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Últimos comentários


"pq em 29 e em 2008 os bancos nos EUA tiveram muitos problemas"

Porque eles fizeram vários empréstimos que foram maciçamente caloteados. Calotes de empréstimos destroem o capital dos bancos.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2594

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1696

"e aqui mesmo em meio a crise eles permanecem sem tantos problemas"

Porque aqui não houve calotes maciços de empréstimos. E também porque os bancos brasileiros são bem mais prudentes que os americanos em suas concessões de empréstimos (o exato contrário do que exigem os desenvolvimentistas, que querem crédito farto e barato para todos, mas ficam muito bravos quando os bancos que seguem exatamente essas políticas quebram e são socorridos).

E por que os bancos brasileiros são mais prudentes? Porque aqui no Brasil, por lei, quando um banco quebra, são ele e os outros bancos que arcam com tudo, e não o governo. Já nos EUA, por lei, quem arca com tudo é o governo (pagadores de impostos) e não os bancos. Leia ao menos a conclusão deste artigo.


Claro. Por isso a repetitiva ênfase do autor no termo "pouco".

"Ele liberaliza, apenas um pouco, o mercado de seguradoras."

"Até mesmo a permissão de apenas um pouco de liberdade destrói o programa por completo."

"E, assim, o decreto de Trump introduz um pouco de liberalidade"

"Mesmo com o decreto liberalizando um pouco o setor,"

Não dava para ser mais insistente e claro do que isso.


Mas continua sendo ruim. Era um lixo, agora é menos lixo. Um "pouco menos" de interferência estatal não significa liberdade.


Um fato que passou desapercebido a todos era que a Alemanha Oriental era mais comunista que a propria Russia , sendo natural do espirito alemão a obediencia às ordens . A economia da Alemanha Oriental tinha mais chances de sucesso que a propria Russia .
Assim , causou surpresa a descoberta que pouco depois da Alemanha Oriental desmoronar com a queda do muro de Berlim , haviam negociações entre grandes bancos ocidentais e o governo da Alemanha Oriental um empréstimo de 13 bilhões de dólares para comprar COMIDA.
Enquanto as condições climaticas da Europa naquela época eram favoraveis aos outros paises para produzir o suficiente , agricultura planejada e centralizada da Alemanha Oriental não conseguia alimentar o proprio povo.
Que garantias a Alemanha Oriental deu aos bancos para garantir os empréstimos ? Isto até hoje não foi esclarecido !!!


Gustavo-von-Rothbard,

A resposta simplificada seria através de agências privadas de certificação, Isso já existe no mundo, são empresas que testam e avaliam produtos e colocam sua idoneidade e imagem em julgamento.

Mas em mercados regulados pelo Estado isso não funciona. Veja por exemplo o caso do subprime. As agências de rating que classificaram títulos podres como triplo A continuam por aí, sendo usadas, pois regulamentações do mercado financeiro americano impedem o surgimento de novas agências.

Seria completamente diferente num mercado em que a concorrência fosse livre. Se as grandes agências pisassem na bola como foi no subprime, as menores e mais corretas acabariam ganhando marketshare e relevância. Quem vai acreditar no selo de uma empresa "comprada"?

Existem outros mecanismos, como os sites de avaliação de consumidores, etc. Nos artigos que foram linkados na resposta do Felipe 17/10/2017 11:19 são bastante completos.

Abraços.


Bom dia, tenho uma dúvida para o IMB, pq em 29 e em 2008 os bancos nos EUA tiveram muitos problemas e aqui mesmo em meio a crise eles permanecem sem tantos problemas(sou leigo no assunto, agora que estou entendendo alguma coisa sobre a teoria do Hayek sobre ciclos econômicos)?


Melhor ainda: Você nem precisa concordar com isso, mas faça o seguinte exercício:

"O legítimo proprietário da universidade pública é _______, e cabe à ele decidir o critério de seleção."

E preencha com tudo o que você quiser. Depois tente achar alguma universo onde sua opinião faz alguma diferença no critério de seleção.


Uma bomba? Tinha que ser uma bombardeamento contínuo de umas 2 horas. E depois teria que colocar uma camada de 1 m de cal e sal grosso. Deixe esterilizar por uns 10 anos, daí vende para o Japão.



Quando exatamente começou eu não sei, mas se fortaleceu enormemente na década de 1980, quando imóveis passaram a ser usados majoritariamente como proteção contra a hiperinflação.

Naquela época, era comum pessoas com alguma renda construírem imóveis por conta própria como forma de imobilizar o capital em um ativo cujo preço ao menos acompanharia a inflação (lembrando que naquela época não havia a grande variedade de instrumentos bancários e fundos de investimentos que há hoje; com efeito, não havia nem mesmo títulos atrelados à inflação).

Ou o cara construía imóveis ou via o dinheiro derreter nas mãos.

Em cidades do interior era muito comum as famílias mais ricas saírem construindo pequenos prédios.


Engraçado o modus operanti dos esquerdistas. Enquanto o país estava "bombando"
não faltaram pessoas colocando os méritos no socialismo.
Agora que o país está falido ninguém admite que o país é socialista.

E pior que esse tipo de gente continuará opinando com autoridade sobre quaisquer tipos de assunto, mesmo depois de falirem dezenas de países.


"De onde vem essa falácia que imóveis sempre valorizam?"

Meu amigo, esse país possui tantas falácias econômicas que essa é uma das poucas que até fazem algum sentido, dado que os preços só subiram entre 2003 e 2013.
Em um país com economia estática como o nosso, os mitos que sustentam especulação imobiliária e funcionalismo público são defendidos até as últimas consequências.



"Sendo o estado o legítimo proprietário da universidade" kkkk, essa é das boas.


"Uma coisa que não está clara para mim é porque os governos insistem nessa estratégia."

Para dificultar importações e assim garantir a reserva de mercado das grandes indústrias nacionais.

No entanto, justiça seja feita, nos países ricos já não mais há desvalorizações de uns em relação aos outros. A taxa de câmbio entre eles se mantém relativamente estável.

"Enfim, qual seria o ganho de curto prazo (político, econômico, fiscal etc) para o governo que justifique toda essa retórica de guerra cambial e da necessidade de você desvalorizar a sua própria moeda?"

Ah, de curto prazo há sim ganhos para exportações e para a indústria nacional; o problema começa é após um ano. Mas todo mundo sempre acha que "daqui a um ano poderemos corrigir tudo".

"Outra dúvida que tenho é sobre como um país pobre deve se comportar frente ao livre comércio."

Abrindo. Nem que seja unilateralmente.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2507
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2641
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2629
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2607
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2518
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2757
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2617
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2321

"Pergunto isso porque recentemente vi uma palestra de geopolítica que cita a rodada Doha. De acordo com ela, o Brasil foi sábio ao travar essa rodada porque ocorreria a liberação somente de produtos nos quais os países desenvolvidos são competitivos."

Tradução: as grandes indústrias e seu poderoso lobby foram sábias ao impedir o povo brasileiro de ter acesso barato a produtos de qualidade importados pelos estrangeiros, garantindo assim sua reserva de mercado.

Esse argumento de que um povo deve ser proibido de ter acesso a bens que outros países fabricam mais competitivamente é um dos mais estúpidos e ignaros que podem ser feitos. É exatamente isso o que mantém a população de países pobres na miséria. Artigo sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2617

"Na visão do autor, se o Brasil tivesse entrado nisso, a indústria nacional se esfacelaria de vez."

