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Últimos comentários


Não é fácil aceitar que o mesmo imposto não seja pago por todos
Exemplo clássico disso esta acontecendo em algumas cidades
Pessoas com mais de 65 anos podem pedir "ISENÇÃO' sobre o IPTU
Neste caso como podemos enquadrar este fato, pois estaremos dando isenção numa faixa de idade, sendo que nesta mesma faixa de idade esta pessoa pode ter muito mais condições financeiras que alguém abaixo de 65 anos.
E isso não ira acarretar uma menos arrecadação do IPTU e consequentemente no futuro um aumento do mesmo para compensar?
Segundo o texto é melhor seria abolir o IPTU ,mas todos nós sabemos que isso jamais irá acontecer
Sei que não tem nada a ver com EMPRESAS mas não deixa de ser um tipo de ISENÇÃO que afeta a todos.
Eu até acredito que os mentores da maioria das taxas tributos e impostos envelhecem e elaboram novas leis para desafogar eles próprios.


Nunca entendi por que um ser humano minimamente decente faz questão de obrigar os outros a dar mais dinheiro para o governo. Isso nem sequer ajuda a população. É apenas mais dinheiro para o bolso de políticos.


É porque a "lógica" da esquerda é a seguinte:

"Não vamos diminuir impostos sobre o lucro porque as empresas não diminuirão os preços."

"Não vamos diminuir impostos trabalhistas porque as empresas não aumentarão os salários"

"Vamos acabar com as isenções e taxar as igrejas porque assim o governo irá reduzir outros impostos"


"Aqui na banânia, isenções já nascem com os beneficiários pré-definidos: os "amigos do rei" de sempre."

Desculpe, mas igrejas não são exatamente "amigas do rei". Nem deficientes físicos. Nem produtores rurais.

Sua frase ficaria mais correta se você dissesse: aqui na banânia, subsídios já nascem com os beneficiários pré-definidos: os "amigos do rei" de sempre.

Em todo caso, pelo bem do debate, vamos supor que você esteja correto. A questão é: e daí?

Por si só, não há problema nenhum em um empresário agitar para receber isenção fiscal. Isso, por si só, não está agredindo absolutamente ninguém. Apenas alguns parasitas é que estão deixando de receber o esbulho.

Agora, se o governo elevar gastos em decorrência disso, então obviamente o culpado já está muito evidente.

"Na prática, só mais um jeito de conceder privilégios. Privilégios são sempre injustos."

Você escapar do assaltante é um "privilégio"? Você ser roubado um pouco menos é um "privilégio"? Um escravo conseguir escapar da senzala faz dele um privilegiado? Para quem disse ter lido o texto, acho que você saltou exatamente essa parte.


E o mais interessante é que a esquerda critica isenções (a empresas e igrejas) e defende subsídios. Isso mostra que o que ela realmente quer esbulho.

Se um escravo fugir de seu senhor, ela defende que ele seja recapturado. Afinal, isso é "igualdade e justiça para todos".


Na teoria, tudo certo.

Aqui na banânia, isenções já nascem com os beneficiários pré-definidos: os "amigos do rei" de sempre.

Na prática, só mais um jeito de conceder privilégios. Privilégios são sempre injustos.


Pô, de novo esse argumento "a mão de obra dos empresários é fornecida pelo estado".

Acho que o Mathias quer que o governo estatize toda a produção de canetas para poder dizer "Está vendo, se não fosse o estado você não poderia escrever!"


O Brasil está dominado por uma elite governante recheada de vigaristas com seus discursos socialistas e por parasitas sugando o dinheiro de quem produz.

Antes de pensarmos em qualquer tipo de linha ou "política econômica", temos que encontrar uma maneira de acabar com este estado de coisas.

Grande mídia escrota, escolas e universidades marxistas, funcionalismo marajá, artistas rouanet, sindicatos e as ong's de fachada são os verdadeiros FASCISTAS que, tal qual sanguessugas, estão drenando o Brasil.



O Fed não é privado.

O presidente do Fed é apontado pelo presidente americano, e a autoridade do Fed é derivada do Congresso americano, o qual tem poderes de supervisão sobre o Fed -- embora não tenha, em tese!, poderes sobre a política monetária que este adota.

Ademais, o presidente do Fed, após ser escolhido pelo presidente americano, precisa ser aprovado pelo Congresso.

É também o governo quem determina os salários de alguns dos funcionários do alto escalão do Fed.

Nesse sentido amplo, o Fed é estatal.

Agora, o Fed é "privado" em dois sentidos:

1) Suas 12 sucursais (Boston, Nova York, Filadélfia, Cleveland, Richmond, Atlanta, Chicago, St. Louis, Minneapolis, Kansas City, Dallas e San Francisco) são geridas privadamente (é como se as sucursais do Banco Central no Rio, em São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza etc. tivessem gerência privada). Mas elas apenas obedecem às ordens do Fed de Washington, que é quem manda em todo o sistema.

2) O Fed como um todo não sofre qualquer auditoria política. Trata-se de uma caixa-preta mais impenetrável que a CIA.

De resto, vale ressaltar que a autorização para o Fed funcionar foi concedida pelo congresso americano no Federal Reserve Act de 1913. Logo, tecnicamente, a existência legal do Fed também depende do governo.

Por fim, falar que crise foi causada por ganância é uma das afirmações mais inócuas (pra não dizer ignaras). Ganância é algo que sempre existiu na história do mundo. Por que ela só foi se manifestar em 2008?

Dizer que a ganância é a causadora de algum problema econômico específico é o mesmo que dizer que a gravidade é a culpada por acidentes aéreos.

É fato que aviões não cairiam se não fosse pela gravidade. Porém, quando milhares aviões voam milhões de quilômetros diariamente sem cair, atribuir à gravidade a explicação por um desastre aéreo específico não o levará a lugar nenhum. Tampouco terá algum efeito esclarecedor falar que um problema específico foi gerado pela "ganância", a qual é uma constante tão inevitável quanto a gravidade.



Acho ótima, vejo várias notícias promissoras: g1.globo.com/economia/noticia/governo-zera-imposto-de-importacao-de-322-itens-sem-producao-nacional.ghtml, mas às vezes aparecem umas, como a criação da Agência Nacional de Mineração que nos decepcionam.


Partindo do princípio básico de que quem imprime o papel moeda dólar é um cartel de bancos privados (FED) e empresta ao governo comprando títulos do Tesouro com retorno garantido de pagamento de juros através dos governos cobrando impostos da população aí fica fácil de entender as crises como essa. Criticar governo é fácil quando não se quer culpar os verdadeiros responsáveis por toda essa estrutura financeira fraudulenta que são esses banqueiros privados do FED. Alguém acha que um Presidente dos EUA, assim como todos os demais políticos como senadores e deputados estão comprometidos com o bem da população pagadoras de impostos ou chegaram no poder porque esses banqueiros os financiaram e ajudaram com a mídia controlada por esses mesmos banqueiros? So se governa um país com a orientação implícita da banca, caso contrário leva um balaço na cabeça (John Kennedy, Abraham Lincoln). Por isso os governos (sob orientação da banca) facilitam a expansão de crédito pra depois ocorrer a contração financeira e sua consequente crise econômica onde milhares de pessoas são arruinadas e pouquíssimas pessoas (famílias oligarcas da banca) ganham bilhões com a desgraça alheia. Tem sido assim já faz um bom tempo e as pessoas ainda não aprenderam que crises financeiras são provocadas por má fé desses gananciosos banqueiros do FED.


