O mais novo delírio totalitário dos progressistas: a “apropriação cultural”
Quando o “progresso” significa o “retrocesso”

O episódio a seguir aconteceu no início de fevereiro e fez muito burburinho nas redes sociais.

A jovem Thauane Cordeiro estava em uma estação de ônibus em Curitiba. Ela usava um turbante, pois estava com a cabeça raspada por sofrer de leucemia mieloide aguda. Thauane é branca caucasiana.

Thauane percebeu que estava sendo encarada, com ares de desaprovação, por duas jovens negras. Ambas finalmente se aproximaram de Thauane e lhe deram uma reprimenda: sendo Thauane branca, ela não tinha o direito de usar um turbante, pois tal adereço é típico da "cultura afro", podendo ser usado apenas por negros. Ao usar um turbante, Thauane, que é branca, estava praticando uma violenta "apropriação cultural".

Thauane, indignada, apenas respondeu: "Tá vendo essa careca? Isso se chama câncer, então eu uso o que eu quero! Adeus." 

Ato contínuo, Thauane foi relatar sua experiência em sua página no Facebook. Aí todo o inferno progressista se insurgiu. Mesmo tendo usado o turbante por causa de uma doença, os "justiceiros sociais" repreenderam Thauane, dizendo que "câncer não é desculpa para se apropriar da cultura negra".

Eis alguns exemplos de amor progressista:

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O imbróglio virou assunto nacional.

Antes de prosseguirmos, uma palavra sobre turbantes.

Os turbantes foram criados muito provavelmente pelos mesopotâmicos e foram utilizados por diversos povos diferentes pelos séculos. Persas, árabes, judeus, hindus, indianos, gregos, povos das Américas, todos usaram turbantes de várias maneiras e bem antes da era cristã. O turbante, inclusive, já foi símbolo de status social e poder econômico e político em alguns povos, inclusive africanos. Aliás, esse também é o caso das tranças e dreadlocks.

Turbantes também já foram utilizados por pintores e artistas para proteger os cabelos das tintas e pó de mármore, fizeram parte da indumentária de homens e mulheres europeus durante o período medieval, foram utilizados por Maria Antonieta como peça de moda, e, finalmente, renasceram quando Paris já era considerada a capital mundial da moda no século XX com o estilista francês Paul Poiret na década de 1920.

Turbantes também foram muito utilizados pelas mulheres europeias durante a Segunda Guerra Mundial para esconder os cabelos mal cuidados devido às condições de vida precárias da época.

No Brasil, ao contrário do que se possa pensar, o turbante chegou com os primeiros europeus que vieram desbravar o território, não com os negros africanos. Há relatos de que viraram moda no país com a chegada da família real, em 1808, visto que a rainha Carlota Joaquina e outras damas da corte desembarcaram usando turbantes para disfarçar a peste de piolhos que acometeu os tripulantes durante a viagem.

Ou seja, essa postura não mascara apenas o racismo dos progressistas (quem diria?), mas também sua enorme ignorância.

A definição de apropriação cultural

Segundo o politicamente correto, 'apropriação cultural' é a adoção de alguns elementos específicos de uma cultura por um grupo cultural diferente. Quando brancos utilizam adereços ou emulam comportamentos que são "típicos da cultura afro", isso representa uma intolerável forma de aculturação de "uma cultura minoritária por uma cultura dominante".

E isso é "extremamente ofensivo".

Consequentemente, quando a cantora Anitta apareceu no programa Altas Horas utilizando um simples dreadlocks no cabelo, ela foi acusada de "apropriação cultural". Na edição de 2016 do Baile da Vogue, a África foi o tema. Sabrina Sato, Adriane Galisteu, Eliana, Mariana Weickert, Luiza Possi e outras celebridades compareceram ao evento vestidas a caráter, com trajes inspirados na cultura negra. Os justiceiros sociais prontamente as acusaram de uma insensível "apropriação cultural". O estilista Marc Jacobs colocou duas modelos brancas desfilando com dreadlocks coloridos. Foi trucidado na internet por sua "ofensa".

Os justiceiros sociais já até criaram um manual do tipo "pode e não pode", definindo ao mundo o que eles toleram e o que eles consideram ofensivo. Confira aqui.

Por último, este trecho diz tudo o que você precisa saber sobre o ideário deste movimento:

O sistema global hoje só existe e se sustenta porque fazemos parte de um mundo em que exclusão, segregação, racismo e elitismo são características mantidas e propagadas. Não se pode ver a apropriação de culturas marginalizadas com bons olhos, porque quem marginaliza é o mesmo que se apropria, é algo muito mais amplo que mera globalização, é um processo para manutenção das mazelas. 

Apropriação cultural é, na realidade, um elogio

O interessante é que, quando as paixões e cegueiras ideológicas são deixadas de lado e a realidade é abraçada, a apropriação cultural passa a ser vista como uma forma de elogio e, por que não?, até mesmo de amor.

Quando uma bela mulher branca, de origem bávara, se veste como uma dançarina de salsa, ou quando um grupo de estudantes asiáticos se veste como os Jackson Five, há apenas coisas positivas acontecendo. A dançarina de salsa se vestiu assim porque ela vê a beleza da cultura, das vestes e das pessoas a elas associadas. Ela adora e admira essa cultura a tal ponto que ela está disposta a gastar seu próprio dinheiro para incorporá-la, nem que seja por apenas uma noite. Já os garotos asiáticos claramente não apenas conhecem o famoso grupo negro americano, como também foram impactados pelo seu talento, estilo e cultura.

Igualmente, quando mulheres brancas utilizam dreads ou turbantes, isso nada mais é que uma demonstração de admiração e respeito por estes itens. Quem iria utilizá-los caso os considerassem feios ou mesmo ridículos?

É por isso que a apropriação cultural, longe de ser uma violência, é um gesto de amor da própria humanidade. É o exato oposto da discriminação, do racismo e do isolacionismo.

Só que, infelizmente, à medida que nossa cultura vai se tornando cada vez mais politicamente correta e censora de demonstrações "ofensivas" de imitações culturais, a diversidade deixou de ser vista como expressões de cooperação humanística e passou a ser visa como uma forma de opressão direta.

No linguajar do politicamente correto, aquela vestimenta da dançarina de salsa é insensível aos sofrimentos das mulheres hispânicas que tiveram de se submeter ao patriarcado. Já a imitação dos Jackson Five supostamente ignoraria a "exploração capitalista", feita pela indústria musical, dos artistas negros durante o movimento dos direitos civis dos negros na década de 1950. Essa é a narrativa mais comum que você vai ouvir dos progressistas nas universidades e nos blogs.

Muitos consideram essa censura politicamente correta apenas algo irritante, e dão de ombros. Mas não. É muito pior que irritante: é ultrajante. Afinal, quem os progressistas pensam que são para estipular quem pode e quem não pode expressar sua admiração por outra cultura? Quem eles pensam que são ao alegarem possuir um direito exclusivo sobre uma determinada cultura? Em suma, quem eles pensam que são para fazer um microgerenciamento das identidades e estipular quais tipos de comportamentos pacíficos são toleráveis e quais não são?

Não deixa de ser irônico notar que, ao agirem assim, os progressistas estão na prática defendendo o segregacionismo e a intolerância. Em sua tentativa de abolir aquilo que eles estipularam ser uma problemática apropriação cultural, o efeito prático é o de retroceder as interações humanas, fazendo com que as relações étnicas se tornem menos harmoniosas.

Os progressistas, em suma, defendem o retrocesso.

Aquilo que nos separa

Houve uma época em que um homem branco vestido de sheik árabe ou um homem negro vestido de irlandês tocador de gaita era visto com entusiasmo e interesse. Ali estava um exemplo de interação étnica pacífica. Hoje, no entanto, há uma turba pronta para ameaçá-los, xingá-los de fanáticos racistas e exigir reparações. Basicamente, a turba está dizendo: "Vocês são diferentes e deveriam se manter assim. Cada um na sua tribo!"

Quem realmente é o racista?

Mais ainda: como exatamente esse comportamento ajuda no avanço das igualdades raciais e das relações pacíficas?

A verdade é que esses progressistas desprezam a hipótese de haver um mercado livre e natural de associações e inclusões voluntárias. Eles querem ditatorialmente estar no comando das relações humanas. Já era assim na economia; agora querem interferir também nas relações humanas espontâneas e voluntárias.

Conclusão

Um mundo sem apropriação cultural é um mundo sem aprendizado, emulação, aspiração, celebração e progresso. É um mundo congelado e sombrio, marcado pelo isolamento, pelo ressentimento e pela desconfiança. É o genuíno retrocesso.

A cultura é espontânea, e a expressão dela também deve ser. Garotas brancas que quiserem usar um "cabelo afro" devem ser livres para tal. Garotas negras que quiserem tingir os cabelos de louro não devem se sentir intimidadas e molestadas. Qual é exatamente o problema de celebridades negras se vestirem de cowboys e celebridades brancas se vestirem de índio em uma festa?

Sua vida não tem de estar nas mãos de planejadores sociais. Sua vida não tem de estar à disposição de causas políticas e politicamente corretas. Sua vida não existe para ser manipulada nem por planejadores centrais, nem por governos, nem por justiceiros sociais. Sua vida existe para que você busque seus próprios interesses, descobrindo aquilo que o faz mais feliz. Eventuais acusações de racismo ou degeneração que se danem.

