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Últimos comentários


Mais uma prova contra o mito #5: a moeda se valorizou e aconteceu isso aqui:

Brasil registra maior salto de exportação do G-20 em 2017

Pergunta: ainda existe desenvolvimentista que defende câmbio desvalorizado para "estimular exportações"?


Mais uma prova: moeda se valorizou e aconteceu isso aqui:

Brasil registra maior salto de exportação do G-20 em 2017

Pergunta: ainda existe desenvolvimentista que defende câmbio desvalorizado para "estimular exportações"?


Não deveria ser substituído por nada. Tal equação nem sequer deveria existir, pois BCs também não deveriam existir. Este é um dos cernes da Escola Austríaca: o governo não tem de gerenciar a moeda, muito menos ficar seguindo equações que, em tese, permitam um suposto "bom gerenciamento" da moeda.

Por que o Banco Central é a raiz de todos os males

Como o Banco Central poderia operar de acordo com os ensinamentos da Escola Austríaca

Nossas ideias chegam a Brasília - Banco Central perde status de intocável

Como seria a produção de dinheiro no livre mercado


boa noite:

Para isso deve-se:

a) Dar mais autonomia as cidades eliminando governos estaduais e governo federal.
b) Qualquer ato administrativo ex: construção de obras seja feita consulta publica.
d) elimina-se a câmara de vereadores colocando no lugar a população como cogestora.


Provavelmente porque o governo não pode interferir no câmbio e vender ou comprar bitcoins para mantê-lo dentro da "banda"...



Obrigado Leandro, mas vamos falar a real: Ciro tem uma tremenda dificuldade de se expressar, eu não sei porque mas, ele é o cara que eu tenho mais dificuldade de entender quando assunto é economia.

Mas é disparado, ate Friedman falando em inglês eu entendo melhor do que o Ciro em português kkk.



Uma dúvida, novamente, sr. Leandro, desculpe-me o abuso, mas, se nos EUA o modelo de Taylor utiliza uma taxa inflacionária desejada de 2% ao ano, daí a equação intuitivamente, conter a soma dessa taxa (r = p + 0,5 q + 0,5 ( p - 2 ) + 2 ).

No caso brasileiro, ela deveria ser substituída pelo centro da meta inflacionária perseguida pelo BACEN - neste caso 4,5% ? Ou pelo limite inferior da banda de controle, isto é, 2,5%.

Neste caso, como a equação ficaria?


Ao menos um crédito temos que dar pro Lula, e só por isso já daria para concluir que Dilma conseguiu ser bem pior que ele: Lula sugeriu que Dilma colocasse o Meireles como Ministro da Fazenda, ducessivas vezes, especialmente após a eleicao de 2014.

Sobre um comentario anterior, de que o artigo artribui excessivo crédito à confiança na equipe economica, lembremos que a formacao dos preços é subjetiva, e que a confiança é sempre um item valorizado pelos economistas Chicaguistas, que são os condutores mainstream da economia mundial.


Excelente artigo.

Bem, é triste constatar o quanto dependemos da política no Brasil. Muito triste mesmo.

Mas há a possibilidade de ocorrer algo que reverta totalmente as expectativas economicas: a queda de Temer e a eleição indireta de Henrique Meireles como presidente. Seria um surpreendente ato de seriedade da classe política.

Além disso, sobre o Lula, numa eleicao contra o Doria ele perde. E o Bolsonaro bateria tanto no esquerdismo que tiraria muitos votos do Lula.

Só falta o Dória corrigir uns 3 ou 4 pontos nevrálgicos, que ele daria um bom presidente. O Constantino analisou uma entrevista dele, vale muito a pena ler. O pior ponto foi: o Dória gosta do BNDES...

E se nada disso der certo, Lula ganhar em 2018, jogo a toalha: começo a organizar minha emigração.



Muito obrigado, sr. Leandro. Vou analisar o material que o senhor disponibilizou.

Grande abraço!


Muito me preocupa o rumo que a economia brasileira tem tomado. Não cultivo o pessimismo mas admito que está difícil manter alguma ponta de esperança em meio a todo este caos. A atuação do governo tem enfrentado grande resistência, especialmente agora após os escândalos recentes. O Mercado Financeiro acaba criando um clima de aversão em relação ao nosso país, o que afugenta os bons investimentos. O caminho para toda esta crise institucionalizada provavelmente não será curto e muito menos fácil...


Sim e não.

No atual arranjo bancário e monetário, toda a concessão de crédito pelos bancos comerciais envolve a criação de dinheiro. Logo, toda a concessão de crédito -- seja para investimento, seja para consumo -- gera inflação monetária.

Portanto, de um lado, sim, para haver investimentos é necessário haver expansão do crédito. Por outro lado, isso não é uma característica inerente à economia de mercado, mas sim uma característica imposta pelo atual formato do sistema bancário, o qual é totalmente protegido e controlado pelo governo.

Mais ainda: esse próprio e deturpado arranjo bancário, totalmente inflacionista, desestimulou a poupança (por causa da contínua inflação de preços) e estimulou o endividamento. Antes, as pessoas poupavam e investiam o que poupavam. Hoje, apenas se endividam junto aos bancos, que criam dinheiro para permitir este endividamento.

Artigos sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1387
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1774
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1991


Infelizmente, os nós físicos da rede residem em algum território delimitado por linhas tracejadas em um mapa, e portanto sujeitos à alguma constituição e leis bizarras.


Na era Tombini, o BC utilizava uma estrovenga chamada "SAMBA": Stochastic Analytical Model with a Bayesian Approach -- Modelo Analítico Estocástico com uma Abordagem Bayesiana".

economia.estadao.com.br/noticias/geral,bc-se-baseia-em-modelo-estocastico-bayesiano-o-samba-imp-,771005

www.bcb.gov.br/pec/wps/ingl/wps239.pdf

www.bcb.gov.br/htms/relinf/port/2015/09/ri201509b8p.pdf

Não sei quanto ao atual BC, mas é bem provável que tenham regressado a Taylor.

