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Últimos comentários




Expressões como "mobilidade social" e "ascensão social" não são termos esquerdistas?

Sinto-me incomodado com expressões com a palavra "social", pois em geral se referem a conceitos socialistas, embora não devamos generalizar.

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O IMB é muito estraga-prazeres:

Vive apresentando fatos que estragam as queridas falácias de estimação da esquerda!

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O engraçado são os ECONOMISTAS BRASILEIROS ficarem "preocupados com isso. Dá impressão que eles não vivem no mesmo país que nós.





Andre, isso seria bom apenas se a população estivesse armada, coisa que não está.


'Me desculpe, mas ainda não entendi onde está a incoerência.'

Não se preocupe que você não conseguiu entender, eu vou te explicar.

Nos dois primeiros comentários você expôs o quão, supostamente, incoerentes são os grupos pró-vida, pois alguns defendem a vida a partir da concepção e outros da nidação (diferença de até 2 semanas de um para o outro), mas não notou que há estados americanos em que o aborto é permitido somente até as 6 semanas e em outros que simplesmente não há limites para o aborto (uma diferença de quase uma gestação inteira). Se quer pedir "coerência de definição" de alguém, dos grupos pró-vida é que não deveria ser.

MAS essa primeira incoerência você "admitiu" e disse não ser uma incoerência, apenas uma arbitrariedade. A outra incoerência que você ainda não conseguiu entender, mais pra frente eu explicarei.

'Eu próprio admiti que acredito que qualquer critério de data para o aborto será -- devido à nossa limitação em se definir de forma objetiva quando o feto/zigoto adquire status passível de proteção -- inevitavelmente subjetivo.'

O maior exemplo de subjetividade são os mais variados estágios em que o aborto é permitido nos diferentes estados nos EUA (que varia de 6 semanas a 9 meses). Você não é o único abortista brasileiro que discuti que acha apenas vocês poderem bater o martelo para decidir quando as mulheres podem ou não podem abortar. Só que vocês ignoram que a realidade não funciona assim. Qualquer abortista com poder no mundo pode passar a régua e decidir até quando as mulheres podem ou não abortar, assim como qualquer mulher no mundo pode escolher abortar em qualquer estágio (legalmente ou ilegalmente).

'Dito isto, acredito sim ser possível se determinar objetivamente um teto superior, sendo ele, segundo meu entendimento atual, por volta de 12 semanas.'

Você apenas defende até as 12 semanas pelo mesmo motivo que todos os outros abortistas brasileiros defendem, ou seja: quem possui espaço e recebe destaque nas mídias famosas do Brasil, quase sempre, defende o aborto até as 12 semanas. E os abortistas brasileiros repetem igual papagaios.
Mas quem defende isso, possui desconhecimento de que um feto possui ondas cerebrais mesuráveis antes da metade desse tempo. Ou seja, o feto possui os órgãos e o encéfalo funcionando bem antes desse tempo que os abortistas brasileiros repetem. Só que é apenas por volta do 6º mês que suas ondas cerebrais são comparáveis a de um bebê humano, antes das 24 semanas não se pode afirmar verdadeiramente que o feto seja humano por causa de sua atividade cerebral. E é por esse motivo que a Nomenklatura Americana defende o direito ao aborto até o 6º mês, mesmo tendo estados que permitam depois dessa etapa.

'Da mesma forma que a idade de consentimento sexual é inerentemente subjetiva (com incrível variação de 7 anos), porém todos concordam que ela deve ser superior ou igual à idade de maturação sexual, i.e. puberdade.'

Só uma pequena correção: não são todos que concordam que ela deve ser superior à idade do começo da puberdade. Há alguns países que para haver consentimento sexual basta serem casados, ou seja, a idade não importa.

'Apenas estou seguindo a lógica aqui apresentada de que "seria tão imoral destruir um zigoto quanto se matar um recém nascido", da qual eu, juntamente com o próprio Ron Paul, obviamente discordamos.'

Não são apenas vocês dois que discordam quanto a isso. Legisladores de países em que o aborto é ilegal, como no próprio Brasil, discordam que a pena para quem cometeu aborto (seja ele em qualquer etapa) tenha a mesma pena para quem matou uma criança. Da mesma forma que discordam que a pena para quem matou um bebê seja igual para quem matou um adulto, mesmo que não haja dúvidas, inclusive de abortistas, quanto a humanidade de ambos. Não é só porque duas pessoas mataram um ser humano que a pena será a mesma para ambos, mas isso não está deixando de considerá-los igualmente humanos.

Acabei de notar que não deixei explícito, na minha pergunta inicial, que a mãe tem consciência de antemão da sua condição.

Só que ninguém pode alegar o desconhecimento da lei para o seu descumprimento. Essa sua pressuposição não é válida em nenhum lugar.

'No mais, o porquê de tal situação não ser considerada homicídio culposo é algo a ser respondido por aqueles que acreditam que "seria tão imoral destruir um zigoto quanto se matar um recém nascido.'
'Como eu não acredito em tal equivalência, é claro que não discordo da ausência de punição.'

Assim como no primeiro caso, você aponta a incoerência dos outros só que não percebe a sua própria (mesmo eu tendo colocado ela na sua frente). E para percebê-la é só pegar a sua pergunta para a minha visão de mundo, transformá-la e aplicá-la para a sua visão de mundo.

Uma mulher que sofre um aborto espontâneo no terceiro trimestre (um homicídio culposo, pois a mãe sabe da consciência dos riscos) deve ter a mesma punição de uma mulher que matou o filho a pauladas (um homicídio doloso, pois a mãe teve a intenção de matar)?

Um homem com cerca de 30 anos que matou um outro homem com cerca de 30 anos, deve ter a mesma pena de um homem de 30 anos que matou uma criança de 8 anos?

A pena para uma mulher que cometeu um aborto no 7º mês deve ser a mesma pena para uma mulher para que matou seu marido dormindo?

Uma mulher que sofreu um aborto espontâneo no 7º mês deve ter a mesma pena de uma mulher que matou seu filho envenenado?

A mulher que sofreu um aborto espontâneo depois do prazo legal que os abortistas brasileiros decretaram, deve ter a mesma pena da mulher que cometeu um aborto induzido depois do prazo legal que os abortistas brasileiros decretaram?

Começou a entender que, mesmo em países que o aborto é proibido, a pena nunca é a mesma? Ou vamos precisar discutir até você finalmente entender que as penas no Direito são construídas através de discussões sobre o contexto e a gravidade dos casos?

'Somente escrevi que acho incoerente quem acredita na equivalência zigoto-recémNascido não condenar tal mulher.'

Não há nenhuma incoerência. É você que não entende, ou finge que não entender, que as penas no Direito são construídas através de discussões sobre o contexto e a gravidade dos casos. Em diversos casos em que se mata (doloso ou culposo) um ser humano não será dada a mesma pena (em alguns casos sequer há pena), mas nem por isso estão deixando de considerá-los igualmente humanos.

Uma mulher que sofre um aborto espontâneo no terceiro trimestre (um homicídio culposo) deve ter a mesma punição de uma mulher que matou o filho a pauladas (um homicídio doloso)?

Um homem adulto que matou um outro homem adulto, deve ter a mesma pena de um homem adulto que matou uma criança?

A pena para uma mulher que cometeu um aborto no 5º mês deve ser a mesma pena para uma mulher para que matou seu marido dormindo?

Uma mulher que sofreu um aborto espontâneo no 5º mês deve ter a mesma pena de uma mulher que matou seu filho envenenado?

A mulher que sofreu um aborto espontâneo, deve ter a mesma pena da mulher que cometeu um aborto induzido?

