clube   |   doar   |   idiomas
Últimos comentários



Meu caro, pelo seu discurso você nunca foi liberal e nunca entendeu o que é ser liberal. E ainda tem coragem de vir com esse apelo sobre pobreza.

Gostaria de fazer uma pergunta a todos vocês:
Pois não.

Vocês já foram Pobres pra saber?
Nasci pobre, muito prazer.

Vocês já tiveram um parente morto por bala perdida?
O que isso tem a ver com capitalismo/liberalismo? Você está misturando segurança pública (que é MONOPOLIO do estado), que alias é altamente ineficiente (no Brasil, morrem 56.000 pessoas por ano, o maior indice do mundo, a gente perde até pra India, que é 43.000 por ano, outro país com alto controle estatal e burocrático) com conceitos economicos. O estado nega aos seus cidadãos o próprio direito de se defender com uma arma e mesmo assim é incapaz de solucionar o problema.

Falam tanto em mercado, economia. Mas nunca vi um liberal que enriqueceu graças a todo seu conhecimento na área, algum de vocês é rico por acaso? Maioria que vejo é classe média, acho gozado porque se manjam tanto de produzir valor e riqueza vocês deveriam ser ricos..Mas não é isso que eu vejo.

Ai meus deuses... essa foi triste.
1) O Brasil está muito longe de ser um país livre, economicamente. É o país que fica em 118 lugar no índice de liberdade econômica.

2) Ser liberal não é uma formula para ser rico e sim defender que as pessoas tenham a liberdade para efetuarem trocas entre si sem intervenção constante do Estado por via de impostos e regulações. É dessas trocas de valor que a riqueza é produzida. Cada um teria a liberdade de crescer de acordo com suas habilidades e viver num patamar de vida que julga confortável, mas repito, o Brasil NÃO É E NUNCA FOI UM PAÍS LIVRE, ECONOMICAMENTE. Você se dizia liberal e não sabe desse básico. Aham. To vendo.

Eu já fui liberal, ai cai na real com a vida, vi que esse papo de mercado não é bem assim.
Não, amigo, você nunca foi liberal. Sinto muito. Ou você está mentindo ou você diz ser uma coisa que nunca entendeu direito o que é (o que mostra o seu nível de inteligência).

Inclusive, um amigo meu foi pra Arabia Saudita, ele disse que lá existem muitas estatais e assistencialismo e o país enriqueceu assim mesmo...

Aham, beleza, usando a Arabia Saudita como exemplo:

Saudi Arabia's riches conceal a growing problem of poverty

"The state hides the poor very well," said Rosie Bsheer, a Saudi scholar who has written extensively on development and poverty. "The elite don't see the suffering of the poor. People are hungry."

The Saudi government discloses little official data about its poorest citizens. But press reports and private estimates suggest that between 2 million and 4 million of the country's native Saudis live on less than about $530 a month – about $17 a day – considered the poverty line in Saudi Arabia.


Opa, perai, como é que 1/4 da população da Arabia Saudita vive abaixo da linha da pobreza? Você não disse que era um país ótimo, rico, cheio de estatal e assistencialismo? Explique isso então.


Falam de acabar com o imposto mas negam toda a imoralidade que a ausência deste geraria, como injustiças e até coisas que ninguém prever.

Que imoralidades, cara-palida? Favor discorrer.

Favor, tentar novamente. Essa sua participação foi muito triste.




"isso viola o direito natural de propriedade privada [...]"
Não sabia que propriedade privada era um direito natural, pensava que era um Direito Fundamental.


"de que adianta ter industrias de ultima geração se apenas 1% do povo compra seus produtos?? "

Isso é sério?



Para esse tipo de proposta sempre faltou o básico fundamental:

O ser humano não é uma espécie que compartilha uma rede neural coletiva. O mesmo se agrupou em sociedades por necessidades básicas, mas ao mesmo tempo, suas necessidades e desejos são individuais. Esse tipo de arranjo só funcionaria em sociedades extremamente homogêneas e fechadas, e como tal, numa sociedade assim, a existência de uma democracia e votação direta seriam redundantes.

Funciona muito bem para outras espécies como abelhas, formigas, mas por que? porque o propósito de todo e qualquer individuo é manter a sobrevivência da colmeia e proteger a rainha, tanto que cada um já tem o seu corpo e mente adaptado para a função desde o nascimento (guerreiras são maiores e mais violentas, trabalhadoras nascem em maior quantidade, zangões são auxiliares para procriar e a própria rainha não é eleita, ela literalmente nasce com o corpo apropriado).



Sério por que tanto problema quanto ao aborto? Queria ver se fosse você que tivesse que parir e não pudesse decidir o que fazer com seu próprio corpo.


- Estude inglês e mandarim (sério!) pela internet.
- Assim que puder, viaje para EUA/Canadá/Austrália/Nova Zelândia/Europa.
- Arranje um emprego lá,nem que seja entregar pizza ou lavar pratos.
- Faça um curso de especialização.
- Monte uma rede de contatos (networking) e tente arranjar um emprego na sua área.
- Esqueça que o Brasil existe. Isso aqui não tem jeito de melhorar nas próximas décadas.
É o que eu gostaria de ter feito. Infelizmente já passei da idade.
Boa sorte!


Poderiam responder o comentário desse Leonardo Stoppa:
Estranho, hipócrita é dizer que o socialismo atual compete com o capitalismo. Comunismo sim complete com capitalismo mas socialismo é uma forma de redistribuição que, quando interpretada por pessoas que estudam economia a partir de livros de economia (e não Olavo de Carvalho) é uma espécie de segurança ao capitalismo.

Se um dia você entender que existe conhecimento além do que você conhece você vai ver que dentro do conceito atual de socialismo estão as formas de redistribuição de renda (SUS, Fies, Bolsas). Em países de primeiro mundo a galera acaba usando essa grana inclusive para comprar iPhone, logo, é um socialismo que serve ao capitalismo pois deixar essa grana parada na conta de um milionário vai resultar na venda de 1 iPhone para apple, agora, quando redistribuído vira vários iPhones.

O problema da sua visão é que você estuda em materiais criados sob encomenda. Você deixa de estudar em livros de economia para aprender pelas palavras de um cara que é pago por aqueles que pagam os impostos, ou seja, aqueles que são contra a redistribuição, logo, você abre mão do conhecimento para a alienação.

Socialismo não é comunismo. Pode vir de certa forma assemelhado nos livros antigos, mas depois da segunda guerra mundial e principalmente depois da queda da URSS, ficou claro que não há em se falar em controle centralizado e ausência de propriedade privada, mas quem estuda um pouco de economia e sociologia sabe que a intervenção e a redistribuição são importantes atividades governamentais para salvaguardar a atividade industrial.

A final, de que adianta ter industrias de ultima geração se apenas 1% do povo compra seus produtos??



Esses gráficos que aparecem nos artigos do Mises são criados pelo autor ?
Se não são, poderiam postar os links das fontes.


"Não consigo ver porque uma empresa iria aumentar salários "

Uma empresa nunca quer aumentar um salário, se dependesse dos empresários eles não pagariam nada, mas não dependem só deles, dependem também do próprio tabalhador. Salário é uma questão de negociação, demanda e oferta, se você for produtivo poderá obter bons salários.



"Eu já fui liberal, ai cai na real com a vida, vi que esse papo de mercado não é bem assim"

Pelo seu comentário, você nunca foi liberal coisa nenhuma, no máximo alguém que nem sabia o que defendia.

Seus argumentos só revelam sua pobreza intelectual.



Só que o artigo fala do Nazismo. E o Nazi-Fascismo é de Terceira-Via, ou seja, não é nem de Esquerda e nem de Direita. É uma alternativa à democracia liberal (direita) e ao socialismo soviético (esquerda).


Caramba. Eu nunca tinha visto um comentário com tanto apelo emocional assim

Nenhum argumento



Prezados;

Sou terceirizado em um órgão público federal.
É fato constatado que o salário base de TODOS os terceirizados são iguais, o que muda é a tal gratificação por função.
Mas sabe porque?Porque atualmente essas gratificações é regulamentada pelos malditos sindicatos....
Se de uma forma tenho certeza que deixando essa negociação nas mãos dos próprios trabalhadores irá em parte resolver isso, de outro lado não consigo ver porque uma empresa iria aumentar salários e não buscar maximizar seus lucros!

Muito obrigado a todos que me responderem!


Caro FL,

Concordo com você, governo é uma barreira na minha vida e um dos responsáveis pelo meu alto custo de vida.

Mas também não tiro minha responsabilidade disso, sair de casa sem ter uma casa própria e tive um filho sem ter uma condição financeira melhor, mas amo minha familia e jamais voltaria atrás, o esforço maior que tenho hoje é compensado.


A grande maioria da esquerda no Brasil é na realidade defensora do capitalismo patrimonialista ou de compadrio. Eles são conscientemente cínicos. O discurso funciona como uma justificativa para o acesso aos privilégios econômicos e sociais que obtém no poder. É uma minoria muito ideologizada que raciocina com as utopias marxistas. Tanto os cínicos como os sectários são parasitas.


Mas esta é a essência desta "gente": esconder suas verdadeiras intenções. Não é contando a verdade que eles conquistam corações e mentes, mas sim ocultando sua verdadeira alma que é a malignidade.


A galera de TI, por exemplo, vai se dar muito mal. Serão contratados somente por projeto, ninguém mais terá estabilidade.
Quem é competente não precisa de estabilidade. Quem não é, não merece estabilidade.

Minha mulher é publicitária. Na área dela, mais da metade das pessoas perderiam o emprego com essas novas regras.
Quer dizer que o mercado publicitário hoje emprega mais que o dobro de pessoas que seriam necessárias?

Acha que o camelô da rua vai querer trabalhar pra uma empresa de terceirização, ralar pra ganhar 800 reais no fim do mês, sem férias, sem 13, sem fgts?
Acho que cada um sabe onde aperta seu sapato. Tem quem prefere ser camelô, tem quem tope ralar para ganhar 800 reais, quem só tope ralar por 1500, e por aí vai.

