clube   |   doar   |   idiomas
Últimos comentários


Além disso que foi colocado, pense em um cenário interno, local. Pegue, por exemplo, Campo Largo, vizinha a Curitiba. A cidade é muito menor que Curitiba, tem muito menos capital, não dá pra comparar com Curitiba em termos de infra-estrutura e capital.

O que seria melhor para Campo Largo, fechar suas estradas com Curitiba e tentar fabricar tudo lá dentro? Seria melhor para os habitantes de lá se proibissem a importação de bens fabricados nas demais cidades do país para dentro de Campo Largo, com o objetivo de proteger a indústria local? Se fizessem isso, com certeza aumentaria muito a quantidade de trabalho, todos iriam trabalhar como loucos, mas isso iria melhorar ou piorar o bem-estar de seus habitantes?

Já no cenário atual, não existe nenhuma barreira pra que produtos fabricados em outras cidades sejam consumidos em Campo Largo. A cidade realmente não possui indústrias pra fabricar boa parte do que consome, mas, em compensação, pode se especializar naquilo que leva vantagem.

Por exemplo, se Curitiba é uma cidade mais povoada e, por consequência, com o custo dos terrenos mais elevados, Campo Largo pode oferecer vantagens pra quem precisar de terra pra plantar, por exemplo. Da mesma forma, conforme os custos de fabricar algo em Curitiba vai ficando mais elevado, a proximidade com o grande centro passa a ser um ativo. Uma indústria pode aproveitar o "desconto" no preço dos terrenos e se mudar pra lá.

Veja que essa proximidade seria o inferno para os defensores do protecionismo. Por eles, Campo Largo não conseguiria produzir nada, seria inundada por produtos "estrangeiros" e lá todos morreriam de fome. Deveriam proibir o ingresso de produtos, pois a "balança comercial" de Campo Largo está claramente deficitária. Que o melhor seria criar uma moeda própria em Campo Largo que fosse bem desvalorizada, pra dar "competitividade" à indústria local. É impossível manter essa paridade de 1:1 com o Real!

Se tivessem sucesso com esse discurso, fechariam as fronteiras. Com certeza apareceriam algumas empresas pra suprir algumas necessidades, mas o estágio final seria de miséria. No futuro, quando alguém propusesse a abertura comercial de Campo Largo, com certeza essas empresas fechariam e algumas pessoas perderiam o emprego, mas se ajustariam naquilo que os tornasse mais produtivo. Com o tempo, o padrão de vida de todos tenderia a ser muito melhor, com mais oferta de produtos e empregos mais produtivos (e mais rentáveis).


"Não seria melhor ter pessoas com empregos ainda que subprodutivos do que pessoas completamente desempregadas?"

Era assim na URSS, e é assim em Cuba e na Coréia do Norte. Não acho que essas economias sejam exemplo de pujança, de bem-estar e de riqueza.

"suponhamos que , derrepente, todas as barreiras protecionistas que mantêm empresas, indústrias e ,logo, empregos artificialmente sejam desfeitas. As empresas nacionais não teriam como competir com a industria internacional, muito mais moderna e produtiva. A grande maioria das indústria e empresas brasileiras iriam a falência e uma grande massa de pessoas seriam demitidas."

É possível. Só que você só deu um lado da história.

Por exemplo, as indústrias brasileiras sofrem com uma alta carga tributária, com as regulamentações do governo, com a burocracia e com os sindicatos poderosos. Logo, elas de fato sofreriam bastante caso as tarifas de importação fossem abolidas.

Mas isso não é problema do cidadão brasileiro. Isso é problema do Ministério da Fazenda, do Ministério do Planejamento, da Receita Federal e do Ministério do Trabalho. São eles que impõem tributos, regulamentações, burocracias e protegem sindicatos. Não faz sentido combater estas monstruosidades criando novas monstruosidades. Não faz sentido nenhum dizer que deve haver tarifas de importação e desvalorização da moeda para se compensar a existência de impostos, de burocracia e de regulamentações sobre as indústrias. Isso é querer apagar o fogo com gasolina

O certo seria abolir a burocracia, as regulamentações e os impostos, e não defender a destruição do poder de compra da moeda (via desvalorização cambial) e a adoção de tarifas protecionistas.


Tenho uma dúvida:
Não seria melhor ter pessoas com empregos ainda que subprodutivos do que pessoas completamente desempregadas?Veja bem; suponhamos que , derrepente, todas as barreiras protecionistas que mantêm empresas, indústrias e ,logo, empregos artificialmente sejam desfeitas. As empresas nacionais não teriam como competir com a industria internacional, muito mais moderna e produtiva. A grande maioria das indústria e empresas brasileiras iriam a falência e uma grande massa de pessoas seriam demitidas. Concordo que, para aqueles que trabalham em setores de alta produtividade e mantêm seus empregos, o custo de vida vai melhorar bastante, mas e para a grande massa de desempregados????O custo de vida melhoraria para uns mas uma grande maioria não conseguia mais consumir e teria grande chances de criar uma tensão social indesejável(assaltos, sequestros e outros, ou seja, criminalidade) não? Poderia demorar bastante tempo para conseguir realocar essa grande massa de desempregados em setores genuinamente produtivos novamente, logo, talvez, por um bom tempo, anos ou talvez gerações, viveriamos uma situação de vida bem pior do que a anterior não? Por favor, me ajudem a elucidar esse cenário.


O objetivo da produção é o consumo, sendo o emprego da mão de obra um fator de produção um tanto especial pelo fato de não se poder empregá-lo desvinculado de seu proprietário, o homem. De acordo com este raciocínio, qualquer negócio tem como meta a criação de bens com vista a satisfazer o desejo dos consumidores. Assim, a geração de emprego é mera consequência.

O proprietário da mão de obra, denominado de trabalhador, comporta-se no mercado tal como um empresário, já que tenta vender sua propriedade, o trabalho, pelo maior preço possível. Todo mundo é um empreendedor.

O problema está no governo que ao intervir no mercado deforma-o completamente. Com o governo, capital e trabalho, que são complementares, se tornam antagônicos, e o trabalhador parece carregar uma maldição que só a mão forte do Estado pode aliviar. Se algo tem que mudar é a ideia que torna possível este estado de coisa.



Eu ia responder o cara, aí vi a resposta do Professor e simplesmente não há nada a acrescentar.


Uma esquerda minimamente racional pensaria em formas de ajudar pessoas que perderam seus empregos, e não em "proteger empregos".

"Proteger pessoas" é uma coisa (e há até bons argumentos para isso), já "proteger empregos" é algo completamente irracional e anti-prosperidade.

Deixem os empregos ruins sumirem. Se quiserem ajudar, criem ONGs para ajudar estes desempregados.


"mas esses são tão distantes da realidade, que mais parece obra de ficção."

Há alguns comentários tão desconexos do que foi realmente dito no artigo, que mais parecem obra de analfabetos funcionais e deficientes intelectuais.


"Nunca, em tempo algum(até que me prove o contrário), existiu uma sociedade em que não houvesse tributação, regulação (poder de mandar), burocracia, etc."

E o que isso tem a ver com o artigo?!

"Existem milhares de pessoas que simplesmente não conseguem gerar esse tal de "máximo de valor". E agora? O que vocês propõe?"

O que propomos?! Ora, não há nada a propor.

Se você é um inútil incapaz de produzir valor para alguém -- será mesmo que você não consegue nem mesmo recolher o lixo ou trocar uma lâmpada? Duvido --, então não há nada que possa ser feito por você.

A única solução restante será você se encostar em alguém que esteja disposto a lhe bancar sem cobrar nenhum serviço em troca.

No livre mercado, dinheiro é simplesmente um certificado de desempenho. É a prova de que você criou valor para terceiros. Se você é um indivíduo que sabe criar valor para terceiros, você terá dinheiro e, logo, a liberdade de ter e consumir o que quiser.

Já se você é um sujeito imprestável, incapaz de criar valor para ninguém, então de fato você não poderá nem ter e nem consumir o que quiser. E nada mais justo e moral do que isso: se você não presta pra nada nem pra ninguém, então você realmente não tem serventia nenhuma. Consequentemente, não há por que ter acesso irrestrito a bens e serviços que outras pessoas labutaram tanto para produzir.

Querer ter acesso a bens e serviços sem ter desempenhado nada a ninguém significa simplesmente querer escravizar terceiros. Não houvesse dinheiro, a escravidão estaria generalizada.

Em todo caso, já que você é indiscutivelmente uma alma caridosa e bem intencionada, nada impedirá que você aconchegue tais pessoas em sua casa e as alimente e provenha sem exigir nada em troca. Afinal, exigir que alguém crie valor para você em troca de algo seu é desumano.

"Exemplo: Instalar um sistema tecnológico em caixas de supermercado. Resultado: Demissão dos caixas/operadores. OK. Desemprego. E agora? Essa transição não é fácil para essas pessoas. Sempre existiram/existirão pessoas que não conseguem produzir/gerar valor. E o que fazer com os mesmos?"

Minha nossa, esse é o seu "argumento"? E eu pensando que ao menos viria algo minimamente desafiador... mas não. É apenas a mesma pergunta de sempre. E fora que tal pergunta foi explicitamente abordada no artigo. (Leia o trecho "Nenhuma economia rica se desenvolveu 'protegendo empregos'").

Aliás, esse mesmíssimo argumento já tantas vezes repetidos para todo e qualquer setor que estava se tornando obsoleto.

"Se permitirmos o automóvel (mão-de-obra especializada), o que vamos fazer com a mão-de-obra da indústria de charretes (mão-de-obra pouco qualificada)?"

