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O direito de portar armas é um direito humano essencial

O direito de ter e portar armas representa a suprema, derradeira, fundamental e decisiva proteção de um povo contra todos os tipos de tirania, principalmente a tirania do estado, uma vez que os funcionários de um governo sabem perfeitamente bem que armas nas mãos do povo fornecem o único meio prático de se resistir à tirania.  Governos sabem que uma sociedade desarmada acaba se tornando uma sociedade obediente frente a um estado tirânico e onipotente.

Os defensores do controle de armas dizem que o desarmamento irá gerar um ambiente mais seguro para as pessoas.  Seus argumentos são falsos, falaciosos e perigosos.  Examinemos por quê.

Uma suposição básica de qualquer lei de desarmamento é a de que as pessoas irão obedecê-la.  O problema com tal suposição, entretanto, é que, embora ela possa ser válida para as pessoas que geralmente acreditam em obedecer às leis da sociedade em que vivem, ela é inválida para as pessoas que não têm qualquer consideração pelas leis dessa mesma sociedade.

Logo, leis de controle de armas seriam eficazes em desarmar pessoas pacíficas e cumpridoras das leis, porém seriam totalmente ineficazes em desarmar pessoas que não possuem quaisquer reservas quanto a infringir leis contra homicídios, estupros, roubos, assaltos e arrombamentos de casas.  Em outras palavras, se um indivíduo está decidido a assassinar, estuprar ou assaltar outra pessoa, quais as chances de ele dizer para si próprio que "Eu não posso fazer isso pois é proibido utilizar armas"?  Nem é preciso responder.  Apenas para insistir no óbvio, se um indivíduo não possui respeito algum por uma lei que proíba o assassinato, o estupro ou o assalto, então ele não terá respeito algum por uma lei que o proíba de ter uma arma.    

O problema, portanto, é cristalino: ao desarmar pessoas pacíficas e cumpridoras da lei, o desarmamento efetivamente impede que a almejada vítima de assassinato, estupro ou assalto possua um excelente meio para se defender contra o assassino, o estuprador ou o assaltante.  Como diz o ditado popular, "Deus criou homens diferentes; Sam Colt tornou-os iguais".  Armas permitem que as pessoas mais fracas possam se proteger contra tiranos e valentões maiores e mais poderosos, os quais não possuem reservas quanto a matar, estuprar ou assaltar outros seres humanos.

Disso tudo, há um corolário principal: mesmo que toda a sociedade possa optar por não se armar, o simples direito de ter e portar armas já torna todos os indivíduos da sociedade, inclusive aqueles que optaram por não ter armas, mais seguros contra assassinos, estupradores e assaltantes.  Por quê?  Porque o assassino, o estuprador e o assaltante não sabem a princípio quem está armado e quem não está, o que significa que agora eles no mínimo terão de pensar várias vezes antes de tentar cometer seus crimes.  Com efeito, não é esse o principal motivo de os defensores do desarmamento jamais propagandearem em voz alta que moram em casas sem armas?

Em outras palavras, se todos estiverem desarmados, então as pessoas violentas de uma sociedade podem se sentir seguras para assassinar, estuprar ou assaltar outras pessoas.  Porém, se todos possuírem o direito de se armar, então o assassino, o estuprador e o assaltante saberão que há uma boa chance de suas tentativas criminosas darem errado — a pessoa que eles escolheram assassinar, estuprar ou matar pode estar armada e disparar primeiro.

Um livre mercado de armas

Uma segunda suposição básica dos desarmamentistas é a de que armas não estarão mais disponíveis para ninguém, inclusive para as pessoas violentas que estejam em busca de uma.  Essa suposição se baseia na esperança de que o controle de armas irá simplesmente fazer com todas as armas existentes desapareçam, talvez por meio de algum esquema governamental de recompra de armas, em que as pessoas são estimuladas a entregar suas armas para funcionários do governo que prometem destruí-las.  Novamente, esta suposição é falsa, falaciosa e perigosa. 