Um bom profissional poderá ser substituído por funcionários descartáveis de empresas terceirizadas.
Tem certeza que vc é empresário? Vc descarta bons funcionários e substitui por qualquer um? Para mim isso é inédito. (A não ser que sua empresa trabalhe para o governo, óbvio)


Todo esse papo de fetos,abortos e propriedade me fez lembrar da China atual, não só ela mas todas as histórias/casos que ocorrem diariamente na vida como ela é mas que não divulgados.


Parabéns pelo texto.


A menos de 2 km de onde ficava minha empresa, há vários outras do mesmo ramo - meus ex-concorrentes. Conheço todos os proprietários. Um deles já me ligou várias vezes pedindo indicações de ex-funcionários meus para trabalhar para ele. Sempre desconverso, digo que não mantenho mais contato, etc., e não digo a verdade: Ninguém na região quer trabalhar lá, porque ele exige muito e paga pouco.

Em consequência, ele contrata apenas os piores, ou seja, aqueles que não conseguiram trabalhar nas outras empresas. Ele não é mau empresário, mas veio de outra cidade, onde provavelmente o equilíbrio oferta-procura era outro. Aqui, ele vai ter que se adaptar ao mercado ou ver sua empresa perder clientes por conta da má qualidade da sua mão-de-obra.

O mercado tem dois lados, não podemos nivelar todos os funcionários por baixo. A grande maioria dos candidatos também tem suas metas e seus limites para o "contrato de adesão" que vc fala.

A diferença é que se um empregado não aceita receber menos que X, isso é chamado de dignidade e respeito próprio. Já se um empregador não aceita pagar mais que Y, isso é chamado ganância e mesquinharia.


Sobre a "participação nos lucros":

Na categoria de minha ex-empresa, e creio que em muitas outras, já é habitual o pagamento de PLR (participação nos lucros e resultados) ser definido na convenção coletiva da categoria, com valor fixo para todas as empresas e todos os empregados.
Explicando: na data-base, a convenção (que os funcionários sempre chamam de dissídio) define X% de aumento salarial, Y% de aumento no piso da categoria, e R$ Z,00 a serem pagos a cada funcionário "a título de PLR", tenha a empresa lucro ou não.

Motivos para o sindicato dos empregados: considerando a necessidade de convencer os funcionários de que eles jamais teriam um aumento se não fosse a "luta" do sindicato, uma estratégia é a de dividir os ganhos em inúmeros ítens, de forma a parecer mais importante.

Exemplo: se é possível negociar um aumento de 10% no salário, o sindicato prefere anunciar 5% de aumento, mais dois reais de aumento no vale-refeição, mais cinco reais no vale-alimentação (são coisas diferentes!!), mais uma redução de dez reais no desconto do vale-transporte, mais um bônus qualquer-coisa de vinte reais, etc., para o empregado ler o jornalzinho do sindicato e pensar "nossa, quanta coisa eu vou ganhar".

Motivos para o sindicato dos empregadores: qualquer aumento no salário custa mais do que parece, porque incide sobre todos os outros valores. Então é preferível distribuir o aumento em outros ítens, que não acarretam aumento de custos, e são até isentos de INSS (vale-refeição é um bom exemplo).



Sim, e essa é uma bizarrice do sistema de saúde americano: o governo federal simplesmente proíbe que as seguradoras de saúde concorram entre si além das fronteiras estaduais. Várias seguradoras não podem ofertar seus serviços em mais de um estado do país. É como se a Unimed só pudessa atuar no Rio, a Amil, em São Paulo, a Golden Cross, em MG, e por aí vai.

Mas piora: pelo lado da demanda, 90% dos gastos em saúde ocorrem por meio de canais que não são o paciente: mais especificamente, ocorrem pelas seguradoras e pelo estado.

Mais especificamente, de cada 100 dólares gastos na saúde americana, 45 dólares são desembolsados pelas seguradoras, outros 45 dólares pelos programas estatais Medicare (programa de responsabilidade da Previdência Social americana que reembolsa hospitais e médicos por tratamentos fornecidos a indivíduos acima de 65 anos de idade) e Medicaid (programa financiado conjuntamente por estados e pelo governo federal, que reembolsa hospitais e médicos que fornecem tratamento a pessoas que não podem financiar suas próprias despesas médicas), e apenas 10 dólares são desembolsados pelo próprio paciente.

Dito de outro modo, de cada 100 dólares gastos na saúde, o paciente — que é quem está realmente recebendo os serviços — arca com um custo de apenas 10 dólares. Quem paga os 90 restantes? O resto de seus compatriotas — seja por meio do Fisco, seja por meio de suas apólices de seguros, que compreensivelmente ficam a anualmente mais caras.

Nos EUA, portanto, não há uma correspondência entre custos e benefícios. E dado que as seguradoras são obrigadas pelo governo a cobrir até mesmo consultas de rotina, os preços das apólices seguem em disparada. Se você fizer algo tão simples e corriqueiro quanto um exame de sangue — que é coberto pelos planos de saúde e pelos programas Medicare e Medicaid —, é comum o hospital cobrar um preço astronômico do governo ou da seguradora, a qual, por causa disso, irá aumentar os preços das apólices.

Nesse arranjo, o incentivo para aumentar os gastos é o mesmo que ocorreria se milhões de pessoas fossem a um mesmo restaurante, pedissem individualmente os pratos que quisessem e, no final, dividissem igualmente entre todos a fatura total.

Como realmente funciona o sistema de saúde americano


Os anarquistas (de esquerda) são contra o estado, a propriedade privada (o qual na cabeça dele está associada ao estado) e a religião.

Na cabeça deles a sociedade perfeita não teria nem estado e nem propriedade privada ( e também nenhuma igreja). Claro que isso gerá a tal pergunta, então quem vai impedir alguém de ter uma propriedade?

Na prática um sistema desse resultaria em um estado totalitário (mas com rótulo diferente , algo como: centro de decisões comunitárias).


Pensando um pouco mais fundo, ninguém acha estranho que o setor público aprove orçamentos anuais baseados em previsão de receita ?
Qualquer empresa que eu conheço faz planos baseados em seu caixa (dinheiro já existente) e com investimentos planejados e condicionados, isto é, sujeitos à ajustes no decorrer do tempo.
Já nossos estados, municípios, etc., se reunem no começo do ano e dizem "Achamos que nossa receita vai crescer 3% este ano, então vamos aumentar nossa despesa em 3% já."
É só mais uma das maluquices que, de tão comuns, já são consideradas normais.


Na minha cidade existe Libertarianismo VERMELHO!

Libertarios de esquerda, fazem eventos e palestras direto aqui. Qualquer dia vou la, perguntar como é que se impõe o coletivismo sem coerção estatal...

Pior que eles acham que detêm o monopólio do termo Libertário, eles acham que Anarquia de esquerda é Libertárianismo necessariamente e unicamente.


Ai questionei uma vez em um grupo do facebook:

Eu disse:

''-Que proposta libertária?
Libertarianismo é necessariamente a defesa da propriedade privada!!''

Ai ele me respondeu:

''Não se trata disso! Falamos da proposta libertária original, historicamente falando, da luta de classes. Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=e4GIwQX13eU ''


Alguém sabe do que isso se trata?




Nosso comediante voltou. Confesso que estava com saudades. Não a ponto de ler suas baboseiras, claro. Abraço.


Capital Imoral,

Que acha de usar seu talento escrevendo livros e arrecadar milhões para doar cada centavo para os miseráveis da África Subsaariana?


Guilherme, eu vi alguém comentando sobre o arranjo que você falou, e parece que ele existe na coréia do sul. Se eu achar o comentário dessa pessoa, posto aqui.

Mas sim, o estado ainda é mero extrator de recursos.


Engraçado, o livro econopower trás uma argumentação que os gastos na saúde privada são elevados devido a existência de seguradoras, que podem pagar por cirurgias mais caras, logo os hospitais e médicos não tem pressão para reduzir o preço dessas cirurgias.

Até traziam um gráfico mostrando a evolução dos preços das cirurgias corretivas à laser e como o preço caiu ao longo do tempo, mas voltou a subir quando seguradoras começaram a cobrir esse tipo de operação. (quem leu o livro, favor confirmar, faz muito tempo que li e lembro apenas de cabeça).

Alias, é uma lógica bem parecida com as bolhas de mercado imobiliários. Quando dão crédito muito fácil, os vendedores não tem mais pressão para manter o preço ligado ao poder de compra da população e os preços sobem vertiginosamente. Alias é por isso que existe gente que acha que sua casinha mediana num bairro comum vale 2 milhões.


Seu raciocínio não está errado, só que o debate é outro. Principalmente nos EUA, a grande queixa é que os gastos com saúde em relação ao PIB são altos demais. Consequentemente, por serem altos demais, defende-se a estatização da saúde como forma de reduzir esses gastos totais. E, como você próprio corretamente mostrou, tal medida faria com que os gastos totais fossem ainda maiores.

Daí a critica irônica feita pelo Sowell.


Esse gráfico do Banco Mundial exclui todo o serviço da dívida. Ele exclui "juros e encargos da dívida", exclui "amortização da dívida", e exclui "refinanciamento da dívida". Fazendo essas exclusões, ele cai para 20,2% do PIB.

No entanto, veja que interessante (para não dizer 'pavoroso'): esse gasto do governo federal brasileiro, de 20,2% do PIB (sem o serviço da dívida), é maior que o de países como Áustria (20,1%), Reino Unido e Alemanha (ambos com 19,4%), Itália (19%), Portugal (18,1%), Austrália (18%), e Suíça (11,3%).

Por outro lado, ainda gastamos menos que Japão (20,4%), Canadá (21,2%), Noruega (23,2%), França (23,9%), Holanda (25,3%), Suécia (26,1%) e Dinamarca (26,2%).

Utilize este mesmoaink do Banco Mundial que escolheu, selecione cada um destes países, espanta-se.

Aliás, este fenômeno foi abordado especificamente neste artigo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2532


Se me permitem contribuir com uma:

Henry Hazlitt

Quanto mais coisas um governo se compromete a fazer, menos coisas ele pode fazer com competência. Quando o governo tenta fazer tudo, tudo será de péssima qualidade.

E esta citação de Sowell,

"O argumento utilizado pelos defensores da saúde pública é o de que a população não tem condições de arcar com médicos, hospitais e remédios. Consequentemente, os serviços de saúde têm de ser fornecidos pelo estado.