Muito obrigado pelas palavras e grande abraço!


Mas então para haver investimentos , deve -se aumentar a expansão monetária?
Todo investimento então é infacionário?

abraços


Tenho uma dúvida e gostaria de uma orientação definitiva.

Qual é, exatamente, o modelo matemático que o Banco Central Brasileiro está adotando para achar a taxa básica de juros (SELIC)?

O padrão é o da neutralidade? Taxa básica de juros neutra?

Lembrando que nos EUA, por exemplo, o padrão de determinação da taxa básica de juros durante os primeiros anos da era Greenspan (1987-1993) pode ser descrito por uma simples equação introduzida por John B. Taylor (1993), da Universidade de Stanford:

r = p + 0,5 q + 0,5 ( p - 2 ) + 2

onde r é a taxa básica de juros almejada, p é taxa de inflação (de preços) ocorrida no ano anterior, e q é o desvio percentual do produto atual em relação ao produto de pleno emprego.

E aqui no Brasil? Estão adotando equações estabelecidas por um processo econométrico de análise de regressão múltipla?

Qual é a mais adaptada, se for o caso?

E nos EUA, na atualidade, qual é o padrão utilizado pelo FED?

Desde já eu lhes agradeço.

Como sempre, o artigo do sr. Leandro é de tirar o chapéu. Adoro esses artigos lastreados em dados reais e atuais da economia brasileira. Acho-os imbatíveis!


Segundo o Portal Transparência do governo do Rio de Janeiro o déficit primário em 2016 foi de R$2,867 bilhões.

A queda na arrecadação de participação do Governo do Rio de Janeiro na exploração do petróleo e royalties impactou diretamente o resultado fiscal do estado.

Participação dos royalties na receita total do Estado do Rio de Janeiro – série histórica a partir de 2002

EXERC….RECEITA TOTAL….ROYALTIES….%

2002….R$25,7 bilhões……..R$1,8 bilhão…..7,15
2003….R$29,9 bilhões……..R$3,5 bilhões…11,74
2004….R$31,5 bilhões……..R$3,5 bilhões…11,15
2005….R$32,7 bilhões……..R$4,3 bilhões…13,26
2006….R$35,7 bilhões……..R$5,3 bilhões…14,94
2007….R$36,5 bilhões……..R$4,4 bilhões…11,96
2008….R$43,0 bilhões……..R$6,7 bilhões…15,62
2009….R$44,8 bilhões……..R$4,9 bilhões…10,90
2010….R$53,7 bilhões……..R$6,4 bilhões…11,94
2011….R$57,5 bilhões……..R$6,9 bilhões…12,10
2012….R$63,6 bilhões……..R$8,2 bilhões…12,95
2013….R$76,6 bilhões……..R$8,2 bilhões…10,74
2014….R$82,5 bilhões……..R$8,7 bilhões…10,55
2015….R$79,1 bilhões……..R$5,3 bilhões…..6,70
2016….R$68,3 bilhões……..R$3,5 bilhões…..5,13

Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro – Portal Transparência.

Em decorrência da deterioração econômica vivenciada pelo país que atingiu, também, o Rio de Janeiro, as receitas totais que vinham em uma projeção ascendente, de 2014 para 2015 caíram de R$82,5 bilhões para R$79,1 bilhões, e de R$79,1 bilhões para R$68,3 bilhões de 2015 para 2016, como se vê na tabela acima na segunda coluna. Em dois anos uma queda de 17,21% nas receitas. Parte dessa queda nas receitas totais se deve a diminuição das transferências da União para o Rio, mas, também, e principalmente, à queda do preço do petróleo e do seu impacto na arrecadação dos royalties pelo estado. Conforme a tabela acima a arrecadação com royalty que vinha crescendo até 2014, de 2014 para 2015 caiu de R$8,7 bilhões para R$5,3 bilhões e de R$5,3 bilhões para R$3,5 bilhões de 2015 para 2016, como se vê na terceira coluna da tabela acima.

A queda de R$14,2 bilhões na receita, ocorrida de 2014 para 2016, foi fulminante para o Estado do Rio, cujas despesas vinham subindo explosivamente, passando a superar, então, as receitas, fazendo o Estado incorrer em sucessivos déficits fiscais. O principal fator de descontrole fiscal foi o crescimento explosivo das despesas com a folha de pagamento, que de 2008 a 2016 cresceu 281% (ver tabela abaixo). Os reajustes do funcionalismo público do Estado, no período, foram em média de 50%. Mais que o dobro da média nacional de 21%. Esse fato, corroborado pela queda das receitas, conforme explanado acima, criou uma situação insustentável de desequilíbrio econômico-financeiro.

Crescimento da despesa com pessoal e encargos sociais do Estado do Rio de Janeiro

2008………..R$8,774 bilhões
2009………..R$10,839 bilhões
2010………..R$12,510 bilhões
2011………..R$13,867 bilhões
2012………..R$15,848 bilhões
2013………..R$18,063 bilhões
2014………..R$19,936 bilhões
2015………..R$22,099 bilhões
2016………..R$33,426 bilhões

O crescimento explosivo da despesa pública de 2008 a 2016 está vinculado ao inchaço da despesa com a folha de pagamento (pessoal e encargos sociais) que mais do que dobrou, cresceu 281%!

Não há outra alternativa que não passe por um choque de gestão fiscal baseado em corte de despesas correntes (como o congelamento dos salários do funcionalismo público combinado com um plano de demissão voluntária incentivada) e, ainda, com a suspensão do pagamento da dívida pública fundada do Estado com a União.

O último balancete de disponibilidade financeira do Governo do Estado do Rio de Janeiro, referente ao mês de março/2017, demonstra que o governo encerrou setembro com um caixa de R$7,977 bilhões. Por outro lado as despesas com a folha de pagamento apropriadas até o mês de setembro foram de R$6,505 bilhões.

