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01/06/2016 00:00  por  Equipe IMB \  economia

O professor Fabio Barbieri ressalta, nesta aula, que é possível falar em Economia sem se utilizar de dados econométricos ou dados fornecidos pelos governos. 

Afirma que a tarefa da economia é também a de identificar a causa da prosperidade ou do empobrecimento de uma nação, comparando conjuntos de "regras do jogo" por meio do subjetivismo e da complexidade da coordenação dos agentes.  

O professor fala do excesso de psicologismo e da crença no realismo de instrumentos métricos, por meio dos quais a simplicidade de um modelo matemático é transferida para a vida real, que é bem mais complexa.

Por causa dessa matematização da economia, os economistas costumam gerar símbolos de representação gráfica, sem se aprofundar no significado de cada um, transformando todo o capital da economia em uma entidade autônoma.  Como consequência, o capital fica desconectado do subjetivismo dos agentes econômicos e da complexidade da economia — o que é totalmente incompatível com os planos de ação dos indivíduos.  


30/05/2016 00:00  por  Equipe IMB \  economia

É sobre esta trajetória histórica que o Professor Ubiratan Iorio trata em sua aula "O Nascimento da Escola Austríaca", ministrada no Mises Summer School de 2016.

Considerando a Escola Austríaca um corpo heterogêneo, cujas contribuições decorrem do desenvolvimento das ideias de diversos pensadores, o professor Iorio refere-se às diferentes contribuições como ordens espontâneas, ou seja, frutos da contribuição humana individual, não-planejadas, mas que surgem a fim de compor e modernizar os pensamentos centrais da Escola Austríaca.

O professor Iorio afirma que as diferenças de pensamento são apenas meta-etiquetas que, na realidade, constroem o pensamento austríaco.  A Escola Austríaca é formada por três elementos básicos: ação humana, tempo (definido como fluxo permanente) e conhecimento. 


24/05/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia


Arno Augustin: "Estou tendo uma ideia genial!"
O governo Temer quer extinguir o Fundo Soberano do Brasil (FSB) para angariar recursos e ajudar a tapar o buraco fiscal — e também porque o FSB não serve para porcaria nenhuma. Que assim o faça, para ontem.

O FSB é um (mais um) dos maiores fiascos da era petista. No alto da megalomania, o governo de Lula criou o fundo de olho nos recursos futuros do pré-sal (alguém se lembra do pré-sal?). Criamos um fundo soberano antes de ter um mísero centavo proveniente da suposta benção do pré-sal!

Mas o fiasco não acaba aí. Aliás, esse foi apenas o começo. Após sua criação, em 2008, o FSB ficou subordinado à Secretaria do Tesouro Nacional, sob o comando de ninguém menos que o marxista Arno Augustin — a mente genial por trás da Nova Matriz Econômica e das Pedaladas Fiscais.


10/05/2016 00:00  por  Leandro Narloch \  economia


Anula tudo, Waldir!
Se você fosse presidente da Câmara e acordasse com a crença absurda de que pode anular votações anteriores dos deputados, qual votação anularia?

Waldir Maranhão escolheu a votação do impeachment de Dilma. Eu iria muito mais longe.

Começaria logo anulando a votação de 2009 que instituiu a tomada de três pinos. Uma simples canetada me tornaria o candidato favorito à presidência em 2018.


28/04/2016 00:00  por  Bruno Garschagen \  economia

A república nasceu maculada com o golpe militar que derrubou a monarquia. A república começou com duas ditaduras (Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto).

A República Velha terminou em estado de sítio seguido de um golpe militar.

A Era Vargas começou com um golpe eufemisticamente chamado de "Revolução de 1930" e sediou um golpe dentro do golpe em 1937, eufemisticamente batizado de "Estado Novo".

Um golpe afastou Getúlio Vargas do poder em 1945 e novas eleições foram convocadas.

Em 1964, um contragolpe impediu o golpe orquestrado pelas forças ideológicas e políticas que sustentavam o governo de João Goulart.

Golpe, portanto, não é novidade no Brasil. Novidade é acusar de golpe aquilo que, definitivamente, não é.


18/04/2016 00:00  por  Equipe IMB \  economia

Ontem, após o processo de votação da aceitação do pedido de impeachment na Câmara dos Deputados, o que mais se comentava nas redes sociais era o baixo nível educacional/intelectual dos políticos.  Essa, a meu ver, é a prova de que as pessoas acreditam que a democracia (no sentido de votar em 'representantes' a cada 4 anos) tem poderes mágicos.

Ora, sinceramente, o nível dos deputados não é muito diferente do dos brasileiros. Não é exatamente isto — representante que são a cara do povo — que deveria ser esperado de um sistema de representação?  Como querer que os representantes do povo sejam diferentes — cultural e intelectualmente — do povo que os elegeu?



10/04/2016 00:00  por  Leandro Roque \  economia

Segundo os defensores do assistencialismo, o estado — por mais defeitos que tenha — é quem impede que os pobres sejam ainda mais pobres, que a miséria se torne mais profunda, e que a expectativa de vida decline ainda mais.

Alguns — como é o caso do primeiro leitor — até conseguem ver o estado como uma máquina ineficiente que representa um grande entrave ao desenvolvimento.  No entanto, e curiosamente, quando se trata de amenizar e até mesmo acabar com a pobreza — algo infinitamente mais complicado do que simplesmente atravancar o progresso —, aquela máquina ineficiente e corrupta miraculosamente se transforma na solução suprema e inquestionável.

Como o estado é capaz de operar essa transubstanciação?


05/04/2016 00:00  por  Rodrigo da Silva \  economia

Eles querem tudo dentro do estado, condenam a livre iniciativa e abraçam a Carta de Lavoro como base para a organização laboral. Mas você é o fascista que nunca leu um livro de história.

Eles compram jornalistas, criam uma rede de publicações governistas sustentadas com dinheiro público, pautam diariamente uma dezena de revistas, blogs e jornais. Mas você é o manipulado que só se informa pelos canais errados.


05/04/2016 00:00  por  Daniel Bier \  economia

A piada é antiga, mas, infelizmente, o humor negro é a realidade na Venezuela.  O paraíso socialista criado por Hugo Chávez e aperfeiçoado por seu sucessor Nicolás Maduro vem quebrando paradigmas e alcançando façanhas: já conseguiu gerar escassez e racionamento de papel higiênico, comida, remédios, cerveja, eletricidade e, agora, água.

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01/04/2016 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

A sede por poder do partido se mostrou incompatível com o modus operandi tradicional. Era necessário — pensaram seus integrantes — consolidar o máximo do poder para controlar verbas, cargos, projetos e promover o dirigismo socialista.

Foi um erro primário.

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