Se a "indústria nacional" não consegue competir com produtos importados de qualidade, então essa porcaria tem mais é que sumir mesmo. Aqui no Brasil, "indústria nacional" é sinônimo de lobby, subsídios, e protecionismo. Ótimo arranjo para quem está dentro (grandes empresários e sindicatos), e péssimo arranjo para quem está fora (todos nós).

Não houvesse essa tal "indústria nacional", teríamos muito mais liberdades para importar coisas, pois não haveria tarifas para proteger essa porcaria.

"Dessa forma, teríamos que vender commodities para em troca comprar produtos industrializados. No entanto, com as alíquotas para produtos agrícolas em vigor, o Brasil teria dificuldade de vender a sua produção nacional e, consequentemente ficaria isolado do comércio internacional."

Como então fazem Chile e Nova Zelândia? Pois é exatamente neste arranjo que eles vivem (e prosperaram): vendendo commodities em troca de produtos industrializados.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2617



Entendi o argumento que a desvalorização da moeda afeta as exportações. Uma coisa que não está clara para mim é porque os governos insistem nessa estratégia. Não é possível que eles realmente acreditem nessa teoria. Por exemplo, a saída dos EUA de Bretton Woods em 1971 tem a ver com a necessidade de financiar a guerra do Vietnã. O mesmo pode ser dito da estratégia adotada pelos países europeus por conta da primeira guerra mundial.

Enfim, qual seria o ganho de curto prazo (político, econômico, fiscal etc) para o governo que justifique toda essa retórica de guerra cambial e da necessidade de você desvalorizar a sua própria moeda ?

Outra dúvida que tenho é sobre como um país pobre deve se comportar frente ao livre comércio. Pergunto isso porque recentemente vi uma palestra de geopolítica que cita a rodada Doha. De acordo com ela, o Brasil foi sábio ao travar essa rodada porque ocorreria a liberação somente de produtos nos quais os países desenvolvidos são competitivos. Na visão do autor, se o Brasil tivesse entrado nisso, a indústria nacional se esfacelaria de vez. Embora pareça desleal, eu acredito que mesmo nesse cenário de barreiras para os nossos produtos, seria vantajoso para o Brasil entrar nesse acordo. Só não consigo explicar claramente porque. O raciocínio que eu consegui desenvolver foi que com a abertura econômica a indústria nacional diminuiria. Dessa forma, teríamos que vender commodities para em troca comprar produtos industrializados. No entanto, com as alíquotas para produtos agrícolas em vigor, o Brasil teria dificuldade de vender a sua produção nacional e, consequentemente ficaria isolado do comércio internacional. Esse raciocínio está estranho, mas não consigo melhora-lo. Alguém consegue me explicar isso?


Sendo o estado o legítimo proprietário da universidade, ele pode colocar o critério que ele quiser

E desde quando o Estado é o legítimo proprietário de qualquer coisa, já que tudo que ele possui foi obtido por meio do roubo?


Ótimo artigo! Porém possuo uma pergubta OFF-topic, gostaria que alguém do IBM me respondesse;

Como regular, protegendo os consumidores, empresas cujos produtos podem ser alterados e necessitariam de uma visão técnica para que essas adulterações fossem descobertas? Exemplos: carne, gasolina, leite...


Você tem razão. O histórico do real é excelente. É uma moeda sem histórico de inflação acima de 50% ao ano e que desvalorizou apenas 75% em relação ao dólar desde 1995.

Vou hoje mesmo correndo vender meus bitcoins. Moeda com controle inflacionário só pode ser pirâmide. Melhor o real, que é seguro.

Desligando o modo irônico, não poderia concordar mais com teu comentário sobre construção civil. E digo mais: a adoção de criptomoedas levará à inevitável constatação de que imóvel em bairro consolidado só desvaloriza. Mesmo que seja só um terreno, uma vizinhança de prédios velhos não faz bem ao preço.


Hitler:

1 - Colocamos brancos contra pretos
2 - Ricos contra pobres
3 - Norte contra Sul
4 - Leste contra Oeste
5 - Empresário contra funcionário

Com um país dividido, perderão tentando tempo com suas insignificantes diferenças fomentadas por nós

Assim os neutralizaremos, para que não tenham força para lutar, usando seus "preciosos" tempos com brigas fúteis e banais

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Eis aqui o retrado do que está ocorrendo.

Para intervir mais, se causa contendas de falsa bandeira.

Todos desesperados, recorreram ao Estado Máximo, abdicando de vossas liberdades, por uma pequena sensação de paz.

Todos esses movimentos separatistas, já são programados, e com um propósito, e existe gente grande por trás, com interesses escusos.

E o povo tolo não se toca.

Como se no Norte e Nordeste não tivessem riquezas, como linda é Manaus, e Natal. Para quem foi por lá, sabe muito bem que eles se sustentam e pagam impostos muitos mais caros que todo o país.

A luz em Manaus por exemplo, chega a ser R$ 300,00 à 500,00 em uma casa de 02 quartos, enquanto a conta de água de R$ 200 para R$ 300,00.

Não seria então mais fácil dizer que eles que sustentam o país e não o contrário? Pois lá os impostos são mais caros, por ser uma cidade turística. E que linda cidade.

Aqui em Curitiba por exemplo, todos se sustentam também, ninguém nos sustenta. Uma coisa chocaante é que, apesar de Manaus ser uma cidade violenta, aqui no Centro de Curitiba, tem a quantidade de trombadinhas, e craqueiros absurdamente maiores, o que não vi em Manaus.


Estes que fomentam o separativismo como uma solução, não são ingênuos.

Este movimento foi planejado para este momento, em todos os lugares, para fazerem as pessoas perderem a razão, e as deixarem loucas.

É proposital.

Divida para conquistar.

A fase final do socialismo é a implantação do comunismo.

Veja a Europa, veja o que aconteceu com a Venezuela e está acontecendo em outros países.

Veja o que as mídias e esses militantes bem pagos estão fazendo em todas as redes sociais com posts e comentários, nos levando à uma cilada.

Acordem povo, e acordem quem precisa.

Se quiserem saber mais sobre isso o que está ocorrendo, procurem no youtube AGENDA- DOCUMENTÁRIO.

Resumo: O plano final é nos destruir por completo, mas principalmente a Criação.

Deixem de perder tempo com tolices. Pois vocês serão consumidos indiferente do que esteja ocorrendo.


tenho uma fazenda ja fui assaltado 8 vezes como vou defender meu patrimônio?? com um revolvinho 38 contra 8 assaltante ????


temos o direito de nos defender nossa familias e nosso patrimônio que conseguimos com honestidade e suor´


Te Falo Que Eles São Loucos, Por Causa De Um Tempo De Prosperidade Na Terra.
Eles Literalmente Acreditam Na Ausência Do Mal.


Jesus não apenas nunca defendeu o roubo, como também este é explicitamente condenado nos 10 mandamentos.

Roubar significa subtrair propriedade privada de terceiros. Logo, condenar o roubo significa exigir respeito à propriedade privada. Impossível defesa mais explícita da propriedade privada do que essa.

Quanto a se desapegar de suas posses, ora, isso não contradiz em nada a propriedade. Ao contrário, aliás. Aquilo que é seu você faz o que quiser. Inclusive dar aos pobres, voluntariamente. O que não pode é coagir. O que não pode é defender o roubo de terceiros para dar aos pobres.

Aponte-me, por favor, alguma passagem em que Jesus defendeu o roubo de terceiros para dar o esbulho aos pobres.


Se a universidade é pública, não há do que reclamar. Sendo o estado o legítimo proprietário da universidade, ele pode colocar o critério que ele quiser, seja um critério racional, como o por mérito, seja um critério circunstancial, como seleção por raça ou classe social.

