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Últimos comentários


O estado só pode ser grande quando o povo for educado.Precisa reduzir o tamanho do estado hoje para crescer depois.
Simples assim.


A verdade é que este artigo no final das contas não faz muito sentido. Nada impediu - aliás, tudo colaborou - para que a jornada de trabalho continuasse sendo de 80 horas semanais e para que o trabalho infantil continuasse existindo. Afinal, a tendência é que, com a inerente acumulação de capital, as condições de trabalho e produtividade aumentem gradualmente. Isso quer dizer que, com o decorrer do tempo, o natural seria que se trabalhasse mais ainda pois o desgaste sofrido pelo trabalhador num determinado numero de horas de trabalho seria cada vez menor e a produtividade dele seria cada vez maior.



Agora que passou a reforma trabalhista na Câmara, vamos ver o que está mantido:
- Férias
- 13° salário
- FGTS
- Licença maternidade/paternidade
- Hora Extra
- Adicional noturno
- Aviso Prévio

E agora vamos ver o que foi retirado:
- Imposto sindical obrigatório.

Hoje 15 mil sindicatos estarão nas ruas reclamando!


"Trump: 'I'm a Nationalist and a Globalist'"
www.breitbart.com/big-government/2017/04/28/trump-im-a-nationalist-and-a-globalist/


Como sempre um governo populista e keynesiano maquiando os dados para ferrar o país para as próximas gerações e se gabando que seu país cresceu 1.000.000% em cinco anos.

Quando esses canalhas vão parar de injetar dinheiro na economia de forma desenfreada achando que não haverão consequências futuras?



Nos economizou de citar que o governo não é uma empresa. É algo como sócio de todas as empresas e propriedades de um país no percentual que escolher por impostos ou pura e simples expropriação. Sem considerar o monopólio da criação do próprio dinheiro.
Se fosse uma empresa poderia quebrar. Mas como quebrar por falta de dinheiro se pode expropriar dinheiro ou criar mais dinheiro? Além de que uma empresa deve respeito às leis mas o governo cria e muda as leis.


Não existe direito que seja obrigatório, inclusive o direito a voto.
Se algo é bom, não há necessidade de obrigar a participação para sustentar um sistema insustentável.

Por exemplo:

Direito a Fgts - não precisaria fazer uma poupança compulsória administrada por políticos (que vão administrar mal e roubar seu dinheiro como roubaram do próprio fgts e de fundos de funcionários de estatais) para cobrar multa por demissão, poderia simplesmente calcular com base em salários anteriores. Se a pessoa recebesse na hora simplificaria até os débitos trabalhistas. Se não lhe pagar o salário você veria na hora. Muita coisa irracional decorre desse pensamento maluco de que multar a demissão preserva empregos.
Se o dinheiro é seu porque colocam tanta dificuldade na hora de sacar? É justo alguém ter dívidas com juros altos e ser obrigado a manter uma reserva com juros abaixo da inflação?

Aposentadoria compulsória - é um esquema de pirâmide, quem investe paga quem recebe e tudo que sobra é gasto. Se você fizer um esquema desse para outra coisa o ministério público vai pedir sua prisão. Não há que discutir que a previdência esta falida. Esquema de pirâmide é falido por definição. Porque você não pode sair do esquema e comprar uma propriedade sua para alugar? Se você tem direito a aposentar-se, porque tanta gente precisa processar o próprio governo para se aposentar?

Vale refeição - para que simplificar se dá para complicar com um atravessador que lucra?

Voto obrigatório - o sistema eleitoral é falho. Não serviria para administrar uma empresa pequena como uma quitanda, condomínio, chácara, padaria, mercado ou posto de gasolina. Vai servir para administrar a instituição mais rica do país? É obrigatório para dar um ar de legitimidade.

Por favor, coloquem outros sistemas obrigatórios que não se manteriam com tão pouca qualidade se não fossem obrigatórios, que você conseguiu perceber que é obrigado a participar, como os sindicatos, por exemplo, e o sus.

Note que a justificativa para tudo isso sempre é o seu vizinho, mas pobre e coitado que você, que não sabe cuidar da própria vida, e esta melhor dando o dinheiro para um político bondoso administrar.
Fala exatamente a mesma coisa para seu vizinho e pronto, todos aceitam já que cada um acredita que o menos inteligente é o outro e não você, você é inteligente o problema é o outro ele que está sendo protegido.

Quando alguém lhe conta algo que só um burro acreditaria, na verdade ele está lhe chamando de burro de forma indireta. Se você acreditou nesse tipo de argumento, quem lhe enganou além de fazer você abrir mão da sua liberdade de escolha, comprovou sua falta de inteligência e senso crítico.

E um político é mestre nisso, temos que dar crédito a eles por isso.


Eu fiquei impressionado com a sabedoria popular. Não imaginava que a população comum que não tem acesso à academia pudesse ter uma análise tão profunda do meio. Pensei que seriam percepções superficiais tais como a esquerda prega.


Eu derrubo este argumento estaparfúdio pedindo pra pessoa calcular hora homem. Geralmente se sentem ofendidos e abandonam a discussão. Outro argumento que faço é o seguinte. Eu tenho dois funcionários, o A e o B e ambos trabalham 6h por dia. O funcionário A produz mais do que o B, portanto, com base na lei é mais vantajoso eu comprar a hora extra dele do que manter dois funcionários, um que produz mais podendo ser recompensado por isso e um B que não faz muita diferença no final do dia. Vai sair mais barato pra mim que manterei um salário + recompensa e o funcionário A vai ganhar mais dinheiro. Quem vai perder é o B que ficará desempregado por produzir de forma mediana. O problema de socialista é que eles trabalham com o cenário da fantasia e a gente com a realidade.


Imaginem então o tamanho do desastre argentino que seria caso Maurício Macri não tivesse sido eleito presidente e ocorresse um continuísmo kirchnerista com uma vitória de Daniel Scioli. Que medidas poderiam implantar o candidato apoiado por Cristina Kirchner que, ao mesmo tempo, teria que continuar encobrindo todo o fracasso econômico da antecessora?


Prezado Diego, eu não discordo do que você falou, só que você, na prática, está dizendo que coitadismo e ignorância justificam a inação.

A Previdência não se sustenta, e por uma questão demográfica. Contra a demografia, ninguém pode fazer nada. E aí, qual a sua solução? Dizer que as pessoas são ignorantes (e que por isso nada deve ser feito) não apenas não resolve o problema, como, ainda pior, fará com que essas mesmas pessoas fiquem ao relento quando forem se aposentar.

