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Pior que é isso mesmo. A ambição das pessoas é ser funça e se acomodar em algum cargo que pague muito.

Já fui assim, fui funça por 3 meses. Pedi pra sair, porque não aguentava mais aquele ambiente moroso. Via várias maneiras simples de melhorar a eficiência no trabalho, mas pra convencer a chefia e os colegas era uma luta enorme.



É real e as causas atuais são os déficits do governo. Vide o gráfico no link indicado pelo Guilherme.


Tradutor liberal, o link estava quebrado:

https://tradutorliberal.wordpress.com/2017/03/10/imposto-de-renda-pessoa-juridica-na-gra-bretanha/


Haja vista a casta que o judiciário e políticos estão criando com beneficios e mordomias nabanescas.


Pura verdade amigo!

E ainda por cima, essa certeza se engradece ainda mais, quando se tem a opinião pública gerindo esse sistema, esta que por sua vez se origina de uma ideia ditada pela maioria como certa, fenômeno este que ocorre em sociedades democráticas que ao invés de buscar a liberdade buscam a igualdade em todas as coisas (Enquanto ela só pode existir perante a lei), geralmente essa opinião pública é de cunho repetitivo e pobre em conhecimento, afinal ha um detrimento na busca do conhecimento no referido processo.


Caro, desculpe não ter sido claro no primeiro comentário, sim, a inflação diminuiu o ritmo, mas os preços ainda sobem, não estão em deflação .. Por outro lado, podemos notar que o poder de compra está em uma queda maior que a dos preços, o que gera uma sensação real de perda no poder de compra.. Se preços sobem 1%, e ao mesmo tempo seu acesso ao crédito, salario, cai em um ritmo maior, vc continua tendo uma redução no poder de compra..Mesmo com uma inflação mais baixa.
Primeiro eu queria confirmar se essa queda no poder de compra de fato é real(e quais os motivos delas)..


Agora você mudou o foco. Favor decidir qual o seu ponto.

O meu é este: a moeda perde poder de compra mensalmente. Nos últimos 5 anos, em que houve as trágicas políticas do governo Dilma, com forte expansão do crédito estatal, o IPCA acumulou 40%. Isso significa que algo que custava R$ 100 em março de 2012 hoje custa R$ 140.

Essa perda do poder de compra é palpável para toda a população.

Já nos últimos 5 meses, embora a moeda continue perdendo poder de compra, a intensidade desta perda foi fortemente desacelerada (pelos motivos que falei acima).

Só isso.



O ponto por onde começar é ir eliminando a mentalidade que o indíviduo precisa do estado até para fazer seu no. 2. Basta ver nos jornais inumeras reclamações de cidadãos de bairros menos favorecidos exigindo uma providência do estado para um problema que eles mesmo poderiam resolver.

Exemplo: Vi no jornal sobre o "drama" de moradores de um bairro que tinham problemas com empoçamento de água em rua de terra batida. Entrevistado disse que a rua nunca foi asfaltada e todo ano, durante o periodo chuvoso, a água empoça ao longo da rua, perto do mato, o que também ajuda a proliferar mosquitos (dengue incluso).

Pois bem, se esse problema é recorrente e a prefeitura há anos que não faz nada, como clama o entrevistado, então o que impede as pessoas de pegarem umas pás e ajeitarem o curso de água da rua? e de cortar o mato? Ninguém que apareceu na camera parecia tetraplégico, então assumo que vários moradores tinham condições de usar uma pá. O que impede?


Sim, mas vejo pessoas reclamando ainda de perda no poder de compra. Elas estão com uma ilusão ou está de fato ocorrendo redução do poder de compra ?


Boa resposta... Ou ainda, liderando ou apoiando lideranças... Que defendam ideias que ampliem a liberdade e tenham boas chances de funcionar e gerar uma "onda virtuosa".

Eu acredito que coisas boas podem ser contagiantes, se forem disseminadas de forma planejada. Campanhas locais podem tomar proporções continentais rapidamente se bem pensadas e com pessoas muito talentosas envolvidas.


A inflação de preços no bimestre foi a mais baixa da história. As duas únicas categorias que realmente vieram altas foram educação (reajuste das matrículas escolares) e tarifas de ônibus. Teve deflação em alimentos, vestuário e passagens aéreas (despencaram).

Só pelos déficits do governo (R$ 500 bilhões de janeiro de 2016 até hoje, que dificilmente foram absorvidos integralmente pelo público e pelas empresas, devendo ter sido financiado majoritariamente pelos bancos; logo, inflacionário) era para a inflação ter sido muito maior.

Isso mostra que como sempre disse o esse site o que realmente controla carestia é moeda forte. O câmbio compensou os déficits do governo.


Macri é um empresário que caiu de paraquedas na máfia estatal e, como em qualquer república democrática, depende de apoio de aliados, de voto, aquele "lero-lero". Ele teria que arrumar mais aliados dentro da máfia para conseguir passar essas reformas. Pode comparar com o Temer, político já experiente na vida parasítica dentro da máfia estatal e que tem maioria de aliados, até porque o PT só conseguiu tanto poder graças ao maior partido do Brasil, o PMDB. Trump também caiu de paraquedas e está mais no meio-termo. Se fosse um ditador, simplesmente passava por cima e impunha no mesmo dia a reforma

São tantas décadas de estatismo que isso acaba condicionando o povo que ali reside. Países como Suíça ainda têm o estado, que é ruim, mas este não tem os devidos incentivos para se expandir e sim em adotar liberdade econômica. Cingapura, Hong Kong e Nova Zelândia também passam pela mesma situação.





Traduzi um artigo interessante sobre o impacto do IRPJ na Grã-Bretanha:

https://tradutorliberal.wordpress.com/2017/03/10/imposto-de-renda-pessoa-juridica-na-gra-bretanha/

PS: Humildemente, deixo à disposição para republicar aqui no IMB se o editor Leandro achar pertinente.


A todos os ancaps que clamam pelo fim do estado:
Pois não?

1) Isso é utópico. É uma viagem. É completamente impossível e tolo.
Sinto muito, mas "isso é bobo, e você tem cara de melão" não é um argumento.
Mas já que você diz que anarcocapitalismo é completamente impossível, apenas me aponte qual organização atuou como supra-estado mundial durante os séculos XIX e XX. Se não conseguir apontar nenhuma, poderia ter a honestidade intelectual de admitir que está errado? É sim possível pessoas (neste exemplo, organizadas em países) vivendo sem um planejador central (em anarquia, sem um supra-estado mundial) e em relativo capitalismo laissez faire entre si (anarquismo + capitalismo = anarcocapitalismo).

2) Por favor, parem de propagar essas ideias. Isso faz todos os libertários parecerem idiotas.
Quais idéias? Ceticismo quanto à autoridade governamental? Direitos de propriedade sólidos? Maximização da liberdade de associação? Não entendi exatamente o que neste artigo faz os libertários parecerem idiotas.
Aliás, eu sempre achei que a doutrina minarquistas defendesse o Estado como um mal necessário e, portanto, um mal. Mas que, por falta de algo melhor, fosse utilizado para se proteger os direitos naturais, assegurando um sistema de justiça e provendo defesas interna e externa. Realmente não entendo como o artigo pode ir contra esta visão!
Pelo visto eu estava errado... Pelo que você escreve, minarquistas não vêm o Estado como um mal necessário, algo a ser usado somente onde nenhuma outra alternativa é encontrada, mas como algo lindo e moral, que pode inclusive ser usado de maneira socialista, promovendo a redistribuição forçada de renda, educação e saúde gratuitas, etc.