________________________________________________

Taleed J. Brown, membro da Foundation For Economic Education, possui um popular canal no YouTube chamado "That Guy T".

Vanessa Rodrigues, bacharel em serviço social, co-fundadora do grupo de estudos Libertas UECE e membro do grupo de estudos Dragão do Mar.

Leandro Roque, editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil


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SOBRE O AUTOR

Diversos Autores


"Empresário não pensa em empregar, botem na cabeça isso....só pensa em embolsar lucro da diferença entre o que pagava no contrato formal e quanto vai pagar com o novo terceirizado ...esse lucro vai para bolsa de valores, carro novo ,amante mais nova e não para expandir fábrica."

Ué, já que é tão fácil assim ganhar dinheiro como empresário -- não é necessário produzir nem investir nada, mas só "contratar baratinho" -- então seja minimamente coerente: tire essa bunda da cadeira e vá "ser empresário" você também. Pela sua lógica, ganhar dinheiro vai ser mamão com açúcar.

Se você não fizer isso, de duas uma: ou você é burro (e odeia dinheiro) ou você próprio não acredita no que fala.

"Cadê a Infraestrutura, cadê Selic baixa , Redução de impostos, carga tributária, Gastos públicos , cadê a competividade com diminuição das barreiras de importação e exploração de novos mercados ,novos acordos bilaterais.etc.....isso é mais importante do que a CLT."

Ué, pergunte ao LULA (caixa alta, hein?), o "homem do boom". Ele e seu grupo ficaram 13 anos no poder. A infraestrutura colapsou, os impostos subiram, os gastos públicos explodiram, a dívida galopou, os três graus de investimento foram pro saco, a competitividade desabou, não houve acordos bilaterais, o protecionismo disparou, e compadrio alcançou os píncaros.

A única coisa da sua lista que de fato ocorreu foi a redução da Selic na marra. E o resultado em termos de inflação todos vivenciamos.

"É muito glamour para o empresário brasileiro como se fossem anjos celestiais....menos Mises Brasil,menos."

O gozado é que quanto o Instituto publicou os seguintes artigos abaixo, vários empresários reclamaram dizendo que o site era anti-empresário. Por favor, haters, entrem minimamente num consenso.

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

A "Carne Fraca" pergunta: quem regula os reguladores?

Quem realmente ganha com a obstrução do livre comércio?

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Romaria de grandes empresários a Brasília - capitalismo de estado explicitado
"No Brasil não é apenas isso, é incentivo aos sub-empregos, exploração da mão de obra se um funcionário produtivo não aceitar tal salário, os patrões os trocaram por um que produza menos e então aceite aquele valor."

Se um funcionário produtivo não aceitar tal salário, então quem perde é o patrão, que ficou sem este funcionário produtivo.

Num país como o Brasil, cuja produtividade de um brasileiro equivale a um quarto da produtividade de um americano, um empregador que abrir mão de um funcionário produtivo por um improdutivo estará sendo inacreditavelmente burro.

É realmente necessário ser um completo ignorante em economia para falar algo assim.

Agora, o que você realmente está querendo dizer, mas não está com coragem de vocalizar abertamente, é que funcionários ruins, encostados e preguiçosos -- mas que ganham bem por causa de alguma imposição sindical -- serão prontamente trocados por funcionários realmente bons, produtivos e trabalhadores.

Aí, sim. É exatamente por isso que a terceirização apavora sindicatos e barnabés. Gente que sempre ganhou bem e que nunca trabalhou direito agora terá de se aprumar. Caso contrário, vai perder o emprego para outro com mais gana.

"É difícil discutir terceirização com impostos trabalhistas, e consumo em níveis tão altos."

Consumo em níveis tão altos?! Essa é nova. De onde você está teclando?

"É claro que é uma vitória liberal, e dos empreendedores, mas num país como é o Br n parece algo tão benéfico, Bom se tivéssemos o mesmo poder de compra de Canadá, Austrália, ai poderíamos comemorar bem mais. Mas como não somos, quem mais sai ganhando com isso são os empreendedores."

Em primeiro lugar, sugiro você a se educar minimamente. Se você não consegue nem se expressar direito -- sua escrita e sua capacidade de comunicação são precárias e toscas --, dificilmente conseguirá algum emprego que pague bem. No máximo, você pode aspirar a fazer recauchutagem de pneus ou coisas do tipo.

Outra coisa: como exatamente seria uma "vitória dos empreendedores" ter empregados ruins (como você próprio disse) e população sem poder de compra (por causa dos altos impostos e dos altos preços)?

Quanto mais a pessoa é incapaz de ligar causa e consequência, mais ela comenta em público.
Quase arrisco dizer que os sistemas não são nem bons nem ruins,o problema é na sua aplicação e exequibilidade.Os atores ,participantes, "sócios"(muitos =sociedade), e executores é que vão determinar o sucesso ou não.
Mas o que se pode afirmar é que a falta de liberdade tira do ser humano o seu maior atributo, a CRIATIVIDADE,fator determinante de progresso e geração de riquezas; sem falar na MERITOCRACIA ,o que mais se esforça,estuda,trabalha tem diferença do vagaba,petista,socialista que se atira nas cordas e só quer mamar.
Todos os dias ao inicio do período recebemos um
" CHEQUE DE 24 HORAS"
para gastarmos,aplicarmos como bem entendermos, uns assim,outros assado,e os que bem aplicarem terão resultados diferentes." Uns em atividades produtivas,estudos,pesquisas. outros na rede deitados eternamente em berço esplendido, reivindicando "direitos sociais" entre um ronco e outro.
Num sistema, o vagaba preguiçoso não tem vez,e no outro pode pode viver as custas do suor alheio.
Acho então que fica claro que um é injusto, a MERITOCRACIA é fundamental,plasma bons exemplos,estimula a geração de riquezas;o todo ,o conjunto dos sócios se beneficia.Olhe as ruas de Cuba, modelo dos socialistas,as condições sociais do povo, e compare por ex com a dos Estados Unidos.
O cubano foge e arrisca a vida para ir viver nos Estados Unidos.
Alguém conhece algum americano se mudando para Cuba?
Fogem de um sistema HORRORÍVEL para ir a outro que é melhor, óbvio.
Se um lugar é muito bom, não precisa proibir as pessoas de irem embora para outro.
A imprensa mundial, que tem tetas nos governos socialistas, o professorado,pensa uniformemente a favor do esquerdismo e da castração da liberdade, pois sé usada como FERRAMENTA DE DOMINAÇÃO, mentindo como faz agora contra TRUMP. Aqui no Brasil, estamos vendo que quase toda a roubalheira deriva para despezas eleitorais,publicidade mentirosa menter no poder os criminosos da facção do Foro de S Paulo, compra de pesquisas e suborno através de bolsas e benefícios, políticos EXTORQUINDO dinheiro de grandes empresas para continuarem no poder.Matando, e talvez até derrubando avião ,fazendo o diabo se preciso for.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Vagner  14/02/2017 13:09
    Morte ao pós modernismo! Apareceram para acabar com o resto de civilidade que existia nesse mundo. Maldito Kant, maldito Nietzsche, maldito Heidegger, maldito Derrida.
  • Thiago  14/02/2017 13:35
    O texto de Nietzsche até tem suas 'licenças'...
  • Principiante  14/02/2017 14:16
    Desculpem a ignorância, minhas leituras sobre esses autores talvez não tenham sido tão profundas assim. Mas não entendi o link entre Kant e Nietzsche/Heidegger, e menos ainda entre esses dois últimos com o problema apresentado no artigo acima.
  • Vagner  14/02/2017 14:56
    Não estou desmerecendo toda a obra desses autores, mas sim as suas colaborações para ascensão do pós modernismo (todos concordavam que a razão não era um meio confiável para "perceber" a realidade, o que abriu brecha para os marxistas frustrados). Pra quem quer um aprofundamento interessante, recomendo o livro "Explicando o Pós-Modernismo" de Stephen Hicks.
  • ZZZ  14/02/2017 17:03
    Kant não tem nada a ver com pós-modernismo.
  • Vagner  14/02/2017 19:02
    Kant abriu espaço para os relativistas quando disse que a razão não é uma ferramenta adequada para se conhecer a realidade.
  • Vagner  14/02/2017 19:20
    Apesar de Kant ser a favor da ciência, acreditar na importância da coerência racional na ética (o que faz muito gente, erroneamente, coloca-lo como um expoente do iluminismo) ele não acredita que a razão é capaz de conhecer a realidade. Cada um tem um cérebro e cada cérebro interpreta determinado evento de forma diferente. Nosso orgãos sensoriais são incapazes de conhecer a realidade. Segundo Kant, os objetos que a Ciência explora existem "apenas no nosso cérebro", por isso, nunca chegaremos a conhecer o mundo fora dele (e é por isso que ele ressalta a importância da fé (fé racional)

    Em a Critica a Razão Pura, Kant afirma que a razão não tem "nenhum outro propósito a não ser prescrever sua própria regra formal para o alcance de seu uso empírico, e nenhum alcance além de todos os limites do uso empírico".

    Trago verdades, amigos. Kant é relativista. E foi isso que derrubou os iluministas dando espaço para os pós modernistas.
  • ZZZ  14/02/2017 20:35
    "Trago verdades, amigos. Kant é relativista"

    O que vc traz é pedantismo.
    Sustentar que não há conhecimento direto do mundo objetivo (ou apontar os limites da razão) não implica defender relativismo.