Se a universidade for privada, não há do que reclamar: É uma propriedade particular e os donos tem o legítimo direito de determinar como eles preferem usar seu próprio capital.

De qualquer maneira, o critério racional tende a dar mais resultados. Se eu fosse dono de uma universidade, escolheria somente o critério de notas. Mas não posso nem tenho direito de legislar sobre propriedade de terceiros.


Leandro, o que você acha do que foi a política do Funding Loan no Brasil? queimar dinheiro é coisa de doido? (desculpa a piada sem graça)

Mas a política da deflação forçada, visando a valorização do câmbio feitas naquela época, foram uma boa (ou razoável) resposta a grande desvalorização da moeda nos anos anteriores?

Ao meu ver Campos Salles e Rodrigo Alves foram os únicos presidentes da história do Brasil que não desvalorizaram o câmbio em momento algum, isso foi bom?



Jornalista do Panama Papers foi assassinada: https://www.theguardian.com/world/2017/oct/16/malta-car-bomb-kills-panama-papers-journalist


Jesus nunca pregou a proteção da propriedade privada. Ao contrário, mandava nos desapegar dela.


Pra começar, as universidades deveriam ser todas privadas. Aí se elas quiserem implementar um sistema de cotas por conta própria é direito delas, por mais que eu ache um sistema bem bosta. O que não pode é o Estado forçar esse sistema em entidades privadas.


Amigo,

para refutar esses caras tem que pelo estudar algumas coisas, talvez até se aprofundar nos métodos utilizados nas pesquisas, ou seja, entender alguma coisa de estatística. Eles falam muitos termos técnicos e tentam fazer um jogo de palavras para te jogar uma cortina de fumaça. Embora vemos com os nossos próprios olhos que Austrália e EUA tem um aumento de armas nas mãos dos cidadãos e os crimes diminuem, não tem um ano que nesses mesmos países saem pesquisas dizendo que acontece o contrário. Então não tem como acreditar nesses artigos científicos e revisados em pares, principalmente acadêmicos que virou reduto de marxistas.

Vou te dar um outro exemplo similar. Até poucos anos atrás o colesterol e o consumo de gordura eram os vilões causadores de mortes por infarto ou doenças semelhantes. Fizeram vários estudos provando isso, mas com nível de evidência baixo, que são os estudos observacionais ou de correlação entre duas variáveis quaisquer.

Mas, estudos prospectivos e randomizados, que são os estudos com alto nível de evidência não mostravam que uma dieta com alto teor de gordura era prejudical. Vc pode conferir aqui: www.lowcarb-paleo.com.br/2015/04/o-que-e-uma-referencia-bibliografica.html.

O autor desse blog costuma semanalmente desmontar as tais "evidências científicas" apresentadas em artigos e veiculados na mídia. Muitas vezes os próprios artigos se contradizem! Eles mesmos se autorefutam. É inacreditável.

Com essa questão das armas acredito que seja a mesma coisa pois, nunca houve nenhuma prova que retirando as armas de cidadãos comuns houve alguma diminuição da criminalidade, inclusive daquela praticada justamente com arma de fogo. Até a ONU, desarmamentista que dói, admitiu isso.

Agora, se vê todos os dias dados sugerindo o contrário, ou ainda, como no estudo da Joice Malcolm que uma coisa não tem a ver com a outra.

Eu particularmente acredito que o caso do desarmamento não tem nada a ver com coibição de violência, é apenas a cenoura de burro, o real objetivo é simplesmente desarmar as pessoas comuns e deixar apenas que uma elite politico-econômica disfrute desse direito e resto que se lasque e não tenha o menor meio de se revoltar contra o Estado. Por que esse é o modus-operandi dessa gente, em muitas entrevistas eles demonstram esse jeito de pensar, onde eles querem controlar o que vc come, o que vc fala, etc.


Guilherme, não tem isso na Bíblia. Mas tem um texto que fala sobre os reis, mais ou menos o que o Estado era na antiguidade:

"E disse: Este será o costume do rei que houver de reinar sobre vós; ele tomará os vossos filhos, e os empregará nos seus carros, e como seus cavaleiros, para que corram adiante dos seus carros.
E os porá por chefes de mil, e de cinqüenta; e para que lavrem a sua lavoura, e façam a sua sega, e fabriquem as suas armas de guerra e os petrechos de seus carros.
E tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras.
E tomará o melhor das vossas terras, e das vossas vinhas, e dos vossos olivais, e os dará aos seus servos.
E as vossas sementes, e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais, e aos seus servos.
Também os vossos servos, e as vossas servas, e os vossos melhores moços, e os vossos jumentos tomará, e os empregará no seu trabalho.
Dizimará o vosso rebanho, e vós lhe servireis de servos.
Então naquele dia clamareis por causa do vosso rei, que vós houverdes escolhido; mas o Senhor não vos ouvirá naquele dia.
Porém o povo não quis ouvir a voz de Samuel; e disseram: Não, mas haverá sobre nós um rei."
1 Samuel 8:11-19


Sem contar nas inúmeras pequenas e médias empresas da construção civil que quebraram herdando um passivo enorme, devido ao não pagamento por parte do governo para as obras o PMCMV.


Acho que tem um pouco a ver com a nossa cultura econômica. Até não muito tempo atrás deixar o dinheiro no banco significava que o seu valor seria destruído pela inflação. Assim uma das poucas maneiras de proteger o patrimônio era transformando-o em imóveis. Meu pai tem 80 anos e vive me falando pra tirar meu dinheiro da renda fixa, comprar um apartamento e alugá-lo. O trauma daquele tempo foi tão grande que foi passado até para algumas pessoas mais jovens que não vivenciaram aquelas agruras.
Abraços


OFF:
O que vcs acham sobre cotas para negros em universidades? Justo ou tem que ser pela meritocracia?
Tipo, eles defendem que para ter meritocracia tem que haver oportunidade igual para todos... o que acham disso?


Pra vender imóvel hoje, só tem uma receita: 50% de desconto.

Ou então deixa anunciado eternamente e repetindo o mantra: Não vou perder nada, não aceito perder nada.....

E vai pagando pra manter fechado.


Eu estava lendo sobre o ciclo de ouro no Brasil e me deparei com essa suposta evidência histórica, na qual afirmam que Portugal era extremamente dependente do comércio com a Inglaterra, para pagar os déficits comerciais ou dívidas usaram o ouro brasileiro recheando de reserva os bancos ingleses, mudando o centro financeiro de algum país europeu - possivelmente Amsterdã - para Londres, algumas fontes indicam que 60% de todo o ouro explorado ia direto para a Inglaterra. Com todo esse ouro em reserva dos bancos ingleses, ajudou a financiar a revolução industrial no período seguinte, acho que um dos ilustres que descreveu isso foi o historiador e economista alemão Werner Sombart.

Ainda falando sobre ouro, um padrão-ouro depende da quantidade ou do preço do mesmo? Eu sempre ouvi falar que depende ou do preço ou da quantidade de ouro, por exemplo o Brasil com uma quantidade menor de 100 toneladas reservadas fica impossível implantar o padrão-ouro.


Intervenção no Brasil n é para melhorar a vida do Brasileiro, e sim para que políticos
ganhem dinheiro.


Comprar um imóvel residencial para alugar realmente não vale a pena.
Como disseram acima, o dinheiro aplicado na Poupança pode gerar até mais lucro do que alugar, além de ter risco zero.

Agora comprar um imóvel comercial para alugar vale muito a pena, principalmente nos centros urbanos.
O problema é que nunca vendem imóveis comerciais, somente alugam.