Todas aquelas famílias que perderam seu FGTS investindo em Petrobras, para ajudar Lula a financiar a exploração do pré-sal, discordariam.

Não, meu caro. Ficar parado é melhor que investir no projeto errado ou na hora errada.


Adorei o artigo, espero que não o apaguem. Este instituto está. Cada dia melhor. Mises Brasil é o pão do meu espírito.


O governo mais forte do planeta Terra domou todo o mercado com apenas uma tomada de três pinos.


"Qualquer coisa é melhor que nada."

Esqueçamos que os recursos são escassos e o tempo, o espaço e capital desperdiçados em qualquer coisa não estarão lá para a coisa certa. Alguma parte do investimento poderá ser liquidada para um empreendedor, mas jamais o todo. Pois se o todo estivesse corretamente aplicado, qualquer coisa seria a coisa certa.


Puxa, que injustiça... Logo eu, que sempre me policio e me restrinjo ao máximo pra jamais usar anglicismos e estrangeiros (você não encontrará absolutamente nenhum em meus 99 artigos e 82 postagen des blogs), fui flagrado e reprimido na única vez que o fiz?

Não aceito. Por isso, não vou deixar barato. Vou lutar, oferecer resistência e revidar. E vou fazer isso corrigindo a sua correção.

A tradução correta para accountability, naquele sentido usado, não é "contabilidade". Com efeito, foi exatamente por isso que recorri ao anglicismo, pois a tradução em português para este termo é variada, e quase nunca se encaixa bem à frase dita.

A Wikipedia, por exemplo, possui um verbete em português exclusivo para este termo. Está escrito lá:

"Accountability é um termo da língua inglesa, que pode ser traduzido para o português, como responsabilidade com ética e que remete à obrigação de membros de um órgão administrativo ou representativo de prestar contas a instâncias controladoras ou a seus representados. Outro termo usado numa possível versão portuguesa é responsabilização.

Accountability pode ser traduzida também para o português, deficientemente, por "prestar contas". «Accountability» significa que quem desempenha funções de importância na sociedade deve regularmente explicar o que anda a fazer, como faz, por que faz, quanto gasta e o que vai fazer a seguir. Não se trata, portanto, apenas de prestar contas em termos quantitativos mas de auto-avaliar a obra feita, de dar a conhecer o que se conseguiu e de justificar aquilo em que se falhou."

Outras traduções seriam: chamada à responsabilidade, responsabilidade, prestação de contas, obrigação de dar conta, imputabilidade.

Pronto, acho que já me penitenciei.

Obrigado pelas palavras e grande abraço!


Leandro, poderíamos retornar ao padrão ouro utilizando o mesmo plano econômico desenvolvido por Ludwig Erhard ? Ou seja substituiríamos a base monetária atual por outra moeda, só que atrelada ao padrão ouro.

Por exemplo, os EUA tem algo em torno de 8 mil toneladas de ouro, se não me engano, então se emitiria uma nova moeda lastreada nessas 8 mil toneladas de ouro, que substituiria os dólares em circulação, alem de se proibir a reserva fracionaria.

Sei que isso iria gerar uma falência generalizada do sistema(empresas,estado de bem estar e etc), que é completamente viciado e dependente de credito barato, mas acredito que é uma solução viável,porem brutal.

Para mitigar os problemas gerado e acelerar a recuperação poderia-se abolir todo sistema regulatório estatal(finanças,leis trabalhistas,justiça estatal), além de privatizar todas as estatais.



Comece fazendo a sua parte, funciona, eu já consegui fazer vários petistas enxergarem a verdade e com isso aliviei as pobres almas desses ignorantes.

Faça o mesmo, militância é isso, dá trabalho mas vale a pena.

Boa sorte.


Grossa mentira. Ao final da 2ª guerra o Brasil contava com una boa reserva de dólares pois havia exportado grande quantidade de matéria prima (minério, alimentos, borracha etc) e não conseguia importar muita coisa devido ao colapso da Europa e restrições dos EUA para o esforço de guerra. Terminado o conflito, o Brasil tratou de repor o material que escasseara durante aquele período: veículos, máquinas, produtos eletro-eletrônicos, substâncias químicas, medicamentos e, principalmente, combustíveis, aço e cimento. O valor de nossas "comodidades" caiu pois não eram mais necessárias para fins bélicos, nem a Europa tinha condições financeiras para importações significativas. Por volta de 1950 as benditas reservas haviam evaporado e o Brasil entrou em crise cambial. Favor não repetir a asneira de que o país gastou seus dólares em plástico, celofane, brinquedos e vestidinhos.


Como é que eu vou ser a favor do aumento de impostos se foi justamente isso que me incomodou no artigo?

Por outro lado, aumento de impostos pode ser bom, sim. Estimula a cultura da sonegação.


Leandro,

A inflação americana também teve uma importante participação, não?

Na década de 70 com o dólar virando pó, a moeda brasileira (seja qual for), iria se manter relativamente mais forte que em momentos diferentes, não?

Posso afirmar que o milagre econômico conseguiu controlar a inflação também devido a isso, ou é falso?


Eu não me importo com investimentos ruins, desde que não saiam do meu bolso.

Como diz Peter Schiff: "Capitalismo não significa lucros privados e prejuízos socializados, capitalismo significa lucros privados e prejuízos privados".



Leandro, eu amo seus artigos e comentários, apenas me permita fazer uma pequena crítica.

Pare com esses estrangeirismos. "Accountability". Porra, "accountabiluty"? Custa falar "contabilidade"?


Nunca entendi esta lógica de comprar imóvel para alugar. Isso só faz sentido nos países de juro zero, onde qualquer retorno anual bruto de 5% é bem-vindo.

No Brasil, país de juros reais altos, esse "investimento" é um contra-senso. Na maioria dos casos, o retorno mensal bruto é menor até mesmo que o da poupança, que é a aplicação mais tosca que existe. E quando entra o IRPF, você se estrepa todo.

Qualquer CDB ou LCI de banco pequeno ou mesmo fundos de investimentos bons distribuídos por corretoras é melhor. Aliás, fundos imobiliários (isentos de IR) são ainda mais sensatos.

Ademais, além do fato de que inquilino sempre depreda o imóvel, sempre há o risco de um governo populista aprovar leis pró-inquilino e anti-proprietário (como fez o da Venezuela).

O único caso de aluguel que faz sentido é você comprar um imóvel comercial barato (você tem de saber o timing) e alugar para algum grande banco. Aí sim é uma maravilha. Conheço uma pessoa que conseguiu fazer isso numa cidade do interior; por mês, ele tira por volta de R$ 25 mil.

