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Últimos comentários


Trabalhos como recortar a grama, remover o lixo das ruas, ser mecânico, dentre outros.


A pergunta correta seria: [...] para QUEM serve ?
Resposta:
Não há imposição alguma para que uma pessoa siga o Cristianismo, trata-se de uma adesão voluntária, certo ?
Acabe com a religião e verás os Estados/Governos "tomando o lugar dela", afinal isto já é algo em curso, inclusive com falsos cristãos infiltrados na Igreja.
Pense nisso.



Sugestão de leitura: " DESINFORMAÇÃO " escrito por ION MIHAI PACEPA e " PODER GLOBAL E RELIGIÃO UNIVERSAL " escrito por JUAN CLAUDIO SANAHUJA.


Tive um orgasmo quando li a parte que afirma o libertarianismo como algo "tão em voga".


Grande legado libertário da Igreja, Giordano Bruno não curtiu esse comentário


O cristianismo ou catolicismo nunca pregou a 'solidariedade compulsória'. Nunca pregou tirar de quem produz e dar a quem não o faz. Ele pregava ensinar o homem a pescar e não dar-lhe o peixe e a solidariedade voluntária: cada um dá o quanto quer e se quiser. Essas são as bases do cristianismo.

Quem prega tirar à força dos que suam e se esforçam, para dar àqueles que não são eficientes e assim não obrigá-los a ser mais eficientes, é o socialismo e comunismo.

Essa papa esquerda e muito.


Será que a intenção não seria criar uma divisão entre Libertários e Conservadores que tem se unido pelo mundo? A União destes dois grupos será imprescindível para a Direita manter uma representação política forte no próximo ano...


Pessoal, um defunto tem direito de propriedade? Ao morrer perdemos o nosso direito de propriedade e liberdade?
Insisto nessa reflexão.

Porque pensem, só exercem os direitos naturais as mentes pensantes e racionais, ou seja somente aqueles que possuem capacidade cognitiva para exercer e identificar o direito de propriedade e liberdade.

Se uma pessoa morre, o seu corpo não é mais sua propriedade, já que ela deixa de ser uma mente pensante, é como um corpo sem dono.

Parem pra pensa, se um cara morre, ele perde o direito de propriedade sobre seu corpo.
Ele deixou de exercer, identificar e ser uma ''mente pensante'' para exercer direito de propriedade.

Pode parecer cruel, mas até certo ponto é verdade. Mas isso sem falar nos conflitos com direito de crença e etc.


Eu acredito que quando alguém mata um inocente, este assassino quer roubar o título de propriedade da vítima. No caso, poderia pegar orgaos para vender....

Enfim, o que acham? É só uma reflexão e não mera posição.


O conceito do individuo como ente importante em si mesmo (cada homem como filho de Deus) é a base do cristianismo. Mas não se pode esquecer que essa individualidade que emana do Altíssimo não se confunde com a subversão da base daquilo que o próprio Deus conclama como sendo os seus desígnios p/ o homem. Analisando sob essa perspectiva, talvez entendam com mais propriedade o pensamento do Papa.


"Se ela caiu por causa do tamanho do estado isso não tem relação com a pergunta n.1, o que importa é que ela cresceu enquanto o estado crescia."

Ela cresceu enquanto o estado crescia ou o estado cresceu enquanto ela crescia? São coisas completamente distintas. Primeiro vem o crescimento e a acumulação de riquezas; depois, só depois vem o crescimento do estado.

É impossível ocorrer o inverso. A lógica é clara: é impossível algo crescer por estar sendo tributado e regulado. Algo pode crescer apesar de estar sendo regulado e tributado.

Você não irá enriquecer se eu viver pendurado em você, tomando seu dinheiro e consumindo tudo o que você acumula por meio do seu trabalho. No máximo, você pode enriquecer apesar de eu estar parasitando você. Você não pode crescer em decorrência de eu estar parasitando você.

O mesmo vale sobre o que você disse de Portugal. Aliás, sobre Portugal, é um saque e tanto. Você pretende dizer que o estado português era ultra-regulador e incorria em redistribuição de renda?

"A Inglaterra se enriqueceu antes da revolução industrial. Primeiro se acumula capital, depois se industrializa. A Inglaterra acumulou capital pois tinha um estado forte e as navegações, grande negócio da época, estavam bem regulamentadas."

Estado forte? O estado inglês regulava a vida das pessoas? Regulava a economia? Impunha regras e encargos sociais e trabalhistas?

O gozado é que a esquerda diz que a Revolução Industrial e suas "baixas condições de trabalho" decorreram exatamente da inexistência de um estado regulador. E agora você diz que o estado britânico era ultra-regulador, social-democrata e por isso a economia cresceu e enriqueceu?

Por favor, consenso.

P.S.: ah, sim: o estado britânico era "tão forte", que não fez nem sequer uma Constituição. A lei era consuetudinária. E nem tentou regular o comércio (vide as Corn Laws). "Estado forte" assim eu também quero.

"Compare a arabia do tempo dos beduínos, sem estado e anárquico, com a arabia de hoje, um estado forte e centralizador."

Entendi. Você está comparando um país de séculos atrás com o mesmo país hoje, e concluiu que hoje eles estão melhores. Brilhante! Agora, por favor, encontre um mísero país que esteja pior hoje do que estava séculos atrás.

Nem mesmo a Coreia do Norte...

É cada um...



Dar ouvidos a esse Papa?!

Rapaz, já ouviu que a Igreja tem usurpadores dentro da Igreja?



O individuo ao menos existe concretamente, ao contrário de noções abstratas como ''nação, povo, etc''


A única coisa boa dessa declaração foi ver o pessoal "disquerda" usando o Papa, líder da igreja católica que eles tanto criticam pelo seu conservadorismo, como exemplo a ser seguido contra os libertários.


Não sei como ainda existem católicos que ainda dão ouvidos pra esse Papa.

Além dessa, várias coisas que ele disse não fazem parte da doutrina e tradição católica.


"1) Roma?! Se fodeu toda exatamente quando seu estado cresceu."

Lamento, mas não consigo dissociar Roma e Estado Romano. Roma fodeu todo e qualquer organização social fora do conceito de estado. Se ela caiu por causa do tamanho do estado isso não tem relação com a pergunta n.1, o que importa é que ela cresceu enquanto o estado crescia.

Portugal idem. Alias, depois da queda de Roma foi o primeiro estado a se organizar, o que permitiu o acumulo de capital e posteriormente financiar as grandes navegações.

A Inglaterra se enriqueceu antes da revolução industrial. Primeiro se acumula capital, depois se industrializa. A Inglaterra acumulou capital pois tinha um estado forte e as navegações, grande negócio da época, estavam bem regulamentadas.

2) Arabia Saudita x Arabia Saudita. Não há melhor comparação com si própria. Compare a arabia do tempo do beduínos, sem estado e anárquico, com a arabia de hoje, um estado forte e centralizador.


Em 2004 a FGV realizou uma pesquisa junto às universidades públicas brasileiras onde uma das questões era saber quem pretendia empreender, ou seja, "montar seu próprio negócio/empresa". O resultado foi um lastimável 2%.
Apesar da pesquisa ter sido feita em 2004, não creio que tenha mudado muito...no Brasil ainda hoje a grande maioria "sonha" em viver encostado no Estado.



Bom dia.
O link PPT está dando erro, por favor teria como resolver.

Grato.


Porque o que gera riqueza e prosperidade é divisão do trabalho, poupança, acumulação de capital, capacidade intelectual da população (se a população for burra, a mão-de-obra terá de ser importada), respeito à propriedade privada, segurança institucional, desregulamentação econômica, facilidade de empreender, moeda forte, ausência de inflação, empreendedorismo da população, leis confiáveis e estáveis, arcabouço jurídico sensato e independente etc.

