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Últimos comentários


Obrigações que um empregador brasileiro tem que cumprir: Salário mínimo já com o DSR sobre o qual incidem vários reflexos, cesta básica, auxílio alimentação, auxílio refeição, salário utilidade, vale transporte, horas extras, sobreaviso, horas de percurso, intervalo intrajornada, intervalo entrejornada, intervalo para o início de horas extras, adicional noturno, férias mais 1/3, 13º salário, FGTS mais multa de 40%, aviso prévio de pelo menos 30 dias, vários tipos de ausências abonadas, adicional de insalubridade, adicional de periculosidade, salário profissional, jornadas reduzidas, adicional de transferência, estabilidade sindical, estabilidade cipeiro, estabilidade gestante, licença maternidade, licença paternidade, previdência social, seguro desemprego, PIS, COFINS, CSLL, IR, imposto sindical, FAT, contribuição ao sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebr ae, Senar, Sest, Senat, Sescoop).
Troco isso tudo por um salário mensal de R$3.500 sem nenhum desconto. Eu vou atrás de um seguro saúde, seguro de vida e previdência privada e meto o pé no traseiro do Estado. Pra todos os trabalhadores que fiz essa pergunta, todos toparam.


Eu tenho um sentimento dúbio com o UBER. Não tenho como negar que o serviço funciona (uso muito eventualmente e acho ótimo), que tem um custo bastante atrativo e que resolve uma demanda reprimida da população, e justamente por isso tem o sucesso que tem. Mas por outro lado, trabalho com transporte público, com empresa de ônibus e ao contrário de taxistas que apesar de reclamarem de concorrência desleal do UBER porque o UBER não paga impostos, menos ainda pagam os taxistas que podem inclusive comprar carros mais baratos, empresas de Ônibus pagam muitos impostos e tem mais de 50% dos seus custos ligados a salários e encargos trabalhistas. No meu ramo de negócios, tenho um contrato com o MUNICÍPIO para atender regularmente diversas linhas de ônibus, mesmo as que dão pesado prejuízo, com horários pré-determinados, sendo obrigado a ter motorista e cobrador, todos registrados, em obediência estrita à CLT, tenho ainda que utilizar veículos de acordo com a especificação do contratante (governo) para em troca receber uma tarifa que possa equilibrar os meus custos (inflados pelas exigências que me fazem) e possivelmente me gerar algum resultado ao final, coisa que hoje não ocorre na grande maioria das cidades. Ao permitir uma competição de um UBER da vida, que não tem NENHUMA regulação estatal, que não tem NENHUMA obrigação trabalhista nem qualquer obrigação de regularidade, obviamente que isso faz com que seu custo seja muito baixo e tire passageiros do transporte de ônibus regular.Isto é algo absolutamente compreensível pelo lado do consumidor que opta pelo UBER, PORÉM: ao reduzir o número de usuários do transporte público, mexe-se na equação do equilíbrio econômico financeiro dos contratos de concessão, fazendo com que, para fazer frente aos custos e com menos pagantes, seja necessário aumentar ainda mais as tarifas, o que vai levar (já está levando) o transporte coletivo regular a um colapso. Soluções como o UBER são incapazes de resolver TODA a necessidade de transporte de uma cidade (até por uma questão de espaço da infra estrutura pública que não viabiliza que todo mundo consiga andar de carro ao mesmo tempo) e o transporte coletivo sempre será responsável pelo transporte da maioria da população, embora esteja de fato perdendo muita clientela para o UBER e similares. Entendo que com a queda de pagantes, as tarifas subirão cada vez mais e isso deverá afastar ainda mais os passageiros, torna-se inviável que empresas privadas operem o transporte coletivo público, o qual, mantida essa permissão de competição predatória do UBER (sim, é predatória pois o outro concorrente não pode fazer suas próprias regras nem jogar com as do UBER), não restará outra alternativa que não seja ESTATIZAR o transporte público para que por meio de subsídios o governo mantenha-o funcionando, pois para a iniciativa privada isso não terá mais qualquer viabilidade. No final das contas aqueles que hoje pagam barato para usar o UBER, acabarão pagando também o transporte coletivo, mesmo que não usem, por meio de seus impostos. Faço este relato aqui para que compreendam que, apesar de sua indiscutível funcionalidade e muitas qualidades, o UBER causa sim indiretamente muitos danos graves a uma cidade, seja por colocar em risco empregos formais em troca de informais, seja por aumentar a circulação de carros agravando condições de tráfego ou pelo seu impacto no custo da tarifas de transporte público ao reduzir o número de pagantes para ratear seu custo elevado. É importante que as pessoas tenham essa consciência.


Olá, parabéns, por mais organizações como a de vocês. Conheci o mises pelo Fernando Ulrich em seus videos e me interessei muito.
Bom tem algumas literaturas clássicas que sejam acessíveis para o publico também ser alimentado, fora das incríveis videos aulas?

Um grande abraço!


Peço por favor que atualizem a cada podcast o canal de vcs no soundcloud . a maioria dos usuarios de celular do brasil usa android e o app mais utilizado nessa plantaforma é o soundcloud. Para atingir mais pessoas, principalmente aquelas que não tem dinheiro para comprar iphone, seria uma maneira sem custo e eficiente de ajudar na difusão das ideias.
Obrigado.


Prezado amigo João Paulo,

Primeiramente bem-vindo. Espero que leia e aprenda bastante e que o conteúdo deste instituto ajude na sua vida em todos os sentidos.

Não sou representante desta página, mas ficam algumas sugestões:

1- Todos estes temas que você perguntou já foram discutidos em diversos artigos. Na página principal, existe um ícone de lupa abaixo do logo. Use para pesquisar sobre o tema que você quer ler. Certamente encontrará diversos artigos.

2- Caso prefira, pode usar a pesquisa do Google digitando (sem as aspas) "site:www.mises.org.br TEMA". Substitua a palavra TEMA pelo que quiser pesquisar. Isso traz resultados diferentes do uso da lupa, então pode ser interessante pesquisar por um tema das duas maneiras.

3- Para evitar que a área de comentários fique desorganizada, tente comentar apenas no artigo referente ao tema que quer tirar dúvida.

4- Aproveite este artigo recente com alguns vídeos, muito muito bom. www.mises.org.br/Article.aspx?id=2707

Boa leitura.


O capitalismo é fantástico e todo mundo já sabe.

O problema do capitalismo é que os socialistas são pagos.

Esses sindicatos, políticos, bolsistas, quotistas, jornalistas, etc, são todos pagos.

As leis são vendidas. Os bolsistas e sindicalistas são comprados. Os jornalistas vendem propaganda ideológica.

Esse é o maior problema do capitalismo. Se tudo pode ser comercializado, as pessoas se vendem para obter dinheiro.



É hilário como sempre é possível identificar um "canhotista"...
A falta de cultura geral começa na falta de domínio da própria língua - principalmente escrita.


Tudo que funciona livre das garras do estado só tende a crescer.
O melhor exemplo disso é o tráfico de drogas.


Quer se tornar um Motorista da UBER? Faça seu cadastro nessse link: https://www.uber.com/a/join?invite_code=1kt3wz9xz


A Igreja Católica considera como infalível a comunhão atemporal que inclui no Corpo de Cristo todos os mortos e vivos batizados e salvos. Nada tem a ver com adaptabilidade ou teorias econômicas, pois elas não são dogmas. Inclusive, a Igreja Católica é a que mais se adapta aos locais onde ela se insere já que a visão católica de mundo é muito mais positiva do que o visão protestante. Para um católico, Deus pode se manifestar através do talento de uma pessoa ou de uma cultura que nem cristã é. A influencia de Deus transcenderia os próprios limites da Igreja quando esta entende que todo ser humano é criatura de Deus e que tudo o que existe no mundo e que foi criado pelo pelo homem não é nem bom e nem ruim, mas neutro, cabendo a quem faz uso fazê-lo de maneira positiva.

Já o protestantismo possui um formato específico, justamente pela revisão cultual que se faz dos cultos do Antigo Testamento aliado a iconoclastia. De princípio, os puritanos não possuíam músicas em seus cultos públicos, porém com o tempo foi-se admitindo o canto dos Salmos através do Saltério de Genebra. Quando os protestantes norte-americanos chegaram ao Brasil eles tentaram retirar todo a cultura existente aqui por considerarem como pagã e anticristã.

