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Se a meta é coibir imigrantes ilegais, traficantes e terroristas, há uma solução melhor que o muro
Eis três medidas pró-liberdade a serem implantadas

Com apenas uma semana no cargo de presidente, Donald Trump já está seguindo sua promessa de atacar a imigração ilegal. No dia 25 de janeiro, ele assinou a ordem executiva para iniciar a construção de um muro ao longo de toda a fronteira entre EUA e México.

Infelizmente, há várias razões por que essa solução proposta não irá nem sequer nos aproximar da solução do problema.

Para começar, o muro não irá funcionar. Dez anos atrás, o Texas começou a construir uma cerca na fronteira. Mas a cerca serviu apenas para criar confusão: ela separou algumas pessoas de suas respectivas propriedades, que ficaram do outro lado da fronteira; ela gerou uma série de despejos e desapropriações (por meio da lei do "domínio eminente"); e, no final, o problema do tráfico de drogas e de pessoas não foi resolvido.

Em segundo lugar, o muro será caro. Uma estimativa conservadora coloca os custos em algo entre 12 e 15 bilhões de dólares. Sendo uma obra gerida pelo governo, pode apostar que será bem mais do que isso.

Trump afirmou que, se o governo do México não pagar pelo muro, ele irá impor uma tarifa de importação de 20% nos produtos mexicanos comprados pelos americanos. Quem irá pagar esse imposto? Em última instância, os consumidores americanos. Tarifas de importação nada mais são do que uma sobretaxa aplicada pelo governo nacional a um produto estrangeiro quando este entra no país. Isso, obviamente, irá afetar com mais intensidade os americanos mais pobres.

Em terceiro lugar, e mais importante, construir um muro ignora as verdadeiras causas de por que as pessoas cruzam ilegalmente as fronteiras dos EUA. Embora Trump esteja correto em priorizar a questão da segurança interna, ele erra o alvo: a questão pode ser resolvida de uma maneira mais efetiva e, principalmente, com um real benefício financeiro para o país — e não com um enorme custo econômico, como é o caso do muro.

A solução para realmente atacar o problema da imigração ilegal, do tráfico de drogas, e da ameaça da entrada de terroristas pela fronteira é clara: remova o incentivo gerado pelos programas assistencialistas, que nada mais são do que um ímã que atrai várias pessoas a cruzarem as fronteiras ilegalmente; interrompa as várias intervenções bélicas americanas no Oriente Médio, que já duram 25 anos; e acabe com a guerra as drogas, cuja proibição serve apenas para gerar um mercado negro perigoso e altamente lucrativo, o que incentiva os mais violentos traficantes a cruzarem as fronteiras.

Os vários programas assistencialistas financiados pelos pagadores de impostos americanos e que beneficiam os imigrantes ilegais que entram nos EUA — como as transferências financeiras diretas, os benefícios médicos, a distribuição de alimentos, e a educação pública — custam estimados US$ 100 bilhões por ano. Isso é um fardo significativo sobre os cidadãos e residentes legais.

A promessa de dinheiro gratuito, comida gratuita, educação gratuita, e serviços médicos gratuitos para quem cruzar a fronteira ilegalmente é um poderoso incentivo para as pessoas o fazerem. Acima de tudo, não faz absolutamente nenhum sentido o governo americano fornecer esses serviços para aqueles que não estão no país legalmente. (Ver aqui, aqui e aqui)

Esta, aliás, é uma contradição que não tem como ser ignorada. De um lado, o governo cria dificuldades e tormentos burocráticos para aqueles que desejam seguir as leis e entrar legalmente para trabalhar. De outro, o mesmo governo, involuntária e artificialmente, estimula imigrações ilegais em massa de estrangeiros em decorrência dos programas sociais e assistencialistas financiados pelos impostos dos nativos e implantados por meio de políticas redistributivistas.

Ou seja: aqueles que querem seguir escrupulosamente as leis percebem que seus processos de emigração são impossíveis, mesmo que eles tenham sido voluntariamente aceitos e desejados por seus empregadores americanos.  Ao mesmo tempo, a existência de bens públicos e a livre disponibilidade dos benefícios ofertados pelo estado assistencialista atraem, como um ímã, um contínuo fluxo imigratório ilegal, o qual gera conflitos e custos externos significativos.  Nativos pagam impostos para financiar programas assistencialistas, e estes são utilizados por imigrantes ilegais.

Igualmente, a guerra às drogas, que já dura 40 anos, não apenas não produziu nenhum benefício líquido para os americanos, como ainda custa extremamente caro. Estima-se que, desde que o então presidente Nixon declarou guerra às drogas, os EUA já gastaram mais de um trilhão de dólares nessa batalha impossível de ser vencida. Isso porque, assim como o assistencialismo funciona como um ímã, a guerra às drogas cria um extremamente lucrativo mercado negro, no qual apenas os mais violentos e mais bem armados prevalecem. A alta lucratividade estimula a remessa de drogas para os EUA; a periculosidade estimula a entrada de indivíduos violentos. (Veja toda a explicação econômica para o mercado das drogas neste artigo).

Neste quesito, há uma vantagem: já sabemos o efeito que o fim da guerra às drogas gera no comércio ilegal. Desde que alguns estados americanos descriminalizaram a maconha para usos medicinais e recreativos, o contrabando de maconha do México para os EUA caiu 50% desde 2010, o que vem afetando a rentabilidade dos cartéis mexicanos.

Finalmente, a ameaça de terroristas entrarem nos EUA através da fronteira com o México deve ser levada muito a sério; entretanto, mais uma vez, temos de considerar, de maneira sóbria e ponderada, por que eles querem nos atacar.

O governo americano está jogando bombas no Oriente Médio desde 1990. Só no ano passado, o então presidente Obama despejou mais de 26 mil bombas na região. Milhares de civis já foram mortos em ataques de drones americanos. O grande plano americano de "recriar" o Oriente Médio gerou apenas miséria, sofrimento, banho de sangue e mais terrorismo. Acabar com esta insensata intervenção externa fará bastante para remover os incentivos para se atacar os EUA. (Vale lembrar que a França é dos maiores agressores do Oriente Médio; já a Suíça nunca atacou ninguém e nunca sofreu ataque terrorista).

Creio ser importante para os EUA terem fronteiras seguras para impedir a entrada de criminosos, de terroristas e de aproveitadores. Porém, e infelizmente, o plano do presidente Trump de construir um muro acabará custando uma fortuna e continuará ignorando os reais problemas de por que as pessoas cruzam as fronteiras ilegalmente. Elas continuarão cruzando enquanto aqueles incentivos permanecerem.

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Leia também:

Uma teoria libertária sobre a livre imigração


18 votos

autor

Ron Paul
é médico e ex-congressista republicano do Texas. Foi candidato à presidente dos Estados Unidos em 1988 pelo partido libertário e candidato à nomeação para as eleições presidenciais de 2008 e 2012 pelo partido republicano.

É autor de diversos livros sobre a Escola Austríaca de economia e a filosofia política libertária como Mises e a Escola Austríaca: uma visão pessoal, Definindo a liberdade, O Fim do Fed – por que acabar com o Banco Central (2009), The Case for Gold (1982), The Revolution: A Manifesto (2008), Pillars of Prosperity (2008) e A Foreign Policy of Freedom (2007).

O doutor Paul foi um dos fundadores do Ludwig von Mises Institute, em 1982, e no ano de 2013 fundou o Ron Paul Institute for Peace and Prosperity e o The Ron Paul Channel.


  • Rafael Andrade Jardim  01/02/2017 14:38
    Olha, até concordo com todas as medidas, mas os EUA são diferente. Ng sonha em ir pra lá por causa de política assistencialista. Eu mesmo mal sei quais são e qtas são, e sonho em ir pra lá. As pessoas vão pros EUA por trabalho e progresso financeiro. Só! E qual o problema? O problema é que os EUA é o destino certo da IMENSA maioria dos migrantes. Se caso o fim das barreiras fosse aprovado, em pouco tempo a população do País chegaria a 1 bilhão de pessoas. Crescimento desordenado gera apenas prejuízos.
  • Getulio  01/02/2017 15:26
    Ué, se o cara tá indo pra lá pra trabalhar e produzir, então perfeito. Esse é o arranjo ideal e é o defendido pela filosofia libertária.

    O que não dá é o cara ir pra lá pra parasitar, sequestrar, extorquir, matar, explodir bombas e viver às custas dos pagadores de impostos.
  • carlucio  01/02/2017 19:46
    Os americanos não querem esses também.
  • Margareth Zambrotta  01/02/2017 23:37
    Fiquei com uma dúvida:

    se você acha que "open borders" é "comunismo global", pq os países comunistas (Cuba e a ex-Alemanha Oriental, p.ex.) são conhecidos como prisões (impedindo-os de sequer viajar) para os cidadãos que neles vivem?
  • Minarquista  03/02/2017 16:38
    Não. Eu moro onde eu quiser, e ninguém tem o direito de me impedir.