Portanto o caixa do governo suporta o pagamento dos salários do funcionalismo público. A questão é que existem mais despesas de curto prazo que o governo tem o compromisso de pagar além da folha de pagamento como o que ocorre com seus fornecedores.

Da análise do balancete – análise de liquidez imediata -, onde o quociente de liquidez imediata = Disponibilidades/Passivo Circulante, depreende-se que o governo tem disponível em caixa R$7,977 bilhões, mas o passivo circulante (exigibilidades de curto prazo) perfaz um total de R$33,968 bilhões. Assim o quociente de liquidez imediata é de R$7,977 bilhões / R$33,968 bilhões = 0,23. Ou seja, para cada um real de dívida de curto prazo o governo tem apenas vinte e três centavos disponíveis em caixa para pagar. Em outras palavras o governo do Rio de Janeiro não tem dinheiro em caixa pagar setenta e sete por cento das suas despesas de curto prazo, e por isso, tem de priorizar a folha de pagamento em detrimento de fornecedores, por exemplo. Uma situação é precaríssima e insustentável, já no horizonte de curto prazo.

A análise do capital circulante líquido disponível do governo é a seguinte: Capital Circulante Líquido = Ativo Circulante – Passivo Circulante, ou, CCL = AC – PC. Logo, CCL = R$24,801 bilhões – R$33,968 bilhões = – R$9,167 bilhões. Ou seja, o ativo circulante é insuficiente para fazer frente às obrigações de curto prazo (passivo circulante) do governo. A insuficiência desses recursos econômico-financeiros, é chamado tecnicamente de passivo a descoberto. Em outro termo, diz-se que o Estado do Rio de Janeiro está quebrado.

Como os recursos em caixa são insuficientes para fazer frente a todas as obrigações de curto prazo, tornar-se-á comum vermos nos jornais entidades específicas, pessoas físicas e jurídicas entrarem em ação de arresto de bens e valores do governo do Estado do Rio de Janeiro para garantir o seu pagamento.

Variação de disponibilidade de caixa e equivalente de caixa do Governo do Estado do Rio de Janeiro em 2016/2017:

Janeiro……….Informação não disponível
Fevereiro……R$10,724 bilhões
Março…………R$10,617 bilhões
Abril……………R$8,406 bilhões
Maio…………..R$7,631 bilhões
Junho……..….R$7,515 bilhões
Julho……..…..R$7,967 bilhões
Agosto…..…..R$7,880 bilhões
Setembro..…R$7,429 bilhões
Outubro…….R$6,963 bilhões
Novembro….R$6,344 bilhões
Dezembro….R$6,048 bilhões
.
.
Março/2017..R$7,977 bilhões

Fonte: Balancete mensal de disponibilidade financeira (Portal Transparência do Estado do Rio de Janeiro)

Pezão falou em securitização da dívida ativa. É uma solução de curto prazo, mas, não resolve o problema em definitivo, pois, além de serem limitados os recursos levantados com a securitização da dívida ativa e/ou dos royalties do petróleo, a medida adianta recebíveis que farão falta no futuro. Se o governo recebe adiantado de bancos privados valores a receber no futuro com os royalties do petróleo, lá na frente eles farão falta, pois, serão resgatados pelos bancos como forma de pagamento, fazendo falta ao estado no futuro. Ademais nenhuma dessas medidas paliativas freia o crescimento explosivo da despesa pública fluminense. Ou seja, ou Pezão congela os salários dos servidores públicos e aumenta suas alíquotas de contribuição previdenciária, com a ajuda da Alerj, ou o equilíbrio financeiro jamais será atingido, pois, o crescimento desenfreado da despesa pública se manterá incólume, em contraponto com a redução da receita pública, num quadro insustentável de desequilíbrio fiscal.

A dívida ativa é uma reserva de recurso que pode ajudar, mas, também não resolve o problema. O estoque de dívida ativa que o Estado do Rio de Janeiro tem contra seus devedores é de R$58,69 bilhões. Porém, com efetiva possibilidade de recebimento apenas R$17,78 bilhões, como mostra a contabilidade governamental em sua demonstração reproduzida logo abaixo. Numa operação de securitização em que o estado vende a bancos privados o direito de receber a dívida ativa, esse valor com possibilidade de recebimento cairia ainda mais, dada a taxa de desconto que os bancos cobrariam. Portanto, a operação de securitização levantaria pouco recurso, o que ajudaria apenas no curto prazo. Para se ter uma ideia, só com a folha de pagamento o governo do Estado do Rio de Janeiro despende em torno de R$28,2 bilhões por ano.

O estoque da dívida ativa do Estado do Rio de Janeiro é o seguinte:

(+) Dívida ativa tributária de curto e longo prazo………..R$57,08 bilhões
(+) Dívida ativa não tributária de curto e longo prazo…R$1,61 bilhão
—————————————————————————————————–
(=) Subtotal da dívida ativa……………………………………………R$58,69 bilhões
(-) Ajuste para perdas (*)………………………………………………(R$40,91) bilhões
——————————————————————————————————-
(=) Total da dívida ativa…………………………………………………R$17,78 bilhões

(*) O ajuste para perdas de dívida ativa do Estado do Rio de Janeiro corresponde a 69,7% do total do estoque de dívida ativa e se refere à expectativa de frustração da cobrança dos devedores.
Fonte: Contas de Gestão do Estado do Rio de Janeiro (Portal Transparência)


Prezados Marcus Daniel e Fogarty, muito agradecido pelas palavras e pelo reconhecimento pelo trabalho. Cordiais saudações!


Prezados Jose Oliveira, Zucatim, Ricardo Prado, Ninguem Apenas, e WDA, muito obrigado pelos fulgurantes elogios. Abraços a todos.


E ele estava corretíssimo em sua explicação (lembrando que o cenário à época era de câmbio atrelado).

