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Anarcocapitalismo em Santa Maria de Jetibá (ES)

Cansado de promessas, um cidadão construiu por conta própria uma ponte em Santa Maria de Jetibá (ES), e colocou a seguinte placa:

"Ponte particular. Proibido passagem de veículos da prefeitura e políticos."


De acordo com vizinhos, o proprietário, cansado das promessas não cumpridas da Prefeitura Municipal de Santa Maria de Jetibá, construiu a ponte com dinheiro próprio e colocou essa placa.  Ele já teria barrado um vereador na ponte, indagando ao mesmo se ele não sabia ler.

Propriedade privada, liberdade de discriminar e empreendimento "público" com capital 100% privado.  Anarcocapitalismo puro.

E ainda dizem que, sem o estado, não haveria pontes... 

Nossos parabéns a este bravo cidadão capixaba. É com homens desta fibra que se constrói o progresso.


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SOBRE O AUTOR

Equipe IMB


www.mises.org.br/Article.aspx?id=454

[link www.mises.org.br/Article.aspx?id=306[/link]
Para começar, sua afirmação é falsa. No entanto, ainda que ela fosse verdadeira, isso seria imaterial.

Essa questão da Previdência brasileira é um assunto bastante interessante pelo seguinte motivo: talvez seja a única área da economia que não está aberta a opiniões ideológicas.

Não importa se você é de esquerda ou de direita; liberal, libertário ou intervencionista. Também pouco importa se você acredita que a Previdência atual seja superavitária (como alguns acreditam). O que importa é que o modelo dela é insustentável. E é insustentável por uma questão puramente demográfica.

E contra a realidade demográfica não há nada que a ideologia possa fazer.

Comecemos pelo básico.

Ao contrário do que muitos ainda pensam, o dinheiro que você dá ao INSS não é investido em fundo no qual ele fica rendendo juros. Tal dinheiro é diretamente repassado a uma pessoa que está aposentada. Não se trata, portanto, de um sistema de capitalização, mas sim de um sistema de repartição: o trabalhador de hoje paga a aposentadoria de um aposentado para que, no futuro, quando esse trabalhador se aposentar, outro trabalhador que estiver entrando no mercado de trabalho pague sua aposentadoria.

Ou seja, não há investimento nenhum. Há apenas repasses de uma fatia da população para outra.

Por motivos óbvios, esse tipo de esquema só pode durar enquanto a fatia trabalhadora for muito maior que a fatia aposentada. Tão logo a quantidade de aposentados começar a crescer mais rapidamente que a fatia de trabalhadores, o esquema irá ruir.

Portanto, todo o arranjo depende inteiramente do comportamento demográfico da população. A qualidade da gestão do INSS é o de menos. Mesmo que a Previdência fosse gerida por anjos probos, sagazes e imaculados, ainda assim ela seria insustentável no longo prazo caso a demografia não cooperasse.

E, no Brasil, ela já não está cooperando. Segundo os dados do IBGE, em 2013, havia 5,5 pessoas com idade entra 20 e 59 anos para cada pessoa com mais de 60 anos. Em 2060, a se manter o ritmo projetado de crescimento demográfico, teremos 1,43 pessoa com idade entre 20 a 59 anos para cada pessoa com mais de 60 anos.

Ou seja, a menos que a idade mínima de aposentadoria seja continuamente elevada, não haverá nem sequer duas pessoas trabalhando e pagando INSS para sustentar um aposentado.

Aí fica a pergunta: como é que você soluciona isso? Qual seria uma política factível "de esquerda" ou "de direita" que possa sobrepujar a realidade demográfica e a contabilidade?

Havendo 10 trabalhadores sendo tributados para sustentar 1 aposentado, a situação deste aposentado será tranquila e ele viverá confortavelmente. Porém, havendo apenas 2 trabalhadores para sustentar 1 aposentado, a situação fica desesperadora. Ou esses 2 trabalhadores terão de ser tributados ainda mais pesadamente para sustentar o aposentado, ou o aposentado simplesmente receberá menos (bem menos) do que lhe foi prometido.

Portanto, para quem irá se aposentar daqui a várias décadas e quer receber tudo o que lhe foi prometido hoje pelo INSS, a mão-de-obra jovem do futuro terá de ser ou muito numerosa (uma impossibilidade biológica, por causa das atuais taxas de fecundidade) ou excessivamente tributada (algo que não é duradouro).

Eis o fato irrevogável: contra a demografia e a matemática, ninguém pode fazer nada.