    Se um sujeito quiser me vender uma casa em Miami, eu posso comprá-la - e ninguém pode nos impedir! Trata-se de uma transação pacífica e voluntária entre 2 pessoas. Ninguém - nem mesmo a maioria, nem o governo, pode se intrometer.

    E se tenho uma casa, devo poder morar nela... Devo poder chegar a ela pelas ruas existentes, devo poder abastecê-la de suprimentos no supermercado, devo poder sair dela, ir almoçar num restaurante e voltar para a minha casa...

    Qualquer ato para me impedir de orar onde eu quero é pura tirania.

    []s
  • Ancap  03/02/2017 16:51
    Meu não é bem assim, vc pode comprar a casa onde vc quiser, mas vc nao tem o direito de forçar que os vendedores de suprimentos venda para vc. Clássico exemplo de um confeiteiro judeu, que um dia chega um nazista e pede para fazer um bolo em forma de suástica, você nao é obrigado a fazer essa encomenda
  • Minarquista  03/02/2017 19:08
    Ninguém falou em obrigar os outros a me vender nada. Muito pelo contrário: afirmei que as transações entre indivíduos devem ser voluntárias. E isso inclui uma eventual transação imobiliária entre um suposto vendedor e eu, e independe da localização do imóvel.
  • Igor  10/02/2017 19:41
    ancap nenhuma rede de supermercado ou restaurante se recusaria a fornecer o serviço a quem paga a vista, forçar-los a vender seus produtos seria desnecessário. Ainda que fosse sempre vai ter alguém não recusaria.
  • En Passant  03/02/2017 17:23
    Estou de acordo com você.
  • Minarquista  03/02/2017 16:45
    Mais uma vez um artigo bastante discutível. O problema começa no próprio título:
    "Se a meta é coibir imigrantes ilegais, traficantes e terroristas, há uma solução melhor que o muro"

    O autor discorre de forma utilitária sobre a melhor forma de se fazer uma coisa totalmente imoral. Gastam-se muitas linhas para debater qual a forma mais eficiente de se fazer uma coisa que não pode ser feita. Ninguém, nem o presidente, nem a maioria, tem direito de ter uma meta de coibir o livre trânsito de outras pessoas.

    É básico ao libertarianismo que os argumentos morais têm, via de regra, precedência sobre os utilitários. Assim, a abordagem correta seria: "Se alguém tem como meta coibir a imigração, é com certeza um tirano".

    []s
  • Humberto  03/02/2017 17:52
    Mais uma vez, uma demonstração de analfabetismo funcional.

    Se você de fato ler o artigo (não o fez, pois parou no título), verá que o autor em momento algum propõe alguma medida que de fato proíba a imigração. Ao contrário, aliás: ele se posicionou contra o muro.

    O autor apenas sugeriu a remoção de alguns incentivos imorais e distorcidos. Só. Em momento algum ele disse que a imigração deve ser proibida.

    O analfabetismo funcional no Brasil está alcançando níveis alarmantes.
  • Minarquista  03/02/2017 19:46
    Caro Humberto:

    Você está totalmente errado. Vamos lá:
    1) "Mais uma vez, uma demonstração de analfabetismo funcional."
    Pelo seu comentário absurdo, cheio de erros básicos de interpretação de texto e de lógica, fica claro que o analfabetismo funcional é seu.

    2) Você escreveu: "Se você de fato ler o artigo (não o fez, pois parou no título), verá que o autor em momento algum propõe alguma medida que de fato proíba a imigração. Ao contrário, aliás: ele se posicionou contra o muro. "
    a. Eu li com cuidado todo o texto. A sua afirmação de que eu não o li é absolutamente falsa. Por favor, pare de contar inverdades.
    b. Eu compreendi perfeitamente todo o texto. Pelas suas colocações, fica evidente que você não compreendeu nada do meu comentário, que aliás, foi bastante claro. As coisas que você tenta rebater não foram escritas por mim. O seu analfabetismo funcional fica evidente aqui.
    c. Jamais afirmei que o Ron Paul propõe medidas para proibir a (ou dificultar) a imigração. Não sei de onde você tirou isso.
    d. É evidente que nenhum de nós 3 (vc, Ron Paul, e eu) apoiamos o muro.
    e. Eu nunca afirmei que o Ron Paul apoia medidas anti-imigratórias. De onde surgiu isso?

    3) Você escreveu: "O autor apenas sugeriu a remoção de alguns incentivos imorais e distorcidos. Só. Em momento algum ele disse que a imigração deve ser proibida. "
    Não sei o que você pretende rebater com estas frases. O meu comentário não contém nenhuma informação que conflite com essas ideias.
    Os incentivos do well-fare state são imorais? Claro!
    O Ron Paul falou em algum momento que a imigração devia ser proibida? Claro que não!
    Eu sugeri em algum momento que ele falou essa bobagem? Claro que não!

    4) Vou tentar explicar mais facilmente, para que você consiga entender:
    Eu só afirmei que a questão principal da imigração não é utilitária, mas uma questão moral. E ela é imoral per se, e não por causa da imoralidade do well fare state (que também é imoral)...
    Entender as causas da imigração, os incentivos que o wellfare state provoca no fluxo migratório, etc., fazem parte de um debate totalmente secundário, no qual não vale nem a pena entrar, pois a questão morre muito antes. Ela não passa pelo crivo moral básico: o fato é que, ter como meta reduzir a imigração, já viola o jusnaturalismo. Ponto. Todo o resto do debate morreu, é irrelevante... Entendeu o ponto agora?

    5) Você escreveu: "O analfabetismo funcional no Brasil está alcançando níveis alarmantes. "
    Finalmente alguma coisa que você fala que faz algum sentido! Tanto que, por isso mesmo, sugiro que você volte para as aulas de interpretação de texto, e, somente em seguida, releia meu comentário. Se em seguida você se desculpar, saberei que o analfabetismo funcional no Brasil terá um integrante a menos. Em seguida, aprenda a ser mais educado. Essa violência no seu comentário é vergonhosa para você, e prejudicial ao site Mises.

    []s
  • Raphael  03/02/2017 20:16
    Sorry, Minarquista, mas a crítica do Humberto procede.

    Reconheço, no entanto, que você se explicou melhor agora. Mas na sua primeira colocação você de fato havia feito uma crítica infundada ao dizer -- ou dar a entender -- que o autor queria restringir a imigração, sendo que este sequer era o ponto do artigo.

    Felizmente, você agora clarificou melhor sua colocação (embora, sem querer ser chato, ainda acho que você está fora do alvo em relação ao conteúdo do artigo).

    Sugiro mais cautela com as palavras na próxima.
  • Marconni  03/02/2017 20:59
    "Mas na sua primeira colocação você de fato havia feito uma crítica infundada ao dizer -- ou dar a entender -- que o autor queria restringir a imigração, sendo que este sequer era o ponto do artigo"

    Li o comentário do Minarquista; um comentário/ponderação perfeitamente compreensível e pertinente. A "crítica" do Humberto foi realmente equivocada.

    Data venia, o Humberto é que se demonstrou muito afetado (saiu largando o "analfabetismo funcional" agora tão na moda quando não se gosta de algo que leu) e você é que se demonstrou muito sensível ("mais cautela com as palavras na próxima").

    O fato de vc escrever que o Minarquista "havia feito uma crítica infundada ao dizer -- ou dar a entender -- que o autor queria restringir a imigração" mostra isso. Sair dizendo que o sujeito é "analfabeto funcional" por divergências interpretativas é estupidez.



  • Mario Gonzaguinha Soares da Silva Só  03/02/2017 21:03
    "Em momento algum ele disse que a imigração deve ser proibida"

    Humberto, fiquei com uma dúvida ao ler isso no seu comentário:

    independentemente do teor do artigo, o Ron Paul é contra ou a favor de proibição (política) à imigração?

    Você pode me responder isso, por gentileza?
  • Carlos Henrique  01/02/2017 14:48
    Não sei se isso seria o suficiente, ir para os EUA e ganhar ao menos 2 mil dólares por mês continua melhor do q viver no México, a oportunidade de se tornar dá classe média Americana também pesa muito.
  • Getulio  01/02/2017 15:24
    Ué, se o cara tá indo pra lá pra trabalhar e produzir, então perfeito. Esse é o arranjo ideal e é o defendido pela filosofia libertária.