E aí? Qual a sua solução?

Eis a minha: ou o cara se educa financeiramente ou ele vai se estrepar no futuro.

Aliás, sinceramente, qualquer pessoa que não tenha um mínimo de educação financeira irá se estrepar no futuro.


Olá Matheus:

De todas as bobagens que esse sujeito falou, parece que se salva uma coisa:
"...este senhor falou que o governo não é uma empresa e por isso não precisa ser superavitário..."

O governo realmente não é uma empresa. Não tem como objetivo gerar lucro. Não precisa ser superavitário. Mas também não pode ser deficitário.

O estado se assemelha muito mais a um condomínio. Os custos do estado devem ser rateados entre seus habitantes. E, assim como o síndico não tem o direito de assumir dívidas em nome dos condôminos, o estado também não tem o direito de se endividar em nome dos cidadãos.

Abcs


Interessante, mas isso funciona para quem entende de investimentos ou é da área de economia e afins. Vai explicar para a maiorias das pessoas que nem sabe da existência da tesouro, ate mesmo quem tem ensino superior nessa país que seja na de engenharia ou medicina iriam por resistência a investir em tesouro. Agora imagina explicando isso para quem não sabe nem ler e usar um computador, e isso é realidade para uma boa parte da população brasileira. A ideia e legal, mas devemos pensar em todos não somente em mim e meu círculo de amizades


"Agora você que é empregador pode contratar empregado pra trabalhar por 3h. Se você quiser, pode fazer um acordo dele trabalhar 6... muito bom para o empresário e chicotada para o trabalhador. É fim do mundo mesmo"

Ué! Antigamente, a esquerda estrilava dizendo que as pessoas deveriam trabalhar menos, e que a jornada de 8 horas diárias era desumana.

Agora que há a possibilidade de se trabalhar 3 horas por dia (e tudo regulamentado, com CLT e tudo!), a esquerda está dizendo que isso é um abuso e representa uma "chicotada" no trabalhador?!

A esquerda é tão patética e burra, que nem sequer consegue encontrar um discurso minimamente coerente. E pior: nem sequer percebe o quão incoerente ela é. Depois da traulitada que levaram hoje (ninguém da população foi às ruas apoiar a baderna sindical), então, estão perigosamente se aproximando da extinção.

Outra coisa: já que agora será essa mamata toda para o empreendedor, então aja coerentemente: tire a bunda do sofá e vá você também empreender. Segundo você próprio, ganhar dinheiro será mamão com açúcar. Sua vida financeira estará resolvida em 5 anos.

Se você não fizer isso, de duas uma: ou você odeia dinheiro ou você próprio não acredita no que fala.


Rá, sensacional! Bem-vindo de volta, Típico Filósofo. Estava sentindo (muito) a sua falta. Durante sua ausência, um copycat chamado Capital Imoral tentou destroná-lo, mas ele não tinha um décimo de sua sapiência e, principalmente, sensibilidade social.




Agora você que é empregador pode contratar empregado pra trabalhar por 3h. Se você quiser, pode fazer um acordo dele trabalhar 6...
flexibilidade meu chapa , muito bom para o empresário e chicotada para o trabalhador. É fim do mundo mesmo.


Hoje não atuo como filósofo, professor, funcionário público ou motorista do Uber; hoje sou guerreiro da revolução.

Posto aqui embora cegado pelos rios de sangue a derrapar sobre meus olhos após batalha notável. Companheiros e eu invadimos a fila de espera de um aeroporto e revivemos as batalhas da meninice ao agredir os funcionários pequeno-burgueses dos aeroportos que se recusaram a aderir à nossa greve.

Em meio ao caos, o nó dos meu tênis americano (obviamente sabotado pelo capital internacional) se desfez e pisei em meus próprios sapatos. Tombei dolorosamente ao chão e feri a testa. Pintou-me o ferimento todo de vermelho e logo atrás, a polícia fascista corria para impedir-nos de exercer nosso direito de associação democrática. Meu rosto, de semblante ensanguentado, ascendeu à face da classe trabalhadora brasileira diante da investida conservadora anarco-neoliberal fundamentalista religiosa.

Mas a batalha continua.

Atualmente troco minha camisa da CUT pela #Lula2018 e marcho em direção à marginal para a terceira tentativa de bloquear o trânsito da população em defesa do povo.



Povo brasileiro (boa parte dele) e suas prioridades:
- o time de futebol
- o capítulo da novela
- a nova tatuagem
- a birita gelada
- a galera do fim de semana
- exercer futilidades
- lutar por mais direitos
- passar num concurso público


Não se engane, em todo lugar sindicalista é vagabundo e não serve para nada.


Lógico que não, né. Eles viraram funças justamente para não trabalharem.


Temer é bunda mole. Tenta agradar todos os lados sem perder a boquinha.


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Banânia esta falida há muito tempo.
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Falência Institucional e Econômica.
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Pois é, da última vez que eu fui no supermercado só tinha chocolate da Nestlé mesmo. Não tive escolha.

Além disso, as grandes empresas monopolistas com certeza são culpa do mercado (capitalismo) e não do governo.

É cada Zé que aparece aqui...



Muito obrigado, Samuel.

Você pode contribuir comparecendo aqui:

www.conferencia-ea.com.br/


Ou então apenas doando por aqui:

www.mises.org.br/Donate.aspx


O link acima está no topo da página do site, no canto superior direito.

Grande abraço!



Sorry, Juliana, mas a adesão da população foi ínfima, para não dizer nula (o que surpreendeu até a mim, que esperava mais). No final, tudo está sendo um movimento orquestrado 100% por sindicatos.

A população mesmo, formada por cidadãos trabalhadores que apreciam ordem e estabilidade, não compareceu às ruas. (Sim, o povo ficou em casa, mas isso não é sinal de à greve. É sinal de preocupação com a integridade física.)

Michel Temer está com a faca e o queijo na mão. Basta convocar um pronunciamento em rede nacional, mostrar que o povo rechaçou a baderna, e então acelerar as reformas.


Infelizmente, não é bem assim. Por mais que seja uma iniciativa da CUT e de sindicalistas, a maioria das pessoas aderiram ou apoiam a "greve geral" fazem isso mesmo por causa da "perda" dos direitos trabalhistas e da reforma previdenciária. Para eles. não importa se essa paralisação é sindicalista, esquerdista, fascista... O importante é se unir "contra a perda de direitos".