A não ser mudar totalmente o sistema.

Uma proposta para uma reforma definitiva da Previdência
"Faltou incluir o custo administrativo, o lucro e os impostos da empresa terceirizada."

Abordados explicitamente no artigo (o qual, pelo visto, você nem sequer leu).

"Lembremos que os custos sempre são repassados ao consumidor (nesse caso, seria a empresa contratante)."

Errado. Não tem como empresas repassarem integralmente seus custos ao consumidor. Isso é básico de economia.

Se você tem uma padaria, e repentinamente seus custos sobem (por exemplo, sua conta de luz subiu), você não tem como simplesmente repassar esse custo adicional ao consumidor. Se você fizer isso, perderá fatia de mercado para as padarias concorrentes. Se você aumentar seus preços, perderá clientes para as padarias vizinhas.

Outra coisa: se fosse tão simples assim sair aumentando preços para repassar custos, então por que as empresas não fazem isso (aumentam preços) agora mesmo? Afinal, não é necessário esperar que haja um aumento de custo para haver aumento de preços. Basta aumentar o preço agora mesmo. Por que elas não fazem isso?

Pois é, porque não é tão simples assim.

Aumentos de custos são sempre, em última instância, arcados pela própria empresa. Fosse realmente tão simples assim sair repassando aumento de custos para os preços, então nenhuma empresa jamais quebraria na história.

P.S.: o único mercado em que é possível "repassar custos" -- e, mesmo assim, com parcimônia -- é o mercado de postos de gasolina, que é um mercado extremamente regulado, com baixíssima entrada de novos concorrentes (por causa das regulações estatais, é caríssimo abrir um posto de gasolina), e vendendo um produto cuja demanda é inelástica. E, mesmo assim, isso só funciona em cidades pequenas, em que há poucos postos à disposição.

"Com isso o custo de se terceirizar torna-se maior."

Embora você nada tenha explicado de correto para chegar a essa conclusão, o fato é que, se você realmente acredita que o custo irá se tornar maior, então você nada tem a se preocupar. Absolutamente ninguém irá querer terceirizar.

(O engraçado é que a esquerda diz justamente o contrário: todo mundo vai querer terceirizar porque o custo vai cair. Favor entrarem num consenso).

"E mesmo se a terceirizada conseguir ser mais eficiente (pois isso depende da área de atuação), a empresa contratante não vai economizar em nada, somente na dor de cabeça com a justiça do trabalho."

Então, de novo, você absolutamente nada tem com o que se preocupar. Ninguém vai querer terceirizar. Logo, tal lei será completamente inócua. Nem sei por que você está perdendo tempo com ela.

"Fui orçamentista em uma terceirizada da construção civil. Como nossas atividades tinham que acompanhar as demais atividades, tínhamos que manter nossos operários até o final da obra. Com isso os custos eram os mesmos da empresa contratante se ela tivesse contratado diretamente os operários. Na verdade eram até maiores, porque no nosso preço final estavam embutidos o nosso custo administrativo, o lucro e os impostos."

Ou seja, não apenas a empresa que contratou os seus serviços era completamente imbecil (aumentou os próprios custos), como você próprio perdeu uma grande oportunidade de lucro: caso tivesse você próprio feito essa empreitada no lugar dessa empresa, teria ganhado um belo dinheiro.

Por que não fez? Odeia dinheiro?

"Portanto não vejo vantagem na ideia de terceirização para a empresa contratante."

Então, pela terceira vez, você nada tem com o que se preocupar. Ninguém irá terceirizar. A lei será inócua. Agora, seja coerente, vá a campo e acalme toda a esquerda. Eles estão estressados com nada. Certo?
Acabariam por voltar aos mesmos padrões de corrupção, eventualmente.

Veja bem, a idéia do sistema de freios e contrapesos foi criada justamente com esse intento. Que, ao dividir os poderes governamentais em três, impediriam que o estado fosse abusivo. A idéia funciona, em teoria, mas na prática o que acaba acontecendo é que os três poderes eventualmente acabam se aliando e legitimando um monopólio de poder. (Esse raciocinio está presente no livro do Rothbard, A anatomia do estado).

Entidades privadas policiando governos estariam sempre sob ataque dos mesmos, pois é raro um governo permitir ser controlado por uma entidade externa, já que a lógica governamental é que são entidades supremas em seus respectivos territórios e não aceitariam ter seu poder reduzido. O governo:

A) Iria recusar a entidade.
e/ou:
B) Tentaria ativamente corrompe-la ou sabota-la.

