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Últimos comentários


Aí as ratazanas vermelhas vem com a resposta pronta: "ah, mas isso não foi comunismo de verdade".


Seriam os anarco-capitalistas pessoas invejosas de classe politica?

"Apenas para deixar claro, há bons motivos para se indignar com a imoralidade da riqueza injustamente adquirida [como ocorre no Brasil, com os grandes empresários em conluio com o governo]; mas tenhamos em mente que o problema neste caso não é a riqueza em si, mas os meios de sua aquisição (favorecimentos políticos)."

Ora, mas se o socialista acredita que o lucro é imoral, não seria a inveja que motiva sua ira, mas sim o totalitarismo ideológico.



Não vamos generalizar. A inveja é um grande impulsionador do sucesso do capitalismo. Porque existem pessoas mais ricas e bem sucedidas, outras são motivadas pela inveja a trabalhar, empreender e tentar também ser bem sucedido. É quando os já bem sucedidos tentam barrar a ascensão dos invejosos pela via política que a ideologia de esquerda tende a aflorar. Vamos falar bem da inveja e de sua força motivadora.


O ódio vem precedido da inveja e ambos são os combustíveis dos políticos esquerdistas e/ou populistas.

Ódio & Inveja: inerente ao ser humano de alma doente.


No endividamento você está usando de poupança de outra pessoa (ou poupança roubada à força das pessoas via estado). E a poupança foi gerada através de ganhos anteriores (produção).


Melhor ficar quietinho ein Poeta COleridge, teus argumentos foram completamente refutados


Sou agnóstico quanto à moralidade das reservas fracionadas. Como economista, sempre procuro me abster de fazer juízos de valor (esta é a função do filósofo e não do economista).

O que realmente posso dizer como economista é que ao praticaram reservas fracionadas os bancos criam, sim, dinheiro do nado. Mas também digo que não eles criariam dinheiro -- não no volume em que criam hoje -- se não houvesse um Banco Central sempre disponível a injetar dinheiro no sistema bancário e sempre pronto a socorrer os bancos que porventura se tornem insolventes.

De modo que é difícil falar em reservas fracionadas sem reconhecer que quem realmente as causa -- mais ainda: as estimula -- é o Banco Central.

Mesmo raciocínio se aplica aos ciclos econômicos. Reservas fracionárias têm potencial para gerar ciclos econômicos, mas é a existência de um Banco Central -- que provê os bancos continuamente com dinheiro criado do nada -- o que realmente permite a expansão artificial do crédito e leva à criação dos ciclos econômicos. Não houvesse um BC provendo continuamente os bancos com dinheiro, dificilmente haveria ciclos econômicos (pois a prática de reservas fracionadas seria limitada, pelos motivos descritos na palestra).

Portanto, muito mais importantes do que as reservas fracionadas são a manipulação dos juros feita pelo BC e a contínua injeção de dinheiro que este faz no sistema bancário. A manipulação dos juros e a injeção de dinheiro nos bancos são o que realmente permitem a expansão artificial do crédito e provocam os ciclos econômicos.



Não vi nenhuma dessa leva ainda, mas todas as palestras que vi do André Ramos são perfeitas. Ele não deixa sobrar um argumento contrário, ele mata todos.


Existe uma grande distinção entre o que prega uma teoria religiosa do que se evidencia na prática.

No passado durante o período medieval, tal afirmação é válida, uma vez que a Igreja controlova o comportamento coletivo, por meio da coerção social. Coagindo, assim, aqueles que desviavam-se da moral cristã reinante. O erro consiste em pensar que apenas a inveja era o impulso coibido. Cobiça, ganância, ambição e muitos outros impulsos positivos para a evolução economico-social do indivíduo também eram suprimidos pela Igreja Católica. Isso é explicíto tanto no contexto histórico: servos submissos, que podiam ascender, aos seus senhores, quanto na teologia de Aquino que, erigido por Platão, condena tudo aquilo que remonta aos sentidos e aos impulsos e enaltece a razão divina. Todo essa moral enraizada no coletivo só vem a ser modificada com o nascimento de outras doutrinas, que fugiam aos preceitos cristãos, as quais questionavam a Igreja Católica, como o protestantismo e o luteranismo. Protestantismo que teve importante papel no desenvovilmento econômico do Ocidente, conforme defende Weber. No fim, ao inverso da opinião de muitos conservadores e alguns liberais sobre a importância da "moral judaico-cristã" para o estágio atual que vivenciamos, é notório que a Igreja preteriu o nascimento do capitalismo, do mesmo modo que, logo após, denegriu sua existência ao vilipendiar o lucro, a acumulação, etc, como ainda faz até a atualidade.

Não foi o cristianismo que nos trouxe até aqui, mas sim as incontáveis contestações e reformulações a eles direcionadas, bem como a contínua liberdade assegurada ao indivíduo pelo capitalismo.


Leandro, o que você achou dos pontos levantados na palestra do Ulrich? Pensas fazer um artigo debatendo os pontos?


Tocaram no âmago da coisa. Mas isso infelizmente faz parte da natureza humana. Por isso é tão sedutor e arrebata as massas.


Artigo espetacular e de grande importância! O uso político de um sentimento tão poderoso e maléfico é realmente um grande perigo! E quem faz isso é sempre a esquerda, porque inescrupulosa!



Sim. Mas, o pretendente ao financiamento tinha que contar com dois fiadores. Hoje, não é mais preciso de fiadores, e a inadimplência do FIES está em 45%.



Superprodução? Isso não existe. Trata-se de uma teoria completamente sem sentido, que desafia a lógica e o senso de realidade.

Como ocorre uma superprodução do nada? É até possível entender que haja excesso de consumo (basta congelar preços e expandir a oferta monetária), mas excesso de produção de forma generalizada? Produção é uma atividade extremamente complexa e cara. Gerar uma superprodução -- e de maneira generalizada -- seria, acima de tudo, fisicamente impossível. Não haveria recursos para isso. E seria extremamente caro.

E, se há fartura de tudo e todos os preços baixaram, então os custos também baixaram. Inclusive salários. Se está havendo deflação geral de preços, então uma redução nominal de salários também irá ocorrer.

(E seria uma bênção para a população. Haveria bens fartos e baratos para todos.)

No mais, recessões não são causadas por "superprodução", mas sim por investimentos errôneos e insustentáveis -- pela expansão do crédito bancário e pela distorção das taxas de juros --, para os quais nunca houve demanda legítima. Não se trata de um problema de superprodução, mas sim de um problema de capital desviado para aplicações que não são genuinamente demandadas pelo público.

A causa de uma recessão não é uma abundância de bens (consequência de uma superprodução), mas sim a destruição de capital. Recursos escassos foram aplicados em investimentos para as quais não havia demanda. Quando esta falta de demanda se torna patente, o valor destes investimentos cai, e os empreendedores que fizeram tais investimentos se descobrem com um capital valendo bem menos do que imaginavam valer. Aí então começa a recessão, que nada mais é do que o período de reajuste desta estrutura de produção que foi distorcida pela expansão do crédito bancário e pela distorção das taxas de juros.


Artigo sobre isso aplicado ao Brasil:


www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466



No mais, passo a palavra a Ludwig von Mises:

Enquanto um determinado objeto for um bem econômico, e não um "bem não-escasso", obviamente sua oferta não será irrestritamente abundante. Ainda há necessidades não satisfeitas que uma oferta maior desse bem poderia satisfazer. Ainda há pessoas que ficariam contentes se pudessem ter mais desse bem além da quantidade que elas atualmente têm.