Eu até acho a paralisação legítima, desde que todo mundo esteja ciente que vai ser descontado o dia de trabalho. E se fosse mesmo uma greve geral, aí era o caso de demissão por justa causa. Direito de greve é para ser usado quanto todas as tentativas de negociação com o empregador foram fracassadas. Não é para manifestação política.


Olá. Todos os ônibus do Brasil estão em greve. Eu vou deixar bem clara esta mensagem online para que os todos os policiais também do Brasil prendam todos os bandidos e os coloquem nas todas as celas brasileiras e logo após, todos os ônibus urbanos do Brasil voltam a circular normalmente a partir de hoje, agora e sempre todos os dias, 24 horas direto e em seguida, e todo o país volta salvo e livre das greves também a partir de hoje, agora e sempre todos os dias, 24 horas direto. Obrigada.


Acabei de ler a Saga Duna, de Frank Herbert.

É uma série de ficção científica em 6 volumes que trata de um universo 10.000 anos após a humanidade ter ganho uma guerra contra as "máquinas pensantes".

Por causa da guerra, toda a tecnologia teria sido execrada. De fato, as tecnologias da saga ou são analógicas ou são biológicas.

Todo trabalho é feito pelos humanos.
Assim, sem máquinas, a única forma de relação trabalhista possível é a escravidão. A justificativa é religiosa: "é preferível tornar humanos escravos do que tornar-se um escravo das máquinas" (sutra da Bíblia Católica Laranja - um dos livros sagrados da série)

A involução social e tecnológica é patente: escravidão, reis e nobres que vivem às custas dos trabalhos de milhares, sistema de castas feudais?.
Desde o seu nascimento, os seus genes definem as suas futuras habilidades e um treinamento desde a infância vai leva-lo à fase adulta realizando um trabalho específico, definido, imutável, subserviente ao "seu duque". Se tens um raciocínio rápido será treinado para ser Mentat, se tens sangue real, será treinado para comandar, se tena habilidades físicas, serás treinado para ser guerreiro e assassino etc.

A existência de uma comódite escassa e fundamental é o pano de fundo para todos os desdobramentos da saga.

É uma obra formidável com reflexões bastante interessantes sobre a religião, a política, a ecologia, a economia.

E, querendo ou não, consciente ou não, àqueles que gritam contra a automação e o progresso tecnológico simplesmente gritam para se criar um mundo assim, como descrito por Frank Herbert.






Como eu não posso editar o comentário anterior, aqui vai algo que deixei de comentar por falta de vontade, mas agora vejo que teria sido oportuno.

Acredito que o nosso amigo Keynesiano talvez não tenha notado que, graças a sua própria afirmação, ele afirma que a maior parte das pessoas são forçadas, graças ao governo, a viver com um mísero salário mínimo. Ora, se o governo dá as "pessoas carentes" 2 salários mínimos, e então 50% volta ao governo em forma de impostos, então estas pessoas são forçadas a viver com um único mísero salário mínimo.



Dito isto, aqui vai mais uma oportuna citação de Bastiat:

Workers, yours is a strange situation! People plunder you, as I shall show in a moment... No; I take back that word. Let us banish from our language every violent and possibly false expression—false, that is, in the sense that plunder, enveloped and disguised by sophisms, is carried on, one is constrained to believe, against the will of the plunderer and with the consent of the plundered. But after all, people do rob you of what is justly due you for your labour, and nobody concerns himself with seeing that you receive justice. Oh, if all you needed to console you was a clamorous appeal for philanthropy, for ineffectual charity, for degrading alms; if only big words—organization, communism, phalanstery—were enough, people would not stint themselves on your behalf. But justice, pure and simple justice, that is something no one dreams of giving you. And yet would it not be just if, after a hard day's ill-paid work, you could exchange the little you had received for the greatest amount of satisfaction that you could obtain freely from any man on the face of the earth?

Google tradutor para quem não entender:

Trabalhadores, a sua situação é estranha! Os povos os roubam, como eu mostrarei em um momento ... Não; Retiro essa palavra. Vamos banir da nossa língua toda expressão violenta e possivelmente falsa - falsa, isto é, no sentido de que o roubo, envolto e disfarçado por sofismas, é levado adiante, somos forçados a crer, contra a vontade do saqueador e com o consentimento dos saqueados. Mas depois de tudo, as pessoas roubam-vos do que vos é devido pelo vosso trabalho, e ninguém se preocupa em ver que recebais justiça. Oh, se tudo que você precisasse para consolar você fosse um apelo clamoroso para a filantropia, para a caridade ineficaz, para a esmola degradante; Se apenas palavras grandes - organização, comunismo, falanstério - fossem suficientes, as pessoas não se restringiriam a você. Mas justiça, justiça pura e simples, isso é algo que ninguém sonha em te dar. E, no entanto, não seria justo se, depois de um árduo dia de trabalho mal remunerado, pudesse trocar o pouco que recebeste pela maior satisfação que poderia obter livremente de qualquer homem na face da terra?


Hoje se verá que a "adesão" dos professores e técnicos das universidades públicas federais será proximo de 100%, não porque de fato eles apoiem a greve mas simplesmente porque a maioria dos reitores já decretou que "não haverá atividades" nas referidas universidades. Em outras palavras, não é greve, é feriado.



"O objetivo do capitalismo é melhorar a vida do consumidor, e não do empregado ou do empregador"

"Quanto aos empregados, sempre vale ressaltar que eles também são consumidores. Consequentemente, na condição de consumidores, empregados também são beneficiados."

Empregado, empregador, etc. e consumidor não são pessoas diferentes, mas papéis diferentes que podem ser exercidos pelas mesmas pessoas. Não existe "conflito de classes sociais" porque não existem "classes sociais", apenas indivíduos interagindo em busca de seus próprios interesses e em geral beneficiando-se mutuamente!

Que todos os seres infantis cegados pela ilusão doutrinária esquerdista possam compreender essas nobres verdades e atingir o estado de iluminação existencial!

* * *


"Em um momento eu quase saí da palestra, pois esta pessoa disse que a crise de 2008 ocorreu por causa do neoliberalismo, devido aos governos "não se intrometerem" na economia. Como lido aqui no mises.org, quase me levantei e perguntei se um governo que emite 3,5 tri em moeda para subsidiar programas sociais, em alguns poucos anos, podia realmente ser chamado de "não intervencionista"."