"Se permitirmos o computador (mão-de-obra especializada), o que vamos fazer com a mão-de-obra da indústria de máquinas de escrever (mão-de-obra pouco qualificada)?"

"Se permitirmos o trator (mão-de-obra especializada), o que vamos fazer com a mão-de-obra da agricultura (mão-de-obra pouco qualificada)?"

E por aí vai.

Na prática, você seria contra a abolição da figura do ascensorista, né? "Se deixarmos as próprias pessoas apertarem os botões nos elevadores, como vamos fazer com o desemprego dos ascensoristas?! Será uma catástrofe social!"

Dizer que toda a economia deve ser engessada e impedida de progredir simplesmente porque algumas pessoas perderão seus empregos é um recurso meramente emocional, sem qualquer base na lógica. Na prática, você está dizendo que atendentes são jumentos que nada mais sabem fazer na vida a não ser passar um código de barra num visor. Isso é até preconceituoso de sua parte.

O mesmo, aliás, é dito sobre frentistas que perderão seus empregos caso os próprios clientes abasteçam seus carros (como já é na Europa e nos EUA). Na prática, se está dizendo que frentistas são jumentos que nada mais sabem fazer na vida a não ser enfiar uma mangueira no buraco de um carro. Isso é até preconceituoso de sua parte. Frentistas facilmente podem virar mecânicos ou até mesmo consultores da indústria automotiva. Poucas pessoas entendem tanto de óleos lubrificantes (na prática) quanto eles.

Logo, o argumento de que tais pessoas perderiam renda é simplesmente falso, tanto em termos teóricos quanto empíricos. A história do mundo é a história da evolução dos empregos. Há vários empregos que existem hoje e que nem sequer eram imaginados há 10 anos. E vários empregos que existiam há 10 anos não mais existem hoje. E a maioria dos empregos que existirão no futuro ainda não existem hoje.

No livro Now You See It, a educadora Cathy Davidson diz que 65% das crianças que estão entrando hoje na escola irão trabalhar em empregos no futuro que ainda nem foram inventados. Querer frear esse progresso em nome da proteção de alguns empregos é uma atitude que, caso tivesse sido seguida lá atrás, ainda hoje estaríamos vivendo no campo e com uma enxada na mão.

Em todo caso, eis uma artigo para você, que fala exatamente sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2638



A nossa gloriosa Constituição Federal do Almoço Grátis e da Meia Entrada da República Socialista de Pindorama cita em seu 1º artigo o valor SOCIAL do trabalho, depois, no artigo 7º ,são vários incisos que tratam sobre os direitos/privilégios ao trabalhador (só para ter ideia do absurdo: inc. V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho), impondo, assim, intervenção estatal para que seja garantido o conto de fadas contado pela Lei Maior.

Aproveitando, conhecem textos no Mises (ou de autores liberais) acerca da CF88 e suas mentiras?


À medida que a automação, as máquinas e o livre comércio substituem os homens nas tarefas pesadas, exaustivas e monótonas, estes adquirem mais tempo e mais energia para se dedicar a tarefas mais criativas e prazerosas, nas quais realmente são bons.

Uma automação agressiva liberta o ser humano do fardo de ter de fazer trabalhos pesados e o libera para se aventurar em novos empreendimentos. Isso vem ocorrendo desde que as máquinas liberaram o homem do trabalho pesado no campo e o permitiram ir buscar outras vocações fora do campo. Foi ali que começou nosso processo de enriquecimento e de melhora no padrão de vida.

Esse processo segue até hoje.

O mesmo vale para o livre comércio.

Com a massificação da tecnologia, descobriremos novas aptidões, novas fontes de renda e novos trabalhos prazerosos que, no futuro, nos deixarão atônitos ao percebermos o tanto de energia que desperdiçávamos hoje com trabalhos maçantes, pesados e repetitivos. Longe de destruir empregos, a tecnologia é e continuará sendo a grande criadora de novos empregos.

Quem, há meio século, poderia prever que hoje teríamos as seguintes profissões: YouTubers, Consultores de Moda, Fashion Designers, Apresentadores de Programas de Entretenimento Televisivo, Jogadores Profissionais de Videogame, Consultor de Marketing, Experimentador de Hotéis de Luxo, Testador de Camas, Testador de Alimentos e Bebidas, Investidores Profissionais, Professores de Investimento, Guias Turísticos, Testadores de Tobogãs, "Instagramers" Profissionais, e um número muito maior de Atores e Atrizes do que antigamente?

Isso só foi permitido porque a humanidade foi liberada, pelo evolução tecnológica, do fardo do trabalho pesado.

Essa evolução observada na divisão do trabalho, permitida pela tecnologia que nos liberta e nos permite descobrir novas vocações, é fantástica. A automação e a evolução tecnológica, longe de destruir empregos, serão as grandes criadoras de oportunidades de trabalho.

Saiba aproveitá-las.


É bem interessante ler os artigos, mas esses são tão distantes da realidade, que mais parece obra de ficção.

Nunca, em tempo algum(até que me prove o contrário), existiu uma sociedade em que não houvesse tributação, regulação (poder de mandar), burocracia, etc. Mas vocês insistem nesse ponto. Não vamos polarizar, nem é 8 nem é 80. Há um "range" dentro desses limites e é nele que vivemos.

Criar empregos nos quais as pessoas produzam o máximo de valor.

Frase linda, quando a colocamos em perspectiva no mundo real, as coisas complicam. Existem milhares de pessoas que simplesmente não conseguem gerar esse tal de "máximo de valor".

E agora? O que vocês propõe?

Exemplo: Instalar um sistema tecnológico em caixas de supermercado.
Resultado: Demissão dos caixas/operadores. OK. Desemprego. E agora? Essa transição não é fácil para essas pessoas. Sempre existiram/existirão pessoas que não conseguem produzir/gerar valor. E o que fazer com os mesmos?


É a diferença entre bom senso e senso comum. O bom senso é a sabedoria lógica e esta é muito mal compreendida pelas massas, pois o senso comum diz que "todo mundo sabe que nós temos de criar empregos!".

Produção de riqueza e criação de valor? Esquece. Se surgir um presidente prometendo tomar todas aquelas as medidas extremas ridicularizadas pelo artigo (destruição de máquinas e fechamento das fronteiras) para "criar empregos" ele será eleito em primeiro turno.



Não deixem de aproveitar as ofertas da Black Friday brasileira: O DOBRO PELA METADE !


Off topic

Os autores do Mises poderiam escrever um artigo sobre a recente integração dos exércitos de 23 países europeus? O sonho totalitarista do estado europeu único está cada vez mais próximo, até os exércitos querem unificar. Logo, logo não teremos mais França, Alemanha, Itália, somente Europa com sede em Bruxelas.


Meritocracia?! Esse aí, coitado, ainda não entendeu absolutamente nada.

A riqueza nada tem a ver com esforço, com as horas trabalhadas, com o trabalho duro, com nada disso. Um homem pode gastar centenas de horas fazendo sorvetes de lama ou cavando buracos, mas se ninguém atribuir qualquer serventia a estes sorvetes de lama ou a estes buracos — e, portanto, não os valorizar o suficiente para pagar alguma coisa por eles —, então tais produtos não têm nenhum valor, não obstante as centenas de horas gastas em sua fabricação.

O que determina a remuneração no mercado não é o mérito, não é a virtude, não é o esforço ou a dedicação.

O que realmente determina a remuneração no mercado é apenas e simplesmente a criação de valor. Se você consegue criar algo de valor para terceiros, você será bem remunerado. Ninguém está nem aí para as suas horas trabalhadas ou para o seu esforço. As pessoas só querem saber de serviço bem feito. E pagarão bem por isso.

Satisfaça as necessidades dos outros, e as suas serão satisfeitas. Não importa se é por mérito, por sorte ou por talento. O cara mais esforçado e bem-intencionado do mundo, se não criar valor, ficará de mãos vazias.

Leia mais em:

Não é a meritocracia; é o valor que se cria

A teoria do valor-trabalho ainda assombra a humanidade e segue causando estragos


Boa listagem, sem dúvidas esses tópicos fazem parte da mentalidade de Pindorama.

Vou me ater ao 3. Sim, o "capitalismo" ou "economia de mercado", gera sim desigualdades, mas de forma alguma isso pode ser algo ruim.

A desigualdade é inerente ao ser humano. Seja, desde que características físicas, passando por elementos históricos, hereditários, habilidade, renda.

A igualdade é um IDEAL para mentes doentias, autoritárias. A empiria mostra, onde esse ideal foi perseguido o resultado foi devastador.


"...mas como elas podem sair dali"

Acho que o primeiro passo é identificar os obstáculos que elas enfrentam para saírem "dali": salário mínimo, proibição do trabalho infantil e carga tributária alta, todas são políticas do governo que não ajudam em nada os mais pobres.


Olavete não gosta de ver pobre vencer na vida. Olavete acha que o pobre merece viver uma vida miserável e infeliz, privilegiando a FALSA meritocracia que é conversa pra boy dormir. A maioria dos coxinhas nasceram em berço de ouro, sempre tiveram do bom e do melhor sendo sustentado pelo papai e ainda vem na maior cara de pau falar em "meritocracia".