Assim, em termos de bens econômicos, nunca poderá haver uma superprodução absoluta. (E a economia lida apenas com bens econômicos, não com bens não-escassos como o ar. Esses não são a finalidade da ação humana e por isso não são produzidos. Ademais, o uso de termos como superprodução ou subprodução, para esses bens, seria algo totalmente sem sentido).

Em relação a bens econômicos, pode haver somente superprodução relativa. Se os consumidores estiverem demandando quantidades definidas de camisas e sapatos, mas os empresários acabarem produzindo uma quantidade maior de sapatos e uma quantidade menor de camisas, isso não caracteriza uma superprodução generalizada de todas as mercadorias. À superprodução de sapatos corresponde uma subprodução de camisas. Consequentemente, o resultado não tem como ser uma depressão geral em todos os setores da economia.

A conseqüência será uma mudança na relação de troca entre sapatos e camisas. Se antes, por exemplo, um par de sapatos podia comprar quatro camisas, agora ele só compra três camisas. Se os negócios estão ruins para os sapateiros, estão bons para aqueles que trabalham no ramo de tecidos. Assim, qualquer tentativa de se explicar depressões econômicas referindo-se a uma suposta superprodução generalizada é falaciosa.

As mercadorias, disse Say, são em última instância pagas não com dinheiro, mas com outras mercadorias. O dinheiro é simplesmente o meio de troca mais comumente utilizado; sua função é apenas intermediar a transação. No final, o que o vendedor quer receber em troca das suas mercadorias vendidas são outras mercadorias.


Artigo estupendo. Jeffrey Tucker sempre manda bem. Se isso acontece nos EUA, imagine no Brasil com PSOL, PCdoB etc. É complicado.


e a crise de super produção fordista? e como os preços vão abaixar quando inventaram o "just time" , a incomeda de carros?


O problema não é o exército, o problema é o povo. Nosso povo adora governo.
Mas se vc montar uma milícia para combater o governo, anunciando que, se vencer, haverá ainda mais governo, há uma boa chance de ter o povo a seu lado.
Você não precisa da Blackwater, precisa de um bom marqueteiro.


Discordo de sua primeira afirmação. O cristianismo sempre condenou e desestimulou a inveja. É claro que ele não conseguiu aboli-la, mas ele sempre restringiu sua expressão.

Ademais, este é exatamente um dos pontos do livro do Schoek. Ele atribui ao cristianismo a façanha de ter suprimido a inveja ao ponto de tornar possível o desenvolvimento e a prosperidade do Ocidente. Ele mostra que nenhuma outra filosofia ou religião teve o mesmo sucesso do cristianismo no combate à inveja.



Ter inveja é um comportamento natural, e é algo que nenhuma religião ou moralidade podem suprimir.

Por isso, o objetivo deve ser o de tornar o esbulho mais difícil e mais perigoso que o trabalho e a produção, de modo que o trabalho e a produção sejam a opção natural de todos.

Esta, aliás, seria a única função do estado. Mas se o estado não consegue fazer nem isso -- ao contrário, ele próprio estimula o esbulho e desencoraja a produção e o trabalho --, então realmente o estado é um mal desnecessário que deve ser abolido.


> "Socialismo significa apenas inveja do dinheiro alheio", Paolo Mantegazza.
> Hazlitt, autor do valioso Economia numa única lição, afirma que o núcleo do marxismo e a sua razão de ser é "o ódio e a inveja doentia do sucesso". Diz mais: "Todo o evangelho de Karl Marx pode ser resumido em duas frases: Odeie o indivíduo mais bem-sucedido do que você. Odeie qualquer pessoa que esteja em melhor situação do que a sua".
> "O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria."», Winston Churchill.


O filósofo austríaco Helmut Schoeck escreveu um brilhante livro sobre o tema, chamado Envy: A Theory of Social Behaviour.

Leitura obrigatória, principalmente para aqueles que acreditam na utopia de que é possível construir uma sociedade igualitária desprovida da inveja. O autor deixa claro, com sólidos argumentos e vasta experiência empírica, que não só é impossível a construção de tal sociedade, como o motivador de seus defensores é muitas vezes a própria inveja.

Segundo o autor: "O desejo utópico por uma sociedade igualitária não pode ter surgido por qualquer outro motivo que não a incapacidade de lidar com a própria inveja".



Toda a filosofia estatista que forma as diretrizes do Ministério da Educação, e que determina o conteúdo dos livros autorizados pelo MEC, promove expressamente as políticas públicas baseadas na inveja, e até mesmo exorta os governos a adotá-las, ensinando às crianças de que isso é o certo.

"Não roubarás -- exceto por meio do voto majoritário". Eis o único mandamento dos progressistas.


Até o feminismo é em última instância inveja, pois almeja derrubar os padrões de beleza (que uma minoria tem), ou seja, incluir padrões de feiura e sujeira como se fosse belo e desejável (até o Pondé escreveu sobre isso em 'A era do ressentimento').

Se alguém é estudioso, vem um esquerdista chama de nerd e tem inveja, manda parar pra ir pra revolution. Se uma mulher quer ser recatada é careta. Trouxeram todos os problemas interpessoais e sexuais pra política pois só assim se coopta os revolucionários (sic), afinal estudar mesmo ninguém quer e quem o faz de verdade não se junta a certos tipos.


Para não assumir o real motivo, dizem que é pela igualdade, pelo bem comum, pela justiça social, para garantir direitos e proteção, mas tudo isso de um certo ponto são motivados pela inveja camuflada de solidariedade estatizada.


Tudo isso que você falou é imaterial. Passa longe da real discussão.

A lei de Say representa simplesmente a realidade que produzimos para poder consumir.

A oferta vem primeiro. A demanda é decorrente dela (o exato oposto do pensamento keynesiano).

Exatamente como seria possível eu demandar algo sem antes ter produzido algo ou ofertado minha mão-de-obra? Somente sendo o beneficiário dos ganhos/poupança de outros, que já auferiram renda em decorrência de terem ofertado sua própria produção.

Sim, sempre e "via de regra", a oferta vem antes da demanda. Para você demandar algo, você tem antes de ter ofertado algo. Se você não tiver ofertado algo, você não terá renda para demandar algo.

Igualmente, para que algo possa ser consumido, este algo tem antes de ter sido produzido e ofertado. Como você vai demandar algo que não existe e não está sendo ofertado?

De novo, pela terceira vez: quando se diz que a oferta cria a demanda significa que a venda de bens ou de mão-de-obra (oferta) gera poder de compra (demanda) para essa pessoa. Se ela vai usar esse poder de compra ou "entesourar", isso é completamente imaterial.

O fato é que, para você demandar, você tem antes de ofertar. É a oferta que cria seu poder de compra (demanda). Esse é o ponto.

Portanto, sim, a oferta tem necessariamente de vir antes da demanda. Sempre. Via de regra.

Agora, a intervenção estatal sobre a moeda e o mercado de crédito complica a questão, pois a expansão monetária feita pelo estado (via Banco Central) passa ser vista como substituta da produção genuína que ocorre no mercado. Só que algo que representa uma produção futura -- o endividamento -- não é o mesmo que a própria produção. Quando o crédito passa a ser utilizado para representar "demanda", ele é apenas uma promessa de uma produção futura. Na prática, ele traz a demanda do futuro para o presente.