Se escolher me responder que em ambos os casos a pena das pessoas deva ser a mesma, você não estará sendo "coerente" mas estará mostrando uma moral digna de quem merece estar em um manicômio.
Além claro, tenho certeza que os juristas de todos os países do mundo vão querer ouvir suas ideias sobre começar a punir as mulheres que sofrem abortos espontâneos depois do tempo determinado legalmente pelo país em questão. Mais ainda, os juristas também irão querer ouvir suas ideias muito inovadoras de querer aplicar a mesma pena para quem comete um aborto, mata uma criança e assassina um homem adulto. Algo que, eu acho, ser inédito na história do Direito moderno.
Assim, por motivos de coerência da sua parte, você possui a obrigação moral de voar para a Suécia e falar para os legisladores de lá que depois da 20ª semana, se uma mulher perder o bebê deve ser presa porque cometeu um homicídio culposo. Isso sem falar em todos os outros países.

'Se souber de alguma razão que resolva tal incoerência, fico feliz em ler seus argumentos. Se me disser que não acredita em tal equivalência, podemos continuar a conversa a partir disto.'

É muito simples resolver isso, é só pegar a sua pergunta direcionada para a minha visão de mundo, dar uma adaptada e direcioná-la para a sua visão de mundo:

Uma mulher que sofre um aborto espontâneo no terceiro trimestre (um homicídio culposo) deve ter a mesma punição de uma mulher que matou o filho a pauladas (um homicídio doloso)?

Um homem adulto que matou um outro homem adulto, deve ter a mesma pena de um homem adulto que matou uma criança?

A pena para uma mulher que cometeu um aborto no 6º mês deve ser a mesma pena para uma mulher para que matou seu marido dormindo?

Uma mulher que sofreu um aborto espontâneo no 6º mês deve ter a mesma pena de uma mulher que matou seu filho envenenado?

A mulher que sofreu um aborto espontâneo depois do prazo legal que os abortistas brasileiros decretaram, deve ter a mesma pena da mulher que cometeu um aborto induzido depois do prazo legal que os abortistas brasileiros decretaram?

Não é porque há diferenciação de penas (em alguns não possui pena) entre os diferentes casos que todos eles não sejam considerados igualmente humanos.

Mas o ponto disso tudo é:
Qual o sentido de você escrever comentários mostrando o quão, supostamente, incoerentes são os pró-vidas porque há diferença de até 2 semanas na definição de um para o outro, mas não notar que há estados americanos em que o aborto é permitido somente até 6 semanas e em outros que simplesmente não há limites para o aborto?
Qual o sentido de você escrever comentários perguntando se devem prender mulheres que não conseguem engravidar, mas não perceber que tanto em países com aborto legal ou ilegal, a mulher que perdeu filhos durante a gestação (independente do mês) não é presa?

O sentido disso é muito claro: Você não está interessado "na boa discussão" ou na "coerência de definição", você está interessado unicamente na defesa dessa política assassina jogando para os outros a necessidade de explicações, quando são os abortistas quem deveriam dar explicações do porquê desejam triturar para dentro de uma proveta de sucção um ser humano em gestação independente da condição vital que ele se encontra.

Isso ficou claro quando li sua perguntinha cretina em um comentário mais acima: "uma mulher que tenta engravidar é uma homicida?". Parece que você nunca abriu um livro de Direito ou nunca leu nenhum artigo sobre legislação para soltar uma pérola dessas. Você simplesmente ignora todo o contexto e a gravidade das situações discutidas no Direito. Se em países conhecidos por terem o aborto ilegal (como Brasil e Chile), nenhuma mulher que perde bebês em qualquer estágio, por que fez essa perguntinha cretina? É muito simples o motivo: é uma perguntinha com objetivo de ridicularização, não com objetivos de "coerência" ou "dúvida séria para o debate". Só faltou comparar o feto humano com um câncer dentro do útero da mulher, como fazem alguns abortistas.

Espero não precisar te responder novamente. Adeus.



Esses vídeos são uma lição de vida. Os governos estão fazendo sacanagens há 1000 anos.

Não sabemos quais são os objetivos das pessoas com absoluta certeza, mas fica claro que existe alguma coisa de muito ruim nos governo.

Parece uma mistura de socialistas, bandidos, capitalistas mal intencionados, terroristas, etc.

Democracia não é apertar botão em urnas eletrônicas.



Trabalho infantil. Os fiscais agiram de forma correta, respeitando o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Não podemos, como sociedade, estimular novos capitalistas. #ONU


O jeito é caprichar ainda mais na sonegação. Temer é mais um da laia de Dilma e Lula e que quer ficar fazendo média e concessão com outros vagabundos como ele.

Como sempre, o ladrão sempre querendo meter mais a mão.


Com certeza dá para cortar desses vagabundos. Mas o Temer é um cagão e quer ficar fazendo média e concessão com os seus amiguinhos. É um momento propício, mas ele é da mesma laia da Dilma e Lula, então deve ficar naquela história de diminuir de um lado e aumentar de outro. Deveriam aprender com este artigo.

Sim Lucas, exatamente. Ele tinha abolido e criado uma gambiarra com uma secretaria e os peleguinhos esquerdistas começaram o choro e ele como ovelhinha acatou.

Talvez só mesmo uma reencarnação do Pinochet (fica só lá jogando videogame, sem quaisquer casas de outros vagabundos que por ventura quisessem barrar reformas com votações contra) e o recrutamento de "Austrian Boys".





GJ

Sendo sincero com você, eu prefiro a Dilma. Deixe-me explicar meu ponto de vista acerca disto para não ter deturpações.
Quando a Dilma estava fazendo todas aquelas lambanças econômicas, o povo viu que o ideal dos esquerdas era impraticável e isso estava resultando numa miséria sem igual. Logo, pessoas vão querer procurar na internet a causa desta crise e possíveis soluções para o problema, com isso e confesso que sou a prova viva, acharam este site que relata toda a idiotice econômica que os governantes fazem por um ideal imaginário. Com a Dilma tudo isso foi amplamente empírico, em 2015 e 2016, Mises estava sendo procurado na internet mais do que Keynes e Friedman, antes ele estava abaixo desses dois pensadores, tudo isso contribuiu para a guinada de uma grande parte do povo aos ideais da Escola Austríaca.
E lendo artigos antigos, dá para saber que apenas o IMB antecipou-se do que aconteceria com a implementação dessas ideias keynesianas, e com a crise veio a procura por pensamentos alternativos, logo grande parte do povo mobilizou de um pensamento para outro. Mas isso tudo tem uma consequência, a pobreza e a miséria. Portanto, quando alcançarmos o padrão de vida venezuelano, pode-se obter grandes chances de implementar o livre mercado de uma vez. Eu acho que é a única solução para o Brasil.



Ainda por aqui...tenho dúvidas de que leias os artigos. Se lê, será que compreende? Se compreende, só pode ser alguém que ganha com a atua situação. Só assim explicaria tamanha dissonância.


Só uma curiosidade: que tipo de trabalho infantil seria aceito em uma sociedade libertária? Seria considerado correto uma criança trabalhar em condições insalubres ou perigosas, como uma mina de carvão? Ou só seria aceito que crianças trabalhassem em condições que não afetassem seu desenvolvimento físico e mental?


Muito bom o texto, só senti falta da explicação da falha de mercado quanto às externalidades, principalmente externalidades negativas. Como o livre mercado agiria em casos assim? Como uma empresa teria autoridade para punir outra que polui o meio ambiente por exemplo? Como existiria concorrência entre essas empresas punitivas? Existindo concorrência, o que garantiria autoridade para todas? Existem outras soluções? Essas perguntas não são críticas, apenas dúvidas. Obrigado


Ao ver esta foto do Meirelles, me fez lembrar o Darkseid, maior vilão da DC, no qual faz uso do Raio Omega, que sai dos olhos e vai para quaisquer direções, no qual vaporiza quem é atingido.
Usando isto como analogia, dá para entender o que será feita na economia da república bananense.


