A pior recessão dos últimos 25 anos?

No dia 18 de setembro de 2007, o Fed (o Banco Central americano) reduziu a meta da taxa de fundos federais[1] em 50 pontos percentuais, de 5,25% para 4,75%. Esse lance surpreendeu muitos analistas que esperavam um corte mais modesto, de 25 pontos percentuais.[2]

Aqueles que são versados na teoria austríaca dos ciclos econômicos, desenvolvida por Ludwig von Mises e aperfeiçoada por Friedrich Hayek, consideraram esse agressivo "estímulo" do Fed verdadeiramente preocupante. Ele não apenas poderá pavimentar o caminho para a maior inflação de preços que os americanos já viram em décadas, mas também poderá exacerbar aquela que pode se tornar a pior recessão dos últimos vinte e cinco anos.

 

Como o Fed "determina" as taxas de juros

Antes de discutirmos a história das manipulações das taxas de juros feitas pelo Fed, algumas considerações se fazem necessárias. Quando os analistas dizem que o Fed fez isso e aquilo com as "taxas de juros", eles estão se referindo especificamente à meta determinada pelo Fed para a taxa de fundos federais (ver novamente a observação [1]). O Federal Reserve (o Banco Central) em si não é nem um emprestador nem um tomador de empréstimo neste mercado; a taxa de fundos federais é a taxa de juros que os bancos cobram entre si pelo empréstimo de reservas durante o overnight (de um dia para o outro). Lembre-se de que no nosso sistema bancário de reservas fracionárias, o Fed obriga que os bancos mantenham uma certa quantidade de reservas (tanto na forma de dinheiro no cofre do banco como na de depósitos feitos junto ao Fed, os chamados "compulsórios") com o intuito de "assegurar" a totalidade de todos os seus depósitos pendentes (lembrando que depósitos bancários nada mais são do que títulos que dão ao portador - o cliente do banco - o direito de reivindicar suas posses - neste caso, seu dinheiro). Em um momento qualquer, alguns bancos têm mais reservas do que necessitam, enquanto outros têm menos. Os bancos com excesso de reservas podem então emprestá-las àqueles bancos com reservas insuficientes; e a taxa (anualizada) de juros utilizada nessa operação é a taxa de fundos federais.

Mas agora vem um fator de complicação adicional: o Fed pode sim emprestar reservas aos bancos, mas ele o faz através da chamada "janela de redesconto", e a taxa de juros relevante neste caso é a taxa de redesconto. Em anos recentes, o Fed tem tradicionalmente mantido uma margem entre a meta de fundos federais (a taxa básica de juros) e a taxa de redesconto, com o objetivo de encorajar os bancos a emprestarem entre si ao invés de irem com o chapéu na mão pedir empréstimos (mais caros) ao Fed. Alguns leitores irão se lembrar de que em meados de agosto de 2007 o Fed reduziu fortemente a taxa de redesconto (não a taxa de fundos federais) e estimulou os bancos a irem tomar empréstimos do próprio Fed, em um esforço de devolver liquidez e calma aos mercados de crédito.

Assim, já está bem claro como o Fed pode determinar a taxa de redesconto: dado que o Fed é o único que está emprestando essas reservas, ele pode aplicar as taxas que quiser. (É claro que, se as taxas forem muito altas, o Fed não conseguirá nenhum tomador). Mas como o Fed influencia a taxa de fundos federais, se ele não participa diretamente deste mercado? Seria a taxa impingida da mesma maneira que, digamos, o governo controla o salário mínimo ou, em algumas regiões, os aluguéis de apartamento?

O processo é muito mais complicado. De maneira resumida: o Fed pode controlar a quantidade de reservas mantida pelos bancos, e assim pode controlar indiretamente o preço que os bancos cobram entre si por emprestar essas reservas. Se o Fed achar que os bancos estão cobrando muito caro para emprestar essas reservas uns aos outros - em outras palavras, se a taxa de fundos federais efetiva for maior do que a meta -, então o Fed irá incorrer em "operações de mercado aberto" (ou operações de open market), comprando ativos dos bancos - ativos como títulos do Tesouro dos EUA. O Fed paga por essas compras simplesmente adicionando números nas contas que os bancos vendedores têm com o Fed.