3) A insistência na anarquia, leva a um descrédito generalizado de todas as ideias libertárias.
Ponto idêntico ao ponto 2... Você não é um cara muito sucinto...

4) Reconhecer que o estado mínimo é necessário, não é relativismo moral.
E em que parte o artigo diz que é relativismo moral? Ele apenas trata sobre redistribuição forçada de renda. Ele não fez pergunta alguma sobre a moralidade de se roubar o dinheiro de João e José para pagar pela defesa deles. Qualquer outra conclusão deve ser fruto da sua consciência pesada...

5) Mises nunca defendeu a anarquia. Era suficientemente inteligente para isso. A acusação de relativismo moral também recai sobre Mises?
O que? Então quem foi que escreveu isto?

O direito à autodeterminação de que falamos não é o direito à autodeterminação das nações, mas, antes, o direito à autodeterminação dos habitantes de todo o território que tenha tamanho suficiente para formar uma unidade administrativa independente. Se, de algum modo, fosse possível conceder esse direito de autodeterminação a toda pessoa individualmente, isso teria de ser feito.
Liberalismo — Segundo a tradição clássica, p.129

Mas já que é para fazer apelo a autoridade, leia este artigo. Acho que o Instituto Mises Brasil entende um pouquinho mais sobre Mises do que você, não acha?

6) A análise primária, básica, rasa e infantil de questões morais leva à conclusão - errônea - que o governo não deve existir.
Novamente, o texto advoca, no máximo, contra um Estado de bem estar social. Qualquer outra conclusão é fruto da sua consciência pesada.

7) Uma análise mais profunda, revela que algumas poucas coisas devem ser feitas de forma coletiva. É só conhecer o princípio econômico chamado "efeito carona".
Em primeiro lugar, efeito carona é lenda, conforme apontou o Max.
Em segundo lugar, você está mesmo dizendo que questões de educação e saúde só podem ser resolvidas de forma coletivizada ao invés de soluções de mercado?!?!? E ainda se diz Minarquista...? Surpreendente!

8) A Minarquia é uma conseqüência da análise mais profunda da lógica filosófica, de reconhecer a existência de exceções lógicas ao jusnaturalismo, causadas principalmente pelos conflitos naturais dos próprios direitos naturais entre as pessoas, e de reconhecer a existência do efeito carona na economia.
Errado, Minarquia é apenas a falta de imaginação na hora de se pensar em soluções de mercado para problemas como justiça e defesa, misturada à ingenuidade de que a concentração de poder é melhor que sua dispersão total, aliada a uma impressionante ginástica intelectual para se defender que o Estado seria o defensor de direitos de propriedade quando, por definição, ele exige a violação destes mesmos direitos.

9) A possibilidade de uma rede de proteção básica é reconhecida por autores libertários. Não é invenção minha. A reação de vários comentaristas a este assunto é fruto apenas da ignorância. Cito o Rodrigo Constantino, no livro "A economia do indivíduo", cap. iV, item 2, que resume o livro "Igualdade, Valor e Mérito", de Hayek: "Pode-se falar, no máximo, em melhores condições para os mais necessitados ou em uma rede de proteção básica." Ou seja: nem o Hayek, nem o Rodrigo Constantino, nem eu, conseguimos logicamente excluir a possibilidade de uma "rede de proteção básica". Hayek e Rodrigo Constantino também têm moral fouxa?
Também já respondido pelo Max.
Vale notar novamente o Minarquista que defende um Estado de bem estar social... É pra rir ou pra chorar?

10) Há uma grande diferença entre não conseguir contestar logicamente uma "rede de proteção básica" e defendê-la. Faço minhas as palavras de Hayek: "Pode-se falar, no máximo... numa rede de proteção básica".
Também já respondido pelo Max.

[]s
Beijinho no ombro.


Eles foram criados para dar lucros a essas pessoas, mas para obter tal lucro seria necessário que os consumidores comprassem tais produtos. Uma das maneiras de as pessoas desejarem algo a ponto de estarem dispostas a dar algo de seu para obtê-lo é precisamente criando algo que as beneficie.

Ademais, a motivação de obter lucro e a de beneficiar alguém através do produto ou serviço que você criou e está ofertando não são mutuamente excludentes.

O que você mesmo disse revela quão positiva tende a ser a busca de lucro num sistema capitalista. Mesmo que o objetivo do sujeito seja totalmente individual e egoísta, a pura busca de lucro para si, numa sociedade realmente capitalista ele terá de fazê-lo criando algo que os demais valorizam e desejam a ponto de quererem trocar com o sujeito algo que eles próprios produziram por aquilo que ele produziu.

Por outro lado, forçar as pessoas a trocarem com ele seria uma atitude anti-capitalista, pois minando as bases em que uma sociedade precisa se sustentar para permanecer capitalista.


Tenho uma duvida, percebi que a carestia no Brasil persiste pois os preços sobem mesmo com uma retração de crédito, (as pessoas tem menos acesso a crédito ao passo que os preços sobem, o que da a sensação real de perda de poder de compra) o que está causando isso? É algo em relação com a força da moeda? Os gastos do governo?



Eu diria que usar os argumentos que voce aprende lendo o IMB quando for oportuno em uma conversa.



Tanto somos donos de nossos corpos que existe uma coisa chamada suicídio. E a idéia de sacrificar a própria vida para resolver problemas financeiros dos familiares já é velha, sendo normalmente praticada através de seguros de vida. O assunto está inclusive previsto no código civil.


O que um cidadão comum fazer para acelerar o Brasil em direção a liberdade econômica?


Como vc mesmo confessa no primeiro parágrafo:

"produziam com habilidade pessoal cada artigo [...] para um mercado pequeno e estável "



Tem um livro inteiro sobre isso. Aqui alguns trechos:

bit.ly/2neB5cL

Também segundo o historiador Raymond de Roover "I do not find evidence in their [dos escolásticos] treatises that they favored the guild system, […] which is so often pictured as an ideal organization for Christian society or is recommended as a panacea against the evils of modern industrialism."


Historiador honesto, uma coisa que eu queria saber. Thomas Woods diz que os escolásticos católicos eram contra o sistema de guildas. Mas ele faz citações. Vc possui algumas citações dos escolásticos e os santos doutores de igreja sobre as guildas?


Embora tenha sido claramente irônico, vale aproveitar o gancho: você, involuntariamente, acabou dizendo uma coisa certa: sim, o capitalismo acabou com as guildas e com as reservas de mercado, abrindo todos os setores à livre concorrência.

E foi exatamente isso que protecionistas jamais perdoaram.

O sistema pré-capitalista de produção -- esse que você descreveu com irônico romantismo -- era restritivo. Toda a produção se dava sob o sistema de guildas, as quais eram organizadas em um esquema corporativista (as corporações de ofício). Tal esquema se opunha fervorosamente a qualquer tipo de inovação. Ele proibia qualquer variação e divergência dos métodos tradicionais de produção. Era extremamente limitado o número de pessoas para quem havia empregos até mesmo na agricultura ou nas artes e trabalhos manuais.

E toda a produção era destinada exclusivamente à aristocracia feudal.

Sob essas condições, vários homens comuns, para utilizar as palavras de Malthus, descobriram que "não havia vagas para eles no lauto banquete da natureza", e que ela, a natureza, "o ordenava a dar o fora". Porém, alguns destes proscritos ainda assim conseguiram sobreviver e ter filhos. Com isso, fizeram com que o número de desamparados crescesse desesperadoramente.