Só penso que a caridade deve ser algo espontâneo. Não impositivo. Se existem milhões de pessoas que não conseguem "fazer" a sua própria previdência (qualquer que for o motivo), que os mais abastados contribuam de forma espontânea. Aí entra o sentido de "humanidade", "bondade". Mas, tendemos a ser cruéis : quantas pessoas aqui tiveram coragem de "ajudar" as crianças que pedem esmolas no semáforo ? Não digo dar esmolas. Mas, efetivamente procurar ajudar. É mais fácil ignorar. Ah : o argumento de que "cada indivíduo tem quer ser responsável pelo que faz" ou "quem ganha salário mínimo não deve ter família"... argumentos excludentes. Problemas graves. Nem Deus resolve. Quanto mais políticos ou o "livre mercado". Eu não tenho como participar efetivamente da solução. Alguém tem ? Na prática ? Em tempo : na teoria é tudo muito lindo.


OFF - A/C Leandro

Você acha que o PLS 314/2017 que vai acabar com a transferência dos resultados cambias do Banco Central para o Tesouro vai ter um impacto significativo na inflação e no volume das compromissadas?

Obrigado antecipadamente.


"Quando ele inicia o argumento já confessa que é uma crença pessoal e uma crença pessoal não tem valor a menos que os outros compartilhem da mesma crença."

Lindo isso! Só que aí então você faz uma crítica baseada em sua crença pessoal?



As 10 infelizes leis brasileiras – resultado da doutrinação marxista:
1) O Estado é imperativo para o desenvolvimento econômico e a manutenção da ordem e da justiça
2) Todo empresário é ganancioso e escraviza seus funcionários
3) Impostos são justos pois são usados para ajudar os mais pobres
4) O capitalismo gera desigualdades
5) O Lucro é imoral
6) As minorias são perseguidas
7) Os sindicatos são defensores dos direitos dos trabalhadores
8) A polícia é violenta
9) As instituições estão cada vez mais fortalecidas
10) A "democracia" tem que ser "defendida" a qualquer custo (inclusive através de terrorismo).


Brasil é uma Índia melhorada com uma carga tributária europeia. Lógico que está fadado à estagnação do terceiro-mundismo.

Mas a brilhante solução esquerdista é aumentar a carga tributária.


Não existe mecânica de preços no socialismo as pessoas destruiriam riqueza. Sem incentivo pra produzir a miséria vem.



Sei que é antigo mas cai aqui.

Alguém pode me explicar como funciona o liberalismo numa monarquia?
Porque isso seria uma vantagem?


Cara, sem palavras. Nunca vi uma explicação tão limpa e clara como essa. Será que é tão difícil de entender para aqueles que estão sempre lutando para dividir a sociedade? Mas é como você disse, existe um interesse por trás, logo não fica justificado essa pratica. E como voce também mencionou, isso ja vem se arrastando por eras!! Não vai ser agora que vamos conseguir mudar, apesar de que hoje a informação chega com muito mais facilidade nas mãos das pessoas e assim facilita o entendimento e a mudança de atitude das "classes oprimidas" .


Pessoas que catam lixão, vivem nas ruas ou qualquer coisa desse tipo não contribuem para a previdência social e portanto não tem direito à aposentadoria, esse "argumento" apelativo não faz sentido.


Não importa o nome que tem, nem se tem diretamente a ver com marx ou não, mesmo que gramsci e a escola de frankfurt tenham dito que tem a ver com marx sim.

Importante é que as ideias de gramsci e da escola de frankfurt são horríveis, são planos de destruição para a nossa sociedade e estão sendo implementados enquanto algumas pessoas escrevem artigos para definir o nome que deve se dar a isso que está acontecendo.

Não importa o nome que se dê a isso, quando o governo impõe valores para as crianças que são contrários aos valores da sua família e meio social, quando políticos importantes dizem abertamente que as crianças não pertencem as suas famílias e que as famílias são um mal, quando quem tenta falar isso em universidades é calado na marra, quando os gritos de "fachista" passam a ser usados para calar as pessoas que não gostamos e destruir reputação... Entende? É assim que estamos... E para não viver assim as pessoas estão dispostas a lutar. Isso não será aceito passivamente pelas famílias, a maioria não quer isso e na cara de pau a maioria é ignorada e desrespeitada... Isso vai dar merda... Mas, podem chamar a merda pelo nome que quiserem, seja de marxista ou não.


Carai! O governo gastou meio trilhão a mais com as aposentadorias nababescas de funças do que com a saúde dos desdentados.

Se isso passar será a maior revolução econômica da década.


BRASÍLIA - Com pressa de aprovar a reforma da Previdência, o governo vai reforçar a necessidade de acabar com os privilégios que os servidores públicos têm em relação aos trabalhadores do setor privado ao se aposentarem.

Para convencer os parlamentares, mostrará que, em 15 anos (entre 2001 e 2016), o regime de aposentadoria dos servidores públicos federais consumiu R$ 500 bilhões a mais do que foi gasto com saúde.

O valor também representa mais de 50% do que foi investido em educação no país. No período, o rombo do sistema previdenciário do funcionalismo atingiu R$ 1,325 trilhão, para atender a um milhão de beneficiários, enquanto coube à saúde pública R$ 800 bilhões para um universo de 200 milhões de brasileiros.

Os dados foram compilados pelo professor de economia da PUC/Rio José Márcio Camargo, que fará palestra durante jantar a ser oferecido, amanhã, pelo presidente Michel Temer aos deputados da base.

Segundo o economista, no setor privado (INSS), o déficit do regime previdenciário — que dá cobertura a 30 milhões de segurados — foi de R$ 500 bilhões, também em 15 anos.

Para Camargo, os números revelam a desigualdade de regras entre os regimes. Ele destacou que o regime de aposentadoria do setor público está concentrado nos 10% mais ricos da população, enquanto o INSS é voltado para 50% mais pobres.

— A Previdência é o principal programa de transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos — afirmou Camargo ao GLOBO.

No levantamento que será detalhado aos parlamentares, Camargo compara os gastos previdenciários aos do programa Bolsa Família, que custou ao governo R$ 250 bilhões em 15 anos e consegue atender aos 30% mais pobres do país.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC), concedido a idosos e que consumiu R$ 450 bilhões no período, também beneficia a população de baixa renda, pois é voltado para as famílias nas quais a renda per capita é de até um quarto do salário mínimo.


Se enviar produtos importados baratos destrói a indústria de um país, então conclui-se que fazer o extremo -- mandar importados DE GRAÇA pra um país -- o destrói ainda mais rapidamente.

Mas o que tem de destrutivo em ganhar presentes? Se nos mandarem televisões, carros e geladeiras de graça, perderemos, sim, os empregos nessas áreas. No entanto, os trabalhadores dessas áreas poderão ir pra outras atividades produtivas e genuinamente demandadas pelos consumidores.

Ao invés de termos essas pessoas produzindo televisões, carros e geladeiras, já teremos tudo isso e mão-de-obra sobrando pra produzirmos outras coisas. Em resumo, o país ficaria mais rico, às custas dos contribuintes de outros países que estão subsidiando importados gratuitos pra nós.

Se restringir e taxar a importação de produtos baratos é bom pra indústria nacional, bloquear as bordas do país contra todas as importações criaria uma economia fortíssima no país bloqueado.

E não pára por aí: se bloquear um país é bom pra economia interna, então bloquear os estados também. Imagine quantos empregos de paulistas os gaúchos estão tirando quando criam gado. Proibir a importação de gado e garantir empregos pra indústria interna de gado São Paulo seria uma boa idéia.

E isso continua pra cidades, pra ruas, até que se decida produzir tudo em sua casa e não trocar com ninguém.

Basta você parar de fazer compras no supermercado e estará bem ocupado o dia inteiro plantando, colhendo, costurando suas roupas, etc.

Todos terão pleno emprego, mas a produtividade será extremamente baixa dado o custo de oportunidade de produzir tudo por si mesmo, e será uma pobreza generalizada.

Um tomate que você compra com alguns segundos do seu trabalho demoraria meses pra nascer na sua terra.

Não existe um ponto de equilíbrio ou um "protecionismo racional". Todo protecionismo beneficia produtores do setor protegido às custas de todo o resto.

Pode até ser que sem protecionismo nossas montadoras falissem; mas se elas não conseguem competir, é isso o que tem que acontecer.

Se custa 50.000 pra fazer um carro no Brasil que custa apenas 25.000 pra fazer o mesmo carro lá fora, ao comprar o carro de 25.000 a nossa economia tem um carro e 25.000 sobrando pra serem usados em outros setores. Ao comprar um carro de 50.000, a economia tem apenas um carro e deixa de ter 25.000 pra gastar ou investir em outros setores.

Imagine num caso extremo gastar uma fortuna com tecnologia e energia pra produzir bananas no Alasca. Se essas bananas forem produzidas num país tropical, podemos ter as mesmas bananas que teríamos do Alasca, mas sem usar todo aquele recurso: homens, máquinas e energia que poderiam ser mais bem alocados em outro lugar ao invés da produção de bananas.

A questão não são empregos, nem indústria nacional: a questão é produção. Empregos que não criam valor são inúteis, e há indústrias que não necessitam existir. O Brasil não "precisa" de uma indústria de carros assim como o Alasca não "precisa" de uma indústria de bananas, a menos que encontrem uma forma eficiente de produzir seus produtos. Não há por que preservar tais empregos.


O mais sensacional do argumento protecionista é a sua inevitável implicação lógica: se todos os países resolvessem restringir (ou mesmo banir) as importações e subsidiar as exportações, haveria um colapso total no comércio global. Se ninguém pode importar, então ninguém pode exportar (impossível vender se não há comprador).

A esmagadora maioria da população morreria esfaimada, todos os processos de produção seriam profundamente afetados (pois não se pode mais importar insumos) e, no final, o mundo estaria de volta às cavernas.

Que isso seja visto como pensamento sério e comprometido é um perfeito exemplo da deterioração da nossa inteligência.