Fora isso, aluguel só fará sentido se você comprar um imóvel para fins totalmente especulativos: ou seja, você compra hoje na esperança de revendê-lo bem mais caro daqui a 3, 4 ou 5 anos. Até lá, você o aluga.

Mas é só.


A resposta é: globalização e maior acumulação de capital

Quanto aos artigos, dos que eu me lembro, o mais direto é este aqui, que é fantástico:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2664


Já estes aqui fazem a explicação teórica de tudo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2535
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2393


Estes aqui também são sensacionais:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2672
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2325


De resto, há os dados: nos EUA, os preços de vários bens de consumo importante desabaram. Coisas como fogão, geladeira, televisão e todos os tipos de sistemas de entretenimento doméstico, lava-louças, churrasqueiras, microondas, forno elétrico, panelas especiais, torradeiras, esteiras de ginástica, aspiradores de pó etc. ficaram 76% mais baratos, em média. Fonte aqui

Os preços de vários utensílios domésticos caíram 81% entre 1959 e 2013 em termos de horas de trabalho necessárias para comprar esses itens. Fonte aqui


E, para o Brasil, recomendo este:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2499


Geralmente quem fala assim é o cara que fica atrás do balcão esperando o cliente chegar, não faz marketing e mantém o comércio estático, sendo que aquilo não era bem um projeto estruturado, era mais vontade de não ter patrão, sem saber como é complicado ser o patrão. Não é porque você abre 7 da manhã e vai até 7 da noite que vai ter esse esforço reconhecido.Ficar aberto é uma coisa;vender é outra.

Não tá fácil pra ninguém, mas é preciso correr atrás. Anunciar, deixar o ambiente acessível e sim, mostrar os dentes pra clientela se necessário, coisa que muita empresário falido esqueceu de fazer.


Exatamente.

E se você dá uma festa na sua casa, é lícito supor que sua família está de acordo com os gastos.
No caso da Copa não.

E ainda tínhamos a opção mais sábia de não fazer, porque não houve imposição.


Concordo. Assim como deveria ter um artigo comparando as propostas do Ciro Gomes com a Nova Matriz Econômica.

Obs: só um adendo, mesmo nosso país sendo praticamente colonial na época da monarquia, foi o período que a liberdade econômica do país era muito maior. www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=2726


"Ou porque se notou que há possibilidade de superfaturamento, de se especulação imobiliária, porque se obteve vantagens políticas, entre outros N exemplos de artimanhas que o setor privado, dito eficiente, faz no Brasil para se aproveitar e se locupletar do que é público."

Superfaturamento só existe quando uma entidade estatal contrata uma empresa privada para fazer a obra. Aí, sim, compensa fazer faturamento. A empresa privada paga propina ao agente estatal que, em troca, superfatura a obra (com dinheiro de impostos).

Quando há somente empresas privadas envolvidas -- ou seja, não há dinheiro de impostos e nem dinheiro de terceiros --, não dá para haver superfaturamento. Afinal, quem seria o trouxa que pagaria o superfaturamento? A empresa privada que pagasse superfaturado para outra empresa privada iria à falência. Quando apenas o capital próprio está envolvido, não há nenhum incentivo para superfaturamento.

Aliás, ainda que houvesse superfaturamento (algo completamente sem sentido), os únicos prejudicados seriam apenas os envolvidos. Todo o resto da população passaria incólume.

O simples fato de você nem sequer se atentar para essa diferença mostra como você desconhece o mais básico de economia.

"O problema das obras estatais não reside no fato delas serem estatais. [...] O problema reside nos homens que administram as obras públicas, geralmente políticos que representam determinado setor econômico [...]"

Ou seja, o problema não é ser estatal. O problema é ter agentes estatais envolvidos. Brilhante.

O problema, meu caro, é haver dinheiro público envolvido. Tire o dinheiro público da equação e nunca mais ouça falar em corrupção e desvio de dinheiro.

Quando vão entender sequer este básico?

"Além disso, ao se enaltecer neste site a iniciativa privada, se fecha os olhos para o quanto ela é dependente do Estado."

Isso só pode ser zombaria, não é possível.

Para começar, este site é campeão em críticas a empresas privadas que fazem conluio com o setor público. Há praticamente um artigo por semana criticando este arranjo que envolve privado e estatal. Só de cabeça, eis alguns:

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

O estado agigantado gerou o estado oculto, que é quem realmente governa o país

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Explicando todo o problema com o nosso sistema político - em 2 minutos

Por que o BNDES deve ser abolido

Grandes empresas odeiam o livre mercado

De resto, este site não defende empresa privada, mas sim livre mercado e livre concorrência. Há uma enorme e intransponível diferença entre ser pró-empresa e pró-mercado.

As diferenças econômicas e morais entre ser pró-empresas e pró-mercado

"A mão de obra barata e farta da qual os empresários tiram seu lucro pagando baixos salários (já que são ineficientes em obter vantagem competitiva através de outros fatores) é formada financiada com o dinheiro de toda a sociedade, afinal, a imensa maioria do "capital humano" advém das instituições públicas. Isso só para citar um exemplo."

Opa, bem-vindo ao libertarianismo! Agora, comece a defender a separação total e irrestrita entre estado e grandes empresas. Dica: isso só irá acontecer quando o estado for encolhido ao mínimo possível.

"Para impedir que os ricos influenciem a política, temos de aumentar o estado!". Faz sentido?


Pessoal, estou preparando três artigos para o meu professor de esquerda da faculdade. Há artigos aqui que falem sobre o motivo dos bens se tornarem cada vez mais acessíveis ao consumidor? Se sim, podem achar para mim por favor? Não estou encontrando...


"3) Por outro lado, se é o setor privado -- e não o estado -- quem voluntariamente está fazendo a obra, então é porque ele notou que há uma demanda pelo projeto"

Ou porque se notou que há possibilidade de superfaturamento, de se especulação imobiliária, porque se obteve vantagens políticas, entre outros N exemplos de artimanhas que o setor privado, dito eficiente, faz no Brasil para se aproveitar e se locupletar do que é público.

O problema das obras estatais não reside no fato delas serem estatais. É como se o culpado pela gripe fosse o inverno e não o vírus causador. O problema reside nos homens que administram as obras públicas, geralmente políticos que representam determinado setor econômico, determinado nicho da iniciativa privada.

Além disso, ao se enaltecer neste site a iniciativa privada, se fecha os olhos para o quanto ela é dependente do Estado. A mão de obra barata e farta da qual os empresários tiram seu lucro pagando baixos salários (já que são ineficientes em obter vantagem competitiva através de outros fatores) é formada financiada com o dinheiro de toda a sociedade, afinal, a imensa maioria do "capital humano" advém das instituições públicas. Isso só para citar um exemplo.


Para a comparação ser válida, faltou dizer que os vizinhos, que nem foram à festa, receberam a conta da comida, da bebida, da limpeza da casa e do conserto do banheiro.