    O que não dá é o cara ir pra lá pra parasitar, sequestrar, extorquir, matar, explodir bombas e viver às custas dos pagadores de impostos.
  • Carlos Henrique  01/02/2017 17:45
    sim, mas o Trump quer parar todos de entrarem, ele quer uma doutrina Monroe só para os EUA, então adotar as idéias do texto não parará a entrada de imigrantes, só aumentará, lógico nenhum vagabundo vai querer ir pra lá morrer de fome.
  • Pobre Paulista  01/02/2017 18:33
    O "Trump quer parar todos de entrarem"? Qual sua fonte, a Carta Capital?
  • Carlos Henrique  06/02/2017 04:15
    Fui infeliz na minha explicação, o Trump quer barrar a entrada de imigrantes ilegais, com as ideias do texto não é possível, eles continuarão indo, pq lá eles terão uma qualidade de vida melhor ou igual ao seu país de origem e terão perspectiva de melhora financeira, então mesmo tirando os benefícios dados pelo governo as pessoas continuariam indo, o jeito é fazer um muro onde ainda não tem se ideia é acabar com os imigrantes ilegais, sobre morrer de fome é pq não ganharão nada do governo se for prós EUA tem q ir trabalhar e não viver de benefícios.
  • Tonny  01/02/2017 18:44
    "adotar as idéias do texto não parará a entrada de imigrantes, só aumentará, lógico nenhum vagabundo vai querer ir pra lá morrer de fome"

    Consegue explicar melhor essa frase. Assim, do jeito que está, não tem sentido nenhum.
  • Uma Coisa Curiosa  01/02/2017 15:22
    É isso aí: o lance não é construir muro; o lance é DESTRUIR O WELFARE STATE. ESSA É A SOLUÇÃO.
  • FL  01/02/2017 15:23
    O Ron Paul não erra uma, impressionante
  • Pobre Paulista  01/02/2017 15:29
    Perfeito. Essa é a verdadeira pauta da direita: O Livre Mercado.
  • Benzoato de Sódio  01/02/2017 16:01
    Concordo com o artigo. Acho que as soluções propostas são melhores. Mas se o Trump (ou qualquer outro) entrasse na eleição falando que iria liberar as drogas e acabar com o assistencialismo ele nunca teria sido eleito. Talvez por isso o Ron Paul não tenho conseguido ganhar em nenhuma das vezes em que tentou e o Trump faturou de primeira. Mas democracia (incluindo as monarquias parlamentaristas) é isso, uma droga, mas ainda não vi nada melhor do que isso funcionando por aí.
  • Rodrigo Amado  01/02/2017 16:01
    Os EUA fornecem Welfare para imigrante ILEGAIS?
    Não que eu saiba...
  • Roberto Adorado  01/02/2017 16:16
    Pois agora sabe:

    www.washingtonexaminer.com/cashing-in-illegal-immigrants-get-1261-more-welfare-than-american-families-5692-vs.-4431/article/2590744

    cis.org/Cost-Welfare-Immigrant-Native-Households

    www.newsmax.com/t/newsmax/article/727875


    Pergunta sincera: por que demonstrar essa ignorância em público? Não seria melhor dar uma simples googlada? Parodiando Olavo de Carvalho, no Brasil, a ignorância sobre um assunto se tornou fonte de autoridade intelectual. "Nunca ouvi falar sobre isso; portanto, isso não acontece".
  • Rodrigo Amado  14/07/2017 18:54
    Obrigado pela resposta, eu não sabia mesmo!

    Até procurei no Google, mas não usei as palavras certas.


    Quando eu for emigrar do Bostil darei preferência à algum país que não dê ajuda à imigrantes ilegais.
    Isso só serve para atrais parasitas.
  • Júlio   01/02/2017 16:28
    Na Europa também é assim. Milhares de africanos e muçulmanos descem de um barco todo estropiado e já recebem vários direitos. Recebem também refeição e 500 euros.

    O que realmente me espanta é que haja pessoas que não saibam disso, como o Rodrigo. De onde você acha que vem todo o sentimento de ojeriza aos estrangeiros que recebem todas essas coisas "de grátis", às quais nem mesmo os nativos têm direito?
  • FL  01/02/2017 16:50
    Caro Rodrigo, entendo que o artigo quis dizer que eles podem viver num "welfare state", independente de estarem recebendo um auxílio-qualquer-coisa.

    Se você tiver paciência, tem um artigo de um senador de NY falando sobre isso:

    https://www.nysenate.gov/newsroom/articles/james-l-seward/what-benefits-can-illegal-aliens-receive

    Ele lista algumas das coisas que um imigrante ilegal pode ter, como: educação primária e secundária, saúde em casos de emergência ou gravidez, regras trabalhistas (horas por dia e salário mínimo) e por aí vai. Sobre o "Welfare", não é claro se podem receber ou não, mas de fato acabam recebendo. A conclusão dele é exatamente essa: "Therefore, the law is usually overlooked and illegal aliens manage to qualify for state and local benefits."
  • Everton Marques  01/02/2017 16:19
    Acabar com o assistencialismo é importante sim.
    Mas isso não resolverá completamente o problema da imigração ilegal.
    Também é preciso erguer o muro para dificultar a entrada de imigrantes ilegais.
    A América tem o direito e o dever de construir um muro para dificultar a imigração ilegal.
  • rlpda  01/02/2017 16:21
    Sobre a maconha, no link indicado, não há a informação sobre os 50% de redução no tráfico desde 2010, além disso fica claro que não há dados suficientes para chegar na conclusão que o Sr. Ron Paul chegou.

    "But the USSC's numbers do show that at the federal level, marijuana trafficking is becoming less of a problem. It's not clear why this is happening. Legalization could be reducing demand for black market sales, state prosecutors could have changed how they charge defendants, or there could be another explanation altogether. USSC says their data doesn't provide enough information to draw a conclusion."

    "Kilmer says there are three major variables that affect the number of trafficking arrests: '1) efforts made by law enforcement, 2) efforts made by the smugglers to conceal the contraband, and 3) the amount of contraband being shipped. Thus, there could be multiple explanations for the decrease at the federal level.' But he agrees that the USSC data doesn't point to which of these are behind the decline in marijuana trafficking offenses."
  • Dfw  01/02/2017 16:32
    Oi?! Você não viu o gráfico?! Você não sabe fazer conta básica de porcentagem?

    Tenta de novo:

    https://www.washingtonpost.com/news/wonk/wp/2016/05/26/federal-marijuana-smuggling-is-declining-in-the-era-of-legal-weed/?utm_term=.001b17be7ac7

    Dica: algo que cai de mais de 6 para quase 3 é uma queda de 50%.

    É cada um...
  • rlpda  01/02/2017 19:04
    Caro DFW, vc parece ser bom em matemática mas deixa a desejar no inglês.

    O gráfico que vc cita no link é sobre o número de pessoas sentenciadas por crime de tráfico federal de maconha, já o texto fala do "contrabando de maconha". Não é a mesma coisa.

    Mas ainda assim te ajudo a melhorar tua crítica.

    O outro link disponível tem números mais explícitos:

    time.com/3801889/us-legalization-marijuana-trade/

    "U.S. Border Patrol has been seizing steadily smaller quantities of the drug, from 2.5 million pounds in 2011 to 1.9 million pounds in 2014. Mexico's army has noted an even steeper decline, confiscating 664 tons of cannabis in 2014, a drop of 32% compared to year before."

    Por informações do lado americano houve redução de 24% num intervalo de 4 anos. Por informações do lado Mexicano, 32% em um ano.

    Sim, são valores significantes, mas onde estão os 50%?

    E, de novo, as próprias fontes citadas indicam que não há dados suficientes para chegar na conclusão que o Sr. Ron Paul chegou sobre o "efeito que o fim da guerra às drogas gera no comércio ilegal".
  • SRV  01/02/2017 19:58
    rlpda,

    "Sr. Ron Paul chegou sobre o "efeito que o fim da guerra às drogas gera no comércio ilegal"

    A melhor fonte de comparação para a guerra contra drogas é estudar o período da lei seca norte-americana, o surgimento dos cartéis de produção e distribuição ilegal de bebida (que chamamos de máfia), ascensão de Al Capone e depois a subsequente queda e quase inexistência de tráfico de bebidas nos EUA no "pós legalização".
  • Francisco  01/02/2017 19:32
    A peleja não é minha, mas, sei lá, a coisa parece ser bem lógica: de 2005 a 2012, o número de traficantes de maconha capturados se mantém estável (com ligeira tendência de crescimento). Aí, repentinamente, o número começa a desabar, coincidindo totalmente com a onda de descriminalização no Colorado e em outros estados. E continua caindo ano após ano, totalizando uma queda de mais de 50% desde 2012.

    E isso, repito, após ficar mais de 7 anos totalmente estável.