Mas então surgiu o capitalismo. É costume, como você fez com inteligente ironia, ver as inovações radicais do capitalismo substituir os mais primitivos e menos eficientes métodos dos artesãos pelas fábricas mecanizadas. No entanto, esta é uma visão bastante superficial. A feição característica do capitalismo que o distinguiu dos métodos pré-capitalistas de produção era o seu novo princípio de distribuição e comercialização de mercadorias.

As artes e os trabalhos manuais dos velhos tempos eram voltados quase que exclusivamente para os desejos dos abastados aristocratas. Já o capitalismo era produção em massa para satisfazer as necessidades das massas.

E então surgiram as fábricas e começou-se a produzir bens baratos para a multidão. Todas as fábricas primitivas foram concebidas para servir às massas, a mesma camada social que trabalhava nas fábricas

Elas serviam às massas tanto de forma direta quanto indireta: de forma direta quando lhes supriam produtos diretamente, e de forma indireta quando exportavam seus produtos, o que possibilitava que bens e matérias-primas estrangeiros pudessem ser importados. Este princípio de distribuição e comercialização de mercadorias foi a característica inconfundível do capitalismo primitivo, assim como é do capitalismo moderno.

O capitalismo, em conjunto com a criatividade tecnológica, foi o que livrou o Ocidente do fantasma da armadilha malthusiana. Antes da Revolução Industrial, as populações crescentes pressionavam inexoravelmente os meios de subsistência. Porém, quando as fábricas de Manchester, na Inglaterra, começaram a atrair um volume maciço de pobres que estavam ociosos no meio rural, e quando elas passaram a importar trigo barato, Malthus se tornou um profeta desacreditado em sua própria Grã-Bretanha.

Como acabou ocorrendo, toda a criatividade e inventividade que o capitalismo desencadeou se refletiu nas estatísticas de natalidade: pessoas de classe média que não mais necessitavam gerar famílias grandes para ter filhos que trabalhasse e ajudassem no sustento começaram a limitar a quantidade de filhos.

Essa combinação entre famílias menores e uma aplicação mais engenhosa da ciência à agricultura acabou com o problema da inanição no Ocidente. A partir daí, a pobreza deixou de ser predominante e passou a ficar restrita a um número cada vez menor de pessoas.

Foi a abolição do sistema de guildas, uma façanha do capitalismo, o que permitiu a multiplicação das famílias. Por isso, todo indivíduo pró-família tem de ser pró-capitalismo.


"mas eles não foram produzidos para nos beneficiar"

Como assim? O Iphone só trouxe benefício para o Steve Jobs?


Meu caro, se receber lucro é "feio", receber "salário" também é feio. Não há nada moralmente diferente entre receber uma coisa e outra.


Charles, quem gosta de cometer um erro semelhante são os cientificistas americanos e os pesquisadores das universidades que recebem financiamento do governo.

Adoram argumentar que sem pesquisas bancadas pelo governo, a tecnologia não teria avançado como avançou. Um argumento semelhante ao do "Estado empreendedor".

Seria uma boa o IMB colocar no site um novo artigo refutando diretamente esse mito.


Esse dinheiro já está na economia há muito tempo. Todo o dinheiro do FGTS foi emprestado para a construção civil e para as empreiteiras da Lava-Jato. Não existe dinheiro parado em conta nenhuma.

Logo, ao sacarem esse dinheiro, a Caixa terá de vender ativos para poder repassar esse dinheiro a esses trabalhadores (daí a necessidade de se escalonar as datas dos saques).

Em si, a oferta monetária não será alterada. Mas pode haver maior demanda oriunda desses trabalhadores. Consequentemente, alguma pressão localizada em alguns preços de alguns bens e serviços pode ocorrer.



No antigo sistema de corporações de ofícios, os artesãos eram donos dos seus instrumentos e objetos de trabalho, produziam com habilidade pessoal cada artigo em sua casa-oficina, do começo ao fim, para um mercado pequeno e estável e colhiam os resultados financeiros de sua atividade.

Antes de revolução industrial, a casa de um homem também era o seu local de trabalho. Para o camponês e o artesão, o "dia de trazer o filho para o escritório" era todo dia. Pai e filho trabalhavam lado a lado, do nascer ao pôr do sol. Os pais ensinavam pelo exemplo, não apenas inserindo seus filhos no ofício, mas transmitindo aos poucos lições sobre trabalho árduo e virtude.

Essa relação foi quebrada pela Revolução Industrial. O capitalismo moderno, com a grande indústria, separou a família da oficina de trabalho. Esta foi substituída pela fábrica, na qual se dá uma concentração de trabalhadores que vêem reduzida ao mínimo a convivência no lar doméstico.

No artesanato, há o trabalho em família, mas na grande indústria isto se torna impossível. Desta forma, a família deixou de ser unidade de produção para continuar apenas como unidade de consumo.


Você se contradiz quando diz que colocaria a tecnologia à frente do capitalismo e, em seguida, mesmo que inconscientemente, afirma que o segundo é pré-requisito do primeiro.

A capacidade de evoluir a tecnologia vem justamente do acúmulo de capital.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2535
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2531


Eu apenas colocaria a tecnologia a frente neste contexto. O Capitalismo é uma ferramente de recompensa. A tecnologia sim, ampliou os benefícios a mais pessoas, inclusive aos pobre que hoje usam telefone celulares e etc. A vantagem do capitalismo com relação ao socialismo como ambiente propício a inovações e novas tecnologias, esta justamente em promover um ambiente mais diverso, mais liberdade e mais competitivo, que permite a evolução das ideias e consequentemente das novas tecnologias.


Entenda o básico: O Lucro é o salário do empreendedor.

Ninguém trabalha de graça, especialmente o empreendedor.


Esse artigo, acredito que meio que involuntariamente, me fez finalmente ter um lampejo: agora ficou mais claro o motivo de os artistas milionários e todo aquele beautiful people do show bizz terem discurso anti-capitalista, votarem em socialistas e defenderem políticas socialistas.

De fato, as benesses criadas pelo capitalismo nunca fizeram muita diferença para eles; eles sempre tiveram pessoas para fazer tudo por eles. Vocês acham que artista da Globo e estrelas de Hollywood lavam as próprias roupas no tanque, passam ferro, colocam a roupa para secar, lavam pratos, esquentam a própria comida, fazem o próprio café da manhã, levam o carro para abastecer, andam de Uber, utilizam GPS etc.?

Para eles, repletos de mordomos, empregados e motoristas, a invenção da máquina de lavar, do microondas, da secadora, do GPS, dos aplicativos de carona, bem como a expansão do agronegócio, não fizeram a mais mínima diferença. Para eles, tudo sempre surgiu prontinho, como que por encanto, em sua frente. É só estalar o dedo e tudo surge.

Eles nem sabem de onde tudo vem.


Caro Fabiano.

1) Tire da cabeça que lucrar é errado. Ninguém trabalha de graça ou para ter prejuizo, nem eu, nem você, nem qualquer trabalhador ou empresário.

2) Mesmo que o capitalista lucre muito com os serviços que presta, em um mercado livre, ele lucra porque presta bom serviços. Se ele paga mal aos funcionários, ele corre o risco de perder funcionários eficientes porque outro irá aparecer ofertando salários melhores. Se ele cobra muito caro pelo produto ou o produto for ruim, o consumidor simplesmente irá atrás de outra empresa. Simples assim.