Se essa lei de Parkinson estiver certa, é uma refutação cabal do estado mínimo ou limitado. Mesmo que você trave os impostos em 5% ou menos, as receitas do governo cresceriam, consequentemente, os gastos, e com mais gastos, mais burocratas, com mais burocratas, mais leis e regulamentações, com mais leis e regulamentações, começamos o processo de expansionismo estatal. E não sabemos onde isso vai parar

A única coisa que reverteria isso seria um corte de gastos e impostos. Só que a lei continuaria valida, e voltaríamos ao mesmo processo de expansão..



Estamos entrando no pior tipo de recessão(ou depressão já), aquela com gastos do governo elevado e aumento de impostos.

Ai não tem que me salva meu amigo. Se a economia voltar a crescer vai ser por ter chegado no fundo do poço e a pá de cavar ter quebrado.. Algo como um pibinho de 0,algumacoisa ou 1-2% sendo muito otimista.

Só não ta pior porque a inflação entrou em controle - para os padrões Brasileiros diga-se.


Temer não conseguiu cortar gastos, e isso me preocupa muito, pois ele já era um governo que não estava se preocupando muito com aprovação popular e medidas ''impopulares''

O próximo vai ter uma preocupação maior com isso, e também, vai ter de ter apoio do congresso para fazer reformas que serão verdadeiros ''pepinos'' como a previdenciária, que seria um desafio até para os austríacos;

Essa ''calmaria'' atual não me engana muito não. O problema fiscal ainda está muito sério. E também, a lei do teto de gastos existe no PAPEL, mas nada garante que em um cenário de descontrole fiscal ela seria seguida.

Pior ainda, se entrar um candidato alinhado a heterodoxia econômica não descarto ele corrigir isso via inflação monetária, ai a gente vai ter a nossa - sem saudades - inflação elevada.


Esqueci de parabenizar o mito Bira e Leandro 'Rock' por mais um excelente artigo. Fica o registro.


Políticos são tão dissociados da realidade que, para comprar apoio para continuar no poder, gasta 15 bilhões, que, na mais gentil das hipoteses, beneficiará algumas pessoas, pra atrapalhar vida de TODAS as pessoas aumentando impostos para cobrir esses gastos.
Aí vai o sujeito com a maior cara de pau do universo e diz que estes são aumentos necessários para atingir a meta fiscal, só não dizem que essa mesma meta foi arruinada por eles mesmos 15 dias antes.
Cagada atrás de cagada, e quem se fode é o povo, que por sua vez, clama sempre por MAIS estado.
O horror, o horror.


Que bom que o autor trouxe o artigo justamente agora que o governo resolveu aumentar pis e cofins, tributos que incidem diretamente no preço dos combustiveis. Acordei hoje com a gasolina custando R$3,74 ante R$2,99 de ontem. Agora que o preço estava voltando ao seu nível normal, o governo vai lá e senta a bunda em cima.


Noticia de 2009:

A imprensa nos brindou com um conflito dos bons, a indiazinha ianomâmi que está sendo tratada num hospital de Manaus, vítima de hidrocefalia, pneumonia, tuberculose e desnutrição. Segundo as tradições da tribo, ela deve ser morta por sufocamento ou enterrada viva, o que dá no mesmo. Seus pais, em respeito à nobre cultura ianomâmi, querem retirá-la do hospital. Para matá-la conforme os rituais da tribo.

A direção do hospital, diante das suspeitas de que a criança seria sacrificada por ser portadora de deficiência física, acionou o Ministério Público Estadual pedindo a permanência da criança sob cuidados médicos. Uma juíza concedeu pedido de providências ordenando que a menina fique onde está até que seu quadro clínico seja considerado satisfatório. Indignação da FUNAI. Segundo seu administrador em Manaus, Edgar Fernandes, a Justiça "não tem prerrogativa para julgar esse caso. Questões envolvendo índios têm de ser resolvidas na Justiça Federal. Vamos recorrer ao Ministério Público Federal para interceder a favor da família", disse.

Edgar Fernandes discorda do entendimento da diretora e diz que o desejo dos pais da menina de levá-la para sua aldeia é legítimo e amparado pela Constituição Federal. "Os povos indígenas têm direito às suas próprias crenças. Os pais da menina não acreditam mais na medicina ocidental e querem que ela tenha os seus últimos dias na aldeia", explicou.

Para Fábio Menezes, conselheiro tutelar que acompanha o caso, retirar a menina do hospital é sentencia-la à morte. "Na cultura deles, quem tem deficiências deve ser sacrificado. Eles já disseram à Funai que irão fazer isso. A própria Funai já admitiu que isso pode acontecer", disse Menezes.

Sobre o possível 'sacrifício' da índia, a Funai divulgou uma nota explicando que esse tipo de ritual faz parte da cultura da etnia ianomâmi. "Gerar um filho defeituoso, que não terá serventia numa aldeia que precisa necessariamente de gente sadia (...) é um grave 'pecado', pois este não poderá cumprir o seu destino ancestral", diz a nota.

Ainda de acordo com o documento, para evitar o transtorno de ter um integrante deficiente na aldeia, quando a criança nasce, a mãe realiza um cuidadoso exame e se constatar que a mesma é portadora de deformidade, a mesma é 'descartada'.

O infanticídio entre indígenas é um tema que já gerou documentários, projetos de leis e muita polêmica em torno de saúde pública, cultura, religião e legislação. Ainda utilizado por volta de 20 etnias entre as mais de 200 do Brasil, esse princípio tribal leva à morte não apenas gêmeos, mas também filhos de mães solteiras, crianças com problema mental ou físico, ou doença não identificada pela tribo

Para o antropólogo Ademir Ramos, o caso mostra, de forma emblemática, o choque entre as culturas indígenas e a ocidental. "O não índio não está discutindo hoje a eutanásia? Essa é uma questão já resolvida para os ianomâmis. Eles precisam de gente saudável na aldeia. Uma criança com deficiência gera uma série de transtornos aos integrantes da tribo", disse o antropólogo.


É muito difícil explicar (sequer defender) o Bitcoin para quem não esta disposto a quebrar paradigmas; para quem não esta disposto a abrir a mente e fugir da maneira "comum" de se pensar. Hoje a RFB descumpre descaradamente a CF/88, pois invade sistemática e continuamente a vida financeira das pessoas, sem qualquer autorização judicial, partindo do principio que todos são criminosos, até que a própria pessoa faça o trabalho deles (por meio da declaração de ajuste anual) e prove o contrário.


Close perfeito dos microfones vermelhos na frente dos olhos, que ficaram parecendo os de um viciado (no caso, em dinheiro alheio) !


Me deparei agora com este artigo, e sei muito bem como é ter em casa um adolescente de (quase) 30 anos. Meu irmão está com 29 anos e nunca teve um emprego. Ele agora faz um curso técnico, para tentar recuperar parte do tempo perdido. Nós até conversamos de vez em quando com ele, para ele começar a procurar emprego, mas dificilmente conseguimos alguma coisa. Ele tem feito concursos, mas não adianta, pois ele se interessa pouco por estudar. Sendo assim, fico pensando o que vai ser dele quando não pudermos mais sustentá-lo.


É por este tipo de coisa que eu fui contra o impeachment da Dilma. O estamento burocrático governamental estava em franco processo de deterioração, e a lava-jato assombrando nossas "vossas excrescências". Não quero ver "acordão", quero ver os 3 poderes se degladiando.




Falando em gastos, já viram o novo "relatório" da CPI da previdência?

[link]portal.andes.org.br/imprensa/noticias/imp-ult-733587212.pdf][/link]


E dá-lhe concurso para cargos cuja função é prejudicar ainda mais o setor produtivo da sociedade.


"6 - Reforma política: extinguir 90% dos cargos políticos com respectivos cargos de assessoria e demais equivalentes. Isso sim é reforma política;"
Acho que essa reforma talvez seja a mais difícil de se fazer, os políticos não iriam excluir os cargos que eles possuem. É mais fácil fazer todas as outras reformas do que essa.