O Paraguai tem alguma dessas características? E o Chile? Qual dos dois tem mais?

Ter baixos impostos ajuda muito (tanto é que o Paraguai vem progredindo bastante), mas está longe de, por si só, resolver tudo.



Apesar de ser um "letrado", seus comentários são mais engraçados do que realistas.

Claro que foi o mercado que proporcionou o descanso. Nenhuma empresa quebrada vai proporcionar descanso. Uma empresa quebrada vai demitir os funcionários, ou vai pagar menos, ou vai sobrecarregar os funcionários. Se não fizer isso, essa empresa vai dar calote.

Você caiu na velha estória do generalismo, construtivismo e dirigismo, onde se criam regras e "políticas públicas" que supostamente melhoram a vida das pessoas.

Se as políticas públicas são boas, por que os pobres não estudam ? Por que as pessoas preferem tomar cerveja a estudar ? Por que os pobres gastam seu mísero salário em baile funk e futebol ?

Capitalismo é competição. A competição traz resultados, crescimento e melhoria de produtividade. Não é a redução da competição que vai trazer mais produtividade.

O senhor já experimentou jogar futebol sem as traves dos gols ? Já jogou basquete sem as cestas ? O senhor já participou de um campeonato que não tem campeão ? Faça esse teste e veja se os atletas melhoram de desempenho.

O estado é o leviatã. Não por ser o juiz do jogo, mas por ser um juiz que faz gols. É um juiz que quer chutar a bola e fazer parte de um dos times. O estado é um juiz parcial. É um juiz que destrói o fair play.


Eu tenho uma dúvida: por que o Paraguai não é desenvolvido igual, por exemplo, o Chile?

O país possui baixos impostos e a liberdade econômica é bem maior que do Brasil.


Se os ricos não derem um salário que os trabalhadores achem que vale sua mão de obra, eles irão empreender com seus próprios recursos (e também podem contratar funcionários próprios).

O Brasil é um exemplo disso e ao mesmo tempo não é. É um exemplo disso porque o desemprego e a informalidade são altas, mas não é um exemplo porque quem faz o desemprego e a informalidade serem muito altos aqui é a CLT e a nossa burocracia soviética.

O empreendedorismo pequeno (mesmo informal) força as grandes empresas abaixarem seus preços e aumentarem os salários para não perderem sua reserva de mercado. Dá pra desenvolver mais, mas basicamente é isso.


No extremo, eles próprios podem ir trabalhar, utilizando seus bens de capital.

Agora, a outra pergunta é: sem os ricos para fornecer empregos, bens de capital e salários, como os pobres sobreviveriam?

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2535


Seguindo a linha de raciocinio deste texto, a pergunta é se o trabalhador cruzar os braços, aonde os ricos vão tirar o dinheiro?


"[a] existência de pessoas mais abastadas que viviam bem distante do limiar da sobrevivência, como nobreza e realeza que existem nos mais variados graus há ao menos uns 7 mil anos."

E quantas pessoas ao redor do mundo faziam parte da realeza e da nobreza? Não chegava nem a 0,1% da população mundial.

A esquerda, como sempre, não sabe nem o mais básico sobre matemática.

"mas por uma saraivada de fatos que são deixados de fora ainda mais evidentes e acessíveis que os eventos históricos mais longínquos e que contradizem frontalmente o argumento central do texto."

Vejamos.

"Se a tese do texto está correta, então é urgente explicar:"

Segundo você próprio, se o seu "desafio" abaixo for explicado, então o texto está correto. Vejamos se você cumprirá sua palavra.

"Por que nesse exato momento no Brasil estamos diante de um massivo esforço movido pelo empresariado para ampliar a jornada de trabalho?"

Não há absolutamente ninguém querendo aumentar a jornada de trabalho. Absolutamente ninguém está falando em aumentar as horas semanais. Aliás, o problema da indústria é exatamente o contrário: ociosidade.

www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2016/07/ociosidade-na-industria-em-2016-sera-a-maior-em-15-anos/

oglobo.globo.com/economia/uso-da-capacidade-na-industria-esta-no-menor-patamar-em-20-anos-20735276

E todas as indústrias estão dando férias coletivas.

www.google.com.br/search?q=ferias+coletivas&oq=ferias+coletivas&aqs=chrome..69i57j0l5.1942j0j9&sourceid=chrome&ie=UTF-8#q=ferias+coletivas&tbm=nws

Dar férias coletivas é o exato oposto de querer aumentar a jornada de trabalho.

"Por que empresas que atingem alta produtividade em países desenvolvidos, de repente decidem abrir filiais em países menos desenvolvidos onde a produtividade é evidentemente menor?"

Por causa da carga tributária, das regulamentações trabalhistas e das pressões sindicais. As três, em conjunto, encarecem artificialmente os custos de produção. E empresas querem sempre reduzir os custos de produção, pois os consumidores exigem preços baixos. Não dá pra vender a preços baixos se os custos de produção impostos pelo governo só aumentam.

Vide, por exemplo. o que os sindicatos fizeram com as montadoras americanas.

Adicionalmente, essas empresas levam seus bens de capital e seu know-how para esses países, de modo que a mão-de-obra local -- agora em posse desses bens de capital e recebendo treinamento -- se torna imediatamente mais produtiva.

"Por que mão de obra menos produtiva porém mais fácil de explorar inclusive pela falta de legislação e sindicalismo é frequentemente preferível à mão de obra mais qualificada que, segundo o texto, atingiu um pico máximo de produtividade, ao ponto de por vezes fecharem fábricas nos países mais produtivos para abrí-las nos menos produtivos?"

Acabou de ser explicado na resposta acima. A resposta aqui seria absolutamente a mesma.

"Por que tamanha resistência dos liberais contra leis trabalhistas e sindicalismo se estes nada mais fazem do que sacramentar aquilo que já foi obtido simplesmente pelo desenvolvimento produtivo e pelo mercado?"

Pela terceira vez: explicado acima. Vamos repetir, pois você parece ser lento: leis trabalhistas e sindicalismo geram custos artificiais de produção. E empresas fazem de tudo para evitar custos artificiais de produção, pois têm de satisfazer consumidores. E consumidores querem preços baixos.

"E quanto as evidências de campanhas sindicais por redução de jornada de trabalho? Elas surgiram depois da redução efetiva?"

Sim. Links no artigo.

"Sem ser capaz de explicar coisas como estas, o texto é na melhor das hipóteses uma interpretação criativa para um fenômeno que pode ser o exato contrário."

Tudo explicado agora. E aí, vai honrar sua palavra?

Apenas lamento que você tenha escrito um tratado para dar vazão à sua gemeção, e estão não resistiu a um simples e direto uso da lógica.


Logo no início do texto, temos a afirmação: ["A riqueza produzida pelo capitalismo nos permitiu satisfazer nossas demandas humanitárias de maneiras que não eram nem sequer sonháveis em outras épocas, QUANDO TODOS os seres humanos viviam, diariamente, no limiar da sobrevivência."] Grifo meu.

Tal evidente absurdo poderia ser apenas um descuido, visto que mais adiante o autor deixa claro saber da existência de pessoas mais abastadas que viviam bem distante do limiar da sobrevivência, como nobreza e realeza que existem nos mais variados graus há ao menos uns 7 mil anos. Sem contar aquelas que mesmo não sendo parte de uma casta elitista, tinham condições de vida melhores.

Mas essa aparente miopia pontual de certa forma se perpetua por todo o texto, que embora seja competente em fornecer uma interpretação plausível para a realidade, mais impressiona não pelo que apresenta, mas por uma saraivada de fatos que são deixados de fora ainda mais evidentes e acessíveis que os eventos históricos mais longínquos e que contradizem frontalmente o argumento central do texto.