    Há várias distinções (empirismo x racionalismo; realismo x idealismo) que vc passa por alto aí.

    Nenhum especialista de peso em Kant defende que ele teria sido relativista.

    Harry Allison:

    Henry E. Allison presents an analytical and historical commentary on Kant`s transcendental deduction of the pure concepts of the understanding in the Critique of Pure Reason. He argues that, rather than providing a new solution to an old problem (refuting a global skepticism regarding the objectivity of experience), it addresses a new problem (the role of a priori concepts or categories stemming from the nature of the understanding in grounding this objectivity), and he traces the line of thought that led Kant to the recognition of the significance of this problem in his 'pre-critical' period. Allison locates four decisive steps in this process: the recognition that sensibility and understanding are distinct and irreducible cognitive powers (...) (https://global.oup.com/academic/product/kants-transcendental-deduction-9780198724865?prevSortField=9&start=20&q=kant&prevNumResPerPage=20&lang=en&cc=us#)

    Karl Ameriks:

    Ameriks demonstrates that Kant developed a theory of mind that is much more rationalistic and defensible than most interpreters have allowed (https://global.oup.com/academic/product/kants-theory-of-mind-9780198238966?prevSortField=9&start=20&q=kant&prevNumResPerPage=20&lang=en&cc=us#)

    Georges Dicker:

    The Critique of Pure Reason is Kant's acknowledged masterpiece, in which he tackles the question of how we can possibly have knowledge that does not rest on experience (a priori knowledge). The first half of the Critique advances a constructive theory of human cognition and defends the possibility of human knowledge against the skeptical empiricism of Hume (https://global.oup.com/academic/product/kants-theory-of-knowledge-9780195153071?prevSortField=9&start=20&q=kant&prevNumResPerPage=20&lang=en&cc=us#)

    Julian Wuerth:

    https://global.oup.com/academic/product/kant-on-mind-action-and-ethics-9780199587629?prevSortField=9&start=60&q=kant&prevNumResPerPage=20&lang=en&cc=us#

    Wayne Waxman:

    https://global.oup.com/academic/product/kants-anatomy-of-the-intelligent-mind-9780199328314?prevSortField=9&start=60&q=kant&prevNumResPerPage=20&lang=en&cc=us

    Robert Hanna:

    https://global.oup.com/academic/product/kant-and-the-foundations-of-analytic-philosophy-9780198250722?prevSortField=9&sortField=9&start=80&resultsPerPage=20&q=kant&prevNumResPerPage=20&lang=en&cc=us

    Lucy Allais:

    https://global.oup.com/academic/product/manifest-reality-9780198747130?prevSortField=9&start=80&q=kant&prevNumResPerPage=20&lang=en&cc=us#

    Thomas C. Vinci:

    https://global.oup.com/academic/product/space-geometry-and-kants-transcendental-deduction-of-the-categories-9780199381166?prevSortField=9&start=80&q=kant&prevNumResPerPage=20&lang=en&cc=us#

    E tem vários outros...

    Nenhum afirma que Kant foi relativista.

    Mais humildade, cidadão.
  • Vagner  14/02/2017 22:50
    Mas ninguém nega. Mas não sou eu que estou dizendo que ele é relativista. É ele. Você já leu Kant? Já leu A critica da Razão Pura (não vou te condenar se você não leu, porque o livro é péssimo. Kant escreve mal).
  • ZZZ  16/02/2017 12:12
    "Mas ninguém nega"

    Sim, nega. Grande parte dos especialistas citados nega que Kant teria sido relativista. E tem vários outros, cidadão: o kantiano Derek Parfit, filósofo de Oxford, expressamente nega qualquer relativismo em Kant.

    "Mas não sou eu que estou dizendo que ele é relativista. É ele."

    Você disse "Kant é relativista"; então VC DIZ que ele é relativista. É uma afirmação sua.

    E NÃO, o próprio Kant NÃO afirma que ele era um relativista. Já falei: a epistemologia crítica kantiana estabelece o delineamento dos limites da razão no âmbito da experiência; quando ele afirma a impossibilidade de conhecimento direto do mundo objetivo ele não está se auto-afirmando como relativista; isso é conclusão (errada) de quem não extrai corretamente o contexto da obra kantiana.

    "Você já leu Kant?"

    Aprenda uma coisa, cidadão: exercício de auto-pedantismo não é argumento.

    Você quer dizer para o mundo que leu Kant? Ótimo. Mas é melhor ler de novo pq vc fez uma leitura equivocada.
  • Vagner  16/02/2017 16:56
    "impossibilidade de conhecimento direto do mundo objetivo". relativista.
  • André  17/02/2017 17:03
    Vagner, você falou besteira. A frase diz que a razão possui limites que devem ser conhecidos, exatamente para que não se tenha arbitrariedades. Kant é autor que elaborou o imperativo categórico, uma regra moral universal, exatamente o contrário de um relativismo.

    Antes que você comece com o questionário: eu li Kant, tanto a critica prática quanto a pura, entre outros livros.
  • Emerson Luis  16/02/2017 18:44

    Obrigado pela indicação do livro, vou ler assim que puder.

    Apenas ressalto a diferença entre um pensador com ideias intrinsecamente ruins que só podem dar maus frutos (como Marx) de um pensador com ideias que realmente foram deturpadas posteriormente (Kant). Mises viu algo de bom em Kant.

    * * *
  • JPBRM  14/02/2017 15:40
    Também não entendi, kkkkkkkk cada um interpreta como quer....
  • JPBRM  14/02/2017 15:39
    Acho que você é um progressista filosófico!
  • Leofiodor  14/02/2017 17:38
    Não creio que o Vagner tenha uma impressão errada dos autores citados por ele, principalmente no caso de Nietzsche. O grande problema com grandes nomes que admiramos (não é o meu caso com Nietzsche) é não aceitarmos que eles possam ter alguma falha em suas obras. Os admiradores de Nietzsche tem muita dificuldade de aceitar que ele foi muito incoerente no conjunto de sua obra, que teve como consequência logica conclusões inimagináveis até para ele.
    Mas não cabe a mim convencer ninguém disso aqui. Cada um deve chegar a esta conclusão por si mesmo, percebendo no final que Nietzsche nada prova, apenas faz muitas afirmações com bastante viés de disponibilidade.
  • Vagner  14/02/2017 19:27
    É como eu disse, Leofiodor: não estou desmerecendo os autores e toda a sua obra. Apenas cito eles como expoentes (em menor e maior grau) do pós modernismo.
  • William  14/02/2017 19:55
    Camarada que citou Kant, lembre-se que a praxeologia de Mises veio das ideias kantianas.
  • Vagner  14/02/2017 22:53
    Eu sei.
  • William  14/02/2017 19:57
    Esta questão de "apropriação cultural" é tão imbecil que nem merecia um texto tão bem escrito e detalhado como este.
    Comece pela premissa de que direito autoral não existe.
    Não existe propriedade sobre algo intangível e não escasso, algo que todos podem "usar" ao mesmo tempo.
    Morte aos pós-modernos!
  • Yoda  16/02/2017 14:03
    Isso é que dá quando aos ignorantes são atiradas pérolas.

    Nunca se deve dizer "morte a X" sendo X um conhecimento humano. Todo conhecimento é válido. Não existe luz sem escuridão. Não existe o preto sem o branco, a saúde sem as doenças. Sem conhecer o outro lado não existe lado.

    Então deixa de falar merda e para com esse radicalismo. Está parecendo os progressistas da matéria.

    É a mesma coisa: pensamento irracional baseado no emocional.

    No seu caso ainda há tempo para mudar, caro Wagner
  • Vagner  16/02/2017 16:56
    caiu de paraquedas. lê a seção de comentários toda, amiguinho.
  • Arthur  15/03/2017 13:21
    Kant, ao dizer que a razão não é um instrumento preciso para obter conhecimento, é epistemologicamente relativo mas ao fazer o imperativo categórico ele se torna eticamente universal, ou seja, são duas coisas distintas.
  • Capital Imoral  14/02/2017 13:11
    Esse twitter é um nojo! tudo isso é fruto do capitalismos. Depois dizem que não avisei.
  • Nascimento  14/02/2017 13:13
    Comer com talheres é uma apropriação cultural?
  • Gabriel  14/02/2017 14:56
    Só é apropriação cultural quando a "vítima" é uma minoria, pelo visto.
  • Cláudia Sampaio   14/02/2017 16:07
    Ufa, então a ioga tá liberada! Afinal, 1 bilhão de indianos não pode ser considerada uma minoria, né?
  • Gabriel  14/02/2017 16:21
    Não se iluda Cláudia, apenas brancos são minoria. Achei que todos soubessem disso!
  • Polêmico  14/02/2017 17:27
    hehehe. Não quero dizer nada, para não ser preso, mas o homem branco de meia idade (nem menor, nem idoso), classe média, heterossexual, esse sim é o capeta na terra.
    Curioso como toda essa galera de gente são minorias. Ninguém para pra pensar que a "menor minoria" que existe é o indivíduo, e este deve ter assegurada toda sua liberdade, inclusive de opinião! Inclusive de não gostar de alguém apenas por ser obrigado pelo Estado a fazer isso.
  • Gabriel  14/02/2017 17:42
    Eu quis dizer que "apenas brancos são MAIORIA", aliás
  • Emerson Luis  16/02/2017 18:53

    Sim, pode - a esquerda pode tudo. Para o esquerdismo, "minoria" não é "a menor parte ou o menor número de elementos de um conjunto, inferioridade numérica", mas a "classe dominada". Assim, mesmo que um subgrupo constitua a maior parte da população, ainda assim os esquerdistas podem chamá-lo de "minoria" É neste sentido que a esquerda chama as mulheres de "minoria".