Mas o cara engole o papo da mídia tão completamente que não esquece nem de repetir o bordão "uma das melhores copas". Fico pensando em que parâmetros ele poderia estar pensando para fazer esta comparação. mas obviamente não há parâmetro algum. Apenas o cacoete de repetir desejos e esperanças como se fossem fatos.


Pedro a atual crise econômica que vivemos é ressaca da gastança petista,agora se o partido ficou nanico com estas patetices ai são outros quinhentos,você parece ter memória curta pois desde o início deste site em 2008 ele vem denunciando os equívocos das políticas desenvolvimentistas do PT independentemente de ideologias ou seja mesmo que fossemos socialistas,o diagnóstico seria o mesmo....


Acho que caberia muito bem ao Instituto artigos a respeito do Período Militar e também do Período Monárquico.

O que temos de saudosismo desses períodos...



Superávit primário dez/2002 - positivo em 4,06% do PIB
Superávit primário dez/2016 - deficitário em 2,47% do PIB

Alguma dúvida?


Copa é pra dar prejuízo mesmo...

Vocês estão procurando chifre em cabeça de cavalo.

Esse retorno que vocês querem e que infelizmente os governantes prometeram vocês nunca terão...

Copa é prejuízo mesmo...

Se eu dou um evento na minha casa, uma festa... os convidados vão comer minha comida, vão sujar minha casa, vão mijar na minha piscina, vão estragar meu banheiro... ou seja... a baita festa que eu sonhei em dar , eu dei. E a COPA é a mesma coisa. Vida que segue.

O Brasil fez uma das melhores copas...e o resto é conversa...

Quer se desfazer dos estádios ? Os estádios viraram elefante branco ? Aí é problema de GESTÃO. E isso certamente querendo ou não uma hora vai se dar um jeito. Até com a destruição deles(estádios) da pra se fazer algum dinheiro.

Agora esse "retorno"que vocês tão esperando... isso nunca vai ter.



PRÓXIMO


Quebrou sim, era ele que estava no poder e decidiu todos esses investimentos disparatados. Seria de quem então a culpa, senão do PT?



O Brasil tem saída sim! Tem inclusive mais de uma saída: Galeão, Guarulhos, Viracopos, etc.


Começou mais a partir de Médici e se intensificou sob Geisel.

Trata-se da típica política intervencionista keynesiana: funciona aparentemente bem no início -- principalmente se for aplicada imediatamente após reformas ortodoxas (como as da dupla Campos-Bulhões) -- e se degenera em colapso no final.

A Nova Matriz Econômica foi a mesma coisa.

Não existe mágica em economia. Não existe atalho fácil e indolor para o crescimento e o enriquecimento. Como sempre dito aqui, o que gera riqueza e crescimento econômico é divisão do trabalho, poupança, acumulação de capital, capacidade intelectual da população, respeito à propriedade privada, baixa tributação, segurança institucional, desregulamentação econômica, facilidade de empreender, moeda forte, ausência de inflação, empreendedorismo da população, leis confiáveis e estáveis, arcabouço jurídico sensato e independente etc.

Qualquer coisa fora disso é puro esoterismo. E tem um preço.


"Qualquer coisa é melhor que nada."

O artigo recorre a teorias e a empirias para justificar que nada é melhor que qualquer coisa. E você, qual o seu argumento? Apresente-os.

"Se essa coisa tá mal feita, pode-se ao menos fazer ajustes no futuro, mas alguém deu um pontapé inicial."

Qual foi o pontapé inicial no caso dos estádios da Copa? Como essa coisa mal feita pode passar por "ajustes futuros" de modo a beneficiar toda a economia?

Ou, sendo ainda mais específico: como é que o desdentado do interior do Piauí, que foi obrigado a financiar o estádio via impostos indiretos e inflação, se beneficiou disso tudo? Ainda que o Mané Garrincha, a Arena Amazônia e a Arena Pantanal venham a se tornar primores de gerenciamento, como é que esse desdentado foi beneficiado?

Ele pagou por tudo. Mas qual foi o retorno dele?

"Um grãozinho de arroz ja é melhor do que passar fome."

Se o grãozinho de arroz caiu do céu, sem dúvida. Mas se o grãozinho de arroz foi produzido à custa da fome de vários outros desnutridos e desdentados, então você precisa de apresentar mais argumentos.

No final, quem realmente encheu a pança e não passou nenhuma fome foram aqueles envolvidos nos empreendimentos, que se fartaram com o dinheiro público.

Estude mais economia.


Leandro, esta política expansionista que narrou ocorreu mesmo no período inicial do Bulhões e do Roberto Campos ou foi mais a partir do "milagre" promovido por Delfim e companhia?


De certa forma, é alentador ler isso Leandro. Mas aumento de impostos e inflação não estariam descartados, estariam?


Tomara que ocorra tudo isso e tomara que não seja o suficiente. Para enfim o governo começar a cortar os gordos gastos da burocracia. Só assim para isso ser possível ocorrer nesse país.


Não há um post especificamente sobre o quanto o governo militar foi, de fato, socializante?

É isso que digo para todo mundo, que esquerda ou direita não importam, porque as medidas econômicas tomadas pelos militares foram de esquerda.

Mas ainda mantenho a esperança em Bolsonaro. Melhor queimar logo esquerda e direita, assim o povo percebe que o Brasil não tem jeito.



Não visualizo o governo dando calote em seus títulos. Com efeito, não visualizo nenhum governo dando calote em seus títulos, pois isso inviabilizaria sua própria existência.

Como já expliquei neste artigo, nenhum governo minimamente racional dá calote em seus títulos (nem mesmo o governo da Venezuela fez isso; o da Argentina deu o beiço nos credores estrangeiros, mas não nos nacionais). E o motivo é muito simples: hoje, os governos só conseguem se manter porque pegam dinheiro emprestado. Sem pegar dinheiro emprestado, os governos não fecham as contas. Sem dinheiro emprestado, não conseguiriam sequer honrar a folha de pagamento.

Sendo assim, os governos precisam se endividar continuamente simplesmente para continuar funcionando.

Ao darem um calote, os governos estariam fechando exatamente aquela fonte que lhes permite continuar funcionando. Estariam fechando exatamente aquela fonte de financiamento que sempre lhes esteve disponível. Você não mata quem sempre lhe empresta dinheiro e permite fechar suas contas.

Os governos farão de tudo, menos fechar a única coisa que os mantém funcionando.

Sim, haverá calotes. Mas os calotes não serão nos títulos da dívida. Os calotes ocorrerão nas promessas assistencialistas feitas pelo governo e sobre aqueles grupos que têm menos poder político (aposentados, pensionistas, dependentes de assistencialismo). Esses terão cortes em seus proventos. Mas antes disso ainda haverá cortes na saúde, na educação e em vários outros repasses, como abono salarial, bolsa-família etc. Haverá haircuts na previdência.

No artigo linkado acima, do ano passado, fiz a seguinte previsão:

"[...] haverá cortes na saúde, na educação e na cultura. Terá de haver. Assim como também terá de haver vendas de ativos. Haverá privatizações, mesmo que a contragosto. Em última instância, o governo preferirá vender todas as suas estatais a calotear a dívida pública (e há muitas estatais a serem vendidas)."