3) Lucros abusivos existem, mas sabe onde existem? Em setores monopolizados, pois há pouca ou nenhuma concorrência. O empresário pode cobrar caro ou oferecer produtos ruins pela falta de alternativas. E olhe só, os setores mais monopolizados são setores com alta regulação governamental (automotivo, bancos, telefonia, energia, água, aviação, transporte, combustiveis, etc.). Os donos dessas empresas gostam do controle estatal sob esses setores, porque impede a entrada de novos concorrentes que poderiam desbanca-los, além disso, o Estado frequentemente lança subsidios para esses setores por serem estratégicos.

Epa, mas perai? Não era o capitalismo responsável pela pobreza e o Estado quem defende o pobre? Como é que o mesmo fermenta empresas ruins com serviços podres e produtos caros? Como pode isso? Como pode o nosso Estado impedir que o mercado nos ofereça bons serviços por preços baixos, como ocorre em outros países? (Desculpe o sarcasmo).


Difícil, as pessoas irão em sua maioria pagar contas e dívidas, sobrará pouco para o consumo.


Todo projeto que tu faz você tem que levar mais em consideração o usuário final do que o interesse do investidor. Não adianta nada atender todas as expectativas de quem custeia e não atender o consumidor. Colocando este no topo da cadeia, transforma cada vez mais luxo em larga escala, por isso o liberalismo econômico é lindo


De minha parte, eu uber concordo com você. Principalmente no que diz respeito a este artigo, que é importante e estupendo. A "esquerdalha" está nadando de braçada nas políticas neoliberais do Maurício Macri, e é indispensável trazer a verdade.

E na verdade, mesmo com todo o desconto por ele não ter a maioria no Congresso e pelo judiciário lá também ter resolvido se intrometer para atrapalhar, eu acho que o Macri está no mesmo nível ou pior que o Temer. Não há nada de prodigioso na gestão dele por lá.

Forte abraço!


Não se as pessoas forem inteligentes e ao invés de saírem gastando tudo, pegarem este dinheiro e colocarem em uma aplicação rentável.
Já foi falado aqui várias vezes que o aumento do consumo sem haver antes um aumento de produção, vai causar um aumento de preços no final.


Fabiano

Exatamente, mas qual o problema de lucrar? Ora, se eu pago a Uber é porque eu preciso ser transportado e se a Uber me fornece transporte é pq ela precisa de dinheiro. Houve apenas uma troca vantajosa para os dois lados. Nós dois saímos no lucro. Eu só ofereci dinheiro pq precisava de transporte, não foi nenhuma bondade minha com os empresários e motorista da mesma forma que a Uber não vai me oferecer transporte sem algo em troca.


Exatamente. E esses empresários precisam pegar o excedente (lucro) e reinvestir para aprimorar e baixar ainda mais o custo do seu produto, pois caso contrário outro empresário o fará e ele irá a falência. De certa forma o capitalismo é uma bola de neve de prosperidade, principalmente para os pobres. Pense que a pouco mais de 100 anos, o homem mais rico da terra, Rockfeller, não dispunha das comodidades que qualquer cidadão produtivo hoje possui, como água tratada, energia elétrica abundante, entretenimento e comunicação fartos e a disposição (internet), meios de transporte confortáveis, sistema de saúde incomparável, fora a possibilidade de viajar para outros continentes em questão de algumas horas....


Todos aqueles que já tiveram um negócio próprio, e fizeram grandes sacrifícios para isso, sabem bem o drama do primeiro dia: será que o mundo quer aquilo que tenho a oferecer? Seja um pobre abrindo um simples salão de beleza ou Steve Jobs vendendo um computador da Apple, o sucesso está longe de ser garantido. Com efeito, a única coisa realmente garantida é o fracasso, o qual inevitavelmente ocorrerá caso você não saiba agradar aos outros.

Essas corajosas almas, os empreendedores que são o núcleo do capitalismo, e que nos fornecem infindáveis benefícios materiais, desde caixas eletrônicos a remédios que salvam vidas, deveriam ser venerados, e não malhados.

No livre mercado, mesmo que alguém seja egoísta, essa pessoa — para alcançar seus objetivos — terá inevitavelmente de beneficiar terceiros no mercado, fornecendo-lhes bens e serviços de qualidade, e esperando que estes, voluntariamente, consumam seus bens e serviços. E para que elas consumam estes bens e serviços fornecidos pelo egoísta, estes têm de ser de qualidade.

Desta forma, o egoísmo é domado e direcionado para a cooperação com terceiros, fornecendo-lhes mais opções de consumo e beneficiando-lhes como resultado desta interação.

O capitalismo permanece sendo a esperança da civilização.


Acho que o Fabiano está repetindo aquele chavão da "ganância".

Fabiano, primeiro e acima de tudo, atender aos desejos e demandas de terceiros é o exato oposto da ganância e do egoísmo.

Segundo, a ganância, na esfera econômica, é normalmente expressa como sendo o "imediato consumo de bens e serviços". Eu pego para mim qualquer coisa que conseguir, sem qualquer consideração para com os outros. No entanto, empreendedores têm de poupar para começar seus negócios. E a poupança é definida como uma abstenção do consumo com o intuito de alcançar objetivos de longo prazo.

Frequentemente, levam-se meses, e às vezes vários anos, para fazer com que um novo produto ou serviço seja produzido e finalmente colocado à venda no mercado.
Isso não é exatamente uma demonstração de egoísmo e ganância.

Adicionalmente, empreendedores têm de trabalhar em conjunto e colaborar com terceiros, construindo equipes com o intuito de alcançar seus objetivos. Ao criar e colocar à venda seus bens e serviços, eles têm — mais uma vez — de se concentrar não em seus próprios desejos e necessidades, mas sim nos desejos e necessidades de terceiros. Isso, também, é o exato oposto de egoísmo e ganância.

Portanto, o que empreendedores fazem quando buscam o lucro é algo muito maior do que demonstrar interesse próprio. Ao contrário, o lucro é uma medida de quão bons foram os serviços prestados por uma empresa aos seus consumidores. Sob um capitalismo de livre mercado, uma empresa irá ganhar dinheiro somente se os consumidores voluntariamente abrirem mão de seu dinheiro em troca dos produtos e serviços ofertados por essa empresa.

É somente por meio da melhoria contínua de seus bens e serviços que uma empresa pode crescer e prosperar. E isso irá ocorrer somente se ela se dedicar o bastante para agradar a terceiros. Isso, de novo, é o exato oposto de ganância e egoísmo.

Se um empreendedor colocar seus interesses próprios acima de tudo, e deixar os interesses de seus consumidores em segundo lugar, seu empreendimento irá fracassar. E, com o tempo, um empreendedor mais altruísta, mais preocupado em agradar terceiros fornecendo-lhes bens e serviços de qualidade, irá tomar o seu lugar.

Portanto, em sua essência, o capitalismo de livre mercado é uma competição para ver quem fornece mais e melhor; quem mais se preocupa em agradar aos outros. Sim, o interesse próprio se faz presente. Mas a genialidade do sistema capitalista, e que existe apenas no sistema capitalista, é que ele é o único arranjo capaz de transformar o interesse próprio em altruísmo. Empreendedores só conseguem prosperar se satisfizerem os desejos e necessidades de terceiros.

Um dos mais belos aspectos de uma economia de mercado é que ela é capaz de domar as pessoas mais egoístas, ambiciosas e talentosas da sociedade, fazendo com que seja do interesse financeiro delas se preocuparem dia e noite com novas maneiras de agradar terceiros. No livre mercado, as pessoas utilizam o melhor de suas habilidades para servirem aos seus semelhantes e, com isso, moldarem seu próprio destino.