No nosso arranjo atual, a solução mais viável (não é a melhor, mas que é possivel implementar) seria que entidades internacionais (em um mercado irrestrito e de livre entrada) efetuassem ratings do governo baseado em dados já existentes (como IDH e indice de liberdade econômica, indice de corrupção). É a mesma ideia das notas de investimento, mas para estilos de governo, mas isso só funcionaria em um mercado de livre entrada que não fosse subsidiado por governos, pois assim, as empresas desonestas seriam desqualificadas pelos consumidores e perderiam seu mercado.

Embora eu pessoalmente não sei dizer quem seria o consumidor desse tipo de arranjo.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Filipe Celeti  06/12/2010 21:22
    As pessoas de bem são sempre bem vindas à propriedade particular.

    Anarcocapitalismo proporcionando um mundo sem parasitas.
  • Carlos Santos  06/12/2010 22:56
    Uma pequena ponte para uma grande vitória.
  • Zéh  07/12/2010 08:23
    Uma pequena ponte para um homem, uma estrada gigantesca para a humanidade!
  • giuliano  07/12/2010 13:49
    Genio!!!
  • Lobo  07/12/2010 16:23
    Muito bem, adorei!
  • lucas  07/12/2010 18:28
    todo mundo nesta vida foge apenas de uma coisa\r
    "IMPOSTOS" ninguem gosta\r
    não podemos ignorar esta placa...\\(colocarei na rua da minha casa)rsrsrsrsrsr
  • VITORIO NANI  08/12/2010 21:37
    Gostei da idéia. Também não consigo rede de esgoto pra minha propriedade.
    Vou fazer por conta própria e colocar uma placa igual.
    Acho que eles se confundirão com o conteúdo interno do esgoto, vão acabar passando.
    Rsss! Parabéns pela idéia.
  • Lucas Mendes  09/12/2010 08:18
    Emocionante!
  • Daniel  09/12/2010 12:07
    Esse cidadão é mais corajoso que a FIESP inteira.
  • Lucas Somensi  18/12/2010 11:55
    Existe algum exemplo de país moderno onde as estradas são privatizadas? Qual é o resultado?
  • Heber  22/12/2010 14:10
    no barsil mesmo tem alguns exemplos de estradas privatizadas, e os resultados são nítidos: estradas em excelente estado de conservação e com mais segurança. E o pedágio compensa pela economia em manutenção que o bom estado da estrada proporciona. É claro que os preços seriam mais baixos em uma sociedade anarcocapitalista, devido a ausência de impostos.
  • Angelo T.  22/12/2010 14:28
    Heber, na minha opinião não podemos prever se em uma sociedade anarco-capitalista os preços seriam mais baixos. Tenderiam a ser, mas não podemos afirmar categoricamente.

    Sobre as estradas privatizadas, ocorre também uma coisa importante: quem paga o pedágio é quem usa a estrada. Os custos não são socializados com os pagadores de tributos que nunca passarão naquela estrada.
  • Heber  22/12/2010 16:40
    Não se trata de uma previsão do futuro, somente uma suposição do que ocorreria no caso de estradas 100% privadas em uma sociedade anarcocapitalista (sem Estado e com propriedade privada). A empresa proprietária de uma estrada teria muitos incentivos para ser eficiente tanto na construção como na operação da mesma, por questões como a custos e reputação, que afetam os lucros. Outro fator que abaixaria os preços seria o fim de instituições como os bancos centrais que inflam a oferta monetária. É claro que em regiões de pouco movimento as estradas, que hoje são subsidiadas pelo Estado, teriam problemas com preços altos de pedágios ou baixa qualidade.
  • Einstein do Nascimento  10/10/2011 20:11
    Isso se tiver competição... isso se tiver competição...
    Privatização não é a solução. A competição livre o é.
  • João  14/10/2011 16:28
    Não é necessário que haja competição - a não ser que você acredite no modelo de concorrência perfeita.
    Por exemplo, a Intel praticamente não tinha quase nenhuma competição no mercado de CPUs para PCs por alguns anos. Isso não a impediu de inovar constantemente, melhorando tanto seus produtos que a Apple acabou abandonando a CPU da Motorola e passou a adotar os x86.
    Isso aconteceu porque a Intel não podia simplesmente dormir no ponto. Havia outras empresas (poderia ser Motorola, Texas Instruments, etc) que poderiam rapidamente tomar seu posto se a empresa fosse tomada pela soberba e achasse que, por dominar o mercado, não precisaria mais melhorar seus produtos.
  • Alexandre M. R. Filho  14/10/2011 19:12
    Vc está equivocado.\r
    \r
    Os produtos da intel não concorrem só com produtos similares ou do mesmo ramo. Eles concorrem com todo e qualquer produto à venda no mundo.\r
    \r
    Dessa forma, a intel precisa convencer o consumidor a comprar "intel" ao invés de "qualquer outra coisa" antes mesmo de convencê-lo a comprar "intel" ao invés de "amd".\r
    \r
    Meu pai, por exemplo, preferiria muito mais comprar uma vara de pescar do que um "intel". E isso gerou profundos conflitos familiares lá em casa durante minha infância, viu...
  • Carlos Araujo  14/10/2011 21:05
    ...a Intel praticamente não tinha quase nenhuma competição no mercado de CPUs[...]Isso aconteceu porque a Intel não podia simplesmente dormir no ponto. Havia outras empresas (poderia ser Motorola, Texas Instruments, etc) que poderiam rapidamente tomar seu posto...

