tudo para impedir que essa explosão da base monetária se transformasse em uma explosão no M1 e no M2. (André Lara Resende, a julgar pelos seus escritos, não está a par disso).

Isso foi uma prática completamente inédita nos anais da política monetária. Nenhum Banco Central jamais havia feito isso na história do mundo. Nenhum manual ou livro-texto de macroeconomia jamais discutiu essa possibilidade.

Há vários artigos sobre isso no site. Veja o mais recente.


Por ora, sugiro ignorar André Lara Resende. Não sei bem o que aconteceu com ele, mas desde que resolveu encampar a destrambelhada tese da "dominância fiscal" (a qual foi espetacularmente refutada pela realidade; ver discussão sobre ela no primeiro artigo linkado neste comentário), seu raciocínio econômico entrou em queda livre. E o fato de ele comprovadamente não saber distinguir entre base monetária e oferta monetária só agrava a situação.


Sobre a inflaçao, li num livro do andre lara resende que a teoria quantitativa nao vale mais, ou seja, expansao monetaria nao e responsavel pela inflaçao, ele deu exemplo do pos crise de 2008 em que aumemtou o dinheiro mas nao houve inflaçao. Tem algum material do instituto que explica o caso?


The Wrong Narrative in Charlottesville

Jeff Deist


"The political violence in Charlottesville yesterday was as predictable as it was futile. One person was killed and dozens badly injured, marking a new low in the political and cultural wars that are as heated as any time since in America since the 1960s.

This relentless politicization of American culture has eroded goodwill and inflamed the worst impulses in society. Antifa and the alt-right may represent simple-minded expressions of hatred and fear, but both groups are animated entirely by politics: the perception that others can impose their will on us politically. The only lasting solution to political violence is to make politics matter less.

We've allowed politics to invade every aspect of American life, from religion and family life to sex and sexuality, from bathrooms to ball fields to the workplace. But what has it gotten us besides identity politics on steroids? The "personal is political" is hardly the rallying cry of a free and confident nation. Even as we enjoy historically unparalleled material prosperity, we are dispirited by the 2016 election hangover and looking for scapegoats to explain the American malaise.

It's easy to decry Antifa and its violent leftwing rhetoric. It's easy to decry the alt-Right, neo-Nazis, white supremacists, and fascists. It's more important to understand them as exemplars of a new political age. Progressives demanded permanent revolution; conservatives responded by becoming permanent reactionaries. And the media bias (overwhelmingly anti-right) makes things worse: one "side" becomes convinced of its moral superiority, while the other becomes convinced the fix is in.

We suspect, without knowing, that a Hillary voter is just a step or two removed from a bandanna-clad Antifa, while a Mitt Romney voter is but a few degrees removed from an alt-Right nationalist marching in the streets. This may seem farcical, but the political society promoted by Clinton and Romney encourages it. Everyone must take a side, and live with the excesses.

What we saw this weekend was a demonstration of the horseshoe effect, where both groups begin to sound and act like the other-- both illiberal, both demanding omnipotent state solutions to problems mostly created by government in the first place.

To be sure, Antifa and the alt-right represent only a tiny fraction of the population and have little economic, social, or political power. But they serve as perfect fodder for a media narrative that benefits from a sky-is-falling narrative to ratchet up viewership. The narrative is fed by our vanity and desire to imagine easy solutions to complex problems (e.g. more "education," hate speech laws, welfarism, etc.) And we play along, assuming the worst of others and issuing smug affirmations of our own superiority on Facebook and Twitter.

In 2018 we will suffer through a round of mid-term congressional elections which will only intensify the political and cultural divide. Both political parties will use events like Charlottesville to serve their shameful partisan goals. The need for each side to vanquish the other, to punish and repudiate the other's existence, demonstrates why politics is termed war by other means. It's not a peaceable process. Yet underneath it all the "policy" differences between Democrats and Republicans are laughably small. Theirs is a turf battle, nothing more.

In a winner takes all political world, elections are weapons. Unless and until we learn to reject politics as the overarching method for organizing society, hatred and fear of "the other" will remain pervasive. Americans understand viscerally that government has far too much power over who wins and loses in our society, but haven't fully grasped the degree to which the political class benefits from division. We still want to believe in grade-school notions of democracy and voting.