Isso já está acontecendo.

O calote futuro será nas promessas assistencialistas feitas pelo governo. Não haverá nenhum calote da dívida, pois isso seria de uma burrice atroz e levaria o próprio governo ao fechamento.


Resumidamente, todo o período se resumiu a endividamento do governo em dólares para fazer obras faraônicas (ótimo negócio para as empreiteiras nacionais), inflacionismo da oferta monetária, e câmbio controlado para tentar mitigar os efeitos da inflação monetária sobre a carestia.

Como a inflação monetária era excessiva, o câmbio controlado passava por várias e sucessivas "desvalorizações controladas", as quais faziam a carestia explodir.

Porém, como havia o mecanismo da indexação (principalmente salarial) -- algo que o resto do mundo desconhecia --, a coisa foi sendo levada.

De maneira bem básica, era assim:

1) O governo gastava o que tinha, e pedia empréstimos (a bancos nacionais e estrangeiros) e também imprimia dinheiro para gastar o que não tinha.

2) Tal política, totalmente inflacionária, era contrabalanceada por uma taxa de câmbio fixa, a qual ajudava a contar os preços.

3) Só que não há truques em economia. Se o governo gasta os tubos e aumenta continuamente a oferta monetária, essa taxa de câmbio não pode ficar fixa por muito tempo. Afinal, a moeda nacional está se desvalorizando muito mais que o dólar.

4) Ato contínuo, o governo frequentemente tinha de fazer o inevitável: com a moeda desvalorizada, mas o câmbio artificialmente fixado, sua única alternativa era fazer mini ou maxi-desvalorizações. Caso contrários, as reservas internacionais iriam acabar.

5) Só que a cada desvalorização do câmbio, a inflação de preços galopava, e cada vez mais rápido.

6) E assim foi, até o Plano Verão, em janeiro de 1989 (última vez em que tal artifício foi tentado).

Apenas neste período, nada menos que 4 moedas foram hiperinflacionadas e destruídas.

Dentre os generais, Geisel foi o pior de todos. Pior até do que Dilma. Ninguém expandiu mais o estado do que ele; ninguém criou mais estatais do que ele. Ninguém fechou a economia mais do que ele. Ninguém foi economicamente mais socialista do que ele.

Já no início da década de 1980, a economia brasileira estava sovieticamente fechada. Importar algo era praticamente proibido. Carestia nas nuvens, moeda sem nenhum poder de compra, e população proibida de comprar produtos estrangeiros. O exemplo mais explícito de reservas de mercado e de povo sendo tratado como gado. (Vale, adicionalmente, dizer que todas essas empreiteiras atuais cresceram justamente no período militar -- daí a afinidade com o governo petista, igualmente estatizante.)

Não havia exatamente ciclos econômicos explícitos simplesmente porque a economia era bagunçada demais para sequer percebermos tal ocorrência (ainda assim, você nota quedas reais em meados da década de 1970, em 1981-83, e em 1987-88). O sistema de preços era uma zorra, o que impossibilitava qualquer cálculo econômico minimamente sensato. Investimentos privados de longo prazo eram suicídio, pois ninguém sabia quanto a moeda valeria nem no mês seguinte, quanto mais dali a dois ou três anos.

Olhando em retrospecto, é impressionante que tenhamos sobrevivido àquilo tudo.


As definições de pessimismo foram atualizadas com sucesso, isso me lembra muito a Argentina de 2001. Obrigado pela indicação.

Voto pelo calote soft, este já temos bastante know how.


Off do Off: a um tempo atrás parei em Ciudad del Leste e comprei algumas coisas com a moeda que sobrou da viagem. O preço dos itens era expresso em Guaranis (moeda paraguaia), mas paguei a compra com peso argentino + dólar + real. O caixa fez os cálculos com a maior naturalidade do mundo - coisa corriqueira pra ele. O pessoa se habitua - e eu achei ótimo.

Na parece havia um painel com a cotação das moedas no momento.


O pessoal é muito ingenuo quando culpa o pt por tudo, o pt é um cachorro morto, é um partido nanico, que sem o apoio financeiro e político do pmdb, nada seria. Eu não estou tirando a culpa do PT, só que ver esse pessoal falando que o partidinho quebrou o país, é muita ingenuidade...


Entre tantos direitos que o brasileiro acredita ter, está o de que qualquer coisa que ele comprar deve valorizar-se indefinidamente. Flutuação de preços é só para os outros.

Lembro da época em que eu comprava muitas revistas de automóveis (quatro rodas, auto esporte, ...): cada vez que uma fábrica lançava um modelo novo, ou dava uma "mexida", era aquela gritaria na seção de cartas: a fábrica estava "desrespeitando" o consumidor, porque o modelo novo fazia o modelo velho desvalorizar.


O problema não é tanto a área imobiliária, são as outras áreas produtivas. Quando quase tudo é inseguro para investimentos, você vai para um negócio seguro. Acredito que não haja coisa mais segura no Brasil que seu dinheiro no Tesouro Direto, imóveis comerciais no Centro e, lógico, ser um funça.

Como o IMB explicou num artigo sobre os carros brasileiros, as montadoras sabem que estão protegidas pela burocracia e protecionismo do governo, então sabem que a sua reserva de mercado está garantida, por isso podem cobrar preços absurdos por carros ridículos.
E esse mesmo raciocínio se aplica às propriedades no Centro das grandes cidades brasileiras.
Os proprietários sabem que dificilmente irá aparecer um grande prédio comercial fora de próximo do Centro por conta da burocracia e da nossa economia engessada, então sabem que podem cobrar ou aumentar o absurdo que bem entenderem no aluguel porque sabem que muito dificilmente aparecerá uma grande circulação de pessoas longe do centro. "Centros Históricos" só começarão voltar a existir quando a economia ficar um pouco mais livre para poder aparecer novos grandes investidores para gerar empregos.


Leandro,

O tal Milagre Econômico Brasileiro foi um ciclo econômico gerado por keynesianismo?

No caso da nossa situação atual da pra entender, o Brasil iniciou um ciclo de boom keynesiano após um período de estabilidade (real forte) e que foi pra alta inflação e se reverteu em uma crise absurda.

Mas no caso do milagre econômico, é um pouco difícil de entender, pois nunca houve estabilidade da moeda, a menor taxa de inflação foi por volta de 30% durante o PAEG. Como eles conseguiram forçar um crescimento por tanto tempo?

Sem falar que não ocorreu uma enorme contração, mas uma grande hiperinflação já após o regime militar. Foram ajudados pelo cambio externo (queda do dólar) também? Minha especulação é sobre a inflação americana da década de 70, estou certo?


Investimentos sem fundamentos são piores do que não investir. Eis alguns exemplos

O artigo já começou errado por aí...


Qualquer coisa é melhor que nada.

Se essa coisa ta mal feita, pode-se ao menos fazer ajustes no futuro, mas alguém deu um pontapé inicial.
Um grãozinho de arroz ja é melhor do que passar fome.


