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Últimos comentários


Parabéns pelo artigo, precisamos muito que essas idéias sejam cada vez mais expostas e debatidas. Gostaria de dar duas contribuições: 1 - acho incorreto que o socialismo seja denominado de teoria, para mim seja ló que isso for, ele não passa de uma HIPÓTESE que quando colocada em prática não se revela TEORIA. Essa pequena diferença tem muitas implicações, por isso a sua importância. Sobre as boas intenções do socialismo: creio que estamos todos numa guerra equivocada, achando que existe uma luta entre o BEM e o MAL. Tá, até tem, são os bandidos X polícia, mas tirando países em situação de descontrole da sua criminalidade, como o Brasil, a luta principal talvez seja outra: do BEM contra o BOM. Muita gente quer fazer o que lhe parece bom, lhe soa bom, lhe dá boas sensações, e fica contra quem faz o que parece a primeira vista duro demais, trabalhoso demais, sacrificado demais, e luta contra isso, chama de fascista quem quer responsabilizar as pessoas por seus atos etc. O socialismo é DO BOM, mas não é DO BEM. Uma cultura responsiva é DO BEM, no meu entendimento, mas isso não soa DO BOM. DO BOM é não se esforçar, não estudar muito, trabalhar pra que, e ganhar mesmo assim, não é mesmo?


Achei bem legal a forma como ele aborda essa avalanche de procedimentos e conceitos incentivadores ao empreendedorismo tipo religião, concordo plenamente, principalmente no que diz respeito a fórmulas prontas para se tornar um.


Professor,

Parabéns pelo "passa moleque" no estudante.

A realidade mostra que a produção de dinheiro gera crescimento artificial. Na primeira redução do crédito a maioria das empresas entram em processo de falência. O calote, a falência e a irresponsabilidade, são os maiores destruidores de riqueza. E pode demorar anos ou décadas para alguém limpar o nome.

Essa aventura inflacionária pode trazer danos irreversíveis.


Se alguém me disser que é necessário em algumas situações, que haja um poder moderador que trabalhe em prol do bem comum, eu até acredito e concordo, dada a complexidade da nossa sociedade. Daí a afirmar que é necessário que exista um poder controlador de todas as atividades humanas em nome da igualdade, da justiça, vai uma grande distância. Pessoas aparentemente bem educadas e com um índice alto de escolaridade, ainda assim perdem a noção e se imaginam como mentes superiores a ponto de acreditar que podem nos dizer o que fazer, quando fazer e porque fazer. Se aplicássemos o raciocínio de que em algumas situações o roubo e as agressões são "legais", quem deveria ter o direito de definir as fronteiras entre o ético e o honesto, e baseado em que parâmetros? Seria o "Capital Imoral" ou o "Igualitário" ou o "Lula" Ou a "Dilma" Ou o "Serra" ou o Fachin ou o "Barroso" ou o"Tóffoli" ? Ninguem em sã consciência vai dizer que não deveria existir Estado ou regras , mas se quisermos que as "regras" sejam justas e que haja liberdade e harmonia, o estado deve ser mínimo e a sociedade deve lutar para que seu tamanho seja constantemente monitorado e controlado e se possível reduzido ao mínimo. Um exemplo que vivenciei na Alemanha alguns anos atras: Vi em algumas estradas, em locais que poderiam oferecer riscos aos motoristas ou eventuais transeuntes, placas de limite de velocidade, só que com a cor preta ao invés de vermelho. Perguntei o porque e alguém me informou que aquela era a velocidade recomendada tecnicamente, mas que podia ser ultrapassada, sendo que no caso de um acidente causado por alguém que o ultrapassasse, isto seria considerado como agravante de uma eventual pena advinda de uma condenação. A pessoa ainda me disse que a ideia básica por traz desta regra, era a de que uma pessoa sendo tratada como responsável e tendo uma responsabilidade atrelada ao direito de ultrapassar o limite, funcionava como um mecanismo de contenção e que os acidentes eram em número muito menor do que se simplesmente fosse colocada uma restrição. Me parece que hoje, na nova Alemanha da dona Merkel, esta regra não existe mais, e o alemão razoável e correto em seus atos deve se sentir frustrado. Imaginem-se numa estrada brasileira sem condições mínimas obrigados a "andar" a 40 km/h mesmo sabendo que você é capaz de trafegar em velocidades mais altas com segurança sem que seja necessária a repressão ou a penalização. Quando o estado é grande ou enorme, e começa a decidir que vai tirar recursos do cidadão indefeso em nome de causas que são bandeira de criaturas autoritárias e legiferantes aboletadas no poder, isto não se chama igualdade ou boa vontade. Pra mim é roubo, e é anti-ético e moralmente indefensável. Direitos básicos não são criação de indivíduos; são decorrentes do respeito à existência dos semelhantes de forma igual. O individualismo é uma escolha do cidadão, que deve arcar com a consequência de suas escolhas, dentro do respeito dos direitos básicos dos indivíduos. É só andar pelas ruas em qualquer cidade brasileira ou de outros países para ver que os Joões e Josés estão se agredindo e sendo agredidos por causa da ação deletéria de Zés Manés. O que eu vi nos comentários ai em cima foi a ideologização de situações, tirando o seu cunho moral em troca de que.......?


Realmente, na faculdade ensinam que a inflação é o aumento de preços, e não uma consequência da mesma.
Por diversas vezes tive que debater com meu professor de macroeconomia que o aumento dos preços se tratava de uma das consequências, não a inflação por si.
Sem ofensas, mas acho que esses coroas professores pararam no tempo. Para eles, o ápice do liberalismo é Adam Smith.
Triste nunca ter ouvido falar de Mises, Hayek, Rothbard e afins, nem na escola e nem na faculdade.
Felizmente este site nos presenteia com diversos artigos bem escritos e diretos, que nos possibilita pelo menos questionar os 'dotores' que hoje lecionam matérias nas universidades...


"Quanto menor o preço do dinheiro, quanto menor o seu poder de compra..."
Uma coisa é o preço do dinheiro, ou seja, o juros, e outra coisa é o poder de compra do dinheiro, ou seja, os preços dos bens e serviços. Baseado nisso, sugiro que releia meu raciocínio. O que explico é que o que afeta o poder de compra do dinheiro, ou seja, o que afeta os preços dos bens e serviços, é a taxa de câmbio e, não, o juros, ou seja, o preço do dinheiro.


Alguma boa alma poderia me explicar o porquê de Maurícia ser tão bem colocada no índice de liberdade econômica mas não ser desenvolvida?


Segundo o ranking abaixo, é impressão minha ou nem a Áustria, nem os demais países adotam a política econômica de Mises:
O ranking foi feito com base no Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade (Irbes), criado pelo instituto como resultado de cálculo que leva em conta a carga tributária segundo a tabela da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de 2010 e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), conforme dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com a previsão do índice final para 2011. Quanto maior o valor do IRBES, melhor é o retorno da arrecadação dos tributos para a população.