Porém, esse Ciro Gomes do vídeo era outro Ciro Gomes, muito mais racional e sensato, e completamente diferente do atual. À época, ele era um social-democrata moderno e modernizador. Hoje, ele se rebaixou a ser um mero porta-voz do PT e do PSOL, algo totalmente impensável ao Ciro Gomes daquela época.





Alguém traduz o que o Ciro Gomes quis dizer com isso? kkkkk

https://www.youtube.com/watch?v=n7I8z1dlHi4


Boa tarde!

Lamento lhe informar amigo mas estamos numa república representativa estilo romano e não numa democracia ateniense em que os cidadãos influíam diretamente no governo.



"no Brasil é melhor orar para que nada mude, pois se mudar, será para pior"

Rapaz, gostei dessa frase. Vou sempre usá-la, assim como uso "o Brasil não é para amadores".


Crypto-moedas são excelentes meios de troca, mas bom mesmo me parece ser a solução de pgtos recentemente oferecida pela canadense www.goldmoney.com (da qual até o Peter Schiff virou sócio), onde é possível comprar ouro físico totalmente alocado (i.e. "off-balance sheet") e transferi-lo sem custo entre seus usuários em quantias tão ínfimas quanto 1 mg, podendo resgatá-lo em barras de 1 kg ou em moedas.

O ágio é alto p/ aquisições diretamente em reais, mas a guarda em cofres da Brinks (por enquanto em 7 cidades mundo afora) é isenta de tarifas p/ até 1 kg do metal, sendo que na Bovespa a corretagem e a custódia são bastante caras, superando após o 4º ano os gastos extras incorridos nas compras através daquela empresa estrangeira.

Quem sabe um dia até o IMB resolve disponibilizar este meio p/ doações... ;-)


Creio que os principais fatores envolvidos no spread do preço do Bitcoin no Brasil, são:
1. O país está em crise e isto incrementa a demanda pela moeda; como o mercado de critpomoedas ainda é insipiente por aqui, o preço sobe mais do que seria esperado em relação ao que é praticado lá fora.
2. Custo Brasil - se você tentar "aproveitar" este spread e quiser comprar Bitcoin numa Exchange estrangeira para vender no Brasil, embolsando a diferença, vai se deparar com IOF de 6,3%, mais as absurdas taxas de transferência de dinheiro para o exterior ou as não menos caras taxas de administração de cartões pré-pagos e de crédito. Querendo ou não, estas taxas acabam sendo embutidas no Bitcoin vendido em Banânia...


Se até a Dilmacoin valorizou, então a situação tá mais braba do que se imagina.
https://dilmacoin-criptomoeda.rhcloud.com/


É como um colega de trabalho sempre diz: "no Brasil é melhor orar para que nada mude, pois se mudar, será para pior".



Senhores mestres que comentam aqui no Mises, por favor, perdoem minha total ignorância no assunto (sou um mero analista de sistemas), mas uma boa e paciente alma poderia me dizer por que o valor do bitcoin muda de país para país? Ex: nos EUA US$ 2.200,00, no Brasil R$ 9.000,00 (a conversão não bate).




O que eu vejo é que as criptomoedas vieram para ficar.

Quanto mais atropelos os governos fizerem, mais elas se tornarão populares.

É uma questão de tempo, agora, para alguma moeda realmente sobressair.

Agora, o preço atual do bitcoin é, quase por uma obviedade, resultado dessa enxurrada de dólares que há no mercado, procurado algum ativo que "valha a pena".

Deixem o governo americano se estrepar. Nos outros calotes, não havia alternativas para o mercado financeiro e o setor produtivo. Agora se tem.

Agora, o que eu não entendo mesmo é, porque as agências de rating ainda não rebaixaram a nota americana! A essa altura, já deveriam ter dado o alarme.



Quando li "redução no aumento dos gastos" quase não entendi.
Parece que todas as vertentes políticas dos EUA querem que o país vire uma União Soviética, com o Governo decidindo tudo para todos.....
Pelo visto o mundo tem que entrar em colapso total primeiro para o pessoal se aperceber das maluquices que estão fazendo.



Olá a todos

Sempre escuto essa história que, como o bitcoin tem um limite teórico de 21 milhões de unidades monetárias, então não haveria dinheiro suficiente para todos.

Não sei se a lorota é apenas um engano ou se tem uma ()intenção por detrás.

Mas, vamos explicar um pouco melhor. Como bitcoin foi construído para ser uma moeda no mundo dos computadores, utilizou-se então o padrão de precisão de moeda para o bitcoin como qualquer outra moeda do mundo, isto é, 8 casas decimais. Isso significa que a menor unidade que a moeda pode ser representada é de 0,00000001 BTC que é chamada de Satoshi (1 satoshi). Então 21 milhões (21x10^6) deBTC dividido pelo satoshi dá 21x10^15 = 21 000 000 000 000 000 (21 quatrilhões) de satochis. O PIB mundial em 2011 foi de 79,39 trilhões de dólares, ou seja, 1 satoshi poderia valer até USD 264.00.

Obviamente não vai valorizar tanto, até porque não é necessário que todas as transações sejam feitas em bitcoins.

Além do óbvio fato de uma moeda de um país poder ser ancorada no bitcoin em uma taxa razoável, como bitcoin é software, poderia se chegar a um consenso e passaríamos a, por exemplo, dividir em mais casa decimais, se fosse o caso.

Mas, o mais provável é que criemos outra moeda que seja o bitcoin com zeros inseridos, exatamente o contrário do que Brasil rotineiramente fazia no tempo da inflação alta, em que cortávamos os zeros...


Abraços



Que notícia ruim. Toda vez q o governo regulamenta alguma coisa boa , essa coisa acaba ou deixa de ser boa.


de forma alguma, o que vai acontecer é que as pessoas vão comprar frações menores de um bitcoin, e essa frações serão valiosas e suficientes para elas usarem como moeda.