Ótimo artigo! Pois é, acho que temos que ir com calma. A lista de sugestões de cortes que vocês passaram acima são muito boas, mas acredito não ser possível assim de hora para outra. Algumas podem levar anos devido aos intensos conflitos políticos nas bancadas de deputados e senadores por pensarem só no próprio umbigo. Nesse sentido, o Temer e equipe estão equilibrando bem o correto para a economia (alguns cortes de gastos, PEC do teto dos gastos, reforma trabalhista, meta para deficit primário) com o que os políticos querem (impostos, aumentos de salários, mais cargos). Para mim, isso se chama política bem feita, ou seja, saber negociar o bom e o ruim. Temer está fazendo o que é certo para o futuro sem perder radicalmente o apoio dos parlamentares, apoio este que tanto precisa nas sugestões que vocês passaram. Ou vocês preferem o Lula de volta?


Eu li que o presidente pode abolir os ministérios sem aprovação do congresso. O Temer não aboliu o Ministério da Cultura e depois de tanto barulho dos artistas ele acatou?


Não, não é exatamente isso que está sendo dito.

Tarifas de importação prejudicam o mercado e limitam o acesso. Óbvio. Não estou discordando.

Aqui em terras tupiniquins, importações são permitidas mas pagam caro. Qual a diferença se a GM vende carros importados com a marca Chevrolet e não Buick ou Cadillac ou Wuling? Qual a diferença se a Ford vende carros importados com a marca Ford ou com a marca Lincoln?

Note que qualquer um pode, se pagar as taxas e encarar a burocracia, importar qualquer marca. Qual seria a vantagem de ter um carro desconhecido por aqui, onde não há peças nem mão-de-obra? Aliás, o Chile importa Holdens ? A Nova Zelândia importa Vauxhalls ?

Ou você acha que ter mais marcas, pertencentes aos mesmos donos, significa mais concorrência? A Datsun iria concorrer com a Nissan? A Acura seria concorrente da Honda?

Mais uma vez: tarifas de importação são ruins. Eu gostaria que elas não existissem. Mas para que eu pudesse comprar um Mercedes ou um BMW. Não sinto falta de poder escolher entre um Golf com a marca VW, um com a marca Seat e um com a marca Skoda. O fato de que nem todas as marcas pertencentes aos grandes fabricantes estarem representadas aqui é um argumento pífio contra um mercado fechado.

Aliás, das 20 marcas que vc citou, pelo menos 8 (Bentley, Bugatti, Lamborghini, Porsche, Cadillac, Lincoln, Maserati e Lexus) são marcas de alto luxo que representam uma fatia mínima de mercado (e estão disponíveis aqui para quem puder pagar).

Então, vamos parar de birra, já que concordamos no principal, antes que comecemos a discutir que o Brasil só será um país decente no dia em que absolutamente todas as marcas de sabão em pó que existem no mundo estejam disponíveis no mercado aqui da esquina (mesmo que metade delas seja da Procter&Gamble e a outra metade da Unilever).


Além disso, guerras de dominação estão praticamente extintas.
Guerra, hoje em dia, só faz sentido em casos de apropriação de bens naturais (Iraque).
Dentre as áreas mais ricas dos EUA, por exemplo, está o Vale do Silício. Mas o que aconteceria se a China resolvesse conquistá-lo?
Toda sua riqueza se encontra nas mentes dos Engenheiros, Empresários, Advogados, etc, de suas empresas. Além disso, só existe areia lá!
Os chineses poderiam até obter êxito em invadir o Vale do Silício, mas que riqueza conquistariam com isso? Todo o conhecimento já teria emigrado para outras partes do mundo! Muito mais negócio para os burocratas chineses lavarem seus milhões roubados nas empresas de lá.
Se Hitler entendesse esta premissa básica, talvez hoje Alemão seria o idioma internacional...
Quer proteção contra seus inimigos? Adote o Livre Mercado e torne economicamente impossível para eles conquistá-lo.
Quando produtos não cruzam fronteiras, soldados o farão.


Melhor coisa que pode acontecer, tal ruptura democrática abre caminho para secessões de alguns estados.


Leandro,

dado que é proibido pela Constituição a redução nominal da maioria dos gastos públicos, não seria melhor para a economia real que o governo pagasse uma boa parte da dívida via impressão de moeda (sem emissão de títulos)?

Consequências:

1) queda da dívida pública federal;
2) aumento nominal da receita para os governos de todas as esferas;
3) redução real do salário mínimo tabelado pelo governo;
4) redução real do salário dos funcionários públicos;
5) redução real do gasto com a previdência social.

Será que os pontos positivos não superariam os pontos negativos, quando comparado a um aumento de impostos?

Grato desde já.



Estou convencido de que mais cedo ou mais tarde o Brasil sofrerá um golpe comunista e se enterrará de vez na sua própria cova, cavada insistentemente por seus lideres criminosos com a ajuda de um povo fútil e passível.


Concordo com você, mas existe o ideal e o que pode ser feito. E justamente aí que mora o problema.


Mas, cidadão, é exatamente isto o que está sendo dito!

Vou desenhar, pois acho que você não entendeu o ponto: cadê estas marcas circulando nas ruas?!

Por que não as vemos em grandes quantidades nas mãos do povo?!

Lá no Chile, que não tem nenhuma montadora, elas são corriqueiras. Na Nova Zelândia, que também não tem nenhuma montadora, elas estão por todo lado.

E no Brasil? Por que elas não são vistas?

Pelo exato motivo que você próprio respondeu: tarifas de importação e custos tributários.

É isto o que está sendo dito. Ninguém está exigindo que elas abram fábricas aqui. Até porque isso seria uma imbecilidade: como mostra a empiria, quanto menos fábricas de carro um país tem, mais carros a população daquele país possui. Afinal, com menos montadoras, políticos não ficam querendo fazer "política industrial", e aí liberam geral as tarifas de importação.

Nova Zelândia, Chile, Suíça, Islândia etc. não têm montadoras. E os carros são baratinhos.

Como a Nova Zelândia e o Chile transformam vacas, ovelhas, uvas e cobre em automóveis de qualidade


Frederico 21/07/2017 11:37
Não entendo também a analogia feita quanto aos nômades. Se eles começaram a cobrar pela proteção, porque eles obrigatoriamente representam o governo e não um empresa de proteção?
Elementar, meu caro Frederico. Se eles cobrassem proteção contra outros nômades apenas, eles realmente representariam empresas. Mas como eles cobravam, no exemplo dado, proteção contra si mesmos também, eles representavam Estados.
Você pode escolher se contratará uma empresa de monitoramento de segurança para a sua casa, agora experimente deixar de pagar a PM, o Exército, etc.
Ainda, caso eles tivessem sucesso em prover proteção, eu diria que eles se comportariam, na verdade, como máfias. Já, caso eles obrigassem os agricultores a lhes pagarem por proteção, falhassem em protegê-los, e ainda por cima proibissem os agricultores de protegerem a si mesmos, aí sim eu diria que eles se comportariam como Estados, muito provavelmente uma pré-civilização da Bananolândia Brasilis.


Cadê os Bentleys? Da Volkswagen
Os Bugatti? Da Volkswagen
Os Lamborghinis? Da Volkswagen
Os Porsches? Da Volkswagen
Os Škodas?Da Volkswagen
Os SEATs?Da Volkswagen
Os Opels? Da Peugeot/Citroen
Os Cadillacs? Da General Motors
Os Buicks? Da General Motors
Os Holdens? Da General Motors
Os Vauxhalls? Da Peugeot/Citroen
Os Daihatsus? Da Toyota
Os Lincolns? Da Ford
Os Datsuns? Da Nissan
Os Alfa Romeos? Da Fiat
Os Dodges? Da Fiat
Os Lancias? Da Fiat
Os Maserattis? Da Fiat
Os Lexus? Da Toyota
Os Smarts? Da Mercedes

De novo, as marcas não tem nada a ver com tarifas de importação. Literalmente todas as marcas que vc citou são marcas secundárias dos grandes grupos, que já estão aqui com suas marcas principais (VW, GM, Ford, Mercedes, Toyota, Nissan, Honda, Fiat, Peugeot/Citroen, Renault). Se eles optam por não usar a marca aqui, é uma questão de mercado.