Artigos para você:

O único arranjo econômico que pune o egoísmo e a ganância, e estimula a preocupação com os outros

Em uma economia de livre mercado, nenhum lucro é "excessivo" - por definição

Para realmente gerarem valor para a população, empresas têm de ter lucro
A propriedade privada dos ricos beneficia a todos e é responsável direta pelo nosso bem-estar



Uma coisa não existe sem a outra, Fabiano. Se o produto não nos beneficiar, não compraremos. Se não comprarmos, não haverá lucro.


Peraí, então o seu problema é que pessoas que produzem coisas têm lucros?! Nossa, isso realmente é um crime! Por essa lógica, pessoas que trabalham em troca de um salário estão no mesmíssimo nível e padrão moral. O salário é o lucro do trabalhador.

Na prática, a sua queixa é que nós fomos capazes de ludibriar pessoas ricas a trabalhar, produzir e nos fornecer vários bens e serviços ótimos e, em troca disso tudo, demos a elas algum lucro? Taí um arranjo excelente.

Todos esses ricos idiotas colocando seu capital em risco para coisas que irão nos beneficiar e, em troca, damos eles pedacinhos de papel.

Ficamos com as roupas, a internet, os smartphones, e os computadores que fazem com que os computadores do século passado pareçam uma piada saída de um filme pastelão, e em troca damos pedacinhos de papel para seus produtores. Quem realmente está sendo servido nesse arranjo?



Não sou economista mas sou entusiasta do assunto. E também novato. Portanto tenham um pouco de paciência comigo. Minha pergunta é: as pessoas que fabricaram nossos laptops, smartphones, GPS e que fornecem Spotify, Uber, Cabify não colhem fartos lucros através do consumo em massa dessas coisas? Eu entendo e concordo plenamente que nós nos beneficiamos com esses produtos, mas eles não foram produzidos para nos beneficiar, eles foram criados, produzidos e vendidos para o lucro dessas pessoas, não?


Off topic -

Vocês acham que o saque do FGTS deverá causar um aumento nos preços?


Soberbo, conciso e maravilhoso artigo, demonstrando pela enésima vez como os oponentes do livre mercado na verdade prejudicam as mesmas pessoas que alegam estar defendendo e protegendo.


Parabéns por mais um brilhante artigo!

Eu sinceramente ando muito desestimulado. Poderia citar vários exemplos. Vou me ater a três.

Sobre a reforma da previdência. Quando perguntados, todos são a favor. Mas,quando parte para cada corporação, começa o mimimi que quer tirar direito do trabalhador e etc.

Outro exemplo foi numa discussão com amigos que não são de esquerda e são até letrados,mas quase deram em mim ontem quando disse que concordava com as declarações do presidente da câmera Rodrigo Maia de ser a favor de fechar a justiça do trabalho.

Por último, assim como na Argentina aqui no Brasil muitos acham que a maior crise de todos os tempos não foi gerada por Lula/Dilma, e que estes sim gostam e fizeram pelos pobres. É estarrecedor ver o molusco à frente nas pesquisas, mesmo depois de ter virado pentaréu.

Parece que a gente foi sendo bombardeada ao longo da vida sem saber por estas ideias esquerdistas camufladas a lá Gramsci. Sair da matriz não é impossível, mas convencer o brasileiro da real é quase impossível.


Particularmente, o povo merece os políticos que tem, e a unica maneira de você reagir e levando na cara até se cansar, ou seja
SEMPRE, É VOCÊ O RESPONSÁVEL PELA SUA SITUAÇÃO NÃO CULPE O OUTROS.
Gostei do seu comentário.


Verdade Humberto.Mas mesmo assim eles não assumem que são culpados pela crise atual,e sempre jogam a culpa nos outros.Essa notícia é bem atual:www.brasil247.com/pt/247/economia/282050/Recess%C3%A3o-de-Temer-amplia-desemprego-para-129-milh%C3%B5es-de-pessoas.htm


Calma gente

Vocês 2 estão falando as mesmíssimas coisas, exceto com palavras diferentes...

De fato os globalistas usam as mesmas ferramentas, isto é, a propaganda, a cultura e a "educação".
Os liberais devem usar também.
O problema é o conteúdo.

Paz e prosperidade a todos... :)




Se a mentalidade do povo é difícil de ser mudada,a dos blogueiros sujos é praticamente impossível!Na visão deles a recessão foi causada pelo "golpe",e a inflação só está caindo por causa dos ajustes feitos pela Dilma.Se não não acreditam leiam o que a própria Dilma diz:economia.estadao.com.br/noticias/geral,dilma-elogia-meirelles-e-diz-inflacao-esta-baixando-por-acao-em-seu-governo,10000062395


".......... convencer os outros por meio da argumentação e da persuasão, e não pela força ou coerção........."
A persuasão é uma espécie de estupro mental,sutil e não por força física,uma forma de coerção mais LIGHT mas mais poderosa.
Gorgia o grego, mestre na arte da persuasão,tinha uma estátua de ouro em seu jardim,presente de seus alunos,poderosíssimos na época.


Acho que o Dionisius não leu o livro do Ben Shapiro.

Em "Primetime Propaganda", o autor não diz que os programas de TV devam ser politicamente neutros, nem que eles sejam ruins por causa disso -- o autor, aliás, se diz fã de boa parte deles.

O que o Shapiro argumenta, depois de entrevistar dezenas de executivos e roteiristas do mercado televisivo, é que há um esforço deliberado por parte dessas pessoas de lançar mensagens políticas nos seus programas, disfarçadas de entretenimento. Para tal, roteiristas conservadores são colocados numa lista negra. Pior: os entrevistados não só admitem que haja essa barreira, como a consideram positiva.



Existe um Led minúsculo no fim do túnel.

Se a Suíça votou contra o sistema de saúde público, podemos acreditar que o povo nem sempre vota errado.

Ninguém fez uma pesquisa, referendo ou eleição, para saber quanto o povo quer pagar ao governo.

O grande problema é que o povo quer roubar, expropriar e confiscar, porque o próprio governo faz isso dizendo que é bom. As pessoas foram criadas em um ambiente de doutrina, onde confiscar as coisas das pessoas virou uma coisa boa.

Não existe outro caminho sem ser a guerra da informação.

Não acho que iremos convencer bandidos a pararem de roubar, mas podemos combater a entrada de novos confiscadores e expropriadores.


Qual seria o resultado de uma eleição de carga tributária ?

O melhor seria ter uma eleição para escolher a taxa de impostos de renda de pessoa física, jurídica e impostos indiretos.

Será que o povo quer pagar impostos ? Será que uma eleição de carga tributária a cada 4 anos poderia resolver o problema financeiro ?

Eu acho fácil o povo escolher quanto quer pagar. O primeiro ponto é que as pessoas irão aprender a calcular. O segundo ponto é que descisões mais específicas irão jogar a responsabilidade nas costas do povo e menos nas dos políticos.

Os políticos tem medo das urnas. Por isso eu acho interessante colocar plebiscitos e referendos.

O povo deve aprender a mandar no governo. A democracia indireta está falida.

Com certeza, o povo vai escolher uma carga tributária abaixo dos 25%.

Deixar as decisões nas mãos dos políticos vai destruir o país cada vez mais.

Que democracia é essa que o povo só escolhe mentirosos ? Os políticos ficam mentindo sobre entrega de serviços e o povo fica que nem passageiro de motorista bêbado.

É hora do povo decidir e sofrer as consequência de suas próprias decisões.