    "Subgrupo racial, religioso, político, étnico, cultural etc. que faz parte de um grupo maior e deste recebe tratamento discriminatório, de modo que não usufrui dos mesmos direitos e oportunidades."

    * * *
  • Juliano Silva  14/02/2017 13:24
    Não é bem um delírio, achar isso é pensar que o esquerdistas realmentre acreditam no que falam/praticam qdo, na verdade, se trata de uma técnica de persuasão/intimidação, é o mesmo que achar que um ilusionistas/mágico realmente acredita q tem poderes sobrenaturais.
  • Gabriel  14/02/2017 14:57
    Acho que você tá superestimando a inteligência de boa parte dessa gente.
  • Juliano Silva  15/02/2017 13:35
    Não tô falando da militância, esta sempre será massa, e nem deve ser considerada em análises sobre origens/objetivos das ideologias, falo dos que criam tais coisas, dos intelectuais e demais beneficiários (empresários e políticos).
  • Thiago  14/02/2017 13:26
    Um dos melhores artigos que li aqui nos últimos tempos. Demonstra, de forma cabal, a justa indignação de gente inteligente que abomina essa postura progressista que beira o ridículo. Ou é ignorância da mais primitiva, ou é puro recalque desse povo. Pior ainda é ver que esse tipo de mentalidade empesteia a conduta econômica. É lamentável.
  • Josué Barbosa  14/02/2017 13:28
    Tenho a ligeira impressão que isso tudo não passa, de mais uma vez tentar separar os povos. Velha tática da esquerda.
  • Josué Barbosa  14/02/2017 13:30
    É a união entre os povos que propiciaram tudo de inovador que temos hoje, agora vem um bando de aluados que por mero capricho querem destruir a civilização atual.
  • Luan  14/02/2017 13:52
    Sem dizer a associação espúria de raça e cultura, ou seja o movimento negro e os demais esquerdistas não focam no povo africano como uma etnia que teve sua cultura usurpada(se é que isso existe, pois cultura não é propriedade), eles focam na RAÇA mesmo, na mera melanina na pele, porem devido ao politicamente correto negro tem carta branca pra ser racista.
  • Cleiton  14/02/2017 13:41
    A cada dia que passa acredito mais na afirmação de que esquerdismo é doença mental.
  • Vitor  14/02/2017 13:50
    Se tivermos de analisar minuciosamente a origem de cada adereço, objeto, estilo de indumentária ou arte, então nem mesmo vivendo num mundo à Equilibrium (distopia onde a apatia é controlada pelo Estado) estaremos – com perdão do trocadilho – livres da apropriação cultural.

    Em suma, o último parágrafo descreve bem o que são estas pessoas e suas condutas.
  • Matheus  14/02/2017 13:54
    Eu: -Qual o objetivo último de combater o racismo e o preconceito?

    Esquerdista: -Que todos os povos e pessoas convivam juntos e "numa boa".

    Eu: -Então quando diferentes culturas se conhecem, se dão valor e se misturam(criando inclusive a possibilidade de uma "cultura nova" nascer) não seria esse o seu objetivo sendo alcançado?

    Esquerdista: -Não.

    UÉ??

  • Sociólogo da USP  14/02/2017 14:19
    E viva o multiculturalismo!
  • Reinaldo Schroeder  14/02/2017 14:31
    O mais ridículo de tudo é que os que criticam a apropriação cultural usam centenas ou milhares de itens de outras culturas toda semana.
    Para começar a terra onde pisam é indígena, deviam começar a praticar o que pregam e ir para o país dos seus antepassados......
  • Cris  14/02/2017 14:37
    O brasileiro ouvir música americana é apropriação cultural?

    Falar inglês (apenas pra citar uma língua) sendo brasileiro conta como apropriação cultural?

    Comer pizza no Brasil do brasileiro é também apropriação cultural?

    O jogador de futebol Neymar é um apropriador cultural?

    Um negro usando o Facebook é ou não apropriação cultural?

    Lê Toni Morrison, a escritora negra estadunidense ganhadora do Nobel de 93, sendo negra brasileira é apropriação da cultura norte americana? Ou a tal apropriação cultural só leva em conta a cor da pele mas não a nacionalidade?

    Aliás, adotando a tal apropriação cultural, as livrarias não estariam proibidas de vender os livros de Morrison para os brancos ? Ou seja, O livro não deveria ser vendido exclusivamente para os negros, de preferência os negros americanos?
  • Renegado  14/02/2017 14:43
    E eu nem sabia que esse tipo de coisa existia. Devo ser retrógrado e viver nas cavernas. Mas vamos usar esta "brilhante lógica" por um segundo. Qualquer africano deveria usar tunga e não roupas criadas por europeus e/ou outros povos. Não deveríamos (brasileiros) comer quaisquer comidas que não fossem típicas brasileiras (feijoada)? Imaginem nós brasileiros sem comer comidas: Chinesas, italianas, japonesas e etc, pois isso é uma forma de apropriação cultural. Aonde este mundo vai parar?
  • 4lex5andro  15/02/2017 13:48
    Citação: "Um mundo sem apropriação cultural é um mundo sem aprendizado, emulação, aspiração, celebração e progresso. É um mundo congelado e sombrio, marcado pelo isolamento, pelo ressentimento e pela desconfiança. É o genuíno retrocesso."

    Esse primeiro parágrafo, do último trecho do artigo, resume bem as consequências dessas políticas pseudo afirmativas que só afirmam aquilo que dizem combater, o retrocesso.
  • Detalhe  14/02/2017 15:15
    É extraordinário as palavras!

    Como é fácil envolver as pessoas e fazer com que elas fiquem convictas daquilo que falam.
    O politicamente correto faz exatamente isso: Apropria-se de todos, inclusive daqueles que o utilizam para enquadrar os outros.

    O interessante é que estas pessoas acreditam que são elas que estão falando, mas na verdade é uma entidade que está dentro dela que a faz falar.

    O POLITICAMENTE CORRETO NA VERDADE É UMA ENTIDADE QUE SE APROPRIA DAQUELE QUE A POSSUI.

    Se essa entidade é criada e substitui aquele quem fala, ela obviamente toma posse de seu hospedeiro e será seu tutor.

    Na verdade, as palavras dessas mulheres é vã, não tem significado algum efetivamente.

    Quando você ouvir uma pessoa falar esse tipo de coisa, não considere o que ela que falou, mas o parasita que tomou conta dela.

    Se alguém questionar sobre isso simplesmente fale: "Eu sinceramente não converso com o parasita que está falando por você. Prezo muito você, mas não o parasita."

    E olhe para para o parasita e não para a pessoa. São duas coisas extremamente diferentes.

    Por exemplo. Vejamos a cor negra dessas mulheres: Quando você diz que uma pessoa é negra, suas palavras não condiz com a realidade. A pessoa não é negra, mas a sua pele. E as pessoas não entendem a diferença disso.




  • Roger  14/02/2017 15:18
    E quando o negro pinta cabelo de loiro pode né?

    Hmmmm

    entendi.


    E as tranças? Isso é cultura nórdica sabiam?
    Loiros? Nórdico mais uma vez.
    Ah e os turbantes? Sinto-lhe informar, mas é da cultura persa. Isso é mais antigo que os ancestrais dos negros. Indianos, turcos utilizam. Não me venham com essa de cultura africana porque não é.

    Acho que falta um pouco de cultura educacional na vida de alguns...
  • Luis  14/02/2017 15:27
    Sao os esquerdistas que organizam " a marcha das vadias", que clama pelo direito das mulheres se vestirem como quizerem, inclusive de maneira nao aprovada pelos conservadores. Portanto, deveriam defender o direito de usar turbante ou burka.
  • luciano viana  14/02/2017 15:27
    ao inves de abrir uma fabrica de turbantes pra vender pra quem quer comprar eles querem impedir o uso. depois reclama que a sociedade nao dá oportunidade
  • Jarzembowski  14/02/2017 15:39
    Acredito que o ponto mais importante é não esquecer que isso tudo não é apenas absurdo e até ultrajante, como o texto diz; mas é totalmente artificial - essa indignação com a apropriação cultural não existe em nenhuma pessoa sã, isso é tudo fabricado por meia dúzia de militantes, de uma forma insidiosa, pra parecer de fato um "tema a ser debatido".
    Talvez analisar a questão sob esse aspecto seja mais eficiente, porque simplesmente denunciar o "absurdo" exigiria uma sensatez e uma honestidade intelectual que essas pessoas não têm.
  • Marcio Bursoni  14/02/2017 15:45
    Provavelmente o turbante que estas meninas acreditam ser propriedade cultural dos afrodescendentes foi levado a africa pelos Islâmicos que escravizaram mais de 15 milhões de negros. A reação destas meninas esta mais para síndrome de Estocolmo do que propriedade cultural.
  • Ricardo  14/02/2017 16:01
    Só pra entender...Então todo mundo que não for "afro descendente" não pode praticar "CAPOEIRA"??? Hum, se for pensar desta forma, aqui em Blumenau-SC, quem não for "branco" não pode participar da Oktoberfest! Que bando de idiotas! Estes são os verdadeiros racistas!
  • Luis  14/02/2017 16:23
    Não, entendeu errado. Apropriação se trata do esvaziamento do conteúdo cultural (que não acontece nem na OktoberFest nem na capoeira) por pessoas que têm posição de privilégio social (o que definitivamente não acontece na OktoberFest). Bom, concordando ou não o conceito é este.
  • Zak  14/02/2017 17:39
    Não, quem não entendeu foi você. Você inventou um conceito seu.