Se a tese do texto está correta, então é urgente explicar:

- Por que nesse exato momento no Brasil estamos diante de um massivo esforço movido pelo empresariado para ampliar a jornada de trabalho? Será que após 80 anos de uma legislação que estabeleceu 44 horas semanais como máximo, a produtividade que deveria ter crescido enormemente de repente se vê necessitada de promover o absoluto oposto do que é argumentado no texto?

- Por que empresas que atingem alta produtividade em países desenvolvidos, de repente decidem abrir filiais em países menos desenvolvidos onde a produtividade é evidentemente menor?

- Por que mão de obra menos produtiva porém mais fácil de explorar inclusive pela falta de legislação e sindicalismo é frequentemente preferível à mão de obra mais qualificada que, segundo o texto, atingiu um pico máximo de produtividade, ao ponto de por vezes fecharem fábricas nos países mais produtivos para abrí-las nos menos produtivos?

- Por que tamanha resistência dos liberais contra leis trabalhistas e sindicalismo se estes nada mais fazem do que sacramentar aquilo que já foi obtido simplesmente pelo desenvolvimento produtivo e pelo mercado?

- E quanto as evidências de campanhas sindicais por redução de jornada de trabalho? Elas surgiram depois da redução efetiva?

Sem ser capaz de explicar coisas como estas, o texto é na melhor das hipóteses uma interpretação criativa para um fenômeno que pode ser o exato contrário. Como garantir então que a legislação de fato não sobreveio somente após a luta sindical? (Aliás o texto parece misturar o âmbito legislativo com o sindical como um todo indissociável.)

Na melhor das hipótese, a explicação dada pelo texto não é superior a seguinte: O Estado, sendo o leviatã hobbesiano, existe para evitar o estado de guerra generalizada, ou neste caso, da Luta de Classes, que pela assimetria numérica tenderia a terminar com a vitória das massas trabalhadoras sobre as minorias proprietárias. Assim, a legislação nada mais faz do reagir a essa tensão e mediar o conflito.

Curiosamente também, a leitura que o texto faz é perfeitamente redutível a uma análise marxista, onda a (infra) Estrutura econômica, ao viabilizar uma realidade mais humana, produz uma Super Estrutura de valores morais que dignificam a agora possível realidade, como a eliminação do trabalho infantil. (Por sinal a falta de sensibilidade é tamanha que o texto parece necessitar da evidência de que famílias abastadas protegiam seus filhos do trabalho precoce, como e isso não fosse intuitivamente óbvio pelo simples dado imediato da natureza humana.)

Em suma, o texto pura e simplesmente, pensando duma forma puramente material e dialética, onde as preocupações morais não parecem ter poder causal, inverte efetivamente a causa e o efeito. Poderia até ser uma alternativa teórica plausível não fosse sua completa incompatibilidade com as supra referidas questões além de parecer cego para obviedades do tipo a vida familiar campestre, mesmo marcada pelo trabalho geral para si própria, não ser preferível a fragmentação da família em cargos submetidos a um empregador externo.

Como disse G.K.Chesterton, foi o Capitalismo que destruiu a família, removendo-a do campo e reduzindo seu número ao limiar da não perpetuação. E segundo o que vemos aqui, como se isso não bastasse, ainda diz fazer o contrário.



Eu ia responder tudo, mas quando li logo no início "O Economic Development Board é o responsável por desenvolver parques industriais, incubar novas empresas e fornecer serviços de consultoria em negócios" desisti porque estatistas são demasiados mentirosos.

Senhor anônimo, esse órgão estatal não é responsável por absolutamente nada disso. Uma breve busca no Google digitando seu nome é possível perceber claramente isso.
O EDB é simplesmente mais um fundo de investimentos (o nome disso é Statutory Board) que o Marcos explicou mais de uma vez na resposta dele. Favor reler a resposta.

Mesmo se ignorarmos a parte "desenvolver" (algo que nenhum Statutory Board faz), essa descrição que deram para ele está incorreta. Pois esse fundo não é focado nem em tecnologias e nem em parques industriais, é focado em consultorias e negócios (algo completamente distante de tecnologia e parques industriais).

O resto nem li. Se mentiram logo na primeira linha e em tudo o que o Marcos respondeu, devem ter mentido em todo o resto também. Como sempre.


Podem criticar, mas não precisa manipular! Em primeiro lugar: 4,5% de RETORNO é muito diferente de 4,5% de CRESCIMENTO. Significa que os donos do capital viveram de lucros por milênios, não que reinvestiram todo esse lucro para expandir o capital. Por exemplo, uma pessoa milionária, com 1 milhão na poupança, receberia - a essa taxa - R$45.000 por ano, o que dá "míseros" R$3.750 por mês. Aí o milionário vive dessa renda, e provavelmente ainda reclama que é pobre. Claro que poderia viver "ainda mais miseravelmente", guardando R$750 e gastando só R$3 mil, mas coitado! Como ele conseguiria viver com "tão pouco"? (Claro que a poupança rende bem menos que isso, afinal, poupança é pra pobre. Ricos mesmo têm capital suficiente para fazer investimentos bem mais rentáveis. 4,5%, como Piketty diz, é a média. E a média é fortemente influenciada pelas grandes fortunas.)

Em segundo lugar: a concentração de riqueza caiu antes dos anos 1970 por duas causas: 1) as duas guerras mundiais, sendo a segunda o que mais chama a atenção no terceiro gráfico (não os picos de 1929 e 2008) e 2) graças a medidas, ahm, socialistas tomadas pelos europeus, basta ver como a desconcentração do capital foi muito mais forte lá que nos EUA.

Terceiro: os dados de hoje são muito mais completos que os da época de Kuznets, e Piketty afirma isso. E mesmo não sendo perfeitos, são o melhor que temos. O que vocês sugerem? Fazermos economia com varinha de condão e bola de cristal?

Finalmente, tem gente aí chamando o Piketty de "mau caráter" porque ele usa projeções futuras nos gráficos, como se isso já não ficasse claro pelos anos impressos no eixo X, e como se ele não explicasse isso claramente no livro. Francamente...


Mas como funcionaria o reajuste apenas para os sindicalizados? Imagina a confusão


Inss é bem mais vantajoso que previdência privada, mas ta quebrado e vai ter q reformar.
Sem inss teríamos uma legião de mendigos, quase ninguém se preocupa em fazer uma previdência ou seguro de vida. Além de uma tragédia humana futura, o custo para o estado seria apocalíptico com milhões de idosos sem aposentadoria.


A questão toda é que as conquistas do sindicatos vão pra todos os trabalhadores, então vamos alterar para que os benefícios sejam apenas para os sindicalizado. O problema é que seria inviável beneficiar apenas alguns.


Obrigado Leandro! Faz todo sentido, ainda mais o FGTS que é um dinheiro que roda pela economia.


Não é bem assim, sindicato mais forte é dos bancários o qual também tem o setor mais agressivo na exigência de produtividade.


O problema é que a esquerda tomou os sindicatos, bastava que a direita ou libertários os tomasse de volta. O problema é que vcs tem ódio do sindicato, quando deveriam ter ódio apenas da esquerda.


Cada um defende seu próprio interesse, sindicalista e os trabalhadores irão usar das estratégias mais vantajosas pra eles, assim como patrão e consumidor irão odiar pq é desvantajoso pra eles. Ganha o mais forte como qualquer relação relação mercado.


O problema é que é mais difícil negociar sem o empresário sentir no bolso. Com a greve se torna mais vantajoso para o patrão dar aumento do que arcar com o prejuízo da falta de produção.