Quanto a questão do preço do imóvel, possivelmente é porque ou o proprietário gastou mais do que aquele valor quando o cenário estava favorável ou ele não aceita ter um lucro menor que ele esperava quando o adquiriu e o cenário estava favorável.

Mas uma coisa que brasileiro não admite é o que ele possui valer menos que valia no passado. Não admite as flutuações normais do mercado. Brasileiro não admite que seu salário diminua (mesmo que seu poder de compra aumente), não admite que seus lucros diminuam, e isso é explicitamente mostrado na questão dos aluguéis.

O proprietário de um imóvel comercial prefere que seu imóvel fique fechado por 3 anos tendo rendimento zero (negativo, já que ele precisa pagar IPTU, água, luz e condomínio) do que abaixar o preço e se adaptar ao contexto do país. Se ele alugou por 15 mil em 2010, não aceita alugar por menos do que isso em 2018, mesmo a década tendo sido perdida.
Isso é uma característica típica de países com a economia engessada pelo governo. Nem pra especular os "empresários" de países assim servem. A culpa dessa mentalidade não é toda deles, mas também possuem um parcela da culpa por não saberem se adaptar à realidade.


Nem me fale, meus pais passaram os anos 80,90 e 00 investindo apenas em imóveis, agora com 6 deles muito bem localizados em grandes cidades e de bom tamanho me pedem dinheiro emprestado para comprar coisas que a aposentadoria não lhes cobre e conversar sobre vender abaixo do valor que julgam o correto para investir em produtos mais rentáveis é motivo para brigas sérias, em 1 ano o inquilino que paga 15000 de aluguel deixa prejuízo de 6000.
Quando me visitam é outro inferno "quando é que vai sair do aluguel e comprar um imóvel para dar segurança para sua família?".



Olá, Otimo texto.

"Além disso, o sistema pôde "funcionar" por um tempo porque todas as demais moedas mundiais adotaram esse novo sistema utilizando paridades anteriores à Segunda Guerra, as quais estavam fortemente sobrevalorizadas em termos de suas inflacionadas e desvalorizadas moedas. A inflacionada libra esterlina, por exemplo, retornou ao seu valor de US$4,86, ainda que ela valesse bem menos que isso em termos de seu real poder de compra no mercado. "

Não entendi o motivo da forte sobrevaloraçao das demais moedas ser a causa do "funcionamento por um tempo" desse sistema.



Tremei usuários de criptomoedas:"BC alerta para risco de bolha e pirâmide em operações de moeda virtual".Já que o BC é o responsável pelo Real o mais prudente é fugirmos do Bitcoin e comprarmos reais, não é mesmo?Quanto à questão da moradia, se não fosse o estado atrapalhando, construir seria tão barato que qualquer zé ruela seria capaz de pagar a prestação da casa própria.Enfim se não fosse o estado e o BC o povo pobre tinha casa pra morar e poder de compra elevado.


Luan, excelente texto.
para aumentar o debate, fica uma sugestão: incluir o período do BNH, ou até mesmo um artigo a parte sobre isso.
dizem que foi bem parecido com a situacao atual.


São "Brick-Lovers". É uma doença que afeta muitos Brasileiros, especialmente os mais velhos e os de ascendência ibérica.



Deus é pai, 800 mil reais parados num imóvel rendendo 0,3%/ a.m., é tanto desperdício que chega a ser pecado. Deus vai punir este proprietário com uma velhice miserável.
É possível ainda que o sujeito pagou juros para financiar este despatrimônio fazendo o retorno sobre o capital ser ainda mais ridículo. De onde vem essa falácia que imóveis sempre valorizam?


Nunca entendi esta lógica de comprar imóvel para alugar. Isso só faz sentido nos países de juro zero, onde qualquer retorno anual bruto de 5% é bem-vindo.

No Brasil, país de juros reais altos, esse "investimento" é um contra-senso. Na maioria dos casos, o retorno mensal bruto é menor até mesmo que o da poupança, que é a aplicação mais tosca que existe. E quando entra o IRPF, você se estrepa todo.

Qualquer CDB ou LCI de banco pequeno ou mesmo fundos de investimentos bons distribuídos por corretoras é melhor. Aliás, fundos imobiliários (isentos de IR) são ainda mais sensatos.

Ademais, além do fato de que inquilino sempre depreda o imóvel, sempre há o risco de um governo populista aprovar leis pró-inquilino e anti-proprietário (como fez o da Venezuela).

O único caso de aluguel que faz sentido é você comprar um imóvel comercial barato (você tem de saber o timing) e alugar para algum grande banco. Aí sim é uma maravilha. Conheço uma pessoa que conseguiu fazer isso numa cidade do interior; por mês, ele tira por volta de R$ 25 mil.

Fora isso, aluguel só fará sentido se você comprar um imóvel para fins totalmente especulativos: ou seja, você compra hoje na esperança de revendê-lo bem mais caro daqui a 3, 4 ou 5 anos. Até lá, você o aluga.

Mas é só.


Proprietários de imóveis, no geral, parecem ter muita dificuldade em realizar prejuízo. Já vi caso de gente que deixou faltar coisas em casa para não alugar por menos e outro de quem deixou de vender porque seria por valor abaixo do que gastou.

Mas eu dou uma colher de chá para esse pessoal. Afinal, quando se compra um imóvel, ocorre isso:

- é preciso pagar ITBI e corretagem. Só aí, 8 a 10% do valor ficam em impostos e taxas
- contratos de aluguel são longos e corrigidos pela inflação. E, na prática, inquilino residencial só sai quando quer. Um aluguel mais baixo implica em perdas por um longo período

E, para agravar, o IPTU pode subir acima da inflação. Mesmo que pago pelo inquilino, é uma despesa a mais para este, o que aumenta o risco de inadimplência e vacância, contribuindo para um aluguel mais alto. Afinal, a conta pode acabar voltando para o proprietário.

Enfim, essas e outras leis travam o mercado e acabam prejudicando a correção dos preços e a liquidez. É a mão pesada do Estado contribuindo para que uma crise continue por período indeterminado.


Concordo plenamente com o comentário do Leopoldo acima. O efeito negação é extremamente presente quando se trata de imóveis no Brasil. Não sei qual tipo de imóvel está vago, mas o dono está tendo algum gasto com manutenção, impostos e possivelmente um condomínio.

Uma conta de padaria afasta qualquer pessoa minimamente razoável de "investir em imóveis". Falo por experiência própria: moro num bairro bom na zona oeste em SP, num apto de 90m, último andar, com duas vagas e toda aquela parafernalha dos condomínios atuais. Os anúncios de venda pedem cerca de 800mil reais, e eu pago 2500 de aluguel. Para o dono - imaginando que ele gastou apenas os tais 800mil, sem considerar as obras de piso, gesso e móveis que foram feitas, e que não foi feito nenhum financiamento do valor - é um péssimo investimento. É um retorno de 0,3% ao mês, com liquidez absurdamente baixa e boa chance de vacância, tendo ele que assumir as despesas do apartamento.

Nem a poupança consegue ser um investimento tão ruim. Na conta de padaria, o proprietário poderia vender o imóvel por míseros 550mil e "aplicar" tudo numa poupança, que teria o mesmo rendimento, com risco zero e liquidez absoluta.

(um pequeno e importante lembrete: o preço pedido nos anúncios não é necessariamente o preço efetivamente praticado)


Não há poupança e renda, mas há crédito artificial farto criado por bancos estatais seguindo ordens políticas.

Espero que agora esteja começando a ficar mais claro para a população que não há almoço grátis e que nenhuma expansão artificial do crédito passa impune.

