14/12/2015 00:00  por  Leandro Roque \  economia

O vídeo a seguir, que compara como o tombamento de um caminhão é solucionado na Alemanha e no Brasil, é uma ilustração perfeita do nosso atraso em termos de acumulação de capital. 

As imagens são hilárias e ao mesmo tempo deprimentes.



13/12/2015 00:00  por  Bruno Garschagen \  economia

Esta semana, o deputado português Miguel Morgado, que foi meu professor no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e é autor do valioso "A Aristocracia e os seus Críticos", além de traduções e textos introdutórios de obras de Montesquieu, John Locke, Francis Bacon e Leo Strauss, confrontou o novo ministro das Finanças, Mário Centeno. Com a devida seriedade, consistência e humor.

Agora imagine, no Brasil, um Joaquim Levy sendo confrontado dessa forma?


13/12/2015 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

A Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos diz, de maneira bem sucinta, que a manipulação dos juros feita pelo Banco Central irá gerar "malinvestments" [investimentos errôneos para os quais não há uma genuína demanda].  Tão logo os juros voltem a subir, esses investimentos serão percebidos como insustentáveis (seu custo era maior do que a demanda imaginada), e terão de ser liquidados.

Os neoclássicos, como os seguidores da Escola de Chicago, costumam criticar a Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos com a alegação de que a teoria "despreza a racionalidade dos investidores e empreendedores".  Afinal, dizem os neoclássicos, por que empreendedores incorreriam nestes investimentos sabendo do caráter temporário da baixa nos juros?

Respondo.


13/12/2015 00:00  por  Bruno Garschagen \  economia

Propor o impeachment é "golpe".

A Câmara dos Deputados aceitar o pedido de impeachment é "golpe".

A decisão do ministro do STF, Edson Fachin, de suspender a instalação da comissão do impeachment, foi "golpista".

Novidade? Não exatamente.


13/12/2015 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

O problema com o politicamente correto de George Lucas.

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23/10/2015 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia


O Instituto Mises Brasil está em busca de um profissional competente e talentoso para 1 (uma) vaga aberta em seu escritório em São Paulo - SP. 

25/08/2015 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

Em uma guerra, soldados feridos recebiam morfina/heroína. Mas necessitavam de doses maiores com o tempo e, na hora da inevitável suspensão, efeitos assustadores se revelavam na chamada síndrome de abstinência.

No mercado de ações, os efeitos são semelhantes: à mera menção de diminuição futura de liquidez, as bolsas despencam.

Os países centrais já estavam viciados na heroína líquida desde 2008 (o Japão desde a década de 1990), e agora a China também está.

Na noite passada, a China baixou mais uma vez os juros, e anunciou que injetará mais bilhões nos bancos. Pudera! Nos últimos meses, ao administrar heroína localizada, apenas no mercado de ações e câmbio (inéditos $200 bilhões comprados para não deixar as ações caírem de preço e mais $200bi para não deixar o renmimbi cair), percebeu que o paciente ainda piorava.

Quando tirou a heroína localizada (parou de comprar ações), o mercado se direcionou para onde deveria ir — rapidamente para baixo.

O Banco Central chinês capitulou, anunciando a injeção de heroína uniformemente no sistema todo.

Os médicos do sistema, os Bancos Centrais, têm se comportado apenas como mantenedores profissionais de zumbis drogados.

Você acredita que farão seu trabalho de suspender a administração de doses cavalares de heroína líquida?


08/08/2015 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

O melhor investimento financeiro do século XX não foram ações ou ouro: foi o 'medalhão', ou licença, para operar táxis em New York.

Tal investimento obteve um rendimento anual superior a 15%, seguidamente, nos últimos 80 anos!

E este é só o investimento no preço do medalhão; se incluir o aluguel do medalhão, este retorno foi cerca de 20% ao ano, por 80 anos! Faça a conta. Aprenda, Buffett!

Como assim?


10/06/2015 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

Passei há alguns dias por uma experiência única, inesperada, dramática: um terremoto no Japão, no décimo nono andar de um hotel.

A caminho do Brasil, considero as lições que podemos tirar disso para nossa realidade: somos um país livre de devastadores desastres naturais, mas repleto de cataclismos perpetrados pelo homo politicus.

Jack Goldstone, professor de sociologia da George Mason University, afirma que revoluções são como terremotos: geólogos podem conhecer os locais das grandes falhas onde o próximo tremor tem mais chance de ocorrer; mas apenas o conhecimento dos mecanismos que geram os terremotos não nos permite prevê-los.  Nem seu local e nem muito menos seu tempo.

Pergunto-me se o Brasil pode estar próximo de um terremoto de grandes proporções.

Vejamos os principais pontos que afastam a hipótese.

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