E este é exatamente o ponto de entrada desse novo dinheiro criado literalmente do nada pelo Fed. Repetindo: quando o Fed compra (digamos) $1 milhão em títulos do Banco XYZ, o Banco XYZ abre mão da posse destes títulos, porém vê que seu depósito de reservas no Fed sobe $1 milhão. Mas o Fed não transferiu este dinheiro de nenhuma outra conta. Não, ele simplesmente adicionou o valor de $1 milhão no registro eletrônico que representa o total de reservas que o Banco XYZ tem em seus depósitos junto ao Fed. Não há qualquer débito compensatório em qualquer lugar do sistema bancário. O Banco XYZ agora está livre para emprestar mais de suas reservas a outros bancos, ou fazer mais empréstimos para seus clientes. (Na verdade, devido à natureza do sistema de reservas fracionárias, o Banco XYZ poderia fazer novos empréstimos de até $10 milhões a seus clientes). Assim, a oferta monetária aumentou, colocando mais pressão sobre os preços medidos em dólares.

Mas voltando ao nosso tema original, essa injeção de reservas obviamente aumenta a oferta de dinheiro do Banco XYZ e, portanto, (tudo o mais constante) diminui a taxa que este banco irá cobrar de outros bancos que possam vir a querer pedir reservas emprestadas. Assim, a operação de mercado aberto atingiu o objetivo do Fed: diminuir as taxas básicas de juros (a taxa de fundos federais) para a meta desejada. Obviamente, se o Fed fizer o oposto, se a taxa de fundos federais efetiva estivesse muito baixa, o Fed iria vender ativos aos bancos, esterilizando assim parte do total de reservas do sistema.

 

A teoria austríaca dos ciclos econômicos

De acordo com Ludwig von Mises e seus seguidores, o ciclo de expansão e recessão (boom-bust cycle) não é algo inerente ao livre mercado; ao contrário, é causado pela interferência do governo nos mercados de crédito, mais especificamente por sua manipulação das taxas de juros. O governo causa o período de expansão econômica (boom period) injetando crédito novo no sistema (diminuindo as taxas de juros), o que estimula inúmeros projetos de investimentos que não seriam feitos caso uma taxa de juros realista estivesse em vigor. Por causa disso, esses investimentos inevitavelmente se revelarão insustentáveis e economicamente débeis no longo prazo, e entrarão em colapso (bust period) em alguma data futura. Esse colapso é necessário para que as condições econômicas sadias sejam restabelecidas e todos os maus investimentos sejam depurados (Aqui vai um plano de leitura para este tópico).

O gráfico a seguir ilustra a explicação de Mises. Observe que o gráfico não inclui os cortes ocorridos desde setembro de 2007.


Crescimento real do PIB ano a ano (Azul, à direita)

vs.

Taxas de fundos federais reais (vermelho, à esquerda)

       Figure1.gif

 

Falando no geral, o gráfico indica uma relação inversa entre as duas séries. Isso vai de acordo com o senso comum que diz que um corte na taxa de juros fornece um estímulo ao crescimento, ao passo que um aumento dela é algo contracionista. Entretanto, o que a abordagem austríaca fornece é a compreensão das forças reais por detrás do ciclo de expansão e recessão. Em outras palavras, a maioria dos comentaristas financeiros acredita que as taxas de juros atuais afetam o crescimento econômico atual e fim de papo. Mas se um período prévio de crescimento levou a inúmeros maus investimentos, é necessário haver um período de contração econômica para liquidar esses vários projetos (que contam com uma inadequada estrutura de capital para completá-los).