Se acostume com este tipo de afirmação. Quando o governo, por meio de suas políticas, sejam econômicas, sociais, etc. transfere alguma forma de poder para algum grupo ou indivíduo, depois que isso for "abusado" a culpa não será do governo que transferiu este algo em primeiro lugar, mas dos indivíduos que utilizaram deste poder transferido pelo governo.

Quando o governo, por meio de suas políticas, joga dinheiro à rodo na economia, após haver crise, a culpa não é do governo, que deu este dinheiro, em primeiro lugar. A culpa será dos que receberam e gastaram este dinheiro. A culpa será do mercado "super-otimista", "ganancioso", etc. O problema não será a primeira intervenção (dinheiro à rodo). O problema será não ter havido intervenção suficiente depois que houve dinheiro à rodo.

Quando o governo entrega a sindicatos o poder da coerção (a mais explícita forma de corporativismo) e estes sindicatos "abusam" deste poder, a culpa não é do governo, que deu a estes o poder da coerção, em primeiro lugar. A culpa será dos próprios sindicatos, por terem "abusado" deste poder que o governo os garantiu.

De forma generalizada:

I, O governo irá transferir alguma forma de poder para um grupo ou para indivíduos;
II, Estes indivíduos iram utilizar este poder que o governo o transferiu;
III, Após isto acontecer, e algum problema ocorrer, o problema não estará no passo I, onde tudo começou. O problema estará, segundo nossos grandes sábios, no passo II. O problema será não ter havido intervenção, regulação suficiente no passo II.

O campo econômico é assim desde, ao menos, a grande depressão, em 29.

Mas a parte mais contraditória de todas, foi que ele falou que a maioria das aposentadorias e assistências são de pessoas carentes que recebem até dois salários-mínimos (me corrijam se estiver errado, não me recordo se era isso mesmo) e que cerca de 50% volta para o governo através de impostos indiretos e, logo após, falou o que foi escrito acima, sobre aumentar a taxação.

Então, fica assim:

I, O governo retira dinheiro das pessoas e transfere para elas próprias, dado que os cofres do tesouro não são preenchidos todas as noites por raios lunares;
II, 50% deste dinheiro que o governo retira das pessoas e transfere para elas próprias, irá voltar para o governo em forma de impostos.
Conclusão: O governo tira seu dinheiro e te devolve metade.
III, Os outros 50% serão utilizados para continuar o passo I.


Isto me lembrou uma citação do Bastiat:

Really, I wonder how we could have ever thought of doing anything so fantastic as to pay many millions of francs for the purpose of removing the natural obstacles that stand between France and other countries, and at the same time pay many other millions for the purpose of substituting artificial obstacles that have exactly the same effect; so that the obstacle created and the obstacle removed neutralize each other and leave things quite as they were before, the only difference being the double expense of the whole operation.

[...]Frankly, is it not somewhat humiliating for the nineteenth century to provide future ages with the spectacle of such childish behaviour carried on with such an air of imperturbable gravity? To be hoodwinked by someone else is not very agreeable; but to use the vast apparatus of representative government to hoodwink ourselves, not just once, but twice over—and that, too, in a little matter of arithmetic—is surely something to temper our pride in being the century of enlightenment.


As leis no que tange aos sindicatos são iguais.

No setor privado não se pode demitir grevista. Pode contratar temporário para substituir grevista, mas não se tem garantia nenhuma de que os grevistas não recorrerão à violência contra os temporários (nos EUA, em vários estados democratas, a polícia é "incentivada" a não reagir contra a violência dos grevistas).

No setor público a situação também é idêntico (com a diferença, ressaltada no artigo, de que em alguns estados é proibida a greve de funcionários públicos).

Já a parte final do texto, que fala sobre o funcionamento dos sindicatos dos funcionários públicos, foi apenas uma tradução ipsis litteris.



Ajuda a amenizar um pouco (ou seja, pára de piorar), mas só a segunda opção resolve.




A doutrinação esquerdista fez com que a maioria das pessoas acreditasse que o capitalismo gera consumismo e depende dele. Quem estimula o consumismo é o governo via crédito artificial, emissão de moeda e por outros meios!

O hábito de poupar não gera recessão porque em uma cultura de mentalidade poupadora os indivíduos não param de consumir indefinidamente e nem absolutamente, não poupam nem consomem de forma igual e nem ao mesmo tempo.

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Reforma e fraca porque não aborda oos principais fatores como custo produtividade o certo seria simplificar a CLT apenas como opção aos mais vulneráveis nao faz sentido um executivo por exemplo ki ganha 15 mil mês ter 102 % encargo social poderia ele ganhar 18 mil ter entre 50% de encargos ou passo que o trabalhadoro menos qualificado poderia ter mais beneficio e menos encargos problema aqui e cortes são sempre horizontal nunca vertical no topo da pirâmide vide a aula esdrúxula reforma providenciaria ki nos grupos de privilégio do funcionalismo público ninguém mexe Brasil sendo Brasil




"Artistas não são bobos"

Não, eles apenas vivem em uma bolha de irrealidade e/ou são hipócritas. Esquerda caviar.

Outra versão da frase final:

"Capitalismo para mim, socialismo para os outros"

ou

"Liberdade econômica para mim, restrição econômica para os outros"

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Leandro, uma dúvida:
Este artigo é de um americano, certo? Mas reflete de maneira incrível a realidade brasileira.
O artigo é modificado para a situação do Brasil, ou a situação lá nos Estados Unidos está tão parecida assim com a Brasileira?
Se a segunda opção for a verdadeira, o tal do Sonho Americano está a ponto de se tornar o Pesadelo Brasileiro, não?



O capitalismo malvadão faz os grandes capitalistas disputarem a clientela baixando preços, aumentando a qualidade e inovando sempre, aumentando continuamente a qualidade de vida das pessoas! Ainda bem que nós, aqui no Brasil, somos protegidos disso!

"A Dell, ao fabricar e vender laptops a preços baixos,..."

Lá fora a Dell diferencia-se por preços baixos? Aqui no submundo o diferencial da Dell é a garantia de uma boa qualidade, ainda que um pouco mais caro do que a média!


"A produção em massa de produtos têxteis acabou com a demanda por itens artesanais."