Eis o silogismo do "protecionista consciente":

(1) A indústria nacional não é ineficiente.

(2) Ela é apenas oprimida pelo governo, que a sobrecarrega de impostos. Consequentemente, ela não pode concorrer livremente com os estrangeiros.

(3) Portanto, precisamos de um governo ainda maior, ainda mais intrusivo e com ainda maiores poderes tributários para retirar esse fardo do governo sobre as indústrias.

Entenderam?


Tem algo errado, pago praticamente o mesmo imposto que a Dinamarca.


A gente deveria começar a printar esses fatalities que aparecem nos comentários e espalharmos hahahaha
Muito bem respondido pelo professor, pena que os caras não vão ler, nem admitir que estão errados. Mais fácil negar a realidade.


E eu pensando que a Bíblia nem condenava a escravidão e inclusive diz que você pode bater no escravo desde que não o mate, mas não, você deve ter sido um iluminado de "d"eus que apareceu para me mostrar o caminho certo, e quem diria que logo a religião que você segue é justamente a certa não é mesmo, existem milhares, muitas que podem ser consideradas até vovós perto desse cristianismo seu aí, mas é realmente essa a certa.
Pra finalizar, a ética pode ser derivada objetivamente através da razão, mas não espero que você entenda isso de razão, afinal você acredita em cobras falantes, dilúvio, variabilidade genética a partir de somente Adão e Eva (não vale ser a favor do evolucionismo só aqui né) e virgens grávidas do espírito santo.


Somos apenas uma engrenagem na evolução. Jamais nos livraremos de governos... esquece. Esse gênio já saiu da garrafa. O que estamos fazendo é tornar possível o próximo passo evolucional: inteligencia artificial. Eles, como nós no passado em relação aos neandertais, serão o futuro e sem as nossas limitações orgânicas. Assim, irão sair dessa Terrinha e conquistar o universo (muito semelhante a fase das grandes navegações séculos atrás).




Se o protecionismo é bom, por que se limitar ao estado nação? Por que não proibir o comércio entre cidades também? Se partimos do princípio que tarifas e regulações de natureza geopolítica podem ser benéficas, por que não exaurir o princípio até o seu limite absoluto e impedir que o próprio indivíduo não possa comprar ou vender? Ele sempre estará empregado pois quem produzirá sua comida, tecerá suas roupas e construirá sua própria casa?


A coisa mais difícil do mundo é ajudar alguém, Rodrigo.

Você nunca sabe se a sua ajude está estimulando uma virtude ou subsidiando um vício. Por isso o Welfare State existe há tantas décadas nos EUA e na Europa sem jamais ter acabado com a pobreza.

A verdade é que os recursos que a humanidade dispõe para ajudar terceiros são escassos assim como todos os outros recursos. Sendo assim, é um enorme desperdício e injustiça investir tais recursos a indivíduos que não têm compromisso em mudar, assim excluindo aqueles que somente tiveram má sorte. Daí a importância da gestão voluntária da caridade ao invés da coercitiva. Uma instituição voluntária de caridade (digamos um órgão religioso) possui um interesse forte em fazer com que o indivíduo receptor do benefício pare de recebê-lo. Afinal, os fundos da caridade advém de pessoas que podem cessar suas doações caso estejam sendo enganadas.

As pessoas reagem incentivos. Infelizmente, ao poupá-las das consequências de uma determinada atitude danosa, você tira delas um motivo para não incorrer em tal atitude danosa. Sob um prisma da seguridade social, pense na saúde: o estímulo para viver um modo de vida saudável é maior ou menor quando não há um estado provendo saúde gratuita ou subsidiando a apólice do plano da saúde para que não reflita os perigos trazidos por seu modo de vida? O estímulo para manter uma vida austera e balanceada sem riscos ou excentricidades incompatíveis com sua renda ou situação familiar é maior ou menor quando o estado não é por lei compromissado a garantir a renda da sua aposentadoria? O estímulo para escolher o parceiro (a) correto e guiar seus filhos para que façam o mesmo é maior ou menor quando o estado não se predispõe a cobrir as despesas do seu filho abandonado por um parente mal-escolhido?

Pense no sofrimento de um fumante quem contraiu câncer de pulmão e terá uma morte prematura; em um obeso que mal consegue caminhar ao chegar à velhice ou pense no pobre coitado quem tem de depender das contas do estado para sobreviver na terceira idade. As três situações tragédias poderiam ter sido evitadas caso eles não pudessem contar com a "ajuda" estatal. Está certo que nem todos os indivíduos tomam escolhas prudentes. Mas são justamente aqueles mais imprudentes quem mais precisam que suas escolhas tenham consequências. Pense no homem dos 5 filhos que mora no lixão: você REALMENTE acha que o incentivo dele para ter um 6º filho e aprofundar ainda mais sua miséria será maior ou menor se não houver um Bolsa Família para subsidiar a criança?

Abraço.


Como disse o Rogério, excelente argumentação...
Mas o que você pensa, no caso, de pessoas como aquelas que vivem como catadores em lixões?
São pessoas que não tem renda fixa e em grande parte não tem nenhuma perspectiva de futuro favorável.
Tento não focar em como essas pessoas chegaram onde chegaram (se um dia conheceram algo fora dali), mas como elas podem sair dali.


Não se trata de valores "judaico/cristãos". Se trata de direito natural. Você atenta contra minha inteligência ao insinuar que todos os que não são cristãos só possuem padrões éticos bem definidos por causa dos seus valores "judaico/cristãos". Pela sua falsa retórica, uma sociedade que nunca tivesse contato com o cristianismo seria uma sociedade de selvagens? Não fosse seu deus, as pessoas seriam um bando de animais? Você deve ser daqueles que definem anarquia como um mundo cheio de putaria e quebradeira.


Os Nazistas também fazem parte da Terceira Via Politica, pois os Alemães eram ultra-nacionalistas, o nacionalismo vem mais da Direita, mas como o governo Nazista era totalitário e socialista entre seu povo, ele também se encaixa na Esquerda. Até o próprio nome do partido Nazista pode se ver isso, Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, onde Nacional se refere ao Nacionalismo, Amor á Pátria e etc... (o que seria a parte da Direita Extrema) e onde Socialismo se refere ao Socialismo que praticavam, como descrito no Artigo que por sinal é ótimo. O simples fato de o governo ser Totalitário já não pode se encaixar com o Capitalismo.



Tarifas são impostos. Como pode alguém acreditar que mais impostos deixarão as pessoas mais ricas?

Em todas as análises de casos que já li, os consumidores perderam mais dinheiro do que as empresas (protegidas) ganharam. O caso clássico mais recente foi o das tarifas que Obama impôs ao pneus chineses em 2009. A tarifa custou US$ 926 mil por emprego salvo e gerou 3 demissões no varejo para cada emprego mantido nas fabricantes de pneus nacionais.

money.cnn.com/2017/01/03/news/economy/obama-china-tire-tariff/index.html

www.aei.org/publication/2009-tire-tariffs-cost-us-consumers-926k-per-job-saved-and-led-to-the-loss-of-3-retail-jobs-per-factory-job-saved/

O protecionismo é simplesmente um esquema de redistribuição de renda da maioria desorganizada para a minoria poderosa.


Quem já visitou países mais livres pôde perceber que a quantidade de produtos é muito maior. É uma farra capitalista com excelentes benefícios à população.

Em Cingapura tem tantas marcas de sorvete no supermercado, que o sorvete mais caro do mundo custa 17 pratas. Restaurantes tem de todo tipo, começando em 5 pratas por quase um quilo de yakissoba com 20 ingredientes.

Enquanto um pobre de Cingapura come quase 1 quilo de yakissoba por $5, o equivalente no Brasil seria duas coxinhas secas.

O choque de concorrência sempre ajudou os mais pobres. Protecionismo é coisa de criminoso.


Essa lógica é sensacional. Dado que um irresponsável ganhando salário mínimo resolveu ter cinco filhos (até onde sei, filhos não surgem do nada; são conscientemente fabricados), então, ora, é óbvio que toda a sociedade tem de ser ferrada por causa disso.

Meu caro, a questão não é como um cara que ganha salário mínimo vai sustentar cinco filhos. A questão é que [u]quem ganha salário mínimo não deve formar família[u]. Isso é questão de responsabilidade individual.

Querer que centenas de milhões de indivíduos sejam ferrados porque um punhado deles adotou um comportamento irresponsável é o ápice da insanidade coletivista.

Mas tem mais.

No passado, as igrejas ajudavam essas pessoas com o dinheiro que recebiam das doações. A Igreja mantinha centros de educação de excelente nível, fornecendo vários serviços gratuitos -- serviços estes que eram financiados por doações, inclusive de ateus caridosos.

No entanto, desde que o estado entrou em cena para mostrar todo o seu amor aos pobres, a Igreja perdeu doações, pois as pessoas pensaram: "Eu já pago muitos impostos e o estado já faz o serviço; não preciso mais contribuir para serviços caritativos".

As igrejas ajudavam bastante e voltariam a ajudar ainda mais caso recebessem doações de pessoas preocupadas com os desvalidos (como esse seu interlocutor). O problema, infelizmente, é que a esmagadora maioria das pessoas quer apenas vociferar indignação e delegar tal tarefa exclusivamente ao estado (que deve tomar o dinheiro dos outros, e nunca delas próprias). Por exemplo, vá ver quantas dessas pessoas fazem doações a instituições de caridade ou mesmo para as igrejas. E ainda fazem pose superior de preocupação para com os destituídos.