    Ou seja, se diminuiu o número de traficantes capturados -- após 7 anos de estabilidade -- então é porque o tráfico diminuiu. A menos que alguém tenha outra teoria...
  • rlpda  01/02/2017 20:37
    Francisco, toda crítica educada é bem vinda.

    O ponto é que se um crime deixa de ser crime é claro que suas estatísticas irão diminuir.

    Então nada mais natural do que o número de pessoas condenadas por tráfico tenha diminuído.

    Mas isso não significa que o contrabando ilegal diminuiu, pode significar que a polícia e as autoridades deixaram de perseguir e acusar contrabandistas, conforme as citações do meu 1o post.
  • FL  02/02/2017 10:08
    Se não é mais crime, como que existe "contrabando ilegal"? Ué, existe comércio, pq a polícia e as autoridades iriam perseguir pessoas fazendo trocas voluntárias?
  • Paulo Bat  01/02/2017 22:02
    Dfw: Você que é cada um ...

    O gráfico mostra que o número de setenctiados por tráfico de maconha caiu em 50% e não o volume traficado.

    Aprenda inglês e depois venha discutir arquivos em inglês.
  • marcela  01/02/2017 16:43
    O melhor muro é o México colocar em prática os ensinamentos de economia aqui do IMB.Caso o fizesse ,em poucas décadas o México ficaria rico,e os mexicanos não precisariam mais fugir para os EUA em busca de melhores condições de vida.É o socialismo que torna o México um país de segunda categoria e pouco desenvolvido.Por que ao invés de fugir para os EUA,os mexicanos não lutam por reformas liberais que enriquecerão o país,fazendo desaparecer o complexo de superioridade norte-americana?Onde está escrito que os EUA podem ser ricos e os mexicanos não!?
  • mauricio barbosa  01/02/2017 17:25
    Concordo com a Marcela,parece complexo de vir-lata e espirito de caranguejo,enfim complexo de inferioridade e inveja,duas pragas na América Latina...
  • Andre  01/02/2017 17:26
    Está escrito nas constituições, que facilitam ou dificultam a acumulação de capital, os EUA possuem uma bem mais liberal que o México, assim como nossos vizinhos que crescem têm constituições mais liberais que a nossa CF 1988.
  • Claudio M.   03/02/2017 17:20
    "Onde está escrito que os EUA podem ser ricos e os mexicanos não!?"
    Está escrito na doutrina Monroe, desde os anos 1820, a América é para os Americanos anglo-saxões, esqueça que os EUA deixariam um país se desenvolver, eles não deixam nunca, eles fazem guerras se necessário.
  • Rodrigo  03/02/2017 18:43
    Aguardando o ataque ao chile e ao Canadá.
  • Wanderson Goncalves Pereira  01/02/2017 17:09
    Partindo do princípio de que os americanos são proprietários de seu território e de que estabeleceram formas de organização e governos dos seus 300 milhões de habitantes, eu pergunto: O Instituto Mises é defensor das minorias cujas opiniões não são levadas em consideração pela imposição do sistema de maioria, inclusive comunistas e estatistas, ou são a favor das grandes massas anônimas, independentemente de posição política. Defender qualquer coisa seria defender a todos e defender coisa nenhuma seria não proteger ninguém? A mim, me parece, que a aplicação da indefectível teoria econômica da escola austríaca a toda e qualquer ciência é algo estranho e anárquico. O anarquismo já foi refutado e jogado na lata do lixo, por que insistem nisso?
  • Ulysses  01/02/2017 17:24
    "Algo estranho e anárquico" foi esse seu comentário. Começou sem sentido, piorou na metade, e acabou completamente ininteligível e sem dizer coisa com coisa.

    Coisa de profissional.
  • Pobre Paulista  01/02/2017 17:32
    Os americanos são proprietários do país, é sério isso?

    Vamos ver se está certo mesmo: Tente comprar um pedaço pertencente a um americano e veja se funciona.

    Se der certo, eu acredito que os norte-americanos são proprietários do pais. Prometo.
  • Tonny  01/02/2017 18:40
    "A mim, me parece, que a aplicação da indefectível teoria econômica da escola austríaca a toda e qualquer ciência é algo estranho e anárquico""


    É a quarta ou quinta vez seguida que esse Wanderson escreve isso ("o problema dos libertários é aplicar a lógica econômica para tudo").

    É um fenômeno no repertório.
  • Paulo Eneas  01/02/2017 17:42
    Sério que Ron Paul e o Instituto Mises acreditam mesmo que as pessoas se arriscam a entrar ilegalmente nos EUA e lá viverem ilegalmente por conta do welfare state? Não lhes ocorre o real motivo (tirando o casos dos traficantes e criminosos em geral) é que nos EUA uma balconista pode ter uma renda e qualidade de vida melhores do que um rpfessor no Brasil? E o argumento de Ron Paulo contra o Muro na prática corresponde à defesa da open borders, uma das teses mais caras aos globalistas.
  • Alfredo Martins  01/02/2017 18:01
    "Não lhes ocorre o real motivo (tirando o casos dos traficantes e criminosos em geral) é que nos EUA uma balconista pode ter uma renda e qualidade de vida melhores do que um rpfessor no Brasil?"

    Estes não são fonte de preocupação e nem são o alvo do artigo. Aliás, a esmagadora maioria destes entra legalmente pelas fronteiras, mas permanece no país após o visto expirar.

    "E o argumento de Ron Paulo contra o Muro na prática corresponde à defesa da open borders, uma das teses mais caras aos globalistas."

    Aí o Ron Paul escreve um artigo inteiro condenando o arranjo vigente, dizendo que a combinação entre fronteiras abertas e assistencialismo é insustentável -- combinação essa que, aliás, é o cerne da agenda globalista --, e o sujeito vem e diz que ele defende fronteiras abertas e é um globalista! Puta que o pariu, como tem neguinho babaca na internet...
  • Paulo Eneas  01/02/2017 18:34
    O cerne do argumento de Ron Paul é justamente a motivaçao da entrada e/ou permanenecia ilegal. Eu nao afirmei que ele defende open borders, mas que o argumento unicamente economico apresentado por ele na pratica significa abrir mao da decisao politica de exercer controle sobre fronteiras. Os globalistas afirmam justamente, ainda que por um argumento dissimulado, que open borders é um melhor arranjo economico e esse argumento deles independe de consideraçoes sobre assistencialismo ou nao.
    ___
  • Guilherme  01/02/2017 20:43
    Não independem não, imbutido nos argumentos dos "globalistas" está a consideração de que o welfare state cai continuar de vento em popa. O welfare state é ainda considerado pela maioria das pessoas o arranjo ideal, logo se ele deve continuar ou não nem entra na discussão.
  • Detalhe  01/02/2017 18:20
    Concordo plenamente!!
    Mas vocês esqueceram de uma coisa muito mais importante!!!
    A DENUNCIA!!
    O uso hipócrita dos países que se auto denominam "emergentes" ou "pobres", são na verdade países que utilizam seus cidadãos como meros escravos do estado, a serviço de um grupo, como acontece no Brasil e outros vários países que todos conhecem, na America Latina, Ditaduras e etc.
    Quem alimenta esses países corruptos foram os próprios países denominados 1o. Mundo, que por sua vez são também hipócritas. E se esses países do 1o. mundo não denunciarem ao próprio povo e aos povos do mundo, de maneira maciça, o poder das Ditaduras continuará cada vez mais radical.
    Então primeiro a DENUNCIA, para explicar o motivo de parar o assistencialismo.
    Alguém pode dizer que no assistencialismo está embutido as "desmoralização" dos países corruptos e ditatoriais. Falar isso é inocência dos preguiçosos, pelo simples fato que eles não foram descobertos!!
    Quero ver os povos DO MUNDO saberem EM VIVA VOZ, OS MOTIVOS, que seus governantes deixaram seus povos em desgraça.
    NEM O CAPETA AGUENTARIA O DESMASCARAMENTO.
    Lembrem-se, libertário, não é libertário para si mesmo, mas para todos, por isso o libertário tem que ser mais que a ideologia libertária, ele tem que ser libertário em si mesmo.
  • Renegado  02/02/2017 15:16
    Prezado, a seguinte afirmativa: "Quem alimenta esses países corruptos foram os próprios países denominados 1o. Mundo, que por sua vez são também hipócritas. E se esses países do 1o. mundo não denunciarem ao próprio povo e aos povos do mundo, de maneira maciça, o poder das Ditaduras continuará cada vez mais radical", requer provas concretas. Desafio à você portanto, a provar esta teoria. Nunca ouvi falar da Suíça financiando ditadores....
  • Detalhe  03/02/2017 01:47
    A resposta é simples:
    A Bondade não pertence nem ao homem nem ao Estado.
    Quando o Estado ou o homem acredita que possui a bondade e oferece àquele que recebe, este ou o odeia ou se corrompe, porque percebe a arrogância, fraqueza e hipocrisia de seu "bem feitor".
    A beleza e a bondade está muita acima de uma organização ou de uma entidade que se intitula "eu", por isso ela é intocável e impalpável. E a percepção dessa verdade, talvez, seja a única saída para a humanidade, que se colocará a si mesma em seu devido lugar, e ao atingir este ponto, florescerá instantaneamente um profundo respeito a seu semelhante, onde não há subjugados e nem subjugadores.