Amigos, me tirem uma dúvida... Essa valorização absurda do Bitcoin não poderia se tornar um empecilho para que países mais pobres adquirissem a moeda ?

Dando uma viajada aqui, se a moeda por exemplo chegar num patamar tipo 1 bitcoin = 1 milhão de dólares, quais são os possíveis cenários para os usuários da criptomoeda ??




Muito bom artigo. Mais um show de argumentação embasada em dados.

Leandro, se quiser complementar informação sobre a situação financeira ruim dos Estados e Municípios, você pode checar também o endividamento deles na série histórica do CADIP. Note que, em termos nominais, o valor praticamente dobrou de 2007 para cá.

Infelizmente essa fonte, o CADIP, não inclui endividamento usando recursos tais como o fgts, mas os dados do mencionado fundo são públicos e tenho. Caso queira saber mais a respeito, entre em contato.

Em suma, o PAC estimulou o endividamento estatal subnacional para construção de infraestrutura, e agora os Estados e Municipios, alem de estarem quebrados por causa da expansão da folha, estão muito mais envidados que 10 anos atrás. Só em um setor específico de infra, for exemplo, a divida saltou de 1,15 bi para cerca de 27,5 bi.



Faz muito sentido o texto. Pois, se não houvesse mentes libertárias e liberais no próprio governo, como iríamos diminuí-lo? Mesmo que outros digam genericamente, que um libertário na máquina pública seja hipocrisia, se não for assim, só imagino formas violentas de acabar com o Estado (Guerrilhas, Atentados). Algo que é extremamente condenado pelo pensamento liberal.


Google e Facebook monopólios?! Putz... Que poder monopolista estas empresas possuem? Ninguém é obrigado a usar seus serviços, há uma ampla liberdade de entrada no mercado para concorrer com eles, e há várias empresas concorrentes.

Em relação ao Google, por exemplo, há mais de uma dúzia de concorrentes. Por que você não os usa? Bing, DuckDuckGo, Blippex, Wolfram Alpha, Blekko, Naver, Yandex, Pipl, Baidu, Yacy e StartPage estão aí, [link=g1.globo.com/mundo/noticia/2013/07/google-conheca-as-alternativas-ao-gigante-das-buscas.html]implorando para você utilizá-los.

Por que você não os utiliza? Simples: porque você reconhece que os serviços fornecidos pelo Google são os melhores. Consequentemente, você voluntariamente privilegia o Google em detrimento dos outros. Você não quer abrir mão da qualidade e da praticidade do Google, né?

A definição de monopólio é cristalina: detém monopólio aquela empresa que usufrui uma reserva de mercado garantida pelo governo. É monopolista aquela empresa que não possui concorrentes porque o governo proíbe o surgimento deles.

Se há liberdade de entrada no mercado, então não há monopólio.

Quanto a Google e Facebook, você não só pode usar concorrentes, como também -- e ainda mais importante -- não precisa usar nenhum deles.

P.S.: "gigantes perigosos" ao se referir a Google e Facebook?! Sério mesmo? Meus avós nunca usaram nenhum deles. Qual risco eles estão correndo?


Infelizmente a Academia, salvo raras exceções, foi sequestrada pela esquerda durante os últimos 35 anos. Quase todos os professores são de esquerda. Vimos uma pequena mudança nos últimos anos, mas, como disse, uma pequena mudança. Todos eles acham que o deus Estado é tudo, pode tudo e deve fazer tudo pelo povo, que no máximo, é tratado apenas como uma massa a ser tutelada, como se não houvesse um ser pensante sequer. Realmente lamentável. As universidades sequer dão a oportunidade do estudante ter o contraponto, ver o outro lado, o lado liberal. Se o formando não pode avaliar todos os lados, fica mais fácil ser doutrinado.


A Empiricus pode até ser alarmista porém as primeiras análises deles sobre os governos Lula e principalmente sobre o governo Dilma mostraram-se praticamente proféticas. Quem seguiu as recomendações da consultoria viu seu patrimônio aumentar vertiginosamente com o aumento do dólar (passou dos R$ 3,00 para os R$ 4,00), exatamente como a Empiricus previu. Outra coisa prevista pela consultoria foi a débacle econômica causada pela senhora Anta: a Estocadora de Ventos, que maquiou a economia causando aquele estelionato eleitoral. Então, pode até ser que a consultoria seja um "caça-níquel" mas essa turma chegou até a angariar o ódio petista por se mostrar totalmente profética quanto ao que viria sobre o Brasil com o PT no poder até a queda de Dilma.


pergunta: o que acontece quando o estado entra em colapso? quando falo em colapso quer dizer versão pesadelo estilo Venezuela a nível global


Perfeito!

Só fiquei com uma dúvida, a respeito de monopólios atuais.

Nenhum governo estimulou de modo algum empresas como Facebook ou Google, mas estas hoje já alcançaram um poder monopolizante de nossas informações pessoais, tanto que os seus serviços são contratados para campanhas eleitorais, por exemplo.

Como o mercado consegue regular esses gigantes perigosos se não conseguiu gerar nada melhor que eles ainda?

Admiro as ideias de Mises e cia., mas admito que fiquei meio perdido nesse ponto...

Alguém pode lançar luz nisso, por gentileza??


Inflação de preços permanentemente baixa, risco zero de desvalorização cambial (por motivos óbvios) e, consequentemente, juros iguais aos americanos (talvez dois pontos percentuais acima).

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2196


Já que essas empresas são tão maravilhosas investe lá suas economias pra aposentadoria, deve haver filas e filas de investidores internacionais ávidos para comprar participações em empresas estatais chinesas, não... pera...


Correção:

E aposto que estas obscuras figuras do Leste Europeu ganham rios de dinheiro com... a proibição das drogas! Qual a solução? Proibir a maconha na Holanda para aumentar ainda mais as suas margens de lucro... Incrível...