    Está dito no artigo:

    Segundo os próprios progressistas, "'apropriação cultural' é a adoção de alguns elementos específicos de uma cultura por um grupo cultural diferente. Quando brancos utilizam adereços ou emulam comportamentos que são "típicos da cultura afro", isso representa uma intolerável forma de aculturação de "uma cultura minoritária por uma cultura dominante"

    Esse papo de "esvaziamento do conteúdo cultural" é invenção puramente sua.
  • República de Curitiba  14/02/2017 18:40
    "Apropriação se trata do esvaziamento do conteúdo cultural por pessoas que têm posição de privilégio social"

    O interessante é que, o "conteúdo cultural", seu "esvaziamento" e a "posição de privilégio social" são medidos por alguém que escolhe as métricas ao seu próprio julgo, e ai de quem não concordar. E são flexíveis: se eu quiser, amanhã pode deixar de ser apropriação cultural.

    Ou seja:
    Eu defino se esse bem tem conteúdo cultural...
    Eu defino se seu uso provoca esvaziamento desse conteúdo...
    Eu defino se você está em posição de privilégio social.

    Como nosso amigo acima disse, a Capoeira e o Oktoberfest não são apropriações culturais.
    Apenas o são, o que eles concordarem;
  • Jr  14/02/2017 16:21
    Nada que um "Vai tomar no cu, eu visto o que eu quiser" não ajude.
  • Arnaldo  14/02/2017 20:09
    Foi exatamente o que pensei. hahaha
  • Capitalista Keynes  16/02/2017 15:31
    Perfeito....eu mandava longe também.
  • Henrique Zucatelli  14/02/2017 16:24
    Esse foi o fim da picada. Além de imbecis, são cruéis ao extremo, ao não perceber que qualquer um, repito, qualquer um na face da terra pode acordar com câncer. E aí?

    Sinceramente essa turba psicopata vai acabar toda desempregada, morando em guetos e passando necessidade.
  • anônimo  14/02/2017 16:39
    kkkkkkk muito otimista você, amigo. Essa turma aí vai passar resto da vida mamando dinheiro de impostos pra falar esse tipo de asneiras.

    Ah, e nós ainda assim seremos os ''opressores''.
  • anônimo  14/02/2017 17:36
    kkkkkkk muito otimista você, amigo. Essa turma aí vai passar resto da vida mamando dinheiro de impostos pra falar esse tipo de asneiras.

    Ah, e nós ainda assim seremos os ''opressores''.
  • Pobre Paulista  14/02/2017 16:26
    Vanessa Rodrigues, parabéns pela sua estreia no IMB.
  • Zimbres  14/02/2017 17:05
    Sorrir é preconceito com que não tem dentes.
  • Zimbres  14/02/2017 17:14
    com quem, aliás
  • Scott  14/02/2017 17:41
    Isso está no artigo.
  • Joao  14/02/2017 17:17
    [i]"Ou seja, essa postura não mascara apenas o racismo dos progressistas (quem diria?), mas também sua enorme ignorância." [i]

    Esta frase foi/é espetacular!
  • Lucas laredo  14/02/2017 17:49
    Olá.
    Iniciei meus estudos há pouco tempo, mas já acredito que mises estava correto.
    Estava acompanhando tópicos em um fórum que frequento e vi certas indagações que me deixaram cabreiro.
    Tentei encontrar respostas, mas não tive sorte.

    A discussão é esta: forum.outerspace.com.br/index.php?threads/voc%C3%AA-se-orgulha-de-sua-opini%C3%A3o-pol%C3%ADtica-anterior-%C3%A0-2013-2014-t%C3%B3picos-e-posts-antigos.476100/page-3#post-14537348

    Alguém sabe onde pode-se levantar informações econômicas que contradigam o esquerdinha?
  • República de Curitiba  14/02/2017 17:50
    Não sei se fico feliz ou triste com esse artigo.

    Feliz pela qualidade, que já é intrínseca quando se trata do que é publicado no IMB.

    Triste por ver que um assunto tão banal, e tão óbvio, que não deveria ser tema de discussão, ainda alimenta tanto a discussão no mainstream. Uma breve sequencia lógica de pensamentos faz qualquer pessoa não considerar isso.

    Não deveríamos estar em pleno Séc. XXI, discutir se alguém pode ou não usar tal vestimenta.

    E o mais massante é ver pessoas desenvolvendo teorias para defender isso.

    E o Mises, um antro de boas ideias e discussões, que deveria se apresentar com um grau mais elevado de ideias, deve se rebaixar e prestar ao serviço de rebater esse pensamento pela influência que este ainda causa.

    Tristes tempos. A ignorância sobre determinado assunto é passaporte para o bacharelado no mesmo.
  • Leandro Campos  14/02/2017 18:04
    kkk os comentários sobre a menina ter usado um turbante são hilários, só rindo mesmo

    Será que essas que insultaram a menina só usam turbantes na cabeça e vivem com aquelas batas coloridas?
  • Oxto  14/02/2017 18:08
    Essa histeria pós-moderna afeta a ala progressista tb! Então não generalizemos!
  • Bruno Feliciano  14/02/2017 19:01
    Porque o peso chileno vale tão pouco?

    Como a economia chilena é tão forte com uma moeda tão fraca?

    Fui fazer uma conversão esses dias e notei, fiquei abismado!

    Qual explicação disso?


    Abraços
  • Leandro  14/02/2017 19:33
    Essa é uma confusão bastante comum, e que pega os mais incautos: o alto valor nominal das cédulas de uma moeda diz muito sobre o seu passado, mas não sobre seu presente.

    Isso ocorre não só com a moeda chilena, mas também, e com ainda mais intensidade, com a japonesa.

    O alto valor nominal das cédulas do iene se deve a uma forte inflação ocorrida na Segunda Guerra Mundial. A moeda do Chile apresenta a mesma característica, pois vivenciou uma hiperinflação na década de 1970. Ambas não foram trocadas desde então, ao contrário da moeda brasileira.

    Vale lembrar que, ao passo que o real é de 1994, o iene é de 1871. Já o peso chileno é de 1975, mas passou por uma severa hiperinflação durante toda a década de 1970.

    No caso do Japão, em 1972, imediatamente após a dissolução de Bretton Woods e a adoção dos câmbios flutuantes, um dólar comprava 305 ienes. Então o iene começou a se valorizar continuamente até que, em outubro de 2011, um dólar comprava apenas 75 ienes. Isso dá uma apreciação total de 306%.

    Uma das definições de moeda forte é que sua unidade monetária valha cada vez mais em termos das principais moedas do mundo (a outra definição é que, obviamente, seu poder de compra em território nacional seja relativamente constante).

    É isso o que você tem de olhar, e não simplesmente o valor nominal das cédulas. Nesse aspecto (alto valor nominal das cédulas), dificilmente alguém bate o Japão. E, no entanto, o país tem uma moeda forte e inflação de preços zero.
  • Bruno Feliciano  15/02/2017 16:24
    Hmm, verdade Leandro, mas então:

    Faz sentido!

    Na hora da conversão, R$1,00 valia 209 Pesos chilenos....
    Isso de fato não mostra o poder de compra da moeda correto? Somente o seu valor nominal..
    Portanto, é correto dizer que o peso chileno vale mais que o real?

    Pensando aqui: R$1,00 compra menos coisa $ 209 Pesos chilenos?
    Porque usam tanto com referencia as conversões pra julgar o poder de compra de uma moeda então?

    To entendendo mas ainda ta um pouco confuso, preciso prolongar o raciocínio pra entender de vez.
    Porque faz sentido, se R$1,00 1 vale $ 209 Pesos chilenos, logo presume-se que o peso chileno esta inflacionado(desvalorizado) ou muito valioso, isso julgando pelos números...
    Se for ver assim, a moeda de Zimbabwe e da Venezuela é fortíssima...

    Agora tem que ver se, esses 209 pesos chilenos compram muito mais coisa do que R$1,00 correto?

    Não é mais fácil medir a quantidade de bens que a moeda consegue comprar no mundo?
    A moeda que em menor quantidade consegue comprar mais bens, é a mais valiosa?
    Se com 1 dolar eu compro muito mais coisa do que com 1 real, logo o Dolar é mais forte.
    Se com 0,50 dolares eu compro mais do que com 2 reais, logo o dolar é mais forte.
    Ao mesmo tempo se com 2 reais eu compro MAIS coisa do que com 0,50 dolares, logo o real não necessariamente é mais forte.

    E depois de tantos anos, a moeda não sofre deflação ao perder valor? Os efeitos de uma hiperinflação podem ser eternos e irreparáveis assim?

    Esta correto essa linha?



    Obrigado e um Grande Abraço!
  • Leandro  15/02/2017 17:03
    "Na hora da conversão, R$1,00 valia 209 Pesos chilenos.... Isso de fato não mostra o poder de compra da moeda correto? Somente o seu valor nominal.."