  • Pedro_N  03/02/2017 18:25
    Esse tipo de discurso me faz lembrar deste artigo.
  • Vagner  01/02/2017 18:35
    Ultimamente o IMB reuniu uma massa de ignorantes que caem aqui de paraquedas comentando coisas sem embasamento, como se fossem donos da razão. Ser ignorante em certos assuntos é normal mas tenha a decência de serem humildes na hora de comentar.

    Agora vamos deixar as coisas claras:

    1 - Objetivo do texto: Mostrar que erguer muros não é combater a raiz do problema.
    2 - Ron Paul e nenhum outro intelectual que compreende a filosofia libertária defende um sistema "Open Borders" porque isso viola o direto à propriedade privada.
    3 - Não, Ron Paul não disse no texto que a unica coisa que faz imigrantes ilegais aparecerem por lá seja o Welfare State. Leia o texto novamente e entenda seu objetivo.




  • En Passant  01/02/2017 19:31
    "nenhum outro intelectual que compreende a filosofia libertária defende um sistema "Open Borders""

    Se com "defender open borders" você está dizendo defender "free immigration", então essa sua frase não é verdadeira. Demonstrei isso na seção de comentários desse artigo: www.mises.org.br/Article.aspx?id=2618

    Apenas para rememorar: ninguém menos que o austro-libertário Walter Block defende "free immigration" (opondo-se, inclusive, à posição do Hoppe); eis aí:

    mises.org/library/libertarian-case-free-immigration.

    Também aqui:

    mises.org/library/immigration-reply-hoppe


    Complicado dizer que o Walter Block, discípulo de Rothbard, "não compreende a filosofia libertária", não é mesmo?


    Outros libertários que defendem free immigration:

    exemplo: https://nico.liberty.me/debunking-hoppe-on-immigration/


    O economista libertário Donald J. Boudreaux defende free immigration aqui:

    fee.org/articles/a-free-market-case-against-open-immigration/


    E tem mais:

    O libertário Johan Norberg defende free immigration aqui:

    https://www.amazon.com/Defense-Global-Capitalism-Johan-Norberg-ebook/dp/B004XOZ612/ref=tmm_kin_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=&sr=


    A libertária Mary J. Ruwart defende free immigration aqui:

    https://www.amazon.com/Healing-Our-World-Age-Aggression/dp/0963233661/ref=sr_1_3?s=books&ie=UTF8&qid=1485976493&sr=1-3&keywords=Mary+J.+Ruwart


    O economista libertário (misesiano) Pascal Salim defende free immigration aqui:

    https://www.amazon.com/LIBERALISMO-Pascal-Salin/dp/8472094642/ref=sr_1_fkmr0_1?s=books&ie=UTF8&qid=1485976585&sr=1-1-fkmr0&keywords=pascal+salim+liberalismo


    O libertário Conner Boyack defende free immigration aqui:

    https://www.amazon.com/Latter-day-Liberty-Approach-Government-Politics-ebook/dp/B008CTC7D4/ref=tmm_kin_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=1485976945&sr=1-1

    (detalhe: olhe o que está escrito na capa desse livro: "a fascinating book"; sabe por quem? Ron Paul).


    Então, meu caro, vamos deixar as coisas bem claras:

    vários intelectuais libertários - inclusive austro-libertários - defendem free immigration.


    PS.: não estou entrando no mérito desta ou daquela posição; apenas mostrando que seu item 2 não é verdadeiro.




  • Vagner  01/02/2017 19:52
    Qualquer coisa que saia da linha de pensamento que o Hoppe aborda é uma atitude que vai contra o direito a propriedade privada. Isso é claro. Ninguém tem o direito de transitar sem ser convidado na propriedade alheia. Logo, restrições a imigrações são consequência do exercimento do direito à propriedade.


  • En Passant  01/02/2017 20:49
    Ok, meu caro, mas essa é a SUA opinião (fundada na do Hoppe), mas não é a opinião de todos os libertários, como você havia afirmado.


    "atitude que vai contra o direito a propriedade privada. Isso é claro. Ninguém tem o direito de transitar sem ser convidado na propriedade alheia. Logo, restrições a imigrações são consequência do exercimento do direito à propriedade"

    Se você ler os libertários que te indiquei, você vai ver que esse argumento é rebatido por aqueles que são a favor do free immigration.

    "Ninguém tem o direito de transitar sem ser convidado na propriedade alheia"

    Ok, muito bem. Nisso todos estamos de acordo.
    Mas e quando não há propriedade privada ou a propriedade não é privada?
    Aí você acha que um político (ou um burocrata) deve fazer as vezes de um proprietário (privado) e dizer quem pode e quem não pode entrar? Esse é o busílis da questão, meu caro.
    Quando a propriedade é privada é fácil: o dono diz quem pode ou quem não pode entrar. Mas a encrenca está quando não há propriedade privada ou quando a propriedade não é privada, que é o que está em questão no tópico do "immigration" relativo a países.
    Enquanto um espaço de terra, infelizmente, (ainda) não é de propriedade privada, como deve ser solucionada a questão? Um político (ou um burocrata) deve ter o poder de dizer quem pode ou quem não pode entrar?

    Faça o seguinte, meu caro: leia os artigos do austro-libertário Walter Block, veja o que ele diz a respeito da opinião do Hoppe, e faça uma nova reflexão a respeito.




  • Casual Day  01/02/2017 21:01
    "Logo, restrições a imigrações são consequência do exercimento do direito à propriedade"

    Are you sure, man?

    Peguemos o exemplo do Trump, que é o tema da hora.

    Trump está implementando medidas de restrições a imigrações, correto? Parece que sim, né.

    Pois bem, ao fazer isso Trump está exercendo o direito de propriedade? Segundo você, sim.

    Mas, direito de propriedade de quem? Dele, Trump? Em não sendo a propriedade dele, então de quem? Estaria ele exercendo "propriedade em nome de alguém"? De quem? Dos americanos em geral? De quem votou nele? De quem não votou nele também?

    E esse exercício de propriedade se dá em relação a que bem? Toda propriedade incide sobre um bem físico. Qual o bem físico nessa hipótese?

    Se você defende restrições políticas à imigração como "consequência do exercício do direito de propriedade" você precisa dar resposta a essas perguntas.

  • Vagner  02/02/2017 11:11
    "Faça o seguinte, meu caro: leia os artigos do austro-libertário Walter Block, veja o que ele diz a respeito da opinião do Hoppe, e faça uma nova reflexão a respeito. ".

    Amiguinho, eu já li e reli Hoppe, Mises, Rothbard e toda a escola austríaca. E todos que vão de encontro ao que Hoppe aborda entram em contradição com direito a propriedade privada.

    "Pois bem, ao fazer isso Trump está exercendo o direito de propriedade? Segundo você, sim. ".

    "Segundo você", uma ova. Vai aprender a interpretar texto. Trump não exercer seu direito de propriedade porque ele não é dono de nada.
  • Casual Day  02/02/2017 13:37

    " eu já li (...) toda escola austríaca"

    Bacana. Mas tá insistindo no erro. Você tomou a parte pelo todo; você disse "nenhum outro intelectual que compreende a filosofia libertária defende um sistema "Open Borders"", e isso o leitor En Passant mostrou que é falso. Além do austro-libertário Walter Block, vários libertários defendem free immigration.


    "Amiguinho, (...) todos que vão de encontro ao que Hoppe aborda entram em contradição com direito a propriedade privada"

    Arisco o cidadão, hein? Talvez isso se explique pela limitação em repetir a mesma coisa: "quem discorda do Hoppe entra em contradição com direito a propriedade privada". Samba de uma nota só.

    Você em momento nenhum mostrou a tal contradição. Qual a contradição do Walter Block no ponto, já que você leu toda escola austríaca?


    Vamos ver seu próximo passo.

    ""Segundo você", uma ova. Vai aprender a interpretar texto. Trump não exercer seu direito de propriedade porque ele não é dono de nada"

    Arisco de novo. Ó, acompanhe comigo, caro expert em filosofia libertária:

    você disse isso:

    "Logo, restrições a imigrações são consequência do exercimento do direito à propriedade"

    Aí eu te disse:

    "Trump está implementando medidas de restrições a imigrações, correto? Parece que sim, né"

    E o que vc me responde?