Mas, ora, se a população não pode pagar por médicos, hospitais e remédios, então como é que ela poderá pagar por médicos, hospitais, remédios e mais toda uma burocracia federal para administrar todo este sistema de saúde estatal?"


Me parece um tanto quanto ignorante. Quando se diz que pessoas não podem arcar com médicos, hospitais e remédios privados, diz-se porque o custo deste serviço recai totalmente sobre ela. Já os defensores de saúde pública dirão que é possível arcar com estes custos caso estes sejam socializados. Caso pessoas saudáveis paguem uma parte do custo de pessoas doentes.

É perfeitamente possível -- e extremamente comum--, que o resultado final desse custo socializado que é pago através de impostos, acabe sendo ainda maior do que seria na sua ausência. Especialmente dado que, quando pessoas não arcam totalmente com os custos, elas não se preocupam tanto com a quantia que é gasta.

Mas, ainda assim, no primeiro caso -- privado--, o custo é completamente do indivíduo. No segundo caso --estatal-- o custo é socializado, entre diversos indivíduos.


Como a estatal foi formada? Como ela foi construída? Quem integralizou seu capital? Quem pagou os salários de seus funcionários? De onde, em suma, veio todo o dinheiro para isso? E o que poderia ter sido feito com esse dinheiro caso ele não fosse confiscado e direcionado para a construção da estatal?

Essa é a questão.

Mas, pelo bem do debate, vamos supor um cenário absolutamente cor-de-rosa. Suponha uma estatal extremamente eficiente e lucrativa, operando em um mercado aberto e concorrencial, e cujos funcionários são pagos estritamente com o dinheiro dos lucros operacionais, e não com o dinheiro de impostos (desconheço tal arranjo, mas tudo bem). O que temos aí? Simplesmente uma empresa como qualquer outra, a qual repassa uma parte de seus lucros para o governo na forma de dividendos.

Ou seja, o estado continua sendo um mero extrator de recursos. A única mísera diferença é que ele possui ações de uma empresa, e dela recebe seus dividendos.


Leandro,

Onde dá para ver esse indicador de gastos/pib para vários países? Eu encontrei esse:

data.worldbank.org/indicator/NE.CON.GOVT.ZS?locations=BR&year_high_desc=true

Mas parece que os números não estão batendo com os seus, talvez esse site não esteja falando exatamente da mesma coisa.


No ponto [1] o artigo explica que o crescimento econômico sueco se manteve até 65 apesar do aumento de carga tributária em função das indústrias suecas atenderem muitos países europeus combalidos pela Sgm (onde a Suécia acertadamente não participou).

Entretanto, com esses países já reestabilizados e voltando a exportar, e enriquecer, o aumento do estado sueco começou a se fazer pesar, nos idos de 65/66, e daí em diante o governo sueco precisou fazer ajustes necessários (tanto que após atingir 60% de gasto estatal sobre o pib em 80, a partir de então até 2000 esse percentual foi diminuindo).

O ponto [2] tem uma complexidade maior por ser a época da crise do petróleo e do fim do padrão-ouro, que impactaram a trocas comerciais de todos os países, principalmente os desenvolvidos, independente de serem mais ou menos liberais.


"Todos os recursos que o governo possui foram extraídos do setor privado"

No caso de uma estatal (seja um banco, uma pretroleira, uma mineradora ou etc..) e ignorando que a estatal possa ser deficitária, nesse caso o governo não estaria gerando recursos próprios?


2042 - anarcocapitalismo

Cena2 - Eu te amo
Partindo da liberdade ilimitada, chego ao despotismo ilimitado." Fiódor Dostoiévski (Os Demônios)

Já passa das 12:30 e Pedro ainda está se levantando da cama, está é a realidade de quase todos habitantes da terra. A produção da matéria chegou ao estado da arte, os homens passam grande parte do seu tempo em jogos de realidade virtual e consumo de pornografia. o ganha pão de cada homem é evoluir no jogo para ganhar moedas virtuais, aquele que não evolui, portanto não consome pixels suficiente, este não tem dinheiro real para sobreviver. Pedro se alimenta mal, o seu consumo diário de pornografia mais as 12 horas seguidas de jogos está deixando ele anêmico; dizem nos meios virtuais que seu vizinho Bruno morreu recentemente por falta de hidratação.

Pedro decide ir pessoalmente para o supermercado automático, faz mais de 2 meses que ele não sai de casa; pouco importa, está é a realidade do mundo inteiro. Ele está praticamente só no supermercado, somente ele, os robôs, e os itens de consumo; o homem nunca esteve tão só.

Apareceu uma garota, logo de cara ele desconfiou se é uma garota real ou apenas um clone robótico controlado pela garota via óculos de realidade virtual. Como sempre, devido ao seu vício em masturbação, ele não conseguiu ver a garota como um ser humano, mas logo imaginou como seria fazer sexo com ela; devido aos novos tempos onde a noção de amor e sacrifício foi totalmente destruído pelo culto do eu individualizado.

Os homens perderam a capacidade de amar, eles apenas sentem; os olhos não cansam de ver, a boca não cansa de falar, os ouvidos não cansam de ouvir. Muitos sequer sabem pronunciar a palavra "caridade" - este é o tipo de palavra que morreu no tempo após a produção chegar ao estado da arte. Por que teria caridade se não existe mais fome? Ou desabrigados, doentes, fracos. o anarcocapitalismo permitiu que o homem mais miserável fosse um rei da matéria,educação, saúde. Todos são auto suficientes, todos são soberbos, todos são donos da verdade.

O que? Você está ouvindo o mesmo que eu estou ouvindo? Sim! A garota do supermercado está cantando! Mas que bela voz, mas que voz doce, é como encontrar uma flor no deserto. De novo aquele sentimento que Pedro sentiu anteriormente com sua mãe, veio à tona, aquele sentimento de ser um ser humano novamente.
Pedro sente aquilo que os homens sentiam antigamente no começo do século 21, aquele aperto no coração, um olhar brilhante para a vida, como se estivesse agradecendo a Deus por existir.

Sim! A mulher é real e olha para Pedro; Com um simples olhar os dois sabem que são seres humanos novamente e estão ligados de alguma forma. Pedro não sabe, mas à alma da garota está podre, a garota está marcada pela ideologia e pelo ódio. O pior é que não há motivo para tal, é apenas o ódio pelo ódio. Por algum motivo, quando o homem deixou de lutar para sobreviver, ele tornou-se extremamente soberbo e começou a apontar o dedo para tudo e para todos. Absolutamente tudo foi problematizado, nasceu um novo mercado conhecido como "mercado das narrativas" - neste mercado nascia todos os dias novas ideologias e cultos que invadiam os valores das pessoas via acesso a informação, foi assim que começou o processo de destruição do cristianismo. Em todas ideologia e cultos havia apenas algo em comum: voltar-se contra o passado! Pois eles partiram da premissa que assim como a matéria, a ideologia chegaria ao estado da arte, só que esqueceram que homem é naturalmente corrompido.

Quanto mais eles matavam o passado, mais todos se voltavam contra o homem natural; contra a ideia de família e igreja; porque olhar para o passado significa uma mensagem moral que diz: você não é livre para fazer o que você quiser no âmbito individual. Está mensagem está em total desacordo com a nova cultura libertária. Como ainda não conseguiram destruir a natureza do homem, eles começaram a ter o ódio por tudo que é natural.
Por que? A resposta está no ser; eu te odeio porque você é o que é. Eu te odeio porque quando olho para seus olhos, eu me vejo diante do espelho da eternidade. O que aconteceu com os homens foi o livre comércio do ódio pelo ódio, a guerra de ideologia atingiu outro patamar quando o cristianismo foi oficialmente morto.

Os dois sabem que o sexo físico foi abolido há muito tempo, porém, mesmo assim decidiram fazer sexo pelo processo normal. beijaram-se e fizeram sexo com algum sentimento de amor, no banheiro, foi rápido e automático. Por algum motivo, Pedro associou este sexo ao simples ato de ir ao Banheiro fazer necessidades. - Talvez o costume consumista de Pedro, tenha transformado a visão dele para com os seres humanos de carne e osso.

A mulher percebe que existe uma possibilidade de o feto introduzido nela ser um garoto, portanto, ela decidiu abortar. devido a ideologia feminista, ela sente um certo prazer neste processo de ver os garotos serem mortos. Ela sempre fez isso, sempre cantou para homens no supermercado para depois abortar os filhos. A lei, a todo momento garantiu o direito de propriedade da mulher naquela área específica de influência cultural feminista.Essas mulheres tem total controle sobre o que está dentro delas; dizem que tem mulheres que abortaram mais de 30 vezes.

Dizem que no passado distante, até mesmo entre os libertários não havia consenso sobre a questão do aborto, isso ficou refletido anos depois na sociedade anarcocapitalista. Existem propriedades que praticam e propriedades que não praticam. o diabo torce pela sua falta de unidade.

Mas não se engane, está cultura do ódio à vida acontece de várias maneiras. Existem mulheres negras que gostam de abortar filhos brancos, Homossexuais que pagam para ver garotas serem abortadas. Existem crianças que gostam de ganhar um trocado fazendo sexo com adultos - somente em propriedades específicas-. Existem até programas na internet que gostam mostrar o processo ao vivo, como um grande show.

Neste mundo onde um come o outro, foi a vez de Pedro perder na equação. Embora fosse um processo comum o aborto, ocorrendo na ordem dos milhares ao ano. Por algum motivo, Pedro queria que o garoto sobrevivesse, talvez porque lembrasse de sua mãe. Mas não houve jeito, naquela propriedade específica já estava estipulado o poder absoluto da mulher sob o útero, talvez se fosse em outra propriedade isso não teria acontecido. A juíza até mesmo disse: Você não leu as regras desta propriedade? Não, ele não leu, ele é apenas um mero consumidor. Senhor, que mundo louco!

Capital imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.


Essa caso da Shell e BASF são mais exemplos de empresas evadirem-se das regulações governamentais. Se isso ocorresse em uma estrutura liberal essas empresas seriam repudiadas tanto pela população quanto por quem compra desses fornecedores, já que mancharia o nome de todos no mercado.