A noção de que o governo pode "criar" demanda é falsa, uma vez que a demanda -- em virtude da Lei de Say -- não pode existir independentemente da oferta. Quer aumentar a demanda? Aumente a produção desejada pelos consumidores, e coloque à venda. No momento em que vender, será criada nova capacidade de demanda para o produtor/vendedor, permitindo que ele se torne um comprador/consumidor.

Ao tributar e ao manter os preços artificialmente ou arbitrariamente elevados por meio de regulações -- especialmente encargos sociais e trabalhistas, e também tarifas de importações ou agências reguladoras que cartelizam o mercado --, o governo está restringindo a liberdade das pessoas de produzir, desta forma restringindo os indivíduos de gerar sua própria capacidade de demanda. Ao fazer uma expansão monetária e do crédito, o governo piora ainda mais a situação, pois está também diluindo o poder de compra daqueles que trabalham, produzem, vendem e ofertam.


Recomendo este artigo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2636


MÁXIMAS E MÍNIMAS SOBRE A INVEJA
fonte:contraimpugnantes.blogspot.com.br, "Sidney Silveira"

* A inveja nunca morre de cansaço.
* O invejoso adora com fervor a mediocridade alheia.
* Não há redenção na inveja.
* A mais pequenina e silenciosa das invejas é um ato de fúria.
* O invejoso é o pior intérprete da realidade.
* A inveja é o mais desastroso equívoco das pessoas que não sabem amar.
* O invejoso precisa de uma teoria que o justifique.
* O manipulador usa a inveja alheia em benefício próprio.
* Toda inveja é um sistema de autojustificativas.
* O invejoso é imoralmente apegado a detalhes.
* A inveja é a derrota da inteligência para uma vontade hipertrofiada.
* A inveja não é fruto do acaso.
* Toda inveja é uma ambição desmedida.
* Pior que a inveja só o contorcionismo intelectual de justificá-la.
* Ninguém tem pendor natural à inveja.
* O invejoso tem na própria inveja o seu castigo.
* Não há inveja que não nasça duma mentira.
* Verdadeiro milagre é um invejoso arrepender-se.
* Desobedecer o quanto puder, eis o ofício do invejoso.
* A inveja política é um disfarce da inveja filosófica.
* As maiores invejas são um primor de sofisticação.
* Ama de todo o coração, e serás invejado com fúria.
* A pior das afrontas para o invejoso é a bondade alheia.
* Excesso de sarcasmo é sintoma de inveja.
* O silêncio do invejoso fala.
* O ódio é a sinceridade do invejoso.
* Inveja é o nome multissecular da egolatria.
* A futilidade é irmã caçula da inveja.


"O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós." > conservadores.com.br/o-anticomunismo-de-fernando-pessoa/

"Eu me pergunto sempre: "Quais são as pessoas que curtem a esquerda e, em espécie, o comunismo?" Geralmente os fracassados, aqueles que nunca iriam conseguir chegar onde sonhavam sem a ajuda de uma corrente política que precisa de acólitos. Tem gente que trabalha, estuda e ganha uma fortuna no meu pais. Esses geralmente, nem querem saber de política, na verdade não tem tempo para isso. Assim como tem gente que, não importa em que sistema eles viveriam, sempre vão se constituir no lixo da sociedade: alcoólatras sonhadores, preguiçosos, ladrões, bandidos. Toda essa a última categoria é o grosso do que se chama de "turma proletária*" mas não tem nada a ver com proletariado. É, na verdade, o esgoto da sociedade, a sujeira que fede de qualquer jeito à pobreza, ao medo e à covardia." > minutoprodutivo.com/internacional/entrevista-medico-romeno-conta-como-era-viver-num-pais-socialista

"Porém o suprassumo da cretinice é contestar a fidelidade de Lula ao comunismo mediante a alegação de que é um larápio, um corrupto. Qual grande líder comunista não o foi? Qual não viver como um nababo enquanto seu povo comia ratos? Qual partido comunista subiu ao poder sem propinas, sem desvio de dinheiro público, sem negócios escusos, sem roubo e chantagem?" > www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/el_mayor


Não precisa ser politicamente correto, caro Thiago. Não se trata de um em específico, mas de TODOS os partidinhos sinistros. Enumero alguns aqui porque odeio politicamente correto: PT, PSOL, PCdoB, PSTU, PCO, etc. Todos estes pregam o ódio, contendas e "nós contra eles". Resumindo: são verdadeiros VERMES!


O Gabriel tem um bom ponto, que acho que Dornelles não está entendendo

Dizer que a oferta antecede a demanda pode levar a aberrações como produzir algo em série que ninguém queira consumir

É lógico que demanda artificial é o pior dos venenos. Nem se discute. Mas deve haver uma demanda mínima para que o produtor saiba o que produzir. Afinal, em pesquisa de mercado, os dados obtidos não saem do nada. Pesquisa de mercado é igual a pesquisa de demanda

Tudo isso, se não estamos confundindo o significado do termo "demanda"


Decorre exatamente deste sentimento a estratégia esquerdista de colocar "nós contra eles". Esse separatismo implantado no Brasil é peçonhento e é o combustível do projeto de poder dos partidos de esquerda (de um partido em específico, pra falar a verdade...)



O concorde faliu por que era demasiado caro.

Com as crises do petróleo (ou da Opep), o famoso jato passou a queimar além de querosene de aviação, impostos dos contribuintes, já que British Airways e Air France eram parcialmente estatais.

Sem contar o fato de a adoção de aviões (boeing 767 e airbus a340) de tripla fileira de assentos passíveis de fazer voos intercontinentais, demonstrou como o concorde era perdulário.



Isso é verdade. Nessa parte o Pinochet foi implacável. Agora para passar essas reformas... isso se elas forem propostas, porque a constituição e os parasitas da esquerda (pode ter da direita também, dependendo do caso) que integram câmara, senado e congresso atrapalham tudo.



Toda essa discussão não serve para nada, enquanto o governo não for boicotado.

Nada adianta a população ser honesta, se os juízes são corruptos.

Não é falta de ética ignorar o estado. Se o governo engana, mente, rouba e confisca sem a mínima satisfação, ignorar o governo é motivo de sobrevivência.

A questão é simples. Os fiscalizadores do governo tem medo, são corruptos ou estão sossegados com a estabilidade no emprego.

Todos os tribunais de contas do governo não tem poder para punir. Os tribunais de contas são todos indicados por políticos.

O estado é composto por juízes que não julgam, médicos que não curam, professores que não ensinam, policiais que não prendem, etc.

Enfim, somos livres...


O Ulrich não se limitou a dizer que não são fraude. Ele disse, ainda, mais duas coisas: que não são inflacionárias e que não causam os ciclos econômicos.


Não sei qual a surpresa. Milico brasileiro também fez a escolinha como qualquer outro esquerdista do DCE.

Aliás, Ciro Gomes e os Petistas devem sentir inveja do que os militares fizeram com o Brasil na década de 70 e 80.



"A descentralização não vai levar a uma revolução. A descentralização vai levar à secessão. Refiro-me a uma secessão ao estilo de Gandhi. Refiro-me à retirada do apoio."