    Isso: "Trump não exerce seu direito de propriedade porque ele não é dono de nada"

    Uau! Bingo!

    Então como as restrições políticas a imigrações podem ser "consequência do exercimento do direito à propriedade" (segundo vc diz) se, no caso das restrições implementadas por Trump, vc mesmo diz que ele não exerce seu direito de propriedade "porque ele não é dono de nada"?

    Vamos de novo:

    vc disse: "Logo, restrições a imigrações são consequência do exercimento do direito à propriedade"

    Mas o Trump está implementando restrições a imigrações sem ser dono de nada.

    Como vc explica isso?

    Ou por outra: como vc justifica as restrições a imigrações implementadas por Trump se ele não é dono de nada? (lembre-se mais uma vez: segundo vc, "restrições a imigrações são consequência do exercimento do direito à propriedade").


    PS.: ah, não vale repetir que "quem discorda do Hoppe entra em contradição com direito a propriedade privada".

    PS.2: também não vale repetir "ninguém tem o direito de transitar sem ser convidado na propriedade privada"; estou me referindo ao exemplo específicos das restrições a imigrações implementadas por Trump, que, segundo vc mesmo diz, "não é dono de nada".


  • Vagner  02/02/2017 18:10
    A contradição é simples: ninguém tem o direito de adentrar qualquer propriedade sem ser convidado pelo dono. Logo, se existe free imigration (direito de adentrar propriedade sem ser convidado) o direito a propriedade é violado. Se não consegue entender esse conceito simples, o problema é seu. Sugiro a leitura de Uma Teoria sobre socialismo e capitalismo, do Hoppe.
  • Casual Day  02/02/2017 20:58
    "ninguém tem o direito de adentrar qualquer propriedade sem ser convidado pelo dono. Logo, se existe free imigration (direito de adentrar propriedade sem ser convidado) o direito a propriedade é violado"

    E não é que veio a mesma resposta?? E não é que o seu silogismo só vai até aí mesmo?

    Que ninguém pode entrar na propriedade privada sem consentimento do dono ninguém colocou em questão; aliás, isso o Walter Block - no artigo que vc não leu - obviamente está de acordo; ele nunca coloca isso em questão. O que ele diz (dentre outras coisas) é que, em se tratando de imigração a países, não estamos falando de propriedade privada. Logo, não há essa contradição.

    "se existe free imigration (direito de adentrar propriedade sem ser convidado) o direito a propriedade é violado"

    Mais uma vez: quando a propriedade é privada, é claro que não se pode adentrar sem ser convidado;
    mas e quando não se está diante de uma propriedade privada?

    Eu vou tentar de novo (embora já ache vc não tenha condições aplicar uma ideia abstrata para uma situação específica):

    você diz "ninguém tem o direito de adentrar qualquer propriedade sem ser convidado pelo dono"

    Muito bem, quanto a isso estamos de acordo. Já vi que você decorou bem isso aí.

    Mas, e no caso específico de um país, continuando no exemplo específico do Trump: você mesmo disse que Trump "não é dono de nada". Muito bem, nisso também estamos de acordo.

    Agora, eu quero saber de você: à luz de suas próprias premissas, o que legitima (ou legitimaria) o Trump - segundo o seu ponto de vista - a impor restrições a imigrações, haja vista que ele "não é dono de nada"?

    Se a sua resposta for "sim", Trump estaria legitimado a impor restrições a imigração, isso entrará em choque com a sua premissa: "logo, restrições a imigrações são consequência do exercimento do direito à propriedade", uma vez que vc disse que "Trump não é dono de nada".

    É simples de entender: se ele não é dono de nada, e se "restrições a imigrações são consequência do direito de propriedade", logo, ele não tem legitimidade (pelo menos do ponto de vista da propriedade) para impor restrições a imigrações.

    Por outro lado, se a sua resposta for "não", Trump não estaria legitimado a impor restrições a imigração, bom, aí vc entrará em choque com sua defesa de restrições à imigração (contra free immigration).


    "Sugiro a leitura de Uma Teoria sobre socialismo e capitalismo, do Hoppe"

    A posição do Hoppe sobre imigração está nos capítulos 7 e 8 do "Democracy - The God that failed", meu caro.





  • Vagner  02/02/2017 18:18
    Outra coisa que vocês não entenderam: O estado é um perpetuo violador da propriedade privada. Para que não haja uma restrição deste direito ele deve ser extinto.
  • Casual Day  03/02/2017 14:12
    "O estado é um perpetuo violador da propriedade privada. Para que não haja uma restrição deste direito ele deve ser extinto"

    Sim, ok, obviamente estou de acordo com isso, mas continuo querendo saber de você qual seria o fundamento de legitimidade de um político, que "não é dono de nada", para impor restrições à imigração (no mundo de hoje, num arranjo em que a propriedade não é privada) se "restrições a imigrações são consequência do exercimento do direito à propriedade" (conforme suas próprias palavras).

    E você não se mostrou capaz de responder ou enfrentar a questão. Fugiu como um rato.

    Decorar frases do Hoppe é fácil, meu amigo; um expert em filosofia libertária - como você arrogantemente posou e se comportou nos seus comentários - tem que ter a capacidade de aplicar ideias para situações concretas.

    Exigiu "humildade" dos outros mas não teve a "decência de ser humilde na hora de comentar".
  • Vagner  06/02/2017 16:41
    eu não tenho culpa se você tem dislexia e até agora não entendeu o contexto que estou aplicando tal conceito e que em nenhum momento ressaltei que as ações de trump é legitima. leia e releia a conversa e vá ler hoppe.
  • Vinicius  01/02/2017 18:45
    Muito se dá também pela ilusão de uma melhora de vida repentina, o sonho americano. Essa época de ouro ja passou, e muitos após chegarem la se dão conta da realidade, não tem emprego para todo mundo.

    Alem de acabar com Welfare State, demonstrar a realidade que uma mão de obra desqualificada enfrenta seria fundamental.
  • Balena  01/02/2017 18:55
    Em tempo: já viram esse vídeo do Bill Clinton de 1995 falando sobre imigrantes ilegais? O discurso dele é idêntico -- idêntico! -- ao do Trump hoje.

    Confiram (é curtinho, só 1 minuto e 20 segundos):

    www.c-span.org/video/?c4351026/clinton-1995-immigration-sotu
  • pedro frederico caldas  01/02/2017 23:01
    Tenho acompanhado o Ron Paul por aqui. Ele apresenta três não soluções como proposta. Acabar com o assistencialismo está além das forças de qualquer presidente, mesmo porque o assistencialismo não foi feito para imigrantes ilegais. Cerca de 80% dos negros americanos recebem alguma ajuda do Estado. Liberar drogas é uma das propostas mais polêmicas do mundo, longe estar de ser uma solução. Quanto ao Oriente Médio, foi justamente o vácuo deixado pela desastrosa política externa do Obama que causou a desestabilização daquela região. Além do mais, todo mundo sabe que cerca de oitenta e anoventa por cento dos refugiados não de gente querenta aproveitar a oportunidade para ir para a Europa gozar das delícias de estados provedores.
    Quanto aos muros, acabei de ler dois artigos sobre os diversos muros que existem no mundo. Embora eu também não goste da idéia, os dados relatados nesses dois artigos dizem exatamente o contrário do que diz o Ron Paul. Não adianta você pregar, como faz o Ron Paul, soluções irrealizáveis num horizonte visível. Isso se chama não-solução.
  • Igor  01/02/2017 23:24
    Coibir o assistencialismo para os imigrantes ilegais "está além das forças de qualquer presidente"? É isso que o Ron Paul sugere. Se a resposta for sim, então a América acabou.

    Sobre as drogas, até concordo com o que você falou. Mas, francamente, essa é a parte menos importante da proposta. Traficante é rico, pode entrar de avião, de carro ou mesmo pelo Canadá.

    Dito isso, alguns comentários aos seus comentários:

    "Quanto ao Oriente Médio, foi justamente o vácuo deixado pela desastrosa política externa do Obama que causou a desestabilização daquela região".

    Vácuo? Despejar 26 mil bombas em apenas um ano é "vácuo"? bombardear uma região durante 27 anos é "vácuo"?

    Não é possível que ninguém mais entenda o conceito de "blowback". Se nem mesmo intervenções na economia passam impunes, por que vocês acham que intervenções bélicas estrangeiras passarão?

    "Além do mais, todo mundo sabe que cerca de oitenta e a noventa por cento dos refugiados não de gente querenta aproveitar a oportunidade para ir para a Europa gozar das delícias de estados provedores."

    Aí você voltou para a questão do assistencialismo, que você diz ser impossível acabar.