Confira o ranking:
1º) Austrália
- Carga tributária sobre o PIB: 25,9%
- IDH: 0,929
- Irbes: 164,18

2º) Estados Unidos
- Carga tributária sobre o PIB: 24,80%
- IDH: 0,910
- Irbes: 163,83

3º) Coréia do Sul
- Carga tributária sobre o PIB: 25,1%
- IDH: 0,897
- Irbes: 162,38

4º) Japão
- Carga tributária sobre o PIB: 26,9%
- IDH: 0,901
- Irbes: 160,65

5º) Irlanda
- Carga tributária sobre o PIB: 28%
- IDH: 0,908
- Irbes: 159,98

6º) Suíça
- Carga tributária sobre o PIB: 29,8%
- IDH: 0,903
- - Irbes: 157,49

7º) Canadá
- Carga tributária sobre o PIB: 31%
- IDH: 0,908
- Irbes: 156,53

8º) Nova Zelândia
- Carga tributária sobre o PIB: 31,3%
- IDH: 0,908
- Irbes: 156,19

9º) Grécia
- Carga tributária sobre o PIB: 30%
- IDH: 0,861
- Irbes: 153,69

10º) Eslováquia
- Carga tributária sobre o PIB: 28,4%
- IDH: 0,834
- Irbes: 153,23

11º) Israel
- Carga tributária sobre o PIB: 32,4%
- IDH: 0,888
- Irbes: 153,22

12º) Espanha
- Carga tributária sobre o PIB: 31,70%
- IDH: 0,878
- Irbes: 153,18

13º) Uruguai
- Carga tributária sobre o PIB: 27,18%
- IDH: 0,783
- Irbes: 150,30

14º) Alemanha
- Carga tributária sobre o PIB: 36,7%
- IDH: 0,905
- Irbes: 149,72

15º) Islândia
- Carga tributária sobre o PIB: 36,3%
- IDH: 0,898
- Irbes: 149,59

16º) Argentina
- Carga tributária sobre o PIB: 29%
- IDH: 0,797
- Irbes: 149,40

17º) República Tcheca
- Carga tributária sobre o PIB: 34,9%
- IDH: 0,865
- Irbes: 148,39

18º) Reino Unido
- Carga tributária sobre o PIB: 36%
- IDH: 0,863
- Irbes: 146,96

19º) Eslovênia
- Carga tributária sobre o PIB: 37,7%
- IDH: 0,884
- Irbes: 146,79

20º) Luxemburgo
- Carga tributária sobre o PIB: 36,7%
- IDH: 0,867
- Irbes: 146,49

21º) Noruega
- Carga tributária sobre o PIB: 42,8%
- IDH: 0,943
- Irbes: 145,94

22º) Áustria
- Carga tributária sobre o PIB: 42%
- IDH: 0,885
- Irbes: 141,93

23º) Finlândia
- Carga tributária sobre o PIB: 42,1%
- IDH: 0,882
- Irbes: 141,56

24º) Suécia
- Carga tributária sobre o PIB: 44,08%
- IDH: 0,904
- Irbes: 141,15

25º) Dinamarca
- Carga tributária sobre o PIB: 44,06%
- IDH: 0,895
- Irbes: 140,41

26º) França
- Carga tributária sobre o PIB: 43,15%
- IDH: 0,884
- Irbes: 140,52

27º) Hungria
- Carga tributária sobre o PIB: 38,25%
- IDH: 0,816
- Irbes: 140,37

28º) Bélgica
- Carga tributária sobre o PIB: 43,8%
- IDH: 0,886
- Irbes: 139,94

29º) Itália
- Carga tributária sobre o PIB: 43%
- IDH: 0,874
- Irbes: 139,84

30º) Brasil
- Carga tributária sobre o PIB: 35,13%
- IDH: 0,718
- Irbes: 135,83



É chocante ver o número de pessoas que colocam uma resposta diferente do item 2 para todas as situações. Roubar ou agredir alguém, é imoral e anti-ético. Qualquer posicionamento diferente é uma posição ideológica contrária aos direitos básicos de um cidadão. Talvez por isto estejamos vivendo a presente crise moral.


A auto denominação Capital imoral é um exagero. O mais correto deve ser somente "Imoral"


Professor,

Mas e se fosse um bem que fosse produzido na mesma quantidade que produziu dinheiro?

E se estado expandisse o crédito aos poucos, esperava que os imóveis(Ou outro bem mais simples e fácil de se produzir) ficasse prontos pra ai voltar a imprimir, isso indo aos poucos. Iae?




Pode ser que Trump compreende isso sim e está sendo estratégico:

"Eu sei que está decisão também vai nos prejudicar, mas nós temos mais capacidade de aguentar esse prejuízo do que vocês, então sugiro que negociem conosco"

* * *


A definição de inflação apresentada no texto conflita com as definições presentes em alguns livros de economia.

Segundo os livros "A inflação pode ser definida como o processo persistente de aumento do nível geral de preços, resultando na perda de poder aquisitivo da moeda, de tal modo que sua função de reserva de valor fique prejudicada"

O conceito apresentado no texto se define de acordo com o livro como um dos tipos possíveis de inflação dentre 4 tipos diferentes possíveis: A inflação monetária, que é de fato a forma mais comum de inflação, entretanto não a única.

"A inflação monetária nada mais é que um tipo de inflação de demanda, e é causada pelo aumento na oferta da moeda. Quando se aumenta a oferta de moeda na economia, deslocamos a curva DA para a direita, fazendo aumentar o nível geral de preços."





"Porque o minha casa minha vida inflacionou o preço dos imóveis?"

Porque havia muito mais dinheiro perseguindo praticamente a mesma quantidade de imóveis. Dinheiro pode ser criado na hora; imóveis demoram anos para ficar prontos.

"Porque o crédito farto e fácil, aumentou os preços?"

Porque mais dinheiro perseguindo a mesma quantia de bens aumenta os preços destes bens.

"Porque veja bem, se aumentou a oferta por imóveis, não era pros preços subirem, tem mais concorrência e o preço assim vai baixar. Não é isso que vocês pregam?"

A oferta monetária cresceu 1.500%. A oferta de imóveis por acaso também cresceu 1.500%?

Pensa um pouquinho.

"Algo começa ter muita oferta, o preço baixa e fica melhor pros consumidores."

O que começou a ter muito oferta? A quantidade de imóveis por acaso aumentou o mesmo tanto que a quantidade de dinheiro?

Pensa um pouquinho.

"Porque com o MCMV o preço os imóveis subiu tanto se havia mais oferta?"

Porque a quantidade de dinheiro cresceu muito mais que a oferta de imóveis. É mais fácil criar dinheiro (meros dígitos eletrônicos) do que construir imóveis.

"Não entendo isso"

Pensa um pouquinho.


Mais uma vez parabéns pelo excelente artigo, Leandro. Mas me restou uma dúvida: Como sanar então o problema de expansão desmedida de crédito? Existe alguma forma de impedir que os bancos gerem mais dinheiro, salvo a existencia de uma concomitante expansão produtiva no país, com geração e aquisição de bens de consumo e de capital? Pode ser apenas ignorancia minha, mas, pelo meu entendimento, mesmo que os bancos credores não recebessem o pagamento com juros de seus empréstimos, eles poderiam sempre gerar cada vez mais dinheiro para cobrir seus "buracos orçamentários'', é este mesmo o caso?