    Correto.

    "Portanto, é correto dizer que o peso chileno vale mais que o real?"

    De jeito nenhum. É correto dizer apenas que um real compra 209 pesos, o que mostra que o real é nominalmente mais forte que o peso. Com apenas um real você consegue comprar 209 pesos.

    Isso significa que, em seu curto período de vida (quase 23 anos de vida), o real foi menos desvalorizado que o peso chileno (que é bem mais velho, quase 42 anos de vida).

    Ponto.

    É só isso, e apenas isso, que você pode inferir. Nada mais do que isso.

    Esse simples número que você encontrou nada diz sobre qual moeda está momentaneamente mais estável. Tampouco diz qual moeda tem um histórico mais forte. Quando o real surgiu, em julho de 1994, o peso chileno já tinha quase 20 anos de vida. Como as duas moedas se comportaram desde então? Essa é a pergunta.

    "Pensando aqui: R$1,00 compra menos coisa $ 209 Pesos chilenos?"

    Em tese, um real tem o mesmo poder de compra que 209 pesos chilenos.

    "Porque usam tanto com referencia as conversões pra julgar o poder de compra de uma moeda então?"

    A conversão, por si só, não diz nada. Já o histórico dessas conversões -- isto é, a evolução diária da taxa de câmbio ao longo do tempo -- diz muita coisa. Mostra qual moeda se fortaleceu em relação à outra, e qual se enfraqueceu.

    "Porque faz sentido, se R$1,00 1 vale $ 209 Pesos chilenos, logo presume-se que o peso chileno esta inflacionado(desvalorizado) ou muito valioso, isso julgando pelos números..."

    Não faz sentido nenhum dizer que está "muito valioso". Se um real compra 209 pesos, isto é, se você só precisa de um real para conseguir 209 pesos, então não faz sentido dizer que o peso está muito valioso.

    Faz sentido, aí sim, dizer que o peso possui um histórico de alta inflação. Em algum momento do passado o peso foi hiperinflacionado (sabemos que este momento foi toda a década de 1970).

    "Se for ver assim, a moeda de Zimbabwe e da Venezuela é fortíssima..."

    Essa sua conclusão sobre Venezuela e Zimbábue não faz absolutamente nenhum sentido matemático.

    Como explicado acima, o certo seria você concluir que ambas essas moedas foram extremamente desvalorizadas ao longo do tempo. Não há qualquer razão -- nem matemática nem econômica -- que leve a crer que são "fortíssimas".

    "Não é mais fácil medir a quantidade de bens que a moeda consegue comprar no mundo? A moeda que em menor quantidade consegue comprar mais bens, é a mais valiosa? Se com 1 dolar eu compro muito mais coisa do que com 1 real, logo o Dolar é mais forte. Se com 0,50 dolares eu compro mais do que com 2 reais, logo o dolar é mais forte. Ao mesmo tempo se com 2 reais eu compro MAIS coisa do que com 0,50 dolares, logo o real não necessariamente é mais forte."

    Não. Isso seria enganoso. Há moedas de alto valor de face -- como o iene japonês -- que são fortes, e há moedas de baixo valor de face -- como o peso argentino -- que são fracas.

    Você precisa de milhões de ienes para comprar um bem que custa apenas milhares de pesos. Isso significa que o peso argentino (de 1992) é mais forte que o iene japonês (que existe desde o século XIX? Claro que não.

    O certo é: qual é a moeda que, ao longo do tempo, mais manteve o seu poder de compra? Qual é a moeda que, ao longo do tempo, continuou comprando o mesmo tanto que antes? Em suma, qual é a moeda cuja quantidade necessária para se comprar algo não se alterou muito ao longo do tempo?

    Neste quesito, o próprio iene japonês bem como o franco suíço e o dólar de Cingapura são os destaques.

    "E depois de tantos anos, a moeda não sofre deflação ao perder valor?"

    Não entendi.

    "Os efeitos de uma hiperinflação podem ser eternos e irreparáveis assim?"

    No valor nominal da moeda sim. E nem é necessário haver hiperinflação. Em 1994, uma cédula de um real comprava muita coisa. Hoje, nem mais existe cédula de um real.

    Ainda na década de 1990, eu pagava R $ 3 num almoço self-service. Hoje, não sai por menos de R$ 25.

    Como você reverte isso? Como você faz para que um almoço volte a custar R$ 3?

    Não tem como.

    Abraços.
  • Bruno Feliciano  15/02/2017 18:22
    Hmm então Leandro, agora ta ficando mais claro:

    Nominalmente não quer dizer sobre o poder de compra necessariamente, nominal é apenas ''numero'' e não algo que determina ou expressa característica do poder da moeda. Pouco importa se R$1,00 da 200 pesos chilenos e sim o que cada um consegue comprar e sua estabilidade, correto?
    Estou entendendo...

    Sofre a deflação, eu quis dizer que se com o tempo, a quantidade de dinheiro na economia diminui, e consequentemente diminui o ''nominal''?
    Por exemplo, se nos próximos 5 anos o Real sofrer forte deflação, uma quantidade enorme de dinheiro sai da economia, o ''nominal'' não voltaria como antes? Não teria notas de R$1,00 novamente? Era essa relação que to tentando enxergar...

    O que me confundiu é que: A ideia do poder de compra é que, menos dinheiro pra comprar mais coisa é saúde pra moeda, mas eu estava vendo do ponto de vista errado, o nominal.
    Vendo desse ponto de vista, quanto maior os numeros mais inflacionada é a moeda e consequentemente menor o seu valor.
    Assim:
    Se o peso chileno fosse 500 por 1 real, eu imaginaria que a moeda chilena estava desvalorizada e mais inflacionada.
    Se o peso chileno fosse 2 por 1 real, eu imaginaria que a moeda chilena não estava tão desvalorizada e um pouco inflacionada.
    Ai partindo dai, eu estaria julgado o poder de compra de cada...

    Concorda que essa era minha falha do raciocínio?

    E essa sua colocação sobre como medir o poder da moeda, necessariamente precisa levar em conta o ''tempo''?
    Seria correto eu julgar que, se 208 pesos chilenos adquirem mais bens e serviços do que o real, logo o peso chileno esta mais fortalecido... Seria correto isso? Porque ai sim eu estaria deixando o nominal de lado e focando somente no seu poder de compra.
    Sobre a estabilidade, entendi perfeitamente que é preciso analisar ao ''longo do tempo'', não tem jeito. O que eu levantei agora era o poder atual na relação...

    Até porque, eu entendo que pra julgar a riqueza de um país, tem que se analisar a quantidade de bens e serviços disponíveis, quanto mais pessoas tiverem mais acesso a bens e serviços, maior o indicativo de riqueza.. Ou estou errado?

    Agora sobre o Chile, os Chicago boys ficaram brincando de monetarismo depois da hiperinflação, como retomaram a forte confiança e estabilidade em uma moeda tão quebrada? O que eles fizeram ''monetariamente'' para que a moeda conseguisse ser forte o suficiente pra alavancar a economia? Como já aprendi com você(e de fato é verdade), sem moeda forte não há economia forte, impossível ter prosperidade se você tem uma moeda fraca e instável, por isso o melhor é sempre deixar o mercado escolher a melhor moeda, como é no Peru, a livre concorrência entre moedas.

    E como os japoneses fizeram pra deixar o Yene tão forte? É certo dizer que se não fosse esse poder do Yene, o japão já tinha quebrado? Porque sabemos que a dívida lá esta explodindo, os keynesianos destruíram tudo dos anos 90 pra ká....


    Muito Obrigado pelos esclarecimentos, você explica de uma forma excelente que qualquer um entende, até os economistas da UNICAMP, é de uma forma técnica mas não complexa.....

    Grande Abraço!

  • Bradamante  15/02/2017 20:53
    ZZZ, o Kant foi foi um relativista, mas os desenvolvimentos posteriores de suas premissas permitiram que intelectuais como Fitche e Schiller prosseguissem por esse caminho. Kant é visto, normalmente, como um iluminista alemão e, junto com Herder, um dos precursores do Romantismo.
  • Tio Patinhas  14/02/2017 21:03
    E elas se comunicaram em português, uma língua européia derivada do latim... Aliás elas nem deveriam falar em apropriação cultural, pois cultura é algo que elas não parecem ter.
  • Júlio César  14/02/2017 21:35
    Até tu, IMB?

    Gostei do tom amistoso do artigo. Mas agora, até o IMB está caindo nessa verdadeira armadilha, e colocando holofotes sobre mimimi de rede social, como se isso fosse uma grande ameaça às liberdades individuais? É uma discussão tão patética e tão sem sentido, que nem os leitores do Catraca Livre estão caindo nessa conversa de "apropriação cultural". Por que é que a gente tem que dar atenção a isso?

    É, devemos estar em um período muito fastidioso mesmo para as coisas chegarem a esse ponto.

    Eu acho que o pessoal anda deixando muito a esquerda ditar as regras. Progressistas hoje nem precisam mais se preocupar com divulgação. Mesmo que negativamente, a própria direita, e para meu espanto liberais e libertários, andam fazendo esse trabalho por eles. Voluntariamente, tornam qualquer coisinha que eles façam muito grande.

    E isso é o que dá margem para tornar real paradoxos que deveriam permanecer para sempre na categoria das coisas inimagináveis. Como por exemplo, a figura o homem branco heterossexual, discriminado e perseguido pela sociedade. Por mais que haja um fundo de verdade nisto, ser humano nenhum deveria se sujeitar a esse papel ridículo de vítima. Coisa de homem frouxo.