Legal! Agora "só falta combinar com os russos"!

Os métodos do esquerdista Gandhi podem talvez funcionar razoavelmente bem contra um lorde inglês, mas não são muito efetivos quando se lida com um Führer nazista.

Sorry...

* * *



Em um primeiro momento imaginei que fosse um artigo satírico.

Claro que, com suficiente minimização do Estado, este problema se tornaria cada vez menos importante a ponto das eleições municipais serem mais preciosas do que as presidenciais.

* * *



Conhecer o suficiente antes de investir, sempre agir com equilíbrio e bom senso - as mesmas medidas necessárias diante de qualquer decisão econômica importante.

* * *




Como provavelmente estariam os Odebrechts, Eikes e Joesleys se após o governo FHC o Brasil tivesse escolhido a liberalização da economia e a redução do Estado?

Nada melhor para os super-ricos do que um governo de esquerda.

* * *


Prezado Fernando Ulrich,

Sua palestra foi muito instigante. E sobre ela que desejo expor o que segue:

Pelo que compreendi, você acredita que o descasamento entre os vencimentos dos ativos e passivos do bancos são a causa dos ciclos econômicos e não as reservas fracionárias - como acreditam os austríacos Mises e Rothbard, por exemplo.

Assim, de nada adiantaria, segundo seu raciocínio, "impor" 100% de reservas bancárias, pois não evitaria a iliquidez do sistema - iliquidez no sentido que você expôs na palestra.

Continuando, novamente pelo que compreendi, somente - ou principalmente - a abolição do banco central e da moeda de curso forçada diminuiria o descasamento dos ativos bancários, pois os banqueiros seriam muito mais prudentes sem a certeza do prestamista de última instância - o banco central.

Dito isso, não consegui entender a relação direta do descasamento dos ativos bancários com a ocorrência dos ciclos econômicos. Não seria esse descasamento uma consequência das reservas fracionárias ao invés de ser a causa dos ciclos econômicos? A iliquidez do descasamento dos ativos e passivos não seria também uma consequência das reservas fracionárias?

Ligar o descasamento dos ativos e passivos dos bancos à ocorrência dos ciclos econômicos retira o excesso de moeda criada pelas reservas fracionárias do núcleo central da teoria. Como entender então os investimentos errôneos feitos pelos empreendedores, pois a teoria diz que o aumento artificial da oferta monetária - através das reservas - causa um aumento artificial da renda e, consequentemente, um aumento artificial do consumo.

Desta forma, como o descasamento em questão causaria os ciclos econômicos?

Obrigado antecipadamente.


Pobre Paulista

Eu até gosto dos conteúdos que não envolvem economia diretamente, mas quando eles passam a falar sobre isso é uma ignorância profunda. Na matéria "Você está por dentro da PEC241?", existe um gráfico que mostra o gasto do governo em 2014, se você somar todos eles dão 100% do orçamento, sendo que o maior gasto do governo no gráfico é o juros e amortização da dívida que dá uma porcentagem de 45,1% do orçamento do governo, isso deixa a entender que o governo se financia apenas com os impostos, eu acho que esse pessoal nunca ouviu falar em superávit primário, déficit primário e superávit nominal não. O governo desde 2014 está tendo déficit primário, nem a economia para pagar os juros o governo está conseguindo, consequência disso é a emissão de títulos para pagar a dívida, ou seja, fazendo dívida para pagar outra dívida. E o pior é ainda colocar um vídeo do Ciro Gomes que eu mesmo não cheguei a ver, já sei exatamente o que ele irá dizer, "rentismo", "especulação internacional" e blá blá blá.
Tem horas que dá vontade mesmo de bater peito e defender o calote da dívida, assim o governo não teria mais credibilidade para pegar empréstimos com os bancos, a falência do governo é iminente nesse cenário, assim conseguiríamos restringir sua maximização.
E ainda tem as demais matérias que são ainda mais "impressionantes".

Em pouco tempo que eu passo lendo matérias naquele blog, percebe-se que a maioria deles são nacionalistas, é claro que existem alguns esquerdistas ali, mas acredito que são uma minoria. O regime preferido deles é o "administrado" pelo Sr. Czar(Putin), a Rússia para eles é o paraíso anti-nom, onde o nacionalismo impera o cenário sócio-econômico do país, com isso o povo ficar a mercê da plutocracia nacional em detrimento do desenvolvimento que poderiam ter se a economia fosse mais live. É só ver o desenvolvimento da Rússia comparando com outros da região, tudo é ultrapassado desde geladeiras até carros, mas o nacionalismo é mais importante do que o desenvolvimento devem dizer eles. Não é de se espantar que os oligarcas que ganhem dinheiro na Rússia enviem seus dólares para a Suíça, Londres e Panamá e depois ainda querem pregar que o monopólio só acontece no livre mercado.
Falando mais sobre o livre mercado, deve ter inúmeras matérias falando sobre o controle financeiro mundial, mas não devem falar que os bancos eram resgatados pelo governo americano ao invés de deixarem falir como deveria ser em um livre mercado, e ainda eles têm a coragem de baterem peito e afirmarem que o controle financeiro mundial só se dá através do livre mercado. Pode isso Arnaldo? O lucro é certo e o risco é nulo em um cenário desse, isso me lembra do filme "A grande aposta", no final o Mark Baum(Steve Carrel) diz que os bancos sabiam que seriam socorridos pelo governo americano em um cenário de crise financeira e isso acabou se concretizando. Como isso pode-se chamar de livre mercado? Ou é burrice econômica ou é desonestidade intelectual.


Sei lá, acho às vezes que a esquerda se passa por conservadores pra dividir. Não é possível. Fica a dúvida porque militares, que se dizem conversadores, realmente são intervencionistas, não muito de diferentes de PT e cia em matéria econômica.


Não que altera. Dizer não ser crime não significa que reservas fracionárias são boas. Seus efeitos nocivos são uma consequência amplificada de uma emissão monopolista de moeda.


Aqui no Brasil, a maioria dos conspiracionistas sempre tiveram a mentalidade típica de Vargas e Brizola de ser contra o "Entreguismo".

Era pura questão de tempo para caírem de vez no Socialismo.






Os EUA estão em uma bolha keynesiana há décadas... os presidentes basicamente só vão empurrando com a barriga (está resistindo porque o país é muito rico e o padrão de vida deles é alto). Por isso que o crescimento está estagnado. E se estourar no Trump, é certo que nas próximas eleições muitos eleitores idiotas vão votar em um socialista do tipo de um Bernie Sanders.

E claro, o Donald aparentemente não vai fazer a lição de casa em cortar gastos e impostos. Vai cortar de um e aumentar de outro, basicamente do jeito Dilma.


"Política se adapta às realidades sociais que já existem. Se você quer liberdade, você deve criá-lo primeiro como um movimento social, cultural e intelectual. É de onde vem o trabalho duro, e é justamente onde as pessoas tendem a vacilar. Em vez disso, elas sonham que o mundo lhes conceda a liberdade, mas isso nunca acontece.

Mas no Brasil, encontra-se outra determinação, moral e intelectual e paixão para viver o sonho que você queremos ver no mundo. Os organizadores do fórum da liberdade fazem isso a trinta anos. Só agora é que se tornou evidente: criou-se uma espécie de nação em nação, como uma fonte de inspiração para todo o país. E agora se tornou um presente para o mundo."