Porque o minha casa minha vida inflacionou o preço dos imóveis?

Porque o crédito farto e fácil, aumentou os preços?
Porque veja bem, se aumentou a oferta por imóveis, não era pros preços subirem, tem mais concorrência e o preço assim vai baixar. Não é isso que vocês pregam?

Algo começa ter muita oferta, o preço baixa e fica melhor pros consumidores.

Porque com o MCMV o preço os imóveis subiu tanto se havia mais oferta?

Não entendo isso



Estava falando isso para minha família hoje, como essa história de educação formal é um mito.

Na verdade, é mais um dos tentáculos progressistas para desmoralizar a sociedade e aumentar o poder do Estado.

Esse mito da educação como solução das mazelas é daqueles que são absorvidos pela população por toda a influência do mainstream, mas que não se sustentam após um mínimo exercício de pensamento de poucos minutos. Se a pessoa se lembrar como era a segurança pública a 20, 30 ou mais anos atrás, derruba facilmente este mito.

Reflita sobre isso, Otavio. Use sua intuição e capacidade de conhecimento e você verá como isto é um mito.


O artigo abaixo mostra a forma como foi usado o argumento na quarta pergunta.

Por causa dos melhores contatos políticos dos ricos no Reino Unido, esses se podem dar ao luxo de serem medíocres que continuarão a ganhar mais que pobres talentosos. O problema é que o artigo clama por mais distribuição de renda e não vê o estado como o problema da questão.

Artigo para atacar o Brexit, eu acho.

ind.pn/2oowZ2s


"pode-se afirmar que o aumento numérico da população (questão demográfica mesmo) teria causado o aumento da demanda superior ao aumento dos preços?"

Dois pontos:

1) Aumento populacional de fato causa aumento da demanda, pressionando os preços para cima. Mas também, e ao mesmo tempo, gera aumento da oferta. Como há mais pessoas trabalhando e produzindo, há mais bens e serviços sendo disponibilizados. Isso pressiona os preços para baixo.

Logo, apenas dizer que aumento populacional pressiona preços para cima não é teoricamente correto.

2) De 1994 até hoje, a população brasileira saltou de 160 milhões para 206 milhões. Aumento de 28,75%.

Já a oferta monetária, neste mesmo período, aumentou nada menos que 1.500%. Qual será que predominou?

"Não tenho os dados aqui"

Agora tem.

"mas ainda que no caso específico do Brasil a população não tenha aumentado, faz sentido afirmar que a quantidade de moeda de um determinado país é uma variável diretamente proporcional à variável número de habitantes desse país?"

A população aumentou 28,75%. A quantidade de moeda, 1.500%. Qual foi a proporcionalidade?

"Nunca vi um estudo que associasse política monetária e comportamento da moeda a demografia, embora me pareçam ciências muito afins."

Até faria sentido que a moeda crescesse de acordo com o crescimento da população. Vários liberais e libertários já defenderam isso. (No Brasil, Roberto Campos foi o único que chegou a aventar essa hipótese).

Mas, na prática, absolutamente nenhum país segue esta regra.


Oi Michel,

Veja minha série de vídeos sobre este tema:

https://www.youtube.com/watch?v=hwik_o2Ps0M

Abs.


Só nesta seção de comentários já foram três vezes. Vamos lá pra quarta vez.

Não houve nenhuma expansão monetária nem nos EUA e nem na Europa. O Fed de fato expandiu absurdamente a base monetária, mas este dinheiro não entrou na economia. Ele ficou retido nos bancos. E não precisa confiar em mim, não. Pode ir direto à fonte.

Eis a evolução da oferta monetária nos EUA desde 2000.

cdn.tradingeconomics.com/charts/united-states-money-supply-m2.png?s=unitedstamonsupm2&v=201701060828r&d1=20000113&d2=20170113

Por favor, aponte a "grande expansão monetária".

Agora, zona do euro:

cdn.tradingeconomics.com/charts/euro-area-money-supply-m2.png?s=emuevolvmonsupm2&v=201703311845t&d1=20000331&d2=20170331

A oferta monetária hoje lá cresce menos do que antes de 2008.

De novo, cadê a "grande expansão monetária"?

Dica, jamais se informe exclusivamente pela imprensa. E muito menos por keynesianos. Você será enganado.

Artigos sobre isso? Aqui vão dois:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2585

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2497


Obrigado Tiago.
É exatamente esse tipo de conceito "oferta" x "base" monetária que as vezes se torna confuso... Mas faz sentido o que você escreveu.

Quanto à queda nos preços, nesse exemplo dos "EUA padrão ouro", houve essa relação linear entre o crescimento da economia e à queda nos preços?


Parabéns pelo artigo.

Enquanto não aumentar a concorrência com importados e facilidade para empreender, o povo vai sofrer com a inflação, greves, desvalorização salarial, produtos de menor qualidade, etc.

Os mais pobres e aposentados são os mais beneficiados com as importações. Se os que mais precisam serão beneficiados, fica claro que é bom para todos.

O Brasil é uma republiqueta de protecionistas. Os supermercados brasileiros parecem um supermercado de nacionalistas. Só tem produto nacional e debaixa qualidade.

Temos que comer carne podre, porque o governo mandou.



Conversando com alguns keynesianos-desenvolvimentistas, ouvi recentemente que o quantitative easing recentemente adotado pelos EUA não teria gerado inflação, o que, segundo eles, teria derrubado a ideia de que o aumento da oferta monetária gera inflação. Procede? Seria legal ver um artigo aqui sobre isso. Abraços, e muito obrigado pelos seus textos!!


Boa noite, Leandro. Em relação à conclusão nº 3 do início do texto (demanda da população aumentou ainda mais que o aumento dos preços), pode-se afirmar que o aumento numérico da população (questão demográfica mesmo) teria causado o aumento da demanda superior ao aumento dos preços? Não tenho os dados aqui, mas ainda que no caso específico do Brasil a população não tenha aumentado, faz sentido afirmar que a quantidade de moeda de um determinado país é uma variável diretamente proporcional à variável número de habitantes desse país? Nunca vi um estudo que associasse política monetária e comportamento da moeda a demografia, embora me pareçam ciências muito afins.


Que a entrada de recursos estrangeiros influência na taxa de câmbio é óbvio. A dúvida é a influência de recursos estrangeiros na base monetária. Imaginando um cenário de livre circulação e negociação de moedas no país (cenário que existe parcialmente no Peru e Zimbábue).

Vou além, num país com uma economia pequena, que libere a livre circulação de moedas, caso sofra uma entrada volumosa de recursos, a base monetári não sofreria um aumento gigantesco num curto espaço de tempo?


Euzis, só para ressaltar, o que realmente causa elevação de preços é a "oferta monetária" (papel-moeda em poder do público, depósitos em conta-corrente, em caderneta de poupança etc.) e não a "base monetária".

É claro que, em condições normais, a base monetária se transforma em oferta monetária. Porém, em situação atípicas -- como atualmente nos EUA --, o próprio Banco Central toma medidas para impedir que a base monetária se transforme em dinheiro.

Quanto à sua pergunta, caso a oferta monetária fosse estática, os preços cairiam o mesmo tanto que o percentual de crescimento econômico. Se a economia cresceu 30% em 20 anos (estou inventando um número qualquer), então os preços cairiam 30% em 20 anos -- uma média de 1,32% ao ano.