Mais do que isso. Antes da produção em massa, apenas os ricos podiam usufruir têxteis e outros produtos. O capitalismo malvadão tornou esse produtos mais acessíveis e ainda deu dinheiro para as pessoas comprá-los. "Produção em massa e para as massas" - Mises.

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Socialistas/positivistas acreditam que cabe ao legislador determinar como a realidade deveria ser e criar leis para recriá-la.

Jusnaturalistas acreditam que cabe ao legislador verificar como a realidade funciona e criar leis de acordo com isso.

("Legislador" aqui no sentido mais amplo e genérico, qualquer pessoa com autoridade para estabelecer normas para um grupo)

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Na quarta-feira, 26/04/2017, houve uma palestra na minha universidade (pública, pra variar), em que um senhor chamado Paulo Kliass fez uma palestra falando sobre a previdência.
Na palestra, ele explicou um pouco de economês (keynesianista, óbvio), porque a maioria dos presentes não entendia nada sobre o assunto.
Em um momento eu quase saí da palestra, pois esta pessoa disse que a crise de 2008 ocorreu por causa do neoliberalismo, devido aos governos "não se intrometerem" na economia. Como lido aqui no mises.org, quase me levantei e perguntei se um governo que emite 3,5 tri em moeda para subsidiar programas sociais, em alguns poucos anos, podia realmente ser chamado de "não intervencionista". Fora que ele só falou isso sobre a crise de 2008 e , após, completou que os governos decidiram que eles que deveriam tomar as rédeas da economia, porque "o empreendedor é ganancioso e sempre vai causar crises" (não foi dito com estas palavras, mas foi o que se deu a entender).
Mas a pior parte da palestra, em que a grande maioria eram jovens, provavelmente, entre 20 e 30 e poucos anos, foi a parte em que este senhor falou que o governo não é uma empresa e por isso não precisa ser superavitário e que uma das soluções para resolver o problema da previdência era retirar cerca 20% dos quase 1 tri da conta do Tesouro para pagar esta conta. O mais interessante de uma pessoa tão "estudada" e que está no topo da "cadeia alimentar", é que ele afirmou que a uma maneira de melhorar a arrecadação seria taxar as grandes fortunas. O único problema é que ele esqueceu que as grandes fortunas são de pessoas que utilizam do governo para ganhar sua fortuna e, por consequência, tem que repassar uma grande quantia de dinheiro para os partidos e políticos para poder continuar com a bonança ou são pessoas que enriqueceram de forma justa e que, se por uma acaso ele ver que pode ser prejudicado, ele provavelmente irá tirar seu dinheiro e todos os seus investimentos do país (seria o que eu faria, pelo menos. Se o país quer me taxar fortemente porque eu estou gerando empregos e melhorando a economia, tudo bem, tem país que não fará isso). Mas a parte mais contraditória de todas, foi que ele falou que a maioria das aposentadorias e assistências são de pessoas carentes que recebem até dois salários-mínimos (me corrijam se estiver errado, não me recordo se era isso mesmo) e que cerca de 50% volta para o governo através de impostos indiretos e, logo após, falou o que foi escrito acima, sobre aumentar a taxação.
Tenho pena daqueles que acreditaram no que ele falou, pois vão acreditar que, mesmo que a taxação das grandes fortunas funcione num curtíssimo prazo, quem vai pagar a conta será sempre os mais pobres e, principalmente, a classe média, já que os ricos são ricos por algum motivo: possuem capital e poder para poder contratar os melhores profissionais para poder achar uma brecha na lei para poder pagar menos imposto e, no fim, o tiro sempre sai pela culatra.
Desculpem o grande texto. Foi apenas um desabafo já que não poderia dizer tudo isso ao palestrante ou seria linchado da universidade. Qualquer observação que tenham a fazer, peço que me corrijam, pois comecei a ler o site a pouco tempo e aprendendo a pensar por conta própria. Então qualquer coisa que eu tenha dito errado que possa ser corrigida, enriqueceria meu conhecimento e me ajudaria a evoluir.
Grato a todos.


Vocês sempre utilizam fotos do UOL e outros jornais sem dar crédito? Cadê o respeito aos direitos de propriedade?


Perderam o imposto sindical ontem, devem estar revoltados. Até acordaram cedo hoje.


Moro na Italia e gostaria muito de conhecer Portugal. Voce poderia me recomendar algum link sobre turismo em Portugal? Desde ja agradeço! Um Grande Abraço!



Estranhos esses "direitos" que nos obrigam a fazer algo... Algo de errado não está certo!

* * *



Eu desativo meu adblock para usar esse site.
Os artigos aqui possuem uma compreensão simples e completa. Futuramente pretendo fazer compras no site, principalmente para contribuir financeiramente com o trabalho de vocês.
Grato


Leandro,

A reforma na CLT do jeito que esta sendo passada, tudo o mais constante, é capaz de gerar algum enriquecimento mesmo em um país extremamente corporativista e intervencionista como o Brasil, ou só liberando os mercados?


Eu imagino se eles trabalham 16 ou 24 horas por dia para tal feito.


Errado, se um empregado contente com sua atual condição na empresa, não teve a possibilidade de escolha entre ir ou não trabalhar significa que, necessariamente, um fator externo, no caso a geeve, coagiu sua liberdade de escolha e, por conseguinte, impeliu esse a permanecer em casa ou juntar se aos revoltosos, sob penas vexatórias por parte dos colegas que aderiram à greve. Nessa sentido, qualquer minoria que tangencie o pensamento da maioria não terá força para impor suas vontades, uma vez que o coletivismo impera nessa conjectura e no Brasil de um modo geral


Então vejam mais essa:


veja.abril.com.br/brasil/stf-libera-salario-acima-do-teto-para-servidor-que-acumula-cargos/


Agora com "liberação" expressa do STF: se um funcionário público acumular dois cargos com vencimentos de 33 mil, p.ex., vai ganhar 66 mil reais mensais. Pagos com dinheiro extraídos dos pagadores de impostos.


Por isso sou a favor de uma ditadura liberal ou da tática terra arrasada.

Democracia nunca dá certo no longo prazo.