Apesar das nossas mazelas estamos bem melhores que a Argentina. Sem contar que quando começamos a embicar a coisa parece ter se realinhado.

Isso porque conseguimos fazer reformas importantes nos anos 90 e hoje apesar da crise estamos retomando - ainda que timidamente - essa agenda.

Espero que a reforma da previdência passe, pois se não passar o sinal dos políticos será que não estão nem aí pra nada, querem ape nas ser populistas.


Olha só, nem de salada eu gosto.
Mas se teve comfusão mental, acho que não foi no meu texto, não. Se não, vejamos:
Você acha que termos uma população demente (palavras suas), que elege políticos ruins, justifica que os topocratas deem uma pedalada no processo político?
Você acha que termos um povo mal-educado (suas palavra novamente) justifica que aceitemos que os topocratas cuidem de nós?
Cara, os políticos podem ser horríveis (sim, são. É inerente).
Mas pelo menos, podemos dizer que eles estão sujeitos, minimamente, a um tipo de accountability, por pior que sejam os processos políticos.
Por outro lado, quem conferiu autoridade aos topocratas para que saiam por aí, querendo fazer "engenharia social"? Pior. Com o dinheiro tirado desse povo inconsequente, muitas vezes, absolutamente refratário a essas mudanças top-down?
Se o povo é tudo isso que dissestes, deixe ele sofrer as consequências de suas escolhas.
Näo lhes roube esse direito.


Marcos, lendo seus posts percebo que você tem uma grande confusão mental, tipo salada de temas. O que fizeram até agora políticos supostamente "com legitimidade"? Nos trouxeram até o presente caos de decadência econômica e degradação moral. É preciso entender que uma parcela maioritária (60-70%) do eleitorado é ignorante, mal educada, indolente, inconsequente, e incapaz de entender as reais implicações de suas escolhas. Prova: os quatro mandatos consecutivos dados ao PT.


Dan Herzog, não acha que é muito cedo para se apaixonar pelo Trump? Afinal, o que ele fez até agora além de continuar com o discurso de ódio da campanha, exibir de forma arrogante a caneta com que assina decretos, e insistir com o muro na fronteira com o México, como se os mexicanos fossem culpados pelos problemas dos EUA?


Eu até concordaria com suas ponderações sobre "dar um desconto para o Macri", só que isso não é possível na guerra de idéias.

A esquerdalha, que é esperta, já está comentando que suas "reformas liberais" -- as quais, como mostra o artigo, foram pequenas e secundárias, e ignoraram completamente o principal (moeda e tamanho do estado) -- não deram certo e estão aumentando a recessão.

Daí a importância de artigos como este, repleto de dados e argumentações. Isso a esquerda não tem.



"Como voce explica, o BC utiliza as operacoes de mercado para gerir o SELIC, ou seja o juro overnight, atraves de intervencoes no mercado de titulos de governo."

Correto.

"Pelo que entendi, isso parece um pouco diferente de outros paises como os Estados Unidos ou a Zona Euro, onde o Fed ou o BCE usam como instrumento principal a taxa de juros para depositos (deposit facility) ou emprestimos (lending facility) para os bancos com prazo overnight[...]"

Na verdade, o método do BC brasileiro é idêntico ao método que o Fed utilizava até 2008. Com a eclosão da crise financeira, o Fed adotou uma prática totalmente inédita na história do mundo.

O Fed imprimiu dinheiro (eletrônico) e inundou as reservas bancárias dos bancos. A base monetária explodiu. Isso jogou para quase zero as taxas de juros do mercado interbancário, que é exatamente a taxa básica de juros deles (a Fed Funds Rate).

Só que, simultaneamente, o Fed passou a pagar juros sobre toda e qualquer quantidade de dinheiro que os bancos voluntariamente deixarem parada neste mercado.

Ou seja, na prática, o Fed passou a pagar para os bancos não emprestarem esse dinheiro. Portanto, de um lado o Fed explodiu a base monetária; de outro, ele colocou uma rolha no mecanismo de transmissão, fazendo de tudo para impedir que essa explosão da base monetária se transformasse em uma explosão no M1 e no M2. (

Isso foi uma prática completamente inédita nos anais da política monetária. Nenhum Banco Central jamais havia feito isso na história do mundo. Nenhum manual ou livro-texto de macroeconomia jamais discutiu essa possibilidade.

Hoje, portanto, o Fed não mais manipula o mercado interbancário (o qual já está saturado de dinheiro). ele apenas paga juros sobre todo e qualquer depósito que os bancos voluntariamente fizerem no Fed.

Há vários artigos sobre isso no site. Veja o mais recente.

Já a sua descrição para o BCE está correta. Seu mecanismo de atuação é diferente do mecanismo do BC brasileiro.

"O que nao entendi na sua explicacao é como isso funciona no Brasil, ja que voce diz que o BC intervem diariamente no mercado de titulos do tesouro para chegar a certa taxa SELIC."

O BC intervém diariamente no mercado interbancário para manter a taxa de juros deste mercado (a SELIC) próxima da meta. É assim que ele opera, e é isso o que foi dito.


Apesar de ele não merecer muito, acho correto dar um desconto para o Macri pois devido aos controles impostos pela administração dos Kirchner, ele não fazia muita ideia de onde estava se metendo. Se ele soubesse que uma inflação de preços alta e por um longo período era inevitável, talvez ele se percebesse que seria necessário ser mais radical e implantar uma ditadura para enfrentar o desenrolar das políticas populistas da Christina Kirchner.

Por outro lado, é lamentável o aumento que ele pretende dar para os aposentados e pensionistas, para os salários dos professores e que ele tenha resolvido frear reformas. E já que falaram no Pinochet, não podemos deixar de considerar que o regime ditatorial foi justamente uma consequência da falência do estado de bem-estar social e que o Allende já pretendia transformar o Chile em um Estado comunista. E se tem uma coisa que o Macri poderia aprender com isto, é que esse é justamente o momento para reformas que reduzam o bem-estar social garantido pelo Estado e promovam mais o livre mercado, que foi o que o Milton Friedman e os 'Chicago Boys' propuseram no regime do Pinochet. Principalmente no que diz respeito a aposentados e pensionistas, como as reformas do Jose Piñera, que transferiram boa parte do que era Previdência Social para contas individuais em administradoras de fundos de pensão privados.

Mas falando assim, até parece que somos contra o bem-estar social. Se vocês são, eu não sou.

E é por isso que os discursos socialistas são mais sedutores que os de livre mercado. Uma vergonha para o livre mercado.



"É só conhecer o princípio econômico chamado "efeito carona"."
"reconhecer a existência do efeito carona na economia"

Esse papo de "efeito carona" é um mito criado pela economia mainstream neoclássica, e já foi refutado MILHARES de vezes. Não passa disso: um mito.

Apenas um exemplo de refutação dessa besteira:

mises.org.br/Article.aspx?id=724


"Hayek e Rodrigo Constantino também têm moral fouxa?"

Antes de mais nada, você erra em enquadrar esse autores como "libertários". Um dos maiores erros do Hayek foi justamente esse: fazer diversas concessões ao estado, especialmente à "rede de seguridade social". Quanto a Constantino, trata-se de um social-democrata mainstream (apoiador de "educação pública" e "saúde pública", p.ex.) travestido de "liberal". Aliás, a última dele é ficar pagando pau para Bolsonaros da vida.

"não conseguir contestar logicamente uma "rede de proteção básica""

A refutação da "necessidade" de "rede de proteção básica" já foi feita MILHARES de vezes, inclusive nesse site, seja do ponto de vista econômico, seja do ponto de vista moral.