Colocando de outra maneira, muitos comentaristas parecem acreditar que se o Fed mantiver as taxas de juros lá embaixo por tempo indefinido, nunca teríamos alto desemprego, apenas uma desenfreada inflação de preços. E no entanto, a experiência recente mostra que isso está completamente equivocado. O Fed não causou a atual crise por ter "irresponsavelmente" aumentado as taxas de juros. Não, as taxas estiveram estáveis em 5,25% por um bom tempo, e então a bolha imobiliária estourou e o mercado hipotecário titubeou, o que "forçou" o Fed a tomar uma atitude.[3]

Olhando novamente para o gráfico acima, podemos ver por que o pior ainda pode estar por vir. Em níveis ajustados pela inflação (de preços), as taxas de juros reais do início dos anos 2000 foram as menores desde os anos Carter. E muitos leitores se lembram das severas recessões de 1980 e 1982 que se seguiram àquele período.


PIGCapitalism.jpg

Conclusão

Na visão austríaca, o ciclo de expansão e recessão é causado por taxas de juros mantidas artificialmente baixas pelo Fed. São essas baixas taxas de juros que provocam a expansão dos negócios, que contratam mais mão-de-obra, que compram outros recursos, e assim por diante, ainda que esses projetos não sejam justificáveis pelo nível real de poupança da economia. Quanto maior for o "estímulo", piores serão os investimentos.

De 2001 a 2004, o Fed manteve as taxas (reais) de juros em seus menores níveis desde o final dos anos 1970. Uma das conseqüências que já se manifestou é a bolha imobiliária. Mas uma liquidação mais severa parece inevitável. O recente corte de juros pelo Fed pode adiar o dia do ajuste de contas, mas ele apenas fará com que o ajuste seja muito mais severo.



[1] A taxa de fundos federais é a taxa à qual os bancos americanos que pertencem ao sistema da Reserva Federal (daí o nome em inglês de Federal Reserve System) fazem empréstimos entre si no overnight com a intenção de manter os níveis de reservas bancárias determinadas pelo Federal Reserve (o Banco Central americano). A taxa de fundos federais pode simplesmente ser traduzida como a taxa básica de juros da economia, equivalente à nossa SELIC. Aliás, a taxa SELIC também é determinada da mesma maneira, com o Banco Central brasileiro intervindo nas taxas de juros dos empréstimos interbancários. Mais informações sobre esse processo estão no decorrer do texto acima [N. do T.]

[2] E atualmente, março de 2007, esse valor já está em 3%! (Clique aqui para ver um gráfico da evolução da taxa básica de juros). [N. do T.]

[3] A taxa básica de juros permaneceu em 5,25% de 29 de junho de 2006 até 18 de setembro de 2007. Daí em diante houve sucessivos cortes, a saber: [N. do T.]

 

2007:

18 de setembro: 4,75%

31 de outubro: 4,50%

11 de dezembro: 4,25%

 

2008:

22 de janeiro: 3,50%

30 de janeiro: 3,00%

 

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SOBRE O AUTOR

Robert P. Murphy

é Ph.D em economia pela New York University, economista do Institute for Energy Research, um scholar adjunto do Mises Institute, membro docente da Mises University e autor do livro The Politically Incorrect Guide to Capitalism, além dos guias de estudo para as obras Ação Humana e Man, Economy, and State with Power and Market.  É também dono do blog Free Advice.




As causas da Grande Depressão? Intervencionismo na veia.

Herbert Hoover
aumentou os gastos do governo federal em 43% em um único ano: o orçamento do governo, que havia sido de US$ 3 bilhões em 1930, saltou para US$ 4,3 bilhões em 1931. Já em junho de 1932, Hoover aumentou todas as alíquotas do imposto de renda, com a maior alíquota saltando de 25% para 63% (e Roosevelt, posteriormente, a elevaria para 82%).

A Grande Depressão, na verdade, não precisaria durar mais de um ano caso o governo americano permitisse ampla liberdade de preços e salários (exatamente como havia feito na depressão de 1921, que foi ainda mais intensa, mas que durou menos de um ano justamente porque o governo permitiu que o mercado se ajustasse).

Porém, o governo fez exatamente o contrário: além de aumentar impostos e gastos, ele também implantou políticas de controle de preços, controle de salários, aumento de tarifas de importação (que chegou ao maior nível da história), aumento do déficit e estimulou uma arregimentação sindical de modo a impedir que as empresas baixassem seus preços.

