17/03/2016 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

Protestos tomam conta do país. Momentos históricos nos esperam nos próximos dias.

É irônico notar que os apoiadores do governo, que sempre chamaram os outros de "golpistas", deram eles próprios o golpe. 

Continue.



16/03/2016 00:00  por  Hans-Hermann Hoppe \  economia

A motivação fundamental daqueles que defendem o estado é saber que, uma vez na máquina pública, eles terão acesso a gordos salários, empregos estáveis e uma aposentadoria integral. Aqueles que estão fora do serviço público defendem o estado por saber que ele lhes dará vantagens em qualquer barganha sindical.

Governos dilatados dividem a sociedade em duas castas: aqueles que dão compulsoriamente seu dinheiro para o estado e aqueles que ganham dinheiro do estado. Para manter o sistema funcionando, aqueles que dão têm de ser numericamente muito superiores àqueles que recebem. Foi assim nos primórdios do estado-nação e ainda o é atualmente. A existência de eleições não altera em nada a essência dessa operação.

14/03/2016 00:00  por  Marcos Mendes \  economia

Nenhum dos personagens acima citados tem comportamento considerado ilegal. Eles jogam o jogo de acordo com as regras que estão postas. O erro está nas regras. Mudá-las requer superar as dificuldades das decisões coletivas. Não mudá-las implica continuar desperdiçando talentos profissionais, queimando dinheiro público, criando empregos improdutivos, destruindo empregos produtivos, fazendo com que potenciais permaneçam inexplorados, mantendo o gasto público excessivo, gerando oportunidades perdidas, e fornecendo incentivos errados.

Uma parábola de improdutividade.


08/03/2016 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

Um status de ingovernabilidade se caracteriza pelo afastamento contínuo e crescente das elites — políticas, militares, empresariais, intelectuais e religiosas — em relação ao governo em questão.

Em meio a tantas notícias e ruídos, fica difícil perceber ou mensurar a velocidade desse afastamento. No caso da expansão do universo, mensura-se pelo grau de avermelhamento da luz das estrelas (efeito Doppler). No caso da ingovernabilidade brasileira, há um doppler ao contrário, todos fugindo do vermelho.


08/03/2016 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  direito

No Brasil, as coisas funcionam em outra dimensão.

Como destacou André S. C. Ramos em um artigo para este site, as leis econômicas não existem para o STF. Em diversas decisões, o STF defende e mantém monopólios e oligopólios protegidos pelos estado sob justificativas de interesse público, interesse da coletividade e outros interesses, que no fundo nada significam.

No vergonhoso caso da ADPF 46 (ABRAED vs. ECT), o STF chancelou o monopólio dos Correios no Brasil sob justificativas como "É do interesse da sociedade que, em todo e qualquer município da Federação, seja possível enviar/receber cartas pessoais, documentos e demais objetos elencados na legislação, com segurança, eficiência, continuidade e tarifas módicas."

Em que realidade vive um brasileiro que acredita que serviços estatais são mais acessíveis à população do que aqueles ofertados pelo setor privado?


08/03/2016 00:00  por  Leandro Narloch \  economia

"O grau de preocupação pública sobre um problema ou fenômeno social varia inversamente à sua incidência real".

Quanto mais raro um fenômeno, mais ele nos chama a atenção. Quanto mais próximo da solução, mais lamentamos um problema social. Do mesmo modo, quanto mais frequente um comportamento, menos atenção e revolta ele desperta.


07/03/2016 00:00  por  Marília Fontes \  economia

No Brasil, os estímulos do governo na economia foram crescentes. O déficit nominal médio de 2%, que vinha sendo sistematicamente promovido desde 1999, passou para 9% do PIB. Os gastos do governo cresceram de 30% para 41,5% do PIB.

Porém, como todos sabemos, isso não gerou nem euforia nem desenvolvimento por aqui. O PIB de 2015 ficou em -3,8% e para 2016 a expectativa gira próxima dos -3,50%.

Além de uma dívida recorde em relação ao PIB e da recessão, temos também a crise no orçamento. Em outras palavras, estamos piores do que estávamos antes.

Mas onde a teoria falhou? Cadê o multiplicador?


06/03/2016 00:00  por  Juan Ramón Rallo \  economia

A realidade tratou de mostrar que Lula era apenas mais um político hiper-corrupto que utilizou dinheiro público para se enriquecer à custa de seus compatriotas. 

Lula não era "um ex-presidente que governou para a sua gente e para um país mais justo", segundo disse há alguns meses Pablo Iglesias [secretário-geral do Podemos], mas sim o chefão de uma máfia que desviou dinheiro da gigantesca empresa estatal — sim, estatal — Petrobras para pagar propinas, privilegiar empreiteiras com contratos altamente lucrativos e, principalmente, para financiar campanhas políticas do seu partido.


04/03/2016 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

Em um país que possui uma história inequívoca de impunidade, há um instituto especial que tornou possível a detenção de políticos de alto escalão. E adivinhe: a esquerda o detesta.

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02/03/2016 00:00  por  Sandro Schmitz \  economia

Em 2005, segundo o IBGE, cinco milhões de brasileiros estavam interessados em concursos públicos. Em 2010, esse número já havia mais que duplicado, passando para 11 milhões de pessoas.  Imagina quantos são hoje?

No entanto, foi só ao ler um artigo recente, escrito por um holandês, que concluí em definitivo algo de que apenas suspeitava: o número de jovens que almeja a carreira pública está crescendo preocupantemente.




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