Falar que estado faz algum tipo de investimento é igual falar que uma quadrilha de ladrões faz qualquer tipo de investimento.

Investir é alocar recursos escassos de maneira voluntária e pacífica de maneira a esperar algum retorno. O estado não faz isso. Ele arranca o seu dinheiro à força e depois gasta naquilo que lhe for mais conveniente.

Pode ver agora o próprio caso da Unicamp. Apesar do estado já ter gasto mais de 2 bilhões com esses caras, a universidade ainda está com déficit e deixa ainda mais evidente a sua falência. É aquela coisa, o estado pode gastar 20 bilhões com esses sanguessugas que eles vão sempre falar que está faltando dinheiro e fazer greve.

Sempre pergunte para os estatistas que defendem gastos em "educação" (muito educativo os professores doutrinadores controlados pelo comitê soviético do MEC), o porquê de não gastar 60% ao invés de 10% do PIB.

Enquanto as "uniesquinas" e demais instituições de ensino superior da iniciativa privada, que ainda têm de sustentar essa cambada de parasitas, precisam se virar para cortar custos e serem mais eficientes (apesar das extensas regulações estatais que pioram sua qualidade), o setor estatal vive numa bolha: querem cada vez mais verbas e falam mal do mercado que os sustenta.

Podem esperar que ano que vem vai ter mais greve dessa turminha, além de que cairá ainda mais máscaras do falido sistema estatal de ensino superior. Muitos cursinhos pré-vestibular que ocupam esse nicho podem estar com os dias contados.


Sobre a Sete Brasil:

1: O governo petista decidiu estimular a indústria naval brasileira. Capitalismo de estado assim mesmo: executa uma política econômica que liquida os setores competitivos para estimular aqueles em que o país não conseguirá ser eficiente.

2: Sob os auspícios de Lula e Dilma, criou-se a Sete, empresa para construir e alugar 28 sondas de perfuração, um projeto orçado em US$ 25 bilhões. Eram sócios do empreendimento a Petrobras, o Bradesco, o BTG Pactual, o Santander e os fundos de pensão das estatais.

3: Se a Petrobras recorresse a empresas estrangeiras para esse serviço, corrupção à parte, o país sairia ganhando porque gastaria menos. Mas sabem como é: é preciso lustrar o nacionalismo.

4: A Sete faliu afogada em dívidas, e a empresa parou de pagar os estaleiros.

5: Não é fácil sustentar nacionalismo tosco. Custa caro. Aí Dilma teve uma ideia: chamou os presidentes do BNDES e do Banco do Brasil — Luciano Coutinho e Aldemir Bendine, respectivamente — para viabilizar um empréstimo de nada menos que R$ 10 bilhões à Sete.

6: Mas não só: ela também exigiu que o BB liderasse um consórcio de bancos para emprestar outros R$ 800 milhões à empresa para resolver seus problemas imediatos de caixa.

7: Essa política de desenvolvimento da indústria naval foi boa para os brasileiros que foram escolhidos para… desenvolver a indústria naval. Esse é o nosso corporativismo: socialização do prejuízo.

8: A maioria dos estaleiros contratados pela Sete pertence a empreiteiras investigadas na Lava Jato;

9: O governo decidiu incentivar a indústria naval, e a empresa criada, tendo a Petrobras como sócia, faliu.

10: As personagens envolvidas na história estão sendo investigadas pela Polícia Federal.

Assim se faziam as coisas na República petista: incentivou-se a indústria naval nativa batendo a carteira dos brasileiros, e os escolhidos para a empreitada foram socorridos com a garantia de que não iriam quebrar.

É o capitalismo à moda petista — ou socialismo, tanto faz — na sua fase de pornografia explícita.


Um bom investimento do governo em capital humano seria liberar todo mundo para a iniciativa privada :D.



Ao dar nomes aos bois "bons" (Campos e Bulhões), não seria justo analisar os "maus"? Seria o Delfim Netto? Simonsen? Ambos? Qual escola eles seguiam (como se eu não desconfiasse...)?
Desculpem o diletantismo, era muito criança na época...


Sobre a diferença, em termos econômicos gerais, de uma obra feita pelo estado e de outra feita voluntariamente pela iniciativa privada, vou até repetir aqui o que já foi respondido em outros comentários:

1) Se a obra é estatal -- isto é, se ela é feita de acordo com critérios políticos --, então não há como saber que ela está sendo genuinamente demandada pelos consumidores. Não há como saber se ela realmente é sensata ou não, se ela é racional ou não. (Os estádios da Copa na região Norte do país são os melhores exemplos). O que vai predominar serão os interesses dos políticos e de seus amigos empreiteiros, ambos utilizando dinheiro de impostos. Não haverá nenhuma preocupação com os custos.

2) Se a obra é estatal, haverá superfaturamento. (Creio que, para quem vive no Brasil das últimas décadas, isso não necessariamente é uma conclusão espantosa). Havendo superfaturamento, os preços desses insumos serão artificialmente inflacionados, prejudicando todos os outros consumidores. Os preços, portanto, subirão muito mais ao redor do país.

3) Por outro lado, se é o setor privado -- e não o estado -- quem voluntariamente está fazendo a obra, então é porque ele notou que há uma demanda pelo projeto. Ele notou que há expectativa de retorno. (Se não houvesse, não haveria obras). Consequentemente, os preços dos insumos serão negociados aos menores valores possíveis. Caso contrário -- ou seja, caso houvesse superfaturamento --, a obra se tornaria deficitária, e seria muito mais difícil a empresa auferir algum lucro.

Isso, e apenas isso, já mostra por que os efeitos sobre os preços dos insumos são muito piores quando a obra é estatal. Tudo é bancado pelos impostos; não há necessidade de retorno financeiro para quem faz a obra (o governo e suas empreiteiras aliadas); não há accountability; os retornos são garantidos pelos impostos do populacho.

Já em uma obra feita voluntariamente pela iniciativa privada, nada é bancado pelos impostos; a necessidade de retorno financeira pressiona para baixo os custos; há accountability; os impostos da população não são usados para nada.

Dentre esses dois arranjos, o estatal pressionará bem mais os preços dos insumos, prejudicando todos os outros empreendedores do país.


E o pior é que estamos rapidamente caminhando para níveis de endividamento da era pré-Collor:

terracoeconomico.com.br/evolucao-da-divida-publica-brasileira-desde-1978-um-grafico-para-voce-refletir


E como exatamente o governo faria esse investimento? Como ele se guiaria? Qual seria a sua baliza? Como ele descobriria os talentos corretos nos quais investir?


Seria inócuo. É fácil driblar compulsório, que incide só sobre depósitos em conta-corrente, mas não sobre depósitos em poupança, depósitos a prazo com liquidez diária e fundos de investimento (que também têm liquidez diária).

Por outro lado, passar a pagar juros sobre todo e qualquer dinheiro que os bancos voluntariamente depositarem no Fed é muito mais apetitoso, irresistível e eficaz. É dinheiro fácil e garantido -- qlgo indispensável em momentos de crise econômica, quando qualquer tipo de empréstimo se torna extremamente arriscado.