Tenho uma dúvida: quais seriam as consequências se o governo brasileiro abolisse o real e passasse a utilizar o dólar americano como fez o Equador? É claro que isso não vai acontecer nunca, já que o governo não vai abrir mão do imposto inflacionário. Mas se isso ocorresse quais seriam as consequências para a população comum e a economia como o todo, principalmente os juros? Vi que o Equador tem um banco central mesmo usando o dólar americano. Como funciona a economia daquele país e qual a vantagem do resto dos países sul americanos que têm moeda própria?


Concordo em parte.

Como resolver a questão da Cracolândia, por exemplo?

Grande parte dqueles seres estão incapazes de se autoguiarem, mas impõem diversos problemas para a cidade e seus cidadãos.

Isso é bem diferente de quem, mesmo viciado, não causaria esse tipo de mal ao seu redor.


Carlos, a mensagem central do texto é a ideia de que, se compararmos dois indivíduos, sendo um de 1915 e o outro de 2015, que possuam a mesma renda mensal, veremos facilmente que este último terá acesso a mais e melhores produtos e serviços que aquele. Isso também vale para o caso de esses dois indivíduos serem pobres.


Tarantino, comentários semelhantes ao seu são comuns aqui. Todos me deixam com a mesma dúvida:

Se a sociedade livre não daria certo porque as pessoas agem de má-fé, não são 100% íntegras, existe ganância e dissimulação (expressões suas), então porque um estado, que é formado por estas mesmas pessoas é a solução ?

Não esqueça de considerar que, ao entrar para o estado, estas mesmas pessoas que agem de má-fé e não são 100% íntegras passam a fazer parte de uma elite que é "intocável" pelas pessoas comuns, como vc pode constatar ao entrar em qualquer repartição pública e inevitavelmente encontrar o aviso com o artigo do código penal que trata do "desacato ao servidor público".

Gostaria muito que alguém me explicasse porque uma sociedade de iguais seria injusta, mas uma sociedade em que alguns são "mais iguais" que os outros é uma opção melhor.


Existe bastante corrupção na China, e provavelmente não há mais ainda devido à prática deles de premiar os dirigentes corruptos com um tiro na nuca.

Empresas estatais lucrativas são uma coisa fácil de conseguir em uma economia dirigida por um estado totalitário: será lucrativo aquilo que o governo determinar que seja lucrativo, e pronto.


Excelente artigo, Leandro.

Ironicamente, estou jogando 'A Pequena Grande Crise 3' (onde nós jogamos como a presidente Dilma em 2011) e fazendo uma série tentando impedir que a crise ocorra no Brasil.

No jogo nós revemos algumas ideias ruins do governo tipo a crise no setor elétrico e o começo da nova matriz econômica. É impressionante como a situação piorou desde que o jogo foi feito.


Há muito tempo estava a procura de um foro que discutisse o assunto, pois acho a ideia super interessante
mesmo que se tenha alguns problemas no futuro eu acho e estou bem propenso a investir nisso, é claro que
um valor não muito alto, mas gastamos tanto dinheiro de forma errada que não custa nada apostar nisso
só pra ver onde vai dar
abraço


Quem falou que é assim?! Não há nenhuma informação confiável oriunda do governo chinês. (As próprias estatísticas de PIB são completamente maquiadas.)



Nessa época em que os preços eram mais baixos, os salários também não eram mais baixos?
Não havia mais desemprego?



Pessoal, o que vocês acharam do Filme Plano Real?

O Gustavo Franco virou o que hoje? Pode ser considerado um Liberal?

Porque eles deixaram a taxa de Juros la em cima? Não foi um erro?

Porque teve crises no governo FHC durante a austeridade e o depois da implementação do plano real?

E o real, só conseguiu ter confiança porque era atrelado ao dolar, ou seja, a quantidade de reais existentes correspondia a quantidade de dolar existente no Banco Central certo?

Enfim, sobre o filme, queria saber o parecer de vocês...

Abraços..


Pergunta, o que acontece quando o estado entra em colapso? dica já aconteceu e vai acontecer e desta vez vai ser em escala global.


Boa tarde:

respondendo a sua pergunta com outra:

1º Qual a habilidade dessa pessoa(a)s, caso não tenham o posso ensinar a elas o que eu sei?
2º Uma vez que ajudei elas a resolverem seus problemas poderão ajudar seus semelhantes?
3º E como evitar que indivíduos inescrupulosos usem essas pessoas para seus fins de poder absoluto?
4º Que recursos devo usar e como devo usa-los?
5º devo fazer tudo sozinho ou busco ajuda?
6º e finalmente tenho condições de resolver todos os problemas?


Achei válido seu questionamento: que será dos incapazes? Gostando-se ou não, eles existem.
Tenho uma dúvida ainda: na questão das leis, quem seria o responsável por redigì-las? Empresas privadas de justiça agiriam baseadas em quê?
Na minha opinião, a grande maioria dos seres humanos ainda não tem preparo para viver em uma sociedade livre. Enquanto houver a ganância, a Lei de Gerson e a dissimulação, será tão difícil acreditar em empresas privadas quanto nas estatais. Parece-me que o grande erro é pressupor-se que em um arranjo totalmente privado as pessoas automaticamente passariam a ser 100% honestas. Concordo que em uma situação em que só houvessem empresas privadas, aquelas que agissem de má-fé seriam excluídas pelo público, mas há um outro lado: não sei como seria em outros países, mas pelo menos aqui no Brasil, seria muito mais provável ocorrer uma situação em que a maioria das empresas do mesmo ramo formassem um cartem para impor preços fora da lógica do mercado, e qualquer empresa que ousasse desafiar tal cartel, colocando preços melhores, seria intimidada ou então acharia mais vantajoso unir-se a tal cartel. No caso de intimidação, se tal empresa contratasse uma outra empresa de justiça privada, quem garantiria, conhecendo-se o ser humano como ele é, que tal empresa privada de justiça não estaria mancomunada com o tal cartel? Resumindo, tudo gira mesmo em torono da honestidade e retidão, qualidades que ainda não são muito comuns entre a maioria dos humanos. Logicamente existem seres humanos 100% íntegros, mas estes podem vir a temer represálias daqueles desonestos que vêem seus interesses ameaçados; aliás, já não são assim as coisas?