Economicamente, pode-se dizer, que um país sumamente protestante seria confessional e conservador. Foi por isso que os Confederados, altamente protestantes, perderam para os Unionistas, que tinham uma linha de pensamento mais liberal e secular. É um mito colocar na conta dos protestantes o desenvolvimento das teorias liberais já que existiam desde a Escolástica. Inclusive, pouco se pode falar de teóricos protestantes que não foram influenciados ou pelo Catolicismo ou pelo Iluminismo secular antirreligioso.

O Protestantismo é demasiadamente cartesiano e superficial.



Muito interessante. Outra coisa é que essa desregulamentação acaba afetando setores regulados e tornando sua regulação inútil, como o caso dos taxistas. Ao invés de você entrar no aparato estatal para revogar as leis, elas morrem e ninguém segue. Acho que nem 50 anos de infiltração liberal na política descartelizaria(Existe essa palavra?) o setor de taxis como o Uber fez


O artigo consegue de forma razoável argumentar contra a imoralidade do voto.
Resta ainda o problema de que o voto é inútil e às vezes contraproducente.

O voto individual não faz muita diferença por razões estatísticas e políticas.
Além disso, se é verdade que o indivíduo votar não implica concordância, também é verdade que o ato é interpretado como se implicasse. Se estamos pensando na mensagem que o voto transmite, é nítido que transmite a mensagem de concordância com o processo.

Todo político, mesmo no Brasil onde o voto é obrigatório, usa e abusa da expressão "fui eleito com X milhões de votos" ou "é preciso respeitar as urnas". Votar talvez não seja imoral, mas ainda assim pode ser inútil ou danoso.


São antíteses que levam ao ódio mas com atores e antagonistas opostos. Socialista odeia empresário capitalista e idolatra ações anti-economicas. Libertários odeiam ações anti-economicas e idolatram empresários capitalistas. Tratar o ódio como inveja, tanto de um lado como do outro é acreditar que o ato de odiar é involuntário e emocional, mas não é. O ódio é sustentado pela ideologia, é racional. Desmontando a ideologia o ódio desaparece. Alimentando a ideologia o ódio é aquecido. Mas libertários tem uma vantagem rumo a uma sociedade de cultura e paz, sabe que o conhecimento é limitado, sabe que é ignorante e pode deixar de odiar. Deixando de odiar os libertários podem aplicar ações anti-economicas para atingir mais liberdade política. Caso contrário o único caminho é o totalitarismo.


Acho que a resposta é mais simples, a ideologia nazista é automaticamente ligado a genocidio, preconceito e ditadura; já comunismo não, para a classe "intelecual" os acontecidos foram fatos isolados e não condizem com o ideologia.


"1. O catolicismo romano, a despeito do que a propaganda papista diz, não foi um bloco monolítico. Ainda que tenham existido os escolásticos tardios de que os católicos romanos conservadores e ignorantes tanto se orgulhem, o catolicismo romano também degenerou em formas pró-comunismo. O caso mais emblemático é o dos franciscanos radicais, que, segundo o "anti-protestante" Eric Voegelin inauguraram a discussão sobre comunismo na igreja primitiva. Nesse caso, o romanismo influenciou ambos. Contudo, os escolásticos tardios NÃO INFLUENCIARAM a cúria e a Doutrina Social do catolicismo romano é CONTRÁRIA ao livre mercado. Isso mostra que todos os católicos romanos citados como heróis e mesmo os que aqui deleitam-se em endossar mais essa fraude propagandística possivelmente não conhecem a própria DS ou fingem não conhecer. Andam, pois, contra o Magistério."

- De fato as opiniões católicas foram diversas no que tange aos pontos não essenciais da fé, entretanto não se pode negar a influencia da Igreja Católica no desenvolvimento do mundo moderno. O texto em si já fala muito sobre a contribuição dos católicos para a economia, porém devemos nos lembrar que muitas mentes pensantes como Erasmo de Roterdã não abraçaram a Reforma Protestante inda que discordando da Igreja Católica em alguns aspectos. Outro ponto importante a ser dito é que muito do espírito da Renascença se deu por conta do investimento da Igreja Católica em universidades e ensino de qualidade. As cidades italianas deste período foram as primeiras células do capitalismo no mundo. De resto, o texto publicado já explicita em muito tudo o que a história aponta. De resto, é tudo propaganda protestante.

"2. É evidente para qualquer um que leve o termo 'ciência' a sério que a simples realidade dos países protestantes nesse quesito induz à conclusão de que algo nos países protestantes favoreceu esse desenvolvimento. Negar que a ética protestante influenciou e favoreceu o comércio é ridículo, ainda que tenha se adaptado a formas que surgiram espontaneamente. "divino trabalho" é um termo tão ridículo que só serve pra mostrar o amadorismo do autor quanto à teologia reformada. O contrário disso é vigarice apologética."

- Esse papo de que somente países protestantes são prósperos é pura propaganda protestante. Se formos pegar a teoria de Weber, refutada neste texto, veremos que ele repousa a responsabilidade pelo desenvolvimento do capitalismo nos ombros dos calvinistas puritanos. Contudo, estes mesmos calvinistas puritanos, eram contrários ao uso do dinheiro para as coisas mundanas. Os calvinistas puritanos eram contrários às artes plásticas, à música e ao consumo em coisas vãs. O estilo de vida austero presente em seitas como Testemunhas de Jeová e igrejas pentecostais surge daí. Eles eram totalmente iconoclastas e contrários a qualquer estimulo que retirasse do homem o seu senso de razão pura. Pode-se dizer que atualmente o que mais se aproximaria dos antigos puritanos nesse sentido são os islâmicos mais rigorosos.

O protestantismo anglicano do Reino Unido e o protestantismo luterano dos países nórdicos são, na verdade, muito mais próximos do Catolicismo do que do protestantismo norte-americano, que em suma é herdeiro do puritanismo. A Igreja Anglicana em si preserva muito da cosmovisão católica romana, tanto é que muitos anglicanos - ao saírem de sua igreja - preferem migrar para o Catolicismo do que para alguma seita protestante. O mesmo pode ser afirmado em relação aos protestantes escandinavos. Quando o Protestantismo nasceu nesses países a Igreja Católica já estava bem consolidada deixando para os protestantes todo um legado religioso e, também, político e econômico.

Os Estados Unidos, por sua vez, deve muito ao seu crescimento aos protestantes sim, mas não apenas à estes. Os católicos também estavam presentes e influenciaram a constituição dos EUA. O que foi decisivo na carta magna norte-americana é que o sistema dos EUA é baseado não no calvinismo, mas no deísmo. A maior influência puritana-protestante na política norte-americana é o Destino Manifesto que só ajuda o país a entrar em guerra com os outros e a defender Israel com unhas e dentes de maneira dogmática, diga-se de passagem.

"3. A riqueza italiana dos dois séculos anteriores à Reforma NÃO SÃO INFLUÊNCIA pura e simples da teologia católica, mas também do Renascimento. Esses foram também os séculos mais decadentes do romanismo na Itália, diga-se de passagem. O engraçado é ver um monte de ignorantes tentando extrair ouro de retórica empolada."

- Como não? A Igreja praticamente era a detentora da produção filosófica e teológica na época. Se o Renascimento nasceu, deve-se também a Igreja Católica. E engana-se que esse período foi decadente para a Igreja Católica, embora pode-se dizer que existiram desafios incríveis, mas não que ela estivesse decadente no sentido macro da coisa. O Protestantismo só conseguiu obter êxito por causa da ajuda dada pelos islâmicos - que hoje os protestantes teimam em demonizar - do antigo Império Otomano que, por sua vez, disputava com o Sacro Império Romano Germânico. Financiar os protestantes foi uma forma de fazer implodir por dentro o poder da Casa dos Habsburgo, família real do Sacro Império Romano Germânico essencialmente católica. Os turco otomanos influenciaram sim os protestantes, inclusive teologicamente, inclusive no desejo de existir um país confessional e na iconoclastia radical.

"4. O protestantismo é muito mais próximo do libertarianismo do que o catolicismo romano, pois só com o Sola Scriptura é possível defender limites para o estado. Os EUA são fruto disso, chorem os haters ou não."