Aliás, muitas destas marcas ESTÃO aqui. Lamborghini, Porsche e Maserati tem várias lojas (tem que ter dinheiro). Outras são marcas regionais de importância muito restrita (Holden na Austrália, Vauxhall na Inglaterra, Buick nos EUA).

Claro que seria melhor não ter tarifas de importação absurdas. Mas quantidade de marcas não tem nada a ver com a questão. Até porque:
1) Pode-se importar qualquer uma destas marcas que vc citou, só dá um pouco de trabalho burocrático.
2) Nenhum país do mundo tem todas estas marcas no mercado.

A causa de vocês é justa , mas este argumento é tolo.


"Fico imaginando o que aconteceria se os EUA resolvessem acabar com seu Estado. No dia seguinte seria COM-PLE-TA-MEN-TE destruído por seus inimigos."

É mesmo? Diga-me como você vai invadir uma nação de mais de 300 milhões de habitantes armados até os dentes. Por favor, só me diga isso.

A única maneira de os EUA serem COM-PLE-TA-MEN-TE (fiz a frescuragem certinho?) destruídos seria se alguma potência nuclear despejasse bombas atômicas no país. Mas, ora, nada impede que isso ocorra hoje. Aliás, basta destruir Washington quando o presidente estiver lá. Dado que ele é o único que possui o código dos lançamentos nucleares, não haverá como ter retaliação.

Por que isso não é feito hoje? Simples. Porque o agressor não ganharia nada com isso. Ninguém ganha nada aniquilando os EUA. Seria muito mais negócio se apossar de toda a sua riqueza, sem destruí-la.

Só que isso, de novo, ninguém fará. Não enquanto aquela população for fortemente armada.

Tenta outra.


No fundo cada vez mais acredito que a raiz do problema é a forma como o dinheiro é criado e posto em circulação.
O governo deveria quitar a divida publica em 4 anos, e ser proibido de emprestar ou pedir emprestado dinheiro, para de emitir títulos de dívida pública ou qualquer coisa que pague juros pois governo não é instituição financeira. Funcionários públicos serão trabalhadores voluntários.
O dinheiro dever ser posto em circulação através de uma renda básica universal, que será criada com base em um dinheiro livre de juros, seguindo uma formula arbitraria e pétrea como (número da população atual x jornada de trabalho x salário base), sera dado a todo cidadão o direito de criar sua própria moeda desde que tenha 80% de dinheiro estatal como lastro. O estado não vai regular juros, pois será regulo pela regra: procura por empréstimos vs nível de poupança.
O estado vai substituir a meta de inflação pela meta de deflação.


O Comunismo, no papel, parece ser lindo: todos felizes trabalhando conforme seus talentos naturais, ninguém recebendo mais do que o outro e nunca menos do que o necessário, a humanidade em harmonia, os pássaros cantando etc.... Não há como falar mal de um projeto igual a esse. O problema é que, para isso ocorrer, o ser humano deveria ser outro ser diferente de humano, talvez anjos. Todo adulto sabe o que é o ser humano: um ser capaz de coisas maravilhosas e horríveis, que mata e tortura a sangue frio (ex: Nazismo) e que salva milhares no mesmo contexto (Schindler). Ao inserir a variável "ser humano" na equação, o Comunismo desmorona, como estamos cansados de ver. Agora me aparece os Libertários indo pelo mesmo caminho. Fico imaginando o que aconteceria se os EUA resolvessem acabar com seu Estado. No dia seguinte seria COM-PLE-TA-MEN-TE destruído por seus inimigos. E se o Estado Brasileiro desaparecesse por completo? O PCC, Comando Vermelho e a bandidagem em geral iria fazer o quê com o restante do povo? Se um país vizinho resolvesse se apoderar de um "antigo Estado" do, já não existente, Brasil não seria necessário ressuscitar algo semelhante a um Estado? Porque acreditar que a vagabundagem iria entrar na onda Libertária? Uma ideia que, para ser aplicada com sucesso, precisa de que todos a adotem é algo que não dá para ser levada a sério.


Funcionários públicos do executivo foram beneficiados por aumentos substantivos. Membros do judiciário -- que já recebem salários e penduricalhos nababescos -- aumentaram ainda seus benefícios. Deputados foram agraciados com a liberação de emendas parlamentares mais generosas.

E quem paga a conta de tudo é o setor produtivo da sociedade, aquele que corre riscos, gera empregos, cria riqueza e bem-estar para todos e, em troca, tem 40% de sua renda confiscada.


O Estado precisa superar a ideia de impostos, os quais são retirados sem qualquer prestação direta estatal em favor da pessoa. Nesse sentido, realmente, a doutrina jurídica minoritária está correta ao afirmar que contribuições são impostos.

Não há uma contraprestação estatal para a pessoa, ela paga por usar um serviço no qual o Estado exige um "pedaço" apenas por ser Estado: é uma transação financeira, entre particulares, mas o Estado usa de força coercitiva para obter uma porção dos valores para si.

Eu costumo sempre fazer a provocação: se o Estado é realmente o melhor arranjo social, qual o medo dele em eliminar os impostos e somente cobrar por serviços efetivamente prestados para as pessoas, dentro de um regime de concorrência com a iniciativa privada?

Ora, se o Estado é realmente bom, é óbvio que seu serviço de segurança será melhor do que o serviço de segurança privado; que seu serviço de saúde será melhor prestado do que o da iniciativa privada; seu serviço de educação será melhor do que o da iniciativa privada, e assim sucessivamente: solução de conflitos, etc.

Dizer que "tem que ser o Estado prestando tais serviços, do contrário não seria possível" é uma afirmação vaga demais.

O que eu vejo é uma ausência de reflexões das pessoas sobre esses temas.

Não se pode, p.ex., proteger uma empresa de refrigerante sob o argumento de que permitir que outras forneçam o mesmo produto "não daria certo": ora, se não der certo é evidente que a concorrente irá "fechar as portas", quebrar e vida que segue!

Não faz sentido nenhum, em minha visão sobre um sistema da qualidade de vida para as pessoas, dizer-se que somente o Estado pode prestar serviços de solução de conflitos para todas as causas. Dirão: "empresas de solução de conflitos decidirão de forma corrupta." Não faz sentido. Se a empresa decidir de forma corrupta todos irão notar que o Estado é o único que presta o melhor serviço de solução de conflitos e ninguém irá contratar uma empresa privada para esse serviço.

Os ocupantes do Estado não possuem o conhecimento necessário para implantar essas reformas:

Quantos mais setores diversos de empreendimento uma sociedade tiver, sempre, eu repito, sempre essa sociedade terá mais opções para encontrar os produtos e serviços que precisa para o cotidiano.

Elevar impostos em vez de reformar o sistema, permitindo ingresso de empresas privadas nos serviços atualmente prestados pelo Estado é uma agressão brutal à sociedade. Se o Estado não tem dinheiro, permita que o capital privado, em regime de livre concorrência, preste os mesmos serviços: será um serviço a mais, um empreendimento a mais na sociedade.

Deixai fazer, deixai ir, deixai passar! Pois, tendo liberdade, nenhuma atividade mal prestada se manterá.


Cara hoje os postos aqui na minha cidade já estão com gasolina a R$ 4,17...estava 3,74.

O governo espera arrecadar 10 bilhões com esse aumento.

Só que as emendas parlamentares pra salvar o Temer no Congresso passam de 15 bilhões....15 bilhões.



Nesse cenário estatista, o problema maior sempre foi a conta única.

As pessoas pagam IPVA, mas falta dinheiro para asfalto. Pagam imposto sobre a energia, depois falta dinheiro para energia. Pagam taxa para tirar passaporte, depois eles não tem dinheiro para fabricar passaportes. Pagam imposto sobre a água, depois não tem dinheiro para tratar esgoto e água. Pagamos taxas de embarque nos aeroportos, depois não tem dinheiro para aeroporto. Descontam aposentadoria do trabalhador, depois não tem dinheiro para pagar aposentadoria. Cobram IPTU, depois não tem dinheiro para aterro sanitário.