A melhor maneira de se resolver problemas locais é por meio do voluntarismo, da responsabilidade própria, da família, dos amigos e da igreja, e não por meio de um governo monolítico que miraculosamente fará com que o indivíduo passasse a cuidar de si próprio e se tornasse uma pessoa melhor. O governo não pode fazer com que o indivíduo se aprume e passe a seguir bons hábitos.

"Quer ajudar essas pessoas? Comece fazendo isso você próprio." É o isso o que você deveria ter respondido.



Não. Isso nunca vai acontecer.

A forma mais garantida de garantir uma desburocratização é justamente liberalizando o comércio exterior: com importados baratos e de qualidade chegando, não haverá outra alternativa aos políticos senão liberalizar imediatamente o mercado interno para que este consiga sobreviver e concorrer.

A única maneira garantida de fazer reformas é havendo uma "ameaça" concreta e imediata. No Brasil, sempre foi assim.

Ficar empurrando a situação com a barriga, à espera do surgimento de uma "vontade política" para fazer uma mudança que não é urgente (e não será urgente enquanto não houver livre comércio) é garantia de imobilismo.

O estado ferra várias empresas? Sem dúvida, mas isso não é justificativa para acabar com as liberdades do indivíduo (e suas decisões de consumo).

Se há indústrias nacionais eficientes que estão sendo prejudicadas pelas políticas do governo, isso é algo que tem de ser resolvido junto ao governo, e não tolhendo os consumidores.

Se os custos de produção no Brasil são altos e estão inviabilizando até mesmo as indústrias eficientes, então isso é problema do Ministério da Fazenda, do Ministério do Planejamento, da Receita Federal e do Ministério do Trabalho. São eles que impõem tributos, regulamentações, burocracias e protegem sindicatos.

Não faz sentido combater estas monstruosidades criando novas monstruosidades. Não faz sentido tolher os consumidores ou impor tarifas de importação para compensar a existência de impostos, de burocracia e de regulamentações sobre as indústrias. Isso é querer apagar o fogo com gasolina


Basta olharmos para os melhores países do mundo. Economias abertas, legislações MUITO simples e práticas, burocracias de menos...

Confesso que por muito tempo cai no golpe.

O texto é excelente, como tantos outros do Mises.


Quem teme o livre comércio?
Os ineficientes
Os que se beneficiam de monopólios
Os que usam o estado para manter "mercados cativos"
Os que querem trabalhar com margens altíssimas por não ter concorrência
Os corruptos
Os que não investem em tecnologia e gestão
Os que não sabem se posicionar no mercado
Os políticos.


Antes de "liberar geral", contudo, acredito ser importante desburocratizar geral. Senão nunca teremos como provar se somos ou não capazes de produzir produtos bons, baratos e competitivos.


A questão do livre comércio não é uma questão puramente econômica e sim política. Os consumidores não tem poder politico para bater de frente com os barões da indústria nacional e nem os sindicatos pelegos. Eles não vão permitir que os consumidores tenham a liberdade para escolher os produtos estrangeiros, pois pagam propinas a políticos para que os consumidores sejam obrigados a comprar as porcarias brasileiras.

A última alternativa seria o boicote. Mas o brasileiro aceita pagar ridiculamente caro pelos produtos daqui e jamais realizariam um boicote aos barões da industria.


Boa tarde a todos.

Já peço perdão por tal questionamento em um artigo que nada tem a ver com isso, mas ontem estava vendo uma discussão em minha faculdade a respeito da previdência social e um aluno disse: "A previdência social não devia existir. Cada um deveria construir seu próprio patrimônio ao longo da vida e se quiser se aposentar, que ao longo dos anos pague uma previdência privada."
Eu de pronto concordei com a afirmação, pois eu, em meus 18 anos, já tenho algum dinheiro investido em operações de longo prazo justamente pensando nisso. Porém, veio outro a dizer: "Verdade. Igual aquele pessoal que vive no lixão e mal consegue ganhar o suficiente pra comer, ou aquele pessoal que tem que sustentar uma família de cinco pessoas com um salário mínimo. Como constrói patrimônio desse jeito?"
O outro ficou calado, assim como eu nem quis me manifestar porque também me senti de mãos atadas, pois não saberia responder um questionamento desses, até porque o que conheço do assunto é muito superficial. Pensei em várias possibilidades, pensei no motivo de aquelas pessoas viverem em um lixão, em como as coisas seriam mais baratas se não existisse tributação, se não existisse imposto de renda, se não existisse tanta burocracia ou encargos trabalhistas, mas realmente preferi me omitir... Até porque tentar explicar que o Estado é um problema é extremamente complicado, enquanto a maior parte dos que estão à sua volta acreditam que ele seja a solução e não tenham muito interesse em ouvir uma opinião diferente...

Mas deixo esse questionamento a vocês, reafirmando que ainda sou leigo no assunto... Como essas pessoas que não tem as mínimas condições de se manter podem construir um patrimônio em um lugar como Pindorama?


O argumento ético é relativo, porque todo padrão moral secular, ou seja, que não se baseia em religião é relativo. Se você é cristão pode acreditar em um padrão moral objetivo.
Quando ele inicia o argumento já confessa que é uma crença pessoal e uma crença pessoal não tem valor a menos que os outros compartilhem da mesma crença.
Eu compartilho desta mesma crença, e, como cristão, acredito em um padrão moral objetivo onde "amar ao próximo como a si mesmo" é o princípio das leis dadas por Deus. Não roubar, um dos 10 mandamentos, é derivado diretamente disto. O homem tem direito sobre a sua propriedade e isto inclui o produto do seu trabalho. Então este argumento tem valor para mim. Para um ateu pode ter valor, porque ele cresceu numa sociedade forjada sobre valores judaico/cristãos.
A maioria das pessoas no Brasil e em outros países acha legítimo que o governo cobre impostos para prover serviços para os mais necessitados. Independente disto ser correto para mim, esta pessoa considera correto, porque a moral é relativa quando está desatrelada da religião. Principalmente quando a moral é desatrelada ao judaísmo ou cristianismo ele é relativa, porque estas religiões reconhecem Deus como a fonte de toda moral. E esta moral é objetiva e imutável.


O protecionismo equivale a literalmente dinamitar e explodir todos os portos do país. Afinal, reduzir o acesso da população, por meio de tarifas, a bens fabricados no estrangeiro é exatamente o mesmo que reduzir o acesso físico destes bens aos portos do país.

Se o objetivo é restringir o comércio, podemos começar pela destruição dos portos. Garanto que a FIESP iria adorar.


povo melancia (verde por fora com o discurso ambientalista e vermelhos por dentro) seguem com o terrorismo ecológico


O Livre Mercado e/ou Liberdade Econômica é a grande RESILIÊNCIA para o bem saudável da Humanidade ? [https://youtu.be/NgXupG1EBLY?list=LLcEeWIpoRjAdc7p10X1TYqw]


Amcap é utopia, apenas esqueça isso, é a mesma coisa que ficar discutindo sobre Arcanjo e Querubim.



Tem pessoas que reclamam que o prefeito da minha cidade não faz nada além de cortar grama, e eu digo que as vez o melhor é não fazer nada e esperar. Elas não gostam muito kkk.



Sempre lembrando que social-democracia é um arranjo que só pode durar em país rico. País pobre não pode se dar ao luxo de ser social-democrata simplesmente porque é economicamente impossível.

Quando uma população pobre (em termos per capita) e pouco produtiva (um brasileiro produz apenas 20% do que produz um americano) tem de sustentar um estado que quer gastar muito e cuidar de tudo, a conta não vai fechar.

Para gastar muito, o governo inicialmente terá de tributar. Mas como a população é pouco produtiva e de baixa renda, o tamanho desta tributação terá um limite natural. Sendo a tributação insuficiente, o governo terá de se endividar, pegando emprestados, continuamente, centenas de bilhões para poder efetuar todos esses gastos. E ele só conseguirá pegar emprestados todos esses bilhões se pagar caro por isso.

Ou seja, além de tudo o que toma em impostos, o governo terá também de se endividar continuamente para poder efetuar todos os gastos demandados pelo povo.
E quem se endivida continuamente -- com a dívida crescendo a um ritmo de 10% da sua renda anual --, terá de pagar juros altos.

Na prática, é como se o governo vivesse no rotativo do cartão de crédito, se endividando para pagar dívidas geradas por gastos altos.

É claro que o arranjo é insustentável.

Por isso, social-democracia é um arranjo que só consegue ter longa duração em países ricos, cuja população é extremamente produtiva e possui alta renda per capita, de modo que ela consegue suportar a alta carga tributária necessária para bancar o estado de bem-estar social.

A social-democracia é esse paradoxo: apenas populações ricas e produtivas — que em tese não necessitam dela — podem se dar ao luxo de ter uma.

Em países de população pobre e pouco produtiva, tal arranjo é inexequível no longo prazo. Um povo pobre querendo viver como uma social-democracia escandinava pagará um preço alto. A conta será insuportável no longo prazo, tanto em termos de carga tributária quanto em termos de juros.

A social-democracia no Brasil entrou em colapso - abandonemos os delírios e sejamos mais realistas



"A Dinamarca tem um sistema tributário pesado e altamente progressivo"

Na Dinamarca, a alíquota máxima do IRPJ é de 22%. No Brasil, é de 34%.

Na Dinamarca, a alíquota previdenciária total (empresas e empregados) é de 8%. No Brasil é de 39,8%.

As tarifas de importação na Dinamarca são de 1,3%. No Brasil, chegam a 60% se você importar pela internet.

Assim, se a Dinamarca "tem um sistema tributário pesado e altamente progressivo", então faltam adjetivos mais gravitacionais para descrever o brasileiro.