    Eu rezo para que surjam cidadãos com coragem suficiente para defender seriamente coisas como monarquia, união do Estado com a Igreja, etc. Não é o tipo de coisa que eu concorde ou defenda, mas pelo menos é uma esperança de mudar o rumo das coisas e elevar o nível dos debates.

    Tomem as rédeas da situação, senhores!
  • Cassim  15/02/2017 00:12
    Não interrompa o inimigo quando ele estiver cometendo um erro.

    Quando mais capitalizarmos nas bizarrices óbvias da esquerda que qualquer pessoa não-endoutrinada vê como absurdas, mais retiraremos os méritos deles quando tratarem de tópicos mais sérios.
  • Eduardo R., Rio  15/02/2017 00:28
  • Henrique Zucatelli  15/02/2017 10:47
    Eduardo, bom dia.

    Foi exatamente o que pensei quando li o artigo. Eles utilizam tudo, absolutamente TUDO o que foi criado por homens brancos anônimos que queriam o bem do semelhante através de suas invenções.

    Cara, isso está chegando no limite da insanidade.
  • Carlos Martins  18/02/2017 16:46
    Isto nada mais é que um problema social, mas um problema grave, desde pessoas que se utilizam da repressão para inutilmente apagar uma repressão do passado que talvez nem sequer sentiram. Do outro lado as pessoas que se utilizam de mais repressão para esclarecer algo, até atacar ou difamar autores que tiveram o direito do pensamento livre que sabemos que a qualquer momento qualquer um poderia pensar só pelo simples fato da observação. Logo temos somente uma sociedade de culpados e repressores que no fundo tem direito a nada, mas nisto esquecemos de outras sociedades que não defendemos, não nos reprime e não vamos fazer nada, a estes que são as verdadeiras vitimas. Isto também culpa do cenário politico atual, não somente PT como todos acreditam ser o cerne do problema, que com uma simples observação vai ver que ideais se dividiram em meio de um sistema poluído no qual não anda sem a maquina de corromper. Joguem as argumentações fora, de nada mais serve que no fundo que cada um quer é somente ser mais de qualquer forma que os outros, que deveríamos fazer era se libertar de fatores pequenos de diferenciação e olharmos pra real capacidade das pessoas num pensamento amplo de teorias já feitas e provadas que não existe refutação contra . Uma nação é feita para se unir, crescer e prosperar, é fácil ver o problema do Brasil, ninguém gosta de si nem do pais e ao invés de fazer algo, preferimos criticar apropriação cultural, que os direitos humanos estão errados esquecendo que é o que garante também vc não ser torturado nem maltratado , tenha direito de uma defesa, preferimos dividir o pais em coxinhas e mortadelas, preferimos colocar toda culpa em um canto pq se for atras de todos muitos vão pagar com a língua ou são preguiçosos demais pra fazer algo, a estes a palavra utopia é bastante usada.
    Preferiu-se criticar mais do que pedir desculpa que eu garanto, não tem um aqui que tenha mais esta capacidade, pedir desculpas, perdão virou no nosso raciocínio idiota fraqueza, só esquecemos que enquanto tivemos isto eramos virtuosos e hoje não pense que viraram mais fortes, na verdade viraram nada. Virtudes que fazem uma nação forte, não intrigas e defeitos
  • Rodrigo Amado   15/02/2017 08:48
    Espero que os guerreiro da justiça social sejam cara vez mais intolerantes.
    Isso irá acelerar sua queda.
  • Joaquim Saad  15/02/2017 20:53
    Ironicamente, o mundo ficaria bem melhor se essa moda de combate à "apropriação cultural" pegasse apenas em relação às "ideias" de esquerda...
  • Emerson Luis  16/02/2017 19:08

    Marx, Gramsci, Foucault, todos eram brancos.

    Um militante esquerdista negro comete apropriação cultural, pois o socialismo faz parte da cultura europeia.

    * * *
  • RENATO SCHOLZ  15/02/2017 10:47
    Eu acho que aquelas moças que se sentiram ofendidas pela moça branca usar um turbante que poderia ter ser um elemento cultural afro, deveriam dar o exemplo. Tão logo elas sentirem necessidade de evacuar, deveriam cavar um buraco no fundo do quintal delas e despejar ali seus dejetos uma vez que latrinas e similares são provenientes da cultura europeia, portanto elas não deveriam se apropriar disto! Só pra manter a coerência.
    Voltem pras cavernas porra!
  • rlpda  15/02/2017 11:26
    As contradições descaradas desses movimentos "progressistas" não são mero acaso. São feitas para confundir mesmo. Quanto mais as pessoas esperarem por alguma cartilha pra saber como pensar e como agir, mais fácil fica a doutrinação e o voto de cabresto.
  • LUIZ F MORAN  15/02/2017 12:15
    Vivemos num país destroçado, moral e culturalmente falando.
    Somos resultado de uma longa jornada de hegemonia exercida pelos ditos "socialistas", "defensores dos oprimidos e excluídos", amantes das promessas feitas pelos "filósofos" sofistas dos últimos 02 séculos.
    A civilização ocidental de maioria judeu-cristã, está sendo engolida e destruída pelo êxito do marxismo cultural impregnado e enraizado nas mentes amorfas da massa homogênia dos adeptos do politicamente correto.
    A retórica sofista de tipos como Hegel, Comte, Darwin, Freud, Marx & Engels, entre outros, que produziu o fascismo, o comunismo e o nazismo; É uma sopa requentada que ainda se consome no Brasil.


  • Henrique Zucatelli  15/02/2017 14:00
    Luiz, pelo vídeo acima nos comentários, esse fenômeno de boçalidade não surgiu aqui, mas nos EUA.

  • LUIZ F MORAN  16/02/2017 16:17
    Na verdade começou no Iluminismo.
    um abraço !
  • Vitor Perdiz  15/02/2017 12:35
    Sujou então.
    Vou cancelar a feijoada de sábado e vou ter que avisar o Mengão, que agora sou Fluminense.
  • Rene  15/02/2017 15:10
    Imagine agora acontecendo o oposto: Uma moça negra usando um traje fino completo, daqueles que as mulheres usam para trabalhar nos escritórios mais chiques. Aí um grupo de mulheres brancas se aproximam dela e dizem: Como assim, você usando roupas de mulheres brancas? Você não tem o direito de usar estas roupas. Você tem que usar turbante, vestidos floridos. Isso é apropriação cultural.

    O resultado seria líquido e certo: Ambas seriam processadas por crime de racismo.
  • Luiz Henrique  15/02/2017 15:36
    Gostei do seu artigo, mas acho que nem deveríamos nos deixar levar tanto por esse assunto, primeiro que Cultura nem é propriedade, se eu quiser começar a dançar um pagode é apropriação dos afro, se começar a jogar futebol então é apropriação dos Ingleses, meu na moral, nem se deem ao trabalho de conversar com uns fdp, que acha que essa merda existe, se eles quiserem ouvir a sua opinião simplesmente diga, caso contrário deixa pra lá e mandem se fuder!
  • Gilmar  15/02/2017 15:57
    A partir de agora, se eu ver um nã0-branco de gravata, vou chegar e arrancar fora.

    É apropriação cultural.

    Foda-se.
  • Sergio  15/02/2017 16:09
    Mas o turbante também não é usado por povos da Índia e do Oriente Médio ?
    As pessoas que se auto-intitulam da raça negra não estariam proibidas de usar calça jeans ?
    A apropriação cultural se dá apenas por um lado ?
  • marcela  15/02/2017 20:26
    Se o conceito de propriedade intelectual já é absurdo,imagine o de propriedade cultural.Mas deixando isso de lado,o fato é que hoje saiu a notícia de que a inflação nos EUA acelerou para 0,6% em janeiro,o dobro do que era esperado.Além disso o dolar está derretendo perante o real,só hoje foi 0,94% de queda.Isso tudo está acontecendo antes do ano fiscal do Trump começar,imaginem vocês o que será quando a impressora for ligada a todo o vapor!O FED certamente vai elevar os juros e de acordo com o Peter Schiff(seguidor da escola austríaca e que previu com exatidão a crise de 2008-2009) isso vai ter consequências sobre o dólar que deve desabar.De fato, de 1970 para cá ,houve 5 grandes aumentos na taxa de juros, e em todas elas o dolar caiu,não será diferente dessa vez.O cenário do governo Lula está de volta e o sucessor do Temer irá surfar nessa onda.O Lula lidera todas as pesquisas para 2018,assim, caso o Moro não o prenda,há chance do próprio Lula ganhar e se aproveitar da bonança outra vez,fazendo o povo acreditar que é ele o responsável pelo crescimento econômico e não o dolar fraco e o boom das commodities.Assim sendo, como há chance desse enganador ser eleito,só resta torcer para que o Moro tome logo providências e faça justiça.
  • Leandro  15/02/2017 22:18
    Aproveitando a sua deixa, farei um momento de desavergonhada autopromoção: ainda em maio do ano passado, publiquei o artigo abaixo que falava sobre valores do câmbio.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2402

    À época, fiz a seguinte previsão: se o dólar caísse abaixo de R$ 3,35, o real estaria forte, e isso derrubaria a inflação de preços.

    Feito. A partir do final de agosto, o dólar caiu para menos de R$ 3,35, e desde então a inflação de preços passou a ficar totalmente comportada.