Pelo contrário, agora pra conseguir reajuste negociado pelo sindicato vai ter que contribuir. É uma maravilha não pagar e ainda receber os benefícios de quem paga.


Mas é ele que ira conseguir qualquer ajuste o vantagens salariais, ou vc acha q pode bater na porta da diretoria de uma grande empresa e exigir algum aumento?


Não, Cleidison. O pessoal simplesmente acha errado dá os R$ 100,00. Ponto final.
Você comete o mesmo erro duas vezes e manda o cara ir pensar...


Obrigado pela resposta, Silvio.


Só ma correção: eu falei que eu acho que estas informações não procedem. O que eu quis dizer é que provavelmente as pessoas aqui do site não concordem com esta opinião.


Não existe isso de dinheiro parado em alguma aplicação ou conta inativa. Nenhum dinheiro fica trancado dentro de um cofre, apenas aguardando seu momento de saque.

Todo o dinheiro em formato eletrônico, por definição, foi emprestado para alguém ou repassado para terceiros. Isso vale para FGTS, INSS, previdência do setor público etc.

Não existe dinheiro parado.

No caso específico do FGTS, uma parte do dinheiro foi para o BNDES (que financia Eike Batista e as empreiteiras da Lava-Jato) e a outra foi para financiar a aquisição de imóveis.

Logo, para que esse dinheiro seja devolvido para seus donos de direito antes do prazo previsto, o "gerente" deste dinheiro -- independentemente de quem ele seja -- terá de recuperá-lo antecipadamente. E como ele fará isso? Terá de vender ativos.

De novo: não tem mágica; não existe isso de "dinheiro parado em uma conta inativa" que pode ser sacado a qualquer momento.

Mesmíssima coisa acontece inclusive com o dinheiro em seu fundo de investimento (como, por exemplo, um Fundo DI). O dinheiro não está ali, paradinho, apenas esperando você passar seu cartão de débito. O dinheiro está na economia. Quando você passa seu cartão de débito, o gerente do fundo tem de vender ativos para que o dinheiro caia na sua conta.

No caso do FGTS, tanto é verdade que o dinheiro não está ali disponível, que as datas foram escalonadas em vários meses. Estivesse o dinheiro realmente "parado na conta", a restituição não dependeria da escalonagem de datas; ela poderia acontecer a qualquer momento.


"Soube que no Brasil Durante os anos de 1960 até a980 o país desenvolveu bastante, graças as políticas keynesianas."

Sim, desenvolveu bastante... os anos 1980, então, foram espetaculares. Hiperinflação de 2.500% ao ano e pobreza crescente e dantesca.

Mas os anos 80 não ocorreram por acaso. Eles simplesmente foram a culminação de tudo de errado que foi feito nas décadas de 1960 e 70.

Um baita e invejável desenvolvimento.

"Cingapura alem de ter tido uma política Keynesiana que ajudou a sair da crie de 2008 tem imposto progressivo."

Que quer que disse isso falou merda triplamente. Não houve crise em Cingapura, não houve política keynesiana para sair da crise (que não existiu), e não há imposto de renda para quem mora no país, mas recebe salário oriundo de fora do país. Já para quem mora no país, a alíquota máxima é de 22% (no Brasil, é de 27,5%).

Sobre a economia de Cingapura:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2059


Eu nao entendo muito de economia uma vez que nunca me aprofundei sobre o assunto.
Por isso nao tenho certeza se essa informação procede ou não. Soube que no Brasil Durante os anos de 1960 até a980 o país desenvolveu bastante, graças as políticas keynesianas.

Cingapura alem de ter tido uma política Keynesiana que ajudou a sair da crie de 2008 tem imposto progressivo.

Eu acho que essas informações não procedem, mas seria bom saber a opinar de outras pessoas sobre isso.


Perfeitamente válido. Mas nem tudo poderíamos fazer com o corpo do defunto. Há limites morais exclusivos à nossa cultura que tornariam qualquer pessoa sem escrúpulos num pária social caso fosse exposto. Um bom e óbvio exemplo é a necrofilia. Ou o praticante faria o óbvio e ocultaria suas práticas (como qualquer um já deve fazê-lo atualmente) ou, falhando, teria toda sua honra denegrida e pessoas normais se recusariam a praticar atos do cotidiano com o indivíduo.

Mas o importante é que há limites morais que complementam a ética e que esses limites morais variam culturalmente. No Japão, um peixe ainda é vivo pode ser comido. No ocidente, seria crueldade animal na certa. Outras diferenças são como brasileiro pode ser escravizado, cachorro pode ser comido, etc.


A definição dele de "burguês" vem da frase "Contra burguês, vote 16!"


É o tipo de discussão que acho totalmente estéril e que não contribui em nada para ninguém. Porque sempre acaba se resumindo a isso:

Agora, a doutrina católica é a verdade caro anônimo. Não tenho dúvida disso. - Cauê
Agora, a doutrina protestante é a verdade caro anônimo. Não tenho dúvida disso. - João
Agora, a doutrina espírita é a verdade caro anônimo. Não tenho dúvida disso. - José
Agora, a doutrina mórmon é a verdade caro anônimo. Não tenho dúvida disso. - Pedro
Agora, a doutrina islâmica é a verdade caro anônimo. Não tenho dúvida disso. - Salim
Agora, a doutrina judaica é a verdade caro anônimo. Não tenho dúvida disso. - Isaac



Isso que vc descreveu não é capitalismo. No máximo, é um "espantalho" do capitalismo projetado a partir do modelo socialista: vc está imaginando um capitalismo monolítico e centralizado, que se move em bloco para uma direção única. Quem faz isso são as economias planejadas pelo estado.
No livre mercado, se uma empresa tem excesso de produção e queda de lucros, ninguém tem nada com isso: ou ela se ajusta ou quebra. O mercado regula.


"Quem vendeu as armas para o Khmer Vermelho? Os liberais Reagan e Tatcher"

Quem popularizou essa pérola no Brasil foi Cristiano Alves, um stalinista. E quem inventou essa pérola tirada do orifício anal foi Noam Chomsky.

Ele inventou isso porque antes do Khmer Vermelho assumir o poder em 1975, deu um palpite em uma famosa revista social-democrata americana falando que essa "guerrilha" (está entre aspas porque ele não os considerava guerrilha antes deles cometerem os genocídios) eram apenas camponeses que desejavam uma reforma agrária. Ele convenientemente ignorou que antes de assumirem o poder já haviam matado milhares de pessoas.

Fora o fato que o amigo falou acima, como diabos Reagan e Tatcher poderiam ter dado as armas para eles assumirem o poder e fazerem os massacres se eles fizeram tudo isso ANTES de Reagan e Tatcher assumirem o poder em seus países?

Quem de fato deram as armas para o Khmer Vermelho, foi o Vietnã. Só ligar as datas. Logo depois do fim da Guerra do Vietnã e a resistência do Vietnã do Sul ser exterminada (1975), Laos e Camboja também foram tomados pelos comunistas.


Sultão, concordo. Porem é um dinheiro criado mas parado, sua injeção de uma vez sera que não causaria inflação?

Não da um sensação que no curto-prazo daria aquela leve inflação?



Concordo com você. No entanto, o estado democrático de direito já é uma agressão, pois coloca a sua propriedade em risco sob julgamento coletivo, como se para tomar qualquer decisão na sua vida você dependesse do sentimento de um coletivo ou coletividade.