Com todo esse cenário de incertezas criadas pelo governo, não havia nenhum clima para investimentos. E o fato é que um simples crash da bolsa de valores -- algo que chegou a ocorrer com uma intensidade ainda maior em 1987 -- foi amplificado pelas políticas intervencionistas e totalitárias do governo, gerando uma depressão que durou 15 anos e que só foi resolvida quando o governo encolheu, exatamente o contrário do que Keynes manda.

As políticas keynesianas simplesmente amplificaram a recessão, transformando uma queda de bolsa em uma prolongada Depressão.



Crise financeira de 2008? Keynesianismo na veia. Todos os detalhes neste artigo específico:

Como ocorreu a crise financeira de 2008


Seu amigo é apenas um típico keynesiano: repete os mesmos chavões que eu ouvia da minha professora da oitava série.


Sobre o governo estimular a economia, tenho apenas duas palavras: governo Dilma.

O legado humanitário de Dilma - seu governo foi um destruidor de mitos que atormentam a humanidade
Prezados,
Boa noite.
Por gentileza, ajudem-me a argumentar com um amigo estatista. Desejos novos pontos de vista, pois estou cansado de ser repetitivo com ele. Por favor, sejam educados para que eu possa enviar os comentários. Sem que às vezes é difícil. Desde já agradeço. Segue o comentário:
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" Quanto ao texto, o importante é perceber que sem as medidas formuladas por keynes a alternativa seria o mercado livre, o capitalismo sem a intervenção estatal. Nesse caso, o que os defensores desse modelo não mencionam é que o capitalismo dessa forma tende à concentração esmagadora de capital, o que se levado às ultimas consequências irá destruir a própria sociedade. "O capitalismo tem o germe da própria destruição ", já disse Marx. Os capitalistas do livre mercado focam no discurso que eles geram a riqueza, mas a riqueza é sempre gerada socialmente. Como ja falei uma vez, um grande empresário não coloca sozinho suas empresas para funcionar, precisa de outras pessoas, que também, portanto, geram riqueza. Para evitar que a concentração da riqueza gerada fique nas mãos apenas dos proprietários, o Estado deve existir assegurando direitos que tentem minimizar essa distorção e distribua as riquezas socialmente geradas para todos. Isso não é comunismo, apenas capitalismo regulado, que tenha vies social. Estado Social de Direito que surgiu na segunda metade do século passado como resultado do fracasso do Estado Liberal em gerar bem estar para todos. Para que o Estado consiga isso tem que tributar. O Estado não gera riqueza, concordo. Mas o capitalismo liberal, por outro lado, gera a distorção de concentrar a riqueza gerada socialmente nas mãos de poucos. Essa concentração do capitalismo liberal gera as crises (a recessão é uma delas). O capitalismo ao longo do século 20 produziu muitas crises, a grande depressão da decada de 30 foi a principal delas. A ultima grande foi a de 2007/2008. O Estado, portanto, intervém para corrigir a distorção, injetando dinheiro. Esse dinheiro, obviamente, ele nao produziu, retirou dos tributos e do seu endividamento sim. Quando a economia melhorar o Estado pode ser mais austero com suas contas para a divida nao decolar em excesso e poder se endividir novamente numa nova crise, injetando dinheiro na economia pra superar a recessao e assim o ciclo segue. A divida do estado é hoje um instrumento de gestão da macroeconomia. Um instrumento sem o qual nao se conseque corrigir as distorções geradas da economia liberal. Basta perceber que todos os países mais ricos hoje tem as maiores dividas. Respondendo a pergunta do texto: o dinheiro vem mesmo dos agentes econômicos que produzem a riqueza, da qual o Estado tira uma parcela pelos tributos, com toda a legitimidade. E utiliza tal riqueza para assegurar direitos sociais e reverter crises. E o faz tambem para salvar a propria economia, que entraria em colapso sem a injeção de dinheiro do Estado (que o Estado tributou). Veja o que os EUA fizeram na crise de 2008. Procure ler sobre o "relaxamento quantitativo", que foi a injeção de 80bilhoes de dolares mensalmente pelo governo americano para salvar a economia mundial do colapso, numa crise gerada pelo mercado sem regulação financeira.