Caros, o caso das greves não seria um caso de externalidade negativa? Digo, se a maioria dos integrantes de uma empresa resolvem entrar em greve ao ponto de inutiliza-la , e ela ter de fechar no dia, os que não querem entrar em greve não podem ir trabalhar. Sendo assim, há uma perda mesmo sem coerção ai.. (Eles não foram obrigados a participar da greve, isso ocorreu como uma consequência externa)

Pior ainda, se essa greve consegue coisas que essas pessoas também não demandaram.. (Como alterar horários);

Sei que sempre existe a opção de sair da empresa, mas não anula a externalidade e o que a maioria causa sobre uma minoria de forma negativa mesmo sem coação



Parabéns pessoal do Mises. ( sem ironias) Parece-me que vocês evoluíram um pouco. Digo isso porque num passado recente a retórica seria outra. Mais ou menos assim: Fim dos sindicatos! Deixe que o "empregado" trate direto com o "patrão" como vai ocorrer a "compra e venda" da "força de trabalho".

Não, filinho, ninguém aqui é contra a liberdade de associação, seja para sindical ou para qualquer outra coisa.

As pessoas aqui são contra o monopólio de força sindical protegido pelo governo.

Se uma classe quer se associar e impor uma série de regras aos seus membros para que esses sejam contratados, perfeito, justo, força para eles, mas não imponham isso para toda a sociedade. Quem quer contratar ou ser contratado sem interferência do sindicato deve ter liberdade para assim fazê-lo.

A palavra chave é só essa, meu caro, coerção.


Eu também sou, mas aqui os funcionários serão"obrigados" a aderir a greve, pois o prédio estará fechado. Fiquei puto, estão me proibindo de trabalhar a obrigando a aderir a uma greve que sou completamente contrario. Só de raiva vou trabalhar remotamente, pois consigo fazer pela internet uma boa parte do meu trabalho. Cada vez odiando mais o Brasil e o serviço público!


A diferença, meu caro, é que se minha fé no Teorema de Pitágoras fraquejar, eu posso comprová-lo de várias formas.
Não reduza a questão a um jogo de palavras. Qualquer aluno de catecismo sabe que "Fé é acreditar sem provas". Já ouviu a expressão "credo quia absurdum" ?
Religião é lógica não se misturam. A religião é inimiga da lógica e a lógica é inimiga da religião.


Leandro, parabéns pelo brilhante artigo. Estou lendo-o em 2017, cinco anos depois, e me impressiona a clareza que você teve acerca do cenário que se avizinhava. Por isso, quero fazer um pedido: você poderia reescrevê-lo atualizando os fatos e dados para 2017, ou mesmo incluindo um capítulo acerca das consequências da política de expansão de crédito iniciada pelos bancos em 2012 e que, como você bem salientou, desaguou em uma brutal recessão?

Muito obrigado e parabéns novamente.


"Quando policiais, professores de escolas ou universidades públicas, metroviários, motoristas de caminhões de lixo ou de ônibus municipais fazem greve, não há policiamento, aulas, nem coleta de lixo, nem metrô e nem ônibus enquanto a greve durar. O objetivo claro é prejudicar a população (que paga seus salários) e usá-la de refém para poder barganhar perante os políticos — os quais, por sua vez, utilizarão o próprio dinheiro da população para satisfazer as demandas dos sindicalistas."

Mussolini, juntamente com o seu amigo Vargas e com os socialistas que elaboraram a CUnstituição de 1988, criou uma geração de sindicatos e sindicalistas vagabundos (e eleve isso à décima potência) e de funças que acham que todo mundo tem que sustentá-los porque fizeram um concurso estatal.

Solução pra isso é simples: secessão e depois secessão individual. Enquanto houver a bíblia estatal intocada, eu vou morrer esperando que políticos possam fazer alguma real reforma e acabe com isso. Pior é quando o pobre, que não tem dinheiro para fugir do lixoso setor estatizado, fica refém desse povo.

Aqui do lado de minha casa mora um sindicalista (deve ser um bolchevista). Maior sossego, a dondoca tem seu carro e não faz nada na vida e o barão tem uma casa e também um carro novo. Tudo pago com o seu dinheiro roubado.


não existe competitividade no capitalismo, o que na verdade existe são conglomerados comerciais , bem organizados na divisão do que cada um vende, são elas :Coca Cola, Pepsico, Kelloggs, Nestlé, Johnson & Johnson, P&G, Mars, Unilever e General Mills.



Primeiro, obrigado pela resposta.

Segundo, eu procurei por Portugal nesse topico (CTRL+F) e não achei nada sobre isso.
Se é a quinta vez que vc responde, não foi aqui (pelo menos não achei).

Terceiro, eu não estou enaltecendo nada sobre Portugal, eu só pedi esclarecimentos pq vi muitas pessoas de esquerda usando isso como argumento.

Quarto, se o administrador da página achar que o tópico está duplicado, favor apagar.

obrigado.


The best comment ever!

Vou copiar e postar no meu facebook, logicamente com a devida referência e reverência ao autor.


Isso é algo óbvio. Mas precisam continuar enganando os brasileiros otários.

Aliás, para vocês verem como é fácil desregulamentar de forma bem bacana nosso mercado de trabalho de forma que não crie tanta histeria.

Sindicatos com monopólios garantido pelo governo? Que continuem, mas os trabalhadores não devem ser obrigados a pagar o imposto sindical. Em pouco tempo irão fechar vários (isso se o governo não continuar subsidiando, mas isso ele faz para os maiores que repassam para os menores. Endividamento do Governo é menos danoso para a população do que Impostos).

CLT do Mussolini? Que continue existindo, mas os trabalhadores devem poder escolher entre ficar desempregado ou ser terceirizado e os empregadores devem poder escolher de que forma irão contratar seus funcionários. Mais: que crie a CT (Contrato de Trabalho), duvido que a CLT continue existindo por mais de 10 anos com a concorrência da CT.


Eu sou funcionário público e não vou aderir à greve. Acredito que a categoria está dando um tiro no próprio pé. Na melhor das hipóteses, os grevistas defendem - sem saber - o aumento de impostos sobre a população. Esquecem a vigência de um teto de gastos e esquecem a existência de um rombo crescente na previdência.

Na pior das hipóteses, atraem mais críticas da população e prejudicam a adoção das medidas necessárias para a melhora da economia - dois fatos que dificultam imensamente a valorização da carreira e o reconhecimento pelo serviço prestado. O pensamento predominante ainda é o de uma visão egocêntrica e iludida.