Esse é o depoimento de Jeffrey A. Tucker depois de palestrar no Fórum da Liberdade em Porto Alegre. O original está aqui em inglês:

https://www.facebook.com/jeffreytucker.official/posts/1439652892740346


Se o governo não consegue ensinar ba be bi bo bu e da de di do du para as crianças, como eles querem administrar a vida de milhares de pessoas ?


Meus Zeus do Olimpo, só eu percebi que ele foi irônico?


Mas ele é claro ao dizer no texto que realmente não faz parte; tanto é que o Sapiens vivia para si e por si eque se danasse o resto; foi a circunstância coercitiva que criou esse hábito que "solidariedade" e igualitarismo e ao longo do tempo isto foi se tornando certo e moralmente imposto.



Prezados, muito importante a iniciativa de realizar eventos onde os ideais liberais sejam apresentados, difundidos e defendidos. Assisti aos vídeos e fiquei realmente impressionado, lembrando-me, por diversas vezes, das lições de Mises, Hayek e demais.
Mas apresento aqui minhas sinceras reservas quanto à apresentação realizada por Rodrigo Saraiva Marinho, em que tratou do fim da "justiça do trabalho" (nem as iniciais maiúsculas se preocupou em usar).
Sou juiz do trabalho desde 1999, e não vi, nas palavras desse apresentador, qualquer fato que diga respeito ao meu dia a dia de trabalho, e a de muitos colegas meus.
Sei - é claro - que decisões absurdas e surreais são muitas vezes tomadas, não poderia negar, e sou totalmente contra elas! Mas daí generalizar, como ocorreu na apresentação - a própria forma da apresentação do professor leva à caricaturização da instituição - e se propor o fim da justiça laboral vai uma distância muito grande.
Há abusos ocorrendo na atuação da Justiça do trabalho? Sim, muitos e muitos. Mas não podemos jogar a criança fora junto com a água suja.
E se, ao invés de se propor a extinção da mesma, esse Instituto procedesse a debates (e não apresentação de palestras individuais) acerca do papel a ser por ela exercido, apresentando críticas à sua atuação e as melhorias por que deveria ela passar, inclusive convidando representantes da mesma que tenham essa (ao meu ver surreal) "visão social"? E se o Instituto Mises procedesse a publicações nas revistas dos 24 tribunais trabalhistas brasileiros, mostrando os inconvenientes que muitas posturas adotadas por juízes acarretam à economia?
A Justiça do Trabalho é um órgão do Judiciário. Em minhas atividades diárias sou um juiz, não sou advogado de quem quer que seja (empregado ou empregador), nem legislador para criar direitos para uns e obrigações para outros: a mim cabe aplicar a lei ao conflito de interesses que me é apresentado. Justamente por ter essa postura creio ser bem reconhecido por aqueles que se submeteram ao meu entendimento - sejam empregados, sejam empregadores. Discordo totalmente do chamado "ativismo judiciário", por entender que isso invade competência constitucionalmente atribuída ao Legislativo.
Em suma, proponho aqui a realização de debates sobre esse tema, sobretudo porque é sempre interessante "ouvir a outra parte", seja para dela discordar ou concordar. Isso, a meu ver, não prejudicaria as teses defendidas por esse Instituto, mas poderia, em verdade, começar a provocar uma reflexão mais crítica a juízes, desembargadores e ministros trabalhistas, muitos dos quais, infelizmente, e em face de uma visão totalmente errada do que sejam as relações trabalhistas no século XXI, ainda acham que o empregado deve ser sempre "protegido" contra o empregador, seu algoz (mas sem o qual o empregado não teria emprego...)

Parabéns, novamente, pela iniciativa.


O tema do Fernando Ulrich sem dúvida é o mais importante e que merece atenção e estudo aprofundado.

Altera toda a teoria monetária austríaca.

Fica aí uma dica para os estudantes de economia.


Não consegui compreender por que o Ulrich acha que recessão gera pressões deflacionárias. Ainda mais no caso brasileiro, onde há uma tremenda capacidade ociosa.

Acho até que o argumento faria sentido em um cenário de guerra, onde parques industriais fossem destruídos e a capacidade de produção fosse de fato reduzida, mas, no caso brasileiro recente, ao meu ver, a recessão gera pressões deflacionárias.


Companheiros do IMB, existe algum país no mundo que adota um modelo de educação desestatizado?


Cuba não tem nenhuma significante atividade econômica, científica, comercial, mineral, etc. Afora grandes negociatas, como a DOAÇÃO de centenas de milhões de dólares do BNDES, país algum precisa de Cuba, para nada. Após as grandes negociatas, o maior negócio de Cuba é a produção de açúcar, que perde em tamanho, para nosso Estado de Alagoas. Todo o PIB de Cuba não chega a um quarto do PIB da cidade de Santiago, no Chile. Dei-me um aliado de Cuba e eu lhe darei um país pobre e uma cleptocracia. Exemplos: Bolívia, Brasil, Venezuela, etc.
"O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós." > conservadores.com.br/o-anticomunismo-de-fernando-pessoa/

"Eu me pergunto sempre: "Quais são as pessoas que curtem a esquerda e, em espécie, o comunismo?" Geralmente os fracassados, aqueles que nunca iriam conseguir chegar onde sonhavam sem a ajuda de uma corrente política que precisa de acólitos. Tem gente que trabalha, estuda e ganha uma fortuna no meu pais. Esses geralmente, nem querem saber de política, na verdade não tem tempo para isso. Assim como tem gente que, não importa em que sistema eles viveriam, sempre vão se constituir no lixo da sociedade: alcoólatras sonhadores, preguiçosos, ladrões, bandidos. Toda essa a última categoria é o grosso do que se chama de "turma proletária*" mas não tem nada a ver com proletariado. É, na verdade, o esgoto da sociedade, a sujeira que fede de qualquer jeito à pobreza, ao medo e à covardia." > minutoprodutivo.com/internacional/entrevista-medico-romeno-conta-como-era-viver-num-pais-socialista

"Porém o suprassumo da cretinice é contestar a fidelidade de Lula ao comunismo mediante a alegação de que é um larápio, um corrupto. Qual grande líder comunista não o foi? Qual não viver como um nababo enquanto seu povo comia ratos? Qual partido comunista subiu ao poder sem propinas, sem desvio de dinheiro público, sem negócios escusos, sem roubo e chantagem?" > www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/el_mayor




A criação é a fonte de riqueza. Criar as condições para que empreendedores possam criar riqueza. Criar as condições para que todos possam poupar o suficiente para financiar a criação e consumi-la.


Por outro lado, anos atrás, quando as UPPs no Rio ainda davam relativamente certo, estive em uma rodada de palestras sobre abertura de empresas e empreendedorismo onde teve participação majoritária de moradores de favelas "pacificadas" que estavam abrindo ou querendo abrir o próprio negócio. Até hoje converso com dois deles, é praticamente todas as dificuldades que eles possuem são geradas direta ou indiretamente pelo Estado. São pessoas que tem nítido interesse de crescer pelo trabalho, e não continuar pobre "encostado" pelo INSS.

Infelizmente, o estado grande tenta fazer de tudo para impedir, querendo os manter sobre o espírito do paternalismo - que é justamente o que cria este comodismo da dependência estatal (o "encostado").