Apenas um exemplo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2599




A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus. – {Educação pág 57.3}


Pois é. Mas os fãs dele, apaixonados por um político - algo bem antiliberal -, acham que não.



Estamos vivendo os últimos dias amigo.
O mundo vai cair em uma ditadura global anti-cristã, inevitavelmente, conforme revelam os livros de Daniel e Apocalipse.
Depois disto é o fim.


Como o estado vai diminuir pelas mãos de alguém que nunca viveu longe das tetas do estado?


O que vejo como instrumento possível de acelerar o processo seria o crescimento dos movimentos de secessão.
No mínimo, o tema entraria muito mais na pauta.


Ops. Peraí
Os globalistas querem "impor", via instituições sem cara.
Topocratas que não detêm legitimidade política, querendo "consertar a sociedade", empurrando-lhe seus ideiaiss goela abaixo, com a violação da liberdade das pessoas.
Pelo pouco que entendo, do ponto de vista libertário, o processo seria bem diferente: tudo se construiria a partir de associações voluntárias.
Vê-se, então, uma diferença enorme.


Copiado; didático pra entender-se o estágio atual do Brasil e suas futuras implicações.



Isso não acontece dessa forma, você caiu na velha falácia do consumo, que é a mesma linha de raciocínio que o governo Dilma usou.

Uma política de salário mínimo não cria riqueza para ninguém, nem para os trabalhadores, nem para os empresários, sejam eles grandes ou pequenos. O motivo disso é porque um capitalista empreendedor vai repassar o custo mandatório do salário mínimo para os produtos seus serviços, e, ao contrário que você pode pensar, os pequenos empreendedores sofrem muito mais com essa política que os grandes, por ter de trabalhar com custos altos e margens mais apertadas, o que reduz o estimulo a empreender. E mesmo o grande vai repassar os seus custos para o consumidor.

Entenda esse básico: salário mínimo é nominal e não real. Riqueza não se cria impondo números, e sim melhorando produtividade e diminuindo custos. Fazer mais com menos. Uma política de salário mínimo não estipula aumento de produtividade, só infla artificialmente os salários, fazendo cair por terra qualquer ganho do trabalhador, pois gera a famosa inflação. A maioria dos brasileiros não entendem isso que é tão básico e querem combater as perdas inflacionárias com aumento de salário, que gera mais custos e aumenta ainda mais a inflação. É um ciclo que se autoalimenta.

Salários baixos são sintomas de uma economia estrangulada pelo próprio estado, e não é fortalecendo o estado ou impondo números artificiais que esse problema será resolvido.

Uma pergunta mais simplória que eu costumo fazer é: qual a diferença de um trabalhador ganhar R$ 2 e comprar pão a R$ 1 e um trabalhador ganhar R$ 4 e comprar pão a R$ 2?




Leandro, uma duvida de um estrangeiro:

Como voce explica, o BC utiliza as operacoes de mercado para gerir o SELIC, ou seja o juro overnight, atraves de intervencoes no mercado de titulos de governo.

Pelo que entendi, isso parece um pouco diferente de outros paises como os Estados Unidos ou a Zona Euro, onde o Fed ou o BCE usam como instrumento principal a taxa de juros para depositos (deposit facility) ou emprestimos (lending facility) para os bancos com prazo overnight, e normalmente nao intervem regularmente no mercado aberto (pelo menos antes da era QE). Como voce menciona, esses dois tendem a ser relativemente distantes um do outro e portanto para os bancos faz mais sentido tratar no mercado interbancario (a taxa LIBOR ou Euribor).

As operacoes - ativas - de marcado aberto sao usadas precisamente para influenciar a taxa de juros de prazos maiores ao longo do yield curve, ate porque nem todo dia existe vencimento de titulos de tesouro, ou seja o efeito sobre os juros overnight seria apenas indireto.

O que nao entendi na sua explicacao é como isso funciona no Brasil, ja que voce diz que o BC intervem diariamente no mercado de titulos do tesouro para chegar a certa taxa SELIC.

Poderia explicar como funciona isso na pratica no Brasil?

Obrigado!


No caso desse Bolsonaro, teria que primeiro mudar a mentalidade estatista-militarista dele próprio. O sujeito é adorador do estado até não mais poder.



"Os globalistas pensam o mesmo"

Não entendi.

Então você acha um equívoco pretender, via exercício da razão, mudar as ideias estatistas das pessoas? É isso?


Raciocínio econômico completamente errado.

É a mesma lógica torta denunciada por Bastiat lá em 1850. E depois por Hazlitt, entre outros.

Não é o consumo que gera prosperidade econômica; é a geração de valor via produção e trocas voluntárias.

Esse raciocínio é tão tosco, mas tão tosco, que para você ver isso basta o seguinte: se o salário mínimo gera prosperidade pq "aumenta o consumo", então pq salário mínimo de 1.000 reais?
Pq não colocar numa lei salário mínimo de 10.000,00 reais? Assim o trabalhador "vai ganhar mais" e "vai consumir" mais.

Consegue enxergar o que aconteceria se se determinasse algo assim? E então você consegue enxergar o que causa na economia fica aumentando salário mínimo via canetaço de um burocrata? É simples de enxergar.


Ele está errado.

Como é que vai haver todo esse "fluxo positivo de gastos" se as pessoas estão desempregadas justamente por causa do salário mínimo?

Entenda: salário é um custo de produção. Elevar artificialmente o salário mínimo significa elevar o custo de produção sem que a produtividade tenha aumentado.

Consequentemente, quem diz que elevar artificialmente os salários (qualquer salário, mínimo ou não) representa um estímulo para a economia está, na prática, dizendo que elevar artificialmente os custos de produção é bom para toda a economia.

Lógica asinina.

Salários maiores sem um respectivo aumento da produtividade implicam maiores custos de produção. Maiores custos de produção implicam menores lucros. Menores lucros implicam menos investimentos. Menos investimentos implicam menos emprego e menos renda. E menos renda gera menos consumo.

Ou seja, exatamente o oposto do que disse seu amigo.

Ademais, se salário mínimo aumentasse o emprego e gerasse todas essas benesses, então era só elevar o salário mínimo para R$ 100 mil reais (estou sendo bem moderado) e pronto. A economia iria bombar.

Três artigos que recomendo:

Questão de lógica: aumento salarial imposto por governo e sindicatos não pode estimular a economia

O sofrimento gerado pela imposição de um salário mínimo

Salário mínimo, estupidez máxima


Isso pode acontecer com Bolsonaro, por exemplo. De nada adianta ele ser eleito e não ter apoio no Congresso. Precisa-se mudar a mentalidade do povo e aí sim escolher representantes e finalmente o presidente. Não há atalhos, é isso ou não haverá mudança alguma. É uma guerra mente por mente.


Isso aqui também é sintomático dos dias que correm:

sl.empiricus.com.br/vl23-publico/

Um site financeiro dizendo: "RECEBA COMO UM FUNCIONÁRIO PÚBLICO FEDERAL SEM PRESTAR CONCURSO"

Não precisa dizer mais nada né


Mas isso está correto, a diferença é que os globalista querem mudar as idéias para o mal.



Opa, estou lendo a algum tempo os artigos daqui e estou gostando bastante, queria fazer uma pergunta bem off-topic sobre salário mínimo.