Tal fenômeno -- queda de preços ao longo dos anos junto com forte crescimento econômico -- ocorreu nos EUA entre 1873 e 1913 (ano em que criaram o Fed). O dólar chegou a 1913 valendo mais e comprando mais do comprava em 1873. Mas, naquela época, estava-se no padrão-ouro.



Muito boa análise.
Embora hoje eu já esteja familiarizado com a teoria austríaca, as vezes é difícil enxergar a relação da prática com a teoria - eu estava me perguntando "como diabos a inflação está tão baixa, ser o governo não fez nada concreto?"
D em nenhum momento me ocorrera a questão dos depósitos em conta corrente.


Mas analisando os números no começo do artigo, me ocorreu uma outra questão:
Houve inflação, mesmo com aumento da população e da produtividade em geral, devido ao aumento da base monetária. Agora, considerando as diferenças - inflação de preços de aprox. 5x e aumento da base monetária de 36x (ou de 15 a 12 vezes, dependendo da análise feita), seria possível estimar o quanto os preços deveriam ter diminuído?




Condomínio?

De novo esse argumento? Ele é tão tosco e repetitivo, que tem até um artigo exclusivo para ele:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=827


Esse cara aí até tentou, mas partiu da premissa errada. A premissa correta é a 'propriedade privada'.

Se fosse possível escolher uma frase que resume toda a teoria libertária, seria esta:

"Propriedade privada. E todo o resto deriva disso."

É a existência da propriedade privada, e é o respeito à propriedade privada, o que gera todos os outros direitos do ser humano.

A primeira e mais direta consequência de se reconhecer a propriedade privada é que seu corpo se torna a primeira fronteira inviolável. Sendo o seu corpo a sua propriedade, ninguém pode agredi-lo. Consequentemente, ninguém pode tirar a sua vida.

A segunda consequência da inviolabilidade do corpo humano é que a única maneira ética e moral de você conseguir bens é por meio de transações voluntárias. Para que alguém voluntariamente lhe forneça algo, você tem de voluntariamente fornecer outro algo para esse alguém. Você não pode coagir ninguém e nem ninguém pode lhe coagir.

É assim, por meio dessas transações voluntárias, que surge o mercado. O mercado nada mais é do que a arena em que ocorrem transações voluntárias. O mercado é consequência direta da propriedade privada. Sem propriedade privada não pode haver transações livres e voluntárias. Consequentemente, sem propriedade privada não pode haver mercado.

A terceira consequência, que advém dessas duas primeiras, é que, tudo o que você adquiriu honestamente, por meio de transações voluntárias e as quais não agrediram terceiros inocentes (seja o seu salário, seja o seu carro, seja a sua casa, seja a sua cerveja, seja o seu cigarro, seja a sua arma), é sua propriedade e — por conseguinte — não pode ser confiscado ou destruído.

Esse, em resumo, é o cerne da teoria libertária.

O libertarianismo, ao contrário do que muitos acreditam, não é uma filosofia pró-empresa. E nem muito menos pró-empresário. O libertarianismo é uma filosofia que defende única e exclusivamente a propriedade privada. Havendo propriedade privada há transações livres e voluntárias. Havendo transações livres e voluntárias há livre mercado.

A defesa do livre mercado pelos libertários advém diretamente da defesa da propriedade privada, que é o cerne da teoria libertária.


Recentemente, eu estava lendo esta publicação do Federal Reserve de St. Louis:[link=research.stlouisfed.org/publications/page1-econ/2015/01/01/would-a-gold-standard-brighten-economic-outcomes/[/link]

Apesar de crítica ao Padrão-ouro ser extremamente fraca, e a defesa da moeda fiduciária também ser fraca, achei interessante que eles usam o Mises Institute americano como uma das fontes.



Sensacional! É sempre gratificante ver que o novo artigo do Mises é do Leandro. Parabéns!


Leandro, o que acha dessa definição de livre mercado?

"Senhores, vamos estipular um entendimento básico. Já escrevi sobre isso antes mas noto que há uma necessidade constante de relembrar isso.
.
Preparados? Então lá vai a revelação:
.
NÃO EXISTE LIVRE MERCADO!
.
Ao menos, não do modo como vocês imaginam. Mercado é o ambiente de trocas de necessidades. Você vende e compra aquilo que alguém precisa. Se você compra um produto ou serviço, é porque naquele momento você precisa dele. Se você vende, é porque você precisa daquilo que o comprador lhe dá em troca. No passado estas trocas de necessidades eram diretas: via escambo. Hoje, é via preços e sistema financeiro.
.
Se mercado é o ambiente onde necessidades são trocadas, então "livre mercado" é onde todo tipo de necessidades são sanadas sem nenhuma regra ou pudor. Ou seja, livremente. Todas! Se quer ter uma ideia do que é isso, visite a Deep Web.
.
Quando falamos de liberdade de mercado no LIBERALISMO CLÁSSICO, estamos falando da liberdade de se vender e comprar tudo aquilo que o ESTADO DE DIREITO permite. Ou seja, aquilo que está de acordo com a vida, a liberdade e a propriedade dos indivíduos. Aquilo que está de acordo com os direitos humanos e assim por diante. Isso já é uma limitação de mercado imensa. Imagine quantos mercados que ferem a vida, a liberdade e a propriedade não foram coibidos por conta disso?
.
É o estado interferindo e dizendo o tipo de produto e/ou serviço que se pode ofertar e demandar. Por isso o liberal clássico é aquele que, antes de defender a liberdade de mercado, defende uma ÉTICA. Sem esta ética, não tem como existir liberdade de mercado. E para que esta ética exista, é importante que também exista um estado com poder coercitivo suficiente para impor esta ética.
.
O liberalismo clássico CRIOU o conceito de livre mercado a partir disso. A ideia de liberdade de mercado não brotou do nada. Surgiu de uma concepção de estado e de sociedade. O papel do liberal clássico não é o de defender um conceito menor do liberalismo. Sim, o mercado é um conceito menor no liberalismo. Pequeno, diante da constelação de conceitos que o liberal defende. O liberal clássico defende toda a coisa! E "toda a coisa" é: liberdade individual + estado de direito + mercado liberal = liberalismo clássico.
.
Para mais informações sobre isso, leia este artigo de ponta a ponta. E irá compreender porque os libertários e minarquistas pecam ao defender, sem freio algum, o "livre mercado". "


Régis, seu problema está resolvido. Parabéns. Mas você é um homem inteligente e muito bem articulado. Não poderia pensar numa solução para esses incautos. Seja mais generoso e ajude-os (nos). Mais uma vez parabéns. Boa tarde.


