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14/03/2017 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

A Justiça do Trabalho, uma das maiores responsáveis pela desigualdade de renda do país, definiu, por meio de sua mais alta corte, que caso a montadora Toyota dê um intervalo de 20 minutos a mais para que seus funcionários tomem café, a empresa terá de pagar por isso como se fossem horas extras — ou seja, com diversos encargos e custos crescentes.

Agora, apenas reflita. Fosse você o CEO da Toyota, o que você faria:

I - incorporaria o intervalo como horas extras a todos os funcionários daqui pra frente, arcando com todos os encargos sociais e trabalhistas que isso acarreta; ou

II - cortaria de imediato o intervalo para café a fim de evitar esse gasto extra.


16/02/2017 00:00  por  Mariana Diniz Lion \  economia

Em um acordo comercial gerenciado por governos, são inseridas tantas regras, taxas, condições e arbitrariedades, que se evidencia não haver qualquer preocupação com a preservação real da liberdade de quem mais importa — o indivíduo, o consumidor final nesta cadeia econômica.

Se a regulamentação de um governo é capaz de engessar uma economia, imagine a combinação da regulamentação de diversos governos ao mesmo tempo? Isso não é liberalização, é centralização de poder.

O verdadeiro livre comércio é espontâneo; é feito entre indivíduos de comum acordo, ainda que estes estejam em diferentes nações.

A partir do momento em que apoiamos que governos endossem, por meio de sua coerção, a suposta existência de um livre comércio, estamos nos rendendo à lógica estatista.


08/02/2017 00:00  por  Equipe IMB \  economia

O ativista cubano defensor dos direitos humanos Ubaldo Herrera Hernandez foi detido no último dia 2 de fevereiro por agentes da polícia nacional cubana.

Hernandez é responsável pelo projeto Biblioteca Libertária Benjamin Franklin.

Sua detenção foi cometida na província de Mayabeque sob a acusação de "atentado", uma alegação comum do governo cubano para encarcerar aqueles que discordam do regime castrista.


02/02/2017 00:00  por  Bill Mantum \  economia

João e José são dois indivíduos comuns. Ambos são trabalhadores e honestos. Jamais roubaram nada de ninguém. Tudo o que têm foi conseguido com o próprio suor.

Eles jamais se conheceram. Jamais conversaram. Um jamais nada fez de ruim para o outro. São apenas dois indivíduos comuns que nunca se viram.

Dado este cenário, assinale o que você pensa de cada um dos seguintes cenários abaixo:


30/01/2017 00:00  por  Leandro Narloch \  economia

Ninguém disse que "picho é arte" — como se diz hoje a João Doria (PSDB) — quando Marta Suplicy (então no PT) resolveu coibir os pichadores, em 2002.

Se Dilma houvesse proposto a mesma reforma do Ensino Médio que Temer apresentou no ano passado, nenhuma escola teria sido invadida. A UNE e o PSOL comemorariam o maior poder de escolha que a mudança proporcionou.

Quando Jaime Lerner encheu Curitiba de parques e ciclovias, a esquerda o acusou de só se preocupar com o meio ambiente e ignorar a periferia. Vinte e cinco anos depois, a mesma acusação recaiu sobre Haddad, mas na boca da direita.

O personalismo faz opiniões mudarem de lado sem o menor pudor. O melhor exemplo são as críticas ao Bolsa Família, que nasceram, todas elas, do próprio PT. Quando FHC criou o Bolsa Escola, em 2001, a esquerda o acusou de assistencialismo e de criar um "bolsa esmola" para comprar votos dos nordestinos.


23/01/2017 00:00  por  Donald Boudreaux \  economia

Se você é contra o governo impor um salário mínimo, você é contra os pobres.

Se você é contra a saúde pública, você é a favor de os pobres morrerem nas ruas, doentes e sem acesso a serviços médicos.

Se você é contra tarifas de importação e restrições ao livre comércio, você é contra os trabalhadores industriais terem empregos a altos salários.

Se você é contra regulamentações estatais, você é a favor de as pessoas serem fraudadas, envenenadas e assassinadas indiscriminadamente por empresas.

Se você é contra o governo conceder créditos subsidiados com o dinheiro de impostos, você é a favor de recessões.

Se você é contra a educação estatal, você é contra a educação dos pobres.


18/01/2017 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

Com o lançamento do "livro" intitulado Historiadores Pela Democracia, escrito pela elite de pensadores de esquerda da área de história do país, o termo 'ultraliberal' voltou a ser usado para denominar o movimento liberal/libertário do país, do qual este Instituto é apontado como parte.

Embora tenha sido claramente empregado no sentido pejorativo, a pergunta é válida: seria mesmo uma má ideia utilizarmos o termo 'ultraliberal' para nos descrever?

Para responder a isso, retornemos às origens.


17/01/2017 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

anúncio da primeira-ministra Theresa May sobre o Brexit agora há pouco representa uma reação realista às demandas dos britânicos, e o mais fiel e balanceado exemplo da nova visão mundial que está se disseminando e que vigorará pelas próximas muitas décadas.

Como um cético da eficácia dos mecanismos de representação democrática, reconheço que, pelo menos neste exemplo pontual, a vontade do povo parece refletida nesta declaração de princípios.

Theresa se posicionou como firme defensora do livre mercado ("o comércio não é um jogo de soma zero", disse), e que deseja uma Grã-Bretanha como "global trading nation" (nação que comercializa com todo o mundo), respeitando sua tradição, história e cultura de internacionalismo e de comércio com todos.

Esclareceu que haverá um "Hard Brexit", com os seguintes itens:


16/01/2017 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

A meu ver, a saída do mercado único europeu já está decidida. O referendo foi uma clara declaração de que o povo quer ter o controle sobre as fronteiras do Reino Unido e rever sua política de imigração.

Quanto ao comércio de bens e serviços, o Reino Unido deveria, de maneira unilateral, conceder à União Europeia o "melhor acordo" possível (na visão da UE), que seria o total e completo acesso ao mercado do Reino Unido, como ocorre hoje. Incidentalmente, este seria também o melhor acordo para o Reino Unido, pois manterá a competitividade das indústrias do Reino ao mesmo tempo em que ajuda a manter baixos os preços na economia britânica. Há também o benefício para a UE de que isso será uma manutenção do status quo: nada terá de ser alterado.


28/11/2016 00:00  por  Rodrigo da Silva \  economia

Brasil, 2016.

Os estados estão falindo.
As escolas estão sendo invadidas.
As câmaras legislativas estão sendo depredadas.
Os políticos estão sendo presos.
dinheiro acabou.

Ninguém acredita na imprensa. 
Ninguém acredita no governo.
Ninguém acredita nos sindicatos.
Ninguém acredita em partido político algum.

Somos o país que mais mata.
O que mais burocratiza.
O que menos oferece retorno dos impostos.
O que mais violenta professores.
O que tem mais medo de tortura policial.
O líder em mortes por balas perdidas.




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