    "Quanto aos muros, acabei de ler dois artigos sobre os diversos muros que existem no mundo. Embora eu também não goste da idéia, os dados relatados nesses dois artigos dizem exatamente o contrário do que diz o Ron Paul. Não adianta você pregar, como faz o Ron Paul, soluções irrealizáveis num horizonte visível. Isso se chama não-solução."

    Todo esse contorcionismo apenas para dizer que você defende o muro? Por que não foi mais direto?

    Mas beleza, ué, se você está jurando que vai funcionar, que vai dar tudo certo, e que esta é a única solução possível, quem é o mundo para discordar.
  • a  02/02/2017 00:43
    Trump será o melhor presidente dos USA, transformando-o no maior país do mundo.
  • 4lex5andro  06/02/2017 14:12
    Não, com essas políticas econômicas como estão, os Eua não irão prosperar a longo prazo.
  • anônimo  02/02/2017 02:08
    Seria mais barato a pena de morte para imigrantes ilegais.

    Se eles estão invadindo a propriedade dos americanos, a melhor opção é a guilhotina ou botar todos num barco com destino ao polo norte.

    Se não pode entrar ilegalmente no país, por que as pessoas desrespeitam ?

    Quem não respeita a lei de imigração, não é bem vindo.

    Eu gostaria muito de morar lá. Não vou ilegalmente porque não sou delinquente.

  • Double  02/02/2017 02:26
    Esse texto é só mais uma prova de que o socialismo perdeu a guerra econômica mas venceu a guerra cultural. Bombas americanas em solo estrangeiro até podem estimular um pouco, mas absolutamente não são o motivo principal de os EUA serem o alvo predileto do terror. Fosse assim, a Rússia teria um ataque terrorista por dia, pelo histórico negro com os países satélites e no mesmo oriente médio. O Japão e China viveriam com terroristas trocados. Isso é assim porque células terroristas foram especificamente treinadas pela KGB para odiar o ocidente (principalmente EUA). E através da grande imprensa, influenciada da mesma forma, o ocidente aprendeu a odiar o próprio ocidente (hoje em dia, chamam isso de "polarização" e "politicamente correto"). Pois é, meus caros, achar que a culpa do terrorismo é exclusiva de quem sofre os atentados só demonstra que vc tb foi desinformado. E não é de hoje. Lembrem-se que a primeira guerra mundial teve como estopim um... Ato terrorista!
  • Sérgio  02/02/2017 14:12
  • Alcebíades  02/02/2017 14:35
  • anônimo  02/02/2017 15:49
    sim, Fronteiras abertas é um roubo.

    Sem mencionar que esses imigrantes geralmente tem um baixo QI e grande preferência temporal e acabam votando nas mesmas politicas que dão errado em seus próprios países .
    Welfare não é a causa da imigração é uma consequência.

    É muito simples falar " É só acabar com o walfare", mas sejamos realistas, é impossível acabar com o Welfare em um sistema democrático onde você importa milhões de eleitores que votam majoritariamente nos democratas e querem coisas "grátis".
  • Margareth da Silva  02/02/2017 19:10
    Oi, o que você sugere, então?
  • Bessias  02/02/2017 21:01
    Você é a favor do muro do Trump?
  • Minarquista  03/02/2017 19:59
    Eu sou imigrante no Brasil. Segundo o que o anonimo escreveu, então eu provavelmente tenho QI mais baixo que a média...
    A mim me parece muito mais provável que QI abaixo da média seja do próprio sujeito que escreve uma asneira dessas...

  • João Mário  04/02/2017 23:28
    Mais de 80% dos imigrantes votam nos democratas. Open Borders já provou várias vezes que não dá certo mesmo.

  • Mario Silva  06/02/2017 12:40
    E se votassem nos republicanos, que diferença faria no que toca ao tamanho do big government?
  • André Ferris - Advogado - OABRJ  02/02/2017 18:41
    Gostaria de dar ums pequenos pitacos sobre nossos vizinhos Yankes que não tenho visto sair por aí...

    Ao meu ver, Trump foi eleito de fato por um simples motivo, a crise de 2008. Existe porém todavia entretanto, um adendo...esse adendo que não tenho visto por aí...e que a crise de 2008 "varreu" bonito os EUA. Hoje eles são um ex-país Rico, por isso que Trump foi eleito, os americanos estão "batendo" cabeça pra voltarem a ser Ricos...
    Por mais que o pessoal da FakeNews odeie o Trump, por mais que os brasileiros com complexo de lata amem os EUA, a realidade dura e crua é essa, eles estão falidos.

    Quanto a questão da imigração, existe outro adendo que também ninguém fala, pelo princípio da soberania, Trump pode "vetar" o "país" que ele quiser...não precisa dar explicações,..ele foi legitimamente eleito pelos americanos e como presidente atual tem poderes para isso...
  • Kevin  02/02/2017 22:12
    Desde fim do governo Reagan ouço aqui "os USA estão falidos e mais". Se a bolha econômica americana vai estourar e deixar coisas como a grande depressão... Não importa, sairemos da depressão assim como saímos da última.
    Espero ver quando a galinha econômica brasileira irá decolar novamente para eu vender bem caro os reais que comprei em início de 2016.
  • Herbert Lopes da Silva Filho  02/02/2017 19:53
    Bom, bom... analisando o trecho "O governo americano está jogando bombas no Oriente Médio desde 1990. Só no ano passado, o então presidente Obama despejou mais de 26 mil bombas na região. Milhares de civis já foram mortos em ataques de drones americanos. O grande plano americano de "recriar" o Oriente Médio gerou apenas miséria, sofrimento, banho de sangue e mais terrorismo. Acabar com esta insensata intervenção externa fará bastante para remover os incentivos para se atacar os EUA."
    Acho que fará muito pouco, talvez a diferença seja imperceptível. Estão deixando de considerar o fator principal para os atentados terroristas, qual seja o Islamismo. O que os USA tem combatido é o cartel de grupos radicais islâmicos, e estes não irão cessar os ataques por motivo algum nesse mundo ! Ou se destrói tais grupos ou se espera ataques deles... simples assim.
    E uma vez que a motivação central é religiosa, pouca ou nenhuma diferença fará se os USA cessarem seus ataques contra eles, podendo até haver uma reação contrária, com intensificação dos ataques por sentirem que Alah os está ajudando, ao infundir covardia no coração da população do "Grande Satã". A Jirad não será interrompida com atitudes pacíficas dos "infiéis", e possivelmente será ampliada e encorajada em caso de arrefecimento nas hostilidades.
    Sendo assim, o problema do terrorismo só me parece ter uma solução: Extermínio dos terroristas e proibição do culto islâmico em toda a Federação Norte-Americana, com penas variando da deportação sumária à prisão. Sim, pode ser feito algo assim... Angola já iniciou uma estratégia nesse sentido, e considero-a salutar e eficiente. Nenhum atentado terrorista partirá de islâmicos se eles não conseguirem pisar na América. E para existirem islâmicos, o corriqueiro é que alguns islâmicos sirvam como agentes para conversão de diversos outros. Proíba-se a ideologia político-religiosa em questão (como no Brasil foi proibido o Nazismo e estranhamente não foi o Socialismo) e em algumas décadas não existirá uma só mesquista em funcionamento no território americano.
    Isso sim, erradicaria mais de 90% dos ataques terroristas da galera do "Alahu Akbar" !
  • Minarquista  03/02/2017 16:57
    Discordo!
    O Nazismo foi proibido porque pregava abertamente a violência contra terceiros. Isso é um bom motivo para proibir uma entidade.
    Já a religião islâmica não prega a violência contra terceiros. A absoluta maioria dos muçulmanos são pessoas pacíficas, de bem. A doutrina pregada na maioria das mesquitas é a da paz e tolerância.
    Há um pequeno percentual de fanáticos religiosos que torce as palavras do Corão para pregar a violência. Isso poderia ser proibido. As pessoas que usam a religião para incitar a violência podem ser presas sim.
    Agora, penalizar todos os muçulmanos por causa de um pequeno percentual que prega - e realiza - a violência, é totalmente alheio ao libertarianismo.
    Ou, em outras palavras: "Todos são inocentes até prova em contrário". Pregar a violência pode ser prova suficiente. Não precisamos esperar que a violência realmente ocorra.
    Mas penalizar todos, por causa de uma minoria, não faz o mínimo sentido.

    []s
  • LenhaNaFogueira  03/02/2017 17:03
    Libertários...sempre tentando aplicar boas teorias econômicas em áreas fora de economia. Principalmente quando defendem o fim da guerra às drogas, os libertários usam uma falácia enorme e falta de lógica gigantesca.

    Vamos lá. É errado dizer que a proibição às drogas GERA o tráfico. Vamos usar uma comparação bem simples. Tenho uma casa mas resolvo não construir um muro em volta dela (aproveitando que o tema "muro" está na moda). Algum criminoso quer cometer um roubo e vê a minha casa sem muro e resolve invadir para roubar.