People of goodwill don't impose themselves on others politically any more than they do militarily. Libertarianism, with its goal of radically diminishing the scope of government and politics in our lives, offers a path to a more peaceful future. Only libertarians can claim the mantle of anti-authoritarianism, because only libertarians would deny government the power and size to become authoritarian. The political world isn't working, so why do we insist on more politics to fix it?"


Privatize the Public Monuments

Ryan McMaken


"When I was a student at the University of Colorado, I regularly walked by the Dalton Trumbo memorial fountain which was named after the communist Stalin-sympathizing novelist and screenwriter.

Once upon a time, the fountain had been simply known as "the fountain," but around 25 years ago, it was unnecessarily renamed after a controversial person.

The reason for the renaming was the same as with any memorial or monument designed to honor a person or idea — to create an emotional connection and familiarity with the person or idea connected to the place; to communicate a certain view of history.

The renaming of the fountain followed an earlier renaming controversy. One of the University's dorms, Nichols Hall, was named after a participant in the infamous Sand Creek Massacre. Even in its own time, the massacre had been denounced, earning condemnation from Indian fighters like Kit Carson. Not surprisingly, the dorm that bore Nichols's name was eventually renamed "Cheyenne Arapahoe" in honor of the Indian tribes whose members Nichols had helped attack.

As with the Trumbo fountain, the dorm's name was changed in order to send subtle messages — messages about what is valued, what is good, and what is bad.

There's nothing inherently wrong with this, of course. The problem only arises when we begin to use taxpayer funded facilities and institutions to carry out these attempts at education.

Thus, in a sense, when approaching the problem of government monuments and memorials, we encounter the same problem we have with public schools. Whose values are going to be pushed, preserved, and exalted? And, who's going to be forced to pay for it?

Ideology Changes Over Time

This problem is further complicated by the fact that these views change over time.

Over time, the "good guys" can change as majority views shift, as new groups take over the machinery of government institutions, and as ideologies change.

In 1961, when Nichols Hall was named, few people apparently cared much about the Sand Creek Massacre. 25 years later, however, views had changed considerably among both students and administrators.

For a very obvious illustration of how these changes takes place, we need look no further than the schools.

In the early days of public schooling — an institution founded by Christian nationalists to push their message — students were forced to read the King James Bible. Catholics were forced to pay taxes so schools could instruct students on how awful and dangerous Catholicism was. Immigrant families from Southern and Eastern Europe were forced to pay for schools that instructed their children on the inferiority of their non-Anglo ethnic groups.

A century later, things have changed considerably. Today, Anglo-Saxons are taught to hate themselves, and while Catholics are still despised (but for different reasons), they now are joined in their pariah status by most other Christian groups as well. Italians and Eastern Europeans who were once treated in public schools as subhuman are now reviled as members of the white oppressor class.

Similar changes have taken place in art and in public monuments and memorials.

Public Memorials Serve the Same Function as Public Schools

But the principle remains the same, whether we're talking about public schools or public monuments: we're using public funds and facilities to "educate" the public about what's good and what's not.

This has long been known by both the people who first erected today's aging monuments, and by the people who now want to tear them down. The leftist who support scrapping certain monuments actively seek to change public monuments and memorials to back up their own worldview because they recognize that it can make a difference in the public imagination. They're fine with forcing the taxpayers to support their own worldview, of course, and actively seek to use public lands, public spaces, public roads, and public buildings to subsidize their efforts. They already succeeded in doing this with public schools decades ago.

The Answer: Privatize the Monuments

In a way, the combined effect of public memorials, monuments, streets, and buildings function to turn public spaces into a type of large open-air social studies class, reinforcing some views, while ignoring others.

Libertarians have long noted the problem of public education: it's impossible to teach history in a value-neutral way, and thus public schools are likely to teach values that support the state and its agendas. Even some conservatives have finally caught on.

To combat this problem, those who object to these elements within public schooling support homeschooling, private schooling, and private-sector alternatives that diminish the role of public institutions.

Governmental public spaces offer the same problem as public schools.

In both cases the answer is the same: minimize the role of government institutions in shaping public ideology, public attitudes, and the public's view of history.