-Não, muito pelo contrário. O Sola Scriptura daria mais poderes ao Estado. Em um determinado momento da Reforma o próprio Martinho Lutero começou a temer pela diversidade de interpretações bíblicas existentes, portanto a própria natureza do protestantismo seria muito semelhante ao dos muçulmanos sunitas: são 8 ou 80. Deve-se lembrar também que a Teologia do Evangelho Social, nos EUA, e a Teologia da Libertação, aqui no Brasil, ambas de linha marxista, surgiram no coração do protestantismo. Aqui, o marxismo estadista conseguiu entrar através da doutrinação marxista no Seminário Teológico Presbiteriano de Campinas, na década de 70, com o pastor norte-americano Richard Shaull. Deve ser dito também que atualmente a Igreja Católica é que tem produzido o maior número de liberais enquanto que o Protestantismo histórico tem produzido grandes nomes da esquerda política e estadista. Basta fazer uma pesquisa séria.

"5. A visão que libertários católicos e/ou conservadores têm da crítica contra a razão humana é simplesmente infantil. Não apenas em relação à ciência econômica, mas toda a ciência foi promovida pelo protestantismo. Calvino, inclusive, a tinha como benção de Deus seguindo o mandato de Deus à humanidade para 'domínio' do mundo. Isso inclui possivelmente a opinião de Erik von Kuehnelt-Leddihn, que em outro livro admite que o protestantismo foi o verdadeiro continuador de boa parte da tradição medieval e que o futuro será definido nos termos de Calvino ou de Rousseau. Ele, com desgosto, admite que ficará do lado de Calvino."

- Com certeza esse anônimo é um calvinista. Os aspectos econômicos estão bem explicados no texto, porém devo dizer que João Calvino foi o primeiro ditador da história do mundo moderno. Quando ele governou Genebra, o mesmo instituiu a "polícia dos costumes". As leis de Calvino abrangiam, principalmente, o aspecto individual das pessoas. Ele proibiu cortes de cabelo, estilo de roupa e obrigava a todos irem a igreja, caso contrário as pessoas eram torturadas e mortas. Um bom exemplo é Jacques Gruet, que foi torturado durante um mês por Calvino pelo fato de Gruet ser, em primeiro lugar, contra as políticas calvinistas e, em segundo lugar, ateu. Quem conhece história de verdade, e não a produzida pelo movimento "Os Puritanos", "Editora Fiel" e "Igreja Presbiteriana do Brasil" sabe bem que Calvino foi um grande assassino, sanguinário e totalitário que de libertário não existe nada.

"6. Que o protestantismo é uma "segunda onda do cristianismo" e que veio num período de crise é tão óbvio que apelar pra uma autoridade intelectual sobre o assunto é sinal de desconhecimento completo de causa. Por isso o nome é "Reforma". Você só reforma algo que já existe."

- Exato, aí nisto eu concordo. O Protestantismo nada mais é do que o Catolicismo depenado. Atualmente o Protestantismo cresce entre os pobres sendo as áreas mais pobres as mais protestantes. As cidades mais católicas são mais prósperas como Niteroi (RJ) e Curitiba (PR). Pode-se dizer da Região Sul e Nordeste que crescem muito mais economicamente do que o resto do país, justamente as áreas mais católicas do país. O Acre, o estado mais protestante do Brasil, é inexpressivo economicamente. Podemos falar também dos estados norte-americanos mais ricos que, por sua vez, possuem influências católicas e judaicas. Vá para o Bible Belt pra você ver o quão avançados eles são: ainda vivem como a Família Buscapé.

Protestante nada mais é que um cristão ocidental não-católico ou anti-católico. Apenas isso. O protestantismo elogiado por Max Weber já não existe mais e isso os próprios estudiosos como o protestante Eduardo Calviani sabem, pois falam disso em suas obras. O Protestantismo é uma religião crítica, basta conversar com um seguidor dessa religião. Coloque no Youtube: "Protestantismo em crise" e você verá, o problema é que sempre foi assim desde a sua gênese.

O Protestantismo não ajuda no liberalismo, pois como "religião de transição" você tem três caminhos depois de passar por essa religião: (1) retornar ao Catolicismo Romano; (2) tornar-se irreligioso ou deixar de ser cristão; (3) continuar no Protestantismo e tornar-se fanático e fundamentalista.

Texto mais que necessário, para fugir da doutrinação marxista-protestante!


Pedro Henrique de Oliveira Saes:

- Acha que um comentário de internet é crime se tiver uma opinião depreciativa sobre ele.
- Quer o nome dos comentaristas para processar por injúria.
- Quer que o "dono do site" o proteja de comentários "não-democráticos"
- Acha que uma sociedade necessita de um governo que "penalize" os "desvios" (entenda-se desvio = não concordar com ele)
- Acha que é "prejudicado" numa discussão porquê discordaram dele.

Em resumo: caso perdido de autoritarismo arrogante mesclado com estatismo idólatra.


A exigência de diploma para qualquer coisa fere frontalmente a liberdade e dá poderes enormes aos que decidem quem pode emitir diplomas.

Há outra estratégia. A internet, as redes P2P, o software livre e o Bitcoin são exemplos de ferramentas que desmontam aparatos coercitivos. Não precisamos convencer ninguém de que o governo não deve criar um mecanismo para proibir as pessoas de ouvir uma música. Basta que existam ferramentas de desobediência e o povo desobedecerá.

Basta um aplicativo de consultas médicas para reduzir enormemente o poder do CFM, basta um Waze para enfraquecer o DETRAN, um Bitcoin para limitar a inflação, um UBER para enfraquecer os Permissionários e Autorizatários e o que os drones vão fazer com a proibição de comercialização de entorpecentes?


Eu concordo em partes com sua hipótese: o fato de poder se averiguar in loco o que acontecia na Alemanha nazista contribuiu para o repudio mundial. Na URSS, ao contrário, isto era mantido escondido do mundo, inclusive recebendo visitas guiadas de "intelectuais" estrangeiros para que estes não vissem a realidade nos Gulags e, claro, as execuções e a fome. Dai sobrevalia às loas ao socialismo.

Só quanto a documentação eu discordo. Há sim, é bastante! No caso da URSS, há até documentos oficiais. E há historiadores que se debruçaram nisto, só que o "mainstream" do estudo da história prefere manter isto na marginalidade. No caso brasileiro, há ainda a influência gramsciana nas escolas e universidades, logo se tem o interesse de não mostrar a verdade histórica dos regimes socialistas.


Me desculpe, acho que não expressei direito a minha dúvida, só quero saber se apartir do momento que pratico o assistencialismo eu estou sendo um socialista ?


Boa noite. Leio a pouco tempo esse site e não sou especialista em economia. Sou apenas um estudante de RH e micro-empresário, dono de uma loja de roupas.

Minha dúvida não tem relação com o artigo!

Queria saber como seria se os países colocassem de forma literal o capitalismo de livre mercado?

Assuntos como Previdência, Justiça, Ministério Público, serviços públicos, etc, como ficaria?

Por exemplo, a "previdência" seria privada?

Todos os serviços de esgoto e saneamento, serviços bancários, saúde, educação, tudo isso seriam prestados pela iniciativa privada?

Outros exemplo, Segurança pública, recuperação e construção asfáltica urbana, entre tantos outros, como ficaria?

Desde já agradeço, possíveis respostas!


E mesmo o Brasil sendo consumista e tendo uma das menores cargas tributárias do mundo, ainda sim essa taxa pode-se elevar para patamares entre 40% a 50%?

E ainda acrescento outras dúvidas.

1 - Essas reservas internacionais que o Brasil detém, só foram possíveis devido a nossa exportação?
2 - Essas mesmas reservas poderiam ser usadas para incentivar o consumo como um candidato propôs? Se sim, quais impactos isso geraria tanto a nível nacional quanto internacional, economicamente falando?
3 - Um modo de valorizar nossa moeda frente a todas as outras seria um Currency Board ou um padrão-ouro? E isso depende da produtividade da economia ou é um fator natural que decorre da âncora cambial?



A nota do editor resumiu perfeitamente como o Estado age, ou seja, sempre se esforçando para destruir a riqueza produzidas pelas pessoas com muito esforço.


"O governo pode financiar mercados direta ou indiretamente: diretamente, via transferência de recursos. Indiretamente, via políticas econômicas protecionistas, que dificultam a entrada de produtos de competidores estrangeiros (criando, dessa maneira, um imposto social: há outros países que são mais eficientes na fabricação de determinado bem, mas as externalidades positivas geradas pelo processo de fabricação deste bem são tão grandes que vale a pena a sociedade sacrificar o seu consumo atual - afinal de contas, no D0, comprar de fora é mais barato que produzir aqui dentro - pelo investimento em conhecimento e potencial de inovação futuro que o "investimento" me trará)."