Os preços irão cair? Com muita sorte, eles retornam ao patamar de 2014. Se muito. Grandes coisa.


Essa tese foi difundida, se não me engano, por Eduardo Galeano. E não faz nenhum sentido.

Ouro é um meio de troca. Não é um bem de capital. O que permitiu a Revolução Industrial foi a acumulação de capital. Por si só, o ouro não gera nenhuma acumulação de capital, assim como o Brasil possuir US$ 370 bilhões em reservas internacionais (o dólar hoje possui a mesma função do ouro de antigamente) não nos garante nenhum avanço tecnológico por si só.

Essa posição do Galeano advém do velho fetiche comunista de ver o dinheiro como riqueza e não como um simples meio de troca. Socialistas (e ignorantes em economia em geral) tendem a ignorar a distinção básica entre dinheiro e riqueza. Dinheiro é apenas o meio de troca. Dinheiro não pode produzir riqueza do nada. A riqueza é algo que, para ser produzida, é necessário haver poupança, acumulação de capital, investimento e trabalho. Para haver trabalho remunerado é necessário haver acumulação de capital. E acumulação de capital pressupõe poupança.

Aumentar o estoque de dinheiro em uma economia -- no caso, o ouro levado pela Inglaterra -- não aumenta a riqueza desta economia. Aumenta apenas os preços. Inundar uma economia com dinheiro (ouro) não vai fazer com que os bens de capital necessários para os processos de produção surjam do nada. Imagine aquela ilha do seriado Lost, onde os sobreviventes de um desastre aéreo tentam se manter vivos diariamente. Em qual cenário os sobreviventes estariam melhor: naquele em que todos têm uma valise cheia de dinheiro, ou naquele em que todos têm um arpão e uma rede de pescas (seu capital)? O mesmo raciocínio se aplica à economia real. O que importa não é a quantidade de dinheiro em circulação, mas sim a quantidade de capital acumulado pela economia.

Não fosse ouro, seria outra a moeda de troca na Inglaterra.

"Ah, mas a Inglaterra pode ter utilizado o ouro para importar bens de capital!" Em teoria, sim. Mas de quem? Quem naquela época miserável seria capaz de ofertar máquinas e equipamentos em massa para a Revolução Industrial?


"os pobres terão de acumular mais dinheiro caso queiram, no futuro, adquirir a casa própria"

O autor não acredita numa queda de preços, visto que não temos poupança e renda?


Efeito negação. O cara construiu/comprou um imóvel por um determinado valor levado pela crença de que poderia vendê-lo a um preço maior. (Que é o preço que você está vendo ser cobrado).

Mas o preço não subiu.

Consequentemente, como ele não consegue vender pelo preço maior, ele prefere esperar para ver se o mercado melhora (levado pela crença sem sentido de que imóvel sempre se valoriza). Ele não vislumbra a possibilidade de baixar o preço para vender.

É o famoso "vai que cola".

P.S.: só pode fazer isso quem tem muito capital acumulado e aguenta meses de prejuízo. Não é para qualquer um.


E eu até entendo, os preços subiram tanto que para ter uma casinha geminada você praticamente precisa desse crédito subsidiado se for baixa renda, o que acaba alimentando ainda mais o problema.

Já explicaram nesse site como as expansões de crédito artificiais meio que ''obrigam'' as pessoas entrar na ''festa'', se não for assim serão engolidas pela concorrência ou acabam ficando sem moradias.

O próprio programa gera o problema e a demanda por ele como solução


Porque que mesmo com a queda na demanda por imóveis os preços continuam nas alturas? Pergunto isso porque aqui na minha cidade visualizo um monte de imóveis com valores exorbitantes desde meados de 2014 e o valor não baixa.

Eles estão lá, parados, sem vender e criando mofo. Porque os preços não se ajustam, mesmo que eles estejam visivelmente fora do alcance da renda do resto da população?

OBS.: Lembrando que depois do estouro da crise o crédito imobiliário secou bastante, principalmente o crédito da CEF.



E um adendo: As grandes construtoras e incorporadoras entraram pesado na bolsa nesse período, fazendo IPO's bilionários, e desde então seu valor de mercado vem derretendo (Ver PDG por exemplo). Ou seja, os que já eram ricos (os donos dessas empresas) ficaram mais ricos ainda às custas dos investidores incautos que foram iludidos pelo crescimento artificial.

Ou seja, o que era para ser algo para "distribuir melhor a renda" no fim só se tornou mais um concentrador de renda.



Leandro, como você é um homem paciente, gostaria de te perguntar sobre um assunto diferente.

Você compartilha da tese de muitos historiadores que a revolução industrial foi financiada com o ouro brasileiro?


Luiz Moran

Eu já ouvi dizer que na Bíblia fala do estado existir apenas para proteger a propriedade e vida do cidadão. É um assunto meio em OFF, mas quem souber deste assunto poderia me indicar onde exatamente se refere a atribuição do estado na Bíblia.


A população brasileira acatou com muita positividade o MCMV, as consequências eram claras desde o início, mas infelizmente a administração pública deve prover o cidadão com o que este demanda. Como bem destacado no comentário anterior do Felipe 14:56, a população não quer o fim do programa MCMV e a classe política prontamente proverá o cidadão.


Já dizia Jobim: "O Brasil não é para principiantes".

Só jogando uma bomba nisso aqui e começando do zero...



Como já tinha explicado Mises: o intervencionismo é um caminho sem volta e só pode ser corrigido com uma ruptura total.

Um intervencionismo inicial gera distorções não-premeditadas, as quais necessitam de uma nova intervenção apenas para corrigir essas distorções criadas pelo intervencionismo inicial. E essa nova intervenção acaba gerando outras distorções, as quais requerem um terceira intervenção apenas para corrigir os efeitos não-premeditados da segunda intervenção.

E assim vai continuamente, até a desfiguração total do mercado e a supremacia dos burocratas em detrimento da livre interação das pessoas.

E, como não há correção indolor a esses intervencionismos (impossível fazer com que algo totalmente deformado seja corrigido rapidamente e sem perdas), todos acabam postergando o fim desses programas, como bem ressaltou o último parágrafo do artigo. A própria população não quer o fim disso, por mais que ela seja a grande prejudicada (e as imobiliárias e empreiteiras as grandes ganhadoras). Pergunte a qualquer cidadão se ele defende o fim do crédito subsidiado para a compra de imóveis e o MCMV. Você irá apanhar.


Imaterial. Cada um que decida o que quiser em relação à sua autonomia. Somente os catalães, e ninguém mais, devem decidir sobre isso. Liberdade implica responsabilidade individual. Se eles irão cometer um erro, ótimo: eles aprenderão.

Por que a Espanha deveria deixar a Catalunha decidir

Se uma Catalunha independente estará em melhor ou pior situação é algo altamente subjetivo, não cabendo a nenhum de nós decidir. O ponto-chave é a autodeterminação: é isto, e apenas isso, o que deve conduzir toda e qualquer medida política.

Ademais, Soros ser contra ou favor de algo não deve servir de baliza para nada. Se Soros defender o fim do regime castrista você vai se opor apenas para ficar contra?


O Estado/Governo deveria atuar apenas na garantia das liberdades e na defesa dos cidadãos, protegendo a vida e as propriedades de cada um.

Qualquer coisa além disso irá ferir as liberdades individuais.