______________________________________________________________

/\
É só assinar em baixo.


Caro Pai de Família, esqueci completamente da escola, que é um caso à parte.

Você provavelmente coloca seus filhos em escolas particulares, pois não confia na qualidade do ensino estatal (que você paga de qualquer forma). Além de também ser um mercado bem protegido (tente conseguir um alvará de funcionamento para abrir uma escola), você simplesmente não escapa do que o governo quer ensinar, mesmo em escolas privadas. Todas têm que seguir o programa de governo aprovado pelo ministério, que define as matérias, carga horária e conteúdo a ser ensinado.
Se você ousar ensinar seus filhos por conta própria, em casa, corre o risco de ser denunciado por não estar garantindo o "direito básico à educação" dos seus filhos e, por mais inteligentes e instruídos que estes possam se tornar, vão ficar sem aquele papel inútil que não prova nada (diploma), não vão conseguir entrar numa faculdade (que sofre a mesma influência estatal, mesmo sendo privada) e pegar outro papel inútil para trabalhar nos melhores empregos. Todo o esquema é feito para que as pessoas sigam exatamente o que é planejado pelo governo. Para dar um exemplo, se você não tiver um diploma de direito e a carteira da OAB, nunca vai poder se defender de um processo, por mais inteligente e conhecedor das leis que você seja.


Esses desenhos (esse do papa léguas era da Warner) costumavam passar na tv aberta pelas manhãs, quando ainda existiam programas infantis. Bons tempos.

https://www.youtube.com/watch?v=rNaiWScEPjU


A verdade ( que nem um lado e nem o outro admitem ) é que tanto a esquerda quanto a direita (notadamente a judaico-cristã) são ideologias tiranas e hipocritamente socializantes. Ambos hienas.


"O problema nunca foi o estado"

Self-defeating.

Você mesmo diz que as pessoas "pedem" por estado. Como o estado não seria o problema se ele é aquilo que as pessoas pedem?

Compreenda: as pessoas "pedem" por estado pq, em primeiro lugar, sabem que estado é o que pode proporcionar ganhos à base da expropriação do dinheiro de terceiros.


"Ficam apenas ruas, avenidas, pontes urbanas, iluminação pública,praças, parques, reservas, justiça, polícia, prisões, exército, documentos. Se alguém quiser agregar segurança social mínima, como escola, saúde e renda mínima para os pobres, eu não gosto, mas acho melhor não questionar. É uma discussão infinita, de imoralidade dos impostos X imoralidade de deixar pessoas pobres morrerem"

O sujeito já foi refutado inúmeras vezes nesse papo de "segurança social mínima" e continua a escrever que isso seria "imoralidade de impostos x imoralidade de deixar pessoas pobres morrerem".

Deixe de se comportar como um papagaio, cidadão.

Não existe essa contraposição inventada por sua cabeça: "segurança social" para "não deixar pessoas morrerem de fome".

Entenda de uma vez por todas:

"Segurança social mínima" é IMORAL pq viola o direito natural de propriedade, haja vista que implica iniciação de violência (coerção institucional) contra terceiros inocentes. É imoral extrair dinheiro à força (contra a vontade) de pessoas a pretexto de "alimentar" outras. Repito: isso viola o direito natural de propriedade privada. Logo, é imoral.

E "segurança social mínima" é algo ANTI-ECONÔMICO e ANTI-PROSPERIDADE, pq é redistribuição forçada de renda, e redistribuição forçada de renda GERA A POBREZA que vc se diz preocupado.

Então esse seu "argumento" é burro. E vc é um burro que fica repetindo a burrice.



Ué, você não teve infância? Já viu o desenho do Papa-Léguas?

pt.wikipedia.org/wiki/The_Road_Runner

No desenho, o faminto Coiote sempre tenta capturar o Papa-Léguas, mas não consegue porque o Papa-Léguas é muito mais rápido.

O que mostra a figura do artigo? O Coiote, em vez de continuar tentando, infrutiferamente, capturar o Papa-Léguas, decidiu terceirizar esta atividade: contratou o velocíssimo Sonic (lembra do videogame?) para fazer o serviço.



O Instituto Mises é sensacional e se destaca pela qualidade dos seus profissionais e artigos produzidos. Esse texto é muito forte e impactante, digno de uma bela reflexão por parte de todos que o leiam. Parabéns ao autor e toda a equipe.


As depesas que eu citei são de qualquer pessoa de classe média, o grosso das despesas: Supermercado, aluguel, escola e despesas com carro dificilmente saem por menos de 4.500. Isso por que eu não tenho nenhum financiamento seja de carro ou de casa, porque ai a conta só aumentaria.

Claro que se você for botar seu filho em escolha pública, não tiver que paga aluguel ou financiamento, não tiver carro, ter mais pessoas dentro da casa para dividir a conta do mercado, ai sua despesa realmente será muito menor.

Um familia hoje de 3 pessoas para viver confortável tem que ter uma renda de pelo menos 7 mil reais, menos do que isso vai passar sufoco.


Na verdade estava sendo irônico, todos sabemos que as as ideias de longo não serão aplicadas e viveremos neste eterno ciclo de discussões que no fim de nada servem.


vigilância sobre o estado????? kkkkkkkkk... boa... gostei... hehehehehehehe... eu quero saber como é que eu vigio o estado... será que não seria necessário primeiro combinar com os ladrões que estão lá? o ruim quando se lê um comentário tipo esse é que não dá pra saber se a pessoa que o escreveu está com gozação ou falando sério...


Caro Pai de Família, sua situação é uma boa ilustração do que um libertário padrão defende. Seu salário de R$6.000 deveria ser muito maior, não fossem o FGTS, INSS, IR, "Contribuição" Sindical e tantos outros encargos que a empresa é obrigada a pagar para o governo, e que poderiam estar indo para a mão do funcionário.

Além disso, quase tudo que você citou como seus gastos tem um enorme peso de impostos e da ineficiência dos serviços estatais.

Você provavelmente mora de aluguel pois não conseguiu comprar um imóvel, graças aos programas de incentivo e fácil crédito, que aumentam insanamente o valor dos imóveis.

Você provavelmente mora num condomínio pois sente que ali sua família está mais segura do que numa "casa de rua", pois sabe que a polícia (estatal, ou seja, paga por você) não lhe garante nem 1% da segurança que a empresa contratada pelo condomínio te dá.

Sua conta de luz, também fornecida pelos ótimos serviços estatais, é mais cara do que deveria ser. Você paga PIS e Cofins, ICMS, bandeira vermelha e tudo mais que o governo conseguir enfiar ali.

Sua internet é a que tem a pior relação de custo/benefício do mundo. Existem poucas operadoras que não fazem o mínimo esforço para prestar um bom serviço, pois operam num ambiente totalmente regulado (para o bem da população) pelo governo, que proíbe a entrada de novas empresas, diminuindo a concorrência, o que melhoraria os serviços e derrubaria os preços.

Sua gasolina (que é 27% álcool para manter a reserva de mercado dos produtores nacionais) tem, na composição do preço, 50% de impostos embutidos.

Você paga IPTU e IPVA, e mesmo assim as ruas são esburacadas, as calçadas são uma calamidade (se você conhece algum cadeirante, vai entender), a iluminação e limpeza das vias - serviços públicos - são péssimas.

Seguro, roupas, remédios, mecânicos, multas.... Nada disso escapa de uma mordida do governo, que usa esse dinheiro para, entre outras coisas, pagar salários maiores do que o mercado paga para uma qualificação X (vide o caso do sergio), sempre com "estabilidade de concursado', aumentando a ineficiência de todos os serviços prestados.


Você ainda tem alguma dúvida de quem está atrapalhando sua vida?


Ou seja, você incorreu nesta infindável e aborrecida logorreia toda apenas para dizer que o estado, ao confiscar dinheiro das pessoas, pode utilizar esse dinheiro de maneira sábia e sensata, como, por exemplo, fazendo investimentos "arriscados" (com o dinheiro dos outros) que nenhum outro grupo de empreendedores estaria disposto a fazer.

Esse é, disparado, um dos argumentos mais clichês que existe.

Vamos lá.

1) Se realmente houvesse demanda para aquela obra pública, o setor privado a atenderia. Por que ele não faria isso? Ele iria lucrar atendendo àquela demanda. A vantagem do setor privado atender a essa demanda é que, em primeiro lugar, ele não precisou confiscar dinheiro de alguma região/grupo para construir o empreendimento.

Em segundo lugar, ele tem todos os incentivos para ser cuidadoso e eficiente: o mecanismo de lucros e prejuízos. Ele sabe que se errar em sua estimativa de demanda, será penalizado e pode até quebrar.

2) Agora, quais são os incentivos do governo? Mesmo que acreditássemos na difícil possibilidade de o estado querer ser eficiente e atender às demandas, isso não tem como ocorrer na realidade pois não há um sistema de recompensa/punição sobre ele. Não tem como.

3) Veja o caso das hidrelétricas. Itaipu parece uma obra dos deuses, indispensável. Mas não cansamos de saber que centenas de hidrelétricas menores seriam mais eficientes do que construir um dinossauro daqueles. E ainda faria bem ao meio ambiente. O mercado, de maneira "invisível" já havia pensado nisso, mas os governantes, mesmo contando com os melhores cérebros (?) não.

4) Então, além de, na melhor das hipóteses, ser apenas uma transferência de renda/empregos, na realidade as obras públicas acabam sendo um show de desperdício de recursos escassos, atendendo demandas inexistentes/insuficientes, consumindo recursos que seriam usados de maneira mais produtiva pelo setor privado.

5) Ao impedir o setor privado de gerir estes recursos, riquezas deixaram de ser criadas do modo mais eficiente, e "riquezas" foram criadas de maneira ineficiente (se é que isso é possível). No final, no longo prazo, todos acabaram mais pobres porque menos bens foram produzidos, graças aos recursos confiscados para as obras públicas.

6) Que os habitantes da cidade agraciada com obras do governo irão se beneficiar é algo inquestionável. Se o governo tomar dinheiro seu e repassar para mim, ninguém duvida de que eu serei beneficiado. Da mesma forma, que as empreiteiras escolhidas para fazer as obras públicas são beneficiadas, bem como seus fornecedores e empregados, é outro fato que ninguém em sã consciência nega.