Se o governo fizer investimento em capital humano e capital natural ja esta muito bom.


Cachorro gigante também.

m.jb.com.br/economia/noticias/2017/08/23/previsao-alarmante-de-ex-banqueiro-para-o-brasil-repercute-entre-economistas/

Com Bolsonaro, Dória, Lula, Marina, Ciro ou quem quer que seja, em 2019 esse problema terá que ser tratado.

Questão é como se dará o calote? Hard ou soft (inflação)?


Proprietários de imóveis, no geral, parecem ter muita dificuldade em realizar prejuízo. Já vi caso de gente que deixou faltar coisas em casa para não alugar por menos e outro de quem deixou de vender porque seria por valor abaixo do que gastou.

Mas eu dou uma colher de chá para esse pessoal. Afinal, quando se compra um imóvel, ocorre isso:

- é preciso pagar ITBI e corretagem. Só aí, 8 a 10% do valor ficam em impostos e taxas
- contratos de aluguel são longos e corrigidos pela inflação. E, na prática, inquilino residencial só sai quando quer. Um aluguel mais baixo implica em perdas por um longo período

E, para agravar, o IPTU pode subir acima da inflação. Mesmo que pago pelo inquilino, é uma despesa a mais para este, o que aumenta o risco de inadimplência e vacância, contribuindo para um aluguel mais alto. Afinal, a conta pode acabar voltando para o proprietário.

Enfim, essas e outras leis travam o mercado e acabam prejudicando a correção dos preços e a liquidez. É a mão pesada do Estado contribuindo para que uma crise continue por período indeterminado.


Não bastava o governo ter aumentado o compulsório ao invés de pagar juros sobre as reservas em excesso?


Era a terceira via dos anos 30, uma estrovenga ideológica montada em cima da conturbada situação da época, as democracias liberais eram vistas na Europa central como causadoras da difícil situação após a primeira guerra e incapazes de saírem da Grande Depressão e o marxismo causava pânico no público.
Quando os liberais fracassam os movimentos coletivistas ganham muita força.


Brasileiro é analfabeto financeiro

Já ouvi muitas coisas do tipo:
- Prefiro deixar fechado do que alugar por menos
- Se eu deixar fechado, não perco nada pois economizo na manutenção
- Não posso baixar pois meus custos aumentaram (e o inquilino com isso??)
- É o proprietário quem define o valor do aluguel
- Estou protegido da inflação com a cláusula da correção anual


Muito obrigado, Roberto e Michael. Eu perguntei mais por causa desse vídeo que encontrei, no qual eles dizem que Hitler era de direita:
https://www.youtube.com/watch?v=vmZex4dWe6E



Pois é...Aquela teoria de alto salários para evitar a corrupção é outra piada.



Não precisa morar no Rio, conheço um casal que se mudou do Rio para S.Paulo por conta da violência, eles entendiam que SP era menos problemático: perderam um filho de 25 anos num assalto que sofreram no comércio da família, em plena hora do almoço no bairro da Vila Olímpia - local de muitos edifícios comerciais.


Nazifascismo é de Terceira Via, uma alternativa ao Capitalismo Liberal (direita) e ao Socialismo Marxista (esquerda). Nasceu como Centro. Foram os soviéticos que popularizaram esse rótulo de "extrema-direita".

Eu nem ligo para esse rótulos, mas é só comparar comunismo / nazifascismo / liberalismo para perceber que esse rótulo é completamente sem sentido. Se for "extrema-alguma coisa", estaria muito mais para extrema-esquerda.

E outra, o nazisfascismo possui praticamente tudo que esquerdistas atuais pedem. A esquerda moderna já abandonou o socialismo marxista clássico, ela prefere agora a social-democracia misturada com o desenvolvimentismo-keynesiano. Se fosse enquadrar o nazifascismo ontem e hoje em algum lugar na direita política que não seria.


Essa é uma triste consequência do país sempre ter possuído uma economia burocratizada e engessada. Mesma coisa os aluguéis absurdos em grandes cidades.

O país está falido, está batendo recorde de estabelecimentos fechando, mas vários proprietários com cabeça de minhoca ou estão aumentando o aluguel, ou preferem deixar o local fechado por mais de 1 ano mas não abaixam o preço para alugar.
O resultado é o que todos estão vendo: estabelecimentos fechando e vários locais vagos. A culpa da situação não é deles, mas não estão sabendo se adaptar à situação do país. E eu vi uma realidade parecida na época do Sarney, mas na época os proprietários pareciam ser um pouco mais sensatos.


O preco foi pra 4581 fucking dolares!!!

E agora hein? O que devemos fazer? Quem tem deve vender? O que fazer???


Que tal a família Orleans e Bragança reassumir as rédeas da nação? Acho que pior do que está não fica!!!


Na questão da "valorização dos serviços", vejo aqui no Brasil a seguinte situação:

Muitas pessoas se recusam a fazer um serviço cujo valor é o mesmo que elas estão dispostas a pagar se feitos por outra pessoa. Ou seja, só o MEU serviço tem valor. Desejam pagar $100 em um trabalho que elas mesmas cobrariam $200 se feito por elas mesmas.

Resquícios de mentalidade colonialista.


(era para o comentário ter saído fora da resposta, mas enfim...)

Verdade, mas tem que levar em conta que mesmo no caso do Kicks (vinha do México, país com o qual o Brasil faz o aCUrdo comercial de livre CUmércio), existia uma cota de carros que podem ser vendidos daquele país, eles concluíram que nacionalizar aumentaria as vendas e teria o lucro garantido com a reserva de mercado. Uma cambada de vagabundos, toda essa quadrilha da Anfavea.

Eu até acho que 35% não é o imposto total de importados, deve ter muita coisa oculta aí, porque o carro importado é muito caro e há vários outros custos ocultos... burocracia, taxas...

Com a Argentina não existe a cota (o Cruze hoje é feito lá), mas praticamente nenhum carro de lá presta e só alguns gatos-pingados compram as porcarias que são feitas lá. Pode ver que, provavelmente com a ajuda do estrago econômico da Kirchner, o 308 da Peugeot está na mesma geração há mais de cinco anos (e ainda chegou com atraso em relação à Europa, quando chegou) e atualizar a sua geração provavelmente custaria muito e não iria compensar naquele país ainda caótico.


Bem lembrado, funças possuem estabilidade exatamente para fazerem as devidas denuncias sem prejuízo do cargo. Os concursos só fizeram selecionar os mais sádicos parasitas. Aqui na cidade maravilhosa estou ajudando todos os funças do estado sem salário com muita agiotagem, quando não pagam entro na casa e levo tudo, as jovens funcinhas até se oferecem sexualmente para pagarem seus débitos.


Funça combater a roubalheira? Essa é boa. Como pode combater a roubalheira quem vive do próprio ato roubar terceiros? É o equivalente a pedir que Al Capone combatesse o alcoolismo.

Você não está vendo na mídia os salários escandalosos dos juízes é demais membros do judiciário? Tem togado ali levando R$ 450 mil por mês de dinheiro público. Essa sim é a verdadeira máfia.