Em toda essa sua glossolalia acima, sabe o que ficou completamente de fora? O consumidor.

Impressionante. Você pensou no governo e em maneiras de este garantir privilégios a determinados produtores. Mas em momento algum trouxe o consumidor para a equação.

O arranjo que você defende não é capitalismo, mas sim mercantilismo e clientelismo.

Tal arranjo é, sem dúvidas, ótimo para o bem-estar de políticos e destes produtores por eles protegidos e privilegiados (com dinheiro de impostos e tarifas protecionistas). Mas completamente péssimos para os consumidores, que não apenas terão de bancar a mamata desses produtores com seu dinheiro de impostos, como ainda ficarão privados de melhorar seu padrão de vida via aquisição de produtos de qualidade e baratos do exterior.

Tal arranjo não é apenas ineficiente; ele é completamente imoral. Aliás, ele é o ápice da arrogância: iluminados querem fechar o mercado (com o dinheiro alheio), impedir a população de comprar bens baratos do estrangeiro, e tudo isso em nome do suposto bem comum desta população (tratada como gado preso em um curral).

"As externalidades positivas geradas por esses investimentos são tão grandes que não há métrica que consiga quantificá-las: um exemplo disso é conseguir reter um gênio da eletrônica em solo brasileiro, por ser capaz de dar, a ele, um emprego digno aqui (o que não é o caso atualmente, já que ele não tem campo de trabalho no Brasil)."

De novo!

Cadê o consumidor na sua equação? O que você realmente está dizendo é que se houver um cara ganhando altos salários (com o dinheiro de impostos) em decorrência de um mercado fechado, isso será ótimo para toda a população.

Você realmente está falando sério?

Aliás, o Brasil era exatamente assim na década de 1980. Economia fechada e o povo (gado) obrigado a comprar produtos caríssimos da fabricantes 100% nacionais (os quais eram muito bem remunerados). O padrão de vida era uma merda para o povão, mas essa elite protegida realmente vivia nababescamente.

Agora cabe a você dizer que todo aquele arranjo gerou "externalidades positivas [...] tão grandes que não há métrica que consiga quantificá-las".

Ah, em tempo: enquanto você ainda nutre esses delírios protecionistas que geram "externalidades positivas", Nova Zelândia e Chile nem sequer têm montadoras e não exportam nada de alto valor agregado. No entanto, sua população tem mais carros que a brasileira e vive muito melhor.

Como a Nova Zelândia e o Chile transformam vacas, ovelhas, uvas e cobre em automóveis de qualidade


"e leva todo o seu dinheiro para fora do País com isso cortando de vez a circulação do nosso capital em nosso País ( Brasil) elevando cada vez mais a crise financeira."

Quanto vômito em uma regurgitada só.

Aprenda uma coisa, cidadão: não existe isso de reais saírem do Brasil. Reais não saem do Brasil. O real não é moeda corrente em nenhum outro país do mundo. Dígitos eletrônicos não saem do Brasil; eles não cruzam fronteiras. Não há como "enviar reais para o estrangeiro". Nenhum real sai do Brasil nem quando um brasileiro importa nem quando uma multinacional remete lucros para o exterior. A quantidade de reais na economia fica a mesma.

O que ocorre é que dólares, que estão em uma conta bancária em um banco americano, mudam de proprietário.

Quando uma multinacional remete lucros para o exterior, o que ela realmente faz é vender seus reais para exportadores brasileiros que acabaram de vender para o exterior e que por isso estão em posse de dólares em contas bancárias americanas. A multinacional compra os dólares deste exportador (os quais estão em uma conta bancária de um banco nos EUA), e o exportador fica com os reais da multinacional.

Nenhum real saiu do Brasil; nenhum dólar saiu dos EUA. todo o ajuste se dá pela taxa de câmbio.

Pare de repetir merda que você lê em sites de extrema-esquerda. Seu QI está desabando.

"A diferença do serviço não é pq o Uber da balinhas, motorista educados etc, não é isso só andam de Uber por causa do preço nada a mais, o motorista do Uber gente passa fome horas de trabalhos exautivos desgaste do carro é um absurdo. [...] Palavras de um amigo, que já se escraviazou nessa Uber"

Em primeiro lugar, aconselho-lhe a realmente se educar. Além de nada saber sobre economia, você mal consegue se expressar. Sendo tão inepto assim, raramente vai encontrar algum empregador disposto a desembolsar uma quantia suficiente para sua sobrevivência.

Em segundo lugar, a Uber não obriga absolutamente ninguém a trabalhar pra ela. E quem estiver insatisfeito é totalmente livre para sair. A Uber nunca me escravizou e nem nunca me ameaçou com nada.

Em terceiro lugar, que a Uber tenha crescido tão rápido sob este arranjo é um fenômeno particularmente elucidativo. O mercado de trabalho convencional não mais está funcionando exatamente por causa destas "proteções básicas" que, na realidade, representam fardos onerosos que não ajudam nem os patrões e nem os empregados.

Tais regulações conseguem apenas diminuir a concorrência em cada setor, restringindo tanto o número de novos empreendedores quanto o de novos empregados. Mas funcionam como uma ótima reserva de mercado para quem já está estabelecido.

O sucesso da economia digital é a prova inconteste de que o mercado — ou seja, o público consumidor — está implorando por menos obstáculos e por fardos menos onerosos. Quando você obtém sucesso operando sob regime concorrencial, isso é uma evidência de que você está fazendo bem feito (de novo, peço desculpas ao leitor por ser obrigado a falar obviedades).

No mais, os únicos que protestam contra a Uber são os sindicatos dos taxistas, gente acostumada com as mamatas de uma reserva de mercado garantida pelo estado. A Uber acabou com isso. E para o bem dos consumidores.


Uber é bem legal. Esse modelo veio pra ficar. Ainda tem o Cabify/Easy taxi etc. O que não curto é esse progressismo deles. Foram patrocinadores da parada gay, se for pra angariar clientes ok. Mas me parece é que, em vez de fechar com os defensores da liberdade, eles tão comendo na mão da esquerda. Tiro no pé. Talvez tenha a ver com a saída do Kalanick. E concordo com os demais acima, pouco me interessa o que acontece na empresa, sou consumidor.


Confere dinheiro, mas os recursos físicos foram consumidos e exauridos. E terão de ser novamente produzidos. Mas só serão produzidos se houver poupança (no caso, abstenção de consumo). Sem poupança (ou seja, consumismo pleno), não sobrará nenhum recurso para ser utilizado na produção de bens de consumo.

Artigos inteiros sobre isso:

O consumismo não gera crescimento econômico - e sua defesa é o cerne da teoria keynesiana

Por que uma sociedade poupadora enriquece e uma sociedade consumista empobrece

Produção versus consumo - a confusão que causa miséria

Não faz sentido estimular a demanda e o consumo; a encrenca sempre foi a produção


Offtopic: O consumismo não gera acumulação ao conferir recursos a empresas, sendo que essas empresas poderão expandir investimentos?


Então se há assistencialismo e predominancia do patrimonio individual significa apenas que não se trata de uma direita pura e sim hibrida, e não que o assistencialismo é uma tendencia direitista??


O governo pode financiar mercados direta ou indiretamente: diretamente, via transferência de recursos. Indiretamente, via políticas econômicas protecionistas, que dificultam a entrada de produtos de competidores estrangeiros (criando, dessa maneira, um imposto social: há outros países que são mais eficientes na fabricação de determinado bem, mas as externalidades positivas geradas pelo processo de fabricação deste bem são tão grandes que vale a pena a sociedade sacrificar o seu consumo atual - afinal de contas, no D0, comprar de fora é mais barato que produzir aqui dentro - pelo investimento em conhecimento e potencial de inovação futuro que o "investimento" me trará).

As externalidades positivas geradas por esses investimentos são tão grandes que não há métrica que consiga quantificá-las: um exemplo disso é conseguir reter um gênio da eletrônica em solo brasileiro, por ser capaz de dar, a ele, um emprego digno aqui (o que não é o caso atualmente, já que ele não tem campo de trabalho no Brasil).