7) Agora, o que você ignora é como ficam os pagadores de impostos que estão financiando tudo isso e que não se beneficiam de nada, bem como as outras construtoras que agora terão de arcar com materiais e equipamentos de construção mais caros, pois boa parte foi direcionada para suprir a demanda da empreiteira financiada pelo governo.

8) É fácil falar daquilo que se vê diretamente; o real desafio é entender aquilo que não se vê diretamente. Saber distinguir estas duas coisas é o que diferencia um genuíno economista de um mero panfleteiro a serviço de propagandas político-partidárias.

Acréscimos importantes, porém que já foram abordados no artigo (e que você ignorou):

a) Se a obra é estatal -- isto é, se ela é feita de acordo com critérios políticos --, então não há como saber que ela está sendo genuinamente demandada pelos consumidores. Não há como saber se ela realmente é sensata ou não, se ela é racional ou não. (Vide os estádios da Copa na região Norte do país). O que vai predominar serão os interesses dos políticos e de seus amigos empreiteiros, ambos utilizando dinheiro de impostos. Não haverá nenhuma preocupação com os custos.

b) Se a obra é estatal, haverá superfaturamento. (Creio que, para quem vive no Brasil das últimas décadas, isso não necessariamente é uma conclusão espantosa). Havendo superfaturamento, os preços desses insumos serão artificialmente inflacionados, prejudicando todos os outros consumidores. Os preços, portanto, subirão muito mais ao redor do país.

c) Por outro lado, se é o setor privado -- e não o estado -- quem voluntariamente está fazendo a obra, então é porque ele notou que há uma demanda pelo projeto. Ele notou que há expectativa de retorno. (Se não houvesse, não haveria obras). Consequentemente, os preços dos insumos serão negociados aos menores valores possíveis. Caso contrário -- ou seja, caso houvesse superfaturamento --, a obra se tornaria deficitária, e seria muito mais difícil a empresa auferir algum lucro.

d) Isso, e apenas isso, já mostra por que os efeitos sobre os preços dos insumos são muito piores quando a obra é estatal. Tudo é bancado pelos impostos; não há necessidade de retorno financeiro para quem faz a obra (o governo e suas empreiteiras aliadas); não há accountability; os retornos são garantidos pelos impostos do populacho.

e) Já em uma obra feita voluntariamente pela iniciativa privada, nada é bancado pelos impostos; a necessidade de retorno financeira pressiona para baixo os custos; há accountability; os impostos da população não são usados para nada.

Qual desses dois arranjos você acha que pressiona para cima os preços dos insumos, prejudicando todos os outros empreendedores do país?


O problema nunca foi o estado.

O problema é a população. O problema é cultural.

Foi o povo que elegeu os políticos. O povo coloca as crianças nas escolas e universidades do governo. O povo que vai aos hospitais do governo. O povo compra produtos de empresas estatais ou de empresas beneficiadas pelo BNDES.

Não podemos achar que políticos e funcionários do governo, foram os responsáveis pela destruição do país.

Foi o povo que pediu serviços públicos. Claro que a mídia fica fazendo vitimização, mas não tem como tirar a responsabilidade do povo.

Por mais que tenha milhares de pessoas fazendo vitimização, quem pediu mais governo foi o próprio povo.



Sugestão:

É só reconhecer que a democracia é limitada. Que a lógica define barreiras claras à ação do estado, e à democracia. Ideias:
1) Usa-se a lógica moral - incluindo seus conflitos naturais e exceções lógicas - para limitar o papel do executivo. Afinal, a maioria das ações do estado, pela lógica, não pode existir.
Os impostos (roubo) só se justificam nos casos que não haja alternativa possível. Isto é: coisas totalmente essenciais, e que não possam ser obtidas no livre mercado. Acabaram copa do mundo, piscinas públicas, festas, todas as empresas estatais, incluindo petrobras, bb, caixa, bndes, ministério dos esportes, cultura e outras idiotices. Todo o resto, incluindo metrô, ferrovias, estradas, energia, tem que ser privatizado.
Ficam apenas ruas, avenidas, pontes urbanas, iluminação pública,praças, parques, reservas, justiça, polícia, prisões, exército, documentos. Se alguém quiser agregar segurança social mínima, como escola, saúde e renda mínima para os pobres, eu não gosto, mas acho melhor não questionar. É uma discussão infinita, de imoralidade dos impostos X imoralidade de deixar pessoas pobres morrerem. Não há uma solução lógica absoluta para esta questão. É melhor tirar isso do caminho crítico, para não corrermos o risco de ficarmos sem nada...
2) Idem para o papel do legislativo. Nenhuma lei que viole a natureza ou a lógica pode ser válida. É só reconhecer o óbvio: lógica e natureza estão acima da constituição. Temos portanto uns 90% das leis inválidas. Temos uma seara enorme que o governo e a maioria não pode legislar. Necessitamos de menos de 10% dos legisladores.
3) Usa-se fatos utilitários para dar mais uma limitada na forma das ações do governo. Isto é: se há duas soluções para alguma coisa, somos obrigados a usar a mais econômica. Fim do Sus e escola públicas. No máximo vouchers para os pobres.
4) Chegamos ao estado máximo permitido pela lógica. Vamos para ele imediatamente. Com certeza, seu custo não passa de 10% do PIB. Depois vemos com calma o que mais pode ser reduzido, em busca do estado mínimo. Se alguém tivesse a fórmula para governo = zero, seria ótimo. Infelizmente, eu duvido que ela exista. E acho esse debate entre governo mínimo e governo zero totalmente contraproducente ao libertarianismo. Ele paralisa a nossa causa.
6) Para esses 10% que sobram, usem a democracia. Esse é espaço dela. Qualquer que seja o que saia daí, é muitíssimo melhor do que o que temos hoje. Eu me absteria em todas as votações. Simplesmente o resultado não faria mais diferença para mim... Focaria em usar a lógica para delimitar o pouco que pode ser alvo da democracia.

[]s


Entro na discussão sobre a eficácia do Estado em alocar recursos escassos.

Primeiro, o artigo transmite para os leigos, de uma maneira muito pueril, o caráter do Estado de centralizador econômico num país com proporções continentais. Desse modo, sendo intencional ou não, o leitor é induzido à crer que todas as decisões que afetam sua vida são advindas de um agente máximo, vide a amplitude do conceito de Estado, quando na verdade municípios e estados também influem nessa conjutura e não unicamente a União (representada pelo Meirelles)

Segundo os austríacos, o Estado não gera riqueza, apenas redistribui essa riqueza com uma perda nesse processo. Assim sendo, vocês alegam que se tal recurso se mantivesse na mão daquele que foi espoliado, esse teria sido acumulado em forma de capital e, consequentemente, retornado em investimentos mais racionais e contábeis do que aqueles que teriam sido feitos pelo Estado. No entanto, em momento algum vocês questionam o possível papel do Estado de propulsionar na criação de nichos econômicos, nem mesmo Mises em sua análise sobre o intervencionismo entra nesse mérito, pois estaria contrariando seu axioma inicial (toda ação estatal gera uma insatisfação maior que a anterior). Explica-se essa possibilidade através da própria teoria austríaca. Se os empreendedores correm riscos altos ao participarem do mercado, qual será a disposição desse em alocar capital num nicho ainda desconhecido e com um ônus alto se comparado à demanda? Qual a perspectiva contábil de lucro? A oferta de um bem por parte do ente privado, nesse caso, é inexistente, a periculosidade financeira é altíssima. Nesse paradigma é que entra a figura do Estado. Por meio dos impostos tomados, o Estado dispõe de muito mais capital para investir e, com isso, minimizar a percepção do montante de perdas que invariavelmente ocorrerão. Logo, o objetivo premeditado é alcançado sem uma interferência direta no mercado, haja vista que não havia disposição dos agentes economicos em empreenderem na realidade anterior à ação estatal, mas, logo após, as suas concepções modificam-se e, portanto, a possibilidade de atribuir investimentos nesse nicho incipiente é muito maior. Portanto, denota-se descoberta de um novo nicho de mercado até então adormecido e os benefícios que essas novas trocas trarão, culpa do Estado.

Tenho certeza de que existem exemplos mundanos para reforçarem o que eu digo, só não disponho de tempo para vincula-los à minha opinião.( Talvez depois eu complemente)




"RECUERDOS DE YPACARAI"
Estrada rodada está no retrovisor,coisas do passado,não garantem as mesmas curvas e que tudo se repetirá. A estrada ainda por rodar, requerem estratégias,manobras para continuar na estrada ,não necessariamente as mesmas ,pois acidentes geograficos passados ,curvas buracos,lombas não são mostradas no retrovisor e sim através do parabrisas.
Lud certamente quebraria o parabrisas só para repetir manobras do passado,já mostradas no retrovisor.
O "aqui e agora" de daqui a pouco,será diferente, novas "problemáticas", e teremos que ter "NOVAS SOLUCIONÁTICAS"
Pensar e providenciar com antevisão trará "boafortuna".




Não entendi seu raciocínio, prezado Victor.

Ou seja, você diz que as pessoas são imediatistas e têm um horizonte temporal muito curto. Concordo plenamente.

Diz também, embora de maneira não muito clara, que o libertarianismo é uma teoria não-imediatista; algo que trará resultados apenas de longo prazo. Concordo também.

Aí, do nada, você conclui que o segundo está errado por causa do comportamento do primeiro. Não faz sentido.



Acredito que o erro da análise liberal é que ele nao tem como funcionar na sociedade contemporânea. Como diria Goethe em seu retrato do pensamento moderno:"No principio era a ação", ou seja, o homem age antes de pensar e o futuro não entra em sua análise. Vivemos no "agorismo", o amanhã é muito distante da modernidade líquida e não é adequado na própria sociedade do consumo, o que é uma interessante contradição, no mundo liberal as pessoas não pensam de forma liberal, apenas o suficiente para manter as aparências.
Tudo isso se reflete nas políticas adotadas, o amanhã não importa, afinal , até quando perguntaram a Keynes sobre o futuro o mesmo respondeu: "No longo prazo estaremos mortos".