Um problema com essa suposição é que ela não leva em conta o livre mercado — ou, mais precisamente, o mercado negro que inevitavelmente surge em resposta a leis que tentam restringir a oferta de algum produto ou serviço.  Considere, por exemplo, a guerra às drogas, por meio da qual os governos vêm tentando eliminar a oferta de drogas há pelo menos 30 anos.  Não obstante uma crescente variedade de leis cada vez mais rígidas, aqueles que querem comprar drogas continuam sendo capazes de adquiri-las daqueles que estão dispostos a incorrer os riscos de fornecê-las.

Por que não deveríamos esperar o mesmo resultado de uma guerra contra as armas?  Não iria imediatamente surgir um mercado negro de armas, assim como surgiu um mercado negro de drogas quando estas foram proibidas?  E quanto àqueles indivíduos violentos e antissociais, como assassinos, estupradores e assaltantes?  Não seriam eles mais aptos e dispostos a adquirir armas nesse tipo de mercado do que as pessoas pacíficas e cumpridoras da lei?

arma.jpgTambém estaríamos sendo negligentes caso não mencionássemos os desastrosos efeitos colaterais da tentativa governamental de se erradicar as drogas — guerras entre gangues, assaltos a lojas de conveniência, quase sempre seguidos de homicídio, corrupção policial, roubos, assaltos vários, arrombamentos de casas e carros, furtos etc.  Isso sem mencionar os crescentes ataques governamentais às liberdades civis dos cidadãos.

Por que deveríamos esperar resultados diferentes de uma guerra contra as armas?  Mais ainda: por que não esperar resultados ainda piores?

"Mas se apenas déssemos ao governo plenos poderes para erradicar as armas, então todas as armas poderiam ser erradicadas de uma vez por todas, o que significa que elas não poderiam nem mesmo ser adquiridas ilegalmente", sugerem implicitamente os defensores do desarmamento.  Embora seja problemático, vamos, para o bem da discussão, ceder a esse argumento.  Vamos supor que a posse de armas seja efetivamente banida e que, de alguma forma, o governo seja capaz de impedir que assassinos, estupradores e assaltantes as adquiram no mercado negro.

O que isso implicaria?

A maior ameaça à liberdade

Tal medida tornaria a população mais segura?  De modo algum, pois um governo que teve o poder de erradicar todas as armas da sociedade sem dúvida se tornaria um governo onipotente e tirânico, assim como aqueles que existem na Coréia do Norte ou em Cuba.  Parafraseando um velho ditado, quando as armas forem proibidas, apenas o governo terá armas.

Isso nos remete novamente ao principal argumento contra o controle de armas — uma população armada restringe a tirania, pois aqueles que detêm o poder político sabem que os cidadãos não serão meros súditos; os governantes sabem que uma população armada possui os meios para resistir violentamente à tirania, talvez até mesmo por meio da revolução ou da rebelião, como escreveu Thomas Jefferson na Declaração de Independência dos EUA.

Para muitas pessoas é difícil entender ou mesmo aceitar que a maior ameaça à liberdade e ao bem-estar da população de um país advém de seus políticos.  Elas acham essa ideia desagradável — isto é, a ideia de que seus próprios funcionários públicos irão, caso possam, impor a tirania sobre seu próprio povo.  Porém, curiosamente, essa sempre foi a regra na história do mundo, e não a exceção.

Tirania pode ser um conceito subjetivo, porém vamos aqui defini-la como sendo a violação dos direitos fundamentais de todo o ser humano: vida, liberdade e propriedade.  Será que os funcionários do governo seriam capazes de violar esses direitos (vamos ignorar, por ora, que toda e qualquer forma de tributação já representa, por si só, um atentado à liberdade e à propriedade)?  Será que eles possuem uma devoção tão grande ao povo a ponto de jamais serem capazes de violar esses direitos?