Meu pensamento, A Uber hj ela entra no seu País, Estado ou município , oferece um serviço transporte e outros, lucra 25% e leva todo o seu dinheiro para fora do País com isso cortando de vez a circulação do nosso capital em nosso País ( Brasil) elevando cada vez mais a crise financeira.
A diferença do serviço não é pq o Uber da balinhas, motorista educados etc, não é isso só andam de Uber por causa do preço nada a mais, o motorista do Uber gente passa fome horas de trabalhos exautivos desgaste do carro é um absurdo.
Imaginemos cada pessoa invadir a área de trabalho uma das outras sem preparação sem estudos sem.experiencia irá virar uma bagunceira generalizada isso que a Uber faz hj no nosso País, o mais favorecido hj é o Americano quem vêm rouba o nosso País e tudo termina em.pizza. Nome do Uber ao contrário. Rebu isso que eles estão causando em.nosso País um REBU e estão rindo.

Palavras de um amigo, que já se escraviazou nessa Uber.

Dica: Já que estamos com a livre concorrência, vamos criar um UBER Brasileiro sem ajuda dos americanos só assim nosso dinheiro ficaria girando em nosso País, do jeito que está eles irão continuar sugando todo Real e transformando em dólares é isso hj que ela está avaliada em 70 bilhões de Dólares não é Real graças a vcs que acham que estão pagando barato no final menos grana terão para comprar seu arroz e feijão, Se Liga Brasil


Uma previsão econômica numérica para daqui a mais de duas décadas? Uma previsão que, para se concretizar, implica prever com exatidão como serão as interações diárias e voluntárias de bilhões de indivíduos?

Chute puro. Misticismo total.


Sim, de fato a economia dos aplicativos é a mais desregulamentada de hoje. Exatamente por isso funciona tão bem. E ela é desregulamentada porque é majoritariamente voltada para o setor de serviços locais e pontuais, o qual sempre foi o menos regulado pelo governo.

Há um artigo inteiro sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2673


Em off: O que os austríacos acham da declaração do economista Robert Fogel que a China em 2040 irá ter um PIB(em PPPs) em torno de US$123 trilhões, enquanto os EUA irá ter em torno de US$42 trilhões?



Evidentemente, a definição de "sociedades que deram certo" varia de pessoa para pessoa.

Posso citar três momentos de grande evolução tecnológica:
- EUA no final do século 19 (pouco governo, pouca regulamentação econômica e cultural): redes elétricas, telefone, ferrovias, indústria em geral
- EUA na década de 1920 (idem): popularização do automóvel e produção em massa de diversos bens industriais.
- EUA na década de 1960/1970: indústria eletrônica e computadores. Neste caso, um fator importante foram os grandes gastos militares que viabilizaram a produção em grande escala de circuitos integrados. A guerra (mesmo que fria) sempre "movimenta" o mercado, pois grandes somas de dinheiro são gastas sem muito controle.

Em nenhum destes casos, a participação do governo como difusor de tecnologia foi importante.

Em geral, a participação do governo em pesquisa tecnológica é supervalorizada porque tende a ser monopolista. Afinal, quem vai investir dinheiro para concorrer com o governo e seus recursos quase ilimitados? Então, quando se afirma que "sem o governo não haveria a tecnologia X!", a resposta é: não se sabe, porque não há como saber o que teria acontecido se a participação do governo não houvesse existido.

Em resumo, discordo do Pedro Henrique.


Antes de ofender alguém, coloque o seu nome inteiro no "site".

A falta de uma informação ("nome completo do usuário") leva à dificuldade de responsabilizá-lo pelo cometimento de um crime (injúria).

A dificuldade de responsabilização incentiva o usuário, inominado, a virar "machão" na frente de seus coleguinhas de "seita".

Para que ele se responsabilizasse pelas suas palavras, o ideal seria haver uma norma, no "site", que desincentivasse ou penalizasse os usuários que cometessem crimes.

O fato de não existir norma como a que descrevi leva a uma solução absolutamente ineficiente: "pitbulls" de "internet" impunes, por impossibilidade de responsabilização.

O dono do "site" deveria intervir: é democrático eu ser escorraçado por ter uma opinião divergente da maioria das pessoas que aqui postam?

A metáfora é linda: no seio de uma sociedade livre, a democracia morre, virando "ditaduras de maiorias" (no montante de "seitas ideológicas" que existirem no mundo)? Na pura liberdade, sem a intervenção ética de um poder maior, as soluções encontradas são as melhores possíveis? Se o moderador intervier, apagando a sua mensagem criminosa (ou o obrigando a se identificar), isso não significa que até mesmo nas pequeníssimas coisas da vida a existência de uma força ética, a corrigir a atuação antiética (fraudulenta) dos indivíduos, é imprescindível ao equilíbrio da sociedade?

Uma sociedade não é antiética pois o governo a estimula a ser. O governo é antiético pois a sociedade é antiética (Ulysses é uma linda demonstração disso). Uma sociedade antiética, não normatizada, é uma sociedade em que eu sou prejudicado, por ter uma opinião antimajoritária sobre alguns assuntos, e em que o Ulysses se sai vencedor, por não ter senso ético / democrático algum.

O Estado Brasileiro funciona exatamente como um moderador de "website" complacente: em vez de penalizar / desincentivar os desvios, os estimula, por não penalizá-los como deveria (isso em todos os mercados, que não são mais eficientes pois a corrupção é institucionalizada).

Adotamos, aqui, o livre-mercado do Gordon Gekko ("Ora, você é ingênuo o bastante para pensar que estamos vivendo numa democracia, companheiro? É o livre mercado.")

Att.
Pedro Henrique de Oliveira Saes.


Palavras como "esquerda", "direita", "democracia", "justiça social", etc, podem significar qualquer coisa.

Se vc perguntar a alguém que se define como "de esquerda" o que é esquerda, ele dirá que é ser a favor da paz, da justiça, da bondade, da liberdade, igualdade e fraternidade, da natureza, das criancinhas abandonadas, dos menos favorecidos e dos ursinhos panda.

Neste caso, a resposta à sua pergunta provavelmente seria "sim", o que implica em considerar que "homogeneizar as classes socioeconomicas" é algo bom.


Por mais que ele tenha inovado, e feito um grande serviço ao setor e a ideia da concorrência e livre mercado, ele é um empresário que vive em um mundo de hipertrofia estatal, e assim como os taxistas um dia foram novidade e hoje vivem em um mercado cartelizado, acredito que esse serviço mesmo um dia vai tentar cartelizar o mercado para ele, enquanto houver incentivos para isso. Se ele vai ter sucesso, vai depender de muitos fatores, mas é interessante como aplicativos, softwares em geral, são muito mais resistentes a essas tentativas, qual será a razão disso?


Deixa eu ver se entendi: é mais cruel matar pessoas que têm genes diferentes, do que matar pessoas que têm ideias diferentes? É isso o que vc sugere?

Não há justificativa nenhuma para matar os diferentes. Buscar juízos de valor, para concluir qual motivos de assassinato é mais ilegítimo não faz sentido.

A linha do artigo, baseada em quantidade de assassinatos, é muito mais racional: o comunismo foi muito pior porque assassinou muito mais.

[]s


Tudo o que enfraquece o estado e / ou fortalece o indivíduo será severamente atacado pela mídia, a agenda coletivista não pode sofrer retrocessos.


Pessoal todo tipo de caridade, programas assistenciais, doações, toda forma de distribuição de renda que de alguma forma tenda a homogeneizar as classes socioeconomicas é um paradigma esquerdista realmente como muitos dizem? Alguem pode me tirar essa duvida?







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Rafael, excelente ponto. É exatamente isso mesmo. Como consumidores, estamos preocupados com bons serviços e a preços baixos. Futricas internas da empresa também não são do meu interesse.

Tenho um primo que fez trabalho voluntário em uma instituição de caridade. Os serviços desta instituição eram excelentes e ela realmente entregava o que prometia. Mas os casos internos que ele me narrou, envolvendo comportamento de funcionários, eram abismais. De certa forma, achamos que essas coisas não acontecem em instituições sérias, mas a verdade é que são pra lá de corriqueiras. E, apesar de tudo, a referida instituição (nacionalmente conhecida) sempre prestou ótimos serviços.

No caso da Uber, pouco me importa o que acontece nos escritórios de São Francisco, se há orgias ou rispidez no trato. O que me interessa é que os serviços continuem bons e baratos. Se a troca de administração não alterar isso, para mim é o que importa.