O crime de responsabilidade fiscal já foi cometido.

Foi o próprio Temer que enviou o orçamento de 2017.

Esse governo está lotado de criminosos que cometem crime de resposabilidade.

É um escândalo que deveria se chamar " fanfarrões do orçamento".

Eles ainda querem aumento de imposto, mesmo pagando bolsa artista, 20 bilhões para o BNDES, olimpiada, FIES, etc.

São criminosos cometendo um atentado terrorista contra a economia.


Chego à conclusão que minha faculdade de economia deveria fechar. 3/4 da grade foram sociologia. Lavagem cerebral. Perda de tempo.



Ciclos econômicos? Tá aqui pra quem quiser refutar a teoria e a prática:

Como a crescente estatização do crédito destruiu a economia brasileira e as finanças dos governos

Sobre a crise de 1929 e a Grande Depressão - esclarecendo causa e consequência


P.S.: li o que o cidadão do link acima escreveu e não consegui encontrar absolutamente nada de concreto. Além de mal escrito, está mal organizado e mal concatenado. O que ele realmente quis dizer?



"O sistema de repartição só funcionava bem antigamente, quando muitos trabalhavam para alimentar um fundo que sustentava poucos aposentados. Até a década de 60, para cada brasileiro aposentado havia outros seis trabalhando. Hoje, essa relação é inferior a dois para um. Isto acontece porque a população está envelhecendo e há cada vez mais aposentados para receber e menos trabalhadores para contribuir.

Com a promulgação da Constituição de 1988, o INSS levou o último grande baque. Sob a justificativa de que estavam fazendo justiça social, os constituintes aprovaram uma lei concedendo o benefício da aposentadoria a todos os brasileiros com mais de 60 anos, no caso das mulheres, e de 65 anos, para os homens, mesmo aos que nunca contribuíram. Mais de 5 milhões de ex-agricultores passaram a receber aposentadoria, e o aumento de despesas foi na ordem de 15 bilhões de reais por ano.

O sistema oficial de previdência foi inventado em 1923 e desde então vem sendo dilapidado. Juscelino Kubitschek tomou 6 bilhões da Previdência para construir Brasília.
Os militares usaram dinheiro da Previdência para fazer a ponte Rio-Niterói e a Transamazônica. O dinheiro jamais foi devolvido."

Revista Veja, edição 1786, de 22 de janeiro de 2003


Comentado também aqui:

www.amb.com.br/index_.asp?secao=artigo_detalhe&art_id=1098

E aqui:

www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/2011/04/795/7/


P.S.: não foi "INPS nordestino". Ninguém disse isso. Foi a Previdência geral.



"E qual país se desenvolveu sem grandes obras públicas?"

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1804


Daonde provem a informação de que desviaram dinheiro do INPS nordestino para construir a ponte Rio Niterói?

E qual país se desenvolveu sem grandes obras públicas?



Viram a novilíngua do governo? Não há mais "aumento de impostos"; agora é "reoneração".

www.estadao.com.br/ao-vivo/impostos


Desculpe 6.000 reais para sustentar 4 pessoas? Em que mundo você viver, meu salário gira em torno disso (contando beneficios e plr) e sofro para sustentar uma familia de 3 pessoas. Só de supermecado são em torno de 1.500 por mês, ainda tem aluguel, condominio, escola, conta de luz, da net, gasolina, ipva, iptu, seguro, roupa, salão, cabelo, gasto para sair e etc... Fora os gastos não planejados, mas que sempre acontecem (remédios, presente de aniversário para alguém, mecânico, máquina de lavar quebrada, multa e etc etc etc...)

Poupar é quase um milagre.


Teixeira, obrigado pela completa resposta e por me munir de argumento. Reconheço minha ignorância em diferenciar a EA da filosofia libertária. Para mim, eram a mesma coisa.

Obrigado aos demais tb.



Fazenda diz que não há como cortar R$ 58 bi em despesas

Estudo prepara o terreno para o anúncio de possível aumento de impostos nesta quarta-feira

economia.estadao.com.br/noticias/geral,fazenda-diz-que-nao-ha-como-cortar-r-58-bi-em-despesas-e-confirma-alta-de-tributos,70001718679

Os gastos totais do governo, em 2016, foram de R$ 1,88 trilhão. Mas não há onde cortar R$ 58 bilhões, que equivalem a meros 3% do orçamento...


Adoraria enviar um artigo de filosofia mas infelizmente tenho menos de 18 anos.


"Foram mal abordados, muito mal abordados.

"imprimir dinheiro não é prática legal em um mundo civilizado" Eua imprime dólar, UE imprime Euro, Japão imprime Iene."


Eis um trecho do artigo:

"Há três respostas: ou o governo aumenta impostos; ou ele toma dinheiro emprestado de bancos, pessoas e empresas; ou ele simplesmente imprime dinheiro.

Não é preciso ser um profundo conhecedor de economia para entender que nenhuma dessas três medidas cria riqueza."


Você fala como se estivesse rebatendo alguma afirmação, que o próprio artigo mostra como é falsa; mas essa afirmação quem criou foi você próprio, sabe-se lá de onde.

É surreal você dizer que isso advêm da perda de consumo da população, a inflação desses países é próxima de zero há muito tempo. (não quero dizer que isso funcionária em todos os países do mundo)

Você está falando de "inflação de preços", aumento no preço de diversos produtos na economia geral; o artigo está falando de inflação monetária, aumento da oferta monetária, dinheiro em circulação na economia. É possível haver baixa "inflação de preços" ou mesmo "deflação de preços" onde há inflação monetária. Basta que o aumento em produtividade e outros fatores (que diminuem preços) seja maior que o aumento dos preços por conta da inflação monetária.

Agora, se você acha que não há relação alguma entre oferta monetária e aumento de preços, creio que você descobriu o Paraíso na Terra -- podemos simplesmente imprimir dinheiro à rodo e dar para todos, e não haverá efeito colateral algum nisso.

"EUA tirou o país de uma recessão enorme em 2008 com as práticas Keynesianas, existem vários e vários exemplos da prática aplicada e funcionando, em nenhum momento é perfeita e sem qualquer tipo de ônus, mas é o melhor que pode ser feito."

Sim, o Keynesianismo tirou os EUA da recessão -- causada por esta mesma ideologia e suas taras por expansões artificiais:

Como ocorreu a crise financeira americana
Explicando a recessão europeia
Herbert Hoover e George W. Bush: intervencionistas que amplificaram recessões (1ª Parte)
A geração e o estouro da bolha imobiliária nos EUA - e suas lições para o Brasil

Creditar a teoria Keynesiana por tirar os EUA da recessão se resume à isto: o que seria de nós, se após quebrar nossas pernas, o Estado não nos desse muletas?

"Aliás uma pergunta, você já prestou ANPEC alguma vez? acredito que seu conhecimento é bem maior do que as frases feitas que posta aqui no site."

E como sempre, o grande feito para um Brasileiro é passar em concurso.

"Apesar de ter grande admiração por Keynes eu não tenho asco por nenhum grande pensador econômico, seja ele Marx ou Hayek, não é o que acontece por aqui, infelizmente. Inclusive, ressaltei que não é impossível que Keynes esteja errado em alguns pontos, visto o tempo que já se passou."

Não posso falar por todos membros que acompanham este instituto, mas pouco me importo com Keynes, Hayek, Mises, Friedman, quem quer que seja. Apenas me importo com as ideias que estes defendem. Se Marx falar algo correto, defenderei isto. Se for Keynes, também. Mises, mesma coisa.

"Peço mais uma vez que seja exposto para que haja um debate honesto. Pela segunda vez eu estou usando exemplos reais, práticas já aplicadas e com ressalvas de que nada pode ser generalizado, você escreve de forma rasa, com várias teorias que sequer foram testadas e lotado de frases feitas para atingir quem está no topo (Keynes). "

"Nada pode ser generalizado" é algo tão estúpido que eu não acho que seria preciso comentários para mostrar a estupidez desta afirmação.

"Você escreve de forma rasa" -- disse quem credita a teoria Keynesiana como positiva por tirar os EUA da recessão, causada pela mesma.

"Com várias teorias que sequer foram testadas" -- Eis o comentário feito por quem você está criticando:

"1) "Podem vir de emissão de títulos públicos"

E quem paga os juros e o principal destes títulos públicos? De onde vem o dinheiro?

2) "Impostos pagos anteriormente que geraram caixa"

Ou seja, o dinheiro veio da população.

3) "Expansão monetária direta, da forma que é feito na UE, EUA e Japão"

Ou seja, o dinheiro veio da redução do poder de compra da população.

4)"Qualquer financiamento para qualquer tipo de obra" "


Todos estes pontos são lógicos, e não empíricos. Faça um favor a si mesmo, e corra urgentemente para uma livraria e compre qualquer livro iniciante sobre lógica ou argumentação. O seu caso é grave.





Deixe que eu me preocupe com isso. quero saber o seguinte: se um meliante invadir a minha casa, o que você sugere que eu faça?

Os contra armamento nunca respondem essa pergunta e sempre a evitam. Eu vou responder de acordo com a instrução que a policia passa para a população:

1. Se der tempo, ligue para a policia, se você der sorte, eles podem passar por ali antes do bandido conseguir entrar na sua casa.

2. Faça tudo que o bandido manda. Se ele quer seus bens, dê. Se ele quer estuprar você, deixe. NÃO RESISTA DE FORMA ALGUMA.

3. No dia seguinte, faça um boletim de ocorrência e reze para que seu caso seja um dos 8% que são resolvidos no Brasil.

Agora eu tenho algumas perguntas também:

1. Se bandidos querem bens, por que não assaltam o congresso nacional? Ali está reunido várias pessoas milionárias. Enriqueceriam facil! Será que é por que ali tem seguranças armados que não hesitariam em atirar?

2. Por que não assaltam juizes e deputados quando estão fora do congresso? Será que é por que os mesmos dispõem de seguranças armados?

3. Por que não atacam carros fortes que transportam valores toda vez que os mesmos saem da garagem? Será que é por que os guardas estão bem armados?