A resposta, obviamente, é não.  E a história está aí para comprovar.  Estados já atiraram em manifestantes, fecharam jornais críticos ao regime, invadiram casas e empresas sem nenhum mandado de busca, mataram suspeitos e inocentes, encarceraram pessoas sem mandados, detiveram pessoas suspeitas por tempo indefinido, negaram a prisioneiros o devido processo legal, o direito a advogados, o direito à fiança, o direito a julgamentos por processo de júri e o direito ao habeas corpus e impuseram a pessoas dissidentes cruéis e extraordinárias punições, como tortura, estupro, abusos sexuais, e assassinato por espancamento.

E, é claro, fizeram tudo isso após confiscar as armas da população, impor um rígido controle de armas e zelar pela aplicação dessas medidas com força mortal.

"Mas isso não significa que os governos de hoje farão isso novamente..."  Ora, é claro que significa, especialmente se o governo em questão invocar justificativas em prol da "segurança maior da população", algo a que eles sempre recorrem.

O governo federal, de todo e qualquer país, por sua própria natureza atrai pessoas que não têm absolutamente nenhum respeito pelos direitos básicos dos cidadãos.  A hierarquia governamental, com seus cargos políticos e burocráticos, atua como um mecanismo de filtragem, garantindo que apenas aqueles que seguem a maneira "correta" de pensar — isto é, que pensam dentro da margem politicamente pré-determinada pelo estado — possam ganhar maiores poderes.  Esse filtro permite a passagem de comunistas, social-democratas, fascistas e até mesmo liberais clássicos moderados.  O que ele não permite, porém, é a passagem — exceto em raras distrações — de pessoas que questionam a absoluta autoridade do estado em empregar a força para fazer com que a população obedeça a seus decretos.  Enquanto o princípio de que o estado deve deter o poder supremo for aceito, os pilares do poder estatal permanecerão inabalados e, no longo prazo, aqueles mais aptos a utilizar de violência e imoralismo tenderão a ganhar mais poderes.

As pessoas que povoam as repartições governamentais, especialmente aquelas pessoas cujas carreiras estão totalmente centradas em empregos do governo, são progressivamente educadas, por todo o ambiente que as cerca, na ideologia da autoridade do estado.  Após passar muito tempo em tais ambientes, torna-se óbvio e natural para essas pessoas que o melhor arranjo é fazer com que armas fiquem apenas nas mãos do governo — afinal, nesse arranjo, as armas sempre estarão apenas do lado delas.  A comodidade desse arranjo estará em perigo sempre que os cidadãos comuns puderem utilizar armas para se defenderem sozinhos.  Quando podem utilizar armas, a necessidade de pedir proteção ao governo é quase nula e, no extremo, a população pode ficar tentada até mesmo a exigir — por meio de armas — cortes no orçamento de vários departamentos do governo.  E isso não pode ocorrer.

Como bem sabem as pessoas que perderam suas liberdades em decorrência de medidas adotadas pelo seu próprio governo, tão logo começa a concessão de direitos, a marcha rumo à tirania torna-se inexorável.  Ademais, uma das lições que os governantes de hoje aprenderam com o século XX é que um estado pode ser totalitário com muito mais eficiência quando esconde sua munheca dentro de uma luva de veludo.  Uma demonstração muito crua de poder estatal pode tornar a população súdita um tanto inquieta.  Por isso a predileção pelo desarmamento.  Um povo desarmado é um povo dócil.  Não é preciso outras medidas mais autoritárias para mantê-lo domesticado.  Logo, o desarmamento atinge de maneira totalmente eficaz os objetivos de plenos poderes do estado.

Princípios da liberdade

Se o objetivo dos desarmamentistas é fazer com que as pessoas se tornem crianças indefesas que saem correndo em busca da proteção paternal do estado, ou se as ações dos desarmamentistas apenas levam acidentalmente a esse resultado, isso é algo desimportante.  Teria importância apenas se estivéssemos querendo julgá-los por seus crimes.  Porém, para resolver os problemas básicos do desarmamento, julgar a real intenção dos desarmamentistas é secundário.  O que não podemos jamais é nos curvar perante eles.  A nossa liberdade e segurança é muito mais importante do que qualquer "grande ideia" dessa gente.