    O que? A Intel não tinha nenhuma competição porque havia outras empresas que poderiam tomar a liderança do mercado (Aka competição)?


    Vi no podcast do Olavo dessa semana que muitos brasileiros tem aversão ao conhecimento, e que esta aversão é tão grande, que em uma mesma frase a pessoa consegue escrever argumentos contrários ao que a própria pessoa quer defender.

    Vejo aqui um exemplo real...
  • Joao  15/10/2011 10:52
    O que? A Intel não tinha nenhuma competição porque havia outras empresas que poderiam tomar a liderança do mercado (Aka competição)?

    Vi no podcast do Olavo dessa semana que muitos brasileiros tem aversão ao conhecimento, e que esta aversão é tão grande, que em uma mesma frase a pessoa consegue escrever argumentos contrários ao que a própria pessoa quer defender.


    Ok, primeiro, algo que eu não deixei bastante claro: a Intel não tinha quase nenhuma competição no mercado de CPUs para computadores de uso pessoal e corporativo de pequeno e médio portes. Eu não seria estúpido a ponto de afirmar que ninguém mais no mundo fabricava CPUs. Ninguém queria ou conseguia competir com a Intel de igual para igual em CPUs para x86. Aliás, aqui vai aulinha grátis de compreensão de texto: "praticamente nenhuma competição" não é o mesmo que "nenhuma competição". "Praticamente nenhuma competição", nesse caso, significa que, na prática, a competição não conseguia abocanhar uma fatia de mercado significativa e a Intel nadava de braçada.

    Isso não quer dizer que a Intel poderia deixar de inovar e melhorar seus produtos, pois certamente haveria empresas que tomariam o posto da Intel em questão de meses, com o desenvolvimento de CPUs cada vez melhores.

    Talvez você precise deixar de ser um idiota arrogante que leu Olavo e imagina estar agora iluminado pela sapiência.

  • Jose  14/10/2011 20:20
    De onde você tirou isso?
    A Intel sempre teve competidores para seus processadores.
    Você acha que sem competição a Intel ia evoluir? Apenas por bondade com o consumidor? Sonha!

    Desde o 8080 (primeiro da série x86) tinha os seguintes competidores (só para citar alguns):

    -Fujitsu
    -Harris/Intersil
    -OKI
    -Siemens AG
    -Texas Instruments
    -NEC
    -Mitsubishi
    -AMD
  • Joao  15/10/2011 10:53
    De onde você tirou isso?
    A Intel sempre teve competidores para seus processadores.
    Você acha que sem competição a Intel ia evoluir? Apenas por bondade com o consumidor? Sonha!


    Ok, eu deveria ter sido mais específico. Eu estava falando especificamente sobre o mercado de CPUs para computadores de uso pessoal e corporativo não-mainframe, que a partir da década de 80 foi sendo dominado pelos PCs.

    Por outro lado, não sei de onde você tirou a ideia de que eu afirmei algo a respeito de a Intel evoluir por bondade com o consumidor. Se eu estou justamente falando sobre o fato de haver outras empresas que tomariam rapidamente o posto da Intel caso esta decidisse que não precisava mais melhorar nada, como isso pode ser compreendido como "apenas por bondade com o consumidor"?

