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27/10/2016 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

A centralização de poder (diagrama A, caso do Brasil) concentra decisões em um ponto central relevante, como Brasília. Erros e falhas se propagam por toda a rede e a comprometem.

A descentralização de poder (diagrama B, caso dos Estados Unidos) melhora a robustez, mas ainda apresenta os mesmos problemas nos níveis regionais.

A distribuição equitativa de poder (caso C, libertarianismo) apresenta o melhor resultado, protegendo o tecido social e permitindo a máxima interação mútua.

Libertários se concentram na infraestrutura de poder, prevendo que um melhor desenho gerará benefícios impossíveis de prever.


26/10/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Os tempos definitivamente mudaram. Isso é surpreendente e mostra a transição evidente no padrão de consumo e produção de conteúdo midiático que estamos testemunhando.

TV aberta, jornais impressos, rádio, e demais mídias tradicionais talvez não sumirão da face da terra, mas estão cada vez mais em pé de igualdade diante das novas tecnologias.

No futuro, talvez sejam menos relevantes que as novas formas.

Qualquer um hoje tem a seu dispor ferramentas poderosíssimas para criar e produzir conteúdo original e fazer disso um negócio ou um modo de vida.


03/10/2016 00:00  por  Flavio Augusto \  filosofia

Votar é seu direito, mas é obrigatório.

FGTS é seu direito, mas é obrigatório ficar retido pelo governo, rendendo menos que a inflação.

Ser representado por um sindicato é seu direito, mas a contribuição sindical é obrigatória pra sustentar sindicalistas.

Mais de 70% dos empregos no Brasil são gerados por micro e pequenas empresas, mas empresário é só um explorador.

Político que voa de jatinho e se hospeda em hotel 5 estrelas com dinheiro de impostos pagos pelo povo, por empresas e por empreendedores é alguém com "consciência social".  Já os empreendedores que ralam pra pagar esses impostos e empregar o povo são a "elite".


25/09/2016 00:00  por  Diversos Autores \  economia

Sim, a possibilidade de o aluno agora ter o direito de escolher quais matérias ele quer fazer e quais não quer fazer representa um avanço.  Isso é digno de aplausos e merece elogios.

Mas de nada adianta essa maior liberdade se, em troca, nossos filhos serão obrigados a ficar 7 horas por dia sob o controle de professores engajados, de politiqueiros e de agitadores sindicais

25/09/2016 00:00  por  Eileen Wittig \  economia

Sem o governo, quem irá construir as estradas?

Resposta: qualquer empreendedor que veja ali uma oportunidade de lucro.  Até mesmo pessoas que operam à margem da lei farão isso.


22/08/2016 00:00  por  Rafael Rosset \  economia

Suponha comigo que você tem 35 anos, R$ 500.000,00 no banco e um Q.I. acima da média. O que fazer?

Você pode abrir uma empresa. É o que jovens com esse perfil e boas ideias costumam fazer em países mais civilizados, por exemplo. Na verdade, esse é o objetivo de vida mais cobiçado em lugares como EUA, Inglaterra e Austrália: abrir uma empresa, ganhar muito dinheiro e, no processo de ficar podre de rico, empregar dezenas ou centenas de pessoas e gerar bens e serviços que vão elevar a qualidade de vida de todos.

Mas vamos supor que você viva no Brasil. A média de lucro (o retorno sobre o investimento do capitalista) vai de 3% a 5% (varejo), 6% (farmácias e drogarias), 10% (postos de gasolina) 11% a 13% (alimentação e serviços), só para citar alguns exemplos.


11/08/2016 00:00  por  Leandro Narloch \  economia

Cem pessoas sentam-se em um círculo, cada uma com seu bolso cheio de centavos. Um político caminha por fora do círculo, pegando um centavo de cada pessoa. Ninguém se importa; quem se importa com um centavo?

Quando o político dá toda a volta em torno do círculo, joga 50 centavos para uma pessoa, que se sente cheia de alegria com a sorte inesperada.

O processo é repetido.  Um centavo é novamente recolhido de cada uma das 100 pessoas e, ao final, 50 centavos são entregues para outra pessoa.

E assim vai, até que cada uma das cem pessoas tenha recebido 50 centavos.

Após cem voltas, cada indivíduo está 100 centavos mais pobre e 50 centavos mais rico.  E todos estão felizes.


31/07/2016 00:00  por  Thomas DiLorenzo \  economia

O mais recente, e trágico, exemplo prático disso é a democracia socialista da Venezuela. 

Primeiro, o governo venezuelano arruinou completamente a economia com a adoção de medidas socialistas.  A mistura de hiperinflação (gerada pela impressão desmedida de dinheiro), controle de preços e estatizações de fábricas e lojas não apenas não conseguiu gerar oferta abundante de nenhum bem, como, ao contrário, gerou desabastecimento generalizado — as prateleiras das lojas e dos supermercados estão vazias e as pessoas de classe média que antes tinham emprego estão hoje esfomeadas, tendo de literalmente revirar latas de lixo e matar gatos e pombos nas ruas para ter o que comer. (Veja relatos completos e apavorantes aqui e aqui)

Agora, para tentar "reverter" a fome e a escassez de comida, o governo venezuelano decretou que os cidadãos venezuelanos serão compulsoriamente convocados a trabalhar em fazendas agrícolas estatizadas por pelo menos 60 dias para reverter a fome que vem castigando o país. 


18/07/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

A má precificação do risco é como aquela rede de segurança dos trapezistas: enquanto a rede está lá embaixo, todos treinam de forma muito mais audaciosa; mas quando o show é para valer, ele têm de ser muito mais prudentes. Não há rede lá embaixo.

A política dos Bancos Centrais consiste em sinalizar ao mercado que a rede está lá embaixo, e ela é forte, capaz de segurar todo mundo. Mas a verdade é que a rede não passa de uma ilusão.


08/07/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Nos primeiros seis meses de 2016, o volume de negociação de bitcoins nas bolsas brasileiras ultrapassou o volume de ouro na BM&F.

Nesse período, mais de R$ 164 milhões foram transacionados nas bolsas da moeda digital, enquanto os lotes de OZ1D e OZ2D (250g e 10g de ouro, respectivamente) registraram cerca de R$ 153 milhões. Apenas no mês de junho, o volume de bitcoins negociados foi duas vezes maior do que o do metal precioso.




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