Talvez uma boa maneira de concluir um artigo sobre a vital importância de se ter e portar armas seja citando a sabedoria dos principais Pais Fundadores dos EUA, que entendiam de liberdade e de tirania:

"Governos temem cidadãos com armas." ~ James Madison

"Nenhum homem livre pode ser privado do uso de armas" ~ Thomas Jefferson

"Para preservar a liberdade, é essencial que as pessoas possuam armas e sejam ensinadas, desde crianças, a como utilizá-las" ~ Richard Henry Lee

 "O maior objetivo é fazer com que cada indivíduo esteja armado.... Todos que são capazes devem possuir uma arma. ... Será que finalmente chegamos a tão humilhante e degradante situação, que nem mais podemos utilizar armas para a nossa própria defesa?" ~ Patrick Henry

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Quer enlouquecer um desarmamentista e toda a laia politicamente correta que os apóia?  Utilize esse vídeo (legendas em inglês).





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autor

Jacob Hornberger
é o fundador e presidente da The Future of Freedom Foundation.

Tradução de Leandro Roque

  • Andre  15/04/2011 10:37
    Ri muito com esse clipe. è só eu ou uma arma é bonita?\r
    \r
    Quanto ao desarmamento....sem comentários. Uma idéia babaca e sem o menor sentido, a não ser que a idéia principal seja prejudicar o cidadão de bem. Bem, não vou abandonar meu trabuco. Bandido que entrar em casa vai levar um tiro na fuça.\r
    Essa historia de tratar adulto como criança é ridícula. Se for assim, vamos proibir automóveis, pois eles matam muiiiita gente. O problema é falta de educação, nos dois sentidos. Mas num pais que vota no tiririca e no romario....\r
    \r
    Brazil!!!!!(com z mesmo) Rumo a Venezuela!!!!!!
  • Angelo Noel  15/04/2011 13:46
    Pessoal, o Penn and Teller tem um episódio sobre o controle de armas.
    Pra quem não sabe, os caras são libertários e por incrível que pareça, aqui no Brasil é exibido numa das divisões do canal Fox (FX)... Vale a pena conferir outros programas em q eles defendem o Walmart e o livre mercado como meio p/ atingirmos a paz, criticam a carga tributária dos EUA, e contrariam uma série de proibições inventadas pelo estado e um bando de malucos reguladores.

    Grande abraço.
  • Bernardo Santoro  15/04/2011 11:30
    Eu ia escrever um artigo sobre desarmamento pro site do Liber, mas esse esgotou o assunto.
  • Cesar Ramos  15/04/2011 11:33
    A questão é diversionista, como tudo neste país para inglês ver. Leviathan precisa culpar o lobo do homem, no que é apoiado incontinente pelas forças do bem, essas que levaram o psicopata de Realengo ao massacre coletivo para depois, como Sócrates, viajar tranquilo ao Reino de Hades. Deus do Céu e Deus Terreno necessitam de pecadores e bandidos. Sem os coadjuvantes não sai espetáculo.
  • Fernando Chiocca  15/04/2011 13:39
    Acho que este vídeo ilustraria melhor o artigo: Armed Homeowner Shoots Robbers During Daytime Invasion

    Só o diabo sabe as barbaridades que estes bandidos fariam com a família da casa se ela tivesse como único recurso de proteção telefonar para funcionários públicos...
  • Joao  15/04/2011 14:53
    Caramba, até RPG o cara têm. LOL
  • LUIZ OLIVEIRA  15/04/2011 16:35
    Simplesmente brilhante!
  • Caio Cesar  15/04/2011 18:05
    "I like guns! I like guns!" rsrs