Minha linha de raciocínio esta correta? Veja:


''Como ensina a teoria econômica, se o preço de algo for decretado a um valor acima do de mercado, haverá muita oferta e pouca demanda. Inversamente, se o preço de algo for estipulado a um valor abaixo do de mercado, haverá um excesso de demanda, mas pouca oferta. ''

Somente o mercado consegue balancear a demanda e a oferta. Se algo da muito dinheiro porque tem muita demanda, logo todos vão querer ofertar esse bem ou serviço, isso ira reduzir os preços com o tempo, mas no futuro quando a demanda e o lucro dos ''ofertantes'' diminuir, consequentemente ira reduzir o numero de ofertantes balanceando com a demanda adequada.. Desculpa pela falta de expressão, curso direito e não economia. Portanto, sem a intervenção estatal criando demanda artificial(agregada), não existe investimento errôneo, justamente porque existe uma demanda real por aquilo e não artificial, toda a oferta criada ira atender uma real demanda, ao invés de criar uma demanda falsa que não se sustenta no longo-prazo.
No livre mercado, oferta e demanda ficão balanceados, quando se intervêm você acaba desbalanceando isso e investimentos errôneos e crises.

Portanto, por isso em um LIVRE mercado, é extremamente improvável estabelecer cartéis ou monopólios, já que a demanda esta diretamente ligada a oferta, caso algo de pouco dinheiro devida a pouca demanda, terá pouca oferta, assim nunca irão ocorrer investimentos erroneos e consequentemente crises. A oferta e a demanda em um livre mercado, ficão reais e completamente diretos e conectados, algo claro e visível. Se o governo mete a mão, ele desequilibra e acaba deturpando as reais referencias para investimentos.
Igual faculdade de direito, a maioria cursa isso pra ser funça, isso é um claro investimento errôneo, o estado criou o incentivo perverso da parasitagem, consequentemente as pessoas querem mais fazer concurso pra mamar, criou-se ai uma DEMANDA, consequentemente terá oferta ai, prova disso é que o Brasil é um dos países que mais se tem faculdade de direito. O problema ai é que, essas pessoas não demandaram realmente fazer direito por desejo próprio, o estado criou um incentivo falso. Pra piorar, essas pessoas não vão criar riqueza, somente inchar o estado mamando na teta alheia.
O que vai acontecer: No futuro, vai ter dezenas de faculdades de Direito indo a falência, porque o incentivo para se fazer concurso sera destruído, logo vai cair a demanda por faculdade de direito. É como uma bolha, essa oferta foi criado por uma demanda falsa.

Sobre os imoveis no Brasil, esse incentivo concedendo crédito pra financiar imóvel, aumentou os preços.
Porque os preços aumentaram se havia maior demanda, logo haveria mais oferta e os preços baixariam pela concorrência mais forte. Certo?

Quando o estado cria uma demanda artificial, concedendo crédito farto, temos investimentos errôneos.
Porque o empresário não vai ofertar de acordo com a demanda e sim com a facilidade de se obter empréstimos.
Se obter empréstimos esta mais fácil, logo vai ter um aumento no empreendedorismo e no consumo. O problema é que, esse aumento não foi por conta da real demanda, onde pessoas voluntariamente compram algo por vontade própria e por sua renda ter aumentado, e sim por um sinal falso de que as pessoas estão consumindo e não poupando, devido a baixa dos juros e facilidade de se obter empréstimo.

Imagine que o governo de alguma forma, incentive o empreendedorismo no setor de computadores.
Haverá muita oferta nesse setor, mas não compatível com a demanda real. O que acontece ai é que, todo o recurso escasso de uma economia vai ser direcionado pra esse área que não foi demando pelas pessoas.
Os preços mais baixos, irão no curto-prazo causar uma certa demanda por esse setor, mas isso não se sustenta, porque a demanda é insuficiente pra suprir toda essa oferta, no longo-prazo, as pessoas sentirão que não obtiveram um aumento de renda o suficiente pra consumir tanto esse setor da economia, e ai começa a quebradeira porque, a queda da demanda no longo-prazo será fatal.

Preciso fortalecer esse raciocínio, se alguém poder dar uma ajuda, agradeço

Abraços



Trader, esse processo onera a transação?

Se não existisse moeda de curso forçado no Brasil, e eu pudesse negociar livremente em Dolares, minha transação seria mais barata assim? Quero dizer que, do jeito que é, eu sou obrigado a trocar por Reais, justamente nesse processo da troca de Dolar pra Real que eu me refiro.

Esse processo que você citou, causa onerosidade? Pode ser chamado de Burocrático?

Abraços


Inclusive, a entrada de dólares faz a moeda local se valorizar, pois esta está sendo mais demandada. E a recíproca é verdadeira.


Só para constar: a indústria brasileira de informática nunca existiu. O que existiu foram empresas amigas do governo que tinham licença para importar componentes sem imposto para fabricar cópias de computadores estrangeiros.
Talvez o único computador que se possa dizer que foi desenvolvido no Brasil foi o Cobra 500, que foi projetado na PUC do Rio de Janeiro, lançado em 1980 e que permaneceu no mercado, praticamente sem evoluções, até 1991, aproximadamente.
O Brasil nunca produziu comercialmente um único circuito integrado, nem conseguiu fabricar uma única unidade de disco que não dependesse de componentes importados.


Sim eu sei que a inflação é um fenômeno monetário, mas o déficit público é o maior causador da inflação (da expansão monetária). Pois crédito é algo positivo para a economia. Recaí sobre aquele argumento do friedman da diferença de vc gastar o seu dinheiro para vc ou gastar o dinheiro dos outros...
Se um banco der "crédito de mais" ele pode quebrar...já se o governo fizer isso, a conta será paga com nova expansão monetária...


Socialismo onde todos os meios estratégicos de produção estão na mãos dos empresários (por isso os lockout, a falta de produtos devido a bociotes), onde 70% do PIB é do setor privado, belo socialismo onde a burguesia ainda manda no país.
Piada chamar isso de Socialismo. O que ta ocorrendo na Venezuela não é coisa de agora, é coisa de mais de anos e anos onde a direita sempre mandou na Venezuela e era o país mais pobre da AS junto com a Bolívia, onde o dinheiro do petróleo ficava na mão de minorias e foi justamente no governo bolivariano de Chavez (o bolivarianismo não tem nem 20 anos) que foi onde o Chavez reduziu drasticamente a pobreza na Venezuela de 42% pra 9%, onde erradicou o analfabetismo, onde passou até nós no IDH ...
Esses casos vem acontecendo com o governo do Maduro, e como falei frutos tbm de boicotes da direita, setores empresariais

Soma ao fato de ser um petro-país que sofre da doença holandesa, totalmente dependente da matéria prima (petróleo)

Mas o povo venezuelano sabe que o caminho não é a direita, onde no seu comando era o país mais poobre da AS junto com a Bolívia e fatos como o Caracaço eram frequentes.


Por que besteira? Mostra onde está o erro do raciocínio, amigo miseano. Tributos são como taxas de condomínio ou aluguel. Escolhe o mais barato e vai morar! Porque ainda não foi viver em Liberland?


Leandro, nos comentários de qual artigo está aquela sua explicação de que os melhores cafés vão pra fora do país por causa da nossa moeda historicamente fraca?


Certo. Mas essa situação só funciona para países com moeda de curso forçado (esmagadora maioria).

E se por acaso o Brasil liberasse a transação com outras moedas em território nacional?


Não. Recursos estrangeiros só inflam base monetária quando o Banco Central intervém -- porque quer manipular o câmbio -- e compra dólares.