    Aí eu pergunto: a ausência de muro na minha casa CAUSOU o assalto? Ou foi só uma oportunidade? Se não houvesse ladrões no mundo, haveria assaltos a residências?

    Logo, não é a proibição às drogas que gera o tráfico. Quem causa o tráfico é...atenção... o traficante!
  • Tulio  03/02/2017 17:57
    Esse é gênio!

    E quem cria um mercado extremamente lucrativo e altamente perigoso, no qual só os mais violentos e bem armados prosperam?

    Quem criou Al Capone?

    É cada iluminado...
  • Paulo Bat   03/02/2017 20:16
    Na realidade quem cria o tráfico é o mercado consumidor.
    Por exemplo, Se ninguém quisesse tomar vinho não haveria produtores, transportadores, atacadistas e varejista de vinho.

    Agora, este Túlio é típico! Pessoa que responde com pérolas como "Esse é gênio!" e "É cada iluminado..." não quer confabular, só desqualificar o comentarista se achando superior .
  • Mario Gonzaguinha Soares da Silva   03/02/2017 21:13
    Que hilário!

    Que analogia genial!

    Analogia errada em todos os aspectos; errada na comparação do fato posterior: assalto é agressão à propriedade; uso e venda (voluntária) de drogas não é agressão nenhuma; os crimes decorrentes do tráfico (assaltos e assassinatos) são crimes (no sentido ontológico, e não meramente legal) porque assaltos e assassinatos são agressões à propriedade e à vida.

    E errada na comparação do fato anterior: "ausência de muro numa casa" não tem nada a ver com proibição de tráfico: proibição gera o tráfico porque é a PROIBIÇÃO QUE CRIA O TRÁFICO COMO CRIME tipificado numa lei; sem proibição, não tem como haver crime de tráfico tipificado em lei, e objeto de persecução penal-estatal.

    Entendeu, sabichão?
  • anônimo  06/02/2017 15:03
    "uso e venda (voluntária) de drogas não é agressão nenhuma"

    Não? E a droga que transforma o indivíduo em um zumbi canibal? Não é agressão?
  • Zak  06/02/2017 16:28
    Não, não é. Uso e venda de drogas - caso não haja coerção - é uma troca voluntária; o ato de canibalismo é que é agressão.

    É como o bêbado que fica agressivo e espanca alguém, meu caro: vender e tomar álcool não agride ninguém; o que agride é o ato de violência em bater em alguém.
  • LenhaNaFogueira  06/02/2017 16:33
    Aos que apelam para xingamentos sugiro o blog do PSOL ou do PSTU.
    Quanto aos argumentos, vocês é que não entenderam a analogia. O estado não colocou arma na mão de ninguém. A culpa é sempre do criminoso que teve o livre arbítrio de se armar (teve a iniciativa da agressão) e de dominar um território pela força.
  • Francisco  03/02/2017 17:25
    Sugiro ler o artigo:
    Trump está banindo muçulmanos?
    Escrito por Filipe G. Martins | 30 Janeiro 2017
    Internacional - Estados Unidos
    Medidas similares foram adotadas por inúmeros presidentes americanos, incluindo o presidente Obama, que, em momentos diferentes, baniu o ingresso de iraquianos e de sírios aos Estados Unidos. [...]

    Mais esse artigo:

    Trump, perseguição anticristã e a desonestidade da grande "mérdia"
    Escrito por Olavo de Carvalho | 01 Fevereiro 2017
    Artigos - Cultura

    Quando recentemente o Obama fechou o acesso aos refugiados cubanos, ninguém na esquerda reclamou.
    Os únicos refugiados que são COMPROVADAMENTE refugiados são os cristãos, que estão sendo abatidos como vacas e porcos num matadouro. E justamente por esses ninguém chora. Todas as lágrimas são para os assassinos, seus parentes, seus amigos e a massa dos seus cúmplices passivos.

    Por onde quer que você passe os olhos na grande mérdia, lerá o mantra: "A maior parte das vítimas do terrorismo é de muçulmanos." Sem dúvida. Em guerras entre países ou grupos muçulmanos, a maioria dos que morrem são muçulmanos. Mas nem um único deles morreu POR SER MUÇULMANO. Nenhum deles morreu vítima de perseguição religiosa. As únicas vítimas de perseguição religiosa no mundo islâmico -- e especialmente na Síria -- são os cristãos e os membros de outras religiões minoritárias. Por isso mesmo, no governo Obama, eles constituíram menos de um por cento do total de refugiados admitidos nos nos EUA.

    Nunca a discriminação religiosa foi tão evidente e descarada. [...]
  • Miguel Oliver  03/02/2017 18:21
    Eu concordo plenamente que as medidas propostas teriam uma melhor eficacia no tocante do trafico de drogas e "soft immigration (pessoas simplesmente buscando oportunidades de vida)."

    O que me preocupa é a abordagem quanto ao terrorismo. Ao contrario do que o autor sugere, a Suíça e o povo suíço já foi alvo de diversos ataques terroristas. Hoje por exemplo, vivem em alerta máximo com ameças direcionadas a Suíça.

    A muito tempo o terrorismo deixou de ser simplesmente uma resposta a Politica Externa. Hoje a maioria dos grupos são Islamistas (buscam a teocracia). Dizer que botar o corpo pra fora da situação é o mesmo que a resolução do problema é de uma ingenuidade sem tamanho.

    Existe um limite para o ideologismo fanático/Ingênuo. Em alguns momentos a praticidade é mais adequada. O muro em si é uma bobagem sem tamanho. Mas politica de "Ban" não me parece um exagero. Pode sim constituir uma afronta aos "princípios libertários", mas a segurança do povo deve ser sempre a prioridade, independente de quem seja o responsável (estado ou instituição privada de segurança).

    Contra o terrorismo existem apenas duas armas; Educação e Precaução.
  • Tulio  03/02/2017 19:49
    Quais foram os ataques terroristas à Suíça?! Passaram despercebidos por mim (e olha que eu me considero alguém relativamente bem informado).

    Coloca os links aqui, por favor.
  • Miguel Oliver  06/02/2017 19:30
    Três sequestros de aviões (antigos) e o tiroteio ano passado...
  • frederico  06/02/2017 12:00
    "e acabe com a guerra as drogas, cuja proibição serve apenas para gerar um mercado negro perigoso e altamente lucrativo, o que incentiva os mais violentos traficantes a cruzarem as fronteiras."

    Como que o mesmo Ron Paul escreve isso e ao mesmo tempo faz um artigo defendendo a simples criminalização do aborto como "solução". Alguém me explica???
  • Gabriel  06/02/2017 12:17
    Para começar, ele não defendeu a criminalização do aborto como "solução" para coisa alguma. Ele apenas disse que aborto é homicídio. Você mata um ser humano.

    De resto, "alguém me explica" a sua mente? Você está dizendo que criminalizar a ingestão de uma substância é mesma coisa que criminalizar o homicídio?! É isso mesmo?

    Para você, um sujeito fumar maconha (algo que não afeta nenhum terceiro) é algo que deve ser visto com a mesma indiferença que o homicídio doloso de um ser humano?

    Que mundo...
  • FL  06/02/2017 12:23
    Você realmente acha que usar drogas e praticar um aborto são equivalentes?

    Em qual dos dois casos um terceiro inocente está tendo sua vida terminada, sem a menor chance de se defender?
  • Thiago  07/02/2017 14:02
    Senti certo desgosto ao ler:
    "Isso, obviamente, irá afetar com mais intensidade os americanos mais pobres."
    Creio que o argumento procedente para o contexto seria: "os americanos pagarão pelo muro, quando Trump disse que o México pagaria"; ou ainda "a economia mexicana será sobremaneira prejudicada com produtos mais caros no mercado americano, o que pode inclusive estimular o fluxo migratório", entre outras possibilidades, menos a dos pobres, por favor!

  • Paulo Henrique  07/04/2017 05:11
    Desculpe não achar artigo melhor.. Mas, Ron Paul sendo profeta mais uma vez. Acertou a política externa again . Há algumas horas Trump descumpriu sua promessa de campanha de não intervencionismo
  • Andre  07/04/2017 11:30
    EUA em guerra é política de estado, alguém sabe o último presidente americano que não se envolveu em guerra?
    O que interessa mesmo é saber se o dólar desaba ou não.
  • Emerson Luis  16/04/2017 10:56

    Trump já está sendo melhor do que o esperado, se conhecesse a EA seria ainda melhor.

    * * *
  • Lex Luthor  02/06/2017 13:37
    Por isso todos os territórios devem ser privados (de preferência pequenos), aí essa confusão não existiria.


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