    Só queria perguntar uma coisa...
    Quais países as vendas de armas são legalizadas?
  • augusto  15/04/2011 20:24
    Acho que voce formulou mal a sua pergunta. A venda de armas eh legal - com restricoes - em muitos paises, inclusive o Brasil. O que exatamente voce quer saber?
  • Marcos  15/04/2011 20:15
    O mais bizarro dessa campanha é ausência total de nexo causal entre as coisas. Dizem que a violência no Brasil é alta por causa do número de armas nas mãos da população civil, mas na verdade o número de armas legalizadas é baixíssimo se comparado a outros países muito menos violentos. Também falam do caso de Realengo, mas o caso só prova a falência do estado no controle de armas ilegais. O traficante de armas que vendeu para o assassino atuava livremente há anos e só foi preso dessa vez porque precisavam dar uma resposta a opinião pública.

    O engraçado é que conseguiram chegar no cara rapidinho. Por que não fazem isso a cada crime cometido por armas de fogo ilegais?

    Tudo isso só mostra uma coisa: se o massacre aconteceu foi por culpa da incompetência e indolência do estado em combater o mercado negro de armas. Talvez se não tivesse um traficante por perto o cara não tivesse conseguido a arma.

    E se tivesse algum cidadão com porte legal de arma por perto talvez menos crianças tivessem morrido.
  • Madson Santos  15/04/2011 20:17
    vocês libertários, que tanto adimiram os EUA, já assistiram Tiros em Columbine?
  • mcmoraes  16/04/2011 01:59
    O Gary Jason viu (vide pág. 44 da Liberty Magazine de Agosto de 2008). Um contraponto para o Tiros de Columbine é o documentário Michael & Me (parte 1, parte 2 e parte 3)
  • Osmar  01/09/2011 02:32
    Olha, eu sei que o Moore é a favor do controle de Armas e tudo mais, só q ao assistir Tiros em Colmbine eu acho q a mensagem dele foi mais 'os americanos são problemáticos e tem armas' do quê 'armas são ruins'. Tanto que ele mostrou dados do Canadá, 7 milhões de armas registradas e um 'crime rate' baixíssimo. Claro que ele força várias vezes pra defender o lado dele, mas eu assisti e me surpreendi ao saber da quantidade de armas no Canadá.
  • Carlos  03/09/2011 16:25
    Eu sou libertário e não admiro os EUA.
  • Eduardo  15/04/2011 21:34
    Madson, vc já viu o filme Manufacturin dissent?

    en.wikipedia.org/wiki/Manufacturing_Dissent

    O intuito do filme, inicialmente, era para ser uma homenagem ao Moore... Mas de alguma forma, acabou achando muita sujeira debaixo do tapete...

    Recomendo para os que se impressionaram com os filmes desse camarada.
  • Augusto  15/04/2011 23:16
    ^^ Cuidado na hora de criticar o Michael Moore. Boa parte do que ele diz - especialmente quando ele trata do "capitalismo" americano, que deveria ser mais propriamente chamado corporatismo - faz sentido. Até o próprio Ron Paul reconhece isso: www.youtube.com/watch?v=UUqwp4yyGec\r
    \r
    O problema é a conclusão do Michael Moore, de que as corporações são o problema e o Estado é a solução.
  • Miguel A. E. Corgosinho@hotmail.com  15/04/2011 22:53
    Jacob Hornberger é economista? Se for está com desvio de conduta, pois deveria estar preocupado com a defesa do cidadão em relação ao dinheiro do seu país que arma a instabilidade do Estado mundo afora.

    Precisava ele, em primeiro lugar, saber sobre o controle da moeda, e as causas do porte de dinheiro sem o valor de lastro - tanto como uma arma desnecessária de investimento externo (que não circula internamente em outros países) quanto com reservas fracionárias que roubam recursos do governo para ele fazer a mesma coisa com custos. isto é; as reservas não pagam pela expansão monetária, mas são as degradantes donas do ambiente da nossa liberdade, apenas para receber o valor do dinheiro principal mais juros.