Você consegue citar uma nação que tenha se tornado rica enquanto praticava políticas estatizantes? sim eu consigo-antes de citar quero dizer que eu não sou a favor do intervicionismo, eu sou a favor de um estado pequeno que regule so o necessario, alias a propria ideia de anarquismo não existe por completo pois é impossivel acabar com todas as formas de estado, voltando a pergunta Você consegue citar uma nação que tenha se tornado rica enquanto praticava políticas estatizantes? união sovietica foi um grande exemplo ela foi rica por um tempo mas depois voltou a ser pobre, o fato é que ela adotou o comunismo em uma região extremamente pobre contrariando este site que afirma se impossivel o comunismo ser adotado em lugares extramente pobres, outro exemplo é o da china que é um pais rico com um governo comunista


"Vocês tiram férias? recebem décimo-terceiro?"

Claro, é obrigatório imbecil, além disso o empregador faz a provisão desses beneficio, ou seja, o meu salário já está "adequado" com esses beneficios.


E dar $100, depois protestar porquê acha errado receber os 50$ de volta é um ato inteligente?
Só pensar, amigo..
Não dói nem nada..


O estado democrático de direito virou uma agressão aos cidadãos e uma justiça parcial.

O governo bananeiro continua expropriando as pessoas, mesmo havendo 40 milhões de pessoas com nome sujo, 30 milhões de processos fiscais com empresários, 20 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, 500 mil presidiários, etc.

Esse estado democrático não adianta nada, porque as pessoas são agredidas pelas próprias leis e pelo estado. Os cidadão viraram escravos do próprio governo.

Se um dia alguém tentou reduzir conflitos, acabou se esquecendo dos interesses da própria justiça e do governo.

Os direitos adquiridos são pagos com dinheiro de expropriação. É pobre pagando conta de pobre.


"Quem vendeu as armas para o Khmer Vermelho? Os liberais Reagan e Tatcher"

Hein?!

O Khmer Vermelho existiu de 1975 a 1979. Reagan assumiu o poder em janeiro de 1981!

Já Thatcher chegou ao poder em maio de 1979, exatamente no ano em que o Khmer Vermelho acabou!

Não tenho nenhum apreço por esses dois políticos intervencionistas e estatistas, mas culpá-los por algo que existiu antes deles beira a psicose.

É cada imbecil que despenca por aqui.

"Vocês tiram férias? recebem décimo-terceiro?"

Sou autônomo e sempre fui a vida inteira. Quando tiro férias, ela não é remunerada. Nunca na minha vida soube o que é um 13º salário.

Agora, se 13º é tão bom assim, por que os trabalhadores do primeiro mundo não estão vindo em revoadas para o Brasil? Era para os americanos -- que têm pouquíssimos direitos trabalhistas -- estarem invadindo o Brasil à procura do sacrossanto e salvador 13º.

"ah, sim: o êxito econômico da Alemanha Nazista, um país anteriormente falido, deve-se ao modelo adotado"

A economia da Alemanha nazista foi toda ela voltada para o esforço de guerra. Tudo o que era produzido no país era produzido tendo em mente a indústria bélica. Estaria você dizendo que o segredo para o sucesso econômico de um país é mobilizar toda a mão-de-obra e toda a indústria para a produção de tanques, metralhadoras, bombardeiros, submarinos e bombas? Se sim, então você é muito mai imbecil do que eu pensava.

Na Alemanha nazista havia pleno emprego (todo mundo trabalhava para a indústria bélica), mas havia escassez de tudo. Só havia abundância de armas. Essa é a sua ideia de economia pujante? Que ignaro.

"Esses alegados 62 milhões de mortos - somados aos 23,4 milhões na segunda-guerra - teriam tornado impossível a procriação, e portanto a existência, da população russa."

Ignaro, não se está falando apenas da Rússia, mas de todos os seus satélites (em especial a Ucrânia).

Outra coisa, você é tão burro que não sabe a diferença entre fluxo e estoque. Não se mataram 62 milhões de uma população estagnada. Entre 1917 e 1987 (70 anos), dezenas de milhões de pessoas nasceram na Rússia e em seus satélites. Matar 62 milhões de pessoas, ao longo de 70 anos, não implica a aniquilação completa dessa população, especialmente quando se sabe que a população russa era de aproximadamente 100 milhões de pessoas em 1917.

"Existe um artigo de um professor português que mostra que a população carcerária norte-americana, já em 1960, era superior aos prisioneiros de TODA a URSS (não somente Rússia);"

Você está comparando criminosos americanos a cidadãos comuns russos?! Se sim, você é muito mais doente do que eu imaginava.

Quem está na cadeia nos EUA são criminosos; já quem foi preso pelo regime russo eram simplesmente pessoas que se opunham ao regime e que tiveram suas propriedades confiscadas.

Você igualar os dois mostra bem a miséria de sua moral e do seu intelecto.

"O "patrono" deste site (Ludovico de Mises) era um judeu que fazia parte da nobreza austríaca, tendo seu avô relações de proximidade com o imperador Francisco José. Assim é mais fácil ser "liberal", não!?"

Mises foi perseguido pelos nazistas aos 59 anos de idade, teve de fugir da Europa, e chegou aos EUA sem falar inglês e sem ter absolutamente nada, praticamente um mendigo. Ou seja, começou sua vida do zero aos 59 anos de idade. Isso não é exatamente um nobre. E foi exatamente nos EUA que ele aprofundou sua obra e se tornou um genuíno liberal.

"De resto, este "cientista" - que não consegue se colocar distante do objeto de estudo, já que propõe que as pessoas devam competir em entre si da mesma forma, embora ele seja um nobre - já foi devidamente ridicularizado por Cristopher Lasch (autor liberal de direita) nos anos 1970 em seu livro "Age of Narcissism"."

Ininteligível.

Aliás, seu intelecto faz jus à esquerda brasileira: além de inverter data e nada saber sobre fluxo e estoque de demografia, ainda diz que economia de guerra é uma economia pujante e invejável, e ainda compara cidadãos comuns presos por um regime comunista a criminosos. Vaza daqui.


Algumas observações:

- Quem vendeu as armas para o Khmer Vermelho? Os liberais Reagan e Tatcher. Se têm mesmo tanta pena dos cambojanos assassinados, culpem os dois supracitados. E, seguindo a linha de raciocínio deste site, bem como dos comentaristas, cheguem à conclusão de que eles eram comunistas;

- Vocês tiram férias? recebem décimo-terceiro? se sim, agradeçam a Getúlio Vargas e sua inspiração na legislação trabalhista nazi-fascista (nacional-socialista); ah, sim: o êxito econômico da Alemanha Nazista, um país anteriormente falido, deve-se ao modelo adotado;

- Esses alegados 62 milhões de mortos - somados aos 23,4 milhões na segunda-guerra - teriam tornado impossível a procriação, e portanto a existência, da população russa. Como a Rússia ainda existe, esse número não pode ser verdadeiro (independente do fato de, sim, ter havido prisioneiros, mortos, etc);

- Existe um artigo de um professor português que mostra que a população carcerária norte-americana, já em 1960, era superior aos prisioneiros de TODA a URSS (não somente Rússia);

- O "patrono" deste site (Ludovico de Mises) era um judeu que fazia parte da nobreza austríaca, tendo seu avô relações de proximidade com o imperador Francisco José. Assim é mais fácil ser "liberal", não!?

- De resto, este "cientista" - que não consegue se colocar distante do objeto de estudo, já que propõe que as pessoas devam competir em entre si da mesma forma, embora ele seja um nobre - já foi devidamente ridicularizado por Cristopher Lasch (autor liberal de direita) nos anos 1970 em seu livro "Age of Narcissism".


E 3 anos depois, começa a desaceleração e a crise


Não sou o Leandro mas entendo que 'Não'.

O dinheiro do FGTS foi simplesmente de ser gasto pelo governo / credores para ser usado pelas mãos privadas que tecnicamente o geraram.