Os pobres sempre entraram como "minorias" na narrativa da esquerda. Até criaram a retórica de que minoria não é numérica, mas sim representativa e de empoderamento.

O que a esquerda está fazendo diante este resultado é dizer que se distanciou da pobreza, e que estes não tem consciência que estão defendendo o discurso do opressor, que os massacra via "grande mídia". O cinismo e o modus operandi de acusar os outros do que eles fazem (quem quer dominar e oprimir os pobres são os marxistas) continua o mesmo!


Poderiam escrever um artigo resposta a este: A falsa soberania do consumidor no mercado capitalista e o fetichismo da publicidade - revistaespacoetica.com.br/2015/01/15/a-falsa-soberania-do-consumidor-no-mercado-capitalista-e-o-fetichismo-da-publicidade/


Boa tarde Andre,

Adorei sua resposta, muito bem articulada e desenvolvida. A intencao da minha contestacao ao artigo, artigo que de fato eu gostei, tanto que eu curti com 5 estrelinhas, era justamente provocar uma discusao como esta.

Contudo, tenho que discordar de sua replica as letras a) e b) e fazer um concessao quanto a letra c). E o motivo disso, segue abaixo.

a) A populacao de Mariana esta sim mais rica agora. Mais rica que antes do desastre... acho que nao, mas com certeza mais rica do que depois do desastre e depois da destruicao da cidade. Por exemplo: Imagine uma padaria em Mariana antes do desastre. Essa padaria consumia e produzia bens. Fazia parte do PIB de Mariana, assim como outros comercios que la existiam (os quais produziam e consumiam bens). De um dia para o outro a padaria deixou de existir. Qual e a producao e o consumo da padaria depois do desastre? zero. Ela nao existe mais, nao consome mais, nao produz mais. Mais depois de reconstruida, agora sim, voltamos ao estatus quo ante. Nesse sentido, com certeza Mariana esta mais rica do que depois do desastre. Igualmente, tambem tenho certeza que a regiao ou o pais esta mais pobre, visto que os gastos para reconstruir Mariana poderiam ter sido alocados para gerar riqueza em outra area do pais, mas tiveram que ser alocados para reconstruir a cidade de Mariana. Assim, macroeconomicamente falando o pais empobreceu. Microeconomicamente falando, Mariana esta mais rica agora do que logo depois do desastre (tenho certeza que a gente concorda nesse ponto) (so nao entendi o que Mariana tem a ver com consumo sem inflacao, o que eu quis dizer como consumo sem inflacao, o qual gera riqueza, significa dizer dizer que o empresario esta reinvestindo na producao ao inves de aumentar o preco dos produtos, nada mais, nada menos. Isso pode acontecer quando existe uma mudanca na taxa de poupanca, por exemplo de 0,5% para 0,4% da renda. Quando isso acontence, pode causar inflacao, mas se nao causar, significa que o empresario reinvestiu na producao inves de aumentar o preco dos produtos).


b) Agora vem a parte tensaaaa. Acho que tu nao entendeste o que eu falei na letra b. Mas nao e tua culpa, eu comi mil teorias economicas ali e nao deixei claro. Mas primeiro de tudo, concordo contigo em relacao aos problemas que existem em "injetar" dinheiro pela otica da demanda e deixar de lado a otica da oferta (e em nem um momento falei para injetar dinheiro pela otica da demanda, pois eu to considerando que tanto o empresario (atraveis de investimentos) como o consumidor consomem). Contudo, se tu investes no mercado de acoes, tu ja deve ter percebido como o mercado e mais sensivel, psicologicamente, do que a gente aprente em sala de aula ou nos livros. E esse e o problema. Por exempo, a taxa de poupanca (salving rates) no Brasil e diferente que na franca, que e diferente que nos USA, que e diferente dos Japao. O japao, so para se ter uma nocao, nao sabe mais o que fazer para fazer a populacao consumir. Eles botaram uma taxa de juros negativa (que era para ter efeito tanto no empresario - investir mais- quanto no "consumidor" – consumir mais e pagar juros tendendo a zero), so que o consumidor nao quer consumir e, evidentemente, o empresario nao vai investir sabendo que a predisposicao do consumidor, em consumir, esta baixa. A predisposicao em consumir e uma fator psicologico (Por exemplo, se eu acho que o pais vai entrar em crise ano que vem, eu comeco a poupar 0,5% da minha renda inves de 0,2%), e ao mesmo tempo, o empresario, se ele escuta que o consumidor esta tremendo nesse sentido, pode apostar, ele nao vai reivestir na producao, pior, ele vai alavancar o caixa dele com medo do futuro. O que acontece nesse momento e uma alavancagem da poupanca (e a riqueza parada.... e a mesma coisa que nada). E um ciclo psicologico de decrescimento economico, Keynes esta certo nesse sentido, porque ele esta sendo bem pragmatico em dizer que as vezes e necessario um empurraozinho (um incentivo) na demanda).


c) Mais uma vez concordo contigo dos problemas em relacao a incentivar a demanda. Tu falou da minha casa minha bosta. Eu falo da crise das hipoteca nos EUA, que tem origens em subsidios do governo Americano na aquisicao de casas e nao tiveram um resultado muito agravadel (criou uma hiper distorcao no mercado). Contudo, mais uma vez, quando eu digo que o consumo e base do UNIVERSO ECONOMICO, eu nao quero dizer para injetar dinheiro na otica da demanda, o que eu to querendo dizer e que a riqueza acumulada deve tender a zero (isso pode ser feito pela acao do empresario em consumir: investindo na producao e diminuindo o preco dos produtos -aumentando a utilidade pelo preco baixo e aumentando o consumo- ou criando novos produtos - criando uma nova utilizadade que afete o consumidor e faca como que ele deixe de poupar para consumir) (ou pode ser feito pela acao individual do consumidor: aumento da predisposicao em consumo, sei la, de 0,5% para 0,8%, que pode acontecer mesmo sem as acoes privadas do empresario em fazer o consumidor consumir mais). Para que isso aconteca, tanto o lado da oferta como o lado da demanda devem estar em sintonia. Nao e uma questao de que a otica da demanda esta mais certa do que a otica da oferta, ou a otica da oferta esta mais certa que a otica da demanda. Embora eu concorde que os incentivos pela otica da oferta devem ser maiores que os incentivos pela otica da demanda (a) por causa que as pessoas sao risk averse, logo empreendedores sao tipo "agulhas em um palheiro"; b) quanto mais empreendedores maior o "tamanho da torta" – nao sei se tu sabe o que essa expressao significa, se nao sabes, olha rend-seeking activities v. production activities; c) eles sao a base da economia, pois eles criam tanto os bens que consumimos todos os dias como os empregos), um incentivo errado no lado da oferta pode causar moral hazard, e um incentivo errado pela otica da demanda pode causar um endividamento brutal do consumidor. Nao tem um lado certo e errado, o lado certo e uma politica economica que gere riqueza e aumente o PIB (fomentando tanto o consumo do empresario - atraves dos investimentos- como o consumo do consumidor - pela renda), pois quando maior o PIB (embora alguem possa dizer que nao e bem assim...mas nao quero entrar nesses detalhes), melhor e a qualidade de vida das pessoas.