    "Após passar muito tempo em tais ambientes, torna-se óbvio e natural para essas pessoas que o melhor arranjo é fazer com que armas fiquem apenas nas mãos do governo - afinal, nesse arranjo, as armas sempre estarão apenas do lado delas."

    Parece até que o último parágrafo pretende desvirtuar o nosso próprio conceito de liberdade, do óbvio natural do padrão de valor da sociedade; enquanto o governo sofre dois tipos de arranjos artificiais - ... as armas sempre estarão apenas do lado delas... - nas mãos dos banqueiros e estrangeiros.

    Essas armas matam...
  • Caio Cesar  17/04/2011 10:22
    Eu não entendi muito bem o que você disse - como é natural de todos que leem Mises -, mas eu creio que você está falando que... "ser pobre é pior do que ser morto"? É isto?
  • anônimo  17/04/2011 15:34
    "ser pobre é pior do que ser morto"? É isto?

    Não necessariamente.

    Pobre é aquele que ignora o que diz um intelectual, rejeitando conhecer a própria condição de abundância. Pior do que ser morto é o sujeito que homologa, é igual, ao desconhecimento.
  • Lutty  16/04/2011 00:34
    É...isso pode fazer sentido para a maioria dos videos dele, todavia "Tiros em Columbine" é um video repleto de conclusões absurdas.
  • Felix  16/04/2011 12:37
    Essa história de armas para defender a propriedade é meio ultrapassada. Isso era mais comum há algumas décadas.
    Em breve estas armas de hoje estarão tão úteis quanto um arco e flecha ou um estilingue dadas as outras tecnologias que vão surgindo e que o governo já detém.
  • Caio Cesar  17/04/2011 10:27
    A questão que envolve-se aqui é que armas dentro de casa vão te defender dos ladrões e assassinos. Já do governo... Bom, aí depende de qual governo.
    Se for aqui no Brasil, acho que defende sim, já que os tanques de guerra brasileiros são da guerra da coreia, e algumas de suas armas do exército datam da época da segunda guerra mundial.
    Agora, se for falar em EUA, aí é outra coisa... Uma 12 não vai te defender de um caça F-16 nem de um submarino nuclear...

    Mas enfim: De um jeito ou de outro, um governo não pode governar se não houver quem pode ser governado. Ou seja: Se o governo se revoltar contra todos, os "todos" irão se defender a todo custo, até que uma hora o governo perceba que não pode mais sair matando "todos", pois se não... o "todos" acaba ué. rsrs
  • augusto  16/04/2011 13:11
    Quando me perguntam sobre desarmamento, eu sempre respondo com outra pergunta: quando todas as pessoas estiverem desarmadas, e apenas a policia e o exercito tiverem armas, o que exatamente previne que eles se voltem contra o povo? A boa vontade? O senso patriotico? A crenca na constituicao?
  • mcmoraes  16/04/2011 14:13
    Essa me fez lembrar de uma propaganda polêmica da MTV.
  • Andressa  18/04/2011 22:00
    Muito bom!
  • Pedro  29/04/2011 17:20
    Seu artigo é um amontoado de sofismas de quem está interessado no comércio e na fabricação de armas. Obter lucro com a insegurança, esse parece ser o seu lema.
  • Luis Almeida  29/04/2011 17:41
    E você certamente é um assaltante ou sequestrador que está interessado apenas na certeza de que suas vítimas estarão desarmadas, o que irá facilitar o seu serviço. Você quer se afirmar pela insegurança e incapacidade de defesa alheia; esse parece ser o seu lema.

    E aí? Gostou da minha lógica? Melhor que a sua.
  • mcmoraes  29/04/2011 18:16
    Confesso que não conhecia o significado da bela palavra sofisma. Segundo a Wikipédia, sofisma é um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às próprias leis. De acordo com essa definição, vejo que tal palavra, apesar de bela, significa algo feio.