Enfim, misturar o dinheiro de todas as coisas também é uma tática dos socialistas para implodir o sistema. Tudo vai ter problema e nada vai funcionar.


Hong Kong, Cingapura, Suíça (pois o federalismo é pleno). Menção honrosa para a Nova Zelândia, que, embora não possua estado mínimo, fez uma reforma corajosa e espetacular.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1803

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1804

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2059

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2260


"Se você confisca tudo o que o Lehman tem, lamento, mas você não poderá simplesmente "exigir" que ele "permaneça exatamente na função que ele tem". Só se ele fosse mágico."

Meu caro, acho que esse "exigir" confundiu um pouco o senhor. Se o que o que o senhor está querendo dizer é que uma redistribuição dessas mudaria tudo, que faria a "Terra parar", que fulano não iria trabalhar porque sicrano não estaria lá, que sicrano não iria comprar porque beltrano também não estaria lá, etc., portanto é humanamente impossível a sociedade continuar depois de uma redistribuição destas, estou de pleno acordo.

Mas o que eu queria saber é se no caso a renda é renda, que é o que pode ser obtida do trabalho ou do capital. Pra facilitar, imagine que no lugar de humanos (seja o Lehman, seja o Warren Buffet, seja o Messi, seja um padeiro, seja um mecânico, seja alguém que pratica agricultura familiar...) existem máquinas, que continuam agindo conforme suas especificidades, porém não para atender a interesses pessoais (salários, remunerações, lucros) e sim a 'algo maior' (uma espécie de telos). No final das contas, o 'algo maior total', que juntaria tudo o que hipoteticamente seriam os salários, as remunerações e os lucros, separaria uma parte para o reinvestimento e redistribuiria a renda. Note que não estou falando de capital ou de bens.

Mas eu entendi. Bastava o senhor dizer que a renda é a riqueza total, e não só os proventos.


A grande pergunta que o artigo propositalmente faz questão de esconder, é: Quem será que é dono dos meios de produção? Sim, Os ricos. Portanto não se trata dos ricos serem espoliados, pois não se pode espoliar alguém que vive de espoliar os mais fraco. Eles não estão sendo espoliados, é apenas a mão invisível da justiça social fazendo seu trabalho. Você não gosta da mão invisível?

Pois eu lanço um novo termo: Mão invisível da justiça social.
Quando percebemos que o Capitalismo vive de escravizar os mais fracos através de trocas voluntárias, torna-se necessário que "Agentes da Democracia" possam atuar em favor do bem comum. Toda essa atuação que envolve obrigatoriamente o Estado, chamamos de Mão invisível da justiça social. È para o seu bem.

Alguém poderia dizer: "Mas, Capital Imoral, o Uber permite que os pobres sejam donos do meio de produção."
Obviamente, isso é uma falacia que não tem sentido, quando observamos atentamente, vemos que o Uber uma ferramenta do Grande Capital para corromper os homens. Para desmontar a falácia do Uber e os meios de produção, basta fazer as seguintes perguntas: Por que Josenildo que não sabe ler e nem escrever, e perdeu os braços e pernas, Não pode trabalhar no Uber? Por Que Welingson que não sabe ler e mora no Barraco, não pode pilotar o Helicóptero do Uber Helicopters? Por que Marinilsa que não terminou o primeiro grau, não pode fazer parte do Uber da Medicina? Logo vemos que o acesso ao meio de produção, não é para todo mundo.

Capital Imoral é filosofo, escritor e já refutou Mises.


Sem contar que o estado é dono de vários terrenos, pra que? Por que não vender isso? Como sei que nada vai mudar, é melhor deixar essa bodega quebrar de uma vez.


E sempre lembrando que quando o governo alardeia um "corte de gastos", na verdade o que ele está fazendo é reduzir o ritmo do aumento dos gastos previstos.

Nenhum governo brasileiro gasta num ano menos do que ele gastou no ano anterior. O gasto sempre aumenta, ano após ano. O que muda é o ritmo deste aumento. Quando o ritmo é desacelerado, isso vira "corte de gastos".

Por exemplo, esse "contingenciamento" anunciado pelo governo nada mais é do que isso: o governo inicialmente previu gastar $110, mas agora irá gastar $ 109,50. Sendo que no ano passado gastou $ 100.

E isso é anunciado como corte de gastos!


Como já comentei em outro artigo, estive em Brasília no Carnaval e fiz uma visita guiada ao Congresso. Obtive a informação de que apenas lá trabalhavam 8 MIL SERVIDORES! É insustentável.


Não se enganem. Há uma grande fatia da população que vibra com estes aumentos de impostos, pois sabem que eles permitirão futuros concursos públicos e mais inchaço do funcionalismo, que é o sonho de todo o brasileiro. Principalmente em época de recessão e desemprego alto.


Uma constatação: nenhum cidadão comum é beneficiado pelo Estado. Só se beneficiam os que estão dentro dele e os que são premiados por ele (como empreiteiras e grandes frigoríficos)

O resto são só inutilidades.

Citem um serviço efetivamente útil que o estatismo entrega. Se encontrar, diga por que a iniciativa privada não pode prestá-lo. Se disser que não pode, diga por que então o Estado não reduz a tributação das empresas que queiram prestar esses serviços que você considerar úteis (já que são úteis, quanto mais setores prestando, e em regime de concorrência, melhor.)


Cortar gastos?

1 - Manter apenas o Ministérios da Defesa, Fazenda, e Relações Exteriores. Fechar todos os demais;

2 - Fechar o BNDES e converter todos os seus ativos em renda da União para pagar a dívida pública.

3 - Privatizar: Petrobras, Banco do Brasil, Correis, Caixa Econômica, e todas as demais estatais;

4 - Privatizar todas a universidades federais;

5 - Privatizar todas as estradas federais:

6 - Reforma política: extinguir 90% dos cargos políticos com respectivos cargos de assessoria e demais equivalentes. Isso sim é reforma política;

7 - Privatizar portos e aeroportos federais;

8 - Acabar com o FGTS e pagar o saldo da conta aos devidos correntistas;

9 - Fechar Anatel, Anvisa, Anac e todas as demais agências reguladoras;

10 - Permitir livre concorrência e todos os setores da economia onde havia monopólio ou forte intervenção do Estado.

11 - Novo Plano Real: Lastrear nossa moeda ao ouro.

12 - Estabelecer Free Banking.

13 - Novo Pacto Federativo: Deixar bem claro quais são as atribuições do Governo Federal, Estados e Municípios.

14 - Reforma tributária: Após esse corte de gastos e deveres do governo federal para com "os mais pobres", extinguir e baixar ao máximo os impostos.

15 - Revogar leis e regulamentações em disposição contrária ao livre mercado.


Ex-microempresário, não é bem assim.

Alguns dos grandes grupos realmente já estão aqui, mas as maiores marcas não. E este é o ponto?

Cadê os Bentleys? Os Bugatti? Os Lamborghinis? Os Porsches? Os Škodas? Os SEATs? Os Opels? Os Cadillacs? Os Buicks? Os Holdens? Os Vauxhalls? Os Daihatsus? Os Lincolns? Os Datsuns? Os Alfa Romeos? Os Dodges? Os Lancias? Os Maserattis? Os Lexus? Os Smarts?
Todos esses deveriam ter importação liberada imediatamente.

Ademais, há muitas fabricantes que ainda não estão aqui (ou vai me dizer que todas essas fabricantes estão no Brasil?). E, as que já estão aqui, vieram atraídas justamente pela política do governo de fechar o mercado às importações e, com isso, garantir clientela cativa para essas montadoras.

Se você garante uma reserva de mercado, sem risco de concorrência externa, passa a ser um grande negócio você fabricar naquele terreno protegido. Sua margem de lucro está garantida e não há para onde os consumidores correrem.