Eis a perfeita definição de cegueira ideológica (ou de burrice): nêgo defender parcerias entre estado e grandes empresas no auge da Lava-Jato, dizendo que este é o caminho para a prosperidade.

Só se for para a prosperidade dos envolvidos.

E eu achava que Ciro Gomes era o único imbecil a continuar defendendo isso em público.


"Todas as sociedades que deram certo estabeleceram parcerias duradouras entre o setor privado e o setor público: o setor privado era financiado pelo governo e levava as fronteiras de conhecimento a novos patamares;"

Ah, sim, isso também aconteceu no Brasil. E muito. Só que aqui, essa parceria entre governo e grandes empresas levou a propina e a corrupção a patamares inauditos na história humana.

Na prática, você está defendendo exatamente o modelo que gerou Odebrechts, Joesleys, Eikes, JBSs etc. Estado e iniciativa privada em conluio. É impressionante a incapacidade do brasileiro médio de fazer uma simples ligação de causa e consequência.

Um arranjo que envolve um conluio entre governo e grandes empresas, no qual ambos operam com ganhos mútuos e totalmente blindados das demandas dos consumidores, sempre descamba para a corrupção, o clientelismo e o protecionismo. Sempre. E isso é o exato oposto de capitalismo e de livre mercado, e sim a total consolidação do corporativismo e do mercantilismo.

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

O estado agigantado gerou o estado oculto, que é quem realmente governa o país

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Explicando todo o problema com o nosso sistema político - em 2 minutos

Por que o BNDES deve ser abolido

Odebrechts, Eikes e Joesleys: como surgem os bilionários no Brasil?

A "Carne Fraca" pergunta: quem regula os reguladores?

Quem regula os reguladores?

É impossível existir um mercado desregulamentado


A sua análise só é verdadeira em um mundo em que os jogos de poder são disputados por indivíduos com mesmas condições de força e influência. No mundo real, em que os jogos de poder são disputados por indivíduos com condições diferentes de força e influência, os indivíduos com maior poder o utilizam para manejar as "instituições" a seu bel-prazer (hoje, mais do que nunca, para concentrar informação). O fato de as informações serem concentradas dá tanto poder de barganha a uma das partes das relações econômicas que as soluções alcançadas nunca são eficientes. Diante desse contexto, há duas visões: os mercados são ineficientes, mas a atuação do governo os torna ainda mais ineficientes; os mercados são ineficientes e o governo deve atuar para restabelecer o equilíbrio informacional entre as partes. Todas as sociedades que deram certo estabeleceram parcerias duradouras entre o setor privado e o setor público: o setor privado era financiado pelo governo e levava as fronteiras de conhecimento a novos patamares; o governo "clusterizava" o conhecimento gerado pelo setor privado, o que possibilitava sua difusão a outros agentes econômicos, que poderiam levar, por conta própria ou com o apoio do governo, a nova fronteira de conhecimento a novos patamares. A soluções, na minha visão, não é difundir conhecimento à força, mediante pesadas regulações relativizadoras do direito de propriedade, mas criar meios (arranjos institucionais) pelos quais a difusão de conhecimento se integre à lógica de mercado. Só o governo consegue fazer isso.


Se alterar, novos aplicativos competentes vão se aproveitar da situação.


Algo que também não entendo, é a excessiva divulgação de propaganda negativa por parte de nossa mídia em relação ao UBER.

Há casos de assedio sexual por parte de taxistas a passageiras, há casos (e esses são muitos) de fraude de tarifa ou tarifa artificial, há casos de "exploração" dos donos de alvarás em relação aos taxistas auxiliares (não detentores de alvará). Há monopólio de alvará, e uma suposta "máfia" por detrás, que beneficia inclusive políticos.

A mídia não diz absolutamente nada a respeito dos táxis e desses problemas, que são muito maiores dos que os alegados no UBER hoje.

O abusivo de taxistas mal caráter (felizmente não são todos) perpetrados a décadas, sequer foi motivo de discussão de uma "regulamentação" mais justa em benefício aos passageiros. Agora vem a UBER... e surge especialistas e autoridades de todo canto do país...

Caso igual, para quem mora em São Paulo, é o da cracolândia. Ninguém nunca fez nada e nem se preocupou em fazer. Quando alguém resolve fazer, vem Conselho de Medicina, Ministério Públicos, ONG's ditar como deveria ser feito...

Quando você para para analisar, esse modus operandi comportamental, chega a ser doente.


"Imagine um Uber para diaristas, contadores, advogados, médicos ou professores. Imagine um Uber para a compra de carros, eletrodomésticos ou comida. Imagine que exista um aplicativo que conecte tomadores e prestadores daquele serviço, ou consumidores e produtores daquele bem. Imagine essa plataforma descentralizada, que dá aos usuários um poder real de avaliar e direcionar os preços, quantidades e qualidade desses bens e serviços.

Essa plataforma é o livre mercado."

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2185


Legal será o dia em que pudermos, por exemplo, trabalhar para uma empresa do outro lado do mundo recebendo em criptomoedas, sem nenhum contrato de trabalho. Aí poderemos sonegar impostos a vontade, mas para isso as criptomoedas tem que vingar pra valer.


Isso é totalmente imaterial para mim, na condição de consumidor. Estou interessado em bons serviços a preços baixos, e não em futricas internas dentro da empresa (só lembrando que "assédio sexual", no linguajar politicamente correto de hoje, nem sequer precisa envolver contato físico; um simples elogio à aparência da mulher -- ainda mais em uma cidade ultra-progressista como São Francisco -- já bastam para o cara ser processado).

Capitalismo significa empresas concorrendo entre si pelo dinheiro do consumidor. E, para conseguir o dinheiro do consumidor, essas empresas terão de fornecer serviços melhores a preços menores. Por isso, p capitalismo é um sistema que, quando liberado para funcionar, privilegia o consumidor. Não é um sistema voltado para privilegiar nem empresário e nem trabalhador assalariado. É um sistema voltado apenas para privilegiar apenas o consumidor.

Pouco me importa o que ocorre dentro da Uber. Só trabalha lá quem quer. E, quem não gosta, tem toda a liberdade para sair. Eu, na condição de consumidor, quero apenas continuar usufruindo serviços bons e baratos. E isso o Kalanick me ofereceu. Se sua saída alterar esta filosofia, pararei de utilizar os serviços da empresa. Se não alterar nada, continuarei utilizando normalmente.


O senhor Kalanick melhorou e barateou minha vida de uma maneira até então impensável. Decidi vender meu carro e hoje meu custo com transporte é ínfimo. Trajetos que de taxi custavam R$ 50 há alguns anos, hoje mesmo com toda a inflação acumulada não passam de R$ 25 com Uber.

O ganho em termos reais foi estrondoso.

Fora que, antes de sair, apenas usando meu celular, posso decidir se uso Uber ou Cabify, pois sei de antemão qual será o preço de cada um (aplicativos de taxi não têm essa funcionalidade). Isso é o livre mercado puro em ação.

Espero que sua saída não altere em nada o modus operandi da empresa.


Já usei o Uber diversas vezes em SP (UberX e Black). O serviço é impecável e os mimos aos clientes fazem diferença, mais ainda quando o preço é mais barato no final das contas.

Mas um ponto interessante: reparei que alguns (poucos) taxistas melhoraram o serviço. Vi alguns usando terno, abrindo portas para passageiros, com água e balinha cortesia, e ar-condicionado ligado. Se alguém tem dúvida de que a concorrência melhora os serviços, basta ter um olhar mais atento.


Espero ansiosamente o dia em que os monopólios das grandes empresas de transporte coletivo serão colocados de joelhos frente às inovações do livre mercado. O número de pessoas beneficiadas pela concorrência será infinitamente maior do que o gerado pelo Uber.


Sua contribuição mais importante sem dúvidas são a redução no número de motoristas embriagados na rua e a conservação de recursos naturais e dinheiro das pessoas que não precisam mais retirar um carro da garagem para ter transporte acessível e confortável.

Tudo isso operando à margem da legislação e jurisdição de múltiplos países.


Esse é um texto ótimo pra esquerdista.

Dá uma resposta à sua acusacao de que os liberais são egoístas.


Faça logo concurso público ou se renda aos subempregos, é pobre, com diploma inútil, não tem experiência profissional, não tem capacidade mínima de empreender, o país não vai melhorar e agora o cruel mercado de trabalho te enxerga como velha para iniciar uma carreira.
O Bananal é um país terrível, mas está longe do impossível para alguém com médias habilidades técnicas e interpessoais não conseguir recursos suficientes para tocar a vida de maneira minimamente digna.