Não houve criação de dinheiro. Somente uma relocação singela.


MASSACRE E AINDA FOI POUCO. NÃO PODEMOS TER PENA DESSA GENTE, COMO DIZ OLAVO DE CARVALHO.


O Google é uma ferramenta de busca, ele te fornece tudo que está na superfície da internet, cabe a você filtrar.


Leandro, o saque do FGTS no curto-prazo poderia causar inflação? Isso enquanto o dinheiro não se ''dissolve'' pela economia. No curto-prazo pelo menos não haveria inflação? O dinheiro ser jogado na economia de uma vez não causaria inflação?

Eu entendo que, o dinheiro poupado foi fruto de riqueza criada, ou seja, foi dinheiro criado com LASTRO, houve uma criação de bens e serviços correspondentes aquele dinheiro. Portanto não acredito que haveria inflação, o dinheiro esta parado, não houve aumento da base monetária, não é dinheiro novo entrando na economia. Houve riqueza produzida correspondente a essa poupança. Certo?

Um amigo levantou essa hipótese da inflação e não me convenceu.



Grande Abraço.


Pessoal, um defunto tem direito de propriedade?

Porque pensem, só exercem os direitos naturais as mentes pensantes e racionais, ou seja somente aqueles que possuem capacidade cognitiva para exercer e identificar o direito de propriedade e liberdade.

Se uma pessoa morre, o seu corpo não é mais sua propriedade, já que ela deixa de ser uma mente pensante, é como um corpo sem dono.

Parem pra pensa, se um cara morre, ele perde o direito de propriedade sobre seu corpo.
Ele deixou de exercer, identificar e ser uma ''mente pensante'' para exercer direito de propriedade.

Pode parecer cruel, mas até certo ponto é verdade. Mas isso sem falar nos conflitos com direito de crença e etc.


Eu acredito que quando alguém mata um inocente, este assassino quer roubar o título de propriedade da vítima. No caso, poderia pegar orgaos para vender....

Enfim, o que acham? É só uma reflexão e não mera posição.


Abraço



Mais triste que Intervencionismo é a maioria absoluta da esquerda moderna aplaudir com tesão o Intervencionismo.

Para quem não sabe, historicamente, o Intervencionismo era considerado pelos marxistas como uma tentativa do estado burguês para o Capitalismo não colapsar.

Mesmo o Intervencionismo, assim como o Nazifascismo, sendo tido como Terceira-Via, os marxistas de forma desonesta consideravam e propagandeavam o Intervencionismo e o Nazifascismo como "extrema-direita".


Pessoal mim respondam isso.
Veja... isso ocorre hoje... a produção excessiva de produtos a ponto de o mercado estar saturado sendo assim como existe muito produto na praça ah a queda do preço, continuando esse ciclo sendo que o mercado capitalista precisa produzir mais e mais para que haja a concorrência chegaria um momento em que não haveria para quem vender pois já estaria tudo saturado, se NÃO existe venda ou uma guerra que destrua boa parte das riquezas para assim o mercado voltar a vender, NÃO VAI HAVER VENDA E SEM VENDA, SEM LUCRO e sem lucro teria CRISE DAS BRABAS... e ai precisaria de um estado para "promover" a crise??






Obrigado pelas rápidas (e pacientes...) respostas Leandro.

Para o primeiro ponto, eles linkaram exatamente o mesmo gráfico que você. Creio que não saibam interpretar gráficos...

Para o segundo ponto, não apresentaram fonte.

Para o terceiro, apresentaram essa obra: trove.nla.gov.au/work/9891637?selectedversion=NBD1758230

Para o quarto e quinto, também não apresentaram fonte.

Assim fica difícil...

Lendo novamente o tal artigo, me deparo com essa pérola:

"A partir da compreensão destes fatos podemos verificar que, ao contrário do que os defensores do Estado Minimo preconizam, de 1920 até 1940 a inflação acumulada nos EUA estava em queda [10a].

Inflação Acumulada nos EUA:

oi66.tinypic.com/8vom53.jpg

Os nºs invalidam a apologética que diz que o FED inundava a economia imprimindo dinheiro


Um dos argumentos dos revisionistas, como já dito anteriormente, é que a atuação do FED criou inflação devido a emissão descontrolada de moeda, o que seria uma das causas da crise de 29. Porém, basta conferir o histórico [10b] da inflação nos EUA de quando estourou a crise de 1929 e como ela se comportou após, mesmo com as atuações anticíclicas do governo, e perceba-se não haver pressão inflacionaria do nível de preços; a produção por trabalhador cresceu 43% entre 1922 e 1929 [11]:


Os preços caíram após a intervenção estatal na crise de 1920 e no período que abrangeu a Grande Depressão.
Não havia, assim, superabundância de crédito devido ao FED às vésperas do desabamento do preço das ações e cadeia de falências. Nem havia processo inflacionário nos EUA a despeito do crescente endividamento das famílias para compra de bens de consumo duráveis, dado que se acumulava reservas e liquidez internacional. O financiamento do consumo das famílias, que realmente se elevava, não era engrossado pelas instituições bancárias propriamente ditas, mas por empresas de financiamento ao consumo, sem regulação: em 1919, havia poucas empresas de financiamento ao consumo, mas em 1925 havia cerca de 1.500 dessas instituições [12]."


Prezado,

É muito bom poder trabalhar no que você mais gosta. Se não der e você tiver que trabalhar em algo que os outros valorizem mais e consequentemente paguem mais para manter a música como hobby, também pode ser bom. Que bom que você é livre e pode escolher.

Já quem recebe e se sustenta com base em alguma ideia aplicada pela força da lei vai procurar a lógica para defender seu sustento até achar algum discurso que faça sentido.
Isso vale em especial para quem se sustenta pelo governo diretamente ou indiretamente.
Pense, se você for professor em um sistema de educação socialista, você não defenderia o socialismo?
Se fosse sindicalista não defenderia o imposto sindical?
Se fosse político então?

Boa sorte na busca pela verdade, pois às vezes a verdade dói e a mentira parece o remédio. Aí você aceita a mentira como verdade e sai por aí falando ela com a maior convicção de quem acredita de verdade na mentira, falando aquele discurso que fez sentido para você antes.


Alguém propõe alguma explicação sobre o porquê das horas de trabalho semanais terem voltado a aumentar?

Abraços!



Eu discordo - embora possa ocorrer. O 13% dos meus funcionários é a soma da 12ª parte do salario mensal que eu pagaria a eles - eu recolho, aplico e no final do ano tenho o valor de seu 13º salário sem precisar repassar este custo para meus clientes.

Claro que eu acredito que isso varia muito de empresa para empresa e do ramo de atividade.

Por exemplo. Eu tenho uma empresa de venda de quentinhas - e tenho 1.000 sobrando por mês de lucro. Preciso de um entregador mas não posso pagar 1.000 mensais, pois em dezembro simplesmente não terei +1.000 para pagar seu 13º. Eu simplesmente o contrato por 900,00 - seguro 100,00 por mês em uma aplicação para pagar ao empregado seu 13º sem repasse do valor deste custo para meus clientes.

É um exemplo simplista mas é como faço em minha empresa.


"Seu patrão paga 20% desse valor também para o INSS. Isso dá R$ 200."
Apenas um adendo - a empresa não paga 200,00 - ela deixa de pagar ao João estes 200,00 para pagar a previdência.


Tudo bem, obrigado por responder Leandro.

Percebo uma clara melhoria no Instituto referente aos tópicos abordados, agradeço o bom trabalho.


mas quem disse que a volta dos militares (quem são ?) seria a volta do liberalismo, e não a volta do autoritarismo ?