George Soros e a extrema-esquerda estão querendo a separação da Catalunha, boa coisa não vai sair dali.

midiasemmascara.org/artigos/destaques/chavez-chega-a-catalunha/


Depende do seu ponto de vista, do país de origem, do seu segmento no trabalho, e padrão de vida. Aqui em Madrid já vi desde gerente de fábrica no Brasil trabalhando como barman em Malasaña e ficar super feliz e também um casal paraguayo fazer 1800 euros líquidos por mês, um valor familiar até bastante razoável, e voltar para sua terra natal, disseram que lá seu padrão de vida era maior.
Para a classe média estudada e ambiciosa sua observação pode ser válida, os resultados auferidos podem mesmo chegar a serem melhores do que nos países mais fracos da zona do euro, mas não para os pobres, aqui qualquer emprego simples já paga o suficiente para o pobre alugar uma casa num bairro razoável na extremidade do metrô, dar conta dos gastos básicos, calçados, roupas e se souber pesquisar até umas férias agradáveis num destino barato de moeda fraca. Coisa a classe média de estudos medianos brasileira e mexicana lutam muito para fazer.
Muita gente me pergunta se vale a pena imigrar para a Europa, o conselho geral é: se é pobre e qualificado venha sem pensar, se é classe média só venha se estiver preparado para uma brutal perda de status.


Será que uma possível explicação para esses aparentes oxímoros separatistas poderia ser dada por esses movimentos serem mais motivados por richas históricas e regionais do que por motivações econômicas?


Só uma atualização: não é só impressão não. A Itália realmente voltou no tempo. A economia hoje é 6% menor que em 2007. Isso com aumento de participação do govero na economia. O resultado privado é muito pior:

www.zerohedge.com/news/2017-10-15/italys-parallel-fiscal-currency-all-you-need-know

5 milhões de italianos se tornaram pobres. Estatistas e esquerdistas não são dignos da menor confiança mesmo.


A descrição do Kahneman nada prova sobre irracionalidade de taxistas, como bem explicado pelo exemplo acima.

Outra coisa: o Uber lucrou em cima de uma reserva de mercado protegida pelo estado, cujos preços cobrados eram artificialmente altos. Ele entrou neste mercado cobrando menos e, com isso, abocanhou uma enorme fatia deste mercado.

Absolutamente nada a ver com o suposto "comportamento irracional" dos taxistas, mas sim com "cobrar preços menores que os estipulados pelo estado".

Estude mais economia.



Pesquisa por jurimetria. Como algoritmos tomam melhores decisões que os nossos juízes quando estão com fome.



Kahneman estava certo sobre o taxista ser irracional, o Uber se aproveitou exatamente do tempo ocioso aguardando passageiro.

Isso não quer dizer que o Kahneman entenda de economia pra propor alternativas, ele identificou o problema.

Achar que esses caras vão virar Piketty é forçar a barra.


Entro e saio de PETR4. Não é muito interessante para long por causa dos dividendos. Mas se sair notícia de privatização, dispara.

Respondi à sua pergunta?


Sou a favor da criação de 27 estados anões, ou pelo menos da divisão em macro regiões, podendo tomar como base as 5 existentes: N, NE, S, SE e CO.

Nossos vizinhos são prova de que pequenos países funcionam bem, vide Chile e Paraguay, pra não citar Uruguai que era Brasil e a Bolivia que nos cedeu o Acre.

Claro que no primeiro momento, atender as necessidades locais vai ser dificil, mas pra isso se obtem emprestimos etc.

O que não consigo enxergar é como implantar isso no monstro que é o Brasil... desde a colônia uma federação de mentira. Ao menos na monarquia, havia a idéia de "império"...


Então aprender mandarim,visando mercado de trabalho,é uma perda de tempo?
Eu penso em aprender o idioma,mas quando percebo o custo benefício ,acho que prefiro me aprofundar no inglês e espanhol,ou alemão(que eu adoro).



Ninguém afirma aqui que nenhum empresário é explorador. De onde tirou isso?

Exceto alguns poucos santos, as pessoas são naturalmente propensas a explorar seus pares. A questão toda é que, em sistemas de livre mercado, onde é permitida ampla concorrência, isso é danoso para o próprio indivíduo.

Tenta ver se há muitos empresários exploradores em Hong Kong, Suíça ou Cingapura. É possível sobreviver e prosperar como empresário explorador em lugares onde empregados com salários acima de USD 200 mil anuais e mais de USD 1 milhão em poupança nos bancos são comuns?

Que tal deixar o discurso utópico de lado e nos trazer dados e fatos do mundo real?



O problema é que essas afetações influenciam a mente das pessoas. E estatistas adoram jogar com elas. Libertários e conservadores deveriam fazer uso das mesmas, na mesma moeda.

Aí vai uma sugestão minha de resposta à altura (para o Carlos):

A defesa de uma terceira via, com o governo permitindo que o livre mercado funcione, mas corrigindo suas supostas mazelas, através de, entre outros mecanismos, uma pesada tributação sobre aqueles que obtêm maiores lucros e salários na sociedade, revela não somente uma grande desconsideração pelos riscos incorridos por aqueles que dedicam seu tempo e recursos para criar maneiras de melhorar a vida humana, como também uma punição pelo talento e disponibilidade para o trabalho daqueles mais capazes.

No extremo, o trabalho vale zero ou próximo disso. Por consequência, a vida humana, numa sociedade dominada por um governo que age ferozmente contra seus membros mais produtivos, vale, também, próxima de zero. Nivelamos todos por baixo, pelo menos capaz, pelo mais preguiçoso, por aquele que, no lugar de correr riscos calculados, arrisca sua vida e a dos outros por um ideal, que normalmente se revela impossível de ser alcançado. A sociedade, dominada por aventureiros e incompetentes, torna-se incapaz de garantir sua própria segurança, saúde, educação e bem estar.

Além disso, a defesa da terceira via revela, não só uma total ignorância quanto à maneira como as interações sociais e econômicas se dão, o que pode ser comprovado empiricamente em países outrora ricos e pacíficos, como Argentina, Venezuela e vários países da Europa, como uma defesa perniciosa e cruel da exploração do homem pelo homem, através do estado. Cria-se um mecanismo concentrador de poder e renda às avessas, concentrado em poucos dirigentes e empresários amigos de políticos.

Assim como o socialismo, a terceira via não pode ser pensada como um modelo social ou econômico viável. Este modelo social darwiniano, onde prospera e é capaz de reter recursos para si somente aquele mais capaz de ter boas relações com o governo e políticos, independente da qualidade de seus serviços e produtos para com seus próximos, leva a comportamentos egoístas e predatórios impraticáveis em uma sociedade livre, colocando em risco a própria existência desta. No extremo, as barreiras morais desaparecem e todos se tornam ladrões. É muito mais rentável e certo se apoderar de uma parte do butim e enviar estes recursos para um local (sua casa) ou um país (paraíso fiscal) seguro do que arriscar-se tentando criar uma maneira de tornar mais fácil a vida de outras pessoas.

Por fim, deve-se sempre desconfiar dos defensores deste sistema. Pensando logicamente, ou são pessoas sonhadoras, utópicas, que não conseguem perceber o que se passa à sua volta, ou, no pior dos casos, são elas mesmas parte do grupo que se beneficia da exploração do homem pelo homem.

Em resumo: o Brasil contemporâneo é resultado direto do amor pelas políticas de terceira via e sua adoção. O resultado não poderia ser outro. E surgiu uma desconfiança aqui se o autor do comentário não seria um funça.


O mais legal de todas as supostas críticas aos artigos é que ... nunca há realmente uma crítica lógica e embasada. Há apenas gemidos, vitimismos, coitadismos e afetação de dignidade ofendida. Nunca há argumentos contrários realmente sérios e embasados na lógica e na razão. Há apenas flatus vocis. Por isso que nossa esquerda é uma piada. Por isso destruíram a economia.