Por isso, vale reforçar a pergunta: por que não temos acesso àquelas marcas citadas ali em cima? Simples: tarifas de importação.


P.S.: certa vez li em uma revista automotiva que a carga tributária efetiva sobre um carro estrangeiro, considerando todos os outros impostos em conjunto com o Imposto de Importação, chegava a 180% do preço nominal do carro. Nosso mercado é tão fechado quanto o cubano.


Depois de muita pesquisa encontrei aqui a possibilidade de demitir funcionários públicos através da extinção de seus cargos.

O problema é que a iniciativa deve vir do Executivo, porém necessita da aprovação do Congresso.

Nesse caso o mandatário do Executivo precisaria conseguir maioria no Congresso.

Ou seja, um abraço.


dá pra cortar isso ai e muito mais, meu caro.
espaço para cortes é o que não falta neste país



Ministério da Pesca, Ministério da Cultura, Ministério do Turismo, Ministério do Desenvolvimento Agrário (já existe um Ministério da Agricultura), Ministério da Integração Nacional, Secretaria de Assuntos Estratégicos, Secretaria de Políticas para Mulheres, Secretaria da Promoção da Igualdade Racial, Secretaria de Comunicação Social, Secretaria de Portos, Secretaria de Aviação Civil, Secretaria das Relações Institucionais e Secretaria de Direitos Humanos poderiam ser imediatamente abolidos. Veja aqui o total das despesas de cada ministério em 2016

Não dá pra cortar nada nessa porra toda aí não?


Infiniti e Datsun são marcas da Nissan. A Acura é da Honda. Lincoln é da Ford. Buick e Cadilac são da GM. Seat e Skoda são da VW. Alfa Romeo é da Fiat. Daihatsu é da Toyota.

Nenhuma destas é um fabricante. Se estas marcas não são usadas aqui, é por estratégia comercial, não por reserva de mercado, já que seus fabricantes já estão dentro da reserva.


Iniciando a leitura sobre este assunto, fiquei curiosa em saber. Que países vc traria como exemplos onde há estados mínimos?


"o "homem cifrãozudo" tinha q literalmente DAR a luz pra todos e isso é trabalho de deputado e não de empresario,"

Se eu consegui ler isso é porque não estou cego. Um ótimo consolo perante tamanha estupidez.

E lembrando que "jente" como esse Kayky vota.


Claro que há um jogo de interesse dos mais ricos controlarem os políticos para permanecerem estes dois grupos mais ricos, mas distribuir dinheiro para um ignorante e mesmo que jogar perolas as porcos, em uma semana o cara vai estar pedindo esmola e o cara que foi rico em uma semana estará ficando rico de novo.



Se chove, há nuvem.
Se não chove, pode haver nuvem ou não.

Se o M1 aumenta, há inflação de preços.
Se o M1 não aumenta, pode haver inflação de preços ou não (no curto prazo).

O que se diz é que inflação de preços, constante e de longo prazo, é dada pelo aumento da quantidade de dinheiro na economia.
Obviamente flutuações momentâneas nos preços podem ocorrer devido a desastres naturais, colheitas menores, governos estúpidos, etc.

Além do mais, inflação para os austríacos é definida como aumento da quantidade de dinheiro. Enquanto o uso coloquial e do mainstream a define como aumento nos preços.


Correto. Mas aí, tão logo estes produtivos, assertivos e previdentes começassem a se destacar e avançar, novos clamores por igualdade de renda voltariam a ser feitos, o que desestimularia qualquer tentativa de progresso e de melhora de vida.

E aí então o mundo estará a salvo de qualquer um que tente fazer algo que o beneficie e que, por isso, o torne desigual em relação aos outros. E, quando chegarmos a esse ponto, o mundo irá desfrutar toda a prosperidade gerada pela total paralisia.

E voltaríamos a morar nas cavernas.



Sério, digam se o brasileirinho não merece esse aumento de impostos enfiado em seus rabos? Quanto mais o governo os esfola, mais eles ficam dependentes e gritam: "Por favor, estado salvador! Sem você eu nada sou! Ordene-me mais!"

Ei, Frederico, a partir de hoje tem mais CIDE pra suas estradas aí. Alegre-se.



Quem vai construir as estradas? Qualquer um que esteja em busca do lucro.

Aliás, é engraçado a pessoas dizer que "vai ficar caro". Em que país essas pessoas vivem? Quanto você paga anualmente de IPVA e ICMS(estradas estaduais), IPTU e ISS (ruas), Cide, IR, IPI, PIS/Pasep (estradas federais)?

Você paga 40% da sua renda anual em impostos para bancar a construção e a manutenção de em estradas esburacadas. E você ainda diz que a alternativa a isso seria pior?!

Aliás, estrada é algo de tão simples construção, que até contrabandistas constroem as suas

Contrabandistas reformam estrada abandonada pelo governo - e o governo confisca a estrada


Leandro, só fazendo um adendo, nos EUA por exemplo, até pode importar carros usados, mas com várias restrições, como está aqui neste artigo.


O Leandro Karnal é um socialista, usa a tecnica da invisibilidade, os ignorantes acham que ele é liberal, enquanto na verdade, segue a agenda socialista, é so perceber as rotinas que ele usa em suas palestras e textos, sempre isentando socialistas e tentando convencer que 'erraram', quando na verdade, acertaram, pois queriam obtenção de poder.


Nada de errado. Apenas as consequências e que serão desastrosas. Se tal aumento de preços ocorrer, então ele gerará exatamente as consequências descritas neste artigo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2694


Ah é, cadê então as marcas Infiniti, Acura, Lincoln, Buick, Cadillac, Seat, Skoda, Daihatsu, Datsun, Alfa Romeo e as demais? E quanto à Mazda que simplesmente abandonou aqui o mercado?

Haveria muitas outras marcas por aqui, ainda que hoje muitas delas sejam subsidiárias das maiores fabricantes de automóveis, desde que tenha demanda.



Não defendo os impostos ou a máquina estatal, mas lendo esse texto e os comentários, vejo uma certa falta de lógica, em especial quando se fala sobre a construção e uso das estradas, tema muito debatido no texto.
Como vocês imaginam que seria a lógica de construção dessas pelos geradores da riqueza? Como eles cobririam ou determinariam os traçados?
Sendo eles os construtores dessas estradas, o que os impediria de cobrar valores altos pelo uso dessas pelos demais empresários para escoamento de suas mercadorias?
Não entendo também a analogia feita quanto aos nômades. Se eles começaram a cobrar pela proteção, porque eles obrigatoriamente representam o governo e não um empresa de proteção?


Pessoal,

Poderiam me tirar uma duvida?
Aprendi por meio desse site que Inflação é consequencia do aumento do M1
Entretanto, esse aumento na gasolina gerará um aumento na taxa de inflação, sem aumentar a moeda em circulação.

O que está de errado?


Miniatura 20/07/2017 04:40
Me desculpe, mas ainda não entendi onde está a incoerência. Eu próprio admiti que acredito que qualquer critério de data para o aborto será -- devido à nossa limitação em se definir de forma objetiva quando o feto/zigoto adquire status passível de proteção -- inevitavelmente subjetivo.
Dito isto, acredito sim ser possível se determinar objetivamente um teto superior, sendo ele, segundo meu entendimento atual, por volta de 12 semanas.
Da mesma forma que a idade de consentimento sexual é inerentemente subjetiva (com incrível variação de 7 anos), porém praticamente todos concordam que ela deve ser superior ou igual à idade de maturação sexual, i.e. puberdade.

Mas se está tão interessado em proporções, também posso estender a crítica.
Assumindo que os grupos pró-vida aceitam a concepção como data limite, já é errado abortar um dia após a concepção.
Assumindo que os grupos pró-vida aceitam a nidação como data limite, já é errado abortar 14 dia após a concepção.
Portanto, uma incrível diferença de 14 vezes!
E isso porque resolvi não fazer as contas em segundos...