    O que eu quis dizer é que o problema não é a falta de competição em um mercado específico, pois sempre há empresas, normalmente em mercados "vizinhos", que acabarão percebendo que podem aproveitar a oportunidade para tomar o mercado da empresa que antes dominava.
  • Carlos Araujo  15/10/2011 17:05
    Sempre houve concorrência. Em geral de empresas menores que copiavam e vendiam a preço mais baixo. Também havia a IBM e a Apple.

    Com relação as aulas de interpretação de texto, acho bom você ler seu texto com calma, e ver que você respondeu ao Einsten do Nascimento como uma tentativa de mostrar que não é necessário concorrência: "...Não é necessário que haja competição - a não ser que você acredite no modelo de concorrência perfeita." E cita a Intel como exemplo de empresa que (supostamente) não sofria com a concorrência e que ainda sim inovou bastante. Depois você disse que isso acontecia porque a Intel não podia "dormir no ponto" (portanto, a Intel era precionada pela concorrência à inovar).
    Ou seja, você tenta mostrar que não é necessário a concorrência, e no seu próprio exemplo fica explícito a necessidade de concorrência.

    Faltou concordância lógica da sua parte, e não falta de iterpretação da minha. Talvez realmente não fosse isso que você quisesse dizer, para isto basta esclarecer os pontos.

    Abraço
  • Diego  19/09/2014 07:11
    Meu deus, como pode as pessoas terem tanta dificuldade assim, o que o rapaz falou sobre competição foi bem claro pra mim, e os outros até poderiam colocar o ponto de vista, mas não dessa maneira arrogante e mal educada, citando Olavo De Carvalho ainda, e falando uma besteira dessas de alguém que nem entendeu o texto. O grande Olavo ficaria puto se visse o nome dele citado no meio disso rs.

    Enfim, o que o rapaz queria dizer ao meu ver é que, a preocupação com a falta de concorrência no segmento de estradas é inválida, pois não existe segmento que seja lucrativo e que não atraia concorrentes naturalmente, citou o caso da Intel, onde realmente ela seguiu inovando, pois sabia disso, que logo apareceriam competidores com produtos a altura e eles teriam de estar preparados. Na verdade os únicos casos onde negócios lucrativos ou pelo menos com potencial lucrativo acabam nao tendo concorrentes são alguns monopólios, e na maioria fomentados pelo governo !
  • goncalves  22/12/2010 14:19
    Aos que se interessarem, recomendo a leitura de "Roads in a Market Economy", de Gabriel Roth.
  • Erik Frederico Alves Cenaqui  29/12/2010 11:11
    Parabéns a este cidadão capixaba.
  • Luis XIV  19/01/2011 19:31
    Digam o nome dele, pois é nesse nobre capixaba que eu votarei!
  • Silvio  27/09/2011 00:35
    Resta saber quanto ele vai cobrar de pedágio
  • Erick Skrabe  18/08/2012 06:44
    Já sabemos: Zero.
  • Silvio (não o mesmo)  19/08/2015 14:08
    E mesmo se ele cobrasse pedágio, qual o problema? Ele construiu a ponte com recursos próprios em sua propriedade. Se outras pessoas desejarem compartilhar desse benefício, nada mais justo que retribuam esse proprietário.

    Há um nome para o tipo de pessoa que deseja forçar os outros a se sacrificarem para obter benefícios: socialista.

    E não há nada mais desprezível do que um socialista.
  • Há sim:  21/10/2016 15:42
    um keynesiano
  • Pedro Ivo  15/06/2012 10:16
    um pequeno ponte para um homem. um gran passo p/ a humanidade
  • Fernando Chiocca  18/07/2014 13:32
  • Tiago RC  06/08/2014 11:29
    Um outro exemplo semelhante no Reino Unido: My own private toll road: £150,000 to avoid a detour on the A431
  • Dom Comerciante  09/09/2014 22:01
    Sensacional! Vejamos se outros empreendedores algum dia tomarão a mesma iniciativa, aposto que o governo iria começar a se preocupar.
  • anônimo  14/01/2015 00:09
    Vejo que nós capixabas estamos bem representados
  • Letícia   20/01/2015 11:25
    Parabéns....
  • anônimo  29/01/2015 21:19
    Parabéns ao proprietário e construtor da ponte. Políticos realmente não merecem passagem!
  • Joao Girardi  18/08/2015 13:32
    Isso me lembrou o final do filme "De volta para o futuro", o cientista falando "Estradas? Para onde vamos não precisamos de estradas" kkkkkkkkkk


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