    Porém, temos que reconhecer mesmo o feio possui graus de feiura. E o seu comentário, Pedro, é mais feio do que qualquer sofisma que possa existir, por um simples motivo: a ausência de raciocínio é pior do que um raciocínio inválido. Veja, por exemplo, um exemplo extremo de sofisma, obtido da página da Wiki:

    Todo cavalo raro é caro. Um cavalo barato, é raro. Logo; um cavalo caro é barato!

    O que você considera pior: alguém que lhe apresenta tal sofisma ou alguém que simplesmente lhe diz: Um cavalo caro é barato!?

    Pois saiba que ao acusar o Autor do texto de sofista, sem apresentar justificativas, você se comportou semelhantemente a alguém que simplesmente afirma que um cavalo caro é barato, sem explicar porquê.
  • Fabiano  14/06/2011 17:08
    É assim, o povo brasileiro está cada vez mais parecido como carneirinhos que não fazem barulho nem quando morrem, pois o nosso governo libera bilhões de reais em créditos para os bancos que já são super ricos, e os bancos pagam 1,2% ao ano por esse dinheiro para que o mesmo libere créditos ao povo que já esta cego por querer comprar seus carrinhos, casinhas pagando um absurdo de juros aos bancos e sendo assim o povo cego aceita qualquer bobagem que assim nosso governo quer, e o que nosso governo quer? ele quer um povo que anda no cabresto como animais, como carneiros que não reclama nem quando morre.
    Prestem ATENÇÃO povo deste pais de políticos corruptos que nunca terá cura, NUNCA, não aceitem que tirem de nós nosso único direito que é o de ficar vivo, de nos defender pelo menos dentro de nossas casas, imagine uma dupla de ladrões que entra em sua casa, armados e não se contentam em só roubar e partem para o estupro de sua filha, de sua mãe,suas irmãs, pensem nisso, você amarrado com uma arma na cabeça e alguém ESTUPRANDO SUA MÃE,FILHA,MULHER ou quem quer que esteja lá. DIGA NÃO a esse direito que querem nos tirar. seja realista, nossa segurança publica está em frangalhos.
    TENHA O DIREITO, MELHOR O DEVER DE SE DEFENDER.
  • Angelo Viacava  01/09/2011 07:37
    Pérolas do Rio Grande do Sul. Numa reportagem de TV, após um assalto à propriedade e negócio de um comerciante, o delegado entrevistado largou esta pérola: - "O cidadão não deve esperar tanto do poder público" (sic), para justificar a ausência de policiamento efetivo nas ruas da cidade. Não achei link para a entrevista, parece que foi na TV Record. Ato falho na evidente confissão de que o estado está aí para sugar cada vez mais e oferecer cada vez menos em troca. Só me falta segurar a placa "EU JÁ SABIA" nas mãos.
  • Andre Ramos  05/01/2012 13:30
    O que seria dessa jovem e do seu bebê se ela não tivesse uma arma?\r
    g1.globo.com/mundo/noticia/2012/01/jovem-mae-de-18-anos-dispara-fuzil-e-mata-invasor-para-proteger-bebe.html
  • Carlos  06/02/2012 14:50
    Hoje vemos cidadãos desarmados totalmente indefesos contra agressores e criminosos com essas greves da polícia.

    Se a população não está armada o suficiente nem pra se defender de criminosos pés de chinelo quando a polícia e a segurança provida pelo Estado entram em greve, imagina-se como eles vão se defender se um dia as forças armadas do Estado que deveriam proteger resolvessem tomar o poder.
  • anônimo  24/05/2012 07:38
    E-mail que recebi e está circulando por aí:


    Assunto muito interessante, mostrado de forma cômica mas que tem um
    profundo sentido de verdade e coerência.


    (A) O número de Médicos nos EUA é de 700.000.