Veja esse texto do FMI, onde o proprio FMI reconhece que medidas d austeridade nao geram desenvolvimento e, portanto, reconhece a necessidade do gasto publico. (
www.imf.org/external/pubs/ft/fandd/2016/06/ostry.htm )

Esse artigo do Paul krugman sobre a austeridade, defendendo também o gasto publico:
https://www.theguardian.com/business/ng-interactive/2015/apr/29/the-austerity-delusion .
"
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E aí pessoal, já viram isso? (off-topic, mas ainda assim interessante):


Ancine lança edital de R$ 10 milhões para games


Agora vai... por quê os "jênios" do Bananão não tiveram esta ideia antes? E o BNDES vai participar também! Era tudo o que faltava para o braziul se tornar uma "potênfia" mundial no desenvolvimento de games.

Em breve estaremos competindo par-a-par com os grandes players deste mercado. Aliás, seremos muito MAIORES do que eles próprios ousaram imaginar para si mesmos. Que "horgulio" enorme de ser brazilêro...
"Se um empreendedor construir uma ponte... Ele também consome itens escassos... A única diferença, é a eficiência com que ele gasta esse recurso."

1) Se a obra é estatal -- isto é, se ela é feita de acordo com critérios políticos --, então não há como saber que ela está sendo genuinamente demandada pelos consumidores. Não há como saber se ela realmente é sensata ou não, se ela é racional ou não. (Vide os estádios da Copa na região Norte do país). O que vai predominar serão os interesses dos políticos e de seus amigos empreiteiros, ambos utilizando dinheiro de impostos. Não haverá nenhuma preocupação com os custos.

2) Se a obra é estatal, haverá superfaturamento. (Creio que, para quem vive no Brasil das últimas décadas, isso não necessariamente é uma conclusão espantosa). Havendo superfaturamento, os preços desses insumos serão artificialmente inflacionados, prejudicando todos os outros consumidores. Os preços, portanto, subirão muito mais ao redor do país.

3) Por outro lado, se é o setor privado -- e não o estado -- quem voluntariamente está fazendo a obra, então é porque ele notou que há uma demanda pelo projeto. Ele notou que há expectativa de retorno. (Se não houvesse, não haveria obras). Consequentemente, os preços dos insumos serão negociados aos menores valores possíveis. Caso contrário -- ou seja, caso houvesse superfaturamento --, a obra se tornaria deficitária, e seria muito mais difícil a empresa auferir algum lucro.

Isso, e apenas isso, já mostra por que os efeitos sobre os preços dos insumos são muito piores quando a obra é estatal. Tudo é bancado pelos impostos; não há necessidade de retorno financeiro para quem faz a obra (o governo e suas empreiteiras aliadas); não há accountability; os retornos são garantidos pelos impostos do populacho.

Já em uma obra feita voluntariamente pela iniciativa privada, nada é bancado pelos impostos; a necessidade de retorno financeira pressiona para baixo os custos; há accountability; os impostos da população não são usados para nada.

Qual desses dois arranjos você acha que pressiona para cima os preços dos insumos, prejudicando todos os outros empreendedores do país?

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Amarilio Adolfo da Silva de Souza  22/06/2013 23:23
    O governo, como sempre, provocando crises econômicas desnecessárias através de sua maior fraude: o banco central. Quando será que o povo vai entender que seu maior inimigo chama-se "governo"?
  • Emerson Luis, um Psicologo  26/08/2013 18:46
    É um exemplo de pensamento mágico acreditar que pode controlar a realidade por decreto.

    * * *
  • Tiago Voltaire  27/07/2015 15:07
    A crise de 2008 era totalmente previsível. Mas pq a grande mídia nunca se tocou, né?
  • Wesley  11/01/2016 06:47
    Segundo a teoria dos ciclos econômicos, pode-se dizer que o FED simplesmente adiou uma recessão brutal injetando trilhões de dólares na economia? Vendo que a economia americana está crescendo relativamente bem e o desemprego caindo, pode-se dizer que esse crescimento é artificial e temporário, a despeito da valorização do dólar? Um abraço!


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