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11/01/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Se existe uma lição de economia que você precisa saber é esta:

Tudo o que o estado tem, saiu do seu bolso. Tudo o que estado gasta, é você quem paga.

Agora pense: se você quiser comprar algo, qual seria o melhor arranjo: você usar o seu dinheiro e comprar para si mesmo, ou dar o seu dinheiro para um burocrata do estado comprar para você?


08/01/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

2010: Governo ajudou economia com crédito, economia bombou

2011: Governo ajudou economia com crédito, economia já não cresceu muito

2012: Governo ajudou economia com crédito, sinal amarelo

2013: Governo ajudou economia com crédito, PIB recuperou um pouco (Copa, pré-eleições)

2014: Governo ajudou economia com crédito, sinal vermelho, primeira recessão

2015: Acabou o crédito e a economia foi para o vinagre, recessão brutal

2016: Governo quer ajudar economia com mais crédito.



07/01/2016 00:00  por  Leandro Roque \  economia

Luiz Carlos Bresser-Pereira, cuja mente assombra o mundo com ideias originalíssimas — como aquela que substituiu um plano (Plano Cruzado) que se baseava no congelamento de preços, aluguéis e salários por outro plano (Plano Bresser) que se baseava no congelamento de preços, aluguéis e salários —, nunca decepciona. 

Sempre que ele faz um comentário sobre economia, a diversão é maior que aquela propiciada por um esquete de Ricky Gervais.

A mais recente contribuição da invejável mente de Bresser-Pereira para os anais da teoria econômica foi a sua recente postagem em seu perfil no Facebook.  Disse ele:


06/01/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Já que tudo está descambando pra piada, vou seguir na onda e propor sete medidas para esculhambar de vez a economia. Porque se é para fazer molecagens, que as façamos logo para chegar ao fundo poço rápido e certeiro.

Em tempo de crise, é preciso pensar fora da caixa — ou melhor, seguir o exemplo dos petistas e parar de pensar.

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06/01/2016 00:00  por  Daniel Marchi \  economia

No Brasil, o que chamamos de "governo" não é nada além de um esquema de quadrilhas voltadas para o enriquecimento próprio, custe o que custar. É assim de alto a baixo, de Brasília a Pinguelinha do Mato-Dentro.

Com todo respeito — ou nem tanto —, se você ainda não percebeu isso ou você faz parte da gangue ou merece viver sob a espada dela.


04/01/2016 00:00  por  Ubiratan Jorge Iorio \  economia

Eles são terríveis por seu poder destrutivo, perigosos por sua capacidade de prestidigitação, assustadores por sua arrogância e aterradores por sua personalidade traiçoeira.

Podem ser encontrados em todos os cantos do Brasil, da América Latina e também, embora em menor número, na Europa e nos Estados Unidos, mas sua incidência é maior aqui entre nós, nas universidades, na mídia e em escritórios de órgãos e empresas estatais.

Os focos maiores dessa desastrosa mosquitama e nos quais as larvas há anos encontram ambiente favorável à reprodução, no entanto, se localizam em Campinas, no bairro carioca da Urca e nas universidades públicas de todo o país. Não voam, mas dão aulas; não picam, porém escrevem artigos; e não se reproduzem em águas paradas, mas nos livros e artigos em que aprendem suas falsas teorias.

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03/01/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Alguém se lembra do "Plano Brasil Maior"? Pois é, quem cresceu mesmo foram os problemas, porque a economia segue encolhendo e sem sinais de melhora.

E o que falar da iniciativa que prometia energia elétrica barata e abundante "sem nenhum risco de racionamento ou de qualquer tipo de estrangulamento no curto, no médio ou no longo prazo"? A classe média que o diga, pois está tendo de desligar o ar condicionado para poder quitar o crédito contraído para adquiri-lo. Mais um plano, digamos, de pouca sorte.

O BNDES ocupou lugar de destaque nos pacotes de benesses do governo Dilma, sendo o Programade Sustentação do Investimento, o tal do PSI, um dos seus grandes protagonistas. Iniciado em 2009 como um programa temporário de um ano apenas, acabou durando até o último dia de 2015, quando o governo finalmente decretou o seu merecido fim.


31/12/2015 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Juro não entender o consenso entre os liberais — definidos aqui como de qualquer estirpe, conquanto que defendam a existência de algum estado — em delegar ao estado a provisão dos serviços de segurança, justiça, saúde e educação.

Os liberais dominam com maestria a teoria econômica e explicam como poucos o quão inerentemente ineficiente é o estado para prover qualquer serviço ou produto. Mas, por algum motivo — politicamente estratégico, talvez —, se recusam a aplicar as suas próprias lições à questão da segurança, justiça, saúde e educação.



30/12/2015 00:00  por  Adriano Gianturco e Brenda Pereira \  economia

Toda indústria entra em obsolescência. 

Foi o caso das máquinas de digitar, das operadoras de caixa nas agências bancárias, das crianças limpadoras de chaminés durante a Revolução Industrial, da câmera fotográfica analógica. Os seres humanos sempre encontram formas mais eficientes, mais baratas e melhores de servir seus semelhantes. Da mesma forma, a "Economia Compartilhada", Uber, Loup, Bridj, Leap, Via, Lyft line são o futuro do transportes. As prefeituras de Cingapura e Nova York estão já lançando os primeiros carros sem motorista para substituir os táxis.

Uber vai ganhar. Não tem como parar o progresso. Faça um favor à humanidade: não fique do lado errado da história.


23/12/2015 00:00  por  Leandro Roque \  economia

É novidade keynesianos não quererem assumir a paternidade de seus projetos.  Isso é algo que, devo confessar, nunca vi.  Deve ser mais uma daquelas pororocas brasileiras.

Recente reportagem da revista Época mostra que a Nova Matriz Econômica — até outro dia propagandeada por keynesianos com a emoção de quem vê uma crença se concretizar — ficou órfã.

Em um evento recente, [Luiz Carlos] Bresser-Pereira foi instado a comentar as ideias da turma da Unicamp. Seriam as tais ideias inspiradas na leitura rigorosa de lorde Keynes?

— Não! — disse, ao fim do debate na FGV, em agosto.

— Por quê?

— Porque não...  And that's all  (e isso é tudo).

Continua.



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