Se formos imitar a Dinamarca, então teríamos de reduzir a nossa carga tributária.

"sistema educacional de qualidade e quase todo público (e as escolas particulares recebem subsídios estatais)"

Ou seja, idêntico a como é no brasil. Aqui, há ensino público do maternal à pós-graduação, e instituições privadas também recebem subsídios tanto diretos (Prouni) quanto indiretos (Fies).

Você, pelo visto, nada sabe sobre seu próprio país.

"sistema de saúde público e de alta qualidade"

Ué, o Brasil também possui o SUS. Aqui, aliás, a saúde é mais estatizada e socializada que na Dinamarca. Na Dinamarca, o governo central não tem função na saúde. Os hospitais são todos geridos pelos municípios. Assim, cada usuário financia sua própria saúde via impostos locais.

Aqui no Brasil, não. Aqui é o governo federal que controla tudo, dando uma banana para o princípio da subsidiariedade. Assim, um rico paulista se interna no SUS usando o dinheiro de impostos do desdentado do interior do Piauí.

Mas, ei, aqui a saúde é universal!

"uma sociedade com o mais baixo grau de desigualdade"

A desigualdade na Dinamarca é baixa simplesmente porque sua população é completamente homogênea. Não há nenhuma diversidade racial e nem cultural por lá. Todo mundo é igual. O multiculturalismo é zero.

Aliás, a esquerda é fantástica: vive tecendo elogios ao multiculturalismo, à miscigenação racial, à mistura de raças e cores etc. Mas, na hora que realmente interessa, corre para tecer loas às sociedades mais homogêneas e puras que existem, que são as escandinavas.

Eu nunca consigo parar de me surpreender com a incoerência da esquerda.

P.S.: se o Brasil fosse inteiramente formado por uma população como a do interior de Santa Catarina, garanto que a desigualdade também seria bem baixa. Aliás, para este efeito, se fosse inteiramente formado por uma população como a do interior do Maranhão, também seria baixa.

"diversos apoios e proteções oferecidos pelo governo e apoiados pelos cidadãos"

No Brasil também. Não há um único programa social do governo que não recebe o apoio maciço da população. Os poucos a criticarem são imediatamente tachadas de reacionários e ostracizados.

"fazem com que as instituições estatais sejam altamente transparentes, com baixa incidência de corrupção."

Não estou muito certo sobre o que você quis dizer com instituições estatais. Mas vou aproveitar a deixa para lhe despejar mais uma informação: sabe quantas empresas estatais há na "socialista" Dinamarca? Pois é, apenas seis. Uma loteria (como no Brasil), um canal de televisão (como no Brasil), uma agência responsável pelo controle de tráfego ferroviário (como no Brasil), uma empresa de energia (como no Brasil) e uma transmissora de energia (como no Brasil) e uma operadora de trem (que está sob processo de privatização e que já opera visando ao lucro).

Notou que não há absolutamente nenhum banco estatal e nenhum banco de desenvolvimento (exatamente o cerne dos escândalos de corrupção no Brasil)?

"Mas a Dinamarca só é um sucesso porque as negociações entre K x T são livres (claro que são, ora, pois o país possui sindicatos poderosos, que negociam com o patronato coletivamente), porque não demora nada para abrir uma empresa etc."

Ah, sim, só por causa disso. Vários argumentos apresentados pelo artigo, com fontes para cada um deles (os quais, inclusive, desmentem essa sua afirmação sobre sindicatos), mas você reduz tudo a um espantalho de dois argumentos.

Aliás, além de refutar todo o artigo (o que você ainda nem começou a fazer), ainda terá de refutar as novas informações que eu gentilmente trouxe a você acima.

"Ou seja, o autor do texto incorre no mesmo pecado que atribui aos socialistas"

O "pecado" do autor foi o de ter falado verdades doloridas demais para você. Não sabendo como refutar, restou apenas fazer beicinho. Normal.

"Eu sou keynesiano e socialdemocrata"

Ah, bom, isso explica bem seu intelecto.

"e quero o modelo estandinavo aqui no Brasil"

Ué, mas tudo o que há de intervencionista neste modelo "estandinavo" já está plenamente operante aqui no Brasil. Somos mais intervencionistas em tudo. Logo, você quer mais ou menos intervencionismo que a Dinamarca?

"em vez dessa miséria intelectual e material liberal-austríaca"

Keynesiano social-democrata falando em miséria intelectual é a mais perfeita definição de ironia. Aliás, uma dúvida: você está dizendo que o Brasil está tomado pela mentalidade liberal-austríaca? Uau! Por favor, passa o nome desse barbitúrico que você está tomando, por favor. Quero distância dele. Já afetou seu raciocínio e está afetando seu discernimento.


Sowell é o pesadelo dos militantes "mimimi" de plantão, ele sempre destruiu a retórica sofista destes que são os verdadeiros racistas.


O Livro de Urântia explica, em detalhes, a evolução das raças humanas.


https://www.urantia.org/pt/o-livro-de-urantia/documento-64-racas-evolucionarias-de-cor



"O metal precioso já foi um excelente termômetro da depreciação das moedas fiduciárias...Contudo, dado o status atual de apenas commodity ou ativo de proteção, essa relação já não é mais tão estreita"

Este trecho não estaria equivocado? Pois o ouro ainda serve para fazer uma analise da depreciação cambial do dólar, por exemplo, a quantidade de ouro que o dólar podia comprar antes e depois da Guerra do Iraque mostra como a commodities ainda possui importância monetária.


A Dinamarca tem um sistema tributário pesado e altamente progressivo, sistema educacional de qualidade e quase todo público (e as escolas particulares recebem subsídios estatais), sistema de saúde público e de alta qualidade, uma sociedade com o mais baixo grau de desigualdade, diversos apoios e proteções oferecidos pelo governo e apoiados pelos cidadãos, que participam do governo e fazem com que as instituições estatais sejam altamente transparentes, com baixa incidência de corrupção.

Mas a Dinamarca só é um sucesso porque as negociações entre K x T são livres (claro que são, ora, pois o país possui sindicatos poderosos, que negociam com o patronato coletivamente), porque não demora nada para abrir uma empresa etc.

Ou seja, o autor do texto incorre no mesmo pecado que atribui aos socialistas (o de ter uma visão seletiva sobre o modelo dinamarquês). Eu sou keynesiano e socialdemocrata, e quero o modelo estandinavo aqui no Brasil, em vez dessa miséria intelectual e material liberal-austríaca.


O mais bizarro é que nunca houve uma única prova científica que comprove o mínimo de inferioridade genética de uma raça.


"Este povo é culturalmente anticorrupção, simples, coletivista "
Falou grandes besteiras Falcão.

Lá vigora um sistema de Estado mínimo, onde a corrupção não é recompensada. Se você puser o mesmo sistema brasileiro lá, é uma questão de tempo para que cresça o poder dos corruptos, assim se tornando um problema tão grande quanto aqui. Não tem nada a ver com ser naturalmente anticorrupto, e sim um sistema a prova de corrupção, que é o capitalismo de livre mercado.

Não me venha com a ideia de que eles são ricos porque são coletivistas. Foi justamente o direito a buscar sua própria felicidade, sem usurpar de outras pessoas, que o tornou um país bem sucedido. Num sistema capitalista livre você é só enriquece ajudando aos outros, gerando valor para eles e para sí.

Coletivismo é o mau da sociedade moderna. Ayn Rand já dizia como esse altruísmo coletivista, que usa sempre os outros para fazerem o que os burocratas querem, é extremamente destrutivo e perigoso

"Primeiro é preciso mudar a consciência do nosso corrupto povo" Totalmente errado. O sistema capitalista de livre mercado é o sistema mais a prova de corrupção possível que existe. A verdade é que ESTRUTURALMENTE o crime compensa no Brasil, por isso que tantos corruptos florescem aqui.

O Brasil é cheio de honestos, mas como eles vão competir contra os Eike Batistas e Joesley Batistas que usam o Estado para enriquecerem?


Nossa, bem nada a ver isso aí de traços psicológicos serem determinados pela raça; há no máximo uma influência. Mas o convívio social é bem mais preponderante nisso


"Romanos eram povos militaristas e construtores, diferente dos povos do comercio, que eram os cartagineses."

Cartago caiu exatamente por não ser um povo militarista, não tenho como avaliar a questão econômica, mas me parece que o fato dos cartagineses serem exímios comerciantes eram economicamente pujantes maior até do que Roma, Cartago contratou mercenários e deu no deu com a queda, justamente por isso não sou anarco-capitalista. O certo seria a junção dessas atribuições, um povo com foco dividido em comércio e a questão militar.


Incrível. E pensar que foram necessárias décadas para entrar em contato com conteúdo do calibre deste artigo. Décadas para ouvir falar de Sowell, Mises, Friedman, Hayek e outros. Agradeço muito ao IMB por ter participado avidamente de minha jornada intelectual para a liberdade.

Quanto aos comentários presentes neste e em outros artigos, que tristeza. O nível intelectual não chega aos pés do utilizado nos artigos. É desmotivante lê-los, com algumas poucas exceções, como do Pobre Paulista, Típico Filósofo e outros.

Se não for um fake, há duas respostas do Cristovam Buarque neste artigo que chegam a doer os olhos. E pensar que, há muitos anos, esse indivíduo era venerado e considerado a salvação do Brasil. Mais incrível ainda era a minha completa ignorância sobre tudo, que coexistia com a minha absoluta convicção de que ele o era.