Este corte nas despesas foi imposto pela troika (BCE,UE,FMI) em abril de 2011 para ser resgatado, o programa de assistência como era chamado, acabou em 2014. Em 2016 o governo começou a reverter alguns direitos, inclusive pagar retroativos.


Ninguém aqui é ou foi contra a associação voluntária entre indivíduos.
Fique sossegado, pois sua ironia e afetação não incomodam ninguém, só demonstram sua ignorância.
Cada desavisado que aparece aqui, credo.


Manoel Clevison Programação da Greve Geral do dia 28 de Abril

7h: Primeiramente, "Fora Temer";
7h30: Café com pão e mortadela "grátis";
8h30: Berrar "Lula, guerreiro do povo brasileiro";
9h30: Show do Tico Santa Cruz;
11h30: Atos de vandalismo com os amigos Black Blocks;
11h35: Inalação de gás lacrimogênio;
12h30: Almoço (pão com mortadela)
13h30: Oficina de língua francesa com Dilma Rousseff;
14h30: Apanhar da PM (1ª chamada);
15h30: Sarau da Preta Gil;
16h30: Mesa redonda revolucionária com os convidados especiais: Chico César, PCC e Comando Vermelho;
18h00: Apanhar da PM (2ª chamada);
19h00: Cagada coletiva com Live" no Facebook;
19h30: Pausa para descanso;
20h00: Apanhar da PM (3ª chamada);
21h00: Berrar "Fora Trump";
22h00: Apanhar da PM (4ª chamada);
22h30: Fim da revolution.

Presenças confirmadas na área VIP: ??

Gregorio Duvivier
Letícia Sabatella
Wagner Moura
Pitty
Marcia Tiburi
Leonardo Sakamoto
Jean Wyllys
Luciana Genro
Guilherme Boulos
Carina Vitral da União Nacional dos Estudantes


Todos os empregados estão convidados para as paralisações de amanhã, dia 28/04/2017, exceto, o cara da foto acima, que pediu para não ser chamado.


Exato. Note o Rolex no braço do sujeito na foto. Ele não é um empresário bem sucedido ou herdeiro de uma grande fortuna. Ele é Vagner Freitas, dirigente da CUT. Sindicalistas dizem que o fim do imposto sindical vai fragilizar a defesa do trabalhador. Estão mentindo. O fim do imposto sindical vai fragilizar, na verdade, a pulseira do Rolex do sindicalista.

conteudo.imguol.com.br/blogs/58/files/2013/11/VagnerFreitasCUTEduardoKnappFolha.jpg


Reduziram o deficit em 2016 com perdão fiscal, cativações e baixaram o investimento público, para satisfazer Bruxelas, e não correr o risco de perder o rating da DBRS, a única agência que mantem o rating acima de lixo, o que da acesso ao financiamento do BCE - Banco Central Europeu, (uma correção "as taxas de juro desabaram artificialmente, sem o BCE no mercado, o cenário seria outro, as yields a 10 anos passaram os 4% em março, num ambiente de juro 0%), sem contar que o BCE também compra ativos.
Como disse um banqueiro, este é o maior experimento de política monetária da história.
Alguns partidos de esquerda como o BE e o PCP falam em reestruturar a dívida pública, mas não passa disso. Como temos eleições na França, e depois Alemanha, as coisas estão em banho maria, poucos falam sobre os enormes problemas estruturais que vários países europeus tem.

Já ouviram falar sobre este produto financeiro BTO (Bespoke Tranche Opportunity), tem alguns artigos interessante sobre ele, aqui vai um link.
themarketmogul.com/bto-deja-vu-cdo/



É por isso que a "greve" de sexta nada tem a ver com reforma trabalhista e previdenciária. É sindicalista protestando contra a perda da boquinha do imposto sindical.


Um dos maiores causadores da baixa produtividade na indústria brasileira. Tornam caro contratar e pior ainda demitir. Mas a culpa do custo final sempre é do lucro.


Sindicalistas são a escória da parasitagem. São fascistas da pior espécie. Os do setor privado são péssimos. Os do setor público são ainda piores.


No Brasil, os sindicatos são o que mantêm o PT respirando. Se você apoia as manifestações dos sindicatos você é petista. Sem sindicatos como a CUT o PT desaparece.


Tudo isso que você falou é imaterial. Se o mercado é fechado pelo governo, o qual proíbe a concorrência e garante uma reserva de mercado para a empresa vencedora da licitação, não há absolutamente nenhum parâmetro de comparação.

Por exemplo, no Reino Unido, os serviços encareceram em relação ao quê? A quando era estatal? Ora, mas quando era estatal todo mundo pagava, inclusive quem não usava. Para este cidadão, o arranjo era o pior possível: pagava por algo que não usava.

Já para aquele sujeito que usava muito, o arranjo era excelente: ele se esbanjava na água, e todo o resto da população pagava por isso. Ele era subsidiado por todo o resto.

Sempre haverá ganhadores e perdedores em qualquer arranjo. A questão é: qual arranjo é o mais ético e moral? Qual o mais eficiente? Qual respeita mais a liberdade dos consumidores?

Tanto o monopólio estatal quanto a reserva de mercado garantida por uma PPP não passam no teste.

Igualmente, no Chile, os serviços melhoraram em relação ao quê? A quando era estatal? Ora, mas quando era um monopólio estatal as regulamentações eram, por definição, ainda maiores. Logo, dizer que o Chile adotou uma PPP que só funcionou porque "as regulamentações são fortes" é um paradoxo. As regulamentações, por definição, eram ainda maiores quando o serviço era monopólio estatal.

"Nenhum outro deu certo."

Nenhum outro onde e o quê? América Latina e PPP? Ora, mas não tem como dar certo mesmo. Há vários artigos neste site explicando por que PPPs e reservas de mercado não têm como funcionar. PPP é reserva de mercado; é monopólio privado garantido e protegido pelo governo.

A chave para tudo está na propriedade privada. Apenas aquilo que pertence genuinamente a alguém será tratado com a máxima eficiência e de modo a trazer o máximo retorno. Um encanamento ou uma estrada cuja gestão foi concessionada é como um carro alugado pelo período um mês. No início, você tem muito cuidado e carinho por ele, pois sabe que vai precisar dele em boas condições por um bom tempo. Ou seja: você precisa que ele lhe traga um bom retorno. Porém, à medida que a data de devolução vai se aproximando, você inevitavelmente passa a ser mais relapso, não se importando em verificar seus fluidos e sua calibragem de pneus. No extremo, você até se diverte fazendo um pequeno rali na lama ou jogando-o em vários buracos numa estrada.