Vi um artigo desse site sobre ele e dizia que queriam o final dele pois gera desemprego e várias outras coisas ruins para a economia e eu concordei, mas outro dia quando eu estava conversando com um amigo meu, ele disse que não geraria desemprego, pois agora os trabalhadores estão consumindo mais e falou que havia um fluxo de dinheiro que fazia com que ele meio que desse uma volta na economia fazendo todos os empresários ganharem mais e com isso conseguirem bancar esses salários.

Por exemplo: o trabalhador gasta essa maio quantos de dinheiro com um vendedor de roupas e esse vendedor agora recebendo mais vai conseguir pagar mais e contratar mais e isso vai aumentar o consumo com novos trabalhadores que vão gastar esse dinheiro em uma sorveteria ... E por aí vai.

Isso está certo? A nao estiver como responder?


A todos os ancaps que clamam pelo fim do estado:

1) Isso é utópico. É uma viagem. É completamente impossível e tolo.
2) Por favor, parem de propagar essas ideias. Isso faz todos os libertários parecerem idiotas.
3) A insistência na anarquia, leva a um descrédito generalizado de todas as ideias libertárias.
4) Reconhecer que o estado mínimo é necessário, não é relativismo moral.
5) Mises nunca defendeu a anarquia. Era suficientemente inteligente para isso. A acusação de relativismo moral também recai sobre Mises?
6) A análise primária, básica, rasa e infantil de questões morais leva à conclusão - errônea - que o governo não deve existir.
7) Uma análise mais profunda, revela que algumas poucas coisas devem ser feitas de forma coletiva. É só conhecer o princípio econômico chamado "efeito carona".
8) A Minarquia é uma conseqüência da análise mais profunda da lógica filosófica, de reconhecer a existência de exceções lógicas ao jusnaturalismo, causadas principalmente pelos conflitos naturais dos próprios direitos naturais entre as pessoas, e de reconhecer a existência do efeito carona na economia.
9) A possibilidade de uma rede de proteção básica é reconhecida por autores libertários. Não é invenção minha. A reação de vários comentaristas a este assunto é fruto apenas da ignorância. Cito o Rodrigo Constantino, no livro "A economia do indivíduo", cap. iV, item 2, que resume o livro "Igualdade, Valor e Mérito", de Hayek: "Pode-se falar, no máximo, em melhores condições para os mais necessitados ou em uma rede de proteção básica." Ou seja: nem o Hayek, nem o Rodrigo Constantino, nem eu, conseguimos logicamente excluir a possibilidade de uma "rede de proteção básica". Hayek e Rodrigo Constantino também têm moral fouxa?
10) Há uma grande diferença entre não conseguir contestar logicamente uma "rede de proteção básica" e defendê-la. Faço minhas as palavras de Hayek: "Pode-se falar, no máximo... numa rede de proteção básica".

[]s



Como o pequeno Paraguai consegue crescer e com inflação controlada cercado de socialismo de todos os lados?


Por exemplo:

olha essa amostra aqui:

veja.abril.com.br/politica/maia-justica-do-trabalho-nao-deveria-existir-juizes-reagem/

Veja os comentários de leitores indignadíssimos com a fala do Maia no site da Veja (que, supostamente, não é uma Carta Capital).

Enquanto um político tem um surto de lucidez, o brasileiro em geral continua em sua normal e patológica paixão por burocratas "distribuidores de renda".



Excelente artigo. Sempre tenho um nó no estomago toda vez que vejo as estatísticas da AL e seu rumo ao comunismo em geral.


Macri também está sendo muito prejudicado pela profunda crise que atravessa seu principal parceiro comercial, o Brasil. Caso o Brasil consiga iniciar um novo ciclo de crescimento econômico, a Argentina vai se beneficiar diretamente, fornecendo mais cabedal político para Macri manter seu rumo de reformas.


Lendo livros de um antigo economista que ajudou a criar a FGV, Sr. Eugenio Gudin, vi que ele há muitos anos falava das vantagens comparativa e também adotava uma definição de administração dizendo que adminstrar é escolher. Fiquei pensando porque o nossos representantes que detem a força para nos punir quando não pagamos os nossos impostos e podendo fazer um orçamento que considerasse as despesas rigorosamente dentro de um teto e as receitas rigorosamente pessimista afim de que sempre sempre houvesse um superavit de Rec.-desp.=superavit. Como adminstrar é escolher tudo que não fosse essencial seria cortado e "daria muitos bilhões". E então teriamos um resultado superavitário em que a dívida poderia ir sendo quitada, não mais aumentado o montante de juros da divida a pagar. Nas despesas já teria um montante para calamidades, e o "possivel" seria feito naquele determinado ano. A liberdade de empreender seria total com o minimo de regras. Assim dentro de poucos tempo a situação se reverteria sem o mortal gradualismo condenado pelo Rothbard. Fariamos a desmistificação da palavra desestatizar. O Macri não tem coragem moral nem liderança, e talvez esteja no cabresto do patrulamento do "politicamente correto" . Prefiro com todos os defeitos o Sr Trump perseguido pela midia fake da CNN.


O filme é um filmaço mas entretenimento à parte, a teoria dos jogos e o equilíbrio de Nash se fossem levados a sério, mudariam completamente a economia mundial.


Na América Latina políticos têm carta branca para destruir a economia e jogar milhões de pessoa na pobreza, bastando para isso se apresentar como inimigo do livre mercado e preocupado com o social.


Taxidermista, perfeito insight. É sempre mesmerizante ver como as pessoas até conseguem diagnosticar o problema, mas entendem tudo completamente errado e invertido na hora de fornecer a solução.



Excelente e muito elucidativo relato, 300esparta. Obrigado por compartilhá-lo.

Você está 100% correto em seu diagnóstico.


...porque existem pessoas capazes de criar, empreender...
Todas as pessoas são capazes de criar e empreender. Nem todas o fazem.

O capitalista é o cara que melhora vidas, salva vidas, deixa o mundo mais divertido e confortável entre uma infinidade de outras maravilhas.
Vc quis ironizar, né? Mas essa é uma verdade.

... mas se perguntarem para qualquer indivíduo de qualquer outra espécie não sinantrópica, acho que vão discordar. E se perguntarem para o Rio Doce, também. Mas isso é assunto para artigos sobre a relação do capitalismo com o meio ambiente.
Se não existisse o capitalismo, não existiriam mineradoras ou as mineradoras seriam magicamente à prova de acidentes? Ah, já sei, não foi um acidente, foi culpa da "ganância" inerente ao capitalismo. A propósito, quais são os sistemas alternativos ao capitalismo atualmente implementados e qual a relação deles com o meio ambiente?

Quero que perguntem sim, para o trabalhador, esse do Marx...
...Será que ELE se sente EXPLORADO...
...Será que ELE, o objeto em discussão tem alguma voz nessa ideologia?

ELE tem nome e endereço ou é um ente imaginário que subsititui a SUA visão a respeito do tema ?

Mas na verdade existem duas formas de se tornar um bilionário hoje: herança, e exploração do trabalhador ou das regras do Estado.
Bill Gates, Mark Zuckerberg, Messi, Neymar, Madonna, Lady Gaga.
Em comum entre eles: não receberam heranças, não exploram trabalhadores (seja lá o que vc entende por explorar), não exploram regras do estado, e fornecem produtos que as pessoas querem consumir.

Mas o fato é que não está funcionando, nem pelos números dos próprios capitalistas
Que números seriam esses?

Não está funcionando para a grande maioria das pessoas no planeta.
De novo, a "grande maioria das pessoas no planeta" disse isso pessoalmente para vc ou é apenas wishful thinking?

Então, tontos e ávidos por uma solução, começamos a jogar pedras para todo lado buscando culpados.
Fale por você.