Diferenças existem entre pessoas do mesmo grupo étnico, dentro de um mesmo país e mesmo em membros de uma família. Quem não tem um irmão bem sucedido e outro fracassado, carregando gens semelhantes? Atribuir diferenças a fatores genéticos ou vantagem de um grupo sobre outro não tem sustentação cientifica sólida, nem mesmo apoio em fatos históricos. Nenhuma nação, grupo étnico ou qualquer ajuntamento de pessoas resolveu suas vicissitudes sem aproveitar do conhecimento adquirido de outros grupos e povos. Aceitar que as diferenças são naturais é um passo importante na direção da emancipação das minorias, muito mais produtivo do que a abordagem do multiculturalismo, que gera apenas ressentimento, segregação e ódio.


Brilhante esse texto de Bruno Garschagen!

Você escreveu o texto que eu gostaria de ter escrito. Cada vez que eu ouço essa patacoada de algum esquerdista na televisão eu penso: dividido nada! Está todo mundo contra os políticos!

Lembremos que a Dilma saiu do poder com míseros 4% de aprovação e eles já diziam essa mentira: "o Brasil está dividido"... Bando de esquerdistas mentirosos.


Exato, ela não funciona. É mero onanismo intelectual. Essa ideia de que toda a população irá poupar mais hoje antecipando os eventuais aumentos de impostos que o governo fará daqui a algumas décadas é completamente furada.

Por outro lado, o que você pode dizer, aí sim com grande realismo, é que déficits orçamentários hoje afetam os investimentos de longo prazo, pois geram o temor de que o governo irá elevar impostos já no ano que vem. Contas desarranjadas não duram por muito tempo. Se o orçamento do governo está deficitário, o empreendedor sabe que o ajuste futuro muito provavelmente será via aumento de impostos. E aumento de impostos sempre gera custos adicionais às empresas, mudando totalmente o cenário no qual elas basearam seus planos de investimentos.

Empresas planejam a longo prazo. Investimentos produtivos são investimentos de longo prazo. Um aumento-surpresa de impostos gera custos adicionais no longo prazo e altera totalmente o cenário no qual as empresas inicialmente basearam seus planos de investimentos. Elementos como previsibilidade, facilidade de empreender e custo tributário são cruciais. Mudanças abruptas alteram todo o planejamento das empresas e inibem seus investimentos. Como investir quando não se sabe nem como serão os impostos no futuro?


Fala Leandro, beleza! É o seguinte, a texto concluiu:

"Esta geração como um todo estará mais pobre em decorrência da festança que as pessoas de 2017 deram. O que ocorre é que alguns (os portadores dos títulos do Tesouro) estarão menos pobres que outros (os pagadores de impostos)."

Ou seja, o 'equivalente intertemporal' não existe, é um mito: as pessoas não pouparão o suficiente para compensar, totalmente, o que está registrado na face do bônus emitido! Então quer dizer que o 'Teorema De Barro-Ricardo Acerca Da Dívida Pública' não funciona!? Há toda uma construção otimizadora, usando o 'Modelo Do Consumo Intertemporal - Com o Governo na Jogada! (...) E ela não funciona!? Confesso que estou com a 'pulga atrás da orelha' (...)



Sempre lembrando que, no livre mercado, dinheiro é simplesmente um certificado de desempenho. É a prova de que você criou valor para terceiros. Se você é um indivíduo que sabe criar valor para terceiros, você terá dinheiro e, logo, a liberdade de ter e consumir o que quiser.

Por isso, no livre mercado, você tem a liberdade de trabalhar naquilo que quer e de consumir o que quiser (exceto aquilo que é proibido por políticos, o que nada tem a ver com capitalismo), desde que em troca crie valor para terceiros. Nada pode ser mais ético e moral do que isso.

Já se você é um sujeito imprestável, incapaz de criar valor para ninguém, então de fato você não poderá nem ter e nem consumir o que quiser. E nada mais justo e moral do que isso: se você não presta pra nada nem pra ninguém, então você realmente não tem serventia nenhuma. Consequentemente, não há por que ter acesso irrestrito a bens e serviços que outras pessoas labutaram tanto para produzir.

Querer ter acesso a bens e serviços sem ter desempenhado nada a ninguém significa simplesmente querer escravizar terceiros. Não houvesse dinheiro, a escravidão estaria generalizada.

No entanto, tais pessoas que não sabem fazer nada não precisam atender ao desejo do mercado. Se elas encontrarem alguém voluntariamente disposto a lhes sustentar -- como você, estou certo --, elas não precisarão atender aos desejos de ninguém.



Realmente, o mercado é um sistema complexo, gigantesco e intrigante. Mas, da forma que você o descreveu, só atende a quem pode adquirir o que ele, com toda a sua eficiência, dispõe nas gôndolas dos supermercados. Ou seja, o mercado funciona bem para quem pode comprar.

Como você vê o mercado atendendo a quem não tem dinheiro?

Para elaborar sua resposta, considere o fato de que mais de 700 milhões de pessoas vivem com menos de US$ 1,90 por dia.


Resumindo tudo: Luta de classes morta; luta de raças posta...


Êta Corporativismo maravilhoso.

https://www.oantagonista.com/brasil/71192/


Quando leio um texto ou livro de Thomas Sowell, tenho a plena convicção de que existem extraterrestres... o nível é descomunal!


Eu vou dizer algo que eu gostaria de ter ouvido quando novo. Teria me poupado muito esforço.

Acredito que sua mãe está preocupada com o seu futuro. E nesse ponto ela está certa. As ideias do site e da teoria libertária, que concordo e prático em sua maioria, não vão te ajudar, de cara, a conseguir seu sustento.

Acredito que nessa fase, vc devia focar em conseguir renda e independência (da forma que julgar melhor). As vezes está gastando muito energia aqui. E gastando de menos nisso. E isso tenha preocupado sua mãe.

De resto acredito que ela está apenas preocupada com você. E como bom filho libertário, você deve se dedicar ao maximo em ser produtivo, garantindo o seu futuro e o dela. A menos que vc acredite em aposentadoria. Kkkk

De resto é isso. Boa sorte porque a vida e bruta e só os mais fortes se libertam.


Perfeito sobre a idéia do Livio e assemelhados:

"Você dá a entender que, não apenas os seres humanos são necessariamente ruins, como (o que é pior) o governo milagrosamente é povoado por pessoas íntegras, probas, retas, ilibadas e honestas, e que vão nos guiar e nos ensinar como devemos nos portar"

Estes tipos que defendem o estado como um "SER EXTRA HUMANO" e superior aos reles humanos é a tônica.

Meramente por CONDICIONAMENTO esta difundida a idéia de que os agentes do estado, sobretudo a alta hierarquia, são pessoas melhores, diferentes, e que por tal devem ter o direito de ARBITRAR SOBRE A VIDA dos DEMAIS.

Estes tipos não só são HOBBESIANOS como também são ROUSSEAUNIANOS no sentido de que o homem em sociedade é mal e que os governantes apartados do "meio social vulgar" se mantêm puros como bons individuos selvagens. O homem se corrompe na sociedade, mas não se corrompe no Estado. Vai daí que o Estado é superior a sociedade e deve guia-la impondo-lhe um "contrato social" implicito (uma contradição: quer justificar a imposição com uma imposição prévia).

Porém, na questão tão lembrada de os "mais fortes" se aproveitarem dos mais fracos e aí o Estado imparcial e MAIS FORTE QUE TODOS OS MAIS FORTES defenderia os fracos.

É uma aberração este raciossímio. Afinal, o Estado seria exatamente O MAIS FORTE a explorar toda a sociedade dos MAIS FARCOS.

Antes de tudo esta UNIFORMIZANDO todos os seres humanos. O que não é real.

Tanto no Estado quanto na sociedade haverá quem queira se beneficiar atraves dos demais quanto havera quem apenas queira viver justamente.
O que impede o Estado de ser abertamente uma QUADRILHA de FACÍNORAS é que dentro do Estado há os moderados e mesmo os justos. Isso impede os perversos de se imporem abertamente, preferindo os ardis e o ENGODO para atingir seus intentos.

Ora, na propria sociedade sem Estado haveria pessoas se organizando para combater os bandidos. O MELHOR de TUDO é que estas organizações privadas de combate aos bandidos aproveitadores seriam formadas pelos mais justos na larga maioria. Já no caso do estado, este atrai os perversos da mesma forma que o cocô atrai as moscas.

Não só o estado soberanos sobre os indivíduos seria capaz de proteger os produtivos honestos. Numa sociedade LIVRE, naturalmente, grupos policiais se organizariam e ofereceriam seus prestimos e estes seriam somente as pessoas com vocação e senso de justiça em variados grupos policiais que receberiam por seus serviçoes violuntariamente.


Pô Arthur,

vamos refletir sobre o que é Liberdade, Direito e Justiça...

Um homem solitário no mundo é absolutamente livre porque somente seus limites NATURAIS o IMPEDEM de realizar seus desejos e objetivos de longo prazo.

Ou seja, o INDIVÍDUO (corpo e mente) é em si naturalmente livre. Então a idéia de liberdade ou servidão só faz sentido quando consideramos a existência de MAIS de UM INDIVÍDUO que em si como indivíduo possui NATURALMENTE o MESMO DIREITO dos demais.

Então entra a idéia de LIBERDADE, que significa que TODOS os INDIVÍDUOS naturalmente e logicamente possuem IGUAL DIREITO.

Porém, se todos possuem igual direito de agir limitados unicamente pela própeia habilidade e potência, haverá INTERCEÇÃO nas possibilidades de atuação de MAIS de UM indivíduo:
- ex.: João plantou batatas numa área e josé quer plantar cebolas na mesma área.