Por que se preocupar? A ideia é apenas extrair o máximo do recurso, exaurindo-o sem preocupações. O carro não é seu e você logo o estará devolvendo ao dono. Para que cuidar bem dele? O mesmo é válido para qualquer serviço concessionado.

Apenas quando a estrada ou serviço de água tem um dono legítimo, que poupou, investiu e construiu com capital próprio, é que ela será gerida da melhor forma possível. Porém, apenas isso não garante a qualidade do serviço. Este serviço precisa estar submetido à livre concorrência (de outras empresas de água ou de outras estradas que fazem a mesma rota).
Somente em um ambiente de propriedade privada e livre concorrência é que a busca pelo lucro se traduz em benefícios ao consumidor. Qualquer outro arranjo que se afaste desse será inevitavelmente pior. Entregar um serviço monopolístico a alguém e ficar regulando o preço e o modo de gestão desse serviço é algo que simplesmente não tem como dar certo.


Artigos sobre como fazer essa livre concorrência no setor de água, saneamento básico e infraestruturas:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=646

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1614


Consequência natural da Reforma da Previdência. Se não destravarem a economia, vai dar tudo errado, o país vai falir e a população vai pedir a cabeça de todos os servidores públicos, principalmente do judiciário e forças armadas, que vão perder as boquinhas dos supersalários ou super-aposentadorias.


Carlos Neto,

Eu só tenho um palpite, e vou expor aqui:

São parceiros ideológicos na vilanização da vida pública, o que ajuda a manter longe da sociedade seu verdadeiro objetivo:manter o status quo. Na verdade, o hoje incensado Ministério Público não passa de uma legião de paladinos da moralidade de bordel que se utilizam de seu suposto ativismo com loas da sociedade a fim de proteger seus próprios interesses e os interesses externos que lhes convém (caça aos políticos, defesa dos indígenas, sem terra e teto, consumidores e afins)



Leandro, a do Chile foi assim e deu certo. Mas deu certo porque as regulamentações lá são fortes.

Reino Unido aumentou o preço, França também...
Nenhum outro deu certo.


Agora, todos foram concessões e não privatizações total.

Mas o mercado era aberto, tanto que não era uma só empresa que fornecia o serviço, o Chile por exemplo foi assim.




Por que esse setor dos transportes, em geral, é tão regulamentado pelo Estado?



Ótimo artigo!

"O objetivo claro é prejudicar a população ((que paga seus salários)) e usá-la de refém para poder barganhar perante os políticos — os quais, por sua vez, utilizarão o próprio dinheiro da população para satisfazer as demandas dos sindicalistas"

trocaria o ((que paga seus salários)) por, ((que tem seu dinheiro roubado para sustentá-los))

Nós não pagamos os salários dos políticos e funcionários públicos, o ato de pagar por algo é voluntário, o pagamento dos seus salários é tirado a força dos pagadores de impostos... quando o ladrão te rouba R$100,00 da carteira, você não pagou a ele, você foi extorquido, violado, roubado! Nós não pagamos os salários de políticos e seus asseclas! eles que inventam historinhas criativas, nos ameaçam, e nos roubam para se sustentar!


Vamos aproveitar a última grande greve sindicalista do Brasil, sem a mamata do imposto sindical estes caras vão virar história.


Ainda digo mais: sindicato é estritamente ligado às correntes que pregam pela maior estrutura igualitária, mas a coincidência bem hipócrita disso tudo é que os maiores defensores dessas correntes fazem de tudo para se beneficiarem às custas do que sustentam, fazendo exatamente o contrário. Quanta hipocrisia deles!


Sindicato não serve de absolutamente nada! Aliás, só serve pra arrecadar nosso dinheiro e que não sabemos nem pra onde vai. Adorei acabarem com isso! Não serei mais obrigado a sustentar aproveitadores.


Medo de perder a boquinha.

O setor público e associados faz e fará de tudo para manter seus privilégios. A dissonância destes movimentos com os pobres que se intitulam defender é tão grande que em SP/Capital, os pobres votaram no Dória e os nulos venceram o pleito.


Praticamente todos os casos são de parcerias público-privadas e concessões monopolísticas, as quais são a antítese da livre concorrência.

Não obstante, houve casos em que os serviços estatais eram tão ruins, que até mesmo a PPP conseguiu melhorar, e muito, a situação.

Casos clássicos são os da Colômbia, das Filipinas e da França.

Vale também mencionar o caso do Reino Unido, em que o padrão de qualidade aumentou substancialmente, não obstante as onerosas regulamentações impostas pelo governo.

Na Argentina, houve avanços, mas aí o governo resolveu congelar as tarifas logo após ter desvalorizado acentuadamente a moeda, o que destruiu as empresas, levando ao fim das concessões logo no início do governo dos Kirchner.

E houve também a desastrosa concessão boliviana, na qual o governo concedeu o monopólio à empresa Bechtel e, adicionalmente, proibiu inclusive que os habitantes coletassem e utilizassem água da chuva. Não há exemplo mais clássico dos malefícios das concessões monopolísticas do que o caso boliviano.


Esse Sheyk é um troll. O cara chega querendo ser o dono da verdade, é refutado por lógica e fatos e responde dizendo "não vou ler o que você escreveu. Você é burro. Eu estou certo. Estude mais".



Nunca houve privatização de água. O que sempre houve é político concedendo o monopólio da exploração de um serviço para seus empresários favoritos. O político entrega um setor ao empresário amigo, o qual está completamente protegido da concorrência, e em troca esse empresário amigo paga propinas para o política.

Não há absolutamente nenhum arranjo que não seja este.

Trata-se do perfeito exemplo do mercantilismo, que é o oposto de um livre mercado.

Por que é preciso privatizar as estatais - e por que é preciso desestatizar as empresas privadas

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários



Aqui em Santos, os cara tão ameaçando geral. Falou que se tiver na rua, tentando furar bloqueio ou simplesmente estiver de boa. Eles vão partir pra porrada.


Tem que destruir esses verme, desce a lenha nesses vagabundos.

A MAMATA TA ACABANDO PRA ESSES VAGABUNDO TERRORISTA.

Era bom agora pegar um CAT 797F de 620 toneladas e passar nesses terroristas.

Bora fazer uma vaquinha e alugar um.