Quando o BC não intervém, dólares são simplesmente trocados por reais. Um investidor americano vende dólares para um brasileira em troca de reais (pois só pode investir no Brasil em reais). Este brasileiro, por sua vez, vende seus reais ao americano e, em troca, assume a propriedade de uma conta bancária nos EUA denominara em dólares.

É assim que funciona. Não há aumento da oferta monetária quando o BC não intervém.


Essa sua pergunta é séria? Na Espanha, a taxa de desemprego é de 20%. Sempre foi.

Entre os jovens, o desemprego é de surreais 42%.

www.tradingeconomics.com/spain/youth-unemployment-rate

Já na Itália, a taxa de desemprego entre os jovens é de inacreditáveis 38%.

www.tradingeconomics.com/italy/youth-unemployment-rate

Comparado a isso, o Brasil chega até a parecer decente. Aqui, os jovens ao menos ainda conseguem empregos informais.

Baita sucesso, hein?


Leandro, o que acha desse artigo?

caocamargo.blogspot.com.br/2012/10/a-islandia-nao-e-so-bjork-uma-revolucao.html?m=1


Prezados,

Tenho um amigo, cuja mãe está defendendo uma tese de doutorado em Valência sobre as leis trabalhistas em países que tiveram influências facistas, comparando Brasil,Itália e Espanha.

Na tese, ela chega à conclusão que as leis trabalhistas desses locais são muito similares e muitas vezes até mais protecionistas que as brasileiras. Com isso como podemos explicar a situação econômica destes países ser melhor que a nossa e os empreendedores terem maior facilidade de trabalhar e gerar empregos?


Leandro,

Graças aos seus textos e aos demais artigos publicados no IMB entendo rezoavelmente como funciona a inflação. Mas tem algo que sempre tenho dúvida.

Como encaixar os recursos estrangeiros que entram e saem do Brasil continuamente.

Vamos supor que num passe de mágica o Banco Central pare de expandir a base monetária. Entretanto, se houver uma entrada volumosa de recursos estrangeiros, esses recursos inflariam a base monetária e geraria inflação. Meu raciocínio está correto?



"Não me parece que o governo teria condições de promover essa festança de dinheiro à rodo na economia não fossem os grandes bancos brasileiros."

Correto. Mas o inverso também é verdadeiro: bancos não teriam condições de expandir a oferta monetária não houvesse um Banco Central continuamente criando dinheiro e injetando esse dinheiro no sistema bancário.

E o artigo fala explicitamente sobre isso. A moeda se expande por meio de um conluio entre Banco Central e bancos. Um depende do outro nenhum deles age sozinho. Inclusive no trecho em que este assunto é abordado há links para artigos que falam exatamente sobre isso.

Aliás, aqui mesmo nesta seção de comentários há um longo comentário do Leandro falando exatamente sobre isso (em resposta ao leitor Eduardo Almeida). Leia-o.



"A demanda por liquidez é efeito da expansão de preços e não o inverso como o texto sugere"

Ou seja, esse sujeito aí disse que primeiro os preços sobem e depois, só depois, é que a oferta monetária (por causa da "preferência pela liquidez") acompanha.

Muito embora seja algo completamente sem sentido, vale observar que, mesmo se realmente fosse essa a sequência, ainda assim toda a teoria mostrada no artigo se manteria intacta. Afinal, foi a expansão monetária o que, em última instância, deu suporte ao aumento dos preços. Não houvesse expansão monetária, não teria como esses preços terem aumentado.

Ou seja, o cidadão quis criticar, mas simplesmente acabou confirmando ainda mais o artigo.



Compreenda esses pontos e entenderá mais de Economia do que certos especialistas.

* * *


Se tem um cara que deveria escrever todos os dias aqui no IMB, esse cara é o Leandro. Parabéns por mais um artigo fantástico!

Leandro, imagine o seguinte cenário: O Brasil teve um fenômeno deflacionário parecido com o que ocorreu na Islândia. Essa contração monetária ( deflação ) de forma abrupta poderia fazer com que os preços dos produtos voltassem a um patamar próximo do que já foi em 1994?
Nesse caso, o que aconteceria com o preço de ativos como ouro, prata ,moeda estrangeira e imóveis?

Grande abraço!


Não seria o caso de se compor as taxas inflacionárias dos dois países em questão?

Quanto da valorização do dólar, provocada pela política contracionista do FED poderia ser debelada pela política contracionista do BACEN? Tenho em conta que a nossa moeda, a médio e longo prazos vai depender muito mais do que o BACEN vai fazer do que o comportamento do FED.

Um detalhe: em 2015, quando a nossa inflação alcançou dois dígitos (10,67%) o repasse cambial sobre a inflação representou, no máximo, a 1,57% . Ou seja, 14,7% do IPCA.


Segundo o relatório trimestral da inflação do Banco Central, o repasse cambial foi responsável por 14,7% da inflação em 2015 e de 2,6% em 2016.

Isso pode ser visto aqui com detalhes: www.bcb.gov.br/htms/relinf/port/2017/03/ri201703b6p.pdf


Aumento de preços é, de fato, afetado por inflação monetária, e o artigo é brilhante em explicar essa parte.

E foi excelente a inclusão da parte de comportamento humano (Ação Humana) após a repetição do Gráfico 2. Digo isso, pois acho importante que os leitores percebam que não basta haver expansão monetária por parte do governo, mas também é necessário que as pessoas movimentem essa moeda (dinheiro, na realidade), alterando a velocidade dela no mercado.

Ademais, Leandro, você ainda faz palestras?



- Proibir a doutrinação ideológica nas escolas vai prejudicar a qualidade de ensino;

- Desarmar a população honesta diminui a criminalidade;

* * *



"Leandro 31/03/2017 20:12
Com essa métrica específica eu desconheço. Mas há vários estudos sobre o impacto de uma dívida alta (que exige contínuos e volumosos refinanciamentos) no crescimento econômico. Aliás, não só Japão como toda a Europa chegou a esse ponto."

E como e porque esses países não "implodem" ?? Isso que eu não entendo.... Ou é uma questão de tempo?


´´... A função da mulher é unicamente servir ao homem. Nada mais.´´

por causa de idiotas como vc eu tenho que aguentar aquele chororo feminista na universidade afff....

Obs.: ganho o exatamente a mesma coisa que meus colegas homens, simplesmente pq faco o mesmo serviço, no mais machistas e feministas vao toma no cu.


Ainda, em tempo, queria fazer uma pergunta: Qual é pior, a inflação ou criatividade do marqueteiro que bolou essa frase: "Preços abaixo do nível do mar" ?


Parabéns ao Leandro pelos belos artigos. Mas parece que há algo faltando nesse contexto.

Em um artigo em PT, encontro esta definição simples:

"O Banco Central não controla diretamente a quantidade de moeda em circulação na economia. O que ele controla é a chamada base monetária, composta pelo papel-moeda em poder do público e pelas reservas (compulsórias e voluntárias) que os bancos mantêm junto ao Banco Central."

Em um interessante artigo em Inglês com o título: "Why the Federal Reserve is Irrelevant", a seguinte citação pode ser encontrada:

"A principal função do Federal Reserve é determinar o mix de passivos governamentais detidos pelo público." By John P. Hussman, Ph.D. 2001.