Quem prega o desarmamento da população não entende que o bandido, seja o de colarinho branco ou o comum, é um ser de mentalidade oportunista. Independente do historico de pobreza (ou não), ele não irá atacar lugares fortemente armados porque o risco/beneficio é muito alto, e eles são inteiramente capazes de fazer esse julgamento (caso não o fossem, os lugares que citei seriam atacados diariamente).

Sabe onde eles atacam? Onde o risco/beneficio é baixo. E adivinha quem apresenta isso? Sim, uma população desarmada e instruida a não reagir de forma alguma.


Você também pode tentar rendê-lo com um livro de sociologia. Ou então tentar dominá-lo com poesias humanistas. A turma da pombinha jura que funciona...


Obrigado pela resposta Leandro! Sou seu fã, leio todos seus artigos aprendi MUITO!


Sou enfermeiro em hospital universitário; desde o inicio da faculdade, os incentivos para se tornar funcionário publico eram fortes; visto que na minha profissão, no setor privado, os salários são baixissimos e com jornada duplicada. Passei anos enfrentando isso até que passei no concurso. Meus colegas também sempre analisaram dessa forma.
Depois q entrei no meu novo emprego que conheci Mises e o site, nem lembro mais como foi que entrei em contato com as idéias libertárias; porém foi como tirar escamas dos meus olhos...
Desde então sofro com dilema moral de trabalhar dessa forma. Sou sincero em dizer que meu salaário atual é incomparavelmente maior q de meus colegas em instituições privadas, e com carga horária menor (mais justa inclusive). Para compensar, procuro atender meus pacientes da melhor forma possível (todos do SUS). Percebi desde o começo que os funcionários do hospital, não todos claro, mas alguma maioria, não trabalham para fazer jus ao emprego.
E ainda há o sindicado exercendo todo tipo de pressão para mais participação do estado, aumento salarial, etc.

É logico q nao vou largar meu emprego. Mas pelo menos procuro atender dignamente e com muito eficiencia os pctes.


Deixe que eu me preocupe com isso. quero saber o seguinte: se um meliante invadir a minha casa, o que você sugere que eu faça?

Eles nunca respondem essa pergunta, mas vou responder de acordo com o que a polícia instrue os cidadãos a fazer.

1. Se der tempo, ligue pra policia. Muito possivelmente eles não chegarão a tempo pra impedir o assalto devido a velocidade com o qual os bandidos agem.

2. Faça tudo que ele mandar você fazer. Se ele quer seus bens, dê. Se ele quer estuprar você e sua familia, deixe. NÃO RESISTA DE FORMA ALGUMA.

3. No dia seguinte, faça um boletim de ocorrência e deixe nas mãos do estado. Reze a seu deus(es) para que o seu caso seja um dos 8% que são resolvidos em todo o Brasil.


Esron, expandi o comentário acima em um artigo bem mais detalhado sobre o assunto. Ei-lo:

Como funciona o mercado de cartões de crédito e por que seus juros são os maiores de todos


Após a leitura do artigo acima, convido-o a ler esta notícia, que mostra que a recente medida adotada pelo Banco Central não afetou nada, exatamente como previa o artigo acima (ou seja, o final, nada mudará, e sua anuidade tende a continuar gratuita):

blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/juro-do-parcelamento-do-cartao-de-credito-e-recorde-e-chega-1635-ao-ano/


Além de tudo o que já foi respondido acima, é extremamente importante ressaltar que essa tese de "fazer dumping para quebrar indústrias para logo em seguida elevar preços e dominar o mercado" é completamente irreal.

Não apenas isso nunca aconteceu na prática, como também a própria teoria explica que isso seria completamente insustentável, para não dizer irracional do ponto de vista empreendedorial.

Apenas imagine: você é o gerente de uma grande empresa e quer destruir a empresa concorrente reduzindo seus preços para um valor menor do que os custos de produção. Ao fazer isso, você começa a operar no vermelho. Ao operar no vermelho, por definição, você está destruindo o capital da sua empresa; você está, na melhor das hipóteses, queimando reservas que poderiam ser utilizadas para investimentos futuros.

Pois bem. Após vários meses no vermelho, você finalmente consegue quebrar o concorrente. Qual a situação agora? Você de fato está sozinho no mercado, porém bastante descapitalizado, sem capacidade de fazer novos investimentos. A sua intenção é voltar a subir os preços para tentar recuperar os lucros de antes. Só que, ao subir os preços, você estará automaticamente convidando novos concorrentes para o mercado, que poderão vender a preços menores.

Pior ainda: estes novos concorrentes poderão perfeitamente estar mais bem capitalizados, de modo que é você quem agora estará correndo o risco de ser expulso do mercado. Seus concorrentes poderão vender a preços mais baixos e sem ter prejuízos, ao passo que você terá necessariamente de vender a preços altos apenas para recuperar seus lucros.

Ou seja, ao expulsar um concorrente do mercado, você debilitou sua empresa a tal ponto, que você inevitavelmente se tornou a próxima vítima da mesma prática que você aplicou sobre os outros.

E é exatamente por isso que tal prática não é observada no mundo real. Ela é totalmente ignara. Um empreendedor que incorrer em tal prática estará destruindo o capital de sua empresa, correndo o risco de quebrá-la completamente. Um sujeito com esta "sabedoria" não duraria um dia no livre mercado.

Se isso não vale para uma empresa dentro de um país, imagine então para uma empresa concorrendo em escala global (como é o caso do seu exemplo)?


Leandro, voce quer dizer então que meu SANTANDER FREE corre o risco de nao ser mais FREE? Não pago anuidade com ele desde que se gaste pelo menos 100 reais ao mês.

Outro cartao da caixa economica jah percebi que aumentou a tarifa


Qual o problema do dumping?

Em primeiro lugar, mesmo no caso extremo de algum país estar sendo tolo o suficiente para nos ofertar produtos a preços realmente abaixo de custo, o certo seria que corrêssemos para aproveitar tal oportunidade, antes que os bobos de lá caíssem em si.

Se, por exemplo, a China, por pura extravagância, resolver inundar o mercado brasileiro com calçados bons e gratuitos, deveríamos, como consumidores, agradecer a barganha e aproveitá-la enquanto possível. Enquanto não chegar o dia -- inevitável -- em que as empresas chinesas irão falir e consequentemente cancelar essa política maluca, os 'compradores' e consumidores brasileiros só terão a ganhar com essa oferta generosa.

Dumping equivale a receber presentes praticamente gratuitos de estrangeiros. Por que isso seria ruim?

O dumping só prejudica aquele que o pratica; ele sempre beneficia aquele a quem se destina.



Se enviar produtos importados baratos destrói a indústria de um país, então conclui-se que fazer o extremo -- mandar importados DE GRAÇA pra um país -- o destrói ainda mais rapidamente.

Mas o que tem de destrutivo em ganhar presentes? Se nos mandarem televisões, carros e geladeiras de graça, perderemos, sim, os empregos nessas áreas. No entanto, os trabalhadores dessas áreas poderão ir pra outras atividades produtivas e genuinamente demandadas pelos consumidores.

Em vez de termos essas pessoas produzindo televisões, carros e geladeiras, já teremos tudo isso e mão-de-obra sobrando pra produzirmos outras coisas. Em resumo, o país ficaria mais rico, às custas dos contribuintes de outros países que estão subsidiando importados gratuitos pra nós.

Outra coisa: se restringir e taxar a importação de produtos baratos é bom pra indústria nacional, bloquear as bordas do país contra todas as importações criaria uma economia fortíssima no país bloqueado.

E não pára por aí: se bloquear um país é bom pra economia interna, então bloquear os estados também. Imagine quantos empregos de paulistas os gaúchos estão tirando quando criam gado. Proibir a importação de gado e garantir empregos pra indústria interna de gado São Paulo seria uma boa idéia.

E isso continua pra cidades, pra ruas, até que se decida produzir tudo em sua casa e não trocar com ninguém.

Basta você parar de fazer compras no supermercado e estará bem ocupado o dia inteiro plantando, colhendo, costurando suas roupas, etc.

Todos terão pleno emprego, mas a produtividade será extremamente baixa dado o custo de oportunidade de produzir tudo por si mesmo, e será uma pobreza generalizada.

Um tomate que você compra com alguns segundos do seu trabalho demoraria meses pra nascer na sua terra.

Se nos casos extremos, com importados de graça, a sociedade fica mais rica e produtiva, e com importados proibidos, a sociedade fica mais pobre e improdutiva, são pra esses os caminhos que as políticas protecionistas apontam.

Não existe um ponto de equilíbrio ou um "protecionismo racional". Todo protecionismo beneficia produtores do setor protegido às custas de todo o resto.

Pode até ser que sem protecionismo nossas montadoras falissem; mas se elas não conseguem competir, é isso o que tem que acontecer.

Se custa 50.000 pra fazer um carro no Brasil que custa apenas 25.000 pra fazer o mesmo carro lá fora, ao comprar o carro de 25.000 a nossa economia tem um carro e 25.000 sobrando pra serem usados em outros setores. Ao comprar um carro de 50.000, a economia tem apenas um carro e deixa de ter 25.000 pra gastar ou investir em outros setores.

Imagine num caso extremo gastar uma fortuna com tecnologia e energia pra produzir bananas no Alasca. Se essas bananas forem produzidas num país tropical, podemos ter as mesmas bananas que teríamos do Alasca, mas sem usar todo aquele recurso: homens, máquinas e energia que poderiam ser mais bem alocados em outro lugar ao invés da produção de bananas.

A questão não são empregos, nem indústria nacional: a questão é produção. Empregos que não criam valor são inúteis, e há indústrias que não necessitam existir. O Brasil não "precisa" de uma indústria de carros assim como o Alasca não "precisa" de uma indústria de bananas, a menos que encontrem uma forma eficiente de produzir seus produtos. Não há por que preservar tais empregos.


Todas essas situações de "stress" que você citou podem perfeitamente acabar também em facadas, canivetadas, garrafadas na cabeça, pedradas, ou socos na cara (é bastante comum uma pessoa morrer em decorrência de um simples soco na cara; ver aqui e, principalmente, aqui).

Portanto, você criou uma falsa equivalência.

"Campanhas desse tipo me faz [sic] refletir que a nossa atenção e forças para cobrar do estado aparatos essenciais para que possamos viver bem, estão focalizados em assuntos que já deveriam estar superados!"