Entendi a tonica do texto. E concordo.

Mas vamos ser realistas: se o cara estiver exagerando de verdade (assedio sexual, etc), isso nao é razao pra deposicao do cargo de chefia? Ele é onipotente, por ser um dos "poucos essenciais"?

Vale lembrar do exemplo de Steve Jobs: foi substituído na Apple, no período de "exilio" certamente corrigiu muitas falhas, e voltou por cima, mas inovador e produtivo do que nunca. Fico na toricida de que ocorra o mesmo com Kalanik.


Casos típicos de falta de carater associada à falta de respeito pelos laços familiares. A Europa hoje é um território repleto de homens emasculados (e mulheres masculinizadas), efeminados e incapazes de entender o que acontece ao seu redor, manipulados sob a égide de palavras de ordem, pretensamente representando causas nobres e humanisticas.
A Europa está se esboroando e significa hoje uma experiência de escravização da civilização a uma cultura da facilidade, do lazer e da falta de compromisso com o que é ético e moral. Morei com meus pais até me casar aos trinta anos, por questão de afiniddade e afeto. Entretanto, trabalho desde os meus quinze anos e sempre contribui para o sustento da casa de meus pais, enquanto lá estava, e depois sempre que podia ou que era necessário. Filhos devem honrar seus pais, mesmo que não sejam unânimes em suas concepções.


Como ficaria um gráfico da pobreza de idéias macro econômicas ao longo do tempo?


Não é preciso "proteger" a riqueza. Se fizer isso você engessa a riqueza em algumas poucas mãos e ela passa a não circular.

A vantagem de um sistema capitalista de livre mercado ou voluntarismo (como queira chamar) é que as pessoas são livres pra transacionar e a riqueza geralmente, em um ambiente assim, muda de mãos muito rapidamente. Note que também que as pessoas passam a ser mais ricas, não porque o rico ficou mais pobre, mas porque a riqueza de ambos aumentou, mas a do pobre aumentou em maior proporção (mas não em quantidade - e isso é uma contestação matemática - abaixo uma demonstração simples*).

Na verdade, a riqueza é hoje muito protegida, nas mãos daqueles que estão "de acordo" com o "rei". É o tal do capitalismo de estado, capitalismo selvagem, capitalismo de compadrio ou fascismo (como queira chamar) que este site quase diariamente combate.

O que temos que proteger é o direito de propriedade. Esse sim garante todos os demais direitos às pessoas, incluindo aí aqueles não muito claros, como direito de respirar um ar não poluído, direito de ir e vir, direito de expressão etc.

Abraços


* explicando a afirmação acima:
- imagina uma população com 11 pessoas (pode ser a população de uma empresa pequena).
- a riqueza total é, digamos: 50.000 UM (unidades monetárias)
- a riqueza é assim originalmente dividida: chefão: 25.000 UM, demais: 2.500 U.M. cada
- a riqueza total aumentou 10% em um período: para 55.000 UM
- vamos supor que o chefão se contente com um aumento de apenas 5%, sua riqueza aumentou para: 26.250 UM
- demais ficam com: 2.850 UM cada, aumento de 14%
- em termos percentuais, a desigualdade de renda global diminuiu, mas em termos absolutos, ela aumentou: o chefão teve um aumento em sua renda de 1.250 UM, já os demais tiveram um aumento de "apenas" 350 UM.




Caro Gustavo, é bem simples: Princípio da Não-Agressão.
Não há nenhum argumento contra isso, e basicamente tudo que um libertário defende deriva disso. É algo bem básico que os pais ensinam para seus filhos, "não faça com os outros o que você não gostaria que fosse feito com você".


https://en.wikipedia.org/wiki/Non-aggression_principle


Se posso sugerir, leia estes artigos:


mises.org.br/Article.aspx?id=1864

mises.org.br/Article.aspx?id=2036




Energia eólica já é uma realidade no nordeste brasileiro, a despeito do governo ter atrapalhado e muito as indústrias e a indústria de energia mais especificamente neste país.

Energia solar seria uma realidade se as tarifas de importação de produtos de tecnologia fossem mais baratas ou zeradas.

A única coisa que o governo precisa fazer pra melhorar o setor é o que ele não vai fazer: sair dele, deixar o setor completamente livre

Abraços


Sim, de fato.

Marx era um liberal e para ele, o capitalismo deveria ser deixado livre para que chegasse logo o seu auge e o seu declínio. Para ele, quanto mais o capitalismo prosperasse, mais seriam criadas as condições para se chegar a sua propostas do socialismo e, por fim, o comunismo amplo e irrestrito. De fato, o capitalismo e a livre iniciativa geram um estado de riqueza tal que é fácil as pessoas esquecerem como é fácil cair na pobreza absoluta (vide Venezuela), e as pessoas teimam em achar que a desigualdade de riqueza é um problema (e isso é até estimulado - vide o artigo do Tucker sobre a inveja).

A grande mancada dele foi crer que, no auge do capitalismo, as pessoas estariam tão descontentes que facilmente se renderiam à revolução. No entanto, essa sua mancada é facilmente entendida quando se olha o estado do mundo de seu tempo (início da 2ª revolução industrial), em que se trabalhava 12h, 14h, crianças e mulheres morrendo à míngua nas fábricas insalubre e os homens nos campos de batalha da Europa. Não dá pra avacalhar o cara só porque ele não predisse o que aconteceria 150 anos depois dele, se não teríamos que avacalhar com todos os "grandes" pensadores até mesmo do século passado (prever coisas, mesmo com a ciência ao seu lado, ainda é uma "arte" das mais difíceis).

Na verdade sua doutrina foi tão bem aceita (por causa da riqueza que o capitalismo gera) que até hoje a gente luta pra desmontar o que ele montou.

Abraços




Li vários comentários, muito bons e com idéias claras a respeito do assunto. Quanto a repulsa ao Nazismo, credito muito ao fato de que os Aliados, conseguiram entrar em campos de concentração, e presenciar in-loco, as atrocidades ali cometidas. Fizeram filmagens de pilhas de corpos esquálidos, mutilados, e das cinzas de milhares de corpos queimados nos fornos. Um crime sem precedentes em seculos. Ao passo que os crimes cometidos pelos COMUNISTAS, são contados por sobreviventes, ou pessoas que fugiram desses regimes, mas não ha provas, porque ninguém que fosse investigar teve acesso. As execuções em massa na China, na União soviética, no Cambodja, entre outros países, não foram documentadas, nem a posteriori, se tem material, é muito escasso. Credito isso ao fato de que muitos que aderem a teoria Comunista-Socialista, por não haverem provas documentais de tais horrendas atrocidades. Lamentavelmente, muitos jovens em nosso país, são cooptados por essa doutrina nefasta, dentro de meios acadêmicos principalmente.


Não se esqueça que o povo (sua educação e cultura) é essencial para ficar como a suíça.



Olá Pessoal!

Escrevi um artigo e gostaria de saber se ele está apto a ser publicado no site. Teria algum email que eu poderia encaminhar para vocês avaliarem?

Obrigado!


é sóbrio dizer que, no Brasil, por motivos culturais, não toleramos os regimes de trabalho que se mostra lá: nem os forçados, nem os escravos (ou similares). Há muitas particularidades na China que não se compartilham com outros países.



Você pode não se importar com a lógica ou com a razão mas inevitavelmente em algum momento ela irá se impor, você querendo ou não.Viver só na emoção e balizar suas ações apenas nela é apenas fuga,mais nada do que isso.


A economia nazista era , economia militarizada ou seja , acaba os recursos em nosso país , invadimos outros e outros , não produzia mercadoria , apenas se expandia é invadida países vizinhos para roubar recursos .


Exercício interessante esse o de enumerar os motivos pelo qual o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo. Mas a pergunta é sem propósito.

Ter pelo comunismo o mesmo nível de repulsa que se tem pelo nazismo seria uma reação bastante dispendiosa, não acham não?

Odiar o nazismo é fácil, porque praticamente não existem nazistas. Já comunistas...