Rather than using publicly funded thoroughfares, parks, and buildings as a means of reinforcing public "education" and "shared history" as we do now, these government facilities should be stripped down to their most basic functions. Providing office space for administrative offices, providing streets for transport, and providing parks for recreation. (The last thing we need is a history lesson from the semi-illiterates on a typical city council.)

Some might argue that all these properties and facilities should be privatized themselves. That's fair enough, but as long as we're forced to live with these facilities, we need not also use them to "honor" politicians or whatever persons the current ruling class happens to find worthy of praise.

The nostalgia lobby will react with horror to this proposition. "Why, you can't do that!" they'll complain. "We'll be robbed of our heritage and history." Even assuming these people could precisely define exactly who "we" is they still need to explain why public property is necessary to preserve this alleged heritage.

After all, by this way of thinking, the preservation of one's culture and heritage relies on a subsidy from the taxpayers, and a nod of assent from government agencies.

Preserving and Promoting Culture Through Private Action

Once upon a time, however, people who actually valued their heritage did not sit around begging the government to protect it for them. Many were willing to actually take action and spend their own money on preserving the heritage that many now rather unconvincingly claim is so important to them.

A good example of the key role of private property in cases such as this can be seen in the work of the Catholic Church in the US — which has never enjoyed majority support from the population or from government institutions. If Catholics were to get their symbols and memorials in front of the public, they were going to have to build them on private property, and that's exactly what they did.

In Denver, for example, the Catholics of the early 20th century knew (correctly) that no public park or government building was going to erect any Catholic-themed art or memorials on their property. So, the Catholics proceeded to erect an enormous cathedral on a hilltop one block from the state capitol. The new cathedral was highly visible and provided easy access to religious ceremonies for the few Catholic politicians and officials who worked at the capitol. It provided meeting space. It contained stained-glass art created by German masters. Moreover, the new building served as a huge symbolic middle finger to the anti-Catholic Ku Klux Klan which was growing in importance in Denver at the time.

So, did Church officials sit around whining about how there was no crucifix on the front lawn of the State Capitol? Did they demand that the taxpayers pay to maintain a central town plaza featuring a statue of Saint Peter? Some probably did. Those who made a difference, though, took action and acquired real estate in prominent places throughout the city. They put universities on that land, and cemeteries, and convents, and friaries, and schools, and even some memorials and statues. Today, next to the cathedral, on a busy street corner, is a large statue of a Catholic pope: John Paul II. It's on private property. It's seen by thousands every day.

And why should the self-appointed protectors of American "traditional" values think they deserve anything different? On the contrary, we'd all have been saved a lot of trouble if the organizations that demanded statues of Confederate generals everywhere had put them on private land instead of in public parks. We'd all be better off if the private owners of the Stone Mountain monument hadn't sold it to the State of Georgia because they were too cheap and lazy to maintain it themselves.

In the past, had the purveyors of publicly-funded culture instead taken a principled and successful stand against using public lands and funds to push a certain view of history, no one would have to now waste his time sitting through city council meetings where politicians decide who deserves a statue, and who is to be thrown in the dustbin of history. Were we to quit using public parks as showcases for public indoctrination, we wouldn't have to worry about the Church of Satan erecting a monument in the "free speech area" of a public park — as they recently did near Minneapolis.

The next time someone wants a statue of some politician, artist, or intellectual — whether they be communists, Confederates, or satanists — they ought to be told to buy a nice little plot of land somewhere — perhaps along a busy street or next to an important street corner in town — and put their statue there."


O bobalhão não só já abriu as comportas, como vem falando cada estupidez na mídia para "justificar" a expropriação e a espoliação praticada por esse banco maldito... Falas dignas de entrarem para os anais da história universal da infâmia.


Além do mais, como é do conhecimento de todos, essa estrovenga chamada BNDES não tem agências próprias, precisando, portanto, se utilizar de bancos privados para repassar a grana. E o resultado é o seguinte: a cada real que o BNDES lucra os bancos privados que são utilizados para operação lucram quatro, sendo que nós brasileiros arcamos com todo o prejuízo. Existe, portanto, o bolsa banqueiro além do bolsa empresário. Eu fico imaginando cá com meus botões que tipo de arranjo seria utilizado se o PT fosse um partido burguês, amigo de banqueiros e empresários e inimigo do povo!