Sempre se usa extremos para justificar outro. Todo empresário é explorador é tão falacioso quanto nenhum empresário é explorador. Sociedades que cresceram diminuindo miséria tem algo em comum: Descendem de uma tradição Cristã reformada aonde se encara que todo ser humano é mau, mas que deve transceder não pela caridade ( dar migalhas para amenizar a consciência), mas sendo justo e reto em tudo que fizer, buscando fazer o máximo e o melhor possível não somente para si, mas para todo entorno. Se não for assim, ambição vira ganância e injustiças são justificadas. Nós somos propensos inerentemente a isso.


A melhor discussão informal sobre o tema ouvi num dos melhores conteudos brasileiros e infelismente pouco divulgado. Ouçam ou leiam o texto: www.portalcafebrasil.com.br/podcasts/336-ganancia-e-ambicao/


Mises é o novo Marx. Pegam uma ideologia e a usam sem crivo ou criticidade visando apenas estabelecer uma verdade absoluta. Produção, Renda, capitalismo e criterios menos injustos de organização social não podem ser excludentes. Sempre se usa um extremo para validar outro, desconsiderando maquiavelicamente o meio. Mises ao pé da letra simplesmente gera escasses de renda e moeda na base da pirâmide e excesso no topo. E isso com regras zero, a vida de quem está na base, passa a valer zero também. Assim como Marx apesar de muitos erros, pode até servir como critica a um modelo mas jamais, nunca como substitutivo, mises, anarcocapitalismo, diminuição do estado e de impostos o máximo possível, serve como contraponto, mas nunca como modelo social. Só quem nunca viveu, conviveu de fato em sociedade e com suas mazelas pode pensar em um modelo social darwiniano e uma sociedade movida unicamente pelo egoísmo.


E é fácil entender por que juros excessivamente baixos restringem o crédito para os pequenos. Quando um Banco Central estipula a taxa básica de juros de economia, ele está, na prática, decretando um controle de preços.

Banco Central estipular juros nada mais é do que uma agência governamental controlando o preço do crédito.

Como ensina a teoria econômica, se o preço de algo for decretado a um valor acima do de mercado, haverá muita oferta e pouca demanda. Inversamente, se o preço de algo for estipulado a um valor abaixo do de mercado, haverá um excesso de demanda, mas pouca oferta.

Se a prefeitura da sua cidade estipular que o valor dos alugueis, de qualquer imóvel e em qualquer ponto da cidade, está congelando em $100 por mês, o que acontecerá com a demanda por imóveis? Garanto que vai explodir. Mas o que acontecerá com a oferta? Garanto que vai encolher.

E se a prefeitura fizer o contrário, e estipular que o valor dos alugueis, de qualquer imóvel e em qualquer ponto da cidade, está congelando em $100.000 por mês? Garanto que a oferta vai explodir, mas a demanda vai desaparecer.

Com o preço do crédito ocorre a mesmíssima coisa.

O que acontece se o preço do crédito for decretado em um valor acima do de mercado? A oferta será ampla, mas haverá pouca demanda por empréstimos. E se o preço do crédito for decretado em um valor abaixo do de mercado? A demanda por empréstimos será alta, mas a oferta será escassa.

A correlação entre crédito farto e taxa de juros não é tão direta quanto muitos acreditam.

É perfeitamente possível haver farra creditícia em um cenário de juros crescentes (toda a bolha imobiliária americana ocorreu em um cenário de juros crescentes, com a Selic deles indo de 1% para 5,25%; quanto mais os juros subiam, mais o crédito se expandia), bem como é perfeitamente viável não haver nenhuma expansão do crédito em um cenário de juros nulos (como o atual cenário europeu e cenário americano, em que a expansão do crédito está ocorrendo a taxas mínimas históricas; daí a total ausência de inflação de preços).

Portanto, eis algumas conclusões:

1) Se as taxa de juros sobem, mas os empréstimos se expandem, então está claro que o preço do crédito ainda não encareceu o bastante para desestimular a demanda, mas já está alto o bastante para estimular sua oferta.

2) Se as taxa de juros sobem, e os empréstimos se contraem, então está claro que o preço do crédito já encareceu o bastante desestimular a demanda (nada se sabe sobre a oferta).

3) Se as taxas de juros caem, e os empréstimos se expandem, então está claro que o preço do crédito ainda está alto o bastante para estimular a oferta, mas já está baixo o bastante para também estimular a demanda.

4) Se as taxas de juros caem, mas os empréstimos não se expandem, então está claro que o preço do crédito já está baixo o bastante para desestimular sua oferta (nada se sabe sobre a demanda).


Só por aí já dá para você entender por que é absolutamente impossível colocar uma agência governamental para decretar o preço do crédito e imaginar que ela irá acertar exatamente qual é o valor que equilibrará todas essas variáveis e levará a economia a um perfeito ponto de equilíbrio.

Juros excessivamente baixos significam que é extremamente arriscado (e nada rentável) fazer empréstimos de riscos (para os pequenos). Logo, os grandes e poderosos conseguirão algo.


Acompanho o Mises a pelo menos 2 anos. Fico impressionado como volume de comentários aumentou bastante. É sinal positivo de que as pessoas estão mais abertas as ideias liberais, que por tantos anos foram oprimidas pelo discurso " "politicamente correto" da esquerda.


Errado. O Fed premiou o comportamento imprudente dos bancos ao mesmo tempo em que puniu os poupadores, os quais estão há 10 anos sem receber nada sobre suas poupanças. O Fed premiou os temerários e puniu os frugais e prudentes.

Ao mesmo tempo, ele destruiu o mercado de crédito. Hoje, por causa dos juros artificialmente baixos, apenas grandes empresas conseguem empréstimos. Micro e pequenos empresários nada conseguem, pois, para os bancos, não compensa correr tamanho risco (emprestar para mico e pequenos) em troca de juros artificialmente ínfimos.

https://www.cato.org/publications/commentary/fed-again

https://www.financialsense.com/financial-sense-newshour/steve-hanke/fed-policies-making-credit-crunch-worse

https://www.cato.org/publications/commentary/its-money-supply-stupid

thelendingmag.com/banks-not-lending-to-small-business/

https://www.fundivo.com/small-business/business-finance/why-are-banks-no-longer-lending-to-small-businesses

"Banks are making less on small business loans Interest rates have stayed at record lows for over a decade now. This is great for borrowers because they pay less to get a loan. But, for banks that means they make less on each loan. This makes them reluctant to issue small loans especially to newly established small businesses."

https://www.lendgenius.com/blog/why-small-businesses-dont-get-loans-from-big-banks/

"In fact, the Small Business Association (SBA) estimates that 80 percent of small business loan applications are rejected."

Para se aprofundar melhor, pesquise no google:"why banks don't lend to small businesses"

Ou seja, além de ferrar os pequenos poupadores, o Fed também ferrou os pequenos empreendedores.

Quanto a 1929, o problema foi completamente diferente. Ali, o governo aumentou impostos, aumentou gastos, e implantou políticas de controle de preços, de controle de salários, e de aumento de tarifas de importação (que chegou ao maior nível da história). Para piorar: ele estimulou uma arregimentação sindical de modo a impedir que as empresas baixassem seus preços.


Só me corrigindo: onde escrevi ADR, leia-se BDR. ADR é o contrário (empresa brasileira vendendo ações em Nova Iorque).