Bruno, o vídeo não deixa claro se o barulho do Concorde não é comparável ao de um Boeing 747. A localidade aparenta estar bastante próxima do aeroporto.
No mais, você não estava falando do barulho do Concorde por ele ser supersônico? No seu vídeo, o avião está claramente decolando e, portanto, muito abaixo da velocidade do som. Aliás, como o Ex-microempresario corretamente apontou, tal problema somente ocorria sobre o mar, quando o avião viajava acima de Mach 1.
Ex-microempresario, não é vedade que o sonic boom é gerado somente quando se quebra a barreira do som:
How come sonic booms only occur once at the speed of sound and not multiple times?
Is a sonic boom a one-time bang or a continuous noise?



Notei certo desdenho quando ele (SP) falou sobre o seu comentário André, dando uma força ao Desempregado
Ora, caso o caro tivesse capacidade mínima de interpretação, notaria a seguinte passagem:

desdenham do valor salarial que você aceitaria para se recolocar no mercado e seu desejo de levar uma vida comum nas terras em que foi criado.

Pois bem, não desdenhei do valor salarial de ninguém, até porque não faço ideia de qual o custo de vida e o salário mínimo atuais no Brasil. Apenas inferi, segundo o comentário do André, que R$4.000,00 seriam pouco para alguém com a qualificação apontada por ele.
Também não desdenhei especificamente do Desempregado por ele querer continuar no Brasil, já que ele nunca escreveu se gostaria ou não de deixar o país. O "seu desejo de levar uma vida comum nas terras em que foi criado" saiu inteiramente da cabeça do Andre.

o certo é, esses comentários dele, o São Paulo, não servem para porra nenhuma
Poderia apontar o que há de errado nos meus comentários?
Somente apontei os fatos. Se alguém não ganha bem, ou é porque não produz o suficiente, ou não o deixam produzir.
Pode apontar outra alternativa? Já sei! São os empresários malvadões!
E, sim, acho que profissionais competentes não devem se sujeitar a serem feitos de escravos. Muito melhor mudar de país, se não é lhe dado o devido valor. Ou é melhor para ele ficar desempregado, aguardando a economia do país finalmente deslanchar? Já vi esse filme brasileiro e conheço muito bem o final...

Aliás, pessoas muito próximas a mim estão há mais de um ano desempregadas, e loucas pra deixar o país, mas infelizmente sem a qualificação necessária. Só me resta lhes ajudar no que posso.
E tudo gracas aos brasileiros que insistem em eleger Lulas, Dilmas e Temers da vida. Então, sim, acho loucura continuar neste manicômio.

Agora alguém aconselhando um cubano a deixar Cuba na era pré Fidel estaria desdenhando do "seu desejo de levar uma vida comum nas terras em que foi criado."
Alguém aconselhando um judeu a deixar a Alemanha na era pré Terceiro Reich estaria desdenhando do "seu desejo de levar uma vida comum nas terras em que foi criado."
Alguém aconselhando um venezuelano a deixar a Venezuela atual estaria desdenhando do "seu desejo de levar uma vida comum nas terras em que foi criado."
Ora, faça-me o favor! Quanta idiotice.

mais parece um blá blá blá que ninguém deu valor, é hilario (rsrsrss). - Chateado ele? Ah desculpa, ele está no Chile.
Bem, acho que você deu valor, já que se deu ao trabalho de comentar...
E de onde foi que você tirou que eu moro no Chile, seu maluco?
Realmente, sua capacidade de interpretação é precária.


Você esqueceu de um simples, mas importante, detalhe: o médico tambem tem a liberdade de fazer o que quiser com o corpo dele. E para operar ele usa o corpo dele, mais precisamente as mãos. Logo, ele tem a liberdade de recusar o pedido do indivíduo de acordo com este princípio.

Se o cara que quer ser operado ainda desejar, procure outros.


Difícil mesmo aguardar uma mudança dessas, especialmente quando muitos creem que os indicadores econômicos, taxa selic, IPCA, estão indicando melhoras na economia brasileira. :/


Desenvolver um aplicativo para smartphones não exige quase nada além de inteligência e conhecimentos técnicos que estão disponíveis (gratuitamente) na internet.

Aliás, eu confesso que esperava que um monte de "genéricos do uber" fossem surgir em uma escala local.


"...a vida, a integridade, a liberdade, a moral e a honra da pessoa..."

Para ficar igualzinho à nossa bela constituição, faltou a "dignidade".

Com base nisso, dá para justificar tudo. Aliás, me entregue 20% dos teus rendimentos porque eu não pude comprar champagne francês este mês e beber espumante nacional fere minha integridade, minha honra e minha dignidade enquanto pessoa humana.


Além do comentário extremamente completo (e arrasador) do Mattos, preciso apenas fazer uma observação adicional sobre este ponto:

"bancos então nem se fala, ficar meia hora na fila é normal"

1) Quem vai pra fila de banco é otário. Hoje, dá pra fazer absolutamente tudo pela internet, inclusive depositar cheques. Tudo sem sair de casa. Os bancos menores oferecem esses serviços. Mas o brasileiro, em vez de privilegiar a concorrência oferecida pelos pequenos bancos, adora ser maltratado pelos bancões. Então realmente merecem.

2) Pior: ao mesmo tempo em que privilegiam os bancões e desprezam os ótimos serviços oferecidos pelos pequenos (que não cobram nenhuma taxa), o brasileiro reclama dos serviços ruins oferecidos pelos grandes. Taí um caso de dissonância cognitiva.

3) Mas, ainda assim, irei fazer uma pequena defesa dos bancões, pois sou ético. Sabe por que os serviços são ruins? Porque seus funcionários não podem ser substituídos por máquinas. E por que não podem? Porque o governo, em conluio com os sindicatos da categoria, não deixa. Um funcionário do Itaú e do Bradesco é praticamente tão estável quanto um da Caixa e do BB. Por que um caixa de banco seria eficiente se ele sabe que seu emprego não pode ser substituído por uma máquina?


Ué, e você já parou pra pesquisar por que estas não funcionam bem?

Dica: todas elas -- absolutamente todas elas, sem exceção -- operam em mercados protegidos e regulados pelo governo.

Empresas privadas que operam dentro de uma reserva de mercado protegida pelo governo, recebendo subsídios com os impostos dos cidadãos, sendo protegidas da concorrência interna por agências reguladoras e sendo protegidas da concorrência estrangeira por tarifas de importação, não têm nenhum incentivo para ser eficientes e agradar aos consumidores.

Na prática, funcionam como pára-estatais. Nada mais são do que empresas que crescem e se mantêm exatamente por serem protegidas pelo estado. Apenas assim elas podem ignorar as demandas dos consumidores e continuar existindo.

Há toneladas de artigo sobre isso neste site. É só procurar.

Alguns que eu me lembro de cabeça:

Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Liberem empresas aéreas estrangeiras para fazer vôos internos no Brasil

Como o intervencionismo estatal está destruindo o mercado de saúde privado brasileiro

Um retrato da saúde brasileira - um desabafo de dois médicos

O sistema bancário brasileiro e seus detalhes quase nunca mencionados

Odebrechts, Eikes e Joesleys: como surgem os bilionários no Brasil?

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

A "Carne Fraca" pergunta: quem regula os reguladores?