Uma pergunta: Como a China possui tantas empresas estatais, lucrativas e não corruptas?


Cleidson, trabalho na área e lhe digo que o retorno do PLPT (Luz para Todos) é ínfimo! Some o investimentos das rede de energia (cabos, transformadores, aterramento, etc) e subsídios na conta (muitos consumidores são inadimplentes) e tens a receita do "sucesso".


Permita-me uma parábola:

Um turista tomou um táxi na Itália. O motorista saiu em alta velocidade, cortando por todos os lados. Até que, ao chegar em um cruzamento, freiou violentamente. O passageiro se espantou: "Mas não temos a preferência?" O motorista respondeu: "Signore, preferência não é algo que se tem, é algo que lhe dão. Se não lhe dão, você não tem."

Os funcionários públicos do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul já estão descobrindo que os "direitos" que eles achavam que tinham, eram só direitos que alguém lhes dava. Agora que não estão mais dando, eles não tem mais. O restante do Brasil vai descobrir a mesma coisa em breve.

Você pode aceitar a realidade. Ou pode ficar gritando pelos seus "direitos adquiridos".


Mais um excelente artigo do Leandro, como sempre. No aguardo de uma nova palestra sobre o esse artigo.



Sim, a carestia é, no longo prazo, determinada pela oferta monetária.

Só que há um detalhe crucial: se um governo adotou repentinamente uma restrição monetária, mas, ao mesmo tempo, tem um histórico totalmente inflacionista e também uma retórica inflacionista, isto é fatal: as pessoas seguirão reajustando preços, mas simplesmente não haverá demanda (moeda) para estes novos preços. E aí haverá recessão/depressão até os preços pararem de subir (ou até mesmo cair).

Ou seja: se você pratica restrição monetária, mas estimula as pessoas a seguirem reajustando seus preços (pelos motivos acima), você neutraliza todo o efeito desta restrição monetária. Pior ainda: ao estimular aumento de preços em meio a uma restrição monetária, você desarranja toda a economia.

É claro que chegará um momento em que os formadores de preço perceberão que de nada adianta subir continuar subindo preços. Mas o problema é que, quanto mais tempo demorar para chegar a este ponto, mais a economia ficará atrapalhada.

Por exemplo, no Brasil, o aperto monetário começou no início de 2015. Mas os preços só começaram a parar de subir em setembro de 2016, 21 meses depois. Foi muito tempo. E muito desarranjo neste período.

Caso a equipe econômica fosse a atual já em janeiro de 2015, a depressão certamente seria muito menor.

Este é o ponto.


Não é só nas faculdades públicas... as particulares também estão assim! Tenho colegas da PUC com os mesmos problemas. Isso é devido á interferência do estado no ensino, se você não ensina o que eles querem não tem o reconhecimento do MEC.


Excelente artigo, novamente.

Mas fiquei com uma dúvida. Inflação de preços (ou carestia, se preferir) não é consequência exclusiva do aumento de dinheiro na economia? Se for, me parece que o artigo dá importância exagerada a coisas como a credibilidade da equipe econômica.

Talvez a credibilidade (ou falta de) da equipe possa servir como um catalizador, acelerando ou retardando algum processo, mas se a quantidade de dinheiro na economia está sendo restringida, me parece inevitável que a inflação de preços vai cair.


Creio que a falha não seja o sistema de escolha, mas a forma de como ele é utilizado aqui no Brasil. Um bom exemplo seria a Escandinávia onde é usado praticamente o mesmo sistema e tem uma qualidade de vida melhor, uma economia estável e baixos índices de corrupção.


A esquerda mundial está morta. Refugia-se, atualmente, no terrorismo. Deve ser eliminada.


Concordo que a CLT precisa ser alterada. Mas, isso só pode valer para as novas gerações(respeitando um intervalo, para proteger os antigos e atuais empregados). Os antigos e atuais empregados não podem, em nenhuma hipótese, terem seus direitos afetados por mudanças, sejam elas de mercado, legislativas ou sejam lá quais forem. Do mesmo modo, todos os direitos adquiridos. A partir das novas gerações(pessoas nascidas a partir do ano 2000) as novas regras entrariam em vigor.


A esquerda mundial nasceu morta, continua morta e "insiste em pensar" que não está morta.


A esquerda mundial está morta e enterrada. Só um país atrasado, como o Brasil, para ainda permitir a possibilidade de alguém perder seu tempo pensando em "revoluções" ou "contra-revoluções". O que precisamos é de uma simplificação total no Brasil, respeitando as leis(mas, modificando-as paulatinamente, sem afetar os direitos). Fora, esquerda satânica!


O que o Papa quis dizer foi que ninguém precisa mais de que, por exemplo, no caso brasileiro, o teto do funcionalismo público - que é o subsídio mensal do Ministro do STF (um pouco mais de R$ 30.000,00 por mês) para viver. Assim, seria possível que a remuneração de todos os trabalhadores variasse entre R$ 2.000,00 e R$ 30.000,00). Ele quis dizer que nenhum indivíduo tem o direito de gastar com viagens para Miami, Paris, Dubai, gastar R$ 2.000,00 em uma garrafa de bebida, pagar R$ 2.000,00 por uma noite de sexo enquanto outros milhões de irmãos passam fome.


As correções dos FP já estão menores devido à situação calamitosa do país. Sem contar que você não será cúmplice do roubo e ainda estará ajudando o país (não que essa seja a intenção). Não há nada mais cômico do que FP falando em ética. haha


Achei o artigo sensacional, assim como todos os textos e vídeos do Fernando relacionados à moeda.