    (B) As mortes acidentais anualmente causadas por "erros médicos" são
    de 120.000.

    (C) Resulta que a proporção de mortes por Médico é de 0,171
    (aritmética elementar)

    Estatística: cortesia do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos USA

    Agora pense:

    (A) O número de proprietários de armas legais dos EUA é 80 milhões.
    (Sim senhor, 80 milhões).

    (B) O número de mortes acidentais por armas de fogo, por ano,
    considerados todos os grupos etários, é de 1.500.


    (C) Portanto, o número de mortes acidentais, por proprietário de arma é,
    proporcionalmente de 0.0000188 (aritmética elementar também).
    Estatística: cortesia do FBI

    Assim, estatisticamente, os Médicos são aproximadamente 9.000 vezes
    mais perigosos do que os proprietários de armas legais.


    Lembre-se: "As armas, sozinhas, não matam pessoas, mas os Médicos,
    sozinhos, sim."
    FATO: Nem todo mundo tem uma arma, mas quase todo mundo tem, pelo
    menos, um Médico.

    Isto significa que quem tem um Médico, tem 9.000 vezes mais chances de
    ser morto por ele do que por um proprietário de arma legal.

    (Por receio de criar pânico generalizado ocultamos as estatísticas
    referentes a Advogados.)
  • Tiago Bezerra  15/12/2012 21:02
    Muito bom os textos do site sobre desarmamento. Nesses dias de mídia pregando o controle de armas para evitar os massacres nas escolas, como o de Connecticut, eu resolvi escrever um texto sobre o assunto. Chama-se Controles de Armas, Massacres em Escolas e Virgindade. Quero que vocês comentem concordando ou discordando. Abraços
  • Karollos Athani  03/01/2013 03:17
    www.youtube.com/watch?v=pH70YFjn6bk
  • Ed  17/07/2013 00:00
    uma coisa é fato, quem já atirou com uma arma de fogo, percebe o potencial destrutivo que tem em mãos. Deve-se buscar que qualquer que deseja exercer seu direito de possuir uma arma de fogo, receba um preparo adequado para tal. um curso+exame psicotécnico (de verdade não faz de conta, à ser realizado por empresa privada), passou, parabéns, escolha o modelo. repetiu... pode tentar de novo...
    a mesma coisa vale para ter habilitação de motorista, pois um carro é uma arma de destruiçào em massa!
  • amauri  20/01/2014 00:28
    Para quem já leu o Plano Nacional de Direitos Humanos versão 3, editado no governo lula, entenderá o motivo o qual motiva o estatuto do desarmamento.
    La diz:
    a) extinção das forças militares estaduais, existindo apenas uma força nacional
    b) todas as questões serão submetidas a comitês, locais, estaduais e nacional para deliberação (pasmem, terão poder acima do judiciário)

    Agora o povo desarmado, uma esquerda armada, será que algum dos lados tem interesse nessa situação?
  • Emerson Luis, um Psicologo  20/11/2014 20:01

    Venezuela lança plano nacional para desarmamento de civis

    g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/venezuela-lanca-plano-nacional-para-desarmamento-de-civis.html

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  • Marcos  16/02/2016 02:39
    A roubalheira generalizada que se instalou no pais e que está sendo desnudada pela operação lava-jato + o aumento insano da carga tributária deixam claro o porquê o governo insistir tanto no desarmamento. Uma populacão desarmada pode apenas assistir indefesa ao aumento constante dos tributos e ä roubalheira desarvegonhada de recursos públicos que deveriam ser destinados ä educaçao, saude, segurança, etc. Se amanha o Estado quiser aumentar o imposto de renda para 50% ou confiscar nossas propriedades o que poderemos fazer? O poder vem do povo, mas e quando o Estado resolve usar deste poder contra o próprio povo que o concedeu? Um povo sem armas pode apenas bater panelas. Um povo armado funciona como um contrapeso para que o Estado não abuse demais do poder que o povo lhe concedeu.


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