Há um impasse a ser resolvido pela lógica e esta faz surgir a idéia de propriedade: Tudo que for decorrente da AÇÃO do indivíduo lhe é próprio e isso significa que só o indivíduo tem o DIREITO DE ARBITRAR SOBRE SUA PROPRIEDADE.

Propriedade é o objeto sobre o qual apenas o proprietário tem direito natural de arbitrar. Nenhum outro indivíduo tem direito de arbitrar sobre a propriedade (em si legitima) alheia. Afinal isso incorreria numa interceção do campo de ação de 2 ou mais indivíduos. Daí que a PROPRIEDADE, como um DIREITO, NEGA a TODOS OS DEMAIS o direito ao arbítrio que possui o prioprietário.

O INDIVÌDUO se constitui de CORPO e MENTE e ambos são indivisíveis. Portanto o CORPO é PROPRIEDADE da MENTE e a MENTE é PROPRIEDADE do CORPO. HÁ UMA NECESSIDADE MÚTUA para que o INDIVÍDUO EXISTA NATURALMENTE.

Nasce, então, naturalmente pela REFLEXÃO a idéia de JUSTIÇA onde a solução de possíveis impasses devam ser solucionados pelo MÉRITO:

- DAR a QUEM MERECE o QUE É MERECIDO! (Justiça).

Então se João primeiramente trabalhou numa terra e plantou suas batatas, essa terra (embora não criada pela ação de João) deve torna-se propriedade de João porque os frutos do seu trabalho lhe são próprios por DIREITO. Neste caso João somente poderá possuir os frutos de seu trabalho caso tenha a propriedade (permanente, transitória ou acordada) da terra. Assim impedindo que qualquer outro arbitre sobre ela.

Falo da terra por ser um BEM PRÉ EXISTENTE. Locke fez exatamente a solução para o uso da terra e sua tomada como propriedade: há que misturar seu trabalho À TERRA PARA QUE SEJA PRÓPRIA.

O mesmo se dá com uma peça de mobilia: Antônio corta uma arvore prepara tábuas e constroi uma mesa. A mesa, fruto do seu trabalho, lhe é própeia por direito natural. Apesar da arvore, a madeira bruta, ser preexistente e não ter sido Antônio que fabricou a arvolre. Somente será possível atribuir a propriedade ao Antônio sobre o seu trabalho realizado, caso a árvore se tenha tornado uma propriedade sua. Caso contrário outro poderia reivindicar "igual direito de propriedade" sobre a árvore já "misturada ao trabalho de Antônio". Assim soluciona-se possíveis INTERCEÇÕES definindo-se o DIREITO de um (ou mais) SOBRE ALGO como a PROIBIÇÃO a TODOS os DEMAIS de EXERCEREM o MESMO DIREITO SOBRE ESSE ALGO AO MESMO TEMPO.

Ou seja, o DIREITO de um a algo implica em PROIBIÇÃO (proibe ação) ao exercicio do mesmo direito sobre esse algo.
A deturpação do DIREITO NATURAL foi feita com a porca idéia do DIREITO POSITIVO que é pura ABERRAÇÃO LÓGICA:
- o direito de um (ou mais) a algo implica em OBRIGAÇÃO (obriga ação) dos demais em prover tal direito.

É ilógico porque isso implicaria em negar aos demais o direito sobre si mesmo. Afinal haveria uma OBRIGA AÇÃO que só pode ser garantida pela COERÇÃO por outros. Tratando-se de iniquidade e ausência de direito natural de arbitrar sobre outros indivíduos que jamais concederam tal direito sobre si.

A idéia do estúpido direito positivo acabou dando ensejo a que se o justificasse com um ALEGADO e SUPOSTO "contrato social" INEXISTENTE, mas aventado apenas para justificar o DIREITO ADQUIRIDO POR CONCESSÃO ALHEIA. Afinal se um detentor de um direito tem pleno arbítrio sobre o objeto de seu direito, ele pode conceder esse direito a outros de forma permanente ou temporária.
AFINAL SOMENTE o DETENTOR de UM DIREITO PODERÁ CONCEDE-LO A OUTRO(S).

A lógica precisa de um pónto de partida verdadeiro e este ponto de partida são AXIOMAS. Verdades auto evidentes.

O direito do INDIVÍDUO sobre si (corpo e mente) é uma axioma que se pode provar logicamente percebendo-se que se não fosse assim haveria interceções no campo de ação dos indivíduos e estas são resolvidades pela idéia de MÉRITO que leva a idéia de PROPRIEDADE.

A JUSTIÇA é exatamente o mérito, a reciprociade como parâmetro:

Se João não pode matar José, José não pode matar João. A VIDA é um DIREITO. A vida o indivíduo é sua propriedade e todos os demais são, pela idéia de justiça e do direito, proibidos naturalmente de violar o direito alheio.

O direito a vida de um PROIBE a AÇÃO dos demais contra a vida alheia. O DIREITO de um a VIDA nega a ação dos demais sobre essa vida. Já pela idéia positiva do direito estaria obrigando a ação alheia em beneficio da vida alheia. ISSO DARIA A TODOS O DIREITO SOBRE A VIDA DE TODOS. O que é uma aberração. Vai daí a fraudulenta idéia de ROUSSEAU de INVENTAR UM "contrato social" IMPLÍCITO por IMPOSIÇÃO alheia. Ou seja, ele só existe como justificativa para o direito de ALGUNS sobre TODOS os DEMAIS. Porém, sendo IMPOSTO a PRIORI não tem como justificar essa sua imposição. UMA ABERRAÇÃO LÓGICA, um SOFISMA ROUSSEAUNIANO.

Conclusão:
LIBERDADE é um direito natural que é violado com pseudo justificativas para o ESTADO como concessionário do direito de todos os demais indivíduos sob a idéia de um aberrante "contrato social" que não pode justificar a própria imposição.

A propriedade decorre do JUSTO DIREITO SOBRE os FRUTOS do TRABALHO, da AÇÃO FÍSICA (braçal) ou INTELECTUAL do INDIVÌDUO.

Corpo e mente são propriedades mútuas (INDIVÍDUO) e tudo que decorre da ação do indivíduo lhe é próprio por justo, MERITÓRIO direito.



Obrigado Leandro !

Minha dúvida maior é sobre o bombardeio de desinformação e brigas que isso pode gerar.

As pessoas não entendem que por conta de 100 mil empregos em um setor da indústria, 200 milhões de pessoas terão o poder de compra reduzido e a vida dificultada.

Por exemplo, parece meio bizarro querer ser competitivo, fazendo as pessoas andarem a pé, porque não pode importar carros mais baratos

Ou então, as pessoas irão comer comida de pior qualidade, porque não é permitido importar alimentos.

Os pobres estão usando roupas velhas, porque as roupas importadas tem muitos impostos.

Sem contar que a indústria acaba com a água do país e gera muita poluição.



Vcs estão esquecendo um ponto fundamental e essencial para o sucesso escandinavo: o povo. Este povo é culturalmente anticorrupção, simples, coletivista e todos sabemos que valores levam séculos para serem assimilados por uma sociedade. E, por favor, não me digam que isso decorre da educação escolar, pois sabemos que os mais esclarecidos do nosso Brasil não ganhariam nenhum premio de honestidade. Vivemos no pais do individualismo exacerbado que leva o indivíduo a "passar a perna" em seu semelhante. Então meus caros, não acredito que o liberalismo de Smith ou Hayek dê certo por aqui e tampouco um modelo Keynesiano ou Marxista. Primeiro é preciso mudar a consciência do nosso corrupto povo e após isso discutiremos o melhor modelo de produção, econômico etc. Nos encontraremos daqui a 200 anos irmãos.


Notícia do ano?

CUT lança programa de demissão, e funcionários ameaçam greve
www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/11/1936350-cut-lanca-programa-de-demissao-e-funcionarios-ameacam-greve.shtml


Pois é, essa cultura fascista e social-democrata tem que acabar... estado "dando" "direitos trabalhistas" e "direitos sociais"... muito fácil eles mostrarem esse lado bom da Dinamarca, que existe porque é um ambiente livre e não tem vagabundo aproveitador querendo ferrar o empresário honesto com justiça trabalhista e amparado por todos esses juristas nojentos que seguem a sua bíblia sem questionar.



Boa argumentação. Parabéns, sou a favor do porte de armas passa cidadão de bem, pois o criminoso está bem armada, mais bem armado que policias, a pessoa normal que trabalha para se auto sustentar fica sujeita a ser assaltada e ainda sofre um atentado e chegar a óbito.


Eu achava interessante o liberalismo clássico, mas o que mais existe são defensores de religião naquele movimento, ideologia, sei lá o que eles são!

Sou contra qualquer crença religiosa. Eles usam o Estado pra restringir tudo que tem de bom neste mundo: Querem restringir profanação religiosa em filmes, séries, músicas, são contra o funk, contra o rap, contra a sexualidade nas músicas sertanejas, contra a maconha, são a favor e já defenderam o PT (Universal, por exemplo)...

Cada vez mais estão presentes no poder legislativo. No Congresso Nacional estão cheio deles e agora estão tentando restringir o aborto quando houver estupro.

Sou agnóstico, não ateu como o autor, mas acredito em um mundo sem religião, capitalista com liberdade econômica.

Agora vou seguir o Libertarismo, já que são contra qualquer formação governamental que tente restringir nossas liberdades, justamente aquelas proferidas pelas mais diversas religiões, principalmente as cristãs!



Mas então não existe nenhuma possibilidade desse troço ser privatizado?