Mas as comparações feitas são muito válidas.


bom depende se estamos falando da africa do sul ou da somalia


infelizmente as pessoas são movidas mais ela emoção do que pela razão isso não significa que vamos sempre perder pois ja ganhamos muito e temos muito mais a ganhar olhe pros países capitalistas de livre mercado esse é o legado do liberalismo econômico


te convencer dos ideais libertários ? bom primeiramente queria saber porque você acha que as ideias libertarias são utópicos ou tem uma pegada utópica eu era um liberal minarquista eu comecei a ler muito sobre o libertarianismo e cada vez mais me convencia de que o estado não era necessário o anarco capitalismo não é nada surpreendente é o capitalismo de livre mercado com ausência de estado serio o que tem de utópico nisso ? você acredita ne estado minimo em liberalismo econômico quase que total ? bom então imagine um estado minarquico ele não tem influencia nenhuma na vida social das pessoas casamento gay , drogas , armas é tudo liberado as pessoas tem liberdade social e nesse pais o estado não interfere na economia regulamentação estatal , empresas estatais , órgãos reguladores , leis trabalhistas que impedem qualquer tentativa de empreender isso não existe aqui e impostos são poucos e baixíssimos o estado não interfere na liberdade econômica das pessoas e por ultimo estamos falando de uma sociedade rica gerada pelo livre mercado nessas condições a maioria das pessoas são pacificas agora que ja imaginou isso tire o estado qual foi o grande impacto que colocaria o anarco capitalismo como uma ideia utópica? bom terminando eu queria te recomendar um canal no youtube chamado ANCAP.SU ele teve grande influencia em mim pois parecia que pra cada duvida que eu tinha existia um vídeo especifico para a minha duvida por exemplo quando eu tinha duvida sobre segurança e justiça tinha uma playlist de 6 videos detalhando como isso iria funcionar e também é super didático nada complicado nem muito longo


No caso, concordo plenamente, é incrivel a quantidade de cursos no mercado como o colecao pipoca gourmet, profissao brigadeiro, artesanatos em geral, o que so mostra que o numero de empreendedores so aumenta em nosso país.


E mesmo o Brasil sendo consumista e tendo uma das menores cargas tributárias do mundo, ainda sim essa taxa pode-se elevar para patamares entre 40% a 50%?



Cara, quem se importa com a lógica? Com os fatos? O que vale é a emoção. Explore o ressentimento, explore a desigualdade de pouca gente ficando muito rica e muita gente ficando rica, mas não na mesma proporção. Dane-se a pobreza. É poder. É cultura. Os liberais vão perder sempre.


Não. O que teremos eternamente, ao menos aqui no Brasil, é um feijão com arroz. Nunca iremos para o socialismo venezuelano ou cubano, mas também nunca iremos para o capitalismo suíço ou honconguês.

Ficaremos sempre em cima do muro. Prosperaremos em relação aos nossos vizinhos mais socialistas (Equador, Bolívia, Venezuela e Argentina), mas ficaremos para trás em relação ao resto do mundo.

Há o lado bom desta nossa inércia: jamais seremos Cuba ou Venezuela. Mas há o lado ruim: jamais seremos desenvolvidos.



Concordo com essa visão, entretanto, ela me gera uma dúvida: se isso for verdade, e os fracassados sempre criticarem o capitalismo, não seria utópico pensar em um mundo capitalista?

Gosto muito do Mises Brasil, pois é um local repleto de pessoas intelectuais. Tenho crescido muito intelectualmente, mas volta e meia me pergunto se a visão de alguns não está tão 'utopizada' quanto o socialismo de Marx.

Eu sei, há diferenças, inclusive matemáticas, mas sempre tento me manter com o pé no chão. Gostaria que alguém pudesse me convencer de que é possível instaurar os ideais libertários.


totalmente compreensivel, a populacao ja entrou em descredito noe stado ha muitos anos. E isso os esquerdopatas nao enxergam. basta ver como funciona o uber e os problemas que ele tem enfrentado por aqui no Brasil



Off Topic: A taxa de poupança interna e externa é um conceito de fluxo de renda anualmente?
Por exemplo, a população brasileira conseguiu auferir uma taxa de poupança interna em torno de 20% do PIB, isto quer dizer que a população conseguiu economizar 20% do PIB naquele ano ou durante todos esses anos anteriores?

É um conceito de renda anualmente ou é acumulativo?


Quais livros voces me recomendam eu ler para me tornar um anarco-capitalista?


Não há nenhuma maneira de medir a qualidade e o sucesso de um produto pelo qual os consumidores são forçados a pagar. ( Murray Rothbard ) Perfeita essa frase!


O futuro é de abundância. Esse dias assistir um vídeo sobre inteligência artificial e fiquei abismado com a utilização da IA na produção, no tratamento de saúde, etc.




O capitalismo é o sistema mais dinâmico e funcional que temos. Mas é um sistema que foi e será constantemente criticado e demonizado por fracassados. Mas como não são homens o suficiente para responsabilizarem-se por seus próprios fracassos, terceirizam a culpa, um dos sintomas mais claros de quem é esquerdista. Resultado? Viram socialistas.


E digo mais, aprendi com um professor de economia, que estudava as ideias do Schumpeter: o que causa o aumento da renda per capita é o aumento da produtividade. O que causa o aumento da produtividade é o desenvolvimento tecnológico. Daí podemos discutir o que causa o desenvolvimento tecnológico: educação de pessoas e competição entre empresas (ou países).


Recordar é viver! Olha a linda conclusão deste comentário iluminado!!!!! Kkkkkkkk

Anarcofóbico 18/02/2014 20:27
O que vocês parecem não querer entender é toda essa mácula ao humanismo gerado pelo capitalismo! Muitos se tornaram celerados diante das imposições maléficas do capitalismo, que pretende destruir a bondade e a preocupação com o social e coletivo. O socialismo é muito importante porque não permite que um cresça e deixe outro para trás! Às vezes é preciso deixar a razão e a lógica de lado e pensar com o "coração"! Veja como o capitalismo tem tentado destruir a Venezuela e Cuba, os maiores paraísos onde o homem deseja viver. Sei que muitos foram manipulados por agentes da CIA e estão tentando levantar uma leve oposição, mas percebam o quanto a ausência de estado quase destruiu civilizações inteiras! É por isso que o Brasil tem experimentado um crescimento sem comparação, mercado aquecido, muitos empregos, ou seja, o socialismo está melhorando nossas vidas! E vai ficar cada vez melhor qdo chegarmos ao nível de Venezuela e Cuba em breve! Se Hong Kong é tão bom, pq vcs não se mudam pra lá?


Sinto que influenciei a pauta do IMB ( com um comentário ontem) e estou feliz por isso.

Sobre a pobreza no Brasil, especificamente no Nordeste, se eu fosse governante ou tivesse alguma influência, buscaria meios de aproveitar a energia solar em larga escala.


Acho que os invejosos sempre existiram e sempre existirão, o problema é não haver vozes contra essa corrente, quem exalte a meritocracia, a riqueza, o vencedor, etc.

Esses grupos ditos progressistas são nojentos, uma bando de fracassados, quando não financeiramente ou sexualmente.

Eu posso até discordar de algumas ideias do Trump e de muitas do Bolsonaro, mas dou ponto a eles pela porrada que eles dão nos progressistas. Nisso eu admiro o Partido Republicano, mesmo que no poder eles tenham agido de forma diferente, mas pelo menos no discurso ainda defendem o mérito, a livre iniciativa, a economia de mercado.



Um lixeiro americano ganha mais do que um médico cubano.

Um brinde ao capitalismo.

PS: Com Le Chandon !


O comunismo se utiliza (1) da raiva humana, revoltas e complexos pessoais presentes em pessoas frágeis; (2) de arquétipos messiânicos; (3) de falso intelectualismo; e (4) de salvador de minorias.

E o mais narcísico e efetivo, como já falei, é o falso intelectualismo, pois o cerne da ideologia comunista são as duas ideias mais burras já tidas na história da humanidade: a ideia de que imprimir dinheiro e sair distribuindo pras pessoas vai tornar todo mundo rico, e a ideia de que é possível planificar preços na economia em um mundo onde os recursos são escassos e o comportamento humano.

Essas duas ideias imbecis levaram milhões a ruína. Eles fazem tudo isso, e no final dizem que deturparam Marx.


No mundo houve um grande êxodo para países capitalistas em busca de trabalho. Em Miami boa parte da população são cubanos que fugiram da miséria em Cuba, e atualmente esses refugiados mandam mesada para familiares para atenuar a pobreza