Sendo assim, prossigo sem entender onde está minha incoerência.

Miniatura 20/07/2017 22:07
Releia meu comentário de 13/12/2016, 21:42.

Ora, meu caro, mas eu concordo com tudo que escreveu, com exceção da passagem "que são muito mais arbitrários e incoerentes".
Apenas estou seguindo a lógica aqui apresentada de que "seria tão imoral destruir um zigoto quanto se matar um recém nascido", da qual eu, juntamente com o próprio Ron Paul, obviamente discordamos.

Então, se uma mulher que perdeu dois filhos no segundo e terceiro trimestre de gestação (etapa quando até os abortistas brasileiros concordam que o feto deve possuir direitos legais) não foi presa, por que uma que tenta engravidar seria?
bebe.abril.com.br/familia/perdi-dois-bebes-e-adotei-um-recem-nascido/

Hum! Acabei de notar que não deixei explícito, na minha pergunta inicial, que a mãe tem consciência de antemão da sua condição.
E para não dizerem que estou inventando isto agora, procure pela passagem "a mãe sabe que a probabilidade de que seu zigoto morra é alta e, mesmo assim, assume o risco diversas vezes seguidas, deixando vários zigotos morrerem."
No mais, o porquê de tal situação não ser considerada homicídio culposo (no caso da mãe ter consciência dos riscos) é algo a ser respondido por aqueles que acreditam que "seria tão imoral destruir um zigoto quanto se matar um recém nascido." Como eu não acredito em tal equivalência, é claro que não discordo da ausência de punição. Somente escrevi que acho incoerente quem acredita na equivalência zigoto-recémNascido não condenar tal mulher. Se souber de alguma razão que resolva tal incoerência, fico feliz em ler seus argumentos. Se me disser que não acredita em tal equivalência, podemos continuar a conversa a partir disto.


Vamos considerar que a partir de hoje toda a riqueza mundial será distribuída igualitariamente para todos e que cada um passasse a ter os 15.600. Em pouco tempo toda a desigualdade retornaria. Nem todos são laboriosos, previdentes e responsáveis igualmente. Uns iriam poupar, outros iriam montar seu próprio negocio, que dependeria de sua dedicação para dar resultado, e outros iriam gastar de acordo com suas preferencias de consumo. No fim, os mais produtivos, assertivos e previdentes estariam sendo os detentores do maior quinhão e estariam multiplicando, novamente, seus ganhos. A desigualdade das riquezas não é uma sentença mas uma consequência da natureza humana.


Provavelmente quem não tem energia elétrica são pobres, e pobres não geram renda...... o "homem cifrãozudo" tinha q literalmente DAR a luz pra todos e isso é trabalho de deputado e não de empresario, Esse papo de dar as coisas só funciona qnd as pessoas se voluntariaam







Mises já havia explicado tudo isso em seu livro Socialism:

"A maioria das pessoas que exige a maior igualdade possível de rendas não percebe que o objetivo que elas desejam só pode ser alcançado pelo sacrifício de outros objetivos.

Elas imaginam que a soma de todas as rendas permanecerá inalterada e que tudo o que elas precisam fazer é apenas distribuir a renda de maneira mais uniforme do que a distribuição feita pela ordem social baseada na propriedade privada.

Os ricos abdicarão de toda a quantia auferida que estiver acima da renda média da sociedade, e os pobres receberão tanto quanto necessário para compensar a diferença e elevar sua renda até a média. Mas a renda média, imaginam eles, permanecerá inalterada.

É preciso entender claramente que tal ideia baseia-se em um grave erro. Como demonstrado em capítulos anteriores, não importa qual seja a maneira que se conjeture a equalização da renda — tal medida levará, sempre e necessariamente, a uma redução extremamente considerável da renda nacional total e, consequentemente, da renda média.

Quando se compreende isto, a questão assume uma complexidade bem distinta: agora temos de decidir se somos a favor de uma distribuição equânime de renda a uma renda média mais baixa, ou se somos a favor da desigualdade de renda a uma renda média mais alta.

A decisão irá depender essencialmente, é claro, de quão alta será a redução estimada na renda média causada pela alteração na distribuição social da renda. Se concluirmos que a renda média será mais baixa do que aquela que é hoje recebida pelos mais pobres, nossa atitude provavelmente será bem distinta da atitude da maioria dos socialistas sentimentais.

Se aceitarmos o que já foi demonstrado sobre o quão baixa tende a ser a produtividade sob o socialismo, e especialmente a alegação de que o cálculo econômico sob o socialismo é impossível, então este argumento do socialismo ético também desmorona."

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1224


"no terceiro e crucial ponto dos conceitos que integram a definição de renda per capita, dizer que a renda só poderia ser redistribuída uma vez?"

Se você toma 10 bilhões de Jorge Paulo Lehman, de modo que ele fique com apenas 15 mil dólares, como você espera confiscar novamente 1 bilhão de dólares dele?

Ademais, leia o quarto ponto em conjunto com o terceiro.

Se você confisca a renda e a riqueza dos empreendedores, não há mais empregos que paguem bons salários. Todos estarão agora com a mesma quantidade de dinheiro, mas sem empregos e sem produção -- pelo menos, não com a mesma produção de antes.

Consequentemente, como seria possível haver uma nova rodada de renda a ser distribuída?

"é no mínimo razoável pensar que se essa redistribuição fosse feita, ela teria que exigir no mínimo que todos os trabalhadores e capitalistas permanecessem exatamente nas funções que estão."

Se você confisca tudo o que o Lehman tem, lamento, mas você não poderá simplesmente "exigir" que ele "permaneça exatamente na função que ele tem". Só se ele fosse mágico.

Como exatamente ele poderia manter "exatamente a função que tem" se tudo o que ele tinha foi confiscado?

"De todo jeito, é claro, não haveriam aumentos na produtividade e o capital ia ser dilapidado."

Exato. Agora, sim, você entendeu tudo.

"Mas aí seria aos poucos, então a redistribuição ainda poderia ocorrer por algumas vezes."

O que você pode dizer, aí sim, é que é possível fazer pequenas redistribuições de renda, e aos poucos.

Bom, mas isso já é exatamente o que é feito hoje. E tal medida é apenas um paliativo. Ela impede que o miserável morra de fome, mas não o retira da pobreza. E nem eleva em definitivo o seu padrão de vida. Tal medida o mantém vivo até a chegada do próximo cheque. Se o próximo cheque não vier, o miserável (que nada produz) morrerá de fome.

Essa redistribuição parcial não retira ninguém em definitivo da miséria. E, como tentou mostrar o artigo, nem a redistribuição total, feita de uma só vez.



Ótimo artigo, e eu diria que é perfeito se tivesse entendido uma coisa. Não é um pouco exagerado, no terceiro e crucial ponto dos conceitos que integram a definição de renda per capita, dizer que a renda só poderia ser redistribuída uma vez?

Imagino que essa renda total inclua a renda de todo mundo, seja ela oriunda do capital ou do trabalho. Ou seja, é no mínimo razoável pensar que se essa redistribuição fosse feita, ela teria que exigir no mínimo que todos os trabalhadores e capitalistas permanecessem exatamente nas funções que estão. Assim como os 20% do PIB para reinvestimento, que o próprio Rallo citou.

De todo jeito, é claro, não haveriam aumentos na produtividade e o capital ia ser dilapidado. Mas aí seria aos poucos, então a redistribuição ainda poderia ocorrer por algumas vezes.


Pegando o gancho do seu comentário...

uma vez conversando com um burocrata de uma agência reguladora ele me falou o seguinte: "É melhor ter do que não ter..."

Mesmo que aquilo que vc tenha não seja da forma ideal, mesmo que esteja incompleto...é melhor ter alguma coisa do que não ter nada.

Infelizmente isso acontece no Brasil... projetos começam e não terminam, projetos são mal executados.
E não se engane, acontece até no setor privado. Acontece no cotidiano das pessoas...