Bom você lembrar ao seu professor que o Burger King foi comprado por um grupo brasileiro. E que muitos brasileiros são sócios do Google, da Apple, do Facebook, da Amazon. Basta comprar ações, mesmo no Brasil, através de ADRs.

Inclusive, é comum naquelas paragens que empregados importantes recebam ações das empresas onde trabalham. Alguém vê isso acontecer em estatais brasileiras?

Certa vez li que empresa estatal é propriedade de político, com o estado servindo como laranja. Não ouso generalizar, mas há motivos para crer que isso ocorre em alguns casos: https://spotniks.com/estes-sao-os-politicos-que-mandavam-nestas-cinco-empresas-que-serao-privatizadas/


Vou passar a vocês uma impressão pessoal. Não entendam como algo científico, por favor. É apenas impressão.

Europa Ocidental já é majoritariamente subdesenvolvida, à exceção de poucas áreas. França e Itália praticamente inteiras (exceto Paris e, levemente, Roma), são hoje países pobres.

Considero que México aparenta ter uma população mais rica e com maior poder de consumo que a média da Europa Ocidental. Sul do Brasil e São Paulo, idem.


O Fed fez uma política monetária inteligente ao não deixar os bancos quebrarem com o estoque de subprime,afinal boa parte destas hipotecas foram renegociadas e as que não foram renegociadas estão fechadas,desocupadas a espera da hora em que a demanda por elas serem aumentadas,enfim o Fed tem capital de giro suficiente para suportar estas perdas temporária no médio prazo,concordo que no curto prazo ele ficou refém do mercado e de mãos atadas para fazer política monetária ortodoxa,mas discordo que esta política seja tão nociva assim,repito a TACE é uma teoria que eu respeito,mas essa heterodoxia do Fed não é suicida e até o momento tem sido bem sucedida,pois acalmou o mercado financeiro,segurou a inflação,a recessão não virou depressão e os únicos perdedores foram os mutuários inadimplentes que em alguns casos viraram sem-tetos,enfim como em toda decisão governamental tem ganhadores e perdedores e repetindo assim que o mercado imobiliário reaquecer o Fed se livrará desse estoque indigesto de hipotecas subprime adquirido para não causar um craque de bancos insolventes igual em 1929.


Essa estratégia de dizer que a Previdência é financiada com recursos da CSLL e da COFINS é enganoso. A Constituição diz que a Seguridade Social será financiada com esses recursos, não a Previdência Social. O que é Seguridade Social? Ela é composta por Previdência Social, Assistência Social e Saúde. Tudo isso está claro no art. 195 da CF. Portanto, se querem incluir essas receitas no cálculo, devemos considerar também as despesas. Para contrapor argumento que não existe déficit, o próprio governo fez o cálculo considerando essas receitas, mas também as despesas. O déficit fica ainda maior. Pode ver na matéria no Valor.
www.valor.com.br/brasil/4899352/deficit-da-seguridade-social-soma-r-2587-bi-em-2016-41-do-pib

Abraços


"Já dá para saber qual dos dois possui mais respeito pelo ser humano"

Para você um marqueteiro deve ser um demônio então, ou acha que o marketing só serve para descobrir qual a preferência dos consumidores? Acha que nenhum deles vai tentar te convencer a comprar um carro com motor híbrido para não ser um "tiozão do século passado", ou tomar "redux max" para não ficar "encalhado em casa no verão"?


"Um algoritmo", só existe se alguém o criar.
Não entendo muito sobre isso, mas para um algoritmo funcionar precisa de informações e essas informações tem que ser o passo a passo detalhado de como as pessoas agem. Como você conseguiria essas informações de todas a pessoas que fazem parte de uma economia( há cada segundo)???

Justiça. Infelizmente isso ainda está na mão do estado, por esse motivo o capitalismo defende o livre mercado para não haver esse monopólio que existe hoje, para existir uma concorrência.


Se eu quiser convencer você de que tudo que vc escreveu está errado, eu não posso simplesmente enfiar isso na sua cabeça, também não posso tirar sua liberdade de poder escrever, tirar sua liberdade de errar.( Não estou dizendo que o que você escreveu está errado pelo contrário), mais a partir do momento que você invade a vida de outra pessoa simplesmente para não deixar ela errar, por que você simplesmente acha que é errado, isso não faz nenhum sentido. Quem é você para saber o que é certo ou errado?( Você: quero dizer o estado, esses economistas comportamentais).


O erro é efetuar análise sobre elemento objetivo como a liberdade econômica, esquecendo-se do aspecto subjetivo.
São esquecidas os defeitos de nossa elite.
"Poucos conceitos se prestam a tamanha confusão quanto o de "homem cordial", central no livro Raízes do Brasil, do historiador Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982). Logo após a publicação da obra em 1936, o escritor Cassiano Ricardo implicou com a expressão. Para ele, a ideia de cordialidade, como característica marcante do brasileiro, estaria mal aplicada, pois o termo adquirira, pela dinâmica da linguagem, o sentido de polidez – justamente o contrário do que queria dizer o autor.
A polêmica sobre a semântica teria ficado perdida no passado não fosse o fato de que, até hoje, muitas pessoas, ao citar inadvertidamente a obra, emprestam à noção de Buarque de Holanda uma conotação positiva que, desde a origem, lhe é estranha. Em resposta a Cassiano, o autor explicou ter usado a palavra em seu verdadeiro sentido, inclusive etimológico, que remete a coração. Opunha, assim, emoção a razão.
(...)
A expressão "homem cordial", a propósito, fora cunhada anos antes, por Rui Ribeiro Couto, que julgou ser esse tributo uma contribuição latina à humanidade.
O problema surge quando a cordialidade se manifesta na esfera pública. Isso porque o tipo cordial – uma herança portuguesa reforçada por traços das culturas negra e indígena – é individualista, avesso à hierarquia, arredio à disciplina, desobediente a regras sociais e afeito ao paternalismo e ao compadrio, ou seja, não se trata de um perfil adequado para a vida civilizada numa sociedade democrática(www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/o_jeitinho_do_homem_cordial.html).


Empreendedores quando fazem ou tentam fazer cartel,isso pode não estar muito relacionado com o artigo em questão.
Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, principalmente em órgãos públicos.


Eu sempre digo que o fato de termos indústrias poderosas em determinados setores é algo totalmente nefasto para a população: como a indústria é grande, o governo fará de tudo para ajudá-la. Vai conceder subsídios (com o dinheiro de nossos impostos) e vai restringir as importações de bens concorrentes mais baratos (ferrando os mais pobres).

Caso simplesmente não houvesse essa indústria, o governo não teria a quem redistribuir dinheiro de impostos e não teria motivos para proibir a compra de produtos estrangeiros. Consequentemente, o padrão de vida da população geral seria muito mais alto, pois teria acesso a produtos melhores e muito mais baratos. E a carga tributária também seria menor.


Mas concessão não é privatização. E nem faria sentido "conceder" os Correios, pois não se trata de um "monopólio natural". Não é um serviço de infraestrutura. Ele não apresenta significativas "externalidades" (uma transação qualquer feita entre dois indivíduos irá afetar terceiros, positiva ou negativamente), e não exige investimentos vultosos de longo prazo de maturação (Correios são investimentos perfeitamente rentáveis já no curto prazo).

Logo, não faria sentido nenhum a concessão. Se fizerem isso, será totalmente irracional.


Quem te disse que o socialismo poe o poder na mao do povo ? Se o povo mandasse em algo, com certeza ja teria abandonado aquela ilha .o Poder esta a decadas na mao de uma unica familia...a familia Castro. Aquilo e uma imensa ilha/favela/presidio... nada mais que isto.