O Brasil chegou no estado terminal, querendo combater corrupção com eleições.

Não se combate a cultura do crime com eleições.

O mais interessante dessa crise é o próprio funcionalismo público abandonando o povo no leito de morte.

Esses militares, juízes, promotores, procuradores, policiais, médicos, professores, e todos os funcionários do governo, traíram o povo deixando a politicalha roubar tudo.

Os próprios funcionários públicos deveriam combater a roubalheira, mas não fazem por comodismo, desinteresse ou até mesmo por interesses diretos em obter ganhos pessoais.

Enfim, só tem maluco no pedaço.

O paraíso é capitalista !


A produção do carro foi nacionalizada, as peças passaram a ser de fornecedores nacionais (que agora contam com uma reserva de mercado), e o preço subiu?! Kkk, peça ao Ciro Gomes (a Dilma de Sobral) para explicar essa. Tô curioso pra ver como os nacionalistas protecionistas e anti-mercado explicariam isso.

Agora, sabe por que isso aconteceu? Por causa do decreto de Guido Mantega e Dilma, de setembro de 2011, estipulando tarifas de importação de 35% pra carro importado (a qual não se aplicaria se a montadora estrangeira viesse pra cá).

Aí a Nissan -- que não é boba nem nada -- viu que se viesse montar aqui teria uma reserva de mercado apetitosa. Poderia cobrar o que quisesse, pois os brasileiros simplesmente não teriam como comprar de fora.

Dito e feito. O resultado taí. Todos pagamos muito mais caro pelo mesmo carro, mas pelo menos com um orgulho no peito. Afinal, os plásticos são nacionais.

É incrível pensar como fomos governados por uma gente tão obtusa e ignara.


Direita? Por mim, fiquem à vontade para brigar com rótulos (existe coisa mais ignóbil que isso?).

O que realmente é totalmente explícito é que se trata de um movimento coletivista, anti-mercado, anti-libertário e estatizante até o âmago.

E principalmente: é completamente socialista.

Só que é um socialismo diferente do típico socialismo de esquerda. Eles não são camisas vermelhas, mas sim camisas marrons. Logo, a luta deles não é a luta de classes, mas sim a luta de raças (como também fazia o racista Karl Marx), a luta de religião (Marx também), a luta de gêneros (essa, uma inovação trazida pelo politicamente correto), e a luta pela "identidade nacional" (algo coletivista ao extremo).

Extrema-direita? Por mim, fique à vontade para brigar com rótulos (existe coisa mais ignóbil que isso?).

O que realmente é totalmente explícito é que se trata de um movimento coletivista, anti-mercado, anti-libertário e estatizante até o âmago.

E principalmente: é completamente socialista.

Só que é um socialismo diferente do típico socialismo de esquerda. Eles não são camisas vermelhas, mas sim camisas marrons. Logo, a luta deles não é a luta de classes, mas sim a luta de raças (como também fazia o racista Karl Marx), a luta de religião (Marx também), a luta de gêneros (essa, uma inovação trazida pelo politicamente correto), e a luta pela "identidade nacional" (algo coletivista ao extremo).

Artigo sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=98


Exatamente. Para mim é desta forma. Todos os governos oprimem e se fazem ser obedecidos pela força, em todas as áreas. O pior de tudo é que falham em todas as áreas, pois governam, são dispensiosos e ainda roubam. Se não funciona, para que existe?


Não vão fazer isso, pelo menos não tão cedo aqui no Brasil.

Os políticos daqui odeiam o mercado (historicamente aqui só teve protecionismo, um período um pouco melhor foi na década de 90 com o real forte e taxas de importação menores) e, claro, vai continuar uma relação amorosa com vagabundos como o pessoal da FIESP, CNI... fábrica da BMW sendo sustentada com dinheiro roubado vindo do BNDES (e exportando X1 barato para os estadunidenses, enquanto aqui custa de três até seis vezes para o consumidor brasileiro), carro que antes era importado e depois de nacionalizado perde itens e aumenta de preço (Leandro, como você exatamente explicaria isso? Não encontrei o seu comentário que tinha tal resposta).

Para fazer algum tipo de reforma minimamente razoável aqui no Brasil, primeiro teriam de ou elaborar uma nova constituição ou tentarem mexer nessa, algo que os parasitas atuais não irão fazer pois é a bíblia intocada que os mantém no poder.

O mais fácil seria cada federação se separar e virar um país independente.



Ano passado um cliente que andava mal das pernas surtou, paralisou todas as operações, suspendeu todos os projetos e expulsou todo mundo do escritório, vendeu tudo que pode na bacia das almas, fez os investimentos que achou cabível, largou os filhos na casa dos 20 vendendo bugigangas no mercado livre e foi viver em Portugal com 2000 euros por mês.
Agora no verão europeu nos encontramos no Faro, o homem parece 10 anos mais jovem.


Isso é verdade, realmente algo precisa ser feito quanto à isso, uma versão libertária abrasileirada do PragerU. Não basta ter boas ideias, boas ideias precisam também de boas divulgações.


Você pode ajudar a alargar esse "micro-nichozinho" se doar ao Instituto. Se não quiser doar, então não se meta a pregar de justiceiro social.


Bem colocado, meu caro.

Com a liberação do livre mercado, o aumento na arrecadação de impostos seria inevitável ao longo prazo. Hoje a arrecadação é baixa devida a necessidade de sonegação em grande escala para, ao menos, dar a sensação de viver, e não apenas sobreviver. Com a abertura do mercado, tornando ele mais competitivo, a arrecadação de impostos provavelmente melhoraria na relação CUSTO ESTADO/ARRECADAÇÃO.


Tenho uma pergunta que não tem nada a ver com o artigo...

Vejo vários esquerdistas afirmando que o o nazismo era de direita, e dizem que há muitos autores, doutores que afirmam isso, então não pode ser refutado. Existe algum especialista de direita que comprove ao contrário?


Contraditório é o próprio Estado julgar disputas envolvendo a si mesmo.

Por mais que os poderes sejam separados, a estrutura arrecadatória e, em conseqüência, a origem dos recursos para Executivo, Legislativo e Judiciário é a mesma. Não raro, os interesses do Estado são compartilhados entre os três poderes.

O Estado pode até fazer algumas concessões e ter alguns juízes decidindo contra si, mas no geral este arranjo é desfavorável a quem está fora e contribui para o agigantamento do Estado.

Ou seja. A realidade atual é contraditória.


"Só fracassei porque o povo não deu valor ao meu esforço".

Mas pior que a frase é verdadeira. A sociedade não valorizou o empreendimento do empresário que fracassou em não conseguir ofertar. Se ela o valorizasse, possivelmente ele venderia bem. Não que a sociedade esteja errada, é apenas a mecânica da coisa.


Infelizmente essa opção está fora de cogitação, para maiores dados morar no Rio de Janeiro.



Foi exatamente o que eu fiz. 25 desempregados a mais pro IBGE contar. Uns 15.000 reais a menos de imposto por mês pro Temer fechar a meta.