Falarei do que eu sei. Não é muito, mas é o que eu sei.

Qatar,

Pelo meu conhecimento, é um país miserável onde há duas castas: os marajás da Petrobrás Qatarinense 'Qatar Petroleum', uma estatal que é basicamente o centro do estado e do seu financiamento; e a ralé (o resto da população) que é extremamente qualificada para trabalhos valorizados do século XVIII e como no Irã, recebe alguma assistência do estado riquíssimo e populista em troca de apoio político. É uma república das bananas pretas / do petróleo, vide Irã e Venezuela.

Se um dia a situação do petróleo recuar lá, o governo provavelmente apelará para hiperinflação (como no Irã) para não perder apoio popular e se estrepará.

A questão do Islã não é tão pertinente porque é um país islâmico de povo quase inteiramente islâmico.

Brunei,

País extremamente curioso. Mas com o Qatar, é outro império do petróleo. Vai ao site da OEC e verá que petróleo e gás são 93% das exportações. Pouco é produzido nativamente e tudo depende das exportações de petróleo para manter a população com poder de compra.

É outra república das bananas pretas. A diferença é que é um Sultão ao invés de um presidente no poder.

Emirados,

É sem dúvidas o mais interessante deles. Petróleo existe lá mas não como no Qatar. Não era suficiente para sustentar uma república das bananas pretas. Os diamantes também não eram suficientes.

Aconteceu o que ocorreu em Cingapura e Hong Kong. País pequeno com pouco a oferecer teve a sabedoria de oferecer condições favoráveis a investimento estrangeiro. Por um lado, eles souberam dar liberdade econômica e garantia de direitos de propriedade aos investidores estrangeiros; pelo outro, acomodaram demais a situação e caíram na armadilha do crédito barato, gerando a bolha imobiliária dos Emirados da qual eles não se recuperaram ainda.

O resultado da bolha foi apreciação crescente dos imóveis e exclusão da população nativa que foi relegada a favelas. A cidade é linda de se ver mas a verdade é que a demanda para todo aquele luxo nunca foi justificada. É tudo recurso escasso jogado fora que poderia ter melhorado em muito a vida da população senão fosse a expansão de crédito.

O Fernando Ulrich tem uma bela perspectiva da situação:
www.mises.org.br/Article.aspx?id=555





Não é minha área. Isso envolve islamismo, um tema que eu não domino.


Num sistema selvagem de 200 mil anos atrás você não poderia empreender. O estado cobra isso(os valores podem ser discutidos).A dívida com o estado é eterna. O estado vende uma mercadoria cara: a proteção. Se o estado fosse pequeno demais, você teria que pagar às máfias.

Ironicamente, é mais fácil uma máfia existir em um ambiente no qual a presença estatal e a cultura de depender do estado seja forte. Caso estivesse há 200 mil anos atrás, e um grupo criminoso tentasse me extorquir, sempre haveria a possibilidade de, juntamente a outras vítimas, nos reunirmos e destruirmos esse grupo a base da lança e da espada. Na ausência dessa capacidade, podemos aumentar nosso número através do contrato de mercenários.

Para um grupo viver de extorsão, é condição necessária que o mesmo seja menos numeroso do que quem ele intimida, visto que de outra maneira o lucro não é possível. Assim sendo, nosso próprio grupo mais volumoso possui potencial para derrotar o outro em peleja.

A única possibilidade do fato não ocorrer é se os cidadãos são confiantes no poder estatal de os proteger e, com isso, não possuem nem a determinação nem o preparo necessário para proteger a própria vida e propriedade, fato que se aplica a maioria da sociedade moderna, a gigantesca maioria dos autoentitulados libertários inclusa.


1) Informação falsa (ou mentirosa).

A taxa de redesconto oficial era de 5,11% em janeiro de 1920 e de 6,25% em junho de 1921. Ou seja, a taxa aumentou. Pode conferir na fonte oficial.

fred.stlouisfed.org/graph/fredgraph.png?g=dxGo

Igualmente, você pode também olhar as taxas realmente praticadas no mercado, como a taxa de juros dos títulos de curto prazo (3 meses) do Tesouro americano.

Em janeiro de 1920, essa taxa era de 4,20%. Em junho de 1921 (data escolhida por essa turma aí), a taxa havia subido para 4,99%. Ou seja, a taxa de juros no mercado aumentou.

fred.stlouisfed.org/graph/fredgraph.png?g=dxGa

2) Não há absolutamente nenhuma informação sobre isso na internet. Eu mesmo já procurei no site do próprio Fed e a informação só começa a partir de 2002.
fred.stlouisfed.org/search?st=U.S.+Treasury+securities+held+by+the+Federal+Reserve%3A+All+Maturities

Se você tem informações desde 1920, eu serei o primeiro a agradecer.

3) Além de a informação não ter procedência, é também nonsense total. A recessão foi majoritariamente industrial, nada tendo a ver com o setor agrícola. (Com efeito, o início da década de 1920 foi marcado por um aumento da produção agrícola, especialmente na Europa).

De novo, qual a fonte desta informação? (Não quero um link para um livro; quero um link para números ou para um gráfico oficial).

4) Esta agência foi criada durante a Primeira Guerra para conceder crédito a empresas privadas que não mais conseguiam crédito no mercado porque o governo sugava tudo para financiar seu esforço de guerra. Após a Guerra, ela foi definhando (pois não tinha mais função). E foi abolida em 1925.

Se ela era tão crucial assim, por que foi abolida? Aliás, se até mesmo agências governamentais sem nenhuma função continuam existindo para sempre, por que aboliriam uma tão "crucial" quanto esta? Não faz sentido.

E, de novo, quais as fontes para essa afirmação? Quais os números? Em todos os materiais que já li sobre a época (e de todas as ideologias), nenhuma cita essa quase defunta organização como tendo sido crucial. Não só ela nunca é citada, como também nunca vi nenhum número dela. Procurei agora, e também nada encontrei. Por favor, passe-me.

5) Onde houve esse "déficit limitado"?

Eis o gráfico do orçamento americano:

[link]fred.stlouisfed.org/graph/fredgraph.png?g=cdX5

Houve déficits apenas durante a Primeira Guerra Mundial (até 1918). A partir de 1920, superávits. Aliás, a depressão de 1921 foi combatida com superávits. O governo Harding é odiado pela esquerda justamente porque combateu uma depressão produzindo superávits orçamentários.

"O que acha de tais informações?"

Que essa gente lhe fez de bobo. Mas mais bobo ainda sou eu, que estou pacientemente respondendo a tudo isso (sendo que tudo isso já foi respondido nos comentários acima).


Depois dos caminhoneiros do BNDES, vem aí outro fiasco do crédito barato:

www.canalrural.com.br/noticias/noticias/maggi-nao-buscarmos-uma-alternativa-para-pagamento-funrural-produtor-vai-quebrar-67177


Ou seja, o Google é melhor que os outros, é de graça, mas ainda não está bom.


"numa boa" mas dez mil onças mais pobre. Por outro lado, castrar o sujeito não traria vantagem nenhuma para a família agredida, já as dez mil onças de ouro podem ser vistas como uma espécie de compensação.


Enviei o meu artigo, mas até agora recebi nenhum retorno, nem mesmo de confirmação de recebimento...

Será que ao menos irão agradecer pela participação?


Leandro,

Tem alguma intenção de escrever sobre as monarquias absolutistas de hoje? falar sobre o Qatar, Brunei, Emirados Árabes e talvez até um "da pobreza a prosperidade" de alguns países desses mesmo com os problemas existentes?