Em ambos os artigos parece claro que o real agente propulsor do aumento da quantidade de dinheiro (sob diversas formas) na economia são os Bancos.

"Quando o Banco Central deseja realizar uma política monetária expansionista (ou seja, aumentar a quantidade de moeda na economia), ele compra títulos dos bancos comerciais. Em troca desses títulos, os bancos recebem moeda, elevando assim a quantidade de moeda da economia. Analogamente, quando o Banco Central deseja fazer uma política monetária contracionista (diminuir a quantidade de moeda), ele vende títulos públicos para os bancos, retirando moeda de circulação."

Não me parece que o governo teria condições de promover essa festança de dinheiro à rodo na economia não fossem os grandes bancos brasileiros.

Não é assim Leandro?


Interessante as "refutações" que vemos por aí:

"A explicação não está correta. A demanda por liquidez é efeito da expansão de preços e não o inverso como o texto sugere. Mesmo porque em todo este período mencionado os juros foram e ainda são os mais altos do mundo. A expansão de preços referida se deve basicamente às deficiências e deformidades do regime fiscal brasileiro. Precisam estudar mais!"


Sim, mas pontualmente. Seria um fenômeno caracterizado por um aumento único dos preços dos importados, e não por um aumento contínuo e duradouro de preços. Este só ocorre com expansão monetária.


Déficit público? Ainda anteontem foi publicado um artigo inteiro voltado para esse assunto. Era só você ter olhado.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2578

Sim, déficit público pode aumentar a oferta monetária. Mas o crédito para pessoas e empresas também. Aliás, até mesmo operações cambiais podem aumentar a oferta monetária. Por que exigir falar apenas sobre déficit público e não sobre todas essas também?

De resto, parece que você se confundiu: todo o artigo acima fala sobre as consequências de um aumento da oferta monetária. O objetivo do artigo é estudar as consequências, e não as causas, de um aumento da oferta monetária.

Para ver as causas da expansão monetária, sugiro estes artigos:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2578
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1854
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1387
www.mises.org.br/Article.aspx?id=344



Se não expandirem mais o crédito e deixarem como está, deve se recuperar à partir de 2020.



Os artigos do Leandro produzem anticorpos para eu ficar ainda mais resistente aos patógenos keynesianos e desenvolvimentistas que por vezes ouço em meu cursinho pré-vestibular.

Leandro, olha que interessante, o Conde Drácula sancionou a lei da terceirização. A Dilma não tinha esse projeto também?

No mais, excelente artigo.


O autor afirma que o Samuel Pessoa é competente. Eu gostaria de saber com base exatamente no que é feita a afirmação? Ser amigo do Marcos Lisboa? Ter sido demitido da EPGE ? Qual o trabalho excelente que esse senhor já fez? Vc já leu os artigos dele na fsp sobre pedágio urbano, regulação do uber e um mais recente sobre queda do salário real/menos desemprego (erros crassos e absurdos em todos, só para citar alguns...)?
Alguém aqui é amigo pessoal dele?


Bom artigo, mas ainda faltou enfatizar corretamente o déficit público. Dado que todos são obrigados a aceitar reais, o déficit público continuado determinará uma expansão da base monetária...se a base estava em 250bi e o déficit está na ordem de 100 ou 150bi fica fácil notar a grande relevância da questão. Discorda Helio Beltrão?


Acho que poderia ser algo do tipo:

Quanto o governo pegou emprestado nos últimos doze meses? Quanto os bancos concederam em empréstimos para o setor privado nesse mesmo período?


Existe alguma relação entre Praxeologia e axioma na matemática? Qual a opinião dos matemáticos sobre a Praxeologia de Mises? Por que Hayek não era um praxeologista?


Leandro, uma moeda se desvaloriza com relação a outras, aumentando o preço de produtos importados, também não é uma causa para inflação, mesmo que não haja aumento na oferta monetária?


Não. Seu erro todo está aqui:

"quanto mais dinheiro há na economia, mais as pessoas podem ofertar bens e serviços com este dinheiro. Quanto mais dinheiro há na economia, menor é o seu preço e, quanto menor é o preço do dinheiro, menos atrativo é ofertar dinheiro em comparação com ofertar bens e serviços."

É exatamente o contrário. Quanto menor o preço do dinheiro, quanto menor o seu poder de compra (pense na atual hiperinflação venezuelana), mais rapidamente as pessoas querem se livrar deste dinheiro.

E o que é pior: ninguém quer aceitar esse dinheiro.

Ninguém aceita abrir mão de bens — principalmente alimentos e outros produtos essenciais — em troca de uma moeda sem poder de compra nenhum. Escassez e desabastecimentos se tornam rotineiros. E você volta ao escambo.

Uma moeda fraca destrói o aspecto econômico mais básico da economia de mercado, que é o sistema de preços. Consequentemente, sem uma formação de preços minimamente racional, todo o cálculo econômico permitido pelo sistema de preços — o cálculo de lucros e prejuízos, que é o que irá estimular investimentos — se torna praticamente impossível.

Perceba que, pela sua lógica ("quanto mais dinheiro há na economia, mais as pessoas podem ofertar bens e serviços com este dinheiro"), uma hiperinflação geraria um cenário de extrema pujança, com a produção lá em cima, e com todas as pessoas alegremente abrindo mão de bens em troca de um pedaço de papel que não tem poder de compra nenhum. Faz sentido?



"Gostaria de entender melhor de onde vem a escassez dos produtos a proveniente do congelamento dos preços.

Imagino que tenha uma relação direta com os produtores, que necessitam importar matéria prima e não conseguem mais atingir os preços tabelados devido à desvaloração da moeda com relação às outras moedas. Essa é o único motivo ou existe mais algum fator determinante para isso? Como explicar a escassez de produtos 100% nacionais?"


Tenha a paciência de ler: Tabelamento de preços pelo governo


"qual o peso da confiança sobre aquela moeda, o banco central, etc, pode causar na inflação ?"

No curto prazo, muito. Vivemos isso em 2015 e primeira metade de 2016. Este mesmo Instituto fez vários alertas quanto a isso. Já no longo prazo, porém, o que manda é a oferta monetária.

Como sempre disse o grande economista Steve Hanke, "money dominates".

"Por exemplo, imagine o governo do Brasil com frequentes déficits"

É assim desde 1994. Sempre tivemos déficit nominal (que é o que realmente importa).

"e mesmo assim a expansão monetária reduzindo de velocidade. Tal medida não levaria a uma incerteza sobre o Brasil, e consequentemente, uma desvalorização do Real ?"

Sim, no curto prazo. De novo, isso aconteceu em 2015 e primeira metade de 2016. Com oferta monetária em contração, não há como uma moeda se desvalorizar aceleradamente. É questão básica de oferta e demanda. A oferta da moeda está diminuindo. A única maneira de o preço dela cair ainda mais seria se a demanda por ela caísse ainda mais. Mas isso só aconteceria em cenários apocalípticos, muito além da guerra civil. Afinal, as pessoas precisam da moeda para fazer transações.

"Vejo algo semelhante nos EUA, menor desvalorização do dolar devido a menor expansão de dinheiro, mas também não sei se uma explosão no deficit poderia reverter esse efeito."