Ininteligível.

"Sobre os bandidos, opa! Se eles estão mandando no meu estado, tenho uma parcela de culpa aí!"

Você pode ter. Eu não tenho nenhuma. Por favor, me diga qual a minha culpa em haver "bandidos mandando no seu estado"?

"Não será somente com armas que inibiremos a propagação de criminosos"

Deixe que eu me preocupe com isso. quero saber o seguinte: se um meliante invadir a minha casa, o que você sugere que eu faça?

"afinal um dos motivos de se propagarem é o fato das armas estarem acessíveis!"

Errado. Um dos motivos de se propagarem é o fato de armas estarem acessíveis para eles no mercado negro e nenhuma arma estar acessível para o cidadão comum no mercado legal.

Bandidos proliferam quando sabem que suas potenciais vítimas estão completamente desarmadas pelo estado.

Beira o cômico você ignorar isso.

"Sobre quem fomenta esse tipo de campanha, cuidado! Aquele(a) deputado(a) ou senador(a) pode ter uma "amizade" muito próxima com alguém ligado a indústria que fabrica tais armas!"

Pois então cite nomes e prove que eles estão ligados a este site. Caso contrário, tenha a hombridade de se retratar.

"Ou até mesmo o cidadão de bem que compartilhou algo dessa campanha não tá nem ai para o bandido, simplesmente acha bonita armas ou quer de alguma forma usá-la!"

Que campanha?!

"E como a democracia é a chave para o entendimento! Respeito quem tem opinião contrária!"

Estamos vendo...

"Então lembram da corrupção? Ela leva desde a falta da merenda na nossa escola até a essa situação! Entregar uma arma pra tu quando estiver "grande", não vai garantir que terá um bandido a menos no mundo! É o processo educacional e o cuidado do estado que podem garantir a paz e o teu bem estar, as armas o caos! Pode parecer falácia, mas para um CIDADÃO DE BEM, faz sentido!"

Acho que sua erva venceu e você não percebeu. Sugiro trocar seu fornecedor.


Com 33 anos de idade seu salário deveria estar por volta de R$6.000,00 dá pra sustentar dignamente uma família de 4 pessoas com este valor.

Segundo Max Gehringer, se você estudou, manteve-se sempre empregado, aumentando continuamente sua produtividade e administrou adequadamente sua carreira há uma relação entre salário auferido e idade:

estou-sem.blogspot.com.br/2011/08/existe-formula-que-relacione-salario-e.html

Se está muito abaixo de R$6.000,00 significa que ou não estudou, ou jogou precioso tempo de qualificação no lixo, ou tem baixa produtividade ou se administrou de forma displicente e agora quer jogar o peso de seus erros em cima dos 13 milhões de desempregados.




Mais um que chegou rugindo, levou uma resposta (completa e educada), e agora saiu miando, praticamente de quatro.

Não só não retrucou nada que lhe foi respondido, como ainda chegou ao cúmulo de inventar uma resposta que nunca foi dada. Em nenhum momento o artigo ou algum comentarista falaram que "imprimir dinheiro não é prática legal em um mundo civilizado". Tal frase simplesmente não está escrito em lugar nenhum do artigo e nem desta seção de comentários.

Isso mostra bem o nível do desespero e da ética do cidadão. Mas, também, keynesianismo e falta de ética sempre andaram lado a lado.


P.S.: não resisti e terei de comentar esta:

"os grandes empresários começam fazendo empréstimos e assim aumentam seu patrimônio. Jorge Paulo Lemann convive com um passivo enorme e é o homem mais rico do brasil."

Com a pequena, ínfima, insignificante diferença que JPL é criador de riqueza e de valor. As pessoas voluntariamente compram os bens e serviços produzidos por JPL, e é isso o que o deixou rico. Quem cria riqueza continuamente, como faz JPL, pode se endividar muito e ainda assim se manter plenamente solvente.

Toda essa dívida será paga com capital próprio. JPL não terá de assaltar ninguém, roubar ninguém, confiscar dinheiro de ninguém para pagar suas dívidas. (E, em caso de insolvência, quem se estrepa são seus credores, e não a população inteira, que não terá de arcar com nada disso).

E o governo? Ele cria riqueza? Ele trabalha com capital próprio? Ele utiliza dinheiro próprio para pagar suas dívidas?

O fato de você dizer que o governo opera igualzinho a JPL mostra bem o seu nível de conhecimento econômico.

É cada coitado que é destroçado por aqui...


O que falo para os meus alunos sobre isso,

Primeiro, uma pergunta:

Será que todas aquelas pessoas que ainda não tenham nenhum crime registrado pela polícia, são cidadãos de bem?

Como eu posso garantir que, o estado dando o direito a posse de armas a todos(as) conseguirá evitar que,

O "brigão baladeiro" na hora da raiva cometa uma tragédia na saída da balada!

Na briga de trânsito o cidadão estressado não dispare contra o outro!

O colega de turma que, nunca imaginei que ele tivesse esquizofrenia iria disparar contra toda a turma com a arma do pai ou da mãe!

A mulher que, já sofria com as agressões do Marido, agora vive ainda mais a pressão psicológica por ter uma arma na sua cabeceira!

As crianças que sabem onde os pais guardam suas armas, e depois um tem que falar, foi uma brincadeira!

O vizinho que se estressou com som alto durante a madrugada!

Enfim são inúmeras as situações!

Sobre o uso da arma, "modestamente" posso afirmar: mesmo aquela pessoa que nunca frequentou a escola até aquela que teve o mais alto nível de educação acadêmica está suscetível ao stress, e nessa hora, para muitos, será o motivo de cometer um crime passional (o primeiro)!

Campanhas desse tipo me faz refletir que a nossa atenção e forças para cobrar do estado aparatos essenciais para que possamos viver bem, estão focalizados em assuntos que já deveriam estar superados!

Sobre os bandidos, opa! Se eles estão mandando no meu estado, tenho uma parcela de culpa aí! Não será somente com armas que inibiremos a propagação de criminosos, afinal um dos motivos de se propagarem é o fato das armas estarem acessíveis!

Sobre quem fomenta esse tipo de campanha, cuidado! Aquele(a) deputado(a) ou senador(a) pode ter uma "amizade" muito próxima com alguém ligado a indústria que fabrica tais armas! Ou até mesmo o cidadão de bem que compartilhou algo dessa campanha não tá nem ai para o bandido, simplesmente acha bonita armas ou quer de alguma forma usá-la!

E como a democracia é a chave para o entendimento! Respeito quem tem opinião contrária!

E se eu estiver numa turma com crianças ou adolescentes:
Sempre tem aquele que exclama,

- Mas só os bandidos tem o direito de possuir armas, o cidadão de bem, não!

- Então lembram da corrupção? Ela leva desde a falta da merenda na nossa escola até a essa situação! Entregar uma arma pra tu quando estiver "grande", não vai garantir que terá um bandido a menos no mundo! É o processo educacional e o cuidado do estado que podem garantir a paz e o teu bem estar, as armas o caos! Pode parecer falácia, mas para um CIDADÃO DE BEM, faz sentido!



Ola, estou num dilema tambem.

Começei a ler sobre libertarianismo ha um ano mais ou menos. Meu pai sempre foi comerciante e eu trabalhei com ele. Quando começei a prestar concurso publico e passar nos orgaos vi o quanto de ineficiencia e corporativismo estatal existe. É uma mentalidade egoista de "eu ganho dinheiro aqui e dane-se se prejudico os outros", basicamente. Sempre me senti mal ao trabalhar em orgao publico, até minha demissão do ultimo orgao em 2012, por, entre outros motivos, não cumprir greve. Basicamente fiquei fora da iniciativa privada durante anos e agora estou num mato sem cachorro: pra me contratarem em minha formação na iniciativa privada o salario medio que conseguiria nao seria suficiente para auto-sustento. Portanto, me vejo obrigado a prestar concurso publico novamente pelo salario mais alto, numa concessionaria do estado, no caso a Artesp. Mas, mesmo considerando todos os conflitos morais e filosoficos pessoais que isso possa gerar, é uma escolha racional pelo momento, pois, moro com meus pais ainda (nao consegui me mudar devido tambem aquela demissao), tenho 33 anos, e nao tenho capital para criar um negocio (que seria o que eu gostaria realmente). Portanto, não dá também pra levar a ferro e fogo as coisas. A realidade e a necessidade é muito mais dura do que ideologias. Envolve uma serie de circunstancias.


O Estado deve intervir em caso de produtos estrangeiros que chegam ao país com valores bem baixos, subsidiados pelo governo estrangeiro para conseguir mercado no Brasil, quebrando o produtor nacional e assim que conseguem se estabelecer, aumentam o preço do produto estrangeiro e diminuem a qualidade?


Pelo que tenho visto o Sr Temer é um politico mediocre tipo mesmice. Quiz ser presidente só por vaidade. Não tem coragem e dobra a qualquer pressão, e volta a tráz com facilidade, quero dizer não tem coragem moral, tem vergonha de ser presidente. Não sabe adminstrar pois administrar é escolher entre muitas alternativas as mais demandadas e prioritárias. Não percebe o tamanho do estado e não pretende diminui-lo, daí prejudicando todos os brasileiros. Na sua mesmice Temer quer aumentar impostos. Pelo artigo acima os gastos do goveno é a soma do deficit fiscal + a divida que paga juros em consequencia deste emprestimo para cobrir deficits, haverá menos dinheiro para fazer investimento em mãos de empreendedores. Aí a recessão se prolonga. Vamos ver o Brasil pós 2018 se aparece alguém que queira diminuir o tamanho do estado, desestatizar rigorosamente a economia, tranformar as concessões em desestatização, que venda todos os ativos do governo, queira uma moeda forte, gastar menos que arrecada, ter boas relações com todos os paises do mundo, estabelecer um mercado livre mesmo unilateral, trocar a constituição socialista, por outra que faça opção preferencial pela riqueza, privatize a saude e a educação. Repila os privilegios adquiridos dos funcionarios públicos que tem a regalia da estabilidade no trabalho. Faça nova federação que dê direito até de secessão. Chega já estou sonhando.


Comentário épico, se não se importa vou usar trechos dele em algumas discussões.