    De setembro de 2016 a janeiro de 2017, o IPCA está acumulado em 1,21%. Em termos anualizados, isso equivale a 2,93%, um valor incrivelmente baixo.

    A maneira certa de se debelar carestia -- como tantas vezes já explicado -- é com moeda forte.
  • anônimo  15/02/2017 22:51
    O governo precisa parar de estragar o dinheiro.

    Se já não bastasse as ruas estragadas, prédios pichados, lixo nas ruas, prédios mal conservados e construções caindo aos pedaços, o governo ainda consegue estragar o dinheiro.

    Riqueza não é só dinheiro. O patrimônio das pessoas está sendo desvalorizado, pois o governo só rouba, não pune pichadores, cobra altos impostos sobre a construção, não limpa nada, não pune quem suja, etc.

    Enfim, não é só com o dinheiro que está desvalorizado. O patrimônio das pessoas também está sofrendo degradação.

    O governo é um destruidor de riqueza.
  • Diógenes  16/02/2017 00:28
    noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/videos/ultimos-videos/16140642/dolar-barato-alivia-bolso-de-quem-viaja-ao-exterior.html

    E basta o real dar uma leve fortalecida que começam a pipocar "especialistas" nos jornais dizendo como isso é uma tragédia para a produção e exportação nacional.
    Tentam passar a ideia que a única vantagem de ter uma moeda forte é que a elite agora pode viajar para a disney gastando menos, mas às custas da destruição da indústria brasileira.
  • Leandro  16/02/2017 00:34
    Vai ser daí pra pior.

    E sempre lembrando que é justamente uma moeda forte o que revitaliza as indústrias e a exportação.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2277

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2394

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2175

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2378
  • Getulio Ferreira  16/02/2017 12:19
    E a imprensa, provavelmente instada pela FIESP, já ressuscitou aquele patético Índice Big Mac para "provar" que o real está muito valorizado, e que ele precisa urgentemente voltar a ser destruído.

    Essa gente não dorme no ponto.
  • Mariano Garrido  16/02/2017 13:00
    Bora comprar ações atreladas às commodities!!!
  • Paulo Henrique  15/02/2017 21:23
    ''Apropriação cultural''

    É por essas e outras que eu digo:

    Vem meteoro!
  • Leo Carvalho  16/02/2017 01:55
    MARANATA, ora, vem, Jesus!!! [falta pouco... rs]
  • Karen Cioni Joven  16/02/2017 11:07
    Apropriação cultural... nunca tinha ouvido falar disso... De qualquer forma é ridiculo... Tudo isso é ridiculo...

    Querem igualdade, direitos iguais, inclusão, mas "não pode usar meu turbante, mimimi..."

    além de terem sido muito cruéis...
  • Paulo Henrique  16/02/2017 16:26
    A esquerda já foi melhor, do marxismo cientifico, materialismo dialético, para ''apropriação cultural'', da produção de ligas de aço para o proletariado, passou a ser ''produção verde consciente''.. hahaha! Apropriação cultural é a cereja do bolo , não acho que mereça nem resposta séria..
  • Carbonilla  16/02/2017 14:19
    É impressão minha ou o mundo está ficando cada vez mais idiota?? Cara, se isso acontecesse comigo eu mandaria à merda na hora essas as duas negras, brancas, amarelas, azuis ou o que fossem.
  • Zé Dirceu - Não sou o do mensalão  16/02/2017 16:32
    A esquerda sempre lança essas ideias idiotas.
    Se é para não haver apropriação cultural então que os esquerdistas comecem dando o exemplo.
    Computadores, Internet, redes sociais, tablets, smartphones e quase toda a tecnologia moderna é fruto da cultura capitalista.
    Por causa disto todo esquerdista deveria ter vergonha de usar tais comodidades/serviços. Quando algum simpatizante da esquerda usa qualquer coisa deste tipo está se apropriando indevidamente da cultura capitalista.
    Simples assim.
    KKKKKKKKKKKK
  • MelanyS  16/02/2017 18:11
    Na minha opinião, essas acusações sobre apropriação cultural não passam de um ressentimento que não deveria existir.
    São pessoas que não se sentem à vontade em ver um "inimigo" usando algo que "pertence" à sua cultura.

    No mais, a disseminação da sua cultura é uma ótima forma de empoderamento.
    Restringir o turbante a uma só raça é que me parece a péssima ideia. Uma cultura restrita a um grupo minoritário é muito mais propensa a se extinguir com o passar dos anos.

    Estou totalmente de acordo com o texto do mises.
  • João de Alexandria  17/02/2017 13:27
    Cara, como esquerdismo me dá sono !!

    Ele em si e o tipo de discussão ridícula com a qual se perde tempo quando essa gente abre a boca...leio essas coisas e penso imediatamente no meu travesseiro.
  • Joaquim Franco de Souza  17/02/2017 18:54
    Atualmente o racismo de negros contra brancos é substancialmente maior que o contrário aqui no Brasil. E o estranho é que não temos negros de fato em nosso país, praticamente todos que se dizem negros são mulatos miscigenados de outras raças brancas. Ainda bem que eu não sou nada disto, sou verde.
  • ZzXx  20/02/2017 16:51
    Mais um episódio patético protagonizado pelos vermes de esquerda...

    Não posso usar turbante? Então negros não podem usar tênis, terno, camisetas...
  • Joaquim Franco de Souza  22/02/2017 12:12
    Em minha opinião o ato das moças que abordaram Tahune foi racista e deveria assim ser encarado pelas autoridades. Racismo é todo ato que descrimina pessoas por algo que supostamente não podem fazer ou usar, ou devem fazer e usar por supostamente pertencerem a uma determinada raça. Se estas duas moças estivessem usando roupas típicas holandesas por exemplo e fossem abordadas da mesma forma preconceituosa que abordaram Tahaune o que seria considerado tal insano ato?
    Estas duas jovens devem ser processadas pelo Ministério Público por ato de racismo.
  • Nathália  08/03/2017 15:35
    Eu entendo que o problema desse segmento não se trata de uma pessoa branca usar ou deixar de usar coisas de negros, mas sim do fato de o significado mudar o que gera indignação, por exemplo um negro usando dread é maconheiro, é sujo, é nojento, mas um branco é estiloso, legal, cool; o branco é visto com bons olhos e o negro não. ESSE é o problema dos negros, afinal sentimos na pele a diferença, então eles se revoltam dizendo apropriação cultural, e querem que os brancos parem de usar, e a unica coisa q vcs enxergam é aquilo que os deixa na desvantagem, ou seja, não poder usar. Típico. Eu entendo que impedi as pessoas de usarem seja o que for é uma atitude idiota sim, a questao nao devia ser reclamar quem veste ou deixa de vestir, e sim a discriminação, e mtus desses brancos q usam turbante e dreads nem sabem que porra significam. E alem disso, a historia dessa garota com cancer ta super mal contada hein, mas admito a atitude nojenta dessas pessoas por atacarem alguem supostamente com cancer. Enfim, o grande cerne dessa questao toda nao tem nada a ver com usar ou deixar de usar e sim a discriminação, a marginalização, essa diferença que é feita entre brancos e entre negros e antes q algum imbecil venha me falar q isso é mentira, deixo claro que não é. Não é, porra, se vc é branco cala a boca porque não foi vc que foi chamado de maconheiro lixo vagabundo porque é preto e usa um dread, então nem me venha com esses discursos estupidos. Novamente, acho errado querer impedir as pessoas de usarem seja o que for. Mas é revoltante ver a diferença feita entre as pessoas negras e brancas, rebaixando os negros quando usam coisas da propria cultura, e brancos quando se apossam da cultura alheia. E ESSE é o problema. Então tipo, foda-se se vc é branco e usa dreads ou turbantes. Esse NÃO é o problema. O problema é a mentalidade branco = estilo, cute, foda, legal e preto = sujo, imundo, macumbeiro, nojento. ISSO SIM é o problema. E para que nao se perdesse o significado, eles agora reclamam de apropriação cultural, achando que apenas negros devam usar seja la o q for para que os brancos entendam de uma vez por todas e saibam valorizar e respeitar a cultura alheia ao inves de ficarem agindo com hipocrisia. Grande merda "apropriação cultural é um elogio" teu cu que é. Não tem nada de bonito em ver brancos sendo elogiados enquanto se é preto e se é insultado se tratando do uso de elementos da propria cultura. O elogio está na puta que pariu. Repentindo. Não sou contra, pessoas usam o que quiserem e acho que impedir é simplesmente ridiculo e perda de tempo. Mas tenham consciencia de que as coisas não são sem motivo, tenham consciencia de que existe o problema do racismo e isso ofender? SIM, OFENDE SIM, E MUITO!
  • lucas  14/03/2017 15:07
    Sendo assim, essas pessoas que falam tanto de "apropriação cultural" não deveriam frequentar faculdade ja que faculdade foi ideia de pessoas brancas, não deveriam ir a hospitais quando estivessem doentes ja que o hospital foi criado por pessoas brancas e muito menos frequentar a escola ou ser registrados quando nascessem pq tudo isso foi ideia de pessoas brancas.
    Tem muito idiota querendo inventar moda e não se preocupam com o que realmente importa os valores humanos, como respeito, igualdade, equidade e compaixão pelo pelo proximo. Querem tanto criar alguma coisa boa, mas so fazem merda.


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