Se a explosão do déficit se transformar em expansão da oferta monetária, então certamente.


Muito obrigado por essas palavras, caro Maurício. Esse tipo de reconhecimento é o que faz tudo valer a pena.

Obrigado pelo prestígio e grande abraço!


Este argumento de que o estado "ajuda as pessoas" foi muito usado no debate do impeachment da Dilma. Lá pelas tantas, o senador Magno Malta disse o seguinte (cito de memória)
"Falam muito que a Dilma é inocente porque ajudou os pobres. Ora, todo mundo que mora na favela sabe que os traficantes ajudam os pobres. Em qualquer favela, os traficantes dão cesta-básica, pagam botijão de gás, pagam até enterro. Isso faz com que eles deixem de ser traficantes ?"


Leandro Roque, por favor, confira meu raciocínio e, caso encontre algum erro, me diga qual e por que.

Em linha com a segunda premissa que é "quanto mais dinheiro há na economia, mais as pessoas podem demandar bens e serviços com este dinheiro", faltou considerar outra premissa que é "quanto mais dinheiro há na economia, mais as pessoas podem ofertar bens e serviços com este dinheiro". Quanto mais dinheiro há na economia, menor é o seu preço e, quanto menor é o preço do dinheiro, menos atrativo é ofertar dinheiro em comparação com ofertar bens e serviços. Estou falando do custo de oportunidade. Juros mais altos tornam mais atrativo ofertar (aplicar) uma parcela do dinheiro do que utilizá-lo para ofertar bens e serviços. O preço do bem e/ou serviço precisa proporcionar uma rentabilidade no mínimo igual à rentabilidade de se ofertar dinheiro. Então, quando os juros sobem, a oferta de bens e serviços reduz até a quantidade em que o preço resultante proporcione uma rentabilidade no mínimo igual à rentabilidade proporcionada pelo novo preço do dinheiro. Então, quanto mais dinheiro há na economia, maior é a demanda e a oferta. A única oferta que não cresce com o aumento da quantidade de dinheiro é a oferta de divisas. Então o único e exclusivo motivo pelo qual a variação dos juros afeta a inflação é através da variação cambial que ela causa. Quando aumenta a quantidade de dinheiro na economia, os preços das divisas aumentam.


Lamento informar, Bode, mas você foi enganado. Aliás, é nisso que dá ficar se informando pela imprensa, sem correr.

Não houve nenhuma expansão monetária nem nos EUA e nem na Europa. O Fed de fato expandiu absurdamente a base monetária, mas este dinheiro não entrou na economia. Ele ficou retido nos bancos. E não precisa confiar em mim, não. Pode ir direto à fonte.

Eis a evolução da oferta monetária nos EUA desde 2000.

cdn.tradingeconomics.com/charts/united-states-money-supply-m2.png?s=unitedstamonsupm2&v=201701060828r&d1=20000113&d2=20170113

Por favor, aponte a "maior expansão monetária que se tem notícia na história".

Agora, zona do euro:

cdn.tradingeconomics.com/charts/euro-area-money-supply-m2.png?s=emuevolvmonsupm2&v=201703311845t&d1=20000331&d2=20170331

A oferta monetária hoje lá cresce menos do que antes de 2008.

De novo, cadê a "maior expansão monetária que se tem notícia na história"?

Dica, jamais se informe exclusivamente pela imprensa. Você vai acabar fazendo papel de bobo.

Dois artigos para você, que explicam exatamente o que aconteceu:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2585

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2497



Parabéns Leandro. O mundo gira tão rápido que eu já estava sentindo falta de seus brilhantes artigos. Você se supera sempre. Minha compreensão econômica é antes e depois de Leandro Roque. Estou ficando um craque. Que as forças celestiais continuem te iluminando. Novamente parabéns.


Leandro, entendo que aumento de quantidade de dinheiro na economia causa inflação devido da desvalorização(e também, todos os efeitos disso, como os ciclos econômicos, bolhas, etc..) , mas qual o peso da confiança sobre aquela moeda, o banco central, etc, pode causar na inflação ? Por exemplo, imagine o governo do Brasil com frequentes deficits e mesmo assim a expansão monetária reduzindo de velocidade. Tal medida não levaria a uma incerteza sobre o Brasil, e consequentemente, uma desvalorização do Real ? Se sim, o que causaria isso?

Vejo algo semelhante nos EUA, menor desvalorização do dolar devido a menor expansão de dinheiro, mas também não sei se uma explosão no deficit poderia reverter esse efeito


Olá,

Tenho uma dúvida que é bem básica, mas por favor deem um desconto para a falta de conhecimentos básicos de economia na educação brasileira.

Gostaria de entender melhor de onde vem a escassez dos produtos a proveniente do congelamento dos preços.

Imagino que tenha uma relação direta com os produtores, que necessitam importar matéria prima e não conseguem mais atingir os preços tabelados devido à desvaloração da moeda com relação às outras moedas. Essa é o único motivo ou existe mais algum fator determinante para isso? Como explicar a escassez de produtos 100% nacionais?

Este sendo um fator determinante, como é feita a desvalorização da moeda? o governo é obrigado a reportar a quantidade de dinheiro ele está injetando na economia?

Sei que são questões bem básicas, mas se alguém puder me ajudar eu agradeço muito.

abç


Os EUA patrocinaram a maior expansão monetária que se tem notícia na história. O BCE segue no mesmo caminho e a inflação continua comportada no primeiro e na Europa.


Eu aprendi tudo isso aos 9 anos, assitindo um desenho do Tio Patinhas... Impressionante como os acadêmicos não aprenderam essa simples lição que era ensinada em um desenho animado...



Não consigo visualizar. Uma "brutal" valorização do dólar aumentaria a taxa de câmbio e isso, de fato, encareceria importações. A inflação de preços aumentaria de imediato. Mas acabou aí o processo. Não há por que os preços continuarem subindo contínua e ininterruptamente. A oferta monetária estaria caindo e isso, por si só, impediria contínuas apreciações do dólar. Adicionalmente, com oferta monetária em queda, não há espaço para remarcações de preços.



Com essa métrica específica eu desconheço. Mas há vários estudos sobre o impacto de uma dívida alta (que exige contínuos e volumosos refinanciamentos) no crescimento econômico. Aliás, não só Japão como toda a Europa chegou a esse ponto.


Obrigado pela grande gentileza, prezado Mario. Elogios não só nunca são repetitivos, como ainda são um eficiente combustível.

Grande abraço!



Muito boa jogada, faz pensar mesmo!

Legal a ideia usar o termo "anarcocapitalismo" para associar as ideias da esquerda.
Quem defende o direito ao aborto é a esquerda, quem defende a criação de "um novo homem" é a esquerda, quem pretende substituir os relacionamentos humanos por algo compostos de castas é a esquerda! Dividir a humanidade, fazer com que todos sintam medo e não saiam de casa, criar a dependência por algo que os "proteja"... É a esquerda! Destruir a família, acabar com as relações sexuais e a procriação natural...

Todos males do controle absoluto!

Mas até aí, criar confusão na cabeça das pessoas também é costume dos revolucionários...