Leandro, lendo um artigo de uma página pró-intervencionismo, me deparo com os "reais" motivos (segundo eles) para a rápida recuperação após a recessão de 1920:

"1) cortes da taxa de desconto [8] por parte do Federal Reserve (indo de 7% em janeiro de 1920 a 4% em junho de 1921);

2) triplicação do estoque de títulos do governo por parte do FED em operações de compra a mercado aberto;

3) concessão de crédito agrícola [9], estimulando assim o mercado internacional;

4) financiamento da exportação por parte da organização estatal War Finance Corporation em 1921;

5) financiamento de obras públicas por meio de um déficit limitado."

O que acha de tais informações?


Bela verdade num belo texto!Como pode existir pessoas que falam mal do capitalismo, se esse só existe para fazer o bem às pessoas?Mais triste ainda é ver pessoas atribuindo a crise de 2008-2009 ao capitalismo como se o capitalismo fosse o culpado pela existência de estados perdulários e irresponsáveis que são os verdadeiros culpados por essas crises que enfrentamos.É evidente que em um país verdadeiramente capitalista certamente haveriam pobres,porém também haveriam pessoas ricas e remediadas com condições de ajudá-los.Já em Cuba ou na África dificilmente se acha alguém realmente com condições de ajudar os desvalidos que não podem se virar sozinhos.O Bom samaritano não seria bom se não tivesse dinheiro e é o capitalismo que permite que as pessoas tenham dinheiro para fazer o bem que quiserem.


Não precisa ser tão melindroso e defensivo assim. Defender o capitalismo não tem nada a ver com defender empresas. O capitalista genuíno não é pró-empresas e nem pró-empresários. Ele é pró-livre concorrência, o que significa dizer que ele é pró-consumidor.

Logo, empresa boa será aquela que oferecer os melhores serviços aos menores preços -- e sem depender de subsídios e auxílios do dinheiro de impostos dos consumidores (afinal, tal medida simplesmente retira a preferência do consumidor da jogada).

Por isso livre-mercadistas são contra estatais e contra auxílios governamentais a empresas privadas. Nenhum destes arranjos está preocupado em bem atender ao consumidor; e ambos só querem viver à custa do dinheiro extraído à força do consumidor, sem que este tenha dado sua preferência a esta empresa.



Sensacional sua reflexão, amigo!! Sempre que posso, faço minha parte, mostrando que o Governo nada produz, e se o mesmo fornece algo, pode ter certeza de que alguém está perdendo...


Olha, eu sou um nato defensor do capitalismo. Mas no exemplo que você citou só tem um pequeno erro, porque a dita empresa só tomou essa atitude depois de ser posta contra a parede? Se a empresa fosse séria teria feito isso desde o início. É como acessar o site da odebrecht e ler a nota sobre ética da empresa, mas por qual motivo essa ética não era aplicada antes? Repito, sou um defensor do capitalismo.


Leandro, o foco desse artigo é o corporativismo sindical. Recomendo a leitura do artigo da Maria Cristina Fernandes, "O Desmonte Parcial do Corporativismo", publicado no jornal Valor Econômico em 27/04/17. Nele ela ressalta o que chamou de A hipocrisia da Fiesp já que esta instituição jamais admite cortar na própria carne.
Existe algum outro artigo no site da Mises em que o sindicalismo patronal também é dissecado? Afinal, é também compulsório o pagamento aos sistemas "S" entre outros.


O que realmente não fez sentido nenhum foi este seu comentário totalmente contraditório, incoerente e paradoxal.

Primeiro você diz, corretamente, que "a tendência é que, com a inerente acumulação de capital, as condições de trabalho e produtividade aumentem gradualmente". Perfeito.

Daí você conclui que "Isso quer dizer que, com o decorrer do tempo, o natural seria que se trabalhasse mais ainda pois o desgaste sofrido pelo trabalhador num determinado numero de horas de trabalho seria cada vez menor e a produtividade dele seria cada vez maior."

Contradição total. As pessoas inventam máquinas e dispositivos tecnológicos justamente para trabalharem menos. As pessoas acumulam capital justamente para fazerem menos esforço físico, terem jornadas menores e terem mais tempo de lazer.

O ser humano inventou a calculadora justamente para fazer contas mais rapidamente e ter menos trabalho manual. Inventou o transporte motorizado exatamente para fazer menos esforço físico carregando carga nas costas.

O ser humano aumentou a quantidade de energia elétrica e mecânica disponível exatamente para fazer menos esforço físico. Caso contrário, para compensar este não aumento da energia disponível, cada trabalhador teria de aumentar sua carga de trabalho muscular caso quisesse aumentar sua produtividade. E isso seria um ataque direto ao padrão de vida.

A qualidade de vida depende primordialmente de um fato: nossa força muscular, que é bastante modesta, tem de ser continuamente auxiliada por quantidades cada vez maiores de energia mecânica, na forma de máquinas, motores e geradores, alimentados por gasolina, diesel, gás, eletricidade e energia nuclear. Quanto maior a variedade de opções, melhor.

Você, no final, confundiu aumento de produtividade (que é o objetivo do capitalismo) com aumento do trabalho.

Aumentar a produtividade significa produzir mais com menos (esforço e horas de trabalho). Já aumentar o trabalho significa simplesmente aumentar o esforço físico, sem que isso necessariamente leve a um aumento da produção e da riqueza.

Só ignaros escolheriam voluntariamente a segunda opção em detrimento da primeira.

[i]"Nada impediu - aliás, tudo colaborou - para que a jornada de trabalho continuasse sendo de 80 horas semanais e para que o trabalho infantil continuasse existindo"

O artigo não apenas abordou este ponto, como ainda linkou para trabalhos acadêmicos e livros que versaram exclusivamente sobre este assunto. Caso você saiba mais (o que, como ficou claro acima, não é o caso), refute-os.

Ah, sim: o que um empregador ganharia em ter uma força de trabalho exausta? Os bens produzidos por estes empregados acabariam sendo uma porcaria. Consequentemente, qualquer outro empregador que reduzisse a jornada de trabalho e fornecesse equipamentos que aumentassem a produtividade de seus empregados (e, logo, melhorasse a qualidade dos produtos) iria rapidamente roubar fatias de mercado do outro empreendedor, tendo mais lucros.

A mentalidade anti-capitalista do brasileiro é tamanha, que o leva até mesmo a atentar contra a lógica mais básica.


Humano?! Ultraje!

Ausentei-me do Uber ontem para lutar pelos direitos dos trabalhadores e hoje ao acordar, recebo mensagem de ex-"amigo de velha data" agora traidor da revolução de que ele "nunca ganhou tanto dinheiro em um só dia!" como na sexta de greve geral.

Virei o rosto para a mais-valia retida em meu estômago não criar asas.

É absurdo que um cidadão que se ausenta do exercício da sua cidadania e da luta pelos seus direitos seja remunerado por prestar serviços aos consumidores enquanto eu literalmente sangrei e fiz sangrar pelos direitos trabalhistas ontem sem não receber em nem uma grama de centavo.

Onde está a humanidade? O ser humano é agora pago para trabalhar e não para militar pelos direitos sociais?


É, adesão mesmo realmente não teve, Magno. Mas eu, ao contrário de você, também não tinha muitas expectativas que as pessoas fossem mesmo às ruas, e menos ainda que houvesse uma paralisação massiva.

Mas o que eu vejo é que no geral as pessoas estão pendendo mais a para esse lado contra as reformas, tanto a trabalhista (ainda que elas na maioria das vezes não saibam o porquê) quanto a previdenciária. Por isso eu digo que a sensação geral era de que a "greve geral" não foi pelo fim do imposto sindical obrigatório, mas sim que ela foi contra as reformas.

Por outro lado, eu concordo que elas passarão sem muitos problemas.