Conselho a Meirelles: feche o BNDES e acabe com suas quatro consequências nefastas

Por que é preciso privatizar as estatais - e por que é preciso desestatizar as empresas privadas

Vivemos em uma economia planejada pelo governo e poucos se dão conta disso

Romaria de grandes empresários a Brasília - capitalismo de estado explicitado


Quer empresas privadas realmente eficientes e brigando entre si para agradar o consumidor, fornecendo produtos cada vez melhores e mais baratos? Retire o estado da economia. Enquanto isso não acontecer, os problemas por você elencados irão continuar (e até mesmo piorar).

E aí você vem e diz:

"O ideal é um convívio entre as duas partes"

Ou seja, você está defendendo exatamente o modelo que gerou Odebrechts, Joesleys, Eikes, JBSs etc. Estado e iniciativa privada em conluio.

É impressionante a incapacidade do brasileiro médio de fazer uma simples ligação de causa e consequência.


Em uma emergência, eu serei atendido pelo meu plano de saúde, que infelizmente é totalmente regulado pelo governo. Se o governo deixasse de se intrometer, meu contrato certamente especificaria quantos e quais profissionais me atenderiam, incluindo casos de emergência.

Já no nosso maravilhoso mundo estatal, em uma emergência vc será levado para um órgão do SUS, onde vc será atendido por
- Um médico (com muita sorte)
ou
- Um médico cubano que, do ponto de vista legal, não é médico aqui no Brasil
ou
- Um enfermeiro com boa vontade que tentará fazer o papel de médico
ou
- Um enfermeiro sem boa vontade cuja única preocupação será "tirar o seu da reta"
ou
- Um atendente terceirizado que lhe entregará uma senha com o número 4.379 e lhe dirá "aguarde ser chamado"


Oscar, infelizmente em uma guerra Brasil-China, já estaríamos invadidos e rendidos enquanto nossos generais ainda estariam em reuniões para decidir quem mandaria em quem.

Por outro lado, se os chineses assumissem o governo, podia ser uma boa.


Apenas uma observação. Assim como as empresas privadas citadas funcionam existem inúmeras outras que prestam serviços que deixam a desejar. Exemplo da maioria dos planos de saúde privados, bancos então nem se fala, ficar meia hora na fila é normal. Como é a qualidade da nossa internet fornecida por empresas privadas? E se eu ligar para minha operadora de telefonia para questionar uma cobrança indevida quanto tempo eu fico no telefone? Meia hora ou mais? A JBS é privada, assim como uma tal de Odebrech. E quanto ao estado não funcionar concordo que no Brasil boa parte não funciona. Mas como é a qualidade do ensino publico na Alemanha? Ou Suíça? E os hospitais públicos no Japão? Podemos também citar as enormes estradas norte americanas, como é a qualidade das mesmas? E a segurança publica na maioria dos países desenvolvidos. Se formos olhar privado versus público tem os dois lado, não podemos olhar somente o Brasil como referencia. O ideal é um convívio entre as duas partes, simplesmente tornar tudo privado não funcionaria em uma democracia, lógico tem muitas coisas que o estado não deve se meter. Em nota, existem alguns colégios públicos no Brasil que dão um olé nas escolas privadas, tem muito colégio particular que não é tudo aquilo em termos de qualidade.




Depende do significado de 'inclusiva'.

Se 'inclusiva' se refere a incluir todas as pessoas na economia produtiva, então essa sua frase está corretíssima. No Brasil, o estado exclui do sistema produtivo todas as pessoas que não conseguem cumprir com todas as suas burocracias, impostos, regulamentações, e encargos sociais e trabalhistas, empurrando estas pessoas para o mercado informal, que opera sem qualquer segurança jurídica.

No Brasil, quase 50% da população opera no mercado informal, exatamente porque o estado impõe tantas regulamentações, impostos, burocracias e encargos, que acaba sendo impossível para as pessoas pobres trabalharem e produzirem legalmente.

Por isso, se reduzíssemos o estado ao mínimo, todas as pessoas poderiam trabalhar e produzir legalmente. Aí sim haveria uma grande inclusão.

Para haver economia inclusiva, o estado tem de ser abolido. Ou reduzido ao máximo até se tornar ínfimo.

Artigo inteiro sobre isso:

A informalidade é o único refúgio de quem quer sobreviver em uma economia asfixiada pelo estado


OFF

Ouvi isso esses dias: "o Brasil não cresce porque sua economia não é inclusiva!"

Faz sentido?



Estado Brasileiro - definição:
"Abstrato mastodontico que abriga burocratas parasitas, lotados em instituições inúteis e ineficientes que sugam o dinheiro do setor produtivo, criando um ciclo vicioso de destruição de riquezas, destruição de vidas e supressão das liberdades através do confisco das propriedades e das dignidades humanas".


Então compartilhe conosco a instituição que estudou, o curso, o nome de alguns docentes e como anda o seu progresso profissional.
Muitos jovens vêm aqui em busca de respostas para sua situação, tenho certeza que a sua é mais que bem vinda.


Uma coisa é a legítima defesa do nosso Código Penal (Direito Positivo), outra, é a legítima defesa natural (Direito Natural).


Talvez pq o paciente entenda que, se o cara está atendendo, é pq ele seja médico
Não é papel do paciente ou de um consumidor, verificar papelada de um serviço ou produto.
É o mesmo que vc enviar uma mercadoria por encomenda e querer saber se o motorista da empresa que irá transporta-la, possui CNH. Oras...se o cara é motorista, subentende-se que ele possua uma habilitação para dirigir! Não cabe a mim verificar se o motorista possui tal documento.
Mas faça um teste: deixe a pessoa ser consultada por um farsante e após a consulta, informe-se que o profissional que estava diante dela não era médico e me diga qual foi a reação dessa pessoa ao saber disso.


Parabéns ! O instituto está ficando "parrudo".

O IMB precisa sair um pouco da internet e fazer mais palestras, cursos, consultorias, entrevistas, etc. Isso vai fazer a liberdade aumentar exponencialmente.


O nosso maior problema era que a informação não chegava até as pessoas. Estávamos vivendo numa bolha socialista.


A democracia no Brasil virou uma briga entre bolcheviques e mencheviques.

Foi uma completa doutrinação socialista sem armas, comparado aos regimes cubano, norte coreano e russo. Nenhum estado democrático foi tão dominado na imprensa, instituições e aparelhado dentro do estado.


Acho que a bolha já foi estourada, mas sempre haverá pelegos e militontos querendo restaurar o regime antigo.


concordo con a última linha. Muitos dos que aqui opinam falam e falam mas.....precisam mudar sua cabecinha atrofiada primeiro!


comparação absurda. Se tivesse uma guerra Brasil-China la estarão pulando do paraquedas nossos bravos jovens militares da FaB e o mesmo vale para os chineses. na próxima, pensa um pouco antes de soltar o verbo!



A última esperança pro Brasil ter sido um país sério foi durante a Ditadura. Todas as reformas liberais no Estado seriam muito mais fáceis de acontecerem porque nessa época não existia a Internet, nem Democracia e o poder estava todo na mão deles.

Mas como os milicos brasileiros foram astronomicamente burros em seguir à risca o nacional-desenvolvimentismo de Vargas (que levou o Brasil à segunda maior crise brasileira da história na década de 50) só podemos lamentar de não sermos igual ao Chile. Os imbecis entregaram a faca e o queijo na mão dos socialistas.

Quem é viúva de militar brasileiro com aposentadoria gorda merece levar tapa na cara.