Só uma parte do texto que me gerou dúvidas:

"Quanto mais indivíduos aderirem e utilizarem a moeda, maior será sua liquidez. Quanto maior a liquidez, menor tende ser a sua volatilidade e aceitação no mercado."

Faltou uma palavra ali, aparentemente. Quanto maior a liquidez, maior será sua aceitação no mercado, estou errado?


Mais uma obra de arte, caro Leandro. É realmente honroso o trabalho que vocês do IMB fazem. Parabéns e obrigado.


Fato curioso: o município onde minha ex-empresa estava instalada NÃO tinha corpo de bombeiros até 2007. E os bombeiros da cidade vizinha "não estavam autorizados" a ultrapassar a divisa de município, mesmo em caso de emergência.

Têm coisas que só o estado faz por você. Quer dizer, não faz.


Boa tarde! Sabe-se que o direito de transmissão de sons e imagens é uma concessão do poder público, conforme disposto na Constituição. Como seria na visão libertária? Se os detentores do capital quisessem comprar os canais de televisão e manipular a população, transmitir somente pornografia, programa violentos, informações inverídicas para que a população só adquira tais produtos das marcas dominantes e só votar nos candidatos do partido X ou Y? Escrevi uma redação sobre o tema, mas gostaria de saber a opinião, mui respeitosamente, dos nobres liberais.

A televisão, por ser o meio de comunicação mais popular, detém um grande poder quanto à formação da opinião pública. Ao mesmo tempo em que ela informa e amplia conhecimentos, manipula e desinforma. Nesse contexto, indaga-se: é possível utilizar a tevê para construir uma sociedade justa?

Sabe-se que a difusão de sons e imagens ocorre por meio de uma concessão do poder público, conforme preceitua a Constituição. Ocorre que no momento que uma emissora adquire os direitos de transmissão no Brasil, ela fica livre para decidir o conteúdo da programação. Desse modo, a tevê acaba, muitas vezes, servindo de instrumento para manipular a população conforme os interesses dos detentores do poder econômico que dominam a mídia. E essa elite vai se perpetuando no comando do país, seja manipulando a opinião pública ou comprando políticos corruptíveis.

Com efeito, vem se discutindo no Brasil formas de eliminar a influência do capital nas eleições e diminuir os gastos públicos, a fim de que os candidatos mais preparados sejam eleitos. Ora, se a televisão é a mídia mais acessível e trata-se de uma concessão do Estado, por que não fazer as campanhas somente através dela, impondo-se que as emissoras transmitam os programas político-partidários por mais tempo na "telinha," sem nenhum custo adicional para o contribuinte? Nessa linha, embora alguns possam reclamar de uma possível censura, deveria ser criada uma agência reguladora para obrigar também que os canais transmitam programações mais educativas, que incutam no público a consciência social, cívica e patriótica.

Evidencia-se, portanto, que a televisão é um poderoso instrumento para construir uma nação mais virtuosa. Contudo, a população precisa se mobilizar e exigir que o governo regule melhor a concessão para transmissão de sons e imagens, a fim de que ela seja utilizada para beneficiar a sociedade - conforme as propostas supramencionadas -, e não apenas uma casta privilegiada, mantendo a maioria manipulada.



Olha cara, acho muito difícil.
O site é mais sobre economia do que sociedade, e existem algumas divergências entre os libertários e o pessoal um pouco mais conservador.


Quero o bilhão em 1915, sem dúvida alguma. Não teria a tecnologia e os bagulhinhos atuais, mas teria o mais importante: pessoas, muitas pessoas me servindo. Isso é qualidade de vida. Se machucar o pé e morrer, paciência. Afinal, hoje também é possível morrer de causas que no futuro serão facilmente solucionadas.


Vietnã = Ho Chi Minh.

Até mudaram o nome da capital (Saigon) para o nome dele.
Alguns vietnamitas ainda chamam pelo nome Saigon.


Essa recessão se diferencia das demais que o Brasil sofreu por não ter ocorrido a convulsão social, com fome generalizada nas grandes cidades, saques aos supermercados por desempregados famintos, tentativas de suicídio, favelas se formando até debaixo dos viadutos e diáspora brasileira.

Mas, uma coisa é certa: o Brasil não vai suportar mais um longo período de crise política. Isso somado à não-aprovação das reformas trabalhistas e previdenciárias poderão levar o Brasil ao cenário de absoluta dissolução do país tal como foi a URSS em 1991; os movimentos separatistas estão ganhando força silenciosamente e o aprofundamento da depressão fará com que esses movimentos ganhem corpo cada vez mais. O Brasil corre sério risco a médio prazo de entrar no clube dos países extintos, no qual já fazem parte a União Soviética, a Prússia, a Iugoslávia e a Austro-Hungria.


Simplesmente espetacular, são as palavras mais verdadeiras que eu já li.


A se manter tudo como está, o IPCA será sim bem baixo. Mas abaixo do piso (2,50%) é difícil. Muito embora cidades como Goiânia e Curitiba já estejam neste momento com IPCA nesta situação.



Tenho 2 empresas, posso te ajudar recomendando a vc esse livro:

Guia Prático de Formação de Preços: Aspectos mercadológicos, tributários...
Autor: Roberto Assef

Ao menos vc vai ter uma base dos cálculos.

Eu sou formado em Administração de Empresas mas realmente da faculdade não uso nada. Até pq meus professores ou eram politiqueiros petistas, ou estavam envolvido com esquemas do Banestado, ou sempre foram FP e acho que o único que teve empresa privada quebrou 3 empresas.

O que manda mesmo é o dia a dia.

Mas se alguém tiver mais dicas eu também agradeceria.

E quanto a virar FP, muita gente entrou nesse barco e ainda hoje é bem recompensador. Mas eu acredito que algum dia haverá uma correção dos valores pagos a eles, pode até ser causado por inflação descontrolada ou algo assim.